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Instituto Neoenergia e a Save Brasil criam Livro de Colorir-Aves Migratórias

Em comemoração ao Dia Mundial das Aves Migratórias e ao Dia das Crianças, Instituto Neoenergia e Save Brasil lançam livro de colorir; Publicação também celebra o Dia Mundial das Aves (5) e é um presente às crianças e pais, nas atividades de interação em tempos de aulas online

Outubro é um mês mais do que especial para as crianças, com a comemoração de um dia dedicado a elas (12). Muitos podem não saber, mas é neste mês que se comemora o Dia Mundial das Aves (5) e também das Aves Migratórias (10). Em homenagem às datas, o Instituto Neoenergia e a Save Brasil criaram o Livro de Colorir-Aves Migratórias, que traz, em linguagem infanto-juvenil, informações curiosas e didáticas sobre seis espécies de aves limícolas – aves que se alimentam de invertebrados escondidos na lama – das quais cinco são migratórias. Essas aves aparecem em determinadas épocas do ano, na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte.

“Sempre pensamos em desenvolver algo exclusivamente dirigido às crianças, com informações didáticas sobre espécies de aves no Brasil, com fruto de nosso apoio já há cinco anos ao projeto Flyways Brasil, em parceria com a Save. O livro tem outro aspecto bem legal, o de ajudar aos pais e responsáveis na realização de atividades de interação com crianças nestes tempos de aulas online em função da pandemia, mas com um conteúdo bem elucidativo e curioso a qualquer idade. É só imprimir e pintar”, afirma Renata Chagas, Diretora Presidente do Instituto Neoenergia.

Maçarico-de-papo-vermelho

São 15 páginas produzidas numa linguagem infanto-juvenil, com a apresentação de aves limícolas migratórias, como o maçarico-de-papo-vermelho, que consta na lista do Ministério do Meio Ambiente como uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil, e que passa os meses de setembro a abril no país, para depois migrar para o Ártico, onde se reproduz.

“Estamos muito felizes com essa publicação porque ela divulga espécies que são pouco conhecidas pelos brasileiros, mas que são encontradas na Bacia Potiguar, e em outras praias do Brasil, durante vários meses do ano. É fundamental compartilharmos nosso conhecimento sobre as aves com as crianças. Elas se encantam com as histórias, com a migração, conectam conteúdos (biologia, geografia, matemática etc.) e ficam orgulhosas de contar sobre sua experiência com a natureza. O Brasil é um dos três países que abriga o maior número de espécies de aves no mundo – nossas crianças precisam conhecer para conservar” diz Juliana de Almeida, gerente da SAVE Brasil.

Com seis ilustrações para colorir e informações sobre cada espécie, o livro contou com a curadoria do biólogo e auxiliar de projeto da Save Brasil, João Paulo Damasceno, para o desenvolvimento das ilustrações que refletissem fielmente características das aves, realizadas pelo ilustrador, Alvaro Faria.

O download do livro pode ser feito aqui.

Sobre o Instituto Neoenergia

O Instituto Neoenergia tem o propósito de fomentar o desenvolvimento de ações socioambientais nas áreas em que a Neoenergia, sua mantenedora, atua, por meio do apoio à sociedade na gestão e promoção dos projetos selecionados, reforçando a marca e o compromisso da empresa com o desenvolvimento da cultura e economias locais.

Para o ciclo de 2018 a 2022, o desafio do Instituto Neoenergia é colaborar diretamente com o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU. Os principais objetivos são a contribuição para a melhoria da qualidade de vida das pessoas mais vulneráveis e a aposta pelo desenvolvimento sustentável, por meio da realização e apoio de projetos dentro dos seguintes pilares: Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Mudanças Climáticas, Arte e Cultura, Ação Social e Colaboração Institucional, que busca alianças para alcançar os ODS.

Sobre a Save Brasil

A Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que tem um foco especial na conservação das aves brasileiras. A SAVE Brasil faz parte da aliança global da BirdLife International presente em mais de 120 países, e atua de maneira participativa, elaborando e implementando estratégias e ações de conservação em conjunto com organizações locais e nacionais, órgãos governamentais, empresas, líderes comunitários, pesquisadores e membros da sociedade civil.

Dia das Aves: espécies podem retornar a regiões que se tornaram mais calmas e limpas

Políticas públicas em áreas urbanas e rurais precisam contribuir para com a preservação

Mudanças provocadas pela pandemia de Covid-19 em áreas urbanas e rurais ocasionaram redução da poluição e dos ruídos em algumas regiões. Uma consequência positiva é a volta de animais silvestres a locais dos quais eles haviam sido afugentados. Esta movimentação pode ser observada entre espécies de aves, cujo dia é celebrado em 5 de outubro.

Nos primeiros meses da quarentena, por exemplo, foram avistados patos silvestres em uma fonte em Roma e nos canais de Veneza, na Itália. Na Índia, um pavão foi flagrado circulando pelas ruas. Os registros foram noticiados por veículos de imprensa de diferentes países. Em bairros de cidades brasileiras, moradores passaram a avistar pássaros mais frequentemente, o que pôde ser observado em diversas postagens em redes sociais digitais.

Conforme explica Cristina Maria Pereira Fotin, membro da Comissão Técnica de Médicos-veterinários de Animais Selvagens do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), essa circulação ocorre porque os animais procuram ambientes que ofereçam condições mais favoráveis, como abrigo seguro e alimento.

De acordo com a médica-veterinária, a sociedade pode contribuir ainda mais para que haja a presença das aves ao preservar árvores frutíferas que atraem pássaros e outros animais silvestres. “É fundamental manter a flora existente, fomentar programas de plantio e o consumo consciente para a redução da produção de lixo e resíduos.”

Cristina alerta, entretanto, quanto à importância de não oferecer alimentos ou água para atrair as aves, uma vez que esta prática pode provocar desequilíbrios na dieta de espécies e, ainda, atrair animais com potencial de transmissão de doenças, como ratos, mosquitos, entre outros.

Planejamento urbano e controle de queimadas são cruciais

Foto: Frank Magdelyns/Pixabay

Para a médica-veterinária Hélia Maria Piedade, que faz parte da Comissão Técnica de Animais Selvagens do CRMV-SP, a arborização urbana, incluindo espécies de plantas benéficas para alimentar e abrigar aves, deve fazer parte do planejamento das cidades.

“São fundamentais, ainda, medidas para manter os gatos domésticos restritos dentro das residências”, sinaliza Hélia, sobre uma ação de fomento à guarda-responsável que também reduz as chances de os felinos, com seu comportamento predador natural, atacarem aves jovens e ninhos.

Neste contexto, o controle da ocorrência de fogo em áreas verdes é outro tópico enfatizado pela médica-veterinária, cujos impactos são drásticos para toda a fauna silvestre. “Com o fogo, falta alimento, abrigo e parceiros, o que gera desequilíbrio de todo um sistema complexo das relações entre os animais, plantas e meio ambiente”, afirma a profissional.

Saiba o que fazer se encontrar uma ave ferida

Exoticvetclinic.com

É comum as pessoas encontrarem aves feridas nas ruas e estradas, em varandas e quintais das residências. Hélia orienta que a primeira medida é verificar se de fato há sinal de que a ave está machucada.

“Muitas vezes está apenas desorientada ou cansada. Nestas situações, geralmente, são filhotes inexperientes”, diz a médica-veterinária, que sugere observar se há outra ave da mesma espécie por perto ou algum ninho. “Caso o local não represente risco imediato ao animal, deixe que ele descanse”, explica Hélia.

Se realmente for necessário recolher o animal, Cristina explica que a ave deve ser envolvida com uma toalha e colocada em uma caixa ventilada e fechada, de forma a proporcionar sensação de segurança e diminuir o estresse. “Evite pressionar a região peitoral da ave, que controla a respiração. Do contrário, algumas espécies podem causar ferimentos com o bico ou garras na tentativa de se defenderem.”

Depois, é preciso levar o animal para atendimento em centros de reabilitação e fauna silvestre ou entregá-lo em um posto de polícia ou guarda ambiental, para que seja direcionado a pontos de tratamento especializado, os quais, posteriormente, farão a soltura do animal em local apropriado, quando a ave estiver preparada.

Hélia enfatiza a delicadeza da constituição física das aves. “Não é recomendo que pessoas não habilitadas façam algum tipo de manobra ou procedimento, tanto para preservar a ave, como para evitar que a pessoa se contamine por uma possível doença que possa ser transmitida.”

Permanecer com a ave não é permitido

Aves de vida livre são protegidas pela Lei Federal nº 9605/98, conhecida como “Lei de Crimes Ambientais”, que proíbe “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente”.

Isso significa que não é permitido ao cidadão permanecer com a ave em casa. Todo animal silvestre que necessite de resgate deve ser encaminhado o mais breve possível para os locais autorizados pelo órgão ambiental competente.

Confira alguns órgãos que podem receber animais resgatados no Estado de São Paulo clicando aqui:

Fonte: CRMV-SP

Parceria entre Natura, Heineken e Rock in Rio resulta na transformação de 10 toneladas de plásticos

 Copos foram utilizados no festival em embalagens dos novos Deos Corporais Humor e evitam emissão de 15 toneladas de CO²; marcas firmaram o compromisso histórico de reciclar os copos utilizados pelo público durante os sete dias do Rock in Rio 2019, para transformá-los em tampas das novas unidades de Deo Spray de Humor

Por um mundo com mais beleza e menos lixo, Natura, Heineken e Rock in Rio se uniram pela transformação. A Cidade do Rock na edição de 2019 do festival foi palco de mais uma operação de reciclagem, desta vez focada no reaproveitamento dos copos utilizados pelo público. Uma parceria inédita entre as marcas possibilitou que 10 toneladas de copos plásticos dessem origem a tampas de novos produtos da Natura. A iniciativa resultou na produção de 670 mil unidades de tampas do novo Desodorante Corporal Spray de Natura Humor e evitou a emissão de 15 toneladas de CO2 no meio ambiente, mostrando que o lixo não é um fim, mas um novo começo.

Com o objetivo de oferecer novos caminhos sustentáveis para os resíduos gerados no festival, a ação promoveu a reciclagem dos copos em três fases. O primeiro passo, a coleta dos resíduos, foi dado pelo Rock in Rio, que promove ações de gestão de resíduos desde 2011, com atuação de cooperativas parceiras do evento, responsáveis pela triagem dos materiais. Após o processo de separação dos copos, o plástico foi convertido em resina reciclada, com apoio da petroquímica Braskem, parceira da Natura no fornecimento de matérias-primas plásticas utilizadas nas embalagens da marca. Por fim, com apoio da Silgan, também parceira da Natura, a resina reciclada foi modelada e transformada em tampas das embalagens dos novos deos de Natura Humor.

“A Natura tem um compromisso histórico com a sustentabilidade, que é um dos pilares de atuação da marca. Desde 2007, somos uma empresa Carbono Neutro e acreditamos que o compromisso de reduzir as emissões de carbono e gerar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente é um desafio coletivo”, explica Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura. “A parceria com a Heineken é mais um desdobramento do movimento ‘Todos Juntos #PorUmMundoMaisBonito’ e da nossa causa #MaisBelezaMenosLixo, no qual fazemos um convite para que as pessoas se engajem, repensando hábitos”, completa a executiva.

A mobilização entre as marcas garantiu novo destino a 10 toneladas de copos plásticos, dando continuidade às ações entre as marcas de cuidado com o meio ambiente – as tampas recicladas ainda podem ser utilizadas em até 10 refilagens dos deos corporais Meu Primeiro Humor Feminino e dos lançamentos da linha de deos, o casal Química de Humor Feminino e Masculino. Os produtos também possuem formulação feita com álcool 100% orgânico.

“Vivemos um momento global onde as marcas precisam ter um papel ativo na transformação da vida das pessoas. Por isso, estamos felizes em poder inspirar o mundo com atitudes positivas como esta, pois por meio dela podemos reforçar a mensagem que todo cuidado com o meio-ambiente é importante e que o futuro da natureza tem que ser uma preocupação coletiva”, comenta Vanessa Brandão, diretora de marcas premium do Grupo Heineken no Brasil.

Em reforço ao compromisso da Natura com a sustentabilidade, o uso do plástico pós-consumo da Braskem promove a reinserção do resíduo plástico no ciclo produtivo. A iniciativa também auxilia na conscientização do consumidor final sobre o caminho realizado pelos resíduos descartados adequadamente. Além disso, a resina reciclada é uma alternativa viável para melhorar a pegada ambiental dos produtos e contribuir com a captura de carbono.

Para Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, “é muito bom quando encontramos marcas que compartilham os mesmos valores que os nossos. O Rock in Rio implementa um plano de gestão de resíduos muito abrangente, hoje temos uma taxa de reciclagem na ordem dos 80%. Desde 2011, numa parceria com a Comlurb, os resíduos recicláveis gerados na Cidade do Rock são separados e vendidos por cooperativas parceiras, o que ainda gera renda para os catadores. Desta forma, quando Natura e Heineken nos procuraram com essa ideia ousada e brilhante, abraçamos imediatamente e parte do trabalho já estava organizado para que estes copos pudessem seguir para a reciclagem”, garante Roberta.

O processo de transformação dos resíduos do festival é um incentivo tanto de Natura e Heineken, quanto do Rock in Rio, que desde 2013 possui a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, a reutilização de materiais e ao convite da reflexão: em um mundo que se transforma, a ressignificação do fim é um novo começo.

Sobre os produtos

Lançamento
Deo Corporal Química de Humor Feminino R$ 32,20 (100 ml)


Frutal moderado. Mistura irreverente que combina notas de romã, fruta explosiva e afrodisíaca, com o contraste da piper, pimenta da biodiversidade brasileira.

Lançamento
Deo Corporal Química de Humor Masculino R$ 32,20 (100 ml)


Amadeirado moderado. Mistura irreverente de madeiras que combina notas de romã com o contraste da piper, pimenta da biodiversidade brasileira.

Deo Corporal Meu Primeiro Humor Feminino R$ 32,20 (100 ml)


Frutal moderado. O encontro das notas cítricas com um irresistível frozen de pera. Sua fórmula combina tecnologia desodorante que protege contra os odores da transpiração com uma perfumação leve, perfeita para o o dia a dia.

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

 

Como o desmatamento da maior floresta tropical do mundo interfere na saúde da população?

Covid-19 e outras doenças chegam até nós como consequência da degradação ambiental

A preservação do meio ambiente nunca esteve tão em voga quanto ultimamente, o assunto é de extrema importância, não só pela vida dos seres vivos que ali habitam, mas também para a saúde ambiental do planeta e do ser humano.

A degradação ambiental ocorre há anos, e cada vez mais vemos de perto como esse descaso com as florestas interfere diretamente na vida da população. Estudos científicos já atestaram que o desmatamento gera uma cadeia de acontecimentos complexos, criando meios para que diferentes patógenos mortais se espalhem entre os humanos. Doença de Lyme e a malária, por exemplo, surgiram a partir daí.

São 40 mil espécies de plantas, milhões de insetos e 400 mamíferos que estima-se ter na Amazônia, floresta que ocupa sete milhões de quilômetros quadrados e faz parte de nove países da América do Sul. O especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, Rafael Zarvos, alerta a necessidade das pessoas entenderem que desmatamento e doenças estão relacionados.

Doenças como a zika, que somada a dengue e chikungunya contabilizaram um aumento de 248% do número de casos no ano de 2019, é exemplo de enfermidade que veio da cena rural para a urbana pelo avanço do desmatamento em áreas florestais. “A destruição da natureza coloca em risco a nossa própria existência. O coronavírus, por exemplo, responsável pela pandemia que vivemos, é fruto do contato de humanos com morcegos”, destaca Rafael.

Em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é possível ver que a cada quatro meses o ser humano tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, e que 75% das doenças são de origem animal. O consumo de carne crua de animais silvestres, o desmatamento, as mudanças climáticas e o tráfico ilegal de animais silvestres são fatores que contribuem para facilitar o contágio de seres humanos por patógenos que vivem na natureza e nas espécies que ali habitam.

Abaixo, artigo de Rafael Zarvos:

Meio ambiente, problema da destruição e pandemia. As pessoas precisam ter em mente que uma coisa está relacionada com a outra. Infelizmente, somos a única espécie capaz de de destruir e de ameaçar a nossa própria sobrevivência. A destruição da natureza coloca em risco a sobrevivência da espécie humana. A forma como a sociedade está transformando o meio ambiente e reduzindo os habitats, faz com que animais silvestres e seres humanos se aproximem.

Isso potencializa o risco de transmissão de variados patógenos aos seres humanos. Uma publicação recente da biblioteca nacional de medicina aponta que existem cerca de 165 espécies de doenças capaz de causar algum dano ao ser humano. Relatório da ONU mostra que a cada quatro meses a gente tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, sendo que 75% das doenças que temos são de origem animal.

O impacto no meio ambiente de maneira negativa, acaba trazendo essas consequências que agora estamos vendo na pele, que é a pandemia originada pelo novo coronavírus. Em relação ao desmatamento, florestas estão sendo derrubadas para pasto, agronegócio. Mudanças climáticas, por conta da alteração da temperatura. Inclusive, uma publicação que saiu hoje (24) em um  jornal diz que a Groenlândia atingiu um ponto irreversível no degelo depois de 40 anos, e resultará no aumento de um milímetro por ano nos oceanos. Parece pouco, mas vai gerar impactos negativos a quem mora em ilhas e perto da costa. Um milímetro faz muita diferença.

A partir do momento que você tem mudanças climáticas com o aumento da temperatura, os micróbios começam a ter uma sobrevida maior. Tráfico ilegal de animais silvestres. Todos esses fatores contribuem, além do consumo da carne crua dos animais silvestres. Em relação ao coronavírus, por exemplo, tudo indica que a contaminação ocorreu pelo morcego no mercado chinês (mas ainda não está comprovado). Na história, para dar outro exemplo com origem já comprovada, o HIV, o vírus da Aids. Tudo indica que ele teria passado para o ser humano na década de 30 por meio de tribos africanas que faziam caça e domesticação de chimpanzés e macaco verde.

Passaram-se todas essas décadas, quando veio a explosão e, teoricamente, o marco zero teria ocorrido nos anos 1980 com um comissário americano que morreu nos Estados Unidos após viagem. Posteriormente, descobriu-se que surgiu, na verdade, em 1959, com registro de um rapaz no Congo que morreu de doença não detectada, mas que teve seu sangue congelado para posterior avaliação.

Ebola é outro exemplo de doença originária de animais silvestres, pois veio por meio do morcego de fruta. A gripe aviária, aqui no Brasil, a zika e por aí vai. Meio ambiente e doenças estão correlacionados, é preciso tomar cuidado. De acordo com o relatório da ONU, quanto maior a diversidade entre as espécies, mais difícil fica essa contaminação, pois passa de uma espécie para outra até chegar na gente. Se você elimina todas as espécies, ou se encurta a distância entre elas, você tem o que estamos vivendo agora: uma pandemia. E a relação de lixo descartado incorretamente e doenças?

A peste negra é um exemplo de doença que veio da falta de higiene. Se você descarta o lixo incorretamente, atrai vetores como o rato, por exemplo, que vai se aproximar e é vetor de doenças. Saneamento básico também. Cientistas especulam que o vírus que desencadeará a próxima pandemia já está em circulação, é só uma questão de tempo até sermos atingidos. Isso prova que está mais do que na hora de prestarmos atenção no consumo de produtos, além de pequenos hábitos do dia a dia que podem ser cruciais para ajudar o meio ambiente e a nós mesmos.

 

Trazer a natureza para dentro de casa é importante para o bem-estar

Sete ideias que ajudam a manter o contato com a natureza e ainda aproximam a família

O contato com a natureza é uma das formas mais simples e eficientes para minimizar o estresse da vida moderna e manter um estilo de vida saudável. Em 2016, um estudo da universidade de Harvard revisou dezenas de pesquisas da área e indicou que o contato com a natureza estimula as pessoas a fazerem mais atividades físicas, perderem peso e terem menos problemas cardiovasculares, além de diminuir potencialmente os problemas de saúde mental, como estresse e depressão.

Esses resultados somaram-se aos de vários outros estudos que também apontam a relação direta da natureza com o aumento na concentração, incremento da memória e a evolução na recuperação de procedimentos cirúrgicos. Mas como manter contato com os elementos da natureza em tempos de pandemia de coronavírus, com parques públicos reabrindo de forma moderada e recomendação de isolamento social? A resposta está na criatividade.

“A natureza é parte integrante e indissociável da saúde humana e, portanto, o acesso a ela deve sempre ser garantido. Além de todos os benefícios que oferece, como ar limpo, água potável e alimentos nutritivos, é na natureza que buscamos o relaxamento, a reconexão com nós mesmos e inspirações para a vida. A natureza é o melhor remédio para a saúde física e para a saúde mental”, diz Leide Takahashi, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), da Comissão Mundial de Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza e gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

A especialista separou sete maneiras de se conectar com a natureza, mesmo em tempos de isolamento social.

Obras de arte: estudo publicado em 2015 no International Journal of Environmental Research and Public Health apontou que imagens que retratam a natureza ajudam as pessoas a se recuperarem de situações de estresse. Portanto, ter um ou dois quadros em casa com imagens de vegetação ou de paisagens naturais é um jeito simples de cuidar da própria saúde.

Piqueniques caseiros: uma opção bem interessante de manter o contato com a natureza é realizar piqueniques em casa. A atividade é bem simples: basta estender uma toalha colorida na sala, flores, plantinhas e alimentos saudáveis para aproveitar a diversão em família. Essa também é uma oportunidade para educar as crianças sobre a origem dos alimentos e a importância da natureza.

Jardins e hortas: já que não é indicado ainda irmos até à natureza neste momento, por que não trazê-la mais para dentro de casa? Até mesmo quem mora em pequenos apartamentos pode – e deve! – cuidar de plantas, ter um minijardim ou uma pequena horta caseira. O contato com as plantas serve como uma forma eficaz de terapia, ajudando no relaxamento e na sensação de bem-estar. Mais do que isso, quando feito junto com crianças, ajuda a transmitir a mensagem da importância de se conservar e proteger as espécies e o meio ambiente.

Sons da natureza: são como uma música clássica, uma orquestra. Têm o poder de auxiliar o indivíduo a relaxar, se liberar um pouco das questões cotidianas e transportar os pensamentos para lugares e paisagens que transmitem prazer e serenidade. A Fundação Grupo Boticário montou uma playlist no Spotify com sons da natureza para que as pessoas se conectem com o mar, o canto dos pássaros da Mata Atlântica, o coral das aves ao amanhecer, os sons relaxantes produzido pelas baleias, entre outros.

Woodstream Brands

Atividades manuais: esta é uma boa maneira de reunir a família para cocriar objetos que valorizam a vida animal, promover a educação sustentável e se divertir. É possível, por exemplo, chamar a garotada para montar um minhocário, um bebedouro para os pássaros ou um abrigo para pequenas aves. Tudo com material reciclado ou reaproveitado.

Calico’s Nest

Observação de aves: a prática de observação de aves, também conhecida como birdwatching, já mobiliza cerca de 30 mil pessoas no Brasil, segundo dados da Conservação Internacional. E esta é uma prática que pode muito bem ser feita em casa, prestando atenção nas espécies de aves que estão próximas às nossas janelas, varandas e quintais, nas árvores ou até mesmo nas fiações das cidades.

Essências: além de espalhar plantas e vasos pela casa, inclusive como forma de decoração do espaço, é possível usar incensos e essências naturais que remetam à natureza e ajudem no relaxamento.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

Projeto Músicas Para Relaxar é focado em meditação e relaxamento

Formado por 3 álbuns, o intuito é diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento de pandemia

A Sony Music disponibilizou o projeto “Músicas Para Relaxar”, formado por um pack de três álbuns para ajudar a diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento pela pandemia do coronavírus.

O projeto seguiu um estudo da gravadora, que identificou o aumento pela procura de músicas neste perfil. Todas as 50 faixas foram compostas pelo maestro Ricardo Itaborahy Soares, de Minas Gerais. Foram usados sons reais da natureza com linhas melódicas para a composição de cada canção.

O primeiro álbum, que conta com 20 faixas, é todo em inglês e recebeu o nome de “Meditate And Relax To The Sounds Of Nature”. Já o segundo disco, “Música Pra Dormir Relaxar e Meditar”, traz 15 músicas. Para fechar, mais 15 canções com o título de “Barulho da Natureza”.

mulher ouvindo musica na cama fone de ouvido

Tracklist (para acessar clique no nome do álbum):

Meditate and Relax to the Sounds of Nature
1) Forest Blue – 3:04
2) Whales in the sea – 3:08
3) Free Birds – 3:01
4) Light Wind – 3:25
5) Bright Forest – 2:55
6) Sea Shore – 2:50
7) Calm River – 3:02
8) Tree and Birds – 3:16
9) Rainning – 3:03
10) Beach and nature – 3:11
11) Small waterfall – 3:06
12) The Coast Wind – 3:25
13) Rain in the Forest – 2:58
14) Waterfall Green – 3:33
15) Crickets in the Silence – 3:07
16) Rainning in the ocean – 2:58
17) Live Nature – 2:35
18) Gentles Birds – 3:23
19) Red Beach – 3:07
20) Beatifull River – 3:06

Música Pra Dormir Relaxar e Meditar
21) Natureza Calma – 2:59
22) Flauta na Floresta – 3:14
23) Recanto – 3:00
24) Sinfonia de Pássaros – 2:22
25) Sossego das Águas – 3:14
26) Passarinho no Rio – 3:16
27) Pássaros da Noite – 3:24
28) Manha na Roça – 3:17
29) Mar dos Passarinhos – 3:50
30) Gaivotas – 3:24
31) Maré – 3:17
32) Mar Tranquilo – 3:20
33) Descanso dos Pássaros– 3:35
34) Dentro das Roças – 3:42
35) Floresta Clara – 2:56

Barulho da Natureza
36) Esperança das Águas – 3:22
37) Pássaros na Gruta – 3:13
38) Um Rio na Gruta 2:31
39) Chovendo na Floresta – 3:14
40) Chove na Cachoeira – 3:21
41) Maré Doce – 3:29
42) Silêncio no Pier – 3:16
43) Som da Mata – 3:17
44) Ambiente Natural – 2:57
45) Barulho da Natureza – 3:28
46) Vento na Floresta – 3:06
47) Ventando no Oceano – 3:00
48) De noite no Rio – 3:26
49) Cachoeirinha – 3:05
50) Beleza Natural – 3:02

 

Antiga dica de consumir grãos, frutas, verduras e legumes nunca foi tão moderna quanto agora*

Temos sempre que discutir a importância do tipo de alimentação para manter a saúde dos indivíduos. Agora, uma nova perspectiva científica introduz outro conceito, muito importante também: de que precisamos discutir o tipo de alimentação dos indivíduos para a saúde do nosso planeta.

Isso foi fundamentado em um artigo publicado pela revista científica britânica Nature Food, no dia 18 de fevereiro, que destacou a influência da nossa alimentação para as mudanças climáticas que a Terra vem sofrendo. Aliás, o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) já havia repercutido este tema, que lança um novo olhar dentro dos estudos do aquecimento global.

O que se revela agora é que o uso da terra e o consumo de alimentos são fatores determinantes para o fenômeno de mudanças climáticas. A professora de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Joana Portugal Pereira, foi uma das autoras do artigo da Nature Food e em uma entrevista à revista Época, ela explica melhor a relação entre o que comemos e o clima do planeta:

agua torneira trestletech
Foto: Trestletech

“Temos muitas campanhas de redução de água nos ambientes domésticos, mas não podemos esquecer que nossos pratos devoram água. Ao longo de toda a vida de uma vaca, de um boi, em média temos o consumo de 12 mil a 16 mil litros de água por quilograma de carne. A ração consome água, o animal bebe água. Em cenários de escassez hídrica, com mudanças climáticas e maior frequência de eventos extremos, é um ponto a se considerar. O que defendemos é aumentar a informação disponível para o consumidor, torná-lo mais consciente dos impactos de suas ações no dia a dia.”

Quem trabalha por uma alimentação mais saudável, já caminha nessa direção há anos. É o caso do Instituto Melhores Dias, do qual sou presidente, que realiza programas que incentivam o consumo de frutas, legumes, verduras e cereais no cotidiano de crianças brasileiras desde 1993. Promovemos a construção de hortas orgânicas escolares e o uso de tudo que é colhido.

As crianças saem da sala de aula para interagir com o meio ambiente e despertam o cuidado por meio do estabelecimento de uma relação direta com o solo, a água e as plantas.

Essa intervenção, de mexer na terra, cultivá-la e colher plantas, é muito produtiva e pedagógica, além de nutritiva, pois auxilia no consumo de alimentos saudáveis e informa sobre a procedência e produção dos alimentos. Isso contribui para a aprendizagem contextualizada e a formação humana e cidadã das crianças.

A agricultura e a importância de seus produtos deveriam estar mais presentes na vida escolar. O Instituto Melhores Dias, insistentemente fala sobre a riqueza dos alimentos regionais brasileiros, estimula seu consumo nas diferentes localidades onde atua e até ressalta a importância das abelhas nativas brasileiras para este processo.

Existe uma cultura de consumo da carne, mas vivemos um momento de reflexão sobre sua importância e, principalmente sobre os substitutos vegetais que podem suprir as necessidades proteicas de nossas crianças.

Toda e qualquer atitude na direção de melhorar a vida no planeta Terra e de deixar um legado saudável para futuras gerações é emergencial e imediata. Por isso rever hábitos alimentares, procurar mudanças saudáveis e ter abertura para novos hábitos se faz indispensável.

getty images frutas legumes

Avalie seu cardápio, alimente-se melhor, com mais colorido natural em seu prato. Consuma mais grãos, frutas, legumes, verduras… Essa dica antiga nunca foi tão moderna quanto agora.

*Artigo de Joyce Capelli, Presidente do Instituto Melhores Dias

“MerMayday” doará 30% do valor de cada fish n’chips vendido pela rede Sirène no Brasil

Maior rede de fish n’chips do país promove Black Friday em prol de associação que faz coleta de manchas de óleo na costa brasileira

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Nas últimas semanas, todo país tem ficado com os olhos ligados nas manchas de óleo que apareceram na Costa do Nordeste e que, aos poucos, se alastram para o Sudeste. O mais recente balanço divulgado pelo Ibama mostra que mais de 500 locais já foram atingidos pelas manchas, e milhares de voluntários têm realizado mutirões com objetivo de coletar e retirar o petróleo da costa.

Impactada por esse problema que assusta o Brasil, o Sirène, maior rede de fish n’chips do país, resolveu entrar na corrente de bem em prol da preservação ambiental e da sustentabilidade. Aproveitando as tradicionais ações de Black Friday, a rede, que conta com oito unidades no país, vai promover uma ação social que visa auxiliar projetos que estão ajudando na coleta e retirada das manchas de óleo da costa brasileira. O “Mermaiday” vai acontecer no dia 29 de novembro, e terá 30% do valor de cada fish n’chips vendido pela rede no Brasil destinado aos “Guardiões do Litoral”.

“MerMaiday” é a junção das palavras “mermaid” e “mayday”, em tradução literal “sereia” e “socorro”. Então, o “Mermaiday” é um pedido de ajuda dos mares que foram afetados pelo óleo. “O principal produto do Sirène é o peixe, isso já é um motivo de muita importância para uma ação voltada para a costa das áreas afetadas pelo óleo, já que os impactos e danos ao ecossistema foram de longa escala, com efeitos a curto e longo prazo”, destaca Afonso Natal Neto, sócio-fundador da rede Sirène.

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A associação “Guardiões do Litoral” é formada por um grupo de voluntários que estão fazendo mutirões e, também, arrecadando doações de equipamentos para ajudar na retirada de óleo da costa. Criada pelo surfista, engenheiro civil e técnico ambiental Arthur Sehbe, a associação atua em diversas regiões do país e se consolidou como uma das organizações mais respeitadas quando o assunto é despoluição do litoral brasileiro.

A rede Sirène Fish & Chips conta com oito unidades espelhadas pelas cidades de Curitiba (PR), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Balneário Camboriú (SC) e Florianópolis (SC).

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O “MerMaiday” será realizado no dia 29 de novembro, durante todo horário de funcionamento das lojas.

Informações: Siréne

Projeto oferece passeio em meio à natureza durante as férias

“Férias na Mata Atlântica” é uma oportunidade que responsáveis e crianças têm para se aproximar da natureza

A Fundação SOS Mata Atlântica oferece no dia 27 de julho (sábado), das 10 às 16 horas, em Itu (SP), uma oportunidade de passeio diferente para pais e responsáveis realizarem com crianças entre 5 e 12 anos. No “Férias na Mata Atlântica”, os participantes passarão um dia na natureza, realizando atividades lúdicas, como trilha, oficina, contação de histórias e muitas outras ações, que darão o entendimento sobre a importância das árvores para a vida das pessoas e também aos animais, além de realizarem um plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.

A participação é gratuita, porém as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas no site da organização. Mais informações pelo email info@sosma.org.br .

Com o tema “A floresta voltou e os bichos também” a ação acontece no Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Heineken Brasil, local onde é possível ver na prática os benefícios da restauração florestal para o homem e ao meio ambiente. Entre outras atividades, será realizado uma visita ao viveiro de mudas nativas, ao jardim sensorial – que visa despertar nossos sentidos através do cheiro, tato e paladar, com 30 plantas do Brasil e do mundo sendo muitas delas por vezes desconhecidas – teatro e piquenique.

De propriedade do Grupo Heineken no Brasil, a fazenda foi cedida em comodato para a SOS Mata Atlântica em 2007 e tem mais de 500 hectares. Mais da metade de sua área foi recuperada com o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica e hoje, 12 anos depois, já é possível ver um cenário bem diferente, com árvores que já alcançam 10 metros de altura.

A partir dos projetos de pesquisas realizados em parcerias com universidades, já se pode considerar o espaço como refúgio para a biodiversidade, incluindo mais de 200 espécies de aves identificadas. Além disso, o lago próximo à propriedade já teve melhoria em sua qualidade e quantidade de água, fator que pode contribuir para a qualidade de vida da população local.

“O Férias na Mata Atlântica é uma oportunidade de interação com as crianças em um ambiente natural que alia aprendizado, diversão e vivência com a natureza. O tema desse ano, a floresta voltou e os bichos também, busca reforçar para adultos e crianças a importância de se recuperar florestas e perceber como não há só mudanças na paisagem como também em todo o sistema ecológico, incluindo os benefícios não só para os animais, como para nós seres humanos”, afirma Kelly De Marchi, educadora ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Entre os destaques da programação está a peça teatral “A Floresta dos meus Sonhos”. Neste espetáculo do Estúdio Mágico Produções, a sabedoria e as vivências do avô são os principais instrumentos para promover mudanças de atitudes na neta e fontes de inspiração sobre os cuidados necessários na preservação do meio ambiente com o foco na Mata Atlântica.

Além de levar educação ambiental de maneira lúdica para as crianças, a peça tem como objetivo mostrar que o termo “velho” não tem nenhuma relação com inútil, mas sim com “mais sabedoria” e valorizar o papel da pessoa idosa em nossa sociedade. O “Senhor do Tempo” – narrador – faz uma ligação entre espectadores e os personagens e estimulará a interatividade nas decisões e escolhas da menina. Ao término da apresentação, haverá um “quiz” e debate com artistas sobre a apresentação.

No local do evento funciona a base de restauração florestal da SOS Mata Atlântica, com um viveiro com capacidade de produção de 750 mil mudas por ano – com cerca de 100 espécies nativas. Também são realizadas ações de educação ambiental, mobilização, cursos e capacitação, além de pesquisa em parceria com universidades. Anteriormente, o local abrigava uma fazenda de café que, após o plantio de 720 mil mudas nativas mil mudas nativas feito ONG, hoje está em processo de restauração florestal.

Confira abaixo algumas imagens de edições anteriores do “Férias na Mata Atlântica”

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Férias na Mata Atlântica
Quando: 27 de julho (sábado) de 2019, das 10h às 16h
Onde: Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – HEINEKEN Brasil
Endereço: Rodovia Marechal Rondon, km 118,3 – Bairro Porunduva – Itu/SP.
Faixa etária: 5 a 12 anos, acompanhados por responsáveis maiores de 18 anos
Informações: info@sosma.org.br
Como chegar: clique aqui

Dia Mundial do Meio Ambiente: saiba como evitar o descarte precipitado

Consertar ao invés de comprar é uma das alternativas sustentáveis

A pauta de sustentabilidade vem sendo discutida em diversos setores da indústria, no entanto, ainda é preciso ensinar novos hábitos para a população obter um consumo mais consciente. Segundo a ONU, 99% dos produtos são jogados fora em um período de seis meses. Sendo que, de acordo com um estudo feito pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o quarto país que mais produz lixo no mundo.

O descarte precipitado é um dos fatores que contribuem para a produção excessiva de entulho e, caso estes hábitos não mudem, a estimativa, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), é que a quantidade de lixo aumente de 1,3 bilhão de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas até 2025.

Diante deste cenário, David Pereira, gerente do Porto Seguro Faz, dá três dicas para evitar o descarte precipitado.

limpando sofá

Cuide do seu produto: pode parecer estranho falar em cuidado, pois deveria ser algo comum, já que foi investido um valor no produto. No entanto, pequenas atitudes que contribuiriam para prolongar a vida útil da peça geralmente não são praticadas. “Fazemos diariamente muitas limpezas de móveis e percebemos que as pessoas não possuem hábitos para manter o produto por mais tempo” analisa David. “Aspirar o sofá semanalmente, além de uma limpeza profissional semestral ou anual, por exemplo, pode prevenir o acúmulo de bactérias e sujeiras que danificam o móvel, e assim evitar o descarte prematuro”, orienta.

consertar conserto notebook

Analise a possibilidade de conserto: identificar a oportunidade de conserto ao invés de troca é também muito importante, já que pode ser um problema fácil de solucionar. “Vivemos na era do consumo e do imediatismo. As pessoas não pensam na possibilidade de consertar o produto e veem como única alternativa a compra de algo novo. No entanto, arrumar ao invés de comprar é muito mais vantajoso financeiramente, além de contribuir com o meio ambiente”, comenta o gerente.

Middle aged woman repairing burst water pipe with a wrench
Foto: Mobile Home Living

Avalie se realmente sabe fazer o que está precisando: pensando em economizar com a mão de obra, algumas pessoas decidem montar ou instalar produtos que não possuem domínio. “Já recebemos diversos chamados de pessoas que acham que vão economizar fazendo algo sozinho e acabam perdendo ou danificando a peça”, conta David. Contratar um profissional que possua expertise também é um ato sustentável, para não perder o produto de forma precoce.

Porto Seguro Faz possui em seu portfólio diversos serviços que contribuem para essas ações sustentáveis, por meio de limpezas, consertos, instalações e manutenções, que podem ser contratados por qualquer pessoa, mesmo não sendo segurado da Porto Seguro. Para saber os serviços disponíveis do Porto Seguro Faz, acesse o site clicando aqui.