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Grand Cru promove degustação inédita com mais de 13 vinícolas do mundo

Experiência conta com participação de produtores e enólogos no dia 21 fevereiro no Museu do Vinho em São Paulo

A importadora traz mais uma edição da famosa Grand Tour que já tem data marcada para o próximo dia 21. Um tour completo pelos vinhos do Velho e Novo Mundo, com degustações e participações de produtores, enólogos e embaixadores das vinícolas.

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Na ocasião, poderão ser degustados os rótulos das vinícolas diretamente com seus produtores, enólogos e representantes: Viña Koyle (Chile), Errazuriz Wines (Chile), Humberto Canale (Argentina), Bodega San Pedro de Yacochuya (Argentina), Quinta do Vesuvio (Portugal), Ricossa Wines (Itália), Acquesi (Itália), Barone Montalto (Itália), San Marzano (Itália), Zuccardi (Argentina), Viña Cobos (Argentina), Mazzei (Itália) e Estandon (França).

Para completar a noite, músicas e comidas serão servidas, além da participação especial do produtor de queijos Cruzília de Minas Gerais, que montará uma mesa de degustação cortesia durante o evento.

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O ingresso inclui oito tickets, sendo quatro da cor branca e quatro da cor bordô. Os vinhos serão divididos em duas categorias e cada participante poderá provar quatro vinhos de cada, totalizando oito taças de 60ml por pessoa.

Proibida a venda e participação de menores de 18 anos.

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Serviço Grand Tour
Dia: 21/02/2018
Horário: das 19h30 às 23h
Local: Museu do Vinho
Endereço: Rua Minas Gerais, 246 – Higienópolis, São Paulo – SP
Valor: R$ 189,00

Os vinhos do Brasil ganharam um museu

A centenária Peterlongo, de Garibaldi, na Serra Gaúcha, lança seu novo tour com uma coleção de objetos da comunidade e acervo próprio

Contar histórias sobre o vinho não é problema para a Vinícola Peterlongo, memória viva da vitivinicultura brasileira. Centenária, elaborou o primeiro espumante no país em 1913 e, a partir daí, deu início à trajetória da bebida no Brasil. Única a manter de pé seu patrimônio arquitetônico original do início do século passado, ostenta um emblemático Castelo nos padrões da região de Champagne (França), um túnel e uma cave subterrânea em pedras basálticas.

Junto a tudo isso, a empresa, que passou por uma grande transformação, abriu suas portas no dia 4 de outubro diferente. Um novo tour chega para incrementar o enoturismo. E o grande destaque do passeio é um memorial com objetos raros da vinícola e da comunidade.

“Escolhemos o mês da Fenachamp, a Festa Nacional do Espumante, para lançar o novo tour enoturístico da Peterlongo. Nossos visitantes vão mergulhar no mundo do vinho, especialmente do espumante, num passeio revitalizado, que expõem o acervo da Peterlongo e peças doadas ou cedidas por pessoas da comunidade regional”, destaca Luiz Carlos Sella, sócio-diretor da Vinícola Peterlongo. As obras seguem em ritmo acelerado e com todo cuidado para preservar cada canto da empresa que reserva curiosas histórias desta trajetória precursora.

A visita tem início em uma sala de 600 metros quadrados. Nela, dividirão espaço pipas de madeira de 10 mil litros e objetos de vinificação utilizados pela vinícola no início de suas atividades, além de garrafas e rótulos antigos que montam uma linha do tempo. Painéis exibem imagens antigas e informações relevantes da construção da história da Peterlongo e do vinho brasileiro. Um Ford 29, de propriedade do ex-presidente da Fenachamp e da CIC de Garibaldi, Pedro Carrer, é uma das peças confirmadas para habitar o museu e que já está nas dependências da vinícola.

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Ao final do museu, uma escada conduzirá o visitante ao espaço de tanques de aço inox, seguindo para a sala de guarda onde os vinhos amadurecem em bordalesas de carvalho francês. Avançando, o turista acompanha o processo de guarda em uma cave onde o vinho já engarrafado repousa até chegar à mesa do consumidor. Antes de chegar ao varejo, ainda tem a passagem pela primeira cave subterrânea do Brasil, que reserva mistérios e a nostalgia de uma época de pioneirismo na elaboração do espumante. Ao fundo, um túnel histórico, que segue a direção do vento Minuano, criando, naturalmente, um ambiente com umidade, luz e temperatura ideais para a elaboração do produto.

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A Peterlongo traz na bagagem feitos como o de ser a primeira vinícola brasileira a empregar mão de obra feminina, a Peterlongo também foi a primeira empresa da região a pagar salário mínimo aos seus operários na década de 1930, com a instauração das leis trabalhistas. Essas e outras curiosidades estarão presentes no trajeto percorrido pelo visitante.

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Comunidade pode participar com peças

Peterlongo continua com a campanha para arrecadar peças históricas para o museu. Podem ser objetos datados entre 1915 e 1950, que tenham relação com o mundo do vinho. As pessoas podem doar ou ceder objetos raros, seguindo o exemplo de Carrer, que não tem data limite para estacionar seu Ford 29 em outro lugar. Todo acervo será identificado com o crédito de cada proprietário.

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Informações: Peterlongo – sac@peterlongo.com.br ou pelo (54) 3462.1355.