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Sete alergias de verão das quais você pode se livrar

Dependendo da época do ano, alguns problemas específicos podem aparecer para incomodar quem tem alergia. O tempo seco pode causar tosse, enquanto o pólen liberado pelas flores, pode acarretar espirros. Se o tempo estiver chuvoso ou frio, as alergias podem evoluir e apresentar quadros de coriza, que lembram resfriados.

Para identificar uma alergia sazonal, o alergista vai perguntar sobre seus sintomas e se eles acontecem em determinadas estações do ano. Além disso, testes cutâneos também podem ajudar a identificar o alérgeno responsável por tal alergia.

O tratamento pode ser feito com sprays nasais, anti-histamínicos, descongestionantes, colírios e/ou vacinas para alergia (imunoterapia).

Conversamos com o médico José Roberto Zimmerman, alergista da Alergo Ar, para tirar as principais dúvidas sobre as alergias mais comuns no verão. Confira:

1)Alergia a picada de mosquito:

Foto: ChelmsfordMosquitoControl

“Além das altas temperaturas, o verão sempre traz os temidos mosquitos! Isto acontece porque o calor favorece a multiplicação de insetos. A alergia a essas picadas se manifesta através de lesões no local, pele quente e avermelhada, surgimento de feridas ou bolhas no local. O tratamento inclui medidas protetivas (como uso de telas em janelas, dedetização e repelentes), medicamentos, além de imunoterapia (vacina para alergia)”.

2) Risco de rinite alérgica no verão:

“Com o clima seco, a poluição aumenta, irritando o nariz, principalmente de quem é alérgico. Na região sudeste, a maior parte das alergias é causada pelo contato com ácaros e pelas grandes mudanças de temperatura. A rinite alérgica é uma inflamação na mucosa nasal que atinge cerca de 30% da população. Se não tratada, pode evoluir para quadros de bronquite, sinusite, faringite ou laringite”.

3)Asma no verão:

“No verão, o uso excessivo de ar-condicionado e ventiladores tem forte relação com a asma e podem ajudar a desencadear crises da doença. Estes aparelhos, quando não higienizados adequadamente, podem espalhar no ar ácaros, poeira, bactérias e fungos. O ar condicionado, além disso, pode provocar uma redução da umidade do ar e deixar este ar ressecado, irritando as vias aéreas. Na época mais quente do ano, use umidificadores de ar corretamente, realize a manutenção adequada do ar condicionado, passe pano úmido na casa, evite produtos com odores fortes, não deixe ocorrer o aparecimento de mofo e dê preferência a lugares abertos e arejados”.

4) Rotavírus

Foto: MD-Health

“O rotavírus é um vírus comum e muito contagioso que causa infecção. Esta infecção gera um quadro de vômito, diarreia, febre e gastroenterite aguda, e não tem tratamento específico. O ideal é prevenir-se tomando a vacina contra o rotavírus”.

=Alergia ao calor existe?

Foto: The Humming Notes

“Basta a temperatura subir, que os incômodos surgem. Entre eles estão coceira e pequenas bolinhas na pele, típicos de reações alérgicas. Na verdade, o nome correto é urticária colinérgica, problema que se manifesta diante do aumento da temperatura corporal, excesso de suor ou ingestão de alimentos quentes e bebidas alcoólicas. Não é considerada grave, mas pode afetar a qualidade de vida. Por isso, é importante buscar ajuda médica”

=Foliculite – tão comum no verão

Wikipedia

“A foliculite é uma infecção de pele que tem origem nos folículos pilosos (a cavidade na qual o cabelo nasce). É semelhante à acne e é causada por pelos encravados, mas também pode ser provocada por uma bactéria ou fungo, fazendo com que surjam bolinhas avermelhadas e com pus na pele. Geralmente, a foliculite é superficial e a inflamação se cura sozinha. Porém, os casos mais graves e recorrentes merecem atenção e tratamento. A imunoterapia (vacinas para alergia) pode tratar diversas doenças de repetição, entre elas a foliculite. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a imunoterapia é o único tratamento para alergia que realmente permite uma melhora duradoura, prevenindo inclusive, novas crises”.

=Candidíase aumenta no verão

No verão é normal que as mulheres frequentem mais a praia ou piscina. Mas muito tempo com o biquíni molhado pode ocasionar a candidíase, pois a umidade favorece o desenvolvimento dos fungos. Roupas apertadas também diminuem a ventilação local e aumentam a umidade e suor, ocasionando a candidíase. Candidíase mais de quatro vezes por ano, isso indica candidíase de repetição- e será necessário um tratamento de imunização.

Fonte: Alergo Ar

Novidade: lenço umedecido repelente de insetos

FeelClean Repelente de Insetos é um produto é inédito no mercado brasileiro e pode ser usado por toda a família, inclusive crianças acima dos seis meses. A fórmula, sem álcool, não é oleosa e não resseca a pele. Também é livre de DEET, um ingrediente ativo encontrado nas fórmulas de muitos repelentes.

O primeiro lenço umedecido com repelente do Brasil foi dermatologicamente testado, oferece proteção por até quatro horas e pode ser reaplicado até três vezes ao dia. Repele mosquitos, pernilongos e outros insetos, inclusive o mosquito que pode transmitir o zika vírus, a dengue, a chikungunya e a febre amarela. A eficácia foi comprovada em testes laboratoriais contra as espécies Aedes aegypti, Anopheles albimanus e Culex quinquefasciatus.

Repelente Grupo FW Frente

FeelClean Repelente de Insetos – Preço: R$ 10,36

Informações: Lenços Umedecidos

Procura por repelentes aumenta 78% com alerta de febre amarela

População aposta no uso do produto para se proteger do mosquito transmissor da doença

Com os vários casos de macacos diagnosticados com febre amarela, as pessoas estão atentas e buscando formas de se prevenir.. Além da vacina em postos de saúde, a população também está procurando os repelentes como uma opção de proteção contra os mosquitos silvestres (Haemagogus e Sabethes), que são transmissores da doença.

A internet tem sido uma grande aliada nessa busca, já que facilita a pesquisa de preço desses itens. O Zoom, site e app comparador de preços identificou um aumento de 78% nas buscas por repelentes, comparando a terceira semana de outubro com a semana anterior, período em que o assunto começou a repercutir mais.

exposis

O líder do ranking feito pelo Zoom sobre os repelente mais buscados é o Exposis Spray, que custa em média R$ 58,90. Na segunda posição há o repelente da mesma marca, mas em gel, Repelente Exposis Gel Hipoalergênico 100m, este pode ser encontrado por R$ 37,90. E o terceiro colocado também é da marca Exposis, mas em gel, infantil e sem perfume e é bem mais barato: 18,13.  Completam o ranking repelentes de outras marcas que custam entre R$ R$ 6,98 e R$ 26 e variam de fabricante e formato, pois alguns estão disponíveis em spray e outros em loção.

“Cada vez mais é comum que as pessoas busquem itens do seu cotidiano, como os repelentes, na internet, já que esse é o meio mais ágil de pesquisar preços”, comenta Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

Confira abaixo os rankings dos repelentes mais buscados no Zoom:

 

Produto/Modelo

Menor Preço

Repelente Exposis Spray Extreme Sem Perfume 100Ml

R$ 58,90

Repelente Exposis Gel Hipoalergênico 100ml

R$ 37,90

Repelente Infantil Gel Exposis Sem Perfume – a partir de 6 meses – 100ml Exposis

 

R$ 18,13

Loção Baby Anti-Mosquito 100Ml Johnson & Johnson

 

R$ 17,81

Repelente Off Aerosol Com 165 Ml

 

R$ 15,99

Repelente Repelex Citronela Spray 100ml

 

R$ 10,90

Spray Repelente OFF! Family Aloe Vera 200ml

R$ 20,00

Repelente Off Refresh Spray 100ml

R$ 9,49

Repelente off locao com 100 ml

R$ 6,98
10°

Repelente Corporal Infantil SBP Advanced Spray Kids – 100ml

R$ 26,68

Fonte: Zoom – Outubro de 2017

Aumentam casos de leishmaniose visceral e veterinários orientam sobre cuidados

As cidades do estado de São Paulo têm registrado um alto índice de leishmaniose visceral canina nos últimos anos. Apenas na região de Presidente Prudente já são mais de 140 casos em animais confirmados da doença em 2017. Em Votuporanga, outros 135 cães foram diagnosticados com leishmaniose visceral nos primeiros seis meses do ano. O cenário visto em São Paulo se estende pelo país, que responde por 90% dos casos da América Latina.

Em 2016, o Ministério da Saúde recebeu 3.626 notificações de casos de leishmaniose visceral em humanos e 275 mortes foram registradas em todo o país. Somente no Estado de São Paulo, foram 119 pessoas atingidas pela doença e 11 óbitos. Neste ano já foram pelo menos sete mortes no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

A transmissão da leishmaniose visceral canina ocorre pela picada do mosquito-palha e afeta principalmente cães, gatos e humanos. É uma doença que leva ao óbito em até 90% dos casos não tratados e, até recentemente, cães infectados pela doença eram submetidos à eutanásia, por serem hospedeiros do vetor.

Com este panorama, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) vem, em sua missão de destacar o papel do médico-veterinário na promoção da saúde única, orientar à sociedade quanto às formas de diagnosticar, prevenir e tratar esta doença infecciosa que é considerada uma das seis mais graves em todo o mundo.

“Os médicos-veterinários têm grande responsabilidade na vigilância, no controle, na prevenção e na notificação de casos da leishmaniose visceral. O profissional deve sempre orientar os tutores e estar alerta a qualquer manifestação da doença. A leishmaniose é uma doença de notificação compulsória dada sua relevância para a saúde única, que envolve a saúde humana, ambiental e animal. Essa zoonose precisa estar sempre bem monitorada para o bem-estar da sociedade” afirma o presidente do CRMV-SP, Mário Eduardo Pulga.

Transmissão

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Foto: Wikipedia

A leishmaniose visceral canina não é transmitida pelo contato direto entre animais domésticos e o ser humano. É necessário que o flebótomo Lutzomyia spp, conhecido como “mosquito-palha”, pique um animal infectado e em seguida um humano, ocasião em que transmite o protozoário. O ‘palha’ se reproduz em ambiente escuro e rico em matéria orgânica.

Sintomas

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A leishmaniose visceral nos seres humanos ataca principalmente o sistema imunológico, causando insuficiência renal crônica, emagrecimento, atrofia muscular, febre, artrite e diarreia. Nos animais, observa-se queda de pelos, descamação cutânea e presença de ulcerações localizadas ou difusas, além de uma generalizada letargia e emagrecimento.

Diagnóstico

A forma mais segura de diagnóstico da LVC é o teste rápido DPP (Dual Path Platform. Bio-Manguinhos/Fiocruz). É este o método mais simples e mais utilizado nas clínicas veterinárias, sendo a técnica rápida e pouco traumática.

Tratamento

No ano de 2017, os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Saúde aprovaram a comercialização do primeiro medicamento para tratamento da leishmaniose visceral canina: o MilteforanTM, desenvolvido pela Virbac. A droga não cura a doença, mas promove uma grande diminuição na carga parasitária presente no sangue do animal, reduzindo o desenvolvimento das enfermidades características. Este tratamento, entretanto, requer monitoramento periódico de um médico-veterinário e deverá ser administrado até o fim da vida do animal, assim como devem ser mantidas obrigatoriamente as medidas preventivas.

Prevenção

Para evitar a infecção pela leishmaniose visceral canina, os médicos-veterinários recomendam a adoção de algumas medidas por parte dos donos de cães e gatos.

Coleiras repelentes

coleira

As coleiras com substâncias repelentes são a medida mais eficiente para não-contaminação com a zoonose. A deltametrina é o elemento químico recomendado pela Organização Mundial da Saúde para impedir o contato dos animais com o mosquito transmissor.

Barreiras físicas

Revestir janelas e portas de canis ou viveiros com redes e telas é outra medida preventiva com boa efetividade. Como o inseto se alimenta no período noturno, em regiões quentes e com incidência de leishmaniose, é recomendável guardar os animais em seus refúgios após o fim de tarde.

Limpeza de locais abertos

Como o mosquito-palha se reproduz em locais com matéria orgânica, é preciso manter quintais limpos e evitar o acúmulo de lixo e água parada. A higiene é uma das melhores medidas de prevenção contra a Leishmaniose. Terrenos abandonados e locais com muitas árvores e sem manutenção devem ser evitados pelos tutores.

Exames periódicos

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Todas as medidas acima devem ser acompanhadas de consultas regulares ao médico-veterinário. Somente este profissional está capacitado para identificar os sintomas e promover o tratamento recomendado.

Fonte: Rodrigo Mainardi é membro da Comissão de Clínicos de pequenos animais do CRMV-SP

Sasazaki lança janela que impede entrada de insetos

A Janela Maxim-ar com Tela Mosquiteira Retrátil Integrada Alumifort possui vidro miniboreal e oferece luminosidade, ventilação e proteção contra insetos

Quem está construindo ou reformando, busca soluções que tragam conforto e tranquilidade para toda a família. Pensando nesse público, a Sasazaki lança a Janela Maxim-Ar com Tela Mosquiteira Retrátil Integrada da Linha Alumifort, disponível com vidro miniboreal.

A novidade proporciona iluminação natural e arejamento adequado, garantindo privacidade e proteção contra insetos. “O número de casos das doenças causadas pelo Aedes Aegypti durante o verão impulsionou as vendas de produtos com telas mosquiteiras. Esse lançamento atende uma necessidade verificada em todas as regiões do País e é bastante interessante para quem quer se prevenir o ano todo”, explica Neylor Brito, diretor comercial da Sasazaki.

sazasaki

Indicada para banheiros e feita de alumínio – pode ser utilizada em regiões litorâneas -, a janela é comercializada pronta para instalação, com pintura de acabamento na cor branca. A tela mosquiteira retrátil é feita de fibra de vidro e seu fechamento e abertura é feita por meio de dois puxadores, sendo um com corda, para facilitar o alcance.

Já a folha que recebe o vidro miniboreal tem estrutura rígida com perfis tubulares, amortecedor de impacto e sistema de freio ajustável – para manter o ângulo de abertura desejado – e puxador de alumínio, que possui durabilidade superior. Completam o produto: chumbador e parafusos de aço inox, borracha de vedação de EPDM – resistente a ressecamentos e trincas – e juntas que não permitem a infiltração de água na parede, evitando manchas e escorrimentos.

sasazaki
A janela Maxim-Ar com Tela Mosquiteira Retrátil Integrada Alumifort tem batentes de 7 cm e está disponível nas seguintes medidas (altura x largura em cm): 60 x 60; 60 x 80 e 60 x 100. Para maior beleza no acabamento, a Sasazaki oferece ainda a Guarnição – item opcional que tem a função de acabamento entre o batente e a parede.

Informações: Sasazaki

Campanha para conscientizar sobre doenças transmitidas por pulgas, carrapatos e mosquitos

A campanha “Melhor Sem Picar” da área de Saúde Animal da Bayer destaca quais são as doenças que podem vir a ser transmitidas aos pets infectados por ectoparasitas

Este é um tema muito sério e é preciso ficar atento. Está acontecendo comigo. Começou uma “epidemia” de pulgas e meus gatos estão sofrendo. Já tentei várias coisas, até cheguei a dedetizar o apartamento, com um produto inofensivo para eles. Porém, como o chão é de taco, não surtiu efeito, e pulverizar com algo mais forte, poderia fazer mal aos felinos. Estou vendo como resolver esta parte, pois eles precisam ficar fora por dias!

Uma das providências que tomarei é passar o antipulga Advantage em todos os gatos e começar a usar o Fleegard, também antipulgas, só que para o ambiente e que não faz mal para os pets. Agradeço à Bayer pelo envio dos produtos e assim que terminar o tratamento darei meu testemunho aqui.

Mas, voltando, quando o assunto é insetos vetores como pulgas, carrapatos, mosquitos e flebotomíneos, muitos tutores de animais de estimação possuem a mesma conduta: aplicam um antiparasitário apenas quando veem que o animal já está infestado. Dados indicam que 85% dos proprietários levam seus pets para uma consulta com um médico veterinário apenas quando há necessidade de tratamento1, entretanto, as pulgas, carrapatos e mosquitos podem transmitir doenças perigosas para os animais e toda a família desde o momento em que se encontram no ambiente e nos pelos caninos e felinos.

Para conscientizar as pessoas de que o maior problema não são apenas os insetos vetores em si, mas principalmente as doenças que podem transmitir e suas consequências para a saúde e bem-estar dos pets e de suas famílias, a área de Saúde Animal da Bayer acaba de lançar a campanha “Melhor Sem Picar”, que incentiva o uso preventivo de antiparasitários cuja eficácia não esteja relacionada a necessidade de picada.

“O proprietário precisa questionar o médico veterinário sobre o mecanismo de ação do antiparasitário que irá adquirir. Há no mercado inúmeras opções, porém, o ideal são aqueles que matam as pulgas, carrapatos e mosquitos apenas por contato, sem a necessidade desses parasitas picarem o animal para enfim serem contaminados e morrerem. A preocupação principal para isso é que, ao picar, o inseto pode transmitir doenças para o pet – como, por exemplo, verminoses, doença de Lyme, leishmaniose, entre outras (veja mais informações abaixo) -, que são debilitantes e podem vir a atingir toda a família”, afirma o Professor Doutor Marcio Moreira, responsável pelo Laboratório de Patologia Clínica e Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.

O cenário de urbanização das grandes cidades propicia a proliferação de insetos vetores, por isso é importante a realização de um tratamento preventivo quando falamos em pulgas, carrapatos e mosquitos. “Comparativamente, é comum pensar na proteção de crianças e demais membros da família de ameaças sazonais – a exemplo da dengue e da chikungunya, que estão disseminadas em várias regiões do país -, mas nos esquecer de que os pets também fazem parte desse grupo que precisa de proteção e não apenas carinho e alimentação. Exatamente por isso precisamos agir preventivamente”, ressalta Moreira.
bayer
Mais que um simples incômodo

Tudo começa com um ‘coça coça’ sem fim, mas esse incômodo não é apenas o único problema. Confira abaixo algumas doenças causadas por pulgas, carrapatos e mosquitos.

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· Pulgas
Estima-se que uma pulga pode picar mais de 100 vezes o animal em apenas um dia. 72 parasitas desse tipo podem consumir 1 ml do sangue de um cão por dia. Algumas consequências que esse parasita pode trazer aos pets são:
– Alergia à picada: picada de pulga pode causar a Dermatite Alérgica à Picada de Pulgas (DAPP), além de anemia, irritação e estresse.
– Verminose (Dipylidium sp): a pulga é o hospedeiro intermediário do verme Dipylidium caninum, que além de infestar o animal pode acometer o homem, causando a zoonose Dipilidiose. O animal adquire a verminose quando se coça e, sem querer, ingere as pulgas infectadas com vermes.

· Carrapatos
Em 24 horas, um carrapato pode consumir até 0,5ml de sangue de um cão. E durante essas picadas pode transmitir aos animais:
– Erlichiose: transmitida pela picada de um carrapato infectado, pela bactéria, do gênero Ehrlichia, a Erlichiose é uma doença infecciosa grave. Alguns dos sintomas são: febre, vômito, perda de apetite, anemia, trombocitopenia e perda de peso.
– Babesiose: causada por um protozoário, o Babesia canis, a Babesiose é uma doença transmitida pela picada de um carrapato infectado. Ela invade os glóbulos vermelhos dos cães e se multiplica, rompendo-os. Febre e anemia são os principais sintomas.
– Doença de Lyme: recentemente, famosos do mundo artístico, como a cantora canadense Avril Lavigne, foram acometidos por essa doença, o que a tornou mais conhecida. É causada pela picada de um carrapato infectado pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi.
– Hepatozoonoses: doença transmitida por carrapatos, causada por um protozoário do gênero Hepatozoon.

· Mosquitos e flebotomíneos
Cães podem tomar até 700 picadas dos chamados flebotomíneos, conhecidos popularmente como “mosquito-palha”. O “mosquito palha”, transmissor da leishmaniose, se desloca de 1 a 5 km de distância. Veja quais são as doenças que os mosquitos podem transmitir:
– Leishmaniose visceral: zoonose amplamente disseminada no Brasil, com grande importância para a saúde pública e por isso é fundamental preveni-la. Alguns sintomas no cão são febre, crescimento exagerado das unhas, lesões na pele, perda de pelos e emagrecimento. O “mosquito-palha” transmite a leishmaniose tanto para animais quanto para o homem.
– Dirofilariose: popularmente chamado “verme do Coração”, a dirofilariose é comum em regiões litorâneas. Estas larvas se deslocam pelo sangue até atingir o coração, onde se instalam e se desenvolvem, podendo atingir até 30 cm de comprimento. Os sintomas dependem da quantidade e tamanho dos vermes, mas varia desde intolerância a exercício, tosse, perda de peso até insuficiência cardíaca. Não é comum, mas pode ser transmitido ao homem.

Informação ao seu alcance
Para disseminar mais informações sobre os riscos de animais de estimação serem picados, a Saúde Animal disponibilizou em uma área do site Bayer Pet mais informações sobre o tema. Acesse aqui e confira.

Referência Bibliográfica
1 Pesquisa da Harris Interactive. Outubro de 2014.

Fonte: Bayer