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A importância de escolher bem os alimentos

A nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo Adriana Stavro tira algumas dúvidas sobre a importância de uma boa alimentação:

O primeiro grande passo para comer saudável é escolher uma dieta que consiga seguir à risca? Por isso é importante comer o que gosta?
Sim. Muitas pessoas acham que uma alimentação saudável significa mudar radicalmente sua dieta e desistir de todos os alimentos que gosta. Vamos pensar diferente. Melhorar a saúde pode ser tão fácil quanto mudar de pão branco para pão integral, adicionar uma colher de sopa de semente de linhaça moída no iogurte (um iogurte com menos açúcar e gordura e mais proteína), pedir seu café favorito com leite desnatado em vez de integral, comer frango ou peixe grelhado em vez de carne, comer massa com molho à base de tomate em vez de molho branco.
Fazer pequenas mudanças pode resultar em grandes resultados e benefícios.

Ter uma variedade de opções é importante para comer melhor?
Sim. Uma das razões pelas quais a variedade de alimentos é incluída nas recomendações é porque diferentes alimentos têm diferentes nutrientes. Pensar na variedade nas refeições é importante, pois pesquisas mostram que as pessoas comem mais vegetais quando eles diferem em aparência, sabor e textura.

Qual a importância de organizar o cardápio da semana? Isso ajuda a evitar comer besteira?
O planejamento das refeições é importante se você estiver cozinhando para você ou para uma família. Ao planejar com antecedência, você se alimenta melhor, economiza tempo e gasta menos dinheiro.
Sugestões:
=Comece tornando o planejamento das refeições um hábito.
=Tente reservar um tempo a cada semana para anotar suas ideias de cardápio (ou contrate um profissional qualificado para preparar isso para você) e fazer sua lista de compras.
=Pense nas suas refeições em torno de um prato saudável com vegetais, frutas, grãos integrais e alimentos proteicos.
=Assim que suas ideias de refeições estiverem prontas, verifique o que tem na geladeira e armários para ver o que ainda precisa comprar.

Pode eleger quatro dicas para comer melhor e explicar cada uma delas (podem ser dicas que você usa no dia a dia)?
-Escolha carboidratos ricos em fibras. Estes incluem pão, arroz, massas e cereais integrais. Eles contêm mais fibras que os carboidratos refinados e podem ajudá-lo a se sentir satisfeito por mais tempo.
-Coma muitas frutas e vegetais. É recomendável comer pelo menos 5 porções todos os dias. Eles são fontes de vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras.
-Coma mais peixes. Os peixes mais gordurosos são ricos em ômega-3, o que pode ajudar a prevenir doenças cardíacas. Estes incluem:salmão, truta, arenque, sardinhas
-Reduza a gordura saturada. O excesso de gordura saturada pode aumentar o colesterol, o que aumenta o risco de desenvolver doenças cardíacas.A gordura saturada é encontrada em muitos alimentos, como:cortes gordurosos de carne, salsichas, manteiga, bolos, biscoitos, banha, tortas
-Reduza o açúcar. O consumo regular de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar aumenta o risco de obesidade. Evite refrigerantes açucarados, cereais matinais açucarados, bolos, biscoitos, pastéis e pudins, doces e chocolate
-Diminua o consumo de sal. Comer muito sal pode aumentar sua pressão arterial. Pessoas hipertensas têm maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas ou ter um derrame.
-Não fique com sede. Você precisa beber líquidos para evitar desidratação. O ideal é beber 35ml por quilo de peso de água ao dia.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Nutrição comportamental: como as emoções influenciam na alimentação

Especialista explica a relação e como o acompanhamento nutricional pode ajudar no processo

É evidente que o estado emocional influencia na forma de se relacionar com o mundo, às vezes mais do que é possível perceber, podendo se tornar uma cadeia de consequências à saúde. Considerando as emoções como fator indispensável para a alimentação, a abordagem comportamental olha além da comida e dieta, buscando entender como e por que o paciente se relaciona de tal forma com os alimentos, para a partir disso, trabalhar suas necessidades.

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Para Fernanda Larralde, nutricionista e parceira da Bio Mundo, franquia de alimentos naturais e saudáveis, é possível perceber muitas pessoas relacionando suas emoções com a alimentação, principalmente, em momento de pandemia. “Não é só sobre comer em excesso, por exemplo. Casos de transtornos alimentares têm crescido todos os anos e, catalogados, somam 12 tipos diferentes. Então, na abordagem comportamental, olhamos primeiro as emoções, pois antes de saber o que comer, é preciso saber o porquê o paciente come”, explica Fernanda.

O acompanhamento periódico do profissional de nutrição é fundamental para entender que a alimentação traz consequências e está diretamente relacionada à saúde e qualidade de vida, muito além do emagrecimento e estética. “Pensar no bem-estar quando falamos na dieta é essencial. A partir disso, precisamos entender como as emoções e comportamentos estão influenciando na ingestão dos alimentos e se há a necessidade do envolvimento de outros profissionais da saúde para um acompanhamento mais eficaz”, comenta a especialista em nutrição comportamental e esportiva.

Segundo a profissional, alguns mitos confundem sobre comer bem e de forma equilibrada. “Muitas vezes, as pessoas relacionam uma alimentação saudável à uma dieta restritiva, o que não a torna sustentável e pode acarretar mais sentimentos incômodos, potencializando a ingestão de alimentos por compulsão”, observa Fernanda, que ainda chama a atenção para quem opta por seguir dietas indicadas por outras pessoas. “Cada corpo é diferente e requer cuidados próprios, por isso a importância de procurar por um profissional que entenderá suas necessidades”, completa.

“Em hipótese alguma deve-se deixar de comer o que se gosta, quanto mais leveza trazer para a rotina alimentar, comendo o que gosta, será muito mais fácil e prazeroso o processo e o alcance os resultados que busca”, acrescenta a profissional.

Foto: Shutterstock

Outro mito bem famoso é que se alimentar bem custa caro. A nutricionista e parceira da Bio Mundo enfatiza que uma rotina com alimentos saudáveis não precisa de grandes investimentos e pode sair mais barato do que comidas industrializadas ou fast food, por exemplo. “É possível montar um cardápio simples, saboroso e ainda variado sem gastar muito. Basta escolher bem o que colocar no prato”, finaliza.

Fonte: Bio Mundo

Restrição alimentar: como seguir uma dieta equilibrada sem perder nutrientes

A lista de tipos de dietas existentes é enorme. Muitos estão em busca de uma nova alimentação por estilo de vida, como é o caso do vegetarianismo ou veganismo, por exemplo, que vem ganhando adeptos nos últimos tempos. Também há dietas mais restritivas para tratar algumas doenças, como celíacos e os intolerantes à lactose. Em todas elas, é importante ficar atento aos cuidados para poder manter uma alimentação equilibrada e sem perder nutrientes.

Intolerância ao glúten e à lactose

Nos últimos anos foi possível notar um crescimento nos diagnósticos de alergia e intolerância ao glúten e a lactose. No dr. consulta, por exemplo, o número de pacientes com intolerância à lactose aumentou desde 2018. Considerando os dados cadastrados entre janeiro e agosto ano a ano, foram 490 diagnósticos em 2018, 512 em 2019, 524 em 2020, e 658 em 2021.

No caso da intolerância ou alergia à lactose, tem basicamente aqueles indivíduos que são desde o nascimento e aqueles que se tornam ao longo da vida, por problemas absortivos decorrentes de algumas condições patológicas ou alterações da microbiota ou, caso mais frequente, por um decréscimo na produção da lactase, a enzima que digere a lactose. Com isso, esse açúcar natural de alguns alimentos deixa de ser bem digerido e pode começar a provocar sintomas como dores abdominais, gases, diarreia.

O tratamento da intolerância à lactose consiste na exclusão da lactose da dieta ou sua significativa redução, dependendo do caso. Quando não bem planejada, pode acarretar deficiência de cálcio e vitamina D na dieta. Para obter o diagnóstico correto é indicado procurar um gastroenterologista que irá avaliar o caso e a conduta mais adequada.

No caso da intolerância ao glúten, a doença celíaca, é uma doença autoimune, que se desenvolve em indivíduos com predisposição, caracterizada pela permanente sensibilidade ao glúten, uma proteína do trigo e de outros cereais (centeio, malte, cevada, por exemplo). A ingestão pode resultar em sintomas gastrointestinais e em inflamação no intestino.

Foto: Shutterstock

Entre os nutrientes associados às deficiências em pacientes celíacos não tratados, destacam-se as vitaminas do complexo B, D, E e os minerais cálcio, zinco, ferro e magnésio. O único tratamento para os indivíduos é uma dieta rigorosa, isenta de glúten, que implica em abolir produtos como, por exemplo, macarrão, pães, bolos, bolachas, cervejas, entre outros. Apenas a eliminação do glúten da alimentação permite que o intestino se regenere por completo da lesão e o organismo se recupere. Contudo, se houver reintrodução do glúten, as inflamações regressam e os sintomas reaparecem.

Vegetarianismo e veganismo

De acordo com uma pesquisa do The Good Food Institute (GFI) Brasil realizada em parceria com o Ibope, 49% dos brasileiros teriam reduzido o consumo de carne, sendo que 39% declararam já consumir alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana e 59%, ao menos uma vez por semana. No entanto, a ausência da proteína de origem animal na dieta pode trazer algumas consequências caso não tenha uma orientação adequada para alimentos que possam substituir possíveis carências

Segundo Mariana Maciel, nutricionista referência do dr. consulta, principalmente os mais jovens vêm adotando o vegetarianismo e o veganismo, mas nessa faixa etária é importante ter uma alimentação adequada, já que o corpo ainda está em fase de desenvolvimento.

“Uma pessoa que decide retirar a carne, ou mesmo qualquer tipo de alimento de origem animal, deve procurar uma orientação profissional adequada para evitar possíveis problemas desbalanceamentos da dieta que poderiam levar a deficiência de ferro, cálcio, gorduras do tipo ômega, proteína, além das vitaminas D e B12, que podem ocasionar anemia, queda de cabelo, fraqueza e até problemas de memória”, alerta Mariana.

Reposição de nutrientes

É possível encontrar nos alimentos de origem vegetal a maioria dos nutrientes. A proteína e o ferro, por exemplo, podem ser encontrados na quinoa, soja e seus derivados (tofu, leite de soja), as leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha), os cogumelos, a chia e a linhaça. Aliás, a chia e a linhaça também são algumas das melhores provedoras de ômega-3 entre os vegetais – só é importante que elas sejam batidas para que a liberação da gordura seja mais eficiente.

Embora o leite seja o mais conhecido como principal fonte de cálcio, vegetais também podem conter a vitamina: couve, rúcula, quiabo e brócolis. As bebidas vegetais fortificadas com cálcio também são boas escolhas. E para quem tem intolerância, já existe opções de leite especialmente desenvolvidos sem a lactose.

Já as dietas sem glúten podem implicar na redução do consumo de vitaminas do complexo B e podem ser deficientes em ferro, devido a maioria das farinhas de trigo serem enriquecidas com o mineral. É recomendado incluir hortaliças e alimentos ricos em fibras na alimentação. Quem tem intolerância deve estar sempre atento aos rótulos, os fabricantes precisam informar se há presença ou não de glúten

A maior parte de vitamina D necessária para o organismo é produzida por meio da exposição da pele aos raios de sol, por cerca de 15 minutos diariamente. Além disso, ela é encontrada na gema do ovo, leite enriquecido, nata, manteiga e peixes com alto teor de gordura, como salmão e sardinha. Já a vitamina B12 é majoritariamente encontrada em alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos. “Por isso, é importante buscar orientação profissional para que seja possível avaliar a melhor forma de obter esse nutriente”, pontua a nutricionista do dr. consulta.

Fonte: dr. consulta

Dia Mundial da Alimentação: o papel do plant-based para uma vida mais saudável

Nutricionista da Superbom explica os benefícios de uma alimentação livre de produtos de origem animal

No último sábado, 16 de outubro, comemoramos o Dia Mundial da Alimentação. E é importante notar que cresce cada vez mais no Brasil o número de adeptos a uma alimentação que prioriza a remoção total ou parcial dos alimentos de origem animal, como forma de zelar não somente pelo meio ambiente, mas também pela saúde.

Mesmo que para alguns pareça ser uma mudança muito difícil, sabendo fazer as adaptações de forma correta e mantendo um cardápio saudável e nutritivo, é possível introduzir o novo hábito alimentar de uma forma mais prazerosa e simples.

Dados divulgados pelo Índice de Alimentação Saudável (HEI-2010) apontam que a dieta vegana (ou plant-based) possui o melhor índice de valor nutricional dentre as analisadas. Já a onívora, que conta com a ingestão de carnes, por outro lado, foi a indicada com o menor valor nutricional. Os estudos mostram que as alimentações pescovegetariana – quando peixes e frutos do mar são as únicas proteínas animais consumidas -, vegetariana e especialmente a vegana geram um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo das onívoras, sendo ideais para o combate da obesidade e aos malefícios causados por ela. Quando questionada sobre táticas de aderir a uma alimentação plant-based, Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom , marca pioneira na produção de alimentos saudáveis, explica:

“Uma opção para os que buscam dar início ao novo estilo de alimentação é começar de uma forma mais sutil, através da ‘segunda sem carne’, por exemplo. Esse movimento consiste em se alimentar apenas de alimentos vegetais ao menos uma vez na semana. A ideia é que, aos poucos, as pessoas aumentem o número de refeições sem derivados de origem animal até que, quando se perceba, tenham virado vegetarianas ou até mesmo veganas. Com uma introdução mais gradativa, fica mais fácil de não desistir”.

A profissional continua e explica que, ao retirar a carne da alimentação, é fundamental investir nas leguminosas – fontes de proteína vegetal. Feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, além de hortaliças verdes escuras, como brócolis, rúcula, couve e espinafre, estão entre as opções que podem fazer parte do novo cardápio. “É muito importante experimentar e incluir de tudo um pouco. A alimentação precisa ser colorida com as cores da natureza. Sendo assim, a dieta também deverá ser preenchida com verduras e legumes, como couve, abóbora cenoura, alface, couve-flor e carboidratos, como cereais ou tubérculos. O céu é o limite”, pontua Maureen.

Por fim, a profissional explica que, além da transição ser feita de forma gradual, é muito importante o acompanhamento de um nutricionista: “ele poderá auxiliar para que sejam feitas as substituições adequadas, o que evita a deficiência de algum nutriente no organismo e, consequentemente, no desenvolvimento de alguma enfermidade”.

Os produtos Superbom presentes nas receitas podem ser encontrados no Mercado Livre, Magalu, Shopee e mais de 25 mil pontos de vendas físicos ao redor do Brasil.

Trocar carne por ovos traz economia e garante nutrientes, diz Proteste

Um dos alimentos mais completos em termos de vitaminas, gorduras boas e minerais, o ovo está sempre presente no cardápio do brasileiro e pode ajudar consumidor a economizar

Antes considerado um vilão para a saúde, o ovo é um dos alimentos mais completos em termos de vitaminas, proteínas, gorduras boas e minerais. Além de ser saboroso, fácil de preparar e muito versátil. E o melhor, segundo a especialista em Nutrição da Proteste, Fernanda Taveira, que coordenou um teste exclusivo com as principais marcas de ovos no mercado, é que ele pode substituir diversos tipos de carne e garantir a ingestão diária necessária de nutrientes, com economia no bolso do consumidor no fim do mês.

As proteínas presentes tanto na carne quanto nos ovos são consideradas “proteínas completas”, uma vez que possuem todos os aminoácidos que o organismo necessita e não produz. Portanto, na ausência da carne, é possível substituir pelo ovo, sim. Todavia, o consumo de uma unidade não alcança a mesma quantidade de proteína que um bife de 100 g possui.

Quantos ovos são necessários ingerir para substituir um bife?

Por exemplo, um bife de 100 gramas possui em média 23 gramas de proteína. Enquanto que 100 gramas de ovo, cerca de 11 gramas de proteínas. Ou seja, seria necessário consumir aproximadamente 200 gramas – o equivalente a três unidades – de ovos para alcançar a quantidade de proteínas que um bife fornece.

Durante muito tempo, o ovo foi visto como o vilão do colesterol. Sua ingestão diária é saudável?

Pixabay

No passado, existia a clássica associação do consumo de ovos com o aumento de colesterol e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Mas hoje em dia não se fala mais nisso. No estudo que conduzimos na Proteste, inclusive, verificamos a presença de nutrientes essenciais para a saúde do coração, sugerindo assim que o ovo pode atuar na prevenção dessas doenças também.

Qual é a recomendação de ingestão diária de gorduras?

A recomendação de consumo de gorduras pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 10% das calorias ingeridas no dia. Já para pessoas com risco cardíaco, esse valor cai para 7%. Portanto, se alguém consumir dentro dessa recomendação, não há motivo para evitar o consumo de ovos. Mas é sempre importante consultar antes um nutricionista para calcular a quantidade de proteínas e gorduras necessárias ao longo do dia e ajustar o consumo do ovo no planejamento alimentar.

Quais os tipos de gorduras presentes no ovo e por que são boas para a saúde?

O ovo possui gorduras saturadas, mono e poliinsaturadas em sua composição. Sabe-se que a gordura saturada está relacionada ao depósito de gorduras nas artérias. Mas se o consumo estiver dentro do recomendado, contribuirá para a produção de hormônios e transporte de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). Além disso, o ovo possui gorduras consideradas boas como as mono e polinsaturadas. Essas são anti-inflamatórias e essenciais para a redução do colesterol ruim (LDL) e dos níveis de triglicerídeos, além de proteger o coração e diminuir a pressão arterial sanguínea.

Quanto o consumidor pode economizar substituindo a carne pelos ovos?

Fotos: FreeFoodPhotos

É possível economizar em torno de R$ 1,80 em cada substituição feita em uma refeição. Ou seja, se uma pessoa consome 200g de carne por dia, ela pode obter uma economia de mais de R$ 100. Isso porque 100 g de patinho, por exemplo, custam R$ 3,00, enquanto que três ovos, R$ 1,20. Se compararmos com o frango, a economia é menor, mas também existe, levando em conta o custo de R$ 1,40 por 100 g.

Quais são as possibilidade de variações de preparo mais saudáveis?

Foto: Scibosnian

Os ovos são saborosos, fáceis de preparar e versáteis. Podem ser consumidos de várias maneiras: desde preparações simples como cozido, poché, mexido, omelete e como ingrediente de diversas receitas (bolos, tortas, suflês, etc.). O fato é que os ovos estão sempre presentes no cardápio do brasileiro, com a exceção, dos alérgicos. A Proteste inclusive, vai lançar em breve um e-book de receitas com ovos de galinha. São deliciosas, saudáveis e fáceis de preparar.

Fonte: Proteste

Nutricionista lista 9 benefícios em consumir batata-doce

A batata-doce é um vegetal nutritivo, delicioso e muito versátil. Pode ser preparada como purês, assada, cozida em pães e até em tortas. Rica em vitamina A, B5, riboflavina, niacina, tiamina e carotenoides. É encontrada em vários tamanhos e cores incluindo laranja, branco e roxa. Estas joias coloridas oferecem vários benefícios à saúde. Confira:

Beverly Buckley/Pixabay

Melhora o sistema imunológico – a polpa alaranjada da batata-doce é uma das fontes naturais mais ricas de betacaroteno, um composto que é convertido em vitamina A que é fundamental para o sistema imunológico e para manter as membranas mucosas saudáveis, especialmente o revestimento do intestino. O intestino é onde o corpo é exposto a muitos patógenos potencialmente causadores de doenças. Portanto, cuidar do intestino é importante para imunidade. Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos.

É fontes de antioxidantes – as vitaminas A e C do tubérculo funcionam como antioxidantes que protegem as células contra o envelhecimento e várias doenças. Escolha batata-doce roxa. O pigmento que lhes dá sua cor tem propriedades antioxidantes ainda mais potentes.

Pinterest

Ajuda no controle de peso – a batata-doce contém fibras solúveis que aumentam a saciedade e oferece ao corpo um mecanismo natural e autossustentável para a regulação do peso corporal. Estudos mostraram que uma das principais fibras dietéticas da raiz, a pectina, é eficaz na redução da ingestão de alimentos, redução do ganho de peso e aumento da atividade dos hormônios da saciedade.

Beleza da pele – a cor laranja da batata-doce vem de um antioxidante chamado betacaroteno, que é convertido em vitamina A que ajuda a restaurar a elasticidade da pele, promove a renovação das células mortas e contribui para uma pele macia e com aparência saudável. A batata doce também é rica em vitamina C e vitamina E, ambas muito importantes para manter a cútis saudável, brilhante e flexível. A vitamina C ajuda a aumentar o colágeno, que fortalece os tecidos. O tubérculo também é fonte de antocianinas que ajudam a prevenir manchas escuras, mantendo a atividade dos radicais livres sob controle.

Saúde ocular – a vitamina A, é um nutriente que ajuda a prevenir olhos secos, cegueira noturna, infecções oculares, além disso é usado para formar receptores detectores de luz dentro dos olhos. A deficiência severa de vitamina A é uma preocupação nos países em desenvolvimento e pode levar a um tipo especial de cegueira conhecida como xeroftalmia. Comer alimentos ricos em betacaroteno, como batata-doce, pode ajudar a prevenir essa condição.

Possui propriedades anti-inflamatória – a batata-doce possui alta concentração de colina. Um dos principais benefícios da colina é a resposta anti-inflamatórias.

Reduz o risco de câncer – estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa , podem reduzir o processo de oxidação, reduzindo o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes.

Promove saúde intestinal – a batata-doce contém quantidades significativamente altas de fibras, que são essenciais para promover o bom funcionamento do trato digestivo e prevenir a constipação em crianças e adultos.

Prevenção da deficiência de vitamina A – a deficiência pode causar problemas oculares e até mesmo levar à cegueira. Também pode suprimir a função imunológica e aumentar a mortalidade, especialmente entre crianças, mulheres grávidas e lactantes. A batata-doce é uma excelente fonte de betacaroteno, que o corpo converter em vitamina A. A intensidade da cor laranja ou roxa da raiz está diretamente ligada ao seu teor de betacaroteno.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta; especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis; mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Quatro motivos para não parar de tomar sorvete no inverno

Alimento completo, o sorvete é fonte de energia para o corpo quando possui mais indulgência e pode ser consumido em qualquer estação do ano

Provavelmente você deve ter crescido com a crença de que consumir sorvete no inverno faz mal para saúde, não? Mas na verdade, isso é um mito e esse alimento pode até ajudar a aumentar nosso sistema imunológico, ou seja, você não precisa se livrar dela mesmo quando as temperaturas estiverem mais baixas. Em países europeus com dias frios mais rigorosos, como a Suíça, o consumo de sorvete por chegar a 15 litros por ano, enquanto no Brasil é de apenas 5 litros em média – com maior consumo no verão.

Patricia Loyola, nutricionista da Sorvetes Rochinha, explica que, no inverno, a tendência é a escolha de produtos mais indulgentes, por conta das temperaturas mais baixas. Isso porque existe a necessidade do organismo em manter o corpo mais aquecido. “Naturalmente precisamos de mais energia e, por isso, preferimos sorvetes mais calóricos. O sorvete é um alimento que pode e deve ser consumido durante qualquer estação do ano como parte da nossa dieta, por ser fonte de várias vitaminas e minerais, além de proteína de alto valor biológico”, ressalta.

Confira alguns motivos para não deixar de tomar sorvete mesmo nos dias mais gelados.

1 – Sorvete não te deixa doente
É um fato que no inverno costumamos ficar mais resfriados ou gripados, mas isso não tem nada a ver com o sorvete. Os principais responsáveis por isso são os vírus e impurezas do ar. No frio costumamos ficar em lugares mais fechados, o que facilita o contágio de doenças entre pessoas. Portanto fique tranquilo e escolha seu sabor favorito para degustar sempre que quiser.

2 – Pode ser uma ótima combinação para sobremesas quentes
Uma boa pedida é combinar o sorvete com um pedaço de bolo, brownie e com o delicioso petit gateau. É possível complementar e abusar das caldas mais quentes que costumam deixar a sobremesa mais gostosa. O contraste do quente com o gelado pode te deixar com água na boca.

3 – Demora mais para derreter
Agora no inverno você pode aproveitar seu sorvete por muito mais tempo. Com as temperaturas mais baixas, ele derreterá lentamente, ou seja, você tem mais tempo para curtir cada sabor na boca.

4 – Sorvete é nutritivo
Os sorvetes feitos com produtos com mais saudabilidade também são nutritivos. Normalmente, no inverno optamos por sabores feitos à base de leite, quando consumidos de acordo com a dieta de cada um, é um alimento completo do proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, E e K, além de cálcio, fósforo e outros minerais.

Uma boa escolha são os produtos à base de leite e que levam em sua receita o Cacau. A Sorvetes Rochinha, marca tradicional do litoral norte paulista – lançou três sabores de Cacau Bean To Bar em parceria com Instituto Auá. Os lançamentos exaltam o Cacau nacional produzido em dois estados: Bahia e Pará, nos sabores de Chocolate 70% da Bahia com nibs de cacau e Chocolate 71% do Pará e Chocolate 71% com Carimbó – sorvete de castanha do Pará com doce de Cupuaçu.

Foto: Diego Correa

Os produtos de massa estão disponíveis nas 23 lojas da marca em São Paulo – capital, litoral e interior – Paraná, Santa Cataria e Angra dos Reis (RJ). O cacau é o principal ingrediente do chocolate, obtido por meio de fermentação de suas sementes, que posteriormente são torradas e se transformam em barra. “É uma fruta riquíssima em polifenóis, que são potentes antioxidantes que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, ou seja, têm uma função protetora às células devido a neutralização dos radicais livres, com capacidade de baixar a pressão arterial, aumentar o HDL e diminuir o LDL, por exemplo. Lembrando sempre que a alimentação deve ser balanceada”, explica a nutricionista Patrícia Loiola, da Sorvetes Rochinha.

Os sabores seguem a tendência Bean To Bar, ou seja, da colheita do fruto à transformação da amêndoa em chocolate. O processo é conduzido de maneira sustentável. A amêndoa do cacau tem manejo feito de maneira natural (colhidos com as mãos) e passam pelas etapas de colheita, quebra, transporte, fermentação, secagem natural e armazenamento até se tornar a barra na agroindústria.

Os chocolates escolhidos pela Sorvetes Rochinha são de dois microempreendedores parceiros do Instituto AUÁ: o Bahia Cacau – da Cooperativa de Ibicaraí – e Amazônia/Pará, dos Cacau River. “A Sorvetes Rochinha busca reforçar sustentabilidade como base da marca, valorizando a biodiversidade brasileira e fomentando o ecomercado – de quem planta e vende até a indústria, gerando emprego e renda para microprodutores”, explica Lupercio Moraes, CEO da marca.

Informações: Sorvetes Rochinha

Pacientes diabéticos ganham um importante aliado para o controle glicêmico

Nutren Control, produto inovador da Nestlé que auxilia em dietas de controle glicêmico, tem uma fórmula exclusiva de nutrientes que inclui proteína, vitaminas e minerais

Sempre atenta em oferecer produtos que vão além da nutrição, contribuindo também com o bem-estar dos brasileiros, a Nestlé Health Science (NHSc), unidade da Nestlé voltada para o desenvolvimento de soluções de saúde e alimentação, lança Nutren Control. Além de auxiliar em dietas de controle glicêmico de pacientes diabéticos, o produto também oferece nutrientes essenciais como proteína, vitaminas e minerais.

Hoje, mais de 17 milhões de pessoas possuem diabetes no Brasil e cerca de 14 milhões são pré-diabéticas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. Control chega ao mercado como uma solução inovadora do portfólio da marca Nutren e um dos importantes lançamentos do primeiro semestre de 2021.

“Se não for bem tratada, a diabetes pode ter sérias consequências e se associar a outras comorbidades, prejudicando não só o quadro de saúde do paciente como também a sua qualidade de vida. Hoje, além dos benefícios nutricionais, Nutren preza por ser um aliado de seus consumidores no que diz respeito ao bem-estar. Diante disso, buscamos desenvolver uma fórmula que entrega um suplemento rico em nutrientes que auxiliam no controle do problema, podendo contribuir com a prevenção de danos associados à doença e que podem se estender pelo decorrer da vida”, explica Rodrigo Mendes, Diretor da divisão Consumer Care da Nestlé Heatlh Science.

A novidade conta com uma fórmula exclusiva, cuja composição nutricional é superior às já existentes no mercado: possui carboidratos de lenta absorção (isomaltulose e amido de tapioca), que auxiliam no controle glicêmico, 15 gramas de proteína, sendo a fonte proteica caseína e whey protein, além de ômega-3 e fibras. O produto também é zero lactose, podendo ser consumido pelos intolerantes à substância.

Nutren Control pode ser encontrado nas principais redes farmacêuticas do país nos sabores baunilha e chocolate, com duas opções para consumo: em pó e bebida pronta, ao preço sugerido de R$ 79,90 e R$ 13,90, respectivamente.

Confira dicas para evitar ataques à geladeira durante home office

Segundo nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, o hábito pode ser decorrente de estresse, sobrecarga ou tempo ocioso

Uma das soluções mais importantes, implementadas pelas empresas na pandemia, foi o home office. A modalidade caiu no gosto dos colaboradores pela flexibilidade e, até mesmo, pela qualidade de vida que oferece em casa e com a família. Mas, com o estilo de trabalho, vieram também os assaltos à geladeira que, agora, ocorrem com mais frequência, por estar sempre ao alcance.

De acordo com pesquisa realizada pela Income Opportunities Magazine, 36% das pessoas afirmaram estarem comendo mais após o home office e 32% disseram ter ganhado peso. Para Júlia Canabarro, nutricionista da Dietbox , startup de nutrição, os ataques à geladeira podem ocorrer devido ao estresse da sobrecarga ou de tempo ocioso, pressão, ansiedade, ou por sentir-se solitário.

“Manter uma alimentação equilibrada, mesmo trabalhando em casa, é fundamental para um bom desempenho nas tarefas e para a saúde no geral, isso porque, a comida está ligada à saciedade e ao prazer, o que contribui para a concentração”, explica Júlia.

Confira dicas da especialista para controlar os ataques à geladeira no home office:

Conscientize-se

O primeiro passo é perceber que comer o tempo todo não é bom – e, a partir disso, entender a necessidade da mudança do hábito.

Não se prive de alimentos que você gosta

Dentro de uma rotina equilibrada, é possível comer algo que goste e que faça bem, porém cuidando para não exagerar nas quantidades.

Não se sobrecarregue

Entenda os seus limites, planeje metas realistas, faça pausas e entenda que você pode relaxar um pouco. Tirar uma soneca de 20 minutos após o almoço pode ajudar a te desestressar e fazer com que seu trabalho renda mais depois.

Faça mais coisas que te dão prazer

A comida é uma forma de satisfazer os sentidos e, se não estiver satisfeito com a vida, pode ser tornar um hábito tentar preencher esse vazio com alimentos pouco saudáveis. Achar hobbies ou realizar atividades de lazer durante o dia são formas de diminuir a necessidade de compensar-se com comida.

Beba mais água

Muitas vezes é normal confundir fome com vontade de comer, por isso, recomenda-se ingerir bastante água ao longo do dia. Mas, se a fome persistir, priorize petiscos saudáveis.

Planeje as refeições

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O planejamento das refeições evita a ingestão de alimentos por impulso e proporciona uma rica composição nutricional das refeições, escolhendo sempre alimentos ricos em proteínas e fibras, que ajudam a aumentar a saciedade.

Essas dicas podem auxiliar no controle da alimentação, mas, caso se torne um hábito constante, Júlia Canabarro orienta que é importante buscar o acompanhamento de um profissional.

Fonte: Dietbox

Consumo de carne diminui durante a pandemia; saiba como substitui-la sem prejuízo nutricional

Nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz dá dicas de como manter uma dieta saudável sem carne

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope e coordenada pelo Good Food Institute Brasil, metade dos brasileiros reduziu o consumo de carne bovina, suína, aves e peixes em 2020. De acordo com Thaís Sarian, nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, adotar uma rotina alimentar com menor consumo de carne promove vários benefícios para a saúde a longo prazo. “Podemos destacar, entre diversos benefícios, a melhora da saúde intestinal e a redução da ingestão de gorduras saturadas”, explica a especialista.

O hábito de reduzir o consumo de produtos de origem animal sem interrompê-lo completamente é chamado de flexitarianismo. Ainda de acordo com a pesquisa, das pessoas que diminuíram o consumo de carne, ao menos 47% substituíram a proteína animal por vegetais como legumes, verduras e grãos. Na análise da nutricionista, este é outro ponto positivo da substituição. “Quando ocorre o aumento da ingestão de alimentos vegetais, também aumenta a densidade nutricional dos alimentos e sua consequente ingestão de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos”, explica Thaís.

O que não pode faltar no meu prato?

Para montar a refeição ideal sem carne, a especialista recomenda a seguinte proporção para um prato vegetariano saudável: 50% de legumes e verduras, 25% de fontes de proteínas vegetais (especialmente presentes no grupo do feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja) e 25% de carboidratos (como o arroz integral, milho, batata, mandioca, entre outros). Para quem segue uma dieta ovolactovegetariana, a inclusão de ovos também é bem-vinda. Ter isso em mente é importante para não correr o risco de substituir a proteína animal por carboidratos mais pobres em nutrientes, uma tendência quando a transição de dieta é feita sem o devido acompanhamento profissional.

Outro risco na substituição da carne é optar por receitas e pratos que contenham grande quantidade de laticínios e derivados do leite, já que o consumo excessivo desses produtos eleva substancialmente a ingestão de gorduras saturadas. “Acontece com frequência da pessoa simplesmente excluir a carne e não mudar o restante da alimentação. Por isso é tão importante um bom planejamento alimentar. Já sabemos que dietas vegetarianas, quando bem planejadas, são saudáveis e nutricionalmente adequadas”, completa a especialista.

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Segundo pesquisa do Ibope Inteligência conduzida em abril de 2018, 14% da população brasileira se declara vegetariana. Uma opção de proteína tanto para vegetarianos, quanto flexitarianos dispostos a fazer a transição de dieta é a carne vegetal. O alerta da nutricionista é com relação à frequência de consumo do produto, já que a carne vegetal também é um alimento processado. “Na hora de comprar, uma dica é dar atenção à lista de ingredientes do produto e optar por aqueles que tenham menor quantidade de aditivos químicos, mas o ideal é que as refeições sejam preparadas em casa e com ingredientes naturais.”

Reposição de B12

Foto: Jeltovski

Quem pensa em adotar uma alimentação vegetariana estrita (onde não há consumo de alimentos de origem animal), não pode esquecer da vitamina B12, única vitamina que não se pode obter a partir de plantas. Além de ser importante para a formação das células vermelhas do sangue, ela também é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. “Para repor esse nutriente, é necessário fazer a suplementação sempre com acompanhamento profissional, onde também é avaliado o estado de saúde geral do indivíduo”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz