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Lixar os pés com frequência pode prejudicá-los?

O hábito de lixar demais os pés é extremamente prejudicial, além de não os manter mais jovens e macios

Responda sem pensar. Qual a parte do seu corpo que merece uma atenção especial durante o inverno? Se a sua resposta foi os pés, você acertou. É durante esta estação que eles ficam com a pele ressecada, com rachaduras e precisam de cuidados especiais.

A primeira atitude escolhida pela maioria das pessoas é lixar sempre os pés, quando ele apresenta uma pele grossa que se forma, principalmente, nos calcanhares, o que se configura em um grave erro. Segundo Cristina Lopes, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, é preciso atenção na hora de lixá-los, já que o excesso pode deixá-lo ainda mais grosso.

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“Toda vez que a pele recebe algum tipo de atrito, faz com que engrosse mais. É como se você tirasse uma proteção natural do nosso corpo e que, para se defender, reconstitui o local com uma camada mais grossa ainda. O ideal é procurar um especialista a cada 30 dias”, explica Cristina.

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Uma alternativa à temida lixa é o tratamento de hidratação com argila, conhecida como argiloterapia, que não possui nenhuma contraindicação e é feito com a utilização do material enriquecido com óleo essencial. O tratamento com este tipo de produto age como cicatrizante e auxilia na renovação do tecido, promovendo uma hidratação profunda e prolongada, além de fechar algumas fissuras encontradas no local onde for aplicado.

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A argila utilizada é a branca, que possui propriedades cicatrizantes e de rápida renovação do tecido, e o efeito é percebido desde a primeira aplicação, embora a duração pode variar de acordo com o nível dos problemas apresentados por cada pessoa. Para aumentar a eficácia, os pés devem receber uma esfoliação antes da aplicação da argila, o que aumenta a penetração do produto, e deverá agir por cerca de 20 minutos no local.

Fonte: Doctor Feet

Com ação hidratante, desodorante vegano elimina odor dos pés sem deixá-los escorregadios

Vencedor do prêmio Abihpec 2016, desodorante para os pés da Biozenthi conta com toque seco e alta eficácia contra os odores causados nos pés. Produto é livre de ingredientes de origem animal e glúten.

O desodorante para os pés Biozenthi foi formulado para eliminar de vez os odores causados nos pés. Ele contém uma carga balanceada e diferenciada de ativos, fazendo com que resolva o controle do mau odor. O desodorante para os pés Biozenthi não deixa os pés molhados ou escorregadios, ele possui toque seco e é um excelente hidratante. O produto é natural, apresenta alta eficácia e tem uso seguro para veganos e celíacos.

Com formulação livre de substâncias alergênicas, glúten ou ingredientes de origem animal, o produto foi vencedor do prêmio Abihpec 2016, a maior premiação da Indústria Cosmética do Brasil.

É indicado para pessoas cujos pés têm mau odor e sudorese. Diariamente, deve ser aplicada uma quantidade suficiente para massagear os pés até a absorção do produto.

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Preço: R$ 21,40

Informações: Biozenthi – SAC: (48) 4102-3322

Doctor Feet lança tratamento quente para o inverno

Rede de podologia investe em novos produtos e passa a oferecer cremes quentes em todas as unidades

Com o mote da campanha “Xô Frio! Seus pés aquecidos e bem cuidados nesse inverno”, a Doctor Feet, maior rede de podologia do Brasil, lança no mês de julho seu mais novo procedimento. Com o objetivo de proporcionar maior conforto durante a sessão, o Tratamento de Podologia Quente, serviço desenvolvido exclusivamente pela rede e destinado para todos os públicos – homens, mulheres, atletas, idosos, crianças e gestantes -, já está disponível em todas as unidades de São Paulo/do país pelo valor promocional de lançamento de R$ 119,00, que corresponde ao atual tratamento tradicional completo.

Aplicado para assepsia e emoliência, momentos de higienização e preparo dos pés para posterior limpeza das cutículas, assim como desbaste de calosidades, o acondicionamento em equipamento apropriado o mantém em temperatura elevada, fator essencial para provocar a confortável sensação durante todo o procedimento. O lançamento vem para corroborar com a proposta da Doctor Feet de ser referência em tratamento para os pés e tornar cada vez mais agradável a experiência nas cabines de atendimento.

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Informações: Doctor Feet

Sete dicas para ter pés bem cuidados durante o inverno

Botas e sapatos fechados no período criam o ambiente perfeito para micoses e unhas encravadas; especialista ensina como evitar esses problemas

Durante a estação mais frias do ano é comum existir um descuido maior com os pés, que deixam de ser exibidos e passam a maior parte do tempo cobertos. Essa condição cria o ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, que causam as temíveis frieiras e micoses, além do também ressecamento típico do período. Segundo Cristina Lopes, podóloga e coordenadora técnica da rede Doctor Feet, é essencial existir uma rotina de cuidados diários nessa época, que exige atenção redobrada para evitar essas patologias.

“As pessoas se esquecem ou deixam de cuidar dos pés nesta estação por conta da pouca necessidade de exibi-los, mas a questão é que nesse período os riscos são maiores”, comenta Cristina, que lista abaixo sete dicas para evitar qualquer contratempo:

– Sapatos confortáveis

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Escolha sempre sapatos confortáveis que não apertem as unhas e os dedos para evitar o encravamento das unhas.

– Meias de algodão

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Dê preferência às meias de algodão, que absorvem melhor o suor dos pés e permite que eles respirem, evitando a proliferação de fungos e bactérias.

– Alterne o uso dos sapatos

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Troque os sapatos sempre que utilizá-los e deixe-os em local arejado por algumas horas após o uso.

– Hidrate os pés diariamente

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Use cremes específicos para a região dos pés e mantenha eles sempre hidratados. Durante o inverno é comum existir um ressecamento maior e por isso o uso de creme específico deve ser diário.

– Produtos bactericidas

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A utilização desses produtos nos sapatos e nos pés evita que fungos e bactérias se proliferam.

– Seque bem os pés

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Após o banho seque bem o vão dos dedos e os pés para evitar o aparecimento de micoses e frieiras

– Procure um podólogo regularmente

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Busque um podólogo ao menos duas vezes por mês. O corte correto da unha, seguindo o formato certo dos dedos, é analisado pelo profissional e impede o encravamento.

Fonte: Doctor Feet

O que fazer com pernas e pés inchados durante longas viagens de avião ou carro?

Com a chegada das férias, muitas pessoas aproveitam para viajar. Apesar da diversão das viagens, o caminho até o destino pode ser longo demais, ocasionando desconfortos como o inchaço na região das pernas. Apesar de algumas pessoas não verem problemas em passar horas sentadas em um avião ou carro, outras se queixam de pés e pernas inchados, chegando a não conseguirem calçar os sapatos após chegarem ao destino.

“Durante viagens muito longas, as pernas ficam para baixo e paradas na mesma posição por muito tempo, o que faz com que o sangue não circule corretamente, pois não há contração dos músculos da panturrilha. Esta circulação incorreta faz com que o sangue migre das veias para pequenos espaços nos tecidos ao redor, ocasionando o inchaço ou edema”, explica a cirurgiã vascular Aline Lamaita, angiologista e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

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Em casos extremos, em que o músculo não é exercitado durante muito tempo, este inchaço pode ocasionar coágulos sanguíneos, trombose ou até mesmo embolia pulmonar. Por isso, é necessário atentar-se aos sinais que o corpo dá para avisar que não está bem. De acordo com Aline, o aumento do tamanho dos pés e tornozelos, pele com aspecto esticado e brilhante e dificuldade de calçar meias e sapatos são os principais sintomas do inchaço. “Se você pressionar o dedo contra o pé e, após retirar, a pele continuar marcada, é por que a região está inchada”, completa.

Mas com algumas dicas simples você pode prevenir este problema. A principal recomendação para quem vai enfrentar uma viagem muito longa, tanto de carro quanto de avião, é não ficar parado muito tempo na mesma posição. “No avião, procure levantar ou movimentar os membros inferiores mesmo permanecendo no seu próprio lugar, ou então caminhe até o banheiro, mesmo que não esteja com vontade de usá-lo. Se possível, peça para se sentar na primeira fila ou na saída de emergência, onde há mais espaço para mover as pernas”, destaca.

Já nas viagens de carro, a médica sugere fazer mais paradas e, durante elas, aproveitar para esticar as pernas e se movimentar um pouco antes de continuar o trajeto.

Segundo Aline, para evitar o inchaço nas pernas durante as viagens você também deve utilizar roupas largas e confortáveis, já que roupas apertadas, como a calça skinny, comprimem demasiadamente as pernas. Além disso, beber bastante água, manter uma dieta balanceada, diminuir a quantidade de sal nas refeições, usar tênis confortáveis e meias de compressão são outras dicas que podem ajudar a prevenir o problema tanto durante o percurso quanto no dia a dia.

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“O inchaço durante longas viagens dura por um curto período de tempo apenas. Porém, se o inchaço for excessivo, ocorrer em apenas uma perna, for acompanhado de dor ou persistir por várias horas após retomar as atividades, talvez possa ser uma condição mais grave, como um coágulo de sangue na perna. Caso isso ocorra, é importante que você procure um procure um médico com urgência para realizar uma avaliação e diagnosticar o problema”, alerta a cirurgiã vascular.

Fonte: Aline Lamaita é cirurgiã vascular e angiologista, formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. 

Conhece a metatarsalgia, dor na região plantar do antepé?

Uma pessoa ativa dá, em média, 10 mil passos por dia. O pé, um membro vital para nossa locomoção diária, para ser forte e estável, precisa de atenção e cuidados específicos. Nossos pés são a base do nosso corpo e, por conta disso, são alvos de lesões de diferentes tipos.

Um desses problemas é a metatarsalgia. A doença é caracterizada pela dor localizada ou generalizada na região plantar de todo o antepé (parte da frente do pé, logo antes dos dedos) e está relacionada aos calos e as calosidades da planta dos pés.

Segundo Marco Túlio Costa, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Pé – ABTPé, a metatarsalgia geralmente acomete adultos, mas um estudo dinamarquês mostrou predominância da patologia no sexo feminino, com idade média de 47 anos, contudo, 1/4 de pessoas com mais de 65 anos têm a doença.

 

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Ilustração: NewEnglandOrthopedicSurgeons

Podendo ser classificada como metatarsalgia primária, de origem funcional ou postural, quando alterações anatômicas dos metatarsais são a gênese da patologia, ou metatarsalgia secundária, quando se observa condições sistêmicas, traumas, doenças reumatológicas, osteonecrose das cabeças dos metatarsais e patologias neurológicas causando a dor.

A principal causa de metatarsalgia primária envolve a diferença entre o tamanho dos metatarsos (parte mediana do pé), principalmente quando a segunda e/ou a terceira parte mediada do pé são mais longas que a primeira, ou deslocamento plantar, ou flexão plantar, de um ou mais metatarsos.

Já a metatarsalgia secundária ocorre devido a diversas condições clínicas que, indiretamente, provocam alguma deformidade, geram sobrecarga mecânica ou processos inflamatórios na região frontal do pé.

Costa evidencia que nem sempre é possível evitar a doença, uma vez que em alguns casos, alterações anatômicas inatas culminarão com a dor. Porém, evitar o encurtamento da cadeia posterior com alongamentos, assim com evitar o uso contínuo de saltos muito altos, permite uma distribuição de carga mais fisiológica sob o antepé, preservando sua função.

O presidente da ABTPé reforça ainda as diversas opções de tratamentos para a metatarsalgia: “Normalmente, inicia-se com o tratamento não cirúrgico, que consiste em modificação do padrão de calçados ou no uso de palmilhas e, outras vezes, dependendo do caso, a fisioterapia. Quando a resposta não é satisfatória com essas abordagens, teremos as opções cirúrgicas, com técnicas que variarão de caso a caso, por isso é indicado o diagnóstico de um cirurgião do pé”.

Fonte: ABTPé

O que fazer ou evitar para manter a pele linda no inverno

Quer saber tudo que você não pode esquecer nos períodos mais frios do ano? Fique atento a esse check-list, que vai fazer você evitar os piores erros que podem detonar sua pele no frio.

A poluição, as baixas temperaturas e o tempo seco são características do inverno que influenciam no modo que a pele deve ser tratada. “Como a pele produz menos oleosidade natural, o ressecamento e a sensação de incômodo aparece principalmente na pele do rosto, que é a mais exposta ao vento e poluição”, explica a dermatologista Thais Pepe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

“A pele, quando não é cuidada de maneira propícia no inverno, reflete diretamente, ficando mais avermelhada e irritada, ressecada, pelo alto grau de poluição que temos neste período, sendo necessários cuidados especiais”, acrescenta Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos. Para evitar alguns problemas, as especialistas lembram os cuidados que você deve ficar atento:

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Aplique protetor solar — não tem jeito, o fotoprotetor é de uso diário e eterno: “A radiação ultravioleta, também no outono e inverno, provoca danos que comprometem a estrutura de sustentação da pele, causando o aparecimento precoce de rugas e flacidez, além das manchas como reação à fotoexposição. A orientação continua a ser a de reaplicar o fotoprotetor de quatro em quatro horas em ambientes fechados e de duas em duas horas em fotoexposição direta. O filtro deve ter dióxido de titânio ou óxido de zinco na formulação: esses são bloqueadores físicos importantes”, explica a Thais.

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Foto: Indian Express

Não use qualquer creme – nesse ponto, cabe um grande alerta: “Existem hidratantes que desidratam”, comenta Mika Yamaguchi. “Isso acontece em produtos que usam, na base, um tipo de tecnologia que ajuda a emulsionar (o etoxilado). Se eu tenho um emulsionante que tem essa capacidade de emulsionar água e lipídeo (os dois constituintes do nosso manto hidrolipídico) em um creme, na hora em que ele entra em contato com a pele, se ele for muito forte, vai emulsionar o meu manto hidrolipídico e, ao invés de hidratar, ele vai romper a função de barreira natural e vai começar a desidratar.” O ideal, para isso não acontecer, é buscar produtos cujos veículos sejam à base de fosfolipídeos que formam uma segunda pele e protegem a pele de forma mais efetiva diminuindo a perda de água por evaporação. Base Second Skin e agentes gelificantes como o Lecigel são exemplos.

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Invista nos hidratantes e reparadores — além de buscar produtos cujos veículos sejam à base de Fosfolipídeos, é ideal investir no ácido hialurônico de alto e baixo peso molecular associados. “Eles são indicados para estimular a produção de hidratação natural em todas as camadas da pele”, comenta a dermatologista. Dois ativos, nesse sentido, se dão muito bem juntos: Hyaxel e DSH CN. “O primeiro é um ácido hialurônico de baixo peso molecular e vetorizado ao silício orgânico, que tem a capacidade de aumentar a expressão gênica de proteínas como aquaporinas, filagrinas, loicrinas e outras importantes para aumentar a auto hidratação; já DSH CN, ácido hialurônico de alto peso molecular, forma um filme de retenção hídrica e devolve elasticidade ao tecido cutâneo”, explica Mika. Com relação aos cremes reparadores, a médica diz que eles são fundamentais e podem ser usados à noite para evitar os danos ambientais como a poluição. “São substâncias antioxidantes com capacidade de reparo celular e que atuam contra os radicais livres”, comenta Thais.

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Lembre dos pés, mãos e corpo — hidratar essas regiões é fundamental. “No caso dos pés, passar o hidratante à base de fosfolipídeos ou Nutriomega 3, 6, 7 e 9 e colocar uma meia de algodão ajuda a pele a absorver o produto mais facilmente. Nas mãos, invista nos ácidos hialurônicos. No corpo, a reposição lipídica deve ser eficiente, com opções como Dry Oil que tem na sua composição esteres de karité e purcelin que podem ser associados a outros óleos, restabelecendo a hidratação da pele”, indica a médica.

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Foto: Jeltovski

Beba água e tome vitaminas — a hidratação da pele deve ser dinâmica, por isso beber bastante água é importante independente da estação. “Beber água na medida certa nas estações mais frias ajuda a manter a pele hidratada”, comenta Mika. Além disso, alguns nutracêuticos também são recomendados para uma hidratação dinâmica (de dentro para fora): “FC Oral, ou as chamadas cápsulas de caviar, contém um componente importante, o ômega 3 vetorizado pelo fosfolipídeo, que possui uma identidade com a membrana celular. Dessa forma, o ativo promove uma hidratação de dentro para fora, restaurando os danos dessa membrana e também melhora a fluidez, isto é, permite que os nutrientes sejam absorvidos de uma forma mais plena, o que também traz resultados para a hidratação”, afirma a farmacêutica.

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Tenha cuidado com retinoides — para tratamento de acne, manchas e rejuvenescimento facial, os retinoides são excelentes opções — e geralmente são prescritos no outono e no inverno. “Mas eles devem ser usados com parcimônia e orientados por dermatologistas. Seu uso contínuo pode causar hipersensibilidade cutânea, vermelhidão e irritabilidade”, alerta Thais. Dependendo da sensibilidade da pele, algumas substâncias podem ser usadas como alternativas naturais ao retinol, como Lanablue, que possui elevados índices de vitaminas do complexo B, além de aminoácidos e tem ação similar aos retinoides na diferenciação dos queratinócitos — suaviza linhas, rugas e densifica a epiderme.

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Evite banhos muito quentes — ficar mais de 15 minutos em uma ducha quente é mais que o suficiente para comprometer a camada hidrolipídica da pele, que segura a hidratação. “Dessa forma, a pele perde água e lipídeos, o que compromete sua função de barreira. O ideal é banho morno e logo após o banho hidratar a pele”, finaliza a dermatologista.

Fonte: Thais Pepe é dermatologista especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade de Cirurgia Dermatológica e da Academia Americana de Dermatologia. Diretora técnica da clínica Thais Pepe, tem publicações em revistas científicas e livros, além de ser palestrante nos principais Congressos de Dermatologia.

Glicerina é poderosa para acabar com o ressecamento da pele nos dias mais frios

No inverno, a combinação entre temperaturas mais baixas e banhos mais quentes é a grande culpada pelo ressecamento excessivo da pele. Quem tem pele extrasseca ou sensibilizada tende a sofrer ainda mais esses efeitos e o resultado é um aspecto opaco e até o surgimento de ressecamento.

Para combater esses efeitos, a dica é não abandonar o hidratante nos dias frios e investir em produtos à base de glicerina. O uso diário de glicerina devolve a maciez para as peles ressecadas. Ela tem efeito emoliente, umectante e um alto índice de tolerabilidade, ou seja, ideal para peles sensíveis.

A linha Norwegian, de Neutrogena, traz diversas opções de hidratantes com a ação intensiva da glicerina. Neutrogena Norwegian Formula Hidratante Corporal sem Fragrância foi especialmente desenvolvido para peles secas e extra-secas. Sua fórmula hidrata intensivamente reduzindo o aspecto esbranquiçado e a descamação causados pelo ressecamento excessivo.

Neutrogena Norwegian Formula Hidratante Corporal sem Fragrância – Embalagem: 500 ml – Preço sugerido: R$ 109,00

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As versões com fragrância entregam a mesma hidratação e apresentam um perfume floral bem suave, que deixa a pele fresquinha.

Neutrogena Norwegian Formula Hidratante Anti-idade para as Mãos FPS 30 -Embalagem: 54 g – Preço sugerido: R$ 46,40

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Para as mãos, a dica é usar um hidratante específico. O Neutrogena Norwegian Fórmula Hidratante Anti-idade para as Mãos tem FPS 30, que protege dos raios UV. Sua fórmula ajuda a prevenir o surgimento de linhas finas e manchas de sol, além de hidratar por 24 horas e deixar a pele com uma sensação não oleosa.

Neutrogena Norwegian Formula Hidratante para Pés Ressecados – Embalagem: 54 g – Preço sugerido: R$ 46,40

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Se as mãos merecem um cuidado especial, por que com os pés seria diferente? Neutrogena Norwegian Formula Hidratante para Pés Ressecados é altamente hidratante e contém bisabilol e mentol, que trazem uma sensação de frescor.

Informações: Johnson & Johnson – Central de Relacionamento com o Consumidor Johnson & Johnson 08007036363

Três em cada dez brasileiros têm um pé maior que o outro

Razão para muitos reclamarem do calçado apertado somente em um dos pés

Após examinar os membros inferiores de mais de 37 mil clientes em escâneres 2D e 3D, uma empresa de palmilhas ortopédicas identificou que 29,3% das pessoas têm um pé ligeiramente maior que o outro. Isso pode explicar o surgimento de bolhas, calos e também responde à uma pergunta frequente: por que tantos calçados são desconfortáveis em só um dos pés?

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Com equipamentos de precisão, foi constatado que três em cada dez brasileiros são acometidos por uma diferença considerável no tamanho dos pés, que varia de 0.4 cm à 2 cm. Segundo o Diretor de Fisioterapia da empresa, Mateus Martinez, é aí que o problema começa: “Essa diferença surge devido a fatores genéticos em casos mais raros devido a traumas. Para que um sapato social seja confortável e não provoque problemas, ele deve ter uma folga de 0,7 cm. No caso de um tênis, essa folga tem de ser de 1,5 cm”. Se um dos pés for menor que o outro, a numeração escolhida precisa ser adequada ao pé maior.

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O dado serve como um alerta para o setor calçadista, já que no Brasil os sapatos são feitos em escala e as marcas não chegam a um consenso quanto à numeração. “É comum encontrar um tênis número 40 mais folgado que o 41 de outra marca. Mesmo que os pés sejam tão diferentes uns dos outros, poucas empresas se preocupam em fazer produtos personalizados” aponta Thomas Case, fundador da Pés Sem Dor.

Normalmente, é comum acreditar que calçados maiores que o adequado são uma alternativa, mas o atrito da folga gera desconfortos e causa calos. O recomendado é utilizar uma palmilha sob medida, que irá prevenir esse atrito. Martinez ainda aponta um outro diagnóstico, onde um dos dedos do pé é maior que os demais: “o formato dos dedos são diferentes e isso é genético. Quem tem os ‘dedos gregos’ e os ‘dedos célticos’ são os que mais sofrem desconfortos e dificuldades na hora de usar calçados”.

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Um último fator é o inchaço. Se fosse possível determinar qual a melhor hora para escolher um calçado, seria no período da noite, quando nossos pés estão mais inchados. “O ideal é fazer uma medição com especialistas, além de escolher o calçado sempre com base no pé maior. O que não podemos é desrespeitar a base do nosso corpo, já que independente do tamanho, eles nos levam onde precisamos chegar” conclui Case.

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Pés Sem Dor

É a primeira empresa a confeccionar palmilhas ortopédicas sob medida em escâneres e impressoras 3D. Foi criada em 2009 pelo americano Thomas Case, que também é fundador da Catho. Possui 30 pontos de atendimento por todo Brasil que realizam exames gratuitos. Já atendeu mais de 70 mil pessoas e conta com parceiros na Alemanha, Inglaterra, Estados Unidos e China.

Produto com sal do Himalaia para deixar os pés com efeito Cinderela

Os pés são muito explorados diariamente, mas sempre são esquecidos durante a rotina de beleza. E o resultado são pés rachados, desidratados e secos, entre outros problemas. Pensando nisso, a Herbacin, marca alemã que acaba de aterrissar ao Brasil, lança o Foot Care Peeling.

Ideal para pés cansados, ele possui sal do Himalaia e óleo de amêndoas, que garantem profunda limpeza e amaciamento da pele áspera. Seus cristais esfoliantes removem as células superficiais da pele, amaciando a pele sensível dos pés protegendo do ressecamento.

Como usar: aplicar uma ou duas vezes por semana em casos de pés secos, massageando suavemente. Aplicar mais pressão para áreas com calos graves. Enxágue com água morna. O sal cristal de peeling irá se dissolver, sem deixar resíduos.
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Informações: Herbacin