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Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

Hipertensão arterial afeta 1 em cada 4 brasileiros; “pressão alta” é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças no coração, cérebro e rins que podem ser fatais

Ao aferir a pressão arterial, o esperado é que o resultado seja em torno de 120 por 80 mmHg. Quando o número registrado é igual ou maior do que 140 por 90 mmHg, a hipertensão é diagnosticada. De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 38 milhões de brasileiros sofrem com essa doença. O grande perigo é que, em 99,9% dos casos, ela não apresenta sintomas.

“Chamamos a doença de ‘inimigo silencioso’ porque ela provoca danos no organismo sem dar sinais. São cerca de 300 mil mortes registradas por ano no Brasil devido às doenças no coração e cérebro, segundo o Ministério da Saúde. Por conta desses quadros, podemos certificar que 80% dos óbitos por acidente vascular cerebral (AVC-derrame cerebral) e 60% dos infartos agudos do miocárdio foram causados pela pressão arterial elevada”, revela Celso Amodeo, cardiologista do sono e especialista em hipertensão arterial do Hcor.

Por ter múltiplas causas, entre elas fatores genéticos e ambientais, o médico alerta que não é fácil determinar o que leva à chamada “pressão alta”. No entanto, é preciso ter em mente que há diversas maneiras de preveni-la. “Começando pelos bons hábitos, como manter uma alimentação saudável, com pouco sal, praticar exercícios físicos, não fumar e não ingerir bebida alcoólica. O que poucas pessoas sabem é que a qualidade do sono pode influenciar a pressão arterial. A apneia obstrutiva do sono, por exemplo, impacta no controle da pressão arterial. Além disso, o uso indiscriminado de alguns medicamentos, como anti-inflamatórios não hormonais, pílula anticoncepcional e os sprays nasais com vasoconstritores também podem levar ao desenvolvimento da hipertensão”, explica Amodeo.

Para o diagnóstico, é importante observar a pressão arterial ao longo de 24 horas. “Isso porque temos casos de hipertensão noturna, durante o sono, que também trazem um risco cardiovascular aumentado aos pacientes, mesmo quando a pressão arterial de vigília está dentro dos valores aceitáveis. Devido às diversas causas da pressão alta, a conduta é baseada em múltiplos medicamentos que agem em diferentes sistemas do organismo”, esclarece Amodeo.

Aprenda a aferir a pressão

Oscilométrico

Seja em casa, no consultório do médico ou na farmácia, fazer a medição com certa regularidade pode salvar a vida. Existem dois tipos de aparelhos para aferir a pressão arterial: os aneroides que empregam o método auscultatório e necessitam de estetoscópio; e os aparelhos digitais que empregam um método chamado oscilométrico. Independentemente do modelo escolhido, são indicados alguns cuidados:

Não tomar medicamentos antes
-Não estar com bexiga cheia
-Não ter praticado exercícios físicos há pelo menos 60 minutos
Descansar 5 minutos antes de iniciar
-Estar sentado e não cruzar as pernas
-Não falar durante a medição
-Utilizar sempre o braço esquerdo
-Não tomar café ou álcool 30 minutos antes

Fonte: Hcor

Silenciosa e devastadora: pressão alta pode desencadear sérios danos cerebrais em longo prazo

Baseado em estudos internacionais recentes, Neurocirurgião Feres Chaddad alerta sobre a relação da hipertensão com consequências neurológicas graves

A hipertensão é uma das doenças crônicas com maior prevalência entre a população brasileira. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em novembro de 2020, mais de 38,1 milhões de pessoas com 18 anos ou mais se enquadram como hipertensos, número que corresponde a 23% da população total do país.

Assim como a alta incidência, o alerta que esses dados também devem trazer é que apesar de estar constantemente relacionada a problemas cardíacos e hepáticos, pacientes com hipertensão descontrolada podem também sofrer com comprometimento significativo do cérebro e suas funções.

“A pressão alta está por trás de cerca de 80% dos casos de acidente vascular cerebral (AVC). Uma taxa altíssima que precisa ser considerada. Além de também ser responsável por casos de aneurismas, cegueira, derrames, isquemias, arteriosclerose e demência vascular, novos estudos têm evidenciado os riscos da doença que já temos acompanhado ao longo dos anos no consultório, especialmente da relação com doenças neurológicas”, explica Feres Chaddad, Professor de Neurocirurgia da Unifesp, especialista em danos neurológicos e Malformação Artério-Venosa.

O Artigo “Hypertension-induced cognitive impairment: from pathophysiology to public health”, publicado em junho de 2021, é uma das revisões mais recentes sobre a associação da hipertensão com impactos no cérebro. Segundo o estudo, a pressão alta afeta a integridade estrutural e funcional da microcirculação cerebral, causando alterações patológicas importantes nos pequenos vasos, que contribuem para o surgimento de hemorragias, infartos lacunares (silenciosos e que podem se acumular e provocar sequelas a longo prazo), assim como lesões da substância branca (comum na população idosa e principalmente nos indivíduos com fatores de risco cardiovasculares), e aumento do declínio cognitivo.

Impactos cerebrais da doença

O artigo aponta que as consequências cerebrais induzidas pela hipertensão podem ser consideradas como resultado do envelhecimento vascular acelerado pela doença. Outras alterações ressaltadas se referem ao desenvolvimento de placas ateroscleróticas (acúmulo de gordura) em artérias cerebrais maiores, que desregulam o fluxo sanguíneo cerebral e levam a derrames isquêmicos.

“A pressão alta pode bloquear e entupir as artérias, que ficam mais enrijecidas e propensas ao surgimento de AVCs, aneurismas e outras patologias. Em idosos, os perigos são ainda maiores, devido a doença provocar a má adaptação da circulação cerebral, que resulta em danos à estrutura microvascular, ruptura da barreira hematoencefálica (estrutura que previne a passagem de substâncias do sangue para o sistema nervoso central), estresse oxidativo e defasagem do acoplamento neurovascular”, complementa Feres.

Outro ponto a destacar é que a hipertensão descontrolada acelera também o declínio cognitivo, podendo comprometer a memória, concentração e raciocínio. Segundo uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que utilizou como base de dados o Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA Brasil, depois de quatro anos de acompanhamento, 22% dos voluntários que apresentavam pré-hipertensão e 46,8% que eram hipertensos demonstraram declínios cognitivos importantes.

Subnotificação de danos neurológicos

Pixabay

A desatenção aos sintomas neurológicos leves e intermediários, a dificuldade do acompanhamento de pacientes e grupos de risco que não acessam o sistema de saúde e a falta de atendimentos integrais que observem os impactos na saúde de maneira específica, mas abrangente, esconde um problema muito mais expressivo. Parte desses pacientes pode vir a desenvolver manifestações neurológicas tardias e ter seu processo terapêutico impactado.

Necessidade do acompanhamento neurológico global

“A implementação de centros de triagem neurológica em hospitais e postos de atendimento é urgente. O acompanhamento longitudinal, com equipes multidisciplinares e check-ups médicos regulares é fundamental para todos os pacientes acometidos por doenças importantes, como a hipertensão. Incluir avaliação neurológica para examinar vários domínios cognitivos pode identificar alterações neurológicas, de maneira precoce, e assim trabalhar na redução da incidência de danos graves e riscos futuros”, reforça Chaddad.

Confira lista com alguns dos piores alimentos para quem tem pressão alta

Pressão alta é algo muito comum e atinge muitas pessoas. Pior que elas poucas vezes conseguem mudar a dieta e evitar aqueles alimentos que podem piorar a situação. Se for o seu caso, confira a lista abaixo e tente riscar estes alimentos da sua rotina diária:

Comida de restaurante

Mircea Iancu/Pixabay

A lasanha que você ama no seu lugar favorito pode ser incrível, mas provavelmente está cheia de sódio. Pesquisas sugerem que a maior parte do sódio nas dietas vem de restaurantes e alimentos embalados. Procure opções de menu de baixo teor de sódio ou peça ao chef para fazer sua refeição sem sal. Experimente outros sabores, como peixes e legumes com sumo de limão. A maioria dos adultos não deve comer mais de 2.300 miligramas de sódio por dia. Isso é apenas uma colher de chá!

Refeições congeladas

Foto: Aimee Law

Elas são rápidos e convenientes. Mas elas também estão carregadas de sódio, por isso é melhor evitá-las. Se você precisa de algo rápido de vez em quando, procure opções com 600 miligramas de sódio ou menos.

Snacks salgados

Getty Images

A maioria dos chips, biscoitos e pipoca de micro-ondas são ricos em sódio. Por exemplo, uma porção 28 gramas de batatas fritas simples tem cerca de 50-200 miligramas de sódio. Experimente nozes baixas doses ou mesmo sem sódio, sementes, chips ou pretzels quando o desejo bater. Ou experimente cenouras frescas ou palitos de aipo para uma crocância satisfatória.

Alimentos em conserva e seus sumos

Kimchi, chucrute e outros alimentos em conserva ou salgados muitas vezes têm bastante sódio. Cerca de 83 gramas de suco de picles têm cerca de 900 miligramas, dependendo da marca. Tente limitar a quantidade de alimentos em conserva que você come. E experimente marinadas feitas de vinagre, suco de abacaxi ou frutas cítricas como limões, limas e laranjas. Eles adicionam um sabor acre com menos sódio.

Pão

Não é especialmente salgado, mas tem muito sódio. Uma fatia de pão branco tem entre 80 e 230 miligramas. Da próxima vez que você fizer um sanduíche, pegue pão integral, um muffin inglês, ou uma tortilla para diminuir o sódio. Você também pode comer seu sanduíche “de cara aberta” com apenas uma fatia.

Sopa pronta

É deliciosa em um dia frio, mas muitas vezes é rica em sódio. Uma xícara de sopa de tomate pode ter entre 700 e 1.260 miligramas de sódio. Compre versões de baixo teor ou faça o sua própria versão com ervas e especiarias.

Suco e molho de tomate prontos

Três quartos de uma xícara de suco de tomate enlatado embala 660 miligramas de sódio. Procure por versões com baixo teor.

Carne processada

Pixabay

A carne de um lanche normalmente tem cerca de 750 miligramas ou mais de sódio por porção. São cerca de seis fatias finas. Outras carnes processadas também ricas em sódio incluem cachorro-quente, carne enlatada, bacon e salsicha. Adicione carne de porco salgada, presunto e reposição à lista, também. Fique com peixe, frango e cortes magros de carne.

Pizza

MorgueFile

Seja congelada ou do seu local de entrega favorito, provavelmente é rica em sódio. Uma fatia de 114 gramas de pizza de queijo congelado tem de 370 a 730 miligramas. A mesma fatia em uma pizzaria tem ainda mais, a 510-760 miligramas. Para diminuir, peça uma pizza menor e abandone a borda recheada. Opte por borda fina e legumes para obter ainda mais benefícios para a saúde.

Cerveja, vinho e álcool

Cocktails

Suas chances de pressão alta aumentam quando você bebe muito álcool. Os homens não devem ficar com mais de duas doses por dia. As mulheres devem ficar em uma só. O vinho tinto tem sido ligado à saúde do coração, mas você ainda deve limitar a quantidade que bebe.

Queijo

FreePhotos

Alguns tipos são mais propensos a aumentar a pressão arterial do que outros. Escolha queijos que são naturalmente baixos em sódio, como o suíço, que tem 75 miligramas por uma porção. Cabra, ricota e mussarela fresca também são boas. Queijos processados e duros, como americano e cottage, têm mais sódio. Meia xícara de queijo cottage normal tem 455 miligramas.

Condimentos

Ketchup, molho de soja e molho de salada são todos ricos em sódio. Compre substitutos de baixo teor. Ou experimente suco de limão e vinagre para adicionar sabor.

Fonte: WebMD

Dieta baseada em vegetais e pouca quantidade de carne e laticínios ajuda a diminuir pressão arterial

Queijos e outros produtos lácteos, além da carne, são alimentos que devem ser consumidos com muita moderação por pacientes hipertensos. Estudo, publicado em julho no Journal of Hypertension, avaliou que mais importante que não comê-los é priorizar os vegetais na dieta.

“Segundo o estudo, qualquer esforço para aumentar alimentos à base de plantas em sua dieta e limitar produtos animais provavelmente beneficiará sua pressão arterial e reduzirá o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores da Universidade de Warwick conduziram uma revisão sistemática de pesquisas anteriores de ensaios clínicos controlados para comparar sete dietas à base de plantas, várias das quais incluíam produtos de origem animal em pequenas quantidades, a uma dieta de controle padronizada e o impacto que estes tiveram na pressão arterial dos indivíduos.

Foto: Olga’s Flavor Factory

“As dietas à base de plantas sustentam o alto consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes e sementes, limitando o consumo da maioria ou de todos os produtos de origem animal (principalmente carne),” afirma a médica. A pressão alta é o principal fator de risco global para ataques cardíacos, derrames e outras doenças cardiovasculares. Uma redução na pressão sanguínea traz importantes benefícios à saúde, tanto para indivíduos quanto para populações.

Segundo a médica, dietas não saudáveis são responsáveis por mais mortes e incapacidades, globalmente, do que o uso de tabaco, alto consumo de álcool, uso de drogas e sexo inseguro juntos. Segundo o estudo, um aumento no consumo de grãos integrais, vegetais, nozes, sementes e frutas, como alcançado em dietas à base de plantas, poderia evitar até 1,7, 1,8, 2,5 e 4,9 milhões de mortes globalmente a cada ano, respectivamente, anualmente, de acordo com pesquisas anteriores.

“Já se sabe que dietas vegetarianas e veganas com total ausência de produtos de origem animal diminuem a pressão arterial em comparação com dietas onívoras. Sua viabilidade e sustentabilidade são, no entanto, limitadas. Até agora, não se sabia se era necessária uma completa ausência de produtos de origem animal nos padrões alimentares baseados em plantas para obter um efeito benéfico significativo na pressão sanguínea”, diz Marcella.

O estudo estima que uma redução na escala da pressão arterial causada por um maior consumo de dietas à base de plantas, mesmo com produtos de origem animal limitados, resultaria em uma diminuição de: 14% nos acidentes vasculares cerebrais, 9% nos ataques cardíacos, e 7% na mortalidade geral. “Esta é uma descoberta significativa, pois destaca que a erradicação completa de produtos de origem animal não é necessária para produzir reduções e melhorias na pressão arterial. Dessa forma, fica mais fácil para o paciente colocar em prática uma mudança em direção a uma dieta baseada em plantas”.

A pesquisa ainda sugere ações multissetoriais por parte de governos e sociedade para aumentar a disponibilidade e diminuir os custos de alimentos vegetais com a intenção de promover mudanças de políticas com foco na sustentabilidade ambiental da produção de alimentos, coleta de informações científicas e consequências para a saúde. “Introduzir mais vegetais à dieta trará uma série de benefícios à saúde. Independente da opção alimentar pessoal, as escolhas devem compor um hábito de consumo variado, equilibrado e o mais natural quanto possível”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

casal meia idade feliz

Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

hipertensao coração pressao alta pixabay

À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

obesidade mulher obesa gorda pixabay
Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

joelho

Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

usando bombinha asma mulher

Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

surdez

Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

olhos glaucoma catarata

Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

cancer de mama

A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

mulher pensando depressao grisalha

Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

dor nas costas

Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

Tem pressão alta? Veja alimentos para adicionar à sua dieta

por Michelle Guerrere

Ouvimos sobre a pressão alta com bastante frequência, mas é provável que muitos de nós não saibam o que realmente isso implica. Aqui está o básico: pressão sanguínea é a força do nosso sangue empurrando nossas artérias para que elas possam viajar para outras áreas do corpo de nosso coração (a força aumenta e diminui ao longo do dia; mas quando permanece alta, é quando torna-se hipertensão arterial). Quando sua pressão arterial está alta, pode causar doenças cardíacas e, potencialmente, levar a um derrame.

Além disso, um em cada três norte-americanos com mais de 20 anos tem pressão alta, de acordo com a American Heart Association. A boa notícia é que, se você tem pressão alta, uma dieta saudável, cheia de certos alimentos, manterá seus níveis sob controle. A maioria dos alimentos “estrela de ouro” para pessoas com pressão alta é rica em potássio, magnésio e cálcio (todos os minerais que ajudam no relaxamento dos vasos sanguíneos). Confira abaixo um plano de refeição saudável que irá manter a sua pressão arterial na zona de segurança durante todo o dia.

Para o café da manhã:

cookie com grãos half baked harvest.jpg
Foto: Half Baked Harvest

Os médicos não conseguem identificar exatamente o que na semente de linhaça reduz a pressão arterial, mas um estudo mostrou que as pessoas que a consumiram durante um período de seis meses viram uma diminuição na pressão sanguínea. Quinoa contém potássio, magnésio e cálcio, além de chocolate amargo também é benéfico (vamos falar sobre isso mais tarde).

Para o lanche:

smoothie minimalist baker
Foto: Minimalist Baker

Suco de romã é um all-star quando se trata de combater a pressão arterial elevada (um estudo descobriu que beber mais do que uma xícara todos os dias durante um mês causou uma queda na pressão arterial). Bananas e couve são ricas em potássio, magnésio e cálcio.

Para o almoço:

salada de graos, frutas e noezes foodie crush
Foto: Foodie Crush

Um novo estudo mostra que o pistache é a melhor oleaginosa quando se trata de baixar a pressão arterial elevada em adultos.

Para o jantar:

tilapia pinch of yum
Foto: Pinch of Yum

Tilápia é rica em magnésio e potássio, além disso, um estudo de 2012 provou que as mulheres que consumiam azeite tinham pressão arterial mais baixa (especialmente aquelas que naturalmente tinham pressão arterial mais alta para começar).

Para sobremesa:

cookie com grãos half baked harvest
Foto: Half Baked Harvest

Os flavonóis (nutrientes à base de plantas) que estão no chocolate escuro estão ligados à produção de ácido nítrico, que é conhecido por expandir os vasos sanguíneos e, portanto, diminuir a pressão arterial.

Fonte: My Domaine