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Cinco dicas nutricionais para quem deseja se tornar vegano

Nutricionista cadastrada na GetNinjas esclarece algumas das dúvidas mais comuns apresentadas por quem deseja abolir a proteína animal da dieta

Impulsionada pela crescente preocupação com o meio ambiente, a alimentação vegana vem conquistando cada vez mais adeptos. Apesar de não existirem dados oficiais, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) estima que cinco milhões de brasileiros sejam veganos.

Substituir uma dieta onívora por uma vegana pode ser uma mudança e tanto. Por conta disso, é recomendada que a transição seja feita com cuidado e, de preferência, com a supervisão de um profissional.

“Primeiro de tudo, é preciso uma reeducação alimentar para adaptar o corpo à mudança”, afirma Alice Cristina Coca, nutricionista que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina. A pedido do app, a especialista respondeu algumas das dúvidas mais comuns apresentadas pelos iniciantes na alimentação vegana. Confira abaixo:

1 – Frequentar restaurantes veganos ajuda no processo?

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Sim, pelo fato de estimular a familiarização com outras texturas e gostos. Além de tomar contato com uma uma gama diferente de pratos, frequentar um restaurante vegano pode incentivar a aprender a cozinhar novas combinações saborosas e práticas.

2 – Ao começar, eliminar a proteína animal de uma vez ou aos poucos?

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Segundo a profissional, a decisão varia de acordo com estilo de vida de cada pessoa. Aqueles que estão com uma boa condição de saúde e têm hábitos alimentares saudáveis podem tirar a carne de uma vez. Para os que possuem uma alimentação defasada, ou seja, que apresenta a falta de alguns nutrientes, é recomendado substituir a proteína animal aos poucos.

3 – É preciso ingerir suplemento vitamínico?

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Algumas vitaminas só estão presentes em carnes, vísceras e ovos, tais como as do complexo B. Por isso, é necessário repor essas vitaminas de alguma maneira, seja com substituições ou a partir do consumo de suplementos. Outro ponto que pode ser determinante para a adoção de um suplemento é a fase da vida na qual o vegano se encontra. Dependendo da faixa etária, o metabolismo necessita de diferentes vitaminas para manter seu bom funcionamento. Uma mulher vegana grávida e um idoso vegano têm necessidades nutricionais distintas. Por conta dessas especificações, é recomendado agendar uma consulta com um nutricionista.

4 – É necessário fazer acompanhamento nutricional?

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Foto: Is-Med.com

É importante porque o acompanhamento de um profissional garantirá à pessoa a elaboração de um plano alimentar personalizado ,e com a indicação de todos os nutrientes necessários para o seu organismo. Sem o devido acompanhamento e adaptação, os iniciados na dieta vegana correm o risco de desenvolver doenças devido à falta ou ao excesso de nutrientes. “A deficiência de vitamina B9, por exemplo, pode gerar depressão e doenças psiquiátricas”, alerta a profissional.

5 – Quais alimentos não podemos deixar de consumir?

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Uma alimentação vegana não pode excluir a proteína vegetal, que pode ser encontrada em legumes e verduras. Além disso, a nutricionista ressalta a importância da inclusão da soja na dieta, que tem todos os nutrientes presentes na proteína animal. A profissional indica o consumo da soja orgânica, que não envolve agrotóxicos.

Para saber mais informações sobre a dieta vegana, consulte um nutricionista. No GetNinjas, você encontra profissionais em diversas regiões do país.

Nutricionista dá dicas para evitar a intoxicação alimentar em dias quentes

Os maiores vilões são a água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas

Com as altas temperaturas aumentam os casos de intoxicação alimentar, como é popularmente chamada a gastroenterocolite aguda, causada principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por micro-organismos. Nesta época do ano, grande parte da população frequenta praias e clubes, lugares bastante propícios para contrair uma intoxicação alimentar. Por isso, é preciso ficar atento. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, janeiro e fevereiro são os meses em que há mais notificações de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s).

A principal causa do aumento de intoxicação alimentar são as altas temperaturas da estação que podem comprometer a conservação de alimentos e favorecer a proliferação dos microorganismos nocivos à saúde, entre eles bactérias (salmonela e estafilococos) e vírus (rotavírus).

De acordo com a nutricionista do Clinic Check-up do HCor, Maria Fernanda D’Ottavio, essa ocorrência está ligada à temperatura mais alta nesse período, o que favorece a proliferação de micro-organismos nocivos à saúde. “Nessa época, temos que ter mais cuidado com o que comemos e onde comemos”, alerta a nutricionista.

Fique atento aos vilões!

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Os maiores vilões são água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas. “De modo geral, os sintomas mais comuns são vômito, diarreia, náuseas, dor abdominal e cólicas, às vezes com presença de febre, ou até mesmo paralisia, se for caso de botulismo. A manifestação dos sintomas, após a ingestão, pode variar de horas (no caso da salmonela) até semanas (hepatite A)”, esclarece Maria Fernanda.

Cuidado redobrado com a alimentação no verão

Para a nutricionista do HCor, poucos casos exigem internação, mas é importante que um posto médico seja procurado assim que os sintomas se manifestarem. Para amenizar o mal-estar, o ideal é muito repouso e hidratação. “Os cuidados que temos usualmente com os alimentos devem ser redobrados, principalmente ao nos alimentarmos fora de casa. Na praia, os cuidados devem ser ainda maiores, já que além do calor intenso, vários alimentos são vendidos sem os devidos cuidados com a higiene”, recomenda.

Dicas da nutricionista do HCor para evitar a intoxicação alimentar no período de altas temperaturas:

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Pixabay

=Evitar alimentos crus ou malcozidos. Prefira alimentos que passem por altas temperaturas para serem preparados;

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Morguefile

=Atente-se à temperatura dos refrigeradores onde os alimentos são armazenados. Temperaturas inferiores a 4ºC são mais seguras para evitar a proliferação de micro-organismos;

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=Consuma imediatamente os alimentos cozidos. Caso sobre, guarde-os em recipientes na geladeira;

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=Mantenha os alimentos crus longe dos cozidos;

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=Não consuma alimentos com alteração de odor, cor e sabor;

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=Evitar alimentos em conserva como palmito e molhos caseiros como maionese;

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=Não ingira alimentos em embalagens danificadas;

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=Evitar porções feitas com excessiva antecipação;

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=Consuma apenas água potável;

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=Evite o consumo de alimentos em ambulantes. Prefira quiosques, lanchonetes ou estabelecimento com estrutura e higiene adequada;

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=Atente-se a higiene do local, desde higiene pessoal dos funcionários e também dos utensílios e local.

Fonte: HCor

Pronto Light oferece alimentação balanceada, produzida por nutricionistas

Há 12 anos a Pronto Light renova o segmento de comida ultracongelada saudável no Brasil. Não apenas por ser a pioneira tanto por incorporar opções benéficas para a saúde, como por manter o seu propósito de transformar a vida das pessoas através da alimentação.

A dificuldade de ter alimentos saudáveis à mesa, na medida e hora certas, faz com que as pessoas passem a comer errado e, com isso, aumentem de peso. Também há casos em que disfunções fisiológicas implicam diretamente ao peso mais elevado.

Sendo assim, a Pronto Light aposta em uma alimentação balanceada, produzida e recomendada por nutricionistas. Também oferece programas específicos para todos os tipos de dietas e é aliada dos profissionais da área da saúde para potencializar os resultados dos pacientes e alunos.

“Buscamos não apenas fornecer refeições, mas proporcionar prazer e saciedade com porções certas e saudáveis para os nossos clientes”, enfatiza Pedro Pandolpho, sócio e diretor de marketing da Pronto Light.

frango com shimeji e cenoura

História

Tudo começou quando Eduardo Dimand, fundador da empresa, começou a praticar fisiculturismo por esporte. Seu objetivo era perder peso e ganhar massa muscular. Conversando com especialistas, aprendeu que a fórmula para os resultados é: alimentação correta, treino e descanso, e entendeu que a alimentação é o grande divisor de águas.

Treinar e descansar, tudo bem, só dependia dele, mas uma alimentação individualizada na mesa, nos horários certos, bem, aí surgiu o problema. “Eu precisava de alimentos preparados de forma light, com porções adequadas para o meu objetivo. Na falta de opção, comecei a preparar. Faltou tempo. Procurei, e não encontrei. Sabia que outras pessoas gostariam de mudar seus hábitos alimentares, mas não sabiam como e não tinham tempo, como eu”, conta Dimand.

A idéia de criar uma empresa que funcionasse como uma “farmácia de manipulação” de alimentos começou a fazer parte do seu pensamento diário. “Existem muitas pessoas interessadas em perder peso e ganhar qualidade de vida.” E para alcançar esse objetivo, a forma mais eficiente é adotar uma alimentação saudável. Para passar da teoria à prática, essas pessoas precisam, a partir da orientação dada por um nutricionista ou médico, receber em casa ou no trabalho, suas refeições devidamente equilibradas, personalizadas e prontas. Daí, nasceu o nome.

Depois de três anos de piloto, desenvolvendo produtos, embalagens e conceito na própria cozinha de sua casa, estava na hora de expandir, pois já não era possível atender a demanda. “Senti que sozinho, não conseguiria realizar meu sonho” – confessou Edu.

fraldinha e mix de legumes

Para estar lado a lado, a Pronto Light vende via e-commerce, além de fornecer menus especiais para redes de restaurantes saudáveis.

Informações: Pronto Light

Dia Mundial do Macarrão: nutricionista explica como ele age no organismo à noite

Comer macarrão antes de dormir reduz estresse, combate insônia e não engorda

Hoje, 25 de outubro, comemorados o Dia Mundial do Macarrão, e nada melhor do que um bom prato de macarrão para celebrar a data. Pode ser espaguete, penne, fusilli, talharim, conchiglione, farfalle, entre tantos outros formatos. Não importa qual o tipo ou o molho, uma coisa é certa: será um prato delicioso e muito prático de fazer.

Mas será que cai bem à noite? A resposta é sim. O macarrão quando consumido à noite pode auxiliar na redução do estresse, no combate a insônia e não engorda.

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De acordo com Ana Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o macarrão é fonte de carboidrato, fornece energia para o nosso corpo e deve fazer parte de uma dieta equilibrada. Segundo a recomendação do Guia Alimentar para População Brasileira, do Ministério da Saúde, de 55% a 75% do total de calorias ingeridas diariamente devem ser provenientes de carboidrato, ou seja, de cinco a seis porções diárias.

“No caso do macarrão, um dos maiores mitos sobre o alimento é que ele engorda, principalmente se for consumido antes de dormir, mas consumir massa dentro de uma dieta saudável não atrapalha o emagrecimento. Considerando que a alimentação diária é dividida em cinco refeições — café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar — uma porção de macarrão, equivalente a quatro colheres de sopa (105g), pode estar no jantar e, quando unido a um molho leve, fornece aproximadamente 180 kcal”, explica a nutricionista.

Um estudo realizado este ano por pesquisadores do Brigham and Women Hospital, em Boston (EUA), revelou que o macarrão consumido nas últimas horas do dia não faz acumular gordura, ajuda a relaxar e a dormir. “Por ser fonte de triptofano, o alimento estimula a produção de serotonina, o chamado hormônio de relaxamento, e a melatonina, hormônio que regula sono”, diz Ana.

A especialista ressalta que optar por massa do tipo integral trará um efeito ainda melhor para o corpo, já que ela possui índice glicêmico mais baixo, além disso, é importante escolher um molho leve, como o de abobrinha ou tomate, por exemplo, e evitar ingredientes de difícil digestão como carnes gordas, queijos e etc.

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“Um efeito positivo do macarrão integral é a baixa resposta glicêmica pós-ingestão, que é uma consequência da estrutura e do tipo de amido, aumentando a sensação de saciedade e melhorando a sensibilidade à insulina, regulando a microbiota intestinal. Além disso, a massa integral pode contribuir para o consumo diário de fibras alimentares”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Abimapi

Ensinar crianças a comer bem na infância garante vida adulta mais saudável

Nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, dá orientações simples para incentivar a boa alimentação dentro de casa

Faltando pouco tempo para o Dia das Crianças, nada melhor do que sugerir dicas para que os pequenos possam crescer e aproveitar a vida com mais saúde. E, é claro que a alimentação é ponto fundamental nesse sentido.

Incentivar que os filhos comam bem é importante não só para o bom desenvolvimento da criança, como também por ser o período em que se formam os costumes alimentares. De acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, é muito mais fácil ensinar o filho a se alimentar de maneira saudável nos primeiros anos do que mudar as práticas durante a adolescência ou vida adulta.

Entre as principais sugestões da profissional para promover os bons hábitos à mesa, está a de fornecer autonomia para os pequenos na hora de comer. “Deixar que a criança coma sozinha, mesmo que seja com as mãos, no caso de bebês, contribui para a aceitação dos alimentos”, ressalta Renata. “É uma ótima maneira de iniciar o contato com a comida, deixando que elas descubram o sabor, o aroma e as diferentes texturas”, completa.

Além disso, falar sobre os benefícios de cada alimento também é outro grande aliado na hora de fazer com que as crianças consumam mais frutas, legumes e vegetais, como apontou um estudo publicado em maio deste ano pela Journal of Nutrition Education and Behavior, da Washington State University e Florida State University.

Incluir o filho nas atividades que envolvam o preparo das refeições – desde as compras até tarefas simples na cozinha, também serve de estímulo, de acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti. “Essas práticas despertam a curiosidade da criança em provar aquilo que ela está ajudando a escolher e a fazer, e não deixa de ser um momento prazeroso entre toda a família”, indica a profissional.

Quer saber outras práticas que podem ser adotadas pelos pais para incentivar os hábitos saudáveis na infância? Então, confira as dicas da nutricionista.

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1) O exemplo deve vir de casa: a família toda precisa comer vegetais diariamente. Essa é uma das melhores maneiras de estimular os pequenos.
2) Deixe a geladeira cheia: mantenha ela farta de opções de legumes, verduras e frutas. O ideal é que os alimentos estejam lavados e cortados, prontos para a criança pegar e comer sozinha em qualquer momento do dia.
3) Aposte na fruteira: deixe frutas lavadas à disposição, na altura em que a criança consiga pegar de forma autônoma para comer. Evite deixar guloseimas e produtos industrializados à mostra.

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Foto: The Yummy Mummy Club

4) Faça compras em família: levar os filhos às compras na feira ou nos hortifrútis pode ser divertido e ajuda no incentivo ao consumo. Aproveite para ensinar a criança a escolher o alimento e deixe que ela faça isso.
5) Crie uma horta em casa: se possível, incentive o cultivo de hortas em casa, nem que seja de temperos e ervas.
6) Prepare os alimentos de formas variadas: mostrar fotos de receitas ajuda a criança se sentir estimulada a comer. Deixe que ela participe de tarefas fáceis de preparo, como lavar os alimentos.

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7) Evite distrações na hora das refeições: esqueça o celular, tablet, televisão ou brinquedos. O ideal é que a criança preste atenção em sua própria alimentação.
8) Não ofereça alimentos como recompensa: ensine a criança a comer pela necessidade fisiológica e não como prêmio por uma ação.

Renata Guirau ainda ensina o passo a passo de receitas saudáveis e saborosas para incluir na rotina das crianças: mousse de iogurte, granola caseira, bolinho integral de caneca, frozen saudável e falso pão de queijo. Anote as receitas:

Mousse de iogurte

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Ingredientes
200g (1 copo) de iogurte natural ou coalhada
1 manga palmer picada
½ envelope de gelatina sem sabor diluída em 80 mL de leite morno
Obs: Pode acrescentar chia em grãos hidratados ou semente de linhaça

Preparo
Bater no liquidificador e colocar para gelar.

Rende 2 porções.
Granola caseira

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Ingredientes
100g de aveia em flocos
100g de all bran
50g de semente de linhaça
50g de quinoa em flocos
50g de uva passa / damasco picado / ameixa seca picada
50g de castanhas / nozes trituradas
50g de coco ralado (opcional)
1 colher de sopa de cacau em pó (opcional)

Preparo
Misturar tudo e guardar em recipiente bem fechado.

Bolo integral de caneca

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Pinterest

Ingredientes
1 ovo
1 colher de sopa de farinha de aveia
1 colher de sopa de leite
1 banana amassada (purê)
1 colher de café de fermento em pó
1 colher de chá de cacau em pó ou canela em pó

Preparo:
Misturar tudo em uma caneca grande e levar ao microondas por 3 minutos.

Rende 1 porção
Frozen saudável

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Ingredientes
1 banana ou 5 morangos congelados OU 100g de polpa de açaí sem açúcar
2 colheres de sopa de chia em grãos hidratados
200 mL de iogurte natural ou coalhada
Açúcar – opcional
Castanhas trituradas para decorar

Preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida.

Falso pão de queijo

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Ingredientes
1 ovo inteiro
2 colheres de sopa de tapioca hidratada
1 colher de sopa de requeijão ou cottage
1 colher de café de fermento
Queijo picadinho a vontade.

Preparo
Misturar tudo e colocar em forminhas de silicone. Assar por 10 minutos em fogo baixo.

Fonte: Oba Hortifruti

Nutricionista dá dicas de como não engordar ao parar de fumar

Solução pode estar em uma dieta ajustada e com a mandioca como grande protagonista

Podemos falar que as pessoas sabem sobre os males do cigarro e de seus componentes, por isso é importante incentivar o abandono do hábito de fumar para quem tem esse costume na rotina.

O Brasil é um dos países que mais reduziu o número de fumantes diários. Segundo uma pesquisa publicada em 2017, pela revista britânica The Lancet, o país teve uma queda de 29% para 12% entre homens e de 19% para 8% entre mulheres. A pesquisa foi feita entre os anos de 1990 e 2015.

Mas o que muita gente não sabe é que ao parar de fumar, os ex-fumantes têm uma melhora no paladar e no olfato. Junto a isso, existe também uma necessidade de ter algo para fazer com a boca e com as mãos, a única saída: comer.

mandioca

Dicas da nutricionista

“Ao parar de fumar, os ex-fumantes utilizam os alimentos da mesma forma que eles utilizavam o cigarro, seja para lidar com o estresse, escapar do tédio, da tensão ou como uma ajuda na integração social”, explica Fernanda Alferes, nutricionista e responsável pelo controle de qualidade da Uni Alimentos.

Segundo uma pesquisa feita pelo Hospital Universitário da USP, as pessoas que param de fumar ganham, na maioria das vezes, entre 3kg e 4 kg e aproximadamente, porém 10% das pessoas que param de fumar ganham uma quantidade avantajada de peso. Além dos novos hábitos, a mudança de metabolismo e a ansiedade são os principais fatores para as pessoas engordarem nesse período.

A nutricionista explica que a alimentação balanceada é o primeiro passo para evitar o ganho de peso durante o período de abstinência. “Para uma alimentação saudável, é preciso consumir alimentos que possuam substâncias importantes para o bom funcionamento do organismo, desta forma, o metabolismo do ex-fumante voltará a ter uma normalidade e a dieta não será mais um sacrifício”.

nhoque da mandioquinha

Os principais alimentos na hora de iniciar a dieta são os ricos em vitaminas, nutrientes e carboidratos. “O cigarro geralmente deixa os fumantes sem apetite, por isso eles não possuem uma rotina alimentar. Uma dica legal é ter horários fixos para as refeições e e alimentos saudáveis entre elas. Um que eu gosto bastante é a mandioca, além de ser rica em fibras, substância que transforma o carboidrato em energia, a mandioca também aumenta os níveis de seretonina – o neurotransmissor que age nas regiões do cérebro responsáveis pela sensação de bem-estar”.

A mandioca também pode ser encontrada em diversos preparos para dar uma quebra na disciplina alimentar. Fundada em 2015, a Uni Alimentos entrou nesse mercado para contribuir ainda mais com a rotina dos brasileiros. Tendo como carro chefe a mandioca, a empresa oferece tapiocas em sachês individuais – para evitar o desperdício – no sabor tradicional e de espinafre, além de uma linha completa de chips de mandioca e batata-doce.

“Este ingrediente tão rico no Brasil, ainda conta com fonte de fibras e é isenta de glúten. Auxilia, ainda, a regular o funcionamento do intestino e traz saciedade entre as refeições. Além disso, a tapioca pode substituir o pão no café da manhã e os chips do mesmo sabor podem ser o lanche perfeito durante a rotina do dia a dia”, conclui a nutricionista.

Nutricionistas indicam os melhores (e piores) alimentos para perder peso

Então você está querendo perder um pouco de peso? Provavelmente todos já deveríamos saber que a restrição calórica direta não é o melhor método para perda de peso. Em vez disso, escolher os alimentos certos, em vez de nenhum alimento, é o caminho a percorrer. Mas como uma pessoa pode saber quais alimentos incentivam com sucesso a perda de peso? Quais ajudam a reduzir inflamações, suprimem o apetite e o mantêm satisfeito por mais tempo, enquanto proporcionam todos os nutrientes necessários?

Para descobrir, foram ouvidos três nutricionistas de confiança que informaram sobre as melhores opções para perder peso. Continue lendo para descobrir os seis melhores (e os três piores) alimentos para perda de peso.

Os melhores alimentos

1. Salmão

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“Dietas ricas em ácidos graxos monoinsaturados, como as encontradas no salmão, podem proporcionar uma redução maior na gordura abdominal do que uma dieta com pouca gordura”, diz Christy Shatlock, nutricionista do BistroMD, um serviço de entrega de refeições projetado por médicos nos Estados Unidos. Esses ácidos graxos também ajudam a aumentar a função e o foco do cérebro (porque estar em forma e brilhante é o objetivo real). “Além disso, o salmão é uma excelente fonte de iodo, essencial para o bom funcionamento da tireoide e o metabolismo ideal”, diz Christy.

2. Abacate

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Foto: Avocado.org

Com alto teor de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas, minerais e fitonutrientes, o abacate é um alimento poderoso para a pele, o cabelo e o corpo esbelto. As gorduras saudáveis que eles possuem mantêm você “satisfeito por mais tempo” e são “menos calóricos que a quantidade equivalente de manteiga ou maionese”, explica a nutricionista Lauren O’Connor. Além disso, os abacates contêm ácido oleico, um composto que Christy diz que pode “suprimir a fome, ajudar a prevenir o excesso de calorias e incentivar a perda de peso”.

3. Ovos

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Foto: Mark Graf/Moguefile

Um café da manhã regular de ovos ricos em nutrientes pode ajudar a melhorar a perda de peso”, diz Christy. “Uma ótima fonte de proteína, os ovos vão satisfazer sua fome por um longo período de tempo.”

Mas certifique-se de comer o ovo inteiro, não apenas as claras. “As claras de ovos são de baixa caloria, mas se você está comendo apenas o branco, está perdendo uma tonelada de nutrientes, incluindo selênio, colina, luteína, vitamina B2, vitamina B12 e vitamina A”, explica a técnica de nutrição clínica e psicóloga Candice Seti, terapeuta da perda de peso.

“Embora as gemas contenham colesterol, a maioria dos estudos demonstrou que a ingestão de gemas melhora níveis de colesterol e diminui o risco de doenças cardíacas” Candice acrescenta. “Portanto, comer o ovo inteiro pode ajudar seu coração, seus olhos, seu cérebro, sua pele, seu sistema imunológico e seu peso.”

4. Arroz integral

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Foto: Jules – Stonesoup

É verdade – os carboidratos podem ajudar a incentivar a perda de peso (pelo menos os tipos certos de carboidratos). “O BistroMD recomenda uma ingestão moderada de carboidratos complexos durante uma dieta de perda de peso”, diz Christy. O arroz integral é o carboidrato ideal para perda de peso, pois é considerado um amido resistente.

Como explica Christy, “Diferentemente do arroz branco, o amido resistente do arroz integral ajuda a aumentar o metabolismo e queima a gordura. O arroz marrom também é mais rico em fibras, reduzindo o apetite por mais tempo do que as calorias vazias dos amidos refinados”.

5. Brócolis

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“Uma única porção de brócolis inclui alto teor de fibras e poucas calorias”, diz Christy. “Comparado com outros vegetais, o brócolis também contém uma quantidade considerável de proteína – aproximadamente 4 gramas em uma única porção”.

6. Maçã

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Segundo nutricionistas, este “lanche clássico” é um dos melhores e mais convenientes alimentos para perda de peso. “As maçãs contêm uma variedade de nutrientes saudáveis para o coração e têm fibras suficientes para mantê-lo satisfeito”, diz Lauren.

Além disso, as maçãs também ajudam a suprimir ativamente a fome. “Estudos mostram que comer meia maçã antes de uma refeição resulta em menor consumo de calorias”, diz Christy.

Os piores alimentos

 

1. Saladas prontas

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Foto: Nicole Perry/Popsugar Photography

“As pessoas geralmente assumem que a palavra ‘salada’ deve ser saudável, mas as saladas geralmente contêm as mesmas (se não mais) calorias e gorduras que um cheeseburger”, diz Christy. E os temperos e coberturas crocantes geralmente são os culpados.

Em vez disso, Lauren recomenda o uso de óleo e vinagre. “Ou faça seu próprio molho como um vinagrete de frutas cítrico caseiro e use, no mínimo, uma a duas colheres de chá na salada”, acrescenta ela. “Truque: coloque alface lavada e totalmente seca e vegetais crocantes em um saco plástico ou na Tupperware, adicione molho mínimo, feche bem e agite vigorosamente para revestir bem e obter todos os sabores”. Em vez de croutons, adicione algumas nozes ou sementes para dar sabor e textura.

2. Alimentos “sem gordura” e “baixa caloria”

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Os alimentos marcados como “isentos de gordura” ou “100 calorias” podem parecer amigáveis à perda de peso, mas as especialistas dizem que é melhor ficar longe. “Esses lanches costumam estar cheios de aditivos, produtos químicos, principalmente amido e têm muito pouco valor nutritivo”, diz Lauren. Além disso, são completamente insatisfatórios, fazendo com que você se sinta mais faminto mais tarde.

“Estudos sobre comportamento alimentar mostraram que, ao consumir produtos com baixo teor de gordura, as pessoas tendem a comer até 50% a mais”, acrescenta Candice. Desprovidos de gordura e nutrientes, esses tipos de alimentos também tendem a ser mais ricos em açúcar, o que pode causar flutuações nos níveis de açúcar no sangue – ruim para a saúde do coração e ruim para perda de peso.

3. Pão processado e manteiga falsa

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Free Food Photos

Como aprendemos, nem todos os carboidratos são ruins, mas nenhum nutricionista recomendaria pão branco de sanduíche embalado. “Farinhas e pães brancos são essencialmente produtos de trigo retirados de fibras e nutrientes benéficos, sem agregar valor nutricional à sua dieta”, diz Shatlock.

Coma pão branco com margarina e você estará com problemas. Muitas manteigas falsas contêm gorduras trans (também conhecidas como gorduras hidrogenadas), que são difíceis de metabolizar pelo organismo. “Então elas ficam nos nossos tecidos adiposos e realmente nos impedem de usar outras proteínas e gorduras”, explica Candice. “Como resultado, as gorduras trans estão finalmente ligadas ao aumento do colesterol ‘ruim’ e doenças cardíacas, aumento da inflamação e doenças metabólicas. Verifique os rótulos do produtos antes de comprar!”

Fonte: Amanda Montell / Byrdie

Nutricionista explica quais são os mitos e as verdades sobre o colesterol

Apenas os obesos podem apresentar altas taxas de LDL? Usar óleo de coco diminui o colesterol e auxilia no emagrecimento?Somente alimentos fritos aumentam o colesterol? Confira as respostas

A hipercolesterolemia, como é denominado cientificamente o excesso de colesterol no sangue, é uma doença silenciosa que pode causar diversos males ao sistema cardiovascular das pessoas, resultando, inclusive, em infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

A diretora executiva do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), Profª Drª Nágila Raquel Teixeira Damasceno, alerta: “Manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas são as principais ações para diminuir o risco de doenças cardiovasculares causadas pelo colesterol”.

Mas, ainda há muitas dúvidas sobre o assunto. Por isso, confira 11 mitos e verdades sobre o tema:

1 – Somente pessoas obesas têm colesterol alto

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Mito. Nem todas as pessoas com excesso de peso têm colesterol elevado, assim como alguns indivíduos magros podem apresentar conteúdo sanguíneo elevado. Embora a obesidade aumente a chance do aparecimento do colesterol elevado, isso não é um fator determinante.

2 – Usar óleo de coco diminui o colesterol e auxilia no emagrecimento

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Mito. Não há evidências científicas que justifiquem o consumo de óleo de coco para esse fim.

3 – Comer alimentos ricos em fibras ajuda a combater o colesterol

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Verdade. As fibras solúveis e insolúveis são benéficas no controle do colesterol. As insolúveis auxiliam na redução do colesterol ao nível do intestino, enquanto as solúveis contribuem para gerar substâncias que reduzem a síntese corporal de colesterol.

4 – Existem dois tipos colesterol: o bom e o ruim

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Pixabay

Parcialmente verdade. Esta é, provavelmente, uma maneira não tão correta de explicar ao paciente os males que o excesso de colesterol pode causar ao corpo. Colesterol é um tipo de gordura e possui estrutura química única. O uso dos termos ruim e bom refere-se ao tipo de proteína que está transportando o colesterol, ou seja, se estamos falando do colesterol transportado pela LDL, usamos o termo ruim, pois essa favorece o acúmulo de colesterol no corpo e nas artérias. De modo contrário, se esse mesmo colesterol está sendo transportado pela HDL, chamamos de bom, pois essa lipoproteína trabalha removendo o excesso de colesterol do corpo, favorecendo sua excreção nas fezes.

5 – Colesterol alto é fator de risco para outras doenças

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Verdade. O excesso de colesterol, chamado hipercolesterolemia, já é uma doença em si. Entretanto, seu constante nível elevado favorece o desenvolvimento da aterosclerose, que se caracteriza pela deposição e acúmulo de gorduras nas artérias e no aumento no risco de ocorrer eventos isquêmicos centrais e periféricos, como acidente vascular encefálico, infarto agudo do miocárdio, doenças vasculares obstrutivas periféricas.

6 – Somente alimentos fritos aumentam o colesterol

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Mito. Atualmente, sabemos que poucos alimentos aumentam o colesterol e aqui destacamos o papel negativo das gorduras trans e gorduras saturadas, muito mais do que o próprio colesterol presente em alguns alimentos. No Brasil, as frituras caseiras geralmente usam óleo de soja – o mais acessível à população, que é rico em gorduras poli-insaturadas e cujo efeito na hipercolesterolemia não é negativo. Ao nível industrial e nos fast foods, a gordura normalmente utilizada é a gordura vegetal hidrogenada – rica em gorduras trans, que devem ser evitadas em qualquer preparação culinária. Portanto, o tipo de preparo e origem da fritura vão determinar se essa vai ou não contribuir para elevar o colesterol, ou seja, nem toda fritura contribuirá para o aumento do colesterol.

7 – É possível controlar o colesterol apenas com alimentação, sem o uso de medicamentos

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Sim. Embora haja alguns casos em que a medicação é indispensável, a maioria das dislipidemias é causada por um estilo de vida inadequado e, especificamente, sobre a dieta podemos afirmar que uma alimentação rica em alimentos naturais como frutas, legumes e vegetais, com preparações mais caseiras e opções com menos gorduras previnem a elevação do colesterol e são aliados indispensáveis ao tratamento do colesterol elevado. O uso diário de gorduras saudáveis, como as encontradas no azeite de oliva, óleos vegetais pouco processados e com baixo teor de gorduras saturadas, associado ao consumo de peixes ricos em Ômega-3 e baixo de carnes e aves gordurosas, faz parte de escolhas inteligentes visando à saúde cardiovascular atual e futura.

8 – Colesterol alto é um fator genético

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Parcialmente verdade. Embora as hipercolesterolemias genéticas sejam uma realidade, elas atingem a minoria dos casos. Somente a avaliação clínica, o histórico familiar e testes genéticos podem definir esse diagnóstico. Para esses casos, o uso de fármacos é essencial, embora a dieta permaneça fazendo parte do manejo terapêuticos desses pacientes.

9 – Exercícios físicos contribuem para manter o colesterol controlado

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Verdade. A atividade física regular, de 3 a 5 vezes na semana, e com duração mínima de 40-50 minutos, favorece o aumento da HDL, e com isso auxilia na redução do colesterol. Contribui para a redução do peso e melhora a resistência à insulina, favorecendo todo o metabolismo corporal de gorduras.

10 – Colesterol alto não gera sintomas no paciente

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Verdade. A hipercolesterolemia faz parte do grupo das chamadas “doenças silenciosas”, que não causam nenhum sintoma. Se por um lado isso evita o sofrimento do paciente, por outro, dificulta seu tratamento; faz com que ele não tenha uma percepção de que melhorar a alimentação, praticar exercícios regulares e fazer o uso correto de medicamentos no modifiquem as chances de ter um infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular encefálico.

11 – Gordura trans pode aumentar o índice de colesterol circulante

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Foto: Mel Schmitz

Verdade. Todos os alimentos que contêm gorduras trans devem ser evitados, pois contribuem para aumentar o colesterol. Infelizmente, a atual rotulagem brasileira permite que alimentos que contêm menos de 1% de gorduras trans por porção declarem no rótulo que são zero trans, fato que não é verdadeiro. Portanto, para evitar erros, recomendamos, sempre, reduzir e, se possível, evitar alimentos industrializados gordurosos.

Se cuide, fique atento!

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Imagem: ABPH

O colesterol é um tipo de gordura sintetizada principalmente no fígado e transportada no sangue pelas lipoproteínas: as mais importantes são as Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL) e as Lipoproteínas de Alta Densidade (HDL). A LDL é o chamado “colesterol ruim”, porque está associada com o risco de desenvolver a doença coronariana. De acordo com Nágila, o recomendado é que sua taxa sanguínea fique abaixo de 130 mg/dl. A HDL é o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso de colesterol do corpo, favorecendo sua excreção. O indicado é manter a taxa superior a 40 mg/dl.

De acordo com dados do DataSUS, em 2017 ocorreram 358 mil mortes causadas por doenças do aparelho circulatório no Brasil. Significa dizer que um a cada três óbitos tem como causa problemas cardiovasculares. “É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos proveniente de doenças que podem ser diagnosticadas e controladas. Somente a prevenção, com adoção de práticas saudáveis, o diagnóstico e o tratamento podem reverter essa situação”, afirma José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Socesp.

Fonte: Soceps

Superalimentos são realmente bons para você?

Nos últimos anos, os superalimentos se tornaram um tópico importante. Parece que a cada poucos meses surge um novo que não apenas melhora a saúde, mas também ajuda a prevenir doenças. Embora seja indubitavelmente verdade que uma dieta saudável pode reduzir os problemas de saúde presentes e futuros, os superalimentos podem resolver todos os seus problemas nutricionais?

Não exatamente, dizem os especialistas. Como qualquer outra coisa relacionada à saúde, não há nada mágico que você possa fazer (ou comer) que mude sua vida. Em vez disso, é melhor se concentrar em pequenas mudanças em sua dieta que melhorarão sua saúde ao longo do tempo.

Além disso, muitas pessoas não percebem que só porque os superalimentos são bons para você não significa que deve comê-los em quantidades ilimitadas. Estamos falando de óleo de coco e abacate.

O que é um superalimento?

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Minimalist Baker

Você pode estar se perguntando quais alimentos se qualificam para essa categoria ilusória. “Um superalimento é  rico em nutrientes considerados especialmente benéficos para a saúde e o bem-estar”, explica Amy Goodson, nutricionista esportiva. O único problema? Não há critérios definidos para diferenciar um “superalimento” de um alimento comum, portanto a linha entre alimentos saudáveis ​​e “super” é bastante embaçada.

“Os alimentos considerados ‘super’ geralmente têm níveis mais altos de nutrientes do que outros da classe”, observa Carrie Dennett, proprietária da Nutrition By Carrie com sede em Seattle. “Isso pode significar vitaminas e minerais, mas é provável que os superalimentos sejam ricos em fitonutrientes – compostos vegetais que possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e, às vezes, anticâncer”, explica ela. Quanto ao motivo de tanta discussão sobre superalimentos, Sheri Kasper, cofundadora da Fresh Communications, tem uma teoria.

“O termo se tornou tão popular, em parte, devido ao nosso intenso desejo de encontrar uma bala mágica nutricional: um (super) alimento especial que pode prevenir o câncer, nos tornar mais magros, evitar doenças cardíacas [insira aqui o resultado desejado para a sua saúde]. É claro que nenhum alimento pode fazer todas essas coisas. “Com base na ciência, a melhor opção é comer uma grande variedade de vegetais, frutas, grãos integrais, proteínas magras e laticínios com pouca gordura. Essa mensagem, com moderação, não é tão sexy assim. Digite: superalimentos.”

É importante comê-los?

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Bem, definitivamente não vai doer se você comer superalimentos. “Os alimentos comumente referidos como super são tipicamente muito saudáveis ​​- salmão, quinoa, couve, batata doce, chia, frutas, iogurte – todos podem fazer parte de uma dieta saudável”, diz Sheri. “Nesse sentido, sim, é importante comer superalimentos. Se você pensa no total de calorias como um orçamento de alimentos, deseja obter o melhor retorno possível. A escolha de alimentos ricos em nutrientes, como a maioria dos superalimentos, garantirá a nutrição necessária para uma saúde ideal”. Dito isso, a qualidade de sua dieta é determinada pela maneira como você come em geral.

“Ter uma dieta não saudável que tenha um lado ocasional de couve ou um punhado de nozes não vai cortá-la”, diz ela.

Além disso, os especialistas alertam que confiar demais em superalimentos pode ser uma ladeira escorregadia. Por exemplo, “açafrão é uma tendência para todos”, ressalta Carrie. “Enquanto a pesquisa e a tradição apoiam alguns benefícios à saúde, o hype excede em muito a ciência atual”. O que mais faz o radar da nutricionista disparar? “Desconfio de qualquer superalimento que venha de algum local exótico e seja creditado por proporcionar saúde vibrante e eterna a uma população indígena. Em quase todos os casos, essas reivindicações são baseadas em marketing, não são científicas.”

Quais valem a pena comer?

No geral, os especialistas em nutrição aconselham que você não deve confiar apenas em um ou até em alguns superalimentos para melhorar sua saúde. “Em vez disso, concentre-se na variedade, principalmente na cor”, diz Adina Pearson. “Cada grupo de cores tem diferentes fitoquímicos e antioxidantes benéficos: vermelho / laranja / amarelo, verde, azul / roxo e até branco (couve-flor, cebola, repolho). Apontar para um arco-íris ao longo do tempo ou mesmo em uma refeição – o que for realista – ela aconselha. Para uma abordagem ainda mais simples, coma produtos sazonais para obter uma variedade natural.

No entanto, se você deseja saber quais superalimentos são os mais rentáveis, aqui estão algumas opções aprovadas por nutricionistas:

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Salmão: este está no topo do gráfico de superalimentos, de acordo com Amy, por causa de seu conteúdo de ômega-3 e vitamina D. “O ômega-3 pode ajudar a reduzir a inflamação no corpo e aumentar o HDL, que é o seu bom colesterol”, diz ela. “A vitamina D é encontrada minimamente nos alimentos e é um componente essencial para a absorção de cálcio em todas as idades, tornando o salmão uma potência de nutrição, além de uma excelente fonte de proteína”.

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Lentilhas: “Graças às proteínas, e aos 19 gramas de fibra por porção, elas nos mantêm saciados e satisfeitos”, diz Sheri. “Além disso, as lentilhas são ricas em muitas vitaminas e minerais, incluindo ferro e folato, o queas tornam ótima opção para mulheres que estão grávidas ou tentando engravidar”.

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Vegetais crucíferos: “Brócolis, juntamente com o restante da família dos vegetais crucíferos, é rico em uma variedade de fitonutrientes, o mais importante dos quais são os glucosinolatos”, diz Carrie. “Os glucosinolatos têm benefícios antioxidantes e anti-inflamatórios e também podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver certos tipos de câncer. Para colher esses benefícios, invista não apenas em brócolis, mas também em rúcula, , couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, rábano-silvestre, repolho, rabanete, rutabaga, nabo, agrião e wasabi”.

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Foto: Hotblack

Alho e toda a família Allium: inclui cebola, alho-poró, chalota e cebolinha. “Eles são ricos em compostos organossulfurados, um grupo de fitonutrientes que possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias”, diz Carrie. “Isso os torna protetores contra doenças cardíacas, câncer e outras condições de saúde que podem estar relacionadas à inflamação crônica”.

ginja cereja acida
Pinterest

Cerejas ácidas: conhecidas como ginjas ou amarenas, contêm as mais altas propriedades antioxidantes de qualquer alimento, de acordo com Amy. “Muitos atletas utilizam o suco dessa cereja”.

alga marinha

Algas: “Ricas em proteínas, ômega-3 e mais de 40 vitaminas e minerais”, observa Sheri. “Curiosamente, é uma ótima fonte de vitamina B12, o que a torna um excelente complemento para dietas veganas e vegetarianas, pois, caso contrário, a B12 só é encontrada em alimentos fortificados, carnes e laticínios”.

frutas vermelhas

Bagas: e não apenas mirtilos! “Cranberries, morangos, amoras e framboesas são todos ricos em antioxidantes, vitaminas e fibras”, diz Sheri. “Os antioxidantes nas bagas reduzem a inflamação e nos protegem de doenças como o câncer”.

Fonte: Julia Malacoff – My Domaine

Nutricionista dá dicas práticas para perder peso

Sabemos que fazer dieta nem sempre é algo fácil. Principalmente para quem já tentou de tudo e parece não encontrar nada que possa seguir de forma consistente. Por isso, a nutricionista Gabriela Forte, do Espaço Volpi dividiu um plano em quatro partes para que as pessoas possam seguir e conseguir diminuir um pouco do peso.

Consuma esses alimentos o menos possível

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Pão francês, biscoitos, bolos e refrigerantes. Uma dieta rica nesses alimentos, além de ser muito mais calórica e pouco nutritiva, ainda aumenta as chances de problemas cardiovasculares, gástricos e respiratórios.

Consuma esses alimentos em eventos e ocasiões especiais

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Fast-food, bebidas alcoólicas, pizzas e hambúrgueres. É possível se encontrar em situações sociais com álcool e escolhas alimentares que não são as melhores. Tudo bem! Se é apenas uma ou duas vezes por semana e a pessoa tem maneirado na alimentação.

Consuma esses alimentos entre os compromissos

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Whey, frutas e barras proteicas. Quando está no trânsito, a pessoa deve ter sempre lanches leves e nutritivos para não acabar consumindo junk food.

Consuma esses alimentos o máximo possível

verduras legumes frutas

Alimentos naturais e integrais como frutas, verduras, carne magra e ovos. Na maioria das vezes a pessoa deve comer alimentos integrais nutritivos e beber líquidos com calorias zero.

Fonte: Gabriela Forte, do Espaço Volpi