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Dia do Hambúrguer: Notburguer faz promoção para os que amam o planeta

A foodtech NotCo lançou uma promoção dos hambúrgueres vegetais, campanha têm ofertas no e-commerce e nas principais redes de varejo em São Paulo, para que os consumidores brasileiros, que buscam cada vez mais reduzir o consumo de proteína animal, possam experimentar seu hambúrguer à base de plantas.

Até o dia 30 de maio a loja online da NotCo terá até 30% de desconto em todos os hambúrgueres, além de combos exclusivos. A loja entrega para a região metropolitana de São Paulo.

No Brasil, o mercado de comida plant-based embora recente, vem crescendo consistentemente, só o hambúrguer vegetal teve uma alta em 2020 de +29% (Nielsen). Mais de 50% dos brasileiros consideram diminuir seu consumo de alimentos à base animal. Essa campanha especial vem para dar oportunidade para todos que têm vontade de experimentar uma comida similar ou mais deliciosa como a que amam, mas com uma produção mais sustentável por trás.

A NotCo é a única foodtech na América Latina que oferece produtos em diferentes categorias de alimentos: maionese, leite, sorvete cremoso e hambúrguer. São alternativas que preservam o sabor e a experiência de consumo de alimentos de proteína animal, mas que são feitas apenas com ingredientes vegetais.


O NotBurger, hambúrguer vegetal é feito de proteína de ervilha, arroz e chia e que tem uma combinação de ingredientes que também leva beterraba, cacau e bambu, entre outros vegetais. A combinação de ingredientes é inusitada, mas o resultado final surpreende os consumidores, pois oferece suculência, sabor e textura similares aos do hambúrguer de carne de origem animal – uma experiência que todos deveriam ter.

As receitas de todos os produtos da NotCo foram formuladas pelo Giuseppe, um algoritmo de inteligência artificial desenvolvido pelos fundadores da startup. O Giuseppe entende a estrutura molecular de comidas e de plantas e calcula como imitar perfeitamente alimentos que tradicionalmente são de origem animal. O resultado são produtos deliciosos tanto quanto as versões tradicionais, mas cuja produção consome menos água, menos energia e emite menos gases do efeito estufa.

Confira técnicas de decoração que vão impressionar as visitas

Acompanhe algumas dicas úteis para decorar sua casa

A maioria das pessoas sonha em algum momento de suas vidas ter uma casa esteticamente bonita que todos os seus hóspedes pudessem amar e invejar ao mesmo tempo. Não há razão para que sua casa atual não pareça ter sido projetada por um designer de interiores profissional.

Existem algumas dicas de decoração de interiores que você pode usar para impressionar seus convidados. Aqui estão algumas das melhores dicas de design de interiores que você precisa usar em sua casa. Acompanhe a seguir!

Abra os cômodos

Não há nada pior do que uma sala bagunçada onde as pessoas até lutam para entrar. Uma ótima dica de design de interiores é manter os espaços abertos e não preencher um cômodo até o topo. Nesse caso, menos é mais, e quando você tem menos coisas bagunçando uma sala, todo o lugar parece ainda maior. De uma maneira geral, deixe tudo muito clean em objetos, mas também é possível considerar isso em questão de paredes, considerando quebrar algumas delas para manter os espaços abertos.

Seja modesto com as cores

Depositphotos

É claro que todos são livres para escolher as cores que quiserem em seu quarto. Porém, um designer de interiores brinca com as cores de uma forma muito meticulosa, eles podem usar tons suaves e adicionar apenas um forte e vibrante. No entanto, você precisa tentar ser modesto com as cores e não ter muitas cores vibrantes para que sua casa pareça mais calma e relaxante.

Use tapetes

Isso não significa ter um piso inteiro de tapetes, mas os tapetes podem marcar o início e o fim de um espaço e fazem com que todo o lugar pareça ainda mais moderno e lindamente decorado. Por exemplo, se você tem um lugar pequeno, coloque um tapete embaixo da mesa da cozinha, coloque um tapete embaixo da sala de estar, você certamente verá uma grande diferença na aparência do espaço.

Adicione um brilho atraente

Usar peças de mobília douradas, prateadas ou brilhantes é uma ótima maneira de chamar a atenção para uma sala. Use móveis de glitter atraentes sem encher demais o ambiente com eles. Você deseja chamar a atenção para uma peça e não para toda a sala. Por exemplo, em sua sala de estar, use uma mesa dourada e deixe toda a mobília em volta dela. Essas cores brilhantes não apenas combinam com qualquer outra cor, mas também elevam o design por completo.

Plantas grandes

As plantas são sempre uma ótima peça de decoração para uma casa, principalmente as grandes, uma vez que não só se destacam, mas dão à sua casa um aspecto refrescante da natureza. Eles fazem todo o lugar parecer ainda mais relaxante e algumas plantas podem até adicionar muita vida em um ambiente, especialmente se você mora em um apartamento em São Paulo.

Cadeiras atraentes

Cadeiras atraentes são sempre um prazer para todos. As pessoas olham imediatamente para as cadeiras da sua sala de estar e também para as da mesa de jantar. Esta é definitivamente uma peça de mobiliário em que as pessoas devem investir, pois podem tornar todo o conjunto muito bonito. Cadeiras atraentes irão certamente impressionar os hóspedes.

Móveis esculturais

Se você está procurando adicionar sofisticação e uma vibração elegante à sua casa, você vai querer incorporar móveis esculturais. Envolvem itens que não são necessariamente práticos, mas são peças decorativas e de destaque que podem ajudar o seu ambiente a se destacar.

Pedaços da natureza

Foto: Rebecca Matthews/Pixabay

Uma peça chave para uma casa bem equilibrada é ter algumas peças da natureza na decoração. Quer se trate de um vaso ou de uma planta grande, pretende sempre manter um ligeiro toque de tons verdes e terrosos na divisão. Não são apenas grandes tendências de decoração, mas dão vida a um ambiente.

Peças ousadas

Peças arrojadas podem fazer uma grande declaração em uma casa , e podem fazer todo o quarto até mesmo bem decorado. As peças ousadas podem incluir uma grande lâmpada, um sofá texturizado, um tapete fofo, entre outras coisas. O objetivo aqui é ter algumas peças ousadas, mas não preencher todo o lugar com elas. Eles foram feitos para se destacarem da mobília regular.

Papel de parede padronizado

Algo que está em alta neste ano é o papel de parede estampado. Enquanto as pessoas costumavam ir para papéis de parede simples e simples, agora as pessoas estão se tornando mais ousadas e adotando o uso de papéis de parede padronizados para fazer o ambiente se destacar.

Móveis curvos

Antes as pessoas optavam por peças simétricas em suas casas, como mesas, cadeiras, sofás ou luminárias quadradas ou retangulares. No entanto, como os móveis curvos abriram caminho para se tornar uma das mais novas tendências da arquitetura. É inspirado nas formas de design de interiores da década de 1980 e agora está voltando para os mais recentes designs de tendência este ano.

Espelhos enormes

As pessoas adoram um bom espelho e, agora, como parte da mais nova tendência, as pessoas estão optando por colocar grandes espelhos em suas casas como parte do design e do estilo de seus quartos principais. Um grande espelho é uma espécie de substituição de uma grande peça de arte de parede e agora existem tantos estilos disponíveis para espelhos que podem decorar sua casa.

Remodele sua cozinha

Este é definitivamente um lugar onde você passa muito tempo, junto com toda a sua família, então pode ser interessante fazer mudanças nele. Existem várias maneiras de renovar sua cozinha, desde trocar o piso, substituir o papel de parede por um novo ou até mesmo adicionar um novo balcão. A melhor coisa que você pode fazer é usar a mesma paleta ao redor da cozinha, por exemplo, o branco é uma cor muito limpa e, portanto, sua cozinha pode parecer mais limpa o tempo todo. Existem pequenas e grandes mudanças que você pode fazer nesta parte da sua casa, cabe a você decidir o quanto deseja transformar esse espaço.

Gostou destas dicas de decoração para impressionar? Aproveite e compartilhe este post em suas redes sociais.

Dieta baseada em vegetais e pouca quantidade de carne e laticínios ajuda a diminuir pressão arterial

Queijos e outros produtos lácteos, além da carne, são alimentos que devem ser consumidos com muita moderação por pacientes hipertensos. Estudo, publicado em julho no Journal of Hypertension, avaliou que mais importante que não comê-los é priorizar os vegetais na dieta.

“Segundo o estudo, qualquer esforço para aumentar alimentos à base de plantas em sua dieta e limitar produtos animais provavelmente beneficiará sua pressão arterial e reduzirá o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores da Universidade de Warwick conduziram uma revisão sistemática de pesquisas anteriores de ensaios clínicos controlados para comparar sete dietas à base de plantas, várias das quais incluíam produtos de origem animal em pequenas quantidades, a uma dieta de controle padronizada e o impacto que estes tiveram na pressão arterial dos indivíduos.

Foto: Olga’s Flavor Factory

“As dietas à base de plantas sustentam o alto consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes, limitando o consumo da maioria ou de todos os produtos de origem animal (principalmente carne),” afirma a médica. A pressão alta é o principal fator de risco global para ataques cardíacos, derrames e outras doenças cardiovasculares. Uma redução na pressão sanguínea traz importantes benefícios à saúde, tanto para indivíduos quanto para populações.

Segundo a médica, dietas não saudáveis são responsáveis por mais mortes e incapacidades, globalmente, do que o uso de tabaco, alto consumo de álcool, uso de drogas e sexo inseguro juntos. Segundo o estudo, um aumento no consumo de grãos integrais, vegetais, nozes, sementes e frutas, como alcançado em dietas à base de plantas, poderia evitar até 1,7, 1,8, 2,5 e 4,9 milhões de mortes globalmente a cada ano, respectivamente, anualmente, de acordo com pesquisas anteriores.

“Já se sabe que dietas vegetarianas e veganas com total ausência de produtos de origem animal diminuem a pressão arterial em comparação com dietas onívoras. Sua viabilidade e sustentabilidade são, no entanto, limitadas. Até agora, não se sabia se era necessária uma completa ausência de produtos de origem animal nos padrões alimentares baseados em plantas para obter um efeito benéfico significativo na pressão sanguínea”, diz Marcella.

O estudo estima que uma redução na escala da pressão arterial causada por um maior consumo de dietas à base de plantas, mesmo com produtos de origem animal limitados, resultaria em uma diminuição de: 14% nos acidentes vasculares cerebrais, 9% nos ataques cardíacos, e 7% na mortalidade geral. “Esta é uma descoberta significativa, pois destaca que a erradicação completa de produtos de origem animal não é necessária para produzir reduções e melhorias na pressão arterial. Dessa forma, fica mais fácil para o paciente colocar em prática uma mudança em direção a uma dieta baseada em plantas”.

A pesquisa ainda sugere ações multissetoriais por parte de governos e sociedade para aumentar a disponibilidade e diminuir os custos de alimentos vegetais com a intenção de promover mudanças de políticas com foco na sustentabilidade ambiental da produção de alimentos, coleta de informações científicas e consequências para a saúde. “Introduzir mais vegetais à dieta trará uma série de benefícios à saúde. Independente da opção alimentar pessoal, as escolhas devem compor um hábito de consumo variado, equilibrado e o mais natural quanto possível”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Especialista dá dicas do que fazer, ou não, na hora de regar as plantas

Observar é um dos passos mais importantes para entender as necessidades de cada uma das espécies

Ter plantinhas em casa dá vida aos ambientes, deixa tudo mais alegre e com aquela atmosfera gostosa de lar de verdade. Mas muita gente desiste de ser “mãe/pai” de plantas porque, em algum momento, já deixou uma – ou algumas – morrer e acha que não tem vocação para isso. Sim, elas exigem cuidados, mas nada que um pouco de atenção e algumas dicas não resolvam.

Gabriela Heringer no Studio Lily

Por isso, a especialista em plantas Gabriela Heringer, uma das sócias do ateliê de cerâmicas e curadoria de plantas Studio Lily, dá informações preciosas do que deve e não ser feito na hora de regar. “Olhe de verdade para as suas plantas, aos poucos fica fácil identificar as necessidades delas por meio das folhas, que murcham ou caem. Vale lembrar também que a mudança não acontece do dia para a noite, então se você regar hoje e amanhã ela ainda não estiver muito bem, espere mais uma pouco porque ela pode reagir ainda”, explica Gabriela.

Quem tem plantinhas em lugares altos, de difícil acesso ou mesmo precisa sair durante alguns dias e não tem quem possa dar um pulo em casa para regar, existem alguns acessórios que podem ajudar. Um deles é o irrigador (fotos acima), com um recipiente onde é depositada uma quantidade de água, que vai sendo gotejada aos poucos na terra.

Confira seis dicas para saber o que fazer ou não na hora de regar plantas:

Borrifador: não usar o tempo todo porque a planta pode ficar “melada”. A água fica na superfície e não molha nem a terra, nem a raiz adequadamente.

Foto: Anna Waldl/Pixabay

Rega consistente: regar ao redor da planta, ao longo de toda a borda do vaso, até sair água pelos buraquinhos do vaso.

Foto: Pasja1000/Pixabay

Sol: regar no meio do dia, com sol quente, faz a água evaporar mais rápido, a raiz pode “cozinhar”. Então os melhores horários são de manhã ou ao entardecer.

Dissolve

Dedo: nada de regar todas as plantas nos mesmos dias e horários preestabelecidos por você. Para sentir a necessidade de cada uma basta usar o dedo. Isso mesmo. Coloque a metade do dedo na terra para sentir se está seca ou não e, só então, decidir se é o momento de regar.

Água da chuva: se tiver uma varanda ou local que possa colocar todas as plantinhas durante a chuva, elas vão adorar. Uma ideia, caso não dê movimentar os vasos, é usar um recipiente para recolher a água e depois utilizá-la para regar.

Luminosidade e local: isso faz toda diferença na hora da rega. As que estão perto da janela ou do ar-condicionado precisam de muito mais água do que as que estão em locais mais escondidos e com menos vento. Neles, a água evapora mais devagar e a terra fica mais úmida por mais tempo.

Fonte: Studio Lily

Mais natureza e menos plástico: árvore de Natal natural é alternativa elegante e sustentável

Opção para substituir as árvores artificiais, os pinheirinhos naturais trazem beleza e complementam o ambiente na data mais especial e aguardada do ano

Tuia

Decorar a casa com temas natalinos é sem dúvida uma das tradições mais importantes e divertidas durante o período de festas de final de ano. Em meio às luzes e itens que remetem ao Papai Noel não há adorno mais representativo e simbólico do que a árvore de natal. Atração principal na composição para a data tão especial, montar e ornamentar os pinheirinhos é um costume disseminado no mundo todo e, também, entre os brasileiros. Porém, diferente dos países da Europa e da América do Norte por exemplo, que priorizam as espécies naturais, no Brasil foram as opções artificiais que se popularizaram.

Mas que tal adotar novos hábitos e apostar em uma versão natural da árvore de natal? “Aos poucos, as espécies plantadas tem ganhado espaço na casa dos brasileiros. Sabendo dos benefícios de ter qualquer planta ornamental incrementando, purificando e agregando graciosidade ao ambiente é fácil pontuar as vantagens em relação a utilização das opções sintéticas. Além disso, são sustentáveis e podem permanecer com a família por meses além do Natal”, comenta Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores, maior rede de floriculturas do Brasil, que anualmente prepara um estoque exclusivo de espécies naturais com tamanhos e preços variados.

Bonitas e sofisticadas, as opções de árvores de natal naturais agregam leveza e requinte a qualquer espaço. A Tuia Holandesa é a opção mais popular e pode ser encontrada em diversas dimensões. Na Esalflores, há opções com tamanhos entre 30 centímetros a 2 metros de altura, com preços que variam entre R$ 15,90 e R$ 89,90. Outras possibilidades são as Kaizucas e os Ciprestes, mas, independente da escolha, é preciso estar atento aos cuidados para mantê-las saudáveis e duradouras.

“A Tuia dura cerca de um a dois meses, dificilmente vai durar de um ano para o outro, mas é ideal para o período das festas de Natal e ano novo”, explica o diretor. “Para mantê-la saudável é preciso muita água e luz. Com relação aos enfeites, não há restrição. Assim como as árvores artificiais, os galhos suportam vários modelos de enfeites e combinam bem com os mais variados tipos de adereços natalinos. Já as luzes devem ser preferencialmente de LED, pois não esquentam e, portanto, não representam perigo para a planta”, completa.

Quanto as regas e crescimento, a maioria das espécies com perfil para árvores de natal naturais exigem regas em dias intercalados e adubação mensal com substâncias especificas encontradas em lojas especializadas. “Lembrando que é sempre importante estar atento ao aspecto da planta, checando a umidade da terra e os sinais que a aparência dos galhos e folhas oferecem”, sugere o profissional.

“Após o período de festas, basta retirar os enfeites e adornos da planta e manter os cuidados. Caso necessário, é possível transportá-la para um vaso maior para incentivar o crescimento”, finaliza Esperança.

Informações: Esalflores

Dietas à base de plantas ricas em carboidratos podem melhorar a sensibilidade à insulina

Nem todo carboidrato é um vilão e piora a saúde de diabéticos, segundo estudo publicado em julho no Journal of Diabetes & Metabolism

Ao contrário do que muita gente imagina, nem todo carboidrato é um vilão. Novos estudos são enfáticos ao dizer que dietas baseadas em vegetais ricas em carboidratos podem melhorar a sensibilidade à insulina e outros marcadores de saúde em indivíduos com diabetes tipo 1, de acordo com dois estudos de caso publicados por pesquisadores do Physicians Committee for Responsible Medicine no Journal of Diabetes & Metabolism.

“Ambos os estudos de caso acompanharam indivíduos com diabetes tipo 1 que adotaram dietas baseadas em vegetais ricas em carboidratos complexos – incluindo frutas, vegetais, grãos integrais e legumes. As equipes de saúde dos pacientes monitoraram seu controle de açúcar no sangue, fatores de risco de doenças cardíacas e outras medidas de saúde antes e depois da mudança na dieta”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Nos dois casos, houve melhora da sensibilidade à insulina.

Um estudo de caso acompanhou uma paciente do sexo feminino que foi diagnosticada com diabetes tipo 1 em 2018. Na época, seu A1c (teste de hemoglobina glicada) era de 8,7%. Ela inicialmente adotou uma dieta pobre em carboidratos (menos de 30 gramas de carboidratos por dia) e rica em gorduras, rica em carnes e laticínios. O açúcar no sangue estabilizou, mas ela precisava de mais insulina por grama de carboidrato consumido. Seu colesterol total também aumentou de 175 para 221 mg/dL.

Em janeiro de 2019, ela mudou para uma dieta baseada em vegetais, eliminando laticínios, ovos e carne. A paciente conseguiu diminuir a dosagem de insulina, manter o nível de A1c em 5,4% e baixar o nível de colesterol para 158 mg/dL. “Este estudo desafia o conceito errado de que os carboidratos são o inimigo quando se trata de diabetes. A paciente neste estudo de caso experimentou o oposto: adicionar mais carboidratos saudáveis à dieta estabilizou seu controle glicêmico, reduziu suas necessidades de insulina e melhorou sua saúde geral”, diz Marcella.

O outro indivíduo, um homem de 42 anos que foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 25, eliminou os produtos de origem animal de sua dieta e mudou para uma dieta baseada em vegetais. Ele aumentou seu consumo de carboidratos de 150 gramas para 400-450 gramas por dia. Depois de adotar uma dieta à base de vegetais rica em carboidratos complexos, ele perdeu peso, exigiu menos insulina e reduziu sua A1c – uma medida dos níveis de açúcar no sangue durante um período de 3 meses – de 6,2% para uma faixa entre 5,5-5,8%.

Os autores observam que um pequeno estudo anterior apoiou os resultados dos estudos de caso, descobrindo que uma dieta rica em carboidratos e fibras melhorou o controle glicêmico em 10 pessoas com diabetes tipo 1. Como uma próxima etapa, os autores sugerem que ensaios clínicos randomizados são necessários para verificar as descobertas dos estudos de caso, avaliar sua generalização e quantificar a eficácia das dietas à base de plantas no controle do diabetes tipo 1.

Estudos anteriores descobriram também que dietas com baixo teor de gordura à base de plantas podem ser benéficas para aqueles com diabetes tipo 2. A pesquisa também mostrou que aqueles que têm uma dieta baseada em vegetais têm aproximadamente metade do risco de desenvolver diabetes tipo 2, em comparação com os não vegetarianos. “Décadas de pesquisa provaram que uma dieta baseada em vegetais pode ser benéfica para aqueles com diabetes tipo 2. Agora, esses estudos de caso inovadores estão oferecendo esperança de que o mesmo pode ser verdade para aqueles com diabetes tipo 1”, finaliza Marcella.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Trazer a natureza para dentro de casa é importante para o bem-estar

Sete ideias que ajudam a manter o contato com a natureza e ainda aproximam a família

O contato com a natureza é uma das formas mais simples e eficientes para minimizar o estresse da vida moderna e manter um estilo de vida saudável. Em 2016, um estudo da universidade de Harvard revisou dezenas de pesquisas da área e indicou que o contato com a natureza estimula as pessoas a fazerem mais atividades físicas, perderem peso e terem menos problemas cardiovasculares, além de diminuir potencialmente os problemas de saúde mental, como estresse e depressão.

Esses resultados somaram-se aos de vários outros estudos que também apontam a relação direta da natureza com o aumento na concentração, incremento da memória e a evolução na recuperação de procedimentos cirúrgicos. Mas como manter contato com os elementos da natureza em tempos de pandemia de coronavírus, com parques públicos reabrindo de forma moderada e recomendação de isolamento social? A resposta está na criatividade.

“A natureza é parte integrante e indissociável da saúde humana e, portanto, o acesso a ela deve sempre ser garantido. Além de todos os benefícios que oferece, como ar limpo, água potável e alimentos nutritivos, é na natureza que buscamos o relaxamento, a reconexão com nós mesmos e inspirações para a vida. A natureza é o melhor remédio para a saúde física e para a saúde mental”, diz Leide Takahashi, membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN), da Comissão Mundial de Áreas Protegidas da União Internacional para a Conservação da Natureza e gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

A especialista separou sete maneiras de se conectar com a natureza, mesmo em tempos de isolamento social.

Obras de arte: estudo publicado em 2015 no International Journal of Environmental Research and Public Health apontou que imagens que retratam a natureza ajudam as pessoas a se recuperarem de situações de estresse. Portanto, ter um ou dois quadros em casa com imagens de vegetação ou de paisagens naturais é um jeito simples de cuidar da própria saúde.

Piqueniques caseiros: uma opção bem interessante de manter o contato com a natureza é realizar piqueniques em casa. A atividade é bem simples: basta estender uma toalha colorida na sala, flores, plantinhas e alimentos saudáveis para aproveitar a diversão em família. Essa também é uma oportunidade para educar as crianças sobre a origem dos alimentos e a importância da natureza.

Jardins e hortas: já que não é indicado ainda irmos até à natureza neste momento, por que não trazê-la mais para dentro de casa? Até mesmo quem mora em pequenos apartamentos pode – e deve! – cuidar de plantas, ter um minijardim ou uma pequena horta caseira. O contato com as plantas serve como uma forma eficaz de terapia, ajudando no relaxamento e na sensação de bem-estar. Mais do que isso, quando feito junto com crianças, ajuda a transmitir a mensagem da importância de se conservar e proteger as espécies e o meio ambiente.

Sons da natureza: são como uma música clássica, uma orquestra. Têm o poder de auxiliar o indivíduo a relaxar, se liberar um pouco das questões cotidianas e transportar os pensamentos para lugares e paisagens que transmitem prazer e serenidade. A Fundação Grupo Boticário montou uma playlist no Spotify com sons da natureza para que as pessoas se conectem com o mar, o canto dos pássaros da Mata Atlântica, o coral das aves ao amanhecer, os sons relaxantes produzido pelas baleias, entre outros.

Woodstream Brands

Atividades manuais: esta é uma boa maneira de reunir a família para cocriar objetos que valorizam a vida animal, promover a educação sustentável e se divertir. É possível, por exemplo, chamar a garotada para montar um minhocário, um bebedouro para os pássaros ou um abrigo para pequenas aves. Tudo com material reciclado ou reaproveitado.

Calico’s Nest

Observação de aves: a prática de observação de aves, também conhecida como birdwatching, já mobiliza cerca de 30 mil pessoas no Brasil, segundo dados da Conservação Internacional. E esta é uma prática que pode muito bem ser feita em casa, prestando atenção nas espécies de aves que estão próximas às nossas janelas, varandas e quintais, nas árvores ou até mesmo nas fiações das cidades.

Essências: além de espalhar plantas e vasos pela casa, inclusive como forma de decoração do espaço, é possível usar incensos e essências naturais que remetam à natureza e ajudem no relaxamento.

Fonte: Fundação Grupo Boticário

Shopping Garden dá dicas do que plantar no inverno

Com a produção de hortas caseiras em alta, não basta plantar, é preciso avaliar a diferença climática de cada região do país para saber o que e como plantar durante o inverno

Existe uma grande variedade de plantas, flores, hortaliças e árvores frutíferas no país, mas como há uma enorme diversidade climática no Brasil, o primeiro passo para saber o que plantar durante o inverno, é observar em qual região está a incidência do sol e também o frio da noite, para que possíveis geadas não frustrem o trabalho de ver crescer as sementes.

mostarda planta FotoRieth por Pixabay
Mostarda – Foto; Rieth/Pixabay

Para quem está produzindo hortas caseiras na região sul do país, local de frio mais intenso, a equipe de paisagistas do Shopping Garden indica o plantio de cebolinha, ervilhas, beterrabas, agrião, mostarda e radiche.

chicoria Andrew Martin por Pixabay
Chicória – Foto: Andrew Martin/Pixabay

Na região sudeste é momento de plantar chicória, couve-manteiga, salsas, rabanetes, mostarda e quiabos.

espinafre Maike Wilstermann-Hildebrand por Pixabay
Espinafre – Foto: Maike Wilstermann-Hildebrand/Pixabay

No centro-oeste abobrinha, pepino, espinafre, berinjela, tomate e melão, adaptam-se aos dias ensolarados e clima mais seco na parte da tarde.

coentro Hans Braxmeier por Pixabay
Coentro – Foto: Hans Braxmeier/Pixabay

No nordeste e norte do país, o inverno já não é tão acentuado, o sol aparece com frequência e o índice pluviométrico é mais baixo, plantar abóbora, salsa, alfaces, cenouras, espinafre, coentro, feijão e vagem é uma boa pedida para o nordeste, já no norte a hora é de plantar, melancia, moranga, cenoura, melão, morango, feijão, vagem e repolho.

pessegos Petra Šolajová por Pixabay
Pêssegos – Foto: Petra ŠolajováPixabay

“Em São Paulo, esse período do ano também é propício para o desenvolvimento de diversas espécies de frutíferas de caroço, maçã, pêssego e ameixa, são alguns exemplos de árvores que devem ser plantadas durante os meses de julho e agosto”, completa Rodrigo Xavier de Oliveira, gerente comercial do Shopping Garden Tatuapé, que também deixa claro que, nas regiões onde há geadas, esse plantio deve ser postergado para setembro.

manga arvore Bishnu Sarangi por Pixabay
Manga – Foto: Bishnu SarangiPixabay

Outras espécies resistentes e excelentes para se plantar no quintal são mangueiras, bananeiras, abacateiros e goiabeiras, lembrando sempre que os abacateiros devem ser plantados longe de telhados, garagens, ou locais que podem ser avariados com a queda das frutas. Já os vasos são uma ótima pedida para quem tem pouco espaço e ainda assim quer plantar frutíferas em casa, já que eles podem ser deslocados para ambientes com mais intensidade de luz.

amor-perfeito
Amor-perfeito

Os tipos de flores cultivadas também devem receber um cuidado especial durante a estação mais fria do ano, capuchinha, dália, gérbera, amor-perfeito, gerânio, begônias, lavandas e rosas podem ser plantadas, mas deve-se evitar os períodos de geadas.

Fertilizar e adubar a terra, escolher um local com mais incidência de raios solares, proteger as plantas de geadas e não exagerar na rega, já que o solo não fica tão seco, são alguns dos cuidados que a equipe do Shopping Garden mostra ser necessário durante o plantio de inverno, assim as plantas não serão prejudicadas pelas baixas temperaturas e estarão fortes para florescerem na primavera.

Lojas:
Shopping Garden Vila Nova
Telefone e WhatsApp – (11) 5051 8263 / (11) 95581-6609
Horário de pedidos e retiradas: de segunda a sexta-feira das 9h às 17h30 e no domingo das 9h às 13h.
Shopping Garden Tatuapé
Telefone e WhatsApp – (11) 2227-8500 / (11) 95581-4489
Horário de pedidos: de segunda a sexta-feira das 9h às 17h30 e no domingo das 9h às 13h.
Shopping Garden Sul
Telefone e WhatsApp – (11) 5591-5555 / (11) 95582-1227
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira das 9h às 17h30 e no domingo das 9h às 13h

Horta medicinal é benéfica para a saúde e o bem-estar

Professor Naturopata explica quais plantas podem tornar sua vida mais saudável

Muitas pessoas passaram a cuidar melhor das plantas e a se interessar mais em ter um pouco de natureza no lar a partir da permanência em casa em razão do distanciamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus.

Ter uma horta em casa é algo muito prazeroso e pode até ser terapêutico, pois as plantas fazem com que o ambiente adquira uma beleza natural, tornando-o mais leve e aconchegante. Além de contribuir com a decoração, o jardim pode conter plantas que são benéficas para a saúde física e psicológica, o que promove melhorias no bem-estar da família toda.

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Segundo Daniel Alan Costa, professor de fitoterapia na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da USP, naturopata e acupunturista especializado em Bases de Medicina Integrativa pelo Hospital Albert Einstein e diretor da Escola Brasileira de Naturopatia, as plantas filtram os poluentes presentes no ar, além de removerem gases que são tóxicos para a saúde e bem-estar.

“Há muitas espécies que são indicadas como um tratamento integrativo para aumentar a imunidade e tratar problemas de saúde como dores de cabeça, estresse, doenças no sistema digestivo e também nas vias respiratórias como gripes, resfriados, bronquite e até mesmo pneumonia”, destaca o naturopata.

Neste ponto, as espécies que mais se destacam e que podem ser cultivadas em casa são:

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Foto: CreativeCommons

Manjericão – além de ser rico em vitaminas, o manjericão também tem propriedades antibacterianas, antioxidantes, antiespasmódicas e digestivas e pode ser usado em saladas, massas, sopas e outras receitas. Também fica ótimo para aromatizar o azeite, por exemplo.

tomilho

Tomilho – fácil de ser plantado, o tomilho tem propriedades que ajudam o sistema respiratório, combatendo tosse e bronquite, além de melhorar infecções na boca e ouvido. Pode ser usado como chá, tempero ou com seu óleo essencial.

lavanda

Lavanda – a lavanda ou alfazema traz benefícios calmantes para o emocional, ajudando no combate ao estresse, ansiedade e insônia. Além disso, tem propriedades anti-inflamatórias, ajudando a melhorar peles com acne ou desidratadas, revigorando as células. Pode ser usada como óleo ou como chá.

hortelã
Foto: Maria Mas/Morguefile

Hortelã – muito utilizada para tratar problemas da garganta, a ingestão da hortelã pode ser feita tanto em forma de chá quanto ser adicionada em canja, sopas e outros pratos refogados.

Alecrim MGD©
Foto: MGD©

Alecrim – a essência de alecrim ajuda a estimular o cérebro e melhorar a memória, já a sua ingestão em receitas como no pão ou em chás auxilia no tratamento de dores reumáticas e contusões, no combate a problemas respiratórios, além de equilibrar a pressão arterial e reduzir o estresse.

erva doce abelhas Hheidi por Pixabay
Erva doce – Foto: Hheidi/Pixabay

Diversas outras espécies também podem ser utilizadas como um tratamento alternativo, como funcho doce, camomila, melissa (erva cidreira) e erva-doce. “Os recursos das plantas são muito valiosos para saúde, pois agem de forma natural no organismo humano, e raramente causam efeitos colaterais”, finaliza o naturopata.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa pelo Albert Einstein, professor de fitoterapia na Escola de Educação Permanente do Hospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da USP, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e diretor da EBRAN – Escola Brasileira de Naturopatia.

Cuidar de plantas vira passatempo para milhões de brasileiros durante quarentena

Especialista aponta os benefícios da presença de plantas e flores no ambiente e indica espécies ideais para cultivar em casa

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Desde o início da pandemia do novo coronavírus, autoridades de saúde do mundo inteiro apontaram o distanciamento social como a mais importante medida preventiva para combater sua disseminação. Neste momento de afastamento das atividades sociais e familiares, é preciso manter ou criar hábitos para que o tempo em casa não se torne maçante, excessivamente ocioso ou um fator de estresse e ansiedade.

Além de seguir todas as recomendações tradicionais para combater a Covid-19, entre elas adotar práticas de higiene, manter uma alimentação saudável e praticar exercícios, uma ótima alternativa para garantir que os momentos entre lazer e repouso não sejam inativos é incluir o cultivo de plantas ornamentais na rotina.

Mais do que acrescentar um toque especial na decoração de ambientes, dando vida a um espaço e deixando o lar mais elegante e acolhedor, cultivar plantas em casa é sem dúvida alguma uma das formas mais interessantes e agradáveis de aliviar as tensões do dia a dia, relaxar e garantir a saúde física e, também, emocional.

“É uma atividade prazerosa, que envolve, distrai, e sempre percebemos que também ajuda a as pessoas a desenvolverem um senso maior de cuidado e responsabilidade”, comenta Elizeu de Almeida, florista da Esalflores, maior rede de floriculturas do país. “Além disso, o convívio com plantas e flores colabora com a qualidade do ar no ambiente e ajuda a evitar desconfortos ligados a falta de umidade”, complementa o especialista.

plantas ornamentais

Para a curitibana Camila Borba, de 26 anos, que há alguns meses adotou o cultivo de plantas e flores como hobby, o contato com a natureza traz benefícios diários, além de mudar a atmosfera de casa. “Ter plantinhas em casa chega a ser terapêutico. O espaço fica mais leve e convidativo. Além de agregar de forma decorativa, cria uma ligação com a natureza que é transformadora, principalmente para quem mora em apartamentos ou locais muito urbanos e sem quintais”, conta.

Desde que passou a cultivar plantas em casa, a jornalista notou também que elas podem alterar o humor. “É relaxante. O tempo que passo regando e checando a evolução das minhas plantinhas é com certeza um dos momentos mais tranquilos do meu dia, e quando vejo que elas estão crescendo e se desenvolvendo é realmente satisfatório”, completa.

Para os iniciantes

Para quem decidiu incluir a convivência com flores durante a quarentena, mas não tem muita habilidade, o ideal é buscar espécies que se adaptam bem a espaços internos. Plantas que não demandam muita luz e nem uma frequência grande de regas são uma ótima opção para quem deseja trazer um pouco mais de natureza para dentro de casa.

“Há diversos gêneros de flores e plantas que se ajustam bem em locais fechados, mesmo em ambientes mais escuros e úmidos”, comenta Almeida. “No geral, elas são mais descomplicadas de manter e ótimas alternativas para os iniciantes no mundo das plantas”, acrescenta o profissional.

pacová Philodendron martianum

Uma boa sugestão é a planta conhecida como pacová. “Ideais para casas e apartamentos, ela precisa de claridade, mas sem luz direta e pode ser regada apenas umas duas vezes por semana”, explica o florista.

lilio da paz pixabay
Pixabay

O Lírio da Paz também é uma opção a ser considerada. “Se adapta bem a sombra e não exige mais do que regas esporádicas de acordo com a umidade da terra”, complementa.

Maranta

Outra sugestão são as marantas. “Perfeitas para serem cultivadas em locais com sombra, elas podem ser submetidas a luz do sol apenas no período da manhã com regas de pouca água, dia sim e dia não”, explica.

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As orquídeas também ficam muito bem em ambientes internos com claridade. “No inverno, as orquídeas devem ser molhadas a cada 15 dias, encharcando e deixando escorrer, e no verão uma vez por semana. Importante lembrar que elas não podem ser expostas diretamente ao sol quando não houver flores e adubar com substrato específico uma vez ao mês”, detalha o florista.

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Bambu da sorte

Há ainda opções como o Bambu da Sorte e a Avenca, perfeitas para ambientes internos. “Além de se adaptar bem ao interior das casas, elas podem ser mantidas nos vasos com terra ou podem ser transferidas para recipientes somente com água”, esclarece. O profissional ainda lembra que é sempre importante estar atento ao aspecto da planta e observar a reação dela às condições do ambiente.

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“Aos poucos é possível perceber qual a frequência ideal de regas e o local perfeito para a planta dentro da residência, fazendo com que a manutenção da planta se torne ainda mais fácil”, completa Almeida.

Fonte: Esalflores