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O bajulador e a política, por Gerson Leite de Moraes*

Nero Cláudio César, imperador romano, foi um crápula. Ele nasceu de uma família complicada, assim que veio ao mundo, seu pai biológico sentenciou aos amigos que lhe felicitavam, dizendo, que “dele e sua esposa Agripina, não poderia nascer nada que não fosse detestável e funesto ao bem público”.

De fato, assim a vida de Nero se desenvolveu. Após a morte de seu pai chamado Domício, foi adotado pelo imperador Cláudio, quando tinha doze anos. Aos dezessete, participou do envenenamento daquele que o acolheu e tomou-lhe o trono, tornando-se o novo imperador. Casou-se três vezes, matou as três esposas, bem como matou seu meio-irmão e sua mãe.

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Wikipedia

Megalomaníaco, chamou ao mês de abril, “o mês de Nero” e projetou também substituir “Roma” por “Nerópolis”. Inicialmente adotou uma política populista, incentivava jogos, distribuía presentes e vales para aquisição de trigo, roupas, ouro, prata, pérolas e escravos, mas depois de quatorze anos de governo tudo começou a mudar.

Demonstrando descontentamento com a feiura dos antigos edifícios, com a estreiteza e tortuosidade das ruas, mandou incendiar Roma, que ardeu por seis dias e noites seguidos. Também teve de enfrentar uma peste que, num único outono, matou mais de trinta mil romanos, com tudo isso, sua popularidade se esvaiu. Após uma revolta no exército, ficou isolado, teve que fugir, mas antes procurou seus “amigos bajuladores”, mas ninguém o atendeu.

Ele, então, desejou a morte, e como seus inimigos ainda estivessem longe, lamentou dizendo que naquele momento não tinha “nem amigo e nem inimigo” para auxiliá-lo em seu projeto de pôr cabo à vida. Veio a falecer pouco tempo depois, com trinta e dois anos, e o povo de Roma, ostentando o gosto da liberdade, corria de um lado para o outro da cidade, festejando a morte do lunático tirano.

O fim de Nero é exemplar e lapidar, pois as trajetórias dos tiranos parecem seguir sempre um roteiro muito semelhante, inicialmente amados e, no final de seus governos, odiados.

Além do desequilíbrio mental, típico dos ditadores populistas, outra coisa chama a atenção e parece ser comum entre eles, a saber, o fato de que amam se cercarem de bajuladores. Eles têm um prazer enorme em serem incensados à categoria de estrategistas políticos, de líderes essenciais e brilhantes que precisam lutar em nome da pátria e do bem comum, contra os inimigos reais ou imaginários.

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Imagem: 3CRCommunityRadio

Não há adversários políticos ou ideológicos, mas sim, inimigos que precisam ser eliminados a qualquer custo. A claque de bajuladores infla seus egos, alimenta seus sonhos mais macabros e os estimula a serem cada vez mais descolados da realidade. Eles vivem numa bolha, num mundo paralelo, onde todos, líder e liderados, alimentados pela cultura da lisonja e do peleguismo, são programados para dizer “sim” a todas as sandices do líder da caterva.

Plutarco diz que “a varejeira agarra-se às orelhas dos touros, e o carrapato às dos cachorros. Assim, o bajulador, ao deleitar com elogios as orelhas daqueles que amam a glória, fica-lhes de tal maneira ligado, que eles não podem mais separar-se”. Os tiranos e os maus políticos, que são projetos de ditadores, no fundo, são seres fracos moralmente, por isso, precisam tanto da presença dos bajuladores.

Apesar de fracos, são perpetradores do mal e é por isso que em qualquer regime que se preze, e que se qualifique como democrático, é fundamental o sistema de freios e contrapesos, que tem por finalidade corrigir os impulsos devassos dos tiranos e da súcia de bajuladores que o cerca. É fato que o poder embriaga, mas causa danos maiores ao sujeito de personalidade fraca, por isso, caro leitor, todo aquele que almeja entrar na política precisa seguir o conselho do velho Plutarco, já citado anteriormente.

Ele diz: “É preciso arrancar do coração o amor-próprio e a boa opinião sobre nós próprios, pois estes são os nossos primeiros aduladores que, abrindo a porta aos bajuladores estranhos, tornam-nos presas fáceis de seduzir. Se observarmos nossas palavras e nossos afetos, estaremos protegidos das armadilhas dos bajuladores”.

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Caro leitor, quando você for avaliar um político, analise também quem o cerca, se forem bajuladores tenazes, evite o político em questão e seu bando, pois eles farão muito mal à nação.

*Gerson Leite de Moraes é doutor em Filosofia e professor do curso de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie

N.R.: Não sou de publicar notas sobre política, mas acredito que o momento pelo qual o Brasil está passando pede a participação de todos. Afinal, somos nós que vivemos aqui e estamos sofrendo.

Shopping Metrô Itaquera promove ação para conscientizar população durante eleições

Em parceria com a Anchar Ivanhoe, o shopping alerta sobre a importância de votar com consciência

O Shopping Metrô Itaquera e Ancar promovem campanha Voto Consciente. A Ancar Ivanhoe, pioneira e uma das maiores empresas de shopping do país, promove a ação para conscientizar a população junto a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Alshop e Secovi.

O objetivo é fazer com que a sociedade reflita sobre a importância, legitimidade e valor do voto durante as próximas eleições. A campanha também ressalta que a compra e venda de votos geram consequências que refletem na situação governamental do país. O eleitor deve ficar atento as propostas e ideais propagados pelos partidos e estar alerta sobre as notícias falsas que circulam durante as campanhas.

“Nós acreditamos que cada um dos nossos shoppings são agentes transformadores da realidade. Por isso, com essa campanha, queremos gerar conhecimento e informação, promovendo o desenvolvimento das regiões onde estamos inseridos”, explica Diego Marcondes, gerente nacional de Marketing da Ancar Ivanhoe.

Conheça mais sobre o Voto Consciente e confira todas as informações sobre as eleições 2018 clicando aqui.

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Pesquisa aponta que brasileiros querem viver muito, mas descuidam da saúde

Maioria não adota hábitos que poderiam contribuir para a prevenção de doenças e o envelhecimento saudável

Os brasileiros desejam envelhecer com saúde e pretendem viver até os 85 anos, em média, superando a expectativa de vida atual, que é de 75,5 anos, segundo as estatísticas oficiais brasileiras¹. Mas a maioria não adota um estilo de vida que contribua para alcançar esse objetivo, com exercícios físicos regulares, alimentação equilibrada e cuidados preventivos.

Por outro lado, grande parte da população está convencida de que esses hábitos poderiam contribuir para uma maturidade mais saudável. Essas contradições são algumas das conclusões da pesquisa “Como os brasileiros encaram o envelhecimento – versão 2017”, um novo levantamento realizado pelo Instituto Qualibest com brasileiros de todas as regiões do País.

A pesquisa, que envolveu 703 adultos com 18 anos ou mais de idade, faz parte da campanha “Envelhecer Sem Vergonha – Qualidade de vida não tem idade”, uma iniciativa lançada pela Pfizer em 2015, com o objetivo de convocar a sociedade para uma conversa franca e bem-humorada sobre o tema. Naquela ocasião, foi lançada a primeira edição da pesquisa. Desta vez, algumas temáticas foram acrescentadas ao levantamento, como o impacto das mídias sociais para as diferentes gerações.

“As discussões sobre o envelhecimento se tornam cada vez mais prioritárias em uma sociedade que envelhece em ritmo acelerado, como é o caso da população brasileira. Uma vez que existem contradições importantes entre aquilo que o brasileiro almeja para a sua velhice e o que ele de fato faz no presente para garantir esse cenário positivo no futuro, é essencial convocar todas as gerações para um debate verdadeiro e aprofundado sobre o tema”, afirma o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia.

Contradições

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Foto: Shutterstock

A maioria dos entrevistados, ou 92% da amostra, afirma que sente medo de envelhecer. E, para esse grupo, os problemas de saúde são justamente o aspecto mais temido quando pensam em maturidade. Por outro lado, os dados da pesquisa apontam que a minoria das pessoas ouvidas pratica atividades físicas, mantém uma alimentação saudável ou cuida da saúde de forma preventiva, hábitos que poderiam contribuir para a prevenção de doenças no futuro. Entre os jovens de 18 a 25 anos, esses cuidados são ainda menos adotados.

Contraditoriamente, os entrevistados demonstram estar cientes de que a prevenção, a nutrição adequada e a prática de atividades físicas são fatores importantes para a manutenção da saúde vida afora. Esses foram os aspectos mais lembrados pelos participantes quando questionados sobre os elementos essenciais para um bom envelhecimento.

Os dados apontam, ainda, que para os entrevistados o aumento da longevidade está fortemente atrelado ao progresso da medicina. Ao listarem os motivos que estariam auxiliando as pessoas a viver mais, os participantes identificaram quatro aspectos relacionados a esse segmento: a melhora na medicina preventiva, como as vacinas (40%), o avanço em medicamentos (38%), a evolução no tratamento de doenças graves (36%) e nos equipamentos de diagnóstico (27%).

Receios e expectativas

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Os problemas de saúde foram mencionados por 70% dos entrevistados que temem o envelhecimento como o principal motivo de receio em relação à maturidade, mas há outros fatores associados a esse sentimento. As limitações físicas, destacadas por 64% dos entrevistados, e os problemas com a memória, ressaltados por 55% do público, também chamam a atenção.

O medo da solidão, mencionado por 45% dos participantes, é outro aspecto que chama a atenção. “No Brasil há uma tendência ao narcisismo, pois os brasileiros cultuam muito a aparência, a juventude. Então, esse medo da solidão pode ser traduzido como um receio de não ser notado, de não ser visto pelo outro no fim da vida, quando já não se tem as características da juventude que a sociedade tanto valoriza“, diz a psiquiatra Rita Cecília Ferreira, do Programa da Terceira Idade do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq-USP).

As preocupações financeiras também foram mencionadas por 45% dos participantes. Mas, ainda que as questões econômicas assumam um papel importante quando os entrevistados são convidados a pensar sobre suas expectativas para a maturidade, envelhecer próximo aos familiares (67%) é o principal anseio do grupo. A segurança financeira aparece em segundo lugar, juntamente com o tempo para realizar sonhos, com 58% das menções.

A análise comparativa entre as duas edições da pesquisa também indica que os entrevistados estão mais à vontade em dizer a idade. Em 2015, 74% dos entrevistados se mostravam confortáveis nesse quesito e a porcentagem subiu para 79% em 2017. Ainda assim, quando se investiga o comportamento de homens e mulheres diante dessa questão, é possível observar que revelar a idade continua a ser um problema maior para elas do que para o público masculino: 6,96% delas se incomodam, ante 3,78% dos homens.

Mais de 70% dos entrevistados afirmam que o envelhecimento não é motivo de vergonha e essa percepção é mais acentuada justamente entre aqueles com 51 anos ou mais, grupo em que essa porcentagem chega a 87%. Apenas 22% dos participantes se dizem constrangidos com a maturidade e, para essa parcela, os principais motivos seriam a dependência para a locomoção, mencionada por 64%, bem como a necessidade de auxílio para atividades rotineiras (60%) ou para complementar o orçamento (51%).

Diferentes gerações, múltiplos olhares

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A convivência entre pessoas de diferentes gerações é valorizada em todas as faixas etárias investigadas pela pesquisa. Entre os mais jovens, de 18 a 29 anos, a maioria (67%) afirma que os familiares mais velhos representam uma fonte de aprendizado. Já para os maiores de 50 anos, o contato com as novas gerações extrapola o núcleo familiar, de modo que 63% deles costumam participar de rodas de conversa com amigos mais jovens.

“Quando netos e avós têm a chance de envelhecer juntos, a história da família se perpetua. A criança e o jovem que convivem com um idoso, além de aprenderem com ele por meio de suas histórias de vida, provavelmente serão mais tolerantes com as dificuldades do envelhecimento no futuro, pois terão estabelecido um forte vínculo”, ressalta a psiquiatra Rita Ferreira.

As diferenças entre as gerações se expressam, principalmente, em seus pontos de vista sobre a própria maturidade. Enquanto 32% das pessoas com 51 anos ou mais afirmam que ficar mais velho está sendo melhor do que imaginavam, apenas 24% dos participantes de 18 a 25 anos compartilham dessa percepção. Ao contrário: 22% do grupo mais jovem diz que a experiência está sendo pior do que o esperado, uma porcentagem superior à média da amostra total (14%). Preocupações financeiras e aumento das responsabilidades explicam a visão negativa dos entrevistados mais novos.

Quando o assunto gira em torno das motivações para viver novas experiências, outras diferenças entre as faixas etárias se destacam. Se o espírito aventureiro é o que impulsiona as duas faixas etárias mais jovens, compreendendo as pessoas entre 18 e 35 anos, a partir dos 36 anos o principal fator considerado pelos entrevistados é a certeza de uma experiência segura, sem muitos riscos, conforme a tabela abaixo:

Facebook e política

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Uma das novidades da pesquisa são as informações sobre a vida digital das gerações. Nesse sentido, o Facebook se destaca como mídia transversal, que impacta todas as faixas etárias. Quase oito em cada dez participantes (78%) utilizam a ferramenta, que é a mídia social mais consumida pelos entrevistados, seguida pelo YouTube, com 62%. A navegação pelos sites de busca também é pronunciada, para todas as gerações.

Por outro lado, os dados da pesquisa evidenciam como a importância da televisão diminui progressivamente nas faixas mais jovens: enquanto 84% das pessoas com mais de 51 anos costumam utilizar essa mídia para se informar, apenas 45% daqueles que têm entre 18 e 25 anos utilizam esse recurso. Nessa mesma linha, o rádio é uma das mídias menos consumidas pelos mais jovens, com 14%, porcentagem que sobe para 32% entre os maduros. Essa tendência se verifica também para o consumo de jornais e revistas.

O Instituto Qualibest também investigou quais são os temas que mais interessam aos brasileiros. Embora filmes e séries representem o principal foco de atenção para todos, a discrepância no interesse das gerações por política chama a atenção. Se a temática é considerada importante para 55% dos maiores de 51 anos, só 36% dos mais jovens se interessam por esse assunto. Os mais maduros também são muito mais atraídos pelo jornalismo (79%), na comparação com o grupo dos mais novos (37%).

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“A geração mais madura tende a ser mais politizada se considerarmos que essas pessoas passaram pelas grandes transformações sociais do século 20, como a ditadura militar, a revolução sexual e o protagonismo crescente da mulher no mercado de trabalho e nas outras esferas. São pessoas que estão mudando o próprio significado do envelhecimento”, conclui Rita.

Referência:
1. IBGE. Disponível para acesso aqui. Acessado em dezembro de 2017.

Fonte: Pfizer

 

Termos políticos mais comentados inspiram cosméticos e rotina skincare

O cotidiano brasileiro mudou após denúncias e operações contra a corrupção, principalmente na Operação Lava Jato. A Consulfarma inspirou-se nestes termos (não no assunto, que é muito sério) para criar cosméticos relativos às palavras que nos bombardeiam todos os dias. Evento acontece de 6 a 8 de julho em São Paulo

Você tem noção de quantas vezes por dia você ouve falar de Operação Lava Jato? Afinal, segundo levantamento do Ministério Público Federal em seu site, são 1.765 procedimentos instaurados, 844 buscas e apreensões, 210 conduções coercitivas e 158 acordos de colaboração premiada até agora.

Aproveitando o bombardeio de termos que ouvimos diariamente na televisão, a Consulfarma lança em seu 12º Congresso o kit Operação Skincare, com produtos inspirados nessas palavras (não no assunto, que é muito sério), para reforçar a importância da rotina de cuidados com a pele. O evento traz inovações tecnológicas na área de beleza, saúde e bem-estar.

Segundo Lucas Portilho, pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma, o kit compreende seis produtos de uso diário: Lava Jato (Sabonete Líquido), Esfoliação Premiada (gel com esfoliantes), Poro Privilegiado (blur), Hidratação Coercitiva (creme hidratante), Reforma Cutânea (sérum anti-idade) e Acordo de Adstringência (tônico adstringente). Ele explica a ação de cada um dos produtos:

Lava Jato – sabonete extra suave na forma de espuma que limpa a pele sem remover excessivamente o manto hidrolipídico, responsável pela hidratação. Diferente de alguns produtos, limpa sem agredir.

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Esfoliação Premiada – gel com esferas naturais que estimulam a descamação das células mortas deixando a pele com a superfície mais uniforme e macia. Proporciona esfoliação física efetiva para melhorar o aspecto da pele.

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Poro Privilegiado – disfarçar os poros dilatados é o objetivo principal desse produto que, além da ação de mascaras os poros, proporciona efeito mate, ou seja, remove o brilho excessivo, comum em pessoas de peles oleosas. Confere efeito “segunda pele”.

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Hidratação Coercitiva – com esse produto, fica imposta a pena de que sua pele ficará livre da desidratação. Com uma combinação de manteigas e óleos vegetais, além de ativos que retardam a evaporação da água da pele. A junção desses ingredientes faz com que a barreira da pele fique íntegra e não permita a perda de água excessiva.

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Reforma Cutânea – um potente sérum com capacidade de reconstruir todas as camadas da pele — desde a derme até a epiderme. Nas camadas mais profundas, proporciona mais síntese de ácido hialurônico, mais colágeno e elastina. Nas mais superficiais, reconstrói a epiderme, garantindo relevo mais liso.

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Acordo de Adstringência – potente tônico adstringente que limpa a pele profundamente, regula o pH e controla oleosidade e poros dilatados. Indicado para a pele brasileira, que tem a característica de ser oleosa.

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12º Congresso Consulfarma

A Operação Skincare é mais uma das novidades do 12º Congresso Consulfarma, evento que apresenta inovações tecnológicas na área de beleza, saúde e bem-estar. Além dessa novidade, a Consulfarma ainda traz o sabonete em comprimido, o prendedor de cabelos antipiolho, o CosmeSelfie (cosméticos usados antes de tirar foto) e o batom preenchedor transparente. No Congresso, ainda é possível fazer o seu próprio creme (na Cosmeteria) e criar seu próprio perfume.

12º Congresso Internacional Consulfarma
Data: de 6 a 8 de julho
Horário: das 8h às 18h
Local: Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana

Do PT das lutas sociais ao PT do poder

O sociólogo José de Souza Martins explica, no novo livro lançado pela editora Contexto,como aconteceu a transformação radical do PT no exercício do poder

Há dias estou para postar esta nota, e acredito que hoje seja uma data importante para fazer isso, afinal, amanhã promete ser uma dia de mudanças no país. Espero. Para entender meu desejo, leia a nota:

O PT se apresentava como um partido que lutava nas ruas e nas portas de fábrica, nas igrejas e nas universidades pregando ética e justiça social. No que ele se transformou, após mais de uma década de exercício contínuo de poder? Em Do PT das lutas sociais ao PT do poder, lançamento da editora Contexto, José de Souza Martins, um dos mais importantes cientistas sociais brasileiros, enfrenta esta questão com coragem e objetividade.

O PT adotou uma pedagogia política maniqueísta que, ideologicamente, dividiu o Brasil em dois grandes países antagônicos e inconciliáveis. A crise que vem afastando do povo o Partido dos Trabalhadores, no entanto, pode ser explicada pela própria trajetória do PT, quando, aos poucos, o poder estruturalmente vicioso se apoderou do partido que pensava dele se apoderar.

Flagrado recebendo subornos, surgiu a figura da “corrupção altruísta” daqueles que entenderam que a propina para levar ao poder e nele manter um partido de esquerda não é condenável porque, em última instância, trata-se de “corrupção cívica” para favorecer os pobres, os que foram lesados ao longo dos séculos. Mas a suposta amoralidade do poder e do lucro não esperava defrontar-se com a moralidade da nova geração: manifestantes de rua e altos funcionários da Justiça.

Neste livro ousado e analítico, José de Souza Martins nos mostra como chegamos a este ponto.

Sobre o autor

José de Souza Martins é um dos mais importantes cientistas sociais do Brasil. Intelectual público, é professor titular aposentado de Sociologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP. Sua obra vem sendo publicada pela Editora Contexto. (entre outros, O cativeiro da terra, Uma sociologia da vida cotidiana e Linchamentos).

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Serviço
Livro: Do PT das lutas sociais ao PT do poder
Autor: José de Souza Martins
Páginas: 256 páginas
Preço: R$ 39,90
Editora Contexto

Livro Dilmês: o idioma da mulher sapiens será lançado amanhã

Amanhã, um amigo e antigo chefe de redação, da época da Bloch Editores, Celso Arnaldo Araujo, lança seu mais recente livro: “Dilmês: O idioma da mulher sapiens” na Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, a partir das 19 horas.

Celso Arnaldo é o jornalista mais talentoso e inteligente com quem tive o prazer de trabalhar. Ganhou dois prêmios Esso, quando eu acredito que o prêmio tinha mais significado… Sempre foi uma inspiração. Acredito que seu livro seja muito bom, especialmente para conseguirmos rir um pouco do momento tão ruim pelo qual o país passa. Recomendo!

Sobre o livro:

Ao esmiuçar os mais estapafúrdios conceitos e raciocínios já formulados por uma figura pública brasileira, esta sátira política honra a melhor tradição do gênero com uma viagem ao centro do saara cerebral de Dilma Rousseff. Já em meados de 2009, no exato instante em que a funcionária pública mineira de origem búlgara começou a se apresentar aos brasileiros como presidenciável, era possível notar que havia algo de errado naquele discurso no qual palavras eram despejadas a esmo, sem dar liga a uma única ideia à altura do cargo que postulava.

A partir dos discursos presidenciais transcritos na íntegra pelo Portal do Planalto, Celso Arnaldo Araujo, pioneiro na análise sintática e política da língua falada pela presidente da República, destrincha e documenta os verdadeiros espetáculos de comédia bufa protagonizados pela dramática inaptidão da oratória de Dilma.

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Dilmês: O idioma da mulher sapiens
Autor: Celso Arnaldo Araujo
Páginas: 210
Editora: Record
Preço: R$ 35,00