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O que você deve saber sobre osteoporose e implantes dentários

A maior parte dos pacientes que sofrem com a perda progressiva de massa óssea pode recorrer à cirurgia para instalação dos implantes, sem qualquer contraindicação. Porém, em alguns casos, é preciso um nível maior de atenção para conquistar pleno sucesso no tratamento

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 10 milhões de brasileiros são afetados pela osteoporose, condição de saúde que enfraquece os ossos, tornando-os mais frágeis e propensos a fraturas. Uma dúvida comum é: portadores da doença podem se submeter a implantes dentários?

A especialista Bruna Ghiraldini, doutora em Implantodontia e coordenadora do departamento de Pesquisa & Desenvolvimento da S.I.N Implant System, afirma que a grande maioria dos pacientes pode realizar o procedimento sem medo. “Isso acontece porque, em geral, a osteoporose não causa alterações nos ossos da face e, sendo assim, a taxa de sucesso, após a instalação dos implantes, é praticamente a mesma dos indivíduos não afetados pela condição”, explica.

Bruna alerta, porém, que o tratamento pode ser contraindicado ou, ainda, exigir maior cautela, quando o paciente faz uso de uma medicação conhecida como bisfosfonato. O composto é amplamente utilizado no tratamento de doenças ósseas, como osteopenia e câncer nos ossos, entre outras. “Nestes casos, é preciso que a pessoa informe ao cirurgião dentista o máximo de detalhes sobre o remédio, como dose, forma de administração (se é oral ou venosa) e o tempo de tratamento. Estas são informações preciosas”, destaca Bruna. “Além disso, na fase que antecede a cirurgia, é imprescindível que o paciente procure também um endocrinologista, para que o profissional auxilie no controle da doença e, ainda, faça uma avaliação criteriosa, alertando sobre as condições que poderiam oferecer risco ao procedimento”, diz.

Ainda segundo a especialista, o dentista pode solicitar, sempre que achar necessário, exames de sangue. “Por exemplo, o chamado CTX demonstra a degradação do colágeno tipo 1 e é um dos exames que ajuda na tomada de decisão para a intervenção cirúrgica”, diz Bruna. “O exame permite avaliar o nível de atividade metabólica do osso e oferece uma boa previsibilidade, em relação ao risco e sucesso no tratamento”.

Em síntese, conforme a especialista, estas medidas servem para afastar os riscos de má cicatrização e necroses, nos pacientes com osteoporose. E, também, previnem infecções ósseas, ou até mesmo que os pontos da cirurgia se rompam. “Mas a boa notícia é que o acompanhamento multidisciplinar e o controle sobre o uso das medicações tornam o implante dentário uma opção para os portadores da osteoporose”, afirma Bruna.

Fonte: S.I.N Implant System

5 dicas para prevenir a osteoporose na menopausa

Se você tem tido fraturas com muita facilidade, fique atento: pode ser um indício de osteoporose. Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), a doença acomete cerca de 200 milhões de mulheres no mundo todo, aproximadamente um décimo daquelas com 60 anos, um quinto das com 70 anos, dois quintos das com 80 anos e dois terços das com 90 anos.

No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso), são cerca de 10 milhões de casos, sendo que 75% deles só são descobertos depois da primeira fratura. Uma perda de 10% na coluna pode dobrar o risco de fratura nas vértebras, enquanto uma redução de 10% na massa óssea do quadril aumenta em 2,5 vezes as chances de quebra da bacia. O Ministério da Saúde estima que 50% da população feminina, a partir dos 50 anos, sofrerá alguma fratura osteoporótica no decorrer do tempo.

“A doença causa a diminuição da massa óssea, resultando em ossos frágeis e porosos. O grande perigo é que a osteoporose não causa dor, ou seja, muitas pessoas só a descobrem quando há alguma fratura. Quem está mais propício ao problema é a mulher, sendo mais comum a partir da menopausa, após 12 meses de amenorreia (ausência de menstruação)”, afirma Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP, Membro da Febrasgo e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre.

Segundo Claudia Chang, pós doutora em endocrinologia e metabologia pela USP e Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a osteoporose costuma surgir entre os 45 e 55 anos. “Neste período, a chance é maior por conta do desequilíbrio hormonal, principalmente pela queda do estrogênio, hormônio que, dentre outras funções, serve como uma proteção natural aos ossos. Com essa diminuição, o desgaste ósseo acelera. Daí a importância de maiores cuidados com a saúde durante e após a menopausa”.

O que fazer para prevenir a osteoporose

Por não haver cura, é essencial prevenir o quadro de osteoporose, conhecendo tanto os fatores de risco como os hábitos que ajudam a reduzir as chances de desenvolver a doença. São eles:

Abandone o cigarro


O cigarro prejudica a massa óssea de forma direta e indireta. As substâncias tóxicas presentes no produto enfraquecem as células responsáveis pela formação dos ossos e modificam o metabolismo do estrogênio, o hormônio feminino que tem como função proteger o tecido ósseo.

Mexa o corpo!


A atividade física tem efeito protetor sobre o tônus e a massa muscular. Exercícios como corridas e caminhadas são essenciais para prevenir a fraqueza óssea, além de fortalecer o sistema imunológico. Musculação, em especial, deixa os ossos mais resistentes e protegidos pelo ganho de massa muscular e contribui para o aumento do equilíbrio, fator importante para evitar quedas, que são situações comuns em pessoas idosas e que geralmente provocam fraturas. “A massa óssea se desenvolve até os 20 anos e atinge o auge de sua densidade aos 30. Sendo assim, quanto melhor for a qualidade do osso até este período, mais lenta será sua perda”, frisa a endocrinologista.

Aposte na vitamina D


O sol é a principal fonte de vitamina D – 80% da formação dessa vitamina provém dos raios solares, que ativam a síntese da substância em nosso organismo, auxiliando na absorção e fixação nos ossos. O ideal é se expor ao sol 15 minutos por dia, evitando entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa. Se não for possível, uma alternativa é o uso de suplementação de vitamina D em cápsulas ou gotas, que deve ser feita com acompanhamento médico.

Adote uma alimentação saudável


É preciso consumir alimentos que forneçam as quantidades ideais de cálcio para o organismo, além de vitamina D e de outros elementos, como magnésio e fósforo. Confira os alimentos indicados na prevenção contra a osteoporose:

  • Leite e derivados: ótimas fontes de cálcio, proteína e fósforo.
  • Peixes gordurosos: como o salmão, contêm cálcio, vitamina D, proteínas e magnésio.
  • Fígado e óleo de fígado: excelentes fontes de vitamina D.
  • Verduras verdes: brócolis, couve, repolho, agrião, por exemplo, são ricos em cálcio e magnésio.
  • Leguminosas: por exemplo, feijão, grão-de-bico e lentilha, contêm proteínas, ferro e magnésio.
  • Cogumelos: shiitake, shimeji e champignon são boas fontes de vitamina D.

“Com o envelhecimento, o osso perde cálcio, tendendo a ficar mais fraco. Daí a importância de reforçar o consumo desse mineral, principalmente na menopausa. No entanto, assim como a deficiência do cálcio é prejudicial, o excesso também é, podendo ocasionar perda da função renal, entre outros problemas. Por isso, o uso de suplementos à base de cálcio deve ter indicação e acompanhamento do médico. O consumo proveniente dos alimentos é sempre preferível, sendo a suplementação indicada apenas em casos específicos”, pontua Claudia.

Densitometria óssea


Pouco invasivo, o exame mede a densidade do osso e pode diagnosticar a osteoporose ainda em estágios primários, o que possibilita o tratamento imediato e evita o diagnóstico tardio. Já antes dos 40 anos, recomenda-se o exame apenas se houver outro fator de risco envolvido, como histórico familiar ou dificuldade de o organismo absorver o cálcio.

“Feita de forma adequada, a prevenção pode reduzir em até 70, 40 e 30% os riscos de fraturas de coluna, fêmur e costelas, pulsos e pés, respectivamente. Para quem faz uso de medicamentos que possam causar a osteoporose, registre tudo durante os acompanhamentos médicos. Lembre-se: os ossos são fundamentais para a sustentação do nosso corpo, além de servirem de proteção a muitos órgãos”, finaliza Moraes.

A osteoporose e os impactos da doença na saúde bucal na população da terceira idade

Osteoporose diminui a densidade óssea em todo o corpo e fixação dos dentes na mandíbula pode ficar comprometida

Ligada ao envelhecimento, a osteoporose é uma doença silenciosa que afeta todo o corpo de forma progressiva e é caracterizada pela diminuição da massa óssea. Nas mulheres, a doença é causada pela ausência do hormônio feminino estrógeno, responsável pela proteção dos ossos. Mas o que a doença tem a ver com a saúde bucal?

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Conforme explica a cirurgiã-dentista Aline Graziele Fernandez, da Sorridents Santos e São Vicente, uma vez que a osteoporose diminui a densidade óssea em todo o corpo, a fixação dos dentes na mandíbula pode ficar comprometida, devido à fraqueza dos ossos maxilares. Além disso, alguns problemas dentários podem ter relação com a baixa densidade óssea ou apresentarem maior risco devido a essa condição.

“Ossos frágeis associados a má higiene oral levam ao agravamento da perda óssea e, como consequência, os dentes ficam cada vez mais sem a estrutura de sustentação, amolecem e caem”, enfatiza a especialista.

Aline Fernandez comenta que, naturalmente, a população da terceira idade feminina é a mais atingida, devido à menopausa. “Sem um exame específico é difícil identificar se já há o quadro de osteoporose. Por isso, é importante visitar o consultório odontológico regularmente, relatando ao dentista qualquer alteração percebida. E recomendamos isso até para as mulheres mais novas, exatamente para prevenir um quadro mais grave”, ressalta.

Foto: Zahnreinigung/Pixabay

Por esse motivo, Aline destaca que a prevenção é sempre a melhor forma de tratamento. “A falta de higiene oral e de limpezas semestrais feitas pelo dentista leva ao acúmulo de tártaro, ocasionando doenças periodontais, o que pode acarretar também na perda da estrutura óssea. Nesses casos, quando há indícios de osteoporose existirá uma perda óssea mais acelerada. Portanto, prevenir é sempre mais prático, mais saudável e mais barato”, conclui.

Fonte: Sorridents Santos e São Vicente

Dia Mundial da Osteoporose: dicas para um futuro sem a doença

SBGG reforça a necessidade de conscientização e destaca a importância da prevenção à esta patologia que afeta cerca de 15 milhões de brasileiros

Hoje, 20 de outubro, marca o dia de conscientização sobre uma doença que afeta grande parte da população idosa: a osteoporose. A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) reforça a importância desta campanha e alerta para a prevenção, diagnóstico e tratamento desta patologia que pode trazer muitas consequências negativas para a saúde daqueles com mais de 60 anos.

A osteoporose é uma enfermidade caracterizada pela redução da qualidade e da densidade mineral óssea, causando predisposição à fragilidade dos ossos e risco aumentado de fraturas. Cerca de 15 milhões de pessoas convivem com a doença no Brasil atualmente, de acordo com o Ministério da Saúde. Estima-se que a cada três segundos ocorra uma fratura osteoporótica em algum lugar do planeta. São aproximadamente nove milhões de fraturas, anualmente, em todo o mundo, sendo a maior parte destas, na população idosa. A incidência de fraturas aumenta exponencialmente nas idades mais avançadas.

“Existem muitos fatores de risco que aumentam a chance de desenvolver osteoporose, sendo dois dos mais significativos o sexo e a idade. Mulheres com mais de 50 anos ou na pós-menopausa têm maior risco. Isso porque elas sofrem rápida perda óssea nos primeiros dez anos após a menopausa, devido à redução dos níveis de estrogênio, hormônio que protege contra a perda óssea excessiva”, explica a geriatra Ana Cristina Canêdo, que compõe a atual Diretoria da SBGG, e é coordenadora do Programa de Residência médica em Geriatria do Núcleo de Atenção ao Idoso, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A osteoporose também afeta os homens e pode ser ainda mais fatal para eles. “Espera-se que cerca de 80 mil homens fraturem o quadril anualmente. Além disso, eles têm maior probabilidade de morrer um ano após a fratura do quadril. A osteoporose pode ocorrer em pessoas de todas as raças e etnias. Em geral, no entanto, brancos e asiáticos possuem maior risco”, pontua.

Ela explica que a patologia possui um forte componente genético, sendo considerada uma doença poligênica. Isto significa que o histórico familiar está muito relacionado ao risco de ter a doença. Por isso, é preciso dar atenção aos sinais. Ter pais ou avós com indícios de osteoporose, como fratura no quadril após uma pequena queda, está associado a um risco maior de desenvolver a osteoporose.

Os locais mais comuns atingidos pela osteoporose são a coluna (vértebras), a bacia (fêmur), o punho (rádio) e braço (úmero). Ana Canêdo esclarece que, entre estas, a fratura mais perigosa é a do colo do fêmur. “Um quarto dos pacientes que sofrem esta fratura morrem dentro de seis meses e os que sobrevivem apresentam uma redução importante da qualidade de vida e independência”.

Doença silenciosa

A osteoporose é uma doença silenciosa, raramente apresenta sintomas antes que chegue a um estágio mais grave, isto é, uma fratura óssea. O ideal é que sejam feitos exames preventivos periódicos para ela ser diagnosticada a tempo de se evitar as fraturas. O principal deles para o diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea (DMO).

“O exame está indicado para todas as mulheres a partir de 65 anos e homens com 70 anos ou mais. Além disso, as mulheres com menos de 65 anos na pós menopausa e os homens com mais de 50 anos, que possuam fatores de risco, também devem realizar a DMO para confirmar a presença da osteoporose”, afirma Ana Cristina.

Prevenção

De acordo com a especialista, para um futuro sem osteoporose ou fraturas, deve-se investir em prevenção ao longo da vida. As principais recomendações são exercitar-se regularmente, incluindo exercícios de fortalecimento muscular e treinamento de equilíbrio. Garantir uma nutrição rica em cálcio e proteínas – principais nutrientes para a saúde óssea, e buscar níveis suficientes de vitamina D, que podem ser obtidos pela exposição à luz solar em horários seguros, ou através da suplementação sob prescrição médica. Além disso, evitar hábitos prejudiciais, como tabagismo e o consumo de bebidas alcoólicas, são estratégias importantes para a prevenção.

Tratamento

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O tratamento da osteoporose envolve o uso de medicamentos que diminuem ou mesmo interrompem a perda de massa óssea, tendo como principal objetivo a redução do risco de fraturas. Há diversas classes de medicamentos que poderão ser utilizadas, porém a seleção do medicamento deverá ser feita pelo médico especialista de acordo com as particularidades de cada paciente. Além disso, são empregadas medidas para diminuir o risco de fraturas, como fortalecimento muscular, treinamento de equilíbrio e adaptações para reduzir a ocorrência de quedas.

Fonte: SBGGSociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Medicamento para combater osteoporose em pacientes de alto risco de fratura chega ao mercado

Único com dupla ação, a nova terapia reverte de forma rápida e eficaz a porosidade dos ossos, evitando fraturas secundárias que geram alto índice de morbidade e mortalidade

A Amgen, uma das empresas líderes em biotecnologia no mundo, anuncia o lançamento do romosozumabe, o primeiro e único construtor ósseo com duplo mecanismo de ação: evita perda de massa óssea, ao mesmo tempo que regenera as partes já comprometidas pela doença.

Aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2020, o anticorpo monoclonal é indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia de osteoporose disponível. A terapia traz a possibilidade de aumentar a densidade mineral óssea e fortalecer a estrutura esquelética do corpo humano, reduzindo significativamente o risco de fratura.

‘’Este lançamento era muito esperado e representa um grande avanço no tratamento de casos graves de osteoporose, pois embora tenhamos excelentes medicamentos disponíveis no Brasil, nenhum deles conseguia ao mesmo tempo aumentar a massa óssea e evitar a reabsorção. O remédio aumenta a densidade mineral óssea e evita a perda óssea ao mesmo tempo, fortalecendo a estrutura esquelética de forma mais rápida, reduzindo, assim, a possibilidade de novas fraturas, o que é especialmente relevante nesse momento de pandemia’’ afirma Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose.

A osteoporose, conhecida por acometer principalmente idosos, é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumenta o risco de fraturas. Além de idosos, mulheres em menopausa e pacientes de alto risco (com fratura prévia, histórico familiar de fratura de quadril e pacientes com quedas frequentes) também são afetados e geralmente descobrem a doença após a primeira fratura.

O lançamento do romosozumabe traz para o mercado uma possibilidade de mudar o cenário da incapacitação por fraturas, principalmente em pacientes de meia idade com fragilidade óssea por osteoporose3. O medicamento demonstrou em estudos que reduz rapidamente o risco de fratura e constrói um novo osso com 12 meses de terapia.

Apenas no Brasil, são cerca de 10 milhões de brasileiros afetados pela osteoporose – a maioria sem conhecimento até o momento da primeira fratura óssea. “As fraturas relacionadas à osteoporose representam um importante desafio e um empecilho para o envelhecimento saudável. Esse tipo de fratura, particularmente a de quadril, promove hospitalização, frequente perda da independência e necessidade de auxílio permanente para os cuidados da vida diária. O medicamento chega ao Brasil como uma importante ferramenta terapêutica para o manejo desse problema de saúde pública”, afirma o especialista.

Saiba mais sobre fraturas

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Segundo a Federação Internacional de Osteoporose, mais de 8 milhões de fraturas são causadas pela doença todos os anos no mundo. Um levantamento global da instituição mostra que em pessoas acima de 50 anos de idade, na maioria mulheres, sofrerão uma fratura por fragilidade óssea ao longo de suas vidas.

Além disso, um ano depois de uma fratura de quadril, 24% dos pacientes idosos vão a óbito. Outro estudo demonstra que 60% dos pacientes necessitam de assistência para realizar atividades como alimentar-se, vestir-se ou ir ao banheiro, e 80% precisam de ajuda em atividades como fazer compras ou dirigir.

A aprovação pelo órgão regulador foi baseada no estudo Frame, que avaliou mulheres pós menopausa que apresentam osteoporose, a redução significativa de novas fraturas vertebrais (coluna) e fraturas clínicas (sintomáticas) em 12 meses em comparação com o placebo, além do estudo ARCH, que utilizou o mesmo público, e evidenciou a indicação nos pacientes com alto risco de fratura e quando tratados com o medicamento por 12 meses, seguido por mais 12 meses com alendronato, comparado a outro grupo que tratou apenas com alendronato por 24 meses, havendo redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não-vertebrais e de quadril durante o período do estudo.

Fonte: Amgen

Dia Mundial da Osteoporose – confira como a nutrição pode ajudar a prevenir

Nutricionista Adriana Stavro dá algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis

A osteoporose é uma doença crônica que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. É uma doença esquelética caracterizada por baixa massa óssea e arquitetura óssea interrompida que aumenta a fragilidade e o risco de fratura. A perda de massa óssea muitas vezes passa despercebida, pois é um processo contínuo, lento e assintomático. A mineralização óssea é afetada pelo metabolismo do cálcio e do fósforo, que é controlado pela vitamina D, paratormônio e calcitonina.

Até recentemente, acreditava-se que a osteoporose atingia principalmente mulheres na pós-menopausa e idosos. Porém,resultados de pesquisas atuais, indicam que esta doença pode ocorrer em indivíduos por volta dos 40 anos, bem como em jovens.

Os fatores de risco que causam o desenvolvimento da osteoporose incluem a insuficiência do pico de massa óssea, o que é particularmente importante em crianças pois cerca de 90% do pico é alcançado antes do término do processo de maturação. Nas meninas sua densidade óssea máxima é por volta dos 18 anos e nos meninos aos 20. Ao longo da vida, é importante manter a densidade óssea e tentar diminuir a perda óssea.

Por isso todos os fatores de risco: intrínsecos (genéticos, raça, sexo, idade), extrínsecos (medicamentos recebidos, influência de doenças crônicas) e aqueles que podem ser potencialmente modificáveis como, baixo peso corporal, tabagismo, consumo excessivo de álcool e de café, sedentarismo e os fatores de risco dietéticos tais como deficiência de cálcio, vitamina D e baixa ingestão proteica devem ser evitados desde o início da vida até a senescência.

Ter uma alimentação saudável e balanceada, evitar cigarro e álcool, manter-se fisicamente ativo e ingerir quantidades adequadas de cálcio, é um passo importante para construir e manter ossos fortes e saudáveis ao longo de toda a vida. Aqui estão algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis.

Vitamina D

É bem conhecido que a vitamina D promove a absorção de cálcio no intestino e ajuda a manter as concentrações de cálcio sérico adequadas para permitir a mineralização normal dos ossos. Assim, o cálcio e a vitamina D trabalham juntos de forma sinérgica.Você pode obter vitamina D por meio da exposição à luz solar e em pequenas quantidades em alimentos como: peixes gordurosos (salmão, arenque, cavala), fígado, ovos.

Cálcio

Os produtos lácteos são uma excelente fonte de cálcio e boa fonte de proteína. Se você é intolerante a laticínios ou se prefere evitar, existem outras fontes alternativas de alimentos com alto teor de cálcio. Esses incluem: espinafre, sardinha, grão-de-bico, brócolis, aveia, semente de gergelim, ovos, amêndoas.

Vitaminas e Minerais


Embora o cálcio e a vitamina D tenham sido o foco principal da prevenção nutricional da osteoporose, pesquisas recentes esclareceram a importância de vários nutrientes adicionais. Além de laticínios, a ingestão de frutas e vegetais emergiu como um importante fator de proteção modificável para a saúde óssea. Vários nutrientes, incluindo magnésio, potássio, vitamina C, vitamina K, complexo B e carotenoides, mostraram ser importantes aos ossos. Boas fontes incluem: abóbora, beterraba, cenoura, couve, damasco seco, melão, ervilha, acerola, brócolis, caju, couve, espinafre, kiwi, laranja, limão, manga, melão, morango, papaia, tomate, arroz integral, amêndoa, amendoim, castanha-do-pará, gema de ovo, gérmen de trigo, milho, óleos vegetais, semente de girassol, aves, cereais integrais, feijões, leite, carne branca, atum, lentilhas, feijões, cebola e alho.

Proteína e atividade física


A ingestão de proteínas de boa qualidade e a atividade física adequada são os principais estímulos anabólicos para a síntese de proteínas musculares. O treinamento físico leva ao aumento da massa e força muscular, e a combinação de ambos produz maior aumento de proteína muscular que qualquer intervenção isolada. Boas fontes de proteína: frango, carne, peixe, ovos, tofu, soja. Pessoas com diagnóstico de osteoporose precisam ter cuidado com exercícios de alto impacto e certos alongamentos. O seu médico poderá aconselhá-lo melhor.

Cálcio e fósforo


A proporção de cálcio para fósforo também é uma consideração importante, mas a dieta moderna raramente garante o equilíbrio certo entre esses nutrientes. A presença de fosfatos em produtos alimentícios (emulsificantes e estabilizadores de pH) aumenta as concentrações de fósforo na dieta, levando à acidificação dos tecidos corporais e à intensificação da atividade da paratireoide. As glândulas paratireoides produzem paratormônio, que promove a perda de cálcio dos dentes e ossos. A vitamina D é essencial para manter o equilíbrio cálcio-fósforo no corpo e mineralizar a matriz óssea. A deficiência de vitamina D pode ter um efeito prejudicial na qualidade óssea e na absorção de cálcio dos alimentos.

Tabaco

O tabagismo é bem conhecido por ter um efeito adverso na saúde geral e demonstrou retardar o trabalho das células de construção óssea. Fumar também pode resultar em menopausa precoce nas mulheres e aumentar o risco de fratura do quadril. A boa notícia é que o risco de fratura é reduzido naqueles que param de fumar.

Álcool


O consumo excessivo de álcool parece ser um fator de risco significativo para osteoporose e fraturas. Se você for mais velho, mesmo uma pequena intoxicação está associada a um aumento nas quedas, o que pode resultar em fraturas.

Peso corporal

Procure manter um peso corporal saudável , pois estar abaixo ou acima pode aumentar o risco de osteoporose e fraturas. Mesmo após a menopausa, as mulheres com peso saudável podem continuar a produzir pequenas quantidades de estrogênio protetor dos ossos nas camadas de gordura sob a pele. Garantir que você não está muito magro também ajuda a fornecer alguma proteção aos ossos. No entanto, o excesso de peso não ajuda, aumenta o risco de fratura e de desenvolver muitas outras doenças.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em doenças crônicas não transmissíveis, mestre do nascimento a adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Dia Mundial e Nacional da Osteoporose: confira mitos e verdades

Médico esclarece dúvidas sobre o problema que atinge 10 milhões de pessoas no Brasil

Celebrado hoje, 20 de outubro, o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose chama a atenção para uma doença silenciosa e sem sintomas aparentes que atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, com 200 mil óbitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, no mundo, afeta 200 milhões de pacientes.

A enfermidade causa a diminuição da massa óssea, resultando em ossos frágeis e porosos. Como não há a presença de dor entre seus sintomas, na maioria das vezes, as pessoas só descobrem quando há alguma fratura.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 1 em cada 3 mulheres e 1 em cada 5 homens acima dos 50 anos desenvolvem a doença.

Porém, ainda há muitas dúvidas que as causas e tratamentos para essa patologia. Por isso, o doutor Ulisses dos Santos, Diretor Médico do Hospital HSANP, esclarece o que é mito ou verdade:

A osteoporose atinge mais o sexo feminino.

Verdade: a doença atinge mais mulheres após os 50 anos devido à queda brusca de estrogênio, hormônio que ajuda a manter o equilíbrio da estrutura óssea.

Quem tem a doença não pode praticar atividades físicas.

Mito: o exercício físico estimula a formação e fortalecimento ósseo, por isso, a prática é indicada. Contudo, recomenda-se que a atividade seja acompanhada por um educador físico.

A enfermidade não tem cura.


Verdade:
embora não tenha cura, existem diversos tratamentos incluindo medicamentos e medidas não medicamentosas. O tratamento varia de paciente para paciente, por isso, é essencial o acompanhamento médico.

A principal forma de prevenção é aliar uma alimentação saudável com a prática de exercícios físicos.

Foto: Runner’s World

Verdade: as medidas de prevenção contra a osteoporose podem e devem ser realizadas durante a vida toda, pois cerca de 90% da estrutura óssea é formada até os 20 anos de idade. Portanto, é fundamental a ingestão de alimentos ricos em cálcio, além de manter uma dieta equilibrada. Já as atividades físicas são importantes para fortalecer e formar o tecido ósseo. Outro benefício dos exercícios é o desenvolvimento do reflexo e equilíbrio, prevenindo as quedas.

Hábitos alimentares na infância podem impactar no desenvolvimento da osteoporose.

Verdade: a massa óssea é formada na infância e adolescência e necessita do cálcio e da vitamina D para sua formação. Por isso, é importante adotar uma alimentação saudável, com alimentos ricos em nutrientes desde a infância, para que a estrutura óssea seja forte quando adulto. Quanto mais sólido o processo de calcificação do osso, menor será a probabilidade de desenvolver a doença.

Apenas os laticínios são fontes boas de cálcio.

Mito: existe cálcio também de origem vegetal, como nozes, sementes, alho e vegetais de folha verde-escura. É importante a consulta com o nutricionista para adaptar fontes variadas de cálcio no cardápio.

A doença pode afetar diversas partes do corpo.

Verdade: ela pode atingir diversas partes do corpo, tais como: coluna, punho, braço e fêmur, sendo que este último membro citado é considerado bastante perigoso, pois pode colocar em risco a vida do paciente, em função das complicações do trauma.

Fonte Hospital HSANP: investimento de um grupo de médicos e gestores especializados na área de saúde com mais de 20 anos de experiência, o HSANP é referência na Zona Norte da Grande São Paulo e tem como missão, ser assertivo com práticas humanizadas, promovendo a melhor experiência e resultados no cuidar de pessoas.

Osteoporose: condição afeta 10 milhões de brasileiros e traz complicações

Doença mais comum em idosos também pode ser desenvolvida por crianças, adolescentes e jovens adultos

Nas redes sociais, muitas vezes, a osteoporose é mencionada em tom de brincadeira, tornando-a popularmente conhecida como uma doença típica de idosos, entretanto, a doença atinge mais de 10 milhões de brasileiros e é responsável por uma fratura a cada 3 segundos em todo o mundo.

A doença pode ser descoberta em qualquer fase da vida, especialmente, em mulheres pós menopausa ou adultos em qualquer idade com histórico familiar ou deficiência de vitaminas. Para conscientizar a população sobre a importância da prevenção da osteoporose e cuidado com a saúde dos ossos, sociedades médicas do mundo todo se reúnem no Dia Mundial de Prevenção e Combate à Osteoporose, hoje, 20 de outubro, para incluir a doença na agenda global da saúde e diminuir o impacto das fraturas na sociedade.

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A osteoporose é caracterizada pela perda progressiva de massa óssea, o que faz com que os ossos se tornem mais suscetíveis a quebra. Por ser silenciosa, o paciente só toma conhecimento sobre a doença em consultas de rotina, quando o médico avalia esse aspecto, ou infelizmente, com a primeira fratura – que pode ocasionar uma enorme perda de qualidade de vida, aumentar as internações e até levar a óbito. No Brasil, a cada ano ocorrem cerca de 2,4 milhões de fraturas decorrentes da osteoporose.

“A primeira fratura é muitas vezes a porta de entrada para investigar a osteoporose. Na maioria dos casos, a doença só é identificada após a primeira fratura. Portanto, fazer o acompanhamento médico preventivo, incluindo o exame de densitometria óssea, é fundamental para o diagnóstico precoce e evitar a progressão e as consequências da doença à longo prazo” explica Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

Existem dois tipos de osteoporose: a primária, que é relacionada ao envelhecimento e a menopausa, mais conhecida entre a população; e a chamada de osteoporose secundária, que os jovens podem desenvolver, quando ocorre a diminuição da massa óssea em decorrência de medicações ou outras doenças, como diabetes, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, insuficiência renal crônica, cirurgia bariátrica, doença celíaca, anorexia, artrite reumatoide e uso de glicocorticoides. Por isso, a importância de também cuidar da saúde dos ossos.

Além da prática regular de atividade física desde cedo, um dos elementos fundamentais para garantir a saúde dos ossos e reduzir o risco de fratura ao longo dos anos, e a correta suplementação de cálcio e vitamina D, pois, o cálcio faz parte da composição básica dos ossos e, a vitamina D, por sua vez, promove absorção do cálcio e mantém equilibrada a quantidade de mineral que o corpo precisa.

“Mesmo sendo uma doença sem cura e progressiva, atualmente temos diversas formas de lidar com a condição – inclusive, medicamentos biológico, que podem ser uma alternativa para os pacientes com o objetivo de desacelerar o ritmo da doença e evitar uma fratura ou complicações severas para o paciente, que impactam não apenas o indivíduo, mas toda sua família, considerando que a fratura pode ser incapacitante e traz consequências na qualidade de vida, independência e até improdutividade”, alerta Albergaria.

Campanha Nada Pode Te Parar

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do cuidado com a saúde dos ossos e com a osteoporose, a Amgen lançou uma campanha em parceria com a Abrasso visando desmistificar a doença, abordando seus principais sintomas, como é feito o diagnóstico e a importância de buscar formas efetivas de prevenção e tratamento, pois, afinal, Nada Pode Te Parar, nem mesmo uma doença como a osteoporose. Para mais informações, clique aqui.

Confira quais alimentos são ricos em vitamina D

Por que você precisa de vitamina D

É importante para os ossos, células sanguíneas e sistema imunológico. Você obtém a maior parte de sua vitamina D da luz solar pela pele. Apenas alguns minutos por dia em suas mãos e rosto devem fazer o truque. Mas você também pode obtê-la pela alimentação. Se você estiver em casa, doente ou for idoso, pode não receber vitamina D suficiente. Converse com seu médico se achar que seus níveis estão baixos.

Quanto você precisa?

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A maioria dos adultos precisa de cerca de 15 microgramas (mcg) por dia. Isso diminui para 10 mcg em bebês e até 20 mcg em adultos com 71 anos ou mais. Nos rótulos, você pode ver as quantidades de vitamina D listadas em unidades internacionais (UI). Um único micrograma é igual a 40 unidades internacionais.

Suco de laranja

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Foto: Ju00c9SHOOTS/Pexels

Nesse caso, é melhor comprá-lo do que fazer você mesmo em casa. Isso ocorre porque a vitamina D não vem das laranjas, mas dos fabricantes que a adicionam ao suco. Procure as palavras “fortificadas com vitamina D” no rótulo. Você recebe cerca de 2,5 mcg por cada copo. Desfrute de um copo de suco de laranja, mas não exagere. Além de nutrientes, também é embalado com açúcar e calorias.

Truta arco-íris

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Se você está procurando um prato principal saudável e com uma quantidade decente de vitamina D, tente grelhar um pouco de truta arco-íris. Tem 16 mcg em uma porção de 85 gramas. Adicione um pouco de manteiga com limão e ervas para uma refeição saborosa.

Salmão

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Uma porção de 85 gramas de salmão pode fornecer 10 a 18 mcg de vitamina D, dependendo do tipo. O coho selvagem está na extremidade baixa, com 10 mcg, e o salmão enlatado está no topo, com 18. Outros peixes gordurosos, como cavala, arenque e sardinha, também têm um bom índice de vitamina D. Para uma refeição fácil de preparar, experimente bolinhos de peixe assados ​​com salmão da lata.

Cogumelo Portobello

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Você pode obter 8 mcg de vitamina D quando come 85 gramas de cogumelos portabello. Mas você pode trazê-los para fora para ver o sol por alguns segundos.Faça isso porque a luz UV do sol aumenta o nível de vitamina D em muitos cogumelos, principalmente nos portobellos. Para uma alternativa a um prato de carne, pincele os cogumelos portobello com azeite e cozinhe-os na grelha.

Iogurte

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Foto: Profet77/Pixabay

Os fabricantes de iogurte costumam adicionar vitamina D ao produto. Normalmente, você pode obter 3 mcg em uma porção de 236ml. Escolha o iogurte natural com pouca gordura para reduzir o açúcar, a gordura e as calorias. Para um lanche saudável, cubra frutas frescas com iogurte natural com pouca gordura e nozes trituradas.

Atum

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O humilde atum light de uma lata leva um boa quantidade de vitamina D, em comparação com outros alimentos. Você recebe 6 mcg em uma porção de 85 gramas. Quando você faz um sanduíche, em vez de maionese, experimente uma mistura de mostarda Dijon, azeite e suco de limão para mantê-lo mais saudável.

Leite

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Seja seu leite integral, achocolatado ou com baixo teor de gordura, o produtor provavelmente o fortificou com cerca de 3 mcg de vitamina D por xícara. Então, se você tem uma escolha, qual o tipo que provavelmente deveria escolher? (Dica: não é o achocolatado). Sim, baixo teor de gordura é o caminho. Experimente de manhã com cereais integrais e com pouco açúcar, também frequentemente enriquecidos com vitamina D.

Leites não lácteos

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Quer sejam feitos de soja, amêndoas ou arroz, os fabricantes normalmente fortalecem esses produtos com 2,5 a 3 mcg de vitamina D por xícara. Às vezes, essas bebidas também contêm muita gordura, açúcar e calorias; portanto, verifique cuidadosamente o rótulo. Adicione um pouco de cremosidade não oleosa ao seu smoothie pós-treino com uma xícara de leite de amêndoa.

Fatores de risco para baixos níveis de vitamina D

Vários fatores aumentam suas chances de ter baixos níveis de vitamina D:

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=Idade: sua pele e rins já não são como antes.
=Pele mais escura: não converte a luz solar também.
=Problemas digestivos: doença de Crohn, doença celíaca e os problemas com a digestão de gordura podem limitar seus níveis.
=Obesidade: a gordura retém a vitamina D e impede que ela entre no sangue.

Você está com pouca vitamina D?

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O seu médico pode testar seu sangue para verificar seus níveis de vitamina D. Isso é muito importante se você é uma pessoa que não sai muito de casa (não toma sol) ou apresente sinais de baixa vitamina D, como osteoporose ou dores nos músculos ou ossos. Uma quantidade normal para adultos é superior a 20 nanogramas por mililitro (ng / mL). Em menores de 12 anos pode ser um problema de saúde. Suplementos podem ajudar, mas converse com seu médico primeiro e não exagere. Níveis de vitamina D acima de 100 ng/ml podem ser arriscados.

Fonte: WebMD

Alimentos que fortalecem os ossos

Nutricionista da Superbom elenca alimentos que atuam no enrijecimento da ossatura

Quando se trata de fortalecimento dos ossos, os itens derivados do leite são os primeiros a vir a mente. Porém, existem outros alimentos que são ótimas fontes de cálcio e nutrientes, auxiliando na prevenção de doenças como a osteoporose.

Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose, a doença afeta uma em cada três mulheres com mais de 50 anos, enquanto nos homens a proporção é de um a cada cinco. O problema progride gradativamente e, raramente, apresenta sintomas antes que aconteça algo com mais gravidade, como uma fratura.

Para auxiliar quem busca uma alimentação saudável visando o fortalecimento dos ossos, a nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, Jessica Santos, selecionou cinco alimentos que não podem ficar de fora dessa dieta. Confira abaixo:

soja

• Soja: alimentos à base de soja atuam beneficamente para o enrijecimento da ossatura. “É rica em isoflavona, substância semelhante ao hormônio feminino estrógeno, atuando na absorção dos minerais e, consequentemente, diminuindo a eliminação de cálcio na urina “, explica a especialista.

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• Tomate: é rico em minerais como ferro, magnésio, fósforo e potássio, componentes ligados à formação dos ossos. Além de possuir vitamina A, que age na prevenção do câncer.

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• Vegetais verdes: de acordo com pesquisadores da Universidade de Berna, na Suíça, a ingestão de grandes quantidades de vegetais verdes como brócolis, couve-flor e espinafre ajudam a aumentar a densidade óssea em até 3%, devido ao fato desses alimentos serem ricos em cálcio e vitamina D.

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• Amêndoas: essa semente oleaginosa é uma ótima fonte de cálcio e magnésio. Em 26 gramas de amêndoa se encontra 60mg de cálcio, além de ser altamente nutritiva.

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Foto: Alibaba

• Óleos de semente: óleo das sementes de canola, linhaça e gergelim são ricos em ômega-3, que agem no aumento da absorção de cálcio pelo organismo.

Sugestão de produtos que fortalecem os ossos:

Proteínas da soja – Superbom

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As proteínas da soja da Superbom são ideais para fazerem parte de uma alimentação saudável porque além de contribuírem para o fortalecimento dos ossos, são ricas em fibras e têm alto teor proteico. Disponíveis nas versões: Bife, Carne, Salsicha, Almôndegas ao molho sugo, Vegan Meat, Salsicha defumada aperitivo, Hambúrguer, Salsicha defumada, Medalhão ao molho madeira, Molho bolonhesa, Cubinhos ao molho mexicano, Escalope ao molho caseiro e Jardineira ao molho caseiro.

Informações: Superbom