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Clínica de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina oferece 180 vagas gratuitas à população

As consultas devem ser agendadas no ambulatório, de quarta e quinta-feira, no período da manhã

A Clínica de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina retomou os agendamentos para os atendimentos presenciais, voltados para crianças, adolescentes, adultos, idosos, considerando a proposta de mudança de hábitos alimentares e atendendo situações relacionadas à perda ou ganho de peso, reeducação alimentar, portadores de doenças crônicas, praticantes de atividades físicas e orientação nutricional.

Ao total, serão disponibilizadas 180 vagas gratuitas (por semestre) e os atendimentos terão duração de uma hora de duração. As consultas acontecem todas as quartas e quintas-feiras, às 8h, 9h e 10h e são realizadas por alunos do último ano do curso de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina com supervisão direta de um professor nutricionista.

Segundo Irani Gomes dos Santos Souza, Coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina, a proposta dos atendimentos é de acompanhamento nutricional e não apenas de ações pontuais. “As consultas visam auxiliar na melhora da qualidade vida da pessoa a quem o cuidado será prestado, visando desde controle de peso e evitar ou minimizar ação de algum fator que possa agravar a saúde”, explica.

As consultas devem ser agendadas no ambulatório, de quarta e quinta-feira, no período da manhã, ou qualquer dia, diretamente na recepção da Faculdade Santa Marcelina. A Clínica de Nutrição fica no 4º andar da Unidade Itaquera, localizada na rua: Cachoeira Utupanema, 40 – Vila Carmosina, São Paulo.

Agendamento:
Clínica de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina
Unidade Itaquera: Rua Cachoeira Utupanema, 40 – 4º andar – Vila Carmosina, São Paulo
Atendimento gratuito

4 tendências de nutrição para 2023

A maioria de nós reconhece o papel que a boa nutrição desempenha em melhorar a saúde e o bem-estar, por isso ter uma alimentação saudável deveria ser uma prioridade na lista de resoluções para o ano que se inicia.

Se pretende fazer mudanças na dieta para alcançar esse objetivo em 2023, confira algumas tendências nutricionais que podem incentivar você neste caminho, indicadas pela Mestre em Nutriçao, Susan Bowerman, Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition e nutricionista certificada pela Academia de Nutrição e Dietética como especialista em Nutrição Esportiva, Obesidade e Controle de Peso.

1 – Alimentação plant-based

A nutrição à base de vegetais, que também tem como foco a sustentabilidade e o desperdício de alimentos, não sairá de moda tão cedo. Aliás, as dietas veganas, vegetarianas e flexitarianas estão atraindo cada vez mais pessoas que reconhecem seus benefícios não apenas para o corpo, mas também para o planeta. Os alimentos vegetais possuem alta densidade nutricional, o que significa que fornecem muitos nutrientes com poucas calorias. Frutas, vegetais, feijões e grãos integrais são ótimas fontes de vitaminas, minerais e fitonutrientes, e naturalmente isentos de colesterol. A maioria também aporta uma boa quantidade de fibras, contribuindo para a saúde intestinal, para a imunidade e para reduzir a inflamação.

Os consumidores também estão incluindo mais vegetais no cardápio por se preocuparem com o meio ambiente. Isso porque análises, como a que foi realizada na Universidade de Oxford, mostram que comer carne produz duas vezes mais emissões de gases de efeito estufa por dia do que uma dieta plant-based. Outros estudos colocam também que o cultivo de vegetais utiliza menos recursos naturais e é menos prejudicial para o meio ambiente do que a criação de animais. Se essa tendência de consumo continuar, haverá um impacto significativo na redução do desmatamento, na degradação do solo e nas emissões de gases de efeito estufa, que estão associados à produção de carne.

2 – Personalização

A nutrição personalizada, que alia alimentação e estilo de vida, bem como o uso de biomarcadores individuais para elaborar sugestões de cardápios saudáveis e mais relevantes para o indivíduo, continua ganhando popularidade. Para se ter ideia, o mercado global de nutrição personalizada, avaliado em US$ 14,6 milhões em 2021, deve chegar a US$ 37,2 milhões até 2030 — quase o triplo do tamanho, segundo levantamento da Research and Markets. Esse fenômeno é particularmente forte entre os millennials (49%) e a geração Z (37%), que expressaram forte preferência por produtos, serviços ou aplicativos que utilizam dados pessoais para personalizar a experiência do consumidor (McKinsey). Vários fatores determinam como a dieta de uma pessoa pode ser personalizada: o quanto você se exercita, o que e o quanto você come, bem como sua idade. E agora, também somos capazes de determinar respostas individuais a certos componentes da dieta e essas informações podem ser usadas para uma abordagem mais personalizada.

3 – Nutrição em dobro

Outra tendência é o crescimento da demanda por produtos e alimentos que visam múltiplas dimensões do bem-estar — caso dos alimentos funcionais, que oferecem benefícios além de seu valor nutricional. Frutas, vegetais, nozes, sementes e grãos integrais ricos em nutrientes são considerados alimentos funcionais, mas também entram aqui aqueles enriquecidos com nutrientes (vitaminas, minerais, fitonutrientes, probióticos ou fibras) e os que propõem benefícios para a saúde física e mental, como chás de ervas, que oferecem ótimo sabor, mas podem ter efeitos calmantes ou promover um sono melhor. O colágeno, que é outro ingrediente popular conhecido por apoiar a saúde dos ossos e ajudar na aparência do cabelo, pele e unhas, está entrando na composição de muitos alimentos funcionais.

4 – Alimentos amigos do intestino

Manter a microbiota intestinal saudável continua sendo um dos focos em 2023. Uma dieta rica em fibras ajuda a promover o crescimento de bactérias boas no trato digestivo e o equilíbrio desse sistema. Considerando que a maioria das pessoas come menos da metade da quantidade de fibras recomendadas por dia (25 a 38 gramas), incluir alimentos ricos nelas (e suplementos, se necessário) pode oferecer muitos benefícios. Os probióticos também contribuem para a saúde intestinal. Eles são encontrados naturalmente em alimentos como iogurte, kefir, tempeh, missô e vegetais em conserva fermentados, e estão em alguns alimentos funcionais e suplementos. Por isso, espere ver mais produtos com prebióticos e probióticos no mercado, além daqueles que atendem a problemas de saúde específicos: produtos sem glúten e outros específicos para uma dieta com baixo FODMAP — oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e poliois fermentáveis (carboidratos fermentáveis difíceis de digerir por algumas pessoas), que liberam gases no processo de digestão devido à ação das bactérias do intestino.

O glúten é uma proteína encontrada principalmente no trigo, mas também está presente na cevada, centeio e parentes do trigo (como a espelta). Indivíduos diagnosticados com intolerância ao glúten (doença celíaca) devem evitá-los de todas as maneiras, no entanto, muitas pessoas procuram alimentos sem glúten quando optam por reduzir a ingestão de grãos. A dieta baixa em FODMAP é bastante restritiva, porém os produtos para essa especificidade estão chegando às prateleiras das lojas, facilitando a adesão.

Planos alimentares que cuidam do intestino também estão se tornando mais populares devido à sua relação e efeitos na saúde do cérebro. Isso porque evidências sugerem que, quando o microbioma interage com o sistema nervoso central, a química do cérebro é regulada e influencia os sistemas neuroendócrinos associados à resposta ao estresse, à ansiedade e à função da memória. Especialistas também concordam que não apenas nosso cérebro está “consciente” dessas “bactérias do bem” que vivem no intestino, como elas também podem influenciar em nossa percepção de mundo e alterar nosso comportamento, sugerindo que, quanto mais saudável for a alimentação, melhor será nosso estado mental.

Fonte: Herbalife Nutrition

5 passos para emagrecer de forma saudável, sem ficar preso a padrões estéticos

Na hora de passar pela jornada de emagrecimento de maneira saudável, os esforços físicos e mentais devem estar atrelados a aplicação dos novos hábitos para que esse caminho seja benéfico para o indivíduo como um todo. Edivana Poltronieri, especialista em emagrecimento saudável, aborda os cinco principais pilares para perder peso e obter melhores resultados. Confira:

Em uma época em que é muito comum se comparar com o outro em relação ao corpo e imagem, especialmente por conta das redes sociais, se faz cada vez mais necessário tomar certas precauções para não ficar preso a padrões estéticos, principalmente quando o desejo é mudar os hábitos e emagrecer.

“Quando falamos em perder peso de forma saudável, precisamos levar em consideração o conceito da beleza consciente. Cada pessoa tem uma estrutura, um biotipo e o seu próprio padrão. A gente sabe que a estética também é importante e muitas vezes é isso que motiva inicialmente o indivíduo, então precisamos encontrar uma forma de equiparar os desejos, trazendo um olhar de saúde tão relevante quanto o da estética”, explica Edivana Poltronieri, especialista em emagrecimento saudável.

A profissional ainda conclui que existe um mantra que pode ser aplicável para todas as pessoas que passarão por este processo e que ajuda a deixar de lado apenas aquele anseio de se ter o ‘corpo perfeito’: “Cuidar da saúde mental e do bem-estar pessoal não é apenas sobre perder peso, é sobre ganhar vida”, finaliza.

Para conseguir emagrecer de forma saudável, Edivana pontua que é necessário um acompanhamento com especialistas e orientação adequada, mas que existem alguns passos importantes que também podem ajudar nesse processo. Confira abaixo:

Começar aos poucos e com equilíbrio
Engana-se quem acredita que só terá resultados se mudar toda a sua vida e rotina de um dia para o outro, quando na verdade, ir aos poucos e respeitando o seu próprio tempo pode ajudar a obter bons rendimentos no processo de perda de peso. “É importante inserir os novos hábitos saudáveis de forma equilibrada no dia a dia, começar parando de ingerir certos alimentos e quantidades, depois ir para uma alimentação mais saudável e assim por diante. Dessa forma, é possível fazer com que essas mudanças sejam mais duradouras, ganhando realmente uma vida mais saudável”, conta Edivana.

Procurar fazer exercícios e atividades que deem prazer
Hoje em dia existem muitos tipos de exercícios e atividades físicas que podem ser praticadas, como a musculação, esportes, danças, entre outros. Por isso, é super relevante optar por alguma modalidade que faça sentido com gostos e personalidade. “Respeitar a individualidade e limite pessoal, pode ajudar de forma benéfica para a jornada de emagrecimento, pois quando a gente realiza atividades que nos dão prazer, além de queimar calorias, estamos alimentando a saúde da nossa mente e do corpo. No processo de emagrecimento, a atividade física ajuda também na melhora da condição física, do funcionamento biológico e diminui o risco de doenças cardiovasculares”, ressalta a especialista.

Botswanayouth

Ter um comprometimento com os novos hábitos alimentares
Edivana conta que durante a jornada de emagrecimento, ter uma rotina equilibrada facilita a perda de peso. “Ao regularizar o organismo, ter um horário correto para comer e se manter nutrido, seguindo um plano alimentar elaborado por um profissional, ajuda a manter o metabolismo acelerado e avisar o cérebro que o corpo pode queimar calorias, isso porque o corpo as gasta mesmo em repouso. No entanto, é preciso manter um déficit calórico acentuado e supervisionado por um nutricionista e não deve estocá-las”, explica a profissional.

Beber água
Pode parecer clichê, mas beber água regularmente traz diversos benefícios para o corpo, fazendo grande diferença para a perda de peso. “A água é vital para o nosso corpo, já que ela auxilia na absorção de nutrientes, transporta as vitaminas por todo o organismo e contribui para um bom funcionamento geral de todos os órgãos”, indica Edivana.

Foto: SelfSetFreeLiving

Cuidar da saúde mental
Cuidar da saúde mental ajuda a ter autocontrole e bem-estar, condições importantes para obter bons resultados ao passar pelo emagrecimento. “A mente e o corpo precisam estar em harmonia, ambos sendo cuidados igualmente e diariamente. Não dá para pensar apenas em um ou no outro, pois se a nossa mente está fragilizada, geralmente compensamos na alimentação. E se focamos apenas no corpo, podemos desenvolver problemas sérios, como ansiedade. Por isso, exercitar também o ato de não se comparar a padrões, fará com que cada pessoa encontre o seu próprio caminho”, explica a especialista.

Fonte: 5S Emagrecimento Saudável

Pernas e pés inchados? Veja 5 dicas para melhorar a circulação sanguínea

Aumentar o consumo de líquidos, praticar atividades físicas e optar por uma alimentação balanceada estão entre as recomendações

O verão tem sido marcado por altas temperaturas e, com a exposição ao sol, o inchaço nas pernas e nos pés pode ser mais comum. Esse sintoma está associado à retenção de líquido, falta de exercícios físicos e, em muitos casos, má circulação sanguínea.

De acordo com o cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), Márcio Steinbruch, isso acontece porque o calor tem potencial de dilatar as veias e, consequentemente, causar uma alteração no retorno do sangue das extremidades do organismo, ao coração.

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Além disso, o médico também explica que as altas temperaturas podem afetar o funcionamento dos vasos linfáticos, que são responsáveis pela drenagem do excesso de líquido nos tecidos. “Nos membros inferiores, essas estruturas atuam contra a força da gravidade, com auxílio da musculatura da panturrilha. É por isso que quando ficamos muito tempo sem movimentar as pernas, seja sentado ou em pé, dificultamos o retorno venoso e, podemos perceber os membros inferiores inchados”.

No entanto, a boa notícia é que pequenas mudanças de hábitos, especialmente durante o verão, podem ajudar a reduzir o inchaço nas pernas e pés. Confira abaixo as dicas de Steinbruch.

Aumente o consumo de líquidos: a hidratação, com água, água de coco e sucos naturais, é fundamental para desintoxicar e eliminar as toxinas, porque irá estimular a troca de líquidos no corpo;
Pratique atividades físicas regularmente: reservar alguns minutos diários para fazer exercícios, como caminhadas, que fortalecerá a musculatura da panturrilha, melhorando de maneira considerável a circulação sanguínea pelo corpo;


Mantenha uma alimentação balanceada: optar por refeições equilibradas, com alimentos leves e ingerir mais frutas e legumes pode ajudar na eliminação de líquidos. Há opções diuréticas que também podem ser aliadas, como kiwi, alface, melancia, melão, capim-cidreira, água de coco e pera;
Faça massagem ou drenagem linfática: elas contribuem com o retorno venoso e, assim, podem diminuir o inchaço;

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Evite passar longos períodos na mesma posição: se você trabalha em pé ou sentado, intercale momentos a cada uma hora para dar alguns passos.

O médico também indica que é preciso ficar atento aos sinais. “Se o inchaço acompanhar outros sintomas, como dores, formigamento e dormência, é fundamental procurar um especialista para investigar as causas desses desconfortos”, finalizou.

Fonte: Márcio Steinbruch é formado pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em cirurgia vascular pelo Hospital das Clínicas da FMUSP; possui título de especialista pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e é membro titular da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

Prática esportiva e alimentação: benefícios e potencialização*

A busca por bem-estar é uma unanimidade, e nada como aliar os exercícios físicos à boa alimentação para chegar à melhor versão de si mesmo no que diz respeito à qualidade de vida. A prática regular de esportes, alinhada à ingestão de boa comida, ainda oferece outros benefícios à saúde: redução da incidência e desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, cânceres, obesidade; também melhora a qualidade do sono, aumenta a disposição, regula o funcionamento do intestino, ajuda a saúde mental, estimula a mobilidade e a longevidade, e muito mais.

É fundamental a prática de atividade física da infância até o envelhecimento. Não existe exercício ideal, então é preciso respeitar a individualidade, o desejo, o prazer e a aptidão física. Já a alimentação deve ser baseada na ingestão de vários grupos alimentares. Uma dica é optar por pratos coloridos, variados e divididos em quatro a seis refeições diárias. Cada grupo de alimentos fornece nutrientes essenciais para a manutenção da vida, estoque de nutrientes no nosso corpo e combustível para as atividades básicas e a prática esportiva.

Além dos benefícios do combo, a alimentação pode ser potencializadora do desempenho esportivo. Ela melhora a resposta adaptativa (você consegue se adaptar muito melhor ao exercício quando a sua alimentação está alinhada com sua prática e seus objetivos); reduz o risco de lesões e dores musculares; estimula a recuperação muscular; melhora a qualidade do sono e consequentemente, quando você dorme melhor, você consegue treinar com mais eficiência; aumenta a disposição e o bem-estar, que é uma motivação para o treinamento; ajuda a reduzir o peso corporal (que pode atrapalhar a prática de atividade física, além de sobrecarregar articulações, ossos) e aumenta a força e a massa muscular (estimula a hipertrofia).

Existem formas diversas de executar essas estratégias no dia a dia. O carboidrato, por exemplo, é um nutriente que fornece rapidamente energia para o corpo e seu consumo pode ser um impulso para a prática de atividade física. Por outro lado, o consumo inadequado de carboidratos pode causar hipoglicemia, diminuição do desempenho e da massa muscular devido ao comprometimento dos processos de contração muscular por falta de energia, além de ter impactos negativos no sistema imunológico, prejuízos na metabolização do tecido adiposo e fadiga muscular precoce.

Os carboidratos simples, presentes nas frutas, são excelentes opções de pré-treino para quem quer uma energia rápida, pois são absorvidos mais rapidamente pelo corpo. São exemplos: suco de laranja natural, suco de uva integral e natural, mel de abelha, banana, frutas secas, como ameixa, tâmara e damasco, entre outros. Se você quer energia a curto/médio prazo, pode adicionar às frutas porções de aveia, iogurte, queijos, castanhas, sementes, granola, pasta de amendoim, cacau e chocolate 70%, e até alguns tubérculos como batata inglesa e mandioca. Além disso, os alimentos termogênicos ajudam na produção de energia, pois estimulam naturalmente o metabolismo, como café, chá verde, canela, pimenta, gengibre, óleo de coco.

A beterraba é uma excelente opção de pré-treino, pois é fonte de nitratos, que são convertidos em óxido nítrico pelo organismo, cuja ação é dilatar os vasos sanguíneos (vasodilatação), o que faz mais sangue rico em oxigênio circular pelo corpo e chegar aos músculos. Desse modo, você consegue treinar de forma mais intensa, por mais tempo, sem atingir a fadiga, além de que a beterraba também é um alimento anti-inflamatório e antioxidante, o que ajuda na recuperação muscular. Você pode utilizá-la em sucos na sua forma in natura, em pó ou até como suplemento (mediante orientação de um nutricionista).

Já as proteínas desempenham importante papel nos processos anabólicos, fornecendo os aminoácidos necessários e essenciais para a construção e manutenção dos tecidos, sendo de extrema importância na formação, reparação e recuperação de massa muscular. Você pode consumir carnes, ovos, iogurtes e shakes proteicos; suplementos como o whey protein ou proteínas vegetais e leguminosas, oleaginosas e sementes como amendoim, feijões, tofu (que é um derivado da soja), semente de abóbora, linhaça, chia, castanhas e mais. O consumo dessas fontes de proteínas não necessariamente precisa ser de imediato após o treino – uma a duas horas após a prática do exercício é um tempo adequado para isso. Mas é importante reforçar que, para que se tenha um melhor resultado, o consumo proteico deve ser fracionado de forma homogênea em todas as refeições do dia.

É muito importante lembrar que cada pessoa e cada corpo são únicos. Não existe um tipo de alimentação e um tipo de exercício universal que atenda todo mundo. Devemos respeitar objetivos, características individuais, limitações, preferências, condições física e mental, para a partir disso buscar uma abordagem nutricional possível e adequada para aquele período/meta. Para que essa estratégia seja bem executada, é indispensável o acompanhamento de um nutricionista.

*Liz Galvão é nutricionista parceira Verde Campo, pioneira no mercado de lácteos sem lactose e livre de conservantes

Feijão faz bem à saúde e pode ser consumido todos os dias

Grão é considerado uma das comidas típicas do Brasil e faz sucesso porque pode ser preparado de formas diferentes

Feijão com arroz é uma combinação típica do Brasil e bastante consumida na mesa dos brasileiros na hora do almoço ou jantar. Nutritivo, esse grão de sucesso é muito bem-vindo e aliado da saúde porque contém proteínas, fibras, cálcio, ferro, zinco, vitaminas do complexo B e aminoácidos essenciais. Além disso, se combinado com outros alimentos, gera saciedade. No mercado, pode ser encontrado os tipos como: mulatinho, macassar, preto, branco, verde, entre outros.

De acordo com a professora do curso de Nutrição do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Flávia Ribeiro, o alimento também atua no controle de absorção de gordura, o que é essencial para o controle do colesterol.

“Ele também auxilia no fortalecimento do sistema imunológico. Tem baixo índice glicêmico, o que ajuda no combate a diabetes. Melhora a circulação sanguínea, o que é ótimo para diminuir doenças cardíacas e é rico em ferro (lembrando que precisamos associar a um alimento cítrico para poder ter o ferro do feijão biodisponível) e potássio, auxiliando no controle da anemia”, ensina.

Só no Brasil, existem 16 tipos diferentes de feijão. Essas variações são de cor, tamanho e sabor, como fradinho, muito usado nas receitas de acarajé, o verde, que é muito consumido em arrumadinhos e o tradicional preto que compõe a feijoada.

“Eles possuem propriedades nutricionais parecidas, com poucas variações. O que faz a diferença é a forma como é preparado. Se for acompanhado de legumes, verduras e hortaliças, fica bem rico nutricionalmente, mas, se for com carnes muito salgadas e gordurosas, pode deixar a refeição mais gordurosa, deliciosa, mas não tão nutritiva”, comenta.

Fonte: Uninassau

Alimentação e atividades físicas: fatores que mais contribuem para aumento da qualidade de vida

VigilantesdoPeso explica a relação entre eles e seu impacto na longevidade

A adoção de hábitos saudáveis é importante em todos os estágios da vida. Quando o assunto é viver mais, pesquisadores apontam que somente a prática regular de atividades físicas, não é suficiente. Embora seja muito importante, ela não é capaz de compensar uma má alimentação. Um estudo da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Rhode Island afirma que programas que combinam dieta e exercício resultam em uma perda de peso 20% maior em comparação com a dieta sozinha. Além disso, se somados a sono regularizado e o consumo adequado de água, auxiliam não apenas no funcionamento do corpo, mas também na prevenção de doenças, podendo aumentar a longevidade e a qualidade de vida.

Com uma mudança positiva dos hábitos alimentares e pratica atividade física, é possível sentir a resposta no corpo, levando a uma perda de peso saudável e sustentável, sono de qualidade, além de maior concentração e mais disposição, já que estimula a liberação de hormônios essenciais para nossa rotina como serotonina e dopamina. Ou seja, mais do que ajudar no controle de peso, reduzindo o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, uma rotina ativa aliada a uma alimentação balanceada influencia na melhora da saúde mental, afastando os riscos de depressão e demência.

Foto: Jenia Nebolsina/Pixabay

Existem várias opções para quem deseja começar a se mexer e deixar de lado o sedentarismo. De simples caminhadas a aulas voltadas para modalidades específicas, como dança ou yoga, por exemplo. Para manter o foco, o que facilita é escolher algo com que realmente se identifique e que se encaixe com facilidade no dia a dia, aliando à uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e vitaminas, e com baixo teor de açúcar.

“Para a grande maioria das pessoas, a preocupação com um estilo de vida mais saudável, o bem estar e a manutenção do peso está associada a restrições e privações de pequenos prazeres do dia a dia, o que, na grande maioria das vezes, acaba fazendo com que desistam antes mesmo de começar. É importante poder contar com um plano alimentar flexível, que permite se alimentar de forma adequada, sem perder momentos prazerosos, como o VigilantesdoPeso”, revela Matheus Motta, responsável pelo programa da VigilantesdoPeso no Brasil.

Focado no emagrecimento sustentável, o VigilantesdoPeso é um programa que se baseia no equilíbrio, ajustando-se às necessidades de cada um, auxiliando a integrar mudanças positivas e sustentáveis de estilo de vida no cotidiano a longo prazo. Promovendo o bem-estar de seus usuários através da ciência comportamental, mostra ser possível envelhecer de forma saudável e estabelecer um caminho para uma vida longa e de qualidade.

Para saber mais, acesse o site do VigilantesdoPeso e confira as recomendações.

5 dúvidas comuns sobre a terapia de reposição hormonal na menopausa

A TRH, ou TH, como é chamada, traz uma série de benefícios para a vida de mulheres que chegam ao fim do período fértil

A menopausa é um marco inevitável na vida de uma mulher: a partir de uma certa idade, ela não só é esperada, como também apresenta uma série de sintomas que interferem na qualidade de vida. É aí que entra a Terapia de Reposição Hormonal (TRH), uma solução para contornar os efeitos da menopausa e manter a qualidade de vida e a autoestima femininas.

“A terapia hormonal (TH), antigamente chamada de ‘reposição hormonal’, é o único tratamento comprovadamente eficaz para o alívio dos principais sintomas da menopausa, principalmente os calores (fogachos) e os sintomas de ressecamento vaginal (síndrome genitourinária da menopausa)”, explica Igor Padovesi, ginecologista e membro efetivo da Sociedade Norte-Americana de Menopausa.

De acordo com o médico, a TH também é aprovada como primeira linha de tratamento e prevenção da osteoporose, e indicada obrigatoriamente para mulheres com diagnóstico de menopausa precoce (antes dos 45 anos).

Dada a importância desse tratamento para um período tão impactante da vida reprodutiva feminina, os especialistas respondem às principais questões sobre o assunto:

1-Quando a TH é indicada?

“Atualmente, diversas sociedades médicas indicam a utilização da TH necessariamente em quatro situações principais: presença de sintomas vasomotores (as famosas ondas de calor), síndrome geniturinária da menopausa (ressecamento vaginal e sintomas urinários), prevenção da perda de massa óssea (osteopenia/osteoporose) e menopausa precoce”, explica Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista membro da SBEM.

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Além dessas indicações clássicas, existem estudos que apontam para benefícios dessa terapia além das indicações tradicionais, por exemplo:
Melhora da função sexual
Melhora de sintomas depressivos
Melhora dos padrões de sono
Diminuição do acúmulo de gordura corporal e no abdome
Redução do risco de diabetes e de doenças cardiovasculares

2.Quais os hormônios utilizados na Terapia Hormonal?

São três, no total:
Estrogênio: é a base da terapia hormonal. É o principal hormônio, que fornece o alívio mais eficaz para os sintomas da menopausa.
Progesterona: deve ser acrescentada para proteger as mulheres com úteros contra o câncer de endométrio (uterino), que pode ser causado pelo uso único de estrogênio.
Testosterona: é acrescentada para melhora de sintomas relacionados à sexualidade (falta de libido, dificuldade de ter orgasmo etc.). Também é o hormônio mais ligado ao vigor físico, disposição, e ganho de massa magra.

3-Quais exames são necessários antes da prescrição da terapêutica hormonal?

“O mais importante é a avaliação clínica minuciosa e, de acordo com os consensos mundiais, não são necessários exames complementares para confirmação diagnóstica antes de se iniciar a TH”, explica o Dr. Igor. “Para aquelas com história e/ou exame físico sugestivos de alguma condição de saúde associada, os exames complementares devem ser direcionados especificamente para a condição identificada.” Na prática, é usual a solicitação de alguns exames gerais de sangue e de imagem antes de dar início à terapia hormonal. O seguimento com exames complementares durante o uso de TH pretende certificar a segurança de uso da medicação.

4-Quais os principais riscos da Terapia Hormonal?

Segundo a Dra. Tassianae, dentre os possíveis eventos adversos associados ao uso de TH, destacam-se um discreto aumento no risco de câncer de mama para usuárias de TH combinada (com progesterona) e pequeno aumento na incidência de trombose (aparentemente associada à terapia hormonal por via oral). Em mulheres com útero, o uso de estrogênio também pode aumentar o risco de câncer de endométrio.

5-Por quanto tempo devo manter a terapia hormonal?

A duração do tratamento com terapêutica hormonal é um pouco controverso, e alguns fatores devem ser considerados na manutenção do uso da TH por longos períodos. A maioria das mulheres pode voltar a piorar dos sintomas quando a terapia for suspensa, por isso, essa decisão deve ser individualizada entre a paciente e o médico, considerando fatores como os sintomas, riscos individuais, a perda dos benefícios cardiovasculares e esqueléticos quando o tratamento é suspenso, qualidade de vida e preferência individual.

Fontes:
Igor Padovesi é ginecologista e obstetra formado e pós-graduado pela USP. Médico do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, pertencente à categoria “Einstein Premium” pelo programa de relacionamento do corpo clínico da instituição (segmentação mais alta entre o corpo clínico). Especialização em Endometriose e Cirurgia Minimamente Invasiva pelo Hospital Sírio-Libanês.
Tassiane Alvarenga tem graduação em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia — UFU;Residência Médica em Clínica Médica pela Universidade Federal de São Paulo — UNIFESP;
Residência Médica em Endocrinologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FM USP); Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia- SBEM; Membro da Endocrine Society, SBEM e Abeso;Faz parte do Corpo Clínico da Santa Casa de Misericórdia de Passos.

Passar fome com dietas restritivas funciona?

Líder mundial em controle de peso, VigilantesdoPeso explica porque passar vontade pode ser prejudicial para o emagrecimento e apresenta seus alimentos PontosZero

O desejo de perder peso rapidamente faz com que muitas pessoas optem por dietas restritivas, mas será que esse é o caminho ideal? Fato é que, cortar o consumo de alimentos que você gosta, só porque está em processo de emagrecimento, pode, na verdade, interferir de maneira negativa nos resultados esperados. Passar vontade apenas contribui para potencializar as tentações. Para conseguir alcançar seus objetivos, o primeiro passo é ter consciência de que aderir a um método drástico sem contar com ajuda especializada pode ser prejudicial à saúde.

“Reprimir uma vontade acumulada aumenta as chances de comer compulsivamente. Além disso, para conseguir estabelecer uma nova rotina alimentar adequada para sua saúde e bem estar, é preciso entender que cada indivíduo possui necessidades nutricionais diferentes. Só assim é possível emagrecer de forma correta e saudável, adquirindo mais qualidade de vida e prevenindo doenças, benefícios alcançados a médio e longo prazo”, explica Matheus Motta, nutricionista responsável pelo VigilantesdoPeso no Brasil.

O programa VigilantesdoPeso pode ser um importante aliado na jornada em busca do emagrecimento, auxiliando os usuários de acordo com seus objetivos e preferências, sem limitá-los de forma restritiva. Diferentemente de muitos programas focados na perda de peso, que consideram apenas as calorias ingeridas ao longo do dia, o VigilantesdoPeso leva em conta todas as informações nutricionais de um alimento, como açúcar adicionado, fibras, proteínas, gordura saturada versus insaturada

Outro importante diferencial é a lista de alimentos chamados PontosZero, que, apesar do nome, possuem calorias e valores nutricionais. Ao todo, são mais de 200 opções nutritivas, ricas em fibras, com baixo teor de açúcar e que aumentam a saciedade, para comer sempre que quiser, sem precisar medir ou pesar. Vegetais sem amido, frutas, iogurte, queijo cottage zero gordura, ovos, peixes, frutos do mar, frango, tofu, milho, pipoca, feijões, ervilhas e lentilhas que podem ser consumidos a qualquer momento, sem limitações, oferecendo um caminho flexível que permite melhorar as escolhas alimentares, a fim de tornar a perda de peso mais simples e acessível.

Muito mais do que um guia de alimentos, a lista de alimentos chamados PontosZero é uma importante aliada para os usuários, durante o processo de emagrecimento. A contagem de pontos é uma forma de manter a motivação ao longo da jornada. Além de auxiliar nas escolhas alimentares, ela ajuda a perceber que pequenos hábitos podem fazer toda a diferença para quem deseja perder peso e ganhar qualidade de vida.

Fonte: VigilantesdoPeso

Calor: nutricionista lista o que consumir e o que evitar nos dias mais quentes

Juliana Vieira destaca que é de extrema importância aumentar os cuidados com a saúde nesta época

Tem feito um calorão em boa parte do país. No Rio de Janeiro, por exemplo, esta semana teve sensação térmica chegando a 54ºC e, em São Paulo, marcou a tarde mais quente do ano. É extremamente importante estar de olho na alimentação nesses dias para não se sentir mal.

“O calor causado pela estação provoca mal-estar e desidratação. Cuidar da saúde é de extrema importância para curtir o verão sem passar sufoco, cuidando sempre da hidratação e evitando certos alimentos”, destaca a nutricionista Juliana Vieira.

Ela elencou quais alimentos devemos inserir no cardápio alimentar nos dias muito quentes.

As frutas da estação são boas opções para compor uma dieta balanceada para o Verão. Entre as que você encontrará com mais facilidade estão: melão, melancia, abacaxi, laranja, manga, caju, pera e uva. Quem quer aproveitar a alimentação para garantir aquele bronzeado, deve abusar das opções ricas em licopeno e betacaroteno, como cenoura, abóbora, melancia e tomate.

Água: beber no mínimo dois litros de água por dia; sucos naturais, chás gelados, água de coco também valem.

Aposte em verduras, leguminosas , fibras, cereais e grãos, que auxiliam a digestão.

Saladas trazem alívio térmico justamente por serem mais fáceis de serem digeridas pelo corpo. Mas atenção : também podem ser fontes de bactérias caso não tenham sido lavadas e higienizadas corretamente.

Os peixes e frutos do mar devem ser consumidos pelo menos duas vezes por semana . Eles se destacam não só pelo sabor, como também pelos nutrientes e principalmente pelo baixo teor de gordura.

Juliana também listou os alimentos que devemos evitar:

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Comida “pesadas’: (carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese). Elas exigem mais do organismo no momento da digestão podendo gerar : mal-estar, indigestão, estufamento e azia.

Frituras: evitar salgados e batatas fritas, que podem causar mal-estar, dores de cabeça, doenças cardiovasculares e aumento na pressão arterial.

Álcool: interfere na hidratação do organismo e no funcionamento dos rins, impedindo as toxinas de deixarem o organismo facilmente.

Sal: evite ao máximo pratos muito salgados e ricos em sódio como peixes em conserva, temperos prontos, embutidos e carnes processadas, molho shoyu e salgadinhos, pois o excesso de sal causa retenção e inchaços .

Sobremesas “pesadas”: opte pela gelatina, picolés e smoothies de frutas, que refrescam de forma bem mais saudável.

“Com a alimentação certa e um corpo bem hidratado, com certeza o seu verão terá outro sabor”, finaliza a nutricionista.