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Dermatologista lista cinco cuidados essenciais com a pele negra

Com textura oleosa no rosto e mais ressecada nas outras partes do corpo, a pele negra tem características marcantes. Pela facilidade de produção de melanina, por exemplo, ela mancha com facilidade por qualquer ponto inflamatório. Acne, arranhões e picadas de insetos podem pigmentar mais nesse tipo de pele.

Justamente por apresentar essas propriedades, a dermatologista Gina Matzenbacher, da Clínica Leger, aconselha evitar qualquer tipo de atrito e hiperpigmentação: “Não manipule lesões, tente não coçar picadas de mosquito e nem espremer espinhas para evitar deixar a pele marcada. Além disso, procure manter a hidratação do corpo, e no rosto tenha cuidado com substâncias muito cremosas porque elas podem provocar acne”.

Com tantos produtos disponíveis no mercado, como escolher uma rotina de skincare para esse tipo de pele? A dermatologista Gina Matzenbacher responde a seguir as cinco principais dúvidas sobre o tema. Confira:

Como deve ser a rotina de skincare da pele negra?

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Pela manhã, a dermatologista sugere lavar o rosto com um sabonete adequado para este tipo de pele. Se ela for oleosa, vale a pena apostar em um de controle de oleosidade suave. Na sequência, use um tônico matificante. Caso saia de casa, não se esqueça de usar filtro solar fluído, para que a pele não fique esbranquiçada, ou um filtro solar com cor, se for do agrado da pessoa. Para o skincare noturno, a sugestão é o uso de algum ácido para renovação celular. Caso a pele fique muito irritada, inclua um hidratante nessa rotina e alterne com o ácido. “Vale destacar a importância de consultar um dermatologista para avaliar o seu tipo de pele. Como mencionei, é mais comum peles negras serem oleosas, mas também existem as ressecadas e, se for esse o seu caso, será necessário inverter todos esses cuidados. Por isso, a avaliação do dermatologista é fundamental”, afirma Gina.

Pele negra também precisa de protetor solar?

Sim. Filtro solar é indispensável. Nesse caso, há menor chance de queimadura solar, mas maior propensão a manchas, melasmas e hiperpigmentação pós-inflamatória.

Como clarear as manchas na pele negra?

“Podemos realizar tratamentos com clareadores, mas devemos ter muito cuidado com a Hidroquinona – um agente despigmentante eficiente, mas que quando manipulado de forma errada, pode clarear muito a pele. Apesar de ser um medicamento de venda livre, devemos tratar sob os cuidados de um médico, já que pode provocar lesões semelhantes ao vitiligo ou ocronose, que é o escurecimento acinzentado da pele”, diz a dermatologista. Além disso, ela lembra que existem outros protocolos clareadores, como o glicólico, o ácido mandélico, o ácido salicílico, a vitamina C e o ácido azelaico. O importante é não deixar de usar o filtro solar pela manhã para não pigmentar essas lesões.

Quais são os ativos indicados para cuidar da pele negra?

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Os mesmos que usamos nas peles branca e amarela. Há o ácido glicólico, o ácido lático, o ácido mandélico, o ácido ferrúlico, todos os agentes matificantes, a nicotinamida, o ácido retinóico, o retinol. Nos hidratantes, temos o ácido lático, a ureia, o ácido hialurônico. O único que devemos ter mais cuidado, como já foi mencionado, é a hidroquinona.

A pele negra também fica ressecada?

“Sim. Por isso, temos que manter a hidratação, especialmente nas áreas do joelho para baixo, que é a região mais seca do corpo. Quando o ressecamento acomete, é importante combatê-lo com o produto adequado, que evite o surgimento da acne”, finaliza a médica.

Fonte: Clínica Leger

Pesquisa com mulheres negras revela que 70% estão insatisfeitas com maquiagem disponível

Levantamento de norte a sul do país traça um retrato do cenário atual delas na indústria de beleza e revela que 46% desistem de adquirir produtos por não encontrarem sua cor, entre outros dados

Hoje, o Brasil é o país que tem mais pessoas negras fora da África no mundo. Dos 209 milhões de brasileiros, atualmente, 56% são negros, grupo racial composto por pessoas que se classificam como pardas e pretas, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Além disso, segundo o Think Etnus é estimado é que, até 2023, 70% dos brasileiros se autodeclarem negros, como resultado do crescimento da autoafirmação e empoderamento. Apesar desse cenário, uma pesquisa inédita realizada pela Avon em parceria com a consultoria Grimpa, mostrou que 70% das mulheres negras entrevistadas, não estão satisfeitas com as opções de produtos específicos para o seu tipo de pele encontrados no mercado.

O levantamento realizado entre setembro e outubro de 2020, entrevistou mil mulheres pardas e pretas, entre 18 e 60 anos, de todas as classes sociais, e em todo o Brasil, para entender como é a relação delas com a maquiagem, especificamente base, pó e corretivo – que estão intimamente ligados ao tom de pele. Os números reforçam a atual falta de representatividade da mulher negra pela indústria de beleza.

Na busca um novo item de maquiagem, por exemplo, os problemas das mulheres pardas e pretas começam logo com um dos atributos mais básicos: a cor. 46% delas disseram que o principal motivo de desistirem da compra de uma base, pó ou corretivo é não encontrar o tom compatível com a sua pele.

A falta de opções faz com que as consumidoras negras limitem sua experiência de compra de novos produtos, pois, enquanto as mulheres brancas podem encontrar facilmente sua cor em diversas marcas e experimentar bases com diferentes efeitos e ativos, negras ainda estão preocupadas em encontrar produtos que ofereçam a compatibilidade de tom. Hoje, elas ainda encontram só o básico, mas querem opções melhores. Das entrevistadas, 61% dizem estar em busca de acabamento e fórmulas multifuncionais quando pesquisam uma base.

A carência de produtos compatíveis no mercado nacional acaba pesando no bolso delas. 56% procura opções importadas ocasionalmente ou sempre: 47% fazem isso porque consideram os produtos estrangeiros mais interessantes, 35% acreditam que eles têm mais qualidade e 17% encontram tons compatíveis apenas nas paletas de cores vindas do exterior. Além disso, 57% dizem que compram ou já tiveram que comprar mais de um tom de base para misturá-la a outras porque simplesmente não encontram um produto adequado à sua cor – tendo assim que gastar mais, personalizando a maquiagem.

As diferenças de comportamento de uso da maquiagem também aparecem quando olhamos para diferentes regiões brasileiras, idades e classes sociais. A maioria usa base em momentos especiais (55%), seguida pelas mulheres que usam todos os dias (45%). No Sul (61%) e Norte/Centro-Oeste (58%) está a maior proporção de mulheres que usam bases apenas em momentos especiais, enquanto no Sudeste o uso diário é mais comum, ocorrendo para 51% delas. Já quando analisamos as diferenças em relação a idade, vemos que para 53% das mulheres mais maduras, entre 50 e 60 anos, apenas algumas marcas de maquiagem as valorizam, já entre as mais jovens, de 18 a 29 anos, essa é a percepção de 47% das entrevistadas.

Apesar do cenário geral adverso da indústria de beleza, as mulheres negras consideram que a representatividade vem melhorando. 80% das entrevistadas disseram reconhecer ações que olham para suas necessidades e que as faça sentir valorizadas. Isso evidencia que o principal desafio imposto para as marcas hoje é tornar a representatividade exibida em sua comunicação e publicidade uma realidade em seus portfólios de produtos.

Construindo uma das estratégias de tonalidades mais diversificadas no mundo: com tecnologia humanizada, Avon transforma sua paleta de cores em um portfólio colaborativo de peles

Como resposta a esses aprendizados, somados a estudos e workshops realizados entre 2013 e 2019, a Avon muda sua paleta de cores de bases, pós e corretivos, lançando em novembro deste ano novos itens de maquiagem elaborados com as cores personalizadas para as peles pardas e pretas brasileiras: 7 tons da base líquida Power Stay e da Base Compacta, 10 novos tons de corretivo Power Stay, 2 tons de pós compactos, 1 tom de blush e 1 iluminador Face Drops.

A criação da paleta foi resultado do trabalho colaborativo entre a maquiadora Daniele Da Mata, uma das maiores experts em pele negra no Brasil, e a cientista norte-americana Candice Deleo-Novack, chefe de desenvolvimento de produtos para olhos, rosto e design técnico de produtos da Avon. A dupla conseguiu sintetizar em uma única paleta a maior gama possível de tons e subtons das peles brasileiras ao aportar um olhar humanizado para cada produto.

“Como uma empresa global, nos dá muito orgulho ver o Brasil liderando esse movimento de mudança dentro da companhia. Aprendemos uma nova forma de criar proporções de pigmentos com as mulheres brasileiras e isso se compara ao processo de, por exemplo, lançar uma coleção de alta costura, com roupas personalizadas para essas mulheres e suas características únicas e especiais. E foi esse trabalho sob medida que resultou em novas cores e em uma forma muito mais humana de desenvolvimento em laboratório”, diz a cientista Candice Deleo-Novack.

Além dos lançamentos que ocorrem este mês, ao longo de 2021 a Avon lançará mais 25 produtos com as novas cores para a consumidora parda e negra: 10 novos tons das bases Real Matte, 3 novos tons dos pós Real Matte, 1 nova cor de corretivo, 4 bases Ultramatte, 5 bases líquidas Matte Efeito Segunda Pele e 2 pós soltos com efeito matte.

“Foram oito meses de trabalho utilizando os aprendizados coletados no país em abordagens qualitativas e quantitativas para descobrir percepções, tensões e necessidades não atendidas da consumidora brasileira. Essa longa jornada culminou na nova paleta de cores para pós, bases e corretivos da Avon, que será lançada em novembro de 2020 primeiro nas bases Power Stay e base compacta, com cores da vida real levadas para as fórmulas. A paleta também será aplicada em todas as linhas da Avon até 2021”, explica Juliana Barros, diretora de marketing da categoria de maquiagem da Avon.

Os produtos complementam a oferta total de cores de maquiagem para a pele negra da Avon e selam o compromisso de fazer com que a experiência do consumidor com a marca seja cada vez mais completa. “Os novos itens conversam entre si, ou seja, os corretivos, bronzeadores, blushes e iluminadores foram testados extensivamente na pele das mulheres negras brasileiras para funcionarem em todas as nuances, do médio ao escuro”, afirma a cientista Candice Deleo-Novack.

No total, serão 53 produtos com as novas cores. Além disso, toda a paleta de bases, pós e corretivos ganha novos nomes, sinalizando tom e subtom em uma combinação de letra e número: o número faz referência ao tom (1 para o tom claro, 2 para o médio-claro, 3 para o médio, 4 para o médio-escuro e 5 para o escuro) e a letra faz referência ao subtom: “F” (frio), “N” (neutro) e “Q” (quente).

Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce. SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Maquiagens para pele negra: confira cores e acabamentos para compor produção

Por muitos anos, mulheres negras passaram por uma grande dificuldade em encontrar maquiagens que fossem adequadas aos seus tons de pele. No entanto, hoje, o mercado já dispõe de uma grande variedade de produtos de qualidade – com opções de texturas e tonalidades diversas – voltados aos mais diversos matizes de pele negra. Sendo assim, com as ferramentas adequadas em mãos, aprenda a seguir, como combinar produtos e cores para criar maquiagens marcantes e práticas.

Um item primordial para uma boa make, é a base, pois ela tem a finalidade de uniformizar o tom da pele e “segurar” todo o restante da maquiagem. Para a pele negra, muitas vezes é difícil encontrar uma tonalidade de base que combine perfeitamente ao da pele.

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Segundo a visagista e hair stylist do salão Maison Rocha, de Belo Horizonte, Rosangela Rocha, uma importante dica para quem não consegue encontrar a base ideal é optar pela junção de mais de um tom do produto. “Uma forma de produzir um visual mais uniforme, é misturar dois tons de base, ou seja, escolher um produto com um tom mais próximo da pele e misturá-lo com um de tonalidade mais clara. Fazendo isso, a pele fica com um aspecto mais leve e natural”, explica.

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A atriz Angela Basset

Para um acabamento mais sofisticado e vibrante, é indicado para as peles morenas e negras, blushes de tonalidades mais terrosas, como por exemplo, o cobre, e a coral. Estes que estão em alta desde o ano passado. A escolha por estes tipos de cores, tanto para o blush quanto para o iluminador, destaca os traços das pessoas de pele negra e realça as características faciais.

Outra parte muito importante da maquiagem para peles negras, é a escolha das cores de sombras. O uso de cores mais intensas, tende a dar foco para determinadas áreas do rosto e promover um interessante contraste com o tom da pele.

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Shutterstock

Rosângela explica que é essencial, observar a relação entre as cores para que a maquiagem fique moderna, sem perder a sua harmonia. “Sombras de cor muito clara, se usadas sozinhas, produzem um efeito de contraste desvantajoso, além de não realçarem bem os olhos. A pele negra combina muito bem com cores mais quentes ou vibrantes, como o roxo, laranja, marrom, azul e rosa”, pondera.

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Avon

Seja para o dia a dia ou uma festa à noite, maquiagens compostas por tons mais tropicais e iluminados, podem ser ótimas opções para quem quer se manter elegante e singular ao mesmo tempo. “Para finalizar a make, indico batons de cores mais fortes, como o vermelho, bordeaux, rosa e vinho”, conclui.

Fonte: Maison Rocha

Pele negra: dicas e produtos Natura para proteção solar

O nível alto de melanina não isenta a pele negra de uma proteção diária contra os danos causados pelos raios solares

A melanina funciona como uma espécie de proteção natural da pele. No entanto, é um erro achar que a pele negra, por apresentar alta concentração desse pigmento produzido naturalmente pelo organismo, não exige tantos cuidados em relação à proteção solar.

Esse cuidado é, sim, essencial para a manutenção de uma pele saudável e livre do ressecamento e envelhecimento precoce causados pelos raios ultravioletas. Segundo os especialistas, um alto nível de melanina protege, mas também colabora para o surgimento de manchas, que podem ser prevenidas com o uso do filtro solar.

Mesmo em dias nublados ou em ambientes fechados, é recomendado o uso de protetor com FPS de no mínimo 30 e proteção UVA/PPD 10. Além disso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aconselha que o produto seja reaplicado a cada duas horas ou após transpiração excessiva, contato com a água ou uso de toalhas, especialmente nos dias de sol intenso.

O novo Protetor Solar em Óleo Ekos Buriti oferece justamente alta proteção solar (FPS30 e proteção UVA 10), é resistente à água e hidrata enquanto protege – perfeito para ser usado em um dia na praia ou piscina. Além disso, a textura em óleo é mais fácil de espalhar e tem fórmula especialmente desenvolvida para garantir toque seco e suave após a aplicação.

Conheça melhor abaixo os produtos da linha Natura Ekos Buriti:

Ekos Protetor solar em óleo corporal FPS 30

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Com alto fator de proteção solar, FPS 30, e proteção UVA, o óleo é resistente à água e protege a pele dos danos solares – tudo isso enquanto hidrata intensamente, realçando o tom natural da pele. Com textura leve, deixa a pele protegida e com um toque suave. Rico em betacaroteno, o óleo possui propriedades antioxidantes que ajudam a proteger a pele dos efeitos nocivos do sol e, também, a desacelerar o fotoenvelhecimento. O produto não deve ser utilizado no rosto e não possui fragrância. Aplique 15 minutos antes da exposição ao sol e reaplique a cada duas horas, no mínimo, para garantir boa defesa dos raios solares. Preço sugerido: R$ 69,80 (200 ml)

Polpa Desodorante Hidratante Pós-Sol Ekos Buriti

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Previne o fotoenvelhecimento e evita o ressecamento da pele pós-exposição solar. Sua textura leve e refrescante oferece hidratação prolongada, além de deixar a pele macia e delicadamente perfumada. Passe todos os dias, logo após o banho ou sempre que sentir necessidade. Preço sugerido: R$ 54,90 (400 ml).

Onde encontrar: por meio de uma Consultora Natura, na Rede Natura nas lojas próprias da Natura, em São Paulo, São Caetano do Sul, Ribeirão Preto, Alphaville São Paulo, Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Campo Grande, Curitiba e no Rio de Janeiro e Porto alegre

Especialista do Senac EAD dá dicas de maquiagem para a pele negra

Instrutora da área de beleza orienta como aplicar base, corretivo e cores para os olhos e lábios

Maquiar-se é uma atividade que faz parte do dia a dia de muitas pessoas. Mas nem sempre é fácil, porque sempre aparecem dúvidas sobre cor da base, tons, corretivos a usar ou até mesmo o que evitar. Para não ter erro na hora de se maquiar, Bruna Lorena de Lima, instrutora do curso Maquiagem para Pele Negra – WEBTV do Senac EAD, oferece dicas para mulheres de pele negra tirar dúvidas e preparar a make.

Segundo ela, a escolha da base é geralmente a mais complicada, por existir diferentes tons da pele negra, como amarelada, mais escuras e também mais claras. Por isso, Bruna enfatiza a importância de saber identificar os tons e recomenda que tenha no mínimo três tons de bases para realizar misturas, sendo um tom mais claro, médio e outro mais escuro, para assim ter resultado mais assertivo.

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Outra recomendação é que o corretivo seja exatamente no tom da pele. Porque, se for muito claro, ressaltará e não esconderá as imperfeições da pele, alerta ela. “Já os pós-translúcidos brancos devem ser evitados”. Segundo a instrutora, eles refletem muito no tom de pele negra e podem deixar um aspecto esbranquiçado. “Existem opções no mercado que possuem tom bege, mas que não adicionam cor à pele”, indica.

Para a valorização da pele negra, por meio da escolha adequada das cores para os olhos, Bruna indica tons mais fechados e com uma intensidade maior. “O verde escuro, o azul escuro, o beringela, o violeta fechado, os dourados fechados e o ocre são cores que darão mais destaque a pele negra”, explica. Já nos lábios, ela indica os tons de marrom, vinho, vermelho fechado e rosa fechado. “Mas nada impede de experimentar outras opções”, ressalta. “São apenas recomendações de acordo com a nossa análise de cartela de cores. Mas nada nos impede de ousar fora dessa cartela”, complementa.

Tendência: gloss, glow, glitter

De acordo com a instrutora, as tendências para a maquiagem em 2018 é o efeito gloss (efeito molhado), tanto nos lábios quanto nos olhos. O efeito glow (brilho natural) para a pele também é uma grande aposta. Já nos lábios, os batons em tons de laranja e pêssego. “O brilho é sempre bem-vindo para as peles negras. Uma dica é apostar no glitter e nos pigmentos, eles destacam ainda mais os olhos”.

O curso Maquiagem para Pele Negra – WEBTV oferece uma abordagem de vários temas, como Abordagem Geral da Maquiagem Profissional; Harmonia das Cores; Pele Perfeita: Preparação da Pele Negra; Contorno facial; Técnica: Maquiagem para o dia; Técnica: Maquiagem para a noite; Técnica: Maquiagem clássica; entre outros temas.

Com duração de 20 horas, as aulas são feitas por meio do projeto WebTV, com vídeoaulas que facilitam e estimulam o aprendizado. Com formato a distância, a capacitação é ideal para quem não abre mão da qualidade, mas precisa de flexibilidade no dia a dia.

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Os cursos livres a distância são voltados para formação inicial, aperfeiçoamento ou atualização e garantem oportunidade de desenvolvimento contínuo. Para se inscrever ou conferir lista completa de cursos, acesse o Portal Senac EAD.

Serviço:
Maquiagem para Pele Negra – WEBTV
Carga horária: 20 horas
Investimento: R$ 82,30 – Boleto à vista ou 1X no cartão de crédito

Base de alta cobertura para pele negra é novidade quem disse, berenice?

Pensando na diversidade da mulher brasileira, quem disse, berenice? apresenta dois novos tons de base alta cobertura. O produto, que tem acabamento sequinho, chega para ampliar a cartela de cores pras mulheres negras com as cores 11 e 12.

“Sempre nos preocupamos em desenvolver produtos pra deixar a mulher brasileira ainda mais bonita. Por isso, apresentamos esses dois novos tons pra atender a variedade de tons da mulher negra”, comenta Marcela Nogueira, gerente de categoria maquiagem e perfumaria de quem disse, berenice?

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Os dois novos tons chegam pra complementar o portfólio de base alta cobertura, que contam com 10 cores pensadas na diversidade da mulher brasileira. O produto não transfere, pra você poder dar aquele super abraço em alguém especial sem se preocupar em manchar a roupa; conta com proteção solar UVB com FPS 15, é livre de óleo e tem acabamento mate que deixa aquele efeito de pele sequinha. Além disso, as bases alta cobertura são resistentes à água e ao suor, tem longa duração (até 8 horas) e deixam a pele hidratada por até 24 horas.

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A novidade está disponível nas lojas e e-commerce oficiais da marca, com o valor de R$ 63,90.

 

 

DaMata MakeUp: primeira escola de maquiagem para a pele negra

Pioneira no ensino de maquiagem direcionado exclusivamente para pele negra, a DaMata MakeUp viabiliza o Projeto Negras do Brasil, uma instituição itinerante que oferece serviços de palestra, consultoria, maquiagem para noivas e workshops, com o objetivo de oportunizar momentos de diversão e conhecimento pessoal, elevando a autoestima de suas alunas.

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Daniele da Mata é o nome por trás da escola que além do ensino da maquiagem, proporciona empoderamento feminino e autoconhecimento à mulher negra. Maquiadora, formada pelo Senac-SP, convive com o mercado de beleza há dez anos, desde que estagiou em uma empresa de cosméticos. A partir de então, aprimorou seus conhecimentos de maneira natural, curiosa e profissional. Trabalhou em salões de beleza, estúdios de fotografia e eventos. A maquiagem para pele negra tornou-se algo comum em seu cotidiano a ponto de se identificar com as experiências de vida e anseios de cada mulher negra.

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Em formato de palestra, as aulas são para turmas de até 40 pessoas com lotação máxima em todas as cidades por onde o projeto passou. Até o momento cerca de duas mil alunas negras vivenciaram essa experiência.

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A palestra é desenvolvida com naturalidade e carisma que a torna dinâmica e divertida. A oficina tem duração de quatro horas nas quais são apresentados os procedimentos técnicos de uma maquiagem ideal, desde a preparação de pele, olhos, boca, escolha das combinações das cores e harmonizações para a pele negra. A espontaneidade faz com que as aulas sejam 100% práticas com a participação de todas as alunas.

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Nos meses de outubro e novembro a turnê do Projeto Negras do Brasil passou por seis capitais nordestinas, e em 2017 o projeto continuará viajando o país.

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As inscrições são realizadas aqui.

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Negras do Brasil: projeto ganhou vida sob as mãos de Daniele Damata

Maquiadora, proprietária e idealizadora da DaMata Makeup, formada pelo Senac-SP, Daniele Damata convive com o mercado da beleza há dez anos, desde que estagiou em uma empresa de cosméticos. A partir de então, aprimorou seus conhecimentos de maneira natural, curiosa e profissional. Trabalhou em salões de beleza, estúdios de fotografia e em eventos. A maquiagem para pele negra tornou-se algo comum em seu cotidiano a ponto de se identificar com as experiências de vida e anseios de cada mulher negra.

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Atualmente a DaMata Makeup viabiliza o Negras do Brasil escola itinerante de maquiagem para pele negra, que oferece serviços de palestra, consultoria, maquiagem para Noivas e workshop, com o objetivo de proporcionar momentos de diversão e conhecimento pessoal, elevando a autoestima de suas alunas.
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Em 2013 nasceu a ideia de montar uma escola de Automaquiagem com espaço físico para ministrar as oficinas, mas a demanda para ir em outras cidades cresceu quando aconteceu o primeiro evento na cidade de São Paulo em consequência convites para o Rio de Janeiro e Salvador.

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Assim, surgiu o desejo de atender mais cidades e o projeto “Negras do Brasil”. Que é pensado e formatado de acordo com a necessidade do público de cada local. “Buscamos com esse projeto obter excelência na realização das atividades e a valorização da Beleza Negra através de oficinas, palestras de maquiagem e workshops”, afirma Daniele.

Em 2015 já aconteceram edições no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília São José dos Campos, Belo Horizonte, Volta Redonda e Vitória.

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