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Brasileiros consomem mais que o dobro de sal recomendado pela OMS

Indústrias alimentícias assinam termo de compromisso visando estabelecer metas nacionais e novo regulamento da Anvisa visa maior transparência nos rótulos

Aumento da pressão arterial – e, por consequência, da hipertensão -, problemas cardiovasculares, risco de AVC (acidente vascular cerebral), problemas renais, osteoporose e outras doenças relacionadas. Essas são alguns dos problemas que podem ser causados pelo excesso do consumo do sal, o mais democrático e polêmico dos temperos presente nas cozinhas – e pratos – dos brasileiros. Todavia, quando consumido em quantidade adequada, é fonte de minerais que participam de centenas de funções fisiológicas do corpo humano, sem que a falta dele pode causar distúrbio metabólico e endócrino, chamado hiponatremia.

Um alerta da OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que a população brasileira consome cerca de 12 gramas por dia de sal, ao passo que o recomendável para adultos sadios é o consumo máximo de 5 gramas (uma colher de chá). Dessa forma, o brasileiro tem consumido mais que o dobro de sal recomendado.

Atentos ao preocupante cenário, o Ministério da Saúde iniciou em 2011 um trabalho com indústrias de alimentos para assinatura de um termo de compromisso com a finalidade de estabelecer metas nacionais para redução do teor de sódio em alguns alimentos. Mais recentemente, a Anvisa publicou a Resolução n.º 429/2020 que obriga as marcas a declarar os compostos nutricionais dos alimentos em rotulagem frontal por meio de um selo de advertência. Todos os alimentos embalados que apresentarem alta concentração de sódio, gordura e açúcar deverão alertar sua composição, visando clareza de informações para o consumidor final. “O consumidor tem o direito de saber o que está presente em cada produto para, assim, escolher as opções mais saudáveis, evitando substâncias críticas quando consumidas em excesso”, defende a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi.

Sal refinado, sal light e sal marinho: quais são as diferenças?

É importante esclarecer que sal e sódio não são a mesma coisa. “O sódio é um componente do sal e é essencial para o bom funcionamento do organismo. O tempero sal possui em sua composição cloro e sódio. Dessa forma, o sódio é uma das propriedades do sal. Detalhadamente, 1g de sal possui 400mg de sódio e 600mg de cloro”, explica Melissa.

O sal comum refinado é a versão mais pobre em micronutrientes, pois passa por um processo de alta temperatura que visa secar o sal a uma umidade bastante baixa e, com isto, perdem-se quase todos os microelementos. O sal light, por sua vez, é uma mistura de cloreto de sódio com cloreto de potássio e apresenta 50% menos sódio que o sal comum, muito recomendado pelos especialistas.

Já o sal marinho é um sal bruto, sem refino e bastante usado na alimentação funcional. Como não passa por refinamento, o sal nessa versão permanece com aproximadamente 84 elementos, dentre eles, enxofre, bromo, magnésio e cálcio, componentes importantes para o metabolismo e, também, para ativar a glândula tireoide. “O sal Atlantis Marinho da Jasmine preserva os oligoelementos e minerais, garantindo sabor e teor nutritivo aos alimentos”, complementa a gerente.

Sabor e saúde: uma equilibrada equação

A Jasmine Alimentos prioriza o uso de sal light em todos os produtos salgados do seu portfólio desde 2008. “O processo de pesquisa e tecnologias dentro do setor de P&D é feito com muita cautela. As principais dificuldades estão relacionadas às alterações no sabor, na textura, no aumento de custo dos produtos e, até mesmo, na conservação dos produtos, visto que o sal refinado é um conservante natural. Mas encontramos excelente equilíbrio entre ingredientes que garantem um produto salgado saboroso e com 50% menos sódio, ideal para a saúde”, comemora Melissa.

A Jasmine usa sal light em conjunto com realçadores de sabor naturais à base de extrato de leveduras que promovem um sabor agradável e muito próximo do sabor do sal comum. “Os extratos de levedura e aromas moduladores de sabor são boas alternativas para a redução de sódio”, complementa Melissa. Além de serem uma excelente alternativa natural ao sódio, os realçadores naturais melhoram o sabor dos alimentos e mantêm esse sabor por mais tempo na boca, aumentando a interação dos alimentos com as papilas gustativas e despertando a sensação de prazer ao comer.

“A Jasmine sempre atentou para a quantidade de sódio adequada e que não comprometa as recomendações dos estudos relacionados ao consumo de sódio versus manutenção da saúde. Antes mesmo da resolução do Ministério da Saúde em 2011, nossos produtos já continham níveis de sódio adequados”, alerta Melissa. Vale lembrar, entretanto, que uma dieta saudável com ingestão de pouco sal é a mais recomendável. “Nosso paladar é capaz de se acostumar com alimentos menos salgados. Uma dica é utilizar sabores alternativos como alho, cebolinha e vinagre. E evite deixar o saleiro na mesa ao alcance das pessoas”, finaliza.

Verão: como manter hidratação de mãos, pés e unhas após exposição ao sol

O verão é uma das melhores épocas do ano para aproveitar os passeios e atividades ao ar livre. Praia, piscina, sol, areia, sal, a união desses fatores ou alguns deles, são um grande convite para o que a vida reserva de melhor, entretanto, a exposição contínua pode provocar o ressecamento e o surgimento de manchas, principalmente na pele e extremidades das mãos, pés e unhas.

Para evitar esse incômodo e manter a boa aparência dessas regiões, apostar em soluções de tratamento, ricas em agentes hidratantes e regenerativos, pode ser uma boa opção. Nessa linha, a marca suíça Mavala se destaca com um portfólio completo de produtos, especialmente desenvolvidos para esses cuidados específicos.

Entre as soluções apresentadas pela marca, o Anti-Spot Cream é um creme para as mãos que clareia manchas, reduzindo seu tamanho e intensidade, impedindo que novas pigmentações apareçam. A solução promove a renovação celular, protege contra os efeitos dos raios UV, amacia, rejuvenesce e agrega flexibilidade à pele. Sua composição conta com um complexo botânico de sete plantas orgânicas certificadas dos Alpes Suíços, derivados de vitamina C, betaína, manteiga de karité e colágeno marinho.  

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Outro destaque da Mavala é o Revitalizing Hand Milk, um creme revitalizante para mãos debilitadas e levemente secas. Ideal para o uso diário, o hidratante apresenta uma textura fina, suave e que ajuda a evitar o ressecamento antes, durante e após as exposições aos fatores externos. Sua fórmula é composta por aminoácidos de seda, aloe vera, extrato de pepino, hamamélis e glicoproteínas, que hidrata, amacia, tonifica e ainda estimula a renovação celular.

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Para os cuidados e beleza dos pés, a marca traz o Hydro-Repairing Foot Care, ideal para nutrir, hidratar e amaciar a pele seca e com rachaduras. Sua concentração de 5% de ureia, extrato de polpa de damasco e complexo hidro-regulador ajudam a tratar os pés extremamente secos e danificados, devolvendo sua boa aparência, conforto, flexibilidade e maciez.

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E como não poderia faltar, a líder mundial em cuidados para as unhas, apresenta também soluções específicas para essas extremidades como o Mava-Flex, um sérum para unhas secas e duras. Voltado para unhas das mãos e dos pés, o concentrado balanceado de ureia, sacarídeos, cálcio, óleo essencial de limão e vitamina B5, hidrata, fortifica, amacia e dá brilho, garantindo unhas mais saudáveis e bonitas.

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Outra solução nesse sentido é o Nailactan, um creme nutritivo para todos os tipos de unha, mas em especial, para unhas secas e danificadas. Composto por aminoácidos essenciais, lipídios e vitaminas, ajuda a nutrir a raiz das unhas, neutraliza o ressecamento e restaura a elasticidade. Como resultado, o Nailactan garante unhas mais brilhantes, flexíveis e uniformes.

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Lembrando também das cutículas, que sofrem igualmente com as longas exposições, o Cuticle Cream é ideal para cutículas duras e danificadas. A solução reduz a pele, permitindo que seja removida da placa da unha e empurrada cuidadosamente para trás. Essa versão em creme permite melhor absorção e conta com ingredientes como lanolina e vaselina, juntos em uma mistura oleosa e hidratante.

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Cortar por completo o sal da dieta pode ter consequências indesejáveis

Com as recentes dietas da moda, muitas pessoas vêm cortando, sem necessidade, alguns nutrientes constantemente demonizados, como o sal. Mas embora o excesso tenha efeitos muito adversos, a sua falta também pode causar problemas, que vão desde menor ganho muscular até problemas sérios de saúde

Você já deve ter ouvido falar que o sal e o açúcar em excesso são dois vilões na dieta. Mas isso não necessariamente deve entrar em sua cabeça como uma proibição. “A exclusão total do sódio da alimentação, ou dietas extremamente restritivas, podem levar a um problema conhecido como hiponatremia, que é a diminuição, no sangue, do sódio em relação à água. Isso pode causar edema cerebral e crises convulsivas. Mas além disso, a ausência desse mineral pode levar à dor de cabeça, desidratação intensa, fraqueza muscular, vômitos, diarreias e até mesmo a arritmia cardíaca. Para praticantes de exercícios físicos, a falta de sódio também pode dificultar a contração muscular, piorar o desempenho e causar cãibras”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

“Nosso organismo precisa de sódio, mas em baixas quantidades. Segundo a Organização Mundial da Saúde, devemos ingerir cerca de 2,4 gramas de sódio por dia (5 gramas de sal, aproximadamente). Em países tropicais, com o clima mais quente, transpiramos mais e perdemos mais sal, então zerar a sua ingestão não é recomendado”, explica a médica. Sabemos que o brasileiro adulto ingere em média 12g diárias, mais que o dobro recomendado, portanto para a população em geral a orientação de reduzir o consumo de sal é corretamente aplicada e em muitas situações a quantidade de 5g deve ser reduzida ainda mais, sempre com orientação médica.

Segundo a médica, o sódio é um mineral importante, uma vez que atua em funções do organismo como equilíbrio de líquidos, impulsos nervosos, ritmo cardíaco, contração muscular, entre outros. “O sódio e o potássio no sangue possuem uma função ativa de transporte de nutrientes em níveis celulares. Na prática, isso significa que o sódio ajuda na troca de nutrientes no meio celular, sejam eles aminoácidos, glicose ou água. Por isso, ele será fundamental no processo de contração muscular durante um treino ou esforço físico, por exemplo, e também na recuperação. A ingestão baixa ou zero de sódio em praticantes de musculação pode prejudicar o processo de contração muscular, a recuperação e a qualidade dos treinos”, explica a médica. Essa ideia equivocada de zerar a ingestão de sódio é uma cópia de estratégias do que fazem fisiculturistas antes de competições para desidratar o corpo e melhorar a definição muscular. “Mas isso é nocivo para o organismo”, explica.

Tudo deve ser feito com equilíbrio, já que em excesso ele prejudica a função renal, pode causar problemas cardíacos e desequilíbrio hídrico no corpo. A grande questão para se precaver do consumo excessivo é estar atento ao rótulo dos produtos alimentícios. “Geralmente presente em temperos industrializados, comidas industrializadas, o sódio também está embutido nos alimentos doces (refrigerantes e até água com gás às vezes tem muito sódio). Em excesso, ele vai contribuir com o aumento de pressão arterial, que é um fator de risco para a doença cardiovascular e problemas circulatórios, e aumenta muito a retenção hídrica. Se você tem uma dieta muito rica em sódio, você começa a inchar muito e reter muito líquido no organismo. E isso vai começar a dar problemas de edema em geral, pernas pesadas e cansadas”, afirma a cirurgiã vascular Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

O segredo de tudo é a moderação. “Uma dieta individualizada, equilibrada, variada e o mais natural o quanto for possível sempre trará mais benefícios ao organismo do que dietas baseadas em restrições e excessos”, finaliza a médica nutróloga.

Fontes:
Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Aline Lamaita é Cirurgiã vascular, membro da diretoria (comissão de marketing) da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, do American College of Phlebology, e do American College of Lifestyle Medicine. Formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (2000) e dedica a maior parte do seu tempo à Flebologia (estudo das veias). Curso de Lifestyle Medicine pela Universidade de Harvard (2018). Possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina.

Seis hábitos e alimentos que enfraquecem o sistema imune

Nesse momento em que suas defesas precisam estar mais fortes do que nunca, esses hábitos alimentares podem fazer seu sistema imune ficar mais suscetível aos ataques de agressores como vírus, fungos e bactérias

Manter o sistema imunológico em equilíbrio é uma das coisas mais importantes e impactantes que você pode fazer agora, enquanto a pandemia do Novo Coronavírus continua. Mas reforçar a imunidade é uma moeda de dois lados: trata-se de escolher alimentos que ajudem a apoiar a função imunológica, evitando comportamentos que podem enfraquecer a imunidade.

“Alguns hábitos alimentares e excesso de alguns alimentos podem prejudicar o comportamento de defesa do organismo”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Abaixo, ela cita os hábitos envolvidos com a piora do sistema imune:

Foto: Emilysimagery/Morguefile

Beber muito álcool: uma taça de vinho aqui e ali pode ser uma maneira de tentar lidar com essa crise. Mas o consumo excessivo de álcool, mesmo em curto prazo, pode alterar seu sistema imunológico de maneiras que são particularmente impactantes para o momento. Em um artigo publicado na revista Alcohol Research, os pesquisadores observam que existe uma relação há muito observada entre a ingestão excessiva de álcool e uma resposta imunológica enfraquecida. “O efeito inclui um aumento da suscetibilidade à pneumonia e uma maior probabilidade de desenvolver síndromes de estresse respiratório agudo (SDRA) – fatores que podem impactar os resultados da Covid-19. Outros resultados observados envolvem um risco aumentado de sepse, uma maior incidência de complicações pós-operatórias, cicatrização deficiente de feridas e uma recuperação mais lenta e menos completa das infecções”, afirma a médica. O Centers for Disease Control (CDC) define o consumo excessivo de álcool como quatro ou mais drinques durante uma única ocasião para mulheres e cinco ou mais para homens. Beber demais significa consumir oito ou mais bebidas por semana para mulheres e 15 ou mais para homens, mas dependendo da bebida consumir mais de um copo por dia já tem efeitos negativos. Se você estiver bebendo muito, reduza para uma quantidade moderada de não mais do que uma bebida por dia para mulheres ou duas para homens. E se você acha que pode precisar de ajuda com relação ao álcool, não hesite em procurar um profissional.

Bruno/Germany/Pixabay

Abusar do sal: você pode associar o excesso de sódio a problemas como retenção de líquidos e pressão alta. Mas um novo estudo do Hospital Universitário de Bonn realizado em humanos e camundongos concluiu que muito sal pode levar a deficiências imunológicas. Os pesquisadores descobriram que, quando os rins excretam o excesso de sódio ocorre um efeito dominó que reduz a capacidade do corpo de combater infecções bacterianas. “Embora a Covid-19 seja uma doença viral, pode levar a infecções bacterianas secundárias. E essa pesquisa emergente pode resultar em uma melhor compreensão da relação entre o excesso de sódio e a função imunológica geral”, afirma. O limite diário recomendado de sódio é inferior a 2.300 mg por dia para adultos saudáveis, menos do que a ingestão média real de 3.440 mg por dia. Mais de 70% do consumo de sódio dos brasileiros vêm de alimentos processados. É por isso que a melhor maneira de conter a ingestão é limitar os produtos altamente processados, como, macarrões instantâneos, sopa enlatada e pizza congelada. Verifique os mg de sódio por porção nos rótulos de informações nutricionais. Quanto à salga dos alimentos, uma colher de chá de sal de cozinha contém 2.300 mg de sódio. Se você usar pouco sal para temperar alimentos frescos, ainda poderá permanecer abaixo do limite recomendado. Por exemplo, um quarto de colher de chá de sal, que é uma quantidade generosa se você medir, fornece 575 mg de sódio. A combinação de sal com outros temperos, como ervas e especiarias, também pode ajudar a reduzir a necessidade de polvilhar em excesso.

Consumir açúcar em excesso: cortar o excesso de açúcar adicionado é uma ideia inteligente por uma série de razões, incluindo benefícios para o suporte imunológico. Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition descobriu que, após um jejum noturno, os humanos alimentados com 100 gramas de açúcar experimentaram uma redução na capacidade das células imunológicas de abrir espaço a bactérias. Os maiores efeitos foram encontrados entre uma e duas horas depois, mas duraram até cinco horas. “Isso não significa que você deva abandonar os carboidratos completamente, mas evitar um excedente contínuo ou excessos de curto prazo é uma meta que vale a pena. A American Heart Association recomenda limitar o açúcar adicionado – o tipo adicionado aos alimentos por você ou um fabricante – a não mais do que seis colheres de chá por dia para mulheres e nove para homens. Uma colher de chá equivale a quatro gramas de açúcar adicionado, ou seja, 24 e 36 gramas de açúcar adicionado, respectivamente, para mulheres e homens diariamente”, afirma a médica. Se você é propenso a comer guloseimas açucaradas, teste alguns mecanismos alternativos de enfrentamento, como praticar meditação, exercícios físicos ou mesmo jogar videogame pode reduzir a necessidade de comer em virtude de seus sentimentos.

Ingerir muita cafeína: o café e o chá protegem a saúde, devido aos seus altos níveis de antioxidantes ligados ao efeito anti-inflamatório. No entanto, o excesso de cafeína pode interferir no sono e esse resultado pode aumentar a inflamação e comprometer a imunidade. “Para melhor apoiar a função imunológica, descarte bebidas com cafeína sem nutrientes, feitas com açúcar ou adoçantes artificiais, como refrigerantes e bebidas energéticas. Quando você gosta de café e chá, certifique-se de cortar a ingestão de cafeína pelo menos seis horas antes de deitar para evitar interferências no sono”, afirma a médica.

Economizar no consumo de fibras: as fibras apoiam uma boa saúde digestiva e ajudam a mudar a composição das bactérias intestinais de forma a melhorar a imunidade e o humor, segundo a médica nutróloga. “Uma maior ingestão de fibra alimentar e prebióticos oferece suporte a uma função imunológica mais saudável, incluindo proteção contra microrganismos. A fibra adequada também promove uma melhor qualidade do sono. A melhor maneira de aumentar a ingestão de fibras é comer mais alimentos integrais, incluindo vegetais, frutas, grãos inteiros, leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico), nozes e sementes. Troque alimentos processados com baixo teor de fibras por alimentos não processados ricos em fibras”, diz a médica. Troque cereal açucarado por aveia coberta com frutas e nozes, troque o arroz branco por integral ou com grãos. Tente substituir a carne, sem fibras, por feijão ou lentilha, macarrão tradicional por massas de leguminosas, e troque os lanches embalados, como biscoitos e batatas fritas, por combinações de frutas e nozes ou vegetais com homus ou guacamole.

Não comer vegetais verdes suficientes: os vegetais verdes podem ser particularmente úteis para a imunidade. “Essas plantas fornecem nutrientes essenciais conhecidos por ajudarem a função imunológica, incluindo vitaminas A e C, além de ácido fólico. Os verdes também oferecem compostos bioativos que liberam um sinal químico que otimiza a imunidade no intestino, a localização de 70-80% das células imunológicas. Para obter o maior benefício, concentre-se especificamente nos vegetais verdes da família dos crucíferos, que incluem couve, brócolis, repolho e couve de Bruxelas. Incorpore pelo menos três xícaras por semana – crus, como salada de couve, salada de repolho e floretes de brócolis frescos com molho, ou versões cozidas no vapor, salteadas ou assadas no forno”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Ingestão de açúcar e sal é alta entre brasileiros, segundo pesquisa do IBGE

Adicionar açúcar em bebidas e alimentos e colocar sal em preparações prontas não são escolhas saudáveis. Nutricionista da Cia. da Consulta ensina cinco dicas para driblar hábitos ruins e ter mais saúde

De acordo com levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 85,4% da população afirmou adoçar o que vai à mesa. A frequência diminuiu (era de 90,8% em 2008), mas este consumo ainda é considerado alto. E o uso exagerado de sal também ganha atenção na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, publicada recentemente pelo órgão.

O prato na mesa do brasileiro apresentou mudanças em dez anos que acabaram alterando o perfil de consumo de alguns nutrientes. Nesse período, a ingestão de gorduras saturadas e o consumo de fibras diminuíram.

“Diminuir o consumo de gorduras saturadas, muito presente em alimentos processados e ultraprocessados é ótimo, mas a diminuição no consumo de fibras traz um alerta, já que a fibra ajuda no funcionamento do intestino e pode melhorar a imunidade”, Tamiris Oliveira, nutricionista da Cia da Consulta.

O uso do sal adicionado em comidas prontas foi mencionado por 13,5% da população, sendo mais frequente em homens adultos (16,5%). O sódio foi ingerido acima do limite por 53,5% da população e o índice foi mais elevado em homens adultos (74,2%).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação é a ingestão de menos de 5 gramas (um pouco menos de uma colher de chá) de sal por dia. A utilização de açúcar para adoçar líquidos ou alimentos não é recomendada. Os açúcares dos próprios alimentos, como o das frutas, por exemplo, são suficientes para suprir a necessidade do organismo. A nutricionista explica que, tomando por base uma dieta de 2000 calorias, a recomendação de açúcar estabelecida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Diabetes é entre 25 a 50 gramas de sacarose/dia.

“Consumo muito acima destes números está ligado ao aumento de diversas doenças, como diabetes e colesterol elevado”, explica o diretor médico de Cia. da Consulta, Felipe Folco.

E para driblar os hábitos ruins, a nutricionista da Cia. da Consulta, ensina cinco dicas que podem ajudar a diminuir o uso de sal e açúcar na cozinha:

Bruno/Germany/Pixabay

– Não colocar saleiros na mesa;

– Ler rótulos – escolher produtos com baixo teor de sódio até (300 mg);

– Optar por produtos in natura ao invés de congelados;

– Evitar o consumo de alimentos embutidos e ultraprocessados, como: salgadinhos, biscoito, refrigerante, macarrão instantâneo, molhos prontos, doces e fast-food em geral. Embutidos salsicha, linguiça, mortadela, presunto, peito de peru e salame;

Cocktails

-Evitar consumo de refrigerantes, sucos de caixinha e bebidas alcoólicas.

Fonte: Cia. da Consulta

Knorr amplia e reformula portfólio com produtos com menos ou nenhum sal

Primeira linha de caldos e temperos zero sal do mercado, caldos com mais sabor e sal na medida certa, além de linha de Saladinha de Grãos são algumas das inovações da marca

Fornecer refeições nutritivas, saborosas e com mais praticidade no preparo são alguns dos compromissos de Knorr, marca de alimentos da Unilever, que reformulou seus produtos para tornar seu portfólio mais saboroso e sustentável. A marca traz lançamentos alinhados com as atuais demandas dos consumidores, sem perder a qualidade de sempre.

Segundo a pesquisa “O paladar brasileiro”, divulgada pelo Google, 75% dos brasileiros consideram difícil manter hábitos de alimentação saudáveis. Dentre os principais motivos apresentados para justificar sua resposta, estão questões relacionadas ao alto custo e à dificuldade e tempo gasto para encontrar e preparar refeições saudáveis .

Outro ponto identificado pela marca é que uma das principais preocupações do brasileiro é a quantidade de sal ingerida e, após reformulação da linha, Knorr relança seu tradicional caldo em cubo, agora com mais sabor e sal na medida certa, desenvolvido de acordo com os mais altos critérios nutricionais da Unilever e em linha com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além disso, traz a primeira linha de caldos e temperos Zero Sal do mercado, criados a partir de uma tecnologia inovadora, sendo o primeiro caldo em cubo sem sal adicionado de Knorr globalmente.

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A preocupação com a saúde dos consumidores e do planeta está no DNA da companhia. A Unilever estabeleceu como meta em seu Plano de Sustentabilidade ter pelo menos 60% do portfólio de alimentos alinhados aos mais elevados padrões nutricionais reconhecidos no mundo, o que também inclui a redução do consumo de sal. Neste quesito, 70% dos alimentos produzidos pela companhia já atendem à recomendação da OMS de 5g consumidos por dia.

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A marca traz ainda outra novidade que promete facilitar ainda mais o dia a dia. As Saladinhas de Grãos Knorr em conserva são feitas 100% à base de plantas, com alto valor nutricional, fonte de fibras e proteínas, sem sal adicionado e sem conservantes. Disponíveis em três sabores: Feijão vermelho com feijão branco e ervilha, Grão de Bico com azeitona, palmito e quinoa vermelha, e Lentilha com feijão fradinho e quinoa preta, são ótimas opções para complementar os pratos de forma prática.

“Temos o compromisso de oferecer aos nossos consumidores opções de escolha mais nutritivas, práticas e ao mesmo tempo sustentáveis. A Unilever tem o propósito de tornar a sustentabilidade parte do dia a dia das pessoas, o que inclui promover e liderar mudanças como estas. Hoje, 95% das ervas e vegetais usados por nós são de fontes sustentáveis e 45% dos nossos produtos são oferecidos em embalagem sustentável. Mas sabemos que, apesar de ser um grande avanço, ainda há muito a ser feito para chegar aonde queremos”, afirma Márcio Scarcelli, gerente de Marketing de Knorr.

Fonte: Knorr/Unilever

 

Novo Soleil Kérastase: cabelos protegidos contra o sol, sal e outros agressores

O ritual é o tratamento perfeito para cada momento da estação, oferecendo resultados que vão de proteção à efeito praia

O verão é considerado a melhor estação para muitas brasileiras que gostam de aproveitá-lo na praia ou piscina. No entanto, a exposição aos raios UV, umidade do ar, sal, areia e cloro, podem deixar os cabelos sensibilizados e com efeitos indesejados, como ressecamento, perda de brilho, quebra e desbotamento de cor.

Para continuar com os fios saudáveis e bonitos durante a estação mais quente do ano, Kérastase traz de volta ao mercado brasileiro a sua coleção Soleil, com a fórmula renovada e um novo produto para revelar a beleza feminina no verão e atender todas as necessidades capilares durante a exposição ao clima.

A marca profissional francesa possui mais de trinta anos de experiência em proteção de cabelos sujeitos à exposição solar, com uma tecnologia que não para de ser aprimorada. O novo ritual Soleil protege, nutre, modela, proporciona brilho e resistência aos fios e possui 24h de ação antifrizz e escudo antiumidade. O resultado são cabelos 85% mais nutridos, recuperação instantânea da fibra e fios 41% mais encorpados para finalizações, como beach waves, duradouras.

Com o desenvolvimento tecnológico como um de seus principais pilares, Kérastase desenvolveu um poderoso princípio ativo composto por Água de Coco, que proporciona uma nutrição intensa dos fios, Vitamina E, que evita a quebra, auxilia na proteção contra agressores externos e forma um escudo antioxidante, e Filtro UV, para combater os efeitos indesejados do sol nas fibras capilares.

A fragrância é mais um destaque da coleção. A marca francesa sempre traz em seus produtos um aroma exclusivo e marcante para uma experiência sensorial completa, e não seria diferente com a renovação de Soleil. A fragrância Ivresse Solaire traz em suas notas o perfume de jasmim com tuberosa e ylang-ylang, além de leite de coco, cumaru e âmbar precioso, que criam uma combinação refinada, relaxante e sedutora.

O produto estrela da coleção é o Huile Sirene Hair Oil Mist, um híbrido bifásico e exclusivo de spray para texturização e óleo de finalização, que fornece proteção e beach waves perfeitas, uma das maiores tendências do verão ao redor do mundo. É composto por Óleo de Babaçu, um ingrediente brasileiro que possui ação ágil absorvido rapidamente pelos fios deixando-os macios e com brilho. O Bain, a máscara e o creme também estão com a fórmula renovada.

Conheça a rotina de verão de Kérastase para o tratamento dos cabelos

Bain Apres Soleil | Fórmula renovada

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Shampoo para nutrição profunda e duradoura após exposição ao sol. Com uma textura de gel transparente, remove suavemente os resíduos de sal, areia e cloro, restaurando o brilho natural dos cabelos. Preço sugerido: R$ 145,00

Masque Après-Soleil | Fórmula renovada

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Máscara capilar com textura clara e em gel consistente que nutre intensamente os cabelos expostos ao sol, restaurando os nutrientes perdidos, além de conter elementos antioxidantes para equilibrar os efeitos adversos dos agressores do verão. Tem ação anti-frizz 24 horas até mesmo em condições de alta umidade. Proporciona maciez à fibra com um toque uniforme da raiz às pontas e melhora o brilho natural. Preço sugerido: R$ 260,00

Crème UV Sublime | Fórmula renovada

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Creme perolado multi-protetor com duas ações intensificadoras: nutrição intensa e controle do frizz. Infundido com vitamina E, oferece proteção anti-umidade durante todo o dia, evita a quebra, previne o ressecamento dos fios, oferece mais brilho e maciez. É mais indicado para cabelos grossos. Preço sugerido: R$ 227,00

Huile Sirene Hair Oil Mist | Novidade

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Multiprotetor infundido com Óleo de Babaçu. Um híbrido exclusivo de um spray de texturização e um óleo para o cabelo, que fornece proteção, definição, texturização e beach waves perfeitas. É absorvido rapidamente, deixando os cabelos com mais brilho e maciez. É mais indicado para cabelos finos. Preço sugerido: R$ 227,00

Os rituais Soleil:

A coleção Soleil traz rituais específicos para o tratamento dos cabelos durante cada momento do verão para os melhores resultados nos fios.

O ritual começa com uma rotina matinal. É indicado banhar os cabelos com o Bain Aprés-Soleil e tratar com a Masque Aprés-Soleil no período pré-exposição, e o uso do Crème UV Sublime ou do Huile Sirene é indispensável para garantir a proteção contra os efeitos indesejados dos agressores externos e texturizar os fios.

Após a exposição solar, o ritual segue novamente com o uso do Bain Aprés-Soleil, para remover todos os resíduos de areia, sal ou cloro, e da Masque Aprés-Soleil, para nutrir intensamente os fios, devolvendo os nutrientes perdidos ao longo do dia.

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O resultado são cabelos nutridos, macios, com brilho e sem frizz mesmo após um dia na praia ou na piscina.

Informações: Kérastase

Já ouviu falar que devemos reduzir nossa ingestão de sódio?*

O sódio é um elemento mineral que está muito presente no corpo, especialmente no plasma. Ele se apresenta em nossa dieta na forma de cloreto de sódio (sal de cozinha). O consumo excessivo é um fator de risco para pressão alta.

O sódio (símbolo Na da tabela periódica) é um dos sais minerais. Em nosso corpo está principalmente no sangue e no líquido intersticial (líquido localizado ao redor das células). Sua concentração no sangue é controlada por vários hormônios, incluindo a aldosterona e o hormônio antidiurético.

Nos alimentos, geralmente se apresenta na forma de cloreto de sódio. Aliás, o sódio possui 40% de sódio, isto é: 1 g de sal = 400 mg de sódio.

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As principais funções em nosso organismo são equilibrar a quantidade de água no organismo, juntamente com o potássio. Enquanto o sódio retém líquidos, o potássio provoca a excreção, de modo que as células fiquem com a quantidade adequada de água. Ele é essencial para a transmissão de impulsos nervosos e contração muscular.

Sua concentração no sangue e no fluido intersticial condiciona a quantidade de água presente nas células e o volume sanguíneo. Em pessoas sensíveis à ingestão de sal, o excesso de sódio pode aumentar o volume sanguíneo e, assim, promover a hipertensão arterial.

No Brasil, o consumo médio diário de sal de cozinha é de 12 gramas por pessoa. Essa quantidade está muito acima da quantidade diária recomendada, que é de 1 a 1,5 grama de sódio, ou seja, 2,5 a 3,75 gramas de cloreto de sódio por pessoa.

As agências de segurança sanitária tendem a recomendar a ingestão máxima de sódio que não deve ser excedida, a fim de prevenir a hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.

Nos últimos quinze anos, vários estudos confirmaram o impacto do excesso de sal no risco de problemas cardiovasculares e sugeriram outros efeitos deletérios, como o aumento do risco de câncer de estômago ou osteoporose (desmineralização óssea). Por exemplo, a síntese de cerca de trinta estudos de intervenção mostra que, em média, uma redução de 1,7 a 1,8 g de sal por dia permite que pessoas normotensas (pressão arterial normal) diminuam em 0,2 na pressão sistólica (o primeiro dígito da pressão) e 0,1 na pressão diastólica (o segundo dígito); nos hipertensos, a queda é de 0,5 e 0,32, respectivamente.

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Pesquisadores avaliaram o impacto do sal nas doenças cardiovasculares, revisaram dados de 19 estudos com mais de 177 mil pessoas e encontraram uma possível redução de 23% nos derrames e 17% nos infartos do miocárdio com a redução do consumo de sal a 5 g em vez de 10 g por dia.

A alimentação de crianças menores de três anos deve ser de muito baixo teor salino, com o objetivo de não sobrecarregar seus rins imaturos nos primeiros meses de vida e evitar a formação do paladar a sabores muito salgados.

Os atletas têm uma maior necessidade de sódio, já que as perdas no suor podem chegar a 6 a 7 g de sal em 1 a 3 horas de treinamento, especialmente em caso de exercício intenso e alta temperatura. Além das ingestões dietéticas, recomenda-se, durante o treino de mais de 1 hora, consumir uma bebida que forneça 1,2 g de sal (480 mg de sódio) por litro.

Benefícios

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O sódio, juntamente com o potássio, é um nutriente essencial para as contrações musculares, ajudando a manter o ritmo cardíaco normal. A ausência de sódio pode levar a uma arritmia cardíaca. Participa do fornecimento de energia para o organismo. Agindo no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, o sódio transforma essas substâncias em energia para o corpo. Assim, na ausência de sódio pode ocorrer o cansaço físico. O sódio participa do processo de contrações musculares. Assim, a ausência deste mineral leva a uma fragilidade dos músculos. Também colabora na retenção de líquidos no organismo e do equilíbrio da quantidade de água no corpo.

Fontes alimentares

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O sódio é um nutriente encontrado no sal de cozinha e em muitos outros alimentos. Embora uma certa quantidade venha naturalmente nos alimentos, este ingrediente é mais frequentemente adicionado aos pratos com a finalidade de aromatizá-los e preservá-los, ou para alterar sua textura ou estrutura. Itens ricos em sódio são os frios, molhos, alimentos semiconservados, queijos. Por outro lado, os alimentos que contêm pouco são frutas, legumes, leite, iogurte, carne, peixe e ovos.

Riscos

Deficiência pode ocorrer em casos de diarreia crônica grave ou uma dieta muito restritiva (livre de sal). A deficiência pode aparecer em atletas, que não compensariam perdas significativas no suor. A falta de sódio induz uma alteração do funcionamento do sistema nervoso, fraqueza muscular, hipotensão (baixa pressão sanguínea), desidratação, dor de cabeça, vômitos, diarreia e até mesmo a arritmia cardíaca. Especialmente nos idosos, suprime o apetite e pode levar à desnutrição.

Excesso

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O excesso de sal está envolvido na ocorrência de pressão alta e doença cardiovascular. No entanto, nem todos os indivíduos têm a mesma sensibilidade ao sal. Aqueles para quem o consumo elevado é particularmente deletério são: pessoas já hipertensas (embora uma redução na ingestão de sal não melhore sistematicamente sua pressão arterial), diabéticos ou com sobrepeso e idosos. Exagerar no sal aumenta a excreção urinária de cálcio e pode, assim, promover a formação de pedras nos rins à base de cálcio. O sódio em excesso no organismo rouba o cálcio dos ossos, aumentando o risco de desenvolver problemas como osteoporose ou osteopenia.

Moderação

Para aqueles que desejam reduzir a quantidade de sódio em sua dieta diária, seguem algumas dicas:

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=Procure utilizar outros tipos de temperos no lugar do sal. Por exemplo, limão, azeite, entre outros.

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=Evitar alimentos com alto teor de sódio, como bacon, queijos, azeitonas e salame.

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=O sal do Himalaia (sal rosa) também é uma boa alternativa. Este sal contém menor concentração de sódio (aproximadamente 23 mg em 100 mg do produto), além de uma grande quantidade de outros minerais.

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=Verifique os rótulos dos alimentos para selecionar aqueles com menor quantidade de sódio.

O sódio é considerado um nutriente benéfico para as plantas, ou seja, é elemento mineral que estimula o crescimento dos vegetais, mas não é essencial. As funções do sódio nas plantas ainda não são bem conhecidas. Em alguns vegetais o Na pode substituir parcialmente o K, principalmente em reações enzimáticas onde o K não é exigido de forma absoluta e, também, nos efeitos puramente osmóticos (abertura e fechamento dos estômatos e osmorregulação nos vacúolos). O Na está associado ao estimulo no crescimento vegetal, principalmente na expansão celular e no equilíbrio hídrico nas plantas.

Os sintomas de toxidade estão associados à redução no crescimento e na produção, além do amarelecimento e murchamento das folhas. Além do próprio sal (cloreto de sódio), alguns alimentos in natura que são ricos em sódio são as algas, peixes marinhos, mariscos, queijos, arroz e café, por exemplo.

*Por Valter Casarin, engenheiro agrônomo e diretor científico da iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV, e Amanda Borghetti, nutricionista

 

Cinco fatos que você precisa saber sobre hipertensão

Esta sexta-feira, 26 de abril, marca o Dia Nacional do Combate à Hipertensão, mal que afeta 36 milhões de brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia. Frequentemente negligenciada, a hipertensão é uma doença silenciosa: a maior parte dos pacientes não apresenta sintomas até que um órgão, como coração, cérebro ou rim, seja lesionado.

O que muita gente não sabe é que a pressão alta, se não for tratada da forma correta, pode reduzir a expectativa de vida em até 5 anos3 e pode ter como consequência outras doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essas enfermidades representam a principal causa de morte no mundo2, por isso a conscientização é imprescindível. Luciana Abrahão, gerente médica de Cardiometabolismo da Sandoz, empresa do Grupo Novartis, comenta os principais fatos que você precisa saber sobre a hipertensão.

1. A pressão alta é uma doença comum e altamente negligenciada

hipertensao coração pressao alta pixabay
Dados do Ministério da Saúde apontam que 25% das pessoas diagnosticadas com hipertensão não aderem ao tratamento corretamente. O Brasil, em particular, tem vivenciado a ocorrência precoce do problema. “A maior parte dos hipertensos não adota hábitos saudáveis, tais como a prática de atividade física e uma dieta pobre em sal, o que agrava o cenário”, comenta Luciana Abrahão.

2. Quem tem pressão alta corre maior risco de infarto e outras doenças

eletrocardiograma saude coração pixabay
A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo. Se não controlada, é fator de risco para infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e outras doenças cardiovasculares.

3. Hipertensos podem fazer atividades físicas…

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A atividade física regular, após avaliação e liberação médica, auxilia no controle da hipertensão arterial. O exercício ajuda na regulação do sistema nervoso simpático, responsável pelo ritmo da respiração e da pressão arterial.

4. … e devem diminuir drasticamente a quantidade de sal na alimentação

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O sal contém sódio, uma substância que, em excesso, pode ter como consequência o aumento de pressão. O sódio obriga o corpo a reter mais líquidos, aumentando o volume de fluidos nos vasos sanguíneos. Com o volume aumentado, os vasos se contraem para equilibrar o fluxo. Luciana explica: “Vasos contraídos diminuem a quantidade de sangue circulando no organismo, mas a pressão de bombeamento do coração continua alterada”. Por isso, é importante que hipertensos controlem a ingestão de sal e de alimentos ricos em sódio.

5. Hipertensão não tem cura, mas há tratamento

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Hipertensão é definida como a medida da pressão arterial acima de 14 por 9 com o paciente em repouso. É possível controlar a pressão alta com mudanças no estilo de vida e com a administração medicamentos anti-hipertensivos por via oral. É importante frisar, porém, que a hipertensão arterial essencial, que acomete a maior parte dos indivíduos, não tem cura definitiva: “É preciso acompanhamento periódico e uso contínuo de medicamentos”, alerta Luciana Abrahão. Visite o médico de acordo com as recomendações para checar como anda a sua saúde e aferir a pressão.

Fonte: Sandoz

Cinco dicas para evitar a retenção de líquido no verão

Considerado um dos maiores pesadelos de quem deseja emagrecer e estar com o corpo em dia para a praia, o inchaço pode ocorrer em áreas como as pernas, braços, barriga e até mesmo no rosto. Diversas disfunções do organismo podem ocasioná-lo: insuficiência vascular, hipertensão arterial, problemas renais e até mesmo no fígado. Por isso, dicas para evitar a retenção de líquido são muito úteis para quem deseja diminuir o problema.

A especialista Patrícia Silva, que atende pela Singu, marketplace de beleza e bem-estar, preparou algumas dicas que irão de ajudar a eliminar o inchaço indesejado. Confira:

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Foto: SBBTI

1- Aproveite seu momento nas massagens: a drenagem e a massagem modeladora são técnicas que ajudam combater a retenção de líquidos. A primeira ajuda a drenar líquidos e toxinas acumuladas, já a segunda auxilia na fluidez dos líquidos, facilitando sua eliminação.

sal de ervas

2- Diminua a quantidade de sal: maneirar na quantidade de sal durante as refeições é essencial para que o seu corpo retenha menos líquido. Uma alternativa para não deixar os alimentos sem gosto é investir em temperos naturais, como ervas ou limão.

canela

3- Aposte nos chás: hibisco, chá verde, cavalinha e canela são alguns chás que ajudam não só no desinchar, como trazem diversos benefícios para o organismo. Aposte nesses aliados.

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Pexels

4- Invista em exercícios: caso consiga ir antes ou depois do trabalho à academia, essa também é uma ótima alternativa para melhorar o inchaço, estimular a circulação, o fluxo de líquidos e nutrientes pelo corpo, evitando, inclusive, a formação de edemas.

escadas mulher

5- Movimente-se: ficar sentada durante o dia é um grande problema para a circulação do sangue. Se você trabalha muito tempo sentada, procure manter-se em movimento sempre que possível, levante-se de tempos em tempos para que sua circulação funcione bem.

Hidratacao agua mulher

6- Beba bastante água: além de manter a hidratação, a ingestão de dois litros de água por dia deixa as células do corpo mais irrigadas, assim o organismo tende a reter menos sódio.

Fonte: Singu