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Como evitar a deficiência nutricional em dietas veganas

Com mudança na alimentação, os níveis de ferro, B12 e cálcio podem diminuir

Os veganos não consomem nenhum produto de origem animal, como carne, leite e derivados. Com a falta de determinadas comidas na sua dieta, eles precisam procurar outras fontes que compensem o valor nutricional perdido nessa mudança. É o caso do ferro e cálcio, por exemplo. Ambos são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. Portanto, o ideal é procurar um nutricionista para receber as melhores orientações em relação à nova alimentação.

André Nascimento, nutricionista e professor de Nutrição da Uninassau Recife, explica que o ferro é o responsável pela produção de hemoglobinas e energia muscular. Ou seja, não pode faltar de maneira alguma no corpo. Sem ele, o sistema imunológico enfraquecerá. “Algumas opções para essas pessoas são brócolis, couve, leguminosas, aveia, quinoa e castanha de caju, por exemplo. Porém, a absorção do nutriente por meio desses alimentos é um processo lento. O ideal é completar a refeição com frutas e vegetais ricos em vitamina C”, explica.

Em relação ao cálcio, o nutricionista comenta que tem um importante papel no desenvolvimento e manutenção dos ossos. A deficiência pode causar fraturas e o surgimento da osteoporose. “Como os veganos não ingerem o leite de vaca, fonte rica em cálcio, eles podem trocá-lo pelo de nozes ou soja. Para manter o nível do nutriente mais alto, há o tofu, as sementes, os legumes e os cereais para o café da manhã”, afirma. A vitamina B12 e o iodo também precisam ser observados. Enquanto a falta do primeiro pode afetar o sistema nervoso, o segundo tem relação com o hipotireoidismo.

Nascimento reforça que nosso corpo não consegue produzir uma grande quantidade de nutrientes. É por isso que o cardápio deve ser formado por diversos alimentos. No caso da deficiência, sintomas indicarão que sua alimentação não está balanceada. Eles podem ser fadiga, problemas de memória, dor de cabeça, unhas fracas, pele ressecada, entre outros.

Para evitar problemas de saúde, é importante realizar a mudança no cardápio com a ajuda de um profissional. Ele vai indicar os alimentos necessários para manter uma vida saudável, planejar suas refeições e fazer acompanhamentos para avaliar a dieta com o passar do tempo.

Fonte: Uninassau Recife

MultiGold Molico restaura nutrientes para preservar potência do corpo e mente do público 50+

O envelhecimento é uma realidade, mas é só mais um ciclo natural da vida, assim como a infância, a adolescência, a fase adulta. O número de pessoas com idade acima de 50 anos é uma crescente constante, e dados do IBGE revelam que o público entre 50 e 59 anos já corresponde a 12,4% da população brasileira. Da mesma forma, a expectativa de vida, que em 1940 era de 45,5 anos passou para 76,3 anos em 2018 (IBGE, 2019). Existe até um nome para este fenômeno: Revolução Prateada. Trata-se de uma realidade global que abraça o envelhecimento saudável da população e, portanto, o aumento da longevidade.

A alimentação é uma das principais aliadas da saúde, sobretudo, nesses anos de vida que vamos, pouco a pouco, ganhando a mais. É por isso que quanto mais cedo cultivarmos hábitos alimentares saudáveis, maiores são as chances de termos uma saudabilidade resistente e, por consequência, uma melhor qualidade de vida

“Porém, junto ao crescimento da expectativa de vida e do avanço da idade, outros fatores evoluem em comunhão: ganhamos maturidade, novas prioridades, segurança de escolher o que queremos, mas, ao mesmo tempo, temos que acompanhar os fatores fisiológicos”, explica Gisele Pavin, Gerente Sênior de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé.

A energia não é mais a mesma, a concentração diminui e as escolhas alimentares e o estilo de vida passam a ser ainda mais relevantes nessa fase da vida. Quanto antes começarmos, mais sucesso teremos na manutenção da nossa saúde.

E, se por um lado há chances desses fatores acometerem, por outro há uma série de ações, comportamentos e marcas dedicadas a oferecer soluções necessárias para preservar a saúde, física e mental, a independência e o bem-estar do corpo, da mente e da alma. São escolhas que se fazem hoje para que o estado saudável se perpetue.

Molico oferece aos consumidores um portfólio completo, que atende diferentes necessidades. Todas as versões contêm o Mix Restaura+: 12 vitaminas e minerais que ajudam a restaurar o que os adultos perdem todos os dias. E pensando na evolução dessa jornada de nutrição adulta, Molico apresenta um lançamento exclusivo para o Canal Farma: Molico Multigold: a combinação das funcionalidades de Molico em um único produto, especialmente desenvolvido para restaurar os principais nutrientes dos brasileiros 50+. Saúde dos ossos, formação dos músculos, mobilidade, apoio à imunidade e fibras para o equilíbrio do corpo, além do MIX Restaura+.

“De acordo com uma pesquisa realizada em 2020 pela Plataforma Gente, 68% dos brasileiros acima de 55 anos, se identificam com a frase: “Nunca pensei que chegaria tão bem na idade em que estou”. Molico Multigold anda de mãos dadas com este público para oferecer restauração multibenefícios para preservar o bem-estar físico e mental. E é assim que os adultos 50+ ganham liberdade para escolher o que querem fazer, aonde querem ir e quem querem ser: esportistas, artistas, turistas, empresários, chefs de cozinha…” detalha Stephanie Arnesen, Head de Marketing de Leites da Nestlé Brasil.

5 dicas de como emagrecer com saúde e ter novos hábitos alimentares e comportamentais

O programa de educação nutricional Alimentação para Vencer — Kachimeshi, desenvolvido pelo Grupo Ajinomoto, busca incentivar mudanças de hábitos para promover o peso saudável

Existem diversos caminhos que levam à perda de peso, contudo algumas opções nem sempre visam a saúde e o bem-estar durante o processo. O emagrecimento deve ser uma consequência da mudança de estilo de vida, englobando a adoção de hábitos alimentares e comportamentais mais saudáveis, gerando impacto na saúde física e emocional.

Para aderir a uma alimentação equilibrada, com o consumo de diferentes grupos alimentares e seus benefícios, é preciso evitar exageros e fazer escolhas inteligentes que proporcionam ampla saciedade.

Pensando nisso, a equipe de Marketing-Nutrição da Ajinomoto do Brasil listou algumas dicas conforme o conhecimento em aminoácidos e os direcionamentos do conceito Alimentação para Vencer – Kachimeshi, programa de educação nutricional do Grupo Ajinomoto, alinhado à orientação da Política de Nutrição da Ajinomoto do Brasil, de modo a contribuir com a saúde e a nutrição da população:

1-Faça boas escolhas em sua rotina

Diante da oferta crescente de alimentos de alto teor calórico, a escolha por alimentos saudáveis pode parecer desafiadora. Porém, à medida que a prática se torna hábito e a percepção de bem-estar for associada, consumir tais alimentos será uma escolha natural.
Reduzir o consumo frequente de alimentos com maior valor energético, como frituras, por exemplo, nas principais refeições. Importante ingerir frutas, verduras e beber bastante água. Estes são passos importantes para modificar os maus hábitos alimentares e reprogramar a mente em relação à comida. Além disso, manter as três principais refeições do dia é fundamental, bem como os lanches intermediários para promover saciedade, evitando assim o exagero no momento do café da manhã, almoço e jantar. Aqui é fundamental ter atenção a porção de cada alimento consumido para evitar o excesso de calorias.
A partir dessa transformação na rotina, o paladar se adapta e tem-se uma nova compreensão da diferença entre ter fome e vontade de comer.

2-Consuma proteínas e tenha mais saúde

Foto: Marina Davydenko/Pixabay

O consumo de proteínas traz inúmeros benefícios para a saúde, como o fortalecimento dos ossos e músculos, deixando o corpo mais forte e saudável. Para garantir esses benefícios é importante fracionar o consumo das proteínas ao longo das refeições. Ademais, o consumo de proteínas contribui para uma saciedade mais duradoura, o que auxilia no emagrecimento.
Mas, em quais alimentos as proteínas estão presentes? A resposta é simples: carnes, ovos, peixes, aves, leite e queijos são exemplos de alimentos de origem animal. Já as proteínas de origem vegetal podem ser consumidas por meio de feijões, ervilha, grão-de-bico, lentilha, amendoim e nozes.

3-Descubra novas receitas e se aventure na cozinha

Quando o assunto é alimentação saudável, muitas pessoas pensam que o preparo dos alimentos é difícil e trabalhoso. Mas a verdade é que existem inúmeras receitas práticas e saborosas que podem colaborar no prazer em criar pratos e experimentar comidas que despertem os sentidos gustativos. No portal Sabores Ajinomoto – Alimente-se bem é possível encontrar diversas opções de receitas, nutritivas, equilibradas e práticas, desenvolvidas pelo time de especialistas em alimentação da Ajinomoto do Brasil, atendendo às necessidades de diferentes estilos e fases da vida.

4-Movimente o seu corpo

A prática de exercícios físicos é importante para somar ao novo estilo de vida e adquirir hábitos comportamentais que visam melhorar a saúde física e emocional. Além de auxiliar na queima de calorias, manutenção e ganho de massa magra, promover mais disposição e colaborar para um sono melhor, as atividades físicas são uma forma de aliviar a tensão da rotina. Com opções variadas, a escolha da atividade deve ser prazerosa e divertida. Portanto, é importante selecionar alguma que dê vontade de movimentar o corpo e curtir o momento.

5-Se houver algum deslize, não se culpe

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Lembrar que você está em um processo de mudança de estilo de vida é essencial para não se culpar, caso ocorra algum deslize na alimentação. Caso aconteça, evite ações drásticas para compensar esses deslizes. Alguns fatores emocionais do dia a dia podem ser verdadeiros gatilhos para o consumo de alimentos mais calóricos. Por isso, é fundamental reconhecer os fatos e recalcular a rota para avançar.

Para saber mais sobre o programa de educação nutricional Alimentação para Vencer – Kachimeshi, clique aqui.

Fonte: Ajinomoto do Brasil

Pesquisa revela quais são as vitaminas mais recomendadas para os brasileiros

Levantamento da Vitamine-se mostra os suplementos alimentares essenciais na rotina de mais de 60 mil pessoas

Uma pesquisa realizada pela Vitamine-se, startup brasileira que oferece suplementos personalizados, mostrou quais são as vitaminas mais indicadas para os brasileiros. O levantamento foi realizado com uma base de 61 mil respostas do Quiz proprietário da plataforma da empresa e revelou que os 5 compostos mais recomendados são: magnésio quelato, ômega 3, triptofano, vitamina D3 e luteína.

Em 2020, 59% dos lares brasileiros possuíam pelo menos uma pessoa consumindo suplementos alimentares, segundo pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad). Nesse sentido, o site da startup utiliza inteligência artificial e machine learning, aliado a experiência de nutricionistas para personalizar a experiência e recomendar os melhores nutrientes para o usuário — considerando o estilo de vida, objetivos e necessidades de cada pessoa.

“Normalmente, a busca por vitaminas e minerais se baseia em 2 pilares: saúde ou estética. Quando o nosso Quiz recomenda uma vitamina, ele se baseia nas principais preocupações da pessoa, visando o que ela quer resolver. Isso nos mostra que a maioria das pessoas está buscando um estilo de vida saudável, e a suplementação está muito relacionada a isso”, explica Thais Bonelly, Head de Nutrição na Vitamine-se.

E para que essas vitaminas servem? A nutricionista explica:

Foto: Jeltovski

Magnésio quelato: cerca de 60% do magnésio é encontrado nos ossos, enquanto o restante está nos chamados “tecidos moles” — músculos, veias e artérias, pele, articulações e órgãos. O magnésio está presente principalmente em alimentos integrais ou em suplementos. Sua maior funcionalidade é auxiliar no funcionamento neuromuscular e no equilíbrio dos eletrólitos, além de ajudar no metabolismo de proteínas, carboidratos, gorduras e a formação de dentes e ossos;

Ômega 3: segundo o Ministério da Saúde, o ômega 3 é considerado um alimento funcional, o que significa que seu consumo deve ser regulado na dieta. Rico em uma gordura saudável proveniente de peixes, o ômega 3 não é produzida pelo nosso corpo, mas é essencial para uma dieta balanceada. Auxilia na função cerebral e cardíaca;

Triptofano: 40% da população brasileira que sofre com algum transtorno do sono, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A alta procura pelo triptofano se da por ele ser um aminoácido que ajuda na produção da serotonina, neurotransmissor associado ao sono e que também está diretamente relacionado à regulação do humor e ao controle do estresse. Nosso corpo não consegue produzi-lo, então é importante obter através de suplementação ou alimentos ricos;

Vitamina D3: auxilia na formação de ossos e dentes e também na manutenção de níveis de cálcio no sangue. Suplementar pode ajudar a normalizar os níveis de vitamina D em pessoas com deficiência. Além disso, auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico, no processo de divisão celular e no funcionamento muscular;

Luteína: essencial para o bom funcionamento do organismo, a Luteína pode ser suplementada se não houver um consumo adequado através da alimentação. Ajuda na saúde da visão, previne o envelhecimento precoce da pele e contribui para a proteção da mesma contra luz UV, azul e radicais livres.

A falta de vitaminas traz diversos problemas para a saúde, pois elas ajudam a manter o equilíbrio de muitas funções corporais. E, para quem quiser descobrir quais as vitaminas mais indicadas, o Quiz da Vitamine-se está disponível clicando aqui.

Fonte: Vitamine-se

A importância de escolher bem os alimentos

A nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo Adriana Stavro tira algumas dúvidas sobre a importância de uma boa alimentação:

O primeiro grande passo para comer saudável é escolher uma dieta que consiga seguir à risca? Por isso é importante comer o que gosta?
Sim. Muitas pessoas acham que uma alimentação saudável significa mudar radicalmente sua dieta e desistir de todos os alimentos que gosta. Vamos pensar diferente. Melhorar a saúde pode ser tão fácil quanto mudar de pão branco para pão integral, adicionar uma colher de sopa de semente de linhaça moída no iogurte (um iogurte com menos açúcar e gordura e mais proteína), pedir seu café favorito com leite desnatado em vez de integral, comer frango ou peixe grelhado em vez de carne, comer massa com molho à base de tomate em vez de molho branco.
Fazer pequenas mudanças pode resultar em grandes resultados e benefícios.

Ter uma variedade de opções é importante para comer melhor?
Sim. Uma das razões pelas quais a variedade de alimentos é incluída nas recomendações é porque diferentes alimentos têm diferentes nutrientes. Pensar na variedade nas refeições é importante, pois pesquisas mostram que as pessoas comem mais vegetais quando eles diferem em aparência, sabor e textura.

Qual a importância de organizar o cardápio da semana? Isso ajuda a evitar comer besteira?
O planejamento das refeições é importante se você estiver cozinhando para você ou para uma família. Ao planejar com antecedência, você se alimenta melhor, economiza tempo e gasta menos dinheiro.
Sugestões:
=Comece tornando o planejamento das refeições um hábito.
=Tente reservar um tempo a cada semana para anotar suas ideias de cardápio (ou contrate um profissional qualificado para preparar isso para você) e fazer sua lista de compras.
=Pense nas suas refeições em torno de um prato saudável com vegetais, frutas, grãos integrais e alimentos proteicos.
=Assim que suas ideias de refeições estiverem prontas, verifique o que tem na geladeira e armários para ver o que ainda precisa comprar.

Pode eleger quatro dicas para comer melhor e explicar cada uma delas (podem ser dicas que você usa no dia a dia)?
-Escolha carboidratos ricos em fibras. Estes incluem pão, arroz, massas e cereais integrais. Eles contêm mais fibras que os carboidratos refinados e podem ajudá-lo a se sentir satisfeito por mais tempo.
-Coma muitas frutas e vegetais. É recomendável comer pelo menos 5 porções todos os dias. Eles são fontes de vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras.
-Coma mais peixes. Os peixes mais gordurosos são ricos em ômega-3, o que pode ajudar a prevenir doenças cardíacas. Estes incluem:salmão, truta, arenque, sardinhas
-Reduza a gordura saturada. O excesso de gordura saturada pode aumentar o colesterol, o que aumenta o risco de desenvolver doenças cardíacas.A gordura saturada é encontrada em muitos alimentos, como:cortes gordurosos de carne, salsichas, manteiga, bolos, biscoitos, banha, tortas
-Reduza o açúcar. O consumo regular de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar aumenta o risco de obesidade. Evite refrigerantes açucarados, cereais matinais açucarados, bolos, biscoitos, pastéis e pudins, doces e chocolate
-Diminua o consumo de sal. Comer muito sal pode aumentar sua pressão arterial. Pessoas hipertensas têm maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas ou ter um derrame.
-Não fique com sede. Você precisa beber líquidos para evitar desidratação. O ideal é beber 35ml por quilo de peso de água ao dia.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School
Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.

Nutrição comportamental: como as emoções influenciam na alimentação

Especialista explica a relação e como o acompanhamento nutricional pode ajudar no processo

É evidente que o estado emocional influencia na forma de se relacionar com o mundo, às vezes mais do que é possível perceber, podendo se tornar uma cadeia de consequências à saúde. Considerando as emoções como fator indispensável para a alimentação, a abordagem comportamental olha além da comida e dieta, buscando entender como e por que o paciente se relaciona de tal forma com os alimentos, para a partir disso, trabalhar suas necessidades.

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Para Fernanda Larralde, nutricionista e parceira da Bio Mundo, franquia de alimentos naturais e saudáveis, é possível perceber muitas pessoas relacionando suas emoções com a alimentação, principalmente, em momento de pandemia. “Não é só sobre comer em excesso, por exemplo. Casos de transtornos alimentares têm crescido todos os anos e, catalogados, somam 12 tipos diferentes. Então, na abordagem comportamental, olhamos primeiro as emoções, pois antes de saber o que comer, é preciso saber o porquê o paciente come”, explica Fernanda.

O acompanhamento periódico do profissional de nutrição é fundamental para entender que a alimentação traz consequências e está diretamente relacionada à saúde e qualidade de vida, muito além do emagrecimento e estética. “Pensar no bem-estar quando falamos na dieta é essencial. A partir disso, precisamos entender como as emoções e comportamentos estão influenciando na ingestão dos alimentos e se há a necessidade do envolvimento de outros profissionais da saúde para um acompanhamento mais eficaz”, comenta a especialista em nutrição comportamental e esportiva.

Segundo a profissional, alguns mitos confundem sobre comer bem e de forma equilibrada. “Muitas vezes, as pessoas relacionam uma alimentação saudável à uma dieta restritiva, o que não a torna sustentável e pode acarretar mais sentimentos incômodos, potencializando a ingestão de alimentos por compulsão”, observa Fernanda, que ainda chama a atenção para quem opta por seguir dietas indicadas por outras pessoas. “Cada corpo é diferente e requer cuidados próprios, por isso a importância de procurar por um profissional que entenderá suas necessidades”, completa.

“Em hipótese alguma deve-se deixar de comer o que se gosta, quanto mais leveza trazer para a rotina alimentar, comendo o que gosta, será muito mais fácil e prazeroso o processo e o alcance os resultados que busca”, acrescenta a profissional.

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Outro mito bem famoso é que se alimentar bem custa caro. A nutricionista e parceira da Bio Mundo enfatiza que uma rotina com alimentos saudáveis não precisa de grandes investimentos e pode sair mais barato do que comidas industrializadas ou fast food, por exemplo. “É possível montar um cardápio simples, saboroso e ainda variado sem gastar muito. Basta escolher bem o que colocar no prato”, finaliza.

Fonte: Bio Mundo

Restrição alimentar: como seguir uma dieta equilibrada sem perder nutrientes

A lista de tipos de dietas existentes é enorme. Muitos estão em busca de uma nova alimentação por estilo de vida, como é o caso do vegetarianismo ou veganismo, por exemplo, que vem ganhando adeptos nos últimos tempos. Também há dietas mais restritivas para tratar algumas doenças, como celíacos e os intolerantes à lactose. Em todas elas, é importante ficar atento aos cuidados para poder manter uma alimentação equilibrada e sem perder nutrientes.

Intolerância ao glúten e à lactose

Nos últimos anos foi possível notar um crescimento nos diagnósticos de alergia e intolerância ao glúten e a lactose. No dr. consulta, por exemplo, o número de pacientes com intolerância à lactose aumentou desde 2018. Considerando os dados cadastrados entre janeiro e agosto ano a ano, foram 490 diagnósticos em 2018, 512 em 2019, 524 em 2020, e 658 em 2021.

No caso da intolerância ou alergia à lactose, tem basicamente aqueles indivíduos que são desde o nascimento e aqueles que se tornam ao longo da vida, por problemas absortivos decorrentes de algumas condições patológicas ou alterações da microbiota ou, caso mais frequente, por um decréscimo na produção da lactase, a enzima que digere a lactose. Com isso, esse açúcar natural de alguns alimentos deixa de ser bem digerido e pode começar a provocar sintomas como dores abdominais, gases, diarreia.

O tratamento da intolerância à lactose consiste na exclusão da lactose da dieta ou sua significativa redução, dependendo do caso. Quando não bem planejada, pode acarretar deficiência de cálcio e vitamina D na dieta. Para obter o diagnóstico correto é indicado procurar um gastroenterologista que irá avaliar o caso e a conduta mais adequada.

No caso da intolerância ao glúten, a doença celíaca, é uma doença autoimune, que se desenvolve em indivíduos com predisposição, caracterizada pela permanente sensibilidade ao glúten, uma proteína do trigo e de outros cereais (centeio, malte, cevada, por exemplo). A ingestão pode resultar em sintomas gastrointestinais e em inflamação no intestino.

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Entre os nutrientes associados às deficiências em pacientes celíacos não tratados, destacam-se as vitaminas do complexo B, D, E e os minerais cálcio, zinco, ferro e magnésio. O único tratamento para os indivíduos é uma dieta rigorosa, isenta de glúten, que implica em abolir produtos como, por exemplo, macarrão, pães, bolos, bolachas, cervejas, entre outros. Apenas a eliminação do glúten da alimentação permite que o intestino se regenere por completo da lesão e o organismo se recupere. Contudo, se houver reintrodução do glúten, as inflamações regressam e os sintomas reaparecem.

Vegetarianismo e veganismo

De acordo com uma pesquisa do The Good Food Institute (GFI) Brasil realizada em parceria com o Ibope, 49% dos brasileiros teriam reduzido o consumo de carne, sendo que 39% declararam já consumir alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana e 59%, ao menos uma vez por semana. No entanto, a ausência da proteína de origem animal na dieta pode trazer algumas consequências caso não tenha uma orientação adequada para alimentos que possam substituir possíveis carências

Segundo Mariana Maciel, nutricionista referência do dr. consulta, principalmente os mais jovens vêm adotando o vegetarianismo e o veganismo, mas nessa faixa etária é importante ter uma alimentação adequada, já que o corpo ainda está em fase de desenvolvimento.

“Uma pessoa que decide retirar a carne, ou mesmo qualquer tipo de alimento de origem animal, deve procurar uma orientação profissional adequada para evitar possíveis problemas desbalanceamentos da dieta que poderiam levar a deficiência de ferro, cálcio, gorduras do tipo ômega, proteína, além das vitaminas D e B12, que podem ocasionar anemia, queda de cabelo, fraqueza e até problemas de memória”, alerta Mariana.

Reposição de nutrientes

É possível encontrar nos alimentos de origem vegetal a maioria dos nutrientes. A proteína e o ferro, por exemplo, podem ser encontrados na quinoa, soja e seus derivados (tofu, leite de soja), as leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha), os cogumelos, a chia e a linhaça. Aliás, a chia e a linhaça também são algumas das melhores provedoras de ômega-3 entre os vegetais – só é importante que elas sejam batidas para que a liberação da gordura seja mais eficiente.

Embora o leite seja o mais conhecido como principal fonte de cálcio, vegetais também podem conter a vitamina: couve, rúcula, quiabo e brócolis. As bebidas vegetais fortificadas com cálcio também são boas escolhas. E para quem tem intolerância, já existe opções de leite especialmente desenvolvidos sem a lactose.

Já as dietas sem glúten podem implicar na redução do consumo de vitaminas do complexo B e podem ser deficientes em ferro, devido a maioria das farinhas de trigo serem enriquecidas com o mineral. É recomendado incluir hortaliças e alimentos ricos em fibras na alimentação. Quem tem intolerância deve estar sempre atento aos rótulos, os fabricantes precisam informar se há presença ou não de glúten

A maior parte de vitamina D necessária para o organismo é produzida por meio da exposição da pele aos raios de sol, por cerca de 15 minutos diariamente. Além disso, ela é encontrada na gema do ovo, leite enriquecido, nata, manteiga e peixes com alto teor de gordura, como salmão e sardinha. Já a vitamina B12 é majoritariamente encontrada em alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos. “Por isso, é importante buscar orientação profissional para que seja possível avaliar a melhor forma de obter esse nutriente”, pontua a nutricionista do dr. consulta.

Fonte: dr. consulta

Dia Mundial da Alimentação: o papel do plant-based para uma vida mais saudável

Nutricionista da Superbom explica os benefícios de uma alimentação livre de produtos de origem animal

No último sábado, 16 de outubro, comemoramos o Dia Mundial da Alimentação. E é importante notar que cresce cada vez mais no Brasil o número de adeptos a uma alimentação que prioriza a remoção total ou parcial dos alimentos de origem animal, como forma de zelar não somente pelo meio ambiente, mas também pela saúde.

Mesmo que para alguns pareça ser uma mudança muito difícil, sabendo fazer as adaptações de forma correta e mantendo um cardápio saudável e nutritivo, é possível introduzir o novo hábito alimentar de uma forma mais prazerosa e simples.

Dados divulgados pelo Índice de Alimentação Saudável (HEI-2010) apontam que a dieta vegana (ou plant-based) possui o melhor índice de valor nutricional dentre as analisadas. Já a onívora, que conta com a ingestão de carnes, por outro lado, foi a indicada com o menor valor nutricional. Os estudos mostram que as alimentações pescovegetariana – quando peixes e frutos do mar são as únicas proteínas animais consumidas -, vegetariana e especialmente a vegana geram um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo das onívoras, sendo ideais para o combate da obesidade e aos malefícios causados por ela. Quando questionada sobre táticas de aderir a uma alimentação plant-based, Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom , marca pioneira na produção de alimentos saudáveis, explica:

“Uma opção para os que buscam dar início ao novo estilo de alimentação é começar de uma forma mais sutil, através da ‘segunda sem carne’, por exemplo. Esse movimento consiste em se alimentar apenas de alimentos vegetais ao menos uma vez na semana. A ideia é que, aos poucos, as pessoas aumentem o número de refeições sem derivados de origem animal até que, quando se perceba, tenham virado vegetarianas ou até mesmo veganas. Com uma introdução mais gradativa, fica mais fácil de não desistir”.

A profissional continua e explica que, ao retirar a carne da alimentação, é fundamental investir nas leguminosas – fontes de proteína vegetal. Feijões, grão-de-bico, lentilha, ervilha, além de hortaliças verdes escuras, como brócolis, rúcula, couve e espinafre, estão entre as opções que podem fazer parte do novo cardápio. “É muito importante experimentar e incluir de tudo um pouco. A alimentação precisa ser colorida com as cores da natureza. Sendo assim, a dieta também deverá ser preenchida com verduras e legumes, como couve, abóbora cenoura, alface, couve-flor e carboidratos, como cereais ou tubérculos. O céu é o limite”, pontua Maureen.

Por fim, a profissional explica que, além da transição ser feita de forma gradual, é muito importante o acompanhamento de um nutricionista: “ele poderá auxiliar para que sejam feitas as substituições adequadas, o que evita a deficiência de algum nutriente no organismo e, consequentemente, no desenvolvimento de alguma enfermidade”.

Os produtos Superbom presentes nas receitas podem ser encontrados no Mercado Livre, Magalu, Shopee e mais de 25 mil pontos de vendas físicos ao redor do Brasil.

Trocar carne por ovos traz economia e garante nutrientes, diz Proteste

Um dos alimentos mais completos em termos de vitaminas, gorduras boas e minerais, o ovo está sempre presente no cardápio do brasileiro e pode ajudar consumidor a economizar

Antes considerado um vilão para a saúde, o ovo é um dos alimentos mais completos em termos de vitaminas, proteínas, gorduras boas e minerais. Além de ser saboroso, fácil de preparar e muito versátil. E o melhor, segundo a especialista em Nutrição da Proteste, Fernanda Taveira, que coordenou um teste exclusivo com as principais marcas de ovos no mercado, é que ele pode substituir diversos tipos de carne e garantir a ingestão diária necessária de nutrientes, com economia no bolso do consumidor no fim do mês.

As proteínas presentes tanto na carne quanto nos ovos são consideradas “proteínas completas”, uma vez que possuem todos os aminoácidos que o organismo necessita e não produz. Portanto, na ausência da carne, é possível substituir pelo ovo, sim. Todavia, o consumo de uma unidade não alcança a mesma quantidade de proteína que um bife de 100 g possui.

Quantos ovos são necessários ingerir para substituir um bife?

Por exemplo, um bife de 100 gramas possui em média 23 gramas de proteína. Enquanto que 100 gramas de ovo, cerca de 11 gramas de proteínas. Ou seja, seria necessário consumir aproximadamente 200 gramas – o equivalente a três unidades – de ovos para alcançar a quantidade de proteínas que um bife fornece.

Durante muito tempo, o ovo foi visto como o vilão do colesterol. Sua ingestão diária é saudável?

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No passado, existia a clássica associação do consumo de ovos com o aumento de colesterol e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Mas hoje em dia não se fala mais nisso. No estudo que conduzimos na Proteste, inclusive, verificamos a presença de nutrientes essenciais para a saúde do coração, sugerindo assim que o ovo pode atuar na prevenção dessas doenças também.

Qual é a recomendação de ingestão diária de gorduras?

A recomendação de consumo de gorduras pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 10% das calorias ingeridas no dia. Já para pessoas com risco cardíaco, esse valor cai para 7%. Portanto, se alguém consumir dentro dessa recomendação, não há motivo para evitar o consumo de ovos. Mas é sempre importante consultar antes um nutricionista para calcular a quantidade de proteínas e gorduras necessárias ao longo do dia e ajustar o consumo do ovo no planejamento alimentar.

Quais os tipos de gorduras presentes no ovo e por que são boas para a saúde?

O ovo possui gorduras saturadas, mono e poliinsaturadas em sua composição. Sabe-se que a gordura saturada está relacionada ao depósito de gorduras nas artérias. Mas se o consumo estiver dentro do recomendado, contribuirá para a produção de hormônios e transporte de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). Além disso, o ovo possui gorduras consideradas boas como as mono e polinsaturadas. Essas são anti-inflamatórias e essenciais para a redução do colesterol ruim (LDL) e dos níveis de triglicerídeos, além de proteger o coração e diminuir a pressão arterial sanguínea.

Quanto o consumidor pode economizar substituindo a carne pelos ovos?

Fotos: FreeFoodPhotos

É possível economizar em torno de R$ 1,80 em cada substituição feita em uma refeição. Ou seja, se uma pessoa consome 200g de carne por dia, ela pode obter uma economia de mais de R$ 100. Isso porque 100 g de patinho, por exemplo, custam R$ 3,00, enquanto que três ovos, R$ 1,20. Se compararmos com o frango, a economia é menor, mas também existe, levando em conta o custo de R$ 1,40 por 100 g.

Quais são as possibilidade de variações de preparo mais saudáveis?

Foto: Scibosnian

Os ovos são saborosos, fáceis de preparar e versáteis. Podem ser consumidos de várias maneiras: desde preparações simples como cozido, poché, mexido, omelete e como ingrediente de diversas receitas (bolos, tortas, suflês, etc.). O fato é que os ovos estão sempre presentes no cardápio do brasileiro, com a exceção, dos alérgicos. A Proteste inclusive, vai lançar em breve um e-book de receitas com ovos de galinha. São deliciosas, saudáveis e fáceis de preparar.

Fonte: Proteste

Nutricionista lista 9 benefícios em consumir batata-doce

A batata-doce é um vegetal nutritivo, delicioso e muito versátil. Pode ser preparada como purês, assada, cozida em pães e até em tortas. Rica em vitamina A, B5, riboflavina, niacina, tiamina e carotenoides. É encontrada em vários tamanhos e cores incluindo laranja, branco e roxa. Estas joias coloridas oferecem vários benefícios à saúde. Confira:

Beverly Buckley/Pixabay

Melhora o sistema imunológico – a polpa alaranjada da batata-doce é uma das fontes naturais mais ricas de betacaroteno, um composto que é convertido em vitamina A que é fundamental para o sistema imunológico e para manter as membranas mucosas saudáveis, especialmente o revestimento do intestino. O intestino é onde o corpo é exposto a muitos patógenos potencialmente causadores de doenças. Portanto, cuidar do intestino é importante para imunidade. Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos.

É fontes de antioxidantes – as vitaminas A e C do tubérculo funcionam como antioxidantes que protegem as células contra o envelhecimento e várias doenças. Escolha batata-doce roxa. O pigmento que lhes dá sua cor tem propriedades antioxidantes ainda mais potentes.

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Ajuda no controle de peso – a batata-doce contém fibras solúveis que aumentam a saciedade e oferece ao corpo um mecanismo natural e autossustentável para a regulação do peso corporal. Estudos mostraram que uma das principais fibras dietéticas da raiz, a pectina, é eficaz na redução da ingestão de alimentos, redução do ganho de peso e aumento da atividade dos hormônios da saciedade.

Beleza da pele – a cor laranja da batata-doce vem de um antioxidante chamado betacaroteno, que é convertido em vitamina A que ajuda a restaurar a elasticidade da pele, promove a renovação das células mortas e contribui para uma pele macia e com aparência saudável. A batata doce também é rica em vitamina C e vitamina E, ambas muito importantes para manter a cútis saudável, brilhante e flexível. A vitamina C ajuda a aumentar o colágeno, que fortalece os tecidos. O tubérculo também é fonte de antocianinas que ajudam a prevenir manchas escuras, mantendo a atividade dos radicais livres sob controle.

Saúde ocular – a vitamina A, é um nutriente que ajuda a prevenir olhos secos, cegueira noturna, infecções oculares, além disso é usado para formar receptores detectores de luz dentro dos olhos. A deficiência severa de vitamina A é uma preocupação nos países em desenvolvimento e pode levar a um tipo especial de cegueira conhecida como xeroftalmia. Comer alimentos ricos em betacaroteno, como batata-doce, pode ajudar a prevenir essa condição.

Possui propriedades anti-inflamatória – a batata-doce possui alta concentração de colina. Um dos principais benefícios da colina é a resposta anti-inflamatórias.

Reduz o risco de câncer – estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa , podem reduzir o processo de oxidação, reduzindo o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes.

Promove saúde intestinal – a batata-doce contém quantidades significativamente altas de fibras, que são essenciais para promover o bom funcionamento do trato digestivo e prevenir a constipação em crianças e adultos.

Prevenção da deficiência de vitamina A – a deficiência pode causar problemas oculares e até mesmo levar à cegueira. Também pode suprimir a função imunológica e aumentar a mortalidade, especialmente entre crianças, mulheres grávidas e lactantes. A batata-doce é uma excelente fonte de betacaroteno, que o corpo converter em vitamina A. A intensidade da cor laranja ou roxa da raiz está diretamente ligada ao seu teor de betacaroteno.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta; especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis; mestre do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.