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Saiba identificar quando chega ao fim a vida útil dos produtos para a pele

Alguns efeitos colaterais do uso de produtos vencidos são mais prejudiciais do que outros, mas todos eles produzirão efeitos indesejáveis com o tempo, mesmo que isso signifique apenas que eles se tornam ineficazes

É um cenário triste e que muitos de nós nunca queremos enfrentar: ter que jogar fora nossos produtos para a pele. Isso se torna especialmente difícil se amamos aquele item em particular, seja ele um sabonete, tônico, hidratante ou protetor solar. Segundo a dermatologista Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a maioria dos produtos tem uma vida útil de dois a três anos, mas existe uma série de variáveis que indicam a rapidez com que um produto irá expirar, incluindo os ingredientes e quaisquer conservantes usados na fórmula.

“Além disso, a vida útil e a data de validade não são a mesma coisa. A data de validade do seu produto é o prazo garantido pela empresa para a estabilidade da fórmula, mas ele pode sofrer alteração no momento em que você abre o produto. Procure o rótulo PAO – ou período após a abertura. O símbolo parece um frasco aberto. Ele indica a vida útil do produto depois de aberto, que é normalmente entre seis meses a um ano”, afirma a médica.

“De modo geral, é necessário ficar atento às alterações de cor, textura, e cheiro dos produtos. Essas mudanças geralmente indicam oxidação dos ativos, o que torna o produto ineficaz, ou crescimento de microrganismos, que pode causar reações alérgicas”, explica Paola. Quando os produtos expiram depois de abertos? A dermatologista explica abaixo:

Limpadores ou sabonetes

Os produtos de limpeza abertos geralmente podem durar até dois anos em alguns casos, mas isso depende muito da formulação. “É importante que esses produtos não sejam expostos a temperaturas extremas e não sejam usados fora da data de validade”, afirma a médica.

Tônicos

Os tônicos abertos tendem a durar um pouco menos do que alguns outros produtos para a pele, e geralmente é recomendado que você os substitua após cerca de um ano após a abertura. “Se o seu toner contém esfoliantes, como os alfa-hidroxiácidos (ácido glicólico ou cítrico) ou beta-hidroxiácidos, como ácido salicílico, é importante manter esse período de tempo em mente, pois o uso prolongado pode resultar em ressecamento ou irritação da pele”, explica a médica. De acordo com o FDA, os ácidos podem resultar em extrema sensibilidade da pele à exposição ao sol, e os produtos só são considerados seguros para os consumidores quando estão com um pH de 3,5 ou superior. “Com o tempo, o pH dos produtos pode mudar, o que pode causar danos à pele e reações alérgicas”, diz Paola.

Séruns e hidratantes

Esses produtos tendem a durar cerca de um ano desde a abertura, mais ou menos, dependendo da fórmula e dos ingredientes usados. Produtos que contêm óleos essenciais, por exemplo, podem se degradar mais rápido, especialmente quando armazenados incorretamente de acordo com um estudo de 2018, o que pode torná-los menos eficazes. “Se você não tiver certeza se o seu sérum ou hidratante expirou, verifique como sua pele reage a ele em comparação com quando você começou a usá-lo – frequentemente, hidratantes vencidos não serão tão hidratantes. Além disso, mudanças na textura (como separação) ou mudanças no odor de seu produto podem indicar que pode ser hora de renová-lo”, afirma a médica.

Máscaras

Geralmente, as máscaras expiram em cerca de um a dois anos após a abertura, dependendo dos ingredientes ativos usados. As máscaras de argila podem secar no final dessa estimativa e as máscaras que contêm ingredientes instáveis, como vitaminas C e E, que se degradam com o tempo, podem resultar em menor eficácia. “Para manter suas máscaras mais frescas por mais tempo, experimente usar uma colher ou espátula para mergulhar na mistura, o que evitará a transferência de bactérias de suas mãos, e mantenha as máscaras em folha, as sheet masks, na geladeira, o que pode adicionar um pouco mais de tempo a sua vida útil”, orienta a dermatologista.

Protetor solar

Esse é o tipo de produto que não deveria existir essa dúvida. “Pela lógica, o protetor solar é o produto que mais devemos utilizar, afinal sua aplicação é diária e a reaplicação de pelo menos duas vezes ao dia se faz necessária. Então, ele não deveria entrar em questão quando o assunto é vida útil”, diz a médica. “Se você criar o hábito de usá-lo todo dia, não precisará pensar se deve ou não utilizar um protetor solar aberto no verão passado (porque ele teoricamente já teria acabado)”, afirma a médica. Mas se você percebeu alguma mudança na textura, cor ou cheiro desse produto, o melhor a fazer é descartá-lo. “O filtro solar tem se mostrado eficaz na prevenção do câncer de pele, que pode ser fatal em alguns casos. Realmente não vale a pena correr o risco. Use um produto que você tenha a segurança de que está realmente te protegendo”, diz Paola.

Por que você não deve usar produtos expirados

Alguns efeitos colaterais do uso de produtos vencidos são mais prejudiciais do que outros, mas todos eles produzirão efeitos indesejáveis com o tempo, mesmo que isso signifique apenas que eles se tornam ineficazes. “O prazo de validade marca o intervalo de tempo que uma fórmula vai manter em termos de estabilidade da fórmula, compatibilidade e conservantes”, diz a médica. “Depois que você ultrapassa o prazo de validade testado, as fórmulas podem começar a ficar grosseiras e os conservantes, como já não estão no seu melhor potencial de eficácia, podem expor sua pele à contaminação microbiana indesejada. A contaminação microbiana pode levar a qualquer coisa, desde irritação, erupções e, em casos realmente graves, até infecção”, finaliza a médica.

Fonte: Paola Pomerantzeff é dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), tem mais de 10 anos de atuação em Dermatologia Clínica. Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Santo Amaro, a médica é especialista em Dermatologia pela Associação Médica Brasileira e pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, e participa periodicamente de Congressos, Jornadas e Simpósios nacionais e internacionais.

Não se iluda: bronzeado saudável não existe

Dermatologistas alertam sobre riscos da exposição solar e sobre a importância da proteção solar eficaz;

Infelizmente aquele bronze dourado e saudável não existe. Esse que é o desejo de muitas pessoas pode representar um perigo para a saúde da pele.

“Classificamos os tipos de pele de I a VI, de acordo com a capacidade de resposta à radiação ultravioleta (UV), sendo chamado fototipo I aquele que sempre se queima e nunca se bronzeia, até o VI, pele negra, totalmente pigmentada, com grande resistência à radiação UV. A pigmentação constitutiva – cor natural da pele – é definida geneticamente. A cor facultativa – bronzeado – é induzida pela exposição solar e é reversível quando cessa a exposição”, explica a dermatologista Ana Paula Fucci, Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

O chamado “bronzeado dourado” é observado nas peles mais claras e, para ocorrer, ocasiona danos no DNA das células. “As consequências serão vistas anos mais tarde, em forma de fotoenvelhecimento, manchas ou lesões cutâneas malignas. O ideal é respeitar seu tipo de pele e sua sensibilidade ao sol. Nunca queimar a ponto de ‘descascar’. Importante: evite se expor ao sol entre dez e 16 horas”, detalha a dermatologista.

Ana Paula alerta ainda sobre os riscos de bronzeamento artificial, por meio das câmaras de bronzeamento: “Este é ainda mais prejudicial para a pele do que a exposição ao sol. A radiação é entregue de forma concentrada e direta, sem nenhum tipo de filtro ou proteção”.

A médica ressalta que filtro solar não é uma permissão para a exposição ao sol. “Ele é um grande aliado, desde que sejam seguidas as orientações de horário, evitar exposição exagerada e usar complementos como bonés, chapéus, óculos etc.”, reforça.

Proteção solar eficaz

A rotina de proteção solar é muito importante em qualquer época do ano, sobretudo agora no verão. “Não deixe para aplicar o filtro quando chegar na praia ou piscina, por exemplo. O ideal é aplicá-lo cerca de 20 minutos antes de se expor ao sol, para dar tempo de ser absorvido e começar a agir. Também devemos reaplicar o filtro solar a cada 2 horas, ou após se molhar ou suar muito”, destaca a dermatologista Fabiana Seidl, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Fabiana apresenta cinco dicas para uma proteção solar eficaz:

-“Utilize a quantidade correta de filtro: 2g/cm2, o que equivale a uma colher de chá cheia para rosto e pescoço. Para o corpo: uma colher de chá para o braço e antebraço, uma colher de chá para a frente do tronco e outra colher para as costas, duas colheres de chá para coxa e perna ( uma para parte da frente e outra para parte de trás);

Foto: InspiredMagazine

-“Use filtro com FPS 30 ou maior; e para as crianças ou pessoas que possuem pele mais sensível, FPS de no mínimo 50”;

-“Cuidado para não esquecer determinadas partes do corpo. As regiões mais esquecidas são: pálpebras, lábios, ponta e cantinhos do nariz, orelhas, nuca, mãos e pés. E é claro, para os homens calvos é fundamental aplicar nas áreas sem cabelos”;

-“Use roupas leves, claras e chapéu e óculos de proteção UV. Quem costuma ficar muito tempo no sol tem que redobrar os cuidados e investir em roupas com proteção ultravioleta. As roupas normais ajudam a impedir o bronzeado, mas não impedem que a radiação chegue até a pele, portanto roupas específicas com proteção UV são ideais”;

-“Cuidado com o guarda-sol! Os modelos de nylon devem ser evitados, pois deixam passar 90% da radiação ultravioleta. Opte por modelos de cor escura, feitos de algodão, lona ou fibras sintéticas. Também existem modelos com tecido com proteção UV”, finaliza Fabiana.

Fontes:
Ana Paula Fucci é dermatologista formada em Medicina pela Universidade Federal Fluminense(UFF). Residência em Clinica Médica na UFF e Dermatologia na UFRJ.
Título de especialista em Dermatologia. Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e Academia Europeia de Dermatologia (EADV). Professora convidada do ambulatório de Dermatologia Estética (Cosmiatria) do Serviço de Dermatologia da UFRJ de 2012 a 2016.
Fabiana Seidl é dermatologista, com residência médica em clínica médica pela UERJ. Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. Título de especialista em clínica médica.

Consumo de uvas oferece proteção contra os danos UV da pele, mostra estudo recente

Publicado no final de janeiro no Journal of the American Academy of Dermatology estudo afirma que as uvas são capazes de proteger a pele contra o fotodano

Um estudo humano recente publicado no Journal of the American Academy of Dermatology descobriu que o consumo de uvas protege contra os danos ultravioleta (UV) da pele. “Os participantes do estudo mostraram maior resistência às queimaduras solares e redução nos marcadores de danos UV no nível celular.

Acredita-se que os componentes naturais encontrados nas uvas, conhecidos como polifenóis, sejam os responsáveis por esses efeitos benéficos”, afirma Maurizio Pupo, Pesquisador, Consultor em Cosmetologia e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina Italy. O estudo Dietary table grape protects against UV photodamage in humans: 1. clinical evaluation foi conduzido na University of Alabama e publicado no final de janeiro.

Mebiotic

“Falar sobre os benefícios da uva é lembrar do poder do resveratrol, um polifenol encontrado, principalmente, na casca e nas sementes das uvas vermelhas ou pretas. Com relação à pele, sua ação antioxidante e protetora contra a radiação ultravioleta é o mais importante para um efeito anti-idade complementar, na medida em que aumenta a longevidade celular”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os autores investigaram o impacto do consumo de pó de uva integral – equivalente a 2,25 xícaras de uvas por dia – por 14 dias contra os fotodanos causados pela luz ultravioleta. “A resposta da pele dos indivíduos à luz ultravioleta foi medida antes e depois de consumir uvas por duas semanas, determinando a dose limite de radiação ultravioleta que induziu vermelhidão visível após 24 horas – a Dose Mínima de Eritema”, explica Pupo.

O estudo concluiu que o consumo de uva exerce um papel protetor, ou seja, mais exposição aos raios ultravioleta foi necessária para causar queimaduras solares após o consumo da uva, com a Dose Mínima de Eritema aumentando em média 74,8%. “A análise de biópsias de pele mostrou que a dieta da uva foi associada a danos ao DNA diminuídos, menos mortes de células da pele e uma redução nos marcadores inflamatórios que, se não forem controlados, juntos podem prejudicar a função da pele e podem levar ao câncer de pele”, explica Pupo.

O câncer de pele é o mais comum no país. Além de fatores genéticos, a maioria dos casos de câncer de pele está associada à exposição à radiação ultravioleta do sol: cerca de 90% dos cânceres de pele não melanoma e 86% dos melanomas, respectivamente. Além disso, cerca de 90% do envelhecimento da pele é causado pelo sol.

“Com esse estudo, vimos um efeito fotoprotetor significativo com o consumo da uva e é possível identificar as vias moleculares pelas quais esse benefício ocorre – por meio do reparo do dano ao DNA e da regulação negativa das vias pró-inflamatórias. As uvas podem atuar como um protetor solar comestível, oferecendo uma camada adicional de proteção além dos produtos tópicos de proteção solar”, explica o pesquisador.

Usada em cosméticos, a molécula de resveratrol, derivada das uvas, também é altamente utilizada em dermocosméticos por conta do seu elevado poder antioxidante natural. “Ela é capaz de prevenir e até tratar inúmeras doenças devido ao seu poder antioxidante, anti-inflamatório, estimulante da expressão de sirtuínas e protetor dos telômeros”, diz Pupo. “Com esse estudo, fica claro que o ideal é combinar o consumo das uvas com produtos tópicos antioxidantes e de proteção solar”, explica o farmacêutico.

Cuidados com áreas esquecidas

A exposição solar sem a fotoproteção adequada é o mais importante agressor da pele, pois leva a um dano cumulativo: causa mudanças nas bases do DNA celular que provocam reações de mutação celular, com consequente fotoenvelhecimento precoce, inflamação e cancerização. “Por isso, a melhor forma de proteção é o filtro solar. Mas existem regiões do corpo que são comumente esquecidas e podem sofrer desde queimaduras solares ou, por conta do dano cumulativo, alterações mais graves”, afirma Roberta Padovan, médica pós-graduada em Dermatologia e Medicina Estética.

Por isso, reforce a proteção em áreas como pálpebras e canto interno dos olhos, cantos e ponta do nariz, região da boca e lábios, orelhas, nuca, dorso dos pés e mãos. As pálpebras por exemplo viraram preocupação mundial pelo aumento da incidência de câncer de pele, que já chega a 10% nessas áreas frequentemente negligenciadas, segundo pesquisa da Universidade de Liverpool apresentada na conferência anual da Associação Britânica de Dermatologistas em 2017, no Reino Unido.

“Uma proteção solar adequada deve ser feita efetivamente com a cobertura de todo o rosto, além do uso de chapéus e principalmente óculos de sol, já que a área dos olhos tem uma pele extremamente fina e susceptível a danos, inclusive câncer”, explica Roberta. “Como a pele da região dos olhos é muito delicada, alguns filtros podem causar irritação; dessa forma, o paciente deve priorizar produtos oftalmologicamente testados, protegendo a área sem correr risco de reação”, afirma.

“Mas devemos lembrar da importância de acessórios na proteção solar, como os óculos de sol com proteção UV, que não resguardam apenas os olhos e córneas; eles são importantes para proteger, também, a pele das pálpebras propensas a câncer”, completa.

Outras formas de proteção

Stock Photos

Além da alimentação, existem também suplementos que podem ajudar na questão da fotoproteção oral e ação antioxidante. “Mais recentemente tem se falado muito na questão dos pré e probióticos associados à formulação tópica e via oral com conceito de defesa e imunologia da pele. A fotoproteção oral é fundamental e complementar. No entanto, eles não substituem os protetores de uso tópico! Os filtros imunoprotetores via oral vieram para ficar com propriedades de melhora da resistência cutânea e imunológica”, afirma a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“Eles funcionam como verdadeiros guardiões, quando associados aos protetores locais, para preservar a estrutura e evitar a desnaturação do DNA celular por proteger as células imunológicas da pele e reverter em parte os danos biológicos e inflamatórios causados pela exposição exagerada ao sol. Os mais importantes são o Polipodium Leucotomus, Pycnogenol, Astaxantina, Luteína, Extrato de White e Green Tea, Resveratrol e ácido elágico da Romã, sempre associando ao uso de silício orgânico Exsynutriment para melhora do aspecto da flacidez e ao Bio-Arct para ação antioxidante, imunológica e melhora da energia mitocondrial. Outra substância importante para a nutrição celular e ação anti-idade é In.Cell”, finaliza Claudia.

Linha Nivea Sun Beauty Expert traz benefícios além da proteção solar

Nivea Sun celebra o sucesso do mais recente lançamento Nivea Sun Beauty Expert, que carrega a expertise da marca em alta proteção UVA e UVB em produtos especiais e que atendem à necessidade de cada tipo de pele. Dermatologicamente testados, além da alta proteção FPS 50 os protetores possuem fórmulas de textura leve, fragrância suave e rápida absorção e cada item traz benefícios adicionais para cada tipo de pele, tornando-se aliados a uma rotina diária de cuidados com a pele.

A linha facial traz três produtos, todos com alta proteção solar FPS 50 e aprovados oftalmologicamente.

• Pele oleosa – recomendado para peles oleosas, contém partículas que absorvem e controlam a oleosidade da pele e proporcionam o amado efeito matte;

• Pele Normal a Seca – com toque de seda, efeito hidratante e rico em antioxidante Q10, o produto combate os radicais livres e protege as células contra o estresse oxidativo, prevenindo o envelhecimento precoce da pele causado pela exposição solar;

• Protetor Facial Com Cor – uniformiza o tom de pele, graças à fórmula com pigmentação suave para uma cobertura natural e uniforme, e que se adapta à qualquer tom de pele.

Já para os produtos corporais, Nivea Sun apresenta duas versões para a linha Beauty Expert: FPS 40 E FPS 60. Resistentes à água e com dupla ação anti-idade, devida a combinação dos filtros UVA e UVB e dos antioxidantes Vitamina E e Licochalcona A.

A linha premium Nivea Sun Beauty Expert é Oil Free, não contém parabenos, e pode ser utilizada por crianças (acima de 12 anos) e adultos.

Preços sugeridos:
Protetores Faciais: R$ 49,99
Protetor Corporal FPS 40: R$ 45,99
Protetor Corporal FPS 60: R$ 53,99

Informações: Nivea – SAC: 0800 77 64832 ou 0800 77 NIVEA

Australian Gold apresenta nova linha de proteção solar com fórmula que não agride corais marinhos

Marca lança protetores solares específicos para o rosto e corpo

Australian Gold apresenta uma nova linha de protetores solares dividida em duas categorias: corporais e faciais. Há 12 anos, os produtos Australian Gold chegaram ao Brasil e, em 2017, o Grupo Boticário adquiriu a licença para produção e distribuição da marca no país. Há 30 anos, a Fundação Grupo Boticário tem atuado com estudos e pesquisas voltada à proteção dos oceanos.

Estima-se que, a cada ano, até 14 mil toneladas de filtro solar sejam levadas para os recifes de coral em todo o mundo. O impacto de alguns dos ingredientes na composição desses cosméticos está sob controvérsia científica porque podem gerar o branqueamento de corais – uma condição que os deixa vulneráveis e impede que obtenham os nutrientes necessários para sobreviver.

Com a nova linha de produtos, Australian Gold deseja estar presente em outros momentos da vida do consumidor, levando proteção e cuidado com a pele e o rosto, não somente na praia ou piscina, mas também para o dia a dia.

Com textura ultraleve, toque seco e rápida absorção, a linha de proteção solar para o corpo traz produtos de FSP 30, 50 e 70. O gel creme da sua fórmula é enriquecido com extrato de chá-verde e ameixa kakadu, poderosos antioxidantes.

Já para o rosto, com textura leve, toque seco e acabamento matte, o gel creme traz produtos de FSP 30 e 50. Além disso, os protetores faciais são Oil Free, criando uma barreira protetora contra os efeitos diários da poluição na pele e contribuindo para o antienvelhecimento. Dando continuidade aos princípios da marca, já presentes em sua linha atual, os lançamentos são veganos, não testados em animais, e com embalagens feitas em plástico vegetal.

Australian Gold

Temporada de calor: nove fatos que você precisa saber para manter a pele saudável no verão

Especialistas dão dicas para você aproveitar a estação mais quente do ano sem se preocupar com o surgimento de problemas como queimaduras, manchas, rugas e até mesmo câncer de pele

O verão é a estação preferida de muitas pessoas, afinal, é marcada por sol, praia, piscina, calor e diversão. No entanto, esta época requer cuidados especiais com o organismo, principalmente com a pele, que é extremamente agredida durante este período.

“Isso porque no verão estamos mais expostos à radiação ultravioleta do sol, que é a principal agressora da pele, causando a alteração do material genético, degradando as fibras de colágeno e elastina, gerando radicais livres que destroem o tecido celular e estimulando a produção de melanina, pigmento que dá cor à pele, causando manchas”, alerta Lucas Fustinoni, médico divulgador científico nas áreas de Tricologia e Estética, Fellowship de Estética em Miami e membro da World Trichology Society.

“Como se não bastasse, a água do mar e da piscina a qual nos expomos mais no verão prejudicam a barreira cutânea, responsável por proteger a pele contra os agressores externos. Dessa forma, a pele fica mais suscetível aos danos da radiação UV”, diz Daniel Cassiano, dermatologista da Clínica Gru Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Tais fatores favorecem o surgimento de uma série de alterações no tecido cutâneo, como manchas senis, melasma, dermatites, alergias, queimaduras e até mesmo o câncer de pele, que representa 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. E não para por aí, pois, além das condições de pele, a exposição à radiação solar durante o verão também pode acelerar o surgimento dos sinais da idade.

“As mudanças no DNA causadas pela radiação solar provocam reações de mutação celular, com consequente envelhecimento precoce, já que a exposição solar está ligada à inflamação, ao dano oxidativo e à produção de enzimas que degradam colágeno, resultando em uma pele mais flácida, com rugas e manchas”, afirma Claudia Marçal, dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. E algumas pessoas tendem a sofrer ainda mais com os danos do sol.

“O sol é responsável por cerca de 80 a 90% do envelhecimento da pele. Entretanto, alguns indivíduos apresentam ainda maior suscetibilidade ao fotoenvelhecimento, como aqueles que apresentam uma variante do gene MMP1, que promove uma degradação do colágeno oito vezes maior que o normal após a exposição solar”, destaca o geneticista Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem.

Todos esses fatos sobre o verão podem parecer realmente desesperadores. Mas fique tranquilo, pois é perfeitamente possível aproveitar a estação mais quente do ano sem prejudicar a saúde e a beleza da pele. Basta tomar alguns cuidados básicos. E, para te ajudar nisso, reunimos um time de especialistas para dar dicas sobre como tratar a pele no verão. Confira:

Aposte na fotoproteção: é o cuidado número um quando o assunto é rotina skincare no verão. “O uso diário de protetor solar é a única maneira de garantir que a pele esteja realmente protegida dos efeitos nocivos dos raios solares, que estão cada vez mais fortes. Mas é importante que o produto possua, no mínimo, FPS 30 e amplo espectro de proteção solar, para combater a radiação UVA e UVB, além de dever ser reaplicado a cada duas horas”, diz Isabel Piatti, Consultora Executiva em Estética e Inovação Cosmética e conselheira do Comitê Técnico de Inovação da Buona Vita. Invista também em um produto com proteção contra a luz azul do sol e dos dispositivos eletrônicos.

“A luz azul também penetra em nossa pele e aumenta a produção de radicais livres, o que favorece o surgimento e o escurecimento das manchas e a acelera o envelhecimento”, afirma o farmacêutico Maurizio Pupo, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Ada Tina Italy. Uma opção interessante para se proteger contra os malefícios da luz azul é o Biosole BB Cream FPS 60, da Ada Tina Italy, um protetor solar com cor e ação antioxidante que uniformiza o tom da pele com alta cobertura homogênea, reduz o surgimento de manchas e confere alta proteção contra UVA, UVB, Luz Azul e Luz Visível.

E a fotoproteção não consiste apenas no uso de protetor solar. Por exemplo, é recomendado também que se evite a exposição ao sol durante os horários com maior índice de radiação ultravioleta, isto é, entre 10 e 16 horas. “Aposte também na utilização de roupas com proteção UV, chapéus de aba larga e trama fechada, óculos de sol e sombras artificiais, como aquela oferecida pelo guarda-sol, para potencializar a proteção solar”, recomenda Cassiano.

Hidratação é indispensável: assim como a fotoproteção, a hidratação não deve ser deixada de lado no verão, pois a exposição direta e prolongada à radiação UVA e UVB também pode favorecer a desidratação do tecido e piorar o ressecamento. Mas, como no verão sofremos mais com a oleosidade, o ideal é optar por hidratantes que não deixem a pele oleosa, como os séruns. “Com rápida absorção e fórmula concentrada, sendo capaz de levar ativos de maneira mais eficaz para a pele, o sérum é especialmente interessante para ser usado no verão, pois, devido a sua textura leve e fluida, o produto não deixa a pele com aspecto brilhante ou pegajoso”, afirma a dermatologista Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. E o melhor é que os séruns podem conter uma diversidade de ativos.

Para o verão, o ideal é optar por produtos formulados com antioxidantes, como Alistin, Vitamina E e, principalmente, Vitamina C. “A Vitamina C é um poderoso antioxidante que confere ação reparadora, já que protege a pele contra os estragos da oxidação causada pelos radicais livres, ameniza rugas e linhas de expressão, visto que é um dos fatores essenciais na síntese de colágeno, e ainda é capaz de uniformizar o tom de pele, clareando e prevenindo manchas”, recomenda Fustinoni. Uma opção interessante para quem deseja apostar em séruns de Vitamina C é o sérum Antiox, da Buona Vita, que conta com 20% de Vitamina C para conferir função antioxidante, clareadora, antienvelhecimento e antiglicante (combate malefícios do açúcar na pele).

Não se esqueça da higienização: como a produção de oleosidade é maior no verão, a limpeza diária da pele é fundamental para prevenir a obstrução dos poros e o aparecimento de acne, devendo ser realizada duas vezes ao dia, pela manhã e à noite, com produtos específicos para o seu tipo de pele. “No verão, é especialmente interessante apostar em sabonetes adstringentes formulados com substâncias reparadoras capazes de combater os danos causados pelo sol ao longo do dia”, afirma Fustinoni. De uma a duas vezes por semana, dependendo do tipo de pele, é interessante também apostar na esfoliação para complementar a higienização.

“A esfoliação realiza uma leve abrasão na camada superficial do tecido cutâneo, que remove as impurezas e a oleosidade acumuladas, além de impulsionar a renovação celular e potencializar a capacidade de absorção dos cosméticos pela pele, deixando-a preparada para o uso de cremes”, indica Paola. Um produto interessante para essa etapa é o Esfoliante Facial Tribeca, da B.URB, capaz de remover impurezas e células mortas da pele, desobstruindo os poros e ajudando na renovação celular. Com sementes de Apricot (damasco) em sua composição, o produto é ideal para higienizar e hidratar o tecido cutâneo.

Atenção à maquiagem: o recomendando é evitar a maquiagem no verão. “Isso porque a maquiagem pode obstruir os poros, prejudicando a transpiração e a secreção de oleosidade pelas glândulas sebáceas, o que favorece o surgimento de cravos e espinhas”, aconselha Fustinoni. Mas, caso prefira utilizá-la, lembre-se de sempre removê-la no final do dia e de forma alguma substitua o filtro solar por uma maquiagem com FPS. “Geralmente, o FPS das maquiagens é muito baixo, sendo insuficiente para proteger a pele. Então, para quem usa maquiagem, o ideal é optar por um protetor solar com cor de alta cobertura, que, além de ser eficaz na proteção, também atua como base”, alerta Cassiano.

Bronzeie-se com segurança: o verão é a estação que muitas pessoas esperam para se bronzear e garantir uma cor. Mas, para evitar os danos do sol, é importante tomar alguns cuidados, como se expor ao sol de forma gradativa e apenas nos períodos seguros, além de utilizar o protetor solar. “É possível ainda consumir alimentos e suplementos ricos em betacaroteno, como cenoura, mamão, abóbora e acerola, que, além de acelerarem e prolongarem o bronzeado, ainda protegem o DNA celular dos danos causados pela radiação UVA e UVB”, aconselha Fustinoni.

Fique atento às queimaduras: a consequência imediata da exposição solar desprotegida são as queimaduras solares, que provocam eritema, sensibilidade ao toque, bolhas e, nos casos mais graves, descamação, dor de cabeça, febre, calafrios e fadiga. Por isso, o fotoprotetor deve ser utilizado. Mas, caso as queimaduras surjam, é possível tomar alguns cuidados para amenizar o problema, como o uso de hidratantes pós-sol. Mas preste atenção à formulação desses produtos. “Algumas fórmulas pós-sol possuem consistências espessas e oleosas, que criam uma barreira emoliente no topo da pele, aprisionando o calor na camada superior da epiderme e exacerbando a inflamação e a sensação de queimadura. Além disso, algumas fragrâncias e produtos químicos podem irritar a pele danificada”, destaca Paola. Então, dê preferência à produtos livres de etoxilados, óleo mineral e parabenos e que contenham ativos que ajudam a restabelecer as defesas naturais, possuam um sistema antioxidante avançado e confiram efeito calmante, como a Vitamina E, o Alistin, o Pro Barrier Repair e o GPS Trealose.

Cuidado com a depilação: a depilação é frequentemente realizada no verão para deixar o corpo pronto para a utilização de biquínis, sungas e outras roupas de banho. Mas é preciso tomar cuidado com esse tipo de procedimento durante a estação. “Isso porque a depilação com cera e lâmina pode causar microlesões na pele que a tornam mais suscetível aos danos solares, além de favorecer o surgimento de foliculite e irritação. Já a depilação à laser pode estimular o aparecimento de manchas na pele. Por isso, caso você se depile, o recomendado é evitar a exposição solar nos sete dias que procedem qualquer tipo de depilação”, recomenda Fustinoni .

A alimentação também é importante: além de cuidar da pele topicamente, é fundamental investir também em uma alimentação balanceada e rica em legumes, frutas e verduras, o que vai ajudar no tratamento do tecido cutâneo de dentro para fora. “Uma alimentação equilibrada está entre os principais itens que ajudam a deixar a pele bonita, jovem, protegida, saudável e hidratada. São os alimentos que você consome regularmente que definem a aparência e a qualidade do tecido cutâneo, não apenas em um mês, mas também em um ou dois anos”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia. No verão, aposte principalmente em alimentos que potencializem a fotoproteção, como as frutas vermelhas, que possuem antioxidantes e vitamina C, substâncias capazes de proteger a pele contra os danos do sol. “As uvas pretas também são uma excelente opção, já que, além de possuírem propriedades antioxidantes que ajudam a bloquear os prejudiciais raios UV, também contam como Vitamina E, que mantém a pele hidratada, Vitamina C, que auxilia na revitalização das células da pele, e resveratrol, um polifenol que tem ação anti-inflamatória, protetora do DNA celular e antioxidante”, recomenda a médica nutróloga. Não se esqueça também de ingerir bastante líquido para manter a hidratação do corpo e, consequentemente, da pele.

Invista nos procedimentos estéticos menos agressivos: no verão todos querem apresentar um corpo bonito e algumas alterações que afetam a pele podem atrapalhar esse objetivo, como a flacidez e a celulite. Mas existem tratamentos que podem ser realizados durante essa época e são muito eficazes no combate a essas alterações. Por exemplo, quem sofre com flacidez pode apostar em sessões com o Ultraformer III, um ultrassom micro e macrofocado capaz de combater a flacidez, recuperar o contorno facial e corporal e devolver firmeza à pele, além de também auxiliar na remoção de gordura localizada. “O Ultraformer III utiliza uma tecnologia que emite energia mecânica através das ondas de ultrassom, que fazem micropontos de coagulação sob a pele e na gordura para tonificar o tecido cutâneo, estimular a produção de colágeno e conferir efeito lifting, o que dá fim à gordura e flacidez presentes na área tratada”, explica a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

Já quem sofre com celulite pode optar pela aplicação de bioestimuladores de colágeno. “A aplicação dos bioestimuladores, como a hidroxiapatita de cálcio ou o ácido L-poli-láctico, atua na produção do colágeno para promover uma reorganização das fibras responsáveis por sustentar adequadamente o tecido adiposo, o que melhora a celulite e o aspecto de casca de laranja da pele. Geralmente, recomenda-se de 2 a 3 sessões com intervalo mínimo de 30 dias entre cada uma delas, tempo que leva para os resultados aparecerem”, finaliza Paola.

Blemish SkinCeuticals UV FPS 50, protetor solar com ações antissinais para pele oleosa

Além de oferecer alta proteção contra raios UVA, UVA longo e UVB, novidade possui o complexo Blemish + Age com quatro ativos que combatem a oleosidade e aceleram a renovação da pele

SkinCeuticals, marca pioneira nas pesquisas em antioxidantes na indústria dermocosmética americana, apresenta o protetor solar Blemish UV FPS 50, que oferece proteção avançada antioleosidade e antissinais e chega para compor sua linha de produtos para pele oleosa, Blemish + Age.

A exclusiva fórmula do Blemish UV FPS 50 traz o complexo corretivo Blemish + Age, com: ácido dióico, ácido salicílico, hepes e niacinamida. Juntos, os quatro ativos auxiliam na redução da oleosidade e dos poros com o uso contínuo, aceleram a renovação da pele e minimizam linhas finas.

Sua exclusiva tecnologia UV Defense combina filtros físicos e químicos, que proporcionam proteção contra os raios UVB, UVA e UVA longo, isto é, oferecem proteção desde os raios mais intensos do meio-dia (UVB), responsáveis pelas queimaduras solares, até os raios constantes, os raios UVA, que muitas vezes não são percebidos e agem especialmente em ambientes mais poluídos. Esses raios se dividem entre curtos, com 320 a 340 nanômetros, e longos, com 340 a 400 nanômetros, sendo que esses últimos representam 30% do que penetra profundamente na pele e estão relacionados ao envelhecimento precoce.

Incolor e com toque seco, o protetor solar Blemish UV FPS 50 está disponível em e-commerces, grandes farmácias e drogarias com preço sugerido de R$ 129,90 (40g). É possível encontrá-lo também no DermaClub com descontos exclusivos o ano todo e, ainda, acumular pontos que podem ser trocados por produtos SkinCeuticals, entre outros. Clique aqui e entenda como funciona.

Confira os cinco mitos mais comuns sobre cuidados com a pele

Muitas informações sobre cuidados com a pele circulam na internet e são amplamente disseminadas por pessoas influentes nas redes mas, é importante saber o que é verdade e o que é mito, de acordo com a medicina, para não correr nenhum risco e conseguir cuidar da saúde da sua pele. A dermatologista Simone Stringhini, líder da clínica Stringhini Dermatologia Avançada, Membro da Academia Americana de Dermatologia e com 30 anos de experiência, listou os cinco principais mitos e informações equivocadas que circulam por aí.

1- Hidratantes repõe a água da pele

É até equivocado utilizar o termo “hidratar a pele” porque, na verdade, o hidratante não vai repor água, ele vai adicionar óleo na pele para reforçar a barreira cutânea e evitar a perda de água que já está no corpo. A dermatologista alerta que, a única forma de hidratação do corpo é ingerindo água. Por isso que, em alguns casos, pessoas com pele oleosa não tem a necessidade de passar hidratante, mas isso vai depender de cada caso e o dermatologista é que poderá indicar o que é mais recomendado.

2- O colágeno ingerido vai para a pele

O colágeno é uma proteína que nós temos em todo o corpo humano e, na pele, ele é o responsável por garantir a firmeza. A medida que vamos envelhecendo, o corpo vai perdendo a capacidade de produzir colágeno e, consequentemente, diminui a concentração em todo o corpo, o que causa a flacidez. Ele pode ser encontrado em diversos alimentos derivados dos animais, como carnes, peixes, ovos, queijos, leite, entre outros. Mas, com o passar dos anos, o organismo também vai perdendo a capacidade de absorver colágeno desses alimentos e é importante suplementar para diminuir a velocidade do envelhecimento. Mas, o colágeno que é ingerido em forma de cápsula ou pó não é absorvido diretamente pela pele. O que acontece é que, primeiramente, essa molécula irá ser degradada em aminoácidos, que são absorvidos pelo estômago e, posteriormente, serão utilizados para várias funções no organismo e, uma delas, será para a síntese de colágeno pela pele. Caso o médico opte por recomendar o colágeno, o horário mais indicado, segundo Simone, é antes do café da manhã, em jejum, pois depois das refeições, com o estômago cheio, a absorção pode ser menor.

3- Ginástica Facial rejuvenesce

Esse talvez seja o mito mais popular. A ginástica facial vem ganhando muitos adeptos, nos últimos tempos. Mas é importante entender que a ginástica atua diretamente nos músculos faciais e não na pele. Então, esses movimentos repetitivos não rejuvenescem e, podem até causar rugas, dependendo da intensidade e da frequência com que são feitos, pois a maior parte do envelhecimento facial é causado pela perda de elasticidade e, consequente, flacidez da pele. Os músculos também envelhecem, mas eles não são os maiores responsáveis pelo aspecto de envelhecimento facial. Então, quando é praticada a ginástica facial os músculos estão sendo estimulados à hipertrofia, assim como o corpo durante a musculação na academia, por exemplo. Mas isso não trará resultados no aspecto de rejuvenescimento e, pior, esses movimentos repetitivos juntamente com as expressões faciais feitas durante a ginástica podem acabar marcando a pele, causando rugas e trazendo o efeito de envelhecimento. A dermatologista diz que não existe uma ginástica para pele, apenas tratamentos dermatológicos avançados é que trarão o resultado do rejuvenescimento. Além disso, ela sugere ter bastante cautela com a ginástica facial, que pode acabar tendo efeito contrário ao esperado.

4- Cremes faciais tratam rugas e flacidez

Os cremes faciais são ótimos aliados do skincare e de uma pele saudável, mas a função deles é de hidratar e prevenir, então eles podem clarear manchas, melhorar o aspecto de cicatrizes e até prevenir rugas. O que não são capazes de fazer efetivamente é tratar as rugas e flacidez, reverter os sinais de envelhecimento que já surgiram. Para isso, são necessários tratamentos em consultório com o dermatologista, que pode fazer uso de injetáveis e equipamentos, como o laser, de acordo com o caso.

5- Pele negra não precisa usar filtro solar

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Isso é um mito muito perigoso. Todos os tipos de pele necessitam de filtro solar para proteger dos raios ultravioletas (UV), prejudiciais à saúde. Além disso, a pele negra é mais propensa a manchas, e o protetor solar ajuda a evitar o aparecimento delas, assim como do melasma. Para facilitar o dia a dia, uma opção é utilizar base de maquiagem com filtro solar, o que ajuda na praticidade da rotina. Esse tipo de produto contém a proteção necessária, assim como o filtro solar normal e funciona como base com cor, um produto dois em um.

Fonte: Simone Stringhini é formada em medicina pela UFRJ, tem especialização em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, foi a pioneira na área de estética, dentro da dermatologia, no Brasil; tendo sido a primeira dermatologista a fazer o procedimento de peeling no país.

Home office: proteja sua pele da luz visível

Luz emitida por dispositivos móveis pode causar manchas, rugas e até câncer

Em tempos de isolamento social, muitos colaboradores estão fazendo home office e alguns cuidados estão sendo deixados de lado. Certas rotinas de beleza não podem ser negligenciadas, mesmo trabalhando de casa: é o caso, por exemplo, do uso de protetor solar.

Mesmo que a pessoa esteja protegida do sol, a luz visível e a luz azul são altamente prejudiciais. A dermatologista e tricologista Angélica Pimenta, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), ressalta que a exposição diária e excessiva a telas de computador, smartphones e TV pode trazer malefícios para a pele.

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Pexels

“Essas luzes podem contribuir para o envelhecimento precoce da pele e o aparecimento de manchas por causa da radiação emitida. Por isso é importante usar protetor solar todos os dias, para proteger a pele da luz visível”, diz.

A luz azul é proveniente dos dispositivos móveis, sendo considerada a porção mais energética da luz visível e pode estar relacionada a diversas doenças como melasma, envelhecimento e câncer de pele.

“Nos atendimentos online, via telemedicina, que tenho feito com pacientes com melasma, mais de 50% deles relataram aumento significativo das lesões e manchas da doença. Isso é muito comum de acontecer já que os pacientes estão ficando mais tempo na frente de dispositivos móveis”, orienta a especialista.

Angélica explica que esses pacientes devem redobrar os cuidados durante a quarentena e a orientação é que as ligações ou videochamadas sejam feitas com fones de ouvido e a intensidade da luz do celular deve ser diminuída.

“Com os pacientes com melasma muito intenso ou reativo, intensificamos o uso do fotoprotetor oral. Existem vários tipos do produto que ajudam a clarear as manchas, a controlar um pouco mais a pigmentação e com efeito antioxidante. A indicação do fotoprotetor depende do tipo do melasma, por isso a importância de consultar o dermatologista antes de se automedicar”, orienta a médica.

Esse tipo de luz azul pode promover, em médio e longo prazos, danos suficientes para gerar células com alterações de degeneração no DNA, podendo mais tarde surgir a possibilidade de câncer na pele.

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“O filtro solar precisa ser físico, ou seja, aqueles compostos por minerais que fazem com que a radiação bata na pele e reflita. Hoje em dia, temos no mercado produtos com cor, que além de uniformizar o tom da pele melhoram a aparência e criam mais uma barreira de proteção contra a radiação”, finaliza a médica.

Empresa mineira lança filtro que protege a pele da luz digital

Mutari Cosméticos lançou em janeiro um produto, revolucionário no mercado, que previne danos causados pela luz digital, o Fotoprotetor Absolut 360º FPS 35. A novidade contém em sua formulação ativos tecnológicos imprescindíveis também para a proteção contra os raios ultravioletas.

Muito se sabe sobre os males causados pelos raios solares, porém poucos têm o conhecimento que a “Luz Azul”, presente em lâmpadas LED e luz digital (celulares, computadores e tablets) também contribuem para o envelhecimento precoce, podendo causar rugas e manchas de pele, sendo a segunda maior frequência de espectro visível.

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Foto: Optix

Estudos apontam que cerca de 48 horas de exposição à tela correspondem ao mesmo nível de exposição de 20 minutos ao sol ao meio-dia. Ou seja, para o cotidiano da vida moderna, não basta utilizar um produto convencional, é preciso um dermocosmético que atue também na prevenção destes novos males como o Fotoprotetor Absolut 360º FPS 35.

O produto

De fórmula leve, o produto oferece ampla proteção contra os raios UVA e UVB, ajuda a proteger da Luz Azul e reduz a produção de radicais livres (ROS). Além disso, é OilFree, ou seja, não doa brilho e mantém a oleosidade controlada com efeito duradouro, deixando a sensação da pele matificada instantaneamente, garantindo um aspecto saudável e sem brilho.O produto ainda contém em sua formulação a Niacinamida (responsável por minimizar danos mais profundos na pele causados pelos raios infravermelhos devido sua ação antioxidante) e possui um importante escudo anti-poluição.

Para o lançamento, a Mutari assume o papel de responsabilidade social ao optar em não utilizar no FotoprotetorAbsolut 360º FPS 35 componentes como Benzofenona 3 (B3), Metoxicinamato de Octila (EHMC) e Octacrileno (OCR), pois os mesmos podem ser prejudiciais aos animais marinhos pelas praias brasileiras.

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FotoprotetorAbsolut 360º FPS 35 – Preço: R$ 99,90

Onde encontrar / informações: Mutari Cosméticos