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Programa Frutos Da Mata vai ajudar mulheres a plantar um futuro melhor

Biotrop é a primeira empresa a apoiar a iniciativa, um projeto que amparará mulheres em situação de vulnerabilidade social

A pandemia da covid-19 provocou um choque não somente nas questões de saúde pública, mas também nas relações sociais, ampliando a lacuna econômica da população. Segundo a pesquisa de Desigualdade de Impactos Trabalhistas na Pandemia, coordenada pelo diretor da Fundação Getúlio Vargas Social (FGV Social), Marcelo Neri, o impacto foi maior para os mais pobres. O estudo indicou que, na média de 2019, a proporção de pessoas com renda abaixo da linha de pobreza era de 10,97%, o que representava cerca de 23,1 milhões na pobreza. Já no primeiro trimestre de 2021, momento de suspensão do auxílio emergencial, mas devolvendo o Bolsa Família, atingiu 16,1% da população, ou 34,3 milhões de pessoas.

Para tentar ajudar a reverter esse cenário desolador, a Fazenda Da Mata, grande produtora e distribuidora de alimentos orgânicos, está lançando, em parceria com outras empresas e instituições, o projeto Frutos Da Mata – mulheres que semeiam um novo amanhã, em busca de formar novas produtoras qualificadas e comprometidas.

O Projeto econômico social tem como objetivo amparar mulheres, negras em especial, sem limite de idade e que sejam residentes em Nerópolis e Terezópolis (GO) com renda familiar de até um salário-mínimo. Não é necessária experiência anterior com agricultura, o único requisito é que a candidata tenha força de vontade para crescer na vida pelos seus próprios méritos.

Segundo, Daniella Lunardelli, diretora de sustentabilidade e comunicação da Fazenda Da Mata, esse projeto propõe uma nova relação de trabalho, uma nova tecnologia social. Além de tirar essas mulheres de situações de risco, irão viabilizar uma nova profissão, capacitando-as à sua independência para que possam assumir o controle de suas vidas. “Essa iniciativa proporciona a redução das desigualdades sociais, contribui para a erradicação da pobreza e atua na igualdade de gênero, fomentando a agricultura orgânica em larga escala como um modelo viável de negócio e empreendedorismo”, diz.

O Programa vai prepará-las para produzir alimentos orgânicos de forma sustentável, em terras sem custo de arrendamento e recebendo toda a estrutura operacional necessária. A qualificação técnica conta com o apoio da Universidade Federal de Goiás, que ajudará na preparação e capacitação de como gerir seus próprios negócios, tendo postura e comportamento adequado dentro deste novo ambiente de trabalho.

As participantes também terão capacitação técnica e prática dos protocolos de produção da Fazenda Da Mata, que vai desde o plantio em canteiro passando pelo raleio e capina e colheita. Com isso serão credenciadas e inseridas no mercado de exportação de produtos orgânicos via infraestrutura da empresa, que está se preparando para vendas ao mercado externo.

O projeto está sendo montado de forma muito estruturada. Uma triagem será realizada com 100 mulheres, selecionadas por duas ONGS parceiras da região, e que já têm experiência com esse tipo de trabalho e melhores métodos de seleção. Deste total, 20 delas serão direcionadas para as etapas de qualificação na UFG e na Fazenda Da Mata. Após esse processo, uma parte delas vai preencher as vagas para atuarem na produção de orgânicos na Da Mata e as demais serão encaminhadas para outras vagas no mercado de trabalho. A estimativa é que essas mulheres selecionadas, com a nova profissão, terão acesso a uma renda mensal de R$ 2.500.

Apoio confirmado

O Programa Frutos Da Mata está em fase de captação de recursos, e ainda não foi iniciado. O conselho do programa está tendo cautela para começar as operações: a ideia é atingir 80% dos recursos necessários antes de iniciar os trabalhos. O cadastramento de empresas que querem apoiar a iniciativa é feito por meio de cartas de intenção. A primeira empresa a vestir a camisa da iniciativa e declarar apoio foi a Biotrop, que desenvolve soluções biológicas com foco em uma agricultura regenerativa, sustentável e rentável.

Segundo a engenheira agrônoma Tatiana Helena Fernandes Neves, gerente de marketing da empresa, um dos conselheiros que conhecia o projeto apresentou a iniciativa para a diretoria e todos apoiaram. Afinal, havia sinergia, já que a Biotrop tem grande atuação e um impacto muito positivo na sociedade por desenvolver soluções biológicas e naturais. Estas, além de serem sustentáveis, geram muitas oportunidades no campo a todas as categorias de produtores. “Com o nosso crescimento, sentimos que podíamos contribuir ainda mais nos aspectos social e ambiental, e esse projeto traz esses elementos no âmbito da agricultura. É uma iniciativa que tem um viés social muito forte, destaca.

Atualmente a Biotrop tem mais de 140 pessoas técnicas a campo, assim terá a capacidade de apoiar esse projeto, principalmente com as visitas técnicas. Além disso haverá a contribuição financeira para viabilizar a iniciativa e, e ainda a doação de produtos biológicos necessários para serem utilizados na produção Da Mata.

Segundo Aramis Camargo, engenheiro agrônomo, responsável por ESG na Biotrop, a ideia é fazer uma apresentação técnica auxiliando nesses cultivos, ensinando a equipe de produção da Da Mata para seguir os protocolos e manejar a terra com os produtos biológicos. “Vamos dar um suporte completo, isso vai deste a ajuda financeira, participação no conselho, até o fornecimento de produtos”, destaca.

É muito importante que outras empresas adotem essa iniciativa, pois com esse tipo de trabalho gerarão mais riqueza, valores, e contribuição para um País melhor. “A Biotrop tem crescido muito e uma maneira de retribuir e contribuir com esse ciclo é por meio de projetos como o Frutos da Mata. Quanto mais empresas puderem entrar nessa iniciativa, que está diretamente ligada ao nosso agro, mais a sociedade terá ganhos em todas essas esferas”, finaliza a gerente de marketing da Biotrop.

Sobre as empresas

Biotrop é uma empresa brasileira, fruto da visão e empreendedorismo de um seleto grupo de profissionais apaixonados pelo agronegócio. Atua com foco em pesquisa e desenvolvimento de soluções diferenciadas e inovadoras, com o objetivo de contribuir para uma agricultura mais sustentável, saudável e regenerativa. Com escritório em Vinhedo (SP) e fábrica em Curitiba (PR), a empresa leva ao mercado o que há de melhor no mundo em soluções biológicas e naturais.

Fazenda Da Mata Orgânicos é uma empresa que acredita em um modo de produção de alimentos comprometido com a vitalidade do solo, com o equilíbrio do meio ambiente e com a saúde das pessoas. Produz alimentos orgânicos em larga escala, para oferecer produtos de qualidade a preços compatíveis com os de padrão do mercado interno e de exportação. Tem como um de seus compromissos fomentar a agricultura sustentável.

A FDM é uma Bcorp, pertencente ao grupo de empresas certificadas pelo Sistema B. Tem o selo Orgânicos do Brasil, alcançado via OIA, uma das mais criteriosas certificadoras nacionais. No momento está em processo de conclusão das certificações Global G.A.P e GRASP e certificações de selo orgânico para EUA e Europa.

Confira as doenças mais comuns que levam as mulheres ao urologista

Médico tradicionalmente masculino tem papel importante também na saúde feminina

Culturalmente, estamos acostumados a ouvir que o urologista é o médico do homem e o ginecologista é o médico da mulher. De fato, a ginecologia é uma especialidade exclusivamente feminina, que trata das questões envolvendo o sistema reprodutor delas.

O que muitas pessoas não sabem é que o urologista, que é mais frequentado por homens, também é de grande importância para a saúde feminina. Além das questões inerentes ao sexo masculino, o urologista também cuida do sistema urinário, nesse caso, de ambos os gêneros.

Problemas relacionados à incontinência urinária, cistites, bexiga hiperativa e cálculos renais são tratados pelo especialista que, apesar de muitas pessoas não terem o conhecimento, também atende mulheres. Esse imbróglio cultural é refletido na própria sociedade médica: de cada 100 urologistas, apenas duas são mulheres, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com seus médicos associados.

Apesar disso, as mulheres também podem frequentar o urologista, uma vez que são elas as mais acometidas de doenças como incontinência urinária, que é a perda involuntária de urina. Números internacionais da Urology Care Foundation apontam que uma em cada três mulheres podem sofrer com incontinência urinária em algum momento da vida. Na terceira idade, a chance de as mulheres desenvolverem a doença é duas vezes maior em relação aos homens, segundo a International Continence Society.

O Estudo Sabe (Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento), feito com pessoas acima de 60 anos, realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), apontou que a prevalência de incontinência urinária é de 11,8% entre homens e 26,2% entre mulheres. A pesquisa foi feita em países da América Latina e no Caribe e a amostra brasileira contou com 2.143 idosos residentes na capital paulista.

Problemas como os que foram citados nas pesquisam levam as mulheres a procurarem o urologista. O especialista no assunto, Willy Baccaglini esclarece quais são os casos mais relatados por elas nas consultas. “A doença que acomete mulheres e que mais comumente as levam ao Urologista é a litíase urinária. Cálculos renais são uma das principais causas de procura de pronto atendimento. E, assim como na população masculina, os cálculos renais são bastante comuns. Outra causa relativamente comum de procura do urologista pelas mulheres é a infecção de urina de repetição. Porém, diferente dos cálculos renais, a maior parte das mulheres não sabe que o urologista é o médico mais adequado para o tratamento da infecção de urina de repetição”, afirma.

Segundo o especialista, existe uma característica feminina de, culturalmente, frequentar consultas médicas mais regulamente do que os homens, o que colabora com diagnósticos e tratamentos. “As mulheres, por iniciarem o acompanhamento de rotina mais cedo, estão mais acostumadas ao ambiente do consultório médico e habituadas as consultas de rotina. Sem contar o fato cultural das mulheres naturalmente se preocuparem mais com a própria saúde, além da saúde das pessoas a sua volta”.

Em relação à desinformação de muitas mulheres sobre a atuação do urologista,Baccaglini pontua que é justamente por isso que elas acabam demorando em procurar uma consulta nesta especialidade, o que pode complicar o tratamento.

“As mulheres que procuram o urologista, exceto aquelas que sofrem de cálculos renais, normalmente o fazem numa fase mais tardia de suas doenças. Isto ocorre porque boa parte delas desconhece o fato de que o urologista possa atender o público feminino.”, declara.

Também é fundamental saber reconhecer os sintomas e quais são os órgãos afetados em cada patologia, para saber qual médico procurar. Nos casos da especialidade de urologia, dentre as doenças já citadas que mais levam as mulheres a procurarem um médico, as principais são:

=Cistite: uma inflamação/infecção na bexiga que pode causar dores ao urinar e uma vontade constante de ir ao banheiro, mesmo que saia pouca urina. Em alguns casos, pode aparecer um pouco de sangue na urina.


=Urolitíase: muito comuns, tanto em mulheres quanto em homens, as chamadas “pedras” nos rins são pequenos cálculos ou cristais que se formam nos órgãos e podem causar fortes dores e cólicas renais, além de dificuldades para urinar.

=Incontinência urinária: é a perda de controle da bexiga e liberação involuntária de urina. Às vezes, ao tossir, espirrar ou até dar risada pode acabar liberando pequenas quantidades de xixi na roupa, ou em casos mais graves, a perda total do controle da micção.

=Bexiga hiperativa: trata-se da necessidade constante de ir ao banheiro e geralmente está associada à incontinência urinária. Pessoas que sofrem com isso costumam levantar durante a noite para ir ao banheiro, o que prejudica a qualidade do sono.

Situações como essas levam a uma reflexão importante, que é justamente conhecer qual a área de atuação de cada especialidade médica, para saber exatamente quem procurar quando identificar que algo está errado com o corpo. O autoconhecimento e reconhecimento dos sintomas são aliados fundamentais na prevenção, tratamento e cura de doenças.

Baccaglini acredita que a mulher está muito bem amparada pelo acompanhamento e prevenção de doenças pela área de ginecologia, mas faz um alerta a respeito da necessidade de procurar um urologista ao identificar sintomas como os citados acima. “Toda mulher que tenha alguma queixa urinária, ou que tenha mais de dois episódios de infecção de urina em um semestre ou mais do que três em um ano, devem procurar um urologista para avaliar a possibilidade de tratamento. E todo paciente com cálculo renal, seja homem, seja mulher, precisa ter um acompanhamento com um urologista”, finaliza o médico.

Fonte: Willy Baccaglini é médico urologista pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), médico dos hospitais Albert Einstein e São Luiz – Rede D’Or, é membro do Grupo de Oncologia e Coordenador do Grupo de Pesquisa. Seus principais interesses urológicos são Oncologia e Procedimentos Endoscópicos e Robóticos Minimamente Invasivos e Medicina Baseada em Evidências.

Mulheres negras e periféricas recebem apoio psicológico com projeto idealizado pelo Instituto Cactus e Casa de Marias

A iniciativa, que inicia os atendimentos em agosto, visa oferecer assistência de saúde mental a grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade

Buscando oferecer acolhimento psicológico emergencial para mulheres negras, indígenas e/ou periféricas em situação de vulnerabilidade, chamar a atenção para a demanda urgente de se olhar a saúde mental de mulheres e possibilitar novas práticas de cuidado em saúde mental o Instituto Cactus em parceria com Casa de Marias desenvolveu um projeto social de acolhimento e assistência durante a pandemia. Realizado de forma remota no país inteiro, o projeto promove um espaço de escuta e acolhimento, com uma equipe qualificada de psicoterapeutas para receber mulheres que precisam de cuidados psicológicos.

A iniciativa dedica atenção especial às questões que envolvem classe, gênero, raça e território. Para isso, oferece atendimentos psicológicos individuais e em grupo.

“Nosso espaço nasceu para ser mesmo uma casa, para criar raízes, para ser oásis em tempos difíceis. A Casa de Marias é, acima de tudo, um espaço de resistência. E, por isso, a nossa missão é cuidar, escutar e acolher. Promover processos terapêuticos e curativos não só dentro dos nossos consultórios, mas fora deles também”, reforça Ana Carolina Barros Silva, Coordenadora Geral da Casa de Marias.

Falar sobre saúde mental, promover ações e prevenção é uma necessidade pública, que deve envolver o engajamento de diversos setores, em especial do governo, academia e da própria sociedade civil. Nesse sentido, o objetivo do Instituto Cactus e da Casa de Marias com esse projeto é chamar a atenção para a necessidade de se pensar em projetos de saúde mental segmentadas, realizar o acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade e, ainda, gerar insumos para validar o quanto este tipo de escuta emergencial, principalmente a feita em grupos de apoio em um formato inovador, como uma modalidade que pode ser institucionalizada e replicada em contextos de urgência.

Mas por que focar em mulheres?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a determinação do gênero na diferença que mulheres e homens têm sobre o poder e o controle dos determinantes socioeconômicos em suas vidas, posição social e forma de tratamento na sociedade. Além disso, enfatiza que o gênero determina diferentes suscetibilidades e exposições a riscos específicos para a saúde mental.

Para além de fatores sociais, de empregabilidade, de recursos e disponibilidade financeira, agendas dos filhos, da casa e falta de perspectivas, as mulheres podem vivenciar diversos transtornos mentais associados ao esgotamento emocional. A crise provocada pela pandemia de Covid-19 agravou muito esse cenário. Com a perda da renda e o aumento da desigualdade, os efeitos da crise socioeconômica na saúde mental são ainda piores para as pessoas em situação de vulnerabilidade.

Com o isolamento social, a disparidade de gênero, a violência doméstica e a sobrecarga das mulheres aumentaram ao mesmo tempo em que as redes de suporte diminuíram, uma vez que muitas vítimas ficaram confinadas com seus agressores sem possibilidade de ajuda externa. Todos esses fatores favorecem a prevalência de doenças mentais nas mulheres, por isso precisamos cuidar desse público com ainda mais urgência.

“Enquanto houver preconceitos e vieses subjetivos não combatidos e desmistificados, o atendimento à saúde mental feminina, especialmente de mulheres negras e periféricas, sempre será insuficiente e enviesado. Por isso, é necessário termos políticas mais focadas nos problemas de saúde mental da mulher, tanto individual quanto estruturalmente, assim como o fortalecimento de outras instituições e projetos de acolhimento que possam reforçar o olhar intersetorial da saúde mental”, afirma Maria Fernanda Resende Quartiero, Diretora Presidente do Instituto Cactus.

Sobre o Instituto Cactus e a Casa de Marias

O Instituto Cactus é uma organização sem fins lucrativos que trabalha para a prevenção e a promoção da saúde mental no Brasil, através da geração de conhecimento e evidências, identificação e multiplicação de boas práticas, incidência em políticas públicas, articulação de ecossistemas e conscientização da sociedade sobre o tema.

A Casa de Marias é um espaço de acolhimento e apoio psicológico para mulheres em sofrimento mental ou que necessitam de cuidados específicos, composta por um corpo clínico de mulheres, em sua maioria, negras e periféricas.

Sobre o projeto

Gerd Altamann/Pixabay

Coordenado por quatro psicólogas, o grupo de acolhimento emergencial será liderado pela psicóloga Camila Generoso. Psicóloga e psicopedagoga, possui especialização em Desenvolvimento Infantil e aprimoramento em Psicanálise da Criança pela PUC-SP; e pela psicóloga Deisy Pessoa, graduada em Psicologia com ênfase Clínica e Saúde Pública, com atuação na Atenção Psicossocial, trabalhando com a comunidade local do Capão Redondo em ações de inclusão de diversidades nas atividades artísticas terapêuticas oferecidas pelo Cecco.

O plantão psicológico é liderado pela psicóloga Eneida de Paula, psicóloga formada pela FMU, com especialização em Psicologia e Relações Raciais – Instituto AMMA Psique e Negritude e em Técnica de Estresse Pós-Traumático segundo Modelo Francine Shapiro – EMDR; e pela psicóloga Lucila Xavier, psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com experiência de cinco anos como Acompanhante Terapêutica de crianças e adolescentes com TEA e estágios nas áreas de psicologia jurídica e clínica. Atualmente em formação no curso teórico vivencial de Psicologia e Relações Raciais do Instituto AMMA.

Sexo aos 50 x sexo aos 20: como o envelhecimento afeta a libido da mulher ao longo dos anos

Ginecologista explica como fatores diretamente ligados ao envelhecimento do organismo, como fertilidade, energia, autoestima e hormônios, podem interferir no apetite sexual feminino

O sexo é um instinto natural do ser humano que, além de servir para a reprodução, possui uma série de benefícios para o organismo, incluindo desde melhora da pele e do cabelo até diminuição do estresse. No entanto, cada um de nós possui uma relação específica com o sexo e é natural que, em alguns dias, algumas pessoas não sintam necessidade de praticar relações sexuais, o que pode estar associado a fatores que vão desde situações cotidianas, como cansaço e problemas no relacionamento, até condições sérias, como o vaginismo e a depressão.

“Além disso, o próprio processo de envelhecimento pode interferir em nossa libido. E isso não ocorre apenas por fatores hormonais, mas também por questões sociais, físicas e psicológicas, afinal, conforme envelhecemos, interagimos de diferentes formas com o ambiente a nossa volta”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU. Para ajudar a entender mais sobre o assunto, a especialista explicou abaixo de que maneiras a libido feminina é afetada com o passar dos anos. Confira:

20 anos: o fim da adolescência e o início da fase adulta são pensados por muitos como os momentos de maior atividade sexual, afinal, os hormônios estão à flor da pele e temos mais energia. “No entanto, alguns outros fatores podem prejudicar a libido nessa idade. Por exemplo, o fato de a mulher ser mais fértil nessa época da vida pode torná-la mais seletiva com relação a quando fazer sexo. Na verdade, estudiosos estimam que o desejo sexual da mulher tende a aumentar conforme os anos passam, principalmente após os 30 anos, momento em que a fertilidade começa a diminuir”, destaca a médica.

30 e 40 anos: a terceira e quarta década de vida parecem ser o período em que o desejo sexual feminino está mais forte. “Esse fato pode estar relacionado a fatores como maior segurança com o próprio corpo e maior dedicação a relacionamentos, além da diminuição das chances de gravidez”, afirma a ginecologista. Estudos mostram, inclusive, que mulheres entre 27 e 45 anos têm fantasias sexuais mais frequentes e fazem mais sexo do que mulheres mais jovens ou mais velhas.

Foto: Veggiegretz/Morguefile

Gravidez: independentemente da idade em que ocorra, a gestação possui grande impacto na vida da mulher, afetando até mesmo sua libido. “O corpo da mulher e os níveis de hormônios passam por uma série de alterações ao longo da gestação. Por isso, é natural que a mulher apresente menor libido em alguns momentos e maior em outros, principalmente durante o segundo trimestre de gravidez. Além disso, algumas mulheres têm dúvidas sobre a segurança de fazer sexo na gravidez, o que, salvo em casos de risco, é perfeitamente seguro”, diz a especialista. “E as mudanças na libido não param com o nascimento do bebê, pois fatores como a amamentação e a criação também podem afetar o interesse da mulher no sexo.”

50 anos ou mais: por volta dos 50 anos, a saída dos filhos de casa e a diminuição da fertilidade podem tornar a mulher mais interessada no sexo. No entanto, um processo que ocorre naturalmente no corpo da mulher nessa época de vida pode afetar significativamente a libido: a menopausa. “A diminuição nos níveis de estrogênio que ocorre durante a menopausa pode fazer com que o desejo sexual diminua, o que ainda é intensificado devido a fatores também comuns desse período, como a diminuição da lubrificação vaginal e a atrofia da musculatura da região. Além disso, outros sintomas da menopausa, como ondas de calor, mudanças no humor e ganho de peso, também pode afetar a vontade da mulher de fazer sexo. Felizmente, nesses casos, é possível verificar com o ginecologista a possibilidade do uso medicamentos, hormônios e lubrificantes para aliviar os sintomas da menopausa e melhorar a libido”, explica Eloisa.

Mas é importante ressaltar que cada organismo é único e o processo de envelhecimento pode afetar a libido das mulheres de diferentes formas. Além disso, você deve ter em mente que não há problema algum em não sentir vontade ou necessidade de praticar relações sexuais, afinal, essa é uma decisão que cabe apenas a você. “Mas, caso a falta de libido esteja te afetando física, mental e amorosamente, o recomendado é que você consulte um ginecologista, pois apenas o médico especializado poderá diagnosticar a real causa do problema e indicar o tratamento mais adequado, que vai variar de acordo com a idade, características e histórico médico da paciente”, finaliza Eloisa.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Usuários de site de relacionamento para pessoas maduras contam o que procuram

O site de relacionamento para público maduro fez uma pesquisa com seus usuários sobre o que é mais importante em suas buscas no site e, também, sobre para onde gostariam de viajar, sozinhos e namorando, após a pandemia.

A pesquisa, direcionada para o mês dos namorados, foi dividida em duas partes. Na primeira, os usuários preencheram o que buscam no site. Cada usuário colocou em ordem de importância três itens entre seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo. Na segunda, os usuários disseram para qual estado brasileiro gostariam de viajar após o término na pandemia, em duas situações: se ainda estiverem solteiros e se já estiverem namorando: 964 homens e 1.660 mulheres responderam. Veja abaixo as respostas:

Homens: 964 respostas.
Questão:
coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante):
Namoro: 44,5%
Amizade: 24%
Romance: 10,5%
Companhia: 8,5%
Sexo: 8%
Casamento: 4,5%

2ª opção:
Companhia: 33%
Amizade: 24%
Namoro: 20%
Romance: 16%
Sexo: 6%
Casamento: 1%

3ª opção:
Namoro: 25%
Companhia: 20%
Romance: 15,5%
Sexo: 17%
Amizade: 14%
Casamento: 8,5%

Mulheres: 1.660 respostas.


Questão: coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante)
Namoro: 37%
Companhia: 21,5%
Amizade: 18,5%
Casamento: 18%
Romance: 5%
Sexo: 0%

2ª Opção:
Namoro: 32%
Amizade: 27%
Companhia: 21,5%
Romance: 11,5%
Sexo: 4%
Casamento: 4%

3ª. Opção:
Companhia: 23,5%
Amizade: 23,5%
Namoro: 22,5%
Casamento: 14%
Romance: 10,5%
Sexo: 6%

Homens: 964 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinho, após a pandemia?

Santa Catarina: 11%
Ceará: 10%
Bahia: 9%
Minas Gerais: 9%
Rio Grande do Sul: 8,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Ceará: 15,5%
Bahia: 15%
Santa Catarina: 8%
São Paulo: 8%
Minas Gerais: 7%

Mulheres – 1.660 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinha, após a pandemia?

Santa Catarina: 13%
Ceará: 12,5%
Bahia: 12%
Minas Gerais: 8,5%
São Paulo: 7,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Rio Grande do Sul: 13,5%
Santa Catarina: 13,5%
Ceará: 12,5%
Bahia: 11,5%
São Paulo: 7%

Fonte: Coroa Metade

Sì Eau de Parfum de Giorgio Armani ganha versão mais intensa

A nova versão é uma afirmação de liberdade para mulheres destemidas

Giorgio Armani lança uma versão mais profunda e sofisticada da clássica fragrância feminina Sì: Sì Eau de Parfum Intense. A fragrância chipre oriental frutada chega homenageando mulheres fortes, autoconfiantes e empoderadas: Sì Eau de Parfum Intense foi pensado para a mulher que ousa dizer sim à parte mais intensa.

Lançada em 2013, a coleção Sì se tornou uma fragrância feminina icônica com olfativo chique e sedutor, que funde a sofisticação com a serenidade, a fragrância Sì celebra a bravura das mulheres de escreverem suas próprias regras e viverem a vida da maneira mais intensa, tendo a atriz e ativista Cate Blanchett como embaixadora desde seu lançamento.

Mantendo a tradição de Sì, a nova Eau de Parfum Intense foi desenvolvida pela perfumista Julie Massé (Mane), trazendo, dessa vez, uma fragrância da família olfativa chipre oriental frutada que inspira a confiança de cada mulher para explorar seu lado mais intenso. O topo da fragrância aflora a sensualidade com notas de néctar de cassis extraídas diretamente do centro da fruta, enquanto nas notas de coração temos um efeito intenso e feroz provocado pela junção de Davana e a rosa Isparta, colhida em uma região da Turquia conhecida como “a cidade das rosas”. Para fechar, as notas de base proporcionam a sensação envolvente para a fragrância, com o patchuli e a resina de benjoim.

O novo Sì Eau de Parfum Intense é apresentado no clássico frasco da linha, simples e moderno, revestido com um vidro que o estrutura e provoca contraste entre o tom nude profundo e o transparente, trazendo elegância ao frasco. A tampa preta em formato de pedra segue o padrão das demais fragrâncias da família Sì como um símbolo de força, se contrapondo com a delicadeza do frasco e resultando em sofisticação e glamour, intensificado com as alianças douradas presentes entre a tampa e o vidro e na base do frasco.

Giorgio Armani e o compromisso com a sustentabilidade

Sì Eau de Parfum Intense reflete o compromisso de longa data de Giorgio Armani com a sustentabilidade, favorecendo o uso dos ingredientes naturais adquiridos de forma responsável, em colaboração com ONGs locais e por meio de programas que apoiam comunidades vulneráveis com base nos princípios de comércio justo. Um dos ingredientes da composição de Sì Eau de Parfum Intense, a baunilha, que é proveniente de Madagascar, foi feito exclusivamente para Armani.

O processo de produção da baunilha é controlado de perto, garantindo que seja consistentemente da mais alta e refinada qualidade, além de fazer parte de um programa de abastecimento inclusivo em colaboração com a ONG local Fanamby, que promove a inclusão social priorizando fornecedores que proporcionam trabalho e renda confiáveis para pessoas vulneráveis que normalmente seriam excluídas do mercado de trabalho. O programa diversifica as receitas para melhorar a subsistência local, apoiando os produtores no cultivo de arroz e café junto com a baunilha, incentivando assim o empreendedorismo local.

Sì Eau de Parfum Intense de Giorgio Armani está disponível na versão 30ml e 50ml com o preços sugeridos de R$ 429,00 e R$ 529,00, respectivamente.

Onde encontrar: SAC: 0800 701 7323 – Instagram: @armanybeauty – Facebook: @armanibeautyBR

Medicamento para combater osteoporose em pacientes de alto risco de fratura chega ao mercado

Único com dupla ação, a nova terapia reverte de forma rápida e eficaz a porosidade dos ossos, evitando fraturas secundárias que geram alto índice de morbidade e mortalidade

A Amgen, uma das empresas líderes em biotecnologia no mundo, anuncia o lançamento do romosozumabe, o primeiro e único construtor ósseo com duplo mecanismo de ação: evita perda de massa óssea, ao mesmo tempo que regenera as partes já comprometidas pela doença.

Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2020, o anticorpo monoclonal é indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia de osteoporose disponível. A terapia traz a possibilidade de aumentar a densidade mineral óssea e fortalecer a estrutura esquelética do corpo humano, reduzindo significativamente o risco de fratura.

‘’Este lançamento era muito esperado e representa um grande avanço no tratamento de casos graves de osteoporose, pois embora tenhamos excelentes medicamentos disponíveis no Brasil, nenhum deles conseguia ao mesmo tempo aumentar a massa óssea e evitar a reabsorção. O remédio aumenta a densidade mineral óssea e evita a perda óssea ao mesmo tempo, fortalecendo a estrutura esquelética de forma mais rápida, reduzindo, assim, a possibilidade de novas fraturas, o que é especialmente relevante nesse momento de pandemia’’ afirma Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose.

A osteoporose, conhecida por acometer principalmente idosos, é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumenta o risco de fraturas. Além de idosos, mulheres em menopausa e pacientes de alto risco (com fratura prévia, histórico familiar de fratura de quadril e pacientes com quedas frequentes) também são afetados e geralmente descobrem a doença após a primeira fratura.

O lançamento do romosozumabe traz para o mercado uma possibilidade de mudar o cenário da incapacitação por fraturas, principalmente em pacientes de meia idade com fragilidade óssea por osteoporose3. O medicamento demonstrou em estudos que reduz rapidamente o risco de fratura e constrói um novo osso com 12 meses de terapia.

Apenas no Brasil, são cerca de 10 milhões de brasileiros afetados pela osteoporose – a maioria sem conhecimento até o momento da primeira fratura óssea. “As fraturas relacionadas à osteoporose representam um importante desafio e um empecilho para o envelhecimento saudável. Esse tipo de fratura, particularmente a de quadril, promove hospitalização, frequente perda da independência e necessidade de auxílio permanente para os cuidados da vida diária. O medicamento chega ao Brasil como uma importante ferramenta terapêutica para o manejo desse problema de saúde pública”, afirma o especialista.

Saiba mais sobre fraturas

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Segundo a Federação Internacional de Osteoporose, mais de 8 milhões de fraturas são causadas pela doença todos os anos no mundo. Um levantamento global da instituição mostra que em pessoas acima de 50 anos de idade, na maioria mulheres, sofrerão uma fratura por fragilidade óssea ao longo de suas vidas.

Além disso, um ano depois de uma fratura de quadril, 24% dos pacientes idosos vão a óbito. Outro estudo demonstra que 60% dos pacientes necessitam de assistência para realizar atividades como alimentar-se, vestir-se ou ir ao banheiro, e 80% precisam de ajuda em atividades como fazer compras ou dirigir.

A aprovação pelo órgão regulador foi baseada no estudo Frame, que avaliou mulheres pós menopausa que apresentam osteoporose, a redução significativa de novas fraturas vertebrais (coluna) e fraturas clínicas (sintomáticas) em 12 meses em comparação com o placebo, além do estudo ARCH, que utilizou o mesmo público, e evidenciou a indicação nos pacientes com alto risco de fratura e quando tratados com o medicamento por 12 meses, seguido por mais 12 meses com alendronato, comparado a outro grupo que tratou apenas com alendronato por 24 meses, havendo redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não-vertebrais e de quadril durante o período do estudo.

Fonte: Amgen

Incontinência urinária é um agravante para a saúde mental das mulheres

Condição afeta mais de 68% do público feminino no Brasil; 56% das entrevistadas afirmaram que o escape de urina impacta na feminilidade

Um espirro, uma tosse, esforço ao pegar peso ou até mesmo uma boa gargalhada, se em qualquer uma destas situações (ou em todas elas), acontecer escape de urina já é considerado incontinência urinária. Incontinência urinária é toda perda involuntária de urina, independentemente do tipo ou da causa do escape. É uma condição que pode acometer pessoas de todas as idades, mas principalmente mulheres a partir de 35 anos. Como mostra a pesquisa do IPEC (Inteligência e Pesquisa e Consultoria) encomendada por Bigfral, um estudo nacional com duas mil pessoas entrevistadas.

Os dados da pesquisa também revelam que as mulheres têm sua feminilidade afetada, bem-estar e psicológico por conta da condição. “Embora a incontinência urinária (IU) não traga um risco iminente à vida, suas consequências podem ser drásticas e uma grande ameaça à autoestima das mulheres, apresentando sentimentos como estresse, impaciência, depressão, ansiedade e vergonha”, explica Ana Claudia Delmaschio, psicóloga da Associação Brasileira pela Continência BC Stuart.

Público feminino

O estudo apresentou que a incontinência urinária acomete 30% da população. As mulheres formam a maioria, representando 68% das pessoas afetadas. Porém 69% dos brasileiros afirmam não saber que perda de urina, em qualquer quantidade, é considerada incontinência urinária. Dessa maneira, o número de incidência pode ser subestimado e muito mais mulheres podem sofrer com os impactos psicológicos dessa condição.

Metade dessas pessoas apresentam perda de escapes de urina por esforço, seja por pegar peso, tossir, espirrar e até mesmo rir. 20% das mulheres afirmam que a incontinência começou durante ou após a gravidez, 15% após ou durante a menopausa e 15% na terceira idade.

É frequente que mulheres portadoras de incontinência urinária se isolem socialmente e afetivamente, evitando encontros familiares e com amigos com o intuito de evitar situações constrangedoras diante de um novo episódio de perda de urina. 61% dos entrevistados entendem que as perdas urinárias têm um grande impacto na escolha da pessoa evitar sair de casa e 77% afirmam que não frequentariam locais que não houvesse banheiros próximos se tivessem IU.

“É importante lembrar que a vida profissional também pode sofrer impacto, sendo comum o relato entre as mulheres incontinentes quanto ao medo de perder o emprego em função das constantes interrupções para ir ao toalete, dificuldade de deslocamento em trechos mais longos, dificuldade em poder fazer algum esforço físico que acarrete o escape de urina”, pontua Ana Claudia.

Feminilidade X Sexualidade

56% dos entrevistados afirmaram que a condição de escape de urina impacta na feminilidade, isso pode ser notado até nas mudanças do vestuário destas mulheres, “Muitas buscam vestir-se com roupas mais largas e escuras que disfarcem o uso de fraldas e absorventes ou no caso de ficarem molhadas”, completa a psicóloga.

Sobre a sexualidade, e 19% afirmam que evitaria ter relações com seu/sua parceira (o). Além de demonstrarem mais irritabilidade, cansaço, baixa autoestima, ansiedade e depressão.

Autocuidado

“Essas mulheres que perdem urina precisam receber informações para entenderem o que acontece com elas e consequentemente quais são as possibilidades de tratamento e o que se encaixa melhor no seu caso”. A pesquisa revelou que 69% das pessoas não sabiam que qualquer perda de urina é considerada incontinência urinária. “Isso reafirma a importância de promovermos campanhas de conscientização sobre o que é, quais os tipos e como tratar as incontinências urinárias, evitando dessa forma que tantas mulheres desenvolvam quadros mais graves de IU levando-as a desencadear problemas emocionais”, pontua a médica.

Conhecimento por tratamento

Sobre o tratamento da incontinência urinária, 35% das pessoas não sabem dizer se existe algum tipo de tratamento e 51% das pessoas procuram informações na internet.

“Muitas mulheres ainda acreditam que perder urina é normal e que não há nada a ser feito para mudar essa condição, mas essa ideia é absolutamente errada, incontinência urinária tem tratamento e quanto mais cedo buscarmos ajuda maiores as chances de cura”, diz a psicóloga.

“Precisamos entender que os produtos que estão disponíveis no mercado são de extrema importância para o manejo diário do problema e certamente terão grande serventia durante o tratamento e melhora do quadro, principalmente, por serem produtos específicos que se preocupam em ter uma boa absorção deixando a mulher mais confiante e segura durante as suas atividades diárias”, completa.

Sobre Bigfral:

A Bigfral é especialista em produtos para incontinência proporcionando a segurança que você precisa para o seu dia. Sempre atenta às tecnologias mais recentes para levar inovação, oferecendo opções de lenços, absorventes, roupas íntimas e fraldas. Uma marca da empresa belga Ontex, um dos mais importantes fabricantes internacionais de soluções de higiene pessoal há mais de 35 anos, presente em mais de 110 países.

Bigfral acredita que a parte mais bonita da vida deve ser compartilhada e que ninguém deveria deixar de se sentir parte da família e comunidade que vive pela insegurança de que algo pode acontecer. Buscar especialistas e tratamento é fundamental e Bigfral é o parceiro ideal para essa jornada. Bigfral traz segurança e confiança para que pessoas com incontinência urinária possam continuar pertencendo à vida familiar, inseridos na vida da comunidade, fazendo parte dos momentos importantes da vida com quem consideram especiais

Mulheres lideram ranking de negócios por necessidade, mas saem melhor frente às crises

Elas são as mais afetadas durante a pandemia, mas também as mais resilientes e conseguiram ter jogo de cintura para retomar as atividades

Se já não bastasse estarem à frente de negócios próprios, as mulheres, durante 2020, tiveram cargas extras para gerenciar, como casa, filhos e relacionamentos. Segundo uma pesquisa do Sebrae, empreendimentos femininos ficaram mais tempo com as portas fechadas, o que não as impediram de serem mais ágeis na hora de implementar inovações, como uso de redes sociais, delivery e adaptações em produtos e serviços.

Hoje já são cerca de 10 milhões de empreendedoras segundo a entidade, o que corresponde a 34% dos empresários do País, e revela que a força feminina tem muito potencial para salvar o mercado.

A pandemia, inclusive, revelou ser uma oportunidade para muitos negócios novos, como é o caso de Priscila Cabral, que investiu na rede de publicidade em sacos de pão, PremiaPão. “Saí do emprego na área de RH e não queria mais a rotina de chegar tarde em casa e só ver minha bebê à noite. Pesquisei por microfranquias, escutei que era loucura, que as coisas estavam incertas demais, mas as vendas estão indo bem, graças às negociações que faço com os clientes que, mesmo com recursos reduzidos, entendem que a publicidade é importante”, conta.

Outro ramo que se deu muito bem em 2020 foi o moveleiro, que veio bem a casar com o sonho do próprio negócio da fonoaudióloga Sueli Alves Miglorini. Aos 38 anos, ela decidiu se mudar para Itapema (SC), onde abriu uma unidade da Anjos Colchões & Sofás. “Fui em busca de detalhes sobre o modelo de negócio e, após conhecer melhor a proposta, me senti segura para empreender e me tornar uma franqueada da rede, sobretudo com as iniciativas de vendas online que passaram a ocorrer durante a pandemia”, declara.

Embora considerado essencial, o setor alimentício também precisou inovar, com iniciativas de delivery, por exemplo. É o caso de Osana Scalzer, uma pedagoga de 43 anos que transformou o desejo de empreender em uma realidade deliciosa. Apaixonada por chocolates, tornou-se a primeira franqueada da rede Chocolateria Brasileira no estado de Rondônia.

“Há algum tempo eu buscava algo para empreender e como nossa região é muito carente deste tipo de produto premium, eu tinha a certeza de que a marca seria um enorme sucesso por aqui. Pesquisei vi que a rede estava concedendo ofertas para novos franqueados durante o período pandêmico e foi então que vi que era o momento certo de investir”, relata.

Osana não foi a única a apostar em doces e chocolates. Francisca Fortunato, de 52 anos, investiu na rede Bendito, especializada em cookies, brownies e cafés. A inauguração da loja coincidiu com o fechamento de comércios em meados de março do ano passado e se o começo não foi nada fácil, trouxe, em contrapartida, um aprendizado: se aproximou ainda mais de seu negócio e passou a ter contato pessoalmente com os clientes da vizinhança.

“Com planejamento e persistência, podemos superar todos os obstáculos, que estão fora de nosso alcance. Arregacei as mangas, busquei forças e continuo, até hoje, com muito mais conhecimento e propriedade sobre o meu negócio, principalmente em liderar equipe, tomar decisões e perceber o que ainda precisa ser corrigido e o que está correto”, finaliza.

E o começo da pandemia assustou todo o mundo, como Cleonice Silva, que viu sua rotina mudar completamente na quarentena, do isolamento à abertura do novo negócio, a Sofá Novo de Novo . “No início, como dona de casa, foi um impacto muito grande e me vi trancada com meu marido e meu filho todos os dias, 24 horas. Vivemos todas as fases: o medo, a insegurança, o desespero de ver a nossa renda sendo diminuída; mas a pandemia também mudou minha maneira de ver as coisas. Comecei a ter mais foco e passei a estudar como poderia empreender e acrescentar na renda de casa”, conta.

A nova empresária encontrou na rede a chance de começar seu próprio negócio. “Já vinha pesquisando há algum tempo por algo inovador e esta oportunidade de poder levar o cuidado para dentro das casas das pessoas me satisfaz bastante”, complementa.

Mulheres, whisky … e sandubas!

Para o Caledonia Whisky &CO, é sempre bom lembrar o que está por trás das comemorações do Dia da Mulher, com um bom copo de whisky e um belo sanduba na mão, e relembrar algumas mulheres que se destacam no fascinante universo dos whiskies

Dia Internacional da Mulher é uma ocasião em que é sempre bom lembrar a boa causa que está por trás desta data universal – 8 de março – e que já se incorporou ao calendário anual de celebrações no mundo inteiro.

Em homenagem, o bar Caledonia Whisky & Co e o Quimera Sandwich & Co, ambos negócios dos sócios Mauricio Porto e Guilherme Vale, lançam um combo de sanduíche e dose de 30 ml de The Glenlivet Founder’s Reserve em garrafinhas especiais, que ficará disponível a partir de hoje, 9 de março, até o final do mês para pedidos no aplicativo Rappi.

Serão quatro opções de sanduíches: o Meatball Bahn, Schwarma Li, Ouef Bao e Croque Senhor, que harmonizam com este single malt único, destilado em alambiques de cobre na lendária destilaria de Speyside e que usa os mais puros grãos de cevada maltada. Cada combo vai custar entre R$ 74,00 e R$ 80,00 reais com a dose de The Glenlivet Founder’s Reserve. Confira como é cada sanduíche:

Meatball Bahn – combinação de uma receita dos Estados Unidos (Meatball Sub) com o lanche vietnamita Bahn Mi. Leva almôndegas de carne bovina, molho apimentado, picles de cebola roxa, maioneses, coentro e amendoim, no pão de leite.

Schwarma Li – um dos lanches mais consumidos no mundo inteiro, consiste em carne grelhada enfincada num esperto verticalmente com legumes e pastas no pão pita ou árabe. Nessa versão com um pé na China, entra tofu defumado, falafel, beterraba cozida, picles de beterraba, broto de beterraba, salsa no pão folha.

Oeuf Bao – oeuf et champignon é ovos e cogumelos em francês. É um clássico da França, famoso por seu equilíbrio de sabores e texturas. A adição do Bao e nori vindos da cultura chinesa dão uma nova perspectiva sobre o jeito de comer esse clássico. Pão Bao, Mix de cogumelos, maionese de páprica e ovo mollet empanado.

Croque Senhor – França e México em um sanduíche: A versão mexicana para o tradicional e clássico sanduíche francês Croque Monsieur, substitui o presunto por carnitas de porco desfiada com molho levemente picante. Preparado com pão de miga, carne desfiada ao molho levemente picante, molho mornay e queijo gruyere gratinado.

The Glenlivet Founder’s Reserve – leve e fácil de beber, equilibrado e com os sabores cítricos e frutados típicos da marca, o Founder’s Reserve é uma aposta certeira para quem está se tornando um entusiasta de single malt. O nome do whisky faz homenagem ao fundador da destilaria, George Smith, o primeiro a legalizar sua destilaria em 1823.

Mulheres no Whisky

Onde mulheres talentosas, desbravadoras e inspiradoras põem a mão e alma, o feito é geralmente grandioso e inusitado, passando a ocupar seu lugar de honra na história. Não é diferente no mundo do whisky, onde se destacam muitas personalidades como Bessie Williamson, razão pela qual ainda podemos desfrutar do single malt Laphroaig, ou a pioneira Rachel Barrie, primeira mulher a ocupar a posição de master blender do whisky. Ou ainda Georgie Crawford, por trás da venerada e ultra “cult” destilaria de Islay Lavagullin e Alison Patel, que reina no mundo do whisky na região de Cognac (quem diria?), com o rótulo Brenne.

Não dá para excluir dessa lista, Cara Laing e seu trabalho impecável na criação da série Director’s Cut na destilaria Douglas Laing &Co. E uma segunda Georgie integra também a lista: Georgie Bell, que se tornou embaixadora internacional da Scotch Malt Whisky Society, passando mais tarde para a Mortlach, da Diageo e, mais recentemente para a Bacardi. Como diz Mauricio Porto no seu blog “O Cão Engarrafado”, essas mulheres empoderadas deixaram um legado e formaram uma corrente de sororidade, que Alisson Patel denomina de irmãs de whisky. “Suas histórias são um suspiro de alívio e a certeza de que lugar de mulher é onde ela quiser, e com um copo de whisky na mão”, comenta Porto.