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Além de dores durante o sexo, ressecamento vaginal pode causar infecção bacteriana

Dor durante ou após a relação sexual, coceira, queimação e infecção bacteriana: esses são alguns dos sintomas de ressecamento vaginal. De acordo com a Women’s Health Concern, uma associação que trabalha em conjunto com a Sociedade Britânica para a Menopausa, aproximadamente 17% das mulheres entre os 18 e 50 anos sofrem com secura vaginal bem antes de entrarem na menopausa, o que geralmente ocorre após os 50 anos.

Há diversos fatores que podem ter relação com o ressecamento vaginal, inclusive o estresse. “A lubrificação acontece pelo fluxo de sangue que passa pela zona genital quando a mulher está excitada. Isso ocorre normalmente durante as preliminares da atividade sexual, então, se ela estiver nervosa ou estressada, certamente irá influenciar no nível hormonal e ela não vai conseguir ficar lubrificada”, explica a sexóloga da INTT, Lauren Souza.

O ressecamento vaginal é mais comum durante o pós-parto, tratamento de câncer, menopausa e uso de medicamentos específicos. “É fato que a secura vaginal ocorre, na maioria da vezes, após a menopausa, pois é nesse período que a mulher passa por alterações hormonais e tem uma queda na produção de estrogênio, o que causa uma atrofia na região da vagina, levando à secura”, diz Lauren.

Mas esse problema não é restrito apenas às mulheres depois da menopausa, muitas não sabem, no entanto, que a lavagem em excesso e a utilização de produtos inadequados na hora de realizar a higiene da região intima podem influenciar e agravar o ressecamento vaginal. Pensando nisso, a INTT Cosméticos decidiu lançar o Vagisex: um hidratante intravaginal à base de ácido hialurônico que restaura naturalmente a umidade vaginal.

O ácido hialurônico é uma molécula natural responsável pela manutenção do nível correto de hidratação nos tecidos e que, quando utilizado por um determinado período, proporciona lubrificação e umidade. Ele fixa-se à parede vaginal, formando uma superfície hidratada e permanece até a descamação das células epiteliais, que ocorre geralmente em três dias, hidratando, dessa maneira, o tecido da região.

Livre de hormônios e parabenos, além se der testado ginecologica e dermatologicamente, o Vagisex deve ser utilizado diariamente após a última urina do dia, devendo-se dormir com o produto. A forma de uso é bem simples e prática: no total são 10 aplicadores e uma bisnaga de 30g. Em geral, o tratamento dura em torno de dez dias e possui preço sugerido de R$ 65,00.

Informações: INTT Cosméticos

Entenda a importância do ressecamento vaginal e como se cuidar

Os sintomas podem afetar a qualidade de vida da mulher em algumas fases da vida

O ressecamento vaginal é enfrentado pelas mulheres em algumas fases de sua vida, podendo interferir diretamente em seu bem-estar emocional, físico e até social. Ele ocorre em momentos de queda na produção dos estrogênios, e a lubrificação da vagina torna-se muito baixa ou ausente.

Esse problema está relacionado à saúde íntima, que muitas vezes, ainda é um tabu e que afeta diretamente a qualidade de vida da mulher, que pode se sentir desconfortável em diversos momentos com os sintomas causados pelo ressecamento.

As consequências da falta de lubrificação causada pelo ressecamento são: sensação de irritação ou queimação, coceira, diminuição da elasticidade da vagina e dor durante a relação sexual. Esses sinais atrapalham a autoestima da mulher, que passa a se sentir menos segura para enfrentar o dia a dia. É importante que a mulher saiba que nenhum desses sintomas são normais, e precisam ser levados ao médico.

“O ressecamento vaginal é notado também pelas mulheres no momento das relações sexuais, quando falta lubrificação e o ato torna-se difícil e doloroso. Elas relatam que isso afeta o relacionamento com seus parceiros e causa certa insegurança”, comenta o médico ginecologista Ricardo Bruno, da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Rio de Janeiro.

Geralmente o ressecamento vaginal ocorre durante o pós-parto, a amamentação e a menopausa, quando o organismo reduz naturalmente a produção de estrogênio. Para entender melhor, no pós-parto essa diminuição acontece porque há o aumento na produção de prolactina (hormônio da produção do leite). Assim, o organismo bloqueia boa parte da produção dos estrogênios para se concentrar na produção da prolactina.

Já na menopausa, há uma diminuição no estímulo para fabricação dos estrogênios, em comparação ao período da puberdade. O ressecamento vaginal pode começar na pré-menopausa e vai aumentando até alcançar seu ápice na pós-menopausa, período em que o nível de ressecamento é 47% maior em relação ao climatério (transição em que a menstruação fica mais espaçada até parar de vez).

“Há muitas queixas das mulheres, na fase de climatério, de dores durante a relação sexual, ardência após o término e outros sintomas como coceira e dificuldade para urinar. Esses são os momentos em que as mulheres mais sentem o ressecamento vaginal”, ressalta o ginecologista. “As mulheres que acabaram de ser mães costumam perceber o ressecamento após 30 dias do parto, porém as queixas são menores do que as das mulheres na menopausa”, complementa.

Outra razão para ocorrer o ressecamento vaginal é o tratamento do câncer. Tanto a radioterapia quanto a quimioterapia podem causar a diminuição da produção de hormônio feminino responsável pela lubrificação vaginal e assim causar o ressecamento.

Muitas mulheres utilizam lubrificantes vaginais para aliviar os sintomas de dor e ardência durante a relação sexual. Porém, isso pode quebrar a espontaneidade da relação, deixando a mulher tensa e muitas vezes ansiosa. Além disso, ele não resolve os outros problemas causados pelo ressecamento. Segundo Ricardo Bruno, quando o lubrificante utilizado não é à base de água e, sim, de petróleo e óleo, o ressecamento vaginal pode se agravar após a relação sexual. Assim, é preciso ficar atenta à composição do produto e sempre conversar com o médico.

Assim, um hidratante intravaginal surge como uma opção mais adequada para quem procura um efeito de longa duração. Livre de hormônios, age no aumento do volume de água no tecido celular vaginal e restaura o pH da região. Esse processo proporciona maior lubrificação, aliviando os sintomas do ressecamento, não apenas a dor na relação sexual.

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A mulher pode utilizar o hidratante em qualquer hora do dia, antes de dormir ou ao acordar, quando for se sua preferência. Ele manterá a região hidratada por até três dias, proporcionando conforto, qualidade de vida e espontaneidade nos momentos íntimos. Além disso, pode ser usado com preservativos, não contém fragrância, parabenos, sabor ou elementos agressivos.

Assim, a mulher se sente mais preparada para a relação e mais segura no dia a dia após o alivio dos problemas do ressecamento. “O benefício do uso do hidratante vaginal é uma região íntima mais lubrificada, protegida de bactérias externas e pronta para relações sexuais prazerosas”, finaliza o médico.

Fonte: Vagidrat