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10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, apenas 20% sabem que têm a doença

Cerca de 10 milhões de mulheres e homens brasileiros sofrem de osteoporose segundo a Abrasso (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo), mas apenas 20% estão cientes que têm a doença, que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e provoca o aumento do risco de fraturas. Em países em desenvolvimento, a incidência deve aumentar consideravelmente nos próximos anos, por conta do envelhecimento rápido da população.

Segundo o reumatologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Guilherme Laranja, a osteoporose acomete uma em cada três mulheres com mais de 65 anos e um em cada cinco homens acima dos 70 anos. Pulsos, coluna vertebral e fêmur costumam ser as partes do corpo mais afetadas.

“A deficiência de estrogênio, hormônio feminino, causa a fragilidade óssea de mulheres no período pós-menopausa. Nesse cenário, a incidência de osteoporose em mulheres é o dobro do que em homens”, diz o especialista.

A osteoporose é classificada de duas formas: primária e secundária. A primária, não tem uma causa secundária definida. Já a secundária acontece quando outras doenças que comprometem a massa óssea são a causa do surgimento da osteoporose, como alguns tipos de câncer e seu tratamento, doenças inflamatórias em geral (lúpus, artrite reumatoide), deficiência de cálcio e vitamina D, assim como tabagismo, consumo exagerado de álcool e tratamentos à base de corticoides.

Diagnóstico e prevenção

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A densitometria óssea ainda é o melhor método para o diagnóstico da osteoporose. O exame, que mede a quantidade de cálcio nos ossos, pesquisa e indica o nível de gravidade da doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável ajuda a prevenir o desenvolvimento desta patologia.

Alimentação balanceada, rica no consumo de verduras e legumes, principalmente as de cor verde escura, frutas, na farta ingestão de cálcio e de vitamina D, associada ao baixo consumo de açúcar, exposição ao sol, além de atividade física regular são algumas das formas de tentar evitar ou retardar quadros de osteoporose.

“Atividade física regular também é importante no combate a osteoporose. O ideal seria começar a prática desde a infância, pois isso melhora a “reserva” de osso da criança, e consequentemente a massa óssea na velhice. Já para os adultos, é importante manter uma rotina regular de exercícios, de impacto e com cargas”, explica o médico.

Casa segura e bem iluminada

Osteoporosis

Quem sofre de osteoporose precisa se preocupar em viver em um local seguro, livre dos riscos de queda, por isso, o especialista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz alerta para a importância de deixar os ambientes domésticos protegidos. “O ideal é que os idosos vivam em casas com boa iluminação, sem tapetes nos quartos, banheiros, cozinha e salas. Cadeiras, poltronas e sofás devem ter braços, que ajudam na hora de a pessoa se levantar. Os pés dos móveis devem ter protetores antiderrapantes”, diz o médico.

O reumatologista reforça que barras de apoio devem ser instaladas dentro do box do chuveiro, próximas da pia do banheiro e ao lado do vaso sanitário. Isso reduz o risco de queda e dá mais autonomia ao idoso. Nas escadas, o uso de fita antiderrapante na borda dos degraus ajuda a melhorar a aderência e sinalizam o fim de cada degrau.

Confira alguns mitos e verdades sobre a osteoporose:

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Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Ortopedista do HCor alerta para os riscos da osteoporose

Em prol do Dia Mundial da Osteoporose, celebrado no dia 20 de outubro, o Prof. Dr. Gilberto Camanho orienta como prevenir a doença que, no Brasil, provoca uma fratura a cada três segundos

Silenciosa e assintomática, a osteoporose já atinge cerca de 10 milhões de pessoas em todo o país. Idosos, principalmente mulheres na pós-menopausa, são as pessoas que mais sofrem com a doença, cujo efeito provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que acaba causando múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de nove milhões de fraturas por ano no país, cuja incidência já é de uma a cada três segundos.

“O principal objetivo da prevenção e do tratamento da osteoporose é justamente evitar a ocorrência de fraturas. Afinal, quando uma pessoa em idade avançada quebra algum dos ossos a sua recuperação costuma ser bastante difícil e dolorosa. Isso sem contar que, em casos de fratura no quadril, há o risco de que o idoso fique incapacitado e restrito a uma cadeira de rodas”, diz o ortopedista do HCor, Prof. Dr. Gilberto Camanho.

Pratique atividade física

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Para contribuir com a prevenção do problema, o médico aponta algumas importantes iniciativas. A primeira delas é a prática de exercícios. Além de evitar a perda de massa óssea causada pela osteoporose, a atividade ajuda a fortalecer e alongar os músculos das costas, reduzindo o problema. “A maior parte dos exercícios indicados em casos de osteoporose são leves e podem ser praticados em casa, depois de serem ensinados por um fisioterapeuta”, acrescenta o ortopedista.

Distribua o peso

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Foto: 123rf

Outra dica importante de Camanho é que os idosos procurem executar os seus afazeres diários da maneira correta. Ou seja, sabendo que, caso tenham que carregar peso, é preciso distribuí-lo pelo restante do corpo, sem concentrá-los em um único membro ou na coluna, já que, devido a ação da osteoporose, ficam fragilizados e podem sofrer fraturas. “Ao carregar peso, é importante flexionar os joelhos antes de levantar cargas maiores, por exemplo. Porém, quando algo for pesado demais, ou a coluna já tiver um grau mais intenso de fragilidade, a melhor opção é sempre pedir ajuda ou evitar carregar peso. Isso pode prevenir acidentes e novas fraturas”, aconselha o ortopedista.

Combata os fatores de risco

Camanho ainda acrescenta que, para prevenir a osteoporose, é necessário ficar atento aos fatores de risco para a doença. Entre os mais relevantes estão idade avançada, ocorrência prévia de fratura, tabagismo, alcoolismo, uso de corticoides, artrite reumatoide e vida sedentária. Por isso, o médico aponta algumas medidas que, além de combater todos estes fatores de risco, podem contribuir com um estilo de vida mais saudável. Entre elas estão:

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=Consuma laticínios, frutas, legumes, folhas verdes e grãos, pois eles são ricos em cálcio;

=Procure praticar atividades físicas durante 30 minutos diários no mínimo. A prática de esportes fortalece os ossos;

=Fumantes chegam a perder cerca de 1% de massa óssea por ano. Por isso, evite cigarros;

=Homens costumam carregar mais peso que as mulheres. Por isso, eles precisam evitar exageros e tomar cuidado com quedas, já que todos esses fatores também comprometem a saúde dos ossos;

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=Acima dos 50 anos, as mulheres têm mais chances de desenvolver osteoporose em função da queda da produção de estrogênio causada pela menopausa. Por isso, quando se chega nessa idade, é importante realizar uma densitometria óssea;

=Procure tomar sol diariamente por pelo menos 20 minutos. Ao contrário do que se acredita, a melhor parte do dia para sintetizar vitamina D é entre às 11 e 12 horas, quando o sol está bastante forte. Contudo, evite excessos, já que a intensidade dos raios solares neste horário pode representar riscos à saúde. Use protetor solar. Na impossibilidade de tomar sol, suplementos de vitamina D podem e devem ser usados, após avaliação e prescrição de um médico;

=Se alguém da família tiver osteoporose, vale a pena ficar atento. Traços hereditários podem favorecer o aparecimento da doença. Por isso, é importante realizar um exame de densitometria óssea, a partir 45 anos de idade;

=Beba água ou suco natural de frutas. Refrigerantes e bebidas alcoólicas causam perda de massa óssea;

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=Manter hábitos saudáveis.

Fonte: HCor

Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

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Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

50+: saiba como manter a saúde e a boa forma pela alimentação

Fazer 50 anos é um marco na vida da maioria das pessoas. A nova fase também traz mudanças no metabolismo, portanto, vale cuidar da alimentação para manter a saúde e a boa forma.

A partir desta faixa etária, o metabolismo fica mais lento, ocasionando ganho de peso. “Além disso, há a perda muscular, e como os músculos são os maiores consumidores de energia, o excesso dela vai se acumulando em forma de gordura”, afirma a nutricionista Cintya Bassi, do grupo São Cristovão Saúde.

Cintya diz que, para não engordar, é preciso evitar o excesso do consumo de açúcares, por exemplo: “Por ser um ingrediente muito utilizado, pode ser mais difícil de controlá-lo, mas essa medida é essencial nessa fase em que o metabolismo não trabalha como antes. Além disso, é importante se atentar para o consumo de sal e alimentos industrializados, pois podem contribuir para a retenção de líquidos. Por fim, deve-se dar preferência a carnes magras”.

A nutricionista recomenda não ficar muitas horas sem se alimentar, estabelecendo horários regulares para as refeições e, assim, regrar melhor o organismo. Também sugere manter uma rotina de alimentação saudável, sem exageros, e incluir alimentos ricos em fibras como grãos, cereais integrais e verduras cruas nas refeições.

Sarina Occhipinti, especialista em Clínica Médica e em Nutrição Funcional do Instituto Sári, de Nova Lima (MG), afirma que não há uma dieta específica para a faixa dos 50 anos, mas há muitas ações que podem ser seguidas no dia a dia para se manter saudável.

“A melhor dieta é aquela rica em nutrientes, proteínas e fibras; com moderada quantidade de gordura e carboidratos complexos; e livre de açúcares simples e industrializados, o que também vale para adultos de qualquer idade”, afirma.

A especialista acrescenta que praticar musculação colabora para aumentar a massa magra e o consumo energético, evitando o ganho de peso. Outra medida importante para a saúde nesta fase é controlar os hormônios, e fazer reposição, se for necessário.

Protegendo os ossos e os intestinos

OSSOS

Sarina lembra que, na faixa dos 50 anos, é sempre bom se preocupar com a saúde dos ossos, para evitar a osteoporose que atinge, principalmente, mulheres na pós-menopausa.

A doença provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que pode causar múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de 9 milhões de fraturas por ano no Brasil.

Quando se chega aos 50, também é comum notar uma mudança nos níveis de energia diários. Isso é normal até certo ponto, mas uma deficiência de vitamina B12 pode ser a culpada. Nesses casos, a suplementação diária é fundamental, pois uma queda na energia pode levar à diminuição da mobilidade e da atividade, o que também contribui para a osteoporose, enfraquecimento do coração e alterações nos movimentos intestinais.

“Após os 50 anos, é muito comum esse déficit de ferro e vitamina B12, mas essa carência se deve mais às disfunções na absorção do que na ingestão em si. Dessa forma, é importante cuidar também da saúde do intestino, para melhorar a absorção de nutrientes”, lembra a médica.

Cintya completa: “As vitaminas do complexo B atuam no metabolismo dos macronutrientes, fortalecem o sistema imunológico e protegem o sistema nervoso. Alguns minerais devem ser lembrados, como o cálcio, importante para a manutenção cardiovascular, e o ferro, que é essencial para a formação de hemoglobina e para fornecer energia. Já o zinco também tem papel importante na imunoproteção e cicatrização”.

Outra doença comum em pessoas com 50 anos ou mais é o diabetes tipo 2. Para elas, vale a pena investir em fibras, que são benéficas para retardar a liberação de açúcar na corrente sanguínea, o que diminui e estabiliza os níveis de glicose no sangue. Elas também são importantes para a digestão, diminuindo o colesterol e ajudando a manter um peso saudável. Além disso, ajudam a promover movimentos intestinais regulares.

Quando a suplementação é necessária

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Cintya frisa que todas as vitaminas são importantes, mas algumas têm a necessidade aumentada com o passar dos anos, como é o caso da vitamina D: “Ela é importante para absorção de cálcio e para manter os ossos saudáveis. Já a vitamina C contribui para a formação do colágeno e, consequentemente, da cartilagem que compõe as articulações”.

No caso da osteoporose, um problema recorrente nesta faixa etária, a nutricionista explica que a suplementação não irá reverter o problema, se já estiver instaurado, mas irá auxiliar a minimizar a deficiência causada.

E quando a suplementação é indicada? Cintya afirma que ela é feita quando as necessidades nutricionais estão elevadas por alguma doença, ou quando não estão sendo atingidas apenas com a alimentação. A seguir, ela cita alguns exemplos:

= redução da ingestão por ansiedade, depressão, outras doenças ou aversões alimentares;
= metabolismo alterado por tumores, cirurgias ou tratamentos clínicos;
= incapacidade de se alimentar como em casos de disfagia (dificuldade em deglutir), confusão mental, e doença de Parkinson;
= alterações de absorção;
= perdas excessivas, como vômito, diarreia e fístula.

É importante enfatizar que não se deve tomar suplementos por conta própria. O ideal é procurar um profissional, como médico ou nutricionista, que, após fazer alguns exames, indicará quais as deficiências apontadas e como compensá-las.

Confira alguns alimentos que são essenciais nessa fase da vida:

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Foto Agromix.In

Gergelim, verduras verdes, leites e laticínios não modificados: aposte no cálcio, presente nestes alimentos, em prol da saúde dos ossos.

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Foto: Profet77/Pixabay

Iogurte: as bactérias do produto, que liberam o ácido lático, podem ser úteis para a saúde intestinal. Um bom iogurte deve ser rico em cálcio, essencial à saúde dos ossos. As recomendações de cálcio por dia passam de 1000 mg para 1200 mg a partir dos 50 anos. Pessoas com intolerância à lactose, alergia ao leite ou que não gostam de produtos lácteos, devem optar por outras fontes de cálcio. O brócolis, por exemplo, tem 400 mg de cálcio em um ramo de 100 g. Prefira iogurtes ricos em vitaminas A, B6 e B12, riboflavina, ácido fólico e niacina e minerais como potássio e fósforo. No entanto, se o produto tiver grande quantidade de conservantes e corantes, é mais tóxico que benéfico.

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Vitamina D: é importante se expor ao sol para realizar a síntese da vitamina D; e fazer suplementação de magnésio, se necessário.

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Pixabay

Oleaginosas (castanhas, amêndoas, avelãs, pistaches etc): são ricas em minerais importantes para o organismo nessa faixa etária, como zinco e selênio. Este último ajudda o sistema imunológico e auxilia na regulação do hormônio da tireoide. As oleaginosas são opções de gordura saudáveis e não são tóxicas para o corpo. A única ressalva é o amendoim, cuja molécula produzida, ao ser ingerida, pode ser muito irritante para o intestino.

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Laranja: outro alimento importante para o adulto de 50 anos ou mais. Cada laranja fornece, em média, 70 mg de vitamina C, mais de 150% da quantidade diária recomendada. Excelente antioxidante, deve ser consumida no climatério para proteger o estresse oxidativo das células, além de contribuir para o fortalecimento da imunidade. É rica em vitamina A, vitaminas do complexo B, ácido fólico, cobre, potássio e cálcio, que auxiliam em outras funções do metabolismo. Consuma a laranja sempre inteira com seu bagaço, em vez de suco. A maior parte de seus benefícios está no bagaço, rico em fibra e pectina, um polissacarídeo que auxilia na digestão. Com a idade, a mulher pode observar uma lentidão intestinal, e a pectina da laranja é essencial para estimular o intestino. Além disso, evita o acúmulo de gordura periférica e visceral. Mas, atenção: para quem está controlando diabetes, não é indicada.

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Rúcula: é um alimento essencial. Ela tem poucas calorias, menos de 25 kcal em cada 100g, e é rica em ferro, vitaminas e ácido fólico. Ajuda em outras funcionalidades também porque é rica em vitamina A, que colabora na formação do colágeno e renovação celular; em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, e em vitamina K, que auxilia na função neurológica e também na absorção do cálcio pelo organismo.

 

Já ouviu falar que devemos reduzir nossa ingestão de sódio?*

O sódio é um elemento mineral que está muito presente no corpo, especialmente no plasma. Ele se apresenta em nossa dieta na forma de cloreto de sódio (sal de cozinha). O consumo excessivo é um fator de risco para pressão alta.

O sódio (símbolo Na da tabela periódica) é um dos sais minerais. Em nosso corpo está principalmente no sangue e no líquido intersticial (líquido localizado ao redor das células). Sua concentração no sangue é controlada por vários hormônios, incluindo a aldosterona e o hormônio antidiurético.

Nos alimentos, geralmente se apresenta na forma de cloreto de sódio. Aliás, o sódio possui 40% de sódio, isto é: 1 g de sal = 400 mg de sódio.

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As principais funções em nosso organismo são equilibrar a quantidade de água no organismo, juntamente com o potássio. Enquanto o sódio retém líquidos, o potássio provoca a excreção, de modo que as células fiquem com a quantidade adequada de água. Ele é essencial para a transmissão de impulsos nervosos e contração muscular.

Sua concentração no sangue e no fluido intersticial condiciona a quantidade de água presente nas células e o volume sanguíneo. Em pessoas sensíveis à ingestão de sal, o excesso de sódio pode aumentar o volume sanguíneo e, assim, promover a hipertensão arterial.

No Brasil, o consumo médio diário de sal de cozinha é de 12 gramas por pessoa. Essa quantidade está muito acima da quantidade diária recomendada, que é de 1 a 1,5 grama de sódio, ou seja, 2,5 a 3,75 gramas de cloreto de sódio por pessoa.

As agências de segurança sanitária tendem a recomendar a ingestão máxima de sódio que não deve ser excedida, a fim de prevenir a hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.

Nos últimos quinze anos, vários estudos confirmaram o impacto do excesso de sal no risco de problemas cardiovasculares e sugeriram outros efeitos deletérios, como o aumento do risco de câncer de estômago ou osteoporose (desmineralização óssea). Por exemplo, a síntese de cerca de trinta estudos de intervenção mostra que, em média, uma redução de 1,7 a 1,8 g de sal por dia permite que pessoas normotensas (pressão arterial normal) diminuam em 0,2 na pressão sistólica (o primeiro dígito da pressão) e 0,1 na pressão diastólica (o segundo dígito); nos hipertensos, a queda é de 0,5 e 0,32, respectivamente.

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Pesquisadores avaliaram o impacto do sal nas doenças cardiovasculares, revisaram dados de 19 estudos com mais de 177 mil pessoas e encontraram uma possível redução de 23% nos derrames e 17% nos infartos do miocárdio com a redução do consumo de sal a 5 g em vez de 10 g por dia.

A alimentação de crianças menores de três anos deve ser de muito baixo teor salino, com o objetivo de não sobrecarregar seus rins imaturos nos primeiros meses de vida e evitar a formação do paladar a sabores muito salgados.

Os atletas têm uma maior necessidade de sódio, já que as perdas no suor podem chegar a 6 a 7 g de sal em 1 a 3 horas de treinamento, especialmente em caso de exercício intenso e alta temperatura. Além das ingestões dietéticas, recomenda-se, durante o treino de mais de 1 hora, consumir uma bebida que forneça 1,2 g de sal (480 mg de sódio) por litro.

Benefícios

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O sódio, juntamente com o potássio, é um nutriente essencial para as contrações musculares, ajudando a manter o ritmo cardíaco normal. A ausência de sódio pode levar a uma arritmia cardíaca. Participa do fornecimento de energia para o organismo. Agindo no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, o sódio transforma essas substâncias em energia para o corpo. Assim, na ausência de sódio pode ocorrer o cansaço físico. O sódio participa do processo de contrações musculares. Assim, a ausência deste mineral leva a uma fragilidade dos músculos. Também colabora na retenção de líquidos no organismo e do equilíbrio da quantidade de água no corpo.

Fontes alimentares

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O sódio é um nutriente encontrado no sal de cozinha e em muitos outros alimentos. Embora uma certa quantidade venha naturalmente nos alimentos, este ingrediente é mais frequentemente adicionado aos pratos com a finalidade de aromatizá-los e preservá-los, ou para alterar sua textura ou estrutura. Itens ricos em sódio são os frios, molhos, alimentos semiconservados, queijos. Por outro lado, os alimentos que contêm pouco são frutas, legumes, leite, iogurte, carne, peixe e ovos.

Riscos

Deficiência pode ocorrer em casos de diarreia crônica grave ou uma dieta muito restritiva (livre de sal). A deficiência pode aparecer em atletas, que não compensariam perdas significativas no suor. A falta de sódio induz uma alteração do funcionamento do sistema nervoso, fraqueza muscular, hipotensão (baixa pressão sanguínea), desidratação, dor de cabeça, vômitos, diarreia e até mesmo a arritmia cardíaca. Especialmente nos idosos, suprime o apetite e pode levar à desnutrição.

Excesso

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O excesso de sal está envolvido na ocorrência de pressão alta e doença cardiovascular. No entanto, nem todos os indivíduos têm a mesma sensibilidade ao sal. Aqueles para quem o consumo elevado é particularmente deletério são: pessoas já hipertensas (embora uma redução na ingestão de sal não melhore sistematicamente sua pressão arterial), diabéticos ou com sobrepeso e idosos. Exagerar no sal aumenta a excreção urinária de cálcio e pode, assim, promover a formação de pedras nos rins à base de cálcio. O sódio em excesso no organismo rouba o cálcio dos ossos, aumentando o risco de desenvolver problemas como osteoporose ou osteopenia.

Moderação

Para aqueles que desejam reduzir a quantidade de sódio em sua dieta diária, seguem algumas dicas:

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=Procure utilizar outros tipos de temperos no lugar do sal. Por exemplo, limão, azeite, entre outros.

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=Evitar alimentos com alto teor de sódio, como bacon, queijos, azeitonas e salame.

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=O sal do Himalaia (sal rosa) também é uma boa alternativa. Este sal contém menor concentração de sódio (aproximadamente 23 mg em 100 mg do produto), além de uma grande quantidade de outros minerais.

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=Verifique os rótulos dos alimentos para selecionar aqueles com menor quantidade de sódio.

O sódio é considerado um nutriente benéfico para as plantas, ou seja, é elemento mineral que estimula o crescimento dos vegetais, mas não é essencial. As funções do sódio nas plantas ainda não são bem conhecidas. Em alguns vegetais o Na pode substituir parcialmente o K, principalmente em reações enzimáticas onde o K não é exigido de forma absoluta e, também, nos efeitos puramente osmóticos (abertura e fechamento dos estômatos e osmorregulação nos vacúolos). O Na está associado ao estimulo no crescimento vegetal, principalmente na expansão celular e no equilíbrio hídrico nas plantas.

Os sintomas de toxidade estão associados à redução no crescimento e na produção, além do amarelecimento e murchamento das folhas. Além do próprio sal (cloreto de sódio), alguns alimentos in natura que são ricos em sódio são as algas, peixes marinhos, mariscos, queijos, arroz e café, por exemplo.

*Por Valter Casarin, engenheiro agrônomo e diretor científico da iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV, e Amanda Borghetti, nutricionista

 

Osteoporose: +Saúde da Fiesp leva informação e testes para diagnosticar doença na Av. Paulista

Domingo (5), das 10h às 16h, na calçada da avenida Paulista, a Fiesp, realizará testes capazes de identificar se a pessoa tem osteoporose ou se poderá desenvolver

A osteoporose atinge cerca de dez milhões de brasileiros, segundo estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). Infelizmente, por se tratar de uma doença silenciosa, muitos pacientes só descobrem a sua existência quando ocorre uma fratura. As mulheres são as mais afetadas com este mal, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Chamada por alguns de epidemia silenciosa, a enfermidade chega a atingir 25% das mulheres com mais de 50 anos e que passaram pela menopausa, sendo comum que elas quebrem o punho e a coluna. Os homens também são afetados: 10% deles sofrem da doença.

Osteoporosis

E para falar tudo sobre a osteoporose, como prevenir, seus sintomas e as principais formas de diagnosticá-lo e tratá-lo, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) irá realizar o próximo +Saúde, em parceria com a Abrasso (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo).

“O +Saúde busca focar na prevenção de doenças. Por isso, estamos orgulhosos em apoiar esta iniciativa e dar visibilidade à campanha que ajuda as pessoas a perceberem os sintomas e a diagnosticar precocemente a osteoporose”, reforça a coordenadora executiva do ComSaude, Gabriela Gazola.

Além de muita informação sobre a doença, serão oferecidos testes calcâneos, um método capaz de identificar se a pessoa tem osteoporose ou se poderá desenvolver a doença ao longo da vida.

A osteoporose a é uma doença metabólica que enfraquece os ossos. A cada 7 a 10 anos, nosso corpo renova toda sua estrutura óssea e a enfermidade prejudica esta nova formação. Em estágio mais avançado, a osteoporose pode causar problemas graves como a fratura do quadril, o que normalmente gera incapacidade de andar.

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Sem cura descoberta, especialistas indicam que o consumo excessivo de café, cigarro e álcool são fatores de risco. O diagnóstico da doença é feito, principalmente, por meio do exame de densitometria óssea.

O +Saúde é uma iniciativa da Fiesp que, com o apoio de parceiros, promove a informação como forma de prevenção de riscos à saúde.

+Saúde: Saiba Mais Sobre a Osteoporose
Data: 5 de maio de 2019
Das 10h às 16h
Local: Calçada da Fiesp
Endereço: Av. Paulista, 1313 – São Paulo-SP

Motivos para incluir a uva-passa em sua dieta diária

Pesquisas indicam que a fruta ajuda a prevenir doenças como osteoporose, câncer intestinal e até doenças crônicas e degenerativas; além disso, são ideias para a nutrição esportiva

Famosa pela polêmica que sempre causa em épocas natalinas, a uva-passa é uma das frutas secas que oferece os maiores benefícios para a saúde. Fonte riquíssima de diversos nutrientes, é um alimento que pode ajudar a prevenir diversas doenças e auxilia na execução de atividades físicas, como explica Fernanda Bliharscki, nutricionista da Importadora de Frutas La Violetera.

“É um produto com minerais e probióticos que, aliados a uma dieta saudável, pode melhorar a alimentação e a saúde cada vez mais. Vale a pena incluir na dieta diária e descobrir os benefícios”, afirma a especialista.

Confira alguns benefícios:

1. Previne a osteoporose e auxilia o crescimento ósseo

OSSOS
A uva-passa tem a presença do boro, um mineral associado à manutenção da saúde óssea, com efeito preventivo e terapêutico na osteoporose. “Com isso, podemos afirmar que é um alimento muito importante para idosos, mulheres na pós-menopausa e crianças, públicos que geralmente sofrem com problemas ósseos”, destaca a nutricionista.

2. São ideais para a nutrição esportiva

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Foto: Shutterstock

As uvas-passas são ideais para a nutrição esportiva, já que ajudam a promover a disponibilidade de carboidratos e manter os níveis de glicose no sangue. “Um estudo recente comparou as passas a um gel comercial, baseado em sacarose e alto índice glicêmico, para ver se algum deles oferecia a um grupo de ciclistas uma vantagem de performance, e não houve diferença no desempenho durante 15 minutos de exercício”, conta Fernanda. Os pesquisadores concluíram que as passas, sendo mais baratas que os géis desportivos e uma fonte de nutrientes naturais, oferecem uma vantagem para os atletas.

3. Ajudam a prevenir o câncer e equilibrar a flora intestinal

microbiota intestino SII
A uva-passa é rica em frutanos, probióticos formados a partir dos açúcares nas uvas durante o processo de desidratação. As próprias uvas frescas não possuem um nível detectável. “Os frutanos auxiliam na maior absorção das fibras presentes na fruta e ajudam a regular as funções intestinais, atuando como agentes que estimulam a flora intestinal que, quando equilibrada, é essencial para a saúde. Além disso, auxiliam na prevenção de câncer colorretal”, destaca a nutricionista. Segundo ela, 7 gramas de frutanos por dia são suficientes para garantir benefícios à saúde humana. “Uma porção de uva-passa fornece cerca de 1/3 desse montante”.

4. Possui ação antioxidante

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A fruta possui um alto nível de polifenóis, potente antioxidante presente em todas as plantas, que protegem os constituintes celulares contra os danos oxidativos. “As passas são as únicas entre frutas e nozes com conteúdo alto de agentes antioxidantes, como: ácidos fenólicos, caftárico e cárdico”, afirma Fernanda. Os polifenóis podem ainda auxiliar, em longo prazo, na prevenção de doenças crônicas como obesidade, diabetes, hipertensão e doenças degenerativas como o Alzheimer e o Parkinson.

A nutricionista ressalta que o consumo da uva-passa deve ser acompanhado de uma dieta equilibrada, sempre orientada de um profissional de saúde que irá determinar as quantidades ideais para cada paciente.

Fonte: La Violetera

Kefir: nove benefícios para a saúde baseados em evidências

Rico em nutrientes e probióticos, é muito benéfico para a digestão e a saúde intestinal; muitas pessoas o consideram mais saudável que o iogurte. A seguir, nove benefícios do kefir para a saúde que são apoiados por pesquisas.

1. Kefir é uma fonte fantástica de muitos nutrientes

kefir
Kefir é uma bebida fermentada, tradicionalmente feita com leite de vaca ou de cabra. É feito adicionando grãos de kefir ao leite. Não são grãos de cereais, mas colônias semelhantes a grãos de leveduras e bactérias de ácido láctico que se assemelham a uma couve-flor na aparência.

Durante aproximadamente 24 horas, os micro-organismos nos grãos de kefir se multiplicam e fermentam os açúcares no leite, transformando-o em kefir. Em seguida, os grãos são removidos do líquido e podem ser usados ​​novamente.

Em outras palavras, o kefir é uma bebida, mas os grãos de kefir são a cultura inicial que você usa para produzir a bebida. O Kefir originou-se de partes da Europa Oriental e do Sudoeste Asiático. O nome é derivado da palavra turca keyif, que significa “sentir-se bem” depois de comer.

As bactérias do ácido láctico dos cereais transformam a lactose do leite em ácido láctico, por isso o kefir tem um sabor azedo como o do iogurte – mas tem uma consistência mais fina.

Uma porção de 180 ml de kefir com baixo teor de gordura contém (2):

Proteína: 4 gramas
Cálcio: 10% do IDR
Fósforo: 15% do IDR
Vitamina B12: 12% do IDR
Riboflavina (B2): 10% do IDR
Magnésio: 3% do IDR
Uma quantidade razoável de vitamina D

Além disso, o kefir tem cerca de 100 calorias, 7 a 8 gramas de carboidratos e 3 a 6 gramas de gordura, dependendo do tipo de leite utilizado. Também contém uma ampla variedade de compostos bioativos, incluindo ácidos orgânicos e peptídeos, que contribuem para seus benefícios para a saúde. As versões sem leite do kefir podem ser feitas com água de coco, leite de coco ou outros líquidos doces. Estes não terão o mesmo perfil de nutrientes que o kefir à base de leite.

Resumo: Kefir é uma bebida de leite fermentado, cultivada a partir de grãos de kefir. É uma rica fonte de cálcio, proteínas e vitaminas do complexo B.

2. Kefir é um probiótico mais potente que o iogurte

kefir

Alguns microrganismos podem ter efeitos benéficos sobre a saúde quando ingeridos (3). Conhecidos como probióticos, esses microrganismos podem influenciar a saúde de várias maneiras, auxiliando na digestão, no controle do peso e na saúde mental (4, 5, 6).

O iogurte é o alimento probiótico mais conhecido na dieta ocidental, mas o kefir é, na verdade, uma fonte muito mais potente. Os grãos de kefir contêm até 61 cepas de bactérias e leveduras, tornando-os uma fonte probiótica muito rica e diversa, embora a diversidade possa variar (7). Outros produtos lácteos fermentados são feitos de muito menos variedades e não contêm leveduras.

Resumo:  kefir pode conter até 61 micro-organismos diferentes, tornando-se uma fonte muito mais potente de probióticos do que muitos outros produtos lácteos fermentados.

3. Kefir tem propriedades antibacterianas potentes

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Getty Images

Certos probióticos no kefir são acreditados para proteger contra infecções. Isso inclui o probiótico Lactobacillus kefiri, que é exclusivo do kefir. Estudos demonstram que esse probiótico pode inibir o crescimento de várias bactérias nocivas, incluindo Salmonella, Helicobacter pylori e E. coli. O kefiran, um tipo de carboidrato presente no kefir, também possui propriedades antibacterianas.

Resumo: Kefir contém o probiótico Lactobacillus kefiri e o carboidrato kefiran, ambos protegem contra bactérias nocivas.

4. Kefir pode melhorar a saúde óssea e diminuir o risco de osteoporose

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A osteoporose é caracterizada pela deterioração do tecido ósseo e é um grande problema nos países ocidentais. É especialmente comum entre as mulheres mais velhas e aumenta drasticamente o risco de fraturas.

Garantir uma ingestão adequada de cálcio é uma das formas mais eficazes de melhorar a saúde óssea e retardar a progressão da osteoporose. A gordura do kefir não é apenas uma excelente fonte de cálcio, mas também a vitamina K2 – que desempenha um papel central no metabolismo do cálcio. A suplementação com K2 reduz o risco de fraturas em até 81%.

Estudos recentes em animais ligam o kefir ao aumento da absorção de cálcio nas células ósseas. Isso leva à melhora da densidade óssea, o que deve ajudar a prevenir fraturas.

Resumo: Kefir feito a partir de produtos lácteos é uma excelente fonte de cálcio, e kefir de leite integral também contém vitamina K2. Esses nutrientes têm grandes benefícios para a saúde óssea.

5. Kefir pode ser protetor contra o câncer

CANCER

O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. Ocorre quando células anormais em seu corpo crescem incontrolavelmente, como em um tumor. Os probióticos em produtos lácteos fermentados são acreditados para reduzir o crescimento do tumor, estimulando o sistema imunológico. Portanto, é possível que o kefir possa combater o câncer .

Este papel protetor foi demonstrado em vários estudos de tubo de ensaio. Um estudo descobriu que o extrato de kefir reduziu o número de células de câncer de mama humano em 56%, comparado a apenas 14% para o extrato de iogurte. Tenha em mente que os estudos humanos são necessários antes que conclusões firmes possam ser feitas.

Resumo: alguns estudos em tubo de ensaio e em animais indicam que o kefir pode inibir o crescimento de células cancerígenas. No entanto, não existem estudos atuais em pessoas.

6. Os probióticos nele podem ajudar com vários problemas digestivos

kefir

Probióticos como o kefir podem ajudar a restaurar o equilíbrio de bactérias benéficas em seu intestino. É por isso que eles são altamente eficazes no tratamento de muitas formas de diarréia (19, 20).

Além disso, muitas evidências sugerem que probióticos e alimentos probióticos podem aliviar muitos problemas digestivos (5). Estes incluem a síndrome do intestino irritável (SII), úlceras causadas pela infecção por H. pylori e muitas outras (21, 22).

Por esta razão, o kefir pode ser útil se você tiver problemas com digestão.

Resumo: probióticos como o kefir podem tratar várias formas de diarreia. Eles também podem levar a melhorias em várias doenças digestivas.

7. Kefir tem baixa lactose

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Alimentos lácteos regulares contêm um açúcar natural chamado lactose. Muitas pessoas, especialmente os adultos, são incapazes de decompor e digerir adequadamente a lactose. Essa condição é chamada de intolerância à lactose.

As bactérias do ácido láctico em alimentos lácteos fermentados – como o kefir e o iogurte – transformam a lactose em ácido láctico, pelo que estes alimentos são muito mais baixos em lactose do que o leite. Eles também contêm enzimas que podem ajudar a quebrar ainda mais a lactose.

Portanto, o kefir é geralmente bem tolerado por pessoas com intolerância à lactose, pelo menos em comparação ao leite comum. Tenha em mente que é possível fazer kefir 100% isento de lactose usando água de coco, suco de frutas ou outra bebida não láctea.

Resumo: kefir é pobre em lactose porque suas bactérias do ácido láctico já pré-digeriram a lactose. As pessoas que têm intolerância à lactose muitas vezes podem beber kefir sem problemas.

8. Kefir pode melhorar os sintomas de alergia e asma

asma pulmão

As reações alérgicas são causadas por respostas inflamatórias contra certos alimentos ou substâncias. Pessoas com um sistema imunológico super-sensível são mais propensas a alergias, que podem provocar condições como a asma.

Em estudos com animais, o kefir mostrou suprimir respostas inflamatórias relacionadas a alergias e asma. Estudos em humanos são necessários para explorar melhor esses efeitos.

Resumo: evidências limitadas de estudos em animais sugerem que beber kefir pode reduzir reações alérgicas.

9. Kefir é fácil de fazer em casa

David Niergarth on Visualhunt.com - CC BY kefir
Foto: David Niergarth on Visualhunt.com – CC BY

Se você não tem certeza sobre a qualidade do kefir comprado na loja, pode facilmente fazê-lo em casa. Combinado com frutas frescas, o kefir contribui para uma sobremesa saudável e deliciosa.

Grãos de kefir* estão disponíveis em algumas lojas de produtos naturais e supermercados, bem como online. Você também pode encontrar muitas postagens de blog e vídeos que ensinam a produção de kefir, mas o processo é muito simples:

=Coloque 1 a 2 colheres de sopa (14-28 gramas) de grãos de kefir em um pequeno frasco. Quanto mais você usar, mais rápida será a cultura.  Adicione cerca de 2 xícaras (500 ml) de leite, de preferência orgânico ou mesmo cru. O leite de vacas alimentadas com capim é mais saudável. Deixe 1 polegada (2,5 cm) de espaço no topo do frasco.
Você pode adicionar um pouco de creme gordo se você quiser um kefir mais grosso. Coloque a tampa e deixe por 12-36 horas à temperatura ambiente. É isso aí.
Depois que começarem a aparecer pedaços, está pronto. Depois, você gentilmente coa o líquido e os grãos originais de kefir são deixados para trás.

Agora você pode colocar os grãos em um novo pote com um pouco de leite,  e o processo começa novamente. É delicioso, nutritivo e altamente sustentável.

Resumo: você pode facilmente produzir kefir caseiro usando grãos de kefir e leite.

O ponto de partida

Kefir é um alimento saudável e fermentado, com uma consistência comparável ao iogurte. Produto tradicionalmente feito a partir de leite de vaca, mas muitas opções não lácteas estão disponíveis. Estudos sugerem que ele estimula o sistema imunológico, auxilia em problemas digestivos, melhora a saúde dos ossos e pode até mesmo combater o câncer.

*No Brasil, o kefir costuma ser doado.

Fonte: Health Line

Amanhã é o Dia Mundial da Osteoporose

Silenciosa e assintomática, a osteoporose já atinge cerca de 10 milhões de pessoas em todo o país. Idosos, principalmente mulheres na pós-menopausa, são as pessoas que mais sofrem com a doença, cujo efeito provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que acaba causando múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de 9 milhões de fraturas por ano no país, cuja incidência já é de uma a cada três segundos.

“O principal objetivo da prevenção e do tratamento da osteoporose é justamente evitar a ocorrência de fraturas. Afinal, quando uma pessoa em idade avançada quebra algum dos ossos a sua recuperação costuma ser bastante difícil e dolorosa. Isso sem contar que, em casos de fratura no quadril, há o risco de que o idoso fique incapacitado e restrito a uma cadeira de rodas”, diz o ortopedista do HCor, Prof. Dr. Gilberto Camanho.

Pratique atividade Física

bicicleta bolsa mulher

Para contribuir com a prevenção do problema, o médico aponta algumas importantes iniciativas. A primeira delas é a prática de exercícios. Além de evitar a perda de massa óssea causada pela osteoporose, a atividade ajuda a fortalecer e alongar os músculos das costas, reduzindo o problema. “A maior parte dos exercícios indicados em casos de osteoporose são leves e podem ser praticados em casa, depois de serem ensinados por um fisioterapeuta”, acrescenta o ortopedista.

Distribua o peso

mulher segurando caixas freepik
Freepik

Outra dica importante de Camanho é que os idosos procurem executar os seus afazeres diários da maneira correta. Ou seja, sabendo que, caso tenham que carregar peso, é preciso distribuí-lo pelo restante do corpo, sem concentrá-los em um único membro ou na coluna, já que, devido a ação da osteoporose, ficam fragilizados e podem sofrer fraturas.

“Ao carregar peso, é importante flexionar os joelhos antes de levantar cargas maiores, por exemplo. Porém, quando algo for pesado demais, ou a coluna já tiver um grau mais intenso de fragilidade, a melhor opção é sempre pedir ajuda ou evitar carregar peso. Isso pode prevenir acidentes e novas fraturas”, aconselha o ortopedista.

Combata fatores de risco

Camanho ainda acrescenta que, para prevenir a osteoporose, também é necessário ficar atento aos fatores de risco para a doença. Entre os mais relevantes estão idade avançada, ocorrência prévia de fratura, tabagismo, alcoolismo, uso de corticoides, artrite reumatoide e vida sedentária. Por isso, o médico aponta algumas medidas que, além de combater todos estes fatores de risco, podem contribuir com um estilo de vida mais saudável. Entre elas estão:

mulher tomando probiotico foto alamy
Foto: Alamy

. Consuma laticínios, frutas, legumes, folhas verdes e grãos. Eles são ricos em cálcio;
. Procure praticar atividades físicas durante 30 minutos diários no mínimo. A prática de esportes fortalece os ossos;
. Fumantes chegam a perder cerca de 1% de massa óssea por ano. Por isso, evite cigarros;
. Homens costumam carregar mais peso que as mulheres. Por isso, eles precisam evitar exageros e tomar cuidado com quedas, já que todos esses fatores também comprometem a saúde dos ossos;
. Acima dos 50 anos, as mulheres têm mais chances de desenvolver osteoporose em função da queda da produção de estrogênio causada pela menopausa. Por isso, quando se chega nessa idade, é importante realizar uma densitometria óssea;

cachorro mulher jardim sol verão livro
. Procure tomar sol diariamente por pelo menos 20 minutos. Ao contrário do que se acredita, a melhor parte do dia para sintetizar vitamina D é entre 11 e 12 horas, quando o sol está bastante forte. Contudo, evite excessos, já que a intensidade dos raios solares neste horário pode representar riscos à saúde. Na impossibilidade de tomar sol, suplementos de vitamina D podem e devem ser usados, após avaliação e prescrição de um médico;
. Se alguém da família tiver osteoporose, vale a pena ficar atento. Traços hereditários podem favorecer o aparecimento da doença. Por isso, é importante realizar um exame de densitometria óssea, a partir 45 anos de idade;

mulher bebendo agua pixabay
Pixabay

. Beba água ou suco natural de frutas. Refrigerantes e bebidas alcoólicas causam perda de massa óssea;
. Manter hábitos saudáveis, desde a infância, também ajuda na prevenção da osteoporose. Isso porque a aquisição de massa óssea aumenta na infância, acelera na adolescência e estabiliza na faixa dos 30 anos de idade.

Fonte: HCor

O que toda mulher no climatério precisa saber

Muitas mulheres entram ou já entrou no climatério mesmo quando ainda estão na faixa dos 40 anos. Trata-se de um período que marca a transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva. O climatério é uma transição importante na vida da mulher, que envolve mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais, mas que pode ser vivida com tranquilidade com cuidados especiais.

“O climatério pode começar por volta dos 35-40 anos e se estender até a menopausa, ou seja, até a última menstruação, que fecha esse período. A confirmação ocorre se a mulher ficar 12 meses ininterruptos sem menstruar”, explica o ginecologista Edvaldo Cavalcante.

“Apesar das situações que podem ocorrer, o mais importante é que a mulher se informe sobre o climatério e se prepare física e mentalmente para passar por essa transição. Felizmente, hoje é possível aliviar os sintomas e tratar os problemas que podem surgir no climatério, na menopausa e na pós-menopausa visando à melhora da qualidade de vida”, comenta Cavalcante.

Veja agora os principais efeitos do climatério e como lidar com eles:

mulher calor fogacho menopausa

1-Fogacho: é um problema vasomotor associado à queda do nível de estrogênio. A mulher pode sentir uma sensação repentina de calor no rosto e na parte de cima do tórax que se espalha pelo corpo. Há intensa transpiração e a pele pode ficar mais avermelhada devido à dilatação dos vasos. Em seguida, cerca de dois a quatro minutos, há uma queda rápida da temperatura, com sensação de frio ou de calafrios. Isso pode ocorrer várias vezes ao dia e durante a noite, o que pode causar insônia e afetar a qualidade de vida da mulher.

Outras condições médicas, como doenças da tireoide, infecção, ou (raramente) câncer também produzem fogachos. Além disso, o uso de medicamentos como tamoxifeno para câncer, raloxifeno para osteoporose e alguns antidepressivos podem causar fogachos.

Os fogachos, geralmente, aumentam com o estresse e podem estar associados a ansiedade e palpitações (batimentos cardíacos acelerados). A sensação inquietante que antecede um fogacho pode parecer um “ataque de pânico” em algumas mulheres.

Como lidar: a terapia de reposição hormonal (TRH) é o tratamento mais efetivo para gerenciar os fogachos. Entretanto, nem todas as mulheres tem indicação para repor hormônios. Assim, para aquelas que não podem, recomenda-se praticar atividades físicas, técnicas de relaxamento, adotar uma dieta balanceada e procurar manter o corpo fresco durante o dia e enquanto dorme.

Osteoporosis

2- Osteoporose: a redução dos níveis de estrogênio leva à perda da massa óssea. Com isso, uma em cada três mulheres irá desenvolver a osteoporose, principalmente na menopausa ou na pós-menopausa. O principal problema ligado à osteoporose são as fraturas e suas consequências, como incapacidade e mortalidade.

Como lidar: a prática de atividade física é uma das melhores maneiras de prevenir e de tratar a osteoporose. Os exercícios devem visar ao aumento da força muscular, da estabilidade, do equilíbrio e da mobilidade. Pilates, por exemplo, é bastante recomendado. A terapia de reposição hormonal também pode ser feita e há outros medicamentos específicos para tratar a osteoporose.

casal cama separado

3- Vida Sexual: o estrogênio é responsável pela lubrificação vaginal. Portanto, a diminuição dos níveis do hormônio leva ao ressecamento vaginal. Como consequência, a mulher pode apresentar dor durante a relação sexual (dispareunia). O desejo sexual pode diminuir e pode ser preciso mais tempo nas preliminares para levar à excitação.

Como lidar: o ressecamento vaginal é facilmente tratável. O médico pode prescrever hormônios de uso tópico que melhoram a secura vaginal. Além disso, a mulher pode usar gel lubrificante durante as relações e um hidratante vaginal para manter a vagina úmida de maneira prolongada. A queda da libido pode melhorar com a reposição hormonal.

tristeza dor depressão mulher pixabay

4- Depressão: ao longo dos anos, estudos mostraram que há uma relação entre a menopausa e o aumento dos sintomas depressivos. Mulheres que apresentam sintomas mais severos no climatério/pós-menopausa, principalmente os fogachos, insônia e aquelas que têm histórico de depressão, correm mais risco de apresentar o transtorno.

Como lidar: buscar apoio psicoterápico e acompanhamento com um psiquiatra são estratégias importantes para lidar com a depressão. Além disso, atividade física, sono adequado e técnicas de relaxamento podem contribuir para prevenir ou para tratar a depressão. A terapia de reposição hormonal também pode ajudar a combater os efeitos do climatério no cérebro, como a depressão e o declínio cognitivo.

menopausa mulher bicicleta

5- Aumento do risco cardiovascular: as principais causas de mortalidade no Brasil e no mundo são o infarto e o acidente vascular cerebral (AVC). São as chamadas doenças cardiovasculares, cuja prevalência é maior nas mulheres na pós-menopausa ou naquelas com 55 anos ou mais.

Como lidar: a adoção de hábitos saudáveis é essencial. Manter o peso, praticar atividade física, comer de forma saudável, parar de fumar, beber com moderação, gerenciar o estresse, manter os níveis de colesterol adequados e cuidar da pressão arterial são as principais medidas que podem ser adotadas para prevenir as doenças cardiovasculares. O estrogênio pode atuar como fator de proteção contra as doenças cardiovasculares em mulheres saudáveis, principalmente quando iniciada logo na transição menopausal.

“Acredito que a partir do momento em que a mulher está ciente do que é o climatério, em que idade isso pode acontecer e o que pode ocorrer, pode ser menos desafiador passar pelo processo. Com os recursos certos e de forma individualizada, a mulher pode descobrir que é possível viver plenamente e, em muitos casos, até melhor do antes. Por isso, é fundamental encontrar um médico que procure tratar o climatério de forma global, ou seja, levando em consideração todos os aspectos, como o físico, o emocional e o social”, finaliza o ginecologista.

Fonte: Edvaldo Cavalcante é médico Ginecologista e Obstetra, especializado em Cirurgia Minimamente Invasiva – Videolaparoscopia/Histeroscopia e Cirurgia Robótica.Mestre e Doutor em Ginecologia, atendimento em consultório localizado no Brooklin, assim como no Hospital Albert Einstein. Opera também nos principais hospitais de São Paulo.