Arquivo da tag: mulheres

The Women realiza último encontro do ano no Hotel Boutique Unique Garden, em Mairiporã

Último evento do ano, será um day use com uma vivência sensorial, reflexiva, que estimule o autoconhecimento, o incentivo dos votos para o novo ano, com ritual de passagem para 2020

O ritual de passagem para um novo ano que se inicia é um momento de grande simbologia para renovar fôlegos, promessas e esperanças. Mais do que apostar as fichas nas velhas simpatias, há quem encare o mês de dezembro como uma possibilidade real de renovação para o próximo ciclo. E é nesse clima que o The Women realizará o seu último evento do ano: “The Women Celebrate”, no dia 14 de dezembro, às 10 horas, no Hotel Unique Garden, em Mairiporã, São Paulo.

Esta edição será ainda mais especial, proporcionando um dia inteiro de programação exclusiva para as participantes e inovando o conceito do The Women. O local escolhido para este encontro foi pensado especialmente para que as mulheres possam vivenciar uma experiência criativa de autoconhecimento e expressão, baseada na exploração dos sentidos e na vivência de trocas e partilhas.

O incrível Unique Garden é localizado próximo a uma área de preservação da Mata Atlântica e, mais que um hotel, é um espaço que oferece uma forma única de contato com a natureza em um espaço de conforto, privacidade e contemplação. Conduzida pelas sócias do Sou Rara, Roberta Morelli e Andréa Derani, a experiência será dividida em três momentos principais: o de pensar, sentir e agir.

the woman2.jpg
Participantes do último encontro

As terapeutas prometem uma jornada cheia de sensações, cores, reflexões, descobertas, muitas inspirações e amor para buscar o encontro com a essência única de cada mulher. “Queremos desprogramar tudo aquilo que bloqueia a mulher, contribuindo para que cada uma encontre sua melhor versão, de maneira libertadora e divertida” conta Roberta.

As atividades incluem meditação, passeio sensorial na natureza e combinações de cores e looks. “A condução do processo será pautada por conteúdos de arte e moda, que são reconhecidamente formas visuais de manifestações de personalidade e identidade”, completa Roberta.

O convite ainda inclui um welcome coffee, um delicioso almoço em meio à natureza, sorteios e presentes cuidadosamente escolhidos por cada um dos apoiadores. “Será um evento diferente e único. Tudo foi planejado e idealizado com muito carinho e com a parceria de profissionais extremamente competentes, para que a nossa última experiência do ano seja incrível e contribua para um ritual de passagem de ano inesquecível para as participantes”, ressalta a idealizadora do projeto, Theka Moraes.

Sobre as Palestrantes

Roberta Morelli: estrategista de marketing, marca e exploradora de tendências, é formada em administração de empresas pela FGV e comunicação pela ESPM. Apaixonada por comportamento humano, moda, marketing, branding, inovação e comunicação. Possui uma jornada de 25 anos como gestora de marketing. Atuação em diferentes mercados: moda, bens de consumo, varejo, family office. Gestão de grandes marcas: Marisa, Perdigão, Batavo, BRF Brasilfoods, Del Valle, Quaker, Brastemp, Sonho de Valsa. Hoje atua como aceleradora de marketing e gestora de pessoas em pequenas e médias empresas, trabalhando em rede com profissionais de renome no mercado.

Andréa Derani: empreendedora, sócia da Petalusa – empresa que hospeda jornadas de autoconhecimento. Artista Plástica, advogada, exerceu a profissão por mais de 18 anos como consultora em direito ambiental focada a regularização de ativos para acesso a biodiversidade brasileira, parceria pioneira entre seu escritório e a Natura Ekos. Neste mesmo tema participou ativamente em fóruns internacionais que precederam o Tratado Internacional de Acesso a Biodiversidade. Jornalista e Ativista Social.

the woman.jpg

The Women Celebrate
Data: 14 de dezembro,
Local: Hotel Unique Garden:
Endereço: Estrada Laramara, 3500 – Mairiporã
Horário:  saída de São Paulo às 8 horas, início do evento às 10 horas, com horário das 17 horas previsto para retorno.
Valor para participar: R$ 836,00
Informações e reserva de vaga: as interessadas devem consultar o perfil no Instagram @thewomenoficial ou clicar aqui

 

 

Ministério da Mulher assina convênio com Instituto Avon para divulgar Ligue 180 nas embalagens 

Instituto Avon assina convênio com o Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, para a divulgação do canal Ligue 180 em todas as embalagens dos produtos da marca. São centenas de milhões de produtos vendidos por ano que são distribuídos por um milhão de revendedoras em todo Brasil. O Ligue 180 é um canal de apoio, denúncia e orientação às vítimas de violência, que está disponível 24 horas, todos os dias da semana.

Pelo convênio, o Instituto Avon também vai ter acesso aos dados do banco de dados do Ligue 180 para elaborar pesquisas e estudos e, assim, viabilizar projetos em defesa da mulher.

“Com a aplicação do logo nos produtos Avon estaremos em 60% dos lares brasileiros. É fundamental que todas as mulheres em todo território nacional conheçam o Ligue 180 porque, além de ser um canal de denúncia, é também um lugar onde elas podem buscar apoio e orientação”, explica Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

O convênio foi assinado durante o III Seminário Internacional Brasil – União Europeia sobre prevenção da violência doméstica contra a mulher.

Avon_Embalagem_180_575

Sobre o Instituto Avon

Há 16 anos, o Instituto Avon se dedica em salvar vidas e é por isso que apoia e desenvolve ações que tenham em sua essência a premissa de superar dois dos principais desafios à plena realização da mulher: o combate ao câncer de mama e o enfrentamento das violências contra as mulheres e meninas. Ano após ano, o trabalho do instituto tem contado com parcerias importantes e a colaboração e dedicação de muitas pessoas e organizações para fazer com que, a cada dia, mais pessoas recebam informações sobre as causas e saibam como agir. Como braço de investimento social da Avon, empresa privada que investiu mais de 170 milhões em ações sociais voltadas às mulheres no Brasil, o Instituto já apoiou a realização de mais de 350 projetos e ações, beneficiando 5,7 milhões de mulheres.

Desde a fundação, o Instituto desenvolve iniciativas que contribuem com a detecção precoce do câncer de mama. No total, foram investidos R$ 86 milhões para o desenvolvimento de 161 projetos e doação de 51 mamógrafos e 32 aparelhos de ultrassom. Por meio destas doações, mais de 2.3 milhões de mamografias e 471 mil ultrassonografias de mama foram realizadas e 38.5 mil diagnósticos positivos feitos.

Violências contra as mulheres e meninas

mulher - constrangida anita peppers
Foto: Anita Peppers

No enfrentamento das violências contra as mulheres e meninas, o Instituto Avon atua há 11 anos e já destinou R$ 34 milhões para 193 projetos voltados ao fortalecimento e integração da rede de proteção à mulher em situação de violência. Só em 2018, contribuiu com a formação de mais de 4 mil agentes públicos (policiais, ouvidores, juízes, e agentes de saúde), possibilitou que mais de 7 mil advogados e terapeutas passassem a oferecer serviços gratuitos à população por meio do Mapa do Acolhimento e 10 mil atendimentos online pelo aplicativo Mete a Colher.

Para cumprir com a missão de mobilização da sociedade, as iniciativas do Instituto se dividem em quatro grandes pilares de atuação: Conhecimento, Articulação, Apoio a Projetos e Engajamento e Impacto. Mas, o grande diferencial da organização sem fins lucrativos para a concretização de seus projetos e ações é a capacidade de articulação de diferentes stakeholders, como empresas públicas e privadas, funcionários, ONGs, movimentos sociais, organismos internacionais e órgãos públicos de todas as esferas. Além disso, o Instituto conta ainda com a força de vendas Avon, composta por mais de um milhão de revendedoras, que disseminam conhecimento sobre as causas e atuam como rastreadoras de necessidades específicas de atendimento da população em suas respectivas comunidades.

Essa capilaridade e abrangência permitem ao Instituto Avon estar presente em 100% dos municípios brasileiros.

Informações: Instituto Avon

 

TGI Fridays Brasil promove segunda edição da happy hour feita para elas

Após sucesso de estreia, proposta inédita traz desta vez, temática de empoderamento feminino em evento aberto ao público

Seguindo a proposta de ter mensalmente um encontro de conteúdo e diversão nas últimas quintas, a segunda edição do Ladies Night, no TGI Fridays, será dia 28 de novembro, na unidade Center Norte. O assunto da vez trará o tema “A Mulher Bohemia”, enaltecendo o empoderamento feminino, trocas de experiências, dicas para mulheres saírem mais para se divertir, entre outros assuntos que serão abordados dentro do contexto e atrelando a campanha da marca “Vem sextar como uma garota!”.

O evento incentiva a importância do momento entre amigas em experiências que elas tenham interesse, como esportes, happy hours e situações mais pessoais, além de fomentar discussões que envolvam a mulher na sociedade, seja na vida pessoal ou profissional. O TGI Fridays quer ser o palco para que elas se sintam acolhidas, em casa, se divirtam e sejam ouvidas.

A rede americana retomou no último mês essa proposta criada na década de 60, em que uma noite era exclusiva para as mulheres se divertirem. Após repaginada, adequando o evento para os tempos atuais, a happy hour ganhou espaço para bate papo com temas do universo feminino, com Triple Gin exclusivo para elas todas as quintas feiras.

A primeira edição aconteceu no dia 24 de outubro (quinta-feira), inspirada no outubro rosa e trouxe o tema “Câncer de mama” e reuniu oito convidadas que estão tratando ou já passaram pelo câncer.

As edições são transmitidas ao vivo nas redes sociais do TGI Fridays, proporcionando que projetos feitos por e para mulheres, possam ser conhecidos, dando destaque a quem está lutando por uma sociedade mais inclusiva e igualitária.

Histórico do Ladies Night

tgi friday happy hour

A década de 60 foi o período da revolução sexual nos Estados Unidos e Allan Stillman, fundador do TGI Fridays, queria que o seu bar atendesse às necessidades das pessoas que buscavam mesmos interesses. O TGI Fridays foi o primeiro lugar que abriu as portas para homens e mulheres relaxarem depois do trabalho, apreciarem bons drinques e aperitivos. O local era o escolhido para encontros de solteiros. Muitas modelos e comissárias frequentavam a casa, atraindo cada vez mais pessoas, como homens interessados em encontros e grupos de amigas.

O TGI Fridays sempre foi um local que propunha a inclusão e foi o pioneiro a criar uma noite apenas para as mulheres. O evento, conhecido como “Ladies Night”, tornou-se parte da cultura Fridays e está sendo resgatado este ano, com proposta atualizada, que traz a postura da mulher do novo século.

Ladies Night – TGI Fridays
Dia: 28 de novembro, quinta-feira
Local: Unidade Center Norte
Endereço: Travessa Casalbuono, 120 – Vila Guilherme, São Paulo
Horário: a partir das 18h
Entrada gratuita

Sintomas da menopausa podem ser tratados com aromaterapia

Óleos essenciais podem ser ferramentas práticas e naturais

De acordo com o livro “Aromaterapia Clínica” de Jane Buckle, doutora em Medicina Complementar pela Universidade de Exeter e Mestre em Aromaterapia Clínica pela Universidade de Middlesex, ambas na Inglaterra, a menopausa é a cessação natural da fertilidade de uma mulher e faz os níveis de estrógeno caírem entre 40% a 60% e os de progesterona caírem para quase zero, em relação ao período pré-menopausa.

aromaterapia-terra-flor

Os sintomas mais comuns, causados por essa queda de produção de hormônios, são ondas de calor, suores noturnos, perturbações de sono, depressão, perda de energia e perda de concentração. Por isso, muitas mulheres buscam a terapia de reposição hormonal, principalmente por conta dos suores noturnos e ondas de calor, entretanto estudos mostram que quase dois terços delas interrompem o tratamento durante os primeiros 2 anos devido ao ganho de peso e aos efeitos colaterais não desejados como, por exemplo, o inchaço.

É nesse momento que o uso da aromaterapia no tratamento dos sintomas pode ser uma ótima opção natural. “Existem muitos estudos científicos publicados sobre a aromaterapia e o tratamento dos sintomas da menopausa com óleos essenciais aplicados topicamente, usualmente na forma de massagem, com resultados excelentes descritos no livro de Jane Buckle”, afirma Maria Aparecida das Neves, referência em aromaterapia no Brasil e CEO do Grupo Essence.

Segundo a especialista, óleos essenciais como lavanda, rosa, gerânio, jasmim, cipreste, sálvia-esclareia, hortelã-pimenta, ylang-ylang, camomila-romana, entre outros, foram utilizados nos estudos, que comprovaram uma redução na severidade dos sintomas. “Na maioria deles, foi usada uma mistura de óleos essenciais de lavanda, rosa, gerânio e jasmim na forma de massagem nas costas, pernas, peito e pescoço, porém há registros de resultados positivos também na utilização dos óleos como spray de hidrossol no rosto, pescoço e ombros durante uma onda de calor, além de compressas ou banho diário”, afirma Maria Aparecida.

shutterstock mulher aromaterapia
Shutterstock

A principal dica é a de alternar a mistura de óleos essenciais para prevenir que o corpo se acostume com a bioquímica de cada um, já que há inúmeras combinações de cerca de 20 óleos que podem ser muito terapêuticas para os sintomas da menopausa. “Também é importante ter precauções com o uso dos óleos, que apesar de naturais, se utilizados de forma incorreta, podem causar irritações ou reações adversas. Por isso é muito importante buscar a ajuda de um profissional capacitado em aromaterapia”, alerta Neves.

Fonte: Grupo Essence

Estudo revela o que as mulheres buscam quando viajam sozinhas

Pesquisa da Booking.com avalia o que pensam viajantes de Brasil, Argentina, Colômbia e México quando o assunto é o chamado turismo solo

O que buscam as mulheres na América Latina quando viajam? Segundo uma pesquisa* da Booking.com, as atividades preferidas das latino-americanas incluem visitar as atrações turísticas (74%) e caminhar pelas ruas da cidade (73%). Um número parecido (67%) aproveita as férias para conhecer a culinária local e mais da metade (58%) quer curtir a vida noturna do destino.

mulher turista praia viagem pixabay
Pixabay

Atividades como fazer compras e aproveitar programas culturais são mais a cara da turista brasileira: 58% delas dão prioridade a esses passeios, enquanto a média regional é de 52% e 51%, respectivamente. Conhecer gente (41%) e assistir a um evento específico durante a viagem são, no geral, as atividades menos apreciadas das turistas latino-americanas.

Quando estão sozinhas, a acomodação também vira uma prioridade para as viajantes, tanto que sete em cada dez latino-americanas buscam por um local limpo e confortável, em uma região mais central e que tenha boas avaliações de outros hóspedes.

Além disso, as turistas do continente buscam destinos com mais infraestrutura (68%), incluindo meios de transportes mais eficientes e ruas mais iluminadas, e mais policiamento em locais de maior circulação de pessoas e com vida noturna mais agitada (61%). Em seguida no ranking estão pacotes de turismo que incentivem passeios em grupos de mulheres (58%).

De modo geral, quando viajam com outras mulheres — inclusive, quase todas (97%) as viajantes da América Latina se dizem dispostas a se aventurar com amigas pela região -, essas turistas se sentem mais confortáveis para fazer passeios, especialmente à noite (63%), economizam ao dividir acomodação (57%) e se sentem mais seguras (48%). Em meio às brasileiras, estes números sobem, respectivamente, para 65%, 59% e 55%.

viagem mulher pixabay
Pixabay

*A pesquisa foi feita em março de 2019 com 4 mil respondentes de Brasil, México, Colômbia e Argentina, sendo mil por país, com homens e mulheres de 18 a +60 anos que já realizaram pelo menos duas viagens internacionais.

Fonte: Booking.com

Natal The Body Shop exalta igualdade de gênero e incentiva meninas a sonharem

Um dos pilares do projeto contempla a reversão de parte das vendas realizadas entre novembro e dezembro nas lojas da marca no Brasil e no mundo para iniciativas da Plan International no Maranhão e na Indonésia

A The Body Shop, rede inglesa de cosméticos naturais, lançou no dia 7 de novembro a campanha de Natal “Sonhe Grande” que traz à tona a temática da equidade de gênero com o objetivo de chamar a atenção para a causa. No Brasil, os dados são alarmantes: a diferença salarial entre mulheres e homens exercendo o mesmo cargo em diversas áreas de ocupação é de 23,9%. Elas também ocupam apenas 37% dos cargos de liderança no país, de acordo com dados da Plan International Brasil, organização defensora dos direitos de crianças e adolescentes, com foco na promoção da igualdade de gênero.

O mote da campanha da The Body Shop é o incentivo para que meninas e mulheres sonhem grande – a serem o que quiserem e como quiserem – encorajando-as a atingir seu potencial máximo. Para isso, a principal iniciativa é a reversão de parte do valor das vendas realizadas entre os dias 7 de novembro e 25 de dezembro, em todas as lojas da marca no Brasil e mundo, a projetos de educação e liderança para meninas no Brasil e na Indonésia.

Nacionalmente, o aporte será direcionado à “Escola de Liderança para Meninas”, desenvolvido pela organização não-governamental Plan International, que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento das meninas para a prevenção de violências baseadas em gênero, desenvolvendo habilidades para a vida, conhecimentos sobre direitos e incentivando a participação cidadã delas em seus contextos sociais. A Escola tem duração de quase 80 horas, com encontros semanais facilitados por educadoras, além de visitas a espaços como a Assembleia Legislativa, Ministério Público e prefeituras.

O financiamento do projeto permitirá que 75 jovens (entre 18 e 24 anos) de diversas comunidades maranhenses participem do treinamento. A The Body Shop se associou à causa por meio de uma parceria global com a Plan International, para fomentar o desenvolvimento de meninas em diversos países onde a marca atua.É a primeira vez que o Brasil é diretamente beneficiado por uma iniciativa global da marca.

Além disso, todos os elementos e ilustrações da identidade visual da campanha foram pensados para chamar a atenção sobre a importância da conscientização sobre a desconstrução de padrões e preconceitos -meninas sendo astronautas, meninos de tutu de bailarina, Mamãe Noel, meninas cientistas, dentre outros.

“A The Body Shop foi fundada por Anita Roddick, uma mulher ativista, e portanto o DNA da marca não poderia ser diferente. Lutamos pela igualdade de direitos e oportunidades para meninas e mulheres e, junto com a Plan International Brasil, queremos chamar atenção para as barreiras que as meninas enfrentam para acessar seus direitos, principalmente no que diz respeito à educação e, consequentemente, ao mercado de trabalho”, explica Karina Meyer, diretora de Marketing da The Body Shop.

Além do financiamento do projeto no Maranhão, a The Body Shop desenvolveu uma série de ações para sustentar a mensagem central das campanha. Em novembro, a marca realizará um talk sobre equidade de gênero na Casa Free Free com a participação de Cris Bartis, do podcast Mamilos, Viviana Santiago, gerente de gênero e incidência política da Plan International Brasil, e Karina Meyer, diretora de marketing da The Body Shop.

the body shop.png

No mesmo mês, a marca realizará uma agenda de atividades e oficinas voltadas à temática “Sonhe Grande” no Shopping Higienópolis (de 22/11 a 1º/12), em um cenário instagramável cenografado com todos os elementos da campanha. O espaço também será replicado em Recife no mês de dezembro no Shopping Rio Mar Recife (de 7/12 a 15/12).

Informações: The Body Shop

Women Wine Talks: mulheres falam sobre protagonismo e mercado na Provino 2019

Fabiana Bracco, Luciana Salton, Ana Paula Oliveira, Juciane Casagrande e Andreia Gentilini Milan estão confirmadas para o WWT

As mulheres têm conquistado cada vez mais reconhecimento no mundo do vinho, na liderança de empresas importantes do setor, encabeçando projetos mundialmente destacados e na gestão de marcas consolidadas.

Mulheres líderes em seus segmentos vão se reunir na Provino 2019 – Feira Profissional de Vinhos e Destilados para o fórum Women Wine Talks, que vai trazer para o primeiro plano a atuação feminina no mercado de vinhos, com a participação de nomes poderosos da indústria.

É o caso de Fabiana Bracco, que comanda a premiada vinícola Bracco Bosca, que se tornou referência na elaboração de vinhos e gestão de sua marca, assim como as brasileiras reconhecidas mundo afora, que completam o time do WWT: Ana Paula Oliveira, brand ambassador da Bodega Garzón, eleita a melhor vinícola do novo mundo pela revista norte-americana Wine Enthusiast; Luciana Salton, da vinícola Salton; e Juciane Casagrande e Andreia Gentilini Milan, que depois de atuarem na direção e gestão de importantes vinícolas e associações, agora encabeçam a Amitiè, uma marca própria de espumantes.

“O Women Wine Talks foi criado para enaltecer, valorizar e promover a participação das mulheres no mercado de vinhos através do diálogo com outras mulheres sobre o que é ser uma profissional de alto impacto”, resume Alessandra Casolato, da CH2A, idealizadora da inciativa. “A Provino apoia e abraça projetos que tragam olhares e experiências atuais sobre o nosso business”, finaliza Malu Slavieri, representante da Messe Düsseldorf, organizadora da famosa ProWein e da Provino.

Fabiana Bracco, Ana Paula Oliveira, Luciana Salton, Juciane Casagrande e Andreia Gentilini Milan vão falar sobre suas trajetórias, cases e os obstáculos em um setor primordialmente masculino. O Women Wine Talks acontece no dia 16 de outubro, às 17h30 e às 19h30.

Provino

A Provino é um projeto idealizado por Malu Sevieri, Rico Azeredo e Christian Burgos. Os dois primeiros possuem mais de 10 anos de experiência na organização de feiras profissionais e em representação da Messe Düsseldorf, organizadora da já famosa ProWein. Christian Burgos é presidente da Inner Group, reconhecido nome na indústria nacional e internacional de vinhos.

ViewImageCA72JK9S.jpg

Provino 2019 – Feira Profissional de Vinhos e Destilados
De 15 a 17 de outubro de 2019 (terça a quinta)
Das 13 às 20 horas
Transamerica Expo Center – São Paulo
Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro
Informações: Provino – info@provino.com.br

Quatro dicas para desenvolver autocompaixão durante a menopausa

A autocompaixão é uma postura calorosa e receptiva que a mulher precisa ter de si mesma e de toda a sua trajetória de vida

Durante a menopausa a mulher pode vivenciar alguns conflitos e não se considerar merecedora de tudo o que ela pode vir a conquistar. Nesta fase, ela tem – ou deveria – ter mais tempo para se cuidar e fazer tudo o que deseja, no entanto, se sente culpada em ter “tempo” para si. Acostumada com uma vida polivalente, nem sempre a mulher compreende que a autoestima, muitas vezes, é comprometida no aspecto autoaceitação, uma vez que durante toda a sua vida não olhou para si como deveria.

“Mesmo, após tantos anos, a mulher se culpa por erros que os filhos possam estar fazendo, ou ainda, se cobra pelos erros que nem cometeu. Ela não consegue aceitar tudo isso de uma maneira tranquila, sem estresse. Isso, faz com que a autoestima fique baixa,” explica Eliana Louzada, Doutora em Nutrição Aplicada Humana, coordenadora e professora de Pós-Graduação da Universidade Candido Mendes.

mulher meia idade praia chapeu

A autocompaixão é um importante componente para melhorar a autoaceitação e a autoestima. É a postura calorosa e receptiva que a mulher tem de si mesma, e de toda a sua trajetória de vida. Ela pode ser baseada em dois aspectos principais:

  • A gentileza e a compreensão consigo. Quando a mulher consegue entender que a dor e fracasso são inevitáveis para a construção da sabedoria e experiência em todos os setores da sua vida;
  • A consciência das emoções. Isso faz com que a mulher tenha a capacidade de enfrentar os seus erros ou fracassos, e não apenas evitá-los. Esse enfrentamento de maneira positiva diminui a dor e torna a mulher mais complacente, feliz consigo e com os outros ao seu redor.

Os estudos mostram que a autocompaixão pode ser um preditor de saúde uma vez que é associada negativamente à autocritica, depressão e ansiedade. No entanto, ela também é positivamente associada à satisfação com a vida e com a conexão social saudável. Quando a mulher se depara com problemas potencialmente difíceis, por meio da autocompaixão, consegue ter uma mentalidade positiva e otimista em relação a si e à vida.

mulher-meia-idade

Aqui vão algumas dicas para desenvolver a autocompaixão:

-Evite pensar ou falar palavras negativas em relação a você;
-Pense e fale alto palavras positivas, elogie-se ao menos uma vez ao dia;
-Seja gentil consigo, mesmo quando fizer algo errado;
-Analise o que você considera errado e encontre uma maneira de fazer diferente para que o resultado seja positivo. Se, ainda sim, tudo acontecer de maneira diferente do que você espera, seja compreensiva e considere tudo como um aprendizado.
-Que tal começar agora? Qual o seu autoelogio?

Fonte: Eliana Louzada é coordenadora do curso de pós-graduação em Atendimento Nutricional no Envelhecimento e professora de diversos cursos de especialização pela Universidade Candido Mendes. Doutora em Nutrição Aplicada Humana pela Universidade de São Paulo, Mestre em Educação Física, Especialista em Fisiologia do Exercício, Nutrição Desportiva, Atividade Física Personalizada e Licenciada para atuação como coach.

Mulheres ganham drinques todas as segundas e terças no The Blue Pub

Para a noite ficar ainda melhor, música ao vivo que vai do bom rock and roll ao blues

No “Ladies Night Out” do The Blue Pub – típico pub inglês localizado a dois quarteirões da avenida Paulista – todas as mulheres – às segundas e terças, das 16 às 23h50 – ganham um drinque.

A cada mês um drinque diferente é oferecido e para incrementar a noite, ainda tem música ao vivo que vai do rock and roll ao blues.

Com 11 anos de existência e localizado em um sobrado a dois quarteirões da avenida Paulista, o pub tem sinuca, música ao vivo que passeia entre o rock e pop nacional e internacional e nove tevês e dois telões sempre ligados em canais de esportes.

Para comer, variedade de porções, hambúrgueres, pratos e sobremesas. Às segundas e terças, a entrada é R$ 40,00 (de consumação).

Alguns drinques do cardápio do The Blue Pub - Crédito Daniel Cancini
Alguns drinques do cardápio do The Blue Pub – Foto: Daniel Cancini

The Blue Pub – Alameda Ribeirão Preto, 384 – Bela Vista – São Paulo. Horário de funcionamento: domingo das 15h à 1h, de segunda q quarta, das 16h á 1h e quinta a sábado, das 16h às 2h

Girls just wanna be CEO – por Thaísa Passos*

O ano é 1983 e Cyndi Lauper contagia multidões, ao cantar que, ao fim de um dia de trabalho, “garotas só querem se divertir”. A canção com Girls Just Wanna Have Fun vira hit imediatamente, e se torna um hino à igualdade de gêneros para as várias gerações de mulheres.

Quase três décadas depois, Beyoncé hipnotiza um público de 110 milhões no Super Bowl defendendo que as mulheres é que comandam o mundo. São “espertas o bastante para fazer milhões” e “fortes o suficiente para cuidar dos filhos e depois voltar aos negócios”, diz ela em Run the world (Girls).

Essas músicas, que aliás recomendo fortemente que entrem para sua playlist, são ótimas provocações para pensarmos a respeito dos desafios mulheres no mercado de trabalho.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho), por exemplo, divulgou em maio desse ano que empresas com lideranças femininas impulsionam seus resultados em até 20%. Na prática, a abertura à diversidade de gêneros é latente – 6 em cada 10 companhias monitoradas pela OIT, aliás, se dizem adeptas à ideia. Infelizmente, isso não significa que ela ocorra em todos os níveis.

Um dado alarmante, por exemplo, é que menos de um terço dos conselhos administrativos do mundo tenham uma representatividade feminina minimamente relevante, com 30% de suas cadeiras ocupadas por mulheres.

Além disso, atualmente, em nível global, para cada 10 homens empregados, há apenas seis mulheres exercendo funções remuneradas, número que sinaliza para uma grande desigualdade no mercado de trabalho.

E o que dizer de nossa capacidade de liderança?

autoestima mulher executiva

Ler na mesma frase as palavras CEO (ou presidente) e um nome feminino ainda hoje é raríssimo, mesmo com todas as conquistas recentes. Nos anos 1980, Katharine Graham foi uma das pioneiras ao exibir a famosa plaquinha de CEO em sua mesa. O cargo máximo no Washington Post, e o comando da cobertura do escândalo de Watergate, aliás, garantiu a ela o mérito de botar o jornal na lista das maiores e mais rentáveis corporações do planeta, na lista da Fortune 500, da revista Fortune.

Mulheres para nos inspirar não faltam. O que precisamos mesmo é de movimentos individuais para, conjuntamente, quebrarmos paradigmas.

E já passamos da hora de quebrar alguns paradigmas. Há séculos uma questão é particularmente preponderante nas discussões sobre empoderamento feminino e trabalho: a maternidade. Essa verdadeira dádiva da natureza, para os empregadores, é sinônimo de “perdas” em doses homeopáticas, com pagamento de licença, ausências devido a doenças da criança, reuniões escolares… isso sem falar no preconceito mais raso e típico, onde se questiona a capacidade de uma mulher em cuidar dos filhos ao mesmo tempo em que exerce seu papel no mundo do trabalho.

Em tempos de Beyoncé, existem várias líderes que confrontam esses discursos limitantes e que carregam, junto com sua prole, o sucesso das empresas que lideram. Esses exemplos devem ser seguidos. Não deixemos que destruam nossos sonhos. Mas, por outro lado, também é preciso compreender a realidade para partirmos para a ação.

Jornada interrompida

gravidezvectorimagespixabay2

Segundo a Unesco, as mulheres já são maioria quando o assunto é graduação, mas ainda são minoria ostentando diplomas em áreas científicas, tecnológicas, de engenharia e matemática. Ou seja: esses setores seguem majoritariamente ocupados por homens.

No Brasil, temos um cenário no qual, de acordo com IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), elas trabalham mais e recebem menos, chegando a espantosos 76,5% dos rendimentos pagos a homens.

E é lamentável que uma pesquisa produzida pela FGV tenha mostrado que quase metade das trabalhadoras gestantes perdem seus empregos após retornarem da licença-maternidade, no Brasil.

Enfim, enfrentamos um enorme desafio. As corporações precisam urgentemente de um olhar mais atento sobre como se formam suas lideranças. Porque hoje a realidade é que, ao sermos lançadas fora do mercado de trabalho assim que nos tornamos mães, mesmo sendo mais estudiosas que os homens, subir novos degraus rumo a cargos de liderança se torna uma verdadeira proeza.

Não deveria ser assim. Afinal, de acordo com a consultoria empresarial Mckinsey, empresas com pelo menos uma mulher em seu time executivo são mais lucrativas.

Em recente estudo, intitulado “Um panorama atual das mulheres no mercado de trabalho 2018”, onde foram analisados dados de 279 empresas, que empregam no total 13 milhões de pessoas, a Mckinsey alerta para a necessidade de se eliminar as lacunas de gênero na contratação e nas promoções, especialmente no início do processo, quando as mulheres geralmente são negligenciadas. Isso significa adotar medidas arrojadas e efetivas para criar uma cultura respeitosa e inclusiva na qual todos, no mundo corporativo, se sintam seguros e apoiados.

A ideia é, então, promovermos mudança para avançarmos mais rápido. Fórum Econômico Mundial calcula que a igualdade de gênero só será alcançada na América Latina em 74 anos – embora o nosso continente seja uma das regiões mais prósperas do planeta nesse sentido.

mulher carreira.jpg

É hora de mostrar como as organizações podem tirar o melhor proveito dos nossos talentos. Por exemplo? Vários cientistas e pesquisadores têm demonstrado como a jornada dupla – maternidade e administração – drenam a nossa energia de maneira particularmente desafiadora, trazendo prosperidade. E até mesmo os altos e baixos emocionais, que enfrentamos com maior frequência e intensidade do que os homens, nos fazem ganhar resiliência para seguir em frente, mesmo quando coisas ruins acontecem. Tudo isso nos traz uma forma mais construtiva de ver o mundo. Vamos estabelecer novos significados para nós mesmas, e aceitar riscos para ajudar a pavimentar um novo mundo empresarial. You go, girl. You can be a CEO!

*Thaísa Passos é gerente global de marketing da S.I.N. Implant System