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Tutores que passeiam com cachorros vivem melhor

Não é exagero: quem convive com cachorros e passeia com eles têm uma vida muito melhor. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Uppsala, na Suécia, com mais de três milhões de pessoas com idades entre 40 e 80 anos – comparando tutores e não tutores de cães -, quem é pai de cachorro apresentou uma redução de 33% no risco de morte e 11% no risco de doença cardiovascular em comparação aos que não convivem com o pet.

Além disso, a caminhada é a principal responsável pelo upgrade na saúde. “Tutores que passeiam com seus cães são mais felizes e confiáveis, menos solitários, dão às suas vidas um significado maior e têm uma sensação de pertencimento ao mundo aprimorada”, explica Renata Ragazini, passeadora da DogHero e especialista em comportamento de cães.

Ainda segundo o estudo, a presença do cachorro influenciou na redução de 20% no risco de morte e de 23% no risco de doença cardiovascular. “Esses números provam que os cachorros são um fator de proteção impactante, especialmente para a saúde de pessoas que moram sozinhas – grupo notadamente mais vulnerável a essas condições”, diz Renata.

Os benefícios ainda vão além: aumento do bem-estar e dos contatos sociais e melhoria no microbioma bacteriano (mais resistência imunológica e menos alergias); outros estudos com tutores também apontaram a redução da pressão arterial, do colesterol e dos triglicérides, além de melhores índices de sobrevivência e recuperação após ataque cardíaco.

Ser pai de cachorro já ajuda na saúde. Agora, passear com ele todos os dias aumenta ainda mais os benefícios. Renata Ragazini separou alguns benefícios. Confira:

Passear com o cachorro é bom para a sua saúde

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Uma pesquisa realizada na China pela Universidade de Nanjing entre 2015 e 2016, concluiu que quanto maior o tempo de convívio e de interação (brincadeiras e passeios) com o cão, menores são os riscos de desenvolver doenças coronarianas.

Passear com o cachorro te mantém em forma

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A Organização Mundial de Saúde recomenda uma média de duas horas e meia de atividade física por semana para pessoas entre 18 e 64 anos. Adivinha quem tem mais chance de alcançar essa meta? Pessoas que passeiam com seus cachorros! Esse compromisso de fazer um bem ao amigo de quatro patas também ajuda a emagrecer, já que cada saída dura no mínimo 10 minutos e o ideal é que isso aconteça ao menos três vezes por dia.

Passear com o cachorro é benéfico à mente

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“Quando você está com seu pet e mais ainda quando passeia com ele, os níveis de ocitocina, serotonina e dopamina se elevam no organismo”, explica Renata. “Consequentemente, seu bem-estar se eleva, você se acalma, fica menos ansioso e com a pressão arterial dentro da normalidade. Não é à toa que eles estão cada vez mais presentes nos ambientes de trabalho, trazendo mais energia, satisfação e produtividade para todos.”

Para as pessoas mais velhas, passear com o cachorro também adiciona propósito e significado ao cotidiano, afastando a solidão e reduzindo o declínio cognitivo e as doenças. Cuidar do pet é um grande motivo – baseado no amor – para seguir positivamente a rotina. Nesse aspecto, que vale para todos, a depressão também leva um “chega pra lá”.

Chame um passeador quando a agenda apertar

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Mesmo para quem está comprometido em passear regularmente com o cachorrinho, imprevistos podem acontecer. Nessas situações, a melhor saída é contar com ajuda profissional. Na DogHero, o passeador recebe orientação para lidar com as mais diversas situações que podem acontecer durante um passeio. Assim como você, o dog walker ama cachorros e vai dar ao seu pet toda a atenção que ele precisa – cada passeio é feito com apenas um cachorro (salvo quando há mais de um na mesma família). Os passeios são adaptados ao perfil e nível de energia do seu cão, que ficará satisfeito e saudável.

O passeador ideal é selecionado no aplicativo da DogHero seguindo as informações que você forneceu, como endereço e duração de passeios. Você acompanha, graças ao rastreio por GPS do aplicativo, tudo que acontece, incluindo início, término e quantos xixis ele fez. E, caso ele se machuque ou passe mal durante o passeio, a empresa reembolsa os gastos com veterinário em até R$ 5 mil.

Fonte: DogHero

Os benefícios científicos de ser um cat lover*

Pesquisa sugere que os gatos podem tornar nossa vida mais feliz e saudável

Todo 8 de agosto é Dia Internacional dos Gatos. E no deste ano, Cora provavelmente começou a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e arranhando meu ombro, exigindo atenção. Eu provavelmente levantei o edredom com sono e ela se aconchegou embaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todos os dias é o Dia Internacional dos Gatos.

Os gatos podem nos acordar às quatro da manhã e vomitar com uma frequência alarmante, ainda assim, entre 10% a 30% de nós nos chamamos de “cat person (pessoas do gato)” – não pessoas de cães, nem mesmo amantes de gatos e cães com oportunidades iguais. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em alguém que não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato na maioria das vezes?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos por aí, que não precisam de pesquisas científicas para justificar seu amor feroz. Mas os cientistas estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

1. Bem-estar

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De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas de suas vidas.

Adotar um gato também poderia ser bom para os filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus filhotes tinham uma qualidade de vida mais alta. Quanto mais apegados, mais se sentiam em forma, enérgicos e atentos, menos tristes e solitários; e quanto mais aproveitavam o tempo sozinhos, no lazer e na escola.

Com suas palhaçadas que desafiam a gravidade e posturas de sono semelhantes a ioga, os gatos também podem nos tirar do mau humor. Em um estudo, pessoas com gatos relataram experimentar menos emoções negativas e sentimentos de isolamento do que pessoas sem gatos. De fato, solteiros com gatos estavam de mau humor com menos frequência do que pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

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Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. As pessoas que assistem aos  vídeos de gatos on-line dizem que depois sentem menos emoções negativas (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e sentimentos mais positivos (mais esperança, felicidade e satisfação). É certo que, como descobriram os pesquisadores, esse prazer se torna culpado se o fizermos com a finalidade de procrastinação. Mas ver gatos irritar seus humanos ou serem embrulhados para presente de Natal parece nos ajudar a sentir-nos menos empobrecidos e recuperar nossa energia para o dia seguinte.

2. Estresse

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Posso atestar que um gato quente no seu colo, fazendo uma boa massagem nas coxas, é uma das melhores formas de aliviar o estresse. Uma tarde, sentindo-me oprimida, eu disse em voz alta: “Gostaria que Cora sentasse no meu colo”. Eis que ela trotou e pulou em cima de mim segundos depois (embora tentativas de replicar esse fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, os pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos ajudariam. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a uma série de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e, em seguida, segurando a mão em água gelada (abaixo de 40 graus Fahrenheit) por dois minutos. As pessoas ou estavam sentadas em uma sala sozinhas, com o animal de estimação perambulando, com o cônjuge (que poderia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes do início das tarefas estressantes, os tutores de gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão sanguínea em repouso mais baixas do que as pessoas que não possuíam animais de estimação. Durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eram mais propensos a se sentirem mais desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial eram mais baixos e até cometeram menos erros de matemática. Em todos os vários cenários, os tutores de gatos pareciam mais calmos e cometeram o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Eles não nos julgam por nossas habilidades matemáticas fracas ou ficam extremamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos foram realmente uma influência mais calmante do que outros significativos em alguns casos.

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Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede quanto apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, livre dos cuidados do mundo, que pode fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como disse a jornalista Jane Pauley: “Você não pode olhar para um gato adormecido e se sentir tenso”.

3. Relacionamentos

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Shutterstock

Gatos são seres que cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que sim). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre seres humanos.

Por exemplo, a pesquisa descobriu que os tutores de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais em outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tende a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que alguém que não é gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem aos vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras do que aquelas que não são grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações possam parecer desconcertantes, faz sentido se você considerar os gatos apenas um nó na sua rede social. “Os sentimentos positivos sobre cães / gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectados, aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como constatou o estudo de adolescentes escoceses, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos gatos, provavelmente porque passam o tempo brincando como um trio.

“Os animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo o contato social entre as pessoas”, escreveu o pesquisador do Reino Unido Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode aceitar características abertamente afetuosas, consistentes, leais e honestas que podem atender à necessidade básica de uma pessoa de sentir uma sensação de valor próprio e amada”.

4. Saúde

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Foto: Nina Pearman

Por fim, apesar do que você já deve ter ouvido falar sobre parasitas cerebrais entre gatinhos e humanos, há evidências de que os gatos podem ser bons para a nossa saúde. Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. As pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de ataque cardíaco durante esse período do que as pessoas que nunca possuíram gatos – mesmo quando consideravam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdade para as pessoas, mesmo que elas não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como medicina preventiva do que tratamento para uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que acabaram de adquirir um gato. Eles completaram pesquisas dentro de um ou dois dias após levarem o gato para casa e depois várias vezes nos próximos 10 meses. Na marca de um mês, as pessoas reduziram as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como especula Serpell, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com seus gatos continuem vendo benefícios, e as pessoas que não, bem, não.

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Grande parte dessa pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas, infelizmente, para nós, amantes de gatos, este não parece ser o caso. Em comparação com os amantes de cães, pelo menos, tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos nervosos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Experimentamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos deixa menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. De fato, a grande maioria das pesquisas sobre animais de estimação se concentra nos cães, em parte porque eles são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Ainda um osso para conseguir com nossos colegas caninos.

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Enquanto esperamos por mais dados, continuarei falando para todo mundo que estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar e me vendo ir ao banheiro. O que perco de sono compenso no amor suave e peludo.

*Kira M. Newman é a editora-gerente do Greater Good. Ela também é a criadora do The Year of Happy, um curso de um ano na ciência da felicidade, e do CaféHappy, um encontro em Toronto. 

Dia do Sorvete Solidário: San Paolo promove gelato a R$1 em flagship

O evento, na loja da rua Haddock Lobo, será apenas hoje, 23 de setembro, e todo valor arrecadado na data será doado para a ONG Desabandone em prol dos animais abandonados

No Dia do Sorvete (23), a cidade de São Paulo recebe um evento para conscientizar sobre a adoção de animais. O San Paolo Solidário, será realizado pela gelateria, com renda revertida à ONG Desabandone, que resgata animais e incentiva a adoção consciente.

Durante todo o dia, serão vendidas versões do Semplice Piccolo a R$ 1 na flagship localizada no coração bairro dos Jardins, na rua Haddock Lobo. A ação, válida apenas nesta unidade, visa arrecadar um valor significativo que será doado e revertido em castrações, compra de rações e medicamentos para os peludos que são resgatados nas ruas, entre outros custos. Para colaborar com a iniciativa, basta ir até a San Paolo no Dia do Sorvete e escolher os seus sabores favoritos para colaborar com a causa.

A ação San Paolo Solidário nasce com o objetivo de dar as mãos um projeto em prol dos animais. A ONG Desabandone está há sete anos lutando à favor da causa animal. Enquanto isso, a gelateria, que já tem um cuidado especial com os “aumigos” em seu espaço pet friendly para os companheiros dos clientes da loja, se identificou e abraçou a iniciativa para promover um dia de solidariedade.

“Nós sabemos que hoje os animais já se tornaram parte da família, são muito mais do que companheiros. Sempre recebemos os animais na flagship com o tratamento que eles merecem. Realizar um evento tão bonito como esse é muito gratificante para nós que acreditamos na causa e, ainda, poder ajudar a ONG que realiza este árduo trabalho. Por isso, arrecadaremos o maior valor possível, para proporcionar uma grande contribuição com amor e carinho para todos eles”, comenta João Gouveia, sócio da marca.

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San Paolo Gelato: Rua Haddock Lobo, 1260 – Jardins – Funcionamento: segunda – das 10h às 24h

Produtos para animais de estimação podem causar alergias em tutores e pets

Pesquisa apresentada na Reunião Anual da Associação Britânica de Dermatologistas mostrou que alguns produtos cosméticos usados em animais de estimação podem causar alergia na pele humana

Muitos produtos para animais de estimação são uma fonte oculta de alérgenos em potencial, de acordo com a pesquisa apresentada na Reunião Anual da Associação Britânica de Dermatologistas, em Liverpool, que ocorrem de 2 a 4 de julho de 2019.

“Produtos como xampus e sprays desodorizantes podem expor os animais de estimação e seus donos a ingredientes que seriam banidos em produtos equivalentes para pessoas. Isso levou a preocupações de que esses produtos tenham o potencial de causar novas alergias ou desencadear novas alergias”, diz a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

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Os pesquisadores do Royal United Hospital pesquisaram 62 produtos cosméticos destinados a cães, dos quais 27 foram classificados como “leave-on”, o que significa que eles não são lavados após o uso, e 35 foram classificados como “enxágue”, o que significa que eles são lavados após o uso. Dos produtos sem enxágue, 26% continham os conservantes metilisotiazolinona (MI) e/ou metilcloroisotiazolinona (MCI), enquanto os ingredientes apareciam em 51% dos produtos de enxágue.

As regulamentações da União Europeia proíbem a utilização desses ingredientes em produtos que não são descartados e limitam seu uso no enxágue, já que são bem conhecidos alérgenos, mas essa proibição não se estende a cosméticos destinados a animais. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ainda inclui esses conservantes na lista dos aprovados para uso.

Além disso, a alergia à fragrância, que é mais comum, representa um perigo nesse tipo de cosmético destinado aos pets, já que mais da metade dos produtos sem enxágue (56%) e 83% dos com enxágue continham alérgenos de fragrância conhecidos. “No momento da aplicação desses produtos, os donos entram em contato com essas substâncias que podem causar uma dermatite de contato, reação inflamatória que ocorre na pele e pode causar erupção cutânea, irritação, coceira, vermelhidão e descamação”, afirma a dermatologista.

“Da mesma forma que devemos buscar produtos isentos de parabenos e outros alérgenos para nossa pele, toda forma de exposição a esse tipo de produto deve ser diminuída. Isso inclui produtos de higiene pessoal, como pastas de dente por exemplo, e também cosméticos que aplicamos em pets”, afirma a médica. “No caso dos donos, a parte do corpo mais comumente irritada são as mãos, mas o problema potencialmente pode aparecer em qualquer parte do corpo que tenha entrado em contato com as mãos, incluindo as pálpebras, face, pescoço e região genital”, afirma.

“Se você é dono de um animal de estimação e sofre de eczema nas mãos, é possível que seus produtos para animais de estimação sejam a fonte desse problema. Se você fizer exames, então é algo que vale a pena mencionar ao seu médico.”

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Em caso de qualquer alteração a médica lembra que é fundamental procurar ajuda de um dermatologista, que orientará a melhor conduta para investigar a causa do problema e tratar a dermatite.

Fonte: Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

Neste domingo, ocorre 1º Veggie Rock Day no Espaço Buena Onda na Vila Mariana

No próximo dia 21 de julho vai rolar o 1º Veggie Rock Day, das 11 às 21 horas, no Espaço Buena Onda, com muita música em homenagem ao Dia Internacional do Rock. Haverá também muita comida, hambúrguer, fritas, chopp, artesanato e muito mais.

O local escolhido, Espaço Buena Onda, é um centro de convenções de 1.230m², ao ar livre arborizado e com uma ampla área verde dedicada ao espaço kids. Estrategicamente localizado próximo à estação de metrô Ana Rosa. Haverá feira de adoção de animais.

A D’Aldeia Vegana é a organizadora do evento e procura integrar as tribos, culturas e, principalmente, amor e a diversidade. É um espaço 100% inclusivo, desde sua equipe que tem foco na valorização de profissionais LGBTQIA+ e demais classes. Além disso é feito o auxílio a diversas ONGs que trabalham com refugiados e moradores de rua.

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1º Veggie Rock Day
Dia: 21 de julho
Horário: 11 às 21 horas
Local: Espaço Buena Onda
Endereço: Av. Conselheiro Rodrigues Alves,83 – Vila Mariana – próximoàa estação do metrô Ana Rosa.
A entrada é gratuita e aberta ao público.

Filósofo dá dez dicas para combater a solidão

Os mais recentes estudos na área da antropologia apontam que apesar das redes sociais, e todas as possibilidades com a globalização de estar em maior contato com as pessoas, nunca estivemos tão sozinhos.

Especialistas apontam que uma das possíveis várias razões para isso é o medo latente do desconhecido, que é inescapável às pessoas que vivem em grandes cidades. Logo, quanto mais violento é o centro urbano em que essas pessoas vivem, mais distante costuma ser o tratamento com estranhos ao círculo, onde a a impessoalidade faz deste um lugar em que se vive, apenas. Por isso, a solidão já é considerada um dos grandes males do século 21, especialmente nas grandes cidades.

O filósofo e escritor Fabiano de Abreu concorda com os mais recentes estudos e acredita que sim, é possível combater a solidão através da adoção de algumas medidas. As teorias de Fabiano foram publicadas no portal Impala, um dos maiores veículos de comunicação de Portugal, onde ele elencou 10 pontos que podem ajudar a lidar com a solidão. Confira:

1 – Frequentar lugares públicos

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Pixabay

Este é um método óbvio. Isolar-se e permanecer só não salva ninguém da solidão. Ambientes públicos aumentam as oportunidades de conhecer pessoas. Esteja aberto a isso. Ser negativo só atrai coisas negativas e afasta pessoas positivas.

2 – Desligue as redes sociais por um instante

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Isso mesmo. Apesar de atraírem milhares de pessoas e de estarmos rodeados de amigos virtuais, as redes sociais podem trazer solidão e depressão. A ideia de ter amigos nas redes sociais é uma ideia falsa da realidade. Redes sociais aumentam a sensação de solidão, pois invertem a realidade.

3 – Seja positivo

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Engane os pensamentos negativos. Seja positivo! A forma positiva de ver a vida e as pessoas afasta os sentimentos de solidão e de depressão. E ao contrário de afastar pessoas, atrai-as para si.

4 – Tenha planos futuros

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Planos e ações ocupam a mente para que não pense na solidão. Mas não faça disso a única opção, pois quando der por si o tempo passou e está sozinho. Lembre-se de que tudo na vida tem de ser moderado.

5 – Animais de estimação

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Este é um dos melhores meios para combater a solidão. Animais de estimação, principalmente os que interagem conosco, são ótimas companhias, combatem a solidão e nos distraem.

6 – Não confunda um sentimento momentâneo com a realidade

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A solidão é momentânea. Não faça disso uma realidade permanente para não se afundar na solidão por um tempo maior.

7 – Não se isole

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A vontade de se isolar, como consequência da solidão, é comum, mas pode ser perigosa. Nesses momentos, o melhor é procurar um familiar ou um amigo com quem se sinta à vontade para desabafar.

8 – Seja ouvinte

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Pexels

Mostre-se participativo. Ouça mais e fale menos e conquistará a sua roda de amigos. Muito cuidado com o egocentrismo, o que afasta as pessoas.

9 – Elogie, não critique

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Ilustração: Kabaldesch0/Pixabay

Não menospreze nem julgue as pessoas. Para opinarmos, temos de procurar o conhecimento pleno sobre o assunto. Caso contrário, caímos em descrédito e sofremos sentimentos negativos. Todos gostam de elogios, mas, se tiver de criticar, saiba fazê-lo de forma suave e racional. Ninguém gosta de receber críticas.

10 – Procure um psicólogo

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Foto: Shutterstock

Caso a solidão esteja a se transformar em depressão, procure a ajuda de um profissional. Um psicólogo poderá ajudar e ser um amigo para tirá-lo da solidão.

 

Alerpet: loção higienizante para alérgicos a animais domésticos

Seu uso contínuo remove os alérgenos do pelo e ainda diminui a concentração no ambiente

Resistir ao charme e carinho de um pet não é tarefa fácil, mas só quem possui reação alérgica entende a necessidade de manter-se minimamente afastado. Visando essa problemática e com a filosofia de proporcionar inclusão e qualidade de vida para as pessoas que possuem alergia, a Alergoshop acaba de lançar o primeiro produto da linha Alerpet.

As sócias Sarah e Julinha Lazaretti admiram e entendem que o elo entre o dono e o animal é tão forte que desenvolveram um produto capaz de manter essa importante relação inseparável, sem nenhum dano ao animal ou ao dono.

O Alerpet é uma loção higienizante não oleosa e que também não deixa resíduos no pelo. Não possui perfume para não desencadear outras alergias, é seguro e não tóxico. Remove a carga de alérgenos presente no pelo dos animais antes que eles pairem pelo ar e causem as reações alérgicas, sanando o problema de uma forma simples e eficaz.

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Seu uso é simples e prático: borrife a loção numa toalha dedicada ao seu pet e faça movimentos no sentido e contrário ao pelo. Estudos com produto americano similar demonstrou que após 2 semanas de uso, a quantidade de alérgenos no ambiente diminuiu em 50%.

“Sensibilidade aos animais domésticos é um dos quadros mais frequentes em alergia. Estima-se que entre 15 e 20% da população seja sensível aos seus bichinhos. Qualquer animal com pelos ou penas pode causar alergias, inclusive, os gatos são, de longe, os maiores causadores de alergia, seguidos por cachorros e coelhos”, explica Julinha

Antes de tudo, é necessário entender que as alergias são reações do sistema imunológico, causadas por determinadas substâncias denominadas alérgenos que, ao estabelecer contato com o organismo, manifestam-se com os processos alérgicos, gerando inúmeros sintomas como: coceira, irritação na pele, tosse, falta de ar, congestionamento nasal, espirros etc.

A alergia a animais resulta das proteínas presentes nas células da pele, na saliva ou na urina de um animal. Essas substâncias são liberadas no ar e se depositam no ambiente doméstico. Outro fator relevante é que essas substâncias servem de alimento para os ácaros. À vista disso, quem possui essa restrição tem sempre que estar atento à higiene do animal e também com a limpeza da casa, não esquecendo que para um controle efetivo das alergias é importante seguir todas as orientações médicas

“Ser alérgico não significa que você não pode ter um bichinho ou que você precisa se separar dele. A importância desses companheiros para a saúde mental tem sido documentada há bastante tempo e sabemos que os animais nos ajudam a nos sentir bem”, explica Julinha.

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Linha Alerpet – informações técnicas

Extrato de aveia – tem ação emoliente, nutritiva, hidratante, remineralizante, restauradora de tecidos, suavizante e amaciante.
Extrato de trigo – rico em vitamina E, sais minerais, glicerídeos de ácidos graxos insaturados, pró-vitamina A e lecitina. Tem ação antirradicais livres; emoliente; hidratante; nutritiva e regenerativa da pele.
Extrato de amêndoas – contém de 20 a 25% de protídeos, além de ácido oleico. É excelente emoliente para a pele e para as formulações.
Extrato de aloe vera – tem ação emoliente, cicatrizante, tonificante, anti-inflamatória, suavizante, refrescante, hidratante, protetora e restauradora de tecidos. Usado para peles delicadas, sensíveis, irritadiças e/ou secas. Também é indicado para picadas de insetos e de pequenos ferimentos como cicatrizante.
Extrato de camomila – tem ação emoliente, cicatrizante, suavizante, refrescante, anti-inflamatória, descongestionante, protetora dos tecidos e anti-alergênica (para peles facilmente irritáveis).
Chemylan lex – é um tensoativo de baixa irritabilidade que pode ser um agente sobre-engordurante e emoliente solúvel em água, agente condicionador e hidratante, agente de limpeza suave, reduz a agressividade de outros detergentes.
Extrato de erva doce – tem ação refrescante; calmante e anti-séptica.
Xilitol – em virtude de sua elevada estabilidade química e microbiológica, ele atua mesmo em baixas concentrações, como conservante de produtos, oferecendo resistência ao crescimento de microrganismos e prolongando a vida de prateleira desses produtos sem oferecer riscos caso o animal se lamba.

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Loção Higienizante Alerpet –  Preço: R$ 47,00

Informações: Alergoshop

Shopping Pátio Higienópolis promove Beauty & Co, programação dedicada ao bem-estar

Nesta quarta-feira, 8 de maio, a partir das 10 horas, o Shopping Pátio Higienópolis terá uma programação especial, para promover experiências de bem estar a seus clientes. São diversas atividades, como aulas de maquiagem, massagens, detox facial. Até os pets terão seu momento de beleza. Para participar, é necessário inscrição prévia (11-97058-8480) e todas as atividades estão sujeitas à disponibilidade de vagas. e Anote a programação completa e as lojas participantes:

Revitalização da Pele
Sephora, Piso Vilaboim, das 12h às 20h

Detox Facial
The Body Shop, Piso Pacaembu, das 12h às 20h

Spa de Mãos
L’Occitane en Provence, Piso Pacaembu, das 12h às 20h
L’Occitane au Bresil, Piso Veiga Filho, das 12h às 20h
Vyvedas, Piso Vilaboim, das 10h às 21h

Massagem e Esmaltação (linha Pink):
Granado, Piso Higienópolis, das 13h às 16h

Quick Massagem
Trousseau, Piso Vilaboim, das 14h às 18h

Massagem
Maison Depil, Piso Buenos Aires, das 10h às 19h

Depilação em Cera de Mel (Axilas)
Maison Depil, das 10h às 21h

Maquiagem
Make Express, O Boticário, Piso Pacaembu, das 10h às 12h
Maquiagem Express e Revitalização da Pele, OPAQUE, Piso Higienópolis, 12h30 às 19h

Banho para Pets
Smart Pet, Piso Buenos Aires, das 11h às 16h

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Conheça e siga o blog criado apenas para os animais: Se Meu Pet Falasse

Está sentindo falta dos posts sobre animais?

Resolvi separar os assuntos e criar uma página apenas para eles, que são minha paixão, e merecem e precisam de porta-vozes neste mundo.

Neste novo blog continuo dando dicas de alimentação, saúde, vacinação, campanhas e feiras de adoção, direito animal, doações, meio ambiente e sustentabilidade.

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A natureza e os animais precisam de você, especialmente nesta época atual, de trevas, em que a ignorância e a ambição financeira falam mais alto.

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