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Colorir pode ser muito eficiente para sua saúde mental

Promover a atenção plena e aliviar o estresse são alguns aspectos promovidos pelo ato de colorir

Se mostrando uma ótima prática de boa saúde mental, o ato de colorir deixou de ser conhecida apenas como uma atividade simples e divertida para crianças, e passou a ser uma ferramenta bastante popular entre os adultos.

Enquanto os livros para colorir infantis contêm ilustrações simples e de personagens de desenhos, os para adultos têm padrões detalhados de flores, artes, mandalas ou animais. Eles estão disponíveis para compra e também é possível imprimir páginas para colorir gratuitamente por meio da Internet. Para as pessoas que preferem uma versão digital, muitos aplicativos com essa atividade estão disponíveis para dispositivos móveis.

Mas o que faz com que as atividades de colorir sejam tão populares entre os adultos? O profissional da Mayo Clinic Joel Bobby  licenciado em psiquiatria e psicologia aponta os motivos:

Colorir pode melhorar a saúde ao:

Foto: SelfSetFreeLiving

Promover a atenção plena

Colorir pode ajudar a ser mais atento. A atenção plena é a habilidade de se concentrar e permanecer no momento. Por exemplo, ao se concentrar na escolha da cor e em ficar dentro das linhas, você está pensando apenas agora. Você pode silenciar os ruídos ao seu redor e dar à sua mente o presente de se concentrar apenas nos movimentos, sensações e emoções do momento atual.

Pratique não pensar demais e realizar a tarefa sem criar expectativas, apenas vivenciando o momento. Se a sua mente divagar, o que é normal, volte suavemente para o que está fazendo. Ao colorir, você usa partes do cérebro que melhoram o foco e a concentração. O que torna a atividade uma oportunidade para você se desconectar de pensamentos estressantes.

Aliviar o estresse

Colorir é uma forma saudável de aliviar o estresse. Ela acalma o cérebro e ajuda a relaxar o corpo. Isso pode melhorar o sono e a fadiga e diminuir dores no corpo, frequência cardíaca, respiração e sentimentos de depressão e ansiedade.

Embora colorir não seja a cura definitiva para o estresse e a ansiedade, sentar-se para colorir por um longo tempo tem grande valor. Ao colorir, preste atenção ao ritmo da sua respiração, respire de forma firme e completa usando o diafragma e observe sua frequência cardíaca periodicamente, se puder.

Aceitar a imperfeição

Não há maneira certa ou errada de colorir, pois não se trata de uma atividade competitiva, então não há pressão para “aumentar o nível”, ganhar um prêmio ou melhorar seu tempo. Você pode colorir pelo tempo que quiser. Você não precisa terminar um desenho de uma vez só.

Tente se livrar dos julgamentos ou expectativas e curtir a beleza simples de colorir. Não importa se o seu desenho está organizado ou bagunçado. A única coisa que importa é que você se divirta e relaxe enquanto estiver colorindo.

Outras formas de aliviar o estresse

Algumas pessoas não acham que colorir é relaxante ou agradável, especialmente aquelas que não gostavam dessa atividade quando eram crianças e não há o menor problema nisso.

Outras formas divertidas de aliviar o estresse incluem:

  • Passar um tempo com um amigo de quatro patas.

Não é nenhum segredo que os animais de estimação nos alegram. Eles têm amor incondicional, estão sempre felizes em nos ver e são adoráveis. Passe um tempo de qualidade com um animal de estimação, ou seja voluntário em um abrigo para animais, caso você não tenha um.

  • Mergulhe em um livro.

Ler é uma ótima forma de relaxar. Assim como colorir, ler ajuda a se conectar no momento presente e a esquecer o trabalho ou outros fatores estressantes.

  • Massagear os lóbulos das orelhas.

Fazem massagem em pontos de pressão nos lóbulos das orelhas produz uma sensação calmante e relaxante sobre o corpo. Faça isso por alguns minutos e você pode começar a sentir um pouco de alívio.

  • Movimentar-se.

Executar seus melhores passos de dança junto com a sua música favorita pode ser terapêutico para muitas pessoas. Se você dançar durante a maior parte do tempo da música, também pode dizer que praticou um pouco de exercício físico.

  • Respirar profundamente.

Respirar profundamente é uma ótima forma de reduzir a resposta do seu corpo à percepção de ameaças. Inspire pelo nariz por cinco segundos e expire por dois segundos. Em seguida, solte a respiração pela boca por cinco segundos.

Sobre a Mayo Clinic

A Mayo Clinic é uma organização sem fins lucrativos comprometida com a inovação na prática clínica, educação e pesquisa, fornecendo compaixão, conhecimento e respostas para todos que precisam de cura. Visite a Rede de Notícias da Mayo Clinic para obter outras notícias da Mayo Clinic.

Benefícios e importância do abraço para nossa saúde mental

Psicanalista afirma que o toque é uma impressão favorável e amigável de atitudes altruístas que pode, inclusive, salvar vidas

Um abraço de saudade, de amor, de carinho, de amizade ou de acolhimento pode parecer apenas uma simples atitude de gratidão ou uma demonstração de afeto corriqueiro. No entanto, esse comportamento quase automático que passa desapercebido na correria do nosso dia a dia, pode beneficiar relações e privilegiar nosso equilíbrio emocional.

Já dizia Gilberto Gil em sua canção de 1969: “Aquele Abraço”, o quanto um abraço é bom. Muitas vezes, estar perdido em um abraço nos faz sentir aquecidos, acolhidos e pode aplacar medos e insegurança. Esse poder do abraço desperta positividade que acessa nossas emoções de maneira terapêutica.

Trazendo esse carinho para o início de nossa caminhada enquanto seres humanos, podemos avaliar a essencialidade do carinho desde criança. Os bebês precisam do abraço e aconchego das mães para se encaixarem em um crescimento saudável. Porém, estudos evidenciam que crianças que não receberam esse afeto constante, desenvolveram distúrbios psicológicos consideráveis e que carregaram para a vida adulta muitos complexos e gatilhos negativos, principalmente no âmbito da construção de suas relações interpessoais.

Neste sentido, são inúmeros os benefícios do abraço mapeados psiquicamente para o indivíduo: a promoção do bem estar; a instalação de uma linguagem comunicativa para as emoções internas; protege; acolhe; demonstra afeto, carinho e amor; diminui o estresse; alivia a ansiedade; previne a depressão e o pânico; estimula o aumento da imunidade fortalecendo o sistema imunológico, reduzindo os riscos de doenças físicas e emocionais, uma vez que o hábito de receber ou dar um abraço provoca a liberação do hormônio oxitocina (hormônio do amor e do bem estar físico e emocional), diminuindo os níveis de cortisol (hormônio do estresse) no organismo; induz a paciência; libera dopamina que é responsável pelo bom humor e motivação. Ou seja, os estados de ansiedade e depressão tendem a ser reduzidos por um abraço caloroso recebido com mais frequência, transmitindo confiança e carinho.

O fato é que cultivar abraços, bons relacionamentos, segurança e afeto sempre será bom para a saúde de todo e qualquer indivíduo, independente da idade ou fase da vida. Visto que, essa comunicação de carinho não precisa de palavras.

Quantas vezes você já não recebeu um abraço que disse muito mais que mil palavras? O toque é uma impressão favorável e amigável de atitudes altruístas e intensas que podem, inclusive, salvar vidas. Resgatar a autoestima de pessoas que estão tristes, perdidas e sem qualquer perspectiva de futuro, talvez pensando até em eliminar sua dor interna através de atitudes definitivas como a retirada da vida.

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Enfim, dentro de um abraço despretensioso cabe muito amor e muitos benefícios importantes para nossa saúde física e mental. Quando abraçamos alguém estamos falando, verbalizando um desejo ou um querer sem pronunciar uma só palavra.

E quem recebe esse toque vai ressignificar internamente de acordo com o que possa estar vivenciando naquele momento. Portanto, ofereça o seu abraço. Quanto mais, melhor, e o encare como um remédio perfeito contra as dores da alma e do corpo.

Fonte: Andréa Ladislau / Psicanalista

Setembro Amarelo: 53% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros

Dentre os principais sintomas relatados estão ansiedade, insônia e depressão

A saúde mental tem ganhado cada vez mais destaque e relevância para a medicina e para as empresas. Porém, mais do que tratamentos e formas de prevenção, é preciso entender os gatilhos que fazem com que a população desenvolva doenças da mente. Para entender melhor como o dinheiro pode afetar a saúde mental dos brasileiros, a Onze, fintech de saúde financeira e previdência privada, fez uma pesquisa que constatou que os problemas financeiros podem, sim, desenvolver ou agravar doenças de ordem psíquica.

A pesquisa, que ouviu 3.172 respondentes de todo o Brasil, aponta que a falta de dinheiro já afetou a saúde mental de 53% dos brasileiros. Em seguida, aparecem os problemas de relacionamento com parceiro (a) e/ou familiares (21%) e, em terceiro lugar, a saúde física, com 15%.

Ao serem questionados sobre os sintomas mentais que os problemas financeiros trouxeram, 62% dos respondentes alegaram ansiedade, 51% relataram insônia e 28% desenvolveram quadros depressivos. Além disso, 10% confessaram terem tido episódios de síndrome do pânico.

Com tantas sensações ruins relacionadas ao dinheiro, 61% dos entrevistados preferem nem falar sobre. E quando questionados sobre os sentimentos que brotam quando pensam no assunto, 48% disseram que se sentem preocupados e ansiosos e 18% ficam tristes e desanimados.

O principal motivo apontado para os sentimentos ruins foi a falta de perspectiva na realização de sonhos e objetivos (38%), seguida pela diminuição do poder de compra pela alta da inflação (28%). Em terceiro lugar, aparecem as dívidas, com 27% das respostas, e em quarto lugar vêm as despesas maiores que a renda, com 26% dos entrevistados.

“Sabemos que o estresse financeiro é uma realidade constante para os brasileiros. Além de prejudicar a produtividade na vida profissional e gerar conflitos comportamentais, a falta de recursos pode causar inúmeros problemas de saúde. Não à toa, 19% dos entrevistados afirmaram que precisaram passar no psiquiatra e fazer uso de medicamentos e 14% começaram a fazer terapia por conta de problemas financeiros”, explica Samuel Torres, consultor financeiro da Onze.

Saúde física também é afetada

Sabemos que a saúde mental e a saúde física estão diretamente ligadas e que sintomas de ordem mental podem desencadear doenças como gastrite, enxaqueca, entre outras. Dentre os entrevistados, os principais sintomas apontados foram dores crônicas em decorrência do estresse (48%); problemas digestivos (23%); e problemas relacionados à saúde do coração, como pressão alta (21%). Além disso, 6% dos respondentes afirmaram que passaram a ter hábitos ruins, como tabagismo.

Para Samuel Torres, a saúde mental e a saúde financeira estão diretamente ligadas e o primeiro passo para combater essa realidade é investir em educação financeira em todos os âmbitos: na escola, em casa e, claro, no trabalho.

“Educação financeira não se trata apenas de questões matemáticas e econômicas, mas de hábitos e costumes gerais, que acabam envolvendo finanças pessoais. A partir do momento em que esse tema passa a ser discutido com naturalidade dentro e fora das empresas, podemos ajudar as pessoas que estão passando por problemas financeiros a se recuperarem, diminuindo índices de endividamento, estresse e ansiedade”, conclui.

Fonte: Onze

Confira os principais alimentos que auxiliam a saúde mental

Cacau, castanhas, vegetais e peixes são algumas das opções que oferecem magnésio e triptofano, elementos importantes na prevenção de ansiedade, estresse e depressão; Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, explica como a dieta do mediterrâneo também pode contribuir e dá dicas de receitas práticas para incluir os alimentos no dia a dia

Atualmente, discussões importantes sobre saúde mental ganham cada vez mais espaço. E, além do acompanhamento profissional, os alimentos também exercem um papel fundamental na prevenção de quadros que afetam o bem-estar. Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti, ressalta que o estresse é um dos quadros mais presentes na vida das pessoas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) ele atinge cerca de 90% da população mundial. No país, a taxa é de 70%.

Por isso, a especialista explica que uma alimentação balanceada é um dos principais fatores que contribuem para o equilíbrio da saúde mental, pois melhora a disponibilidade de energia, favorece uma boa produção de neurotransmissores e ajuda na qualidade do sono.

Alguns exemplos de alimentos mais indicados são as fontes de ômega-3, como salmão, sardinha e semente de linhaça, que possuem ação antioxidante e atuam na proteção direta das células do sistema nervoso. Já os vegetais são ricos em fitoquímicos – substâncias com propriedades antioxidantes, que auxiliam na redução do estresse oxidativo. “Cacau, banana, cereais integrais, carnes, castanhas e chás de ervas também são ótimas opções para incluir no dia a dia”, conta Renata.

Além disso, a nutricionista ressalta que esses grupos alimentares são ótimas fontes de magnésio e triptofano. “O magnésio é um mineral essencial ao nosso corpo e atua principalmente no relaxamento muscular, na melhora da qualidade do sono e nas sinalizações do sistema nervoso central. Já o aminoácido triptofano trabalha diretamente na produção de neurotransmissores relacionados ao bem-estar, como a serotonina. Ambos são muito importantes na prevenção de ansiedade, estresse e depressão, por exemplo”, explica.

Os benefícios da dieta do mediterrâneo

Você sabia que a dieta mediterrânea também pode ser uma grande aliada? Rica em vegetais, carnes magras, laticínios, azeites e castanhas, estudos científicos realizados em 2018 apontam que ela promove uma grande proteção ao nosso organismo, incluindo questões cerebrais. As pesquisas também sugerem que uma dieta equilibrada, rica em alimentos frescos, garante todos os nutrientes que nosso corpo precisa e minimiza o surgimento de diversas doenças.

Outro estudo publicado no PubMed, em 2020, analisou mais de 6 mil pessoas e mostrou que o consumo de 5 porções de frutas, legumes e/ou verduras por dia promove uma melhor qualidade de vida e reduz os sintomas relacionados a problemas de saúde mental.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a relação entre alimentação e bem-estar mental, que tal experimentar as dicas de receitas práticas e deliciosas que a nutricionista separou? Encontre o Oba Hortifruti mais próximo e cuide-se com alimentos variados e fresquinhos todos os dias!

Salada de rúcula com figo e nozes

Ingredientes:
½ maço de rúcula baby
½ manga cortada em cubos
½ xícara de nozes picadas
½ xícara de tomatinhos cereja
2 colheres de sopa de mel
2 colheres de sopa de mostarda Dijon
4 colheres de sopa de água
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:
Para o molho, basta misturar o mel, a mostarda, a água, o sal e a pimenta. Monte a salada acomodando primeiro a rúcula, depois a manga e os tomatinhos. Finalize com as nozes e sirva com o molho de acompanhamento.

Docinho de tâmara

Ingredientes:
1 xícara de tâmaras sem caroço
2 bananas nanicas
1 colher de chá de cacau em pó
½ xícara de coco ralado

Modo de preparo:
Hidrate as tâmaras por 20 minutos. Em seguida, bata no liquidificador até formar uma pasta. Acrescente a banana, o cacau e o coco e bata até formar uma pasta ainda mais consistente. Se necessário, adicione mais coco ralado para chegar ao ponto de enrolar. Faça bolinhas e sirva em forminhas de brigadeiro.

Bolo integral de banana

Ingredientes:
2 xícaras de farinha de aveia
4 bananas nanicas
4 ovos
1 xícara de uvas passas
1 xícara de leite desnatado ou leite vegetal
1 colher de sopa de canela
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo:
Deixe as uvas passas hidratando no leite por 20 minutos. Logo após, bata com os demais ingredientes no liquidificador, deixando apenas duas das quatro bananas para decoração.
Despeje a massa em uma forma, corte as duas bananas em rodelas e coloque por cima. Leve ao forno médio por cerca de 30 minutos.

Granola caseira

Ingredientes:
50g de quinoa em flocos
50g de aveia em flocos
50g de coco em lascas
50g de uva passa roxa
50g de damasco seco picado
50g de nozes picadas
50g de amêndoas picadas
50g de castanhas-do-pará picadas
1 colher de chá de canela
4 colheres de sopa de mel

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes e coloque em uma assadeira untada com manteiga sem sal. Leve ao forno médio por 20 minutos e mexa ao chegar na metade do tempo. Guarde em um pote tampado e consuma em até 10 dias.

Fonte: Obra Hortifruti

Setembro Amarelo: boa alimentação é um reforço para a saúde mental

Além de se alimentar corretamente e com variedade, a prática de atividades físicas e hobbies podem auxiliar na prevenção de doenças de origem emocional

Manter o corpo e a mente em equilíbrio é fundamental no tratamento da depressão. E alimentar-se bem é uma parte importante nesse processo. Usufruir de um cardápio balanceado e com variedade de alimentos que sejam fonte de nutrientes, vitaminas e minerais, como o magnésio presente no amendoim, pode ser o primeiro passo para quem procura melhorar a saúde mental, assunto contemplado no mês de prevenção ao suicídio, o setembro amarelo.

Bruna Pavão, consultora nutricional da marca Cuida Bem, antes mesmo de explicar mais sobre o tema alimentação, pondera que para manter a saúde mental em forma é preciso estar bem consigo mesmo e com os outros, aceitar as exigências da vida, saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis: “É necessário reconhecer os próprios limites e saber a hora de procurar ajuda”.

Sabendo disso, uma forma de aumentar a qualidade de vida é cuidar da alimentação. O primeiro passo é se concentrar em consumir alimentos in natura e minimamente processados. Mas também há momentos para relaxar e ingerir itens da categoria de indulgência, formada por alimentos que não servem apenas para nutrir, mas também para promover prazer.

A nutricionista pontua que não adianta recorrer a dietas exageradas ou ser muito rígido. “Seja gentil com você mesmo. Um princípio que ajuda muito a ter um equilíbrio alimentar sem abrir mão dos alimentos gostosos é o princípio 80/20, no qual 80% da sua alimentação vai ser saudável e 20% será ‘livre’ para comer o que quiser. Com essa liberdade, você conseguirá explorar opções de alimentação saudável sem restrições, dando espaço para momentos prazerosos com as suas comidas preferidas também”, reforça Bruna.

O mercado conta com opções diversas, que entregam sabor e saúde, e saber escolher é a chave. “Os doces Zero Adição de Açúcar, como os da linha Cuida Bem, são um grande exemplo de alimentos para se consumir sem culpa. Eles possibilitam, inclusive, que as pessoas criem novos hábitos sem restrições de comer um doce quando sentir vontade.”

Na hora de escolher esses sabores, no entanto, que tal privilegiar alguns alimentos que podem dar uma força a mais para a sua saúde mental? Segundo Bruna, entre as frutas, a banana se destaca. Usada em barras de nuts e em outros formatos de doces sem adição de açúcar, é rica em triptofano, um aminoácido que auxilia na produção do neurotransmissor serotonina, mais conhecido como hormônio da felicidade. “É bom para regular o humor, promover a sensação de bem-estar e prazer. Atua em diversas funções do Sistema Nervoso Central.”

Contra a depressão, doença que pode ser um gatilho para o suicídio, além de todos os cuidados fundamentais, vale uma porção de amendoim. Assim como a semente de girassol, a leguminosa possui vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6, B9, B12), que são essenciais para o equilíbrio saudável dos sistemas imune e nervoso. “A sua deficiência tem sido associada a vários distúrbios neurológicos. Além da depressão, entra na lista a ansiedade, a demência e a doença de Alzheimer”, explica a consultora.

O amendoim também é benéfico pois possui magnésio, um mineral que está envolvido em mais de 300 reações do corpo humano, com papel bem variado: da produção de energia até a regulação de neurotransmissores. “Quando não é consumido em quantidades adequadas, pode promover resistência à insulina, facilitar a hipertensão e o surgimento de transtornos psiquiátricos. Além de compor o amendoim e as castanhas, está prioritariamente em frutas, verduras e grãos integrais.”

Na ausência de um único herói, vilões bem definidos

A consultora Bruna faz questão de frisar que nenhum item isoladamente é capaz de comprometer a saúde mental do indivíduo. “Ela vai ser acometida por um conjunto de maus hábitos que, ao longo do tempo, podem prejudicar sistemicamente, causando quadros de estresse, ansiedade e depressão”, pontua.

Aí entram os principais vilões de uma alimentação saudável e das vantagens oferecidas por ela. “O maior fator de impacto são os alimentos ricos em gorduras saturadas, frituras, açúcares de adição, sal em excesso, corantes e conservantes, pois eles podem promover um quadro inflamatório que, indiretamente, torna a pessoa mais predisposta a comprometer sua saúde mental, impactando até mesmo a memória, o humor e o raciocínio.”

Como dicas, Bruna destaca: aposte na variedade, moderação, qualidade dos alimentos e evite os ultraprocessados e aqueles considerados inflamatórios. Tudo isso é crucial para uma boa dieta, que reflita positivamente na qualidade de vida do indivíduo. Junte a isso a constância. “Dentro dos hábitos alimentares, a chave para evitar frustrações é justamente a constância. Os resultados não vêm da noite para o dia; muitas vezes, a mudança de um único ‘mau hábito’ pode demorar até três meses.”

Repensar a alimentação, incluir na rotina a prática de atividades físicas e desenvolver novos hobbies que possam divertir, distrair e dar ainda mais sentido à vida são, para a Bruna, as principais orientações para quem quer mais saúde mental.

Fonte: Cuida Bem

Setembro Amarelo: o suicídio e o comportamento suicida

Segundo a OMS, 90% dos casos poderiam ser evitados e reconhecer os sinais de alerta pode ser o mais importante passo

O suicídio é o ato de retirar a própria vida, mas pode ser evitado. “Primeiramente, a maioria dos suicidas pede ajuda antes, ou seja, é mito que o suicida não pede socorro. O suicida não quer morrer, quer aliviar seu sofrimento. O que faz com que alguém cometa suicídio intencionalmente, em geral, é uma dor emocional muito forte, na qual a pessoa tem a impressão de que não há o que fazer ou como melhorar, senão cometendo o ato”, explica Marcel Fulvio Padula Lamas, Coordenador da Psiquiatra do Hospital Albert Sabin de São Paulo.

Existem também doenças mentais que aumentam a chance do paciente cometer suicídio, como depressão unipolar ou bipolar, etilismo, esquizofrenia, delirium, entre outros. Sinais como os famosos “Ds”: dor psíquica, depressão, desespero, desesperança, desamparo, dependência química e delírio devem ser notados com cautela, além da presença de fatores predisponentes e/ou precipitantes.

Os fatores predisponentes são crônicos e, em geral, não podem ser mudados. Exemplos: sexo masculino (cometem quatro vezes mais suicídio), feminino (três vezes mais tentativas), idade (mais jovens tentam mais o ato, idosos conseguem o maior número), histórico familiar, tentativas prévias, presença de doenças físicas ou mentais, presença de desesperança, abuso na infância (físico, sexual ou mental), baixo nível de inteligência, isolamento social, ser de uma minoria étnica, entre outros.

Já os precipitantes são agudos, geralmente passageiros na vida de alguém, e levam o indivíduo a tentar o suicídio, por exemplo: separação conjugal, ruptura amorosa, rejeição afetiva e/ou social, alta recente de hospitalização psiquiátrica, perda de emprego, graves perturbações familiares, modificação de situação econômica e financeira, vergonha ou medo de ter algum segredo revelado.

“Os precipitantes são fatores que funcionam como gatilho para que ocorra alguma tragédia, acontecem em algum momento da vida e podem fazer com que os fatores que já estavam antes, os predisponentes, intensifiquem o desejo de desistir da própria vida”, relata o médico.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar os episódios subnotificados, com os quais, estima-se mais de um milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

Há certas divergências na área científica sobre o suicida, considerando que alguns autores conceituam suicídio apenas se cometido de forma intencional, (exemplo: o indivíduo que toma veneno ou se enforca), outros são mais abrangentes e englobam também pessoas que têm comportamentos suicidas, como o diabético que come açúcar, o hipertenso que exagera no sal, e até mesmo, o que ingere grandes quantidades de bebida alcoólica e depois dirige.

“Existem comportamentos suicidas e o ato direto de retirar a própria vida. Pessoas doentes que não tomam corretamente suas medicações, diabéticos que comem açúcares de cadeia curta, são exemplos de comportamentos suicidas, mas não de suicídio”, relata Lamas.

É muito importante os familiares e amigos próximos da pessoa reconhecerem os comportamentos suicidas. Pessoas dão sinais a partir de condutas que demonstram que querem acabar com a própria vida. Existem os que são muito mais sutis e, por isso, menosprezados, que não parecem ser um problema. Por exemplo, a pessoa que, do nada, não corta e/ou não pinta mais as unhas, para de tomar banho, de cuidar de si mesma, entre outros.

“O principal é observar os fatores de risco na pessoa, acolhê-la, mostrar o quanto ela é importante, perguntar como está se sentindo e se mostrar disposto a ajudar, atitudes que auxiliam muito. Se o paciente tiver fatores de risco importantes, mas não estiver com ideação suicida, o acompanhamento pode ser ambulatorial. No momento que a pessoa está com ideação suicida, comumente está se sentindo um nada, um peso para os outros, devido ao quadro emocional que se encontra. Cada segundo que o paciente estiver com esse pensamento é extremamente doloroso, portanto, não julgue e não arrisque! Leve-o ao pronto socorro de um hospital psiquiátrico, buscar ajuda o quanto antes é essencial”, finaliza o psiquiatra.

Em casos de extrema urgência, ligue 188 – C.V.V – Centro de Valorização à Vida.

Fonte: Hospital Albert Sabin de São Paulo

Saúde mental no inverno: 5 práticas para melhorar o humor

Psicóloga traz dicas para afastar o desânimo e alerta que, em alguns casos, o período mais frio pode desencadear quadros depressivos

A chegada do inverno costuma ser complicada para quem associa as sensações positivas ao sol e ao calor. A pouca luminosidade, os dias cinzentos com menos interação social, e a vontade de ficar em casa podem levar ao desânimo. Nesses momentos, muitas pessoas são levadas a refletir sobre a vida e os problemas e, em alguns casos, podem chegar até mesmo à depressão.

“É normal nos sentirmos mais sonolentos no inverno, porque produzimos mais melatonina, hormônio estimulado pela ausência de luz. A energia fica mais baixa e, dependendo do momento de vida, pode se desencadear um quadro mais depressivo. Buscar atividades prazerosas e alguns outros cuidados são importantes para passar por esse período com mais alegria e saúde mental”, comenta Milene Rosenthal, psicóloga cofundadora da Telavita, clínica digital de saúde mental.

Milene traz algumas dicas para um inverno com menos desânimo:

É passageiro – a primeira coisa é não esquecer que a estação é passageira e bastante breve aqui no Brasil, se comparado aos países do hemisfério norte, principalmente. São apenas três meses e muitas vezes o clima não é tão ruim. Há dias de sol no inverno. Então, tenha paciência e mentalize que o clima deve melhorar em breve.

Busque recordações – associe também os dias frios a momentos felizes, afinal, não vivemos coisas boas somente no verão. Certamente, todo mundo tem uma memória positiva vivida em um período menos ensolarado ou quente. Quem faz os momentos felizes somos nós e não o clima.

Procure conforto – busque boas sensações, seja em um cobertor, um aconchego, uma programação que goste na TV ou comidas afetivas. Os pratos quentinhos do inverno são um ponto alto da estação e trazem sensação de conforto e bem-estar.

Exercite-se e faça o que gosta – sabemos o quanto pode ser difícil levantar-se da cama e ir à academia, mas o exercício físico aquece o corpo, deixa a cabeça mais leve e libera endorfina, conhecida como o hormônio da felicidade. Ela alivia as tensões e regula as emoções. Procure uma atividade que combine com seu estilo de vida e que você goste. No começo pode ser difícil, mas depois se torna um hábito natural e você passa a notar o quanto ele faz bem.

Atividades prazerosas, indoor ou outdoor, são importantes em qualquer época do ano. Desafie-se a sair de casa e a ver coisas novas, encontre amigos e novas formas de lazer. Descubra um novo hobby, que seja ainda melhor nesta época, fotografe as paisagens, ouça músicas que gosta e observe a natureza.

Se nada der certo, é hora de procurar ajuda profissional

“A terapia tem um papel muito importante para ajudar quem se sente sozinho e desmotivado. O diálogo com um profissional pode ser benéfico para passar por essa situação de incômodo da melhor forma e com o melhor acompanhamento”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Telavita

Você está consumindo notícias ou as notícias estão te consumindo?

Denize Savi, especialista em Ciência da Felicidade explica como lidar com a avalanche de acontecimentos globais e como evitar ciclos de tristeza e angústia

Sejamos honestos: 2022 não tem sido tão atrativo como imaginávamos. Da pandemia que não dá trégua, a guerras, crises ambientais e problemas socioeconômicos, a sociedade tem lidado com uma enxurrada de notícias perturbadoras diariamente. E, embora manter-se atualizado sobre as notícias do mundo seja importante, o consumo exagerado pode prejudicar a saúde mental. De acordo com um estudo publicado pela Universidade da Califórnia, acompanhar os acontecimentos globais, apesar de necessário, pode realmente causar ou agravar os sintomas de ansiedade.

Canva

Segundo a especialista em Ciência da Felicidade, com MBA em Psicologia Positiva Denize Savi, as notícias negativas têm um maior impacto emocional e neurológico, fazendo com que o ser humano tenha a tendência a ser negativo. “Tendo consciência disso, passamos a ser mais vigilantes com os nossos pensamentos. É importante lembrar que pensamentos são só pensamentos, não verdades absolutas. Não precisamos nos identificar com eles; precisamos apenas ter a atitude de deixá-los ir, sem julgamentos, simplesmente retornando à atenção para onde ela estava antes”.

Dessa maneira, uma das dicas principais da especialista é se atentar em buscar fontes confiáveis e que te deixem confortável na hora de se informar. “Outra coisa importante é não se pressionar. Alguma notícia em específico está te deixando angustiado? Faça uma pausa, respire, dê um tempo e permita-se distrair um pouco”- aconselha. E, ainda falando sobre se informar com mais consciência, é importante se policiar para não encher a mente com coisas logo antes de dormir ou ao acordar. “Ler, ouvir ou assistir notícias ruins logo de manhã desencadeia sintomas de ansiedade e tristeza que permanecem o dia todo.”.

Utilizar técnicas de mindfuness também é indicado. Essas técnicas são métodos de treinamento mental que ajudam a tranquilizar a mente. Uma das recomendações de Denize é a “Pausa Transacional’, que são microintervalos entre uma tarefa e outra para respirar. “Praticar respirações profundas ajudam muito., ainda mais durante crises de ansiedade”, garante a pesquisadora.

Para realizar a técnica, use o tempo de quatro segundos para cada passo:
-inspire e segure contando até quatro;
-agora expire contando até quatro;
-com o pulmão vazio, segure a respiração por quatro segundos;
-repita o processo de 3 a 5 minutos.

O importante mesmo é se priorizar, e para isso, organizar os hábitos do dia a dia se torna uma prática essencial para a saúde mental. Denize Savi aconselha separar um tempo para ler as notícias do dia, para praticar exercícios, para comer, etc. “Respeite seu tempo e limite. Tudo isso ajuda a aliviar a tensão”. Por fim, a especialista incentiva a exercitar o nosso otimismo.

É normal ter pensamentos ruins, mas é importante não deixa-los te dominar. De acordo com a pesquisadora, exercitar o otimismo não é necessariamente ver o lado bom em tudo. “A Psicologia Positiva oferece várias ferramentas de incremento de bem-estar e qualidade de vida, a partir do desenvolvimento de forças como amor, gratidão, otimismo e a resiliência. Através das quais é possível ver o mundo com outros olhos. Não os olhos de quem se aliena, pelo contrário, os olhos de quem está mais do que atento para ajudar a transformar o mundo num lugar melhor.” pontua a profissional.

Fonte: Denize Savi é jornalista especializada em Ciência da Felicidade, com MBA em Psicologia Positiva, Neurociência e Comportamento; além de coordenar a ONG Doe Sentimentos Positivos — projeto de gentileza urbana sediado em São Paulo

5 maneiras de avaliar se a psicoterapia está funcionando

O professor de psicanálise Ronaldo Coelho apresenta maneiras e pontos importantes de avaliar se a psicoterapia realmente está surtindo efeito.

Como julgar a real necessidade da terapia?
Sentimentos de bloqueio a si mesmo, percepção de que todos os dias não estão sendo tão produtivos como eram antes, sentimento de emoção instável, insegurança e/ou pessimismo são alguns dos sinais que a terapia pode ser uma boa alternativa para driblar isso tudo e salvar a saúde emocional.

Ilustração: Serena Wong/Pixabay

Autoconhecimento, confiança e responsabilidade nas ações
Iniciado o processo, quando a relação com os outros começa a se fortalecer e o paciente começa a estabelecer novos relacionamentos mais facilmente e as pessoas próximas começam a responder às melhorias que observam. Outro ponto é saber lidar com as situações que normalmente incomodavam, mas que agora são facilmente encaradas. E mais: quando a pessoa aprende a aceitar que pode ser o único responsável pelo que sente é mais um sinal que de a terapia está dando certo.

Entre uma sessão e outra
Se intervalo entre as sessões são momentos que deixam tão bem quanto o momento das conversas é um sinal de que toda a terapia está sendo transportada para a rotina. É um excelente sinal, segundo Ronaldo. “Alguns dizem que é entre as sessões que a terapia realmente acontece”, fala.

Mudanças de pensamentos e de comportamentos
Se os pensamentos negativos ou destrutivos, estão dando mais lugar para os positivos e construtivos esse é um bom indicativo de que as coisas estão melhorando. Se ainda, os hábitos ruins estão ficando para trás, então, esse é um sinal positivo de que a terapia está funcionando.

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Como saber a hora de parar
Terapia não tem tempo estabelecido. Pode ser curta e surtir efeito ou necessitar de mais tempo para que todas as questões sejam trabalhadas. Mas, de modo geral, é natural a sensação de força que invade quem está se sentindo pronto para encarar o mundo sem a necessidade da ajuda da psicoterapia. Já outros, podem sentir que nenhuma mudança tenha mesmo que ocorrer dentro de si para que se sinta pronto. A não mudança, nesses casos, é exatamente o ganho obtido na psicoterapia. Esse pode ser um caso em que o paciente fique com a sensação de que a terapia não está funcionando, mas a mudança mesmo nem sempre é algo que se modifique — de fato.

Medo versus fobia: qual a diferença?

Apesar de muitas vezes usados como sinônimos, os termos não expressam a mesma coisa

O medo está presente no ser humano desde os seus primeiros dias de vida. Ele consiste a uma resposta física e mental a um estímulo externo que ofereça perigo. Ou seja, perante uma ameaça, é comum que se tenha uma reação, como calafrios, suor, vontade de correr, gritar, entre outras. A fobia, por outro lado, é algo mais complexo.

A sensação de fobia vem de algo que não aconteceu. Algo que, muitas vezes, pode ser abstrato. De acordo com a professora e psicóloga do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, Márcia Karine Monteiro, enquanto o medo é pontual e desencadeado por aquilo que pode causar danos, a fobia é persistente, ou seja, continua atormentando quem sofre com ela. “Medo é um sentimento relacionado ao momento. A fobia apresenta um caráter mais irracional. Ela segue uma constante e gera sofrimento”, explica a psicóloga.

Explicando de forma mais técnica, a fobia é um transtorno mental ligado à ansiedade, que pode ser direcionado a um objeto específico, como insetos e animais, a situações, como a agorafobia (medo exagerado de lugares abertos) e a xenofobia (aversão a estranhos) ou até a algo desconhecido.

Muitas vezes, quem sofre de alguma fobia sabe que esse tipo de reação é irracional, mas não consegue controlar. “O medo nos faz ter prudência e, quando o perdemos, ficamos propensos a colocar nossa vida em risco. A fobia é um estágio elevado do medo, onde o transtorno causa um sofrimento sem controle emocional de quem o experimenta e, muitas vezes, surge de uma situação traumática relacionada com esses medos”, ressalta Márcia.

As fobias acabam se manifestando de forma física, como com queda de pressão, aceleração de batimentos cardíacos, desmaios, pânico e outras reações que surgem ao encarar, ou mesmo pensar no objeto do medo. Por fim, a psicóloga afirma que, se não for tratada, a fobia pode atrapalhar no desempenho profissional, como acontece com pessoas ou se agravar em algo pior. “Em muitos casos, se faz necessária a intervenção medicamentosa e o apoio psicoterapêutico. É preciso monitorar como o medo foi instalado, além de estratégias de extinção do comportamento. As fobias, apesar de subestimadas por muitas pessoas, podem evoluir para um quadro depressivo ou um isolamento social”, conclui.

Por Mário Vasconcelos – Fonte: Uninassau