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Conheça Cocodensado: primeira marca de leite condensado vegano e sem açúcar do Brasil

Lari Michelin é influencer e muito conhecida por compartilhar com seus seguidores seu estilo de vida fitness. Entre a produção de conteúdo envolvendo receitas e treinos, ela se dedica ao seu próprio negócio. Lari, que atualmente cursa administração de empresas na UFRGS, também é uma das sócias da Cocodensado, primeira marca de leite condensado vegano e sem açúcar do Brasil.

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A ideia surgiu em 2018, com o propósito de atender o público vegano e aquele que quer ter um estilo de vida mais saudável, um nicho que busca muito por opções de doces sem adição açúcares, saudáveis e que, ao mesmo tempo, sejam gostosos.

A partir desse propósito, a Cocodensado foi elaborada e começou a tomar forma. Lari e seus sócios, Paola e Mateus, colocaram a mão na massa e logo a ideia começou a sair do papel. Tudo surgiu muito naturalmente, os três tinham muita vontade de empreender e começaram a estudar mais sobre esse meio.

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Em alguns momentos, esbarraram com algumas dúvidas e receios, porém, decidiram manter o foco no objetivo em comum. Em outubro de 2018, a Cocodensado entrou no mercado e não demorou muito para virar sucesso. Com duas semanas do início das atividades, a empresa já tinha 65 pedidos por todo Brasil, foi uma surpresa até para os próprios sócios.

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“Conheci um casal com uma ideia genial em mente! Eu me identifiquei muito com o espírito inovador e a vontade de empreender, me juntei a eles, trouxe ideias e depois de muitas reuniões, muitos testes e testes de receitas, fizemos acontecer. Nas duas primeiras semanas recebemos mais de 65 pedidos e feedbacks positivos de pessoas de vários lugares do Brasil querendo comprar”, diz Lari.

A base do Cocodensado é produzida apenas com quatro ingredientes: leite de coco, xilitol, água e óleo de coco. Além do original, também é encontrado nos sabores doce de leite, brigadeiro, morango e maracujá. Atualmente, o produto é vendido pelo e-commerce e também é encontrado em diversas lojas de produtos naturais pelo país.

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“Jamais duvidem que a ideia de vocês pode dar certo, corram atrás para fazer acontecer, porque ninguém fará por vocês”, finalizou a empresária e influencer.

Informações: Cocodensado

Receita de raspadinha de laranja, cenoura e gengibre para refrescar

O Óleo de Coco sem Sabor Copra traz um toque especial para esta raspadinha sem glúten, sem lactose e vegana. Confira como prepará-la abaixo:

Raspadinha de Laranja, Cenoura e Gengibre

Ingredientes:

1 xícara (chá) de suco de laranja
1 cenoura pequena picada
1 colher (chá) de gengibre ralado
4 colheres (sopa) de açúcar demerara
3 colheres (sopa) de Óleo de Coco sem sabor Copra

Modo de preparo:

Bata no liquidificador todos os ingredientes, menos o Óleo de Coco sem sabor Copra até obter uma mistura homogênea. Coloque a mistura em um refratário pequeno e espalhe o Óleo de Coco sem sabor Copra. Leve ao freezer por 1 hora ou até ficar firme. Raspe com o garfo e volte ao freezer por mais 1 hora ou até ficar firme. Raspe com uma colher e distribua em copinhos individuais. Sirva em seguida.

Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 20 minutos
Tempo de geladeira: 2 horas
Tempo total de preparo: 2 horas e 20 minutos

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Dica: mantenha no freezer até a hora de servir. O preparo descongela muito depressa.

Fonte: Copra

Óleo de coco: vilão ou mocinho?

Entenda como utilizar o produto para aproveitar todos os benefícios nutricionais

Popularmente conhecido por ajudar em dietas com foco na perda de peso, o óleo de coco traz muitas vantagens para a saúde que vão além do emagrecimento. Regulação do intestino e sensação de saciedade são alguns dos benefícios para o organismo.

“Porém, apesar dos benefícios, é importante que o alimento seja consumido com cuidado e faça parte de uma alimentação balanceada. Além disso, o óleo de coco extravirgem é o mais recomendado para a ingestão por ser o tipo que mais conserva seus nutrientes”, alerta Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis.

Confira abaixo outras vantagens do óleo de coco para a saúde:

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Fortalece a imunidade: o ácido láurico e cáprico presentes no alimento ajudam a regular o sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. “Por isso, o óleo de coco pode ser um aliado contra gripes e resfriados”, explica.

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Regula o intestino: a boa gordura do óleo ajuda na digestão da comida e no trânsito intestinal, evitando a prisão de ventre e fazendo com que o organismo absorva melhor os nutrientes.

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Ajuda no emagrecimento: a especialista explica que na verdade o alimento é capaz de produzir uma sensação de saciedade no organismo, além de acelerar o metabolismo, fatores que podem auxiliar na perda de peso. Mas, é importante incluir o alimento em uma dieta balanceada e nutritiva, sempre sob orientação de um nutricionista se o objetivo for emagrecer.

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Pixabay

Controle do colesterol: óleo de coco pode contribuir para o aumento do colesterol bom, chamado de HDL. “Porém, pessoas que já possuem o nível de colesterol alto devem evitar seu uso porque o alimento também é rico em gorduras saturadas, que em excesso e a longo prazo elevam as chances de desenvolver doenças cardiovasculares”, argumenta.

A nutricionista da Superbom ainda aponta que o óleo de coco é muito versátil na cozinha e pode ser utilizado em receitas de pratos salgados ou doces. Assim como existem alimentos prontos que levam óleo de coco em sua composição, por isso são mais nutritivos do que outros.

Sugestão de produtos

Queijos veganos Superbom

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Os queijos veganos da Superbom levam óleo de coco em sua fórmula, para deixar o produto mais nutritivo e com sabor mais suaves. Disponível nos sabores cheddar, prato, mussarela, provolone, parmesão e na versão gourmet brie, cheddar, parmesão e mussarela.

Informações: Superbom

A praticidade da pasta de amendoim em sachê

Pensando na praticidade do consumo desse suplemento rico em nutrientes e minerais, a Tia Sônia – marca de alimentação saudável e natural – lançou a pasta de amendoim em sachê.

Nesta opção, é possível retirar a pasta de amendoim utilizando o tubo inserido na própria embalagem, ou seja, não é necessário nenhum tipo de instrumento para poder consumi-la.

Tia Sônia disponibiliza a pasta de amendoim em sachê na embalagem de 70g. O tamanho é ideal para levar na bolsa ou mochila e, por ser prático, consumir em qualquer momento do dia.

Ingredientes: pasta de amendoim, açúcar de coco, akospread, óleo de coco e sal do Himalaia.

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Preço sugerido: R$ 6,77

Informações: Tia Sônia – SAC: (77) 3424-8000

Alimentos que são ainda melhores juntos

A combinação desses elementos pode favorecer ainda mais o seu organismo

Que uma alimentação balanceada faz bem para o nosso organismo, todo mundo já sabe. Mas você sabia que ao unir alguns alimentos, eles trazem ainda mais benefícios a nossa saúde? Segundo a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, existem alimentos que, quando consumidos juntos, acabam potencializando suas propriedades, e essa sinergia – combinação – faz muito bem para o nosso corpo. Abaixo, uma lista com alimentos que são ainda melhores juntos do que separados, para que você possa inserir no seu dia a dia.

1) Cúrcuma e Pimenta do Reino

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A curcumina presente na cúrcuma (açafrão da terra) é um dos anti-inflamatórios naturais mais poderosos que existem. Mas o infelizmente o nosso corpo não consegue absorver. E para isso precisa da piperina, encontrada na pimenta do reino, para potencializar sua absorção em mais de 1000x. Além disso, a melhor proporção para esse efeito é 3:1 (a cada 3 medidas de cúrcuma, uma de pimenta do reino).

Consumo recomendado: 1 colher de chá por dia de cúrcuma para efeitos medicinais dessa raiz.

2) Banana e Nozes

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A banana é a queridinha das frutas: prática, simples, docinha e com preço acessível. Ela é muito importante para a saúde do coração e da musculatura, é um importante para o pré-treino, por dar energia, além do fósforo que auxilia no condicionamento cardiorrespiratório. Porém, sozinha a banana tem pontuação inflamatória no nosso corpo. “Não significa que ela cause mal; como falamos, ela tem muitos benefícios. A orientação é não comer ela sozinha. A melhor opção nesse caso, é consumi-la com nozes, devido ao seu poder anti-inflamatório e a concentração de ômega 3. Assim, melhora a performance dos praticantes de atividades e a proteção do coração da população em geral”, explica Aline.

Consumo recomendado: 1 banana + 3 nozes

3) Beterraba e Laranja

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Você já deve ter ouvido que beterraba tem grandes quantidades de ferro, e é verdade. Se você tem anemia ou é vegano, saiba que o ferro da beterraba é chamado de “ferro não heme”, ou seja, um ferro não ativado. Por isso, quando adicionamos vitamina C, vinda da laranja ou do limão (se fizer suco use a laranja, se fizer salada opte pelo limão), ativamos o ferro que, aí sim, é absorvido pelo nosso organismo

Consumo recomendado: Para cada 50g de beterraba, 10g de suco de laranja ou limão.

4) Cacau e frutas vermelhas

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Foto: Max Straeten

Esses são dois alimentos que sozinhos já trariam muitos benefícios. Mas você sabia que quando unimos os antioxidantes do cacau com o ácido elágico das frutas vermelhas (morango, amora, mirtilo, framboesa), temos uma proteção potente para o tratamento do câncer de mama? “Por regular o estrogênio, essa combinação é ótima para mulheres com TPM intensificada”, lembra a nutricionista.

Consumo recomendado: 100g de morango + 20g de chocolate 70% cacau

5) Damascos ou tâmara e coco

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Tanto o damasco quanto as tâmaras possuem um nível elevado de potássio e vitamina A. Quando unimos potássio + vitamina A + o TCM – que é a gordura do coco -, ativamos as sinapses dos neurônios, melhorando a memória, o foco e a concentração.

Consumo recomendado: 2 damascos secos/tâmaras +20g de coco seco

6) Shitake, Shimeji e Tomate Cereja

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Os cogumelos têm as suas particularidades nutricionais, já que ele possui certos antioxidantes que não são encontrados em outros alimentos. O problema é que nem sempre conseguimos absorver essa quantidade de nutrientes. Para isso, unimos a eles a quercetina associada e licopeno do tomate cereja, que conseguem transportar nutrientes do shitake e Shimeji para o cérebro e para o coração. Para isso acontecer, eles precisam ser refogados por pelo menos 8 min.

Consumo recomendado: 1 xícara de chá (metade cogumelos, metade tomate cereja).

7) Acerola e Melão

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Acerola é a fruta mais anti-inflamatória existente no Brasil. Sozinha, é poderosa aliada no tratamento de doenças como artrite, artrose, câncer (que não seja de estômago), depressão e até Alzheimer. Quando juntamos essa fruta ao melão, temos o efeito anti-inflamatório prolongado, graças a glutationa.

Consumo recomendado: consumir as frutas de duas a três vezes na semana, para que elas tenham seu efeito durante a semana toda.

8) Café e Óleo de coco filtrado (TCM)

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O óleo de coco extravirgem possui, entre outras substâncias, uma gordura chamada TCM (triglicerídeos de cadeia média); quando o filtramos (Lotus de Coco), temos apenas o TCM isolado. Essa gordura é a única que não passa pelo fígado para ser metabolizado, passando direto para o sistema nervoso central. Por isso, quando unimos o TCM com a cafeína do café, ele carrega a carrega direto para o cérebro, dando energia rápida para quem consome a mistura. “Essa não é uma mistura termogênica como muitos acreditam, é uma mistura para aumentar o rendimento nos treinos ou dar um ‘up’ em quem está cansado”, alerta.

Consumo recomendado: Para cada xícara (80ml) uma colher de café (5ml). Não recomendado para quem sofre de ansiedade.

9) Linhaça e semente de abóbora

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As sementes são uma estratégia usada pelos nutricionistas para regular o ciclo da mulher. A linhaça já é uma “superfood”, mas quando consumimos junto com a semente de abóbora, ela cria um equilíbrio entre progesterona e estrogênio para melhorar o humor e disposição no início do ciclo de menstruação.

Consumo recomendado: 1 Colher de sopa de cada, do primeiro ao 15 dia, a partir do início da menstruação.

Conheça cinco gorduras que podem melhorar sua saúde

Médico Theo Webert elenca os alimentos que, aliados a uma dieta equilibrada, podem ajudar no funcionamento de órgãos, como o cérebro e o coração

O termo “gordura”, apesar de hoje ser reconhecido também em contextos saudáveis, ainda carrega o peso de ser relacionado aos problemas de saúde. No entanto, há sim as gorduras boas que ajudam numa dieta equilibrada e no reequilíbrio do organismo. A informação é do médico Theo Webert, que atua em nutrologia e em qualidade de vida. Segundo ele, a gordura boa é necessária para a função cerebral, a produção de hormônios, metabolismo, perda de peso, energia, função imune e resposta inflamatória.

“Praticamente, 60% do cérebro são constituídos por gordura. A gordura que comemos literalmente alimenta o nosso cérebro, ajudando nossas funções neurológicas e a clareza mental que nos permite viver de forma saudável”, afirma o especialista.

O médico explica que os efeitos de obtenção de gordura boa na alimentação equilibrada pode melhorar radicalmente a energia, estabilizado os hormônios e alimentando o sistema nervoso. “O óleo de coco é geralmente a melhor gordura para se usar na cozinha, porque a sua integridade nutricional permanece estável, mesmo em altas temperaturas”, informa.

Segundo Theo Webert, é fundamental a ingestão de ômega-3, essenciais para o metabolismo, saúde mental e cardiovascular, além de atuar como anti-inflamatório. “Eles também ajudam a prevenir distúrbios relacionados ao desenvolvimento de câncer e podem ser encontrados em vegetais de folhas verdes, algas, sementes de chia, sementes de linhaça, nozes, morango e até no kiwi”, diz.

O médico elenca cinco fontes naturais de gorduras consideradas boas para o organismo. “É claro que o seu consumo deve ser orientado e observado por um especialista. Qualquer excesso pode ser prejudicial ao nosso corpo”, ressalta.

1. Abacate

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O abacate é dos principais alimentos ricos em gordura positiva. “Se embrulhado como um burrito em uma folha de nori (alga japonesa), com brotos e verduras cultivadas, pode ser uma boa opção e fonte de nutrientes. Por ser de rápido consumo, pode ainda ser descascado, picado e armazenado no congelador. Antes de consumido, pode ser batido no liquidificador com cacau e ate mesmo leite de amêndoas. Fica delicioso”, sugere.

2. Ghee

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Foto: WhatsCookingAmerica

Conhecido como manteiga caseira, na verdade trata-se de um óleo purificado da própria manteiga, onde toda a água e os elementos sólidos e toxinas da gordura do leite e lactose são completamente removidos. “Embora seja inteiramente preparado a partir da manteiga, suas propriedades diferem muito da manteiga em si. Ghee é um óleo de cozinha maravilhoso, que suporta o calor, mas pode ser usado também em um misto de chá, onde utilizamos tulsi (erva medicinal), adicionando uma colher de ghee, água de rosas, mel ou estévia”, ensina.

3. Óleo de coco

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O óleo de coco é excelente para cozinhar, uma vez que também pode suportar o calor. “Há quem utilize o óleo também nas receitas de uma barra de chocolate energético. Ele se une ao cacau, cogumelo reishi, cordyceps (fungo que com propriedades de combater o câncer) e um toque de mel. Para muitos, este é o impulso diário de energia”.

4. Nozes e sementes

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As sementes de cânhamo, amêndoas, sementes de abóbora, castanha do Pará, semente de linhaça, castanhas, sementes de gergelim, avelãs, nozes, macadâmia e sementes de chia compõem uma boa parte de uma dieta equilibrada, ao lado de vegetais verdes. “Leites produzidos a partir destas nozes, castanhas e sementes podem ser grandes fontes nutritivas numa alimentação balanceada. Há também como usar para receitas com panquecas, purê cremoso de batatas-doces, pudim de chia, macarrão e até queijo… as possibilidades são infinitas”, afirma Theo Webert.

5. Azeitonas e azeite de oliva

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As azeitonas e, obviamente, o azeite de oliva são uma excelente fonte de gorduras boas. “Os ácidos gordos monoinsaturados presentes no Azeite de Oliva ajudam na redução do colesterol mau (LDL) no corpo, reduzindo assim o bloqueio de artérias e formação praga. Ele também ajuda na redução da coagulação do sangue, além de ser também uma boa fonte de antioxidantes como fenóis e Vitamina E, que ajudam a manter o coração forte e funcionando corretamente”. Umas das maneiras de consumo do azeite pode ser por meio de molhos. ”Um dos favoritos é aquele que mistura azeite, limão e sal marinho. Você pode fazer alguém feliz com qualquer prato de legumes rápido e saboroso com esse simples molho”, finaliza.
 

Termogênicos naturais podem driblar efeitos colaterais de industrializados

Segundo médico, em receitas acompanhadas, o óleo de coco, café, pimenta-vermelha, chá verde, canela, gengibre e alho são excelentes substitutos para os pré-treino

Um dos grandes problemas de atletas que iniciam os treinos nas academias é a adaptação aos termogênicos. Palpitações, dores de cabeça e problemas imunológicos podem ser alguns dos efeitos colaterais desses suplementos. Uma solução para quem é mais sensível a esses produtos pode ser natural e acessível.

A dica é do médico Theo Webert, que atua em nutrologia e reequilíbrio corporal. “Óleo de coco e café, por exemplo, é uma ótima opção para ser consumida antes do treino, pois melhora bastante a performance e oferece ação termogênica, que ajuda no emagrecimento”, afirma.

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Segundo o médico, que atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, a bebida passa a estimular o sistema nervoso, por responsabilidade do óleo de coco, que é cheio de gorduras boas que auxiliam também no controle da fome. “O ideal é que a bebida seja consumida uma vez ao dia, se possível pela manhã, e sem nenhum tipo de açúcar ou adoçante”, sugere.

O médico explica que por ser natural, a receita evita, por exemplo, palpitações, pressão arterial alta ou até um ataque cardíaco. “Termogênicos industriais podem levar da euforia à depressão rapidamente. Irritações ficam mais frequentes e pessoas ansiosas, depressivas ou com transtorno bipolar são mais suscetíveis a esses efeitos colaterais específicos”, diz.

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Outros alimentos naturais podem surtir o mesmo efeito dos termogênicos, sem os problemas geralmente relatados pelos usuários. “A pimenta-vermelha, o chá-verde, o gengibre, a canela e o alho são alimentos ricos e com propriedades de elevar a temperatura corpórea, acelerar o metabolismo, produzir energia e fornecer saúde”, informa o médico.

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Webert lembra ainda que qualquer um desses alimentos naturais auxilia e muito o sistema imunológico. “Com termogênicos convencionais, a imunidade fica prejudicada basicamente como consequência da irregularidade no sono que os termogênicos causam. Não dormir direito acarreta em vários males, entre eles te deixar fraco e doente”, comenta.

Como em qualquer dieta, no entanto, o médico orienta que o paciente procure o auxílio de um profissional especializado antes de aderir à qualquer tipo receita. “É importante mencionar que esses alimentos devem ser consumidos com cautela por pessoas com restrições médicas, já que não são indicados por quem tem problemas de hipertensão, problemas cardíacos, intestinais, disfunções na tireoide, úlceras ou insônias, por exemplo”, finaliza.

Fonte: Theo Webert é médico, Graduado pela Universidade Potiguar – UnP, Natal/RN, com pós em Fisiologia Hormonal e finalizando Pós em Medicina do Esporte e Nutrologia. Especialista em nutrologia, emagrecimento, saúde e qualidade de vida. 

Nutróloga lista mitos e verdades sobre o óleo de coco

Em matéria de dieta, sempre há algum alimento na moda prometendo milagres. A bola da vez é o óleo de coco: seja fazendo as vezes do azeite para o tempero das saladas, seja para o preparo de alguns pratos substituindo os tradicionais óleos de soja ou canola. Derivado da polpa do coco, este óleo é fonte natural de gordura saturada, rico em triglicerídeos, com alta concentração de ácido láurico – substância com ação antioxidante e anti-inflamatória. Em seu estado virgem, concentra mais de 90% de gordura saturada e 110 calorias por colher de sopa, o que o torna mais calórico do que a manteiga, por exemplo.

Com benefícios ainda controversos, a American Heart Association (AHA) recomenda que o consumo de gorduras saturadas deva corresponder a 10% das calorias totais ingeridas no dia. Ou seja, se consumido em pequenas quantidades e com moderação, o óleo de coco pode até trazer alguns benefícios, desde que associado a uma dieta equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

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Foto: OrganicFacts

Daniela Gomes, nutróloga do HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, diz que sem mudanças no comportamento, nenhuma suplementação na dieta surtirá efeito. “Sozinho, nenhum alimento é capaz de promover milagres. Especificamente sobre o óleo de coco, é importante ressaltar que deve ser consumido de forma moderada. Se houver exageros, seus efeitos adversos, como qualquer outra gordura, podem desencadear a formação de placas de gordura nas artérias e levar a doenças cardiovasculares importantes”, alerta.

Confira alguns mitos e verdades sobre o óleo de coco, esclarecidos pela nutróloga do HCor:

O óleo de coco tem efeito emagrecedor?
O óleo de coco sozinho não faz milagre. Para que ele possa ajudar a perder alguns quilinhos extras, deve ser associado a uma rotina de atividades físicas e alimentação balanceada, rica em fibras, frutas, verduras, legumes, pobre em doces e embutidos, e com consumo de alta quantidade de água. Embora seus benefícios ainda sejam controversos, para os adeptos ao óleo de coco, ele ajuda na perda de peso, no controle da saciedade, na redução da gordura corporal, aumenta a imunidade e ainda possui efeito hidratante.

Todos podem incluí-lo na dieta?
Desde que consumido na quantidade recomendada – até 10% das calorias totais ingeridas no dia -, o óleo não possui contraindicações. No entanto, antes de usá-lo nas refeições, o ideal é buscar orientação médica e nutricional.

Coconut with jars of coconut oil and cosmetic cream on wooden ba

Pode tomar antes de praticar esporte?
Por ser rico em triglicerídeos de cadeia média – um tipo de gordura que é rapidamente absorvida pelo organismo, o óleo de coco fornece energia imediata. A gordura é um importante componente da dieta, usada na produção de hormônios, regulação da resposta imune e inflamatória, essencial para o crescimento, além de produzir energia.

Quais são os efeitos para a saúde cardiovascular?
Um estudo publicado na revista Life Sciences Research Office apontou que o consumo de óleo de coco não aumenta o colesterol nem o risco de se desenvolver doenças coronarianas, pois ele regula as taxas de HDL, o bom colesterol. No entanto, é importante se atentar à casos de colesterol alto ou de doenças cardiovasculares na família. Nestes casos, uma avaliação médica é imprescindível.

Fonte: HCor

Longevidade passa pela boca

Muito se fala em viver bastante mas com saúde, e tendo isso como foco os pesquisadores da consultoria Velhice com Carinho afirmam que uma dieta que estimula a gluconeogênese muito beneficia concretamente na longevidade, tanto melhorando a qualidade de vida de diabéticos como de portadores iniciais de Alzheimer e gordura no fígado.

Como explica a gerontóloga Suyen A. Miranda, diabetes tipo 2 é uma das doenças crônicas mais comuns em adultos acima dos 40 anos e influencia a qualidade de vida de quem se torna idoso.

“Muito se tem pesquisado para encontrar soluções mais inteligentes que tragam saúde e também satisfação, e neste segundo quesito a tecnologia teve acesso ao entendimento de um processo biológico capaz de mudar o quadro de evolução da doença. O processo de gluconeogênese – que por meio dele o corpo produz glicose de outros combustíveis que não carboidratos, como os aminoácidos ou gorduras – aponta um melhor controle dos níveis de glicose e insulina (que é deficiente nos diabéticos) além de reduzir indícios de doenças coronárias e desordens metabólicas com resultados em curto, médio e longo prazo. Ou seja, além de estimular a saúde, equilibra o peso corporal e auxilia o funcionamento equilibrado do organismo”, afirma a pesquisadora.

açúcar

Ela frisa que o ponto importante é a eliminação do carboidrato que é presente em farinha branca, batata comum (inglesa), todos os refrigerantes e sobretudo o açúcar, o mel e todo tipo de bolacha/biscoito, além de alimentos com conservantes, como os pratos prontos industrializados.

Os alimentos recomendados são essencialmente carnes (para quem é vegetariano, substituir por ovos e derivados de leite), todos os tipos de folhas, frutas como abacate, limão, tomate (fruta que se come em saladas, mas é fruta), coco, cacau, e legumes como brócolis, aspargos, couve flor, abobrinha, espinafre (um dos mais ricos alimentos), bem como amendoim, castanhas, alho, cebola, batata doce, cará e pepino. Frutas secas como tâmara e damasco são recomendadas como alimentos doces, e nozes, avelãs e castanhas-do-pará são bem-vindos.

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Quanto ao uso de óleos, Suyen explica que o de coco é altamente recomendado para cozimento, substituindo o óleo de soja; o azeite extravirgem deve ser ingerido com moderação e trazer sabor aos alimentos. Ela destaca que é importante beber água, mas que o consumo de água não aconteça em meio às refeições, mas entre elas, para que não aconteça o comum inchaço, e a água atrapalha o processamento da digestão desde a boca.

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“Recente pesquisa realizada no Johns Hopkins Instituto, da Universidade de mesmo nome, mostrou melhora global orgânica tanto para diabéticos como para idosos com Alzheimer inicial, pessoas com gordura no fígado sendo que todos foram estimulados a realizar atividade física diária leve (dez minutos de caminhada, ou na impossibilidade, exercícios físicos resistidos) visando estimular o trabalho do metabolismo”, finaliza a pesquisadora.

Hábitos alimentares que atuam no combate ao estresse

A alimentação exerce um papel importante na rotina diária quando se busca qualidade de vida. E quando o assunto é estresse, não é diferente. Afinal, é comprovado que os alimentos têm o potencial de agravar ainda mais alguns sintomas ou ajudar a combatê-los.

Buscando o caminho para o combater o mal provocado pelo estresse, o médico e pesquisador na área da nutrição, Patrick Rocha, acredita que é possível adotar hábitos alimentares que atuem a favor da saúde, seja na prevenção e tratamento de doenças, como diabetes e obesidade, como também como um antídoto do mau humor e irritação provocados pela vida moderna.

“Alguns alimentos podem, sim, atuar no organismo aumentando o estresse, pois funcionam como um círculo vicioso. Dependendo da alimentação, há uma maior oxidação de células, o que consequentemente intensifica a ansiedade, aumenta a sensação de fome e, em certos casos, promove a compulsão alimentar e acaba gerando mais frustrações e compensações”, revela o médico.

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Foto: Mark Graf/Moguefile

Segundo Rocha, dá, sim, para enfrentar as oscilações do humor e a ansiedade com os alimentos certos e colocando um fim na compulsão alimentar. Entre os principais alimentos recomendados da dieta antídoto entram ovos, carnes, óleo de coco, frutas vermelhas, leguminosas, sementes oleaginosas, como castanha-do-pará e amêndoas e frutas vermelhas.

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Foto: Max Straeten

A redução gradativa de trigo e do açúcar ficam na berlinda, pois são considerados os principais sabotadores por provocar efeitos danosos ao organismo, ser altamente inflamatórios e funcionarem como um gatilho para fome, gerando pouco tempo depois de consumidos mais vontade de comer.

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Além disso, alguns suplementos naturais são indicados na dieta de combate ao estresse. “A Valeriana offinalis e o Humulus lupulus, por exemplo, são ótimas e usadas para fins medicinais desde a Grécia antiga”, destaca Rocha.

O médico diz que o estilo de vida e a falta de exercícios físicos também são fatores que agravam a condição. Segundo ele, a rotina acelerada e o sedentarismo devem ser trocados por boas noites de sono e descanso e atividades físicas que trabalhem o corpo e a mente como ioga, pilates e corridas leves

Fonte: Patrick Rocha é palestrante, pesquisador e apaixonado por saúde e nutrição. Presidente do Instituto Nacional de Estudos da Obesidade e Doenças Crônicas (INEODOC) e autor dos livros “Emagreça com o Dr Rocha” e “Programa Diabetes Controlada”.