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Saúde da pele: por que a vitamina C tópica é tão importante

A vitamina C tópica é um dos ingredientes favoritos dos dermatologistas. Ela tem respaldo científico e pode ajudar a retardar o envelhecimento precoce da pele, prevenir os danos do sol e melhorar a aparência de rugas, manchas escuras e textura da pele. “A vitamina C é um antioxidante, o que significa que combate os radicais livres prejudiciais (toxinas) que entram em contato com a pele de fontes externas, como a poluição do ar, ou de dentro do corpo como resultado de processos normais, como o metabolismo. Os radicais livres podem causar danos à pele e a aplicação de vitamina C tópica pode combater os radicais livres e melhorar sua aparência geral”, explica a dermatologista Patrícia Mafra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Alguns estudos clínicos demonstraram que a vitamina C pode melhorar as rugas. Um estudo da Nova Zelândia mostrou que o uso diário de uma formulação de vitamina C por pelo menos três meses melhorou a aparência de rugas finas e grossas do rosto e pescoço, bem como melhorou a textura e aparência geral da pele. “Isso acontece porque a Vitamina C é cofator para a produção de colágeno. Então ela ajuda a estimular a síntese dessa proteína que ajuda a dar sustentação à pele”, completa Patrícia.

A vitamina C também pode ajudar a proteger a pele dos raios ultravioleta prejudiciais quando usada em combinação com um filtro solar de amplo espectro. Estudos clínicos publicados no JAAD, um periódico da Academia Americana de Dermatologia, demonstraram que combinar vitamina C com ácido ferúlico e vitamina E, pode diminuir a vermelhidão e ajudar a proteger a pele dos danos a longo prazo causados pelos nocivos raios solares. “Como um antioxidante poderoso, a Vitamina C oferece uma proteção também biológica ao reparar a pele depois de sofrida uma agressão solar; com isso, ela consegue diminuir o número de radicais livres, diminuindo os danos”, diz a médica.

Além disso, a vitamina C também pode reduzir o aparecimento de manchas escuras, bloqueando a produção de pigmento em nossa pele. Em ensaios clínicos do JAAD, a maioria dos participantes que aplicaram vitamina C tópica apresentaram melhora em suas manchas escuras com muito pouca irritação ou efeitos colaterais. “Essa ação se deve ao mecanismo de inibir a tirosinase, que é uma enzima que produz a pigmentação causadora de manchas escuras, dessa forma a Vitamina C tópica pode ser usada para uniformizar a pele e clarear as manchas do sol e do melasma”, explica Patrícia.

Segundo a farmacêutica Patrícia França, gerente científica da Biotec Dermocosméticos, para clarear as manchas, ainda existem ativos que potencializam a ação da Vitamina C, com o destaque para o SuperOx-C. “Esse ativo botânico extraído da mais rica fonte de vitamina C do mundo, uma super fruta australiana Kakadu plum (ameixa australiana), além de atuar no estímulo do SVCT-1 (transportador da vitamina C nos queratinócitos), promove luminosidade cutânea, reduz o fator angiogênico (vermelhidão) e melhora a uniformidade do tom da pele”, explica. “Também podemos citar que SuperOx-C traz propriedades super antioxidantes e proporciona efeito glow à pele”, completa a farmacêutica Maria Eugênia Ayres, gestora técnica da Biotec Dermocosméticos.

Além dele, há o Ascorbosilane C, uma Vitamina C vetorizada pelo Silício Orgânico. “Ela garante ação antiaging, de reestruturação da derme com ação antioxidante global e estímulo da síntese de colágeno, além de ação despigmentante”, diz Maria Eugênia. A estratégia de vetorizar a Vitamina C em silício orgânico foi usada no produto Derm Deep C, o sérum clareador da Be Belle. O produto é antioxidante e rejuvenescedor, formulado com Vitamina C encapsulada em permeadores biocompatíveis de Silício Orgânico. “Dessa forma, o Derm Deep C é capaz de fazer com que os ativos penetrem profundamente na pele, conferindo assim ação hidratante, antioxidante, clareadora, preenchedora, protetora e rejuvenescedora. Além disso, por ser encapsulada em Sílicio Orgânico, a Vitamina C presente no produto não oxida, o que garante eficácia prolongada e resultados mais rápidos”, explica a cosmiatra Ludmila Bonelli, especialista em dermatocosmética e diretora científica da Be Belle.

Além disso, a vitamina C tópica pode ajudar com a acne por meio de suas propriedades anti-inflamatórias que ajudam a controlar a produção de sebo (óleo) na pele. Em ensaios clínicos, a aplicação de vitamina C duas vezes ao dia reduziu as lesões de acne em comparação com o placebo. Também por isso o Gel Complex Antioleosidade, da Età Cosmetics, conta com um complexo das Vitaminas A, C e E nanoencapsuladas, que são liberadas na pele de maneira mais potente para conferir efeito antienvelhecimento, antioxidante, clareador, protetor e regenerador.

A dermatologista destaca que a vitamina C pode ser encontrada em diversos produtos para a pele, incluindo cremes, géis e séruns. “Mas é importante que a indicação seja feita por um médico, uma vez que existem muitas fórmulas que não garantem a estabilidade do ativo, que oxida facilmente. Outra informação importante é a concentração. Existem produtos no mercado que contam com 5% e outros 40%. Mas nem sempre a maior concentração é a melhor para a pele do paciente”, diz a médica.

A vitamina C é indicada para ser usada a partir dos 20 anos. Ela foi estudada apenas em adultos e não é recomendada para crianças. “Além disso, sempre leia a lista de ingredientes antes de comprar um produto com vitamina C. Se você tem sensibilidade ou uma alergia conhecida a qualquer um dos ingredientes, considere um teste de contato ou consulte seu médico antes de usar. Se você tem pele acneica ou oleosa, considere o uso de uma formulação que também combata a oleosidade ou contenha ingredientes como ácido salicílico, que combatem as erupções acneicas”, explica. Se sentir desconforto ou irritação substancial, pare de usar vitamina C e consulte seu médico.

Por fim, quanto ao modo de uso, a dermatologista afirma que é fundamental usar um limpador suave antes de aplicar o produto com Vitamina C. “Se ele for em sérum, algumas gostar podem ser usadas no rosto e pescoço, antes do hidratante e protetor solar. Existem cremes hidratantes que já contam com a Vitamina C, então os benefícios estão concentrados em um único produto. Mas sempre use protetor solar. A vitamina C não substitui o uso de protetor solar ou o uso de roupas que protejam. Certifique-se de usar protetor solar de amplo espectro diariamente e limitar a exposição ao sol durante os horários de pico”, finaliza.

Peles negras: confira cuidados essenciais para rosto e corpo

Especialista ensina truques que auxiliam no dia a dia para ter uma pele ainda mais radiante

A pele negra possui características que são exclusivas, como o alto nível de melanina e colágeno, que evitam o envelhecimento precoce e a torna mais resistente ao sol. Mesmo com essas proteções naturais, a pele negra precisa de cuidados para não adquirir manchas, foliculite ou o excesso de oleosidade, sendo essas as principais queixas.

A fisioterapeuta e dermatofuncional da HTM Eletrônica, Aline Caniçais, explica que, por ter mais colágeno, a pele negra acaba sendo mais firme e resistente a rugas e linhas de expressão. “Além de sofrer pouco com os efeitos do amadurecimento, essa pele aparenta menos celulite e flacidez de pele, por ser mais firme. No entanto, há mais propensão a manchas escuras (hipercromias pós inflamatórias e melasmas), e também se faz necessário redobrar o cuidado com queloides”, afirma.

A profissional preparou algumas dicas indispensáveis. Confira:

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Oleosidade nunca mais
Por ter glândulas sebáceas maiores, acaba sendo bem oleosa e, por esse motivo, precisa ser limpa duas vezes ao dia para evitar o entupimento dos poros e a formação de cravos e espinhas. Além disso, vale consultar um profissional da área para uma limpeza mais profunda e tratamentos complementares. Um dos recursos mais interessantes é o uso do peeling ultrassônico, que limpa profundamente a pele sem agredir e sem gerar qualquer desconforto. O tratamento é feito por meio de uma espátula que gera pulsos ultrassônicos, que vibram 26 mil vezes por segundo.

Protetor solar, o melhor aliado
Graças à alta quantidade de melanina, a pele negra possui uma proteção natural. Por outro lado, ela não é suficiente para prevenir a região contra os danos dos raios solares. Por isso, é importante passar protetor solar todos os dias.

Pele macia para sempre
Ao mesmo tempo em que a pele do rosto produz mais sebo e oleosidade, a pele do corpo resseca facilmente. Por isso, uma dica é fazer uma esfoliação potente no banho em áreas como pés, joelhos e cotovelos, que costumam ser bem ressecadas, a fim de retirar as células mortas e impurezas, dando lugar a uma pele de melhor qualidade e mais suave ao toque. As partículas encontradas nos produtos limpam a pele e a deixam mais lisa e fina, melhorando sua textura.

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Xô, manchas
Quando as manchas já estão instaladas na pele, há várias opções disponíveis especialmente para as peles negras, mas sempre com indicação profissional. Entre eles, está o uso de LEDs, que atuam de modo a promover homogeneidade da coloração, por meio de hiper hidratação tecidual e melhora na função dos melanócitos (células que produzem a melanina), normalizando a produção e auxiliando na reabsorção do pigmento excessivamente instalado. Pode-se, inclusive, fazer uso de cosméticos que são ativados pela luz, potencializando ainda mais os efeitos.

Fonte: HTM Eletrônica

Suplemento líquido Jeunesse contribui para bronzeado saudável de dentro para fora

Jeunesse, marca referência em inovação e tecnologia focada em produtos para o rejuvenescimento, amplia a linha NuBod com NuBod Be Bronze. O suplemento líquido que atua de dentro para fora, auxiliando na conquista de um bronzeado saudável e radiante.

NuBod Be Bronze traz um blend de quatro nutrientes e nenhum ingrediente de origem animal para promover benefícios para a pele e bem-estar. O Cobre contribui para a pigmentação da pele, ajuda na síntese de melanina e na proteção dos danos causados por radicais livres, enquanto a Vitamina A contribui para a manutenção da pele. Completando a combinação, Luteína e Zeaxantina são antioxidantes que ajudam a proteger contra os danos causados pela radiação UV e luz visível, a segunda melhora ainda a hidratação da pele.

Pensando em manter também o frescor para o verão, o suplemento é um splash refrescante, com sabor de laranja e pêssego. Para consumir basta diluir 2 mL (aproximadamente 1/2 colher de chá) em 150 mL de água, em temperatura ambiente ou gelada, uma vez ao dia. Cada frasco da novidade rende 30 porções.

Com foco no cuidado com o corpo, a linha NuBod conta também com com um sistema de modelagem corporal, que inclui o Stimulation Scrub, o Reduction Serum e o Lifting Cream, que atuam tratando a celulite, flacidez, aparência da pele e reduzindo medidas.

*NuBod Be Bronze não substitui o uso de protetor solar.

Onde comprar: Encontre o distribuidor mais próximo de você pelo site de Jeunesse.

8 alimentos aliados da pele e dos cabelos

Para ver os efeitos estéticos, é necessário o consumo diário adequado de nutrientes essenciais para a produção, manutenção e a proteção dos componentes que fazem parte dos tecidos cutâneo e capilar

Não é só uma rotina de uso de dermocosméticos e produtos capilares que garante a saúde e a beleza da pele e dos cabelos. De acordo com a nutricionista consultora da Jasmine Alimentos, Fernanda Seiffer, uma alimentação rica em nutrientes específicos pode ser o grande diferencial para deixar mais saudáveis e bonitos os cabelos, pele e unhas.

“Muito além da rotina de beleza, precisamos incluir em nossas vidas hábitos alimentares equilibrados e que proporcionem o aporte diário adequado de nutrientes essenciais para a produção, manutenção e a proteção dos componentes que fazem parte dos tecidos cutâneo e capilar, como o colágeno, o ácido hialurônico e a queratina, além de vitaminas e minerais, como o zinco, vitamina C, vitamina A e ferro. Além de se preocupar com a saúde intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes ingeridos.”, afirma a nutricionista.

Ela acrescenta que o cuidado com a escolha de ingredientes para cada uma das refeições deve levar em consideração o perfil “pro-aging”, ou seja, que cada alimento contribuam para a desaceleração do envelhecimento cutâneo e do enfraquecimento capilar.

“É importante lembrar, ainda, do papel do ômega-3, que proporciona efeito anti-inflamatório e dos compostos bioativos presentes nos alimentos, como licopeno, betacaroteno, sesamina, catequinas, antocianinas e ácido elágico, que fornecem efeito antioxidante, combatendo os radicais livres gerados por fatores como exposição ao sol, padrão alimentar inadequado, estresse, tabagismo e poluição. Todos afetam a estrutura da pele, podendo estimular a flacidez, a presença de rugas e manchas e, nos cabelos, levar à despigmentação, proporcionando um aumento dos fios brancos”, completa Fernanda.

Entretanto, é essencial atentar para a observação destacada pela engenheira de alimentos da Jasmine, Erika de Almeida Rodrigues Zifchak. Ela explica que, para que exerçam efeitos positivos, os alimentos precisam ser consumidos associados a outros hábitos saudáveis, como uma alimentação variada. “Por isso, o envolvimento de médicos e nutricionistas no processo é tão importante”, reforça.

Os 8 aliados da saúde e da estética

“Pela oferta de nutrientes, alguns alimentos são mais indicados para a manutenção de uma pele saudável e de um cabelo bem nutrido”, aponta a analista de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos. Erika de Almeida. Confira 8 indicados pela engenheira de alimentos:

Quinoa: uma pesquisa do Programa de Mestrado e Doutorado em Biotecnologia Industrial da Universidade Positivo (UP) descobriu que as propriedades hidratantes e antioxidantes do óleo de Quinoa fazem dele um componente valioso para aplicação em produtos cosméticos. O estudo foi desenvolvido em parceria com O Boticário e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicada na renomada revista Scientific Reports. Ao ser ingerida na alimentação, a Quinoa pode trazer ao organismo oferta de magnésio, vitaminas do complexo B, ferro, potássio, cálcio, fósforo, vitamina E e antioxidantes. A semente fornece, ainda, os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo.

Red berries: goji berry, cranberry e açaí são frutas vermelhas e roxas que atuam como aliadas da saúde capilar e cutânea. O consumo de goji berry, além de favorecer a amenização de desordens estéticas, como a celulite, já que apresenta flavonoides e polissacarídeos em sua composição, substâncias com efeito antioxidante, é uma excelente fonte de vitamina C, nutriente essencial para a síntese de colágeno. O cranberry e o açaí, ricos em antocianinas e resveratrol, respectivamente, pode oferecer também proteção à pele e aos cabelos.

Foto: Oana Durican/Pixabay

Amêndoas: os efeitos do consumo diário de amêndoas na pele de mulheres menopausadas se mostraram muito benéficos, segundo estudos, e demonstraram que estas oleaginosas contribuíram com a melhora da hiperpigmentação da pele e da presença de rugas faciais, ocasionadas pelo fotoenvelhecimento. Tais benefícios podem se relacionar com o fato de as amêndoas serem uma rica fonte de polifenóis e vitamina E, que atuam como antioxidantes, protegendo a pele.

Chia: por ter aminoácidos essenciais, contribui com a síntese proteica, essencial para a manutenção dérmica e o crescimento dos fios capilares, favorecendo o fortalecimento dos cabelos e da pele. Também concentra alto teor de ômega-3, que irá modular a inflamação e outras desordens cutâneas associadas, como celulite e acne.

Sunnysun0804/Pixabay

Castanha-do-Brasil: são uma das principais fontes alimentares de selênio, mineral com efeito antioxidante que protege a pele e o cabelo dos radicais livres.

Foto Agromix.In

Gergelim: uma semente rica em sesamina, um composto bioativo que tem potencial papel na redução da queda de cabelo e na proteção da coloração dos fios capilares. Além disso, contém excelentes concentrações de vitamina B1, ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco, que podem auxiliar a manutenção da saúde capilar e cutânea.

Aveia: é fonte de silício, um importante mineral para a saúde capilar e cutânea, por atuar na sustentação do colágeno, proteína presente em ambos os tecidos.

Molho de tomate orgânico: o licopeno do molho de tomate contribui com a saúde cardiovascular e, associado a outros nutrientes e nas quantidades adequadas, exerce efeito fotoprotetor, favorecendo a amenização dos danos causados pelos radicais livres produzidos após a exposição solar.

Fonte: Jasmine

Avon esclarece mitos e verdades sobre a proteção solar

A chegada das estações mais quentes é marcada por dias mais longos e ensolarados. E, apesar da proteção solar ser importante durante todo o ano, neste período deve-se dedicar uma atenção especial a ela, pois ficamos ainda mais expostos ao sol. Como existem muitas dúvidas e mitos sobre proteção solar, a Avon respondeu alguns mitos e verdades para te ajudar a conhecer melhor a temática e proteger a sua pele. Confira abaixo:

Preciso passar protetor solar estando dentro de casa.
Verdade:
a proteção solar dentro de casa é sim necessária, sendo tão importante como nos dias em que saímos à rua. Mesmo estando em ambientes internos, é praticamente impossível não estarmos expostos à radiação, principalmente a dos raios UVA, que são pouco filtrados pela atmosfera, e causam o envelhecimento precoce e marcas na pele. Além disso, em casa ficamos expostos à luz de lâmpadas e de aparelhos eletrônicos que também emitem radiações prejudiciais à saúde da pele. Portanto, a utilização de protetor solar dentro de casa é indispensável.

O protetor solar é o último passo do ritual de skincare.
Verdade:
a proteção solar entra como a última etapa no seu ritual de cuidados com a pele, sendo o último produto a ser aplicado após a limpeza e tratamentos específicos. Cuidar da pele pode ser simples: em três passos simples e eficazes, a Avon recomenda o ritual de skincare Renew que consiste na limpeza, no tratamento e na proteção.

Em dias nublados eu não preciso passar protetor solar.
Mito:
mesmo em dias em que o sol está brilhando, não podemos pular a etapa de proteção solar no ritual de skincare, pois a nossa pele ainda está exposta à radiação. Inclusive quando utilizamos a máscara facial de proteção contra a Covid-19, ainda precisamos utilizar protetor solar, pois o tecido não protege a região dos efeitos nocivos da radiação.

Não preciso passar protetor solar antes de iniciar a maquiagem.
Mito:
é necessário aplicar o protetor solar antes de se iniciar a preparação pois maquiagem, no geral, não possui FPS. Além disso, é importante destacar que um bom ritual de skincare prévio a produção da make garante benefícios visíveis a pele: desde o tão falado efeito glow, tendência já aprovada dentro do cenário de beleza, até mesmo a utilização de produtos mais mattes, que podem ajudar na duração da maquiagem ao longo do dia em períodos de clima mais quente.

A proteção solar ajuda na prevenção do envelhecimento precoce da pele
Verdade.
A radiação é uma das principais causadoras do envelhecimento precoce da pele, portanto o uso do protetor solar diariamente é essencial para a manutenção da saúde dessa região. Os protetores solares estão seguindo essa tendência de fornecer mais benefícios ao consumidor. A linha Renew Solar Advance segue esse perfil de inovação e possui tecnologia antioxidante Repair Shield que ajuda a proteger contra os danos causados pelos raios UV, além de outros ativos importantes do universo do skincare que os tornam verdadeiros produtos multibenefícios. O Renew Solar Advance com Ácido Hialurônico FPS 50 é um bom exemplo: possui ácido hialurônico, que ajudam a suavizar rugas. Além disso, a linha inteira possui formulação que ajuda a reparar 50% dos danos causados pelo sol em 24 horas.
*Com base em testes em células da pele
**forma sódica
**Medido na pele reconstruída após a exposição a UVB igual a aproximadamente 10 minutos da luz solar no verão na latitude 40 Norte.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre a temática, confira a linha de proteção solar Renew Solar Advance. São diferentes opções que se adequam a cada momento da rotina, é só escolher a sua!

Renew Solar Advance com Ácido Hialurônico FPS 50
Um protetor prático, multibenefícios, ideal para incluir no seu ritual de beleza. Isso porque além de proteger a pele contra raios solares UVA/UVB, ele também a hidrata e trata, pois contém ativos como o ácido hialurônico. Auxilia na prevenção contra o envelhecimento, deixando a pele mais saudável e jovem, suavizando linhas de expressão. Assim como os outros protetores da Renew, ele também protege a pele contra os danos nocivos causados pela luz artificial.
*forma sódica

Protetor Solar Ultraleve Anti-Idade FPS 70
A escolha ideal para aqueles que buscam alta-proteção que não pesa na pele. Possui textura leve, de rápida absorção, é livre de óleos e não deixa resíduos. Conta com a exclusiva tecnologia RepairShield, criada para ajudar na reparação da pele danificada pelo sol, enquanto oferece proteção completa contra os raios solares UVA/UVB mantendo uma pele saudável e jovem. Formulado com ingredientes antioxidantes e também para ajudar a corrigir danos que podem ser causados pela luz artificial de aparelhos eletrônicos.

Renew Solar Advance Anti-Idade FPS 50
Ótimo aliado no dia a dia, ajuda na proteção contra os danos dos raios solares e da luz azul, enquanto garante uma pele sequinha o dia todo! Possui fórmula não oleosa, leve, de fácil absorção e não comedogênico, ou seja, não obstrui os poros. Também conta com a exclusiva tecnologia Repair Shield. Ajuda a proteger contra os efeitos nocivos dos raios UVA/UVB e estimula a reparação das células danificadas por raios UV, reparando 50% dos danos causados pelo sol na pele em 24 horas**.
**Baseado em teste in vitro. (Avaliado em pele reconstruída após exposição aos raios UVB por cerca de 10 minutos em sol de verão a 40 graus de latitude N).

O preço sugerido para a Renew Solar Advance Matte com Ácido Hialurônico FPS 50 é de R$ 48,90, para o Protetor Solar Matte Ultraleve Anti-Idade FPS 70 é de R$ 55,90 e para o Renew Solar Advance Matte Anti-Idade FPS 50 e de R$ 46,90.

Os produtos estão disponíveis para compra no e-commerce da marca e por meio de revendedoras Avon.

Informações: SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

O que preciso eu saber sobre meu tipo de pele antes de comprar um creme anti-idade?

A maioria das tentativas frustradas de compra de creme anti-idade pode ser resolvida com a identificação do tipo de pele. O erro mais comum ainda é usar produtos com textura inadequada

Muitas pessoas apostam todas as fichas no cuidado skincare, o que é válido para ajudar a prevenir o envelhecimento da pele, mas tem efeito limitado quando os sinais já surgiram. “O melhor a fazer é buscar um dermatologista para uma avaliação da pele, que pode necessitar de procedimentos em consultório para um estímulo adequado de colágeno. E quando pensamos em prevenção, os cremes também funcionam melhor quando são prescritos por um médico, que vai entender a necessidade daquela pele”, explica a dermatologista Patrícia Mafra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“O erro mais comum em pacientes que compram produtos de prateleira sem indicação médica é com relação ao tipo de pele. A textura errada do produto pode fazer com que os resultados não sejam alcançados”, completa a médica.

Segundo a dermatologista, a pele é o maior órgão do corpo humano e desempenha diversas funções importantes, sendo a principal barreira de defesa do nosso corpo com o meio externo. “Esse é um dos motivos pelo qual a pele varia de características de acordo com a localização. Quando observamos a pele do rosto podemos perceber características bem específicas e quando mencionamos o tipo de pele, estamos falando da pele do rosto em relação à oleosidade. Daí podemos classificar basicamente em três tipos: normal, seca ou oleosa”, explica.

“Mas devemos lembrar que independentemente do tipo de pele, a região da zona T, que é a região central da face, apresenta um maior número de folículos e glândulas sebáceas. Por isso é uma região naturalmente mais oleosa ou menos seca, de acordo com o tipo de pele, quando comparamos com a parte lateral do rosto. Dessa forma, a pele também pode ser classificada como mista, com a zona T (testa, nariz e queixo) bem oleosa e o restante seco”, diz Patrícia.

Para identificar o tipo de pele devemos observar suas características e a forma como ela reage e fica ao longo do dia devido aos diferentes estímulos, como clima, alimentação etc. “A pele oleosa é mais espessa, aparenta os poros mais dilatados e fica mais úmida e brilhante ao longo do dia. Já, a pele mais seca é mais fina e costuma ser mais sensível. Tem um aspecto menos brilhante e tende a apresentar descamação. A pele normal é a que tem uma aparência mais bonita e saudável. Tem aspecto liso, aveludado, viçoso”, explica.

Com relação aos problemas de cada tipo de pele, a oleosa tende a ser mais acneica. “Por causa dos poros mais abertos, ela apresenta mais cravos e tendência a cistos, porém é uma pele mais resistente a rugas, devido a uma atividade acentuada das glândulas sebáceas”, destaca. “Já a pele seca está mais sujeita a um envelhecimento precoce. Como tende a ser mais fina e menos hidratada, ela sofre mais com a ação do sol, vento ou frio. O óleo funciona como um lubrificante que protege a pele.”

Atualmente, é possível encontrar uma variedade grande de hidratantes, produtos anti-idade e protetores. “A escolha do produto ideal varia muito com o tipo de pele. Para peles oleosas esses produtos devem ser livres de óleo, e ter toque seco ou matificante. Para peles secas esses produtos devem auxiliar na hidratação e conter ativos próprios para isso”, destaca a médica. “Um erro muito comum é o de pessoas com pele oleosa que usam cremes pesados no rosto. Isso tende a aumentar a oleosidade e pode piorar até a acne”, alerta a dermatologista.

O creme anti-idade também varia de acordo com o tipo de pele. “Em geral, a pele torna-se mais seca a partir dos 35 anos. As peles mais maduras pedem produtos que auxiliam na hidratação. Portanto, o veículo deve ser adequado para isso, seja em creme ou loção. Já as peles mais oleosas pedem produtos com toque mais seco, em veículos de gel ou sérum por exemplo”, lembra a médica.

Sobre as substâncias anti-idade, que são recomendadas a todos os tipos de pele e funcionam muito bem para ajudar a prevenir o envelhecimento, Patrícia cita o ácido hialurônico de baixo peso molecular, a Vitamina C, o ácido ferúlico e o resveratrol, além de alfa-hidroxiácidos (ácido glicólico), beta-hidroxiácidos (ácido salicílico) e retinoides sempre com orientação médica. “O ácido hialurônico de baixo peso molecular tem maior permeação e ajuda a hidratar; a Vitamina C, ácido ferúlico e resveratrol são excelentes anti-idades, agindo para proteger o colágeno e o DNA celular, além de eliminar os radicais livres aceleradores do envelhecimento precoce. E os ácidos e retinoides ajudam a melhorar o turn-over (renovação) celular, o que ajuda também a estimular colágeno”, finaliza a médica.

Fonte: Patrícia Mafra é dermatologista, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Graduada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG), com estágio em Dermatologia pelo Grupo Santa Casa e acompanhamento do Serviço de Ginecologia e Sexologia do Hospital Mater Dei.

Dezembro Laranja: conheça os sinais de alerta para câncer de pele no mês de prevenção da doença

Tipo de tumor maligno que mais afeta a população brasileira pode ter suas chances de incidência amplamente reduzidas com cuidados relacionados à exposição aos raios solares

A proximidade do verão, período que marca a alta nas temperaturas em todo o país, acende um importante alerta: a exposição prolongada ao sol sem proteção adequada pode levar a consequências importantes à saúde. Além de causar o envelhecimento precoce, o contato direto com raios nocivos aumentam em até dez vezes o risco de câncer de pele, o mais incidente entre os brasileiros, correspondendo a um total que ultrapassa a marca de 185 mil novos casos a cada ano – cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

E apesar de uma considerável parcela da população acreditar que sabe lidar com o sol por viver em um país tropical, campanhas de conscientização como o Dezembro Laranja são essenciais para que informações precisas sejam transmitidas e assim seja possível reduzir os índices deste tipo de câncer, evitável na maioria das situações.

“Os melanócitos e queratinócitos (células da pele) são os principais envolvidos no processo de fotoproteção e quando expostos à radiação solar podem aumentar em número e tamanho. O câncer de pele ocorre quando há um crescimento anormal e excessivo dessas células que compõem a pele e pode ser de dois tipos: melanoma e não-melanoma, sendo o primeiro responsável por 95% dos tumores cutâneos identificados entre os brasileiros”, explica Sheila Ferreira, oncologista da Oncoclínicas São Paulo.

De acordo com a especialista, esse índice está diretamente relacionado à constante exposição à radiação ultravioleta (UV) sem uso de proteção adequada. Por isso, é preciso estar atento aos sinais de alerta.

“Os principais sinais e sintomas de câncer não-melanoma são a presença de lesões cutâneas com crescimento rápido, ulcerações que não cicatrizam e que podem estar associadas a sangramento, coceira e algumas vezes dor e geralmente surgem em áreas muito expostas ao Sol como rosto, pescoço e braços”, diz a médica.

De olho na prevenção

Para pessoas que costumam ficar expostas ao sol, é preciso reforçar o uso do protetor solar diariamente, principalmente no rosto. Se a exposição aos raios solares for maior, como na praia ou piscina, é importante abusar do protetor no corpo todo, usar chapéus e evitar horários em que a incidência solar esteja mais forte.

“Pessoas de pele clara, cabelos claros ou ruivos, com sardas e olhos claros são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica, aumentando também a possibilidade de surgimento do câncer não-melanoma”, destaca Sheila.

É importante a avaliação frequente de um especialista (dermatologistas) para acompanhamento das lesões cutâneas. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce. O dermatologista tem o papel de orientar uma proteção adequada para descobrir os possíveis riscos que os raios solares de verão podem causar na pele.

Entenda os diferentes tipos de câncer de pele e os possíveis tratamentos

O câncer de pele não-melanoma pode ser classificado em: carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. O primeiro é o tipo mais frequente, com crescimento normalmente mais lento. O diagnóstico se dá, usualmente, pelo aparecimento de uma lesão nodular rosa com aspecto peroláceo na pele exposta do rosto, pescoço e couro cabeludo. Já no carcinoma espinocelular, mais comuns em homens, ocorre a formação de um nódulo que cresce rapidamente, com ulceração (ferida) de difícil cicatrização.

“Tanto o carcinoma basocelular quanto o espinocelular estão relacionados à alta exposição dos raios solares. Eles devem ser prevenidos com protetor solar e consultas frequentes com o dermatologista, sendo fatores fundamentais para detecção do câncer na sua fase inicial”, aponta a oncologista.

Já o chamado câncer de pele do tipo melanoma, apesar de considerado como sendo de baixa incidência – ele é responsável por 8.450 novos diagnósticos por ano -, é o mais agressivo e requer atenção redobrada. São geralmente os casos que se iniciam com o aparecimento de pintas escuras na pele, que apresentam modificações ao longo do tempo. As alterações a serem avaliadas como suspeitas são o “ABCDE”- assimetria, bordas irregulares, cor, diâmetro, evolução. “A doença é mais facilmente diagnosticada quando existe uma avaliação prévia das pintas”, finaliza Sheila Ferreira.

É recomendável a ressecção cirúrgica destas lesões por especialista habilitado para adequada abordagem das margens ao redor da mesma. Posteriormente, dependendo do estágio da doença, pode ser necessária a realização de tratamento complementar. Quando diagnosticada precocemente, quimioterapia ou radioterapia são raramente necessárias e a cirurgia é capaz de resolver a maioria dos casos.

Fonte: Oncoclínicas São Paulo

O que acontece aos seios quando se para de usar sutiã

Como a pandemia do coronavírus continua em todo o mundo e com a incerteza sobre o que o “novo normal” acarretará, muitas de nós com seios temos uma certeza: eles estão finalmente livres. Sim, depois de muitos anos trancados em uma “prisão”, trabalhar e permanecer dentro de casa nos permitiu chutar nossos sutiãs para o meio-fio. O consenso parece ser que, se você não vai a lugar nenhum, não precisa usar sutiã. Apenas deixe esses bebês respirarem e fazerem suas coisas.

Mas, embora a vida sem sutiã seja confortável, ela levanta a questão: evitar meu sutiã afeta meu corpo de alguma forma? Respostas curtas de especialistas: sim e não. Então vamos desembrulhar isso, vamos?

Não usar sutiã fará com que meus seios caiam?

Para entender como os sutiãs afetam nossos seios, é importante entender como eles foram criados. De acordo com a empresa de roupas Hunkemöller, sediada em Amsterdã, os sutiãs podem ser datados de 2.500 aC, quando as mulheres usavam um cinto parecido com um espartilho que empurrava seus seios nus para cima. O primeiro sutiã moderno surgiu pela primeira ver na Feira Mundial de 1889, quando a inventora francesa Herminie Cadolle decidiu cortar o espartilho em duas partes, dando à parte superior as alças que conhecemos hoje.

Então, em 1913, Mary Phelps Jacobveio e aperfeiçoou o que a Cadolle havia começado, criando o tipo de sutiã mais usado que vemos hoje no mercado. Mas, embora essas inovações ao longo do tempo tenham sido criadas para manter os seios no lugar e criar a silhueta desejada, em nenhum lugar está escrito que foram feitas para evitar a flacidez. Provavelmente porque eles foram projetados principalmente com a estética em mente.

Como disse Mary Jane Minkin, professora clínica de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina da Universidade de Yale, ao site Prevention, não há evidências de que os sutiãs evitem a flacidez. Tampouco o mito de que usar sutiã ao ir para a cama para manter os seios bem formados e empinados.

Sem músculos

Laura Tempesta, especialista em sutiãs e fundadora da grife Bravolution, ecoa esse sentimento, lembrando uma entrevista com o CEO da Platex, John Dixey, para um documentário chamado “Bras — The Bare Facts”, onde ele disse: “Não temos evidências de que usar sutiã poderia prevenir a flacidez , porque o seio em si não é um músculo, então mantê-lo tonificado é impossível. ”

“Seios erguidos são considerados atraentes em nossa cultura, por isso usar sutiã é um desenvolvimento cultural”, disse Laura à HelloGiggles. No entanto, tipos específicos de sutiãs, como os esportivos, foram desenvolvidos para funcionalidade, suporte e conforto durante o exercício. “Existem muitos estudos científicos que mostram a necessidade de usar um sutiã esportivo durante a atividade física.”

Um estudo feito pela professora Joanna Wakefield-Scurr, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, descobriu que os seios podem pular até 21 centímetros durante o exercício. Esse salto resulta em dor nos seios em 50% das mulheres, não importa se elas usam 40 ou 48. Portanto, seja corrida, yoga ou qualquer outro exercício que possa empurrar seus seios, você definitivamente quer pegar seu sutiã esportivo – pelo menos para evitar dores após o treino.

O uso de sutiã não fará com que os músculos do peito cresçam?

Embora os seios sejam compostos principalmente de tecido adiposo, por baixo, contra a parede torácica, ainda existem ligamentos e o músculo peitoral. Por causa disso, o tamanho dos seios pode ser afetado pelos músculos abaixo. De acordo com a Reuters, o médico e professor de esporte francês Jean-Denis Rouillon, descobriu que quando as mulheres abandonam seus sutiãs, seus seios desenvolvem mais tecido muscular.

A razão para mais tecido muscular, observou ele, é porque os sutiãs enfraquecem os músculos, basicamente dando aos seios a chance de serem preguiçosos. “O sistema de suspensão da mama degenera”, disse Rouillon à Reuters. No entanto, seu estudo de 16 anos com 330 mulheres entre 18 e 35 anos não é exatamente verdadeiro para mulheres de meia-idade, tamanho grande ou que tiveram filhos.

Não usar sutiã aliviará a dor física?

Para algumas mulheres, usar sutiã o dia todo pode causar dores nas costas, no pescoço ou no peito. Um estudo de 2000 publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, dos Institutos Nacionais de Saúde, descobriu que a pressão causada pelo uso de sutiã pode ser tão aguda que pode interromper seu ciclo de sono e ritmo circadiano – mesmo se você tirar o sutiã antes de dormir. “É essencial que os seios descansem adequadamente para se manterem saudáveis”, disse Heidi Lehmann, designer de sutiã Master da Vibrant Body Company, à HelloGiggles.

Como Lehmann explica, ficar sem sutiã dá um fôlego, das glândulas mamárias aos ombros, passando pelo pescoço e caixa torácica. E, considerando que um estudo de 2008 descobriu que 70% das mulheres usam sutiãs que são pequenos demais para elas, só faz sentido que isso possa resultar em dor. “Se você usar sutiã, procure um que restrinja e dê suporte minimamente sem aros”, diz Lehmann. Ou, melhor ainda, pare de adivinhar qual é o tamanho do seu sutiã e peça ajuda a um profissional.

“Há muitas pesquisas por aí que dizem que usar sutiã por longos períodos de tempo não é bom para você”, disse Helena Kaylin, fundadora da Mindd Bra Company, à HelloGiggles. “Além de pesquisas que falam dos benefícios para a saúde dos seios por não usar sutiã, como melhorar a circulação e reduzir a dor no pescoço, para muitas de nós é apenas mais confortável, principalmente em casa.”

De acordo com Helena, algumas pesquisas descobriram que sutiãs causam mais dor nas costas do que ficar sem sutiã – especialmente para mulheres com seios grandes. Em última análise, a dor nas costas causada por sutiãs difere de pessoa para pessoa. Mas se você está sentindo dor nas costas e não consegue identificar a causa de um sutiã que não se ajusta, considere consultar um médico.

Usar sutiã pode causar problemas de pele?

Para muitas pessoas, o suor dos seios é uma coisa real. Mas se seus seios suarem enquanto você usa um sutiã, ele cria uma barreira entre o peito e a parte de baixo do seio. Quando ficamos sem sutiã, essa pele contra pele combinada com o suor pode causar irritações na pele como o intertrigo.

“Intertrigo surge como resultado do contato próximo de duas superfícies da pele por um período prolongado de tempo”, disse Erum Ilyas, dermatologista à HelloGiggles. “Na área ‘inframamária’ (sob os seios, tanto para mulheres quanto para homens) essa prega de pele acumula calor e umidade que podem inflamar e começar a romper a pele. Isso também pode levar a uma infecção secundária”.

De acordo com o Breast Cancer Now, infecções fúngicas e intertrigo sob os seios são “muito” comuns e podem acontecer a qualquer pessoa com seios em qualquer momento de suas vidas. No entanto, quanto maiores os seios, maior a probabilidade de erupções na pele, simplesmente porque há mais espaço para o desenvolvimento de umidade. Além disso, quanto mais tempo houver umidade sob os seios, maior será a probabilidade de alguém desenvolver irritação.

Embora o intertrigo possa ser tratado com um esteroide tópico prescrito pelo seu médico ou mesmo colocando um sutiã de volta por alguns dias para que a pele possa secar, ele ainda pode ser desconfortável e causar coceira. Para algumas pessoas, porém, ter uma coceira e, talvez, um pouco de umidade sob os seios seja um pequeno preço a pagar por deixar seus seios livres da “prisão”. Se os sutiãs são, no final do dia, uma preferência cultural que tem muito menos a ver com dores e sofrimentos, então, talvez ficar sem seja algo que valha a pena considerar em longo prazo. Talvez seja hora de sairmos dessa pandemia balançando – literalmente – e nunca mais voltarmos aos sutiãs do dia a dia.

Fonte: Health

Black Friday: confira ofertas de beleza

Chegou o momento de se preparar para os melhores descontos da Internet. E para aqueles que passam o ano todo esperando pela Black Friday para renovar o estoque de produtos de beleza, a boa notícia é: haverá muitos descontos durante todo o mês de novembro! Por isso, para quem quiser começar as compras em 3, 2, 1, reunimos uma seleção de produtos beauty que estão com preços incríveis. Confira:

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Kit Modelador X330 (25×130) + Secador L4000 Atomic Ion
Kit Secador X4000 Ion + Prancha X450 + Escova X4000 Pro Ceramic 33 – Secador de Cabelo Profissional X4000 Ion Vertix, Chapa de Cabelo Profissional X450 Vertix – BIVOLT, Escova X4000 Pro Ceramic 33 Vertix. De R$ 882| Por R$ 574

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Entenda como funciona a reposição de colágeno para os veganos

Especialista explica quais os alimentos de origem vegetal podem ajudar na compensação

Considerada uma das proteínas mais importantes do corpo humano, o colágeno configura 25% de toda a proteína corporal, sendo fundamental para a pele, cabelos, articulações, ossos e até mesmo para os órgãos. No entanto, a partir dos 25 anos o corpo começa a perder gradativamente essa proteína.

Estudos apontam que a falta de colágeno acelera o processo natural de envelhecimento da pele e outros órgãos, pois a redução dessa proteína ocasiona à perda de elasticidade, causando rugas e flacidez. Os músculos também são afetados diminuindo suas fibras e resistência. As articulações ficam mais fracas e a consistência dos ossos diminui.

Para fazer a reposição de colágeno no corpo, é necessário buscar por alimentos que possuem os aminoácidos que formam a proteína. São eles a Glisina, Prolina e Hidroxiprolina, que podem ser encontrados em carne, peixe, leite, ovo, queijo, entre outros.

Mas, como a reposição de colágeno pode ser feita pelos adeptos ao veganismo, uma vez que a hidroxiprolina, um dos aminoácidos mais importantes para construção da pele, não está presente em fontes vegetais?

A dermaticista Patrícia Elias, especialista em saúde da pele explica que “a solução para os veganos é procurar por fontes de colágeno, ou seja, encontrar alimentos de origem vegetal que possuem os aminoácidos certos, possibilitando que o próprio corpo produza o colágeno no organismo”.

A lista de alimentos ricos em prolina e glicina são: ágar-ágar, uma microalga que ajuda na formação do colágeno – interessante consumir junto com Vitamina C que também estimula a produção de colágeno e silício orgânico, um dos maiores precursores diretamente de colágeno – nozes, avelã, castanha-de-caju, castanha-do-pará, feijão, soja, cebolinha, pepino, repolho, soja, feijão, amendoim, ervilha, quinoa, pistache, algas, semente de abóbora, arroz integral, trigo, aveia, banana, kiwi, couve, espinafre, pepino.

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“Beber bastante água para hidratar o corpo fará toda a diferença em uma pele bonita e saudável, além de dormir bem e cuidar da saúde do intestino”, acrescenta Patrícia.

Segundo a dermaticista, o mais importante da reposição são os resultados atingidos, que elevam a qualidade de vida e evitam doenças ligadas ao desgaste ósseo. “Quem realiza atividades físicas também percebe uma melhora na performance com os benefícios do colágeno, que fortalece a musculatura e as estruturas”, finaliza.