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Ataque de pânico: o que fazer diante de uma crise? por Tatiana Pimenta*

Ataque de pânico? Talvez você já tenha testemunhado ou vivenciado um, sem saber reconhecer o que ocorreu

Os sintomas físicos de um ataque de pânico são semelhantes aos de um infarto: taquicardia, dores no peito, formigamento (nas mãos, pés ou rosto), sudorese, náusea, respiração acelerada, tontura… E muito medo de morrer, de não conseguir escapar daquela situação.

O quadro assusta e, corretamente, a pessoa procura por ajuda médica. Após os exames, vem o diagnóstico: não há nada de errado com o coração. A saúde física está íntegra. Nesses casos, o próprio cardiologista costuma orientar o paciente a procurar por um psicólogo ou psiquiatra, pois seu mal-estar súbito é, na verdade, uma resposta à ansiedade.

Ataques de pânico são mais comuns que você imagina

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Os ataques – ou crises – de pânico são muito comuns. Acometem cerca de 11% da população adulta, anualmente. E estima-se que 90% das pessoas passará, em algum momento da vida, por esse tipo de experiência. Porém, os esclarecimentos sobre o assunto, infelizmente, ainda não acompanham essa frequência.

A falta de informação faz com que muitos banalizem a situação. Ou atribuam imperícia ao médico que afirma que o coração vai bem. Chamar de “ataque de pânico” todo aquele conjunto de reações atípicas e tão intensas, pode gerar mais dúvidas do que explicações.

Pensando nisso, produzimos este artigo, que tem o intuito de servir como uma espécie de “manual de instruções” sobre o tema. Reunimos as principais questões e buscamos oferecer respostas de fácil entendimento, para que você compreenda o problema – e saiba o que fazer diante dele.

Quais as causas de um ataque de pânico?

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Se a pessoa teve um ataque de pânico, então é porque ela teve muito medo de alguma coisa, certo? Errado! O nome desse distúrbio deve-se mais à reação, em si, do que ao motivo que a desencadeia.

Geralmente, quem passa por uma crise de pânico, narra que, antes do fato, estava tudo normal, sem nenhum perigo iminente. Até por isso fica complicado entender o que aconteceu, já que a causa não parece concreta.

Embora pesquisadores se dediquem a decifrar o que, especificamente, suscita a crise, suas conclusões não são precisas. Não é possível, portanto, prever um ataque de pânico.

Contudo, após a ocorrência do episódio, as principais hipóteses observadas são:

– predisposição genética;
– perturbação do sistema fisiológico;
– efeito colateral de medicamentos (corticoides, anfetaminas, remédios para enjoo ou enxaqueca, por exemplo);
– uso de drogas;
– eventos estressantes (como perda de emprego, ruptura de relacionamento, falecimento de familiar…), que podem ter ocorrido até um ano antes da crise;
– histórico de traumas (abuso sexual, acidente, assalto, sequestro…);
– neuroticismo (ansiedade, depressão, baixa autoestima, pensamentos negativos exagerados e tendência a sentimentos de culpa);
– acúmulo de tensões ou inibições.

Quem pode sofrer um ataque de pânico?

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Segundo estatísticas, os ataques de pânico afetam jovens a partir dos 15 anos de idade. Entre os 25 e 40 anos, os índices são altos. Crianças são alvos menos comuns dos episódios, embora existam relatos – especialmente quando verifica-se a causa associada a medicamentos, estilo de vida marcado por muitas cobranças ou violência.

Fora a questão da faixa etária, ainda é possível perceber maior incidência entre as mulheres. Outros fatores, como estado civil, grau de escolaridade, renda, etnia… não sugerem qualquer relevância.

Quanto tempo dura uma crise?

Para algumas pessoas, o ataque pode durar poucos minutos. Para outras, algumas horas. O mais frequente é que aconteça num intervalo entre 10 e 30 minutos. Porém, mesmo após os sintomas principais cessarem, sensações desagradáveis podem persistir.

Quando acontece o ataque de pânico?

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Conforme pontuamos anteriormente, o momento da crise é súbito. Inesperado e sem um contexto em particular. Mas, e nas circunstâncias em que ocorre um mal-estar com os mesmos sintomas, sendo o evento desencadeador perceptível? Por exemplo: quando a pessoa precisa se expor para falar em público ou enfrentar uma situação desafiadora, como uma prova?

Sempre que for possível identificar o que gerou a perturbação, é preferível referir-se à desordem como crise ou ataque de ansiedade, intimamente associada ao transtorno de ansiedade generalizada. Os termos se confundem e, muitas vezes, aparecem como sinônimos. Afinal, geralmente estão interligados. Lembre-se que a ansiedade é, justamente, uma das causas dos ataques de pânico.

Enfim, a questão é que as crises de pânico, propriamente ditas, não tem hora nem lugar para acontecer. Podem se manifestar durante uma atividade corriqueira, um passeio, uma sessão de cinema. Mesmo quando estamos dormindo a possibilidade existe! O ataque de pânico noturno tem a mesma duração dos ataques diurnos e apresenta sintomas físicos semelhantes: palpitações cardíacas, suor excessivo, sensação de sufocamento… E, claro, o medo.

Qual a diferença entre ataque de pânico e síndrome do pânico?

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A diferença básica está na periodicidade. Quem sofre um ataque de pânico pode passar a vida inteira sem experimentar uma nova ocorrência. Já nos casos em que a síndrome do pânico é diagnosticada, os ataques são recorrentes.

A frequência é variável: uma vez ao ano, algumas vezes ao mês, todos os dias… Em certas situações, a pessoa enfrenta várias crises num curto intervalo de tempo (uma semana, por exemplo) e depois passa longos períodos sem enfrentar novos episódios.

O importante é que a frequência não seja negligenciada: necessita de tratamento. Do contrário, o “medo do medo” pode trazer sérias restrições. Uma das consequências é a agorafobia, que inviabiliza uma série de atividades rotineiras e impacta, severamente, nas relações sociais, profissionais, na qualidade de vida e bem-estar.

Quando ocorre o ataque de pânico, o que fazer? Como ajudar alguém em crise?

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O remédio é, obviamente, o antagonista da causa. Ou seja: a calma. Querendo ajudar alguém, ou a si próprio, numa circunstância dessas, lembre-se que qualquer atitude abrupta apenas piorará o quadro. Por exemplo: não segure a pessoa, não empurre um copo d’água, não a conduza para outro local à força. Também não fique agitado, falando demais ou muito alto. O ideal é fazer perguntas gentis, em tom suave e pausado, mostrando-se solícito.

Além de postura que inspire tranquilidade, você pode utilizar algumas técnicas. Todas tem o mesmo objetivo: afastar o pânico e promover serenidade. Se você sabe que sofre com o transtorno, pode se valer delas. Se conhece alguém que sofra, compartilhe as dicas!

E tenha em mente que descobrir como controlar as crises necessita do processo de autoconhecimento – do corpo e dos gatilhos mentais que funcionam para restabelecer sua normalidade.

1. Controle a respiração
A sensação de asfixia ou a hiperventilação são sintomas recorrentes de ataque de pânico. Dizer para si mesmo, ou para o outro, “respire normalmente” parece pouco eficiente, não é mesmo? Nessas horas, é importante conhecer estratégias que facilitem esse controle. Uma técnica bem simples é a de contar até 4. Consiste em inspirar, contando até 4, dar uma pequena pausa e expirar, contando até 4 novamente. Vá repetindo o processo, sempre atentando para fazer o exercício com calma, desacelerando.

2. Repita um mantra
O mantra é uma frase simples, que deve ecoar na mente ou ser dita em voz alta. Novamente, lembre-se que a velocidade é a chave.”Vai ficar tudo bem”, “logo vai passar”, são bons exemplos de mantras. Tente deixar as palavras longas, demoradas, para auxiliar no controle da inquietação.

3. Procure por um local sossegado
Multidões, profusão de luzes, sons… Difícil concentrar-se no próprio corpo com tantos estímulos externos, não? Sendo possível, procure se afastar – ou afastar a pessoa em crise – de lugares “tumultuados”. Se estiver ajudando alguém, recorde que não é para arrastá-la do espaço onde está. Convide-a a lhe acompanhar. Ofereça apoio, não um empurrão. Se for inviável encontrar um lugar mais silencioso – se estiver na rua, por exemplo – procure por um local onde se sinta mais protegido, encoste-se numa parede e foque sua atenção num ponto específico, num objeto. Descreva-o para si mesmo.
Ou feche os olhos – sempre ajuda – e mentalize um lugar que represente sossego para você.

4. Aplique a técnica do 5, 4, 3, 2, 1
Essa estratégia auxilia a pessoa a distrair-se dos sintomas, conduzindo a concentração ao “aqui e agora” concreto. Também, pelo desvio de foco, afugenta os medos de morrer ou enlouquecer, tão corriqueiros nas crises de pânico.

A instrução é de que se olhe no entorno e diga:
5 coisas que pode ver;
4 coisas que pode tocar;
3 sons que consegue ouvir;
2 cheiros que pode identificar;
1 coisa que consegue sentir o sabor.

5. Inale óleo essencial de lavanda
Os óleos essenciais são concentrados de plantas, cujos efeitos por inalação ou contato com a pele são estudados pela aromaterapia. O óleo de lavanda é um dos mais populares e seguros. É um cheiro conhecido por nós, já que suas versões sintéticas são extensivamente empregadas – de produtos de limpeza a cosméticos e perfumes.
Existem vários estudos que atestam sua influência como agente tranquilizante, inclusive melhorando a qualidade do sono.

Existe tratamento para ataque de pânico?

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Sim, existem medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos), que apenas o médico pode prescrever. Caso receba essa recomendação profissional, não se abstenha de usá-la. Porém, a medicação, sozinha, nunca é a melhor solução. É importante realizar atividades físicas, descobrir técnicas de relaxamento, investir na meditação.
E, principalmente, contar com um processo terapêutico, sendo especialmente útil a terapia cognitivo comportamental.

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*Tatiana Pimenta é CEO e fundadora da Vittude. É engenheira formada pela UEL com MBA executivo pelo Insper. Executiva com 15 anos de experiência profissional em empresas como Votorantim e Arauco do Brasil. Apaixonada por psicologia e comportamento humano, faz psicoterapia pessoal há 7 anos. Também é maratonista amadora, palestrante, leitora voraz e colunista de comportamento, inovação e empreendedorismo.

Plataforma digital reúne informações médicas e culturais sobre saúde mental

O objetivo é tornar o Fale Abertamente um site de pesquisa para sanar dúvidas, saber enfrentar preconceitos, encontrar especialistas na área, entender, conhecer e diferenciar as doenças e seus sintomas

Fale Abertamente é um importante canal de comunicação com informações que abordam, de maneira clara e objetiva, os sintomas das principais doenças que acometem o sistema nervoso central, como: depressão, ansiedade, pânico, bipolaridade e doença de Alzheimer.

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Atualizada semanalmente, a plataforma, idealizada pela FQM Farma, foi criada com o propósito de ajudar às pessoas que sofrem com essas doenças e seus familiares que também precisam saber lidar com a situação.

O objetivo é tornar o Fale Abertamente um site de pesquisa, para sanar dúvidas, saber enfrentar preconceitos, encontrar especialistas na área, entender, conhecer e diferenciar as doenças e seus sintomas. Atualmente, profissionais se dedicam constantemente em pesquisas para que todas as informações postadas na plataforma tenham dados que possam ajudar e orientar a população, inclusive com indicações de livros e filmes para que o assunto seja passado de forma educativa. O canal também apoia iniciativas que visam o tema, com dicas culturais.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, no Brasil, 23 milhões de pessoas tenham problemas com a saúde mental, sendo ao menos cinco milhões em níveis que vão de moderado a grave.

Ainda, de acordo com a OMS, 322 milhões de pessoas em todo o mundo vivem com depressão. Considerada o “mal do século”, ela ainda é um desafio para médicos e pacientes por tratar-se de um tabu na sociedade.

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Na opinião do neurologista Willians Lorenzatto, a Plataforma Abertamente é muito importante para que as pessoas tenham total acesso à informação: “O objetivo é que a pessoa tenha uma referência na hora de pesquisar sobre o tema e também um canal com os especialistas da área. A população precisa saber que há várias formas de tratamento sem que haja necessariamente uma internação”.

Informações sobre outras doenças e dicas importantes podem ser obtidas no site e nas redes sociais (Facebook, Instagram e Youtube).

OMS define Síndrome de Burnout como ‘estresse crônico’ e a inclui na lista oficial de doenças*

O esgotamento profissional, conhecido como “Síndrome de Burnout”, foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). A lista, elaborada pela OMS, é baseada nas conclusões de especialistas de todo o mundo e utilizada para estabelecer tendências e estatísticas de saúde. A nova versão da classificação entra em vigor em 2022.

E você? Já ouviu falar em Síndrome de Burnout? Apesar de cada vez mais frequente, ainda é um diagnóstico pouco divulgado e conhecido. Consiste em um conjunto de sintomas depressivos e ansiosos diretamente relacionados ao trabalho. O portador pode sofrer crises de pânico, desânimo, choro fácil, tontura, dor de cabeça e outros sintomas presentes nos quadros de depressão e transtorno de ansiedade generalizada, simplesmente ao lembrar que precisa ir ao trabalho no dia seguinte, ou naquela manhã. Em casos mais graves a simples visualização de um comercial da empresa na TV, ou passar em frente a uma filial da empresa em que trabalha na rua, já pode despertar uma crise.

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As pressões no trabalho como a cobrança aos funcionários de metas quase inatingíveis, principalmente quando associados ao assédio moral, ameaças de demissão ou punição, bullying e a um ambiente de trabalho com muitos agentes estressores (atendimento ao público e riscos de violência por exemplo) aumentam as chances do surgimento da Síndrome.

Empresas com baixo investimento na qualidade de vida dos funcionários, sem políticas de bem-estar, responsabilidade social e sustentabilidade estão mais sujeitas a registrarem um maior número de casos de afastamento por licença médica causados por sintomas psiquiátricos. A prevenção com campanhas internas de saúde, um setor de recursos humanos competente e responsável, além do respeito as leis trabalhistas essenciais, já são um grande passo para evitar um aumento do absenteísmo.

Portanto, é importante que o trabalhador conheça e exija seus direitos e que os empreendedores se conscientizem da importância de cuidar de seus funcionários, principalmente oferecendo assistência psicológica e psiquiátrica preventiva e de suporte permanente. O diagnóstico precoce facilita o tratamento, por isso é importante fazer uma avaliação com um profissional da saúde mental, o mais rápido possível, ao menor sinal e suspeita da presença destes sintomas.

Inimigo número um do trabalho e dos colaboradores de uma organização, o estresse tem causado cada vez mais danos à saúde mental e física dos profissionais de uma empresa. Isso porque tal doença costuma agir de forma discreta e silenciosa, atacando em áreas onde um trabalhador já apresenta alguma sensibilidade, o que dificulta seu diagnóstico de imediato.

Como nem todos os profissionais são iguais, o corpo pode ser o principal meio de identificar se os resultados exigidos pelas companhias, bem como as cobranças, metas e o corre-corre do dia a dia estão impactando negativamente a saúde de um indivíduo.

Estresse mental

O estresse mental é o conjunto de todas as influências externas exercidas sobre um indivíduo, ao ponto de condiciona-lo mentalmente de forma negativa; aquele estado te tensão que se estabelece no nosso organismo quando é submetido a estímulos emocionais e físicos negativos.

Todos nos, quando submetidos a tensões emocionais (doenças importantes, nossas ou de familiares), a experiências frustrantes (excesso de atividades, desemprego), ou doloridas (lutos, separações), adoecemos com maior frequência e demoramos mais para nos curar: isso se chama estresse e não é nenhuma coincidência.

Se livrar dos sintomas do estresse mental significa eliminar todas as possibilidades para que esse distúrbio comprometa o equilíbrio da vida, impedindo que a pessoa viva o dia a dia da forma mais serena e simples possível.

Os sintomas mais comuns do stress mental são situações ligadas diretamente ao estilo de vida que muitos de nos tem na sociedade na qual vive, especialmente os ritmos aos quais somos obrigados a seguir para manter o equilíbrio entre todos os compromissos e obrigações que precisamos atender durante o dia.

Uma das manifestações mais comuns do estresse mental é a pessoa começar a ter duvidas quanto a sua capacidade de ser útil a sociedade, a família, aos amigos, a capacidade de ser competente. A sensação de passividade, o pessimismo, a desestima, são alguns dos sintomas mais comuns nesses pacientes, fatores que entram na vida da pessoa, levando-a se esvaziar de todas as energias físicas e emocionais, vivendo a vida como algo negativo sem conseguir se reerguer dos abismos do medo e da ansiedade.

O estresse mental leva a desenvolver uma grande variedade de distúrbios psicológicos, entre os quais a confusão mental e a incapacidade do individuo em pensar com lucidez e clareza, prejudicando assim a capacidade de seu poder decisional, o equilíbrio dos seus sentimentos e a forma de como vai se relacionando com os outros.

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A pessoa vitima do estresse mental, geralmente não percebe o seu problema, até conseguir prejudicar um bom numero de relacionamentos com os outros. A partir daí, se não buscar ajuda., começa um processo de alienação de todos e de tudo, cuja consequência é o afastamento.

Outra situação bem comum às vitimas do estresse mental, são frequentes ataques de pânico, por entrar em contato com maior frequência com os medos, as angustias, as inseguranças que envolvem todos os aspectos emocionais. As crises são acompanhadas de vários sintomas, como vertigens, calores intensos, diminuída lucidez mental, terror, arrepios, taquicardia e outras manifestações difíceis de segurar.

A insônia também é muito presente, dificultando para a pessoa com estresse mental a possibilidade de descansar adequadamente, reintegrando todas as energias necessárias para enfrentar o dia a dia em geral. O estresse mental traz situações de mal-estar durante a noite, como câimbras musculares, hiper-sudorese, secura da boca, mais intensas ainda quando a pessoa tenta adormecer.

Não existe o momento certo para o estresse mental se manifestar, pode ser durante uma reunião em família, no trabalho, durante um ato sexual, com uma atitude de hiperirritabilidade, bem esquisita ao olhar dos outros. A consequência disso é uma crescente dificuldade em querer manter relacionamentos, por perceber a dificuldade em ser no mínimo gentil e cortês com os outros.

Fisicamente, o corpo fica menos protegido contra vírus e bactérias, desenvolvendo uma baixa imunidade e expondo o paciente a um cada vez maior numero de doenças, que, se não tratadas em tempo e adequadamente, podem se transformar em patologias crônicas e problemas orgânicos graves. Aparelho respiratório, com problemas de gripes; distúrbios digestivos, com uma maior dificuldade do organismo em absorver os alimentos após as refeições, comprometendo todo o processo digestivo, gerando queimação, diarreia, obstipação e podendo provocar dores até durante a micção. Câimbras musculares e dores articulares, são bem comuns.

Precisamos dividir o nosso tempo em quatro momentos fundamentais: um para o trabalho, um para a família, um para o lazer e um  para o EU. A maior parte das pessoas não consegue esse tempo para o EU e confunde, mistura o tempo da família com o lazer. Vivem somente para o trabalho e para a família. Assim o estresse mental entra de forma sutil e imperceptível: quando você percebe, já foi vitima.

Reduzir as fontes geradoras de estresse, aproveitar para dedicar um pouco mais de tempo para si mesmo, talvez desenvolvendo alguma atividade física, se interessar por alguma atividade que se torne um hobby, tentar ficar longe dos problemas, seja dos físicos ou psicológicos, para poder se restabelecer e recuperar o próprio equilíbrio, são dicas valiosas.

Porém o certo, é ter o acompanhamento e a orientação de um profissional competente que possa ajuda-lo a se reequilibrar e voltar a vida. Existem hoje em dia diversas abordagens terapêuticas para ajudar pacientes com estresse mental e, na maioria dos casos, os resultados são satisfatórios, considerando também que não existe o médico, nem o bom tratamento em absoluto, mas, sim, o tratamento bom e o profissional bom para aquele paciente naquele momento e com aquele problema.

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A nossa proposta é sobre o processo terapêutico que se utiliza da Hipnose Dinâmica como ferramenta para identificar, nas estruturas inconscientes da mente humana, as causas que levam o paciente a desenvolver esse quadro patológico, permitindo ao médico e ao paciente, juntos, localizar e resolver as problemáticas nelas contidas. A Hipnose Dinâmica não causa danos e não pode obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios. É aplicada em caso de tabagismo, alcoolismo, drogadição, obesidade, gagueira, depressão, ansiedade, fobia, problemas sexuais e todos os problemas de origem psicossomática.

*Leonard F. Verea é médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Dinâmica. Especialista em Medicina do Trabalho e Medicina do Tráfego. É membro de entidades nacionais e internacionais. Atua como diretor do Instituto Verea e da Unicap. Trouxe a Hipnose Dinâmica para o Brasil em 1985. 

 

Psicotrópica: conheça a nova marca que une moda aos artistas da saúde mental

Psicotrópica foi fundada em 2015, em Florianópolis. A imersão a um universo psíquico é o norte de Raiana Pires em sua marca de roupas. Permeada pelo slow fashion, a moda da etiqueta é estampar a loucura e personalidade intrínseca de cada um por meio de suas criações artesanais, feitas em pequena escala e, sobretudo, psicotrópicas – onde a moda interliga-se com a arte.

Fruto de uma experiência pessoal no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), a grife surge para desbravar a beleza e liberdade que habitam em meio aos transtornos mentais humanos. Para Raiana, a utilização de desenhos diversos, formas geométricas e ampla paleta de cores no processo criativo materializa a proposta da marca em sua essência, cujas estampas autorais são elaboradas manualmente pelos pacientes-artistas da Rede de Saúde Mental.

Com o propósito de externalizar a loucura de maneira diferente – sendo a estampa uma forma ímpar de expressão do universo interior e carro-chefe da etiqueta –, a estamparia e linguagem visual apurada presentes em vestidos, saias, kimonos, e, especialmente, nas camisas, carregam sensibilidade e muita história para contar.

Para o Verão 2019, a obra “Prosperidade, felicidade em tudo” de Pedro Mota – em exposição no Ateliê Gaia, no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro – serviu de inspiração para garantir a tônica da nova coleção, batizada “Limiar”, que ganha vida com três novas estampas em oito modelos diferentes, elaboradas à mão pelo artista carioca.

“Somos uma marca slow fashion que cria roupas com estampas únicas e autorais, com produção artesanal e em pequena escala. Além de valorizarmos o tempo e a criação de cada peça, acreditamos que é a partir da estampa que expressamos nosso universo interior e a loucura que há dentro de cada um de nós”, conta Raiana. “Estampe sua loucura.”

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Psicotrópica – Showroom: Avenida Senador Casemiro da Rocha, 731 –  Mirandópolis – São Paulo/SP

Crescer com animais pode tornar uma pessoa mais resiliente quando adulta

Uma educação rural com muito contato com animais pode garantir o sistema imunológico e a resiliência mental ao estresse de forma mais eficaz do que a criação em uma cidade e sem animais de estimação.

Essa foi a conclusão de uma pesquisa liderada por profissionais da Universidade de Ulm na Alemanha e agora publicada na revista PNAS. Esse estudo não é de forma alguma o primeiro a propor que crescer em ambientes urbanos sem diversidade de micróbios pode prejudicar a saúde física.

A esse respeito, acrescenta-se à crescente evidência em apoio às teorias que se desenvolveram a partir da “hipótese da higiene”. Porém, o estudo é o primeiro a sugerir que um risco maior de transtornos psiquiátricos – provavelmente devido a uma “resposta imunológica exagerada” – pode ser outra consequência inesperada do crescimento em um ambiente com menos oportunidades de interagir com uma variedade de micróbios.

“Já foi muito bem documentado”, diz Christopher A. Lowry, coautor do estudo, professor de fisiologia integrativa na Universidade do Colorado em Boulder, que “a exposição a animais e ambientes rurais durante o desenvolvimento físico é benéfica em termos de redução de riscos de asma e alergias mais tarde na vida “.

No entanto, ele acrescenta que seu estudo também “avança a conversa mostrando pela primeira vez em humanos que essas mesmas exposições provavelmente são importantes também para a saúde mental”.

Perdendo contato com micróbios coevoluídos

quarto hotel poluição cama computador

A existência humana está se tornando cada vez mais urbanizada. Em 1950, apenas um terço da população mundial vivia nas cidades. Em 2014, esse número subiu para 54% e deverá aumentar para 66% até 2050.

A ideia de que o aumento da urbanização e as mudanças no estilo de vida que o acompanham pode aumentar o risco de certas doenças, devido à redução da interação com uma variedade de micróbios, decorre da hipótese da higiene.

A teoria tem suas raízes em uma pesquisa de 30 anos que sugere que uma taxa mais baixa de infecção entre crianças pequenas foi o motivo pelo qual as taxas de asma e doenças relacionadas à alergia aumentaram no século XX. No entanto, tornou-se evidente que a interação com os micróbios ultrapassa esse escopo original, e até mesmo foi sugerido que o termo hipótese de higiene é um equívoco e deve ser abandonado.

Em seu estudo, o autor sênior Stefan O. Reber, professor de psicossomática molecular na Universidade de Ulm, e sua equipe usam o termo “velhos amigos” para se referir aos micróbios que coevoluíram com os humanos.

Lowry e colegas discutiram anteriormente como “a perda progressiva do contato com organismos com os quais coevoluímos” pode ser a culpado por “grande parte do fracasso da regulação de respostas imunes inflamatórias inapropriadas” visto em muitos habitantes urbanos modernos e habitantes de nações mais ricas.

Estudo testou homens com vários níveis de educação

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O novo estudo investiga ainda mais esse elo comparando as respostas relacionadas ao estresse em adultos jovens que foram criados em ambientes rurais, onde tiveram muito contato com animais com pessoas criadas em áreas urbanas “na ausência de animais de estimação”.

Os investigadores inscreveram 40 voluntários masculinos saudáveis com idades entre 20 e 40 anos residentes na Alemanha. Metade tinha sido criada em fazendas onde eles frequentemente lidavam com animais, e a outra metade tinha sido criada em ambientes urbanos sem animais de estimação.

Para criar a condição de estresse, todos os participantes completaram duas tarefas. Na primeira, fizeram uma apresentação para uma audiência que não mostrou reação, e então, eles tiveram que resolver um problema de matemática difícil sob pressão de tempo. Os voluntários deram amostras de sangue e saliva 5 minutos antes do teste, e novamente 15, 60, 90 e 120 minutos depois.

“Resposta imunitária exagerada”

Os resultados mostraram que os homens jovens criados em cidades sem animais de estimação tiveram um “aumento pronunciado” nos níveis de “células mononucleares do sangue periférico”. Essas células formam uma grande parte do sistema imunológico.

Enquanto isso, membros do grupo educados na cidade também tiveram níveis mais altos de interleucina 6 e níveis “suprimidos” de interleucina 10. A interleucina 6 é um composto que promove a inflamação, enquanto a interleucina 10 é um composto que reduz a inflamação.

Lowry diz que esses resultados mostraram que “as pessoas que cresceram em um ambiente urbano tiveram uma indução muito exagerada da resposta imune inflamatória ao estressor, o que persistiu durante o período de duas horas”.

O que surpreendeu os pesquisadores foi que, embora seus corpos parecessem ter uma resposta mais sensível ao estresse, os homens criados em cidades e sem animal de estimação relataram sentimentos mais baixos de estresse do que seus colegas que foram criados em fazendas.

Lowry compara a “reação inflamatória exagerada” dos homens criados na cidade a “um gigante adormecido que eles desconhecem completamente”.

Contato com animais pode ser fator chave

homem brincando com gato

Ao discutir suas descobertas, os autores mencionaram pesquisas anteriores que mostraram que a forma como nosso sistema imunológico responde ao estresse é moldada na infância por nossas interações com os micróbios.

Outros estudos sugeriram que uma resposta amplificada à inflamação está ligada a uma taxa mais alta de transtorno de estresse pós-traumático e depressão mais tarde. Eles também discutem como a presença ou a ausência de animais pode ser um fator importante nos resultados.

Eles observam como outros pesquisadores descobriram que “agricultura altamente industrializada com baixo contato com animais de fazenda” está mais ligada a condições relacionadas à desregulação imunológica – como asma e alergias – do que “agricultura tradicional com contato regular com animais de fazenda”.

Isso sugeriria, eles explicam, que o “efeito protetor” – de uma educação rural com animais em comparação a uma criação na cidade sem animais – venha mais provavelmente  do contato com animais do que a diferença entre os estilos de vida rural e urbana.

‘Tenha um animal de estimação e passe um tempo na natureza’

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Foto: Docg

Os pesquisadores agora querem repetir o estudo com grupos maiores – tanto homens quanto mulheres – e com educação mais variada, a fim de desvendar os efeitos do contato com animais e do grau de urbanização.

Eles também reconhecem que o estudo não levou em conta outros fatores que podem afetar a exposição infantil à variedade de micróbios. Esses incluem, por exemplo, o tipo de parto ao nascer, a amamentação em comparação com a alimentação de outra forma, o uso de antibióticos e dietas.

Enquanto isso, os pesquisadores sugerem que os moradores da cidade se tornem um “animal de estimação peludo”, passem um tempo na natureza e comam alimentos que são “ricos em bactérias saudáveis”. Além de adotarem um animal de estimação.

“Muitas pesquisas ainda precisam ser feitas. Mas parece que gastar o máximo de tempo possível, de preferência durante a educação, em ambientes que oferecem uma ampla gama de exposições microbianas, tem muitos efeitos benéficos” afirmou o professor Stefan O. Reber.

Fonte: MedicalNewsToday

Lançada Plataforma digital Abertamente para falar sobre Saúde Mental

Canal de Comunicação traz conteúdo relevante e orientação médica semanalmente. Plataforma apoia o CVV para atrair e engajar novos voluntários

Buscando levar informação de qualidade sobre saúde mental e desmistificar o assunto, foi criada a Plataforma Abertamente, para ajudar quem sofre e precisa sentir-se acolhido. Semanalmente são postados vídeos e conteúdos importantes com orientações médicas que tratam, de maneira clara e objetiva, os sintomas das principais doenças que acometem o sistema nervoso central, como: depressão, ansiedade, esquizofrenia, demência, bipolaridade e síndrome do pânico. Além de vídeos esclarecedores, o canal digital também apoia iniciativas culturais que abordem o tema. A Plataforma Abertamente, idealizada pela FQM Farma, pode ser acessada clicando aqui.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que no Brasil, 23 milhões de pessoas tenham problemas com a saúde mental, sendo ao menos cinco milhões em níveis que vão de moderado a grave.

Na opinião do neurologista, Willians Lorenzatto, a Plataforma Abertamente é muito importante para que as pessoas tenham total acesso à informação. “O objetivo é que a pessoa tenha uma referência na hora de pesquisar sobre o tema e também um canal com os especialistas da área. A população precisa saber que há várias formas de tratamento, sem que haja necessariamente uma internação”, afirma.

A Plataforma Abertamente, em apoio ao Centro de Valorização da Vida (CVV), também participa da Campanha Setembro Amarelo de conscientização sobre a prevenção do suicídio, que tem como intuito alertar a população sobre a realidade do suicídio e as formas de prevenção. Através de depoimentos de embaixadores, serão exibidos vídeos nas mídias sociais com o objetivo de atrair e engajar novos voluntários, para que possam aumentar a capacidade de apoio emocional gratuito e sigiloso oferecido pela entidade. Para se candidatar ao voluntariado, basta ter mais de 18 anos de idade, tempo disponível para os plantões semanais e vontade de conversar com pessoas desconhecidas sem preconceitos, críticas ou aconselhamentos.

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Sobre a FQM Farma

A FQM Farma é uma indústria farmacêutica especializada em medicamentos vendidos sob prescrição médica. Sua linha de produtos está presente em farmácias de todos os Estados do Brasil. A fábrica está localizada no Rio de Janeiro e possui a certificação de boas práticas, emitida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A sua missão é promover a saúde e o bem-estar, colocando à disposição da classe médica e profissionais de saúde, soluções terapêuticas modernas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida.

Sobre o CVV

O CVV presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo. Os dois milhões de atendimentos anuais são realizados por 2.400 voluntários em 90 postos de atendimento pelo telefone 188 (sem custo de ligação), ou pelo site via chat e e-mail.

Hoje é o Dia Mundial da Saúde Mental: desperte a mente ao seu favor

Como o poder da mente influência no controle de transformação da saúde mental

Hoje, 10 de outubro, é celebrado o Dia Mundial da Saúde Mental. A data visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental global, e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticas ou socioeconômicas. Combater o preconceito e o estigma à volta da saúde psicológica é outro dos objetivos do dia.

O Dia Mundial da Saúde Mental, foi criado em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health). A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a saúde mental uma prioridade e defende que a questão da saúde mental não é estritamente um problema de saúde.

A maioria das pessoas quando ouve falar em saúde mental, pensa logo em doença, mas uma mente saudável implica, e muito, no que diz respeito à ausência de patologias. Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos, vivenciam diariamente diversas emoções, tais como, alegrias, amores, satisfações, tristezas, raivas, decepções e frustrações, entre outras. São capazes de enfrentar as mudanças, os desafios, os conflitos da vida cotidiana com equilíbrio e procuram ajudar quem passa por alguma dificuldade.

“A saúde mental de um indivíduo está ligada a forma como ele reage às exigências da vida e ao modo como ele harmoniza seus desejos, suas capacidades, suas ambições, suas ideias e suas emoções, muitas pessoas não sabem o quanto são controladas e influenciadas pela forma de mentalizar as coisas, sejam elas positivas ou negativas”, afirma o médico psiquiatra, especialista em comportamento humano e coach de mentes Ricardo Frota.

Para o especialista, vivemos atualmente em uma verdadeira explosão de transtornos psiquiátricos que estão se tornando cada vez mais comuns na nossa sociedade, ligando o nosso sinal de alerta. Será que estamos cada vez mais doentes mentalmente?

Segundo Frota, a cura para tantos males e questionamentos pode ser encontrada na forma  como a pessoa controla a própria mente: “Através da reprogramação mental. Trata-se de uma forma de modificar modelos mentais que bloqueiam os resultados na vida das pessoas que trazem tanta frustração, algo tão comum hoje que deixa as pessoas perdidas, muitas das vezes sem direção em suas vidas, só nós mesmos somos capazes de ser donos da nossa verdade, transformando a realidade em que vivemos”, enfatiza o médico que, em suas palestras, trabalha a reprogramação da mente.

Mas o que é preciso para se ter uma mente mais saudável?

Segundo o psiquiatra, estar bem consigo mesmo implica em estar bem com as demais pessoas, pois quando você está feliz é porque vive em um lugar onde é respeitado e, consequentemente, fará o mesmo por elas. “Não aceite costumes e regras impostas pela sociedade, somente nós mesmos sabemos o que é melhor para cada um e o que nos torna mais felizes. Não existe padrão para ser vivido. Respeite e acredite em seus valores, podem até ser diferentes dos demais, mas são seus. Se preocupar demais com o que os outros pensam de você e quem tem razão sobre alguma coisa só leva a divergências e conflitos que não trazem felicidade para ninguém, apenas desorganização química em seu cérebro influenciada por tantos conflitos mentais. Seja livre em corpo, mente e espírito, essa tríade se completa e o equilíbrio entre elas o fará alguém muito mais feliz, com a mente muito mais saudável, livre de conflitos e cheia de vontade de viver e ser alguém melhor”, aconselha.

O psiquiatra ainda alerta que todas as pessoas podem apresentar sinais de sofrimento psíquico em alguma fase da vida. Para manter a saúde mental em dia, Ricardo Frota dá algumas dicas:

– Mantenha sentimentos positivos associados à mudança de comportamento e atitude por você, acima de tudo, e assim pelos outros e pela vida.

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– Aceite-se e as outras pessoas com suas qualidades e limitações.

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– Evite consumo de álcool, cigarro e medicamentos sem prescrição médica, não use drogas.

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Banco de imagens/Google

– Pratique sexo seguro.

– Reserve tempo em sua vida para o lazer, para a convivência com os amigos e com a família.

– Mantenha bons hábitos alimentares, durma bem e pratique atividades físicas regularmente.

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Foto: SDRandCo/Morguefile

– Trabalhe seu equilíbrio mental com atividades que estimulem seu autocontrole e seu autoconhecimento como meditação, por exemplo. Pratique sua espiritualidade na certeza de que é um bem sendo feito para você, que te transforme em alguém melhor para mundo sem necessidade de provar valores. A sua verdade está na fé dentro de você e não na opinião alheia.

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