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Viv Shot é novidade na linha de saudáveis da Vigor

O lançamento faz parte da linha Vigor Viv e possui probióticos que auxiliam na digestão e contribuem para saúde da flora intestinal, além de contar com ingredientes 100% naturais

A Vigor, sempre atenta às necessidades de seus consumidores e com o compromisso de liderar o setor de lácteos saudáveis até 2025, traz cada vez mais inovações para o seu portfólio. A marca acaba de lançar Vigor Viv Shot em três diferentes sabores, uma bebida fermentada com ingredientes 100% naturais, probiótico BB-12 e benefícios que unem funcionalidade e bem-estar.

Além de ser um excelente aliado da flora intestinal e auxiliar da digestão, cada um dos três sabores de Viv Shot apresenta ingredientes diferentes que contribuem para o bem-estar do consumidor. O Shot Energia é feito com água de coco, tangerina e guaraná, elementos que melhoram a disposição e trazem mais energia para enfrentar o dia a dia; o Shot Relax, com maracujá, camomila e mel, além de ser fonte de colágeno, é indispensável para aqueles que precisam desacelerar durante a rotina corrida; já o Shot Imune, que combina limão, mel e gengibre e é fonte de vitamina C, traz compostos que ajudam na manutenção da imunidade.

Em 2021, com a chegada da linha Vigor Viv, a marca deu seu primeiro passo para mostrar como é possível manter uma vida saudável de um jeito gostoso. A linha conta com produtos diferenciados e saborosos.

As pessoas têm buscado cada vez mais a saúde holística, aquela que reúne cuidados também com o emocional e o mental, e a marca tem acompanhado o aumento na procura por produtos que levem em consideração esses aspectos. Eduardo Jakus, diretor de marketing da Vigor Alimentos, comenta o papel da marca nessa tendência: “Estamos vendo, cada vez mais, a necessidade de disponibilizar aos nossos consumidores produtos que vão além da funcionalidade. Queremos oferecer produtos que entreguem uma nova percepção da saudabilidade, que, além de serem saudáveis, sejam verdadeiramente saborosos e mostrem que existe um jeito gostoso de se sentir bem. Vigor Viv Shot vem para trazer exatamente esse benefício holístico aos consumidores”.

Os lançamentos estão disponíveis nos principais pontos de venda de todo o país pelo preço sugerido de R$ 2,49.

Sobre Vigor Viv

Completa e variada, a linha Vigor Viv traz produtos essenciais para nutrir uma vida mais equilibrada e gostosa. A marca também apresenta entre seus produtos uma grande inovação no Brasil: o iogurte Vigor Viv Búlgaro, nova categoria de iogurtes com um teor de gordura menor que um copo de leite, apenas 2g e é a melhor combinação entre sabor e saudabilidade. O portfólio de Vigor Viv ainda é composto por mais sete linhas de iogurtes entre eles, os naturais, funcionais e com benefícios variados, como grãos, alto teor de proteína, menor percentual de gorduras e zero adição de açúcares.

Informações: Vigor Viv

Especialista desvenda mitos e verdades sobre a kombucha

A expert Ju Fuscaldo, da Experiências do Chá, empresa especializada na produção de kombuchas artesanais, esclarece as principais dúvidas sobre a bebida probiótica que ajuda a saúde

De origem chinesa, kombucha é uma bebida que vem se popularizando entre as pessoas que buscam uma vida mais saudável. A Experiências do Chá, empresa brasileira especializada na cultura do chá e na fabricação de kombucha, aposta em uma base de chás importados da Europa que, junto com a fermentação feita pelo S.C.O.B.Y, colônia de bactérias e leveduras, traz uma saborização única.

A bebida probiótica fermentada é feita de forma artesanal, sem nenhum aditivo químico e com muitos benefícios para o organismo. Dentre os principais estão: a ajuda na regulação do intestino; o auxílio no processo de emagrecimento; a colaboração com o sistema imunológico, melhorando a absorção de nutrientes, entre outros.

De acordo com Ju Fuscaldo, especialista em chás e fundadora da Experiências do Chá, existem muitas incertezas sobre essa bebida, que devem ser explicadas de forma clara. “Para esclarecer as dúvidas sobre a kombucha, reuni as questões que mais surgem quando se trata dos benefícios para aqueles que buscam perder peso, melhorar a saúde ou até mesmo um substituto saudável para o refrigerante”.

Foto: iStock

A bebida é realmente probiótica
Verdade.
De acordo com a Anvisa, para uma bebida ser probiótica, ela precisa ser fermentada por bactérias probióticas. É o que acontece com a kombucha, fermentada pelo SCOBY, conjunto de leveduras e bactérias. É uma bebida perfeita para o equilíbrio microbiano intestinal, produzindo efeitos benéficos à saúde do indivíduo.

Kombucha traz muitos benefícios para a saúde
Verdade.
A kombucha tem diversos benefícios para a saúde. Dentre os principais estão: ajuda a regular o intestino, ajuda no processo de emagrecimento, ajuda no sistema imunológico, melhora a absorção de nutrientes, entre outros.

Pixabay

A Kombucha possui teor alcoólico
Mito.
A bebida possui um teor bem leve de açúcar, o que sobrou e não foi ingerido pelo SCOBY. A kombucha artesanal não possui teor alcoólico se produzida de forma controlada, mas atenção nos rótulos, pois alguns produtores menos especializados não conseguem ter esse controle já que estamos falando de uma bebida viva e pode acabar contendo traço de álcool.

Kombucha não pode ser consumida por crianças
Mito. Crianças podem consumir a kombucha, mas de forma controlada e iniciando aos poucos. Já gestantes, lactantes e pessoas que têm doenças crônicas devem consultar seus respectivos médicos antes de iniciar o consumo. Para os adultos, sem essas restrições, o indicado é consumir inicialmente em média 200 ml por dia da kombucha, porém após o organismo estar acostumado o consumo é livre e quanto mais melhor.

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Dá para fazer kombucha em casa?
Verdade.
Existem muitas pessoas que preparam a própria kombucha em casa. Mas é necessário estar atento aos processos e estudar bastante sobre como preparar corretamente, pois como são bactérias que têm fácil contaminação na hora da fabricação, se não usada a assepsia correta. O sabor pode ficar avinagrado, e isso é normal para quem não tem experiência na produção, mas é uma delícia realizar todo esse processo de descobrimento.

Foto: BenefitsHeader

Kombucha é uma bebida sem conservantes?
Verdade.
A autêntica kombucha não possui conservantes. Porém fique atento a quem a produz pois dependendo da forma como é preparada, algumas indústrias utilizam. As produzidas no Experiências do Chá não adicionam nenhum tipo de conservante em suas bebidas. Elas são totalmente naturais e respeitam o processo milenar de fabricação.

Kombucha não é indicada para quem pratica atividade física?
Mito.
É comum entre os atletas a busca por terapias alternativas e saudáveis para encontrar novas propostas de soluções para suas lesões e limitações, seja massagem ou terapia com óleos essenciais. Por isso, cada vez mais atletas descobriram e estão consumindo a kombucha. Um dos maiores atrativos de seus benefícios para esse grupo de pessoas está na capacidade energizante da kombucha. Que é atribuída à formação de ferro, libertado durante a fermentação do chá e de uma pequena quantidade de cafeína naturalmente presente. Além da absorção de nutrientes que aumenta no organismo de quem a consome.

Fonte: Experiências do Chá

Alimentação pode ajudar no controle dos sintomas de ansiedade

Nutricionista da Dietbox elenca grupos alimentares que aumentam a produção de serotonina, hormônio responsável pela nossa felicidade

A ansiedade pode não ser temida pelo público geral como a depressão – a chamada “doença do século” -, mas seu impacto negativo na vida daqueles que sofrem com ela não deve ser negligenciado, principalmente quando se observa um aumento no número de pessoas que sofrem com o transtorno.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros foram diagnosticados com o distúrbio só em 2020, número impulsionado pela pandemia da covid-19 e o isolamento social, tornando a população do país a que mais sofre com o mal ao redor do mundo. Entre os principais sintomas da doença, pode-se elencar a preocupação e medo desmedidos, angústia, dificuldade de concentração e até mesmo sinais físicos como inquietação, enjoo e coração acelerado.

Pensando nisso, Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, listou alguns alimentos ricos em propriedades e nutrientes, que convertidos em serotonina, geram a consequente diminuição da ansiedade. A profissional explica: “Acrescentar alguns alimentos na dieta pode ajudar no controle do transtorno, principalmente quando damos preferência àqueles ricos em probióticos, triptofano, magnésio, ômega-3, e vitamina C. Esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, hormônio conhecido por ser o responsável pela nossa felicidade”.

Abaixo, a nutricionista comenta em quais alimentos esses nutrientes podem ser encontrados:

Probióticos

Foto: BenefitsHeader

Podem ser encontrados em alguns iogurtes, leite fermentado, alguns queijos e kombucha. “Eles favorecem a saúde intestinal, melhorando a absorção de nutrientes”, declara Bettina Del Pino.

Triptofano

“O triptofano é um aminoácido essencial e, por não ser produzido pelo nosso organismo, precisa ser obtido pelos alimentos”. Exemplos se dão com ovos, leite e derivados, peixes, oleaginosas, cereais integrais, banana e cacau.

Magnésio

“O magnésio participa no processo que converte o triptofano em serotonina, e pode ser encontrado em alimentos como carnes, peixes, vegetais verde-escuros, leite, cacau, cereais e oleaginosas”.

Ômega 3

Pixabay

“Ele é um tipo de gordura benéfica para o nosso organismo e possui a capacidade de atenuar as respostas inflamatórias, por meio da redução da produção de citocinas”. Segundo a profissional, o Ômega 3 está presente em alguns peixes como sardinha, atum, salmão, e em alimentos como linhaça e chia.

Vitamina C

Essa vitamina possui propriedades antioxidantes que combatem o estresse oxidativo. “Mais popular na laranja, a vitamina C também está presente em frutas como tangerina, goiaba, acerola, e limão e algumas hortaliças como brócolis e pimentão”.

Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, alerta que a dieta, apesar de amenizar os sintomas da ansiedade, não deve substituir o acompanhamento psicológico, e sim complementá-lo. É recomendável consultar um psiquiatra caso os sintomas persistam.

Fonte: Dietbox  

A fascinante relação entre intestino, imunidade e Covid, por Pedro Schestatsky*

Há muito tempo se sabe da influência que os alimentos exercem em nossa imunidade. De fato, as vitaminas e sais minerais encontradas nos mais variados tipos de alimentos são fundamentais para o equilíbrio e manutenção da saúde. Mas você sabe como fortalecer um dos órgãos mais importantes do corpo? O intestino é um dos principais órgãos do corpo humano, sendo responsável tanto pelo bom funcionamento do cérebro (por isso chamado de segundo cérebro), mas também pelas nossas defesas, também chamada de imunidade. Por causa desta última, a saúde intestinal vem se tornando prioridade no combate ao coronavírus. Mas como isso acontece?

Diversos tipos de bactérias vivem naturalmente no nosso organismo desde que nascemos. O saudável desenvolvimento do nosso sistema imunitário depende intimamente da diversidade da microbiota intestinal, antigamente conhecida por flora intestinal. Ou seja, se houver pouca diversidade bacteriana, haverá baixa imunidade e consequentemente mais chance contrairmos doenças em geral, incluindo Covid-19.

Segundo uma recente revisão publicada na Vírus Research, os probióticos (um concentrado de bactérias intestinais) agem diretamente no vírus ligado à infecção respiratória e inibe a ligação desse vírus ao receptor da célula hospedeira. Os lactobacilos, por exemplo, são capazes de bloquear a fixação de partículas virais às células humanas. Na infecção por SARS-CoV-2, as células T auxiliares e os macrófagos (uma célula de defesa do organismo e que atua no sistema imunológico) iniciam a liberação descontrolada de citocinas. Essa tempestade de citocinas leva a uma forte síndrome do desconforto respiratório agudo associada à inflamação. Assim, a suplementação de probióticos se mostra útil promovem ações anti-inflamatórias para redução da carga viral pulmonar.

Foto: News Medical

Um intestino em desequilíbrio, também chamado de “disbiótico” pode criar um ambiente inflamatório que o novo coronavírus pode adorar. A replicação viral no intestino determina um aumento exponencial da carga viral na mucosa digestiva, levando a uma perda da integridade da barreira intestinal e uma forte produção de citocinas pró-inflamatórias. A inflamação pode desencadear uma reação imunológica descontrolada. A ação dos probióticos é tão ampla, que foram usadas cepas de lactobacilos nasais com efeitos imunoestimulante como adjuvantes para a vacinação intranasal contra SARS-CoV-2.

Se o microbioma está por trás da prevenção e do combate de incontáveis doenças, seria imprescindível que os médicos soubessem e orientassem seus pacientes a produzirem seus próprios probióticos caseiros também chamados de fermentados.

Na prática, a produção e consumo de alimentos probióticos são mais simples e baratos do que imaginamos. Vale destacar que qualquer alimento pode ser fermentado, nome que se dá ao processo bioquímico da privação de oxigênio por determinado tempo.

Por isso, ensino o passo a passo de como fazer o probiótico fácil, barato seguro e eficaz na sua própria casa. Trata-se de um potente anti-inflamatório que pode salvar vidas não só evitando a Covid, mas também criando saúde em geral. Aqui, pode-se usar cebolas, repolho, rabanete, cenoura ou o vegetal que preferir.

Passo a passo:
=Use um pote de vidro com tampa que vede bem;
=Limpar bem o pote com água quente;
=Escolher um vegetal cru e limpá-lo bem com água corrente;
=Picar de forma que caiba no pote de vidro;
=Acomodar bem o vegetal dentro do pote para que caiba mais;
=Adicionar água com sal marinho neste pote até o topo (de forma que o vegetal fique totalmente submerso e não tenha ar). Basta que a água esteja levemente salgada, não precisa colocar muito sal;
=Deixar o pote vedado por duas semanas em ambiente fresco e sem sol, como na pia da cozinha.

Dica: abrir e fechar o pote rapidamente todos os dias ou a cada dois dias para evitar que o pote exploda. É recomendável abrir dentro da pia e mantê-lo em uma bandeja, pois, às vezes, pode respingar pela pressão gerada pelo processo de fermentação.

The Daring Gourmet

Depois de aberto, o probiótico ou fermentado (são sinônimos) dura seis meses dentro da geladeira. O difícil é não acabar antes disso, de tão gostoso que fica, seja misturado na salada ou mesmo puro. Fermentação é probiótico, e o nome já diz: pró-vida.

*Pedro Schestatsky é médico e autor do Best-seller Medicina do Amanhã

Probióticos reforçam sistema imunológico contra Covid-19

Nutricionista da Sapore dá dicas de como preparar e utilizar essas bactérias benéficas em diversos alimentos

A alimentação merece uma atenção especial em tempos de pandemia. A escolha correta dos alimentos pode auxiliar na manutenção e recuperação da saúde. Uma das tendências que vem ganhando cada vez mais força é a introdução de probióticos na dieta alimentar.

“Eles são capazes de interagir com nossa microbiota intestinal e possuem diversos benefícios, inclusive podem reforçar o sistema imunológico, fazendo assim aumentar a imunidade para combater o vírus da Covid-19”, afirma Samantha Marinho, nutricionista da Sapore, empresa de origem nacional especializada em alimentação para os segmentos corporativo, saúde, educação, eventos, varejo e restaurantes virtuais (delivery).

De acordo com a profissional, um estudo recente que diz que os probióticos podem aprisionar o vírus na infecção respiratória, bem como inibir a ligação do vírus ao receptor da célula hospedeira. “Estudos em humanos mostraram que os probióticos protegem em mais de 50% contra resfriados comuns e gripe”. Samantha explica que essas bactérias benéficas podem ser encontradas em produtos como iogurte natural, leites fermentados e o famoso kefir, que contém as bactérias e leveduras benéficas vivas.

A nutricionista dá dicas de como produzir e utilizar o probiótico em casa. “O kefir pode ser encontrado facilmente por doação em sua cidade, nas redes sociais é possível achar diversos grupos de compartilhamento do alimento. Caso você não consiga uma doação, ele pode ser adquirido em sites especializados”, diz Samantha.

Kefir

Ingredientes
1 pote de vidro,
1 colher de plástico ou de madeira
1 pano limpo ou papel toalha
1 elástico
1 colher de sopa de grãos de kefir de leite
500 ml de leite integral de vaca, cabra ou búfalo

Modo de preparo
Esterilize o vidro e a colher com água quente. Adicione os grãos dentro do pote de vidro, adicione o leite e tampe com o pano e o elástico. Leve para fermentar em temperatura ambiente e em lugar escuro e fechado por 24 horas. Depois de se passar 24 horas, é só coar o leite fermentado, os grãos que ficaram na peneira devem voltar ao vidro, mas antes você deverá lavar e esterilizar. Tampe e faça uma nova fermentação. Importante, a peneira não pode ser de metal. Passa o leite fermentado para uma jarra ou garrafa. Leve à geladeira, espere resfriar e pronto, seu kefir já pode ser servido. Se preferir, bata com frutas, mel, aveia ou outra mistura a seu gosto. Com o Kefir você consegue fazer várias preparações como queijos, pudins, frozen, guacamole, bolos entre outros.

Fonte: Sapore

Probióticos e prebióticos: qual é a diferença?

Nutricionista Adriana Stavro lista os alimentos e fala tudo que você precisa saber do assunto

Probióticos e prebióticos são tópicos muito importantes na nutrição atual. No entanto, embora pareçam semelhantes, os dois desempenham papéis diferentes. Os prebióticos são um tipo de fibra que o corpo humano não consegue digerir. Eles servem como alimento para probióticos, que são minúsculos micro-organismos vivos, incluindo bactérias e leveduras. Tanto os prebióticos quanto os probióticos podem apoiar bactérias úteis e outros organismos no intestino.

Probióticos: microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios à saúde do hospedeiro. São encontradas em certos alimentos ou suplementos, e podem fornecer diversos benefícios à saúde.

Prebióticos: essas substâncias vêm de tipos de carboidratos (fibras) que os humanos não conseguem digerir. As bactérias benéficas em seu intestino se alimentam dessas fibras.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, as bactérias intestinais, chamadas coletivamente de microbiota, desempenham muitas funções importantes no corpo, dentre elas, ajudam a protegê-lo de vírus, bactérias e fungos nocivos à saúde.

Dentro da microbiota gastrointestinal humana, existe um complexo ecossistema de aproximadamente 300 a 500 espécies bacterianas, compreendendo cerca de 2 milhões de genes chamado microbioma.

Ao nascer, todo o trato intestinal é estéril, e o intestino do bebê é colonizado pela primeira vez por bactérias maternas e ambientais durante o nascimento, e continua a ser povoado por meio da alimentação e outros contatos. Fatores que influenciam a colonização incluem idade gestacional, tipo de parto (parto vaginal vs parto assistido), dieta (leite materno vs fórmula), nível de saneamento e exposição a antibióticos.

A composição da microbiota é específica de cada ser humano, que evolui ao longo da vida do indivíduo e é suscetível a modificações exógenas e endógenas (sexo, idade, tipo de alimentação, índice de massa muscular, peso, estado de saúde). Comer quantidades balanceadas de probióticos e prebióticos pode ajudar a garantir o equilíbrio certo dessas bactérias.

A composição da microbiota intestinal é única para cada indivíduo, é variável entre as pessoas, e é razoavelmente estável após o primeiro ano de vida. Apesar disso, a literatura afirma que a dieta influência no perfil microbiano. Como tal, a falta de nutrição adequada tem sido associada à microbiota disfuncional e a disbiose.

Um estudo de 2013 sobre a função das bactérias intestinais na saúde e na doença, confirma que, uma microbiota saudável, pode ajudar nas funções do sistema imunológico, tratar doenças gastrointestinais, auxiliar na redução do colesterol LDL (ruim) e no aumento do HDL (bom), e diminuição dos triglicerídeos, além de ajudar a tratar a obesidade, entre outros benefícios.

Uma revisão sistemática de 2016, com 38 estudos em animais e humanos sobre os efeitos dos probióticos nas funções do sistema nervoso central, mostrou que vários probióticos ajudaram a melhorar os sintomas de ansiedade, depressão, autismo, transtorno obsessivo-compulsivo e memória.

Além disso, algumas bactérias entéricas podem produzir nutrientes e vitaminas como folato, vitamina K e ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). Os AGCC são a principal fonte de nutrientes das células que revestem o cólon. Eles promovem uma forte barreira intestinal que ajuda a impedir a entrada de substâncias nocivas, vírus e bactérias. Isso ajuda a reduzir a inflamação e pode ter o potencial de diminuir o risco de câncer.

Como os alimentos auxiliam a microbiota intestinal?


Os alimentos que ingerimos desempenham papel importante no equilíbrio das bactérias intestinais boas e ruins. Uma dieta rica em açúcar e gordura influencia negativamente (geralmente leva a uma diminuição de bacteroidetes e a um aumento de firmicutes, alterações que têm sido associadas à obesidade e subsequente desenvolvimento de doenças crônicas), e pode contribuir para obesidade, resistência à insulina entre outras condições.

Quais alimentos são prebióticos?


Os prebióticos são fibras encontrados em alimentos como leguminosas (feijão, ervilhas, lentilha, grão de bico), aveia, verduras, legumes, frutas que os humanos não são capazes de digerir, mas as bactérias do intestino podem digeri-las. A fibra dietética e o amido são decompostos pelas bactérias em AGCC. Os AGCC são os principais produtos finais da fermentação bacteriana no cólon, e são conhecidos por terem impacto positivo na fisiologia do hospedeiro. O butirato, em particular, é importante para a manutenção da saúde por meio da regulação do sistema imunológico, manutenção da barreira epitelial e promoção da saciedade após as refeições. Pode ser protetor contra várias doenças, incluindo câncer colorretal, doença inflamatória intestinal, diabetes e obesidade. Portanto, estimular a produção de butirato pelo microbioma pode ser útil para manter a saúde e tratar doenças.

Quais alimentos são probióticos?

Os alimentos probióticos que naturalmente contêm bactérias úteis, são o chucrute, o kombuchá, kefir, alguns tipos de picles (não pasteurizados), vegetais em conserva (não pasteurizados), e alguns tipos de iogurtes. Se for comer alimentos fermentados por seus benefícios probióticos, certifique-se de que não sejam pasteurizados, pois esse processo mata as bactérias. Os probióticos também podem ser encontrados em suplementos em forma de comprimidos, pós ou líquidos. Alguns desses alimentos também podem ser considerados simbióticos, porque contêm bactérias benéficas e fibras prebiótica, que servem para as bactérias se alimentarem. Alguns exemplos de alimentos simbióticos são queijo, kefir e chucrute.

Quem pode tomar suplementos de probióticos?

Os probióticos são seguros para a maioria da população, mas podem ocorrer efeitos colaterais em alguns casos raros, como em pessoas com sistema imunológico comprometido, hospitalizações prolongadas ou cirurgias recentes. Nestas circunstâncias podem desenvolver uma infecção por bactérias probióticas. Pessoas com essas condições devem pesar os riscos e benefícios antes de consumir (converse com seu médico). Indivíduos com crescimento excessivo de bactérias no intestino delgado (Sibo), também devem conversar com seu médico ou nutricionista.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Alergias e reações de defesa do organismo

Fatores externos, como a presença de ácaros e poluição, agravam problemas respiratórios que podem ser atenuados com a modulação do sistema imune

As alergias são reações de defesa do organismo a agentes que, a princípio, são considerados nocivos, como os ácaros presentes na poeira, por exemplo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as alergias respiratórias acometem 30% dos brasileiros, sendo que a rinite alérgica tem 25% de prevalência, seguida pela asma alérgica, que atinge 20% da população de crianças e adolescentes no país.

Segundo a alergista e imunologista, Ana Paula Castro, Médica Assistente da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é importante saber que há dois pilares que constroem as alergias, que podem derivar em alergias alimentares, dermatites atópica, urticárias e alergias respiratórias. O primeiro deles está associado ao fator genético, pois filhos de pais alérgicos têm mais chances de desenvolver alergias. Sendo assim, as alergias respiratórias podem evoluir para doenças mais graves, afetando a qualidade de vida e a produtividade dessas pessoas. Porém, com os cuidados adequados, os sintomas são preveníveis e têm tratamentos bastante eficazes.

A mudança de estação é a época em que as crises alérgicas se agravam também por alguns motivos, conforme explica Ana Paula. “A população de ácaros é sazonal e varia de acordo com a estação. Quando tiramos roupas que estavam há tempos guardadas no armário, os ácaros se espalham e provocam reações alérgicas. A polinização, mais comum na região Sul do país, também é um agente desencadeador, além de alguns vírus, como o influenza, mais presente no outono e no inverno, o rinovírus e outros, que se proliferam em ambientes de maior circulação, como shoppings, escolas e locais que reúnem um grande número de pessoas”, afirma a médica.

Com a chegada da primavera e do verão nos próximos meses, é essencial deixar o sol entrar nas casas, assim como as roupas que estavam guardadas devem receber ventilação e ar natural. Isso faz com que a incidência de crises alérgicas diminua na alta estação.

Quando se pensa em prevenção de alergias, vale falar sobre o tipo de parto, outro pilar importante para as mamães de primeira viagem. Sim, pois o parto vaginal faz com que a criança tenha contato com bactérias que são muito importantes para o adequado funcionamento do intestino e desenvolvimento do sistema imunológico. “Desde o nascimento essa influência ocorre, já que o nosso organismo é formado por inúmeras bactérias, concentradas em sua maioria no intestino. A microbiota intestinal, conhecida há alguns anos como flora intestinal, abriga bactérias, vírus e fungos, sendo que a maior parte das células do sistema imunológico fica alojada no intestino.

Sendo assim, o tipo de parto também influencia na propensão a alergias, uma vez que no parto por cesárea não há transferência da microbiota da mãe para o bebê. Portanto, há uma relação direta entre o sistema imunológico e a microbiota intestinal. Vale reforçar que o aleitamento materno ajuda a fortalecer o sistema imunológico e uma criança que não foi amamentada também está mais vulnerável a processos alérgicos ao longo da vida”, afirma a médica.

Mesmo com a presença de fatores não controláveis que determinam a predisposição à alergias, é possível equilibrar o sistema imunológico. Evitar o contato com alérgenos, como saliva e epitélio de animais de estimação, bolor, fumaça de cigarro e poluição são formas de prevenção, assim como manter a higiene da casa, em especial do quarto, para evitar a proliferação de ácaros. “Já o uso contínuo de probióticos pode controlar a proliferação de bactérias patogênicas presentes no intestino, proporcionando a absorção de nutrientes para o organismo de forma equilibrada e fortalecendo o sistema imune. As alergias e a imunidade estão correlacionadas ”, explica a médica.

Os probióticos são microrganismos vivos (bactérias boas) que, quando ingeridos em quantidades adequadas, interagem com a microbiota intestinal e têm um papel importante no restabelecimento de seu equilíbrio. 1 “A ação dos probióticos no organismo têm um tempo de resposta. Quando usados durante a gravidez, por exemplo, os probióticos têm ações benéficas a longo prazo para o bebê, modulando o sistema imunológico e agindo na prevenção de doenças não infecciosas, metabólicas e alergias”.

Existem vários tipos de probióticos, com indicações para patologias diversas. O que difere um do outro é a cepa probiótica, determinante para a ação no organismo. O Lactobacilos rhamnosus GG (LGG) é a cepa mais estudada no mundo, com eficácia e segurança comprovadas em todas as faixas etárias, incluindo gestantes e idosos, para equilibrar e proteger a microbiota intestinal. As pesquisas científicas realizadas com o Lactobacilos rhamnosus GG (LGG) já chegam a 35 anos, com validação de mais de 200 estudos clínicos em humanos e mais de 1.000 estudos publicados com essa cepa.

Lactobacillus rhamnosus GG – LGG

O LGG é um bacilo Gram-positivo obtido a partir do intestino de um adulto saudável, totalmente sequenciado geneticamente, revelando-se mais 300 proteínas específicas – o que diferencia essa cepa das demais. Entre suas diversas atividades, consegue resistir bem ao ácido gástrico e à bile, adere de forma eficaz às células intestinais e favorece a produção de muco, fazendo com que o aumento da permeabilidade intestinal em situações onde há desequilíbrio da microbiota seja corrigido.

Fonte: Cellera Farma

Activia lança dois novos sabores para a linha shot diário

Blueberry & Capim-Limão e Abacaxi & Gengibre são as novas apostas para inovar o portfólio da linha Activia que apresenta o dobro de probióticos naturais por grama que os demais produtos da marca. Com o crescimento da busca por saúde e bem-estar entre os brasileiros, Activia continua investindo em seu portfólio de inovações, com a missão de levar saúde digestiva por meio de seus probióticos naturais ao maior número de pessoas.

Após pesquisas, a marca decidiu investir em novos sabores para a linha Activia Shot Diário, que tem um formato mais prático de consumo e, duas vezes mais probióticos naturais, por grama, que os demais produtos de Activia.

Cerca de 70% das células do sistema imunológico estão no sistema digestivo, por isso, manter o equilíbrio da microbiota intestinal é tão importante e a ingestão de alimentos enriquecidos com probióticos podem ajudar! Isso porque favorecem o combate das bactérias “do mal” e o aumento das “do bem”. Mas não esqueça, a melhor maneira de fortalecer o sistema imunológico é por meio de hábitos saudáveis, como beber água, ter uma alimentação balanceada e exercitar-se diariamente.

Para enriquecer essa rotina saudável e ampliar o portfólio, a marca traz o sabor Blueberry & Capim-Limão, que combina o sabor da fruta ao toque fresco do capim limão; e Abacaxi & Gengibre, com o cítrico e frescor da fruta aliada ao sabor único do gengibre.

O consumo de probióticos é recomendado para todas as idades, no entanto é sempre importante consultar um médico e/ou nutricionista antes da introdução.

Os produtos da Linha Shot Diário são zero lactose, sem glúten, sem conservantes e preparados com ingredientes de origem 100% natural. Estão disponíveis nos sabores Tradicional, Framboesa & Hibisco, Tangerina & Cenoura e os lançamentos Blueberry & Capim-Limão e Abacaxi & Gengibre.

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O valor sugerido é de R$ 2,29 nos principais pontos de venda.

Informações: Activia

Conheça alimentos que ajudam a melhorar o sistema imunológico

Alimentos de cores variadas garantem nutrientes importante para manter a imunidade em alta

Manter uma alimentação saudável e adequada é um fator de extrema importância para o fortalecimento do sistema imunológico, já que ele é responsável por proteger nosso organismo contra bactérias e vírus, que é o caso do covid-19. Nutricionistas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo orientam a aumentar o consumo de alguns nutrientes encontrados nos alimentos, que desempenham a função de modular a resposta imune do corpo e com isso ajudam a prevenir o desenvolvimento de diversas doenças.

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A vitamina C, presente principalmente nas frutas cítricas, é um potente antioxidante que diminui o dano celular e mantém a imunidade em alta.

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Outro nutriente muito importante na manutenção da integridade das células de defesa é a vitamina A, encontrada em alimentos vermelhos e alaranjados como a cenoura, abóbora, manga e tomate.

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Já a vitamina E ajuda a proteger células contra substancias tóxicas e favorece a função imunológica. As castanhas, amendoim, sementes de girassol e vegetais verdes escuros são ricos neste nutriente.

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O zinco é um mineral que está altamente relacionado ao fortalecimento do sistema imune, ele é encontrado principalmente em carnes, laticínios, frutos do mar e cereais.

mulher comendo iogurte

O consumo de probióticos, como o iogurte natural, também é bastante recomendado, pois eles contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal e auxiliam as células de defesa no combate a infecções.

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

A boa hidratação é outro fator essencial para manter a imunidade em alta. A recomendação é de ingerir, em média, dois litros de água por dia.

Aliar a boa alimentação com hábitos mais saudáveis, como manter o sono em dia, praticar algum tipo de exercício físico e controlar o estresse, é imprescindível para o bom funcionamento do sistema imunológico e, consequentemente, para a prevenção de doenças.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Probióticos: onde encontrá-los e como aproveitá-los em receitas

Elas fortalecem a imunidade, melhoram a digestão e, segundo um estudo da USP, também ajudam a identificar doenças graves como o câncer colorretal. Nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira, explica como esses micro-organismos contribuem para a saúde e cita em quais alimentos você pode encontrá-los

Quando falamos em bactérias, é muito comum o primeiro pensamento ser algo negativo, afinal, esses micro-organismos estão relacionados a algumas indisposições de saúde. Mas, você sabia que ao lado das vitaminas e minerais está também um grupo de bactérias que são tão responsáveis pelo funcionamento adequado do corpo quanto os outros elementos mais conhecidos?

Esses bichinhos benfeitores são chamados de probióticos, e estão mais perto do que você imagina: eles vivem dentro do intestino de todo ser humano, em uma grande comunidade chamada microbiota. Apesar de pouco faladas, as funções positivas dessa “colônia de bactérias” são constantemente analisadas pelos cientistas. Um estudo publicado em abril de 2019 pela Nature Medicine, feito pela Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, constatou que essas bactérias têm potencial para serem usadas no diagnóstico do câncer de cólon renal.

Segundo a nutricionista do Oba Hortifruti, Lívia Nogueira, “quando ingeridos na quantidade certa, os probióticos trazem muitos outros benefícios para o corpo: eles aumentam a produção das células de defesa do organismo, o que fortalece a imunidade, ajudam na absorção dos nutrientes e afastam problemas como candidíase, infecções urinárias e doenças cancerígenas”.

As vantagens não param por aí. Por estarem presentes no trato intestinal, é claro que as bactérias boazinhas também fazem sua parte por lá, melhorando a digestão e combatendo desconfortos, como a azia e a prisão de ventre.

Quer investir em uma dieta rica em probióticos? Então, segundo Lívia, iogurtes naturais, leite fermentado, missô (pasta de soja), kefir e kombucha não podem faltar no cardápio. A nutricionista ainda ensina o passo a passo de três receitas que também cumprem essa função. Confira:

Iogurte desnatado caseiro

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“Um dos alimentos probióticos mais conhecidos é o iogurte. Pode ser consumido no café da manhã, no intervalo entre as refeições ou no lanchinho da tarde. É uma ótima opção para quem deseja obter as propriedades desses organismos”, indica Lívia.

Ingredientes:
1 litro de leite desnatado;
1 copo de iogurte desnatado natural.

Modo de preparo:
1) Ferva o leite em um caneco.
2) Depois de alguns segundos, quando ele já não estiver mais tão quente, despeje o iogurte no caneco e misture bastante.
3) Adicione a mistura em uma panela e tampe bem. Para deixar bem fechado, você pode colocar um pano de prato bem higienizado entre a panela e a tampa.
4) Separe a mistura em um canto e deixe descansar por 24 horas.
5) Após isso, coloque na geladeira.
6) Depois que gelar, basta servir.

Sopa de missô com cogumelos

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Outra indicação da nutricionista é a sopa de missô, ingrediente tradicional da culinária japonesa. Rica em probióticos naturais, essa refeição confere força extra ao intestino, além de ajudar a desintoxicar e a desinchar.

Ingredientes
· ½ cebola média picada
· 4 dentes de alho
· 6 xícaras (chá) de caldo de legumes caseiro
· 2 colheres (sopa) de água
· 1 xícara (chá) de shiitake e cogumelo-de-paris fatiados
· 1 xícara (chá) de cevada em grãos cozida
· 1 xícara (chá) de couve fatiada
· 1 colher (sopa) de missô
· 1 colher (sopa) de endro ou raspas de limão

Modo de preparo
1) Refogue a cebola, o alho e os cogumelos na água, em fogo médio, por três minutos.
2) Adicione o caldo de legumes, a cevada e deixe por 30 minutos.
3) Acrescente a couve fatiada nos últimos 3 minutos de cozimento.
4) Retire do fogo e acrescente o missô.
5) Polvilhe com endro ou raspas de limão.
6) Sirva em seguida.

Chucrute

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“O chucrute é um tipo de repolho fermentado, rico em probióticos que trazem grandes benefícios para a saúde!”, cita a nutricionista.

Ingredientes
1 repolho verde médio (de preferência orgânico)
1 colher de sopa rasa de sal não iodado
2 dentes de alho em pedaços (opcional)

Modo de preparo
1) Reserve um pote de vidro de 500 gramas para manter o chucrute; uma tábua; um amassador; uma faca e uma tigela para espremer o repolho.
2) Dê uma lavada rápida com cloro em todos os utensílios que você vai usar (esse processo evita a contaminação por micro-organismos indesejados). Descarte as folhas externas do repolho e corte-o em tiras bem finas.
3) Depois de bem cortado em tiras, esprema o repolho na bacia com a mão e espalhe bem o sal e o alho. Depois desse passo, vá colocando o repolho aos poucos no pote de vidro e esprema bem com o amassador, até que ele libere água.
4) A cada porção de repolho colocada no pote de vidro, amasse bem, até que, depois de passar toda a quantidade de repolho para o pote, ele esteja completamente coberto pela água que liberou.
5) Tampe o vidro de modo levemente frouxo para que os gases da fermentação possam sair. Deixe-o de três dias a uma semana fora da geladeira em temperatura ambiente. Quanto mais quente a temperatura, mais rápida será a fermentação.
6) Atenção: não consuma seu chucrute se ele tiver uma aparência escura ou com crescimento de fungos.

Chucrute

Fonte: Oba Hortifruti