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OX Cosméticos lança linha nutrição fortalecedora dos fios

Com blend de óleos africanos, peptídeos de aveia e fragrância exclusiva, a nova linha trata os fios de dentro para fora, deixando-os mais fortes para um crescimento saudável

Com objetivo de sempre oferecer uma beleza duradoura aliada às melhores formulas aos cabelos das consumidoras, OX Cosméticos apresenta a nova linha Nutrição Fortalecedora. Com formulação composta pela preciosa combinação dos óleos africanos Tamanú, Baobá, Moringa, Black Cumim e Opuntia com Óleo de coco, Manteiga de Karitê e Peptídeos de aveia, a nova linha nutre e fortalece os fios de dentro para fora, deixando o cabelo forte para um crescimento muito mais saudável.

Segundo Cintia Fuchs, Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da OX, esse blend de óleos exóticos ajudam a nutrir e encorpar a cutícula capilar enquanto os peptídeos (ou proteínas) da aveia deixam os fios mais densos e fortes, para seu cabelo crescer forte e como consequência, ficar mais longo. Cintia também destaca que cada um dos ativos possui uma função na fórmula: o óleo de Tamanú, por exemplo, tem ação purificante e calmante, já o óleo de Moringa oferece proteção através de suas propriedades nutritivas, calmantes e restauradoras.

O óleo de Opuntia hidrata os fios oferecendo um toque sedoso, o óleo de Baobá proporciona hidratação com poder de restauração, o óleo de Black Cumim oferece um toque aveludado dos fios. Por fim, o óleo de Coco e a Manteiga de Karité, ambos ativos clássicos, oferecem nutrição e muita maciez.

A OX Cosméticos também buscou em outro continente ingredientes para criar a fragrância concentrada exclusiva da linha, que oferece um mix de notas, como as de pimenta rosa e frutas cítricas, trazendo uma sensação de quente e fresco! Mas o que deixa o perfume especial é a presença do mais puro óleo de Patchouli, planta extraída na Indonésia de maneira sustentável.

Assim como todas as linhas da marca, a Nutrição Fortalecedora também conta com o Novo Sistema OX Beleza Duradoura, tecnologia exclusiva de liberação sequencial de ingredientes, que garante que os ativos se mantenham em contato com a fibra capilar por mais tempo, oferecendo um cuidado muito mais duradouro. Além disso, os produtos são 100% veganos, não testados em animais, livres de sal, sulfatos, silicones pesados, parabenos e óleo mineral, contando apenas com o essencial para uma beleza duradoura dos seus cabelos.

A nova linha Nutrição Fortalecedora está disponível nos principais pontos de venda, nos principais mercados, farmácias e redes atacadistas do país.

Preços Sugeridos:
Shampoo: 200ml R$ 11,49
Condicionador: R$ 15,29

Informações: Flora – SAC 0800 703 4071

Mamão, delicioso e carregado de nutrientes

Mamão é o fruto da planta Carica papaya, tem sabor doce e cores vibrantes. Quando maduro, a polpa é laranja com muitas sementes pretas comestíveis, mas amargas, e pode ser consumido cru. No entanto, o mamão verde deve ser sempre cozido antes, especialmente durante a gravidez, pois a fruta verde é rica em látex, que pode estimular as contrações. O mamão é rico em muitos nutrientes, e seu consumo frequente pode reduzir o risco de muitas doenças, especialmente aquelas que tendem a surgir com a idade.

Confira 9 benefícios desta fruta maravilhosa com a nutricionista Adriana Stavro:

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Melhora beleza da pele – rico em vitaminas A, C, K, E e complexo B, cálcio, potássio, magnésio e fósforo. Fonte de antioxidantes, ajuda a combater os radicais livres, retardar os sinais de envelhecimento, reduzir as rugas e linhas de expressão, diminuir a acne, principalmente em adolescente e melasmas.

Preveni asma – o risco de desenvolver asma é menor em pessoas que consomem grande quantidade de certos nutrientes. Um deles é o betacaroteno, presente em alimentos como mamão, damasco, brócolis, melão, abóbora e cenoura.

Propriedades anticâncer – mamão pode atuar reduzindo os radicais livres, que contribuem para muitas doenças inclusive o câncer. Além disso, o mamão pode ter alguns benefícios extras. Entre 14 frutas e vegetais avaliadas com propriedades antioxidantes, apenas o mamão demonstrou atividade anticâncer nas células do câncer de mama. Em outro estudo publicado na revista Cancer Epidemiology and Prevention Biomarkers, mostrou que consumir antioxidantes como betacaroteno encontrado no mamão, pode reduzir o risco de câncer de próstata entre os homens jovens.

Saúde óssea – a baixa ingestão de vitamina K tem sido associada a um maior risco de fratura óssea . O consumo adequado deste mineral é importante pois, melhora a absorção de cálcio e pode reduzir a excreção urinária de cálcio, o que significa que terá mais cálcio circulante para fortalecer os ossos.

Controle glicêmico – estudos demonstraram que, indivíduos com diabetes tipo 1 e tipo 2 que consomem dietas ricas em fibras, têm níveis mais baixos de glicemia e lipídios sanguíneos. 100g de mamão, que equivale a uma fatia pequena, fornece em média 3 gramas de fibras.

Previne constipação – mamão é rico em fibras e água, o que ajuda a prevenir a constipação e a promover a regularidade e um aparelho digestivo saudável. Muitas pessoas consideram o mamão um remédio para constipação, e outros sintomas para a síndrome do intestino irritável (SII).

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Melhora a digestão – esta fruta contêm uma enzima chamada papaína, que pode tornar a proteína mais fácil de digerir.

Prevenção de doenças cardíacas (DCV) – um aumento na ingestão de potássio, juntamente com uma diminuição na ingestão de sódio, é a mudança alimentar mais importante que uma pessoa pode fazer para reduzir os de DCV.

Diminui inflamação – a inflamação crônica está na raiz de muitas doenças. A alimentação inadequada associada a um estilo de vida pouco saudável, pode conduzir a um processo inflamatório grave. Estudos mostram que frutas e vegetais ricos em antioxidantes, como o mamão, ajudam a reduzir marcadores inflamatórios. Um estudo de 2005, observou que os homens que aumentaram a ingestão de frutas e vegetais ricos em carotenoides, tiveram diminuição significativa na PCR, um marcador inflamatório específico. A colina é um nutriente muito importante encontrado no mamão. Este ajuda melhorar o sono, os movimentos musculares, o aprendizado e a memória. Ela também ajuda a manter a estrutura das membranas celulares, auxiliar na transmissão de impulsos nervosos, e reduzir a absorção de gordura e inflamação crônica.

Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Ingestão de açúcar e sal é alta entre brasileiros, segundo pesquisa do IBGE

Adicionar açúcar em bebidas e alimentos e colocar sal em preparações prontas não são escolhas saudáveis. Nutricionista da Cia. da Consulta ensina cinco dicas para driblar hábitos ruins e ter mais saúde

De acordo com levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 85,4% da população afirmou adoçar o que vai à mesa. A frequência diminuiu (era de 90,8% em 2008), mas este consumo ainda é considerado alto. E o uso exagerado de sal também ganha atenção na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, publicada recentemente pelo órgão.

O prato na mesa do brasileiro apresentou mudanças em dez anos que acabaram alterando o perfil de consumo de alguns nutrientes. Nesse período, a ingestão de gorduras saturadas e o consumo de fibras diminuíram.

“Diminuir o consumo de gorduras saturadas, muito presente em alimentos processados e ultraprocessados é ótimo, mas a diminuição no consumo de fibras traz um alerta, já que a fibra ajuda no funcionamento do intestino e pode melhorar a imunidade”, Tamiris Oliveira, nutricionista da Cia da Consulta.

O uso do sal adicionado em comidas prontas foi mencionado por 13,5% da população, sendo mais frequente em homens adultos (16,5%). O sódio foi ingerido acima do limite por 53,5% da população e o índice foi mais elevado em homens adultos (74,2%).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação é a ingestão de menos de 5 gramas (um pouco menos de uma colher de chá) de sal por dia. A utilização de açúcar para adoçar líquidos ou alimentos não é recomendada. Os açúcares dos próprios alimentos, como o das frutas, por exemplo, são suficientes para suprir a necessidade do organismo. A nutricionista explica que, tomando por base uma dieta de 2000 calorias, a recomendação de açúcar estabelecida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Diabetes é entre 25 a 50 gramas de sacarose/dia.

“Consumo muito acima destes números está ligado ao aumento de diversas doenças, como diabetes e colesterol elevado”, explica o diretor médico de Cia. da Consulta, Felipe Folco.

E para driblar os hábitos ruins, a nutricionista da Cia. da Consulta, ensina cinco dicas que podem ajudar a diminuir o uso de sal e açúcar na cozinha:

Bruno/Germany/Pixabay

– Não colocar saleiros na mesa;

– Ler rótulos – escolher produtos com baixo teor de sódio até (300 mg);

– Optar por produtos in natura ao invés de congelados;

– Evitar o consumo de alimentos embutidos e ultraprocessados, como: salgadinhos, biscoito, refrigerante, macarrão instantâneo, molhos prontos, doces e fast-food em geral. Embutidos salsicha, linguiça, mortadela, presunto, peito de peru e salame;

Cocktails

-Evitar consumo de refrigerantes, sucos de caixinha e bebidas alcoólicas.

Fonte: Cia. da Consulta

Pandemia dispara consumo de açúcar; saiba como consumir de forma equilibrada

Ingestão excessiva de açucares pode contribuir para desenvolvimento de diabetes e dificuldade no controle de peso

O período de isolamento e a incerteza quanto ao futuro da pandemia são fatores que vêm contribuindo para o aumento do estresse na população brasileira. O resultado disso é não apenas um crescimento dos problemas relacionados à saúde mental, mas também uma mudança de comportamento alimentar.

cake bolo pedaco doce

De acordo com dados da pesquisa ConVid, realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a UFMG e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o consumo de alimentos saudáveis diminuiu durante a pandemia, passando de 37% para 33%.

Por outro lado, a ingestão de alimentos não saudáveis — tais quais doces, congelados e embutidos — aumentou. Entre jovens adultos, na faixa de 18 a 29 anos, 63% está consumindo doces ou chocolates duas vezes por semana ou mais.

Segundo o nutricionista Leone Gonçalves, esse aumento se explica pela forma como os doces agem no organismo. Ricos em glicose, substância que entra rapidamente na corrente sanguínea, o consumo desses alimentos gera rápida absorção e estimula a produção de alguns hormônios, como a serotonina — neurotransmissor responsável pela regulação do sono e humor.

“Devido a isso, a pessoa experimenta uma sensação de leveza e desestresse, além dos doces estarem frequentemente associados a memórias e sensação de prazer. Ao considerar o cenário atual, é comum que as pessoas busquem por válvulas de escape alimentar, como uma forma de aliviar a tensão”, argumenta o nutricionista.

candy doce bala goma

O grande problema é que, quando consumido em excesso, o açúcar provoca a sobrecarga do pâncreas, que tem que produzir insulina constantemente para regular os níveis de glicose, podendo não ser o suficiente, o que contribui para o desenvolvimento do diabetes.

Outro fator é que há dificuldade em fazer o controle de peso corporal, o que pode levar a um quadro de obesidade e gerar consequências como propensão a doenças cardiovasculares e hipertensão. “Sem contar que um dos problemas mais citados ao falar de consumo excessivo de doces é a cárie, devido a desmineralização das estruturas dentárias”, comenta o nutricionista.

Atenção aos excessos

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, do percentual de calorias consumidas diariamente, apenas 10% devem ser oriundas de açúcares. Em uma dieta saudável, esse nível de ingestão se restringir a 5%. O ideal é que a pessoa não consuma mais do que 50 gramas da substância por dia.

De acordo com Gonçalves, a dica é procurar manter as principais refeições nos horários corretos e não colocar o doce como o grande vilão. “O doce pode fazer parte da refeição, desde que de maneira equilibrada. Ele pode ser incluído na forma de sobremesas ou como café da manhã, se tiver como base a adição de frutas, por exemplo”, recomenda.

pancake panqueca doce

Além disso, é possível apostar em receitas de doces com ingredientes naturais, que podem ir desde cremes de cacau a picolés de frutas. “É importante não se culpar caso queira comer um doce, ele pode fazer parte da alimentação. É preciso apenas que haja atenção a quantidade e a frequência”, alerta o especialista.

Fonte: Leone Gonçalves é nutricionista, educador físico e acadêmico de Biomedicina

A importância da nutrição para evitar gripes e resfriados no inverno

Com a chegada do inverno, chega também a temporada de gripes e resfriados, já que o frio deixa o organismo mais propenso a esses problemas. Além disso, a queda nas temperaturas faz com que as pessoas fiquem mais tempo em ambientes fechados, fazendo com que os vírus se disseminem mais facilmente. Para evitar a suscetibilidade a essas doenças, é importante ficar atento a qualidade de vida e principalmente boa alimentação para mantermos nosso sistema imunológico eficiente.

No entanto, nosso sistema imunológico é complexo e incorpora muitos órgãos e funções, e é influenciado não por um alimento ou um nutriente específico e, sim, por uma variedade de vitaminas e minerais, combinada com fatores de estilo de vida saudáveis, como sono, exercícios físicos e baixos níveis de estresse.

Sem dúvida, a ideia de aumentar a imunidade é atraente, mas o sistema imunológico é exatamente isso, um sistema e não uma entidade única, que para funcionar adequadamente requer equilíbrio e harmonia entre os nutrientes.

Normalmente, nosso sistema imune faz um trabalho extraordinário contra micro-organismos causadores de doenças, mas às vezes falha. Com isso, um germe, bactéria, ou vírus invade nosso corpo e nos deixa doente. Por isso, o status nutricional (ingestão suficiente ou insuficiente) é um fator importante que contribui para a competência imune.

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Neste sentido, nossa primeira linha de defesa é escolher um estilo de vida saudável para manter nosso sistema imunológico protegido das ataques ambientais, para isso:
· Não fume
· Pratique exercícios físicos regularmente
· Mantenha um peso saudável
· Consuma bebida alcoólica com moderação
· Durma no mínimo 8 horas ao dia
· Tente minimizar o estresse
· Tome sol diariamente

Além disso, alguns nutrientes foram descritos como essenciais para a função das células imunológicas, dentre eles, a vitamina C, D, E, zinco, selênio, betacaroteno, glutamina, probióticos e probióticos.

Zinco: atua como cofator em papéis estruturais em muitas proteínas. Mesmo uma leve deficiência tem sido associada a falhas na resposta imune adaptativa e inata.

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Fontes: carnes vermelha e de aves, feijão, lentilhas, amêndoas, amendoins, grãos integrais, leite e derivados

Selênio: é um oligoelemento que, como o zinco, tem funções funcionais, estruturais e enzimáticas em uma variedade de proteínas. O baixo status de selênio está associado a um maior risco de doenças crônicas, incluindo câncer e doenças cardiovasculares.

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Fontes: castanha-do-Brasil, gema de ovo, sementes de girassol e frango

Betacaroteno: é um antioxidante que pode reduzir a inflamação e aumentar a função imunológica.

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OrganicFacts

Fontes: batata doce, cenoura, mamão, abóbora e tomate.

Glutamina: tem função em várias células imunológicas, incluindo neutrófilos, macrófagos e linfócitos.

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Fontes: carnes, ovos, peixes, iogurte, queijo, leite, beterraba, couve, salsa, repolho, espinafre, feijão, favas e ervilhas

Vitamina C: a deficiência de vitamina C aumenta a suscetibilidade a infecções como pneumonia,pois baixos níveis de antioxidantes são incapazes de neutralizar o estresse oxidativo observado nesta condição.

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Pixabay

Fontes: pimentões vermelhos, laranjas, morangos, brócolis, mangas, limão, laranja, acerola e abacaxi

Vitamina D: pesquisas mostram que a de vitamina D pode reduzir o risco de infecções virais, reduzindo a produção de compostos pró-inflamatórios no organismo.

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Fontes: óleo de fígado de bacalhau, salmão, atum e ovo.

Vitaminas E: é um antioxidante que ajuda a combater os radicais livres e auxilia a resposta imune natural do corpo.

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Fontes: nozes, sementes e azeite

O microbioma é uma metrópole interna de trilhões de micro-organismos que habitam nossos corpos, principalmente no intestino. É uma área de pesquisa intensa, pois os cientistas estão descobrindo que o microbiota desempenha um papel fundamental na função imunológica e que a dieta é importante na determinação de quais tipos de micro organismos vão se reproduzir e viver ali.

Fibras, verduras, frutas, legumes e grãos integrais parece contribuir para o crescimento e a manutenção de micro organismos benéficos. Certos micro-organismos quebram as fibras em ácidos graxos de cadeia curta, os quais vão estimular a atividade das células imunes. Estas são chamadas de fibras probióticas. Alimentos probióticos contêm bactérias vivas e alimentos/fibras probióticos alimentam e mantém colônias saudáveis dessas bactérias.

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· Alimentos probióticos: iogurte com culturas ativas vivas, vegetais fermentados, chucrute, tempeh, chá de kombucha e missô.
· Alimentos prebióticos: alho, cebola, alho-poró, aspargos, alcachofras, algas marinhas, frutas, legumes e grãos integrais.

Assim, a alimentação ideal para os melhores resultados imunológicos seria a nutrição, que suporta as funções das células imunológicas, permitindo que elas iniciem respostas efetivas contra patógenos, mas também resolvam a resposta rapidamente quando necessário e evitem qualquer inflamação crônica subjacente.

Fonte: Adriana Stavro é formada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Pós-graduada em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein. Pós graduanda em Nutrição Clinica Funcional pela VP consultoria, pós graduanda em Fitoterapia pela Course4U.

Três receitas de saladas quentes para manter a alimentação saudável no inverno

Com a chegada dos dias frios, o Freeletics Nutrition apresenta receitas que unem a leveza das saladas com o quentinho dos legumes cozidos

Chegou de novo aquela época do ano em que o friozinho começa a aparecer e comer saladas frias não é mais tão atrativo, mas, ainda assim, os dias de tempos mais amenos não pedem sopas todas as noites. Para manter a alimentação regrada, nesta época e aproveitar o melhor dos dois mundos, por que não uma salada quente?

Com todas as cores, verdes e leveza de uma salada tradicional e o bônus de alguns legumes da estação cozidos, as saladas quentes podem ser a refeição de transição perfeita na medida que passamos do tempo mais quente para o inverno. Por isso, os especialistas em nutrição do Freeletics Nutrition, aplicativo de nutrição com uso de inteligência artificial, criaram algumas receitas deliciosas de saladas quentes.

A grande vantagem de saladas quentes é que você não precisa seguir uma receita específica para garantir que seja saborosa. Que tal um pouco de proteínas extras hoje? Tente adicionar galinha, frango ou tofu. Quer um boost de vitaminas? Adicionar fatias de frutas vermelhas ou maçã? Precisa de algo que preencha mais? Adicione um punhado de nozes ou sementes. As possibilidades são infinitas.

Salada de lentilhas e cenoura assada

salada de lentilhas e cenoura assada

Uma refeição perfeita para quando ainda já há um friozinho pairando no ar, esta salada é uma base à qual você pode adicionar outros legumes da estação, nozes e até frutas!

Ingredientes
450g de cenoura
100g de lentilhas
3 colheres de sopa de óleo de coco
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
Um punhado de coentro

Modo de Preparo
Preaqueça o forno em 220 graus. Lave as lentilhas, ferva-as numa panela, por cerca de 20 minutos antes de drenar e reservar. Corte as cenouras em pedaços de grossura média, em torno de 3 centímetros de comprimento. Aqueça o óleo de coco em uma panela e jogue sobre as cenouras, garantindo que fiquem totalmente cobertas em óleo. Transfira a mistura para um prato próprio para forno e polvilhe com coentro picado e uma pitada de sal. Asse no forno durante 30 minutos ou até que as cenouras se amoleçam levemente.
Depois de retirar do forno, transfira a mistura de cenouras para um pote e misture com as lentilhas, o vinagre e as folhas de coentro até que a mistura fique homogênea.
Adicione tempero a gosto

Rendimento: 2 porções

Salada quente de queijo de cabra

salada quente de queijo de cabra

Essa é para os amantes de queijo. Coloque frutas secas para obter um gosto mais doce ou nozes para adicionar gorduras saudáveis.

Ingredientes
140g de folhas verdes (espinafre, couve ou alface funcionam muito bem)
Um punhado de repolho roxo picado
70g de mirtilos
250g de queijo de cabra
2 colheres de sopa de sementes de gergelim
2 colheres de sopa de cranberries secos
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de sopa de mel
1 colher de sopa de óleo de gergelim
1 colher de sopa de tahine sem açúcar
1 colher de sopa de vinagre balsâmico

Modo de Preparo
Pique bem fininho os cranberries secos, adicione-os a um pote com as sementes de gergelim e misture bem. Pegue 2 colheres de chá de queijo de cabra, faça uma bola com o queijo e role-o na mistura de cranberry/gergelim, cobrindo bem. Repita isso com todo o queijo e reserve as bolinhas. Para o molho, misture o óleo de gergelim, tahine, mel, vinagre balsâmico e óleo de oliva em uma xícara até que fiquem bem homogêneos.
Aqueça uma travessa não aderente em fogo bem baixo, coloque um fio de óleo de oliva e um fio de mel antes de colocar as bolinhas de queijo. Gire constantemente para garantir que cozinhem de forma homogênea e retire-as do calor logo antes que começarem a se desfazer. Lave o alface e o repolho e coloque-os em um pote de salada grande, junto com as bolinhas de queijo. Adicione os mirtilos e o molho e misture bem antes de servir.

Rendimento: 4 porções

Salada de berinjela e grão de bico

salada beringela grao de bico

Saladas nem sempre precisam significar grandes quantidades de folhas verdes! Nesta receita, as berinjelas e o grão de bico são a base, enquanto os tomates frescos dão um toque de sabor saudável.

Ingredientes
1 berinjela grande, picada em rodelas de 1 cm de espessura
1 lata de grão de bico, drenada
140g de iogurte grego
5 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
1 colher de chá de páprica defumada
1 colher de chá de cominho moído
Pitada de pimenta caiena
1 dente de alho pequeno, picadinho
600g de tomates maduros fatiados em rodelas de aprox. 0,5 cm
70g de sementes de romã
40g de folhas de coentro frescas
Pitada de sal a gosto

Modo de Preparo
Preaqueça o forno em 200 graus. Organize as berinjelas em camada única em uma assadeira com bordas, pincelando ambos os lados com azeite de oliva. Em um pote pequeno, misture a páprica, o cominho, a pimenta caiena e o sal. Polvilhe sobre as fatias de berinjela, junto com os grãos de bico drenados. Asse a mistura de berinjela e grãos de bico durante 30 minutos ou até que fique corada e macia, virando no meio do processo. Adicione os tomates nos últimos cinco minutos. Em um pote, misture o iogurte e o alho e tempere com sal. Depois de cozinhar, misture a berinjela, os grãos de bico e o tomate em um prato. Coloque um pouco de óleo na salada e tempere com romã, coentro e tempero a gosto. Sirva com o molho de iogurte.

Rendimento: 4 porções

Sobre o Freeletics

O Freeletics foi construído a partir de uma única visão: desafiar e inspirar pessoas para que se tornem a melhor versão delas mesmas. Freeletics é o criador de alguns dos principais aplicativos fitness da Europa, promovendo e aumentando a aptidão física, assim como força mental, força de vontade e autoconfiança – todas ferramentas vitais para seguir a vida de acordo com seus desejos e metas. Fundada em 2013, a companhia já criou um dos mais bem sucedidos movimentos fitness no mundo, com 34 milhões de usuários em 160 países diferentes.

Veja como dar um carinho especial para a pele no inverno

Inverno é tempo de repensar os cuidados que temos com o nosso corpo, em especial, com a nossa pele. O problema mais comum desta época é o ressecamento – seja causado pelas baixas temperaturas, vento, redução da umidade ou pelo aumento de banhos mais quentes -, o que pede uma atenção (e hidratação) dobrada. Para ajudar nesse cuidado, algumas dicas infalíveis para colocar em prática já:

Técnica de Oleação

oleo corporal
Uma prática de autocuidado usada desde os tempos mais remotos, a oleação consiste em aplicar óleos 100% vegetais em todo o corpo. Além de proporcionar um momento de carinho e dedicação a nós mesmos, a prática ajuda a nutrir até as camadas mais internas da pele. O ideal é que se faça diariamente pelas manhãs antes do banho, porque o produto cria uma camada protetora reduzindo os danos causados pela água quente. Uma ótima sugestão para esse momento é o Óleo Relaxante de Lavanda da Weleda (R$ 99,00), que hidrata o corpo, enquanto seu aroma ajuda a acalmar e relaxar.

Máscaras faciais


Queridinhas entre os apaixonados por beleza, as máscaras faciais já fazem parte da rotina de skincare de muitos brasileiros, e no inverno esse cuidado é ainda mais necessário. Com uma alta concentração de ingredientes ativos, esses produtos atuam até nas camadas mais profundas da pele otimizando o resultado de tratamentos que podem ter como objetivo hidratar, nutrir, revitalizar ou controlar acnes. Vale lembrar que para aplicação da máscara o rosto deve estar limpo e livre de impurezas, como restos de maquiagem. Assim a pele consegue absorver o tratamento e não obstruí os poros. Para esse cuidado, aposte em uma boa dose de hidratação com as máscaras de hydrogel da Neutrogena – Hydro Boost e Purifying Boost (R$ 19,90).

Para áreas mais ressecadas

nutrimento intensivo
O inverno pode ser ainda mais rigoroso para algumas regiões do corpo, mãos, pés, cotovelos e joelhos costumam ser as partes mais ressecadas por conta da sua maior exposição as agressões externas. Para solucionar esse problema, vale dobrar a hidratação, especialmente à noite, com produtos como Skin Food da Weleda (R$ 69,90), que repara os danos da barreira cutânea e nutre a pele.

Para comprar online: Weleda / Neutrogena (Droga Raia) 

Herbalife Nutrition inova no mercado de bebidas proteicas com Protein Coffee

O produto é prático para ser consumido na hora do lanche ou como pré-treino, oferece 16g de proteína e 94 calorias

A Herbalife Nutrition apresenta uma nova maneira de tomar o café do dia a dia e ainda consumir proteína: o Protein Coffee. A novidade passa a integrar o portfólio da marca líder em suplementos de fibras e shakes substitutos parciais de refeição no Brasil que, neste ano, comemora 40 anos no mundo e 25 anos no país.

Prático e delicioso, o Protein Coffee traz o tradicional café, tão amado pelos brasileiros, com um toque de caramelo, em uma fórmula rica em proteína por trazer whey protein (proteína de soro do leite) e caseinato de cálcio. Dessa maneira, o produto oferece 16 gramas de proteínas por porção, conhecidas por contribuírem para a manutenção e o ganho de massa muscular, além de promover maior saciedade, e apenas 94 calorias. A novidade ainda conta com cacau em pó, ingrediente rico em antioxidantes, é livre de glúten e fonte de vitaminas A e D.

O produto é vendido em embalagem com 15 sachês de porções individuais de 24g fáceis de carregar para qualquer lugar e pode ser preparado quente ou frio para consumir na hora do lanche ou no pré-treino. Basta misturar o sachê em 200 ml de água fria na shakeira (coqueteleira) ou usar um mixer ou liquidificador se a água estiver quente*.

O Protein Coffee chega para incrementar o portfólio da Herbalife Nutrition que conta com mais de 25 diferentes produtos com proteínas de alto valor biológico, como os famosos Shakes da marca, encontrados em diversos sabores, os suplementos de proteína pós-treino, as bebidas com colágeno e proteínas vegetais, as sopas, os crispies de proteína (Protein Crunch) e as barras, entre elas, a Barra Crunch, lançada recentemente, que oferece 13g de proteína.

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Protein Coffee (Suplemento Alimentar De Proteínas Em Pó Sabor Caramelo)
Preço sugerido: caixa com 15 sachês de 24 gramas: R$ 155,00** / preço médio por unidade (24g): R$ 10,33.

• 94 calorias
• 16g de proteínas por porção
• Sem glúten
• Baixo teor de gorduras saturadas

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Consumidores participantes do programa Cliente Premium podem ter descontos progressivos que variam entre 14% e 34%.
* Recomenda-se água não fervente e a utilização de mixer ou liquidificador para evitar possíveis acidentes devido a formação de vapor e aumento da pressão interna no recipiente de preparo .
*Preço sugerido para o Estado de São Paulo sem frete.

Informações: Herbalife Nutrition

Quarentena: o que comprar? Em qual quantidade?

Dicas da nutricionista Adriana Stavro para não vivermos de pizza e besteiras que entregam em casa nessa quarentena

Embora não estejamos como na Itália, e Argentina (proibidos de sair de casa) como resultado da pandemia do coronavírus (Covid-19) as circunstâncias nos obrigaram a considerar que a auto quarentena chegou. E à medida em que os casos se espalham pelo mundo e mais pessoas são expostas ao vírus, mais e mais indivíduos e famílias entram em quarentena imposta ou de forma voluntária. Normalmente, são duas semanas em que eles devem ficar em ambientes fechados (ou, no máximo, em seu próprio quintal ou espaço externo) sem contato ou exposição a ninguém fora de suas quatro paredes.

Há menos de um mês, aqui no Brasil isso parecia ser impensável. Mas hoje o termo quarentena se torna cada vez mais realidade. Portanto, se a quarentena bater na nossa porta, não é nada recomendável pedir pizza por 2 semanas no café da manhã, almoço e jantar.

Por isso, vamos nos organizar. Quais alimentos precisamos comprar para ficar em casa por duas semanas? Entenda que, depois de saber que você deve ficar de forma imposta em quarentena, será tarde demais para dar uma parada no supermercado mais próximo.

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Neste momento a mensagem principal é: planeje com antecedência, mas sem pânico.

cozinha armário mantimentos pixabay
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Vamos lá. Hora de abrir os armários e despensa. Faça um inventário do que você já tem em casa.

supermercado

Não corra para o super mercado e comece a colocar caixas e mais caixas de suco, leite, arroz, feijão arroz etc. no carrinho. Não precisa. Tem mais gente que precisa comprar. Lembre-se: solidariedade.

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Feito o inventário, aí sim vá até a loja e compre os produtos que estão faltando e que poderão ser consumidos por duas semanas. Mas lembre-se. Consuma o que você tem em casa primeiro. E a regra é, o primeiro a vencer o primeiro a ser consumido.

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Foto: Giraffas

Organize um cardápio com ingredientes que não sejam perecíveis como: arroz, feijão, feijão fradinho, macarrão, quinua, grão de bico, cuscus marroquino, tapioca, aprimorados com proteínas e vegetais.

iogurte

Você também pode incorporar facilmente produtos lácteos. Com exceção do leite fresco, os produtos lácteos como queijo e iogurte costumam ter uma data de validade maior que duas semanas.

verduras legumes frutas

O maior problema são as frutas e legumes frescos, especialmente na segunda semana da quarentena (imposta). Maçãs, laranjas e peras duram mais tempo, assim como alguns legumes (cebola, batata, abóbora e cenoura). Por isso consuma os outros vegetais e frutas primeiro e deixe estes para a segunda semana. Outra opção são os congelados.

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Foto: Aimee Law

Frutas e legumes congelados são nutricionalmente semelhantes. Brócolis congelado, espinafre e vegetais misturados podem ser cozidos no vapor, salteados ou assados, como faria com os frescos.

Smoothie de cereja ass

Para uma dose de antioxidantes que estimulam o sistema imunológico, adicione frutas congeladas a smoothies, cereais ou sobremesas. Planeje usar seus produtos frescos nos primeiros cinco dias e depois mude para congelados quando os suprimentos frescos estiverem acabados.

Estocar comida congelada é bom, mas e as famílias que não têm muito espaço no congelado/freezer? Para otimizar o espaço no freezer, remova os alimentos de suas embalagens originais e armazene por porções do tamanho das suas refeições em sacos com zíper. Não esqueça de rotular as sacolas, com nome dos alimentos e a data de validade.

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Manter refeições simples e sem estresse durante a quarentena é muito importante. Duas semanas presa em casa e a paciência pode se esgotar muito mais cedo do que se espera. Trabalhar enquanto tenta manter as crianças ocupadas, talvez não seja o momento para evocar a ideia de fazer um pão fresco com fermentação natural e preparar suflés elaborados, tão pouco experimentar novas receitas, sugere a nutricionista Adriana Stavro. É hora de comida simples, pouco estresse e colaboração de todos da casa.

Lembre-se, a quarentena não é o apocalipse, e a sociedade não experimentará um colapso completo e absoluto. Eletricidade, gás e celulares ainda funcionarão. Você não precisa acumular comida e combustível como um preparador do fim dos tempos. Apenas fique atento aos suprimentos básicos, faça um plano e faça suas compras com sensatez. E não coma uma caixa inteira de barras de cereais de uma só vez. Equilíbrio.

Fonte: Adriana Stavro é formada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Pós-graduada em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein. Pós graduanda em Nutrição Clinica Funcional pela VP consultoria, pós graduanda em Fitoterapia pela Course4U.

Quarentena: nutricionista dá dicas sobre alimentos saudáveis

Com a pandemia mundial do coronavírus, as medidas tomadas acerca da saúde da população catarinense foram de resguardo e higiene rigorosa. Pensando na maioria da população que está de quarentena, com a necessidade de uma alimentação saudável para melhorar a imunidade e com mais tempo para o preparo de alimentos, a nutricionista do Fort Atacadista, Bruna Janaina da Silva, que atua nas lojas da rede na Grande Florianópolis, separou dicas valiosas.

Recentemente, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) também informou sobre a relação entre nutrição e imunidade. A ABIA enfatizou que diariamente o corpo humano é exposto a uma ampla gama de estímulos com potencial para comprometer a saúde e o bem-estar. A exposição a vírus, bactérias, estresse e poluição do ar, por exemplo, pode contribuir para um risco aumentado de infecções e de doenças.

Por outro lado, o sistema imunológico é a defesa natural do organismo contra os agentes que prejudicam a saúde. A resposta imune envolve um processo complexo de moléculas, células e tecidos projetados para defender o corpo. Mas, para que esse sistema funcione ativamente, e em seu potencial máximo, é importante que ele esteja fortalecido. Existem evidências que uma alimentação equilibrada, contendo micronutrientes (vitaminas e minerais), ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 e outros compostos bioativos (como os polifenóis) ajuda a manutenção do sistema imunológico.

Hábitos alimentares diretamente ligados à nossa saúde

frutas

Segundo a nutricionista, para se prevenir de doenças contagiosas que se manifestam em pessoas com a imunidade baixa, uma das coisas mais importantes a se fazer é cuidar da alimentação. “Nós somos o que comemos. Os alimentos e seus nutrientes são responsáveis por manter o nosso corpo nutrido, e isso vai depender das nossas escolhas e hábitos”, destaca.

A grande dúvida está no que comer! A nutricionista da rede Fort Atacadista garante que não adianta comer qualquer alimento para manter uma boa imunidade; muitas vezes, as pessoas comem bastante, porém, alimentos pobres em vitaminas, minerais, fibras e gorduras de boa qualidade.

Quantidade faz toda a diferença

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“O primeiro ponto importante é pensar na quantia de alimentos a serem ingeridos, nem demais, nem de menos. O consumo alimentar deve ser equilibrado, de acordo com as necessidades de cada indivíduo, altura e atividades diárias”, destaca Bruna.

Quanto mais o indivíduo gasta energia, seja trabalhando, praticando atividades físicas ou até em atividades domésticas, mais necessidades energéticas ele terá. Quando consumimos uma quantia insuficiente, o corpo não consegue produzir anticorpos de maneira eficaz, e torna-se mais fácil contrair vírus, e então ficamos resfriados. Por isto é importante comer com consciência!

O que consumir?

Pensando em uma boa alimentação como meio de melhorar a imunidade, a nutricionista Bruna Janaina da Silva destaca quais alimentos merecem destaque neste momento:

A vitamina C tem função de antioxidante, e atua contra os radicais livres, que são responsáveis por causar oxidação nas células. Assim, o sistema imunológico fica melhor, e também previne o envelhecimento precoce, já que a oxidação das células acarreta neste envelhecimento. O ferro também é importante para a manutenção da imunidade, já que é um mineral responsável pelo aumento da hemoglobina no sangue.

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O licopeno, presente em alguns alimentos de cor vermelha e laranja, como tomate, mamão, goiaba e pimentão, também auxilia na imunidade e combate inflamações.

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O gengibre também é uma excelente opção: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. Combate a proliferação de vírus e bactérias alojadas no organismo, tem ação anti-inflamatória, antibacteriana e antisséptica. Combate os radicais livres, melhora a imunidade, prevenindo gripes e resfriados.

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Foto: Pixabay

A cúrcuma é um poderosíssimo anti-inflamatório e pode ser adicionada em diversas preparações. Use a pimenta do reino junto para melhorar a absorção da cúrcuma no organismo.

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Outra opção é adicionar hortelã em preparações como sucos ou saladas refrescantes. O mentol presente na hortelã é conhecido no combate às bactérias e vírus, reforçando o sistema imunológico.

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O mel tem ação bactericida, antisséptica, cicatrizante e revigorante, por isto é incluído em chás quando estamos resfriados. Mas você pode tornar isto um hábito, para que previna a ocorrência de doenças.

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Alimentos ricos em ácido fólico também atuam na imunidade, pois auxiliam na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Vegetais verdes escuros alimentos como brócolis, couve, espinafre são ricos em ácido fólico, também pode ser encontrado no feijão, cogumelos (como o shimeji e o shiitake) e a carne de fígado.

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Alimentos ricos em zinco também devem ser incluídos na alimentação: o zinco tem ação direta no funcionamento dos linfócitos, células de defesa do nosso organismo, melhorando a imunidade e ainda auxilia na cicatrização, porque age nas células que ajudam no processo de cicatrização, como os fibroblastos. Por isso, é importante incluir alimentos como carnes, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico).

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Já o ômega 3 auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo. Podemos obter ômega 3 em peixes como o salmão, a sardinha e o arenque, óleos poli-insaturados como o azeite de oliva extravirgem e sementes como a chia e linhaça – que podem ser adicionadas a iogurtes, vitaminas, sucos ou até em preparações salgadas.

Dicas de preparo

Além de alimentos saudáveis e de qualidade, outro segredinho, segundo Bruna, está na forma de preparar os alimentos. A profissional do Fort Atacadista, rede de atacarejos do Grupo Pereira, separou algumas dicas práticas para o dia a dia:

frutas vermelhas

Uma opção é preparar porções saudáveis no início da semana e guardá-las na geladeira, e deixar as frutas lavadas e cortadas, prontas para quando precisar delas.

alface

Uma dica para o preparo de saladas é deixar a alface lavada, cenoura ralada ou cozida, ou algum grão cozido. Vale incluir outros tipos de folhas, como rúcula e agrião, porque folhas amargas têm mais nutrientes antioxidantes. Saladas cozidas, optando pelo brócolis refogado na manteiga, e a cenoura com azeite, também incrementam a nutrição.

sal de ervas

Molhos caseiros e o uso de temperos e ervas, que em alguns casos ajudam até mesmo no aumento de imunidade no organismo, são boas pedidas para dar sabor aos alimentos.

Molho pesto

Os grãos não devem ficar de fora, como o já citado grão-de-bico, ervilha e quinoa, ricos em proteínas. Nas saladas, dá pra fazer um molho pesto com manjericão, nozes, azeite ou ainda colocar um limãozinho e sal a gosto.

Fonte: Fort Atacadista