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Sampa

Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas

Ainda não havia para mim, Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João

Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos Mutantes

E foste um difícil começo
Afasta o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso

Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva

Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

Caetano Veloso

 

masp
MASP
Mercado Municipal - SP
Mercado Municipal – SP – Foto: Assembleia Legislativa de SP
biblioteca-ma-2
Biblioteca Mario de Andrade
terraco-italia
Terraço Itália – Edifício Copan

 

Feliz aniversário, São Paulo!

Way Beer lança cerveja em homenagem a cidade de São Paulo

Batizada de IPA Sampa, a bebida exclusiva é uma Session IPA e está disponível nos principais bares de cervejas artesanais da capital paulista

Em ascensão no Brasil nos últimos anos, o mercado de cervejas especiais conquistou um público fiel oferecendo produtos exclusivos e de alta qualidade. Neste contexto, é preciso destacar a importância das cervejas do estilo India Pale Ale (IPA), que contribuíram diretamente para a formação e fidelização de um grande público consumidor. E quando tratamos desse estilo, impossível não citar a cervejaria paranaense Way Beer, responsável pela produção de várias IPAs de sucesso.

Consolidada como uma das principais referências nacionais em cervejas artesanais, a Way Beer acaba de anunciar sua mais nova criação: a IPA Sampa, um rótulo exclusivo em homenagem a cidade de São Paulo. Categorizada como uma cerveja do tipo Session, a IPA Sampa possui uma característica mais leve e refrescante. Fortemente incorporado pelas cervejarias norte-americanas, o termo Session representa versões mais suaves de alguns estilos, característica que tem sido adotada até mesmo na produção de IPAs.

“A Session IPA é um pouco mais refrescante do que uma IPA tradicional, com um teor alcoólico um pouco menor, mas não perde as principais características e a potência do lúpulo”, conta Alessandro Oliveira, mestre cervejeiro da Way Beer.

A IPA Sampa, disponível em garrafas de 600ml, já pode ser encontrada nas principais casas de cervejas especiais e bares da capital paulista. “IPAs são algumas de nossas especialidades, e há muito desejávamos homenagear a maior cidade do país com um rótulo especial, assim nasceu a IPA Sampa, com 5,4% de graduação alcóolica e 38 IBU. Uma receita com elevada drinkability sem abrir mão da complexidade de aromas e sabores”, completa Oliveira.

A IPA Sampa, nova cerveja da Way Beer, custa a partir de R$ 18,00 e está disponível nas principais casas de cervejas artesanais e bares de São Paulo (SP).

Informações: Way Beer ou no perfil oficial da cervejaria no Instagram (@way_beer)

Feliz Aniversário São Paulo

SAMPA

Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas

Ainda não havia para mim, Rita Lee
A tua mais completa tradução
Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João

Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto
Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto
É que Narciso acha feio o que não é espelho
E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho
Nada do que não era antes quando não somos Mutantes

E foste um difícil começo
Afasta o que não conheço
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
Aprende depressa a chamar-te de realidade
Porque és o avesso do avesso do avesso do avesso

Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
Da força da grana que ergue e destrói coisas belas
Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas
Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva

Pan-Américas de Áfricas utópicas, túmulo do samba
Mais possível novo quilombo de Zumbi
E os Novos Baianos passeiam na tua garoa
E novos baianos te podem curtir numa boa

Caetano Veloso

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