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Cabelegria retorna ao Santana Parque Shopping para doações de perucas e cortes de cabelo

Objetivo da ação é transformar a vida de pessoas que passaram por tratamentos de câncer ou outras doenças

No dia 14 de maio, o Santana Parque Shopping recebe mais uma vez o Banco de Peruca Móvel da ONG Cabelegria. A ação acontece das 11h às 19h, na entrada principal do empreendimento.

O projeto, que retorna ao shopping a cada dois meses, tem como principal objetivo transformar a doação de cabelos em perucas para serem distribuídas às pessoas que passaram por tratamentos de câncer ou que foram diagnosticadas com outras doenças que causam queda de cabelo.

“É sempre muito gratificante poder ser um ponto de apoio da Cabelegria e ver quantas pessoas se solidarizam com as doações, assim como a alegria no rosto de todas aquelas que recebem uma peruca. Em cada ação esperamos transformar um número maior de vidas”, afirma Rodrigo Rufino, gerente de marketing do Santana Parque Shopping.

Os interessados em abraçar a causa podem realizar cortes de cabelos gratuitamente no local. Não existem restrições para doação, todos os tipos de cabelos com no mínimo 15cm são aceitos, podendo ser natural, com química ou tintura. Além disso, quem doar terá isenção no preço do estacionamento.

Cabelegria no Santana Parque Shopping
Quando: Dia 14 de maio
Horário: 11h às 19h
Local: Entrada principal do Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana – SP
Mais informações: site ou pelo telefone: (11) 2238-3002 ou WhatsApp: (11) 96588-3226.

Suplementos ideais para a mulher aos 25, 35, 45 e 55+

Médico nutrólogo orienta o que a ala feminina deve suplementarem cada etapa da vida para viver mais e com saúde

Não é à toa que os suplementos se tornaram grandes aliados na vida moderna, especialmente das mulheres que tendem a ter deficiências de nutrientes específicos, resultado das diversas mudanças no organismo ao longo da vida. Isso ocorre tanto pelo ritmo agitado em que elas vivem, bem como pelo menor conteúdo de micronutrientes e antioxidantes que a maioria dos padrões de dieta atualmente oferecem.

Para ajudar a garantir que cada mulher esteja recebendo os nutrientes adequados em cada fase, especialmente com o dia 8 de março — Dia Internacional das Mulheres — se aproximando, o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, especialista em obesidade e Membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife Nutrition, apresenta os suplementos essenciais para elas. Confira!

A partir dos 25 anos – Colágeno + vitamina C/Ômega 3

De acordo com o especialista, nesta fase, a mulher começa a perceber uma diminuição na produção de colágeno pela pele, por isso recomenda-se o consumo de produtos com peptídeos de colágeno juntamente com vitamina C, que atuam na síntese dessa substância responsável por oferecer estrutura à pele.

Segundo Viuniski, também é importante incluir o ômega-3, geralmente retirado de peixes de águas frias, que contribui para o bom funcionamento da memória de quem estuda e trabalha. “O ômega-3 também oferece ações anti-inflamatórias e antioxidantes que agem como um protetor da visão e da saúde cardiovascular, prevenindo o processo de depósitos de gordura nas artérias (aterosclerose) por conta das alterações hormonais que iniciam nessa fase da vida”, explica o médico nutrólogo.

Como nesta fase, boa parte das mulheres costuma ter uma rotina mais agitada, o nutrólogo recomenda ainda os suplementos à base de chá verde, conhecido por seus poderes antioxidantes e por possuir cafeína, um estimulante natural do sistema nervoso central que ajuda na concentração e a dar mais energia para as tarefas do dia a dia.

A partir dos 35 anos – +Multivitamínicos/+Fibras

Nesta idade, o processo de envelhecimento celular está mais acelerado e a mulher sofre um desgaste maior na tentativa de dar conta das várias tarefas do dia. Por isso, além dos suplementos já citados, é recomendado o consumo de um multivitamínico com vitaminas do complexo B, vitamina D, cálcio, magnésio e ferro na composição. “Vale lembrar que a suplementação não serve para minimizar os prejuízos de uma má alimentação, mas sim para otimizar os bons hábitos de estilo de vida”, coloca o médico nutrólogo.

Cuidar da saúde do intestino também é importante, uma vez que as emoções e o humor estão ligados ao órgão. “Isso porque cerca de 90% da serotonina é produzida ali. Portanto, se ele funciona bem, há maior oferta dessa substância”, esclarece Viuniski.

Para isso acontecer, deve-se ainda fazer a ingestão adequada de fibras — entre 25 e 30g por dia, segundo a Organização Mundial da Saúde — e bastante líquido. Como é difícil obter essa quantidade apenas com a alimentação, recomendam-se os suplementos de fibras para atingir a meta diária.

A partir dos 45 anos – +Proteína isolada da soja/ +Suplementos proteicos/+ Cálcio com vitamina D e magnésio

A partir dessa fase, muitas mulheres começam a sentir os sintomas da menopausa com menstruações irregulares, calorões e alterações no humor. Nesse caso, é a vez de incluir a proteína isolada da soja, que ajuda a regular esses mecanismos por conta da presença de isoflavona, um fitonutriente benéfico para aliviar os sintomas da menopausa.

Outros suplementos proteicos também são bem-vindos, pois a perda de massa magra que leva à sarcopenia torna-se mais acentuada nessa faixa etária, aumentando os riscos de doenças cardiovasculares pelo desequilíbrio na composição corporal. “A proteína deve ser consumida em todas as refeições e a mulher deve manter uma rotina de exercícios físicos diários para contribuir na manutenção dos músculos”, acrescenta o médico.

Nataniel Viuniski também indica apostar nos shakes e sopas proteicas, barras de proteína e outros produtos que contribuam para o aporte dos nutrientes. Ainda vale suplementar o cálcio com vitamina D e magnésio combinados para otimizar seu aproveitamento, contribuindo para a para a prevenção da osteoporose.

A partir dos 55 anos – Manter todos os suplementos citados anteriormente

Nessa idade, a mulher geralmente já passou da menopausa e deve continuar a fazer uma alimentação saudável, além de manter o exercício físico, o controle do estresse e o consumo dos suplementos indicados anteriormente. “Essa é a melhor maneira de garantir uma longevidade produtiva e com autonomia”, finaliza o médico.

Nataniel Viuniski

É pediatra e nutrólogo, mestre em nutrição e alimentos e tem como principais áreas de interesse o controle de peso, longevidade saudável e obesidade infanto-juvenil. Docente da pós-graduação da Faculdade Futura — Curitiba, é autor dos livros: Ali Mente Ação e “Obesidade Infantil – Um Guia Prático” e também de capítulos de livros técnicos, bem como de diversos textos para a comunidade científica. Dr. Nataniel graduou-se em medicina na Escola de Medicina da Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, é pós-graduado em Pediatria pelo Hospital Infantil Conceição de Porto Alegre; possui título de nutrólogo pela Abran (Associação Brasileira de Nutrição) e é membro do Conselho Para Assuntos Nutricionais da Herbalife Nutrition desde 2004.

Fonte: Herbalife Nutrition

5 habilidades emocionais das mulheres que homens necessitam desenvolver

O sexo feminino já aprende desde cedo a lidar com situações e emoções que muitas vezes o homem é poupado

Uma das ferramentas mais importantes para o ser humano viver bem é a habilidade de controlar suas emoções e seus impulsos. Na maioria dos casos, essas habilidades são desenvolvidas ao longo do tempo e das experiências, porém, algumas pessoas aparentam já terem nascido com essa aptidão ou a maioria delas.

As mulheres, por exemplo, na maioria das vezes possuem naturalmente uma percepção positiva de sua consciência em relação ao seu estado de humor, entre outras emoções. Conseguem identificar com facilidade os gatilhos e impactos das próprias ações ou aqueles ao seu redor. Sabe aquela intuição feminina? Então, nada mais é que sua habilidade em lidar com as situações de forma mais controlada e equilibrada, sugerindo os riscos previamente, como também os sucessos iminentes das tomadas de decisões.

Jonathan Duque, especialista em comportamento humano e inteligência emocional, lista as principais características que as mulheres possuem que as tornam mais emocionalmente inteligentes que os homens.

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1 – Autoconhecimento – Habilidade de lidar com multitarefas: Duque costuma dizer que quando uma mulher decide uma coisa, nada pode pará-la. Essa obstinação feminina é resultado de um conhecimento profundo que a mulher adquire de si. Elas sabem onde estão e onde querem chegar e sabem exatamente cada passo para trilhar o caminho. Quando a mulher decide focar em algo, mesmo carregando o mundo nas costas, ela tende a alcançar seu objetivo. Não se distrai com facilidade! É um instinto protetor que todas carregam em si.

2- Gestão – Habilidade no controle das funções: embora muitas mulheres tomem muitas tarefas para si e consigam administrá-las, possuem uma habilidade natural de saber delegar, orientar e cobrar os resultados de forma gentil e clara. Muitos dizem que é a intuição feminina, mas aqui é preferível chamar de inteligência emocional, que faz com elas tenham muito mais clareza das habilidades de cada um para distribuir funções e cobrar os resultados que cabem a cada pessoa. Possuem uma visão ampla do todo e conseguem administrar as tarefas com agilidade.

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3- Autocontrole – Resolução de problemas: outra característica forte em uma mulher é o domínio de seus impulsos e emoções. “Mesmo que o desejo seja muito grande por algo, elas conseguem se controlar e fazer escolhas inteligentes” – comenta o especialista. É natural que sintam vontade de agir em algumas situações, mas conseguem, muitas vezes mais que os homens, controlar com mais facilidade essas sensações, ou seja, desenvolvem a capacidade de raciocinar durante situações adversas e encontrar soluções de forma mais rápida.

4- Adaptabilidade – Capacidade de lidar com mudanças: essa é uma habilidade que já nasce com a mulher e ao longo do tempo vai se aperfeiçoando ainda mais. Desde pequena a mulher lida com mudanças bruscas em sua vida. Por essa razão, sabe lidar com as transformações de forma mais leve que o homem. Fatores como puberdade, gestação, trabalho, multifunções, tudo isso desenvolve na mulher a aptidão de acostumar-se as condições diferentes das quais vive.

5- Motivação e comunicação: a motivação é a junção de fenômenos emocionais, biológicos e sociais que impulsionam alguém ao seu objetivo e isso a mulher sabe bem criar em si. Seja pelo seu instinto ou por fatores fisiológico, já que tendem a produzir mais dopamina (neurotransmissor que atua sobre as emoções e a atenção) que homens, toda mulher carrega em si uma força interior muito forte, sustentada não apenas pelas suas vontades ou sonhos, mas também pelos seus dependentes. Isso faz com que elas se mantenham mais motivadas que homens e deem o melhor de si em qualquer projeto que assumam para si. Seja cuidar do filho, da casa ou gerir uma empresa. Tudo é potencializado.

Fonte: Jonathan Duque é empresário do ramo de automação, beleza e serviços gerais, tornou-se especialista em inteligência emocional e comportamento humano e ministra cursos e treinamentos para pessoas que precisam alavancar sua vida em diferentes áreas.

Mulheres Positivas lança vaquinha online para ajudar ucranianas

Após fala sexista do deputado Arthur do Val, aplicativo lançou a Vaquinha Respeito Mulheres Positivas Ucrânia, que tem como meta chegar a R$ 3 milhões

O aplicativo Mulheres Positivas lançou neste sábado, dia 5 de março, uma vaquinha online para ajudar mulheres ucranianas. A ação para criar o Vaquinha Respeito Mulheres Positivas Ucrânia já estava sendo planejada e foi impulsionada pelas falas sexistas do deputado estadual Arthur do Val (Podemos-SP), conhecido como “Mamãe Falei”, que teve áudios vazados em que descrevia as mulheres ucranianas como “fáceis porque são pobres”, entre outros comentários. O crowdfunding já recebeu doações de empresários como Alberto Leite, do setor de Tecnologia.

A plataforma Mulheres Positivas foi criada em 2010, e desde então, vem promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres com cursos livres e divulgação de vagas de trabalho. “Todas as mulheres do mundo merecem respeito, ainda mais as ucranianas, que vivenciam estado de vulnerabilidade e terror neste momento de guerra. Não bastassem as violências cometidas em meio ao conflito pelos soldados invasores, ainda surge esse ato deplorável de sexismo por parte de um parlamentar brasileiro”, diz Fabi Saad, empreendedora e criadora do Mulheres Positivas e eleita recentemente como umas das 20 personalidades femininas brasileiras mais influentes pela revista Forbes, ao comentar a episódio envolvendo Arthur do Val. “Temos como objetivo ajudar e apoiar concretamente mulheres do Brasil e do mundo. No caso das ucranianas, estamos muito contentes com o resultado da nossa campanha e em atuar para mitigar a situação de milhares de pessoas em estado de calamidade”.

Algumas horas após ser criada, a vaquinha do Mulheres Positivas em prol das ucranianas já havia arrecadado mais de R$ 30 mil em doações online. A meta da vaquinha é arrecadar R$ 3 milhões e já estão encaminhadas tratativas com a Embaixada da Ucrânia no Brasil para o envio do montante arrecadado ao país.

Endometriose: doença atinge uma a cada dez mulheres no Brasil

Especialista em cirurgia por vídeo, Thiers Soares explica os principais sintomas e tratamentos para doença que já atingiu Tatá Werneck, Wanessa Camargo e Malu Mader

Segundo dados do Ministério da Saúde, uma a cada dez mulheres entre 25 a 35 anos no Brasil sofre de endometriose, doença inflamatória do sistema reprodutor feminino, que acontece quando o endométrio, tecido que reveste o útero por dentro, se implanta em vários locais na cavidade abdominal, como ovário, intestino e bexiga. Durante o mês de março, campanhas como o Março Amarelo, mês mundial de conscientização da endometriose, reforçam a importância sobre os cuidados com a saúde da mulher em relação à doença.

De acordo com Thiers Soares, especialista em cirurgia por vídeo e robótica, muitos casos demoram anos para serem diagnosticados. O atraso médio mundial é de oito anos entre as primeiras queixas e o diagnóstico definitivo. A identificação acontece, muitas vezes, a partir de exames de imagem, como a ultrassonografia transvaginal e a ressonância magnética da pelve.

“A demora em diagnosticar os focos da doença pode levar ao estado mais grave do quadro, quando é necessário partir para uma intervenção cirúrgica”, explica o médico. Mesmo assim, é importante lembrar que a endometriose não tem cura. Ela é uma condição crônica, que deve ter acompanhamento constante.

No Brasil, 15% das mulheres, ou sete milhões, sofrem com a doença. Famosas como a apresentadora Tatá Werneck, a cantora Wanessa Camargo e a atriz Malu Mader já relataram sofrer com a condição e recorreram à cirurgia para aliviar as dores. Muitas mulheres manifestam o medo de não conseguirem engravidar devido a endometriose, mas o especialista em laparoscopia e robótica afirma que com o tratamento adequado para cada caso, é totalmente possível que a paciente tenha uma vida reprodutiva normal.

Principais sintomas

Entre os principais sintomas da endometriose estão as cólicas fortes – as quais podem impedir a mulher de praticar atividades comuns, como trabalho e exercícios físicos – e as dores abdominais frequentes, que podem também ocorrer fora do período menstrual. Além desses, também são comuns:
=Sangramento menstrual desregulado e intenso;
=Fadiga e cansaço;
=Sangramento intestinal durante o período menstrual;
=Dores fortes durante relações sexuais;
=Dificuldade de engravidar;

Tratamentos avançados diminuem riscos e cicatrizes

Primeiramente é importante realizar um acompanhamento com o ginecologista para entender o grau da condição e como prosseguir com o tratamento. Muitas vezes, o uso do anticoncepcional para suspender a menstruação é adotado para reduzir as dores.

Mesmo assim, quando necessário intervenções cirúrgicas, a ciência já avançou bastante para garantir procedimentos mais simples, que causem menos impacto na rotina dos pacientes.

Em alguns casos, recomenda-se a videolaparoscopia, cirurgia para a retirada dos focos de endometriose espalhados pelos órgãos. “A maioria das pessoas não sabe, mas existem métodos minimamente invasivos para esse procedimento, como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica”, explica o especialista. Essas técnicas têm um pós-operatório muito mais seguro, com menos tempo de internação, menos chance de infecção e trombose, retorno mais precoce às atividades diárias e ao trabalho, entre outras vantagens.

Com os avanços tecnológicos, atualmente, a robótica é a técnica mais moderna e chega como alternativa para diminuir a necessidade de procedimentos mais complexos. Diferente da videolaparoscopia, a modalidade traz a visão 3D para a rotina do cirurgião, com movimentos mais refinados e articulação dos instrumentos muito mais ampla em comparação com a videolaparoscopia. Apesar da facilidade, nem todos os profissionais estão aptos a trabalhar com o equipamento, sendo necessário uma habilitação especial.

Segundo o especialista, campanhas como o Março Amarelo ajudam no alerta para identificar a doença, onde “a informação é o primeiro passo para o diagnóstico precoce e, com isso, evitarmos o comprometimento da qualidade de vida das pessoas afetadas por essa doença tão enigmática”, afirma.

Fonte: Thiers Soares é graduado em Medicina pela Faculdade de Teresópolis e Residência em Ginecologia e Obstetrícia pelo Instituto Fernandes Figueira – Fiocruz, RJ. Especialização em Endoscopia Ginecológica também peloFiocruz e Robótica pelo Memorial Hermann Institute, Houston, EUA. Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica (Sobracil) no Rio de Janeiro.

Mulher: a arte de ser multitarefa

Com maiores responsabilidades e salários, as mulheres procuram por homens que as ajudem nas tarefas domésticas e as apoiem profissionalmente

Durante as últimas décadas do século XX, dentre os vários acontecimentos históricos, um dos fatos marcantes foi a inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho. Depois de lutarem muito, elas finalmente conquistaram o direito do voto em 1932 – mas não ficaram satisfeitas com essa vitória: elas querem sempre mais, e estão conseguindo.

Pode não parecer, mas as conquistas no âmbito feminino vão desde a permissão para usar de calças compridas até o direito não só de votar, como também de serem eleitas. Aos poucos, a classe feminina prova a sua competência, profissionalismo, criatividade e liderança, conquistando mais espaço e rompendo as barreiras do preconceito.

No mercado de trabalho deve-se muito a fatores econômicos, culturais e sociais do país, mas, independente disso, ficou claro que tanto elas quanto seus parceiros gostaram dessa nova função assumida pelas mulheres.

“As mulheres hoje procuram homens que as entendam e apoiem as suas carreiras, e não que as tornem “mulheres do lar” durante os sete dias da semana”, opina Madalena Feliciano, gestora de carreira e hipnóloga. Muitos casais hoje optam por não terem filhos ou apenas por terem filhos mais tarde, para que possam aproveitar por mais tempo os privilégios do namoro ou casamento com a renda mais estabilizada – objetivo difícil de ser adquirido quando ambos ainda são muito jovens e estão adentrando o mercado de trabalho, salvo exceções.

O que antes era uma forma de submissão ao homem, hoje deu lugar a mulheres executivas, presidentas, governadoras, líderes, mestres e doutoras. “E elas aproveitam essas oportunidades para acrescentarem o seu toque feminino, fazendo com que muitas profissões cresçam e sendo reconhecidas cada vez mais pelos homens, que até pouco tempo tinham preconceito em serem comandados por mulheres”, afirma Madalena.

Devido a essas mudanças, o homem brasileiro começou a ajudar mais nas tarefas domésticas, apesar de ainda ser a mulher quem dedica mais tempo aos afazeres do lar, e cuidar dos filhos. Não se sabe exatamente o que tem motivado os homens a colaborarem mais, se é um maior grau de conscientização ou o fato de suas mulheres não terem mais tanto tempo para a casa, já que passam muitas horas na rua, mas é fato de que eles perceberam que os papéis mudaram e estão dispostos a ajudar e a manter a mulher ao seu lado.

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O ideal é dividir as tarefas do lar e deixar tudo claro desde o início do namoro. Querer mudar uma pessoa depois pode ser tarde. É preciso que os dois saibam ceder quando necessário, afinal, é isso o que torna um relacionamento saudável. “Para isso, digo para os casais fazerem uma lista rica em detalhes, das suas funções domésticas e do trabalho. Depois, as listas devem ser comparadas para que as funções de cada um possam ser reorganizadas com base em uma conversa franca, para que haja equilíbrio entre as duas partes”, afirma Madalena.

Informações: Madalena Feliciano

Mulheres ageless: geração que mais acessa o site do houpa!

Uma pesquisa feita pelo IBGE em 2019 mostrou que o crescimento do consumo da internet foi maior com pessoas acima dos 40 anos

O houpa!, fashiontech que permite às lojas de moda atacadista exporem seus produtos de forma on-line, verificou dados dentro de sua própria plataforma que apontam que mulheres com mais de 40 anos são as que mais acessam o site.

Hoje, temos uma nova geração chamada de “Ageless”, termo que em inglês significa “sem idade”, onde mulheres com mais de 40 anos de idade não se definem pela idade e, sentem que são livres do que podem e do que não podem fazer, seja na moda, beleza e comportamento.

Dessa forma, elas fazem o que gostam, inclusive utilizar ainda mais os meios digitais, como mostra uma pesquisa realizada em 2019 pelo IBGE, onde 79,3% das mulheres utilizaram a internet, um pouco acima do percentual apresentado pelos homens 77,1%. A pesquisa ainda revela que pessoas acima dos 40 anos foram as que mais acessaram a internet nos anos de 2018 e 2019.

Mas, como o houpa! consegue atrair essas mulheres para o site? Para Francine Catelão, CCO – Desenvolvimento, não há uma campanha específica para esse público, a plataforma faz uma comunicação mais direcionada, com base em estudos das equipes de criação e benchmark, que avalia o desempenho e executa uma série de testes e ensaios. “O público que faz parte deste grupo já conhece o padrão de qualidade das peças comercializadas na plataforma, e fica seguro com a compra. Além disso, oferecemos uma grande variedade de cores, modelos etc., o que certamente contribui para conquistar essas mulheres”, ressalta Francine.

Sobre o houpa!

O houpa! – startup é uma plataforma online para atacadistas que projeta facilitar a forma com que compradores de multimarcas fazem negócios. Fundada em agosto de 2018, a plataforma é a primeira rede de pedidos exclusiva para o mercado de moda e traz novidades para tornar a experiência de quem compra e de quem vende moda mais simples.

Orgasmo: mulheres descubram 7 benefícios que ele proporciona

Alcançar um orgasmo faz mais do que apenas aumentar o prazer sexual. Também pode fortalecer o assoalho pélvico e até melhorar o sono. Qualquer que seja o nome – pico, clímax ou gozo – ter um orgasmo consigo mesma ou com um(a) parceiro(a) pode aumentar o prazer sexual e pode ter alguns benefícios adicionais à saúde, como aliviar estresse ou dor.

No entanto, pesquisas sobre as vantagens do orgasmo são limitadas, especialmente porque a experiência é diferente para cada pessoa. Algumas têm orgasmo várias vezes, algumas uma vez e outras nenhuma, e isso é totalmente normal, segundo Rosara Torrisi, terapeuta sexual certificada e diretora fundadora do Instituto de Terapia Sexual de Long Island.

Com isso em mente, os sete benefícios a seguir não são de forma alguma uma lista abrangente ou uma garantia para todas. Mas podem trazer a você alguns impulsos surpreendentes para a mente e o corpo que vão muito além do quarto.

Orgasmo melhora o humor

Ter um orgasmo libera uma inundação de hormônios de bem-estar na corrente sanguínea, o que pode fazer você se sentir mais feliz, mais calma e menos estressada. De acordo com especialistas, esses hormônios incluem:

Oxitocina: também conhecida como “hormônio do amor”, facilita os sentimentos de amor e apego. Também é liberada durante o trabalho de parto para ajudar no vínculo com o bebê.

Dopamina: desencadeia sentimentos intensos de recompensa, desejo e prazer.

Endorfina: “opiáceo natural” que induz uma sensação de euforia e reduz o estresse.

Serotonina: ajuda a regular o humor, o apetite e o sono.

Prolactina: o principal produto químico que inicia a produção de leite após a gravidez e desempenha um papel na formação de vínculos, também nos faz sentir satisfeitas após o orgasmo.

Atingir o clímax também pode fazer você se sentir mais confiante, o que pode melhorar ainda mais o seu humor. Uma coisa a saber, porém, é que não está claro por quanto tempo esses benefícios para aumentar o humor podem durar devido à falta de pesquisas.

Ajuda a se conectar com seu corpo

Young woman sleeping on bed

Ter orgasmos, especialmente por meio da masturbação, pode revelar o que é normal e o que não é no que diz respeito à sua saúde sexual. “É uma das poucas vezes que as pessoas, especialmente aquelas com vulvas, se permitem tocar nos órgãos genitais”, afirma Rosara.

Pense em atingir o pico como uma oportunidade de se conectar com seu corpo, de modo que você identifique quaisquer alterações que possam indicar uma condição médica, como uma IST ou infecção por fungos. É muito útil saber como o seu corpo se sente, parece e até cheira, porque se você não sabe qual é a norma para o seu corpo, é realmente difícil identificar quando algo está errado.

Ter orgasmos também cria um nível de conforto com seu corpo e, sem esse nível de conforto, você pode hesitar em compartilhar informações de saúde com médicos. Quando alguém não está familiarizado ou se sente desconfortável com seus órgãos genitais, isso pode fazer com que tenha medo de exames pélvicos ou evite que exponha preocupações aos profissionais de saúde, potencialmente atrasando cuidados essenciais e tratamento.

E para pacientes com doenças crônicas, Rosara diz que o clímax tem um bônus adicional: oferece a eles a garantia de que seu corpo é capaz de dar-lhes prazer.

Ensina o que é bom para você

Sem sentir orgasmos, você não será capaz de explorar totalmente o que a excita – potencialmente enganando-a quanto ao prazer sexual que você merece. Muitas pessoas desejam ter orgasmos consistentes com a penetração, e a verdade é que algumas podem gozar consistentemente dessa forma, mas a maioria não consegue, segundo especialistas. Se isso lhe parece familiar, chegar ao clímax por meio da masturbação pode lhe dar uma ideia mais clara do tipo de estímulo de que você precisa para chegar ao grande O.

Médicos recomendam experimentar brinquedos sexuais ou se tocar de maneiras diferentes até saber o que é bom para você – e comunicar o que gosta ou não gosta quando está com um(a) parceiro(a). Entender que seu corpo tem a capacidade inata para o prazer e não depende de um(a) parceiro(a) é fortalecedor. Saiba que você não precisa depender de outra pessoa para se tornar um ser sexual ou para se sentir de uma determinada maneira.

Fortalece relacionamentos

Além de construir o relacionamento que você tem consigo mesma, os orgasmos também podem prendê-la mais e mais perto de um(a) parceiro(a). Uma revisão de 2016 publicada na Socioaffective Neuroscience & Psychology descobriu que as concentrações dos neurotransmissores oxitocina e prolactina – que são considerados facilitadores da ligação – aumentam durante o orgasmo. Por causa disso, os autores do estudo acreditam que pode haver uma ligação entre o clímax e a conexão com o(a) parceiro(a) sexual.

Claro, isso não significa que, se você não atingir o pico com outra pessoa, seu relacionamento não seja forte. Mas se o(a) parceiro(a) sexual é particularmente bom(boa) em fazer você gozar, é provável que você queira vê-lo(a) novamente, o que aumenta a chance de investimento nesse relacionamento. Além disso, saber que ele(a) pode lhe dar prazer também pode aumentar sua confiança e satisfação.

Melhora o sono

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Se você estiver tendo problemas para adormecer, considere ter mais orgasmos. Muitas pessoas acham que orgasmos as deixa sonolentas, e é por isso que podem ser um ótimo complemento para o seu comportamento na hora de dormir.  Como os orgasmos induzem a sonolência? Pode ser devido aos hormônios relaxantes que circulam em seu sistema depois que você atinge o pico.

Ou pode ser porque o orgasmo é semelhante ao relaxamento muscular progressivo, segundo Rosara. O relaxamento muscular progressivo é uma técnica de relaxamento que envolve contrair um grupo de músculos o mais firmemente possível e, em seguida, soltá-los. Abandonar a tensão pode ajudar as pessoas a adormecer, da mesma forma que os músculos se contraem e depois relaxam durante o clímax.

Ou pode ser simplesmente condicional. “Algumas pessoas também desenvolvem o hábito de ter orgasmo antes de dormir, então isso faz parte de sua rotina de sono”, explica Rosara. “Portanto, seu corpo meio que sabe que isso significa dormir”, completa.

Mantém os músculos do assoalho pélvico

Um orgasmo é uma série de contrações musculares e essas contrações podem ajudar a manter ou fortalecer o assoalho pélvico, dizem os ginecologistas. As contrações são as mesmas que acontecem durante os exercícios de Kegel: quando você contrai intencionalmente os músculos do assoalho pélvico, segure por 3 a 10 segundos e depois solte.

Orgasmos também melhoram a saúde do assoalho pélvico ao aumentar o fluxo sanguíneo para a região pélvica, que suporta o crescimento muscular. Flexionar regularmente os músculos do assoalho pélvico pode levar a um sexo melhor, aumentando a lubrificação vaginal, reduzindo a dor da penetração e fortalecendo a intensidade do orgasmo. Isso porque um assoalho pélvico mais forte melhora o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais e pode levar a uma pegada mais firme durante a penetração.

Alivia a dor

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Como se a melhora do humor e do sono não fossem benefícios suficientes, os hormônios induzidos pelo orgasmo, como a oxitocina e as endorfinas, parecem agir como analgésicos naturais. Essas sensações de prazer tendem a entorpecer as sensações de dor. Pode ser por isso que algumas pessoas acham que o orgasmo alivia as cólicas menstruais.

No entanto, para outras, gozar pode realmente aumentar a dor menstrual, segundo Rosara. Isso ocorre porque o orgasmo desencadeia contrações uterinas, piorando as que a pessoa já está sentindo graças à menstruação.

Sinta-se à vontade para experimentar o clímax como uma forma de aliviar as dores relacionadas ao período menstrual – ou qualquer outra dor que você esteja sentindo. Só não espere que funcione como uma varinha de condão, já que cada corpo é diferente.

Fonte: Health

Diabetes cresce mais rapidamente entre mulheres, durante a pandemia

Sociedade Brasileira de Diabetes também alerta para o avanço da doença entre adultos jovens

Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta para o avanço do diabetes na população brasileira, sobretudo entre a parcela feminina. A recém-lançada edição da pesquisa Vigitel aponta um crescimento de 11,6% no conjunto da população adulta que referiram diagnóstico médico de diabetes, nas capitais brasileiras. Em 2019, a pesquisa apontou que 7,4% da população apresentava a doença. Em 2020, esse percentual subiu para 8,2%. Esse crescimento, contudo, não se mostrou equitativo.

Em meio à população masculina a doença aumentou 0,2% (de 7,1% em 2019 para 7,3% em 2020). Contudo, entre as mulheres, o avanço foi mais acelerado – saltou de 7,8% no primeiro ano para 9%, no segundo. Em todo o país, segundo o recém-lançado Atlas do Diabetes 2021 da IDF (sigla em inglês para Federação Internacional de Diabetes), 15,7 milhões de pessoas, de 20 a 79 anos, apresentam quadro de diabetes.

O endocrinologista Marcio Krakauer, coordenador do Departamento de Saúde Digital, Telemedicina e Tecnologia em Diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que apesar de, tradicionalmente, as mulheres apresentarem maior cultura de acompanhamento médico, o cenário de dificuldades sociais e econômicas, observado nos últimos anos, atingiu a população feminina com maior intensidade – com potencial impacto em suas condições para prevenção do diabetes, como acesso à alimentação de qualidade, rotina de atividades físicas e outros.

O especialista destaca ainda que os dados da pesquisa Vigitel revelaram que a velocidade de crescimento de novos diagnósticos mostrou-se mais expressiva entre adultos jovens. O percentual de mulheres de 25 a 34 anos que relataram diagnóstico da doença mais que dobrou de um ano para outro, passando de 1,3% para 2,9%. Entre os homens, essa velocidade ascendente foi observada na faixa de 18 a 24 anos.

Krakauer aponta que as facilidades cotidianas contribuem para o sedentarismo, visto que a demanda física tende a ser cada vez menor a execução das mesmas atividades. “Precisamos criar uma cultura ativa ligada ao bem-estar e saúde preventiva. A prática de atividades físicas e alimentação saudável podem se tornar elementos de prazer quando associados à rotina e preferência de cada pessoa. O que não podemos é normalizar esse contingente cada vez mais jovem de pessoas com diabetes. Hoje, a pessoa com diabetes pode ter uma vida completamente normal, quando a doença é bem monitorada. Mas por que não adotar essa rotina de autocuidado antes de desenvolver a doença e ficar suscetível a uma série de complicações?”

Fonte: SBD

Até quando a mulher ainda precisa sofrer de abuso psicológico para obter o que lhe é direito?*

Várias foram as vezes que tive a tarefa de conquistar uma aposentadoria para clientes que relataram serem vítimas de abusos de natureza física e psicológica. Diziam-me que, com o benefício, poderiam finalmente viver sozinhas e não se submeterem mais a humilhações e agressões.

Para outras, infelizmente, não havia sequer alternativa a fim de que uma separação fosse mais sustentável, pois o marido, além de proibi-las de trabalhar, nunca sequer contribuiu à Previdência Social, não garantindo a estas nem mesmo uma aposentadoria.

Isso me faz lembrar da série “Maid”, cuja protagonista, Alex, enfrenta a dificuldade de se libertar de uma vida que foi sendo tolhida em razão da interferência de seu companheiro que minou seus sonhos, sua essência, sua autoestima e confiança.

O abuso psicológico é entranhado, mas não pouco corriqueiro na vida das mulheres. É um abuso emocional, existente nos círculos mais íntimos. As feridas de Alex não ficam visíveis por meio de hematomas, mas são profundas na alma e se tornam triviais, a ponto de nos acostumarmos com os estragos pouco conscientes em nossas mentes.

E daí surge o questionamento: “por que elas se submeteram a essa realidade e não procuraram autonomia, não saíram de perto do agressor”? Bem, porque há uma cultura patriarcal tão enraizada na sociedade e no interior dessas mulheres, por meio da educação passada ao longo dos anos, que elas, de fato, acreditam que não sejam capazes ou que não consigam mudar uma realidade na qual entendem já estarem predestinadas.

O contexto de obstáculos no Brasil

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Segundo dados do último Anuário Estatístico da Previdência Social – AEPS, as mulheres são a maioria dentre os que se aposentam por idade, representando 64%, com benefícios em torno de um salário mínimo. Todavia, na modalidade por tempo de contribuição, em que os rendimentos são maiores, estas representam apenas 30% dos beneficiários. Nesse cenário, menos mulheres conseguem se aposentar, têm menos emprego e mais informalidade.

Em tal contexto, soma-se à dificuldade, além dos cuidados quase sozinhas com os filhos e o lar, a dependência das mulheres para com seus companheiros que, por muitas vezes, minam as possibilidades de estas ascenderem no mercado de trabalho, e, na hora de requerer uma aposentadoria, a dificuldade é grande.

Sem emprego ou vínculo empregatício formal, muitas mulheres se dedicaram aos afazeres domésticos. Em contrapartida, seus companheiros nunca contribuíram para a Previdência Social para que estas, no futuro, pudessem gozar de uma aposentadoria, sem usufruir, muitas vezes, de um mínimo de dignidade.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) também pode ser dificultado, visto que se deve comprovar miserabilidade econômica da família. Se a renda do companheiro já ultrapassa um salário mínimo, salvo em famílias mais numerosas, se torna impossível conquistar esse benefício para a mulher que nunca tenha recolhido previdência, ou por pouquíssimo tempo.

Como se não bastasse, de acordo com as rigorosas mudanças da mais recente reforma da previdência, também no benefício de pensão por morte, se o companheiro vier a falecer, a renda do benefício não será mais a de 100%, mas a de 60% da aposentadoria por invalidez que o falecido teria direito, caso não haja mais dependentes.

Ou seja, há uma desvantagem quase desumana para a mulher ter acesso a benefícios previdenciários e assistenciais e garantir uma vida digna. Um cenário de dependência econômica, diversas vezes acompanhada pela submissão psicológica e emocional. Por todo exposto, faz-se urgente que haja políticas públicas para que a desvantagem social e previdenciária feminina seja amenizada.

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*Carla Benedetti é sócia da Benedetti Advocacia, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP, associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), coordenadora da pós-graduação em Direito Previdenciário do Estratégia Concursos