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Pamplona Alimentos ensina receita para os dias frios

Para inspirar as famílias brasileiras no preparo de pratos quentes, a fabricante apresenta uma sugestão para aquecer no inverno

Nos dias mais frios, os alimentos quentes se tornam os escolhidos entre os brasileiros. Isso está relacionado ao fato de que, nesta época do ano, esses pratos promovem aquela sensação reconfortante ao paladar. Pensando nisso, a Pamplona Alimentos separou uma receita de Mungunzá salgado.

O preparo leva a clássica canjica amarela, assim como bacon em cubos, costela suína, carne-seca dessalgada em cubos e linguiça calabresa. Especialmente nesse preparo, o produto da Pamplona faz toda a diferença, pois seu processo de defumação natural proporciona atributos diferenciados no que se refere ao aroma, cor, sabor acentuado e conservação dos alimentos. A sugestão é ideal para aquecer no inverno.

Confira o passo a passo abaixo:

Mungunzá com Costela Suína Temperada Pamplona

Ingredientes
• 2 xícaras (chá) de canjica amarela;
• 4 colheres (sopa) de óleo;
• 200g de bacon em cubos;
• 500g de Costela Suína Temperada Pamplona em pedaços;
• 300g de carne-seca dessalgada em cubos;
• 2 folhas de louro;
• 7 xícaras (chá) de água morna;
• 1 gomo de linguiça calabresa em rodelas;
• 1 pimentão verde picado;
• 2 tomates sem sementes picados;
• 2 colheres (sopa) de coentro picado.

Modo de preparo
Coloque a canjica em uma vasilha, cubra com água e deixe de molho por 4 horas. Escorra e reserve.Em seguida, aqueça uma panela de pressão grande e adicione óleo. Frite o bacon, a Costela Suína Temperada Pamplona e a carne-seca por 5 minutos. Adicione a canjica, o louro e cubra com a água. Tampe e cozinhe por 25 minutos depois de iniciada a pressão.Desligue, deixe sair a pressão e abra a panela. Reserve. Aqueça uma panela com o óleo restante e frite a calabresa até dourar.Acrescente o pimentão, o tomate e o coentro e refogue por mais 2 minutos. Despeje na panela de pressão com a canjica e volte ao fogo baixo. Cozinhe por 10 minutos, mexendo algumas vezes. Sirva em seguida.

Foto: Stela Handa – Produtora Culinária: Maria Olinda Cabral

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 60 minutos

Fonte: Pamplona

Aumento da queda de cabelo na quarentena

Especialista fala sobre fatores de influência e tratamentos disponíveis

Neste período de quarentena, em que as pessoas tiveram suas rotinas alteradas, o aumento da queda de cabelo tem sido uma queixa recorrente. Uma série de fatores contribuiu para esse aumento, com o stress e a ansiedade encabeçando a lista. Em uma rede de salões de beleza de São Paulo, não foram poucas as clientes que demonstraram preocupação com o problema.

É o que conta a Especialista em Terapia Capilar Kammily Carvalho, do Shades Studio Jardim Pamplona: “Tenho recebido muitos questionamentos relacionados à queda de cabelo. Em grande parte dos casos, a queda acentuada está diretamente relacionada ao momento de isolamento social”, diz a profissional.

Com a sua experiência e formação em tratamento de dermatites do couro cabeludo e queda precoce, a especialista explica: “O nosso cabelo tem três fases: o período durante o qual o cresce chama-se fase anagênica e dura cerca de 1 a 4 anos. A segunda fase chama-se catagênica, é quando a conclusão da produção de fibra ocorre e dura de 2 a 3 semanas. A última fase, conhecida como telogênica, é quando o fornecimento de nutrientes é interrompido, dessa forma, o cabelo cai, deixando espaço para o crescimento de um novo fio e o reinício do processo. É normal cair uma média de 100 a 120 fios diários. Em alguns casos, essa quantidade se multiplica, principalmente por fatores hormonais, pois o folículo piloso é sensível às alterações hormonais”.

Além dos hormônios, os cabelos podem apresentar queda por fatores nutricionais, emocionais e doenças de base autoimune. Outros indícios foram apontados pela cabeleireira, como eflúvio telógeno, fator reversível no qual o cabelo cai depois de uma experiência estressante; alopecia androgênica, que é a perda permanente de cabelo, causando a calvície; seborreia – doença cutânea que provoca manchas descamativas e vermelhas na pele e no couro cabeludo; e alopecia areata, queda repentina de cabelo que começa com uma ou mais áreas calvas circulares, que podem se sobrepor. A ansiedade causada pelo período pandêmico, o estresse e a má alimentação contribuem para a deficiência na ingestão vitaminas e proteínas que ajudam a fortalecer o folículo piloso.

Apesar desses diversos fatores, a especialista destaca alguns pontos que ajudam a evitar a queda excessiva dos fios:

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• É ideal lavar o couro cabeludo todos os dias ou dia sim, dia não, para evitar a oleosidade (fator que também estimula a queda excessiva e acentuada, podendo evoluir para outros agravantes, como a caspa);

• Não deixar o cabelo tracionado (esticado) por muito tempo;

• Não dormir com o cabelo molhado;

• Tentar diminuir o estresse;

• Melhorar a alimentação e ingestão de vitaminas;

• Ir sempre ao cabeleireiro ou profissional especializado em tratamento antiqueda e realizar um tratamento de limpeza do excesso de produtos na raiz do cabelo;

• Atenção e cuidado com produtos de alisamento, relaxamento, progressivas ou qualquer química que venha a ser aplicada no couro cabeludo e podem provocar alergias e queimaduras;

• Cuidado com os produtos finalizadores, para evitar o entupimento e a circulação sanguínea no couro cabeludo e poros;

• Desembaraçar os cabelos no banho.

Em casos mais graves, o recomendado é buscar um tricologista, especialista em queda de cabelo e calvície, que irá descobrir qual é a causa da queda e orientar sobre o tratamento. Alguns salões oferecem tratamentos nesse sentido, como argiloterapia, alta frequência, ozonoterapia, luz de led e óleos essenciais.

“Aqui no Shades Pamplona, a especialista Kammily Carvalho desenvolve tratamentos que aliam essas ferramentas e produtos de qualidade e confiabilidade, de marcas reconhecidas no mercado de tratamento para queda e dermatite”, finaliza Maria Eugênia Dickerhof, proprietária da rede.

Fonte: Shades Studio