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Dia do Abraço: por que o cérebro sente tanta falta desse contato?

Hoje, 22 de maio, é celebrado o Dia do Abraço. Em tempos de isolamento social, o médico neurocirurgião e neurocientista Fernando Gomes, explica por que a ausência desse afeto tem causado tanta confusão de sentimentos e tristeza em muitas pessoas.

“O cérebro trabalha com recompensas e o fato de abraçar – ou ser abraçado – é capaz ativar o circuito mesolímbico dopaminérgico do cérebro: uma região responsável por emoções agradáveis e uma descarga de neurotransmissores e substâncias que causam bem-estar são disparadas para todo o corpo, causando a sensação de conforto que só um abraço bem apertado é capaz de causar”, explica.

O médico fala que sem o abraço, que estimula as funções cerebrais e ativa os cinco sentidos, não há a mesma troca de ‘energia’ entre as pessoas, e o cérebro sofre fisiologicamente com isso.

“Como somos seres programados para vivermos em sociedade, estabelecer conexões nos torna mais fortes e isso está no nosso DNA e por mais que isso não seja compensado por uma ligação em que se vê do outro lado da tela, essas ações são as únicas possíveis atualmente e podem ajudar a sanar o buraco que essa fase tem causado”, revela.

Outra dica importante é tentar ao máximo manter uma rotina no afastamento social. “Neste momento de pandemia os níveis de dopamina e serotonina se alteram e aumentam naturalmente a irritação, a intolerância, faz perder a noção do tempo, do dia da semana, do mês e isso tudo vai aumentando o estresse oxidativo.

mulheres amigas abraço jeans

Para manter o eixo hipotalâmico – área do cérebro responsável pelo ritmo circadiano e comportamento alimentar – além dos cuidados com alimentação, sono e atividade física, Gomes chama a atenção para a importância de organizar a semana e o dia em manhã, tarde e noite; entre trabalho, estudo, descanso e lazer – mesmo que se esteja fazendo tudo isso sem sair de casa.

Fonte: Fernando Gomes é médico neurocirurgião, neurocientista, comunicador e autor de 8 livros. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena um ambulatório relacionado a doenças do envelhecimento no Hospital das Clínicas. 

Maratona de revezamento virtual reúne atletas profissionais e amadores em prol do HSP

Evento é iniciativa de alunos e ex-alunos da Unifesp e profissionais que atuam na trincheira do HSP

No próximo dia 24 (domingo) será realizada uma maratona virtual que tem como objetivo socorrer, em alguma medida, o Hospital São Paulo. A iniciativa partiu de profissionais que atuam na instituição hospitalar e de alunos e ex-alunos da Unifesp.

Toda ajuda é bem-vinda e os participantes podem escolher entre correr ou caminhar. O importante é fazer o desafio dentro de casa – seja na esteira, no corredor ou na varanda. Para validar o tempo basta tirar uma foto do painel da esteira ou usar um registro de aplicativos de corrida. Depois, é só postar no grupo Nico Runners (Facebook).

As inscrições custam R$ 101,00 e devem ser depositadas diretamente na conta corrente do hospital: Banco Santander, AG. 0212, C/C 13004068-1, CNPJ 61.047.007/0001-53 (Colsan Associação Beneficente de Coleta de Sangue).

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Informações: Dr. Wilson Anzai (11) 98346-7146

Especialistas dão dicas de como melhorar imunidade com proximidade do inverno

Alimentação adequada, eliminar maus hábitos, atividade física moderada e questões psicológicas contribuem com o sistema imunológico

Com o número crescente de casos de coronavírus no Brasil e a aproximação do inverno, a busca de medidas e reforços para o sistema imunológico têm se tornado cada vez mais comum. Embora o objetivo seja a prevenção de doenças, ampliar as defesas do corpo é algo que deve ser feito constantemente.

O sistema imunológico atua como uma proteção contra agentes indesejáveis que tentam invadir o corpo. Em tempos de pandemia, quando se tem uma série de ações que contribuem para a imunidade, as pessoas tornam-se menos vulneráveis, de forma que o organismo consiga se defender melhor.

A melhor maneira de evitar a contaminação é seguir as recomendações de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estar saudável. Para ajudar nesse processo, conheça algumas ações capazes de fortalecer o sistema imunológico.

Alimentação saudável

frutas-citricas

Uma alimentação saudável e balanceada é composta por vários nutrientes, vitaminas e sais minerais que exercem funções além do seu papel fisiológico e que podem também modular o funcionamento do sistema imunológico, a chamada imunonutrição.

Para Vera Salvo, conselheira do Conselho Regional de Nutrição 3, “alimentos ricos em vitamina C, como acerola, goiaba, laranja, limão, kiwi e verduras, além de vitamina E, ácido fólico, zinco, selênio, carotenoides e ácidos graxos ômega 3 e 6, contêm os principais fatores para fortalecer o sistema imunológico”.

Ela também destaca a importância da hidratação. “Isso ajuda o intestino a funcionar normalmente. A manutenção da microbiota intestinal pode funcionar como barreira para microrganismos indesejáveis. Além disso, a desidratação altera a fluidez do sangue, comprometendo o transporte de nutrientes e oxigênio e, como consequência, a atividade celular adequada”.

Eliminação dos maus hábitos

salada legumes verdura

A nutricionista ressalta que “não existe um alimento milagroso capaz de fortalecer o sistema imunológico”. O que vai ajudar é o hábito de se alimentar regularmente, de maneira equilibrada, priorizando os alimentos saudáveis, frescos e reduzindo a frequência de ultraprocessados e deixando de usar qualquer tipo de substância tóxica, que contem uma série de compostos químicos que não são reconhecidos pelo organismo.

Atividade física moderada

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Praticar exercícios físicos é importante para manter o corpo ativo. Waldecir Lima, profissional da Educação Física e presidente da Comissão de Saúde do Conselho Regional de Educação Física 4ª Região – São Paulo, ressalta que a atividade física mantém a comunicação entre o sistema nervoso e o sistema imunológico.

“O exercício pode fortalecer diversas situações, minimizando a produção de citocinas que facilitam a inflamação no organismo, e aumentam a produção e a ação de citocinas anti-inflamatórias. Ou seja, o exercício tem papel importante no equilíbrio do sistema imunológico”, pontua.

Com relação a intensidade dos exercícios, ele alerta. “É importante que a atividade seja prescrita por um profissional, que seja moderada e feita constantemente. Do ponto de vista profissional, ela tem a imune estimulação e vai fortalecer o sistema”.

Questões psicológicas e o sono

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Dentre os aspectos psicoemocionais que afetam a imunidade, o estresse e ansiedade são os principais. Nesse cenário de pandemia, eles têm sido notados com frequência. A ansiedade está ligada ao controle do futuro e o estresse às incertezas do dia a dia. Ao controlar essas emoções, é possível ter o sistema imunológico preservado.

É importante ter uma rotina estabelecida, o que afasta os pensamentos ruins e leva à atenção para outras atividades. O sono também compõe este cenário. “A função do sono é trazer o descanso físico e emocional para as pessoas. Quando isso não acontece, é como se houvesse uma sobrecarga emocional. Por isso, é importante ter uma rotina e dormir de 7 a 9 horas por dia. Ter uma condição de sono saudável trará um saúde emocional melhor”, finaliza a psicóloga Dalva Chaves Pereira.

Dia Internacional do Chá: bebida milenar traz diferentes benefícios à saúde

Paraná se destaca como polo de produção no Brasil, tendo respondido, em 2017, por 55,6% do cultivo nacional de erva mate.

O chá é uma das bebidas mais tradicionais do mundo. Algumas evidências indicam seu consumo há a mais de 5 mil anos e, ainda hoje, segue extremamente popular. Estima-se que sejam consumidas 3 bilhões de xícaras de chá por dia, em todo o planeta, colocando-o atrás apenas da água – líder mundial entre as bebidas.

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Pixabay

Ainda que no Brasil o consumo da bebida seja menos expressivo em comparação à Europa, por exemplo, os benefícios associados à bebida, as inovações de formatos de consumo e as opções de misturas e sabores vem impulsionando o crescimento do chá no país ao longo dos anos. Diante da popularidade dos chás no globo terrestre, a FAO (Food and Agriculture Organization) reconheceu, em 2019,  21 de maio como o Dia Internacional do Chá.

A data comemorativa está próxima ao inverno do Hemisfério Sul, que reforça o convite para o consumo desta bebida que traz inúmeros benefícios e uma riqueza de sabores e variações em sua versão bem quente.

“Há uma associação ainda maior do consumidor com o produto em épocas frias, quando bebidas quentes são adotadas com mais elevada frequência. Hoje, com os avanços das inovações de chás no Brasil, já temos também versões para infusão a frio ou mesmo solúvel para dissolução de diferentes formas e até misturado com outras bebidas, entre elas, o leite, por exemplo”, diz Marcelo Correa, Head Commercial and Business Development da Leão Alimentos e Bebidas.

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O executivo lembra ainda do pioneirismo da empresa no país com a inovação do Chá Leão Preparo em Água Gelada, integrando um amplo por portfólio com chás de infusão, granel, solúvel, cold brew, em cápsula, premium e linhas funcionais. “Nossa linha completa atende perfil variado de consumidores e deixa evidente que os chás podem estar presentes durante todo o ano e em diferentes momentos do dia”, afirma.

Independentemente da razão do consumo, que pode ser para aquecer, refrescar, relaxar, recarregar ou socializar, por exemplo, o Dia Internacional do Chá é também uma oportunidade de celebrar a herança cultural e sua importância econômica. Só para se ter uma ideia, a produção dessa bebida milenar mobiliza aproximadamente R$ 95 bilhões por ano, em todo o planeta.

Vale ressaltar ainda que o Paraná se destaca como polo de produção de chá no Brasil. Em 2017, o Estado produziu cerca de 540 mil toneladas, 55,6% da produção brasileira de erva mate. Veja abaixo mais curiosidades da bebida.

Você sabia?

  • A temporada de maior produção de chá começa em maio nos principais países produtores.
  • Existem mais de 3 mil variedades de chás no mundo inteiro.
  • China, Coreia e Japão têm quatro locais de cultivo de chá designados como Sistemas de Patrimônio Agrícola de Importância Global pela FAO.
  • Os pequenos proprietários são responsáveis por 60% da produção mundial de chá.

comida jardim chá café

  • O “Chá das Cinco”, famoso na Inglaterra, surgiu em 1840. Nessa época, era comum as classes altas terem apenas duas refeições por dia: almoço e jantar, perto das oito da noite. Dessa forma, para combater a fome no meio da tarde, foi criado o costume de se realizar uma pequena refeição com bolos e chás.
  • O chá foi utilizado como moeda de troca, há muito tempo em países como China e Sibéria.
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Foto: fresh design pedia
  • O desembarque do chá na Europa se deu, a princípio, por intermédio da Ásia Central e da Rússia. Mas foram os portugueses que realmente disseminaram o uso do chá por toda a Europa, a partir do fim do século XV.
  • O chá chegou ao Brasil com Dom João IV, que mandou trazer para o país sementes para plantar no Jardim Botânico.

chá de hortelã

  • Chás são importantes para hidratação, ricos em funcionalidades, como antioxidantes, termogênicos, calmantes, digestivos, imunidade, entre outras.

Fonte: Leão Alimentos e Bebidas

Psiquiatra analisa porque o número de suicídios tem aumentado durante pandemia

Por trás da máscara protetora contra o vírus pode estar uma outra doença mascarada: a depressão, responsável por 97% dos casos que levam ao suicídio

O Brasil registra mais de 13 mil casos de suicídio por ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Considerado pela OMS como o oitavo país do mundo com maior número de casos e levar 32 brasileiros por dia, o suicídio é uma questão de saúde pública que pode ser prevenível em 90% dos casos, mas, durante a pandemia, os números tendem a aumentar.

O psiquiatra Diego Tavares, especialista em depressão e bipolaridade do Hospital das Clinicas da FMUSP, alerta que a depressão do transtorno bipolar causa o dobro dos casos de suicídio da depressão clássica, mais conhecida pela maioria das pessoas. Mas por que pouco se fala na depressão com bipolaridade em um tempo em que confusão de sentimentos tem tomado conta da população em geral?

Segundo o especialista, em transtornos de humor a maior parte das pessoas ao se deparar com temas relacionados a suicídio como automutilação, tentativas de suicídio e o próprio suicídio consumado, acaba dando atenção exclusiva aos fatores agravantes mas não aos fatores predisponentes biológicos como as doenças psiquiátricas.

Muitos são os estressores ou gatilhos que levam ao suicídio, ainda mais em um tempo de tantas incertezas, medos e inseguranças, mas pouco se fala sobre as raízes de um comportamento suicida. E é disso que precisamos falar quando pretendemos prevenir o suicídio: agir nas raízes do problema.

“Quem se suicida está doente, isso é um fato, mesmo que a doença esteja silenciosamente oculta, e na maior parte dos casos está, o suicídio traz, em algum grau, alguma desordem no sistema nervoso, nas regiões desregulação emocional. O suicídio é um problema que começa no cérebro e termina na ação, agravado por estressores psicossociais”, diz.

Para exemplificar, Tavares enumera os tipos de depressão:

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Depressão melancólica: é a retratada nos filmes e, por isso, é o que a maior parte das pessoas acredita ser a única. É um tipo grave, porém raro de depressão, em que os pacientes podem apresentar intensa lentidão motora, ficam de cama, parados o tempo todo, não comem, não tomam banho e têm acentuada perda da capacidade de sentir prazer por coisas antes prazerosas. A característica principal da melancolia é a completa ausência de reatividade do humor, ou seja, a pessoa não se anima com nenhum estímulo positivo.

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Depressão ansiosa: os pacientes apresentam sintomas depressivos menos graves, porém há uma proeminência maior de sintomas ansiosos (medo intenso, preocupação, tensão, hipervigilância e insegurança).

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Depressão atípica: a pessoa sente um humor de apatia, sono excessivo durante o dia, aumento exagerado de apetite e reatividade do humor (melhora com fatores positivos eventuais). Costuma ser confundida com um esgotamento físico ou problemas como anemia, deficiência de hormônios etc.

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Foto: MedicalNewsToday

Depressão mista: é a mais perigosa e a que apresenta o maior risco de suicídio. São quadros de depressão com maior agitação mental, desespero, angústia, dificuldade de concentração por distração e pensamento acelerado, maior irritabilidade, comportamentos compulsivos que aliviam a depressão (fumar, beber, usar maconha, gastar dinheiro, abuso de calmantes, se masturbar etc), aumento da fala (reclamando e sofrendo com a depressão), labilidade de humor (momentos de grande variação emocional). Neste tipo, os pacientes podem apresentar com maior frequência ideias de suicídio como fenômeno associado ao intenso desespero e angústia presentes nesses quadros. Ocorre com frequência no transtorno bipolar, devido a mistura de elementos da depressão com elementos da fase maníaca (agitação, desespero, pensamento rápido, impulsividade aumentada etc).

De acordo com o especialista, a principal causa de suicídio são as depressões do transtorno bipolar (15% de frequência). Os tratamentos de depressões melancólicas, ansiosas e atípicas podem ser feitos apenas com medicamentos da classe dos antidepressivos mas quadros de depressão mista precisam de medicamentos da classe dos estabilizadores de humor (sozinhos ou associados aos antidepressivos).

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Pexels

“Mas, o mais importante de tudo é tratar a depressão como prevenção ao suicídio e sabermos que nem toda depressão se expressa da mesma maneira e que alguns tipos apresentam maior risco de suicídio. A depressão quando é grave não se cura sozinha e merece tratamento com medicamento e psicoterapia”, finaliza o especialista.

Fonte: Diego Tavares é graduado em medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP), fez residência médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IPQ-HC-FMUSP). Psiquiatra Pesquisador do Programa de Transtornos Afetivos (Gruda) e do Serviço Interdisciplinar de Neuromodulação e Estimulação Magnética Transcraniana (SIN-EMT) do IPQ-HC-FMUSP e coordenador do Ambulatório do Programa de Transtornos Afetivos do ABC (PRTOAB)

Renner traz opções de produtos para proteção e autocuidado

Produtos como álcool em gel e lenços umedecidos antissépticos podem ser encontrados no site da marca

Em um cenário cada vez mais delicado e cauteloso, o autocuidado se mostra ainda mais importante no dia a dia. Para facilitar essa rotina, a Renner traz opções de produtos práticos para proteger e também hidratar a pele, como lenços umedecidos antissépticos para as mãos, álcool em gel, sabonetes líquidos, entre outros produtos que nos ajudam a conviver com essa nova realidade. Todos os produtos estão à venda no e-commerce da Renner.

Para cuidados

Como já sabemos, os cuidados com a mãos precisam estar redobrados neste momento. O hábito de lava-las sempre que possível e manter o uso do álcool gel constantemente é reitorado a cada momento. Na Renner é possível encontrar álcool em gel 70%, além de lenços umedecidos antissépticos, que contribui com a prevenção de uma maneira bem prática.

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Gel Antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

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Lenço umedecido antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

Para as crianças, a Renner conta também com opções de álcool em gel em embalagens divertidas, que podem incentivar as crianças a manterem o hábito do autocuidado. Os frascos possuem formatos de tubarão, coelho, unicórnio e gatinho, e todos têm fragrâncias diferentes, deixando as mãozinhas limpas e perfumadas. A embalagem é de fácil aplicação, ideal para o dia a dia, e ainda acompanha holder personalizado para transportar o álcool em gel.

Gel antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

Lavar constantemente as mãos também é uma recomendação indispensável atualmente. Para quem está se cuidando muito neste momento e também dá prioridade aos produtos menos impactantes ao meio ambiente, a Renner conta com uma linha de sabonetes da Alchemia Bio, que leva o Selo Re – Moda Responsável. Os produtos são veganos e biodegradáveis, com opções na versão líquida, em barra e também esfoliante. Para complementar, um creme para as mãos, também da Alchemia Bio, ajuda na hidratação, já que a pele pode ter algum tipo de ressecamento devido ao uso mais frequente do álcool em gel.

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Sabonete líquido Alchemia Bio (R$ 29,90)

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Creme hidratante para mãos Alchemia Bio (R$ 19,90)

Informações: Lojas Renner

Imunoday é novidade da Piracanjuba Health & Nutrition para aumentar imunidade

Produto oferece a porção diária para aumentar a defesa do organismo com a betaglucana de levedura, além de ser rico em vitaminas C, B12 e D

A chegada do novo coronavírus, dentre tantos alertas, reforçou duas notícias importantes: a primeira é que, o sistema imunológico tem papel fundamental na defesa do nosso organismo contra doenças e vírus e, a segunda, é que a nossa proteção decorre das escolhas alimentares.

Por isso, acertar no que levamos para nossa mesa faz a diferença nas células de defesa do corpo. Dentre as apostas para a imunidade alta, o leite é um aliado na luta contra infecções, além de conter diversos nutrientes necessários à manutenção da saúde. Atenta a essa prerrogativa dos lácteos, a Piracanjuba, especialista em leite, aprofundou as pesquisas para que, além de um produto com proteínas e vitaminas, oferecesse aos consumidores uma dose diária e prática para aumentar a defesa do organismo.

Por meio da Divisão Piracanjuba Health & Nutrition – área exclusiva de pesquisa e desenvolvimento – a marca apresenta o Imunoday, com 250mg de betaglucana de levedura e três sabores nas embalagens de 200ml da Tetra Pak com tampa de rosca: original (0% de gordura), chocolate com aveia e chocolate zero lactose, todos eles fonte de fibras e sem glúten.

“Nos estudos científicos, identificamos que a betaglucana de levedura é a única substância que tem o benefício da imunidade reconhecido cientificamente, com pesquisas comprovadas. Verificamos ainda que existem suplementos alimentares que ajudam a proteger nosso corpo de infecções, porém, são apresentados em cápsulas e com preço alto. Por isso, apostamos em um produto com dose diária e que, além dos benefícios da betaglucana de levedura, é rico em vitaminas do tipo C, B12 e D, tem 8g de proteínas por porção e zero adição de açúcar”, explica a Gerente de Marketing da Piracanjuba, Lisiane Campos.

Para chegar ao ingrediente ideal para o Imunoday, a Piracanjuba Health & Nutrition foi atrás de experimentos feitos em universidades americanas, europeias e, inclusive, chinesas. As pesquisas com a betaglucana de levedura apontam melhora no sistema imunológico, em especial em infecções e sintomas relacionados ao trato respiratório, em todas as idades, praticantes de atividades físicas ou não.

“Ao juntar a betaglucana de levedura, com a eficiência do leite, o Imunoday resultou em um produto saboroso, fonte de fibras e eficaz no reforço da imunidade, aumentando o número de células imunes ativas disponíveis para defesa do organismo. Além de reduzir os efeitos nocivos do estresse sob o corpo, com melhora do vigor físico, da clareza mental e da fadiga”, complementa Lisiane.

A partir deste mês, os consumidores poderão escolher a dose diária de imunidade nas principais farmácias de todo país.

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Os produtos Piracanjuba podem ser encontrados nas principais redes supermercadistas/atacadistas do país e, ainda, nos melhores sites de vendas on-line.

Informações: Piracanjuba – SAC 0800 722 1718

Nutricionista do HCor esclarece mitos sobre alimentos e imunidade

Hábitos saudáveis contribuem com o fortalecimento do sistema imunológico, no entanto, especialista alerta que não existe alimento milagroso

Gargarejo com vinagre elimina o vírus da garganta? Comer alho combate o contágio pelo coronavírus? Derivados do leite facilitam infecções respiratórias? Em meio a pandemia de Covid-19, muitas informações incorretas e fake news circulam pela internet e acabam confundido a população sobre o papel da alimentação equilibrada na prevenção de doenças.

A gerente de nutrição do HCor, Rosana Perin, esclarece que diversos fatores colaboram para o fortalecimento do sistema imunológico, responsável por atuar na defesa contra vírus, bactérias e doenças que ameaçam e “atacam” nosso corpo. Entre essas atitudes, a manutenção de hábitos saudáveis e constantes, como a alimentação equilibrada, sem grandes restrições e excessos, tem grande destaque. “É incorreto apontar que um alimento ou micronutriente, de maneira isolada, vai favorecer a imunidade e eliminar problemas de saúde”, destaca.

A especialista desvendou alguns mitos recentes sobre alimentação e relacionou fontes de vitaminas e nutrientes para incluir nas refeições:

Ingerir alho ajuda na prevenção de infecções virais?

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Depositphotos

O alho é rico em componentes que auxiliam nos processos de defesa do corpo, no entanto, não há comprovação científica e nem estudo relacionando o alho com o desenvolvimento de Sars-CoV-2 ou a prevenção de outras doenças.

Tomar vitamina C todos os dias fortalece minha imunidade?

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De fato, a vitamina C tem papel importante na modulação da imunidade, assim como a vitamina D, por exemplo. No entanto, também não é a vitamina C que, sozinha, contribuirá diretamente para o fortalecimento do sistema imune.

Consumo de leites e derivados favorecem as infecções respiratórias?

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Não existem estudos que comprovem essa relação. Algumas pessoas desenvolvem alergias, que podem desencadear sintomas no trato respiratório, no entanto, não são quadros virais.

Vinagre é mais eficiente do que álcool gel e pode matar vírus quando utilizado para gargarejos?

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O vinagre não é um produto relativamente ineficaz na destruição de microrganismos. O gargarejo com água morna e sal também não previne o coronavírus, que infecta as células do pulmão e não da garganta ou nariz, apenas as “portas de entrada” do vírus no organismo. Esse tipo de mistura apenas alivia a irritação na garganta.

Alimentação equilibrada

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Pixabay

Aumentar a imunidade depende de quantidades suficientes de vitaminas, substâncias e sais minerais. Não se esqueça da hidratação, que desempenha papel fundamental na regulação da temperatura corporal, transporte de nutrientes e na eliminação de substâncias tóxicas. Ao longo do dia, alterne o consumo de água com suco de frutas, água de coco, bebidas reidratantes e chás.

Dicas da nutricionista do HCor para aumentar a imunidade:

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Vitamina D: excelente aliado do sistema imunológico. Presente nos óleos e peixes. Lembre-se também da exposição solar por meia hora para auxiliar na absorção. A suplementação deve ser orientada por profissional, quando necessária.

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Frutas cítricas: laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.

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Foto: JPPI

Vegetais verde-escuros: brócolis, couve, espinafre são ricos em ácido fólico e auxilia na defesa do organismo, e pode ser encontrado no feijão e em cogumelos.

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Alimentos ricos em zinco: nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico. Encontrado na carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas.

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Oleaginosas: além de zinco, as nozes, castanhas e amêndoas são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

Fonte: HCor

Cinco fatos que usuários de lentes de contato precisam saber durante pandemia

Um novo estudo tranquiliza quem usa o produto e mostra quais os cuidados necessários para garantir a saúde e o bem-estar em tempos de Covid-19

Em meio ao avanço do novo coronavírus, o cuidado com a higiene e limpeza dos itens pessoais deve ser redobrado. As medidas de prevenção adotadas e repassadas pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) devem ser seguidas corretamente para garantir a segurança e o conforto de todos nesse momento, inclusive daqueles que utilizam lentes de contato.

De acordo com nova pesquisa publicada no jornal Contact Lens & Anterior Eye (CORE) os usuários de lentes de contato podem ficar tranquilos enquanto ao seu uso durante a pandemia, desde que seguindo adequadamente as orientações de higiene.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase um em cada cinco brasileiros (19%) possui alguma necessidade de correção visual. Por isso, uma das principais recomendações é manter as mãos sempre limpas e evitar levá-las aos olhos.

De acordo com a Thais Packer, oftalmologista da Johnson & Johnson Vision é importante seguir as orientações fornecidas pelas autoridades de saúde pública. “Nesse momento é importante conscientizarmos toda a população com informações relevantes sobre prevenção na propagação do novo vírus. Para os usuários de lentes de contato, a rotina não precisa mudar, desde que as recomendações de cuidados sejam seguidas rigorosamente”.

Confira as cinco dicas dos especialistas sobre lentes de contato para ter segurança e conforto:

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Foto: J. Durham/MorgueFile

1. Você pode continuar usando as lentes de contato: atualmente, não há evidências científicas de que os usuários de lentes de contato tenham um risco mais elevado de contrair o novo coronavírus em comparação com os usuários de óculos. Consulte o seu oftalmologista com perguntas.

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2. Os bons hábitos de higiene são essenciais: a lavagem e a secagem completas das mãos são essenciais, assim como o uso e o cuidado adequados das lentes de contato, garantindo uma boa higiene do estojo das lentes de contato e limpando regularmente os óculos com água e sabão. Esses hábitos podem ajudá-lo a manter-se saudável e longe de consultórios ou hospitais neste momento.

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3. Os óculos regulares não oferecem proteção extra: nenhuma evidência científica comprova os rumores de que os óculos comuns oferecem proteção contra o novo coronavírus, uma posição apoiada pelos Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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Freepik

4. Mantenha as mãos longe do rosto: se é usuário de lentes de contato, óculos ou mesmo se não precisa de correção visual, evite tocar o nariz, a boca e os olhos com as mãos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e as recomendações do CDC.

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5. Se estiver doente, interrompa o uso temporariamente: os usuários de lentes de contato que estiverem doentes devem voltar temporariamente a usar óculos. Você pode retomar o uso de novas lentes de contato e estojos de lentes assim que você voltar à saúde total.

Fonte: Acuvue / Johnson & Johnson Vision

Quarentena: masturbação pode substituir sexo durante isolamento social

Contatos próximos com outras pessoas, incluindo o sexo, não são recomendados no momento. No lugar, vale a pena apostar na masturbação, que possui benefícios que vão desde a melhora da libido até a diminuição do estresse. Ginecologista dá dicas para realizar a prática com segurança.

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Devido à pandemia do novo coronavírus, devemos permanecer em isolamento social, evitando ao máximo o contato com outras pessoas. Dessa forma, encontros, beijos e até mesmo práticas sexuais não são recomendadas nesse momento, salvo nos casos em que o casal está passando a quarentena juntos.

“Não é o momento para busca de novos parceiros sexuais, porque o principal modo de transmissão se dá por meio de gotículas respiratórias e não temos como saber quem está infectado (já que alguns casos são assintomáticos) e quem está cumprindo corretamente o isolamento”, afirma Ana Carolina Lúcio Pereira, ginecologista membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O problema é que o sexo possui diversas vantagens, como diminuição do estresse, alívio de dores, melhora da qualidade do sono e até queima de calorias. Então, como alternativa à prática sexual, o recomendado é apostar na masturbação.

De acordo com a especialista, a prática da masturbação é interessante nesse momento, pois, além de ser uma opção mais segura ao sexo e ajudar a manter a sexualidade viva durante o isolamento, o hábito mantém a mente e o corpo funcionando, oferecendo uma série de benefícios ao organismo.

“A masturbação melhora a libido, alivia dores relacionadas à menstruação (como cólicas), fortalece o sistema imunológico e até ajuda a exercitar os músculos da região pélvica, prevenindo assim o surgimento de incontinência urinária”, destaca a ginecologista. “Além disso, durante a masturbação são liberados hormônios como a endorfina, que promove bem-estar, melhora o sono e ainda ajuda a reduzir os níveis de estresse”, completa.

Porém, é importante tomar alguns cuidados na hora de praticar a masturbação. Por exemplo, o ideal é utilizar as mãos ou então objetos próprios para essa função, feitos especificamente para se adaptarem à anatomia do corpo e com materiais que não causem toxicidade ao organismo.

“Busque em lojas especializadas acessórios de qualidade, que são desenhados e fabricados para essa finalidade. Evite improvisar nessa área. Não utilize objetos pontiagudos, alimentos ou acessórios que não foram feitos para o estímulo sexual para evitar acidentes”, alerta a médica.

“Além disso, lembre-se de manter a higiene desses objetos em dia para evitar infecções por bactérias e vírus. Para isso, utilize sabão neutro ou antibacteriano e água morna. Já no caso dos dispositivos elétricos, o ideal é usar apenas um pano úmido. Da mesma forma, a higiene das mãos e do órgão genital também são de extrema importância antes e depois da prática.”

Mas, apesar de ser uma prática saudável, é fundamental ficar atento aos excessos. “Isso por que a masturbação, por liberar hormônios associados ao bem-estar, pode gerar dependência, afetando nossa saúde psicológica e sexual. E esses riscos são ainda maiores nesse momento de isolamento pelo qual estamos passando. Logo, tome cuidado. Um sinal de alerta é quando a masturbação passa a interferir suas atividades rotineiras”, afirma a médica.

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Além disso, é importante que você respeite seu corpo e preste atenção a sinais de algo que possa estar errado. “Não é normal sentir dor durante ou após a masturbação. Feridas que não desaparecem espontaneamente após o estímulo também merecem atenção. Nesses casos, o ideal é que você consulte um ginecologista, que poderá realizar uma avaliação e diagnosticar corretamente o problema, indicando o melhor tratamento”, finaliza Ana Carolina.

Fonte: Ana Carolina Lúcio Pereira é ginecologista, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), especialista em Ginecologia Obstetrícia pela Associação Médica Brasileira e graduada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro em 2005.