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Consumo e benefícios do pescado vão além da Semana Santa e Páscoa

A Semana Santa é um momento importante para muitos povos que celebram a superação e o renascimento. Nessa época, é comum que as famílias se reúnam para degustar pratos à base de peixes, mariscos e frutos do mar. Esse hábito geralmente é bastante incentivado pelos órgãos voltados à produção e a segurança alimentar, como a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado São Paulo, e a higidez física e mental e nutricional, no caso da Saúde.

De acordo com Rúbia Yuri Tomita, pesquisadora do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura, aproximadamente três bilhões de pessoas no planeta tem o pescado como o principal componente da dieta. Ainda assim, o consumo mundial per capta de peixe varia muito de uma região para outra e pode oscilar entre 1kg a mais de 100kg por ano.

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) referentes a 2020 indicam que o consumo médio é de 20,5 kg/ano, por pessoa; o que representa um crescimento de mais de 100% em pouco mais de cinco décadas. No país, o consumo também é bastante irregular dependendo da região, em média o brasileiro consome aproximadamente 9 kg por ano, segundo dados divulgados pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em 2021.

O pescado pode ser oriundo da pesca (captura) ou do cultivo (aquicultura), de origem marinha ou de água doce (águas interiores). Do total mundial de pescado produzido em 2018, aproximadamente 88% (156,4 milhões de toneladas) foram utilizados na alimentação humana e correspondeu a cerca de 7% de toda proteína consumida no mundo (FAO, 2020). A pesquisadora destaca que, os grupos de pescado mais comumente consumidos pela população são os peixes, crustáceos e moluscos.

Atualmente, o consumo de peixe está associado a uma dieta balanceada e saudável, bem como à gastronomia moderna. Entretanto, a relevância de seu consumo refere-se principalmente às evidências científicas de sua associação na diminuição de risco de doenças cardiovasculares, doenças inflamatórias e diabetes tipo II, dentre outras, e por ser fonte proteica de grande peso na alimentação humana. A proteína do pescado é considerada de alta qualidade nutricional e possui papel estratégico na prevenção de algumas doenças mais impactantes da sociedade moderna, como cardiovasculares e diabetes tipo II, explica Rúbia.

A composição típica para um peixe magro é de cerca de 81% de umidade, 16,5% de proteína, 0,5% de lipídios, 1,2% de cinzas, embora possa variar significativamente dependendo da espécie, tamanho, idade, sexo, período reprodutivo, dieta e características do meio ambiente. Assim, variar o grupo (peixe, crustáceo, molusco, etc.) e espécie de pescado consumido é muito importante para se otimizar os benefícios à saúde pela variação de nutrientes que será oferecido ao organismo, afirma a pesquisadora.

As preparações assadas, grelhadas, cozidas ou ensopadas são as mais recomendadas, por não envolverem o processo de fritura. A sardinha fresca, por exemplo, é uma ótima opção para fazer cozida, além de deliciosa e barata, é riquíssima em ômega 3 e vitamina b12. Já a tilápia é uma boa alternativa para levar ao forno, é rica em fósforo, selênio e potássio, tornando-se importante aliada na saúde cardiovascular e cerebral, destaca Sizele Rodrigues dos Santos, nutricionista do Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans), da Secretaria de Agricultura.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado São Paulo

Consumidor precisa estar atento na hora de escolher pescados para a Páscoa

CRMV-SP alerta para os cuidados na aquisição, armazenamento e preparo desse tipo de alimento

Na época da Páscoa, o consumo de pescado aumenta e alguns cuidados são necessários para garantir a qualidade do alimento e preservar a saúde dos consumidores. Além de avaliar o aspecto do produto e as condições de armazenamento e comercialização, é importante verificar a procedência de peixes, crustáceos e moluscos.

De acordo com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), todos os alimentos de origem animal devem passar por inspeção sanitária de médicos-veterinários, para a detecção de riscos à saúde pública.

Segundo o médico-veterinário e zootecnista Ricardo Moreira Calil, presidente da Comissão Técnica de Alimentos do CRMV-SP, uma questão importante é a conservação do produto, pois a carne do pescado, pela sua constituição, é mais delicada que as demais.

A falta de refrigeração facilita a multiplicação de bactérias, que podem causar intoxicação. “No caso do produto fresco, a temperatura deverá estar próxima de zero graus Celsius (0°C) e o pescado deve estar em contato com gelo. Já os produtos congelados devem estar a dezoito graus Celsius negativos (-18°C), para que a durabilidade seja a maior possível mantendo as suas propriedades nutricionais”, explica Calil.

Por ser um alimento perecível, o pescado deve ser adquirido por último na compra realizada pelo consumidor e transportado o mais rapidamente possível para ser armazenado sob refrigeração ou congelamento até o momento do preparo.

Riscos à saúde

Peixe Arabaiana – Foto: Pinterest

Além do risco de intoxicação, de acordo com a médica-veterinária Elma Pereira dos Santos Polegato, presidente da Comissão Técnica de Saúde Ambiental do CRMV-SP, o pescado também é responsável por parasitoses em humanos.

“As doenças causadas por parasitas são muito comuns atualmente pelos atuais hábitos no consumo do pescado cru e também pelo fato de alguns peixes conseguirem viver em águas já poluídas”, revela.

Também é necessário um cuidado especial ao adquirir algumas espécies de pescado, como o baiacu e a arabaiana, que armazenam biotoxinas produzidas por algas. “Essas toxinas são transmitidas às pessoas, podendo causar transtornos graves e até levar a óbito, como ocorreu recentemente em Recife”, comenta Elma, referindo-se ao caso da Síndrome de Haff, conhecida como “doença da urina preta”, que levou a morte uma mulher que ingeriu um peixe da espécie arabaiana comprado diretamente de um pescador.

Produtos inspecionados são mais seguros

Para diminuir os riscos, o ideal é optar por fornecedores que conheçam os locais próprios para a pesca, e que respeitem a legislação pesqueira e sanitária. “No caso de peixes, crustáceos e moluscos de cativeiro, o recomendado é adquirir somente de empresas registradas no serviço de inspeção, seja ele federal (SIF), estadual (SIE) ou municipal (SIM)”, complementa Elma.

Numa inspeção sanitária são verificadas as condições de procedência, armazenamento e exposição dos diferentes alimentos de origem animal. “Sem dúvida, o alimento identificado com rótulo, data de validade e constando a inspeção pelo qual foi submetido, é muito mais seguro”, afirma Ricardo Calil.

Se todas as etapas do processo forem monitoradas e seguirem os parâmetros legais, é possível a obtenção de um pescado com excelente qualidade. “Tanto o pescado de aquicultura, quanto o pescado de pesca extrativa que seguirem os programas de controle, resultarão em um produto de qualidade”, garante Calil.

Como escolher o pescado

Segundo Ricardo, para quem aprecia o pescado fresco, algumas características visuais são importantes e fáceis de se verificar, como se as escamas estão bem aderidas ao corpo, se os olhos estão salientes e com o líquido interno transparente, se as nadadeiras estão firmes ao corpo e se, ao pressionar a carne, a marca da impressão não permanece.

“Quando eviscerado, a cavidade do pescado deve apresentar cor natural e odor próprio da espécie, mas se ainda estiver com as vísceras, elas têm que estar íntegras e sem extravasamento de conteúdo, evitando contaminações”, acrescenta o médico-veterinário.

Ainda quanto às características, Elma diz que é importante observar nos peixes se a musculatura está resistente, o ventre cilíndrico e as aberturas naturais bem vedadas. “O cheiro é peculiar e não pode ser amoniacal, pois denota sua deterioração”, alerta.

Bacalhau, o peixe mais famoso nesta época

Outra forma de consumir o pescado é o produto salgado, como o bacalhau. De acordo com Elma, o bacalhau deve ser dessalgado a uma temperatura menor que 5°C, portanto sob refrigeração.

Calil explica que o bacalhau verdadeiro é o Gadus morhua (Cod), também denominado de Porto, nas áreas de venda. Outra espécie, o Gadus macrocephalus, tem semelhança com o verdadeiro, porém não se desfaz em lascas e tem uma carne fibrosa, por isso, deve ter um preço mais acessível.

“As demais espécies comercializadas, como Ling, Zarbo ou Saithe, não são consideradas bacalhau, mas um peixe salgado seco. O consumidor deve ficar atento para não ser enganado”, alerta o médico-veterinário.

Como identificar problemas no bacalhau

Pixabay

Alguns sinais de anormalidade podem ser encontrados no bacalhau, como manchas vermelhas intensas, característica que sinaliza a presença de bactérias no sal. Apesar de não causar problemas à saúde humana, o vermelhão deixa a superfície do produto limosa, com odor acentuado e desagradável.

“Outro problema é o emboloramento, com aparecimento de pontos pretos que vão se espalhando na superfície do produto, causando um aspecto ruim, embora não seja um problema de saúde pública”, diz Calil.

Cuidados quanto ao preparo

O pescado pode ser consumido cozido, assado ou cru. Neste último caso, os cuidados devem ser redobrados, pois não haverá o tratamento térmico que colabore para manter a inocuidade do alimento.

“Deve-se evitar manipular o pescado com outros alimentos ao mesmo tempo, para não ter contaminação cruzada. Além disso, as sobras devem ser guardadas imediatamente em refrigeração após a refeição. O reaquecimento deve ser acima de 70°C”, indica Elma.

Vale ressaltar, em tempos de Covid-19, principalmente se a ingestão for de pescado cru, a importância da higienização das mãos com água e sabão antes e após a manipulação do peixe.

“São medidas preventivas abrangentes também a outros microrganismos patogênicos que possam estar presentes”, reforça a médica-veterinária.

Fonte: CRMV-SP

Seis questões que podem te fazer incluir mais peixes na alimentação

Pesquisadora da Secretaria de Agricultura e Abastecimento informa que peixe é um alimento saudável para adultos e crianças

O peixe é um alimento rico em proteínas de alto valor biológico e minerais, como cálcio, zinco, magnésio e ferro, além de algumas espécies serem fonte de gordura boa, como o ômega 3. O pescado é um alimento altamente nutritivo e traz como mais uma vantagem a preparação rápida, em poucos minutos, trazendo praticidade para o dia a dia das famílias.

A pesquisadora do Instituto de Pesca (IP-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, responde seis dúvidas frequentes sobre o consumo de pescado que vão te fazer incluir mais peixes na alimentação. Confira!

Quais as melhores espécies para consumir?

Pixabay

No Brasil é possível encontrar uma rica diversidade de espécies de pescado, ou seja, de peixes, crustáceos (camarões e caranguejos), moluscos (ostras, mexilhões, polvo e lula), répteis (rã e jacaré), além de algas. “Portanto, temos muitas oportunidades de variar o consumo de espécies marinhas ou de água doce, provenientes da pesca ou da aquicultura ou ainda em preparações simples ou gourmet”, diz Cristiane. Os consumidores podem variar a preparação utilizando pescados magros, como pescada, linguado, merluza ou bacalhau, e gordos, como sardinha, salmão, atum e cavalinha. “O sabor de cada espécie sofre influências do conteúdo de gordura, sendo, em geral, os peixes gordos considerados por alguns consumidores como os mais saborosos, enquanto os magros apresentam sabor suave e agradam paladares mais requintados”, explica a pesquisadora do IP.

Os benefícios à saúde são reais?

Sim. Segundo Cristiane, há muitos dados científicos sobre os benefícios que o consumo de pescado e algas trazem a saúde, como redução do risco de morte por doença coronária e derrame, diminuição do risco de diabetes, aumento do período de gestação e melhora do desenvolvimento cognitivo e do desenvolvimento neural infantil – quando consumido antes e durante a gestação – e redução do risco de câncer de tireoide em mulheres.

O pescado é um alimento do futuro?

De acordo com a pesquisadora do IP, o pescado representa um alimento importante para o futuro em termos de nutrição, segurança alimentar e sustentabilidade e é a terceira proteína mais consumida pela humanidade depois de cereais e leite. “Uma alimentação rica e segura na infância estimula uma alimentação saudável na vida adulta. Portanto, a criança que cresce comendo peixe, provavelmente será um consumidor saudável quando adulto”, afirma.

Não gosto do cheiro… o que fazer?

O cheiro de peixe pode ser desagradável para muitas pessoas e é um indicador de como está o frescor do pescado, sendo uma característica importante para ser observada na compra do produto. “Peixes frescos e com qualidade apresentam cheiro e sabor suaves, sendo os odores ruins sinais de deterioração. Escolha locais de compra que demonstrem e garantam a procedência e os cuidados higiênicos e sanitários necessários e recomendados pelas autoridades sanitárias”, explica Cristiane. Como o peixe e os frutos do mar estragam mais rápido do que outras carnes, organize-se quanto a quantidade comprada e sua conservação refrigerada até o momento do preparo. Na dúvida congele pequenas porções a serem consumidas de cada vez, descongele-as sob refrigeração e evite o recongelamento.

Como fazer com a presença de espinhas?

Lena Eriksson/Pixabay

Algumas espécies de peixe possuem pequenos ossos ou espinhas intramusculares, o que pode causar acidente na hora do consumo. A sugestão é atenção para a retirada desses espinhos antes do consumo ou o preparo de peixes sem esses organismos, como cação, pirarucu, pintado, tambaqui e bagre, principalmente, quando se for servir pratos à base de pescado para as crianças. Outra opção é a compra de filé ou de carne mecanicamente separada que apresentam menores chances de terem espinhas.

Peixe pode ser consumido por crianças?

Sim, podem. Os especialistas em saúde recomendam incluir o pescado de duas a três vezes por semana para adultos, com porções de 100 a 120g, e de uma a duas vezes por semana para as crianças com porções de 30g a mais, conforme a idade. O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, recomenda a partir do sexto mês, pode-se fazer a introdução do peixe na dieta dos bebês.

As crianças podem ser mais receptivas ao pescado se a escolha começar por espécies com sabor mais suave como a pescada, a tilápia ou o linguado. Para conquistar o paladar infantil busque novas formas de preparo e inove nas receitas.

Cristiane sugere o preparo, por exemplo, de iscas ou pedaços de peixes empanados em casa. “Comece temperando o peixe com sal e limão, mergulhe as tiras no ovo batido e cubra com farinha de rosca caseira, regue com azeite, leve ao forno e sirva com um delicioso molho de iogurte ou mostarda com mel. O preparo ao forno de filés com azeite, tomates, cebolas e batatas em rodelas e ervas frescas, pode ser uma ótima alternativa a fritura! Não esqueça da praticidade dos enlatados no preparo de saladas de batata, patês e molhos para massas”, orienta a pesquisadora do IP.

Muitas crianças têm acompanhado o aumento de consumo de peixes crus, o qual pode acontecer com os cuidados relacionados a manipulação e conservação adequados antes do preparo para que não haja risco de contaminação microbiológica. “O peixe cru fica delicioso e mais seguro se servido como ceviche, mergulhado no caldo de limão, azeite e rodelas finas de cebola”, diz Cristiane.

Mais informações

Para mais informações sobre o consumo de pescado, acesse as publicações da série Pescado é Saúde, produzidas pelo IP e a Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro):

Pescado é Saúde – Aproveitamento Integral do Pescado
Pescado é saúde: salga, secagem e defumação
Pescado é saúde: uso do frio

Camarão ao Catupiry no Coco Verde é novo prato especial da sexta-feira no Festival Ceagesp

Estreou no fim de outubro, Camarão ao Catupiry no Coco Verde. Este será o novo prato especial de todas as sextas no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp. Essa receita substitui a Lagosta Sapateira ao Thermidor, que deve retornar ao cardápio especial até dezembro. Os demais pratos especiais do evento continuam os mesmos. Na quinta-feira, o prato especial é a Caranguejada. A partir de agora, a sexta-feira vai ser o dia do Camarão ao Catupiry no Coco Verde. Todo sábado tem Ostras e todo domingo é dia do Fettuccine Alfredo com Camarão no Parmesão Grana Padano.

Tudo isso sem contar as dezenas de opções para comer o quanto quiser no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição 2020. Entre as grandes atrações de todos os dias, destaque para os Camarões Assados servidos nas mesas e a Paella à Marinera, gigante, feita num tacho de mais de um metro de diâmetro.

Peixes

Mas o evento oferece ainda muitas outras opções para comer o quanto quiser. Toda semana, por exemplo, o público encontra receitas preparadas com vários peixes. Casquinha de Siri e Acarajé são servidos à vontade na recepção do público. Ao entrar no salão do festival, as pessoas encontram um completo buffet de saladas diversas, que incluem várias opções com frutos do mar. Quem for ao evento também tem à disposição todos os pratos de acompanhamento, os peixes da semana e os camarões e a paella, as grandes atrações do evento.

Crianças

Pelo preço fixo de R$ 98,90 por pessoa, o público pode comer, quantas vezes quiser, todas as opções oferecidas (exceto bebidas e sobremesas). Crianças de até cinco anos, não pagam o valor do Festival. De seis a dez anos, pagam metade do preço. No Festival não há cobrança de taxa de serviço. O Festival do Pescado e Frutos do Mar funciona de quinta a domingo no Espaço Gastronômico Ceagesp. Às quintas e sextas, o horário é das 18h às 22h. Aos sábados, funciona das 12h às 22h. Aos domingos, só tem almoço, das 12h às 17h. É recomendável fazer reservas antecipadamente.

Segurança

O público pode ficar tranquilo quanto à segurança. Os Festivais Gastronômicos Ceagesp cumprem todas as determinações das autoridades de saúde e da prefeitura. A entrada só é permitida com o uso de máscara e após medição de temperatura corporal. Na entrada, há um totem de álcool em gel, além de tapete sanitizante. As mesas estão dispostas com espaçamento uma das outras, assim como as cadeiras. Cada mesa conta ainda com álcool em gel à disposição. Para se servir no buffet, a pessoa precisa utilizar luvas descartáveis disponíveis no local. Todos os colaboradores contam com equipamentos de proteção individual. Isso sem contar que há limitação do número de pessoas de acordo com as regras estabelecidas para o funcionamento do evento.

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp – Edição 2020
Quando: Até 20 de dezembro.
Horários: Quinta e sexta, das 18h às 22h (somente jantar). Sábado, das 12h às 17h (almoço) e das 18h às 22h (jantar). Domingo, das 12h às 17h (somente almoço).
Preço: R$ 98,90 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam. De 6 a 10, pagam metade do valor do Festival. Bebidas e sobremesas são cobradas à parte.
Onde: No Espaço Gastronômico Ceagesp
Endereço: Portão 4 da Ceagesp (altura do nº 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina – São Paulo – SP).
Estacionamento: Portão 4, com preço fixo especial para o festival.
Reservas: clique aqui

Ceagesp tem clima de praia neste início de ano

Começa na quarta-feira (8), a partir das 18 horas, a Edição de Verão do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp. Um clima de praia invade o maior Entreposto de Alimentos do Brasil neste início de ano. No cardápio desta temporada, que se estende até 1º de março, os destaques serão para as várias receitas diárias com camarões e para a Lagosta Sapateira Grelhada, prato especial que será servido, exclusivamente, às sextas-feiras.

Camarão Pistola no Espeto, Camarão Crocante com Molho Tártaro, Escondidinho de Camarão, Risoto de Camarão feito na hora e Camarão na Moranga fazem parte da “Sequência de Camarões”, disponível todos os dias. E, todo sábado, será servido ainda Chiclete de Camarão como prato especial do dia.

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Caranguejada é a atração especial das quartas-feiras. Às quintas, o público poderá saborear Ostras Frescas como prato especial do dia. Macarrão com Camarão finalizado no interior de um queijo parmesão Grana Padano é o destaque do cardápio do almoço de domingo nesta Edição de Verão.

Essas são apenas algumas das comidas que serão oferecidas, a partir de quarta-feira, na “Praia da Ceagesp”. Para quem ficou em São Paulo nestas férias de Verão, são dezenas de pratos à base de peixes e de frutos do mar para o público comer o quanto quiser, incluindo a tradicional Paella à Marinera, gigante, outro dos destaques do evento.

Quem prefere comer peixe, também não faltarão alternativas no festival. Toda semana, várias opções de peixes entram no cardápio em diferentes receitas. Na primeira semana desta temporada 2020, os destaques serão para o Salmão Amalfitana, para a Meca Assada com Molho de Ervas, para a Costelinha de Tambaqui à Milanesa, entre outros pratos com peixes. Nas semanas seguintes, novos peixes em novas receitas substituem as da semana anterior.

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Esses pratos típicos de praia, para comer quantas vezes quiser, são exclusividade que o público só encontra, em São Paulo, no festival realizado na Ceagesp desde 2013. E, para ficar ainda mais no clima de praia, logo na entrada, tem até Casquinha de Siri e Acarajé, quentinho, feito na hora.

Funcionamento

Para comer à vontade todas as opções, o preço por pessoa será de R$ 89,90. Bebidas e sobremesas não estão incluídas nesse valor. Criança de até cinco anos, não paga. De seis a dez, paga metade do preço. No Festival da Ceagesp, também não haverá cobrança de taxa de serviço.

A Edição de Verão 2020 do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp funcionará de 08 de janeiro a 1º de março, sempre de quarta a domingo. De quarta a sexta, o horário será das 18h à 0h. Aos sábados, das 12h às 17h, e das 18h à 0h. Aos domingos, das 12h às 17h.

A entrada será pelo Portão 4 da Ceagesp, na altura do 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital. O estacionamento para automóveis, no mesmo local, terá preço especial de R$ 14,00 para os frequentadores do evento.

Serviço

Edição de Verão – 2020 do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp
· Quando: de 8 de janeiro a 1º de março
· Horários: de quarta a sexta, das 18h às 24h. Aos sábados, das 12h às 17h, e das 18h às 24h. Aos domingos, das 12h às 17h
· Preço: R$ 89,90 por pessoa (não haverá cobrança de taxa de serviço). Criança até cinco anos, não paga. De seis a dez, paga metade do valor.
· Onde: Espaço Gastronômico Ceagesp
· Endereço: Portão 4 da Ceagesp – Av. Dr. Gastão Vidigal, altura do 1.946, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital.
· Estacionamento: no mesmo local (preço especial de R4 14,00 para os frequentadores do evento)

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp termina dia 22 de dezembro

A temporada 2019 do Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp só vai até o próximo dia 22 de dezembro. Quem ainda não conhece ou pretende voltar, tem poucos dias para participar do evento que oferece peixes e frutos do mar para comer o quanto quiser.

O evento gastronômico, inédito na cidade de São Paulo, é realizado anualmente na Ceagesp desde 2013, sempre de setembro a dezembro. Os Camarões servidos no espeto e a Paella à Marinera gigante são as marcas registradas deste festival.

Paella Marinera todos os dias (Foto Zeka Videira)
Paella Marinera – Foto Zeka – Videira

Mas o público também tem pratos fixos especiais acrescentados ao cardápio durante a semana, para comer à vontade. Toda quarta-feira é dia de Caranguejada. Às quintas, o cardápio é reforçado com Ostras. Quem for às sextas, tem Creme de Camarão servido no Coco Verde como prato adicional. Aos sábados, o prato especial é a Mariscada. Todo domingo, o menu tem como prato extra Macarrão com Camarão no Parmesão Grana Padano.

Todas as semanas também são servidos pratos preparados com peixes. Nesta 16ª semana do evento (de 04 a 08 de dezembro – quarta a domingo), o Festival oferece Filhote Assado com Velouté de Limão, Pescada Cambucu com Crosta de Amêndoas, Moqueca de Pintado à Baiana, Costela de Tambaqui Assada, Escondidinho de Salmão, entre outras opções.

Entradas

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A recepção do público já começa com os pratos de entrada. Entre eles, Casquinha de Siri e Acarajé feito na hora por uma baiana vestida a caráter. Tudo já incluso no valor do evento, desde a chegada.

Ao entrar no salão do festival, as pessoas encontram um completo buffet de saladas diversas, além de opções de frutos do mar. Quem for ao evento também tem à disposição vários pratos de acompanhamento, como Pirão, Escondidinho de Pescada, Arroz, entre outras opções.

Pelo preço fixo de R$ 84,90 por pessoa (não é cobrada taxa de serviço), o público pode comer, quantas vezes quiser, cerca de 50 itens disponíveis no cardápio. As bebidas e as sobremesas são cobradas à parte. Crianças de até cinco anos não pagam o festival. De seis a dez anos, pagam metade do preço.

Funcionamento

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O Festival do Pescado e Frutos do Mar funciona de quarta a domingo no Espaço Gastronômico Ceagesp, até 22 de dezembro. Às quartas, quintas e sextas, o horário é das 18h à meia-noite (somente jantar). Aos sábados, funciona a partir das 12h até a meia-noite (almoço e jantar). Aos domingos, abre das 12h às 17h (somente almoço).

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp 2019
· Quando: até 22 de dezembro.
· Horários: quarta, quinta e sexta, das 18h à meia-noite (jantar). Aos sábados, das 12h à meia-noite (almoço e jantar). Aos domingos, das 12h às 17h (somente almoço).
· Preço: R$ 84,90 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam. De 6 a 10, pagam metade do valor do Festival. Bebidas e sobremesas são cobradas à parte.
· Onde: Espaço Gastronômico Ceagesp
· Endereço: Portão 4 da Ceagesp (altura do nº 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina – São Paulo – SP).
· Estacionamento: Portão 4, com preço fixo especial de R$ 14 para o festival.
· Reservas: 11-3645-0481 / 11-9-4023-0500.

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp é dica para feriado

O Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp é uma boa dica gastronômica para quem estiver em São Paulo no feriado de 15 de Novembro. O evento, realizado na Ceagesp desde 2013, oferece mais de 50 itens para o público comer o quanto quiser em receitas com muito peixe e frutos do mar.

No dia da Proclamação da República, o festival abrirá, excepcionalmente, apenas para o almoço. O horário especial do feriado será das 12h até as 17h. O evento gastronômico atrai milhares de pessoas todos os anos ao maior entreposto de alimentos da América Latina, de setembro a dezembro.

Os camarões, oferecidos de diversas maneiras, são destaque do evento, previsto para terminar no dia 22 de dezembro. A principal atração é o espeto de camarão servido à vontade nas mesas. Outro prato que é sucesso de público é a paella à marinera, gigante, apresentada num tacho de mais de um metro de diâmetro, repleta de camarões e de outros frutos do mar.

Pirarucu

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Foto: Eduardo Bacani

O visitante já começa a comer assim que chega ao festival. Entre os pratos de entrada, o público encontra, por exemplo, casquinha de siri e acarajé, feito e servido na hora por uma baiana vestida a caráter.

Ao ingressar no evento, a pessoa pode escolher, comer e repetir, entre diversas opções, saladas com frutos do mar. Toda semana, o festival oferece ainda três receitas diferentes com peixes de mar e de água doce. Nesta 11ª semana (de 13 a 17 de novembro), Pirarucu assado inteiro é o destaque do cardápio de peixes.

Pratos de acompanhamento, como pirão de peixe, vários tipos de arroz, legumes, escondidinho de pescado, entre outros, também fazem parte do festival. Servidos nas mesas, além dos camarões no espeto, tem ainda isca de peixe e manjubinha frita. Tudo para comer à vontade.

Outra atração do evento são os pratos especiais do dia, inclusos no valor do festival. Às quartas-feiras, tem caranguejada. Toda quinta-feira é dia de ostras frescas. Creme de camarão no coco verde é a atração da sexta-feira. Aos sábados, tem mariscada. O macarrão com camarão servido no interior de um queijo parmesão grana padano encerra a semana no domingo.

Procedência

Camarao Assado_MG_1931rdzMacarrão com Camarão no Grana Padano todo domingo (Divulgação)_19Paella Marinera todos os dias (Foto Zeka Videira)_19Paella Marinera todos os dias (Foto Zeka Videira)

Os peixes, camarões e outros frutos do mar servidos no Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp são das melhores procedências. Os camarões, que são servidos no espeto, na paella, no acarajé e em tantos outros pratos, vêm de viveiros de Santa Catarina.

Os peixes de mar são pescados no litoral catarinense. Os peixes de água doce são criados em cativeiro nas regiões norte e centro-oeste. Os caranguejos servidos toda quarta-feira, e as Ostras servidas toda quinta chegam fresquinhos ao Festival diretamente de Cananéia, no litoral sul do Estado de São Paulo.

Pelo preço fixo de R$ 84,90 por pessoa (não é cobrada taxa de serviço), o público pode comer, quantas vezes quiser, cerca de 50 itens disponíveis no cardápio. As bebidas e as sobremesas são cobradas à parte. Crianças de até cinco anos não pagam o festival. De seis a dez anos, pagam metade do preço.

Funcionamento

O Festival do Pescado e Frutos do Mar funciona de quarta a domingo no Espaço Gastronômico Ceagesp. Às quartas, quintas e sextas, o horário é das 18h à meia-noite (somente jantar). Aos sábados, funciona a partir das 12h até a meia-noite (almoço e jantar). Aos domingos, abre das 12h às 17h (somente almoço).

O acesso é pelo Portão 4 da Ceagesp (altura do nº 1.946 da av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina – São Paulo-SP). O estacionamento, também no Portão 4, tem preço fixo especial para os frequentadores do Festival.

Festival do Pescado e Frutos do Mar Ceagesp 2019
Quando: Até 22 de dezembro.
Horários: Quarta, quinta e sexta, das 18h às 24h (jantar). Aos sábados, das 12h às 24h (almoço e jantar). Aos domingos, das 12h às 17h (somente almoço).
Preço: R$ 84,90 por pessoa. Crianças até 5 anos não pagam. De 6 a 10, pagam metade do valor do Festival. Bebidas e sobremesas são cobradas à parte.
Onde: Espaço Gastronômico Ceagesp
Endereço: Portão 4 da Ceagesp (altura do nº 1.946 da Av. Dr. Gastão Vidigal, na Vila Leopoldina – São Paulo – SP).
Estacionamento: Portão 4, com preço fixo especial para o festival.
Reservas: 11-3645-0481 / 11-94023-0500.

 

Confira dicas valiosas para conservar de modo seguro a carne de peixe

O pescado é uma carne extremamente delicada que exige muita atenção em sua conservação para não ocasionar problemas de saúde. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo se preocupa desde a qualidade do peixe aos consumidores até ideias de preparo com novas receitas. O livro gratuito “Pescado: Saúde e Nutrição” traz todas as dicas que você precisa (baixe clicando aqui).

De acordo com a nutricionista Katlly Evillim Sousa, da Coordenaria de Desenvolvimento do Agronegócios (Codeagro) da Secretaria, trata-se de um alimento muito importante com baixo teor de gordura saturada e rico em ácido graxo poli-insaturado, o ômega-3, que auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e com ação anti-inflamatória. Segundo ela, “o ideal é que o peixe esteja presente na nossa alimentação por pelo menos duas vezes na semana”.

Veja abaixo as dicas:

pescado

– Se preferir o peixe fresco, sempre pegue no fim das compras, para manter a temperatura;

– As escamas devem estar brilhantes;

– O odor deve ser suave;

salmão peixe congelado pixabay

– O peixe fresco e o peixe congelado contêm os mesmos nutrientes se mantidos em temperaturas adequadas a cada tipo;

– Na hora da compra do peixe congelado prestar atenção a sua situação. Não compre se estiver com água acumulada ou cristais de gelo, pois pode significar que houve o descongelamento, prejudicando a qualidade;

– A validade de qualquer peixe fresco, se for congelar, é de três meses;

– Na hora do descongelamento sempre descongelar dentro da geladeira, pois fora pode desenvolver micro-organismos deteriorantes;

peixe cozinhando pixabay
Pixabay

– Retire o couro/pele antes de cozinhar. Todos os nutrientes do peixe estão dentro da carne;

– Evitar temperos industrializados. Use temperos naturais como a salsinha, manjericão, coentro, louro etc.

mulher comendo peixe

– Quando preparado, consumir dentro de, no máximo, 48 horas, se mantido na geladeira.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Especialistas orientam como escolher bem o pescado para a Páscoa

Médicos-veterinários alertam sobre cuidados com temperatura, aparência, conservação e manipulação de peixes e moluscos

O período que antecede a Páscoa é normalmente acompanhado por um aumento na compra e consumo de peixes em todo o país. Devido a essa tendência é importante orientar a população para a adoção de boas práticas para se selecionar, comprar e conservar o peixe ou fruto do mar, tendo em vista que as doenças transmitidas por alimentos (DTA) são uma importante causa de morbidade no Brasil. Em 2018, segundo o Ministério da Saúde (MS), ocorreram 503 surtos com quase 7 mil doentes, 731 hospitalizados e nove óbitos.

Na hora da compra em um mercado ou feira, o consumidor deve se preocupar com a procedência dos produtos, garantindo que só chegue à mesa de Páscoa itens inspecionados por um médico-veterinário. Nas peixarias, a origem dos pescados frescos comercializados deve estar disponível. No caso dos peixes embalados, o selo de inspeção deve estar visível na embalagem.

peixe

“É importante saber se o produto passou pela inspeção oficial, para garantir a segurança do pescado”, ressalta o presidente da Comissão Técnica de Alimentos (CTA) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), Ricardo Calil.

Segundo o médico-veterinário, o processo de conservação ideal do pescado começa muito antes de chegar ao consumidor final. “A carne do pescado fresco, pela sua constituição, exige temperatura próxima de zero (0°C). E no caso da carne congelada, a dezoito graus negativos (-18°C), para que a durabilidade seja a maior possível”, afirma.

Para avaliar se o peixe fresco está em boas condições, o consumidor precisa fazer uma avaliação criteriosa, conforme orienta Camila Hirai, médica-veterinária integrante da CTA e responsável técnica pela central de distribuição de uma importante rede de supermercados.

“O peixe deve estar com pele, escamas e olhos brilhantes, com tonalidade viva e ausência de muco espesso. As escamas devem estar, ainda, bem aderidas, os olhos ocupando toda a órbita e salientes, as brânquias úmidas e avermelhadas, a carne firme e elástica, e o odor suave e característico.”

Já os peixes congelados devem estar em embalagem íntegra, com data em que foi embalado e, quando comercializados em pedaços, não devem estar em blocos. “Através da embalagem que é possível identificar a origem do produto, a faixa de temperatura para manter o alimento seguro, como também a validade”, destaca Calil.

“O pescado deve ser a última coisa a ser colocada no carrinho de compras”, completa a médica-veterinária.

Bacalhau

Gadus morhua, o tipo mais tradicional e mais consumido_ Créditos Divulgação
Gadus morhua, o tipo mais tradicional e mais consumido – Foto: Banca da Ramon

Tradicional iguaria consumida na Páscoa, o bacalhau tem características particulares a serem observadas pelo consumidor no momento da compra. “O bacalhau deve apresentar a superfície devidamente seca, não pode estar pegajoso e apresentar limosidade ou bolor”, alerta Camila.

Calil orienta os consumidores quanto à procedência do peixe e o cuidado para escolher entre o bacalhau e os peixes salgados secos. “É preciso tomar alguns cuidados para pagar pelo que o bacalhau vale. O verdadeiro é o Gadus morhua (Cod), também denominado Porto. O Gadus macrocephalus tem semelhança com o verdadeiro, porém não se desfaz em lascas e tem uma carne fibrosa, por isso, costuma ter um preço abaixo do morhua. As demais espécies comercializadas, como ling, zarbo ou saithe, não são bacalhau, mas peixes salgados secos, e, portanto, devem ser comercializadas adequadamente”, alerta o presidente da CTA do CRMV-SP.

Fonte: CRMV-SP

 

Receita de espaguete de feijão preto com abóbora, brócolis e filet de pescado

Queridinho dos atletas e dos nutricionistas, o espaguete de feijão preto, além de muito mais saudável, pode ser utilizado em várias receitas. A chef Madelaine Seagram, da Fit Food, desenvolveu uma receita especial e de fácil preparo: Espaguete de feijão preto com abóbora, brócolis e filet de pescado.

Saborosa e com a cara do verão, o preparo é ideal para quem precisa de uma refeição leve e proteica. 300g do Espaguete de Feijão Preto apresentam 54g de proteína e 25,5g de fibras.

Espaguete de feijão preto com abóbora, brócolis e filet de pescado

Ingredientes:

– 300g de espaguete de feijão preto Fit Food
– 200g de filet de pescado
– 1/2 abóbora japonesa descascada e cortada em cubos
– 250g de brócolis cozido
– 5 colheres de sopa de azeite de oliva
– 1 colher de sopa de orégano fresco
-1 colher de chá de alho em pó
– 1/2 colher de chá de canela em pó (caso não goste de sabor agridoce, não precisa colocar)
– Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180°. Prepare o espaguete de acordo com as orientações da embalagem. Em uma assadeira, distribua as abóboras e o brócolis. Despeje 3 colheres de sopa de azeite, o alho em pó, o orégano fresco, a canela em pó, o sal e a pimenta a gosto e mexa com a ajuda de uma colher. Asse por aproximadamente 40 minutos. Enquanto isso, em uma frigideira, grelhe o filet de pescado no azeite de oliva. Quando a abóbora estiver pronta, coloque a mistura por cima do espaguete e sirva acompanhado do filet de pescado grelhado.

6- espaguete de feijão preto com pedaços de abóbora e brócolis assados acompanhado de filet de pescado_

Rende 2 porções

Fonte: Fid Food