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Aprenda a preparar drinque com tequila, rum e frutas refrescantes

Verão é sinônimo de alegria e diversão. Para aproveitar ainda mais a estação, nada melhor do que combinar os dias de calor com bons drinques. Que tal inovar com uma receita diferente, repleta de sabor e fácil de reproduzir em casa? Com um amarelo vibrante, que lembra os raios de sol, e composição à base de tequila, rum e frutas, a bebida S.O.S é novidade no cardápio do Blackpot, restaurante especializado em fondue, com unidades em Balneário Camboriú e Florianópolis. 

“Nos dias mais quentes, os drinks são destaques nos pedidos das duas cidades. Por isso, lançamos mais quatro opções no nosso cardápio, totalizando 162 sabores disponíveis no restaurante”, conta Gustavo Piffer, chef e sócio do Blackpot. Além do S.O.S, as outras novidades são: Glicose, drinque com uísque e limão siciliano; Melancia Atômica, feito com rum, melancia e caramelo; e o Paralelo 26, que mistura vodca, manga, abacaxi e banana verde. 

Por enquanto, esses drinks estão disponíveis para consumo apenas no restaurante, mas, para pedir outras delícias sem sair de casa, o Blackpot oferece no seu delivery de sequências de fondue a possibilidade de solicitar também pelo aplicativo um cardápio especial de bebidas, com 64 opções. “O envio é feito com embalagens personalizadas e adequadas para garantir que os ingredientes cheguem protegidos na residência de cada cliente. Queremos assegurar todos os sabores e texturas, por isso, os ingredientes vão separados e o cliente poderá finalizar com o auxílio de um QR Code que ensina o passo a passo da preparação da bebida, igual fazemos no Blackpot”, completa o chef. 

Ficou com vontade? Confira como fazer a bebida exclusiva do Blackpot:

S.O.S

Ingredientes:
25 ml de tequila
25 ml de rum
10 ml xarope de mojito
25 ml de suco de abacaxi concentrado
15 ml de purê de pêssego
25 ml de suco de limão
25 ml de soda limonada
5 gelos pequenos
Espuma de gengibre e limão

Modo de preparo:
O uso de uma coqueteleira trará um diferencial no resultado do drink, mas não é obrigatório. Escolha um copo bem bonito e adicione o purê de pêssego. Misture a tequila e o rum com o xarope, os sucos e a soda limonada. Adicione essa mistura no copo. Finalize com os gelos e com a espuma de gengibre e limão. Para deixar a bebida ainda mais atrativa, decore com uma flor da mesma cor.

Fonte: Blackpot

Drinques à base de tequila, vodca e gim também são boas pedidas no inverno

Chef ensina três receitas para você aquecer os dias frios

Neste ano, o inverno está marcando presença. Com os termômetros alcançando temperaturas negativas em algumas regiões do Brasil, comidas e bebidas que aquecem ganham destaque nos cardápios dos restaurantes e nas escolhas dos clientes.

Se engana quem acredita que apenas o vinho ou o chocolate quente combinam com a estação. Para os amantes de um bom drinque, quando bem estruturado, ele pode ser um bom aliado no Inverno. “Nos dias mais frios, bebidas encorpadas, com maior teor alcoólico e combinações que incluem especiarias, são ótimas opções para acompanhar refeições ou apreciar no final do dia”, compartilha Gustavo R. Piffer, chef e sócio do Blackpot.

Abaixo, o chef separou três opções de drinques que são sucesso no cardápio open bar do Blackpot e podem ser reproduzidos durante o Inverno. Confira:

Drinque à base de tequila e cranberry: variando em média 40% de teor alcoólico, a tequila já é conhecida pelo seu sabor que desce queimando até o estômago. Que tal sentir essa experiência do calor com sabores que valorizam ainda mais a bebida? Para o drinque “El Diablo”, feito à base de tequila e cranberry, são necessários 100 ml de tequila, 25 ml de vodca e 30 ml de xarope de cranberry. Misture todos os ingredientes e finalize servindo em um copo decorado. “Entre os mais pedidos do Blackpot, servimos a bebida em uma estrutura de pedra com efeito de fumaça ao redor do copo”, compartilha Gustavo.

A bebida do verão no inverno: apesar de ter sido o hit do verão, o Moscow Mule também vai bem nos dias mais frios. A bebida é encorpada, leva ingredientes como o gengibre, que combina com a estação, e ainda é finalizada com uma espuma no topo, dando mais sustância ao drinque. A receita original do Blackpot é feita com 50 ml de vodca, suco de limão-taiti, ginger beer, uma fatia de limão para decorar e gelo. É servida com espumante de gengibre e limão. “Temos no cardápio mais três variações da bebida, que levam cranberry, tequila, xarope de maracujá e banana verde”, conta o chef.

O gim com maior teor alcoólico: “O gim segue com sua popularidade em alta no universo das bebidas. Se você quer seguir com ele no Inverno, uma excelente pedida é o Negroni, que possui um teor alcoólico de aproximadamente 47%”, explica Gustavo. Esse drinque é perfeito para aquecer nos dias mais frios e ideal para beber antes das refeições. No Blackpot, é servido em um coquetel que leva 50 ml de Negroni e rodelas de laranja para decorar.

Fonte: Blackpot

Mundialmente premiada com 17 medalhas, Vodka Kalvelage agora será vendida em São Paulo

Qualidade dos cereais e a forma como é destilada fazem da Kalvelage uma marca única e de qualidade ímpar

A Vodka Kalvelage traz em seu DNA todo o comprometimento, determinação e tradição milenar da família Kalvelage, que, representada por Ludwig Kalvelage, escolheu o Brasil como pátria em 1910 ao chegar em Santa Catarina buscando por novas oportunidades.

Mais de cem anos depois, os irmãos Marcos e Maurício Kalvelage, bisnetos do patrono Ludwig, começaram a produzir artesanalmente seus primeiros destilados. Não demorou até que o sucesso do produto entre amigos e familiares lhes desse a confiança necessária para em 2012 fundarem a Kalvelage Distillery, instalada em Santa Catarina, na região do Vale Europeu.

A qualidade da Vodka Kalvelage teve reconhecimento quase que imediato: após seu lançamento em 2013, no ano seguinte recebeu seu primeiro prêmio internacional, a medalha de prata no San Francisco World & Spirit Competition – foi a única da categoria da América Latina a receber esse prêmio.

Tal conquista foi de suma importância para agregar credibilidade ao seu produto e, consequentemente, trazer valorização para a produção nacional. Já no ano de 2015, o sucesso da Vodka Kalvelage foi decretado com a conquista da medalha de ouro no San Francisco World & Spirit Competition. Além disso, foi medalha de prata em 2016 no Hong Kong Internation Wine & Spirits Competition e também prata no New York World Spirits Competition. A qualidade das matérias-primas utilizadas na Vodka Kalvelage segue o padrão dos melhores produtores mundiais.

“Trabalhamos em cima de três pilares para garantir o melhor dos nossos destilados: Matérias primas de qualidade, processo de destilação/filtração e a água utilizada. É uma bebida com um sabor suave e com características únicas, que agrada todos apreciadores de uma bela vodka” – ressalta Marcos Kalvelage.

Hoje a marca conta com 17 medalhas internacionais tornando-a uma destilaria respeitada dentro do cenário de bebidas destiladas, fazendo com que os irmãos Kalvelage dessem um grande passo na conquista de um novo mercado:

“Sabemos de toda a competitividade e dos desafios de se ter um produto em São Paulo, no entanto, após termos conquistado vários prêmios internacionais e com toda a experiência adquirida ao longo desses anos, nos sentimos bastante confiantes e otimistas para investirmos nesse que é o mais importante mercado de bebidas do país”, explica Maurício Kalvelage.

Para começar essa nova etapa com o pé direito, o primeiro produto que será comercializado em São Paulo será a Vodka Kalvelage Vibe. Também mundialmente premiada, impõe respeito com suas seis medalhas em competições internacionais, com destaque para a medalha de ouro no Cathay Pacific Hong Kong International Wine and Spirit Competition 2018. Feita com 100% de cereais brasileiros e conhecida por ser uma vodka feita para coquetelaria, a Vibe tem 40% de volume alcoólico e promete agradar os apreciadores da bebida ao reunir aroma e sabor suave, conquistados pelos seus processos de produção e as matérias-primas utilizados em sua composição.

É uma bebida que permite misturas com frutas, refrigerantes ou até mesmo ser consumida pura. Essa versatilidade é uma característica importante e que impulsiona o consumo e expansão da vodka no mercado nacional.

A bebida, que vem em garrafa de um litro, será vendida em pontos de vendas, bares, empórios e restaurantes em diversas regiões de São Paulo. Preço médio: R$ 72,00

Vinvino recebe vinho preferido da Madonna

O Villa Francioni Rosé, produzido na serra catarinense, é um vinho leve, delicado e fresco que agrada a todos os paladares com suas notas equilibradas e envolventes

Em 2009, em sua passagem pelo Brasil, Madonna foi apresentada ao Villa Francioni Rosé pelo sommelier de um renomado restaurante brasileiro. A diva pop gostou tanto da sugestão que, já no primeiro gole, questionou onde poderia comprar outra garrafa. Nascia assim a fama internacional do vinho rosé produzido pela vinícola catarinense.

Criado pelo enólogo Orgalindo Bettú, o vinho é um composto das uvas Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Sangiovese, Syrah, Petit Verdot e Pinot Noir. A embalagem foi desenvolvida por um designer francês que, ao provar o vinho, desenvolveu a embalagem exclusiva, longa e esguia para fazer jus às virtudes do rosé de Santa Catarina.

O vinho de coloração rosa salmão claro, produzido em São Joaquim, possui um aroma complexo de frutas, que lembra romã, pêssego e goiaba, floral com destaque para rosas, avivados por um leve toque cítrico. Ele é bastante equilibrado e envolvente e pode ser degustado com ostra, camarão grelhado e peixes com molhos delicados. Além disso, harmoniza muito bem com canapés em momentos descontraídos e festivos, principalmente em dias quentes.

O Villa Francioni Rosé tem teor Alcoólico de 13,2 %, o tempo de guarda é 3 a 5 anos e deve ser consumido preferencialmente de 8ºC a 10ºC. Na Vinvino, o Villa Francioni Rosé 750ml pode ser adquirido por R$ 95,98.

Informações:  além do site da VinVino, também é possível fazer a compra via WhatsApp (41) 98725-6329. O frete é grátis para Curitiba e região.

 

 

Rede de fish & chips brasileira é primeira a vender “peixe” vegano no Brasil

O “Fakie Fish”, do Sirène Fish & Chips, é feito a partir da proteína texturizada de soja e está disponível nas lojas da rede nas cidades de Balneário Camboriú, Curitiba e São Paulo

Receita típica da Inglaterra, o fish n’ chips está conquistado o paladar dos brasileiros e, agora, ganha uma versão vegana na descolada rede Sirène Fish & Chips. O “Fakie Fish” é a incomparável e surpreendente aposta da rede para os clientes que reduziram ou não consomem proteína animal. Feito à base de soja não transgênica, o preparo utiliza técnicas chinesas aprimoradas pelos séculos.

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Dados da última pesquisa Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), divulgada em 2018, apontam que cerca de 30 milhões de brasileiros já se declaram vegetarianos, cerca de 14% da população. Segundo a mesma pesquisa, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Recife e Rio de Janeiro, esse valor sobe ainda mais, chegando a 16%.

A releitura do fish n’ chips, intitulada “Fakie n’ Chips”, leva o “Fakie Fish” acompanhado pelas deliciosas batatas do Sirène. O preparo exclusivo será comercializado nas unidades da rede espalhadas pelo Brasil com preços a partir de R$ 33,00. “É a nossa manobra para a galera que não curte muito carne voltar a se sentir em casa no Sirène”, comenta o sócio fundador da rede Sirène, Alexandre Lopes. Além do “Fakie n’ Chips”, entram no cardápio molhos, também veganos, e o Sandufish, tradicional sanduíche do empreendimento que ganha uma versão vegetariana.

“Estamos confiantes, pois além de resgatar clientes antigos que deixaram de frequentar o Sirène por falta de opção vegana/vegetariana (mas que ainda gostam da nossa atmosfera), também poderemos atender outros tipos de público que talvez nunca chegassem a conhecer nosso empreendimento. Nos tornaremos, assim, um lugar ainda mais democrático e aumentaremos a diversidade”, complementa Lopes.

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A origem do “Fakie”

Nos esportes de prancha, a palavra “fakie” significa andar para trás com a cauda ou “rabeta” voltada à direção da viagem. Comumente usada em conjunto com o nome de uma manobra, como “fakie ollie” ou “fakie to fakie 900”, o termo dá a entender que a manobra foi realizada de forma correta, porém com sentido contrário. As manobras realizadas de fakie geralmente recebem uma maior pontuação nos campeonatos por conta do grau de dificuldade elevado.

No universo do skate, a palavra dá sentido ao que não é normal, que não é usual ou que é incomum, ou seja, algo autêntico. Além disso, a palavra “fake”, de grafia similar, significa “falso” em inglês e, atualmente, é usada para denominar contas ou perfis usados na internet para ocultar a identidade real de um usuário.

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Dessa forma, o peixe vegano do Sirène foi batizado de “fakie” para fazer essa conexão com o universo do skate que a marca já está inserida e, também, dar sentido ao peixe que não é proveniente do animal, podendo ser entendido como um “peixe falso”.

“Identificamos a necessidade de oferecer ao nosso público alguma outra opção vegana além de apenas batatas fritas. Percebemos que, a cada dia que passa, temos mais pessoas adeptas ao vegetarianismo e veganismo que deixam de frequentar o Sirène por um tempo, por falta de opções. Nós já tínhamos essa vontade, mas levamos cerca de dois anos para encontrar substitutos ideais de proteína não animal, que atendessem as nossas exigências de qualidade. Agora, em parceria com a Germinou, incluímos esse surpreendente alimento feito de à base de soja não transgênica ao nosso cardápio”, finaliza Lopes.

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O “Fakie n’ Fish” está disponível nas unidades de Balneário Camboriú (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Informações: Sirène

Receita tradicional de cuca de banana com chocolate branco

Tradicional no Vale Europeu, a cuca acelera o coração de todos os moradores e visitantes da região. No Fazzenda Park Hotel não é diferente, servida sempre quentinha e com ingredientes escolhidos a dedo pela chef Camila Waechter.

Ela conta que esse prato é o maior sucesso na hora do café. Ficou com vontade? Anote aí o passo a passo da cuca de banana com chocolate branco feita exclusivamente para o cardápio do Fazzenda Park Hotel:

Cuca de banana com chocolate branco

Ingredientes da massa:
– 1 xícara de açúcar
– ½ xícara de manteiga à temperatura ambiente
– 4 ovos
– ½ xícara de leite
– 2 xícaras de farinha de trigo
– 1 colher (sopa) de fermento em pó
– 1 pitada de sal
– 1 limão siciliano para as raspas

Ingredientes do recheio:
– 6 bananas caturras
– ½ xícara de açúcar
– 1 xícara de nata
– 1 xícara de chocolate branco ralado

Modo de preparo:
Comece aquecendo o forno em temperatura média. Unte uma fôrma com margarina e polvilhe com farinha de trigo. Bata o açúcar com o leite, a manteiga e os ovos, e a raspa de limão até a massa ficar uniforme. Acrescente a farinha de trigo, o fermento e o sal aos poucos. Despeje a massa na fôrma untada. Acrescente metade da nata, as bananas cortadas em rodelas e, depois,  o resto da nata sobre as bananas. Polvilhe o açúcar até cobrir toda a nata. Leve ao forno preaquecido por 40 minutos. Depois de retirar do forno, acrescente o chocolate branco.

Aprenda a receita da tradicional cuca de banana com chocolate branco do Fazzenda Park Hotel

Fonte: Fazzenda Park Hotel – Rua João Mathias Zimmermann, 2299, Gasparinho Gaspar (SC)

1º Encontro de Gatos e Gateiros de SC acontece dia 30, em Florianópolis

Evento com entrada gratuita terá palestras, distribuição de brindes, sorteios e estúdio fotográfico

No dia 30 de março (sábado), os amantes de felinos e seus bichinhos estão convidados a participar do 1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina, no Mercure Florianópolis Convention Hotel, no Itacorubi. O evento, que inicia às 14 e vai até às 18h30min, terá entrada gratuita. As inscrições para os gatos já estão esgotadas, mas os tutores e interessados ainda podem se inscrever clicando aqui.

O encontro tem como objetivo levar conhecimento sobre o mundo felino para o público. Serão 10 minipalestras com diversos profissionais, que abordarão temas como estética, pet influencer, leucemia felina, toxoplasma, comportamento, bem-estar, doenças do trato urinário, terapias holísticas, enriquecimento ambiental e gatificação (adequação de espaços para as necessidades dos bichanos), produtos de papelão para o lazer, entre outros.

Rozane Tune (E) e Patrícia Roman Foto Priscila Theodoro
Rozane Tune (esq) e Patrícia Roman – Foto Priscila Theodoro

Além das palestras, haverá distribuição de kits com brindes, sorteio de produtos e serviços, sessão de fotos com a fotógrafa especialista em pets Sabrina Nas, espaço para recreação dos gatos e babás. O evento é promovido pelas empresárias Rozane Tunes, proprietária da Olhos Felinos Caninos Pet Shop; e Patrícia Roman, tutora do Duque Roman, um gato persa que é influenciador com mais 26 mil seguidores e 18 marcas patrocinadoras.

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Duque Roman Foto Sabrina Nas
O gato persa e influencer Duque Roman – Fotos: Sabrina Nas

“Os fãs do Duque sempre pedem para conhecê-lo pessoalmente e eu tinha o desejo de realizar um evento para viabilizar este encontro. E a Rozane também tinha o desejo de fazer algo voltado para os gatos neste sentido. Então decidimos nos unir e realizar este sonho”, conta Patrícia.

Sobre o mercado de gatos

O melhor amigo do homem está prestes a perder o posto de animal de estimação preferido dos brasileiros. Isto porque a população de cães – hoje em torno de 52 milhões – vem crescendo apenas 4% ao ano, contra 8% dos gatos, que já somam 22 milhões nos lares brasileiros.

Estima-se que os felinos irão ultrapassar os cachorros em 10 anos. Os dados* são do IBGE com projeções da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). A verticalização dos grandes centros e a mudança no estilo de vida das pessoas – que têm cada vez menos tempo para cuidar dos animais – são fatores que fazem com que os brasileiros optem por um animal de estimação mais independente e de fácil adaptação aos ambientes menores.

*Fonte: IBGE – Dados de 2015, com projeções da Abinpet

1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina
Dia: 30 de março (sábado)
Hora: das 14h às 18h30min
Local: Mercure Florianópolis Convention Hotel. Rod. Admar Gonzaga, 600 – Itacorubi, Florianópolis
Valor: gratuito
Inscrições (para os gatos estão esgotadas)
Informações: (48) 99822-6513 (WhatsApp)

*Programação
14h – Abertura
15h – Estética felina e o projeto Encontro de Gatos e Gateiros
15h10min – Conheça a trajetória do pet influencer Duque Roman
15h20min – Por que os gatos devem tomar banho no pet shop? Tosar ou não tosar? Eis a questão!
15h40min – Tudo o que você precisa saber sobre o vírus da leucemia felina e porque ele representa um risco para o seu gato
16h – Toxoplasma: preciso escolher entre ter paz e ter um gato?
16h20min – Intervalo para café, sessão de fotos no mini estúdio pet e interação entre os participantes
16h50min – Como estabelecer uma relação harmônica com o seu gato: comportamento e bem-estar
17h10min – Prevenção e tratamento das doenças do trato urinário inferior dos felinos. Como a nutrição pode ajudar?
17h30min – Os benefícios das terapias holísticas em felinos: identificando sinais e entendendo o seu gato
17h50min – Enriquecimento ambiental e gatificação
18h – Por que os gatos gostam tanto de produtos de papelão?
18h10min – Sorteios
18h30min – Encerramento
*Sujeita à alteração

Campanha da Univali troca tampinhas por ração para animais de rua

Iniciativa do Colégio de Aplicação do Campus Tijucas também recolhe latas, lacres e esponjas

Sabe aquelas tampinhas de plástico (de garrafas pet, produtos de higiene, remédios, sucos, leite e iogurtes) que teriam como destino o lixo? Elas podem trocadas por ração animal e beneficiar cães de rua. É isso que está acontecendo no Colégio de Aplicação do Campus da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Tijucas (SC).

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Apenas na última semana, na Unidade de Ensino, foram recolhidas e encaminhadas, ao Abrigo de Animas Tijucas, mais de 70 quilos de tampinhas. Depois a organização se encarrega de vender o material para empresas de reciclagem e, com o dinheiro arrecadado, comprar ração para os animais abandonados.

Jonas Cadorin, diretor do Colégio de Aplicação da Univali em Tijucas, explica que a arrecadação de tampinhas elimina parte da dificuldade logística de armazenar garrafas. Além disso, existe a relevância comercial, uma vez que a tampinha é feita de polipropileno, um plástico que tem muita utilidade no mercado:

“O ganho com a ação vai além do financeiro. Há uma forte integração gerada pelo projeto que gera, também, uma grande consciência socioambiental. Em casa as crianças ficam de olho para que os pais não coloquem as tampinhas no lixo e isso tem um efeito multiplicador incrível”, resume Jonas Cadorin.

Lacres de alumínio, latas e esponjas também são reciclados

As tampinhas de plástico não são alvo exclusivo das ações de reciclagem no Colégio de Aplicação da Univali em Tijucas. Na unidade educacional também são arrecadadas esponjas de cozinha usadas e lacres e latas de alumínio. Cada 140 garrafas pet de dois litros cheia de lacres podem ser trocadas por uma cadeira de rodas.

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As latas também não deixam de ser aproveitadas. Elas são recolhidas, amassadas, vendidas e, nesse caso, o recurso é utilizado, inclusive, para a manutenção de outras campanhas de conscientização sobre reciclagem no Campus.

Já o recolhimento das esponjas de cozinha faz parte de uma campanha institucional da Univali que integra Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas Scotch-Brite. A iniciativa proporciona destino adequado às esponjas descartadas. Para cada esponja arrecadada pelo Programa, R$0,02 são doados para o Hospital Infantil Pequeno Anjo, de Itajaí.

Para realizar a doação, basta entregar a esponja usada em um dos diversos pontos de coletas distribuídos pelos campi da Univali. É importante, no entanto, para evitar a proliferação de insetos e mau cheiro, que a esponja esteja limpa e seca antes de ser depositada nos coletores.

Todos os tipos de esponjas de uso doméstico são aceitos, independentemente da marca, cor ou tamanho. Após o envio para reciclagem, elas são reintroduzidas na cadeia produtiva como matéria prima e podem virar baldes, lixeiras, pás de lixo e outros materiais.

Fonte: Univali

 

Estressada? Dicas de como recarregar a energia em um fim de semana

Após um dia cansativo de trabalho, você chega em casa e ainda resta uma lista interminável de afazeres, crianças para cuidar e casa para limpar. Se identificou? É assim que se encontra a rotina dos brasileiros. As semanas estão parecendo cada vez mais rápidas e exigindo mais das pessoas para acompanhar essas mudanças. Além disso, não existe mais o momento de descanso, o uso de smartphones e fácil acesso à internet mantém as pessoas 24 horas do dia conectadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 70% dos brasileiros sofrem de esgotamento físico e mental, sendo que 30% chegam a ter níveis elevados de estresse. Se você se encontra nessa situação, o massoterapeuta Daltro Machado dá cinco dicas de como você pode relaxar e recarregar as baterias em apenas um fim de semana. Anote aí:

andar pé descalço grama pixabay
Pixabay

1. Andar com os pés na grama: também chamado de aterramento, é quando possuímos contato físico direto com a terra. Essa troca de energia com a energia natural elétrica da superfície da terra tem poder de estabilizar o sistema elétrico do nosso corpo, recarregando as energias e curando doenças físicas e mentais.

meditacao em grupo

2. Fazer meditação ao ar livre: meditar tem origem na cultura oriental milenar, mas a prática vem ganhando espaço na rotina dos ocidentais que vivem o dia em ritmo acelerado. O ato de meditar tem como proposta ser um momento de reflexão, reconexão e limpeza interior, prometendo atingir resultados que trazem equilíbrio. Realizar a meditação ao ar livre ganha um bônus nos resultados pois as energias trocadas com a natureza renovam o corpo e a mente.

mulher caminhando caminhada pixabay
Pixabay

3. Fazer caminhadas: essa prática, na maioria das vezes, é associada apenas ao emagrecimento, mas seus benefícios vão muito além da estética. Caminhar 30 minutos tonifica os músculos, melhora a memória, alivia o estresse, previne doenças, estimula o funcionamento do organismo e melhora a aparência da pele.

hidromassagem fazzenda
Fazzenda Park

4. Tomar banhos nas hidromassagens: sessões de hidromassagem podem ser consideradas ótimas aliadas contra o estresse. Isso acontece porque o contato com a água quente e a pressão da massagem causam o estímulo da endorfina, promovendo a sensação de relaxamento. Para completar, a hidromassagem também contribui para tratamento de outros problemas de saúde como insônia, dores musculares, celulite, dores de cabeça e pressão alta.

massagem (Divulgação Fazzenda Park Hotel)
Fazzenda Park

5. Fazer massagens: a massagem é uma das técnicas mais antigas para driblar o estresse, mas isso não a transforma em menos importante. A combinação dos movimentos repetitivos em várias partes do corpo resulta em benefícios como melhora de sono e humor. Considerada também como uma medicina alternativa, a massagem é utilizada muitas vezes na cura de doenças.

Diversão para toda a família

Para você desligar e recarregar totalmente as energias, o ideal é encontrar um lugar que reúna atividades para entreter toda a família. O Fazzenda Park Hotel é considerado referência do segmento no país e lá você encontra todas as atividades citadas para relaxar.

Além disso, são mais de dois milhões de metros quadrados que garantem o contato com a natureza e com animais da fazenda. Cerca de 40 cavalos e 50 bicicletas estão à disposição dos hóspedes e combinam com os quilômetros de lagos com pedalinhos para pescaria. O local também possui trilhas ecológicas e atividades de aventura, como quadriciclo, tirolesa e arvorismo.

Fazzenda Park Hotel: Rua João Mathias Zimmermann, 2299 – Gasparinho – Gaspar (SC)

Biguaçu recebe feira ecossolidária no Campus da Univali

Hoje, 20 de setembro, a Universidade do Vale do Itajaí (Univali) recebe, em Biguaçu, artesãos e produtores de alimentos veganos e orgânicos para a realização da edição de setembro da Feira Universidade EcoSolidária. O encontro ocorre, entre 15 e 21 horas, no corredor térreo do bloco 1, do Campus localizado às margens da BR 101, em Biguaçu.

O encontro, que marca a chegada da primavera e integra a programação do 14º Festival Cultural da Univali, contará com a participação de empreendedores solidários da região. No local, além da comercialização de produtos, a feirinha oferecerá uma programação diversificada com apresentações culturais que iniciarão às 18 horas.

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A atividade, organizada pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP), da Univali, em parceria com os Fóruns Regionais de Economia Solidária Litorâneo e de Florianópolis, tem como foco a promoção de alternativas para geração de renda e inclusão social. A participação é gratuita e aberta ao público.

Fonte: Univali