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Iniciativa global “Take Care With Peanuts” espalha mensagens sobre cuidados

Do papel para a vida real, ficam os temas das tirinhas de Charles Schulz para espalhar mensagens sobre cuidados e resiliência. A iniciativa “Take Care With Peanuts” alinha a propriedade com os movimentos culturais e relembra a todos de sermos bons cidadãos globais, tirar uma pausa para cuidarmos de nós mesmo, dos outros, do nosso lar, dos animais e do planeta.

Take Care with Peanuts apresenta três mensagens vitais – Take Care of Yourself (cuide de si mesmo – com foco no bem-estar físico e mental), Take Care of Each Other (cuidem-se entre si – comunidade e filantropia) e Take Care of the Earth (cuide da Terra – natureza e sustentabilidade) – que inspiram um grande esforço em todo o mundo filantrópico, entre outros componentes.

“Take Care With Peanuts é uma iniciativa que vem do meu coração, pois celebra todos os temas que meu marido apresentava regularmente em seus quadrinhos”, disse Jeanne Schulz, viúva do criador de Peanuts, Charles Schulz. “Sparky compartilhou mensagens de cuidar uns dos outros e respeitar a natureza por anos – ele sempre foi um homem à frente de seu tempo!”, diz ela, referindo-se ao marido pelo apelido pelo qual era conhecido.

A estratégia do programa Take Care with Peanuts localmente irá envolver: produtos exclusivos, eventos, áreas tematizadas, ações de varejo e cobranding a partir do 1º semestre de 2021. Abaixo estão alguns programas desenvolvidos globalmente e futuros lançamentos, locais e internacionais.

Filantropia: parceria com a Foundation for Hospital Art

Projetos filantrópicos serão o componente chave das iniciativas, começando com o programa de murais em hospitais. Em parceria com a Foundation for Hospital Art, a Peanuts Worldwide está doando 70 murais de Snoopy e Woodstock para serem colocados em hospitais ao redor do mundo. Os primeiros murais foram lançados em 01/10/2020 em Nova York e na Califórnia, e seguirão o cronograma para implementação em outros hospitais, sendo que a mesma arte será replicada em demais regiões ao redor dos seis continentes. Esse projeto é apenas o começo de um esforço filantrópico de vários anos, com o objetivo de expandir e reativar relacionamentos existentes com organizações sem fins lucrativos, trazendo à tona uma carinha amigável já conhecida mundialmente.

Plano de Aulas: ensinando mensagens sobre cuidados às crianças

Conteúdo para professores e pais com temas específicos estão sendo disponibilizados no site da Peanuts, desde novembro. Projetado para estudantes de 4 a 11 anos, as aulas apresentarão os personagens da Peanuts com temas exclusivos do Take Care with Peanuts, ajudando crianças a desenvolverem suas habilidades, incluindo linguagem e estudos sociais.

Conteúdos na Apple TV+

A partir de cinco de fevereiro de 2021, a nova série “The Snoopy Show” será lançada na Apple TV+. Os episódios, com target para crianças de 6 a 10 anos, são estrelados por Snoopy e suas várias personas com uma porção de episódios relacionados ao programa Take Care with Peanuts, incluindo alguns temas especiais, como o Dia da Terra.

Peanuts

Os personagens de Peanuts e propriedade intelectual relacionada são propriedade da Peanuts Worldwide, que é 41% propriedade da WildBrain Ltd., 39% propriedade da Sony Music Entertainment (Japão) Inc. e 20% propriedade da família de Charles M. Schulz, que apresentou Peanuts ao mundo em 1950, quando a história em quadrinhos estreou em sete jornais. Desde então, Charlie Brown, Snoopy e o resto da gangue Peanuts deixaram uma marca indelével na cultura popular.

Além de desfrutar dos amados programas e especiais do Peanuts na Apple TV +, fãs de todas as idades celebram a marca Peanuts em todo o mundo por meio de milhares de produtos de consumo, bem como atrações de parques de diversões, eventos culturais, mídias sociais e histórias em quadrinhos disponíveis em todos os formatos, do tradicional para o digital. Em 2018, a Peanuts fez uma parceria com a NASA em um Acordo Espacial de vários anos com o objetivo de inspirar uma paixão pela exploração espacial e pelas ciências entre a próxima geração de estudantes.

Miolo Cuvée festeja 25 anos com lançamento de caixa personalizada e versão Nature

O Miolo Cuvée é um dos espumantes mais tradicionais do Brasil. Suas borbulhas finas e persistentes e, principalmente, seu frescor, elegância e versatilidade conquistaram o mundo. Assim, o espumante brasileiro mais vendido em Paris também é a bebida oficial do Natal Luz de Gramado há 14 anos. Nesses 25 anos, a linha abriu portas e conquistou mercados, levando a marca Brasil para todos os continentes. Hoje, com presença em 15 países, o Miolo Cuvée conquista o reconhecimento da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos (DOVV), amplia sua família com o lançamento de um Nature e apresenta nova roupagem.

Nascido nos vinhedos próprios da Miolo no Vale dos Vinhedos, o Miolo Cuvée expressa o terroir de uma região com plena vocação para o espumante. “O Miolo Cuvée tem um significado muito especial para a história da vinícola. Foi com ele que entramos nesse mercado há 25 anos, e conquistar a DOVV nos coloca em outro patamar agregando mais valor à marca Miolo no segmento de espumantes”, salienta o enólogo Adriano Miolo, diretor superintendente da vinícola. Nessa trajetória, o Miolo Cuvée arrematou 47 prêmios em concursos internacionais.

As mudanças querem provocar junto ao consumidor uma nova sensação, trazendo o novo sem deixar de lado a tradição. A modernização dos rótulos, que traz ícones de comunicação e paleta de cores mais contemporâneos, chega num momento em que a marca está consolidada como detentora de produtos premium, mostrando a expertise da Miolo na elaboração de grandes espumantes. Esta repaginada deixa o produto ainda mais elegante e ao mesmo tempo delicado, com inspiração na moda e perfumaria mundial, identificando-se com um consumidor jovem, sofisticado e mais feminino. E tudo isso sem mudança de preço, ficando entre R$ 50,00 e R$ 70,00.

Mas as mudanças não foram somente na estética. O espumante também passou por uma transformação no corte do vinho base. Agora, o Miolo Cuvée tem 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay ao invés de 50% cada variedade como foi até aqui. O resultado trouxe elegância e sofisticação para um blend clássico.

Sobre a DOVV

Única no Brasil, a DOVV traduz a expressão do vinho autêntico, com identidade do Vale dos Vinhedos. O Miolo Cuvée conquistou a distinção por comprovar que 100% de suas uvas (Pinot Noir e Chardonay) são cultivadas na região geograficamente demarcada, além de todo processo de elaboração acontecer no Vale dos Vinhedos, seguindo um rígido controle de etapas pré-estabelecidas. A linha também seguiu pré-requisitos como a condução do vinhedo em sistema de espaldeira e a elaboração pelo método tradicional (Champenoise).

Miolo Cuvée Collection

Outra novidade para comemorar o aniversário é o Miolo Cuvée Collection, uma caixa personalizada com os quatro rótulos: Miolo Cuvée Nature, Miolo Cuvée Brut, Miolo Cuvée Brut Rosé e o Miolo Cuvée Demi-Sec, todos em 750 ml. A proposta é gerar experimentação, além de ser uma excelente dica de presente com a coleção completa. Assim, o consumidor poderá degustar os quatro espumantes, que nem sempre estão disponíveis no mesmo ponto de venda, com o preço de quatro garrafas unitárias. O Miolo Cuvée Brut e o Miolo Cuvée Brut Rosé, ambos com 12 meses de envelhecimento nas caves subterrâneas da vinícola, também serão disponibilizados em garrafa Magnum com 1,5 litro. Os quatro rótulos também exibem o Selo da The Vegan Society, como 100% veganos e livres de alergênicos.

Miolo Cuvée Nature

A aposta em espumantes Nature é recente no Brasil. Tanto que a legislação brasileira passa a citar o produto somente em 2018, permitindo a elaboração com zero adição de licor de expedição, podendo conter até 3 gramas por litro de açúcar residual. ‘Puro’, este espumante é apreciado por paladares mais maduros.

Com 18 meses de envelhecimento na garrafa em contato com as leveduras, e o mesmo preço da linha, o Miolo Cuvée Nature não tem dosagem de licor de expedição. Elaborado pelo método tradicional com uvas das variedades Pinot Noir (60%) e Chardonnay (40%) cultivadas no Vale dos Vinhedos, o produto exige em sua cápsula o selo DOVV.

Límpido, de coloração amarelo palha e nuances esverdeados, possui coroa elegante e perlage fina, delicada e constante. Seus aromas são delicados e lembram frutas cítricas como abacaxi e melão, mel e destaque para notas de pão torrado. Na boca, alto frescor diante de sua acidez equilibrada. Boa persistência gustativa e retrogosto prolongado. Ideal ser apreciado com uma temperatura entre 6ºC e 8ºC. Excelente com aperitivo, harmoniza muito bem com saladas de folhas – sem vinagre -, carpaccios, ovas de peixes, frutos do mar e bolinhos de bacalhau.

Enoturismo regado a Miolo Cuvée

Para brindar os 25 anos do Miolo Cuvée, a vinícola também está preparando o roteiro especial DOVV Espumantes, que será oferecido de segunda a sábado, sempre às 14h30min, a partir de outubro. Além de ser uma experiência mais dirigida ao mundo do espumante, o grande diferencial é a degustação do Miolo Cuvée na emblemática torre da Miolo. Já no Wine Garden será montado o Lounge Miolo Cuvée com taça ao pôr do sol e welcome drink.

Informações: Miolo

Instituto Neoenergia e a Save Brasil criam Livro de Colorir-Aves Migratórias

Em comemoração ao Dia Mundial das Aves Migratórias e ao Dia das Crianças, Instituto Neoenergia e Save Brasil lançam livro de colorir; Publicação também celebra o Dia Mundial das Aves (5) e é um presente às crianças e pais, nas atividades de interação em tempos de aulas online

Outubro é um mês mais do que especial para as crianças, com a comemoração de um dia dedicado a elas (12). Muitos podem não saber, mas é neste mês que se comemora o Dia Mundial das Aves (5) e também das Aves Migratórias (10). Em homenagem às datas, o Instituto Neoenergia e a Save Brasil criaram o Livro de Colorir-Aves Migratórias, que traz, em linguagem infanto-juvenil, informações curiosas e didáticas sobre seis espécies de aves limícolas – aves que se alimentam de invertebrados escondidos na lama – das quais cinco são migratórias. Essas aves aparecem em determinadas épocas do ano, na Bacia Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte.

“Sempre pensamos em desenvolver algo exclusivamente dirigido às crianças, com informações didáticas sobre espécies de aves no Brasil, com fruto de nosso apoio já há cinco anos ao projeto Flyways Brasil, em parceria com a Save. O livro tem outro aspecto bem legal, o de ajudar aos pais e responsáveis na realização de atividades de interação com crianças nestes tempos de aulas online em função da pandemia, mas com um conteúdo bem elucidativo e curioso a qualquer idade. É só imprimir e pintar”, afirma Renata Chagas, Diretora Presidente do Instituto Neoenergia.

Maçarico-de-papo-vermelho

São 15 páginas produzidas numa linguagem infanto-juvenil, com a apresentação de aves limícolas migratórias, como o maçarico-de-papo-vermelho, que consta na lista do Ministério do Meio Ambiente como uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil, e que passa os meses de setembro a abril no país, para depois migrar para o Ártico, onde se reproduz.

“Estamos muito felizes com essa publicação porque ela divulga espécies que são pouco conhecidas pelos brasileiros, mas que são encontradas na Bacia Potiguar, e em outras praias do Brasil, durante vários meses do ano. É fundamental compartilharmos nosso conhecimento sobre as aves com as crianças. Elas se encantam com as histórias, com a migração, conectam conteúdos (biologia, geografia, matemática etc.) e ficam orgulhosas de contar sobre sua experiência com a natureza. O Brasil é um dos três países que abriga o maior número de espécies de aves no mundo – nossas crianças precisam conhecer para conservar” diz Juliana de Almeida, gerente da SAVE Brasil.

Com seis ilustrações para colorir e informações sobre cada espécie, o livro contou com a curadoria do biólogo e auxiliar de projeto da Save Brasil, João Paulo Damasceno, para o desenvolvimento das ilustrações que refletissem fielmente características das aves, realizadas pelo ilustrador, Alvaro Faria.

O download do livro pode ser feito aqui.

Sobre o Instituto Neoenergia

O Instituto Neoenergia tem o propósito de fomentar o desenvolvimento de ações socioambientais nas áreas em que a Neoenergia, sua mantenedora, atua, por meio do apoio à sociedade na gestão e promoção dos projetos selecionados, reforçando a marca e o compromisso da empresa com o desenvolvimento da cultura e economias locais.

Para o ciclo de 2018 a 2022, o desafio do Instituto Neoenergia é colaborar diretamente com o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU. Os principais objetivos são a contribuição para a melhoria da qualidade de vida das pessoas mais vulneráveis e a aposta pelo desenvolvimento sustentável, por meio da realização e apoio de projetos dentro dos seguintes pilares: Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Mudanças Climáticas, Arte e Cultura, Ação Social e Colaboração Institucional, que busca alianças para alcançar os ODS.

Sobre a Save Brasil

A Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil) é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que tem um foco especial na conservação das aves brasileiras. A SAVE Brasil faz parte da aliança global da BirdLife International presente em mais de 120 países, e atua de maneira participativa, elaborando e implementando estratégias e ações de conservação em conjunto com organizações locais e nacionais, órgãos governamentais, empresas, líderes comunitários, pesquisadores e membros da sociedade civil.

Dia das Aves: espécies podem retornar a regiões que se tornaram mais calmas e limpas

Políticas públicas em áreas urbanas e rurais precisam contribuir para com a preservação

Mudanças provocadas pela pandemia de Covid-19 em áreas urbanas e rurais ocasionaram redução da poluição e dos ruídos em algumas regiões. Uma consequência positiva é a volta de animais silvestres a locais dos quais eles haviam sido afugentados. Esta movimentação pode ser observada entre espécies de aves, cujo dia é celebrado em 5 de outubro.

Nos primeiros meses da quarentena, por exemplo, foram avistados patos silvestres em uma fonte em Roma e nos canais de Veneza, na Itália. Na Índia, um pavão foi flagrado circulando pelas ruas. Os registros foram noticiados por veículos de imprensa de diferentes países. Em bairros de cidades brasileiras, moradores passaram a avistar pássaros mais frequentemente, o que pôde ser observado em diversas postagens em redes sociais digitais.

Conforme explica Cristina Maria Pereira Fotin, membro da Comissão Técnica de Médicos-veterinários de Animais Selvagens do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), essa circulação ocorre porque os animais procuram ambientes que ofereçam condições mais favoráveis, como abrigo seguro e alimento.

De acordo com a médica-veterinária, a sociedade pode contribuir ainda mais para que haja a presença das aves ao preservar árvores frutíferas que atraem pássaros e outros animais silvestres. “É fundamental manter a flora existente, fomentar programas de plantio e o consumo consciente para a redução da produção de lixo e resíduos.”

Cristina alerta, entretanto, quanto à importância de não oferecer alimentos ou água para atrair as aves, uma vez que esta prática pode provocar desequilíbrios na dieta de espécies e, ainda, atrair animais com potencial de transmissão de doenças, como ratos, mosquitos, entre outros.

Planejamento urbano e controle de queimadas são cruciais

Foto: Frank Magdelyns/Pixabay

Para a médica-veterinária Hélia Maria Piedade, que faz parte da Comissão Técnica de Animais Selvagens do CRMV-SP, a arborização urbana, incluindo espécies de plantas benéficas para alimentar e abrigar aves, deve fazer parte do planejamento das cidades.

“São fundamentais, ainda, medidas para manter os gatos domésticos restritos dentro das residências”, sinaliza Hélia, sobre uma ação de fomento à guarda-responsável que também reduz as chances de os felinos, com seu comportamento predador natural, atacarem aves jovens e ninhos.

Neste contexto, o controle da ocorrência de fogo em áreas verdes é outro tópico enfatizado pela médica-veterinária, cujos impactos são drásticos para toda a fauna silvestre. “Com o fogo, falta alimento, abrigo e parceiros, o que gera desequilíbrio de todo um sistema complexo das relações entre os animais, plantas e meio ambiente”, afirma a profissional.

Saiba o que fazer se encontrar uma ave ferida

Exoticvetclinic.com

É comum as pessoas encontrarem aves feridas nas ruas e estradas, em varandas e quintais das residências. Hélia orienta que a primeira medida é verificar se de fato há sinal de que a ave está machucada.

“Muitas vezes está apenas desorientada ou cansada. Nestas situações, geralmente, são filhotes inexperientes”, diz a médica-veterinária, que sugere observar se há outra ave da mesma espécie por perto ou algum ninho. “Caso o local não represente risco imediato ao animal, deixe que ele descanse”, explica Hélia.

Se realmente for necessário recolher o animal, Cristina explica que a ave deve ser envolvida com uma toalha e colocada em uma caixa ventilada e fechada, de forma a proporcionar sensação de segurança e diminuir o estresse. “Evite pressionar a região peitoral da ave, que controla a respiração. Do contrário, algumas espécies podem causar ferimentos com o bico ou garras na tentativa de se defenderem.”

Depois, é preciso levar o animal para atendimento em centros de reabilitação e fauna silvestre ou entregá-lo em um posto de polícia ou guarda ambiental, para que seja direcionado a pontos de tratamento especializado, os quais, posteriormente, farão a soltura do animal em local apropriado, quando a ave estiver preparada.

Hélia enfatiza a delicadeza da constituição física das aves. “Não é recomendo que pessoas não habilitadas façam algum tipo de manobra ou procedimento, tanto para preservar a ave, como para evitar que a pessoa se contamine por uma possível doença que possa ser transmitida.”

Permanecer com a ave não é permitido

Aves de vida livre são protegidas pela Lei Federal nº 9605/98, conhecida como “Lei de Crimes Ambientais”, que proíbe “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente”.

Isso significa que não é permitido ao cidadão permanecer com a ave em casa. Todo animal silvestre que necessite de resgate deve ser encaminhado o mais breve possível para os locais autorizados pelo órgão ambiental competente.

Confira alguns órgãos que podem receber animais resgatados no Estado de São Paulo clicando aqui:

Fonte: CRMV-SP

Parceria entre Natura, Heineken e Rock in Rio resulta na transformação de 10 toneladas de plásticos

 Copos foram utilizados no festival em embalagens dos novos Deos Corporais Humor e evitam emissão de 15 toneladas de CO²; marcas firmaram o compromisso histórico de reciclar os copos utilizados pelo público durante os sete dias do Rock in Rio 2019, para transformá-los em tampas das novas unidades de Deo Spray de Humor

Por um mundo com mais beleza e menos lixo, Natura, Heineken e Rock in Rio se uniram pela transformação. A Cidade do Rock na edição de 2019 do festival foi palco de mais uma operação de reciclagem, desta vez focada no reaproveitamento dos copos utilizados pelo público. Uma parceria inédita entre as marcas possibilitou que 10 toneladas de copos plásticos dessem origem a tampas de novos produtos da Natura. A iniciativa resultou na produção de 670 mil unidades de tampas do novo Desodorante Corporal Spray de Natura Humor e evitou a emissão de 15 toneladas de CO2 no meio ambiente, mostrando que o lixo não é um fim, mas um novo começo.

Com o objetivo de oferecer novos caminhos sustentáveis para os resíduos gerados no festival, a ação promoveu a reciclagem dos copos em três fases. O primeiro passo, a coleta dos resíduos, foi dado pelo Rock in Rio, que promove ações de gestão de resíduos desde 2011, com atuação de cooperativas parceiras do evento, responsáveis pela triagem dos materiais. Após o processo de separação dos copos, o plástico foi convertido em resina reciclada, com apoio da petroquímica Braskem, parceira da Natura no fornecimento de matérias-primas plásticas utilizadas nas embalagens da marca. Por fim, com apoio da Silgan, também parceira da Natura, a resina reciclada foi modelada e transformada em tampas das embalagens dos novos deos de Natura Humor.

“A Natura tem um compromisso histórico com a sustentabilidade, que é um dos pilares de atuação da marca. Desde 2007, somos uma empresa Carbono Neutro e acreditamos que o compromisso de reduzir as emissões de carbono e gerar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente é um desafio coletivo”, explica Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura. “A parceria com a Heineken é mais um desdobramento do movimento ‘Todos Juntos #PorUmMundoMaisBonito’ e da nossa causa #MaisBelezaMenosLixo, no qual fazemos um convite para que as pessoas se engajem, repensando hábitos”, completa a executiva.

A mobilização entre as marcas garantiu novo destino a 10 toneladas de copos plásticos, dando continuidade às ações entre as marcas de cuidado com o meio ambiente – as tampas recicladas ainda podem ser utilizadas em até 10 refilagens dos deos corporais Meu Primeiro Humor Feminino e dos lançamentos da linha de deos, o casal Química de Humor Feminino e Masculino. Os produtos também possuem formulação feita com álcool 100% orgânico.

“Vivemos um momento global onde as marcas precisam ter um papel ativo na transformação da vida das pessoas. Por isso, estamos felizes em poder inspirar o mundo com atitudes positivas como esta, pois por meio dela podemos reforçar a mensagem que todo cuidado com o meio-ambiente é importante e que o futuro da natureza tem que ser uma preocupação coletiva”, comenta Vanessa Brandão, diretora de marcas premium do Grupo Heineken no Brasil.

Em reforço ao compromisso da Natura com a sustentabilidade, o uso do plástico pós-consumo da Braskem promove a reinserção do resíduo plástico no ciclo produtivo. A iniciativa também auxilia na conscientização do consumidor final sobre o caminho realizado pelos resíduos descartados adequadamente. Além disso, a resina reciclada é uma alternativa viável para melhorar a pegada ambiental dos produtos e contribuir com a captura de carbono.

Para Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio, “é muito bom quando encontramos marcas que compartilham os mesmos valores que os nossos. O Rock in Rio implementa um plano de gestão de resíduos muito abrangente, hoje temos uma taxa de reciclagem na ordem dos 80%. Desde 2011, numa parceria com a Comlurb, os resíduos recicláveis gerados na Cidade do Rock são separados e vendidos por cooperativas parceiras, o que ainda gera renda para os catadores. Desta forma, quando Natura e Heineken nos procuraram com essa ideia ousada e brilhante, abraçamos imediatamente e parte do trabalho já estava organizado para que estes copos pudessem seguir para a reciclagem”, garante Roberta.

O processo de transformação dos resíduos do festival é um incentivo tanto de Natura e Heineken, quanto do Rock in Rio, que desde 2013 possui a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, a reutilização de materiais e ao convite da reflexão: em um mundo que se transforma, a ressignificação do fim é um novo começo.

Sobre os produtos

Lançamento
Deo Corporal Química de Humor Feminino R$ 32,20 (100 ml)


Frutal moderado. Mistura irreverente que combina notas de romã, fruta explosiva e afrodisíaca, com o contraste da piper, pimenta da biodiversidade brasileira.

Lançamento
Deo Corporal Química de Humor Masculino R$ 32,20 (100 ml)


Amadeirado moderado. Mistura irreverente de madeiras que combina notas de romã com o contraste da piper, pimenta da biodiversidade brasileira.

Deo Corporal Meu Primeiro Humor Feminino R$ 32,20 (100 ml)


Frutal moderado. O encontro das notas cítricas com um irresistível frozen de pera. Sua fórmula combina tecnologia desodorante que protege contra os odores da transpiração com uma perfumação leve, perfeita para o o dia a dia.

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

 

Como o desmatamento da maior floresta tropical do mundo interfere na saúde da população?

Covid-19 e outras doenças chegam até nós como consequência da degradação ambiental

A preservação do meio ambiente nunca esteve tão em voga quanto ultimamente, o assunto é de extrema importância, não só pela vida dos seres vivos que ali habitam, mas também para a saúde ambiental do planeta e do ser humano.

A degradação ambiental ocorre há anos, e cada vez mais vemos de perto como esse descaso com as florestas interfere diretamente na vida da população. Estudos científicos já atestaram que o desmatamento gera uma cadeia de acontecimentos complexos, criando meios para que diferentes patógenos mortais se espalhem entre os humanos. Doença de Lyme e a malária, por exemplo, surgiram a partir daí.

São 40 mil espécies de plantas, milhões de insetos e 400 mamíferos que estima-se ter na Amazônia, floresta que ocupa sete milhões de quilômetros quadrados e faz parte de nove países da América do Sul. O especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e fundador da Oceano Resíduos, Rafael Zarvos, alerta a necessidade das pessoas entenderem que desmatamento e doenças estão relacionados.

Doenças como a zika, que somada a dengue e chikungunya contabilizaram um aumento de 248% do número de casos no ano de 2019, é exemplo de enfermidade que veio da cena rural para a urbana pelo avanço do desmatamento em áreas florestais. “A destruição da natureza coloca em risco a nossa própria existência. O coronavírus, por exemplo, responsável pela pandemia que vivemos, é fruto do contato de humanos com morcegos”, destaca Rafael.

Em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), é possível ver que a cada quatro meses o ser humano tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, e que 75% das doenças são de origem animal. O consumo de carne crua de animais silvestres, o desmatamento, as mudanças climáticas e o tráfico ilegal de animais silvestres são fatores que contribuem para facilitar o contágio de seres humanos por patógenos que vivem na natureza e nas espécies que ali habitam.

Abaixo, artigo de Rafael Zarvos:

Meio ambiente, problema da destruição e pandemia. As pessoas precisam ter em mente que uma coisa está relacionada com a outra. Infelizmente, somos a única espécie capaz de de destruir e de ameaçar a nossa própria sobrevivência. A destruição da natureza coloca em risco a sobrevivência da espécie humana. A forma como a sociedade está transformando o meio ambiente e reduzindo os habitats, faz com que animais silvestres e seres humanos se aproximem.

Isso potencializa o risco de transmissão de variados patógenos aos seres humanos. Uma publicação recente da biblioteca nacional de medicina aponta que existem cerca de 165 espécies de doenças capaz de causar algum dano ao ser humano. Relatório da ONU mostra que a cada quatro meses a gente tem uma infecção originária de problemas relacionados ao meio ambiente, sendo que 75% das doenças que temos são de origem animal.

O impacto no meio ambiente de maneira negativa, acaba trazendo essas consequências que agora estamos vendo na pele, que é a pandemia originada pelo novo coronavírus. Em relação ao desmatamento, florestas estão sendo derrubadas para pasto, agronegócio. Mudanças climáticas, por conta da alteração da temperatura. Inclusive, uma publicação que saiu hoje (24) em um  jornal diz que a Groenlândia atingiu um ponto irreversível no degelo depois de 40 anos, e resultará no aumento de um milímetro por ano nos oceanos. Parece pouco, mas vai gerar impactos negativos a quem mora em ilhas e perto da costa. Um milímetro faz muita diferença.

A partir do momento que você tem mudanças climáticas com o aumento da temperatura, os micróbios começam a ter uma sobrevida maior. Tráfico ilegal de animais silvestres. Todos esses fatores contribuem, além do consumo da carne crua dos animais silvestres. Em relação ao coronavírus, por exemplo, tudo indica que a contaminação ocorreu pelo morcego no mercado chinês (mas ainda não está comprovado). Na história, para dar outro exemplo com origem já comprovada, o HIV, o vírus da Aids. Tudo indica que ele teria passado para o ser humano na década de 30 por meio de tribos africanas que faziam caça e domesticação de chimpanzés e macaco verde.

Passaram-se todas essas décadas, quando veio a explosão e, teoricamente, o marco zero teria ocorrido nos anos 1980 com um comissário americano que morreu nos Estados Unidos após viagem. Posteriormente, descobriu-se que surgiu, na verdade, em 1959, com registro de um rapaz no Congo que morreu de doença não detectada, mas que teve seu sangue congelado para posterior avaliação.

Ebola é outro exemplo de doença originária de animais silvestres, pois veio por meio do morcego de fruta. A gripe aviária, aqui no Brasil, a zika e por aí vai. Meio ambiente e doenças estão correlacionados, é preciso tomar cuidado. De acordo com o relatório da ONU, quanto maior a diversidade entre as espécies, mais difícil fica essa contaminação, pois passa de uma espécie para outra até chegar na gente. Se você elimina todas as espécies, ou se encurta a distância entre elas, você tem o que estamos vivendo agora: uma pandemia. E a relação de lixo descartado incorretamente e doenças?

A peste negra é um exemplo de doença que veio da falta de higiene. Se você descarta o lixo incorretamente, atrai vetores como o rato, por exemplo, que vai se aproximar e é vetor de doenças. Saneamento básico também. Cientistas especulam que o vírus que desencadeará a próxima pandemia já está em circulação, é só uma questão de tempo até sermos atingidos. Isso prova que está mais do que na hora de prestarmos atenção no consumo de produtos, além de pequenos hábitos do dia a dia que podem ser cruciais para ajudar o meio ambiente e a nós mesmos.

 

Trazer a natureza para dentro de casa é importante para o bem-estar

Sete ideias que ajudam a manter o contato com a natureza e ainda aproximam a família

O contato com a natureza é uma das formas mais simples e eficientes para minimizar o estresse da vida moderna e manter um estilo de vida saudável. Em 2016, um estudo da universidade de Harvard revisou dezenas de pesquisas da área e indicou que o contato com a natureza estimula as pessoas a fazerem mais atividades físicas, perderem peso e terem menos problemas cardiovasculares, além de diminuir potencialmente os problemas de saúde mental, como estresse e depressão.

Esses resultados somaram-se aos de vários outros estudos que também apontam a relação direta da natureza com o aumento na concentração, incremento da memória e a evolução na recuperação de procedimentos cirúrgicos. Mas como manter contato com os elementos da natureza em tempos de pandemia de coronavírus, com parques públicos reabrindo de forma moderada e recomendação de isolamento social? A resposta está na criatividade.

“A natureza é parte integrante e indissociável da saúde humana e, portanto, o acesso a ela deve sempre ser garantido. Além de todos os benefícios que oferece, como ar limpo, água potável e alimentos nutritivos, é na natureza que buscamos o relaxamento, a reconexão com nós mesmos e inspirações para a vida. A natureza é o melhor remédio para a saúde física e para a saúde mental”, diz Leide Takahashi, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), da Comissão Mundial de Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza e gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

A especialista separou sete maneiras de se conectar com a natureza, mesmo em tempos de isolamento social.

Obras de arte: estudo publicado em 2015 no International Journal of Environmental Research and Public Health apontou que imagens que retratam a natureza ajudam as pessoas a se recuperarem de situações de estresse. Portanto, ter um ou dois quadros em casa com imagens de vegetação ou de paisagens naturais é um jeito simples de cuidar da própria saúde.

Piqueniques caseiros: uma opção bem interessante de manter o contato com a natureza é realizar piqueniques em casa. A atividade é bem simples: basta estender uma toalha colorida na sala, flores, plantinhas e alimentos saudáveis para aproveitar a diversão em família. Essa também é uma oportunidade para educar as crianças sobre a origem dos alimentos e a importância da natureza.

Jardins e hortas: já que não é indicado ainda irmos até à natureza neste momento, por que não trazê-la mais para dentro de casa? Até mesmo quem mora em pequenos apartamentos pode – e deve! – cuidar de plantas, ter um minijardim ou uma pequena horta caseira. O contato com as plantas serve como uma forma eficaz de terapia, ajudando no relaxamento e na sensação de bem-estar. Mais do que isso, quando feito junto com crianças, ajuda a transmitir a mensagem da importância de se conservar e proteger as espécies e o meio ambiente.

Sons da natureza: são como uma música clássica, uma orquestra. Têm o poder de auxiliar o indivíduo a relaxar, se liberar um pouco das questões cotidianas e transportar os pensamentos para lugares e paisagens que transmitem prazer e serenidade. A Fundação Grupo Boticário montou uma playlist no Spotify com sons da natureza para que as pessoas se conectem com o mar, o canto dos pássaros da Mata Atlântica, o coral das aves ao amanhecer, os sons relaxantes produzido pelas baleias, entre outros.

Woodstream Brands

Atividades manuais: esta é uma boa maneira de reunir a família para cocriar objetos que valorizam a vida animal, promover a educação sustentável e se divertir. É possível, por exemplo, chamar a garotada para montar um minhocário, um bebedouro para os pássaros ou um abrigo para pequenas aves. Tudo com material reciclado ou reaproveitado.

Calico’s Nest

Observação de aves: a prática de observação de aves, também conhecida como birdwatching, já mobiliza cerca de 30 mil pessoas no Brasil, segundo dados da Conservação Internacional. E esta é uma prática que pode muito bem ser feita em casa, prestando atenção nas espécies de aves que estão próximas às nossas janelas, varandas e quintais, nas árvores ou até mesmo nas fiações das cidades.

Essências: além de espalhar plantas e vasos pela casa, inclusive como forma de decoração do espaço, é possível usar incensos e essências naturais que remetam à natureza e ajudem no relaxamento.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

Projeto Músicas Para Relaxar é focado em meditação e relaxamento

Formado por 3 álbuns, o intuito é diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento de pandemia

A Sony Music disponibilizou o projeto “Músicas Para Relaxar”, formado por um pack de três álbuns para ajudar a diminuir a ansiedade e estresse, potencializados neste momento pela pandemia do coronavírus.

O projeto seguiu um estudo da gravadora, que identificou o aumento pela procura de músicas neste perfil. Todas as 50 faixas foram compostas pelo maestro Ricardo Itaborahy Soares, de Minas Gerais. Foram usados sons reais da natureza com linhas melódicas para a composição de cada canção.

O primeiro álbum, que conta com 20 faixas, é todo em inglês e recebeu o nome de “Meditate And Relax To The Sounds Of Nature”. Já o segundo disco, “Música Pra Dormir Relaxar e Meditar”, traz 15 músicas. Para fechar, mais 15 canções com o título de “Barulho da Natureza”.

mulher ouvindo musica na cama fone de ouvido

Tracklist (para acessar clique no nome do álbum):

Meditate and Relax to the Sounds of Nature
1) Forest Blue – 3:04
2) Whales in the sea – 3:08
3) Free Birds – 3:01
4) Light Wind – 3:25
5) Bright Forest – 2:55
6) Sea Shore – 2:50
7) Calm River – 3:02
8) Tree and Birds – 3:16
9) Rainning – 3:03
10) Beach and nature – 3:11
11) Small waterfall – 3:06
12) The Coast Wind – 3:25
13) Rain in the Forest – 2:58
14) Waterfall Green – 3:33
15) Crickets in the Silence – 3:07
16) Rainning in the ocean – 2:58
17) Live Nature – 2:35
18) Gentles Birds – 3:23
19) Red Beach – 3:07
20) Beatifull River – 3:06

Música Pra Dormir Relaxar e Meditar
21) Natureza Calma – 2:59
22) Flauta na Floresta – 3:14
23) Recanto – 3:00
24) Sinfonia de Pássaros – 2:22
25) Sossego das Águas – 3:14
26) Passarinho no Rio – 3:16
27) Pássaros da Noite – 3:24
28) Manha na Roça – 3:17
29) Mar dos Passarinhos – 3:50
30) Gaivotas – 3:24
31) Maré – 3:17
32) Mar Tranquilo – 3:20
33) Descanso dos Pássaros– 3:35
34) Dentro das Roças – 3:42
35) Floresta Clara – 2:56

Barulho da Natureza
36) Esperança das Águas – 3:22
37) Pássaros na Gruta – 3:13
38) Um Rio na Gruta 2:31
39) Chovendo na Floresta – 3:14
40) Chove na Cachoeira – 3:21
41) Maré Doce – 3:29
42) Silêncio no Pier – 3:16
43) Som da Mata – 3:17
44) Ambiente Natural – 2:57
45) Barulho da Natureza – 3:28
46) Vento na Floresta – 3:06
47) Ventando no Oceano – 3:00
48) De noite no Rio – 3:26
49) Cachoeirinha – 3:05
50) Beleza Natural – 3:02

 

Antiga dica de consumir grãos, frutas, verduras e legumes nunca foi tão moderna quanto agora*

Temos sempre que discutir a importância do tipo de alimentação para manter a saúde dos indivíduos. Agora, uma nova perspectiva científica introduz outro conceito, muito importante também: de que precisamos discutir o tipo de alimentação dos indivíduos para a saúde do nosso planeta.

Isso foi fundamentado em um artigo publicado pela revista científica britânica Nature Food, no dia 18 de fevereiro, que destacou a influência da nossa alimentação para as mudanças climáticas que a Terra vem sofrendo. Aliás, o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) já havia repercutido este tema, que lança um novo olhar dentro dos estudos do aquecimento global.

O que se revela agora é que o uso da terra e o consumo de alimentos são fatores determinantes para o fenômeno de mudanças climáticas. A professora de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ, Joana Portugal Pereira, foi uma das autoras do artigo da Nature Food e em uma entrevista à revista Época, ela explica melhor a relação entre o que comemos e o clima do planeta:

agua torneira trestletech
Foto: Trestletech

“Temos muitas campanhas de redução de água nos ambientes domésticos, mas não podemos esquecer que nossos pratos devoram água. Ao longo de toda a vida de uma vaca, de um boi, em média temos o consumo de 12 mil a 16 mil litros de água por quilograma de carne. A ração consome água, o animal bebe água. Em cenários de escassez hídrica, com mudanças climáticas e maior frequência de eventos extremos, é um ponto a se considerar. O que defendemos é aumentar a informação disponível para o consumidor, torná-lo mais consciente dos impactos de suas ações no dia a dia.”

Quem trabalha por uma alimentação mais saudável, já caminha nessa direção há anos. É o caso do Instituto Melhores Dias, do qual sou presidente, que realiza programas que incentivam o consumo de frutas, legumes, verduras e cereais no cotidiano de crianças brasileiras desde 1993. Promovemos a construção de hortas orgânicas escolares e o uso de tudo que é colhido.

As crianças saem da sala de aula para interagir com o meio ambiente e despertam o cuidado por meio do estabelecimento de uma relação direta com o solo, a água e as plantas.

Essa intervenção, de mexer na terra, cultivá-la e colher plantas, é muito produtiva e pedagógica, além de nutritiva, pois auxilia no consumo de alimentos saudáveis e informa sobre a procedência e produção dos alimentos. Isso contribui para a aprendizagem contextualizada e a formação humana e cidadã das crianças.

A agricultura e a importância de seus produtos deveriam estar mais presentes na vida escolar. O Instituto Melhores Dias, insistentemente fala sobre a riqueza dos alimentos regionais brasileiros, estimula seu consumo nas diferentes localidades onde atua e até ressalta a importância das abelhas nativas brasileiras para este processo.

Existe uma cultura de consumo da carne, mas vivemos um momento de reflexão sobre sua importância e, principalmente sobre os substitutos vegetais que podem suprir as necessidades proteicas de nossas crianças.

Toda e qualquer atitude na direção de melhorar a vida no planeta Terra e de deixar um legado saudável para futuras gerações é emergencial e imediata. Por isso rever hábitos alimentares, procurar mudanças saudáveis e ter abertura para novos hábitos se faz indispensável.

getty images frutas legumes

Avalie seu cardápio, alimente-se melhor, com mais colorido natural em seu prato. Consuma mais grãos, frutas, legumes, verduras… Essa dica antiga nunca foi tão moderna quanto agora.

*Artigo de Joyce Capelli, Presidente do Instituto Melhores Dias

“MerMayday” doará 30% do valor de cada fish n’chips vendido pela rede Sirène no Brasil

Maior rede de fish n’chips do país promove Black Friday em prol de associação que faz coleta de manchas de óleo na costa brasileira

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Nas últimas semanas, todo país tem ficado com os olhos ligados nas manchas de óleo que apareceram na Costa do Nordeste e que, aos poucos, se alastram para o Sudeste. O mais recente balanço divulgado pelo Ibama mostra que mais de 500 locais já foram atingidos pelas manchas, e milhares de voluntários têm realizado mutirões com objetivo de coletar e retirar o petróleo da costa.

Impactada por esse problema que assusta o Brasil, o Sirène, maior rede de fish n’chips do país, resolveu entrar na corrente de bem em prol da preservação ambiental e da sustentabilidade. Aproveitando as tradicionais ações de Black Friday, a rede, que conta com oito unidades no país, vai promover uma ação social que visa auxiliar projetos que estão ajudando na coleta e retirada das manchas de óleo da costa brasileira. O “Mermaiday” vai acontecer no dia 29 de novembro, e terá 30% do valor de cada fish n’chips vendido pela rede no Brasil destinado aos “Guardiões do Litoral”.

“MerMaiday” é a junção das palavras “mermaid” e “mayday”, em tradução literal “sereia” e “socorro”. Então, o “Mermaiday” é um pedido de ajuda dos mares que foram afetados pelo óleo. “O principal produto do Sirène é o peixe, isso já é um motivo de muita importância para uma ação voltada para a costa das áreas afetadas pelo óleo, já que os impactos e danos ao ecossistema foram de longa escala, com efeitos a curto e longo prazo”, destaca Afonso Natal Neto, sócio-fundador da rede Sirène.

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A associação “Guardiões do Litoral” é formada por um grupo de voluntários que estão fazendo mutirões e, também, arrecadando doações de equipamentos para ajudar na retirada de óleo da costa. Criada pelo surfista, engenheiro civil e técnico ambiental Arthur Sehbe, a associação atua em diversas regiões do país e se consolidou como uma das organizações mais respeitadas quando o assunto é despoluição do litoral brasileiro.

A rede Sirène Fish & Chips conta com oito unidades espelhadas pelas cidades de Curitiba (PR), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Balneário Camboriú (SC) e Florianópolis (SC).

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O “MerMaiday” será realizado no dia 29 de novembro, durante todo horário de funcionamento das lojas.

Informações: Siréne