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Alimentos que não podem faltar no verão


Segundo nutricionista da Dietbox, refeições leves, frutas e verduras ajudam na digestão e na manutenção do metabolismo nesta época do ano

Porém, além dos cuidados para evitar estes problemas de saúde, a alimentação precisa de uma atenção especial, uma vez que boa parte das pessoas aproveita o verão para tirar férias e, com isso, a rotina alimentar também pode ter alterações.

Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, lembra que é necessário apostar em alimentos que facilitem a digestão e contribuem para o melhor funcionamento do organismo nesta temporada.

“No verão, o essencial é se hidratar, principalmente, com água, mas sem deixar de lado os sucos naturais e a água de coco. Frutas, saladas e carnes magras também devem fazer parte do cardápio no verão porque são mais leves, de fácil digestão e não causam aquela sensação de mal-estar após as refeições”, comenta Bettina.

Escolher os alimentos

“Antes de definir quais alimentos são os mais indicados para o verão, é importante conhecer a procedência deles. Procure dar preferência aos não industrializados, de origem orgânica e in natura como os produtos frescos, sem conservantes e adição de açúcar e sal, além dos alimentos com menos gordura trans”, pondera a profissional.

Leveza e substituição

Para deixar o prato leve e não sucumbir à moleza e má digestão depois de um almoço em dias muito quentes, alimentos com gordura monoinsaturada, que reduzem o colesterol como o abacate e as castanhas, são boas opções. Também é recomendado evitar frituras e outras porções com muita gordura,

Anti-inflamatórios

Para evitar inchaços, os ingredientes anti-inflamatórios são as melhores alternativas. Fonte de ômega-3, os peixes grelhados no azeite, acompanhados de verduras e hortaliças, além de frutas vermelhas na sobremesa, são alternativas interessantes para a dieta.

Frutas cítricas

A nutricionista também recomenda as frutas cítricas que contribuem com o sistema imunológico por fornecerem boas quantidades de vitamina C. Frutas cítricas como laranja, abacaxi, acerola e limão são as mais indicadas para o verão.

Fonte: Dietbox

O que torna a carne vermelha menos saudável e como corrigir isso

Vários dos nutrientes e constituintes da carne vermelha têm sido associados a piora nos resultados de saúde, como doenças cardiovasculares e câncer. As gorduras saturadas de origem animal, por exemplo, estão associadas a risco elevado de inflamação e doença cardiovascular.

Ultimamente, vários estudos têm avaliado que dietas baseadas no aumento do consumo de vegetais e na diminuição da carne estão ligadas à longevidade saudável, reduzindo a chance de ter doenças cardiovasculares e câncer. Por que será, afinal, que o consumo da carne vermelha está em xeque?

“A carne vermelha conta a com presença de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e pequenas quantidades de poli-insaturados. Quando há uma alta proporção de ácidos graxos saturados de origem animal na dieta, alguns estudos mostram que há um aumento no risco de complicações de saúde, como obesidade, doenças hepáticas e cardiovasculares. O consumo de ácidos graxos saturados é considerado um importante fator para o aumento das concentrações séricas de colesterol total e LDL e na redução de HDL, o colesterol bom, o que caracteriza um perfil lipídico inflamatório e aterogênico, fator de risco para as doenças cardiovasculares”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Foto: Tarasov/Pixabay

“As carnes brancas, especialmente os peixes, são melhores para a saúde do que as carnes vermelhas porque, em geral, possuem menos gorduras e colesterol, sendo também mais fáceis de digerir”, completa.

Além disso, o consumo de gorduras saturadas proporciona uma menor liberação de proteínas relacionadas à saciedade, quando comparadas a outros ácidos graxos, o que pode levar a uma maior ingestão calórica e um balanço energético positivo, uma das principais causas da obesidade. Segundo a médica, uma forma de ‘corrigir’ esse problema é balancear a dieta.

“Com uma melhor compreensão de que as carnes vermelhas podem ser prejudiciais à saúde, há uma oportunidade de diminuir a ingestão e as substituir por outras carnes, como peixes, carnes brancas e outras fontes proteicas mais saudáveis”, sugere a médica. Os benefícios para a saúde de uma dieta bem elaborada são mais bem documentados, incluindo redução da inflamação e menor risco de doença arterial coronariana, e associados ao aumento do consumo de fontes proteicas sem grandes concentrações de gorduras saturadas.

Esse equilíbrio na dieta pode ser feito por meio do aumento do consumo da proteína vegetal ou ovo e carnes magras. “A carne vermelha pode ser consumida duas vezes por semana. É interessante lembrar que, embora associada a problemas de saúde, esse tipo de carne vermelha também contém nutrientes benéficos como aminoácidos essenciais, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, particularmente a B12 e vitamina K”, afirma a médica.

As carnes vermelhas incluem as de vaca, de vitela, de porco, de cordeiro, de carneiro, de cavalo, de cabra, de coelho e de avestruz, enquanto as carnes brancas são as de frango, pato, peru, ganso e peixes. “A carne vermelha contém maior quantidade de ferro na sua composição, por isso é bem indicada no combate à anemia, principalmente nos grupos de risco, que incluem crianças, gestantes e idosos. O zinco que se apresenta em boas concentrações nesse tipo de carne é importante para o crescimento e funcionamento do sistema imune”, diz a médica.

Sanduíche vegano

Por fim, as evidências crescentes de que o conteúdo nutricional das carnes pode ser influenciado pelo processo de produção que recebem, embasam argumentos para esse fator também impactar as recomendações dietéticas. Vários países, como Austrália, EUA e Noruega, emitiram recomendações aos seus cidadãos nos últimos dez anos para reduzir o consumo de carne vermelha, tanto por causa das preocupações ambientais associadas ao consumo de carne vermelha quanto por aspectos de saúde.

“Pessoas com níveis de colesterol alterados, altos níveis séricos de ferro, portadores de doenças cardiovasculares e doenças metabólicas devem reduzir as quantidades de carne vermelha na dieta. É importante lembrar que as carnes com mais gordura e as processadas, como bacon, toucinho, salsicha, linguiça e salame, são as mais prejudiciais à saúde e devem ter seu consumo restrito”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Confira alimentos que ajudam a aliviar o estresse

Paulo Lessa indica seis opções de alimentos que aumentam o nível de serotonina no organismo e são ricos em vitaminas e aminoácidos

Atualmente, com a pandemia do coronavírus, vivemos um momento de estresse e ansiedade. No dia a dia, se torna cada vez mais difícil manter a calma, seja com os problemas mais simples. Uma das formas de aliviar esses sintomas é apostar em alguns alimentos que aumentam o nível de serotonina no organismo – substância responsável por regular nosso sono e melhorar nosso humor e bem-estar.

“Em meu consultório, tenho visto nos últimos meses que o estresse provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Acaba impedindo o paciente de viver a vida com mais leveza e os ataques de gula também são creditados a ele”, afirma o médico capixaba Paulo Lessa (@drpaulolessa). “Se não procurar ajuda, pode levar à depressão e síndrome do pânico, principalmente se estiver junto com ansiedade.”

Existem tratamentos e terapias para controlar o estresse, mas a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno. “Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente na diminuição do estresse”, explica. A seguir, confira opções eficientes para aliviar o problema:

Chocolate

“O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina. Por conta disso, é tão amado e superefetivo na missão de diminuir o estresse”, aponta.

Banana

Uma das frutas mais populares do Brasil também é poderosa no combate ao estresse. “A banana também é ótima para atenuar os sinais de depressão e ansiedade. Além disso, proporciona saciedade graças ao seu teor de triptofano, que estimula a produção da tão desejada serotonina.”

Ovos

Outra alternativa possível de alimento é o ovo, pois também ativa o triptofano. “Uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a serotonina. De acordo com um estudo do American Journal of Clinical Nutrition, o ovo também melhora o desempenho do cérebro por conta de um nutriente conhecido como colina. Presente na gema do ovo, é essencial para desenvolver a região relacionada à memória.”

Carboidratos

Pixabay

Os carboidratos, provenientes dos cereais, seja na sua forma simples ou integral, também podem atenuar o estresse, assim como as frutas mais adocicadas. “Eles elevam o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem-estar e disposição. O arroz, aveia, feijão, batata, mel, jabuticaba, uvas, maçãs fazem parte deste grupo alimentar.”

Carnes e peixes

Pixabay

Segundo Lessa, as carnes e peixes são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que, em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio, produzem a serotonina. “Eles apresentam outro aminoácido, chamado taurina. Ele aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado Gaba, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade.”

Chás

Para se sentir mais calmo, uma possibilidade é o consumo de chás naturais. “Às vezes, até nos esquecemos da quantidade de soluções que a natureza nos oferece quando o assunto é saúde e bem-estar. O chá de erva-doce é ótimo para acalmar dores de cabeça, palpitações e estresse. Já o de camomila é famoso por ser calmante. Ele é eficiente porque possui a substância apigenina, que tem propriedades ansiolíticas e sedativas”, recomenda. As folhas do maracujá também são capazes de criar um chá super eficiente. “Nas folhas é que se encontra boa parte das substâncias capazes de trazer tranquilidade. Caso sua intenção seja um sono mais tranquilo, por exemplo, faça a ingestão do chá pertinho da hora de ir para a cama”, orienta o médico.

“Lembrem-se que chá verde, chá preto, chá de gengibre, hibisco, café e guaraná em pó devem ser evitados à noite, uma vez que podem atrapalhar seu sono e, com isso, piorar o quadro de ansiedade”, completa.

Fonte: Paulo Lessa

Confira alimentos ricos em proteínas que servem como alternativa ao consumo de ovos

Por ser rico em proteína, o ovo é geralmente consumido em grande quantidade por atletas visando o ganho de massa muscular. Porém, o alimento não deve ser a única fonte de proteína, já que, quando consumido em excesso, pode causar complicações

Não é incomum encontrar praticantes de atividade física que consomem grandes quantidades de ovos diariamente visando o ganho de massa muscular, afinal, o alimento é rico em proteína, nutriente que ajuda na reparação e desenvolvimento dos músculos. Porém, é preciso ter cautela ao realizar essa prática.

“As recomendações do consumo de ovos vão depender de uma série de fatores, como sexo, peso, altura e intensidade de atividade física. Mas, no geral, recomenda-se que um adulto deve ingerir cerca de 1 a 3 ovos por dia, independentemente da prática de exercícios. Qualquer valor acima desse deve ser acompanhado por um profissional especializado. Isso porque os ovos, quando consumidos excessivamente, podem causar ganho de peso, sobrecarga renal, alterações no perfil lipídico de pessoas que já possuem predisposição ao problema”, alerta Marcella Garcez, médica nutróloga e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia.

Além disso, a médica ressalta que, para uma alimentação balanceada e saudável, os ovos não devem ser a única fonte proteica. A boa notícia é que, apesar do ovo realmente ser um dos alimentos mais ricos em proteína, com cerca de 6 gramas em cada unidade, existe uma série de outros alimentos que possuem quantidades iguais e até mesmo superiores do nutriente, podendo assim servir como alternativas para complementar o consumo de proteína.

A especialista listou algumas dessas opções abaixo:

Carnes vermelhas e brancas: as melhores fontes de proteína são de origem animal. No entanto, é preciso tomar cuidado antes de sair ingerindo carnes excessivamente. “As carnes vermelhas, por exemplo, apesar de serem ricas em proteína, também possuem grande quantidade de gordura saturada, que aumenta os níveis de colesterol ruim, elevando o risco de doenças cardiovasculares. O mesmo vale para o frango, que deve ser ingerido sem pele, dando preferência ao peito assado ou grelhado para evitar a ingestão exagerada de gordura”, destaca a médica.

Peixes: entre as carnes, uma das melhores opções para quem deseja aumentar a ingestão proteica são os peixes, já que tendem a ser mais magros e menos calóricos do que as carnes vermelhas. “O salmão é especialmente interessante, pois, além de ser rico em proteínas, também possui grandes quantidades de ômega-3, o que proporciona uma recuperação muscular mais rápida”, afirma a nutróloga.

Oleaginosas: para quem procura opções veganas, as nozes e amêndoas são uma excelente alternativa aos ovos, pois, de acordo com Marcella, são ricas em proteínas e ainda ajudam a regular o funcionamento do intestino e prevenir doenças cardiovasculares. “No entanto, é importante não exagerar no consumo das oleaginosas, restringindo a 5 ou 6 unidades por dia, já que também são ricas em gordura e altamente calóricas, favorecendo assim o ganho de peso”, alerta.

Quinoa: “A quinoa é uma excelente fonte de proteína, pois, além de ser rica do nutriente, também contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do organismo. Dessa forma, a proteína do alimento é melhor aproveitada. Como se não bastasse, a quinoa ainda é rica em outros nutrientes, como fibra, magnésio, ferro, potássio, vitaminas do complexo B e zinco.”

Leguminosas: de acordo com a especialista, as leguminosas, como grão de bico, lentilha, feijão, amendoim, ervilha e soja, figuram entre os alimentos com maior valor proteico. “Entre as leguminosas, vale destacar principalmente o grão de bico, que também é rico em fibras e colabora para saciedade, o feijão, que é capaz de reduzir os níveis de colesterol e açúcar no sangue, e a soja, que possui uma das maiores quantidades de proteína, com cerca de 34 gramas do nutriente a cada 100 gramas do alimento”, completa.

Leite e derivados: o leite é um dos alimentos mais nutritivos que existe, pois possui quase todos os nutrientes que o organismo precisa, sendo especialmente rico em proteína, cálcio e fósforo. “O mesmo vale para os derivados do leite, como queijos e iogurtes. Mas é preciso tomar cuidado devido à grande quantidade de gordura que esses alimentos podem conter. No geral, o melhor é optar pelas versões desnatadas e queijos brancos, como o queijo cottage, que também possui uma menor quantidade de calorias”, recomenda a nutróloga.

Por fim, Marcella ressalta que o mais importante para quem deseja aumentar o consumo de proteína visando o ganho de massa muscular é procurar um médico nutrólogo. “Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação nutricional, levando em consideração fatores como idade, peso, sexo, altura, histórico familiar de saúde e intensidade da atividade física, para recomendar a quantidade ideal de proteína para o seu organismo e a melhor forma de ingeri-la sem colocar sua saúde em risco”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Papila Deli chega ao Tatuapé com a marca Papila Poke

Nova loja marca o início da expansão da dark kitchen que prevê mais duas unidades até o final do ano

A Papila Deli dá início ao seu plano de expansão e chega ao Tatuapé com a marca Papila Poke, focada exclusivamente nos pratos havaianos. A decisão consolida o sucesso da dark kitchen que, em seu primeiro ano de vida, ultrapassou 200 mil refeições vendidas, número alcançado apenas com uma unidade, localizada no Itaim Bibi.

“A Papila Deli já nasceu sendo digital e 100% voltada para o delivery antes mesmo da pandemia, que forçou muitos restaurantes com espaços físicos a se adaptarem a esse modelo. Não tivemos que nos ajustar ao novo normal, já nascemos adaptados e acreditamos que essa é uma tendência que veio para ficar”, declara Bruno Kormes, um dos três sócios-fundadores da marca.

A marca-mãe Papila Deli absorve em seu portfólio 3 cozinhas: Papila Poke, Papila Fresh, com saladas e sopas sazonais, e Papila Wok, com pratos quentes inspirados no leste asiático e sanduíches diferenciados como o de salmão maçaricado.

Inicialmente, a operação do Tatuapé irá operar com a cozinha Papila Poke, disponível inicialmente de segunda a sábado, das 11h às 22h45. A escolha não é em vão: os pratos havaianos representam o maior faturamento da marca, que chegou a vender mais de 1000 pedidos em um único dia.

O que esperar da Papila Poke no Tatuapé

A unidade do Tatuapé terá foco exclusivo nos pokes havaianos, que conta com nove combinações pré-definidas, incluindo opções low carb com base de quinoa ou arroz de couve-flor, sendo possível também a montagem de acordo com a vontade de cliente, adicionando tartar de salmão maçaricado e outros 20 ingredientes.

De acordo com Antônio Mendes, chef e sócio da Papila Deli, os pokes são as refeições mais pedidas pelos clientes. “O poke é muito querido pelos nossos clientes. Acredito que seja porque oferecemos ingredientes diferenciados e diferentes combinações que respeitam o gosto pessoal de cada um ao mesmo tempo em que entrega uma alimentação saudável e saborosa”.

Entre os mais vendidos estão o clássico Poke de Salmão (salmão, sunomono, nori, massa de wantan com páprica e nori, gergelim, raspas de limão siciliano e ervilha torta)

Poke Spicy Tuna (atum, aioli spicy, sunomono, abacate, gergelim, edamame, nori, chips de mandioquinha, massa de guioza com páprica e nori, pimenta sirachia e gergelim), e o Poke Fresh, uma opção saborosa para quem não consome proteína animal (cenoura cozida marinada no shoyu, mix de cogumelos shitake e shimeji, abobrinha, castanha do chef, nori, sunomono, milho torrado, ervilha torta marinada no shoyu, massa de guioza com páprica e nori, edamame e gergelim).

Fotos: Rubens Kato / Food Styling: Ana Requião

Papila Deli – Unidade Tatuapé – Papila Poke
De segunda a sábado, das 11 às 22h45
Disponível no site ou pelo iFood

Quaresma: Água Doce lança cardápio temático para período que antecede a Páscoa

São mais de cinco combos com preços especiais e opções como iscas de tilápia, escondidinho e bolinho de bacalhau, acompanhados de drinks de gim e sobremesas com chocolate

A Quaresma é o período que antecede uma das celebrações mais tradicionais do Brasil, a Páscoa. Para comemorar a chegada deste momento muito associado a práticas como a abstinência de carne vermelha, a Água Doce Sabores do Brasil, rede de restaurantes de comida típica brasileira, lança um cardápio temático especial com foco no mar. A marca criou um menu com diferentes opções a preços especiais para aqueles que seguem a tradição de não comer carne vermelha durante os 40 dias que antecedem a Páscoa.

São combos que variam de R$ 183,00 a R$ 218,00 e que podem variar de acordo com a unidade, contam com pratos e bebidas tradicionais da Água Doce, como Isca de Tilápia, Escondidinho de Bacalhau e Bolinho de Bacalhau. A iniciativa também disponibiliza aos clientes opções de sobremesas com chocolate e drinques à base de gim, bebida que tem conquistado a preferência dos brasileiros. O cardápio estará disponível a partir de março nas 80 unidades da marca espalhadas por oito estados brasileiros.

“A Páscoa e os dias de Quaresma são importantes para os brasileiros. Pensando nisso, desenvolvemos um cardápio com pratos à base de peixes e frutos do mar para serem opções durante as tradicionais refeições familiares. Além disso, é uma oportunidade para a marca de se aproximar de seus clientes mostrando que sempre estamos atentos às ocasiões especiais como esta”, comenta Jaqueline Lopes, nutricionista da rede.

Vale ressaltar que o projeto com foco na Páscoa será realizado até abril nos restaurantes da Água Doce. O intuito é fazer com que os consumidores fiquem cientes das harmonizações que destacam produtos à base de peixes, além das tendências de consumo listadas nesta época do ano, de acordo com a experiência da marca no segmento de alimentação.

“Quando criamos um cardápio temático, além de oferecer uma experiência de consumo positiva aos clientes, trata-se de uma poderosa ferramenta de venda aos franqueados, pois este tipo de ação auxilia de forma efetiva a incrementar o tíquete médio da unidade. Também foram criados combos especialmente para delivery com opções selecionadas a dedo, disponíveis para pedidos via telefone, WhatsApp ou iFood”, finaliza o diretor de franquias da Água Doce, Julio Bertolucci.

Informações: Água Doce Sabores do Brasil

Alimentação ajuda a manter a saúde da pele no verão

A pele é o maior sistema orgânico do corpo humano e constitui uma barreira protetora do organismo contra agressões do meio externo. Aproximadamente 70% de sua composição é água e no verão ocorre grande perda de líquido corpóreo devido às altas temperaturas, portanto, manter a hidratação adequada é de extrema importância, principalmente nessa época do ano.

Nutricionistas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que atuam na Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), dão algumas dicas de como a alimentação pode ser uma aliada para manter a saúde da pele.

A exposição constante e excessiva ao sol é um dos principais responsáveis por acelerar o envelhecimento e causar doenças de pele. O uso de protetor solar é utilizado como barreira física, mas a fotoproteção interna, ou seja, o aumento do consumo de alguns nutrientes presentes nos alimentos, também é essencial. Uma dieta rica em alguns componentes, como o betacaroteno, o licopeno, e o ômega 3, pode contribuir para a proteção da pele, contra raios ultravioletas.

Alimentos como cenoura, pimentão, abóbora, mamão e manga fornecem boas quantidades de betacaroteno, um potente antioxidante, que auxilia na proteção das células do organismo contra a ação de radicais livres e ajuda a prevenir o envelhecimento precoce da pele.

Segundo as nutricionistas da Secretaria, para se obter um efeito antioxidante potencializado, basta combinar o betacaroteno com outros tipos de carotenoides como o licopeno, encontrado principalmente no tomate, pimenta, morango e melancia; a luteína, presente nos folhosos verde-escuros e no pimentão amarelo também é uma ótima combinação; já os micronutrientes como vitamina E, manganês, selênio e zinco, em quantidades adequadas, agem neutralizando os efeitos nocivos dos radicais livres.

Os peixes como a sardinha e o salmão são ricos em ômega 3, que além de contribuir para o equilíbrio da dieta, é também um anti-inflamatório muito útil na prevenção e tratamento de problemas da pele.

Como pode se observar, a alimentação tem uma forte influência sobre a saúde da pele. As melhores escolhas alimentares são essenciais para a redução do impacto solar e promoção do bem-estar na estação mais quente do ano. Siga as orientações e aproveite muito esse verão.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Clima de praia com lagosta toma conta da Ceagesp neste início de ano

Começou no último dia 7, a Edição de Verão do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp. Com toda a segurança que o momento exige, um clima de praia invade o maior Entreposto de Alimentos do Brasil neste início de ano.

No cardápio desta temporada, que se estende até 7 de março, os destaques serão para as várias receitas diárias com camarões e para a Lagosta Sapateira ao Molho Thermidor, prato especial que será servido, exclusivamente, às sextas-feiras, ao longo do evento.

Os Camarões no Espeto, servidos nas mesas à vontade, e a Paella à Marinera, gigante, num tacho de mais de um metro de diâmetro, continuam sendo as grandes atrações diárias deste evento, realizado na Ceagesp desde 2013. Mas o cardápio vem recheado ainda com mais de 50 itens à base de peixes e frutos do mar. Tudo para comer o quanto quiser.

Atração das sextas-feiras

Toda sexta-feira, o público poderá saborear à vontade a Lagosta Sapateira ao Molho Thermidor. O prato é o especial do dia, incluso no cardápio de sexta. Mas tem outros pratos especiais ao longo da semana. Na quinta-feira, o prato especial é a Caranguejada. Ostras frescas à vontade são as atrações de todo sábado. A semana encerra no domingo, com Fettuccine Alfredo com Camarões no parmesão Grana Padano como prato especial do dia.

A “Praia da Ceagesp” para este verão oferece ainda muito mais para o público que prestigia o evento todos os anos. A recepção dos frequentadores é feita com Acarajé e Casquinha de Siri, entre outras opções de entrada. Uma mesa de saladas garante dezenas de opções refrescantes, muitas delas com frutos do mar.

Quem prefere comer peixe, também não faltarão alternativas no festival. Toda semana, várias opções de peixes entram no cardápio em diferentes receitas. Na primeira semana desta temporada 2021, os destaques serão para o Pirarucu Assado, a Pescada Cambucu ao Molho de Champignon Paris, a Moqueca de Cação à Baiana, entre outros pratos com peixes.

Funcionamento

Para comer à vontade todas as opções, o preço por pessoa será de R$ 108,90. Bebidas e sobremesas não estão incluídas nesse valor. Criança de até cinco anos, não paga. De seis a dez, paga metade do preço. No Festival da Ceagesp, também não haverá cobrança de taxa de serviço.

A Edição de Verão 2021 do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp funcionará até 7 de março, sempre de quinta a domingo. De quinta e sexta, o horário será das 18h às 22h. Aos sábados, das 12h às 17h, e das 18h às 22h. Aos domingos, das 12h às 17h.

A entrada será pelo Portão 4 da Ceagesp, na altura do 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital. O estacionamento para automóveis, no mesmo local, terá preço especial de R$ 14,00 para os frequentadores do evento.

Segurança

Os Festivais Gastronômicos Ceagesp seguem à risca todas as determinações das autoridades de saúde e da prefeitura de São Paulo contra o novo coronavírus. Entre as medidas de segurança para frequentadores e colaboradores, adotadas pelo evento, estão tapete sanitizante na entrada, uso obrigatório de máscara para todos os frequentadores (exceto quando sentados à mesa), medição de temperatura na entrada, álcool em gel na entrada e nas mesas, luvas disponíveis para quem se serve no buffet, EPIs para todos os funcionários.

Para minimizar os riscos de aglomerações, há sinalização de alerta para o distanciamento e a separação das mesas para uma distância segura uma das outras. O evento também limita o número de lugares disponíveis e incentiva o uso de reservas antecipadas, entre outras medidas para evitar riscos desnecessários.

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição de Verão 2021
Quando: de 7 de janeiro a 7 de março
Horários: de quinta a sexta, das 18h às 22h. Aos sábados, das 12h às 17h, e das 18h às 22h. Aos domingos, das 12h às 17h
Preço: R$ 108,90 por pessoa (não haverá cobrança de taxa de serviço). Criança até cinco anos, não paga. De seis a dez, paga metade do valor.
Onde: Espaço Gastronômico Ceagesp
Endereço: Portão 4 da Ceagesp – av. Dr. Gastão Vidigal, altura do 1.946, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital.
Estacionamento: no mesmo local (preço especial de R$ 14,00 para os frequentadores do evento)
Reservas: clique aqui

Seis questões que podem te fazer incluir mais peixes na alimentação

Pesquisadora da Secretaria de Agricultura e Abastecimento informa que peixe é um alimento saudável para adultos e crianças

O peixe é um alimento rico em proteínas de alto valor biológico e minerais, como cálcio, zinco, magnésio e ferro, além de algumas espécies serem fonte de gordura boa, como o ômega 3. O pescado é um alimento altamente nutritivo e traz como mais uma vantagem a preparação rápida, em poucos minutos, trazendo praticidade para o dia a dia das famílias.

A pesquisadora do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, responde seis dúvidas frequentes sobre o consumo de pescado que vão te fazer incluir mais peixes na alimentação. Confira!

Quais as melhores espécies para consumir?

Pixabay

No Brasil é possível encontrar uma rica diversidade de espécies de pescado, ou seja, de peixes, crustáceos (camarões e caranguejos), moluscos (ostras, mexilhões, polvo e lula), répteis (rã e jacaré), além de algas. “Portanto, temos muitas oportunidades de variar o consumo de espécies marinhas ou de água doce, provenientes da pesca ou da aquicultura ou ainda em preparações simples ou gourmet”, diz Cristiane. Os consumidores podem variar a preparação utilizando pescados magros, como pescada, linguado, merluza ou bacalhau, e gordos, como sardinha, salmão, atum e cavalinha. “O sabor de cada espécie sofre influências do conteúdo de gordura, sendo, em geral, os peixes gordos considerados por alguns consumidores como os mais saborosos, enquanto os magros apresentam sabor suave e agradam paladares mais requintados”, explica a pesquisadora do IP.

Os benefícios à saúde são reais?

Sim. Segundo Cristiane, há muitos dados científicos sobre os benefícios que o consumo de pescado e algas trazem a saúde, como redução do risco de morte por doença coronária e derrame, diminuição do risco de diabetes, aumento do período de gestação e melhora do desenvolvimento cognitivo e do desenvolvimento neural infantil – quando consumido antes e durante a gestação – e redução do risco de câncer de tireoide em mulheres.

O pescado é um alimento do futuro?

De acordo com a pesquisadora do IP, o pescado representa um alimento importante para o futuro em termos de nutrição, segurança alimentar e sustentabilidade e é a terceira proteína mais consumida pela humanidade depois de cereais e leite. “Uma alimentação rica e segura na infância estimula uma alimentação saudável na vida adulta. Portanto, a criança que cresce comendo peixe, provavelmente será um consumidor saudável quando adulto”, afirma.

Não gosto do cheiro… o que fazer?

O cheiro de peixe pode ser desagradável para muitas pessoas e é um indicador de como está o frescor do pescado, sendo uma característica importante para ser observada na compra do produto. “Peixes frescos e com qualidade apresentam cheiro e sabor suaves, sendo os odores ruins sinais de deterioração. Escolha locais de compra que demonstrem e garantam a procedência e os cuidados higiênicos e sanitários necessários e recomendados pelas autoridades sanitárias”, explica Cristiane. Como o peixe e os frutos do mar estragam mais rápido do que outras carnes, organize-se quanto a quantidade comprada e sua conservação refrigerada até o momento do preparo. Na dúvida congele pequenas porções a serem consumidas de cada vez, descongele-as sob refrigeração e evite o recongelamento.

Como fazer com a presença de espinhas?

Lena Eriksson/Pixabay

Algumas espécies de peixe possuem pequenos ossos ou espinhas intramusculares, o que pode causar acidente na hora do consumo. A sugestão é atenção para a retirada desses espinhos antes do consumo ou o preparo de peixes sem esses organismos, como cação, pirarucu, pintado, tambaqui e bagre, principalmente, quando se for servir pratos à base de pescado para as crianças. Outra opção é a compra de filé ou de carne mecanicamente separada que apresentam menores chances de terem espinhas.

Peixe pode ser consumido por crianças?

Sim, podem. Os especialistas em saúde recomendam incluir o pescado de duas a três vezes por semana para adultos, com porções de 100 a 120g, e de uma a duas vezes por semana para as crianças com porções de 30g a mais, conforme a idade. O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, recomenda a partir do sexto mês, pode-se fazer a introdução do peixe na dieta dos bebês.

As crianças podem ser mais receptivas ao pescado se a escolha começar por espécies com sabor mais suave como a pescada, a tilápia ou o linguado. Para conquistar o paladar infantil busque novas formas de preparo e inove nas receitas.

Cristiane sugere o preparo, por exemplo, de iscas ou pedaços de peixes empanados em casa. “Comece temperando o peixe com sal e limão, mergulhe as tiras no ovo batido e cubra com farinha de rosca caseira, regue com azeite, leve ao forno e sirva com um delicioso molho de iogurte ou mostarda com mel. O preparo ao forno de filés com azeite, tomates, cebolas e batatas em rodelas e ervas frescas, pode ser uma ótima alternativa a fritura! Não esqueça da praticidade dos enlatados no preparo de saladas de batata, patês e molhos para massas”, orienta a pesquisadora do IP.

Muitas crianças têm acompanhado o aumento de consumo de peixes crus, o qual pode acontecer com os cuidados relacionados a manipulação e conservação adequados antes do preparo para que não haja risco de contaminação microbiológica. “O peixe cru fica delicioso e mais seguro se servido como ceviche, mergulhado no caldo de limão, azeite e rodelas finas de cebola”, diz Cristiane.

Mais informações

Para mais informações sobre o consumo de pescado, acesse as publicações da série Pescado é Saúde, produzidas pelo IP e a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro):

Pescado é Saúde – Aproveitamento Integral do Pescado
Pescado é saúde: salga, secagem e defumação
Pescado é saúde: uso do frio

Camarão ao Catupiry no Coco Verde é novo prato especial da sexta-feira no Festival Ceagesp

Estreou no fim de outubro, Camarão ao Catupiry no Coco Verde. Este será o novo prato especial de todas as sextas no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp. Essa receita substitui a Lagosta Sapateira ao Thermidor, que deve retornar ao cardápio especial até dezembro. Os demais pratos especiais do evento continuam os mesmos. Na quinta-feira, o prato especial é a Caranguejada. A partir de agora, a sexta-feira vai ser o dia do Camarão ao Catupiry no Coco Verde. Todo sábado tem Ostras e todo domingo é dia do Fettuccine Alfredo com Camarão no Parmesão Grana Padano.

Tudo isso sem contar as dezenas de opções para comer o quanto quiser no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição 2020. Entre as grandes atrações de todos os dias, destaque para os Camarões Assados servidos nas mesas e a Paella à Marinera, gigante, feita num tacho de mais de um metro de diâmetro.

Peixes

Mas o evento oferece ainda muitas outras opções para comer o quanto quiser. Toda semana, por exemplo, o público encontra receitas preparadas com vários peixes. Casquinha de Siri e Acarajé são servidos à vontade na recepção do público. Ao entrar no salão do festival, as pessoas encontram um completo buffet de saladas diversas, que incluem várias opções com frutos do mar. Quem for ao evento também tem à disposição todos os pratos de acompanhamento, os peixes da semana e os camarões e a paella, as grandes atrações do evento.

Crianças

Pelo preço fixo de R$ 98,90 por pessoa, o público pode comer, quantas vezes quiser, todas as opções oferecidas (exceto bebidas e sobremesas). Crianças de até cinco anos, não pagam o valor do Festival. De seis a dez anos, pagam metade do preço. No Festival não há cobrança de taxa de serviço. O Festival do Pescado e Frutos do Mar funciona de quinta a domingo no Espaço Gastronômico Ceagesp. Às quintas e sextas, o horário é das 18h às 22h. Aos sábados, funciona das 12h às 22h. Aos domingos, só tem almoço, das 12h às 17h. É recomendável fazer reservas antecipadamente.

Segurança

O público pode ficar tranquilo quanto à segurança. Os Festivais Gastronômicos Ceagesp cumprem todas as determinações das autoridades de saúde e da prefeitura. A entrada só é permitida com o uso de máscara e após medição de temperatura corporal. Na entrada, há um totem de álcool em gel, além de tapete sanitizante. As mesas estão dispostas com espaçamento uma das outras, assim como as cadeiras. Cada mesa conta ainda com álcool em gel à disposição. Para se servir no buffet, a pessoa precisa utilizar luvas descartáveis disponíveis no local. Todos os colaboradores contam com equipamentos de proteção individual. Isso sem contar que há limitação do número de pessoas de acordo com as regras estabelecidas para o funcionamento do evento.

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição 2020
Quando: Até 20 de dezembro.
Horários: Quinta e sexta, das 18h às 22h (somente jantar). Sábado, das 12h às 17h (almoço) e das 18h às 22h (jantar). Domingo, das 12h às 17h (somente almoço).
Preço: R$ 98,90 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam. De 6 a 10, pagam metade do valor do Festival. Bebidas e sobremesas são cobradas à parte.
Onde: No Espaço Gastronômico Ceagesp
Endereço: Portão 4 da Ceagesp (altura do nº 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina – São Paulo – SP).
Estacionamento: Portão 4, com preço fixo especial para o festival.
Reservas: clique aqui