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Novos iogurtes Corpus em versões maiores e econômicas com ilustração especial

São duas novas opções de iogurtes zero gorduras, zero lactose e sem adição de açúcares: o iogurte liquido sabor amora e maracujá e o iogurte de bandeja sabor morango

A marca Corpus, da Danone, tem como propósito promover uma alimentação saudável, sem deixar de lado o sabor. Somando esse objetivo com a necessidade de produtos voltados para o abastecimento, reflexo da maior permanência da população em casa nos últimos meses, a marca decidiu ampliar sua linha de iogurtes zero, trazendo dois novos produtos: iogurte líquido 850g sabor amora e maracujá e o tradicional iogurte de bandeja sabor morango.

Seguindo o padrão já estabelecido pela linha Corpus, o novo sabor de iogurte líquido possui aroma natural e uma formulação zero gorduras, zero lactose e sem açúcares adicionados, contendo apenas aqueles naturalmente presentes nos ingredientes. Além disso, o novo produto possui a combinação de dois sabores populares nesta categoria, amora e maracujá, trazendo uma mistura inusitada, mas incrivelmente deliciosa para uma rotina saudável.

O sabor amora e maracujá vem em uma embalagem de 850g, para aqueles que procuram uma boa equação de preço versus quantidade, com o preço sugerido de R$ 14,29. O produto traz, ainda, novas ilustrações nas embalagens que representam as consumidoras de Corpus e simbolizam as mulheres em suas diferentes atividades cotidianas, fortalecendo a proposta da marca de ajudá-las a serem livres para fazerem o que quiserem, sem estereótipos. Parceira do time feminino do Corinthians, uma das ilustrações das novas embalagens foi inspirada nas jogadoras de futebol do time.

“Temos a Danone como uma grande parceira do futebol feminino do Corinthians e saber que nossa equipe serviu de inspiração para o rótulo de Corpus é um motivo de enorme orgulho. Nossa modalidade é formada por inspirações. Quantas atletas de hoje em dia não se inspiraram em Roseli e na nossa capitã Grazi? E quantas garotas mais serão inspiradas pelo nosso time, que bateu tantos recordes nos últimos anos? Estar no rótulo de um produto tão qualificado e que cada vez mais faz parte do dia a dia do brasileiro é ter a certeza de que estamos no caminho certo. Que nossa parceria com a Danone seja como o futebol feminino: forte, inspiradora e cada vez mais sólida”, afirma Cristiane Gambaré, Diretora de Futebol Feminino do Corinthians.

Outro lançamento vem no formato bandeja com o sabor morango, reconhecido como top seller do mercado de iogurtes. Também possui aroma natural, além de, claro, ser 0% de lactose, 0% gorduras e sem adição de açúcares, contendo apenas açúcares próprios dos ingredientes. A novidade é comercializada em embalagens de 540g e tem o preço sugerido de R$7,99.

Os novos produtos reforçam a missão de levar alimentação saudável e saborosa ao maior número de pessoas, além de trazer, num simples gesto, mais pluralidade nas embalagens, visando inspirar ainda mais os consumidores.

Informações: Danone

O açúcar e o sexo feminino

Sabia que aquela vontade irresistível de comer doces, pode ser apenas seu corpo querendo uma compensação? Quem explica melhor isso é Bruna Marisa, médica, pós graduada em endocrinologia e Medicina ortomolecular, Membro da SBEM (Sociedade Brasileira Endocrinologia Metabologia) e especialista em emagrecimento.

Depois de ouvir por volta de 5 mil pessoas, o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo, concluiu em pesquisa de campo, que o consumo de açúcar é maior entre as mulheres (53,3%) em relação aos homens.

Isso pode estar associado a certos períodos na vida da mulher, quando o corpo vai em busca de alimentos com maior concentração de açúcar. Esse desejo de comer doces é mais intenso principalmente no período pré-menstrual (durante a TPM) e depois da menopausa; período de baixa nos níveis de progesterona e estrogênio.

“Esses períodos delicados na vida da mulher requerem maior atenção, seja na manutenção hormonal ou mesmo na dieta alimentar adequada que ela deve buscar”- comenta Bruna Marisa, médica, especialista em emagrecimento, pós graduada em medicina ortomolecular e endocrinologia, com diversos títulos em medicina esportiva.

O consumo acentuado de doces, entre as mulheres, significa que o corpo está buscando uma compensação para a queda na produção hormonal que acaba alterando a geração de neurotransmissores.

Alguns alimentos acabam ajudando na produção de neurotransmissores. Como muitas pessoas já sabem, o chocolate estimula a produção de serotonina; neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. O cacau ajuda também na liberação de endorfina, substância natural (neuro-hormônio), responsável pela sensação de bem-estar e bom humor.

Mas como lidar com o consumo de açúcar?

Sabemos que o açúcar é o vilão que nós colocamos dentro da nossa casa, que ele é responsável não apenas pelo ganho de peso, mas porque o açúcar é viciante; ele é absorvido rapidamente pelo nosso organismo, isso faz com que o corpo necessite de mais doses diárias. Além do cansaço demasiado e da irritação causados pelo consumo, o açúcar não vai acrescentar nenhum tipo de nutriente ao nosso organismo.

O açúcar não vai diminuir os sintomas de ansiedade, tampouco o estresse. A sensação de alívio é momentânea. O seu consumo ao longo da vida pode aumentar o risco de desenvolvimento de algumas doenças como hipertensão, diabetes e outros males.

“A dieta Low Carb pode ser uma alternativa bem interessante para muitas pessoas que desejam ter um maior controle sobre o consumo de carboidratos”- ressalta Bruna Marisa, que é praticante deste estilo de vida e indica para todos seus pacientes, conseguindo uma taxa de 100% de sucesso entre eles.

Uma opção para diminuir o consumo de açúcar são os chamados “doces funcionais”, que não tem açúcar branco e nem farinha refinada em sua composição; eles são feitos com ingredientes específicos para um melhor aproveitamento do alimento em benefício da saúde.

Não adianta o produto ser light ou mesmo diet, é necessário que o produto tenha os ingredientes adequados, necessário para se ter um alimento nutritivo. Por exemplo, o chocolate amargo, sem adição de leite, oferece os inúmeros benefícios do cacau.

Outra alternativa que pode ajudar para estimular a serotonina é a banana, carnes brancas, ovos e frutos do mar. Seja qual for a dieta alimentar, seja no caso da manutenção hormonal ou não, é necessário deixar de lado os maus hábitos e adotar hábitos saudáveis, realizando exercícios físicos com regularidade, dormir bem e consumir muita água. E claro, ter sempre o acompanhamento profissional multidisciplinar; nutrólogos, nutricionistas, endocrinologistas e educadores físicos.

“A dieta alimentar ajuda, seja na saúde da mulher ou do homem, mas não podemos nos esquecer de que para termos uma vida saudável ao longo dos anos, se faz necessário uma mudança de hábitos integrais, ainda que isso venha exigir disciplina e esforço pessoal, os resultados são incríveis”- completa Bruna Marisa.

Fonte: Bruna Marisa é médica, pós-graduada em endocrinologia, membro da SBEM, pós-graduada em Medicina Ortomolecular, especialista em Emagrecimento e Low Carb, com vários cursos na área de Medicina Esportiva, na qual também atua. Autora do e-book: Guia de Emagrecimento Definitivo e Duradouro.

Canabidiol é indicado para mulheres que sentem desconforto e/ou dores durante o sexo

A sexualidade feminina é considerada um tabu em muitas famílias brasileiras, especialmente quando o tema principal é o desconforto ou a incidência de dores no sexo, mesmo considerando que, no país, 18% das mulheres sentem dor durante a relação sexual. Os dados integram um estudo realizado em dezembro de 2019 pelo Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex), da Faculdade de Medicina de São Paulo.

“Esse índice aumenta quando falamos de dor ou desconforto não só durante, mas também após o sexo – em todo o mundo, estima-se de 60% das mulheres já viveram este episódio”, diz Ailane Araújo, médica especializada e que é referência em cannabis medicinal, além de diretora do Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC), o primeiro do Brasil, localizado em São Paulo.

Em que pese a necessidade de uma avaliação clínica completa, com a realização de exame físico ginecológico e conhecimento da história clínica da paciente, o que permitirá encontrar a causa da dor, que pode ter uma série de origens (emocionais ou físicas), um tratamento vem despontando como alternativa: o uso do canabidiol, ou CBD na forma de gel vaginal.

Para ter acesso ao produto (que não é disponibilizado para livre comercialização no Brasil) e, consequentemente, ao tratamento, a mulher precisa estar acompanhada por um médico que fará a prescrição adequada. A partir daí, é preciso fazer um cadastro no site do Governo Federal e dar início ao processo de envio de documentos, indicação do produto e empresa importadora. “Este processo já foi muito mais burocrático e demorado. Hoje, considerando a prescrição, em aproximadamente 20 dias é possível ter o produto em casa e iniciar o tratamento”, diz Ailane.

A especialista explica que o produto se conecta a receptores de corpo presentes em vários órgãos. No caso da dor ele provoca uma dessensibilização nos canais de dor, aumentando o limiar de dor, sem diminuir a sensibilidade, o que leva ao aumento da lubrificação natural e da excitação, gerando um relaxamento muscular e tornando a região mais sensível ao toque, além da redução do incômodo na região antes ou durante o sexo.

“Ele age como anti-inflamatório – e muitas patologias são de origens inflamatórias -, além de auxiliar na redução da ansiedade e melhorar também a libido”, destaca a médica, reforçando que é este também é um dos grandes diferenciais em relação aos tratamentos usuais. “O uso de ansiolíticos impacta diretamente na libido feminina”, diz.

“Cannabis medicinal não é maconha”

A afirmação que soa quase como um mantra na voz da médica, uma das primeiras e principais prescritoras da cannabis medicinal no Brasil, é um alerta para a necessidade de aumento da informação na sociedade. “Hoje, temos resultados efetivos e melhora na qualidade de vida de pacientes que tratam de patologias como Alzheimer, epilepsia, Parkinson, esquizofrenia, dores crônicas, ansiedade, depressão e até câncer. O CBD, princípio ativo do canabidiol, não pode ser confundido com o uso recreativo da cannabis”, explica.

Geralmente vendido na forma de um óleo extraído da planta, o canabidiol também está disponível em outras apresentações de uso fora do Brasil que incluem gel, creme, vaporização, aplicação por supositórios entre outros – no caso do Brasil, temos algumas restrições ainda para uso quanto a apresentação do produto e precisa ter sua importação aprovada individualmente pela Anvisa. A médica reforça que o uso do canabidiol também está diretamente ligado ao processo de investigação do motivo e da escala da dor, o que dará a recomendação para o tratamento adequado.

Causas mais comuns da dor no sexo

Mesmo sabendo que a dor durante a relação sexual pode ter sua origem em causas psicológicas, de acordo coma médica, entre as causas físicas mais comuns estão a doença inflamatória pélvica (geralmente ocasionada por uma doença sexualmente transmissível como gonorreia ou clamídia); a menopausa (que pode ocasionar o ressecamento e a atrofia vaginal); a vulvodinia (irritação crônica da vulva que pode ser desencadeada por alterações hormonais ou por uma infecção ou inflamação); o vaginismo (contração involuntária da musculatura pélvica); o líquen (doença dermatológica que também tem como efeito o ressecamento vaginal) e a endometriose.

“A cannabis medicinal é uma opção terapêutica desejável e pode ser considerada, além de um complemento, um redutor da carga dos sintomas, atuando na causa. Ou seja, trata-se de uma abordagem sistêmica que promove a qualidade de vida dos pacientes”, finaliza Ailane.

Fonte: Centro Brasileiro de Referência em Medicina Canabinóide (CBRMC)

Long bob é o cabelo favorito do Brasil

O All Things Hair, canal de cabelos da Unilever, revela que o long bob é o cabelo mais popular do Brasil. O corte, considerado fácil de manter por muitas mulheres, apareceu com grande destaque quando analisada as palavras-chaves mais buscadas na internet quando se trata do assunto cabelo. Por meio da ferramenta SemRush verificou-se que de outubro de 2019 a setembro de 2020, o corte foi digitado no Google, em média, cerca de 165 mil vezes ao mês. 

“Eu acho que o long bob faz sucesso porque é prático. Não é tão longo, mas mesmo assim tem comprimento suficiente pra prendê-lo e dá um ar sofisticado a toda pessoa que o use”,  opina Virginia Barbosa, hair stylist do All Things Hair.

Janet Jackson na Ebony Magazine

A boxbraids também não ficaram atrás. O penteado registrou uma procura, em média, de 110 mil vezes, ao mês. A sua popularidade pode ser explicada pela grande popularidade da tendência natural dos últimos anos.  “Elas são a opção perfeita para quem tem fio cacheado e crespo e quer mudar o visual sem danificar os fios. Como a discussão sobre abandonar a progressiva e assumir o cabelo natural explodiu nos últimos anos, muitas mulheres que têm esses tipos de fios procuram formas para transição ou para mudar o visual”, explica Virginia. 

Entre as cores, o platinado se mostrou forte na pesquisa. Ele foi procurado cerca de 110 mil vezes ao mês. 

Região

Os cabelos mais populares também foram verificados, por meio do Google Trends, como aparecem nos 10 estados mais populosos do Brasil. O chanel de bico, por exemplo, teve a sua popularidade mais alta no estado de São Paulo, assim, como a cor chocolate. “Esse tom,  na verdade, já é um clássico. Diria que muita gente gosta pois é neutro e fica bom em todos os tons de pele”, opina Roma Rodrigues, sênior hairstylist do Retro Hair, em São Paulo. 

A trança boxeadora, por sua vez, parece fazer a cabeça das cariocas. O Google Trends aponta o Rio de Janeiro como o estado onde ela é mais popular. 

Os homens também estão procurando por estilos de cabelo na internet. O undercut, que foi buscado no Google, mensalmente, cerca de 33 mil vezes por todo o Brasil, se destacou mais no estado do Ceará. 

Fonte: All Things Hair

Pesquisa com mulheres negras revela que 70% estão insatisfeitas com maquiagem disponível

Levantamento de norte a sul do país traça um retrato do cenário atual delas na indústria de beleza e revela que 46% desistem de adquirir produtos por não encontrarem sua cor, entre outros dados

Hoje, o Brasil é o país que tem mais pessoas negras fora da África no mundo. Dos 209 milhões de brasileiros, atualmente, 56% são negros, grupo racial composto por pessoas que se classificam como pardas e pretas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Além disso, segundo o Think Etnus é estimado é que, até 2023, 70% dos brasileiros se autodeclarem negros, como resultado do crescimento da autoafirmação e empoderamento. Apesar desse cenário, uma pesquisa inédita realizada pela Avon em parceria com a consultoria Grimpa, mostrou que 70% das mulheres negras entrevistadas, não estão satisfeitas com as opções de produtos específicos para o seu tipo de pele encontrados no mercado.

O levantamento realizado entre setembro e outubro de 2020, entrevistou mil mulheres pardas e pretas, entre 18 e 60 anos, de todas as classes sociais, e em todo o Brasil, para entender como é a relação delas com a maquiagem, especificamente base, pó e corretivo – que estão intimamente ligados ao tom de pele. Os números reforçam a atual falta de representatividade da mulher negra pela indústria de beleza.

Na busca um novo item de maquiagem, por exemplo, os problemas das mulheres pardas e pretas começam logo com um dos atributos mais básicos: a cor. 46% delas disseram que o principal motivo de desistirem da compra de uma base, pó ou corretivo é não encontrar o tom compatível com a sua pele.

A falta de opções faz com que as consumidoras negras limitem sua experiência de compra de novos produtos, pois, enquanto as mulheres brancas podem encontrar facilmente sua cor em diversas marcas e experimentar bases com diferentes efeitos e ativos, negras ainda estão preocupadas em encontrar produtos que ofereçam a compatibilidade de tom. Hoje, elas ainda encontram só o básico, mas querem opções melhores. Das entrevistadas, 61% dizem estar em busca de acabamento e fórmulas multifuncionais quando pesquisam uma base.

A carência de produtos compatíveis no mercado nacional acaba pesando no bolso delas. 56% procura opções importadas ocasionalmente ou sempre: 47% fazem isso porque consideram os produtos estrangeiros mais interessantes, 35% acreditam que eles têm mais qualidade e 17% encontram tons compatíveis apenas nas paletas de cores vindas do exterior. Além disso, 57% dizem que compram ou já tiveram que comprar mais de um tom de base para misturá-la a outras porque simplesmente não encontram um produto adequado à sua cor – tendo assim que gastar mais, personalizando a maquiagem.

As diferenças de comportamento de uso da maquiagem também aparecem quando olhamos para diferentes regiões brasileiras, idades e classes sociais. A maioria usa base em momentos especiais (55%), seguida pelas mulheres que usam todos os dias (45%). No Sul (61%) e Norte/Centro-Oeste (58%) está a maior proporção de mulheres que usam bases apenas em momentos especiais, enquanto no Sudeste o uso diário é mais comum, ocorrendo para 51% delas. Já quando analisamos as diferenças em relação a idade, vemos que para 53% das mulheres mais maduras, entre 50 e 60 anos, apenas algumas marcas de maquiagem as valorizam, já entre as mais jovens, de 18 a 29 anos, essa é a percepção de 47% das entrevistadas.

Apesar do cenário geral adverso da indústria de beleza, as mulheres negras consideram que a representatividade vem melhorando. 80% das entrevistadas disseram reconhecer ações que olham para suas necessidades e que as faça sentir valorizadas. Isso evidencia que o principal desafio imposto para as marcas hoje é tornar a representatividade exibida em sua comunicação e publicidade uma realidade em seus portfólios de produtos.

Construindo uma das estratégias de tonalidades mais diversificadas no mundo: com tecnologia humanizada, Avon transforma sua paleta de cores em um portfólio colaborativo de peles

Como resposta a esses aprendizados, somados a estudos e workshops realizados entre 2013 e 2019, a Avon muda sua paleta de cores de bases, pós e corretivos, lançando em novembro deste ano novos itens de maquiagem elaborados com as cores personalizadas para as peles pardas e pretas brasileiras: 7 tons da base líquida Power Stay e da Base Compacta, 10 novos tons de corretivo Power Stay, 2 tons de pós compactos, 1 tom de blush e 1 iluminador Face Drops.

A criação da paleta foi resultado do trabalho colaborativo entre a maquiadora Daniele Da Mata, uma das maiores experts em pele negra no Brasil, e a cientista norte-americana Candice Deleo-Novack, chefe de desenvolvimento de produtos para olhos, rosto e design técnico de produtos da Avon. A dupla conseguiu sintetizar em uma única paleta a maior gama possível de tons e subtons das peles brasileiras ao aportar um olhar humanizado para cada produto.

“Como uma empresa global, nos dá muito orgulho ver o Brasil liderando esse movimento de mudança dentro da companhia. Aprendemos uma nova forma de criar proporções de pigmentos com as mulheres brasileiras e isso se compara ao processo de, por exemplo, lançar uma coleção de alta costura, com roupas personalizadas para essas mulheres e suas características únicas e especiais. E foi esse trabalho sob medida que resultou em novas cores e em uma forma muito mais humana de desenvolvimento em laboratório”, diz a cientista Candice Deleo-Novack.

Além dos lançamentos que ocorrem este mês, ao longo de 2021 a Avon lançará mais 25 produtos com as novas cores para a consumidora parda e negra: 10 novos tons das bases Real Matte, 3 novos tons dos pós Real Matte, 1 nova cor de corretivo, 4 bases Ultramatte, 5 bases líquidas Matte Efeito Segunda Pele e 2 pós soltos com efeito matte.

“Foram oito meses de trabalho utilizando os aprendizados coletados no país em abordagens qualitativas e quantitativas para descobrir percepções, tensões e necessidades não atendidas da consumidora brasileira. Essa longa jornada culminou na nova paleta de cores para pós, bases e corretivos da Avon, que será lançada em novembro de 2020 primeiro nas bases Power Stay e base compacta, com cores da vida real levadas para as fórmulas. A paleta também será aplicada em todas as linhas da Avon até 2021”, explica Juliana Barros, diretora de marketing da categoria de maquiagem da Avon.

Os produtos complementam a oferta total de cores de maquiagem para a pele negra da Avon e selam o compromisso de fazer com que a experiência do consumidor com a marca seja cada vez mais completa. “Os novos itens conversam entre si, ou seja, os corretivos, bronzeadores, blushes e iluminadores foram testados extensivamente na pele das mulheres negras brasileiras para funcionarem em todas as nuances, do médio ao escuro”, afirma a cientista Candice Deleo-Novack.

No total, serão 53 produtos com as novas cores. Além disso, toda a paleta de bases, pós e corretivos ganha novos nomes, sinalizando tom e subtom em uma combinação de letra e número: o número faz referência ao tom (1 para o tom claro, 2 para o médio-claro, 3 para o médio, 4 para o médio-escuro e 5 para o escuro) e a letra faz referência ao subtom: “F” (frio), “N” (neutro) e “Q” (quente).

Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce. SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Como mulheres podem conquistar liberdade financeira?

Especialistas explicam como ter uma relação saudável com o dinheiro

“Mulher não é boa com números”, “Não entendo nada de mercado financeiro, acho difícil e complicado”, são alguns dos pensamentos que podem afastar as mulheres da tão sonhada liberdade financeira. Envoltas, desde a infância, em modelos de comportamento e estigmas que dificultam seu contato com o dinheiro, elas podem, quando crescem, ter dificuldades em manter uma boa educação financeira. Mas, esse quadro é reversível.

Stocksy Unites

A psicoterapeuta Sabrina Amaral, da Epopéia Desenvolvimento Humano, explica que até as brincadeiras de infância podem influenciar na relação feminina com o dinheiro: “Desde pequenas, não somos estimuladas a aprender a lidar com dinheiro e administrá-lo. O tabu já começa nas brincadeiras, em que as meninas ficam com suas panelinhas, brincando de casinha e esperando, passivamente, o papai voltar. Esse estigma segue durante nosso desenvolvimento e aí não aprendemos sobre investimentos, o porquê de economizar, como funciona a questão dos impostos, como negociar ou a fazer nossa própria declaração de Imposto de Renda. Tudo parece difícil e complicado demais! Então, muitas vezes, recorremos ao gerente de contas do banco, ao nosso pai ou nosso marido”.

Além disso, questões emocionais também influenciam. “Se você tem problemas de autoestima e não se valoriza, certamente, não terá uma boa relação com o dinheiro. Se não tiver um bom nível de autoconfiança para reconhecer sua capacidade de ser livre financeiramente, também não terá a tão sonhada liberdade financeira. Isso, sem mencionar a ‘compensação emocional’, em que muitas pessoas gastam mais do que têm, tentando compensar uma falta interna que nunca é preenchida”, relata a psicoterapeuta.

Como consequência, de acordo com Sabrina, é comum que surjam problemas psicológicos: “A depressão está muito relacionada aos problemas de autoestima e sentimentos de incapacidade; o burnout pode advir de extensas jornadas de trabalho para sustentar um padrão de vida que não se consegue manter; adicção por compras em que a pessoa compra compulsivamente; e até mesmo a dependência emocional que prende as mulheres a relacionamentos tóxicos e abusivos”.

Conquistando a liberdade financeira

Para aprender a lidar melhor com estas situações, a especialista em organização financeira pessoal Simone Sgarbi, do Investir, eu? preparou algumas dicas práticas que podem contribuir com essa jornada de ser livre financeiramente:

Se você está em um relacionamento

Sasin Tipchai/Pixabay

Faça um diagnóstico: saiba qual seria seu custo de vida real caso tivesse que se manter sozinha. Analise entre as contas de sobrevivência, como aluguel, luz, água, gás, alimentação, até itens de comodidade como celular, serviços de streaming, algum hobby, enfim, sua vida, qual é o volume de dinheiro que sustenta essa casa. Suponha que, por algum motivo, seu relacionamento acabe. Por quanto tempo você consegue, com seus rendimentos, manter seu padrão de vida? “Incentivamos as mulheres a se imaginarem nessa situação e a buscarem soluções. Por exemplo, no caso do parceiro ou parceira serem os responsáveis pela maior parte das contas da casa, aconselhamos um seguro de vida e, para uma maior tranquilidade familiar, um seguro para doenças graves”, destaca a especialista.

Converse com o parceiro: nos últimos meses, o casal conversou sobre o que falta para que cada um se sinta mais feliz? Qual é o maior sonho do seu companheiro? Reservam tempo para conversar sobre finanças, ao menos, uma vez no mês? Falar sobre faz com que as questões financeiras sejam mais transparentes, e que cada um consiga ter autonomia mesmo dentro de uma relação com salários muito diferentes. “Você pode ser uma mulher independente, mesmo quando ganha menos que seu parceiro. Independência não é sobre o quanto você ganha, é sobre o quanto você precisa para viver”, completa.

Caso pretenda seguir sozinha

Aja com consciência: se você está em um relacionamento, mas pretende se divorciar, deve ter em mente que o casamento é um contrato, e como tal tem suas regras de rescisão. No momento de assinatura dele, vocês decidiram como seria a partilha dos bens. Procure um advogado para orientação e, antes de agir por impulso, pense: Se você trabalha, seu salário é suficiente para cobrir seus custos? Se não trabalha comece a se preparar para voltar ao mercado de trabalho. Se precisar reduzir seu custo de vida, sabe o que cortar? Vai continuar morando na mesma casa? Vão vender e dividir o valor? Vai precisar mudar de bairro? Seus filhos precisarão mudar de escola? Você tem uma reserva financeira para os custos com advogado, mudança e outros imprevistos durante o processo?

Se você não está em um relacionamento, mas vive com alguém

De olho no orçamento: se você ainda mora com os pais ou divide a casa com amigos, mas quer morar sozinha e ser independente, o raciocínio segue a mesma ordem. Observe seu estilo de vida e descubra quanto precisa receber de valor líquido por mês para conseguir trilhar esse caminho. Lembre-se, quanto menor for seu orçamento mais livre você será, pois dependerá menos dos rendimentos mensais que receber.

Como ser forte para enfrentar essa jornada?

Em paralelo às dicas de Simone, vale a pena investir em autoconhecimento, como afirma Sabrina: “Você precisa saber o motivo de não ter uma relação saudável com o dinheiro. Trabalhe sua autoestima e, igualmente, lute para mudar sua atitude mental, sentido-se verdadeiramente merecedora. Para mudar quem você é, é preciso desapegar daquilo que você acredita ser. Valores, crenças limitantes, paradigmas e tudo aquilo que você acredita piamente e restringe seu crescimento. Pode ser difícil seguir esse caminho, ainda mais sozinha, por isso, é inteligente se abrir para algum tipo de acompanhamento emocional, como por exemplo, a psicoterapia”.

A especialista em organização financeira pessoal ressalta que é um trabalho contínuo e depois de algum tempo, inclusive, pode levar à independência financeira. “Liberdade financeira e independência financeira são conceitos diferentes. Uma pessoa livre financeiramente tem reservas suficientes para poder tomar decisões como mudar de casa, de emprego, de estado civil, com tranquilidade. Uma pessoa independente financeiramente consegue viver dos seus rendimentos sem precisar trabalhar, por exemplo, recebendo dividendos de ações ou fundos imobiliários, royalties por algum livro ou produtos que criou, recebimento de aluguéis, previdência etc. Essa é uma construção passo a passo que começa no controle de suas finanças hoje”, conclui.

Simone Sgarbi

O ponto de virada na vida de Simone Sgarbi aconteceu em um momento em que ela estava sufocada em múltiplas dívidas. Então, pensando em estratégias para sair desse ciclo, iniciou no mundo da educação financeira e, não só reverteu a sua situação, passando de devedora a investidora, como criou o Investir, eu?, que ajuda outras pessoas a se planejarem financeiramente e a investir.

Especialista em organização financeira pessoal, com formação na FGV (Fundação Getúlio Vargas), no curso Como organizar o orçamento familiar, e Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), nos cursos Mercado financeiro de A a Z e Planejamento de Investimentos, atualmente Simone também promove o Círculo de Educação Financeira que, por meio de pequenos grupos e grade de estudos personalizada, dispõe às pessoas conhecimentos e ferramentas exclusivas para melhorar sua relação com o dinheiro.

Sabrina Amaral

A psicoterapeuta Sabrina Amaral acredita na transformação do ser humano e, após uma vivência de duas décadas na gestão de processos de RH, fundou a Epopéia Desenvolvimento Humano que se propõe a levar à tona o que o cliente tem de melhor com o intuito de ajudá-lo no processo de se tornar pleno, inteiro e feliz.

Não tem sido fácil ser mulher por aqui! – por Renata Abreu*

Um homem ejacula em uma passageira dentro de um ônibus, mas é liberado porque o juiz não considerou que havia elementos para enquadrar o sujeito no crime de estupro por não ter havido violência. Uma menina de 12 anos, estuprada há anos pelo namorado da tia, é chamada de ‘assassina’ ao se submeter a um aborto legal. Um ídolo de futebol contesta a acusação de estupro alegando que a vítima estava bêbada e não ofereceu resistência. E agora, uma jovem é dopada com ‘Boa Noite, Cinderela’, violentada e a Justiça absolve o réu por entender que houve um ‘estupro sem a intenção de estuprar’.

Quem país é esse, gente? É tão surreal quanto difícil imaginar que fatos como estes ocorram diariamente, colocando as mulheres em situações cada vez mais difíceis. Não tem sido fácil ser mulher por aqui, onde a cada 7 minutos uma de nós é vítima de estupro. Não é esse Brasil que quero para nós e para os nossos filhos. A cada dia fico mais triste em ver no que o nosso Brasil está se transformando, normalizando os absurdos.

O nosso dia a dia, independente da classe social, é cercado de cuidados e precauções, que vão da maneira de se vestir, de se portar, do que dizer e como dizer que, mal interpretados ou com segundas intenções, podem colocar nossas vidas em risco.

Por que ao avistar um grupo de homens ali na frente temos de mudar o caminho? Por que não podemos baixar a guarda no transporte público? Por que não podemos nos divertir numa festa sem receio de ser dopada e violentada? Por que temos de viver num estado permanente de alerta e medo em que descuidos podem significar perigo? Ser mulher não pode ser sinônimo de perigo constante! Diante de homens assim, as mulheres estão em perigo. Os homens têm que ser educados a respeitar as mulheres e a aprender o que é consentimento. Não é não! Sempre!

Agora, quando as mulheres se enchem de coragem, enfrentando o trauma emocional pela violência sexual sofrida, o sentimento de culpa que aniquila 10 a cada 10 vítimas de estupro (mesmo sem ter culpa de nada), a vergonha e o constrangimento de relatar várias vezes o que houve e decidem denunciar o crime, são humilhadas e massacradas por comentários depreciativos e ofensivos.

O julgamento da jovem Mariana Ferrer foi um show de horrores, creio que jamais visto na história do Judiciário brasileiro. Estupro culposo nivela o Brasil a países que toleram a violência sexual, legitimam a injustiça e responsabilizam a vítima por esse crime abominável.

É muito triste saber que esse tipo de comportamento, que ainda subsiste em parte da sociedade, tenha chegado no tribunal de Justiça. Diante do que assistimos estarrecidos e enojados, que mulher irá denunciar um estupro a partir de agora?

Uma Nação grandiosa como a nossa precisa garantir às mulheres uma vida sem violência. A Justiça precisa ser implacável na defesa dos direitos delas. O erro cometido no julgamento em Santa Catarina precisa urgentemente ser corrigido pelas instâncias superiores do Poder Judiciário para que as vítimas dessa violência se sintam seguras para denunciar seu estuprador.

Minha vontade é abraçar Mariana e todas as vítimas desse crime repugnante. Dar a elas meu colo, meu carinho e o apoio que necessitam para que possam sair desse pesadelo e retomarem as suas vidas de cabeça erguida.

*Renata Abreu é presidente nacional do Podemos e deputada federal por São Paulo

Accor e Instituto Avon unidos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas

Fundo para ações de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas lança hotsite

O espaço virtual é mais um passo do Fundo de Investimento Social Privado pelo Fim das Violência contra as Mulheres e Meninas, que tem o objetivo de reduzir os impactos da violência ao apoiar os serviços públicos de abrigamento e proteção e oferecer suporte para a recolocação profissional de mulheres, ajudando-as no enfrentamento a curto, médio e longo prazos

O Fundo de Investimento Social Privado pelo Fim das Violências Contra as Mulheres e Meninas, anunciado no último mês de julho, ganhou mais uma importante ferramenta para sua divulgação. Lançado pela Accor e Instituto Avon, com o apoio do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), o fundo agora tem um hotsite, com objetivo de captar novos parceiros, divulgar os projetos provenientes deste investimento em detalhes e mostrar transparência para empresas que já compõem o fundo.

Pelo novo endereço virtual, empresas interessadas em fazer parte da causa podem conhecer as formas de participar. Para pessoa jurídica, é possível entrar no Fundo seja como Empresa Gestora (doações a partir de R$450 mil), participando do Comitê Gestor do Fundo, responsável por definir as organizações e projetos a serem beneficiados; seja como Empresa Apoiadora (doações entre R$250 mil e R$450 mil), ou, ainda, como Empresa Parceira (doações entre R$50 mil e R$249 mil). O site também traz um espaço para contribuição de pessoa física.

No hotsite, o Fundo também esclarece sua meta em captar R$10 milhões para destinar a organizações que atendam às necessidades materiais, psicológicas e jurídicas das mulheres e crianças em situação de violência, com o objetivo de suprir a insuficiência e a defasagem dos serviços públicos de abrigamento e proteção às vítimas em 2020 e 2021.

Além disso, a forma como os recursos captados serão aplicados também ganhou destaque no conteúdo. São elas: distribuição de 4.500 cestas básicas, durante quatro meses, para famílias lideradas por mulheres; ajuda emergencial de R$ 150 por mulher, por mês, durante quatro meses, para 60 mulheres egressas do abrigamento (em cada estado), impactando, ao menos, 500 mil mulheres ao ano; apoio psicológico e jurídico a 1.500 mulheres; 4.200 diárias em hotéis operados pela Accor em todo o Brasil, com pensão completa, para mulheres e filhos em situação de violência; e apoio a cinco organizações para ações de advocacy, aquelas cujo objetivo seja o de influenciar e potencializar a criação e implementação de políticas públicas relativas à causa do fim da violência contra mulheres e meninas.

“O Fundo de Investimento Social Privado pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas reforça o quão fundamental é o papel da iniciativa privada para conter os impactos da pandemia na vida de tantas mulheres, especialmente aquelas em situação de violência. O novo hotsite veio para complementar essa iniciativa, de forma a nos ajudar a concentrar todas as informações sobre a gestão do fundo, os projetos por ele impactados, bem como o destino dos recursos, com transparência e credibilidade”, destaca Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

Projeto Acolhe

Um importante destaque no hotsite é o Acolhe, projeto da Accor financiado pelo Fundo. “O Acolhe é uma iniciativa para hospedar e capacitar mulheres vítimas de violência, oferecendo-lhes um abrigo temporário nos hotéis operados pela Accor, além de dispor ferramentas para auxiliar na construção de um futuro com mais protagonismo, autoconfiança e autonomia para essas mulheres”, explica Magda Kiehl, vice-presidente sênior de Jurídico, Riscos e Compliance Accor América do Sul e líder do Riise – Programa Mundial de Diversidade de Gênero da Accor.

“Ao todo, 295 hotéis da Accor, localizados em 133 municípios no país, vão beneficiar milhares de mulheres. Esse recurso é proveniente do fundo de emergência global da Accor, o Heartist Fund, dedicado a iniciativas de solidariedade às vítimas do novo coronavírus. Aliada com medidas de segurança física e sanitização, o objetivo é prover hospitalidade, conforto e acolhimento às mulheres desde o momento do check-in”, completa Magda.

Os projetos financiados pelo fundo se apoiarão em algumas frentes de atuação, consideradas prioritárias para a proteção de mulheres e crianças em situação de violência e vulnerabilidade: abrigamento, segurança alimentar, suporte jurídico e psicológico, capacitação para a inserção socioeconômica e fortalecimento de políticas públicas de proteção à mulher.

Mulheres em situação de violência devem acessar o site do Mapa do Acolhimento para encontrar os serviços públicos de proteção disponíveis para abrigamento, que podem ser hotéis, casas-abrigo ou casas de passagem.

Informações: Fundo ISP ou contato@fundoisp.com.br

O Boticário promove ação para capacitar mulheres 40+ para serem novas influenciadoras digitais

“Geração Botik” é uma iniciativa inédita que quer transformar o espaço de influência e marca o lançamento da linha de cuidados faciais

O Boticário acaba de lançar Botik, nova marca de cuidados faciais e, com a proposta de democratizar o skincare e os ativos presentes nos produtos, convida o público a deixar ‘seu rosto no modo ativo’.

Potencializando ainda mais esse convite, a marca desenvolveu, em parceria com a Youpix, um treinamento inédito para capacitar mulheres acima dos 40 anos para serem influenciadoras digitais. Com essa iniciativa, Botik vai colocar o rosto de novas mulheres, que não são nativas digitais, no modo ativo, protagonizando mais espaços e celebrando as diferenças. “Vamos dar voz à Geração Botik, uma geração que não se limita ou define por idade, mas que tem muitas experiências e conteúdos incríveis para compartilhar nas redes sociais”, conta Gustavo Fruges, diretor de Comunicação do Boticário.

Com a iniciativa, a marca vai selecionar 200 candidatas para serem capacitadas em um curso online, com linguagem e olhar específicos para elas. As inscrições acontecem a partir de 20 de outubro no site da marca. Para se candidatar, todas as mulheres – com 40 anos ou mais – interessadas devem inserir seus dados para cadastro e uma mini biografia. A seleção será feita por um júri técnico que vai avaliar o potencial de geração de conteúdo das candidatas, especialmente, no que diz respeito a autoestima e autocuidado.

A criação, inédita e necessária, tem como ideia central dar voz às mulheres de todas as idades, provando que nada deve limitá-las, bem como Botik que foi desenvolvida para a diversidade brasileira, abrangendo todos os tipos, cores e idades de pele. “Ao incluir essas mulheres nas redes sociais em posição e responsabilidade de serem influenciadoras, queremos que mais e mais mulheres, em toda a sua diversidade, incluindo a etária, sejam inspiradas a dividir experiências, independente de idade. Mostrando como todas podem estar ativas, tanto na sua rotina como na internet “, completa Gustavo.

Para estrelar essa campanha e abrir o debate com o público a partir da provocação “Quem são as mulheres acima dos 40 que te influenciam nas redes sociais?”, Botik lança um manifesto com um time de mulheres 40+ inspiradoras que pode ser conferido nas redes sociais da marca.

“No mundo digital, a influência para além da idade tem pouca representatividade e o Boticário quer abrir esse caminho. Ficamos muito felizes em fazer parte dessa história! Mais do que dar protagonismo para mais mulheres, estamos provocando gerações mais jovens a terem um leque mais rico de referências. Vamos ver mais mulheres de 20 e 30 anos trocando experiências com mulheres de 60, por exemplo, sobre assuntos diversos, como autocuidado, autoconhecimento, bem-estar e beleza em qualquer fase da vida”, comenta Bia Granja, sócia e CCO da Youpix.

Após o período do curso, as novas influenciadoras da Geração Botik serão acompanhadas e apoiadas pela marca. “A forma de apresentar produtos e serviços mudou. Marcas buscam influenciadores que estejam engajados em causas, que sejam verdadeiros e empáticos e acreditamos que a construção desse programa contribuirá para essa demanda do mercado e para uma sociedade cada vez mais inclusiva, finaliza Gustavo.

A ação foi idealizada pela agência Pros.

Inscrições: de 20 a 25 de outubro pelo site d’O Boticário

Brasileira lança rede social gratuita para mulheres empreendedoras

Donadelas é a nova plataforma digital para conectar ideias, projetos e serviços entre mulheres a frente de seus próprios negócios

O Brasil é um terreno muito fértil para o empreendedorismo feminino. Um relatório do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), divulgado no ano passado, demonstra que a taxa de empreendedoras no estágio inicial do negócio (de até 3,5 anos) chegou a 16 milhões de mulheres, ou seja, elas são responsáveis por metade dos negócios nesta fase, no país.

O fenômeno da entrada maciça de mulheres no terreno do empreendedorismo, que até pouco tempo atrás era majoritariamente liderado por homens, pode estar relacionado aos dados apresentados pelo Governo Federal que dão conta de que três em cada quatro lares brasileiros são hoje chefiados por mulheres — 41% tem o próprio negócio. Eles, geralmente, são voltados para varejo e serviços.

De olho neste movimento e com a proposta de criar um espaço único e inovador para discussão de ideias e troca de experiências entre mulheres que estão adentrando o mundo do empreendedorismo — a maioria dos negócios chefiados por elas está em estágio inicial como mencionado –, a empreendedora Ely Ribeiro aposta no ineditismo de uma rede social dedicada a elas.

“Muitos dos lares brasileiros chefiados por mulheres têm como característica o esforço individual de cada uma. Grande parte das vezes, essas mulheres não têm emprego formal, se veem diante da necessidade de empreender e apostam naquilo em que têm algum conhecimento, mas sem metas pré-definidas. Desenvolver ações práticas e com foco em resultados rápidos torna-se primordial para atender as limitações de tempo que elas dedicam ao negócio, nessa premissa, a rede Donadelas apresenta um layout simples, com foco em negócios, que pode gerar um impacto positivo na vida dessas mulheres – explica Ely.

O Donadelas foi idealizado para proporcionar mais oportunidades de negócios a essas brasileiras que estão iniciando seu caminho na seara do empreendedorismo e também àquelas que já se encontram há mais tempo no mercado, já aprenderam com os erros e têm boas perspectivas de crescimento.

“O interessante é que se trata de uma rede gratuita, disponível a qualquer mulher que deseje divulgar seu trabalho ou fazer networking com outras empreendedoras. Na página pessoal é possível postar fotos, colocar detalhes de seu perfil e história. Há também espaço para enquetes rápidas, que podem facilitar em muito na pesquisa de tendências ou ideias, e ajudar as empreendedoras na tomada de boas decisões”, conta a idealizadora da rede social.

Ilustração: Pete Linforth/Pixabay

O Donadelas tem uma vertente internacional, com a participação de um sócio-investidor, o francês Mohamed Moulaye: “Nosso foco inicial é apresentar uma plataforma que facilite a vida e os negócios das mulheres empreendedoras no Brasil, e em breve visamos conectá-las numa rede mundial de partilha de conhecimentos, experiências e negócios, beneficiando-as com a possibilidade de expansão de seus empreendimentos além-fronteiras”, relata.

Informações: Donadelas