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Os benefícios científicos de ser um cat lover*

Pesquisa sugere que os gatos podem tornar nossa vida mais feliz e saudável

Todo 8 de agosto é Dia Internacional dos Gatos. E no deste ano, Cora provavelmente começou a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e arranhando meu ombro, exigindo atenção. Eu provavelmente levantei o edredom com sono e ela se aconchegou embaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todos os dias é o Dia Internacional dos Gatos.

Os gatos podem nos acordar às quatro da manhã e vomitar com uma frequência alarmante, ainda assim, entre 10% a 30% de nós nos chamamos de “cat person (pessoas do gato)” – não pessoas de cães, nem mesmo amantes de gatos e cães com oportunidades iguais. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em alguém que não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato na maioria das vezes?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos por aí, que não precisam de pesquisas científicas para justificar seu amor feroz. Mas os cientistas estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

1. Bem-estar

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De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas de suas vidas.

Adotar um gato também poderia ser bom para os filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus filhotes tinham uma qualidade de vida mais alta. Quanto mais apegados, mais se sentiam em forma, enérgicos e atentos, menos tristes e solitários; e quanto mais aproveitavam o tempo sozinhos, no lazer e na escola.

Com suas palhaçadas que desafiam a gravidade e posturas de sono semelhantes a ioga, os gatos também podem nos tirar do mau humor. Em um estudo, pessoas com gatos relataram experimentar menos emoções negativas e sentimentos de isolamento do que pessoas sem gatos. De fato, solteiros com gatos estavam de mau humor com menos frequência do que pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

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Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. As pessoas que assistem aos  vídeos de gatos on-line dizem que depois sentem menos emoções negativas (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e sentimentos mais positivos (mais esperança, felicidade e satisfação). É certo que, como descobriram os pesquisadores, esse prazer se torna culpado se o fizermos com a finalidade de procrastinação. Mas ver gatos irritar seus humanos ou serem embrulhados para presente de Natal parece nos ajudar a sentir-nos menos empobrecidos e recuperar nossa energia para o dia seguinte.

2. Estresse

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Posso atestar que um gato quente no seu colo, fazendo uma boa massagem nas coxas, é uma das melhores formas de aliviar o estresse. Uma tarde, sentindo-me oprimida, eu disse em voz alta: “Gostaria que Cora sentasse no meu colo”. Eis que ela trotou e pulou em cima de mim segundos depois (embora tentativas de replicar esse fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, os pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos ajudariam. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a uma série de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e, em seguida, segurando a mão em água gelada (abaixo de 40 graus Fahrenheit) por dois minutos. As pessoas ou estavam sentadas em uma sala sozinhas, com o animal de estimação perambulando, com o cônjuge (que poderia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes do início das tarefas estressantes, os tutores de gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão sanguínea em repouso mais baixas do que as pessoas que não possuíam animais de estimação. Durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eram mais propensos a se sentirem mais desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial eram mais baixos e até cometeram menos erros de matemática. Em todos os vários cenários, os tutores de gatos pareciam mais calmos e cometeram o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Eles não nos julgam por nossas habilidades matemáticas fracas ou ficam extremamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos foram realmente uma influência mais calmante do que outros significativos em alguns casos.

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Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede quanto apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, livre dos cuidados do mundo, que pode fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como disse a jornalista Jane Pauley: “Você não pode olhar para um gato adormecido e se sentir tenso”.

3. Relacionamentos

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Shutterstock

Gatos são seres que cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que sim). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre seres humanos.

Por exemplo, a pesquisa descobriu que os tutores de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais em outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tende a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que alguém que não é gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem aos vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras do que aquelas que não são grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações possam parecer desconcertantes, faz sentido se você considerar os gatos apenas um nó na sua rede social. “Os sentimentos positivos sobre cães / gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectados, aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como constatou o estudo de adolescentes escoceses, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos gatos, provavelmente porque passam o tempo brincando como um trio.

“Os animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo o contato social entre as pessoas”, escreveu o pesquisador do Reino Unido Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode aceitar características abertamente afetuosas, consistentes, leais e honestas que podem atender à necessidade básica de uma pessoa de sentir uma sensação de valor próprio e amada”.

4. Saúde

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Foto: Nina Pearman

Por fim, apesar do que você já deve ter ouvido falar sobre parasitas cerebrais entre gatinhos e humanos, há evidências de que os gatos podem ser bons para a nossa saúde. Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. As pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de ataque cardíaco durante esse período do que as pessoas que nunca possuíram gatos – mesmo quando consideravam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdade para as pessoas, mesmo que elas não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como medicina preventiva do que tratamento para uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que acabaram de adquirir um gato. Eles completaram pesquisas dentro de um ou dois dias após levarem o gato para casa e depois várias vezes nos próximos 10 meses. Na marca de um mês, as pessoas reduziram as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como especula Serpell, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com seus gatos continuem vendo benefícios, e as pessoas que não, bem, não.

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Grande parte dessa pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas, infelizmente, para nós, amantes de gatos, este não parece ser o caso. Em comparação com os amantes de cães, pelo menos, tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos nervosos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Experimentamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos deixa menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. De fato, a grande maioria das pesquisas sobre animais de estimação se concentra nos cães, em parte porque eles são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Ainda um osso para conseguir com nossos colegas caninos.

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Enquanto esperamos por mais dados, continuarei falando para todo mundo que estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar e me vendo ir ao banheiro. O que perco de sono compenso no amor suave e peludo.

*Kira M. Newman é a editora-gerente do Greater Good. Ela também é a criadora do The Year of Happy, um curso de um ano na ciência da felicidade, e do CaféHappy, um encontro em Toronto. 

Pesquisa aponta quais atributos de beleza são os mais importantes

Realizado em 27 países, estudo mostra que características mais comportamentais estão à frente das físicas

Para que uma pessoa seja considerada bonita, as características comportamentais podem ser mais importantes do que os atributos físicos, de acordo com a pesquisa Ipsos Global Attitudes Toward Beauty, que ouviu mais de 19 mil homens e mulheres em 27 países.

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O estudo pediu aos entrevistados que ranqueassem o grau de importância de 19 atributos de beleza. As características que lideram a lista são as mesmas para homens e mulheres, com diferenças apenas de ordem. A beleza masculina depende da gentileza (73%), dignidade (71%), inteligência (71%), alegria (69%) e autoconfiança (68%), enquanto a feminina tem como principais características a gentileza (71%), alegria (71%), dignidade (70%), autoconfiança (69%) e inteligência (66%).

Quando isolamos o Brasil, a autoconfiança e a dignidade aparecem como os atributos mais importantes, tanto para a beleza feminina quanto para a masculina. Para elas, essas características são apontadas por 79% dos entrevistados. Para eles, os dois atributos, empatados ainda com gentileza no topo do ranking, são citados por 78%.

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Globalmente, força é o único atributo físico que está entre os dez mais importantes citados pelas mulheres em relação à beleza masculina. No top 10 da beleza feminina, os homens consideram, ainda que no fim da lista, força, sensualidade e aparência do rosto.

“O Brasil segue a mesma tendência do resto do mundo. Esta é uma percepção bastante positiva e generosa do que significa beleza, onde valores intrínsecos e comportamentais se destacam”, diz Miriam Steinbaum, diretora na Ipsos.

No entanto, também é preciso considerar que as respostas levam em conta um pensamento mais abstrato e racional. “Quando as coisas parecem distantes, tendemos a pensar mais abstratamente e usar um processo mental mais racional e lógico. Mas, quando estamos vivendo algo na prática, pensamos mais concretamente. Se alguém pergunta o que a pessoa quer em um parceiro, estamos em uma situação abstrata – de modo que características menos aparentes tendem a ser mencionadas: “ele tem que ser gentil”, “tem que ser inteligente”, “tem que ter bom-humor”, comenta Greg Gwiasda, vice-presidente do Centro de Ciência Comportamental Global da Ipsos.

“Já quando a pessoa está, na prática, escolhendo um parceiro, num aplicativo de relacionamento, por exemplo, há uma necessidade muito imediata e termos mais concretos e relacionados à aparência podem se destacar – ‘um sorriso bonito’, ‘olhos sedutores’ e ”um tanquinho definido’ podem acabar se tornando novas prioridades”, completa Gwiasada.

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Outra constatação da pesquisa, quando o assunto é beleza, é a de que as mulheres são mais influenciadas por pessoas próximas do que pela mídia em geral. Para 49% das mulheres, as mães são grandes influenciadoras de suas rotinas de beleza, seguidas por amigas (48%) e irmãs e/ou outra parente (45%). Ao mesmo tempo, 34% se consideram influenciadas por vídeos online, 33% por revistas e material impresso e 31% por perfis do Instagram e outros sites de compartilhamento de fotos. “Se sentir-se bela(o) é componente vital da nossa autoestima, parece-nos bastante relevante que a proximidade, a identificação, despontem como parte desta construção do que é beleza para cada um de nós”, diz Miriam.

A pesquisa on-line foi realizada com 19 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 19 de abril e 3 de maio de 2019. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 p.p.

Fonte: Ipsos

Combate à violência infantil: crianças brasileiras querem ser ouvidas, aponta estudo

No país, 70% das crianças não se sentem protegidas contra maus-tratos, índice superior à média mundial, que é de 40%

A violência contra crianças é um grave problema nacional que ultrapassa gerações, classe social, cultura, gênero e status socioeconômico. No Brasil, 67% dos meninos e meninas com idades entre 10 e 12 anos não se sentem suficientemente protegidos contra a violência. O percentual é superior ao verificado mundialmente, que é de 40%.

É o que revela o estudo do ChildFund Brasil, agência humanitária internacional de proteção e assistência a crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de pobreza no país. O levantamento é um recorte nacional da pesquisa Small Voices Big Dreams 2019, realizada pelo ChildFund Alliance com quase 5.500 crianças com idades entre 10 e 12 anos de 15 países diferentes.

Para aprofundar a realidade brasileira, o ChildFund Brasil ouviu a opinião de 722 meninos e meninas nos estados em que atua: Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amazonas, Piauí, Bahia e Goiás.

Outro dado relevante mostrado pela pesquisa é que, no Brasil, 90% dos meninos e meninas entrevistados rejeitam a violência física como um instrumento de educação. No levantamento global, esse percentual é de 69%.

Também há diferença entre os dados mundiais e brasileiros quanto à percepção sobre as ações de políticos e governantes para proteger as crianças contra a violência. No Brasil, menos de 3% das crianças acreditam que eles cumprem seu papel, contra 18,1% no mundo.

“Em regiões socialmente vulneráveis do Brasil, é possível observar aspectos mais agravantes com relação à prática de maus-tratos. Compreender todas as dimensões da violência e, principalmente, ouvir as expectativas e concepções das crianças é fundamental para erradicá-la”, afirma Águeda Barreto, assessora de Advocacy e Comunicação do ChildFund Brasil.

É preciso ouvir as crianças

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No Brasil, 26% dos meninos e meninas entrevistados acreditam que as opiniões infantis não são consideradas em questões que lhes dizem respeito. “O dado é preocupante, tendo em vista que a prevenção e o combate da violência contra as crianças exigem o reconhecimento e o respeito pelos direitos delas como indivíduos capazes de agir de forma autônoma e eficaz diante de situações que os afetam diretamente”, reforça Águeda.

O estudo aponta que, para prevenir e combater a violência, é essencial que os adultos ofereçam atenção, apoio e carinho às crianças, reconhecendo os seus direitos.

As principais causas da violência infantil, na avaliação das crianças brasileiras, são o fato de serem indefesas, a falta de conhecimento dos direitos que elas possuem e a perda de autocontrole dos adultos devido ao uso de substâncias.

Algumas das principais conclusões do estudo:

=De acordo com 83% dos entrevistados, os adultos deveriam amar mais as crianças: a oferta de atenção, apoio e carinho às crianças, por parte dos adultos, é um fator-chave na prevenção e no combate à violência;
=52% não concordam com a ideia de que as crianças não podem fazer nada para pôr fim à violência: a atitude delas, seja de denúncia seja de organização, constitui um importante mecanismo para prevenir a violência;
=Mais de 30% acreditam que as crianças não são suficientemente protegidas contra a violência no país em que vivem;
=A maioria das crianças percebe as ruas da vizinhança, praças, parques e transporte público como lugares de maior risco de violência;
=82% dos respondentes concordam que é mais comum meninas sofrerem maus-tratos ou outras formas de violência do que os meninos.

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Fonte: ChildFund Brasil

Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir a doença de Alzheimer, caracterizada pela deterioração cognitiva e perda de memória, é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

“Observamos que o extrato das folhas da pitangueira, que possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias, apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória em ratos de laboratório”, disse o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo e responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes.

Metodologia

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Foto: Universidade Positivo

Para chegar às respostas obtidas com o estudo, Silva e seus alunos de graduação e pós-graduação utilizaram ratos de laboratório que apresentam características semelhantes à doença de Alzheimer. “Vale ressaltar que o trabalho foi aprovado previamente pelo Comitê de Ética em Uso de Animais em Pesquisa da Universidade Positivo e seguiu as recomendações do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) para garantir toda cautela e cuidados éticos com os animais”, enfatiza o pesquisador.

Parte dos ratos recebeu uma substância que induz prejuízos e sintomas do Alzheimer e, então, foram tratados com o extrato das folhas da pitangueira por trinta dias. Depois eles passaram por uma série de avaliações de memória em labirintos construídos especificamente para esse fim. “Os resultados mostram que os animais com os sintomas da doença tratados com o extrato da folha de pitangueira foram capazes de manter a memória sobre experiências prévias no labirinto tão bem quanto os animais saudáveis”, disse Silva.

Ineditismo

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Pixabay

O artigo científico referente à descoberta foi aceito para publicação em revista especializada e deve estar disponível nas bases de dados nos próximos meses. Segundo Silva, é o primeiro estudo que investiga o uso das folhas de pitangueira na área de neuroproteção, um campo de pesquisa que busca formas de tratamento para reduzir ou evitar a perda de neurônios, que é comum ao envelhecimento e mais ainda no caso de doenças neurodegenerativas.

“A descoberta é um grande começo e abre um leque de possibilidades para a pesquisa na comunidade científica, que pode investigar mais detalhadamente os mecanismos de ação dessas substâncias naturais, com grande disponibilidade no Brasil”, afirmou o professor.

Fonte: Universidade Positivo

Pesquisa mostra que pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Apesar da facilidade, informações genéricas podem preocupar sem necessidade ou tratar como insignificante um problema sério de saúde

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo? O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos “máquinas complexas” e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

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Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de “cibercondríacos”, aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, diz Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

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Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Llordachs.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

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Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no “Dr. Google” e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

Pesquisa mostra perfil do doador e potencial de doação do segmento maturidade

A pesquisa quantitativa online “Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade”, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência – em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob -, traz um panorama inédito do doador no país e destaca o potencial de doação representado pelos brasileiros com mais de 50 anos. A pesquisa – apresentada, hoje, no Festival da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos – contou com 1.212 entrevistas feitas em São Paulo (capital, interior, região metropolitana e litoral); e nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Entre os brasileiros, 29% realizam doações mensais; na faixa etária acima de 50 anos, 26% costumam doar, em média, mais de R$ 100 mensais; entre os mais jovens, o índice é de 17%. Doadores há mais de três anos, para 50% desses cidadãos maduros as ações individuais somadas podem mudar o mundo; 81% dos entrevistados acreditam que é muito importante a transparência na prestação de contas para as organizações sem fins lucrativos e institutos; e 74% destacam o comprometimento de proteger informações financeiras e pessoais dos doadores contra violações de dados. Quando o tema abarca as principais causas, as primeiras posições são ocupadas pelas temáticas crianças e jovens (44%); animais domésticos (32%); causas humanitárias (27%); fome e sem teto (26%) e saúde (23%).

Essas são algumas das conclusões do mapeamento inédito Doador brasileiro: o potencial de doação no segmento maturidade, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob. Os dados foram apresentados no Festival de Captação da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), no dia 11 de junho.

Conduzida entre 17 de março e 25 de maio de 2019, a pesquisa Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade conta com 1.212 entrevistas – sendo 789 de pessoas com mais de 50 anos (65%); 5% dos entrevistados têm mais de 70 anos; 15% entre 60 e 69 anos; 45% entre 50 e 59 anos; 10% têm menos de 30 anos; 13% entre 30 e 39 anos; e 12% entre 40 e 49 anos. A pesquisa contou com 72% moradores da cidade de São Paulo; 9% na região metropolitana; 8% no interior e litoral; e 12% em cidades das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

No perfil da amostra, 82% são mulheres; 53% são casados/união estável; 24% solteiros; 16% divorciados; e 7% viúvos. A análise da situação profissional mostra que 28% têm vínculo empregatício; 22% são consultores, autônomos ou freelancer; e 18% são empreendedores. Sobre a escolaridade, 43% têm ensino fundamental, médio ou superior incompleto; 37% ensino superior; 16% possuem pós-graduação; 5% mestrado e/ou doutorado. Na análise da renda, 28% têm renda até R$ 2.500; 27% estão na faixa entre R$ 2.501 e R$ 5 mil; 14% entre R$ 5.001 e R$ 7.500; 8% mais de R$ 12.501; 7% entre R$ 7.501 e R$ 10 mil; e 12% não possuem renda própria. A pesquisa quantitativa online contou com questionário de autopreenchimento voluntário, sem incentivo.

O recorte do mapeamento será um dos destaques do Festival ABCR. Com o temaO futuro da captação de recursos no Brasil do futuro, o evento acontece de 9 a 11 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca. No painel que trará a pesquisa, o recorte que foca no doador prateado contará com a presença de Juliana Vanin, fundadora da Noz e coordenadora da pesquisa; Marcelo Jambeiro, desenvolvedor de projetos de captação de alto impacto para doadores, captadores e recebedores (Trackmob); Flávia Lang, fundadora da Pitanga.Mob (empresa especializada em engajamento e mobilização de indivíduos); e Amanda Fazano, responsável pelo programa de Retenção, Relacionamento e Desenvolvimento de Doadores da ACNUR (agência da ONU para Refugiados).

Principais conclusões da pesquisa

Cenário: com os avanços na expectativa de vida e queda na taxa de fecundidade, as faixas etárias de brasileiros com mais de 50 anos são as que mais crescem. Em 2019, o país conta com 24,21% de brasileiros sêniores; em 2030 o índice será de 31,18%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um quarto da população com mais de 60 anos está conectada à internet; metade da força de trabalho terá mais de 50 anos em 2040, segundo o IPEA. Diante desse significativo percentual da população que é prateada, a pesquisa buscou entender quais as oportunidades de ampliar as doações entre os 50+.

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Causas abraçadas pelos 50+: entre os entrevistados com mais de 50 anos, 44% afirmam que a principal causa defendida envolve crianças e jovens; seguida de 32% de animais domésticos (gatos e cachorros); 25% causas humanitárias; 26% fome e sem teto; 23% saúde; 19% educação; 18% conservação e proteção ambiental; 14% desenvolvimento comunitário; 11% paz e não violência; 11% arte e cultura; 9% direitos humanos (mulheres, LGBT, equidade racial); e 5% investem em iniciativas de pesquisa e política pública.

Segundo Juliana Vanin, coordenadora da pesquisa, interessante notar que a causa “crianças e jovens” ocupa o primeiro lugar no ranking entre os maduros e os com menos de 50 anos – assim como a causa de animais domésticos. Em contrapartida, a temática de direitos humanos ocupa 11ª posição entre os prateados e é sétima no ranking entre os mais jovens.

É interessante notar que os entrevistados com menos de 50 anos disseram se interessar mais por causas de direitos humanos do que os acima de 50 anos que vivenciaram em sua grande maioria processos como o de redemocratização do país e luta por direitos, comenta Marcelo Jambeiro, executivo da Trackmob. “O interesse das pessoas com menos de 50 a causas ligadas aos direitos humanos me parece reflexo dos tempos atuais, porém, me intriga o apoio menor entre os acima de 50”, salienta.

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Formas de apoio: a percepção de apoio efetivo às causas é feito por 68% dos entrevistados via doação de objetos, roupas e alimentos; 45% doam dinheiro; 41% realizam trabalhos voluntários; 38% participam de bazares ou compras produtos de organizações; 32% participam de rifas/bingos; 10% criam projetos; e 7% nunca ajudaram ou não lembram a forma de apoio. Quando perguntados sobre como divulgam as causas, 76% dos 50+ declaram que conversam com amigos, familiares ou pessoas próximas; 75% compartilhando informações nos grupos de WhatsApp; 74% no Facebook; 36% por e-mail; 31% por Instagram; e 16% em outras redes sociais. Apesar dos 45% citarem doação financeira como forma de apoio às causas, quando questionados se já realizaram doação financeira, 67% entre os entrevistados com menos de 50 anos afirmam que sim; entre os maduros o índice sobre para 74%.

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Informações sobre as causas: a indicação de amigos ou conhecidos é para 53% dos maduros a principal forma de tomar conhecimento sobre a causa; 43% apontam as redes sociais; 28% contatos telefônicos; 23% pela tevê; 14% em anúncios de jornais; 14% em WhatsApp; 13% em sites; e 13% são abordados nas ruas. Na análise da coordenadora da pesquisa, esse é um ponto relevante. “Entre os entrevistados com menos de 50 anos, a abordagem nas ruas é efetiva para 23% contra 13% dos maduros. Isso pode indicar que faltam captadores prateados para conversar com esse potencial doador de igual para igual”, analisa Flavia Lang, fundadora da Pitanga.Mob. A mala direta, instrumento tradicional, foi apontado por 8% dos entrevistados com menos de 50 anos e 11% dos 50+. Na última posição, o rádio com, respectivamente, 6% e 5%.

Segundo Flavia, a pesquisa mostra que 31% dos entrevistados com mais de 50 anos doam mensalmente e, mais da metade, também conduzem doações adicionais. Entre os entrevistados, 28% atualmente fazem doações pontuais, mas já fizeram mensais. “As organizações buscam aumentar a base de doadores recorrentes, pois isso garante a sustentabilidade e a previsibilidade da entrada do recurso. Temos um grande potencial de crescimento e, aliando à comunicação com uma boa jornada do doador, as organizações podem potencializar os recursos dos doadores atuais e dos novos”, afirma.

Frequência das doações: a pesquisa mostra que entre os com mais de 50 anos, 12% fazem doações mensais; 19% fazem mensais e pontuais; 28% já fizeram doações mensais e hoje somente pontuais; 29% nunca fizeram doações mensais; 12% não fazem nenhum tipo de doação financeira há mais de três anos. Entre os com menos de 50 anos, os índices são, respectivamente, 8%, 19%, 17%, 47% e 10%.

Motivos para não doar dinheiro: entre os 50+, os principais motivos apontados são a preferência em doar alimentos (34%); a falta de condições financeiras (28%); a preferência por realizar trabalhos voluntários (14%); o fato de não confiar em organizações que pedem doação em dinheiro (10%); não cultivar o hábito (4%); ter uma experiência negativa (3%); ninguém nunca pediu (2%); é complicado fazer doação em dinheiro ou não sei como fazer (1%); resolver problemas sociais é coisa do governo (1%); e nenhuma causa me sensibilizou (1%).

dinheiro

Principal motivo para doar dinheiro: entre os doadores pontuais e mensais encontram-se diferenças nos principais motivos apontados para doar. Um trabalho tangível e clareza na utilização do dinheiro é para 27% dos doadores mensais o principal motivo; entre os doadores pontuais, o índice é de 20%. Estar alinhado ao propósito pessoal é o motivo para 19% dos doadores mensais e 23% dos pontuais; a boa reputação da organização é motivo para 18% dos doares mensais e 14% dos pontuais. Entre os demais motivos, destaque para “quero que todas as pessoas tenham os mesmos direitos que eu” – 14% pontuais e 18% mensais –; porque alguém pediu e me motivou a saber mais sobre a organização/causa (8% pontuais e 4% mensais); e os dados alarmantes me chamaram a atenção (6% pontuais e 4% mensais). O fato de uma pessoa da família ou conhecido ter precisado de ajuda semelhante à atuação da organização foi apontado por 6% dos doares pontuais e 4% dos mensais. A facilidade em realizar a doação financeira é apontada por 2% de ambos. Entre os 50+ o principal motivo, 21% dos entrevistados, é o trabalho tangível e clareza da utilização do dinheiro. Além disso, destaque para a “boa reputação da organização” como drive de doação para 17% dos entrevistados 50+ contra 12% dos mais jovens.

“Entre os doadores, os itens considerados mais importantes para uma organização sem fins lucrativos, ONG ou instituição de caridade são a transparência na prestação de contas (81%) e proteger informações financeiras e doadores contra violações de dados (74%)”, avalia Juliana.

Valor médio doado & modalidade: entre as modalidades preferidas pelos doadores pontuais, 52% dos maduros optam por dinheiro; 32% por boleto bancário; 25% transferência bancária, TED ou DOC; 12% cartão de crédito; 11% débito em conta. Entre os doadores mensais, 78% realizaram doações nos últimos 12 meses; o valor médio pontual foi de R$ 475 no período. “A pesquisa aponta que o potencial de doação dos prateados não está condicionada diretamente à renda, mas ao engajamento e aderência às causas”, avalia a coordenadora da pesquisa.

Sobre a Noz Pesquisa e Inteligência

Ateliê de pesquisa e inteligência de negócios, o trabalho desenvolvido pela Noz é baseado em ouvir, observar e integrar para entender desejos e comportamentos humanos que se tornam insumos para a construção de novas ideias. Por meio de metodologias de inteligência de mercado e pesquisas, atua em todo ciclo de negócio de empresas. A empresa foi fundada por Juliana Vanin, Especialista em estratégia empresarial, pesquisa, análise de mercado e concorrência. Há mais de 14 anos atua na área de Inteligência de Negócios, Planejamento Estratégico e Financeiro. A executiva é Economista formada pela Universidade de São Paulo (USP); pós-graduada em Finanças pelo Insper; moderadora de discussões em grupo certificada pela ABEP.

Sobre a Pitanga.Mob

Especializada em captação de recursos de indivíduos – visa o crescimento das organizações com custos por doador mais acessíveis. A empresa acredita no poder das pessoas para mudar o mundo, ou seja, trabalha para engajar e mobilizar pessoas a contribuírem com as causas que mais se importam e, com isso, fazerem a diferença. Fundada em 2018 por Flavia Lang Revkolevsky, profissional com mais de 20 anos de experiência na área de mobilização de recursos e engajamento, a Pitanga.Mob está antenada com o mundo de hoje, oferecendo soluções e programas baseados nas melhores opções de crescimento e a melhor otimização do seu investimento – ou seja, maior impacto possível com a verba disponível e pagamento atrelado a resultados.

Sobre a Trackmob

Ecossistema financeiro para impactar e conectar pessoas que queiram um mundo melhor, a Trackmob oferece soluções de ponta a ponta para todo o processo de doação – do momento em que o doador conhece a causa até a organização aplicar o dinheiro em uma ação social. Por meio de um conjunto de soluções de SaaS (Software as a Service), BI (Business Intelligence) e serviços financeiros, cria uma experiência de doação incrível, que estimula as pessoas a doarem mais, com mais frequência e por mais tempo. Já foram processados mais de R$ 100 milhões em doações de pessoas físicas destinados a diferentes tipos de causas, ONGs e projetos sócio ambientais. Dessa quantia, R$ 40 milhões foram processados somente em 2018. Isto representa mais de 400 mil doadores individuais cadastrados em nossa base e mais de 500 mil doações individuais realizadas.

Pesquisa Mary Kay mostra impacto de antioxidantes e vitamina C na saúde da pele

Mary Kay apresenta descobertas de dois estudos de pesquisa na Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos e no 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa

Mary Kay Inc, empresa global de beleza e líder em inovação em cuidados com a pele, continua apoiando a beleza e as comunidades científicas com a sua participação em duas conferências mundiais de dermatologia recentemente. Mary Kay participou da renomada Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos (RADLA) durante os dias 4 a 7 de maio, em Buenos Aires, na Argentina, onde apresentou as descobertas dos efeitos da poluição na saúde da pele.

A empresa também foi patrocinadora do 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa (SID, na sigla em inglês) em Chicago, de 8 a 11 de maio, onde divulgou as mais recentes pesquisas sobre como cinco extratos de frutas conhecidos por conter vitamina C agem para melhorar a aparência da pele.

Durante a 37ª conferência, os principais especialistas em cuidados com a pele do mundo todo se reuniram para explorar diversos tópicos, incluindo o impacto dos fatores ambientais externos que agridem a saúde da pele. Mary Kay apresentou a pesquisa com foco nas preocupações com a pele relacionadas às partículas de exaustão do diesel (PED) no meio ambiente.

rosto poluição

A exposição contínua às PEDs provoca o aumento dos radicais livres nas células da pele, podendo basicamente impactar os sinais prematuros de envelhecimento, como as manchas escuras e o aspecto opaco. A Mary Kay também apresentou as descobertas sobre um complexo antioxidante que pode ajudar a retardar os sinais de envelhecimento relacionados com os efeitos nocivos da PED. Esta tecnologia inovadora, presente na linha Mary Kay de cuidados com a pele TimeWise Miracle Set 3D, com patente pendente, oferece um poderosa rotina contra os radicais livres, utilizando uma abordagem exclusiva e tridimensional para combater o envelhecimento da pele.

“Os cientistas da Mary Kay passaram anos pesquisando inovadores ingredientes para desenvolver a nova coleção de cuidados com a pele que combate os radicais livres e ajuda a retardar a manifestação dos sinais precoces de envelhecimento decorrentes dos inevitáveis estressores ambientais e de estilo de vida, como a exaustão dos automóveis e a poluição do ar”, disse Lucy Gildea, Cientista Chefe da Mary Kay Inc.

Ao participar da conferência da SID, Tiffany Carle, cientista chefe adjunta da Mary Kay, apresentou as novas informações coletadas, quando analisou um sérum contendo cinco extratos de frutas ricos em vitamina C e seus efeitos na pele. Como parte deste estudo, pesquisadores da Mary Kay trataram um tecido artificial com este sérum e utilizaram uma abordagem genômica para entender como o sérum afetava a pele.

Esta avaliação genômica revelou o envolvimento de quatro principais classes de genes importantes para a firmeza da pele. Ainda, o estudo mostrou que o tratamento com sérum aumentava a produção de proteínas da matriz dérmica e das lamininas que dão firmeza à pele. Este estudo confirma como o sérum funciona para ajudar a melhorar a aparência da flacidez e textura da pele.

A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Mary Kay é formada por destacados cientistas com doutorado e outros diplomas avançados em diversas disciplinas: biologia da pele, biologia celular, química, bioquímica etc. Esta equipe de cientistas está dedicada a conduzir pesquisas de ponta e compartilhar as descobertas importantes relacionadas à saúde da pele com as comunidades científicas e de beleza como um todo.

“Nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento está comprometida com o desenvolvimento tecnológico de nossos produtos para que possamos ajudar a melhorar a saúde da pele e tornar todas as mulheres mais confiantes com suas aparências”, disse Lucy. “A participação em eventos como Radla e SID nos permite aprender e compartilhar importantes pesquisas para que continuemos gerando benefícios significativos e excelentes produtos para os consumidores”.

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Todos os anos, a Mary Kay realiza centenas de milhares de testes científicos em produtos e ingredientes para garantir os mais elevados padrões de segurança, qualidade e desempenho. A Mary Kay detém mais de 1.500 patentes de produtos, tecnologias e designs de embalagens em seu portfólio global. Recentemente, a empresa anunciou a abertura de um novo centro de pesquisa, desenvolvimento e fabricação no valor de mais de 100 milhões de dólares, em Lewisville, no Texas.

Fonte: Mary Kay

O vício nas redes sociais e os impactos na saúde

Pesquisa da Diário de Campo revela que 64% das pessoas são compulsivas pelas redes sociais e 84% acompanham a vida de influenciadores digitais. Especialista alerta que a adesão maciça às redes pode ser prejudicial à saúde

A pesquisa #Hashtag Seguidores, realizada pelo Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo, com 1.260 pessoas de todo o Brasil, revelou que o hábito de acompanhar / seguir blogueiros(as) / influenciadores / celebridades é expressivo no país. E o hábito de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos pode até gerar compulsão. O tempo excessivo gasto olhando e/ou curtindo fotos e vídeos no Instagram, por exemplo, tem efeitos diversos para a saúde e vida dos heavy users.

Das pessoas que estão no Instagram:
=84,3% dizem gostar de seguir e acompanhar com frequência blogueiros(as)/influenciadores/celebridades;
=12,2% seguem, mas não veem perfis dos influenciadores com muita frequência;
apenas 3,5% não seguem/não gostam de seguir influenciadores.

E os efeitos de acompanhar a vida de amigos, conhecidos e estranhos geram compulsão:

=64% dos entrevistados se consideram viciados na rede social Instagram;

=43% se assumem viciados em acompanhar influenciadores digitais.

“Esse número é ainda maior, pois há pessoas que não têm consciência ou então se envergonham e não admitem esse vício. Presenciamos isso durante o campo da pesquisa.”, revela Julianna Queiróz, sócia da Diário de Campo Pesquisa.

mulheres usando celular smartphone

O comportamento de entrar frequentemente em rede social e de seguir influenciadores tem alto impacto na vida das pessoas. A psicanalista Flávia Hasky, que estuda como a internet afeta as relações de cada um consigo mesmo e com os outros, explica que esse vício tem efeitos diversos e impacta cada indivíduo de modo singular

Flávia indica que “para uma pessoa mais desenvolta socialmente essa adesão maciça às redes sociais pode ser prejudicial, por reduzir os momentos de convívio com amigos íntimos e familiares, com a natureza ou mesmo o envolvimento em atividades culturais, por exemplo. Há ainda uma diminuição preocupante da capacidade de se haver com o tédio, de lidar com a própria solidão.”, completa.

Bruna Elia, de 24 anos, mestranda em antropologia, identifica alguns desses danos: “o Instagram não tem fim. Fico olhando e de repente me toco que eu estou há 2 horas sem fazer nada. Perco a hora, sempre me atraso pra sair de casa e ainda fico ansiosa por não conseguir ver tudo. Faço print para ler depois. Parece que você está presa ali. É como se ficasse dopada.”

No entanto, a psicanalista esclarece que para uma pessoa mais tímida pode até ser benéfico, pois o mundo dela tende a se expandir. ¨Ela se abre para realidades com as quais dificilmente teria contato por ser mais retraída socialmente.”, explica.

A médica Bruna Gomes, de 27 anos, diz que já aprendeu muito com as influenciadoras que segue. “Elas me fazem pensar sobre mim, me ajudam a refletir sobre vários assuntos, ampliam o meu olhar para o mundo. Já até mudei a minha forma de pensar por causa delas.”

Aspiracional

jovem mulher usando celular pexels

A pesquisa da Diário de Campo também revelou que redes sociais como o Instagram fomentam o aspiracional, ou seja, o sonhar com aquilo que não se tem: 67% das pessoas dizem preferir ver dicas de lugares, passeios, produtos que sabem que não podem pagar, mas que inspiram e fazem sonhar.

¨Se por um lado esse hábito de estar em contato com o inalcançável pode manter as pessoas em um constante lugar de falta, de escassez, elevando os níveis de ansiedade, por outro, paradoxalmente, também tem uma função terapêutica”, explica Renata Del Caro, também sócia da Diário de Campo Pesquisa.

Além disso, os influenciadores, por exemplo, têm um papel muito importante na construção de autoconfiança.

=56% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a ter mais autoestima e se aceitarem como são;

=51% dizem que os influenciadores as ajudam a encarar a vida de forma mais positiva;

=44% das pessoas dizem que os influenciadores as ajudam a se relacionarem melhor com amigos, familiares, parceiros.

“Muitos influenciadores incluem em suas postagens frases motivadoras, de autossuperação, autoaceitação, dando estímulos necessários em momentos de carência e, até mesmo, aplacando e preenchendo o lugar de falta que o própria rede social fomenta com suas imagens, corpos e vidas perfeitas. Já, inclusive, nos deparamos com depoimentos de casos de depressão que foram amenizados por estímulos de influenciadores.”, diz Julianna Queiróz.

Para Jaqueline da Silva, de 38 anos, seguir pessoas que ela considera de sucesso, a ajuda a ter ideias de como melhorar sua própria vida. “A gente fica querendo acompanhar o que uma pessoa bonita faz para ficar daquele jeito. Quero ver a carreira dela para saber o que ela fez para chegar a esse patamar”, conta Jaqueline.

A influenciadora digital Kika, do perfil no Instagram @DicadaKika, diz perceber que “Hoje em dia está faltando mais esse contato mais próximo entre as pessoas. Vejo as pessoas mais carentes. Então, se a pessoa te vê ali falando no story, ela acha que você está conversando só com ela. Quando eu faço um story, eu penso que eu estou falando para aquela pessoa que está me vendo.”

É assim com Liliane Pereira, de 39 anos, uma das participantes da pesquisa Hashtag Seguidores: “Ver a Kika, do @DicadaKika, toda manhã me faz ter vontade de sair de casa, de viver! Ela ainda me apresenta lugares que antes eram só em sonho pra mim. Um dia ela até me incentivou ir no Copacabana Palace. Vendo ela lá e então sabendo como tudo é lá, acreditei que eu também podia ir.”

Escapismo

mulher executiva celular
Pexels

Redes sociais voltadas a fotos e vídeos espontâneos – como o Instagram – são escolhidos para momentos de escape do dia a dia, das questões pessoais, momento para espairecer. “O Instagram amplifica os espaços vazios dentro da rotina. Curtos momentos de pausa entre uma atividade e outra são expandidos.” explica Renata Del Caro.

=53% porque ajuda a passar o tempo;
=50% seguem porque os influenciadores são engraçados;
=45% seguem porque gostam de ver estilos de vida diferentes dos deles;
=41% seguem porque se sentem bem em ver pessoas que pensam como eles.

Metodologia

A etapa quantitativa da pesquisa #Hashtag Seguidores foi realizada por meio de questionários online com 1.260 pessoas, de 14 a 55 anos, de todas as regiões do Brasil. A etapa qualitativa foi composta de 30 entrevistas em profundidade presenciais e online. A pesquisa se deu entre março e maio de 2019.

Fonte: Instituto de Estudos de Comportamento e Consumo Diário de Campo Pesquisa

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

mulher gripe doente cama

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

cerveja com chocolate

Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Pesquisa Avon & Ibope revela dados sobre os cuidados da brasileira com o rosto

Estudo evidenciou que menos de 1/3 das brasileiras relacionam ritual de cuidado da pele com rotina de beleza

Com as mulheres alcançando cada vez mais poder, velhos padrões perdem espaço e práticas do dia a dia ganham novos significados. Os hábitos de beleza, por exemplo, se aproximam mais de um momento de prazer do que de obrigação. Foi o que confirmou a Avon em pesquisa feita em parceria com o instituto Ibope Conecta. O estudo ouviu as brasileiras e mostrou, entre outros resultados, que 83% das mulheres cuidam da pele motivadas por um sentimento positivo de prazer, ainda que elas reconheçam que esse cuidado é necessário.

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” investigou os hábitos, sentimentos e atitudes de 1.000 mulheres entre 25 e 60 anos, de todas as regiões do Brasil. Cerca de 48% do total respondeu que os sentimentos de bem-estar e saúde são os mais importantes em relação ao cuidado do rosto, enquanto que apenas 27% destacaram que cuidam da pele para se sentirem mais bonitas.

Por outro lado, o estudo aponta que 6 em cada 10 mulheres estão insatisfeitas com a pele do rosto. Entre as insatisfeitas, as jovens são maioria – 61% têm esse sentimento. Além disso, o envelhecimento não é um processo tranquilo, 56% estão preocupadas ou tentando minimizar os sinais do rosto. No entanto, para grande parte delas ainda existe o desafio de estabelecer uma rotina de cuidados com a pele. Mesmo as mulheres que se dizem preocupadas – 36% das entrevistas – possuem dificuldades em estabelecer uma prática diária. Já outra parte significativa (34%) respondeu que investe apenas em cuidados básicos e quando lembram.

Quando o assunto é tratamento, existe uma percepção de busca por soluções que destaquem uma beleza natural. Nas clínicas, os recursos mais buscados são limpeza de pele (55%) e esfoliação (41%), por outro lado, procedimentos reparativos como toxina botulínica, representam menos de 10%. Para os cuidados home care, o estudo mostrou que as entrevistadas priorizam a limpeza e a proteção solar, mas deixam de lado os procedimentos de tratamento como hidratantes e antissinais.

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“Esse dado reforça o papel educacional da Avon no apoio das mulheres no desafio de estabelecer um ritual diário mínimo de 3 passos básicos de cuidado com a pele. Nosso objetivo é atender as expectativas desse novo perfil de mulheres que priorizam cada vez mais soluções que sejam acessíveis e práticas de serem incorporadas no dia a dia”, diz Denise Figueiredo, diretora de marketing da categoria de skincare da Avon.

Além de constatar um novo padrão de comportamento, o estudo também mostrou que face care é um tema que as mulheres leem, mas não necessariamente entendem. Entre as entrevistadas, as mais jovens são as que menos conhecem o próprio tipo de pele e os cuidados necessários. E mesmo entre as entrevistas que sabem o tipo de pele que têm, 38% não sabem o cuidado que devem ter. Isso é refletido nos hábitos de cuidado, já que quase 1/3 das mulheres usa apenas água ou o sabonete do corpo para a limpeza da pele do rosto.

Novo Renew Vitamina C

A pesquisa “A relação das brasileiras com a pele do rosto” foi desenvolvida para o lançamento do Super Concentrado Renew Vitamina C. O estudo revelou que 80% das mulheres entrevistadas nunca ouviu falar ou experimentou Vitamina C para o rosto. “A Vitamina C é um nutriente fundamental para uma pele macia e radiante. Ela é capaz de combater os radicais livres, melhorar a textura, uniformizar o tom e reduzir as linhas de expressão do rosto”, explica Denise Figueiredo.

Para obter esses benefícios, a fórmula de Renew Vitamina C apresenta a tecnologia Effective C, com concentração de 10% de Vitamina C pura e estabilizada, que garante a preservação da fórmula ativa da primeira até a última gota do frasco.

Como funciona

Aplique Renew Vitamina C pela manhã ou à noite, na pele limpa e seca. Dispense 3 gotas do super concentrado na palma das mãos e, com as pontas dos dedos, espalhe suavemente no rosto, com movimentos de baixo para cima e de dentro para fora, evitando a área dos olhos. Deixe absorver completamente antes de aplicar seus produtos diurnos ou noturnos.

Renew Vitamina C Super Concentrado_R$9500

Renew Vitamina C Super Concentrado Antioxidante – Preço sugerido de R$ 95,90

Onde encontrar: por meio das revendedoras Avon pelo Brasil, via Rappi para as consumidoras de São Paulo e Rio de Janeiro, e também pelo site.