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Nutricionista do HCor dá dicas para uma alimentação saudável durante o verão

Durante as férias nas praias, o ideal é que se evite o consumo de alimentos em quiosques que não tenham infraestrutura adequada e os alimentos vendidos por ambulantes; pois muitos possuem grande potencial de contaminação

Verão é sinônimo de férias para muita gente. Nesta época, o refúgio das pessoas nas praias e piscinas é grande, sem horário para dormir nem acordar e muito menos para se alimentar. Porém essa descontração não deve significar descuido com a alimentação. Ao contrário do inverno, período em que é comum sentirmos mais fome, não é raro que as temperaturas elevadas inibam o apetite.

As mudanças fisiológicas com a chegada do verão devem ser ajustadas a uma alimentação especial. Devido à diminuição do metabolismo basal (energia mínima gasta para manter funções vitais), em relação às necessidades do inverno, a quantidade calórica ingerida também deve ser reduzida. O efeito inibidor da fome pelo calor pode agir negativamente caso o indivíduo se mantenha em jejum prolongado. A melhor forma de contornar o problema é investir em alimentos de fácil digestão, como verduras, frutas, legumes e carnes magras.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, durante as férias nas praias, o ideal é que se evite o consumo de alimentos em quiosques que não tenham infraestrutura adequada e os alimentos vendidos por ambulantes. Pois muitos possuem grandes potenciais de contaminação devido ao armazenamento inadequado de molhos e cremes, e pouca higienização. Além disso, é necessário verificar se o produto está dentro do prazo de validade.

Nos dias quentes também ocorre maior perda de líquidos e minerais, devido ao aumento da temperatura corporal e transpiração excessiva. Por isso, a necessidade de se hidratar, para que todo líquido perdido seja reposto.

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“O consumo de água, chás gelados, sucos naturais e líquidos em geral ajudam a repor a água do corpo. Frutas e verduras também são fontes importantes de minerais que se perdem facilmente na transpiração. Por isso é necessário ter a preocupação com a ingestão de líquidos e a reposição destes minerais para manter a hidratação. Também é importante se atentar aos produtos com adição de açúcar”, orienta Rosana Perim.

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Foto: Kamdora

Segundo a nutricionista do HCor, a água de coco é uma ótima escolha para a reposição de líquidos durante este período. Além de possuir baixo valor calórico, a água de coco proporciona uma forma rápida de hidratação ao organismo.

Dicas para uma alimentação saudável durante o verão: frutas, verduras e legumes são ótimas fontes de vitaminas, minerais e fibras, além de serem alimentos refrescantes que combinam com a alta temperatura da estação.

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“Consuma à vontade folhas verdes e legumes (de preferência crus). Cuidado apenas com o tempero das saladas: evite maionese caseira e molhos prontos. Dê preferência ao azeite, limão, vinagre. É importante se atentar à quantidade de frutas consumidas: a orientação é ingerir de 3 a 4 porções por dia”, alerta a nutricionista;

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-Prefira os cereais integrais que combinam com saladas e pratos frios em geral. Na hora de comprar, opte pelos pães, cereais matinais, arroz e massas integrais ao invés do tipo branco;

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-Consuma gorduras vegetais (azeite, óleo de canola e soja), que combinam com as preparações de verão e são mais saudáveis que as gorduras de origem animal, porém, devem ser consumidas com moderação;

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-As carnes magras são as mais indicadas nesta época, pois são mais facilmente digeridas evitando desconfortos gástricos, além de serem mais saudáveis. O ideal é optar pelas carnes brancas de aves, peixes e cortes de carnes vermelhas magras. Por outro lado, evite as carnes de aves com pele, carne de porco e carnes com gordura aparente. Quanto à forma de preparo varie entre cozidos, grelhados e assados deixando de lado as frituras que não combinam com o clima quente do verão, além de serem extremamente calóricas;

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-Ao invés das sobremesas doces, opte por sugestões mais refrescantes nestes dias quentes de verão, como, por exemplo, frutas ou doces à base de frutas. Os mais indicados são: sorvete de fruta no palito, saladas de frutas, flans, frozen, smoothies e gelatinas;

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Foto: Shutterstock

-Modere o consumo de bebidas alcoólicas, pois além de serem ricas em calorias, possuem efeito diurético, o que compromete a hidratação e são pobres em valor nutritivo.

Fonte: HCor

Nutricionista orienta sobre o consumo de frutas para hidratar o corpo no verão

O verão chegou. Aumentar o consumo de água e incluir mais porções de frutas na dieta ajuda a manter o corpo hidratado

A estação mais esperada do ano é sinônimo de calor, praia, piscina e muita diversão. Com o clima quente e seco, manter a hidratação do corpo é essencial. Além de beber muita água, suco e afins é importante adotar uma dieta balanceada, e incluir frutas ao cardápio – uma forma saudável de também hidratar o organismo. Além de serem saborosas, ricas em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, elas auxiliam no bom funcionamento do intestino e fortalecem o sistema imunológico.

Frutas como abacaxi, ameixa, laranja, mamão, melancia, melão e pera, por exemplo, estão na lista das frutas que devem ser inseridas na rotina alimentar da estação, pois possuem mais de 70% de água em sua composição. “Recomenda-se consumir entre três e cinco porções de frutas por dia. Uma fatia média de melancia, duas de abacaxi ou três pedaços de melão, por exemplo, são ótimas opções de lanche da tarde e ajudam a manter o corpo hidratado devido à alta concentração de água que as compõem”, orienta a gerente de nutrição assistencial do HCor, Rosana Perim.

Suco ou a fruta inteira?

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Pinterest

As duas formas são recomendadas para quem quer ter uma alimentação saudável. Tomar um suco natural nos dias quentes de verão é garantia de sabor e refrescância. Todos os nutrientes das frutas são mantidos quando batidas ou espremidas para o preparo do suco. Neste processo, destaca a nutricionista, apenas parte das fibras pode ser perdidas. “No entanto, é importante ressaltar que nada substitui a água e que o consumo de líquidos, ao longo de todo o dia, deve ser aumentado durante o verão”, explica.

As campeãs na hidratação

Rosana selecionou algumas opções de frutas que podem refrescar e hidratar seu corpo e ainda tornar sua alimentação mais saudável:

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Abacaxi: composto por vitamina C, ácido málico e bromelina, que auxilia na digestão, garante boa hidratação por possuir 87% de água em sua composição. Possui baixo valor calórico (48 calorias em 100 gramas).

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Ameixa: rica em potássio, vitamina A e E, e baixo valor calórico (46 calorias por 100g). Devido ao seu elevado teor de água e de potássio, produz um efeito diurético benéfico, além de ser ótima fonte de ferro, cálcio e fósforo.

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Laranja: Além da famosa vitamina C, também oferece cálcio, potássio, magnésio, fósforo e ferro. Composta por 89,6% de água contém fibras e antioxidantes.

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Pixabay

Mamão: ótima fonte de vitaminas A e C, além de possuir 86% de água em sua composição. Recomenda-se consumir uma fatia pequena do mamão formosa ou uma metade do mamão papaya, diariamente, em qualquer horário do dia.

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Melancia: uma das frutas que mais hidratam, por conter cerca de 90% de água em sua composição. Rica em vitaminas A, B6 e C, potássio, ferro, cálcio e licopeno. De baixo valor calórico, pode ser consumida mais de uma vez ao longo do dia. Uma boa dica é fazer suco da fruta, que não necessita adicionar açúcar ou adoçante.

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Melão: típica fruta do verão e de baixa caloria, fornece grande quantidade de líquido necessário para uma boa hidratação. Possui alto teor de cálcio, magnésio e vitamina C, que ajudam na recuperação dos sais mineiras perdidos no suor. Pode ser consumido também em saladas e sucos.

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Pera: uma das frutas com maior teor de fibras (cerca de 2,5g por unidade), ajuda a regular o intestino. Possui zinco, vitaminas A e C e potássio. Por conter muitas fibras, aumenta a sensação de saciedade e pode ser consumida várias vezes ao dia.

Fonte: HCor

Gordura: vilã ou aliada?

Necessário para o desenvolvimento do sistema nervoso central e cerebral, o nutriente é fundamental desde os primeiros minutos de vida

Assim como um grande vilão dos filmes, a gordura é vista como um alimento completamente maléfico e que costuma assombrar a saúde das pessoas. Mas afinal, ela merece a fama que tem? De fato, o consumo desse nutriente em excesso pode trazer problemas para o organismo, mas isso não é diferente de qualquer outro alimento quando ingerido mais que o recomendado. Então por que essa má fama?

Desconstruindo alguns mitos, a nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo , explica os benefícios e as melhores formas de se incluir a boa gordura em uma dieta balanceada. “O que poucos sabem é que os lipídios devem compor de 20 a 30% da nossa alimentação diária. O que vai impactar na qualidade dessa gordura, na realidade, é a origem dela”, explica.

De antemão, é necessário entender que nem toda gordura é igual e se dividem em três grandes grupos: saturadas, trans e insaturadas.

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A gordura saturada, presente em carnes gordas e manteiga, deve ser consumida moderadamente, visto que seu excesso aumenta o colesterol ruim (LDL), bem como as chances de doenças cardiovasculares. Ao passo que a gordura trans é majoritariamente artificial, presente em alimentos industrializados como bolachas, sorvete e salgadinhos, e deve ser evitada.

Por fim, a insaturada é necessária para o bom funcionamento do corpo. Proveniente de castanhas, sementes, alguns tipos de peixe, vegetais, é popularmente conhecida como “gordura do bem”, e são capazes de reduzir os níveis de triglicérides e de possibilidade de infarto.

“Além disso, auxiliam na absorção vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K, já que essas são lipossolúveis. Também armazenam energia; protegem os órgãos internos; liberaram ácidos graxos, sais biliares e produzem hormônios” enfatiza a nutricionista, que selecionou alimentos para incluí-las nas refeições corretamente.

Para nutrir as manhãs

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Foto: California Avocado Comission

Apesar de parecer improvável, é possível incluir as “gorduras do bem” logo no café da manhã por meio de alimentos como: abacate, iogurtes e linhaça. Extremamente saudáveis e saborosos, podem ser combinados entre si e com outras comidas, possibilitando a criação de diversas receitas.

Melhores opções para o almoço e jantar

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Salmão, sardinha, trutas, azeite de oliva e carnes vermelhas magras podem compor o menu de refeições maiores. “Uma outra dica é procurar não acrescentar outras gorduras no preparo desses alimentos. Assados e grelhadas são sempre uma boa pedida”, aconselha a nutricionista. Incremente sua salada com sementes de girassol e tempere com azeite de oliva extravirgem, vinagre de maçã e gotas de limão.

Deu fome de tarde?

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Pixabay

E até como “snack” as gorduras insaturadas são as queridinhas dos nutricionistas. Capazes de controlar a saciedade, são indicados para os intervalos entre as refeições alimentos como mix de castanhas: castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, nozes, semente de girassol, de linhaça e até chia. “Quando introduzida de maneira correta, as boas gorduras auxiliam até no processo de emagrecimento”, conclui a especialista.

Fonte: Bio Mundo

A importância da vitamina C e em quais alimentos a encontramos

Muita gente usa vitamina C na prevenção de gripes e resfriados. Porém, segundo a nutricionista Juliana Vieira, estudos comprovaram que a substância tem pouco ou nenhum resultado para prevenir esses males. Apesar disso, ela auxilia o bom funcionamento do organismo e até combate o envelhecimento.

“Ela ajuda a melhorar a imunidade, estimula a produzir colágeno e combate o envelhecimento. Além disso, fornece um fortíssimo poder antioxidante para fortalecer o sistema imunológico, combatendo também os radicais livres”, afirma a nutricionista.

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Segundo a profissional, a laranja, o limão, a acerola e o o camu-camu, são muito ricos em vitamina C. Juliana também alerta que o organismo consegue absorver em média 90 gramas por dia e o excesso da substância pode fazer mal.

“Excesso pode provocar diarreias, cólicas, dor abdominal e dor de cabeça e até cálculo renal , devido ao oxalato de cálcio (composto químico inorgânico)”, alerta a nutricionista. De acordo com ela, aqueles tubinhos efervescentes de vitamina C vendidos em farmácias não devem ser consumidos diariamente.

“Eles contêm sal e precisam ser tomados adequadamente, pois a vitamina C aumenta os níveis plasmáticos da aspirina, por exemplo. Além disso, aumentam os riscos do surgimento de trombos nos vasos sanguíneos. Então, nada de tomar como se fosse suco”, finaliza.

Fonte: Juliana Vieira é nutricionista graduada pela Uninove, pós-graduada em fitoterapia e suplementação nutricional clinica e esportiva pela Universidade Estácio.

Drinques menos calóricos para quem quer curtir o verão e manter o corpo em dia

Alternativas incluem saborosos e refrescantes drinques, ideais para a época mais quente do ano

O álcool diminui a queima de gordura do organismo, mas, nesta época do ano, costuma ser difícil deixar de lado aquele drinque refrescante. Para a saúde e o corpo ficarem em dia, algumas dicas são essenciais, é o que conta a nutricionista Helenice Tatewaki, do Boteco Todos os Santos – um dos mais famosos bares de música ao vivo da noite paulistana, localizado na Vila Madalena.

O álcool faz efeito no metabolismo de homens e mulheres de forma diferente, mas em ambos, altera os hormônios relacionados ao emagrecimento e ganho de músculos. “Isso ocorre porque passamos a usá-lo como fonte energética no lugar da gordura corporal”, comenta a nutricionista.

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Uma das soluções para amenizar esse efeito é consumir bebidas menos calóricas e com teor alcoólico menor, como o refrescante Aperol Spritz, feito à base de espumante e Aperol combinados com água gaseificada e suco de laranja. A bebida servida em uma taça de 250mL conta com apenas 133 calorias e é uma boa opção para os que desejam se preparar para o verão. Segundo Helenice, isso acontece – principalmente – quando comparamos o Aperol Spritz com uma caipirinha tradicional de limão, que possui 300 calorias.

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Uma bebida muito comentada no país atualmente é Moscow Mule, feita com vodca e suco de limão, e se enquadra também na “categoria” refrescante. “O drinque, que tem como característica a caneca de cobre, conta com 110 calorias e pode ficar ainda mais leve se o açúcar for substituído por outro ingrediente como adoçante”, orienta a nutricionista.

“Pé na areia, caipirinha, água de coco, cervejinha”, já avisa o samba de Diogo Nogueira, conectando muito bem o verão e as bebidas mais pedidas da estação. Mas para os que querem manter o corpo em dia, vale buscar alternativas mais saudáveis e menos calóricas, principalmente quando alinhadas a uma alimentação balanceada e a prática de esportes.

Além dos drinques refrescantes, não devemos esquecer do consumo de água, que é a melhor aliada para manter a saúde em dia. Além disso, ela é capaz de diminuir drasticamente os efeitos da temida ressaca. Isso se a cada 350 ml de álcool, forem consumidos 100 ml de água, ajudando no processamento da bebida no organismo. Para aproveitar a estação mais quente do ano, estar confortável com o próprio corpo é fundamental.

Boteco Todos os Santos – Rua Aspicuelta, 585 – Vila Madalena – São Paulo

Probióticos: onde encontrá-los e como aproveitá-los em receitas

Elas fortalecem a imunidade, melhoram a digestão e, segundo um estudo da USP, também ajudam a identificar doenças graves como o câncer colorretal. Nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira, explica como esses micro-organismos contribuem para a saúde e cita em quais alimentos você pode encontrá-los

Quando falamos em bactérias, é muito comum o primeiro pensamento ser algo negativo, afinal, esses micro-organismos estão relacionados a algumas indisposições de saúde. Mas, você sabia que ao lado das vitaminas e minerais está também um grupo de bactérias que são tão responsáveis pelo funcionamento adequado do corpo quanto os outros elementos mais conhecidos?

Esses bichinhos benfeitores são chamados de probióticos, e estão mais perto do que você imagina: eles vivem dentro do intestino de todo ser humano, em uma grande comunidade chamada microbiota. Apesar de pouco faladas, as funções positivas dessa “colônia de bactérias” são constantemente analisadas pelos cientistas. Um estudo publicado em abril de 2019 pela Nature Medicine, feito pela Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, constatou que essas bactérias têm potencial para serem usadas no diagnóstico do câncer de cólon renal.

Segundo a nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira, “quando ingeridos na quantidade certa, os probióticos trazem muitos outros benefícios para o corpo: eles aumentam a produção das células de defesa do organismo, o que fortalece a imunidade, ajudam na absorção dos nutrientes e afastam problemas como candidíase, infecções urinárias e doenças cancerígenas”.

As vantagens não param por aí. Por estarem presentes no trato intestinal, é claro que as bactérias boazinhas também fazem sua parte por lá, melhorando a digestão e combatendo desconfortos, como a azia e a prisão de ventre.

Quer investir em uma dieta rica em probióticos? Então, segundo Lívia, iogurtes naturais, leite fermentado, missô (pasta de soja), kefir e kombucha não podem faltar no cardápio. A nutricionista ainda ensina o passo a passo de três receitas que também cumprem essa função. Confira:

Iogurte desnatado caseiro

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“Um dos alimentos probióticos mais conhecidos é o iogurte. Pode ser consumido no café da manhã, no intervalo entre as refeições ou no lanchinho da tarde. É uma ótima opção para quem deseja obter as propriedades desses organismos”, indica Lívia.

Ingredientes:
1 litro de leite desnatado;
1 copo de iogurte desnatado natural.

Modo de preparo:
1) Ferva o leite em um caneco.
2) Depois de alguns segundos, quando ele já não estiver mais tão quente, despeje o iogurte no caneco e misture bastante.
3) Adicione a mistura em uma panela e tampe bem. Para deixar bem fechado, você pode colocar um pano de prato bem higienizado entre a panela e a tampa.
4) Separe a mistura em um canto e deixe descansar por 24 horas.
5) Após isso, coloque na geladeira.
6) Depois que gelar, basta servir.

Sopa de missô com cogumelos

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Outra indicação da nutricionista é a sopa de missô, ingrediente tradicional da culinária japonesa. Rica em probióticos naturais, essa refeição confere força extra ao intestino, além de ajudar a desintoxicar e a desinchar.

Ingredientes
· ½ cebola média picada
· 4 dentes de alho
· 6 xícaras (chá) de caldo de legumes caseiro
· 2 colheres (sopa) de água
· 1 xícara (chá) de shiitake e cogumelo-de-paris fatiados
· 1 xícara (chá) de cevada em grãos cozida
· 1 xícara (chá) de couve fatiada
· 1 colher (sopa) de missô
· 1 colher (sopa) de endro ou raspas de limão

Modo de preparo
1) Refogue a cebola, o alho e os cogumelos na água, em fogo médio, por três minutos.
2) Adicione o caldo de legumes, a cevada e deixe por 30 minutos.
3) Acrescente a couve fatiada nos últimos 3 minutos de cozimento.
4) Retire do fogo e acrescente o missô.
5) Polvilhe com endro ou raspas de limão.
6) Sirva em seguida.

Chucrute

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“O chucrute é um tipo de repolho fermentado, rico em probióticos que trazem grandes benefícios para a saúde!”, cita a nutricionista.

Ingredientes
1 repolho verde médio (de preferência orgânico)
1 colher de sopa rasa de sal não iodado
2 dentes de alho em pedaços (opcional)

Modo de preparo
1) Reserve um pote de vidro de 500 gramas para manter o chucrute; uma tábua; um amassador; uma faca e uma tigela para espremer o repolho.
2) Dê uma lavada rápida com cloro em todos os utensílios que você vai usar (esse processo evita a contaminação por micro-organismos indesejados). Descarte as folhas externas do repolho e corte-o em tiras bem finas.
3) Depois de bem cortado em tiras, esprema o repolho na bacia com a mão e espalhe bem o sal e o alho. Depois desse passo, vá colocando o repolho aos poucos no pote de vidro e esprema bem com o amassador, até que ele libere água.
4) A cada porção de repolho colocada no pote de vidro, amasse bem, até que, depois de passar toda a quantidade de repolho para o pote, ele esteja completamente coberto pela água que liberou.
5) Tampe o vidro de modo levemente frouxo para que os gases da fermentação possam sair. Deixe-o de três dias a uma semana fora da geladeira em temperatura ambiente. Quanto mais quente a temperatura, mais rápida será a fermentação.
6) Atenção: não consuma seu chucrute se ele tiver uma aparência escura ou com crescimento de fungos.

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Fonte: Oba Hortifruti

Cinco dicas nutricionais para quem deseja se tornar vegano

Nutricionista cadastrada na GetNinjas esclarece algumas das dúvidas mais comuns apresentadas por quem deseja abolir a proteína animal da dieta

Impulsionada pela crescente preocupação com o meio ambiente, a alimentação vegana vem conquistando cada vez mais adeptos. Apesar de não existirem dados oficiais, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) estima que cinco milhões de brasileiros sejam veganos.

Substituir uma dieta onívora por uma vegana pode ser uma mudança e tanto. Por conta disso, é recomendada que a transição seja feita com cuidado e, de preferência, com a supervisão de um profissional.

“Primeiro de tudo, é preciso uma reeducação alimentar para adaptar o corpo à mudança”, afirma Alice Cristina Coca, nutricionista que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços da América Latina. A pedido do app, a especialista respondeu algumas das dúvidas mais comuns apresentadas pelos iniciantes na alimentação vegana. Confira abaixo:

1 – Frequentar restaurantes veganos ajuda no processo?

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Sim, pelo fato de estimular a familiarização com outras texturas e gostos. Além de tomar contato com uma uma gama diferente de pratos, frequentar um restaurante vegano pode incentivar a aprender a cozinhar novas combinações saborosas e práticas.

2 – Ao começar, eliminar a proteína animal de uma vez ou aos poucos?

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Segundo a profissional, a decisão varia de acordo com estilo de vida de cada pessoa. Aqueles que estão com uma boa condição de saúde e têm hábitos alimentares saudáveis podem tirar a carne de uma vez. Para os que possuem uma alimentação defasada, ou seja, que apresenta a falta de alguns nutrientes, é recomendado substituir a proteína animal aos poucos.

3 – É preciso ingerir suplemento vitamínico?

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Algumas vitaminas só estão presentes em carnes, vísceras e ovos, tais como as do complexo B. Por isso, é necessário repor essas vitaminas de alguma maneira, seja com substituições ou a partir do consumo de suplementos. Outro ponto que pode ser determinante para a adoção de um suplemento é a fase da vida na qual o vegano se encontra. Dependendo da faixa etária, o metabolismo necessita de diferentes vitaminas para manter seu bom funcionamento. Uma mulher vegana grávida e um idoso vegano têm necessidades nutricionais distintas. Por conta dessas especificações, é recomendado agendar uma consulta com um nutricionista.

4 – É necessário fazer acompanhamento nutricional?

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Foto: Is-Med.com

É importante porque o acompanhamento de um profissional garantirá à pessoa a elaboração de um plano alimentar personalizado ,e com a indicação de todos os nutrientes necessários para o seu organismo. Sem o devido acompanhamento e adaptação, os iniciados na dieta vegana correm o risco de desenvolver doenças devido à falta ou ao excesso de nutrientes. “A deficiência de vitamina B9, por exemplo, pode gerar depressão e doenças psiquiátricas”, alerta a profissional.

5 – Quais alimentos não podemos deixar de consumir?

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Uma alimentação vegana não pode excluir a proteína vegetal, que pode ser encontrada em legumes e verduras. Além disso, a nutricionista ressalta a importância da inclusão da soja na dieta, que tem todos os nutrientes presentes na proteína animal. A profissional indica o consumo da soja orgânica, que não envolve agrotóxicos.

Para saber mais informações sobre a dieta vegana, consulte um nutricionista. No GetNinjas, você encontra profissionais em diversas regiões do país.

Nutricionista dá dicas para evitar a intoxicação alimentar em dias quentes

Os maiores vilões são a água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas

Com as altas temperaturas aumentam os casos de intoxicação alimentar, como é popularmente chamada a gastroenterocolite aguda, causada principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por micro-organismos. Nesta época do ano, grande parte da população frequenta praias e clubes, lugares bastante propícios para contrair uma intoxicação alimentar. Por isso, é preciso ficar atento. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, janeiro e fevereiro são os meses em que há mais notificações de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s).

A principal causa do aumento de intoxicação alimentar são as altas temperaturas da estação que podem comprometer a conservação de alimentos e favorecer a proliferação dos microorganismos nocivos à saúde, entre eles bactérias (salmonela e estafilococos) e vírus (rotavírus).

De acordo com a nutricionista do Clinic Check-up do HCor, Maria Fernanda D’Ottavio, essa ocorrência está ligada à temperatura mais alta nesse período, o que favorece a proliferação de micro-organismos nocivos à saúde. “Nessa época, temos que ter mais cuidado com o que comemos e onde comemos”, alerta a nutricionista.

Fique atento aos vilões!

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Os maiores vilões são água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas. “De modo geral, os sintomas mais comuns são vômito, diarreia, náuseas, dor abdominal e cólicas, às vezes com presença de febre, ou até mesmo paralisia, se for caso de botulismo. A manifestação dos sintomas, após a ingestão, pode variar de horas (no caso da salmonela) até semanas (hepatite A)”, esclarece Maria Fernanda.

Cuidado redobrado com a alimentação no verão

Para a nutricionista do HCor, poucos casos exigem internação, mas é importante que um posto médico seja procurado assim que os sintomas se manifestarem. Para amenizar o mal-estar, o ideal é muito repouso e hidratação. “Os cuidados que temos usualmente com os alimentos devem ser redobrados, principalmente ao nos alimentarmos fora de casa. Na praia, os cuidados devem ser ainda maiores, já que além do calor intenso, vários alimentos são vendidos sem os devidos cuidados com a higiene”, recomenda.

Dicas da nutricionista do HCor para evitar a intoxicação alimentar no período de altas temperaturas:

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Pixabay

=Evitar alimentos crus ou malcozidos. Prefira alimentos que passem por altas temperaturas para serem preparados;

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Morguefile

=Atente-se à temperatura dos refrigeradores onde os alimentos são armazenados. Temperaturas inferiores a 4ºC são mais seguras para evitar a proliferação de micro-organismos;

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=Consuma imediatamente os alimentos cozidos. Caso sobre, guarde-os em recipientes na geladeira;

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=Mantenha os alimentos crus longe dos cozidos;

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=Não consuma alimentos com alteração de odor, cor e sabor;

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=Evitar alimentos em conserva como palmito e molhos caseiros como maionese;

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=Não ingira alimentos em embalagens danificadas;

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=Evitar porções feitas com excessiva antecipação;

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=Consuma apenas água potável;

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Pixabay

=Evite o consumo de alimentos em ambulantes. Prefira quiosques, lanchonetes ou estabelecimento com estrutura e higiene adequada;

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=Atente-se a higiene do local, desde higiene pessoal dos funcionários e também dos utensílios e local.

Fonte: HCor

Pronto Light oferece alimentação balanceada, produzida por nutricionistas

Há 12 anos a Pronto Light renova o segmento de comida ultracongelada saudável no Brasil. Não apenas por ser a pioneira tanto por incorporar opções benéficas para a saúde, como por manter o seu propósito de transformar a vida das pessoas através da alimentação.

A dificuldade de ter alimentos saudáveis à mesa, na medida e hora certas, faz com que as pessoas passem a comer errado e, com isso, aumentem de peso. Também há casos em que disfunções fisiológicas implicam diretamente ao peso mais elevado.

Sendo assim, a Pronto Light aposta em uma alimentação balanceada, produzida e recomendada por nutricionistas. Também oferece programas específicos para todos os tipos de dietas e é aliada dos profissionais da área da saúde para potencializar os resultados dos pacientes e alunos.

“Buscamos não apenas fornecer refeições, mas proporcionar prazer e saciedade com porções certas e saudáveis para os nossos clientes”, enfatiza Pedro Pandolpho, sócio e diretor de marketing da Pronto Light.

frango com shimeji e cenoura

História

Tudo começou quando Eduardo Dimand, fundador da empresa, começou a praticar fisiculturismo por esporte. Seu objetivo era perder peso e ganhar massa muscular. Conversando com especialistas, aprendeu que a fórmula para os resultados é: alimentação correta, treino e descanso, e entendeu que a alimentação é o grande divisor de águas.

Treinar e descansar, tudo bem, só dependia dele, mas uma alimentação individualizada na mesa, nos horários certos, bem, aí surgiu o problema. “Eu precisava de alimentos preparados de forma light, com porções adequadas para o meu objetivo. Na falta de opção, comecei a preparar. Faltou tempo. Procurei, e não encontrei. Sabia que outras pessoas gostariam de mudar seus hábitos alimentares, mas não sabiam como e não tinham tempo, como eu”, conta Dimand.

A idéia de criar uma empresa que funcionasse como uma “farmácia de manipulação” de alimentos começou a fazer parte do seu pensamento diário. “Existem muitas pessoas interessadas em perder peso e ganhar qualidade de vida.” E para alcançar esse objetivo, a forma mais eficiente é adotar uma alimentação saudável. Para passar da teoria à prática, essas pessoas precisam, a partir da orientação dada por um nutricionista ou médico, receber em casa ou no trabalho, suas refeições devidamente equilibradas, personalizadas e prontas. Daí, nasceu o nome.

Depois de três anos de piloto, desenvolvendo produtos, embalagens e conceito na própria cozinha de sua casa, estava na hora de expandir, pois já não era possível atender a demanda. “Senti que sozinho, não conseguiria realizar meu sonho” – confessou Edu.

fraldinha e mix de legumes

Para estar lado a lado, a Pronto Light vende via e-commerce, além de fornecer menus especiais para redes de restaurantes saudáveis.

Informações: Pronto Light

Dia Mundial do Macarrão: nutricionista explica como ele age no organismo à noite

Comer macarrão antes de dormir reduz estresse, combate insônia e não engorda

Hoje, 25 de outubro, comemorados o Dia Mundial do Macarrão, e nada melhor do que um bom prato de macarrão para celebrar a data. Pode ser espaguete, penne, fusilli, talharim, conchiglione, farfalle, entre tantos outros formatos. Não importa qual o tipo ou o molho, uma coisa é certa: será um prato delicioso e muito prático de fazer.

Mas será que cai bem à noite? A resposta é sim. O macarrão quando consumido à noite pode auxiliar na redução do estresse, no combate a insônia e não engorda.

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De acordo com Ana Pallottini, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o macarrão é fonte de carboidrato, fornece energia para o nosso corpo e deve fazer parte de uma dieta equilibrada. Segundo a recomendação do Guia Alimentar para População Brasileira, do Ministério da Saúde, de 55% a 75% do total de calorias ingeridas diariamente devem ser provenientes de carboidrato, ou seja, de cinco a seis porções diárias.

“No caso do macarrão, um dos maiores mitos sobre o alimento é que ele engorda, principalmente se for consumido antes de dormir, mas consumir massa dentro de uma dieta saudável não atrapalha o emagrecimento. Considerando que a alimentação diária é dividida em cinco refeições — café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar — uma porção de macarrão, equivalente a quatro colheres de sopa (105g), pode estar no jantar e, quando unido a um molho leve, fornece aproximadamente 180 kcal”, explica a nutricionista.

Um estudo realizado este ano por pesquisadores do Brigham and Women Hospital, em Boston (EUA), revelou que o macarrão consumido nas últimas horas do dia não faz acumular gordura, ajuda a relaxar e a dormir. “Por ser fonte de triptofano, o alimento estimula a produção de serotonina, o chamado hormônio de relaxamento, e a melatonina, hormônio que regula sono”, diz Ana.

A especialista ressalta que optar por massa do tipo integral trará um efeito ainda melhor para o corpo, já que ela possui índice glicêmico mais baixo, além disso, é importante escolher um molho leve, como o de abobrinha ou tomate, por exemplo, e evitar ingredientes de difícil digestão como carnes gordas, queijos e etc.

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“Um efeito positivo do macarrão integral é a baixa resposta glicêmica pós-ingestão, que é uma consequência da estrutura e do tipo de amido, aumentando a sensação de saciedade e melhorando a sensibilidade à insulina, regulando a microbiota intestinal. Além disso, a massa integral pode contribuir para o consumo diário de fibras alimentares”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Abimapi