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Dia da Terra: para 67%, governo decepcionará se não agir agora para combater mudanças climáticas

Pesquisa da Ipsos também apontou que 3 em cada 4 entrevistados do Brasil cobram ações de empresas no combate às mudanças climáticas

Quase sete entre cada dez brasileiros (67%) acreditam que, se o governo não agir agora para combater as mudanças climáticas, estará deixando a desejar com o povo do país. O dado faz parte do levantamento Earth Day 2021, realizado pela Ipsos com entrevistados de 30 nações na ocasião do Dia da Terra, celebrado em 22 de abril. Considerando os respondentes do mundo todo, o percentual é ligeiramente menor (65%).

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Ainda que responsabilize a esfera governamental, a população do Brasil também cobra ações do setor privado. Três em cada quatro pessoas (75%) afirmam que se as empresas locais não agirem agora para combater as mudanças climáticas, elas estarão falhando com seus clientes e funcionários. No mundo, são 68%.

Além disso, 77% dos entrevistados brasileiros concordam que falharão com as gerações futuras se, enquanto indivíduos, não agirem para combater as mudanças climáticas neste momento. Levando em conta os respondentes das 30 nações, o índice é de 72%.

Apesar da ampla cobrança por iniciativas, no Brasil, 45% das pessoas acham que o governo não tem um plano claro de como vai trabalhar, em conjunto com as empresas e a própria população, para enfrentar as mudanças climáticas. Por outro lado, 26% acreditam que o governo possui, sim, ações planejadas para lidar com a questão. Globalmente, a média de respondentes que não deposita confiança no plano de ação de seu governo é de 34%, contra 31% que acreditam haver um plano claro traçado por seus governantes para o combate das mudanças climáticas.

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“Enquanto 67% dos brasileiros concordam que se o governo não agir agora para combater a mudança climática estará decepcionando as pessoas, apenas 26% dizem que o governo realmente tem um plano claro de como fazer com que o próprio governo, empresas e pessoas atuem juntas nessa questão. Com o tema de meio ambiente ganhando cada vez mais espaço no noticiário, principalmente por conta da Amazônia, isso traz um claro alerta”, analisa Ronaldo Picciarelli, diretor de clientes na Ipsos no Brasil.

“75% dos brasileiros também esperam das empresas privadas ações de combate à mudança climática, do contrário estarão decepcionando seus clientes e empregados. Isso mostra que mesmo no cenário de pandemia e seus respectivos reflexos no bolso do consumidor, as ações verdes lideradas pelas marcas e empresas ainda continuam com alta relevância para seus consumidores”, completa.

Impactos no pós-Covid

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No Brasil, 37% das pessoas acreditam que o enfrentamento das mudanças climáticas deve ser uma prioridade do governo na retomada econômica pós-pandemia, enquanto 35% afirmam o contrário. Quando perguntados a respeito de quais comportamentos pessoais esperam mudar quando as restrições impostas pela crise humanitária acabarem, 45% dos entrevistados no país disseram que irão fazer o possível para evitar o desperdício de alimentos.

Além disso, 41% falaram que vão passar a fazer mais trajetos a pé ou de bicicleta, em vez de usar o carro. A queda no consumo foi a terceira opção mais citada, empatada com a adesão ao trabalho remoto. 35% dos brasileiros afirmaram que vão comprar somente o que realmente precisam, em vez de comprar roupas, sapatos e outras coisas só por diversão, e 35% disseram que vão trabalhar mais em casa, em vez de se deslocar até ao trabalho.

“A informação de que 41% dos entrevistados no Brasil têm intenção de se locomover menos de carro e mais a pé ou de bicicleta conversa com o fato de que 35% dos brasileiros pretendem trabalhar de casa após a pandemia, uma tendência que se intensificou bastante no último ano e que parece ter se estabelecido dentro do grupo de pessoas que tem essa possibilidade. Isso também afeta a diminuição da mobilidade nas cidades, migração de consumo em comércios mais próximos do lar, maior uso de entrega em domicílio (delivery), consumo de serviços e produtos dentro do lar, assim como uma possível migração de moradias longe dos centros comerciais”, comenta Picciarelli.

O que pode ser feito?

Pensando nas atitudes que podem ser tomadas a fim de limitar a própria contribuição para a mudança climática, 54% dos respondentes no Brasil afirmam que é provável que evitem produtos que tenham muita embalagem; 46% devem passar a reciclar materiais como vidro, papel e plástico; 46% revelam a possibilidade de consumir menos laticínios ou substituí-los por alternativas, como leite de soja; e 40% pretendem comer menos carne ou substituí-la por alternativas como feijão.

A pesquisa on-line foi realizada com 21.011 entrevistados sendo mil brasileiros, com idades entre 16 e 74 anos de 30 países. Os dados foram colhidos entre os dias 19 de fevereiro a 05 de março de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Ipsos

Poluição atmosférica reduz em dois anos expectativa de vida em todo o mundo

São Paulo supera em quase 3 vezes recomendação da OMS para material particulado no ar

Um relatório lançado no fim de julho mostrou que a poluição do ar por material particulado reduz em dois anos a expectativa média de vida das pessoas em todo o mundo. O Air Quality Life Index (AQLI) destaca ainda que a poluição particulada era o maior risco para a saúde humana antes da Covid-19 — e deve voltar a ser se não houver políticas públicas voltadas a uma redução permanente após a pandemia.

“Embora a ameaça do coronavírus seja grave e mereça toda a atenção que está recebendo — talvez mais em alguns lugares –, enfrentar a gravidade da poluição do ar com um vigor semelhante permitiria que bilhões de pessoas em todo o mundo levassem vidas mais longas e saudáveis”, diz Michael Greenstone, professor de economia do Milton Friedman Distinguished Service e criador do AQLI junto com colegas do Energy Policy Institute da Universidade de Chicago (EPIC). “A realidade é que não há vacina que alivie a poluição do ar. A solução está numa política pública robusta”.

O documento afirma que se todos os países mantiverem a poluição particulada dentro dos limites recomendados pela Organização Mundial da Saúde, que é de 10 μg/m3, a expectativa de vida atual subiria de 72 anos para 74. Em média, os seres humanos estão expostos a uma concentração de 29 μg/m3 desse tipo de contaminação.

Trabalhando dentro do corpo humano sem ser percebida, a poluição particulada tem um impacto mais devastador na expectativa de vida do que doenças transmissíveis como tuberculose e HIV/Aids, assassinos comportamentais como o fumo e até mesmo a guerra. O tabagismo leva a uma redução na expectativa média de vida global de cerca de 1,8 ano. O uso de álcool e drogas reduz a expectativa de vida em 11 meses. A falta de água potável e de saneamento subtraem 7 meses. Na média, HIV/Aids reduz a vida em 4 meses, e a malária em 3 meses. Conflitos e terrorismo cortam 18 dias de vida.

Poluição em São Paulo

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marcelo Alves/Stock Photo

Mariana Veras, coordenadora do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental do Hospital das Clínicas, teve acesso ao relatório e explica que os números referentes ao Brasil estão longe de refletir a realidade nos grandes centros urbanos do país, muitos deles sem monitoramento adequado de poluentes. “No estado de São Paulo, a questão do monitoramento é um pouco melhor, já que contamos com uma rede ampla da Cetesb”, destaca a pesquisadora. “Dados dos últimos relatórios da qualidade do ar mostram que a média da concentração de PM2.5 está em torno de 28 ug/m³”. O dado citado por Veras é quase o triplo do recomendado pela OMS.

A pesquisadora explica que a poluição é uma ameaça mais grave a idosos e criança, e que moradores da periferia, que gastam mais tempo no trânsito, são mais impactados. “Os níveis atuais de poluição em São Paulo reduzem a expectativa de vida em cerca de um ano e meio, principalmente devido a câncer de pulmão e de vias aéreas superiores, infarto agudo do miocárdio e arritmias, bronquite crônica e asma”, afirma. Na capital paulista, Veras diz que a estimativa é que morre-se por poluição mais do que por acidentes de trânsito (1.556 no ano), 3 vezes e meia do que Câncer de mama (1.277), quase 6 vezes por AIDS (874) ou Câncer de Próstata (828).

A bióloga afirma que as políticas públicas brasileiras carecem de aplicação efetiva, e cita o Proconve e a Política Municipal da Mudança do Clima de São Paulo. “Nós fizemos um estudo na época do adiamento de uma das fases do Proconve. Os resultados mostraram que o adiamento por 3 anos da implementação em relação ao diesel provoca um excesso estimado de 13.984 mortes até 2040 e as despesas previstas com saúde aumentam em quase US$ 11,5 bilhões no mesmo período”.

Reduções na China

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75% de toda a redução mundial da poluição atmosférica foi feita na China. Desde que o país começou a chamada “guerra contra a poluição”, em 2013, o país reduziu a poluição em quase 40% em 5 anos, adicionando cerca de 2 anos à expectativa média de vida da população. Para se ter uma ideia da magnitude dessas medidas, foram necessárias várias décadas de redução da poluição — e até de recessões econômicas — para que os Estados Unidos e a Europa conseguissem o mesmo alívio que a China conquistou em 5 anos, sem interromper o crescimento de sua economia.

A redução da poluição atmosférica em alguns países foi anulada globalmente pelo agravamento das condições em outras regiões. A situação mais alarmante é a do Sul da Ásia, que registrou um aumento de 44% na poluição, reduzindo a expectativa de vida em 5 anos em média em Bangladesh, Índia, Nepal e Paquistão. Cerca de um quarto da população mundial vive nestes quatro países, mas eles representam 60% dos anos de vida perdidos devido à poluição.

Bangladesh é o país mais poluído do mundo, mas uma região específica da Índia — Uttar Pradesh, com quase 250 milhões de habitantes — está expondo a população a um nível de contaminação que não é comparável a nenhum outro lugar do planeta e pode custar até 8 anos de vida de seus moradores.

Sobre o Índice de Qualidade de Vida do Ar (AQLI)

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O AQLI é um índice de poluição que traduz a poluição atmosférica particulada na métrica mais importante que existe: seu impacto na expectativa de vida. Esse parâmetro foi desenvolvido por Michael Greenstone, professor de Economia do Milton Friedman Distinguished Service e criador do AQLI junto com colegas do Energy Policy Institute da Universidade de Chicago (EPIC).

O AQLI é embasado em pesquisas que quantificam a relação causal entre a exposição humana de longo prazo à poluição do ar e a expectativa de vida. O índice então combina medições de partículas hiperlocalizadas e globais, produzindo uma percepção sem precedentes do verdadeiro custo da poluição por partículas em comunidades ao redor do mundo.

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Ilustração Spencer Sutton – Science Source

O índice também ilustra como as políticas de poluição do ar podem aumentar a expectativa de vida quando cumprem as diretrizes da Organização Mundial da Saúde para o que é considerado um nível seguro de exposição, padrões nacionais de qualidade do ar existentes ou níveis de qualidade do ar definidos pelo usuário. Estas informações podem ajudar a informar as comunidades locais e os formuladores de políticas sobre a importância das políticas de poluição do ar em termos concretos.

Especialista revela como prevenir envelhecimento da pele causado pela poluição

Sabe-se que a poluição é um fator muito prejudicial à saúde da pele. Pesquisas mostram que ela tira oxigênio da pele e provoca o envelhecimento precoce, assim como os radicais livres no ar também diminuem a quantidade de colágeno, e como consequência, a pele perde elasticidade. Mas para pessoas que vivem nos grandes centros, como Rio e São Paulo, conviver com a poluição é algo inevitável.

Thais Mugani, especialista em estética e CEO da Slimcenter, aponta como a poluição pode prejudicar não apenas o meio ambiente mas a nossa saúde e a da nossa pele: “A poluição é mudança indesejada nas características do meio ambiente, sendo elas físicas, químicas ou biológicas. Os impactos da poluição na pele são silenciosos, ao contrário da radiação solar”.

O que fazer para prevenir os efeitos da poluição na pele? A especialista aponta algumas soluções para atenuar os efeitos nocivos da poluição. Confira:

Limpeza diária

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A poluição desencadeia processos inflamatórios que também obstruem os poros, favorecendo o aparecimento de cravos e espinhas. Por isso a limpeza diária da pele é fundamental. O uso de esfoliantes, água modelar e até mesmo substâncias próprias para a remoção de impurezas e maquiagem ajudam a manter a pele saudável e com menor incidência de cravos e espinhas.

Invista em uma higienização diária com um sabonete que limpa profundamente a sua pele, retirando todos os vestígios de produtos utilizados durante o dia e também desobstruindo os poros de resíduos de poluição. O ideal é realizar a higienização pela manhã, ao acordar, e à noite, antes de dormir.

Antioxidantes

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Há a necessidade de prevenir a ação da poluição sempre com produtos antioxidantes como vitamina C, resveratrol, romã, chá verde entre outros. O antioxidante auxilia na redução dos radicais livres, reduzindo também os danos causados por eles.

Hidrate-se

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Outra questão que a poluição pode influenciar no ressecamento da pele. Já sentiu sua pele ultra ressecada depois de passar um dia inteiro andando no centro de alguma grande cidade? Isso acontece porque as micropartículas, junto com o vento, desequilibram o pH da pele e, em resposta, ela pode apresentar uma textura mais seca e até vermelhidão. Por isso, a hidratação é fundamental para proteger a barreira cutânea. Aposte em produtos com ativos potentes, que vão nutrir a sua pele profundamente, como por exemplo o ácido hialurônico.

Tonifique a sua pele

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Foto: Indian Express

Lembre-se também de tonificar a pele, para equilibrar o pH, e de hidrata-la. Além disso, é necessário protegê-la com o filtro solar, a fim de manter a radiação longe de causar algum dano permanente.

Fonte: Slimcenter

Avon apresenta Renew Pollution Protect +, poderosa linha de tratamento 3 em 1

Produtos formam uma barreira invisível de proteção, ao mesmo tempo que hidratam e tratam a pele do rosto

Quando combinados, a poluição e o sol causam 90% do envelhecimento precoce da pele . Para a proteção contra esses agressores invisíveis e para agregar praticidade no ritual de skincare, a Avon lança a linha Renew Pollution Protect+ composta por Protetor Facial Diário FPS50 e Máscara Detox Com Argila Branca.

O tratamento avançado 3 em 1 protege, restaura e hidrata a pele do rosto, devido a fórmula composta por poderosos antioxidantes que criam uma barreira de proteção contra poluição e raios UV, mantendo a hidratação e proteção contra os radicais livres, além de minimizar rugas e linhas de expressão.

No Brasil, pouco se fala sobre os danos que a poluição causa na pele, mas as brasileiras já apontam preocupação com o tema. Segundo o estudo realizado pela Avon em parceria com o Ibope Conecta, 32% das mulheres utilizam tratamentos no rosto para manter a pele protegida do sol e da poluição.

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“Já vemos produtos antipoluição no mercado há alguns anos, mas no Brasil este ainda é um assunto pouco falado, as pessoas acabam não se protegendo – nem sabendo como fazer isso. Com o compromisso de democratizar a beleza, a Avon traz uma linha de proteção completa contra os agressores ambientais, criando uma barreira invisível na pele do rosto”, explica Denise Figueiredo, diretora executiva de marketing da categoria de Skincare da Avon Brasil.

“Desenvolvemos uma fórmula leve e com tecnologia Pollution Protection+, que protege a pele e repara os danos causados pelos radicais livres. Ambos são 3 em 1, com isso, simplificamos o ritual diário e semanal de cuidados da pele do rosto e adicionando proteção” complementa a executiva.

Ideal para o ritual diário de cuidados com a pele, o Protetor Facial Diário Pollution Protect+ possui fórmula leve e oil free. Ele é um complexo para proteção contra poluição que hidrata e restaura a pele do rosto. Tendo FPS 50, ele protege contra os radicais livres causados pela poluição e raios UV, que são os maiores causadores do envelhecimento. O creme tem acabamento matte e pode ser usado tanto como protetor solar quanto na proteção diária contra poluição.

Com a combinação de diferentes antioxidantes, a Máscara Detox Com Argila Branca deve ser inserida no ritual semanal de cuidados com o rosto. Ela ajuda a desintoxicar a pele dos danos causados pelos fatores ambientais, como a poluição, que contribuem para os sinais visíveis de envelhecimento. Enriquecida com argila branca, absorve o excesso de óleo e deixa uma sensação de pele purificada. A cor da máscara se intensifica enquanto seca, para que você saiba quando começou a funcionar. Em apenas 15 minutos a máscara restaura o glow e revigora.

Protetor Facial Diário Pollution Protect+:

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• Proteção FPS 50 contra raios UV;
• Antioxidante: protege a pele contra os radicais livres que aceleram o envelhecimento da pele;
• Livre de óleos;
• Acabamento matte;
• Aumenta imediatamente a hidratação do rosto em 87%;
• Oferece hidratação 24h;
• Melhora as linhas finas e rugas até 50% após apenas 2 semanas de uso;
• Reduz manchas solares.

Máscara Detox Com Argila Branca Pollution Protect+:

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• Antioxidante: protege a pele contra os radicais livres que aceleram o envelhecimento da pele;
• Enriquecida com argila branca;
• Atua em apenas 15 minutos;
• Desintoxicante: limpa poros entupidos para uma aparência jovem e radiante;
• Remove as impurezas da superfície da pele em até 84%;
• Suaviza drasticamente a aparência de linhas finas e rugas após 2 semanas de uso;
• Minimiza as imperfeições da pele e proporciona aparência suave mesmo sem maquiagem após 4 semanas de uso.

Modo de Uso

Protetor Facial Diário FPS 50: aplicar de manhã na pele limpa e seca uma pequena quantidade de loção na palma da sua mão, e espalhar suavemente pelo rosto em movimentos para cima e para fora, evitando a área dos olhos.

Máscara Detox Com Argila Branca: de duas a três vezes por semana, aplique uma camada espessa na pele limpa e seca e deixe agir por 15 minutos ou até secar completamente e escurecer. Enxaguar com água morna.

Os produtos têm preço sugerido de R$ 46,90 cada.

Onde encontrar: por meio das revendedoras da Avon pelo Brasil, via Rappi para as consumidoras das cidades de São Paulo, Osasco, Região do ABC e Rio de Janeiro e também no site.

Pesquisa Mary Kay mostra impacto de antioxidantes e vitamina C na saúde da pele

Mary Kay apresenta descobertas de dois estudos de pesquisa na Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos e no 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa

Mary Kay Inc, empresa global de beleza e líder em inovação em cuidados com a pele, continua apoiando a beleza e as comunidades científicas com a sua participação em duas conferências mundiais de dermatologia recentemente. Mary Kay participou da renomada Reunião Anual de Dermatologistas Latino Americanos (RADLA) durante os dias 4 a 7 de maio, em Buenos Aires, na Argentina, onde apresentou as descobertas dos efeitos da poluição na saúde da pele.

A empresa também foi patrocinadora do 77º Encontro Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa (SID, na sigla em inglês) em Chicago, de 8 a 11 de maio, onde divulgou as mais recentes pesquisas sobre como cinco extratos de frutas conhecidos por conter vitamina C agem para melhorar a aparência da pele.

Durante a 37ª conferência, os principais especialistas em cuidados com a pele do mundo todo se reuniram para explorar diversos tópicos, incluindo o impacto dos fatores ambientais externos que agridem a saúde da pele. Mary Kay apresentou a pesquisa com foco nas preocupações com a pele relacionadas às partículas de exaustão do diesel (PED) no meio ambiente.

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A exposição contínua às PEDs provoca o aumento dos radicais livres nas células da pele, podendo basicamente impactar os sinais prematuros de envelhecimento, como as manchas escuras e o aspecto opaco. A Mary Kay também apresentou as descobertas sobre um complexo antioxidante que pode ajudar a retardar os sinais de envelhecimento relacionados com os efeitos nocivos da PED. Esta tecnologia inovadora, presente na linha Mary Kay de cuidados com a pele TimeWise Miracle Set 3D, com patente pendente, oferece um poderosa rotina contra os radicais livres, utilizando uma abordagem exclusiva e tridimensional para combater o envelhecimento da pele.

“Os cientistas da Mary Kay passaram anos pesquisando inovadores ingredientes para desenvolver a nova coleção de cuidados com a pele que combate os radicais livres e ajuda a retardar a manifestação dos sinais precoces de envelhecimento decorrentes dos inevitáveis estressores ambientais e de estilo de vida, como a exaustão dos automóveis e a poluição do ar”, disse Lucy Gildea, Cientista Chefe da Mary Kay Inc.

Ao participar da conferência da SID, Tiffany Carle, cientista chefe adjunta da Mary Kay, apresentou as novas informações coletadas, quando analisou um sérum contendo cinco extratos de frutas ricos em vitamina C e seus efeitos na pele. Como parte deste estudo, pesquisadores da Mary Kay trataram um tecido artificial com este sérum e utilizaram uma abordagem genômica para entender como o sérum afetava a pele.

Esta avaliação genômica revelou o envolvimento de quatro principais classes de genes importantes para a firmeza da pele. Ainda, o estudo mostrou que o tratamento com sérum aumentava a produção de proteínas da matriz dérmica e das lamininas que dão firmeza à pele. Este estudo confirma como o sérum funciona para ajudar a melhorar a aparência da flacidez e textura da pele.

A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Mary Kay é formada por destacados cientistas com doutorado e outros diplomas avançados em diversas disciplinas: biologia da pele, biologia celular, química, bioquímica etc. Esta equipe de cientistas está dedicada a conduzir pesquisas de ponta e compartilhar as descobertas importantes relacionadas à saúde da pele com as comunidades científicas e de beleza como um todo.

“Nossa equipe de Pesquisa e Desenvolvimento está comprometida com o desenvolvimento tecnológico de nossos produtos para que possamos ajudar a melhorar a saúde da pele e tornar todas as mulheres mais confiantes com suas aparências”, disse Lucy. “A participação em eventos como Radla e SID nos permite aprender e compartilhar importantes pesquisas para que continuemos gerando benefícios significativos e excelentes produtos para os consumidores”.

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Todos os anos, a Mary Kay realiza centenas de milhares de testes científicos em produtos e ingredientes para garantir os mais elevados padrões de segurança, qualidade e desempenho. A Mary Kay detém mais de 1.500 patentes de produtos, tecnologias e designs de embalagens em seu portfólio global. Recentemente, a empresa anunciou a abertura de um novo centro de pesquisa, desenvolvimento e fabricação no valor de mais de 100 milhões de dólares, em Lewisville, no Texas.

Fonte: Mary Kay

Dia Mundial da Saúde: ar é destaque e a falta dele pode ser sinal de doença

Presente em diversas patologias, a falta de ar se relaciona entre a psiquiatria, dermatologia e pneumologia. Especialistas do Hospital Anchieta explicam como a poluição e ausência de oxigênio afetam o corpo humano

Problemas para respirar, poluição e sensação de que não há circulação de oxigênio, situações parecidas que se correlacionam por um mesmo elemento:o ar. Esse ar que falta aos pulmões pode significar alguma doença pneumológica, estar ligado às crises de ansiedade e, quando misturado à queima de combustíveis fósseis, gera poluição que faz mal à nossa pele.

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Aproveitando o Dia Mundial da Saúde,comemorado ontem (7), o ar é destaque entre as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e pode ser associado a diversas doenças. Em outubro de 2018, a OMS realizou a primeira Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde, em Genebra. Foram firmados mais de 70 compromissos, entre países e organizações, para melhorar a qualidade do ar. Este ano, a Cúpula do Clima da Organização das Nações Unidas ocorrerá em setembro e tem como objetivo fortalecer a ação climática e seus esforços em todo o mundo. A poluição é considerada pela Entidade como o maior risco ambiental para a saúde.

De acordo com a Organização, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído todos os dias e isso provoca a morte prematura de 7 milhões de indivíduos por ano. O pneumologista do Hospital Anchieta, Daniel Boczar, explica que os poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório e danificar os pulmões.

“Poluentes particulados e gasosos podem descompensar doenças preexistentes como asma. Eles também têm ajudado a aumentar o número de casos novos dessa doença, além do enfisema, pneumonias, infecções de vias aéreas superiores (rinossinusites) e câncer de pulmão. Atualmente, aproximadamente 50% da população do planeta vive em cidades e aglomerados urbanos e estão expostas a níveis progressivamente maiores de poluentes do ar”, explica o pneumologista.

A OMS afirma que a principal causa da poluição do ar — a queima de combustíveis fósseis — também é um dos fatores fundamentais que contribuem para a mudança climática. Mas há outras formas de poluição e o pneumologista explica como cada uma afeta o corpo humano.

“Entre os principais poluentes estão monóxido de carbono, que diminui a capacidade do sangue de transportar oxigênio pelo corpo, podendo causar diminuição da oxigenação nos tecidos; o ozônio possui papel oxidante e citotóxico, podendo causar irritação nos olhos e diminuição da capacidade pulmonar; o dióxido de enxofre relaciona-se com irritações nas vias aéreas superiores, assim como o dióxido de nitrogênio”, acrescenta Boczar.

Além do pulmão, prejudicado pela falta de ar, a mente também é afetada com os problemas relacionados ao estresse das grandes cidades, cobranças e rotinas exaustivas. Um levantamento feito, em 2018, pela OMS, constatou que o Brasil lidera o ranking de transtorno de ansiedade e depressão da América Latina com 9,3% da população manifestando o quadro de ansiedade e 5,8% com depressão.

O psiquiatra do Hospital Anchieta, Ronney Eustórgio Machado, diz que é preciso ter atenção aos primeiros sintomas das patologias. “O mais correto é procurar ajuda antes que se instale uma crise de ansiedade aguda, ou crise de pânico, que é a manifestação abrupta e intensa da ansiedade. Em todo o caso, ela pode acontecer de maneira repentina, sem que a pessoa se dê conta de que ela vai acontecer. Todo momento é hora de procurar ajuda”, conta o psiquiatra.

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De acordo com Machado, os sintomas da ansiedade variam entre angústia, medo generalizado, excesso de pensamentos conflitantes, insônia, prejuízo da concentração, cansaço, irritabilidade/falta de paciência, pensamentos premonitórios, e sintomas físicos de sobrecarga, como, por exemplo, taquicardia, dispneia (falta de ar), parestesias em membros superiores (formigamentos) sudorese, diarreia, náuseas, vômitos, sintomas físicos de sobrecarga do sistema de alerta (simpático), sensação de “queimação” na pele e de se estar com um “bolo na garganta”.

O acompanhamento com profissional é fundamental para superar a doença, segundo o psiquiatra. “Procurar ajuda mesmo se não conseguir identificar os sintomas é o primeiro passo. Na maioria dos transtornos mentais a psicoterapia é muito valiosa e importante. A família precisa ter atenção ao paciente que pode se autolesionar ou lesionar a outros, ou quando o mesmo se encontra em iminente risco de suicídio, além de grave exposição social, de ser prejudicado no seu trabalho ou vida acadêmica. A ajuda nesse momento é muito importante”, acrescenta Machado.

Outra parte do organismo que é afetada pelo ar é a pele. Segundo a dermatologista do Hospital Anchieta, Barbara Uzel, a poluição é um dos principais fatores associados ao envelhecimento extrínseco, aquele que não está associado à genética. E o sol é um fator que potencializa os problemas. “A poluição aumenta a produção de radicais livres e causa envelhecimento. Já a exposição ao sol diminui a imunidade da pele e, além de provocar câncer, causa alergias desencadeadas pela luz do sol, agravamento de colagenoses (doenças autoimunes), desencadeamento de herpes labial”, explica a dermatologista.

Os radicais livres são moléculas instáveis que danificam as células saudáveis do corpo e provocam o aparecimento de mais rugas, manchas e flacidez, o que altera a fisiologia da pele e a deixa mais fragilizada. “É preciso que haja medidas governamentais de controle de emissão de gases e manutenção de áreas verdes. As pessoas podem mudar o estilo de vida reduzindo o uso de automóveis, se prevenindo, cuidando da pele e optando por uma vida mais saudável”, afirma Barbara.

Dicas para cuidar do organismo e prevenir doenças

Pulmões

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– Aumentar a ingestão de água
– Hidratar as vias nasais com lavagem frequente com soro fisiológico pelo menos seis vezes ao dia
– Manter os ambientes umidificados – uso de bacia com água no quarto ou toalhas úmidas ou ainda uso de umidificadores. Cuidado especial na limpeza dos umidificadores para evitar a proliferação de fungos
– Manter a casa limpa e arejada (nas residências de pessoas com doenças alérgicas como a rinite e a asma)
– Uso de roupas leves quando a temperatura estiver elevada
– A natação regular, por ser uma atividade que trabalha diversos músculos é uma das modalidades esportivas mais recomendadas para pessoas com doenças respiratórias
– Evitar exercícios físicos entre 10h e 16h, com cuidado redobrado aos idosos e crianças pequenas

Mente

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– Bons hábitos de vida
– Boa convivência social e familiar
– Situação econômica minimamente digna
– Presença de uma fé ou crença sadia
– Presença do academicismo ou ocupação laboral
– Ambiente geral de vivência longe de estressores exagerados

Pele

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– O uso de suplementos (vitaminas) antioxidantes e uma alimentação saudável, sobretudo com alimentos orgânicos podem ajudar a combater a formação dos radicais livres induzidos pela poluição
– Uso correto de filtro solar indicado de acordo com o tipo de pele
– Usos de proteção física, como roupas de manga comprida, chapéus, óculos de sol e sombreiros
– Pessoas que trabalham ou praticam esportes ao ar livre devem ter cuidados redobrados

Fonte: Hospital Anchieta

Natura dá dicas de como combater os efeitos da poluição na pele

Marca apresenta um portfólio de produtos que bloqueiam a ação dos ativos poluentes, garantindo pele revitalizada e protegida

Nas grandes cidades, os níveis de poluição aumentam constantemente e com isso são notórias algumas consequências na qualidade de vida e saúde da população. Os ativos poluentes liberam metais pesados e partículas ligadas à formação de radicais livres, que provocam envelhecimento precoce na pele, além de danos celulares, secura, inflamação e pigmentação. Mas, o que muitas pessoas não sabem, é que no mercado de cosméticos já existem produtos com fórmulas inovadoras que combatem os efeitos nocivos da poluição na pele.

A Natura desenvolveu produtos antipoluição especialmente para combater essas substâncias maléficas e contribuir para a beleza da sua pele. Um deles é o novo Desodorante Gel Creme Detox, da nova linha Tododia Folhas de Limão e Graviola. A novidade proporciona hidratação imediata, proteção e purificação da pele, pois possui uma barreira protetora contra partículas poluentes que podem agredir a pele, além de combater os radicais livres – moléculas produzidas no organismo que podem danificar as células e provocar o envelhecimento precoce da pele.

Para o rosto, a Natura traz produtos da linha Chronos que ajudam a bloquear os efeitos da poluição na pele da face. O Fluido Multiprotetor FPS 50 é um filtro solar que hidrata e a previne contra os sinais do envelhecimento. Já o Chronos Concentrado Revitalizante é um tratamento intensivo que restaura a vitalidade e o equilíbrio da pele estressada, deixando-a radiante, revitalizada e macia.

Conheça abaixo os produtos antipoluição da Natura:

Desodorante Gel Creme Detox, Tododia Folhas de Limão e Graviola

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Proporciona hidratação imediata, proteção e purificação da pele, pois possui a inovadora Ação Detox Antipoluição e Antioxidante: o produto forma uma barreira protetora contra partículas poluentes que podem agredir a pele, além de combater os radicais livres, moléculas produzidas no organismo que podem danificar as células e provocar o envelhecimento precoce da pele. Sua textura leve como um gel e ao mesmo tempo deliciosamente cremosa, é ideal para a automassagem, que além de promover um momento de conexão com o próprio corpo, também potencializa a ação detox do produto, por aumentar a circulação sanguínea. Preço sugerido: R$ 31,90

Fluido Multiprotetor FPS 50

fluido 50 chronos

Muito mais que um protetor solar, o Fluido Multiprotetor Chronos FPS 50 é um escudo invisível para sua pele. Além de ser antipoluição e anti-stress, hidrata a pele e ainda previne contra os sinais do envelhecimento. Preço sugerido: R$ 77,80

Chronos Concentrado Revitalizante

natura concentrado

O Concentrado Revitalizante possui a exclusiva tecnologia antipoluição e antiestresse, para deixar a pele revitalizada e radiante todos os dias. Trata-se de um tratamento intensivo que restaura a vitalidade e o equilíbrio da pele estressada, deixando-a radiante, revitalizada e macia. O produto possui em sua fórmula a união de dois ativos que trabalham em conjunto na função de reparação de danos e reversão do envelhecimento. A sapucainha, extraído da semente da árvore brasileira, é um ativo exclusivo da biodiversidade brasileira e possui potente ação antimicrodanos, que reduz o impacto de fatores responsáveis pela formação de rugas, flacidez e manchas. Já os polifenóis, derivados do gengibre, possuem uma potente ação antioxidante em três níveis: neutralizam 91% dos radicais livres, reduzem danos celular e estimulam os mecanismos de defesa natural da pele. Preço sugerido: 128,50

Onde encontrar: por meio de uma Consultora Natura, na Rede Natura ou nas Lojas próprias da Natura, em São Paulo, São Caetano do Sul, Ribeirão Preto, Alphaville São Paulo, Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Campo Grande, Curitiba e no Rio de Janeiro.

Lixo jogado nas praias gera impactos ambientais, econômicos e prejuízo aos banhistas

Além de deixar a água imprópria para o banho, poluição na areia e nos oceanos causa a morte de animais marinhos

As festas de fim de ano e as férias levam às praias um grande número de turistas que nem sempre descartam o lixo em local adequado. Segundo um levantamento do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP), todos os anos, cerca de 190 mil toneladas de materiais plásticos são lançados ao mar, na costa brasileira. Em Santos, 117 toneladas de resíduos foram removidas da beira-mar durante a primeira quinzena de 2018, segundo dados da prefeitura. O peso é equivalente a 13 baleias francas adultas, espécie que costuma visitar o litoral paulista.

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Pixabay

O descarte incorreto do lixo, principalmente nas praias, interfere diretamente no desenvolvimento das espécies marinhas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, a contaminação dos oceanos, principalmente por plásticos, é responsável pela morte de cerca de 100 mil animais todos os anos.

Segundo o presidente do conselho da Associação MarBrasil, Ariel Scheffer, cerca de 260 espécies marinhas estão ameaçadas de extinção devido ao descarte incorreto de plásticos no mar. “Muitos animais se enroscam e ficam feridos ao terem contato com esse tipo de material, mas o problema principal é a ingestão do plástico, que é tóxico e não é um elemento natural do trato digestivo”, explica.

O biólogo, que é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, destaca que as aves marinhas e as tartarugas são as mais prejudicadas por confundir sacolas com alimentos da cadeia alimentar, como águas vivas e pequenos organismos. “Dos animais encontrados mortos, 100% das tartarugas verdes e 75% das aves marinhas possuem plástico no estômago.”

Além de impactar as espécies marinhas, os resíduos descartados nas praias também interferem na vida dos banhistas, que podem se ferir com determinados objetos. A sujeira também reduz a balneabilidade, que é o índice usado para verificar a qualidade da água destinada à recreação. Desse modo, ela se torna imprópria para o banho, podendo gerar doenças.

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Os prejuízos afetam ainda a economia dos municípios, que precisam aumentar as despesas com a limpeza das praias e perdem a receita com o turismo. No setor da navegação e nas atividades pesqueiras, a produtividade tende a diminuir devido à morte dos peixes e à poluição dos oceanos.

Sobre a Rede de Especialistas

A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Nota da redação: por favor, não seja uma dessas pessoas que fazem isso!

Hoje é o Dia Mundial do AVC

Federação Mundial de Neurologia faz alerta internacional sobre a poluição do ar; efeito dos poluentes na atmosfera é aumento no número de casos de doenças importantes, como AVC

A Federação Mundial de Neurologia (WFN) enfatiza, neste 2018, os prejuízos da poluição do ar à saúde, por intermédio da campanha “Ar limpo para a saúde do cérebro”.

Nos últimos anos, cientistas confirmaram que os poluentes entram no corpo através dos tratos respiratório e alimentar, causando respostas inflamatórias subliminares e atingindo o cérebro através da corrente sanguínea ou do sistema respiratório superior. O dano resultante à microbiota intestinal também pode ter um impacto no cérebro.

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O estudo Global Burden of Disease, realizado em 188 países, conclui que o ar poluído é responsável por 30% dos casos de AVC (Acidente Vascular Cerebral). “No Brasil, temos cerca de 220 mil novos casos de AVC por ano. Do total, aproximadamente 90 mil vão a óbito, 20% ficam com sequelas graves e outros 20%, sequelas moderadas”, informa o diretor científico da ABN (Academia Brasileira de Neurologia), o neurologista Rubens Gagliardi. Ele explica também que o ar poluído aumenta a pressão arterial, “que é a principal causa do AVC”.

A poluição também aumenta a agregação plaquetária e diminui a oxigenação do cérebro: “A pesquisa de risco de AVC é importantíssima, pois o AVC mata e incapacita, mas pode ser prevenido”. A prevenção primária do AVC é feita fundamentalmente combatendo os fatores de risco, como hipertensão arterial, diabetes, cardiopatias, colesterol, tabagismo, sedentarismo.

“Recentemente, estudos mostraram que a poluição atmosférica é um fator de risco para o AVC e para as doenças vasculares, assim como a Doença de Parkinson e de Alzheimer. Então é primordial o combate à poluição dentro de um programa de redução do AVC”, ressalta o neurologista.

Os poluentes presentes no ar vêm aumentando os problemas de saúde da população. Estimativas atribuem 9 milhões de mortes anuais aos problemas causados pela contaminação.

Alguns poluentes causam severos efeitos em todos os cantos do planeta, sendo que a lista dos danos ao homem é imensa. Entre elas, os pesquisadores incluem aumento da pressão arterial, cardiopatias, danos às células cerebrais e até envelhecimento das células.

Outras pesquisas apontam que a poluição é um complicador para o autismo, os transtornos de déficit de atenção em crianças, a demência e o desenvolvimento da doença de Parkinson, embora dados científicos ainda não estejam disponíveis.

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Para evitar os malefícios causados pela poluição do ar, é necessário que governos e população mudem os hábitos, estimulem a mudança de comportamento e invistam na limpeza da atmosfera, pois os impactos ambientais causados pelo homem geram consequências mundiais para saúde pública.

Daí a relevância de estratégias e políticas públicas para reduzir a poluição e, por consequência, evitar uma série de doenças graves que atingem povos.

Fonte: ABN (Academia Brasileira de Neurologia)

Asma X Rinite: apesar dos sintomas diferentes, doenças possuem mesmos gatilhos

Uma pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros convivem com doenças respiratórias¹. Entre elas, a asma e a rinite parecem ser as mais comuns e fazem parte da rotina de milhares de brasileiros por meio de crises que, por causarem falta de ar e espirros persistentes, atrapalham tarefas diárias e geram visitas ao médico, como aponta o Datasus. Segundo o departamento, a asma chega a ser a terceira causa de hospitalização pelo SUS em algumas faixas etárias².

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios. A doença não tem cura e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse². Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar de causa. Entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos³.

Embora seus sintomas sejam diferentes, a asma e a rinite possuem gatilhos em comum. Conheça algumas das principais causas de crises:

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Wikilmages/Pixabay

Ácaros, fungos e pólen – podem provocar crises de rinite porque estressam o sistema respiratório como um todo e, consequentemente, causam reações alérgicas. Já os asmáticos, sofrem com o aparecimento de sintomas, pois passam por um processo de aumento da inflamação dos brônquios. Os ácaros são comuns em locais com acúmulo de poeira, como colchões, travesseiros e carpetes; os fungos, comuns principalmente no fim do verão e outono, crescem em locais escuros e úmidos; já o pólen se torna mais intenso na primavera²,³.

gato e cachorros na cama

Animais de estimação – a pelagem dos animais é o principal vilão. Por si só provocam reações alérgicas, mas também contribuem para o acúmulo de ácaros. O que diferencia é que o grau e a frequência da exposição podem causar mais ou menos crises e também influenciar na intensidade delas².

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Banco de imagens/Google

Fumaça de cigarro e poluição – mesmo que o paciente com asma ou rinite não fume, o contato com a fumaça que sai da ponta do cigarro, bem como aquela dissipada no ar de grandes metrópoles, é suficiente para provocar crises e aumentar a gravidade e frequência delas².

Por serem manifestações de uma mesma doença, a alergia respiratória, é comum o aparecimento de sintomas tanto da asma quanto da rinite de forma simultânea. Por isso é preciso estar atento para saber diferenciar as doenças³.

“Tanto a asma quanto a rinite são doenças crônicas que não têm cura. Algumas características que podem ajudar a identificar se a pessoa está tendo uma crise de asma ou de rinite são o chiado no peito e retrações intercostais, ou seja, a pele entre as costas repuxa durante a respiração”, explica o pneumologista Clystenes Odyr. “Já a rinite, embora possa produzir sintomas similares, desenvolve mais reações como espirros e coceira no sistema respiratório”, completa.

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O melhor a fazer é evitar o contato com esses gatilhos. Ácaros, fungos e pólen podem ser controlados com a limpeza e arejamento adequado do ambiente, bem como pela exclusão de tapetes, carpetes e objetos que favoreçam o acúmulo de poeira². Quanto aos animais de estimação, restrinja o contato a ambientes abertos e ventilados, evite dormir com os cães ou gatos na cama².

“O tabagismo é extremamente desencorajado para pacientes que convivem com essas doenças por motivos claros, já que o hábito sobrecarrega ainda mais o sistema respiratório. Já no caso da poluição, evite as janelas abertas no trânsito intenso e procure frequentar locais mais arborizados sempre que possível”, reforça o especialista.

Vale lembrar que manter a hidratação em dia, praticar atividades físicas regularmente e, mais importante, fazer o controle dessas doenças com o auxílio de um especialista, são medidas essenciais para manter a qualidade de vida².

Saiba mais sobre a asma

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Desenvolvida pela Chiesi, grupo farmacêutico que oferece soluções terapêuticas de ponta para o tratamento dos variados níveis de asma, a Campanha Você Sem Asma traz informações e conteúdos relevantes, compartilha dicas de controle da doença para que o paciente “dê um chega para lá na asma”. O espaço também oferece informações sobre a obtenção de medicamentos para asma de maneira gratuita via Farmácia Popular. Saiba mais por meio dos canais – website, fanpage e twitter.

Referências
1. https://veja.abril.com.br/saude/44-dos-brasileiros-sofrem-com-problemas-respiratorios/
2. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
3. Associação Brasileira de Alergia e Imunologia

Fonte: Grupo Chiesi