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A Tal da Castanha aposta em creme de amêndoas para substituir o tradicional creme de leite

O lançamento chega para competir com o creme de leite no mesmo nível de textura e sabor, com a diferença de possuir baixíssimo teor de saturada, ser zero colesterol, menor valor calórico e baixo sódio

O ano de 2022 promete ser movimentado para o mercado plant-based no que depender do calendário de lançamentos da A Tal da Castanha. A marca líder em produção e comercialização de bebidas vegetais acaba de ingressar em um novo setor – o dos molhos culinários com a sua nova linha chamada Cremeria.

Os novos produtos são formulados à base de oleaginosas seguindo os pilares da marca: ingredientes 100% vegetais, naturais e de rótulo limpo. O primeiro lançamento da linha será um creme vegetal à base de amêndoas que chega para substituir o tradicional creme de leite em receitas doces e salgadas.

O negócio com base familiar tem a frente os irmãos e sócios Rodrigo e Felipe Carvalho. “A ideia de criar um creme de leite vegetal vai em linha com o que a gente tem feito em tornar A Tal da Castanha uma alternativa ao universo lácteo. Iniciamos com os leites veganos e agora chegamos aos molhos culinários com a linha Cremeria trazendo uma oferta que será ampla para atender o consumidor final e os estabelecimentos como confeitarias, restaurantes e padarias que utilizam o creme de leite como base para diversas receitas”, explica Felipe Carvalho.

O executivo comenta que o novo lançamento substitui com perfeição o creme de leite. “É o mesmo nível de textura e sabor. A diferença é que ele é colesterol, zero gorduras trans, zero aditivos artificiais e ainda é baixo em sódio por porção e em gorduras saturadas trazendo mais saudabilidade aos clientes que buscam por isso. O produto também apresenta baixo valor calórico comparado ao de original animal”, diz.

Na sequência deste lançamento, a marca pretende investir em outros sabores como o leite condensado, que já está em processo de estudos para também chegar ao mesmo nível do que o cliente já está acostumado, só que mais saudável e sustentável.

“É um caminho natural. O nosso portfólio se expande na medida que identificamos as necessidades do mercado vegano que só tende a crescer no Brasil e no mundo. Já conseguimos atravessar as fronteiras do global com as nossas bebidas, mas, muito antes disso, a nossa intenção sempre foi oferecer o que há de melhor ao mercado alimentício brasileiro”, finaliza Felipe.

O creme vegetal à base de amêndoas já pode ser encontrado na loja virtual, custando R$ 9,90 a caixinha com 200 gramas.

“O veganismo é inevitável”, diz presidente da SVB em audiência no Senado Federal

Ao falar sobre alimentação plant-based, Ricardo Laurino ressaltou os impactos positivos dessa escolha não só para os animais, mas também à saúde da população e do planeta

Uma audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, realizada na quarta-feira (27), serviu de aviso aos políticos e à sociedade sobre a urgência de informar as pessoas a respeito dos benefícios de uma alimentação sem carne, ovos e leite, e a necessidade de criar políticas públicas que abordem o tema.

Conforme pesquisa de 2018 do Ibope, 14% da população brasileira se considera vegetariana, escolha que, para o presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), Ricardo Laurino, é cada vez mais inevitável.

“Se temos a possibilidade de consumir produtos que evitam a morte e a exploração de bilhões de animais, que contribuem com uma menor pegada ambiental, tema importantíssimo atualmente, que podem facilitar a uma transição para uma alimentação mais saudável e reduz os riscos de pandemias, estamos sim lidando com um tema inevitável para a realidade atual”, explicou Laurino.

Realizada a pedido do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), a audiência contou com especialistas em saúde e representantes de organizações da causa animal e ambiental. A nutricionista Shila Minari informou que as dietas vegetarianas são nutricionalmente adequadas e podem reduzir em até 74% as chances de ter diabetes.

Para embasar as falas, foram citadas pesquisas, que também mostraram que a alimentação plant-based ainda reduz os riscos de hipertensão, depressão e doenças mentais.

Outra contribuição importante da alimentação sem produtos de origem animal é o menor impacto ambiental em relação à pecuária. Tema extremamente urgente, pois conforme documento publicado em abril por cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas Globais (IPCC), a última década teve o maior crescimento de emissões de gases do efeito estufa da história e os países têm só até 2025 para reduzi-las drasticamente para que a temperatura do planeta suba entre 1,5°C e 2°C.

“Em relação aos impactos ambientais, eles não se limitam às emissões de gases do efeito estufa. Vão desde o consumo de água, passando pelo uso excessivo de terras e a ineficiência na produção de comida. Ao colocar um alimento de origem animal no prato, muitas pessoas não entendem que, a cada 10 calorias que aquele alimento traz, em torno de 100 calorias foram utilizadas para produzir aquele bife. Quanto mais nós incentivamos a produção de origem vegetal, maior é a nossa eficiência na produção de alimentos”, alertou Laurino.

Para o presidente da SVB, os aspectos envolvendo a saúde do planeta e das pessoas se somam à questão ética, afinal, é difícil lidar com a realidade de que mais de 70 bilhões de animais terrestres são mortos anualmente para o consumo humano.

Por tantos motivos relevantes, Laurino acredita que a escolha por uma alimentação sem produtos de origem animal faz parte de um processo natural de desenvolvimento da sociedade humana que, diante de novos questionamentos, deverá renovar diversas posturas.

Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB)

Carne vegetal: será modismo ou tendência portadora de futuro?

É amplamente conhecida a ocorrência na sociedade de grupos denominados vegetarianos ou veganos. De forma simplificada, pode-se dizer que os primeiros são os que excluem qualquer tipo de carne (incluindo peixes e frutos do mar) de sua alimentação; os veganos vão além, evitando qualquer produto animal, como manteiga, leite, ovos ou mel, além de não usar roupas e acessórios de couro, pele, lã, seda e cosméticos testados em animais. Em 2018, a Sociedade Vegetariana Brasileira realizou um levantamento, com o apoio do Ibope, constatando que 14% da população brasileira se declara vegetariana o que, provavelmente, inclui veganos.

Mas quem desenvolve ou comercializa a carne vegetal, conhecida nos Estados Unidos pela sigla PBM (plant based meat) não busca atingir apenas os adeptos do veganismo ou os vegetarianos. Os produtos PBM, que imitam o sabor e a textura da carne bovina, focam especialmente nos consumidores que gostam de carne, mas que acreditam que a diminuição de seu consumo pode ter impactos econômicos, ambientais e de bem-estar animal significativos e positivos, por reduzirem a produção pecuária.

Como é feita a carne vegetal?

A carne é composta, fundamentalmente, de tecido muscular dos animais. As plantas não têm músculos. Então, como as plantas se tornam um pedaço de carne que parece, cheira, tem gosto e cozinha como carne?

Para responder, precisamos aprofundar a análise. A carne é composta de proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e água. Embora as plantas não tenham músculos, elas também contêm proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e água. Então, o processo se baseia na semelhança bioquímica entre plantas e animais para obter um produto vegetal que imita a carne. Para cada proteína, lipídio ou composto funcional encontrado na carne existe um análogo ou substituto no reino vegetal. Se um substituto não existir na natureza, podemos tentar obtê-lo por meio de tratamento mecânico, químico ou biológico de um ingrediente vegetal. Ou introduzir em vegetais um gene responsável pelo composto ausente, que esteja presente em animais, utilizando técnicas de transgenia.

O arranjo espacial das proteínas no tecido muscular cria a textura típica da carne. Quando moída, a carne tem uma textura mais simples e é mais fácil de replicar do que pedaços maiores como a picanha, o filé, o peito de frango ou costeletas de porco, feitas de tecido muscular intacto. Facilita a produção de hambúrgueres, mas há desafios técnicos a serem superados para imitar a textura dos cortes inteiros de carne, utilizando ingredientes vegetais.
O processo genérico para produzir carne à base de plantas envolve três etapas principais. A primeira é a seleção e o cultivo das plantas que produzirão as matérias-primas. A seguir ocorre o seu processamento para separar as proteínas, gorduras, fibras e outros ingredientes necessários à produção da PBM. Finalmente ocorre a mistura dos ingredientes, nas proporções adequadas para criar a textura, o aspecto e o sabor tão próximos quanto possíveis da carne.

Qual o foco mercadológico da carne vegetal?

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O conceito de carne à base de plantas vem sendo trabalhado há tempos. No entanto, os primeiros produtos à base de plantas, que imitavam carne, tinham em mente atingir consumidores vegetarianos, e não tentaram replicar a carne convencional.
O impulso recente tem como pano de fundo temas como sustentabilidade, segurança alimentar e os impactos ambientais e de saúde pública que seriam provenientes da pecuária industrial. No caso, buscam atrair os consumidores em geral, em vez de nichos de mercado. Isso levou a uma série de inovações durante a última década. Atualmente, as opções de carne à base de vegetais atraem o segmento de consumidores em rápido crescimento, que vem sendo denominados pelos estudiosos de “flexitarianos”, em livre tradução do termo inglês “flexitarian”.

Os consumidores “flexitarianos” buscam opções de alimentos à base de plantas que criem a mesma experiência sensorial da carne de origem animal. Digamos que esses consumidores reduzem o consumo de carne, mas não desistem completamente da experiência sensorial dos produtos de origem animal. Essa decisão de comer mais vegetais geralmente se deve a preocupações com a saúde, o meio ambiente ou a proteção dos animais. Também pode ser, simplesmente, uma forma de obter novidade e variedade com refeições saborosas e acessíveis. O aumento do flexitarianismo está na base do crescimento do mercado de alimentos à base de plantas.

Qual o futuro previsível da carne vegetal?

Apesar do crescimento recente do mercado, a carne à base de plantas representa, atualmente, apenas 1% do mercado de carnes no varejo dos EUA. Tudo indica que o mercado deverá crescer se o produto agradar em cheio os consumidores, desligando-se do fundamento inicial da menor emissão de gases do efeito estufa (GEE). Chamamos a atenção para esse aspecto, porque o argumento pode ser falacioso pois, segundo um artigo publicado pelo Prof. Jayson Lusk (Purdue University), para cada 10% de redução no preço de PBM, estima-se que o decremento nas emissões equivale a 0,34% das emissões dos EUA devidas à produção de carne bovina e 1,14% se incluída a redução das emissões devidas às mudanças no uso da terra.
Assim, é improvável que mesmo reduções substanciais nos preços das alternativas de PBM tenham impactos ponderáveis sobre as emissões da pecuária nos EUA. O artigo do Prof. Lusk e colaboradores pode ser acessado aqui.

Considerando que os sistemas de produção pecuária no Brasil são menos intensivos em emissões de GEE que os americanos, o mesmo poderia ser afirmado para o Brasil. Apoiando esse fato está um sistema de produção bovino desenvolvido pela Embrapa, denominado Carne Carbono Neutro, que garante que os animais que deram origem ao produto tiveram as emissões de metano entérico compensadas durante o processo de produção, pelo crescimento de árvores no sistema (ver mais aqui).

Isto posto, desapareceria o argumento de menor emissão de GEE com a redução do consumo de carne. Assim, entendemos que o futuro do mercado será modulado por quatro fatores principais:
a) a adesão dos consumidores aos produtos BPM, em especial dos jovens recém ingressos no mercado, sem hábitos de consumo arraigados e dispostos a novas experiências, atribuíveis a um diversificado conjunto de razões que inclui desde modismo, sensações organolépticas favoráveis e crença em maior sustentabilidade;
b) o avanço da tecnologia de produção, que será tanto mais bem-sucedida quanto mais a textura e o sabor de um produto BPM se aproximar da carne;
c) o custo dos produtos BPM comparativamente aos produtos cárneos;
d) a agressividade dos lobbies comerciais e o sucesso do marketing dos produtos BPM.

*Por Décio Luiz Gazzoni, engenheiro agrônomo, pesquisador da Embrapa Soja e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

N.OVO lança linha de frangos plant based

Com cinco opções inovadoras para variar o cardápio, a empresa mira na expansão das ofertas e se tornar uma linha completa de alimentos 100% à base de vegetais

A N.OVO, startup que produz alimentos à base de plantas, acaba de lançar sua linha de frangos com cinco novas alternativas para a substituição da carne de origem animal. Pioneira no Brasil ao produzir e oferecer um substituto para ovos, a foodtech tem a missão de promover novos hábitos e mudanças positivas no planeta com produtos inclusivos e sustentáveis, por isso se dedica à criação de novas opções inovadoras, nutritivas e deliciosas, visando tornar-se uma linha completa com produtos feitos 100% à base de vegetais e mudar a maneira das pessoas se alimentarem. Para comemorar o lançamento e esse passo tão importante para a empresa, a N.OVO promoveu um evento na La Fruteria no Rio de Janeiro, com a presença de diversos influenciadores e degustação em primeira mão da novidade.

A novidade conta com versões empanadas de filé de peito, empanadinhos (iguais aos ‘nuggets’) e coxinha, e outras duas para grelhar de filé de peito de frango em cubinhos. Todos são feitos a base de proteínas vegetais e ingredientes criteriosamente selecionados para serem únicos na categoria. “Os frangos da N.OVO são uma versão evoluída das carnes à base de plantas já presentes no mercado. Utilizamos tecnologia distinta para a obtenção de texturas que mimetizam realmente as fibras, cor e sabor similares ao peito de frango. Nosso foco é criar produtos nutritivos, que sejam também prazerosos de comer, proporcionando um impacto positivo na vida das pessoas e seus hábitos alimentares”, explica Amanda Pinto, fundadora da N.OVO.

O lançamento faz parte da estratégia da empresa de ampliar sua oferta de alimentos. A N.OVO, que nasceu dentro da Mantiqueira, hoje é uma spin off do grupo e possui em seu portfólio com uma linha de substitutos vegetais para ovos em receitas e preparações como omelete e ovos mexidos, e também versões de maioneses à base de plantas, que tradicionalmente levam ovos na sua composição. “Com autonomia em nossa operação, temos agora uma maior abertura para focar no crescimento e desenvolvimento do negócio. E essa novidade é só o começo do que estamos planejando oferecer ao consumidor. Queremos criar uma linha completa de alimentos mais saudáveis, inclusivos, sustentáveis e deliciosos contribuindo para que essa mudança tão necessária seja mais rápida, prazerosa e efetiva”, comenta Amanda.

A cadeia produtiva de proteína animal é responsável pelo uso exacerbado de água, terras e altas emissões de gases de efeito estufa relacionados ao aquecimento global. Reduzir o consumo desses alimentos, substituindo-os por vegetais, ou trocando totalmente, é uma das formas mais efetivas de mitigar efeitos negativos nos hábitos de consumo ao meio ambiente. Segundo dados da Campanha Segunda Sem Carne, o impacto gerado, ao trocar produtos de origem animal em apenas um dia, chega a reduzir a emissão de CO2 em 14 quilos, equivalente a 100 km rodados em um carro, e 3.400 litros de água, cerca de 26 banhos de 15 minutos.

Além do impacto positivo no planeta, uma alimentação centrada em vegetais favorece a prevenção de doenças crônicas e degenerativas, pois reduz o consumo de gorduras saturadas e colesterol, consequentemente diminuindo o risco de diabetes, infartos e/ou outras doenças cardiovasculares, e até alguns tipos de câncer.

Neste primeiro momento, apenas as três versões empanadas já estão disponíveis e poderão ser encontradas, no valor a partir de 25 reais, nas lojas físicas da Casa Santa Luzia, em São Paulo, e nas unidades da La Fruteria, no Rio de Janeiro. As versões para grelhado de filé de peito e cubinhos, chegam em breve nas gôndolas dos mercados. E ainda, no começo de 2022, chegará às grandes redes varejistas como, por exemplo, o Pão de Açúcar.

Sobre a N.OVO

A N.OVO, startup que produz alimentos à base de plantas, é pioneira no Brasil ao produzir e oferecer um substituto para ovos em receitas e em preparações como omelete e ovos mexidos. A empresa nasceu com o intuito de mudar o jeito que as pessoas se alimentam e gerar menos impacto no planeta. Visando ser uma linha completa de alimentos 100% à base de vegetais, a foodtech se dedica à criação de produtos inovadores, inclusivos, sustentáveis e que mimetizam os alimentos de origem animal. Hoje já possui alternativas para ovos, maioneses e carne de frango e pretende lançar outras novidades durante 2022.

Informações: N.OVO

Conheça os benefícios das proteínas vegetais à saúde

Pensando em uma alimentação saudável e consciente, os brasileiros estão optando cada vez mais pela dieta sem a ingestão de alimentos de origem animal. De acordo com pesquisa do Ibope Inteligência em parceria com a Sociedade Vegetariana Brasileira, o país possui mais de 30 milhões de adeptos do vegetarianismo, dos quais 7 milhões são veganos. O número representa cerca de 14% da população.

Apesar da tendência de alta, parte dos indivíduos desconhece os benefícios de uma dieta livre de carnes. Segundo Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, empresa pioneira na produção de alimentos saudáveis, um dos principais motivos é o mito de que uma alimentação baseada em proteína vegetal seja menos nutritiva que a animal. “Temos doses de proteínas em todo tipo de alimento. Os vegetais, quando combinados, podem ser excelentes substitutos para uma rotina mais equilibrada”, diz.

A especialista explica que alimentos como as leguminosas são ótimas opções de fontes proteicas, além de auxiliarem no pleno funcionamento do corpo. “As leguminosas possuem boas quantidades de aminoácidos essenciais, fundamentais para a produção de hormônios, anticorpos, enzimas, neurotransmissores e responsáveis pela reparação e desenvolvimento dos tecidos. Ao serem associados com cereais integrais, os aminoácidos se complementam, formando uma proteína completa”, comenta Cyntia.

Cyntia indica que outra vantagem são as quantidades significativas de fibras, que estimulam o pleno funcionamento do fluxo intestinal e contribuem para a sensação de saciedade. “Outro ponto positivo é o baixo índice glicêmico e de gorduras que alimentos como a soja, feijão e grão-de-bico apresentam, visto que são aliados no controle do colesterol e glicose no sangue”, afirma.

A nutricionista conta que as proteínas vegetais vão além dos benefícios nutricionais e ajudam no desempenho físico, controle de peso e previnem doenças. “A ingestão está diretamente ligada com uma maior pré-disposição física e longevidade. Pesquisas apontam que fontes proteicas de base vegetal reduzem a mortalidade por doença cardiovascular, especialmente em pessoas com fatores de risco. Por isso, é imprescindível uma rotina alimentar que inclua legumes, verduras e grãos”, finaliza.

Confira abaixo opções com proteínas vegetais da Superbom:

Carne Moída

A Carne Moída de Soja da Superbom tem sabor, aroma e textura similar à carne moída animal. Porém, seus ingredientes são naturais e 100% vegetais. Ela é rica em vitamina B12 e uma ótima fonte de zinco, ferro, vitamina B9, vitamina A e proteínas.

Almôndegas

A Almôndega Vegana da Superbom é perfeita para quem juntar nutrição, sabor e praticidade. Embora seja feita com ingredientes naturais, ela vai te surpreender por ter aroma, sabor e textura parecidos com a sua versão em carne animal. Ela é rica em vitamina B12 e uma ótima fonte de zinco, ferro, vitamina B9, vitamina A e proteínas.

Fonte: Superbom

Vegano e 100% plant-based: conheça cosméticos capilares naturais de alta performance

Nesta segunda-feira (1º) celebramos o Dia Mundial do Veganismo, data que surgiu em 1994 por meio da ativista dos direitos dos animais Louise Wallis. A britânica era presidente da Vegan Society do Reino Unido na época, e nesse ano comemora 27 anos da criação da comemoração.

Um movimento que cresce a cada dia, o veganismo também levou ao aumento da procura por cosméticos naturais que sejam 100% plant-based e ecológicos, uma tendência que hoje engloba até mesmo pessoas que não aderem totalmente à causa, mas buscam consumir produtos sem derivados animais e ingredientes artificiais.

No entanto, muitas pessoas se preocupam com a eficácia e performance de cosméticos naturais. Por isso, a Keune Haircosmetics criou a linha Keune So Pure, desenvolvida especialmente para aqueles que buscam coloração e cuidados diários com os cabelos da forma mais natural – 100% vegana e cruelty-free – com respeito ao meio ambiente e sem nenhum derivado animal.

Os produtos da So Pure, como as tintas So Pure Color e o pó descolorante So Pure Blonde Lift Powder, não possuem amônia nem sulfatos, também sendo ideais para clientes que possuem algum tipo de alergia às colorações convencionais. Além disso, são enriquecidos com óleo de argan para hidratar e nutrir os fios mesmo durante o processo de tingimento.

O hairstylist e Keune Talent Jeff Moslinger sempre prioriza o uso de cosméticos naturais, como a linha So Pure da Keune. “Há 8 anos eu me apaixonei pela naturalidade dos produtos e hoje eu não abro mão de oferecer um tratamento vegano”, comenta o cabeleirero. E completa: “A maior vantagem da So Pure é a leveza e bem estar que ela proporciona para os fios, o que me dá muito mais conforto e segurança para oferecer resultados fantásticos”.

Para os cuidados diários com os cabelos, a Keune So Pure oferece 5 tipos de xampu para atender a todas as necessidades dos diferentes tipos de cabelo.

O So Pure Energizing Shampoo, por exemplo, traz uma mistura de limão, ginseng e óleo de argan para limpar e fortalecer os fios finos e propensos à queda, recuperando também os cabelos danificados.

Já o So Pure Exfoliating Shampoo proporciona uma esfoliação suave ideal para aliviar a coceira e irritação do couro cabeludo com tendência a escamação e caspa.

Outros xampus da linha incluem o So Pure Color Care Shampoo, ideal para quem tem os cabelos tingidos. So Pure Moisturizing Shampoo, próprio para cabelos secos; e o So Pure Recover Shampoo, que repara os fios danificados com ativos poderosos como óleo de abacate, óleo de coco orgânico e quinoa.

Para completar a rotina de haircare, o So Pure Color Care Conditioner ou o So Pure Moisturizing Conditioner são ótimas opções para manter as fibras capilares fortes, sedosas e com brilho natural, sendo o primeiro ideal para preservar a cor de cabelos tingidos e o segundo para cabelos ressecados e que embaraçam facilmente.

Além desses itens, a linha conta com duas máscaras de tratamento intensivo – a So Pure Moisturizing Treatment, que repara fios ressecados e danificados sem afetar a coloração, e a So Pure Recover Treatment, extremamente nutritiva e hidratante para trazer de volta a beleza dos fios de dentro para fora. O So Pure Argan Oil e os sprays leave-in da linha, como o So Pure Recover Conditioning Spray Leave-In, o So Pure Color Care Leave-In Spray e o So Pure Moisturizing Overnight Repair Leave-In complementam os tratamentos da linha atendendo às necessidades de vários tipos de cabelos.

Todos os produtos da Keune Haircosmetics são cruelty free, portanto não são testados em animais, e podem ser adquiridos no site e nos salões parceiros da marca.

5 reflexões sobre o consumidor e o mercado vegano**

Veganos: o que fazem, onde vivem, do que se alimentam? Se você é do time que não entende muito bem o porquê uma pessoa deixaria de apreciar as receitas maravilhosas à base de carne e derivados, mas sabe que precisa conhecer melhor esses consumidores e seus hábitos, fique comigo até o fim deste artigo!

Aqui, gostaria de compartilhar descobertas e aprendizados como vegetariana há aproximadamente dois anos – além de grande curiosa e aprendiz do Food Service – e que foram extremamente enriquecidos com a oportunidade de entrevistar grandes referências do mercado vegano: Fabio Zukerman (fundador e CEO do Grupo Planta) e Monica Buava (sócia-fundadora do POP Vegan), ambos membros da Sociedade Vegetariana Brasileira, e que foram extremamente solícitos comigo. Gratidão!

Antes de começar, quero te convidar a deixar por aqui todas as possíveis relutâncias em relação a esse modo de vida – sim, a essência do veganismo é um modo de vida, uma escolha, e não uma dieta – e voltar seu olhar para as milhares de oportunidades dentro desse mercado, que precisa ser visto com empatia ao ser explorado!

Vamos lá?

Afinal, o que é o veganismo? Segundo a definição da Vegan Society*, o veganismo é um modo de viver, que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra os animais – seja na alimentação, no vestuário ou em outras esferas do consumo.

Se, assim como eu, você também passou a vida inteira achando que carnes e derivados são essenciais para a nossa alimentação e que é impossível tirar esses itens dos nossos pratos (sem prejudicar a saúde, passar fome, ou comer alimentos ruins e “naturebas”), provavelmente a primeira vez que você ouviu falar sobre veganismo e vegetarianismo deve ter achado que era uma bobagem sem sentido algum. O que eu descobri ao longo dos últimos tempos é que provavelmente esse é o futuro da alimentação em nossa sociedade e que, ao eliminar a carne do meu prato, pude descobrir novos sabores e possibilidades que nunca havia conhecido antes!

O ex-Beatle Paul McCartney entre as filhas Mary e Stella, defensores da campanha Segunda Sem Carne pelo mundo

Bom, você já sabe dos impactos ambientais que o consumo excessivo de carne e derivados causam para a nossa sociedade e para o planeta, correto? Basta fazer uma rápida pesquisa no Google para descobrir que o setor agropecuário é um dos maiores poluidores da água, por exemplo, trazendo uma série de riscos às populações e vidas marinhas. Movimentos, como a Segunda Sem Carne, trazem esperança para a redução desse consumo, conscientizando as pessoas sobre os impactos que esses hábitos causam, não só para os animais, mas também para a sociedade, a saúde humana e do planeta, além de incentivar as pessoas a descobrirem novos sabores ao substituir a proteína animal pela proteína vegetal pelo menos uma vez por semana.

O que estou dizendo é que a descoberta de novas possibilidades para a alimentação pode ser não só benéfica para o planeta, mas também pode enriquecer nossos cardápios! É claro que alimentos de origem animal devem continuar presentes nos pratos das famílias brasileiras por um bom tempo, afinal fazem parte da nossa cultura, mas o consumo consciente, a partir de alternativas mais sustentáveis, deve ser levado em consideração.

À primeira vista pode parecer que esse modo de viver ainda não faz parte do público que você atende atualmente e que isso está muito distante de afetar o seu negócio de alguma forma, certo? Depende. Em 2018, já sabíamos que 14% dos brasileiros se consideravam vegetarianos e que a maioria da população do país já estava disposta a escolher mais produtos veganos. Em fevereiro deste ano, uma pesquisa do IPEC, encomendada pela SVB (Sociedade Vegetariana Brasileira), mostrou que em todas as regiões brasileiras, e independente da faixa etária, 46% dos brasileiros já deixam de comer carne por vontade própria pelo menos uma vez na semana (lembra do movimento Segunda Sem Carne?).

E não para por aí, essa mesma pesquisa apontou que 32% dos consumidores brasileiros escolhem uma opção vegana quando essa informação é destacada pelo restaurante/estabelecimento. Hoje já existem diversas empresas e organizações que acreditam nessa causa, oferecendo uma série de produtos, informações relevantes e soluções para que você, que está lendo este artigo, consiga incluir itens plant-based deliciosos em seu cardápio!

A própria Sociedade Vegetariana Brasileira é uma fonte riquíssima de informações sobre esse mercado. Com diversos estudos, ebooks, pesquisas, cursos e eventos, a organização sem fins lucrativos promove a alimentação vegetariana como uma escolha ética, saudável, sustentável e socialmente justa! E se você está em busca de um benchmark para o seu negócio que ainda não possui itens veganos e vegetarianos, o POP Vegan e a Green Kitchen podem ser referências valiosas: alimentos deliciosos, experiência incrível e com preços para todos os públicos. Negócios como esses são importantíssimos para a expansão do mercado vegano no Brasil.

Bom, até aqui já trouxe diversos argumentos para você levar em consideração a inclusão de itens vegetarianos em seu negócio, certo? Se ainda não te convenci, confira mais 5 argumentos e alguns trechos dos bate-papos que tive com Fabio Zukerman e Monica Buava:

1 – Consumidores que não se declaram veganos estão escolhendo opções veganas e vegetarianas

Foto ilustrativa/VeganRicha

Como grande curiosa que sou, desde que ouvi falar do veganismo quis entender do que se tratava a coisa. Tive alguns amigos adeptos ao movimento que me levavam a restaurantes veganos, ou então, sempre que estava em algum restaurante, escolhia a opção vegana para saber se era gostoso mesmo – a vontade de experimentar um sabor diferente sempre foi maior do que possíveis “preconceitos”. Ou seja, antes de me declarar vegetariana, flertei bastante com a ideia, experimentei, tentei algumas vezes e falhei, até que consegui tirar a carne totalmente – uma jornada pessoal, que varia de pessoa para pessoa, certo?

Como vimos na pesquisa do IPEC de 2021, pessoas que não se declaram veganas/vegetarianas também escolhem opções que não contêm derivados animais quando vão a restaurantes/estabelecimentos. Nesse sentido, acredito que a primeira descoberta aqui é que ao incluir uma opção vegetariana em seu cardápio, você – operador de restaurante ou de negócios em alimentação – não está se tornando mais atrativo somente para uma pequena parcela da população (14%) que se declara vegetariana, mas sim, para mais 30% dos consumidores brasileiros!

Os motivos para essas pessoas optarem por itens vegetarianos podem ser os mais variados, desde a preocupação com o meio ambiente, com os animais, por acharem mais saudáveis – como vimos em nossa pesquisa recente com consumidores – ou até mesmo por estarem em transição para o vegetarianismo (como foi o meu caso).

O Voto de veto

Outra razão pela qual as pessoas vão a restaurantes com opções veganas é uma das coisas que aprendi com Franz Carioba, aqui na Galunion: o voto de veto! Conversei sobre isso com o Fabio Zukerman:

“Esse é um ponto muito importante para a indústria de Food Service porque acaba ganhando o voto de veto, todo mundo vai naquele que todos podem comer… Aquela família que tem uma pessoa vegetariana, eles vão optar por locais que tem opção vegetariana. Então realmente, além de ganhar esse voto, ele ganha novos clientes. Sendo comercialmente interessante para os estabelecimentos, para o planeta e para todos.”

Atenção para as novas gerações!

Você deve se lembrar neste ano que a “Gen Z” (Geração Z – nascidos entre 1995 – 2010) tomou conta da internet com o assunto “cringe”, mostrando o poder de influência que possuem (falamos sobre o ocorrido e sobre por que você deve ficar atento ao que essa geração pensa neste artigo). As novas gerações cresceram com o hábito de comer fora e possuem uma visão mais sofisticada em relação à alimentação.

“Temos hoje esse desafio de educar os consumidores, quebrar preconceitos e paradigmas, principalmente tradições […] A geração Z e os Millenials, em muitos casos, esses consumidores têm a tradição do bacon no feijão é um impedimento para esses jovens mudarem. Mas ao mesmo tempo, esses jovens vão levando para casa as informações, mudando gerações, quebrando hábitos. A indústria de Food Service está entendendo a importância de ter itens vegetais no cardápio. […] Nesse momento que estamos vivendo, eu considero até uma “responsabilidade divina” de oferecer isso, porque hoje, falando desses jovens, eles têm a comida como identidade, como ato político, como ferramenta de combate a essa degradação planetária que vem acontecendo”, comentou Fabio Zukerman, pai de 3 filhos vegetarianos desde a barriga!

2 – O veganismo precisa estar sempre associado à saudabilidade?

Bom, os dados não mentem. Vimos em nossa pesquisa recente com consumidores, que sim, 78% dos entrevistados – entre veganos e não veganos – consideram essa uma opção “saudável”. Um outro estudo publicado pela Sociedade Vegetariana Brasileira, mostra que o cuidado com a saúde (56%) é o principal fator de decisão de compra dos alimentos Plant-Based em comparação aos similares de origem animal, seguido pelo quesito nutritivo (28%) e pela experiência de novos sabores (26%).

Mas será então que todas as personas veganas devem ser vistas como “fitness”, “naturebas”, saudáveis, preocupadas com o corpo e com a saúde o tempo todo? O que quero te convidar a refletir é que comida não é somente nutrição. É cultura, é memória afetiva, é experiência! E nem sempre isso está associado à saudabilidade.

Alimentação, cultura e memória afetiva andam lado a lado

Quem aqui não ama reviver momentos em família com um belo bolo de cenoura? Comer uma feijoada ou um churrasco, tão tradicionais nos almoços de domingo? Convidar os amigos em casa para comer pizza? Cada pessoa tem aquele prato especial que a faz relembrar momentos importantes, e a nossa culinária brasileira é extremamente rica e diversa!

E se eu te disser que dá para “veganizar” tudo isso – muitas vezes, até reduzindo custos para o seu negócio?

Para remeter a esses sabores tão populares, ativando memórias afetivas e trazendo cultura para o prato, o básico bem-feito é primordial. Incluir itens veganos e vegetarianos muitas vezes nem requer adquirir novos insumos, ou mudar a identidade do seu restaurante. Conversei sobre isso com a Monica Buava, do POP Vegan: “É o comer, as pessoas brincarem de fazer a competição de quem come mais sabores de pizza no rodízio […] a gente trabalha com insumo simples, não vamos complicar. […]É mostrar que é simples, com tempero que todo mundo tem, ali da zona cerealista. […] Pensando nos restaurantes, não precisam inventar a roda.”

E fazendo das palavras da Monica as minhas palavras: “não basta ser vegano, tem que ser saboroso!”. Da mesma maneira que não se faz uma carne sem um bom preparo, temperos e processos, alimentos veganos e vegetarianos também demandam a mesma complexidade e se tornam extremamente saborosos para todos os paladares, ativando memórias afetivas e tornando a experiência incrível.

Experiência

Vimos também em nossa pesquisa com consumidores, que o encontro com amigos e familiares (58%) e a experiência de comer fora, com um serviço amigável e de qualidade (40%), os fariam voltar a frequentar bares e restaurantes. Pense comigo: depois de tanto tempo em isolamento social, ao voltarem a frequentar esses lugares para encontrar amigos e familiares, esses consumidores querem mesmo uma salada? Ou talvez um bom petisco vegano para acompanhar um drinque?

Comentei isso com Fabio e sua opinião foi a seguinte: “Essas pessoas vão buscar sabor, preço, rastreabilidade do que está por trás do alimento – desde pessoas, até a matéria-prima – as pessoas buscam segurança, sabor, sem dúvida […], mas cada vez mais, a indulgência é unida à saudabilidade. Acho que é isso, conseguir fazer uma união da indulgência com a saudabilidade, e a saudabilidade não somente do corpo, mas do planeta.”

Recentemente, nosso chef e diretor de operações, Rafael Cunha, visitou o Selina Hotel localizado em São Paulo, onde não somente o restaurante como todo o hotel é completamente vegano! A visita foi um convite do próprio Fabio Zukerman e a experiência gastronômica não foi nada “fitness”, o que deixou nosso chef – apreciador de uma boa carne “de verdade” – de queixo caído! “Gabi, um lugar super descolado, com comidas maravilhosas! Parecia carne de verdade. Todos ficaram chocados” comentou após se deliciar com o churrasco vegano da Green Kitchen.

Pós-pandemia

Não podemos falar do crescimento desse mercado sem citar a pandemia. Como temos falado bastante por aqui na Galunion, a pandemia trouxe novos desafios e novos hábitos. Durante esse período, as pessoas voltaram o olhar para a saúde física e do planeta, buscando consumir alimentos mais saudáveis e sustentáveis. Também conversei sobre isso com a Monica: “A gente está vendo a retomada e as pessoas vão querer se reunir, muita gente mudou a alimentação por causa das comorbidades, ou porque “não vou deixar para amanhã uma coisa que eu já queria fazer”. Enfim, por vários motivos as pessoas vão repensando essa alimentação e elas vão exercer o poder de veto, porque todo mundo quer se reunir. “Ah, porque a gente vai para aquele lugar, que a pessoa vegetariana só vai poder comer uma salada? Então vamos no Outback!”.

Ou seja, aqueles restaurantes que não possuem opções veganas ou vegetarianas, estão deixando de vender não só para veganos e vegetarianos, mas sim, para todo o grupo de relacionamento dessas pessoas nestes momentos de reencontro pós-pandemia.

3 – Veganos e vegetarianos, nem sempre, deixaram de comer carne e derivados por não apreciarem o sabor

Essa é polêmica, mas precisamos falar sobre isso! Claro, não existe uma regra, existem sim veganos que chegam a se assustar ao experimentarem produtos com sabor semelhante à carne – e até repudiam. Para entender o universo vegano e o consumidor, é preciso compreender a diversidade dos hábitos, das realidades e das necessidades de cada um.

No estudo ‘O Consumidor Brasileiro e o Mercado Plant Based’, elaborado em 2020 pelo The Good Food Institute (GFI) cerca de 85% das pessoas disseram que experimentariam carnes vegetais que fossem idênticas às de origem animal. Isso porque, aparentemente, a prioridade do consumidor é a experiência de consumo semelhante à do produto tradicional.

De acordo com o estudo, possuir sabor, aroma e textura igual ou melhor foi apontado por 62% dos participantes como a característica mais importante. A vontade de consumir um produto o mais natural possível ficou bastante próxima do primeiro lugar, com 60% das pessoas também escolhendo essa característica, indicando que o consumidor valoriza a percepção de naturalidade nos produtos. Logo em seguida foi priorizado o valor nutricional igual ou melhor, com 59%.

Carnes veganas para quem gosta de carne

A oferta de produtos semelhantes e/ou bem parecidos com o sabor da carne “de verdade” é extremamente necessária para uma parte dos consumidores em transição (incluindo a mim!). Isso porque muitas vezes não deixamos de comer por não apreciarmos o sabor, mas sim porque escolhemos renunciar tudo o que está atrelado ao consumo de carne de origem animal.

“Nós, especificamente o Grupo Planta, fazemos comida vegetal para quem gosta de carne […] para pessoas que buscam a redução, para ajudar na transição, para reunir socialmente vegetarianos e veganos, com uma comida muito inclusiva, porque não agrada somente à essas pessoas, mas onívoros, intolerantes, alérgicos e pessoas em geral. […] É carne, só que é de plantas […] Eu não acho que as pessoas devem parar de comer carne, elas só devem escolher que tipo de carne elas querem comer”

4 – O veganismo acessível é um movimento que só cresce

Se o veganismo já foi visto como um nicho muito pequeno e específico onde, para deixar de consumir alimentos de origem animal era preciso substituir por alimentos industrializados de alto custo, hoje existe um grande movimento de conscientização onde o veganismo não precisa ser tão complicado, ele já está disponível nas prateleiras de supermercados e até mesmo em praças de alimentação dentro de grandes fast-foods.

Esse é um dos temas abordados no estudo publicado pela Sociedade Vegetariana, onde mostra que preço acessível é o atributo mais buscado em um produto vegano (61%), seguido por sabor agradável (57%) e facilidade de localização nas prateleiras (32%). Em contrapartida, o principal motivo da não compra de alimentos plant-based nos países pesquisados está relacionado ao alto preço (59%).

Um case que mostra como é possível ofertar produtos veganos a um preço acessível é o restaurante POP Vegan: “Seja no almoço ou na pizzaria, existimos para servir pratos deliciosos que, além de respeitar os animais, enchem os olhos e dão água na boca de qualquer pessoa – por um preço que todos podem pagar.” Os preços dos pratos do restaurante vão de R$12 a R$15, com menu variado ao longo da semana!

Conversei sobre essa questão com a Mônica, fundadora da POP Vegan. “A gente acredita que é para todos os bolsos […] quando a gente vai pensar no perfil do vegan, a gente tem um público mais feminino, que está mais preocupado com a saúde – cerca de 7 milhões de pessoas – e o mais curioso, e que é antagônico com essa questão dos alimentos veganos serem caros, é que as pesquisas mostram que os vegetarianos, na maioria, são de classes média e baixa. E então a conta não fecha! Como que os produtos podem ser caros, mas as pessoas que mais se declaram como vegetarianas são das classes médias, baixas? […] Alguém não está atendendo esse público.”

Ainda falando sobre preço, também pergunto como foi para o POP conseguir fazer comida vegana, saborosa e tão acessível. “Ou você precisa ter a melhor comida ou, de repente, você precisa ter o melhor preço […] as pessoas têm muito isso, de vegano ser caro, então a gente resolveu baixar mesmo o preço. Isso surgiu no dia dos animais, onde a gente fez a semana dos animais a R$10 e foi um sucesso, a gente estendeu o mês inteiro, foi sucesso. […] A gente fez as contas no final do mês e viu que não precisamos contratar mais funcionários, tivemos mais insumos, mas a gente conseguiu no volume, teve menos desperdício. A gente viu que no volume a gente conseguia pagar as contas e de repente faturar mais.”

Conveniência, sabor e preço

A acessibilidade é um pilar muito importante para o crescimento do movimento vegano. Durante esse período em que tenho buscado refeições veganas fora de casa, me questiono constantemente por que o prato vegano, na maioria das vezes, precisa ser o mais caro? Ou até, porque as opções veganas ainda não estão presentes em todos os supermercados e restaurantes? Esse foi um dos temas da minha conversa com a Monica:

“Se você pensar na alimentação, a acessibilidade é um tripé, com conveniência, sabor e preço. Porque acessibilidade não é só sabor, não adianta ser super saboroso e ter que ir buscar em um local longe, ou ser algo que custe R$100, ou aquela coisa que você tem que encomendar, com 5 dias úteis. Foi-se o tempo que era assim. Então, acessível é aquela coisa da conveniência, do “ai eu quero que entregue rápido, quero que entregue todos os dias” […] e também tem uma questão do lugar comum para as pessoas. Então acessível é tudo aquilo que de alguma forma a pessoa tem alguma relação, por exemplo, você não vai ver no POP uma lentilha germinada […].  Existe sim aquele restaurante que faz essa lentilha germinada, aquele outro que traz um tipo de cogumelos, ou que coloca os pratos em inglês […] mas aqui são pratos que as pessoas não precisam tentar adivinhar o que é, então, que de alguma forma elas têm essa relação.”

5 – O mercado plant-based é monitorado pela Galunion desde 2017

Miroro/Pixabay

Foi na NRA Show de 2017 que pudemos experimentar as primeiras versões dos produtos da marca Beyond Meat nos Estados Unidos, lançada em 2009. Em 2018, a Galunion realizou um estudo sobre o Mercado Vegano em parceria com a Sociedade Vegetariana Brasileira, onde abordamos as tendências na oferta vegetariana e a visão dos formadores de opinião e profissionais da saúde.

O tema também foi abordado no Galunion Insights 2019, onde mostramos os resultados do What’s Hot, estudo que mapeou as principais tendências culinárias do Food Service brasileiro sob o olhar de profissionais do setor. Neste ano, já era possível identificar a incrível penetração de itens veganos, em que se destacavam questões do bem-estar animal, alimentação “limpa” e propriedades ligadas aos ingredientes. No período, víamos o crescimento da foodtech Fazenda Futuro aqui no Brasil, com lançamentos em co-brading com a Lanchonete da Cidade e com o Spoleto.
Em julho de 2020, abordamos o tema na pesquisa “Alimentação na Pandemia: Como a COVID-19 impacta os consumidores e os negócios em alimentação”, e 33% dos consumidores afirmaram que produtos plant-based seriam uma das tendências culinárias/gastronômicas que continuariam a ser tendências após a pandemia passar!

E claro, no Galunion FoodTrends Report de 2021, também abordamos cases e tendências frente à evolução do plant-based. “De forma gradual, esses produtos serão incorporados nos cardápios, seja na forma de carne ou de outros ingredientes como queijos, margarinas, molhos, maioneses, cremes culinários para preparo de pratos salgados, como estrogonofe; ou sobremesas, como mousses, coberturas de bolos e chantilly. Em outras palavras, produtos à base de plantas vão além da carne, inclusive” disse Franz Carioba, sócio-diretor da Galunion.

Escute seu consumidor!

Para concluir as reflexões de hoje, deixo aqui o que nós da Galunion sempre falamos aos nossos clientes: escute a voz do seu consumidor. Conhecer bem a sua persona, desenvolver um relacionamento com os seus clientes e possuir bons benchmarks, são fatores essenciais para o sucesso do seu negócio, ao incluir ou ajustar itens no cardápio. Entenda que adicionar opções veganas ao seu cardápio pode ser mais simples do que você imagina e pode trazer para o seu restaurante não só novos clientes veganos, como também amigos e familiares dessas pessoas, aumentando suas vendas!

Como consumidora vegetariana, espero que possamos, a cada dia, conquistarmos mais diversidade em nossos pratos e na alimentação fora do lar, com opções acessíveis a todos os gostos e bolsos, mantendo sabor e experiência incríveis. E claro! Se você está pensando em implantar novos sabores vegetarianos em seu estabelecimento, de forma estratégica e rentável, fale conosco!

*A Vegan Society é a organização vegana mais antiga do mundo, fundada no Reino Unido em 1944.

**Gabrielly Leite, vegetariana e produtora de conteúdo digital na Galunion

Deseja adotar uma dieta vegetariana? Conheça produtos que podem ajudar na transição

Entre queijos vegetais e produtos feitos à base de planta, Superbom explica como fazer a mudança de vida da forma mais natural possível

Com a forte presença de movimentos cruelty free nas redes sociais nos últimos anos, as dietas vegetarianas e veganas – muitas vezes vistas como um estilo de vida – passaram a ser cada vez mais disseminadas e aceitas pela população em geral, conquistando cada vez mais adeptos e simpatizantes. Prova disso é que, enquanto em 2012 apenas 8% da população do Brasil se declarava vegetariana, em 2020, 14% dos brasileiros (ou cerca de 30 milhões de pessoas) afirmaram não consumir nenhum tipo de carne em suas refeições.

O estudo realizado pela Sociedade Vegetariana Brasileira ainda vai além, mostrando que 63% dos entrevistados gostaria de reduzir o consumo de produtos de origem animal em seu dia a dia. Os dados e estimativas indicam que as dietas veganas e vegetarianas, agora não sendo vistas sob uma perspectiva restritiva, tendem a seguir este crescimento e se estabilizar ainda mais no país até 2030.

Seja em dietas vegetarianas, veganas ou flexitarianas (quando a pessoa faz frequentes refeições sem produtos de origem animal, mesmo que não completamente), uma importante pauta é como realizar a transição alimentar de forma gradual e sem extremismos para que a mudança ocorra da maneira mais natural possível. Pensando nisso, a Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos que podem facilitar na transição daqueles que desejam adaptar sua alimentação às dietas livres de produtos animais.

“Uma das nossas principais preocupações é oferecer alimentos saborosos e nutritivos que façam com que as pessoas sintam o mesmo prazer de comer carnes e queijos ‘tradicionais’. Nossos produtos vegetais e plant-based passam por diversas etapas de curadoria e controle de qualidade que, quando chegam à mesa dos nossos consumidores, fazem com que eles percebam que dietas vegetarianas e veganas não são necessariamente sinônimos de restrição, mas sim de prazer e satisfação”, declara David Oliveira, Diretor de Marketing da empresa.

A Superbom conta em seu catálogo com diversos produtos como carnes plant-based e queijos veganos que são ideais para aqueles que desejam adotar a dieta, mas que têm dificuldade em desapegar de produtos de origem animal. Enquanto as carnes vegetais da marca têm cheiro, sabor e textura semelhantes à da carne tradicional, os queijos são compostos em grande parte por água, amido, óleo de coco e extrato de levedura, sendo livres de leite e qualquer componente animal.

Outra preocupação relatada muitas vezes ao adotar uma dieta vegetariana é ideia de que este estilo de vida pode levar a alguma deficiência nutricional, pois acreditam que os alimentos de origem animal são mais completos nutricionalmente. Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, explica, no entanto, que é importante atentar-se à inclusão de fontes de proteínas vegetais na dieta e, quando necessário, suplementar alguns nutrientes como a vitamina B12. Segundo a profissional, as leguminosas como feijões, grão de bico, lentilha e ervilha (presente nas carnes vegetais da marca) são uma ótima alternativa para substituições, proporcionando uma alimentação que favorece a saciedade e supre as necessidades do organismo.

“As pessoas estão percebendo cada vez mais que dietas vegetarianas e veganas podem ser tanto saborosas quanto nutritivas, trazendo benefícios ao nosso corpo quando feitas de forma balanceada e saudável. Assim como em toda alimentação, equilíbrio é a chave. Minha dica para aqueles que desejam se aventurar nas dietas livres de componentes animais é que fiquem atentos aos rótulos dos produtos e prefiram sempre aqueles que são feitos com alimentos naturais e sem aditivos químicos. Sendo feitos com base em alimentos de verdade, você terá uma alimentação equilibrada e saudável e realizará sua transição alimentar da melhor maneira possível”, finaliza a nutricionista.

Sugestão de produtos disponíveis no catálogo da Superbom para a transição alimentar:

Burger Gourmet Vegan da Superbom

O Burger Gourmet Vegan da Superbom é uma inovação no mercado vegetariano/vegano. Um burguer vegano com cheiro, sabor e textura semelhante ao de origem animal, no entanto, totalmente plant based por ser um hambúrguer à base de ervilha.

Com 15g de proteína, esse hambúrguer vegano complementa o cardápio com facilidade, sendo o elemento que faltava para criar os melhores lanches com mais sabor e nutrição. Rico em proteínas vegetais, o hambúrguer de ervilha contém vitaminas A, B9 e B12 além dos minerais zinco e ferro, sendo uma ótima opção para substituir o hambúrguer de origem animal.

O hambúrguer pronto sem carne animal da Superbom está disponível em embalagem com 227g.

Frango Vegano em Pedaços à Base de Ervilha

O Frango Vegano à base de ervilha Superbom é uma inovação para o mercado vegetariano. Depois da versão ovolactovegetariana, demos um upgrade e apresentamos a versão de frango vegano que substitui o frango de carne animal.

Enriquecido com vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco, o frango vegano pronto é prático e permite excelentes combinações na elaboração de diferentes receitas, como aperitivos, saladas ou pratos quentes.

Com textura macia e sabor único, o frango sem carne animal vem em pedaços e está disponível em embalagem de 400g.

Steak à Base de Ervilha Sabor Frango

Crocante, delicioso e super saudável, os famosos empanados ganharam uma versão vegetariana, à base de ervilha. O Steak Vegetariano sabor Frango da Superbom é uma ótima opção para qualquer refeição. Contém vitaminas A, B9 e B12, e os minerais ferro e zinco. Vai ser difícil resistir!

Linguiça Tradicional à Base de Ervilha

A Linguiça Tradicional à Base de Ervilha Superbom é um alimento ovolactovegetariano pronto para o consumo. É fonte das vitaminas A, B9 e B12, bem como dos minerais ferro e zinco. Excelente combinação no preparo de aperitivos, acompanhamentos ou pratos mais elaborados. Sua textura é macia e, no paladar, é surpreendente.

Salsicha à Base de Ervilha

Excelente na elaboração de cachorro quente vegetariano, a salsicha à base de ervilha é versátil, podendo ser usada em muitas outras preparações.

Com a salsicha ovolactovegetariana seu hot dog nunca mais será o mesmo! textura é macia e o sabor é surpreendente. Estando disponível em embalagem de 300g, a salsicha ovolactovegetariana substitui a salsicha de carne animal.

Vegan Cheese Mussarela 200g

O Queijo Mussarela Vegano da Superbom não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, além de ser um produto de grande versatilidade. Vegan friendly, esse queijo vegano é um alimento 100% vegetal. Escolha o prato e faço sucesso com deliciosas receitas com queijo vegano. É um produto livre de alergênicos e com um sistema abre e fecha, prático e fácil de armazenar – também disponível na versão 480g.Vegan Cheese Gourmet Parmesão 200g

O Queijo Vegano sabor Parmesão Gourmet é um alimento 100% vegetal e vegan friendly. Esse queijo vegano é livre de alergênicos e e, em comparação ao queijo brie tradicional, possui baixo valor calórico.

Muito prático, o queijo vegano sabor parmesão não possui leite e não tem nenhum componente de origem animal, podendo ser consumido frio ou quente. Sirva como aperitivo ou prepare deliciosas receitas com queijo vegano.

Sanduíches, macarronadas, molhos ou até mesmo pizzas veganas e pão de queijo vegan agora ficaram bem mais fáceis de preparar e agradar!

Vegetale

A maionese vegana Vegetale é um alimento 100% vegetal, ou seja, não contém leite animal ou qualquer outro componente de origem animal, ou até mesmo que possa causar algum dano ao reino animal.

Fonte: Superbom

Dia do Hambúrguer: Notburguer faz promoção para os que amam o planeta

A foodtech NotCo lançou uma promoção dos hambúrgueres vegetais, campanha têm ofertas no e-commerce e nas principais redes de varejo em São Paulo, para que os consumidores brasileiros, que buscam cada vez mais reduzir o consumo de proteína animal, possam experimentar seu hambúrguer à base de plantas.

Até o dia 30 de maio a loja online da NotCo terá até 30% de desconto em todos os hambúrgueres, além de combos exclusivos. A loja entrega para a região metropolitana de São Paulo.

No Brasil, o mercado de comida plant-based embora recente, vem crescendo consistentemente, só o hambúrguer vegetal teve uma alta em 2020 de +29% (Nielsen). Mais de 50% dos brasileiros consideram diminuir seu consumo de alimentos à base animal. Essa campanha especial vem para dar oportunidade para todos que têm vontade de experimentar uma comida similar ou mais deliciosa como a que amam, mas com uma produção mais sustentável por trás.

A NotCo é a única foodtech na América Latina que oferece produtos em diferentes categorias de alimentos: maionese, leite, sorvete cremoso e hambúrguer. São alternativas que preservam o sabor e a experiência de consumo de alimentos de proteína animal, mas que são feitas apenas com ingredientes vegetais.


O NotBurger, hambúrguer vegetal é feito de proteína de ervilha, arroz e chia e que tem uma combinação de ingredientes que também leva beterraba, cacau e bambu, entre outros vegetais. A combinação de ingredientes é inusitada, mas o resultado final surpreende os consumidores, pois oferece suculência, sabor e textura similares aos do hambúrguer de carne de origem animal – uma experiência que todos deveriam ter.

As receitas de todos os produtos da NotCo foram formuladas pelo Giuseppe, um algoritmo de inteligência artificial desenvolvido pelos fundadores da startup. O Giuseppe entende a estrutura molecular de comidas e de plantas e calcula como imitar perfeitamente alimentos que tradicionalmente são de origem animal. O resultado são produtos deliciosos tanto quanto as versões tradicionais, mas cuja produção consome menos água, menos energia e emite menos gases do efeito estufa.

NotCo dá dicas de como preparar hambúrguer vegano

Na próxima sexta-feira, 28 de maio, comemora-se o Dia do Hambúrguer

A NotCo, a foodtech que está reinventando a indústria alimentícia com produtos deliciosos feitos apenas com ingredientes à base de plantas, traz sugestões de receitas fáceis e rápidas para garantir um delicioso hambúrguer e comemorar o Dia do Hambúrguer, comemorado em 28 de maio. O NotBurger escorre, sangra e dá aquele tssss como hambúrguer feito de carne, mas é preparado apenas com ingredientes vegetais.

Se você quiser criar com NotBurguer para o Dia do Hambúrguer, pode compartilhar o resultado em @notcobr ou usando #notcobr.

Confira as receitas:

Mexican NotBurguer

Ingredientes
NotBurguer
NotMayo Original
Abacate em lâminas
Pão brioche com ou sem gergelim
Coentro fresco picadinho
NotMayo Picante
Tomate em Lâminas
Cebola roxa em lâminas
Azeite
Nachos
Vinagrete de Coentro
Coentro fresco picadinho
Sal
Pimenta
Azeite

Modo de preparo:
Em uma panela, adicione o azeite e doure os dois lados do pão de hambúrguer. Grelhe as fatias de abacate, reserve. Na mesma frigideira, adicione mais um pouquinho de azeite, grelhe o NotBurguer, 4 a 5 minutos de cada lado. Corte o tomate e a cebola em cubos pequenos e misture o azeite, sal, coentro, pimenta. Montar o lanche na sequência que desejar deixando por último o vinagrete de coentro, o abacate. Coloque os nachos por cima.

NotBurguer Crisp

Ingredientes
NotBurguer
NotMayo Original
Queijo Cheddar Vegano
Pão brioche com ou sem gergelim
Cebola frita
Alface crespa ou americana
Cebola roxa em lâminas
Ketchup
Azeite 100ml

Como fazer:
Em uma panela, adicione o azeite e doure os dois lados do pão. Na mesma frigideira, adicione azeite e doure o NotBurguer 4 a 5 minutos de cada lado. Monte o hambúrguer na sequência de sua preferência.

Onde encontrar: no site NotCo e no varejo em São Paulo.