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Pousada do Sandi ensina a preparar Blood Mary

Quer aproveitar a gastronomia da Pousada do Sandi em sua casa? Aprenda a fazer o delicioso “Blood Mary”, um clássico da coquetelaria mundial.

Confira a seguir o passo a passo:

Blood Mary

Ingredientes:
50 ml de vodca
1 colher de suco de limão
100 ml de suco de tomate
1 colher (rasa) de sal
1 colher (chá) de molho inglês
4 gotas de pimenta Tabasco
Pimenta-do-reino a gosto
1 limão Siciliano
1 talo de salsão

Modo de preparo:
Em um copo, coloque o suco de limão, molho inglês, o sal e o Tabasco. Complete com gelo, coloque a vodca, o suco de tomate e mexa. Tempere com a pimenta-do-reino e decore com um talo de salsão e uma rodela de limão siciliano. Sirva com canudo.

Fonte: Pousada do Sandi

Aprenda a fazer o Aperol Spritz servido na Pousada do Sandi

Quer aproveitar a gastronomia da Pousada do Sandi em sua casa? Aprenda a fazer o delicioso “Aperol Spritz” ideal para os dias mais quentes. Confira a seguir o passo a passo:

Aperol Spritz

Ingredientes:
• 60 ml de Aperol
• 20 ml de água com gás
• 90 ml de espumante Prosecco
• 1 fatia de laranja
• Gelo a gosto

Modo de preparo:
• Em um copo largo com gelo, misture os ingredientes e decore com 1 fatia de laranja

Fonte: Pousada do Sandi

Velhofobia se tornou uma realidade cruel ainda maior nesta pandemia, diz pesquisadora

O idoso ficou mais vulnerável psicológica e socialmente durante a pandemia. Por ser do grupo de risco, essa parte da população sofreu forte impacto na saúde mental ao se ver mais sozinha e sem interação social ou contato com parentes e amigos. Mas, segundo a antropóloga Mirian Goldenberg, uma parcela dessa população está buscando e encontrando formas criativas de se adaptar à nova realidade.

“Tenho acompanhado diariamente cerca de 20 nonagenários que tiveram muita dificuldade no início da pandemia. Agora, estão buscando formas criativas de se adaptar à nova realidade. Eles se sentem úteis, importantes e fazendo algo de significativo, mesmo dentro de suas casas”, comenta a antropóloga.

Apesar desse cenário, a pesquisadora afirma que a grande maioria dos idosos está sofrendo violência física, verbal, psicológica, abuso financeiro e xingamentos durante a quarentena: “A velhofobia se tornou uma realidade cruel ainda maior nesta pandemia”.

Doutora em Antropologia Social, Mirian Goldenberg fará na próxima quinta, dia 22, a partir das 19 horas, a palestra online da Casa do Saber Rio “A invenção de uma bela velhice: projetos de vida e busca de significado”. Aqui, ela analisa o tema. Confira:

Quando se fica velho?
Mirian: Culturalmente, ficamos velhos muito cedo no Brasil, principalmente as mulheres. Com 30 anos, minhas pesquisadas já estão em pânico com as rugas, cabelos brancos, dificuldade para emagrecer. Começam a ter medo de não casarem e não terem filhos. Subjetivamente, envelhecemos muito cedo aqui porque existe uma velhofobia no Brasil: preconceitos e violências contra os mais velhos, dentro e fora de nossas casas. Ficamos velhos aqui porque o pânico de envelhecer é enorme. Em outras culturas não é assim.

É mais fácil envelhecer hoje que no tempo dos nossos avós? O que mudou?

Mirian: É um paradoxo: é mais fácil e mais difícil. Mais fácil porque temos exemplos de muitos homens e mulheres que têm mais de 90 e são produtivos, ativos, independentes. Mais difícil porque a cultura da juventude, da beleza e do corpo perfeito, é cada vez mais disseminada no país.

É possível a eterna juventude, não na questão física, mas do ponto de vista emocional?

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Mirian: Não acredito que ser jovem é melhor do que ser velho, pois como digo em todos os meus cursos, palestras e textos: todos nós somos velhos, hoje ou amanhã. Falar de ser eternamente jovem é alimentar a ideia de que a juventude é melhor do que a velhice, mais bela, mais produtiva, mais rica. Acho exatamente o contrário: só acreditando que todos são velhos, inclusive os jovens, iremos mudar a nossa representação sobre a velhice. Então, em vez de eterna juventude, não seria melhor falar de eterna velhice?

Em tempos de pandemia, em que os idosos, por serem grupo de risco, precisam ficar em casa, com pouco contato com o mundo externo, envelhecer está mais difícil?

Mirian: Tenho acompanhado diariamente cerca de 20 nonagenários, que tiveram muita dificuldade no início da pandemia. Agora, estão buscando formas criativas de se adaptar à nova realidade. Juntos, estamos fazendo uma série de atividades: grupo de estudos sobre “Os Lusíadas” de Camões, jogos de palavras, lives, tocando piano, leitura de autores como Clarice Lispector e Fernando Pessoa, por exemplo. Eles se sentem úteis, importantes e fazendo algo de significativo, mesmo dentro de suas casas. Mas a grande maioria dos velhos está sofrendo violência física, verbal, psicológica, abuso financeiro, xingamentos. A velhofobia se tornou uma realidade cruel ainda maior nesta pandemia.

Como cuidar da saúde mental dos mais velhos para não surtarem durante o isolamento social e continuarem se reinventando?

Mirian: Escutando, conversando, estando junto deles – mesmo que não fisicamente -, compartilhando atividades, respeitando seus desejos e limites. É o que tenho feito 24 horas do meu dia, desde 15 de março. Nunca estive tão próxima deles, nunca senti e recebi tanto amor como agora.

Como as mulheres têm encarado o envelhecimento nos dias de hoje? A sociedade ainda impõe a elas uma cobrança maior que aos homens?

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Mirian: Em todos os países em que estive, são as mulheres as maiores responsáveis por cuidar de todos na família, da casa, no trabalho, dos amigos. As mulheres cuidam de todos, mas não têm tempo para cuidar delas mesmas. Elas se sentem exaustas, deprimidas, insatisfeitas, frustradas por não terem tempo para elas. O fato de cuidarem de todos e não terem tempo para elas faz com que se sintam invisíveis, transparentes, sem o reconhecimento que elas tanto desejam. Elas dedicam todo o tempo para cuidar dos outros e não recebem o menor reconhecimento ou agradecimento por isso. É como se fosse apenas uma obrigação que elas devem cumprir por serem mulheres. Elas não cuidam de si mesmas, não têm tempo para si, não têm liberdade para serem elas mesmas. Liberdade social e liberdade interior. As mulheres são cobradas para terem uma vida muito mais controlada sexualmente, amorosamente, profissionalmente e em todas as áreas da vida. Por isso elas invejam tanto a liberdade dos homens. Elas querem ser mais livres em todos os sentidos, inclusive livres para poderem realizar todo o seu potencial amoroso, sexual, criativo, produtivo. As mulheres não são livres para serem elas mesmas.

O que é velhofobia? Acha que ela aumentou em tempos de pandemia?

Mirian: A calamidade que estamos enfrentando evidenciou a face mais perversa de alguns políticos e empresários: a velhofobia. Estamos assistindo horrorizados a discursos sórdidos, recheados de estigmas, preconceitos e violências contra os mais velhos. “Vamos todos nos contaminar para criar imunidade e esta epidemia acabar logo. Só irão morrer alguns velhinhos doentes”. “Deixem os jovens trabalharem. Não vamos parar a economia para salvar a vida de velhinhos”. “Só velhinhos irão morrer, eles iriam morrer mesmo, mais cedo ou mais tarde”.

Esse tipo de discurso revela uma situação dramática que já existia antes da pandemia. Os velhos são considerados inúteis, desnecessários e invisíveis. Homens e mulheres mais velhos, que já experimentam uma espécie de morte simbólica, ficam desesperados ao constatar que são considerados um peso para a sociedade. No entanto, a forte reação contra esses sociopatas prova que os mais velhos são muito valiosos e importantes para os brasileiros. Faremos tudo o que for necessário para demonstrar que os nossos velhos não são um peso, muito pelo contrário. São eles que estão nos ajudando a encontrar força e coragem para sobreviver física e mentalmente. São eles que estão nos ensinando a ser pessoas mais amorosas e generosas. São eles que estão cuidando de nós, como fizeram durante toda a vida.

Muitos dos que disseminam o discurso de ódio e de extermínio dos mais velhos já passaram dos 60 anos. É urgente que eles aprendam uma lição importante: a única categoria social que une todo mundo é o ser velho. A criança e o jovem de hoje serão os velhos de amanhã. Os velhofóbicos estão construindo o seu próprio destino como velhos, e também o destino dos seus filhos e netos: os velhos de amanhã. Será que estes genocidas serão tão amados e protegidos como são os nossos velhos ou serão tratados como “velhinhos descartáveis”?

Fonte: Casa do Saber

Olhos de raposa (foxy eyes): a maquiagem tendência da quarentena

Em alta, os foxy eyes, olhos de raposa na tradução, eram tendência nos anos 1970. Quem acompanha a internet viu que esta maquiagem voltou com uma releitura, e está fazendo o maior sucesso nas redes sociais. Além disso, famosas, como Sandy, Bella Hadid e Kendall Jenner, também apareceram usando o visual que promete alongar o olhar, ideal para quem tem olhos naturalmente oblíquos.

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A maquiadora Andressa Nascimento

A maquiadora Andressa Nascimento, do Agatha França Estética e Beleza (RJ), diz que a tendência serve para quem quer um olho mais sensual. O efeito pode ser conquistado com apenas três sombras e um delineador.

“Essa técnica ajuda a alongar e levantar os olhos. Está em alta a sombra marrom com ou sem delineador preto. Mas vale também o colorido”, explica a especialista. O truque para deixar o olho bem delineado é usar uma fita crepe transparente para ajudar a fazer o esfumado dos olhos e o traçado com o delineador.

A make é democrática e pode ser usada tanto no dia a dia quanto para futuros eventos especiais à noite. É só saber escolher as cores ideais para cada ocasião. Lembrando que, agora com o uso obrigatório da máscara protetora, por causa da pandemia, os olhos são a parte do rosto que mais ficam em evidência.

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Sandy – Reprodução Instagram

Para criar este olhão é necessário fazer um delineado com as pontinhas bem angulosas. O cantinho interno deve ser realçado, como é feito no delineado egípcio. Já no cantinho externo, deve-se criar aquele traço bem longo. Muitas mulheres estão apostando na versão esfumada, mas também vale criar um traço bem sólido.

Cabelo de Paolla Oliveira é tendência; especialista ensina como adotar a cor avelã

Sempre à frente das tendências, a atriz Paolla Oliveira adotou a coloração avelã nos fios. Em alta, a coloração é hit da estação e pode ser adotada por loiras e morenas. O especialista Olivier Costa, do salão Olivier Costa Vip, do Rio de Janeiro, aponta que a tonalidade, que beira o caramelo, segue as temporadas de moda internacionais.

“Na mesma linha dos castanhos e caramelos temos o avelã. Mas natural, ele também funciona para as peles mais claras. É uma cor com fundo quente e que se aproxima muito das cores naturais da base das brasileiras”, orienta o colorista.

Segundo Olivier, uma opção para quem quer acompanhar a tendência do caramelo sem radicalizar são as mechas hair bronzing com sombré, o castanho com luzes canela. “Que oferece a opção de iluminar o visual com mechas próximas ao tom de base dos fios. O cabelo escuro pode ganhar vida e brilho com a criação de mechas mais claras no estilo sombré hair – um ombré suave, que cria um jogo de luz e sombra nos fios. Se quiser um pouco mais de intensidade, as mechas podem começar mais próximas a raiz”, aconselha o especialista.

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Antes de escolher a coloração perfeita para cada tipo de cabelo é importante pesquisar e procurar por um especialista. “É fundamental analisar o visagismo, entender a rotina de cada mulher, seus hábitos e estilo. As tendências procuram sempre inovar o visual, mas não devem ser seguidas arrisca”, finaliza Olivier.

Fonte: Salão Olivier Costa Vip

L’Occitane au Brésil apresenta fragrância de alma francesa e coração brasileiro

A linha nasce de uma viagem perfumada pela história da marca, que visitou quatro cidades brasileiras em busca de sua essência
A L’Occitane au Brésil, marca franco-brasileira do Grupo L’Occitane, lança Brésil, uma fragrância que traduz o cheiro do Brasil por meio de uma perspectiva única: o olhar do francês para as diversas belezas do nosso país. A linha chega para o Natal de 2019 e conta com três produtos: Deo Colônia, Creme Desodorante Corporal e Creme de Mãos.

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Para a criação da fragrância, a L’Occitane au Brésil embarcou em uma jornada que começou nos campos floridos do sul da França, mas que tomou forma nos cheiros e sotaques do Brasil. Com a ajuda de quatro mulheres apaixonadas por suas terras e dois perfumistas que enaltecem a franco-brasilidade, foi descoberta a essência de quatro cidades – Manaus, Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro – eternizadas em quatro diferentes acordes.

Todas essas histórias verdadeiras foram traduzidas em uma fragrância floral verde que combina o frescor de Manaus, a alegria de Salvador, a doçura de Belo Horizonte e o brilho do Rio de Janeiro com o óleo de lavanda e o extrato de aroeira em uma mistura imprevisível de França e Brasil. Além disso, Brésil traz uma saída recheada de notas cítricas e verdes, um corpo floral transparente e um fundo amadeirado.

“O processo de criação da fragrância foi intenso e marcante. Foram dois países, quatro mulheres, dois perfumistas, quatro cidades e incontáveis inspirações para um projeto que traduziu a essência franco-brasileira da marca de forma única. Assim, transformamos o Brasil, um país tão rico e cheio de belezas, em Brésil: uma fragrância de alma francesa e coração brasileiro”, diz Victoria Gallo, diretora de marketing da L’Occitane au Brésil.

A novidade contou com novo processo de desenvolvimento de produtos para a marca, utilizando metodologias ágeis. Da concepção até o lançamento da linha, foram 10 meses de cocriação e colaboração entre times multidisciplinares, com a participação de perfumistas e consumidores em etapas como a votação em praça pública, que contou com a participação de mais de 1.500 pessoas.

A linha Brésil está disponível em todas as lojas físicas e virtual da marca, e é a escolha perfeita para presentear neste Natal.

Lançamentos Brésil:

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Desodorante Colônia Brésil 100ml | R$ 159,90
L’Occitane au Brésil celebra a sua essência em uma fragrância floral verde que combina notas cítricas e verdes com um corpo floral transparente e um fundo amadeirado. Uma fragrância com alma francesa e coração brasileiro, que faz um oceano inteiro de distância se encontrar em um único frasco.

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Creme Desodorante Corporal Brésil 200ml | R$ 89,90
Este creme desodorante corporal de textura aveludada deixa a pele desodorizada, hidratada, macia e perfumada.

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Creme de Mãos Brésil 30ml | R$ 31,90
Este creme de mãos de textura aveludada deixa a pele hidratada, macia e perfumada com uma fragrância floral verde.

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Informações: L’Occitane Au Brésil – SAC: 0800 779 1555

Na primavera, drinques com frutas ganham destaque nos restaurantes

A primavera é conhecida como a estação das flores, mas proporciona muito mais do que jardins floridos. Nessa época, as frutas também ganham destaque. Caju, jabuticaba, kiwi, laranja lima, pera, mamão formosa, maracujá, melão, morango, pêssego e tangerina são algumas das que colorem as prateleiras dos mercados. Com isso, os restaurantes aproveitam para refrescar os cardápios em todos os aspectos, inclusive a cartela de drinques.

Abaixo, alguns que aproveitam frutas da época para colorir, refrescar, ou mesmo adoçar as opções de bebidas.

Spotlab

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No Rio de Janeiro, localizado na Ilha da Gigoia (Barra da Tijuca), a hamburgueria oferece o Lab Sprits (R$ 26,00), um espumante com xarope de melancia e suco de maracujá, tropical e levemente adocicado. Crédito da foto: Divulgação.

Social Lab

Jambu Lab
Em Brasília, o bar inovou e apresenta aos seus clientes o Jambu Lab (R$ 24,00). Com elementos regionais e toques da alta coquetelaria, o drinque é a mistura perfeita de cachaça artesanal de Jambu, hortelã, limão tahiti e ginger ale. Exótico, refrescante e cítrico na medida certa.

Nido Ristorante

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O restaurante italiano com menu autoral, é um ponto queridinho dos cariocas e visitantes na zona sul da cidade maravilhosa. Nos drinques, o destaque fica para a caipivodka de caju, do Alexandres Veras, super-refrescante e colorida. Crédito foto: Tomas Rangel.

Convento do Espinheiro

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Diretamente de Évora, em Portugal, o hotel Convento do Espinheiro oferece o drinque Blue Monday (9€), com groselha e limão. Crédito da foto: Divulgação.

Spotlab: Ilha da Gigóia – Acesso às barcas pelo metrô Jardim Oceânico – Barra da Tijuca. Horário de funcionamento: sexta das 18h às 24h, sábado, das 16h às 24h, domingo, das 16h às 23h

Social Lab Bar: CSL 306, bloco B, loja 4 – Asa Sul – Brasília/ DF. Horário de funcionamento: das 17h à 1h, terças a sábados

Nido Ristorante: Rua San Martin, 1011, Leblon, Rio de Janeiro – RJ. Horário de funcionamento: de quarta a domingo, das 12h às 24h, e segunda-feira a partir das 19h.

Convento do Espinheiro

Spotlab aposta em receitas veganas em novo cardápio

A casa mais cool da Ilha da Gigoia (Rio de Janeiro) ganhou um novo cardápio. A Spotlab, famosa pelos seus deliciosos hambúrgueres, aposta em um menu com mais opções veganas e delícias para todos os gostos.

A ideia foi criar um cardápio mais leve e refrescante, para acompanhar os dias mais quentes que já estão começando a chegar. Para a chef da casa, Bruna Neubhaher, as novidades chegam em um excelente momento. “Acabamos de fechar uma parceria com a Behind The Foods, de carnes plant-based e percebemos que muita gente está consumindo menos carne. Isso nos inspirou em criar novas receitas com muito sabor e criatividade”.

Vale dizer que os campeões da casa, os famosos hambúrgueres com a chancela do Rei das Carnes, Alder Lopes, continuam no cardápio. Entre eles, o Senhor Hambúrguer (200g blend de dry aged Angus, queijo prato, alface, tomate, cebola roxa e maionese de chimichurri no pão brioche – R$ 40).

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Entre as novidades estão os hambúrgueres de carne vegetal (“com textura e gosto de carne”, garante a chef). Destaque para o Senhor Planta, que leva queijo vegano, alface, tomate, cebola roxa, palha de alho-poró e molho barbecue da casa, além da carne plant-based, no pão francês (R$ 38).

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Para beliscar, o Palito de Pastel (porção de palito de pastel de queijo da Canastra com cebola caramelizada – R$ 24) e o Zé Pequeno (dadinho de tapioca no palito com queijo coalho e molho sweet chilli da casa – R$ 20) são excelentes pedidas. Entre os novos itens do menu estão também as Quesadilhas (com salsa mexicana – R$24).

A Spotlab também é conhecida pelos seus drinques superelaborados e criativos. E no novo menu, eles não poderiam estar de fora. Além das tradicionais caipirinhas e chopps artesanais, a casa criou drinks autorais. Destaque para o Gin Tônica Spotlab (Gin Bombay, suco de limão, água tônica, xarope de maracujá e cardamomo – R$28).

Spotlab: Ilha da Gigóia – acesso às barcas pelo metrô Jardim Oceânico – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro. Horário de funcionamento: sexta, das 18h às 24h; sábado, das 16h às 24h, domingo, das 16h às 23h

 

Laghetto Stilo Barra Rio lança novo cardápio com opções veganas

O menu do restaurante no Laghetto Stilo Barra Rio, sob comando do Grupo Cozinha Típica, está de cara nova. Inspirada pela culinária brasileira, o cardápio foi atualizado pela chef Marina Braga, que ampliou os pratos para atender também ao público vegano.

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A moqueca de banana da terra (R$ 52), com pimentões, cebola roxa, leite de coco, azeite de dendê, coentro e arroz é uma boa pedida dessa linha, por exemplo.

Nas novas opções de entrada, temos a salada refrescante (R$ 49), que leva pepino, manga, palmito de pupunha e coentro, e também o camarão caipira (R$ 28), um espetinho com quatro unidades do fruto do mar com bacon e melado de cana.

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Outra novidade é a moquequinha de peixe (R$ 65) com arroz branco e pirão de peixe, que leva pimentões, cebola, leite de coco, azeite de dendê e coentro.

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Já no quesito carnes de boi e de frango, o Bife à Cavalo (R$ 62), que é filé mignon, ovo frito, arroz de banana, feijão de castanha, talo de couve e fritas, é aposta da casa junto com o filé de costela entrecote (R$ 54) grelhado, com batatas rústicas e tomate confit.

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Para quem prefere carne branca, as novidades são o Frango à Moda (R$ 52), que é um filé de coxa desossada, legumes na manteiga de ervas e purê de manjericão; e o Frango Rapidinho (R$ 49), filé de frango empanado, arroz de cenoura e couve refogada.

As massas ganham upgrade no espaço, contando agora com duas opções: lasanha (R$ 49) à bolonhesa ou quatro queijos, e sorrentino de mussarela de búfala com manjericão e molho bolonhesa (R$ 53).

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Além disso, o risoto, famoso prato da culinária italiana que se tornou queridinho no Brasil, ganha duas opções: risoto de camarão (R$ 59) com caldo de verduras, e risoto de carne seca com abóbora (R$ 55) com caldo de carne.

No Kids Menu, o restaurante oferece o espaguete a bolonhesa (R$39) além do escalope de filé de carne ou frango (R$ 39) com arroz, feijão e batata frita. De sobremesa, o cardápio conta agora com cheesecake com calda de goiabada, além das opções já oferecidas desde o início como brownie com sorvete de creme, pudim de leite e Gelato do dia.

Laghetto Stilo Barra Rio | Restaurante Brasileirinho: Rua Marcelo Roberto, 65 – Barra da Tijuca. Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 12h à 23h (após esse horário, apenas room service)