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Saiba como aliviar os sintomas da Síndrome do Intestino Irritável

Presente em até 20% da população, desordem afeta a qualidade de vida e pode ser tratada com ajustes na alimentação

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) está presente na vida de até 20% da população adulta brasileira, mas muitas pessoas ainda vivem com o desconforto sem serem diagnosticadas. Com sintomas que incluem dores, inchaço abdominal e episódios intercalados de constipação e diarreia, o distúrbio não é considerado uma doença, mas traz perda na qualidade de vida.

“A síndrome causa uma desordem funcional no intestino, mas não provoca nenhuma alteração ou lesão que possa ser detectada em exames. É mais comum em mulheres e pode estar diretamente relacionada a momentos de estresse emocional. E embora não haja nenhum exame para comprovar a SII, é preciso procurar o médico para excluir a possibilidade de outras doenças”, explica a nutricionista ortomolecular Claudia Luz, da Via Farma.

Após feito o diagnóstico por eliminação, é possível amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida por meio de algumas mudanças nos hábitos, principalmente na alimentação. “Já que a síndrome também pode ser agravada por gatilhos emocionais, em alguns casos também são indicadas abordagens terapêuticas para aliviar o estresse e a ansiedade, além de acompanhamento psicológico”, pontua a nutricionista.

Cuidados essenciais

As causas da Síndrome do Intestino Irritável ainda não são completamente esclarecidas, mas acredita-se que sua origem seja multifatorial. “Além da alimentação e da questão emocional, a desordem também pode estar ligada a fatores genéticos e desequilíbrios na flora intestinal” explica Claudia. Por isso, o tratamento adequado deve contar com um acompanhamento multidisciplinar, que inclua o médico e também o nutricionista.

A mudança da alimentação é um dos fatores mais importantes, já que algumas escolhas na hora das refeições podem piorar os sintomas. “Estudos têm mostrado que dietas ricas em alimentos altamente fermentáveis, conhecidos no meio científico como FODMAPs, trazem pioras significativas nos quadros de SII. Por isso, uma das estratégias nutricionais indicadas é justamente reduzir o consumo desses alimentos”, diz Claudia.

O grupo dos FODMAPs é grande, e inclui desde alguns tipos de frutas até leite e derivados, leguminosas e carboidratos. De acordo com a especialista, a dieta para reduzir o consumo desses alimentos pode amenizar as crises intestinais, mas não deve ser feita por muito tempo e precisa do acompanhamento de um nutricionista.

Dentro do plano alimentar, é preciso priorizar as opções naturais, dando atenção especial à hidratação ao longo do dia. E na hora de temperar os preparos, também é importante dar preferência aos condimentos naturais, já que as versões industrializadas podem ser prejudiciais para a saúde do intestino e do organismo como um todo. Para potencializar os resultados de uma alimentação balanceada, a suplementação de probióticos também pode ser indicada pelo nutricionista e desenvolvida de forma personalizada em farmácias de manipulação.

“O uso desse tipo de nutracêutico é muito eficaz no reequilíbrio da flora intestinal e no alívio de dores, distensões, constipação e diarreia. A cepa Saccharomyces cerevisiae (Bowell), por exemplo, conta com estudos que apontam a melhora dos sintomas nos primeiros 15 dias de uso”, finaliza Claudia.

Fonte: Via Farma

Riscos para a audição na rotina do home office e das aulas virtuais

Saiba como proteger a audição de sua família do excesso de barulho dentro de casa

Com o maior convívio da família em casa por causa da pandemia, nada melhor do que prestar atenção ao risco do barulho em excesso no ambiente doméstico. O barulho está presente no aspirador de pó, liquidificador, secador de cabelos, televisão, rádio, furadeira, martelo, obra, reforma, latido de cachorro.

Ruídos desagradáveis são causados também por certos brinquedos que as crianças e adolescentes adoram, mas que podem ser perigosos para a audição. O barulho vem dos videogames com o som “nas alturas”, guitarras, aviões, carrinhos com sirenes, telefones, dinossauros que rugem, jogos com explosões e até mesmo da música em volume alto nas aparelhagens de som. Brinquedos sonoros “piratas” comprados em camelôs, por exemplo, que não têm o selo do Inmetro, são um perigo, pois podem emitir sons de até 120 decibéis, bem acima do permitido por lei (85 decibéis).

O barulho em excesso é uma realidade em muitos lares, principalmente nesta fase em que muitos pais e filhos permanecem em home office e aulas virtuais. A pandemia obrigou muitas pessoas a transformar a casa em escritório e o quarto das crianças em uma escola adaptada. E quanto mais horas dentro do lar, mais barulho. Por isso, cuidado! Tudo isso pode afetar a audição.

“Se a perda auditiva é provocada pela exposição a nível de pressão sonora elevado, o dano auditivo tende a se estabilizar se a pessoa mudar seus hábitos e evitar situações e ambientes com sons abusivos. No entanto, é importante lembrar que a audição perdida não pode ser recuperada e que se não houver uma conscientização, o barulho em excesso, ao longo do tempo, pode causar prejuízos cada vez maiores à audição. Dependendo da intensidade, o ruído pode provocar, inclusive, como primeiro sintoma, o zumbido nas orelhas”, explica a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo, Telex Soluções Auditivas.

É importante prestar atenção também no volume da televisão, que as crianças e adolescentes, muitas vezes, aumentam com frequência. É necessário diminuir o som, explicar que o volume alto é prejudicial e observar a reação deles.

“Aconselho aos pais que suspeitam que seus filhos têm dificuldades auditivas que procurem um médico otorrinopediatra e fonoaudiólogo. A partir do resultado das avaliações audiológicas, é indicado o tratamento mais adequado para a (re)habilitação auditiva. Uma das opções é a adaptação de aparelhos auditivos, que adaptados seguindo as boas práticas da adaptação pediátrica, dão suporte à reabilitação auditiva e ao aprendizado escolar, garantindo um desenvolvimento saudável”, afirma a Fonoaudióloga, que é especialista em audiologia infantil.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), sons que atingem 70 decibéis já são desagradáveis para o sistema auditivo humano e, acima de 85 decibéis, podem começar a danificar o mecanismo da audição, dependendo do tempo e da frequência da exposição sonora. O manejo contínuo de um brinquedo com esse volume pode prejudicar para sempre a audição das crianças. As menores, de até três anos, são as mais afetadas. E se elas têm a audição comprometida, isso pode afetar todo o seu desenvolvimento, inclusive o desempenho escolar.

É importante o envolvimento de toda a família na busca de um ambiente doméstico mais silencioso.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Confira dicas para evitar ataques à geladeira durante home office

Segundo nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, o hábito pode ser decorrente de estresse, sobrecarga ou tempo ocioso

Uma das soluções mais importantes, implementadas pelas empresas na pandemia, foi o home office. A modalidade caiu no gosto dos colaboradores pela flexibilidade e, até mesmo, pela qualidade de vida que oferece em casa e com a família. Mas, com o estilo de trabalho, vieram também os assaltos à geladeira que, agora, ocorrem com mais frequência, por estar sempre ao alcance.

De acordo com pesquisa realizada pela Income Opportunities Magazine, 36% das pessoas afirmaram estarem comendo mais após o home office e 32% disseram ter ganhado peso. Para Júlia Canabarro, nutricionista da Dietbox , startup de nutrição, os ataques à geladeira podem ocorrer devido ao estresse da sobrecarga ou de tempo ocioso, pressão, ansiedade, ou por sentir-se solitário.

“Manter uma alimentação equilibrada, mesmo trabalhando em casa, é fundamental para um bom desempenho nas tarefas e para a saúde no geral, isso porque, a comida está ligada à saciedade e ao prazer, o que contribui para a concentração”, explica Júlia.

Confira dicas da especialista para controlar os ataques à geladeira no home office:

Conscientize-se

O primeiro passo é perceber que comer o tempo todo não é bom – e, a partir disso, entender a necessidade da mudança do hábito.

Não se prive de alimentos que você gosta

Dentro de uma rotina equilibrada, é possível comer algo que goste e que faça bem, porém cuidando para não exagerar nas quantidades.

Não se sobrecarregue

Entenda os seus limites, planeje metas realistas, faça pausas e entenda que você pode relaxar um pouco. Tirar uma soneca de 20 minutos após o almoço pode ajudar a te desestressar e fazer com que seu trabalho renda mais depois.

Faça mais coisas que te dão prazer

A comida é uma forma de satisfazer os sentidos e, se não estiver satisfeito com a vida, pode ser tornar um hábito tentar preencher esse vazio com alimentos pouco saudáveis. Achar hobbies ou realizar atividades de lazer durante o dia são formas de diminuir a necessidade de compensar-se com comida.

Beba mais água

Muitas vezes é normal confundir fome com vontade de comer, por isso, recomenda-se ingerir bastante água ao longo do dia. Mas, se a fome persistir, priorize petiscos saudáveis.

Planeje as refeições

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O planejamento das refeições evita a ingestão de alimentos por impulso e proporciona uma rica composição nutricional das refeições, escolhendo sempre alimentos ricos em proteínas e fibras, que ajudam a aumentar a saciedade.

Essas dicas podem auxiliar no controle da alimentação, mas, caso se torne um hábito constante, Júlia Canabarro orienta que é importante buscar o acompanhamento de um profissional.

Fonte: Dietbox

O quê o odor do corpo pode falar sobre sua saúde?

Sim, os odores corporais podem falar bastante sobre como anda nossa saúde. Um cheiro diferente pode estar relacionado a algum alimento, por exemplo. Porém, quando o odor se torna constante e pode vir acompanhado de outros sinais, é melhor prestar atenção.

Confira alguns odores e seus possíveis significados:

Umbigo

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Pesquisas mostram que pode haver até 70 tipos de bactérias em seu umbigo. Sabonete e água podem ser tudo de que você precisa. Mas o odor também pode ser um sinal de infecção. Por exemplo, um piercing no umbigo infectado pode cheirar mal. E se você tem diabetes, é mais fácil pegar infecções. Se você cortar ou raspar seu umbigo, ele pode infeccionar. Corrimento com cheiro desagradável é um sintoma.

Ouvidos

A cera do ouvido é normal. Mas se começar a cheirar mal ou surgir secreção, pode ser um sinal de infecção ou algo preso no ouvido. Isso é especialmente verdadeiro para crianças.

Mau hálito

Acordar com hálito ruim é normal. Seu corpo emite muito menos saliva, ou cuspe, quando você está dormindo. A saliva ajuda a se livrar das bactérias que causam odores, então seu hálito também pode cheirar mal quando você está com fome ou desidratado. Isso porque a mastigação sinaliza ao corpo para produzir saliva. Não beber água suficiente retarda o processo. Alimentos como alho e cebola também podem causar mau hálito.

Mau hálito: um sinal de algo sério

Alterações na respiração podem ser um sintoma de vários problemas de saúde. Isso inclui infecções nos seios da face, doenças gengivais e refluxo ácido. A síndrome de Sjogren, uma doença autoimune, ataca as glândulas que produzem lágrimas e saliva. O odor também pode ser um problema médico. Por exemplo, gengivite pode exalar um cheiro metálico, enquanto diabetes pode fazer seu hálito cheirar frutado.

Fezes

As fezes naturalmente cheiram mal, por causa de bactérias e compostos. Mas se cheirar pior do que o normal e vir com outros sintomas, como diarreia, cólicas abdominais ou náuseas, pode ser um sinal de infecção. Certas bactérias, vírus e parasitas podem causar intoxicação alimentar. A giardíase é um tipo de diarreia que provoca fezes com cheiro excepcionalmente ruim. O parasita giárdia, normalmente encontrado em água e alimentos não tratados, é a causa disso.

Axilas

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Exercícios, nervosismo e calor demais podem causar suor. O suor em si não tem cheiro, mas quando ele se mistura com bactérias em sua pele, cuidado. Um antitranspirante, que controla a transpiração, geralmente corrige o problema. O mesmo pode acontecer com o desodorante, que ajuda com o odor. Alguns produtos de venda livre fazem as duas coisas. Antitranspirantes prescritos também podem ser uma opção.

Urina

Ilustração: UniversalHealthNews

É uma mistura de água e resíduos de seus rins. O xixi, composto principalmente de água, tem pouco ou nenhum odor. Mas se você costuma sentir o cheiro de amônia, é sinal de que precisa beber mais água. Certos alimentos, como os aspargos, podem alterar o cheiro do xixi. Os suplementos também. Adicionar água e outros fluidos sem cafeína deve ser o suficiente para colocá-lo de volta aos eixos.

Xixi fedido: quando se preocupar

Foto: Shutterstock

Você pode precisar procurar um médico se um odor estranho persistir. Uma infecção do trato urinário (ITU), inflamação da bexiga e diabetes tipo 2 não controlado podem desencadear cheiros incomuns. O mesmo pode acontecer com distúrbios metabólicos, cetoacidose diabética (uma complicação do diabetes) e fístulas gastrointestinais na bexiga.

Virilha

Algumas pessoas suam muito na virilha. É aí que suas coxas e barriga se encontram. Nos homens, os testículos podem se esfregar contra a pele e provocar a transpiração. Isso pode causar odor corporal.

Pênis

Se você não for circuncidado, células mortas da pele e fluidos podem se acumular no prepúcio. Esse acúmulo se torna uma substância fedorenta, semelhante a um queijo, chamada smegma. Lavar o pênis todos os dias pode impedir que isso aconteça. Infecção do trato urinário também pode causar odor.

Chulé

Muito suor e usar os mesmos sapatos todos os dias pode levar a pés cheirando mal. Lavá-los com sabonete antibacteriano e secá-los totalmente pode ajudar. Você também pode borrifar pó absorvente ou usar um antitranspirante nos pés. Os pés de molho com vinagre ou sais de Epsom também ajudam. Também é importante dar aos sapatos uma chance de secar. Pulverizá-los com um desinfetante mata as bactérias que causam o odor.

Odor vaginal

Sua vagina tem um cheiro próprio e único. Sexo, menstruação ou suor podem alterá-lo brevemente. Não limpar bem ou deixar o tampão por muito tempo também pode causar odores.

Cheiros vaginais: quando procurar um médico

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Um fedor de peixe que não vai embora pode ser um sinal de infecção ou outra condição – especialmente se vier com coceira, queimação ou secreção. A vaginose bacteriana, causada por muitas bactérias normais, é o motivo mais comum. A tricomoníase por infecção sexualmente transmissível (IST) também causa odor. Outras DSTs, como clamídia e gonorreia, geralmente não apresentam odores. Embora menos comum, o câncer cervical ou vaginal também pode alterar o cheiro da vagina.

Fonte: WebMD

Dicas infalíveis para manter a saúde dos cabelos com a mudança de estação

A chegada do outono é marcada pela oscilação da temperatura, que costuma ficar mais alta ao longo do dia e mais baixa no início da noite, e alteração no volume de chuva. A estação, que fica entre dois períodos de climas extremos, pode provocar ressecamento e queda capilar, exigindo um cuidado especial com os fios.

“As características típicas dessa época podem ser mais agressivas para os cabelos. O tempo seco e a poluição são alguns dos principais agentes externos, que potencializam os efeitos que podem prejudicar os fios. Eles tendem a sentir a mudança climática, por isso, é ideal que os cuidados sejam redobrados”, explica Gleyce Correa, gestora de produto e desenvolvimento da Aneethun.

Aderir a uma rotina de cuidados capilares é uma ação simples que possibilita que os cabelos mantenham a força e brilho em dia. A Aneethun, marca especialista em produtos de alto padrão direcionados para o segmento profissional de beleza e home care, traz algumas dicas infalíveis para ajudar nesse período. Confira:

Amenizar a queda capilar

É comum a queda dos fios acontecer durante o outono ou quando a raiz está enfraquecida, e de acordo com Gleyce é importante utilizar produtos específicos que auxiliam no controle da queda. “A microcirculação do couro cabeludo precisa ser ativada, para que o fio ganhe força e estimule a proliferação da fibra capilar. Para isso, é essencial optar por linhas completas que ofereçam um tratamento antiqueda, mas que também não resseque os fios”.

Evitar água quente

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Em estações como o outono e inverno, o banho mais quente passa a fazer parte da rotina com mais frequência e apesar de ser agradável, não é indicado para as madeixas. O calor da água remove a oleosidade natural do fio e segundo a gestora de PeD pode provocar um efeito rebote no couro cabeludo. “Não é necessário elevar a temperatura de forma extrema na hora de higienizar o cabelo, ela não traz nenhum benefício e pode causar um resultado negativo, deixando os fios secos e as raízes oleosas. A melhor opção é controlar entre as temperaturas morna e fria”.

Cuidado com o secador

Foto: NaturallyCurly

É comum nessa época do ano que o uso do secador aconteça mais vezes do que durante o verão. Apesar de não existir regras restritivas a utilização dessa ferramenta, é preciso ter cuidado e proteger os fios para usá-la. “É ideal aplicar produtos como leave-in ou protetor térmico antes de secar o cabelo, eles evitam o ressecamento e agem contra ativos poluentes. Vale lembrar que se utilizado todos os dias, ele pode retirar a umidade natural dos fios, o intervalo de dois dias com a temperatura morna é a alternativa ideal”, ressalta Gleyce Correa.

Dica infalível

A hidratação capilar é a melhor amiga das madeixas durante o outono, ela é uma aliada importante para fortalecer os fios e evitar que eles fiquem sem vida e sem brilho. “O cabelo danificado está com as cutículas abertas, o que não permite ao couro cabeludo reter água e proteínas, tirando o brilho e deixando o fio quebradiço. Neste momento, é melhor optar por produtos que tenham ativos hidratantes e que são específicos para o tipo de cabelo que será tratado”, destaca a gestora.

Conheça a linha AntiQuebra Therapy da Aneethun:

Shampoo Antiqueda R$ 65,60


Com pH 5,0 sua fórmula promove uma limpeza de forma eficiente e energizante, sem ressecar os fios, podendo ser usado diariamente.

Bálsamo Antiqueda R$ 68,80


Promove condicionamento suave e energizante, sem deixar o couro cabeludo oleoso. Possui o pH em 3,5.

Loção AntiQueda R$ 96,00


Grande concentração do ativo Pronaxil, sua fórmula possui pH 4,5 e deve ser usada pelo menos uma vez ao dia, sem necessidade de enxágue (não deixa resíduos no couro cabeludo e fios).

Fonte: Aneethun

Consumo de carne diminui durante a pandemia; saiba como substitui-la sem prejuízo nutricional

Nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz dá dicas de como manter uma dieta saudável sem carne

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope e coordenada pelo Good Food Institute Brasil, metade dos brasileiros reduziu o consumo de carne bovina, suína, aves e peixes em 2020. De acordo com Thaís Sarian, nutricionista do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, adotar uma rotina alimentar com menor consumo de carne promove vários benefícios para a saúde a longo prazo. “Podemos destacar, entre diversos benefícios, a melhora da saúde intestinal e a redução da ingestão de gorduras saturadas”, explica a especialista.

O hábito de reduzir o consumo de produtos de origem animal sem interrompê-lo completamente é chamado de flexitarianismo. Ainda de acordo com a pesquisa, das pessoas que diminuíram o consumo de carne, ao menos 47% substituíram a proteína animal por vegetais como legumes, verduras e grãos. Na análise da nutricionista, este é outro ponto positivo da substituição. “Quando ocorre o aumento da ingestão de alimentos vegetais, também aumenta a densidade nutricional dos alimentos e sua consequente ingestão de vitaminas, minerais, fibras e compostos bioativos”, explica Thaís.

O que não pode faltar no meu prato?

Para montar a refeição ideal sem carne, a especialista recomenda a seguinte proporção para um prato vegetariano saudável: 50% de legumes e verduras, 25% de fontes de proteínas vegetais (especialmente presentes no grupo do feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja) e 25% de carboidratos (como o arroz integral, milho, batata, mandioca, entre outros). Para quem segue uma dieta ovolactovegetariana, a inclusão de ovos também é bem-vinda. Ter isso em mente é importante para não correr o risco de substituir a proteína animal por carboidratos mais pobres em nutrientes, uma tendência quando a transição de dieta é feita sem o devido acompanhamento profissional.

Outro risco na substituição da carne é optar por receitas e pratos que contenham grande quantidade de laticínios e derivados do leite, já que o consumo excessivo desses produtos eleva substancialmente a ingestão de gorduras saturadas. “Acontece com frequência da pessoa simplesmente excluir a carne e não mudar o restante da alimentação. Por isso é tão importante um bom planejamento alimentar. Já sabemos que dietas vegetarianas, quando bem planejadas, são saudáveis e nutricionalmente adequadas”, completa a especialista.

Miroro/Pixabay

Segundo pesquisa do Ibope Inteligência conduzida em abril de 2018, 14% da população brasileira se declara vegetariana. Uma opção de proteína tanto para vegetarianos, quanto flexitarianos dispostos a fazer a transição de dieta é a carne vegetal. O alerta da nutricionista é com relação à frequência de consumo do produto, já que a carne vegetal também é um alimento processado. “Na hora de comprar, uma dica é dar atenção à lista de ingredientes do produto e optar por aqueles que tenham menor quantidade de aditivos químicos, mas o ideal é que as refeições sejam preparadas em casa e com ingredientes naturais.”

Reposição de B12

Foto: Jeltovski

Quem pensa em adotar uma alimentação vegetariana estrita (onde não há consumo de alimentos de origem animal), não pode esquecer da vitamina B12, única vitamina que não se pode obter a partir de plantas. Além de ser importante para a formação das células vermelhas do sangue, ela também é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. “Para repor esse nutriente, é necessário fazer a suplementação sempre com acompanhamento profissional, onde também é avaliado o estado de saúde geral do indivíduo”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

População não sabe o que fazer em caso de queimadura, revela pesquisa

Atitude da vítima nos primeiros momentos após acidente pode determinar sucesso de todo o tratamento

Por ano, mais de um milhão de brasileiros sofrem algum tipo de queimadura. Destes, apenas 100 mil procuram atendimento médico e 2,5 mil morrem por complicações causadas pelo acidente. Um estudo recente realizado no Colégio Positivo, em Curitiba (PR), alerta para os riscos de complicações no tratamento de queimaduras, por conta da desinformação.

A pesquisa foi realizada pelas estudantes Rafaela Bernardi Rizotto e Rebecca Nogueira Veloso para um trabalho científico sobre enxerto de pele e apresentado em março de 2021 na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), da Universidade de São Paulo (USP). Foram entrevistadas 400 pessoas, sendo que mais da metade (50,5%) delas possui grau de instrução superior completo e 57,8% já sofreram algum tipo de queimadura.

Foto: Justaboutskin

O dado mais alarmante é que 39% dos entrevistados afirmaram que não procurariam cuidados médicos. “Muitas vezes, a desinformação chega a ser pior que a própria queimadura, pois os primeiros cuidados devem ser rápidos e precisos para aumentar o índice de sucesso do tratamento e reduzir o risco de complicações”, afirma a coorientadora do estudo, Irinéia Inês Scota, que é coordenadora de Pesquisa Científica e Empreendedorismo do Colégio Positivo.

Das pessoas que não buscariam cuidado médico, 16% afirmaram que se automedicariam com remédios já existentes em casa ou recomendados por conhecidos; 9,3% fariam uso de produtos não-convencionais caseiros e 3,8% disseram que procurariam informações on-line sobre como proceder. Entre os métodos caseiros citados, destacaram-se o leite materno (3,5%), creme dental (3,3%) e o óleo de cozinha (2,3%).

Segundo o estudo, a falta de informação pode elevar a taxa de mortalidade nos casos de queimaduras. “Os familiares e socorristas podem, na maioria das vezes, salvar vidas prestando corretamente os primeiros socorros às vítimas, evitando a automedicação e o uso de substâncias caseiras”, afirma Rafaela Rizotto. O presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), José Adorno, ressalta que o primeiro cuidado com o ferimento é fundamental para o sucesso do tratamento.

“Qualquer substância que seja passada sobre a pele queimada vai irritá-la e pode fazer com que a queimadura piore, inclusive evoluindo de um grau para outro. Há também o alto risco de infecção por bactérias, fungos e vírus presentes nesses produtos, já que a barreira natural do organismo – a pele – está danificada”, esclarece.

De acordo com Adorno, o tratamento vai depender da gravidade da ferida, localização, profundidade, extensão, presença ou não de infecção, agente causador da queimadura, estado nutricional do paciente, idade e presença de doenças crônicas degenerativas. No entanto, antes de chegar ao hospital ou unidade de saúde, algumas medidas simples podem ajudar a aliviar a dor e conter o ferimento.

O que fazer

A orientação da Sociedade Brasileira de Queimaduras é que, imediatamente após o acidente, deve-se resfriar o local com água corrente; retirar acessórios (como anéis, colares, relógios etc), pois o corpo incha naturalmente após uma queimadura e esses objetos podem ficar presos; tomar comprimido analgésico para o alívio da dor; cobrir o ferimento com pano ou toalha limpa e dirigir-se à emergência (UPA) ou chamar socorro médico (SAMU). Não é indicado o uso de gelo nas lesões, furar as bolhas, tocar a área afetada com as mãos ou utilizar qualquer produto no local sem orientação médica.

O cirurgião plástico Luiz Henrique Calomeno informa que mais de dois terços dos acidentes com queimaduras acontecem dentro de casa e, por isso, houve um aumento considerável de casos durante a pandemia. “As pessoas estão cozinhando mais e com o agravante do uso indiscriminado de álcool em gel em altas concentrações, que são ainda mais inflamáveis”, alerta. Ele aconselha que, dentro de casa, seja dada preferência à lavagem de mãos com água e sabão, para diminuir o risco de acidentes.

Outro agravante, segundo Calomeno, é que muitas pessoas não procuram cuidados médicos por pensar que não terá atendimento por conta da alta ocupação hospitalar nessa época ou ainda com medo de se infectar com a Covid-19 dentro das unidades de saúde ou hospitais. “As queimaduras estão dentro do hall de emergências que serão sempre atendidas, independente de pandemia ou não”, assegura o cirurgião.

Novas técnicas medicinais para o tratamento de queimaduras no Brasil

Enxertos sintéticos vêm sendo estudados e testados para cobrir temporariamente áreas da pele afetadas por grandes queimaduras. Eles protegem contra infecções e perda de líquidos e podem ser apresentados em forma de spray, gel, espuma ou membrana. É o caso da pele de tilápia e do mel de abelhas, que foram estudados pelas jovens curitibanas.

Rebecca Nogueira Veloso e a pele de tilápia utilizada para fazer enxertos

O trabalho mostra que a pele da espécie de peixe tilápia possui características e morfologia semelhantes à pele humana, mas com cicatrização mais rápida – de 16 dias, em vez de 21. Com maior aderência à ferida, evita contaminação externa e desidratação, além de demandar trocas menos frequentes do curativo. A pele de tilápia pode ser deixada sobre a ferida por dias e, conforme a situação, até a cicatrização completa, o que pode reduzir o sofrimento do paciente. A técnica também tem um custo mais baixo se comparada aos demais tratamentos.

Rafaela Bernardi Rizotto, aluna do Colégio Positivo

Outro componente que vem sendo utilizado para tratar queimaduras é o mel (de grau médico, orgânico, livre de toxinas e esterilizado). Apresentado nas formas de tubo, gel e curativos, possui efeito antibactericida, cicatrizante e ainda diminui o edema local e a cicatriz. As estudantes pesquisaram que o tratamento com mel de abelha pode substituir os antibióticos tópicos, pois promove a formação de novos vasos sanguíneos e estimula as células do sistema imune. Além de ser natural, possui baixo custo.

Fonte: Colégio Positivo

Home office se consolida após um ano, mas como tornar essa prática mais saudável?

Para boa parte da população mundial, o trabalho remoto se tornou uma realidade em 2020, e após um ano, o home office vem se consolidando como modelo de trabalho eficiente. Existem empresas que já estão adotando os modelos híbridos, e muitos acreditam que o futuro do trabalho será exatamente neste formato. Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira, comenta sobre novos formatos de trabalho e traz 5 dicas para auxiliar os profissionais a viverem um home office saudável e eficiente.

Foto: Lumen/Pexels

De acordo com a pesquisa realizada pela empresa de softwares Salesforce, 42% dos entrevistados gostariam de seguir em casa mesmo com o fim da pandemia. Já no Brasil, o interesse é ainda maior, 57% desejam ter essa possibilidade. Uma outra pesquisa realizada pelo Índice de Confiança Robert Half (ICRH), consultoria de recrutamento, mostra que 91% dos profissionais qualificados acreditam que o futuro do trabalho será de modelo híbrido, revezando entre dias presenciais e remotos.

Neste cenário, muitas empresas ainda prometem beneficiar os colaboradores a trabalhar de qualquer lugar ou o anywhere office, como algumas consultorias em recursos humanos vêm chamando essa tendência.

Para Rebeca Toyama, mesmo com o mundo em constante mudança e novos modelos de trabalhos surgindo, os profissionais precisam estar preparados para uma rápida adaptação. “E as empresas têm um papel fundamental para os profissionais se sentirem seguros, prontos, e competentes nestas mudanças. Apostar em líderes e gestores capazes de se conectar com as equipes para extrair o melhor de cada um, esse ponto já era importante, agora na era do trabalho remoto, se tornou imprescindível. ”, comenta Rebeca Toyama, especialista em estratégia de carreira.

Mesmo com o trabalho híbrido, onde os colaboradores se dividem em trabalhar alguns dias no escritório e os outros dias em casa, é necessário manter uma rotina e contar com a organização de tarefas. A especialista lembra ainda a importância de se cuidar da saúde mental e física, pois é a partir de um corpo e uma mente saudável que se consegue manifestar o melhor de cada um. “A importância da organização de tarefas, faz com que os indivíduos tenham equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ter em mente as prioridades e limitações, manter um cronograma do que precisa ser feito já ajuda a administrar bem as 24 horas por dia e os 7 dias por semana.”, alerta a especialista.

E como fazer para essa prática se tornar eficiente?

Além de cada colaborador cuidar de sua rotina com organização de tarefas e apostar em uma vida saudável, as empresas, por outro lado, precisam implementar novos recursos a fim de definir e reestruturar as necessidades dos profissionais, pensando em novas formas para manter a produtividade, o engajamento e o bem-estar.

“Dificuldades surgem em todas as formas de trabalho, seja presencial, híbrido ou 100% remoto, mas a palavra-chave para evitar desgastes entre os líderes e funcionários é planejamento e comunicação, seja ela síncrona ou assíncrona. Combinar com o time uma estratégia que alinhe valores pessoais e os da empresa, embora não seja fácil, é primordial. ”, finaliza Rebeca.

Para auxiliar os colaboradores e os gestores neste desafio, a especialista em estratégia de carreira, Rebeca elaborou 5 dicas para viver um home office saudável e eficiente.

=Cuidar de saúde física e mental: todos precisam de um tempo para cuidar do corpo, praticar exercícios, se alimentar e dormir bem. Além disso, faz muito bem conversar com pessoas nutritivas, criar metas e objetivos para cumprir e não se cobrar tanto;
=Mantenha o alinhamento das demandas: mesmo a distância, o contato entre os membros de um time deve manter uma dinâmica colaborativa. Esse alinhamento pode reduzir bastante os desencontros do trabalho remoto;
=Planejar e adequar tempo e tarefas: uma das razões principais que ocasionam o acúmulo de tarefas é ruído de comunicação entre líderes e liderados e as dificuldades de adaptação ao trabalho remoto. Saber lidar com a vulnerabilidade e limitação própria e alheia faz muita diferença;

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=Respeitar a dinâmica pessoal do colaborador: ignorar a vida pessoal do colaborador não vai aumentar sua produtividade, não podemos esquecer que na expressão home office, o home vem antes do office. O teletrabalho está acontecendo dentro da casa do nosso colaborador. Ajudar a equipe a se organizar e se adequar às demandas profissionais passa por compreender a dinâmica pessoal dele.
=Promover bem-estar e reduzir estresse: implantar programas com esse foco. Planejar momentos de distração e divertimento, e incentivar que as equipes tenham uma vida pessoal saudável, não tem preço.

Fonte: Rebeca Toyama é fundadora da ACI – Academia de Competências Integrativas. Especialista em estratégia de carreira e bem-estar financeiro. Possui formações em administração, marketing e tecnologia. Especialista e mestranda em psicologia. Atua há 20 anos como coach, mentora, palestrante, empreendedora e professora. Integra o corpo docente da pós-graduação da Alubrat (Associação Luso-Brasileira de Transpessoal), da Universidade Fenabrave, do Instituto Filantropia e da Academia GFAI.

“Tripé da Saúde”: profissionais fazem alerta sobre como se manter saudável na pandemia

Série de vídeos em alusão ao Dia Mundial da Saúde (7 de abril) traz especialistas dando dicas importantes

“Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”. É como a Organização Mundial da Saúde (OMS) define “saúde”. Após mais de um ano enfrentando a pandemia do novo coronavírus, profissionais do Hospital Marcelino Champagnat e do Hospital Universitário Cajuru, ambos do Grupo Marista, se unem para fazer um alerta sobre como se manter saudável em meio ao isolamento físico e restrição de atividades.

A campanha “Amor é S2 e Saúde é S3 – A importância do autocuidado físico, mental e social” entrou no ar em 7 de abril trazendo uma série de vídeos com médicos de diversas áreas. Os vídeos podem ser acompanhados nas redes sociais do Grupo Marista pelo Facebook, Instagram e YouTube.

Além da ausência de doenças, para ser saudável também é necessário analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual a pessoa está inserida. Ou seja, um conjunto de bons hábitos contribui para o menor risco de desenvolvimento de doenças, mas o ambiente também influencia. O diretor-geral da área de saúde do Grupo Marista, Álvaro Quintas, destaca que uma boa saúde se constrói diariamente.

“Possuímos uma lista extensa de hábitos que nos fazem ser saudáveis (ou não), mas podemos resumir em quatro itens: além do tripé de bem-estar da OMS (mental, físico e social), eu incluiria o espiritual. Precisamos lembrar que todos caminham juntos e que também é importante cuidar dos outros. Saúde e amor se conectam dessa maneira”, comenta.

Saúde mental

A Organização Mundial da Saúde enfatiza que saúde mental é “mais do que apenas a ausência de transtornos mentais ou deficiências, mas também cuidar do bem-estar e da felicidade contínuos”. De acordo com a médica cardiologista do Hospital Marcelino Champagnat, Camila Hartmann, o pensamento positivo faz muita diferença na saúde mental, ainda mais diante da pandemia do novo coronavírus. 

“Sabemos que pessoas felizes têm mais sucesso. O bem-estar mental está muito atrelado a como as pessoas enxergam o mundo e a forma de interpretação de cada situação. E isso depende da saúde mental de cada pessoa. Ela é o reflexo de outras questões na saúde, como a qualidade do sono, exercício físico e convívio social. Tudo isso traz felicidade e, junto com o pensamento positivo, podem ser a ‘chave’ para uma boa saúde mental”, analisa.

Diante das dificuldades enfrentadas nos últimos 13 meses, ter uma mente saudável é um dos principais desafios. “Fazer uma reflexão sobre o dia a dia e questões que importam de verdade nos fazem enxergar e definir os aspectos que não devemos abrir mão e os que precisamos deixar de lado. Tentar organizar prioridades e incluir na rotina as coisas que trazem felicidade faz com que as pessoas se sintam mais realizadas e vivam melhor”, aconselha Camila.

Saúde física

Já o bem-estar físico se refere às condições do nosso corpo, mas que vão além da ausência de doenças. É um aspecto mais amplo, pois tem relação com a disposição, vida saudável, autoestima física e força. A coordenadora do serviço de Check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica os motivos pelos quais os exercícios fazem bem para o corpo e também para a mente: “O primeiro passo é escolher uma atividade física que goste. Assim, será mais fácil de encontrar prazer e felicidade ao fazer o exercício”. 

Para ela, quando as pessoas percebem que o corpo está cansado, devem escutá-lo. “Precisamos nos mexer para que haja uma injeção de energia e reequilíbrio dos hormônios. Há estudos que apontam que exercícios físicos são extremamente eficazes para tratar depressão leve e moderada, sem o auxílio de medicamentos psiquiátricos”, explica.

Em meio ao isolamento social, é preciso adaptar também os exercícios físicos e realizá-los em casa ou em ambientes seguros. “Realizar tarefas simples, como arrumar a casa, subir escadas, dançar, cuidar do jardim e ter um momento de lazer com a família é importante para a ativação e o relaxamento do corpo. Além disso, faz com que tenhamos mais vontade de nos manter ativos. Começar devagar, com pequenos passos, faz com que o próprio corpo desenvolva a necessidade de fazer exercícios físicos contínuos”, conta a médica.

Saúde social

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Por fim, a saúde social faz parte do “tripé” para a busca de uma vida mais saudável. De acordo com o coordenador da Comissão de Cuidados Paliativos do Hospital Universitário Cajuru, Ronnie Ikeda, cultivar relacionamentos com a família, amigos, colegas de trabalho e comunidade em geral, por meio de trabalhos voluntários, têm grande importância na busca pelo bem-estar.

“Estamos vivendo um momento atípico e, para prezar quem amamos, respeitamos o distanciamento social. Nesse ano, foi necessária uma adaptação para manter a saúde social em dia, mas de longe – seja com encontros virtuais, happy hour online e celebrações importantes realizadas em formato drive thru, por exemplo. Mesmo assim, muitos laços foram reatados e outros amarrados com mais força. Isso porque, devido à pandemia, precisamos nos aproximar ainda mais da família e dos amigos para amenizar o estresse causado pela distância física e imposições restritivas”, comenta o Ikeda.

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A saúde social também pode ser mantida ativa por meio de livros, filmes e redes sociais. “Cada um tem sua personalidade. Uns gostam mais do relacionamento interpessoal e necessitam de mais contato. Outros são mais introspectivos e preferem um bom livro, meditação, orações ou até mesmo o ócio.  Cada um precisa identificar o que traz mais felicidade e prazer. Além disso, a solidariedade também faz bem, pois é capaz de melhorar a saúde social.”, reforça Ikeda. Ele lembra ainda que “ações coletivas proporcionam maior qualidade de vida não apenas para quem as realiza, mas principalmente para as pessoas que têm menor acesso à saúde”.

Fonte: Grupo Marista

Dia do Café: herói ou vilão da alimentação?

Cada vez mais popular, o café ainda alimenta polêmicas.Queridinho de uns, o consumo da bebida pode oferecer vantagens e desvantagens

Depois da água, o café é a bebida mais consumida do mundo e o Brasil é segundo maior consumidor do produto. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), em 2020 o consumo de café cresceu no Brasil 1,34% e o consumo per capita de café torrado no país é de 4,79 Kg por ano. Com isso, as empresas associadas à Abic registraram no ano passado um crescimento de 2,19%. O café movimenta a economia e ajuda a alimentar milhares de famílias, mas e para saúde, será que o café é herói ou vilão?

De acordo com a nutricionista Amanda Cristina Motte, o café deve ser consumido de forma moderada e seus benefícios estão relacionados com a quantidade ingerida por dia e a forma de preparo. Ela diz que aqueles que têm por hábito tomar uma xícara quentinha de café, podem se beneficiar dos efeitos da cafeína e de uma série de outras substâncias.

“O grão de café possui de 1% a 2,5% de cafeína, que atua como estimulante do sistema nervoso e do músculo cardíaco. Aumenta a atenção, a concentração e a memória. Possui ácidos clorogênicos em maior quantidade que os outros componentes, que possuem atividade anticancerígena e propriedades antioxidantes, responsável por retardar o envelhecimento,” afirmou a nutricionista.

Café como estimulante

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O mais famoso efeito do café no organismo é derivado da cafeína, mas não só. “Há também minerais, açúcares, gorduras, aminoácidos e vitaminas do complexo B que ajudam a estimular o metabolismo e melhorar o desempenho na prática de exercícios físicos”, afirmou Amanda.

Ação antioxidante

Responsável por atrasar o envelhecimento do organismo, uma das funções mais importantes do café no organismo é o seu efeito antioxidante, afirmou a nutricionista. Ela cita que essa propriedade do café é bastante utilizada na produção de cosméticos e que inclusive uma investigação realizada pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA mostra que o café pode oferecer um ganho de até 10% na expectativa de vida do homem e de até 15% na expectativa de vida das mulheres. A nutricionista lembra também que os efeitos antioxidantes do café também diminuem o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e outras doenças inflamatórias.

Café e a estética bucal

A odontóloga Carla Rockenbach afirma que o amarelamento dos dentes está associado a um processo de envelhecimento natural, mas para quem tem o hábito de tomar café esse processo se torna mais acelerado. “O café possui um pH muito baixo comparado ao da boca, causando desmineralização do esmalte, facilitando a aderência dos pigmentos que causam manchas e aumentando a sensibilidade dental,” afirmou a odontóloga.

Para resolver esse problema, muitas pessoas optam por fazer clareamento dental, mas a odontóloga afirma que essa solução é temporária. “O clareamento dental é uma desidratação dos dentes, um processo químico em que os radicais livres provenientes do agente clareador que penetram na estrutura dentária e realizam a oxidação das cadeias carbônicas que constituem as moléculas pigmentadas. No clareamento, os dentes voltam bem rápido a ficarem manchados” afirmou. Segundo a odontóloga, o mesmo acontece também com as resinas.

Para ela, a medida definitiva, que resolve as manchas de café nos dentes são as facetas de porcelana. “A faceta em porcelana é hoje o único material que não vai manchar, por que as facetas são formadas por uma substância sólida, altamente polida em que ainda é aplicada uma camada de glaze – que é uma camada a mais de brilho, isto preserva a cor e a faz permanecer intacta por um período muito maior” afirmou a odontóloga.

Os perigos de consumi-lo em excesso

A nutricionista afirmou que, se ingerido em excesso, o café pode aumentar a frequência cardíaca e deixar o corpo em estado de alerta. “É por isso que seu consumo em excesso pode ser perigoso para o corpo, visto que pode criar cenários oportunos para fadiga motora e crises de ansiedade” disse. “Consumi-lo em grandes quantidades também pode estar associado a elevação nos níveis de colesterol e da pressão arterial”, afirmou. A profissional afirmou que o Ministério da Saúde recomenda para um adulto a dose diária máxima de três xícaras ou até o volume 100 ml por dia.

O excesso do consumo do café também está associado a casos de úlcera, gastrite e refluxo ou outras doenças gastrointestinais, causando desconforto e dor devido ser estimulante da secreção ácida e da pepsina do estômago é o que afirma o médico gastroenterologista, Thiago Patta, diretor do Instituto de Videocirurgia, Gastrocirurgia e Obesidade de Rondônia. Por isso, o médico afirma que não é correto ingerir o café em jejum. “O interessante é o café ser ingerido após a refeição, para tirar aquela sonolência que dá após nos alimentarmos”, afirmou.

Café com Leite

O parceiro mais famoso do café é o leite, não é pra menos, pois a nutricionista afirma que quando consumido com leite, o café tem seu valor nutricional aumentado, “principalmente para crianças e idosos”, afirmou. Ela pondera que a medida ideal é no máximo a metade de cada, ou a prevalência do leite na mistura, pois o excesso de café pode interferir reduzindo a absorção do cálcio presente no leite.

Além disso, o leite tem o poder de ajudar a neutralizar o efeito danoso do café como agente causador das azias, gastrites e refluxos. Patta afirma “essa mistura pode diminuir a ação estimulante da secreção ácida do estômago, o que reduz o refluxo gástrico e a sensação de desconforto”.