Arquivo da tag: seios

Procedimento de implante está entre os mais realizados no país, mas pode ter complicações

As cirurgias estéticas são um fenômeno mundial e, no Brasil, os números são um reflexo desta onda e, ao total, conta com 2.565.675 procedimentos estéticos, cirúrgicos ou não, sendo as principais intervenções realizadas a lipoaspiração, o implante nos seios e a abdominoplastia.

Famoso entre celebridades e grandes personalidades nacionais e internacionais, o implante de silicone nos seios está na lista de procedimentos favoritos entre a população brasileira, porém vale ressaltar que esse tipo de intervenção possui riscos e contraindicações como qualquer outra cirurgia. Segundo Vivian Milani, médica radiologista especializada em mamas, que atua na Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), apesar de se tratar de um procedimento comum e considerado seguro, com uma porcentagem de risco de apenas 2%, existem algumas complicações que podem decorrer da colocação das próteses, quando nem tudo sai como esperado.

“Com o passar dos anos, os implantes podem apresentar, roturas (rompimento de alguma estrutura anatômica), contratura (rejeição) ou até uma mudança do eixo da prótese (rotação), por exemplo. Essas alterações podem evoluir lentamente para rupturas maiores, causando dor e desconforto”, destaca.

Trocar ou retirar?

Ainda de acordo com Milani, a retirada das próteses acontece em casos mais extremos, mas existem, sim, fatores que podem contribuir para este caminho, principalmente quando surgem essas ou outras complicações decorrentes da cirurgia, como é o caso de infecções, contratura, rotura e até mesmo dificuldade na cicatrização causada pelo volume muito grande da prótese. Além disso, por questões estéticas, muitas mulheres decidem voltar atrás e realizar a retirada. “Algumas ficam insatisfeitas com o tamanho das próteses, outras ganham peso, o que resulta no aumento do volume das mamas e, em alguns casos, também há o medo de desenvolver outras doenças associadas ao silicone”, completa a médica radiologista.

Entretanto, a situação é mais crítica quando há o agravamento de quadros como o desenvolvimento de linfoma anaplásico de grandes células, infecção na mama resistente ao tratamento, rompimento ou contratura. Nestes casos, o explante mamário deve ser feito o quanto antes, sendo realizado por meio de um procedimento cirúrgico no qual, em geral, pode-se usar a mesma cicatriz feita para a colocação da prótese de silicone.”

Cuidados básicos

Para evitar ser surpreendida por dores, incômodos ou complicações mais sérias, Milani afirma ser essencial o acompanhamento da prótese por meio de exames de rotina, como ultrassom e mamografia e até mesmo ressonância magnética. Também vale considerar que próteses mais antigas possuem data de validade e devem ser trocadas no período de 10 a 25 anos. “Já os implantes mais recentes, chamados de texturizados (feitos de gel coesivo), geralmente não necessitam ser trocadas tão cedo, embora uma consulta com o médico que realizou o procedimento possa ser realizada a cada 10 anos, com o intuito de garantir que tudo está dentro do esperado.”

Além disso, a médica alerta que a cirurgia, que geralmente se configura como um procedimento seguro de acordo com as indicações de um profissional adequado e especializado, não é indicada para pessoas menores de 16 anos, gestantes e lactantes, pacientes com tumores nas mamas sem o tratamento adequado ou com doenças reumáticas como lúpus eritematoso e artrite reumatoide.

Fonte: FIDI

O que acontece aos seios quando se para de usar sutiã

Como a pandemia do coronavírus continua em todo o mundo e com a incerteza sobre o que o “novo normal” acarretará, muitas de nós com seios temos uma certeza: eles estão finalmente livres. Sim, depois de muitos anos trancados em uma “prisão”, trabalhar e permanecer dentro de casa nos permitiu chutar nossos sutiãs para o meio-fio. O consenso parece ser que, se você não vai a lugar nenhum, não precisa usar sutiã. Apenas deixe esses bebês respirarem e fazerem suas coisas.

Mas, embora a vida sem sutiã seja confortável, ela levanta a questão: evitar meu sutiã afeta meu corpo de alguma forma? Respostas curtas de especialistas: sim e não. Então vamos desembrulhar isso, vamos?

Não usar sutiã fará com que meus seios caiam?

Para entender como os sutiãs afetam nossos seios, é importante entender como eles foram criados. De acordo com a empresa de roupas Hunkemöller, sediada em Amsterdã, os sutiãs podem ser datados de 2.500 aC, quando as mulheres usavam um cinto parecido com um espartilho que empurrava seus seios nus para cima. O primeiro sutiã moderno surgiu pela primeira ver na Feira Mundial de 1889, quando a inventora francesa Herminie Cadolle decidiu cortar o espartilho em duas partes, dando à parte superior as alças que conhecemos hoje.

Então, em 1913, Mary Phelps Jacobveio e aperfeiçoou o que a Cadolle havia começado, criando o tipo de sutiã mais usado que vemos hoje no mercado. Mas, embora essas inovações ao longo do tempo tenham sido criadas para manter os seios no lugar e criar a silhueta desejada, em nenhum lugar está escrito que foram feitas para evitar a flacidez. Provavelmente porque eles foram projetados principalmente com a estética em mente.

Como disse Mary Jane Minkin, professora clínica de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina da Universidade de Yale, ao site Prevention, não há evidências de que os sutiãs evitem a flacidez. Tampouco o mito de que usar sutiã ao ir para a cama para manter os seios bem formados e empinados.

Sem músculos

Laura Tempesta, especialista em sutiãs e fundadora da grife Bravolution, ecoa esse sentimento, lembrando uma entrevista com o CEO da Platex, John Dixey, para um documentário chamado “Bras — The Bare Facts”, onde ele disse: “Não temos evidências de que usar sutiã poderia prevenir a flacidez , porque o seio em si não é um músculo, então mantê-lo tonificado é impossível. ”

“Seios erguidos são considerados atraentes em nossa cultura, por isso usar sutiã é um desenvolvimento cultural”, disse Laura à HelloGiggles. No entanto, tipos específicos de sutiãs, como os esportivos, foram desenvolvidos para funcionalidade, suporte e conforto durante o exercício. “Existem muitos estudos científicos que mostram a necessidade de usar um sutiã esportivo durante a atividade física.”

Um estudo feito pela professora Joanna Wakefield-Scurr, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, descobriu que os seios podem pular até 21 centímetros durante o exercício. Esse salto resulta em dor nos seios em 50% das mulheres, não importa se elas usam 40 ou 48. Portanto, seja corrida, yoga ou qualquer outro exercício que possa empurrar seus seios, você definitivamente quer pegar seu sutiã esportivo – pelo menos para evitar dores após o treino.

O uso de sutiã não fará com que os músculos do peito cresçam?

Embora os seios sejam compostos principalmente de tecido adiposo, por baixo, contra a parede torácica, ainda existem ligamentos e o músculo peitoral. Por causa disso, o tamanho dos seios pode ser afetado pelos músculos abaixo. De acordo com a Reuters, o médico e professor de esporte francês Jean-Denis Rouillon, descobriu que quando as mulheres abandonam seus sutiãs, seus seios desenvolvem mais tecido muscular.

A razão para mais tecido muscular, observou ele, é porque os sutiãs enfraquecem os músculos, basicamente dando aos seios a chance de serem preguiçosos. “O sistema de suspensão da mama degenera”, disse Rouillon à Reuters. No entanto, seu estudo de 16 anos com 330 mulheres entre 18 e 35 anos não é exatamente verdadeiro para mulheres de meia-idade, tamanho grande ou que tiveram filhos.

Não usar sutiã aliviará a dor física?

Para algumas mulheres, usar sutiã o dia todo pode causar dores nas costas, no pescoço ou no peito. Um estudo de 2000 publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, dos Institutos Nacionais de Saúde, descobriu que a pressão causada pelo uso de sutiã pode ser tão aguda que pode interromper seu ciclo de sono e ritmo circadiano – mesmo se você tirar o sutiã antes de dormir. “É essencial que os seios descansem adequadamente para se manterem saudáveis”, disse Heidi Lehmann, designer de sutiã Master da Vibrant Body Company, à HelloGiggles.

Como Lehmann explica, ficar sem sutiã dá um fôlego, das glândulas mamárias aos ombros, passando pelo pescoço e caixa torácica. E, considerando que um estudo de 2008 descobriu que 70% das mulheres usam sutiãs que são pequenos demais para elas, só faz sentido que isso possa resultar em dor. “Se você usar sutiã, procure um que restrinja e dê suporte minimamente sem aros”, diz Lehmann. Ou, melhor ainda, pare de adivinhar qual é o tamanho do seu sutiã e peça ajuda a um profissional.

“Há muitas pesquisas por aí que dizem que usar sutiã por longos períodos de tempo não é bom para você”, disse Helena Kaylin, fundadora da Mindd Bra Company, à HelloGiggles. “Além de pesquisas que falam dos benefícios para a saúde dos seios por não usar sutiã, como melhorar a circulação e reduzir a dor no pescoço, para muitas de nós é apenas mais confortável, principalmente em casa.”

De acordo com Helena, algumas pesquisas descobriram que sutiãs causam mais dor nas costas do que ficar sem sutiã – especialmente para mulheres com seios grandes. Em última análise, a dor nas costas causada por sutiãs difere de pessoa para pessoa. Mas se você está sentindo dor nas costas e não consegue identificar a causa de um sutiã que não se ajusta, considere consultar um médico.

Usar sutiã pode causar problemas de pele?

Para muitas pessoas, o suor dos seios é uma coisa real. Mas se seus seios suarem enquanto você usa um sutiã, ele cria uma barreira entre o peito e a parte de baixo do seio. Quando ficamos sem sutiã, essa pele contra pele combinada com o suor pode causar irritações na pele como o intertrigo.

“Intertrigo surge como resultado do contato próximo de duas superfícies da pele por um período prolongado de tempo”, disse Erum Ilyas, dermatologista à HelloGiggles. “Na área ‘inframamária’ (sob os seios, tanto para mulheres quanto para homens) essa prega de pele acumula calor e umidade que podem inflamar e começar a romper a pele. Isso também pode levar a uma infecção secundária”.

De acordo com o Breast Cancer Now, infecções fúngicas e intertrigo sob os seios são “muito” comuns e podem acontecer a qualquer pessoa com seios em qualquer momento de suas vidas. No entanto, quanto maiores os seios, maior a probabilidade de erupções na pele, simplesmente porque há mais espaço para o desenvolvimento de umidade. Além disso, quanto mais tempo houver umidade sob os seios, maior será a probabilidade de alguém desenvolver irritação.

Embora o intertrigo possa ser tratado com um esteroide tópico prescrito pelo seu médico ou mesmo colocando um sutiã de volta por alguns dias para que a pele possa secar, ele ainda pode ser desconfortável e causar coceira. Para algumas pessoas, porém, ter uma coceira e, talvez, um pouco de umidade sob os seios seja um pequeno preço a pagar por deixar seus seios livres da “prisão”. Se os sutiãs são, no final do dia, uma preferência cultural que tem muito menos a ver com dores e sofrimentos, então, talvez ficar sem seja algo que valha a pena considerar em longo prazo. Talvez seja hora de sairmos dessa pandemia balançando – literalmente – e nunca mais voltarmos aos sutiãs do dia a dia.

Fonte: Health

Por que os seios ficam pesados e doloridos? Confira algumas causas e quando procurar médico

No geral, elas desaparecem sozinhas ou com ajuda de medicamentos ou modificações na dieta. Mas fique de olho que, em alguns casos, a consulta médica é fundamental

Em alguns momentos, por uma série de fatores, a mulher pode sentir os seios mais pesados e doloridos. “Variações hormonais, uso de anticoncepcional, gravidez e amamentação são alguns dos principais motivos. A maioria das causas não é motivo de preocupação. Mas, em alguns casos, e dependendo da frequência, é fundamental procurar ajuda médica, pois se for um problema mais sério, pode ser descoberto no começo e tratado de forma mais eficaz”, afirma Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica Gru Saúde.

A maioria dos casos de dor nas mamas desaparece por conta própria, segundo a médica. “Uma pessoa não precisa consultar um médico se a dor desaparecer e não retornar, ou se ela tiver uma dor cíclica e muito leve na mama. No entanto, uma pessoa deve consultar um médico para: sinais de infecção durante a amamentação, especialmente se sentir febre ou mal-estar; intensa dor nas mamas durante ou após a amamentação; um nódulo, especialmente um nódulo duro que não desaparece após o período menstrual; descarga do mamilo; qualquer dor na mama que seja intensa ou insuportável. O rastreamento da dor na mama ao longo do tempo pode ajudar o médico a dar um diagnóstico adequado”, diz.

Abaixo, a especialista aponta as seis principais causas de seios doloridos e pesados:

Mastalgia – o termo se refere justamente à dor nas mamas e existem dois tipos: “A primeira é a dor cíclica da mama, que os períodos menstruais costumam causar. O segundo é a dor não cíclica da mama, que pode vir da mama ou dos músculos e articulações que a circundam”, diz a Dra. Eloisa. A dor cíclica da mama geralmente ocorre no momento da ovulação e continua até o início do ciclo menstrual. Ela pode ocorrer em um ou ambos os seios e pode variar de leve a grave, mas afetar também as axilas. “Já a dor mamária não cíclica não varia com o ciclo menstrual de uma pessoa e ocorre em um único local e não desaparece. Nesse caso, o que gera essa dor está relacionado a um trauma, um golpe e dores artríticas e musculares”, diz a médica. Para o tratamento da dor, a ginecologista indica compressas quentes e medicamentos analgésicos, como ibuprofeno ou acetaminofeno, que podem ajudar na dor cíclica da mama. Algumas dicas para prevenir e aliviar a dor cíclica podem incluir: a redução da ingestão de cafeína, diminuir o consumo de gorduras e aumento na ingestão de alimentos com Vitamina E (amêndoas, castanha-do-pará e semente de girassol).

Infecções – duas infecções comuns que podem causar dor nas mamas são a mastite e infecção por candidíase ou levedura. “A mastite pode ocorrer após um longo período de ingurgitamento ou quando os dutos de leite ficam entupidos. Nesse caso, os sintomas podem incluir: febre, arrepios, uma área quente ou inchada na mama, náusea, fadiga, vômito e descarga amarela do mamilo. O tratamento é feito após avaliação médica e, nesse caso, a paciente deve fazer uso de antibióticos com orientação do ginecologista”, afirma.

Segundo o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, é seguro que uma pessoa continue amamentando se tiver mastite e estiver usando antibióticos. No caso da infecção por candidíase ou levedura, os sintomas podem incluir: mamilos doloridos, mamilos rosados, escamosos, brilhantes, rachados e com coceira, seios doloridos, e no caso de puérperas, ela pode sentir dor intensa na mama após a amamentação e é observado no bebê manchas brancas na língua, gengivas ou bochechas. Medicamentos e substâncias antifúngicas devem ser indicados pelo médico. Para prevenir o problema, é recomendado que as gestantes lavem as roupas em água quente com água sanitária, enxague os mamilos com uma solução de vinagre e água após a alimentação do bebê.

Nódulos fibrocísticos – a doença fibrocística da mama causa nódulos inofensivos nas mamas. Os seios podem parecer pesados ou cheios. “A fibrose ocorre quando há um espessamento do tecido mamário, o que pode causar secreção mamilar e dor”, diz a médica. O tratamento para aliviar os sintomas são compressas quente ou fria, vestir sutiã confortável, evitar excessos de sal, cafeína e gordura na dieta, tomar contraceptivos orais e usar analgésicos. “Se houver um cisto incômodo, o médico poderá drenar o fluido.”

Câncer – a maioria dos cânceres de mama não causa dor. “No entanto, se uma pessoa sentir dor na mama que não desaparece, deve consultar um médico para descartar a possibilidade de câncer.” Outros sintomas incluem: secreção mamilar sangrenta, alterações na pele ao redor do mamilo ou o mamilo virando para dentro, calor ou prurido nos seios (embora possa ser mastite), espessamento da pele com textura semelhante a casca de laranja, inchaço ou caroços que aparecem ao redor da clavícula e axilas, nódulo que geralmente é duro e indolor. O tratamento geralmente envolve: remover todo o tumor, o que pode resultar em uma mastectomia (retirada do seio); quimioterapia, que pode encolher o tumor; e radioterapia, que pode destruir as células cancerígenas. “Nesse caso, a consulta com o médico é fundamental o quanto antes. Por esse motivo, ressaltamos a importância de manter os exames em dia e fazer o autoexame das mamas”, finaliza a ginecologista.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Prótese de silicone: três situações que exigem a substituição

O cirurgião plástico Regis Ramos tira algumas dúvidas sobre o assunto e comenta qual é o momento certo para essa troca.

Segundo dados da Sociedade internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), em 2018, o Brasil realizou 1.498.327 procedimentos estéticos, seguido de Estados Unidos, Alemanha e Itália, tornando assim um dos líderes em número de cirurgias plásticas no mundo. A pesquisa mostra que a demanda das mulheres por mudança é muito maior do que a dos homens, elas representam 87,4% dos pacientes.

A cirurgia de implante para aumento de mamas foi a mais procurada e realizada em 2018 de acordo com o levantamento global. No total, foram 1.841.098 procedimentos feitos com silicone para os seios. Embora seja um desejo de muitas mulheres, quem deseja aumentar os seios deve estar atenta não somente ao pós-operatório, mas também ao prazo de validade do silicone.

De acordo com Regis Ramos, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, próteses antigas devem ser revisadas no prazo de 10 a 15 anos. “Diferente das próteses atuais que, com a evolução da tecnologia na fabricação, proporcionou aos pacientes um período de durabilidade maior, podendo desde que faça um acompanhamento periódico com o médico permanecer sem a necessidade de troca ou seja a vida toda”, explica.

Segundo o especialista, é necessário um acompanhamento anual com cirurgião plástico, ginecologista ou mastologista para avaliação como o exame físico e exames de imagem, ultrassonografia de mama, mamografia ou ressonância magnética para evitar ou detectar possíveis anormalidades. Um dos pontos mais importantes é avaliar se há contratura capsular, ruptura e/ou rippling, que é quando a prótese dobra ou cria uma ondulação na região superior da mama.

Os pacientes devem ficar atentos em alguns sinais, destaca o médico:

Pexels

1- Endurecimento das mamas que chamamos de contratura cápsula que pode apresentar diferentes graus;

2- Ruptura da prótese que apesar de ser rara pode acometer 1% das pacientes;


3- Observar nas primeiras semanas de cirurgia se a vermelhidão das mamas e se apresenta aumento da temperatura corporal (febre).

Hoje a maioria das trocas de prótese de mama acontecem pela mudança do corpo. “Como aumento do peso, insatisfação com o tamanho ou pela flacidez da mama ou em casos de complicação, como contratura cápsula ruptura da prótese ou infecção”, finaliza Ramos.

Fonte: Regis Ramos é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Natural de Uberlândia-MG, desembarcou no Rio de Janeiro em 1998 para cursar medicina e realizar seu sonho de ser cirurgião plástico, após fazer sua residência na capital por 6 anos. Consagrado pelas cirurgias realizadas em grandes nomes no meio artístico. Atende e opera no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

O que faz você sentir seios pesados e doloridos, e quando procurar o médico

No geral, elas desaparecem sozinhas ou com ajuda de medicamentos ou modificações na dieta. Mas fique de olho que, em alguns casos, a consulta médica é fundamental
Variações hormonais, uso de anticoncepcional, gravidez e amamentação são alguns dos principais motivos que levam uma mulher a sentir dor nos seios, que também podem ficar “pesados”.

“Não é motivo de preocupação, a maioria das causas. Mas em alguns casos é fundamental procurar ajuda médica, pois se for um problema mais sério, pode ser descoberto no começo e tratado de forma mais eficaz”, afirma a médica ginecologista Ana Carolina Lúcio Pereira, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

“A maioria dos casos de dor no peito desaparece por conta própria. Uma pessoa não precisa consultar um médico se a dor desaparecer e não retornar, ou se ela tiver uma dor cíclica na mama que não é insuportável. No entanto, uma pessoa deve consultar um médico para: sinais de infecção durante a amamentação, especialmente se sentir febre ou mal-estar; intensa dor no peito durante ou após a amamentação; um nódulo no peito, especialmente um nódulo duro que não desaparece após o período de uma pessoa; descarga do mamilo; qualquer dor no peito que seja intensa ou insuportável. O rastreamento da dor no peito ao longo do tempo pode ajudar o médico a dar um diagnóstico adequado. É importante informar o médico se a dor piorou progressivamente ou se apareceu pela primeira vez após uma lesão”, acrescenta a ginecologista.

Abaixo, a especialista aponta as seis principais causas de seios doloridos e pesados:

mulher seios maos

1. Mastalgia – o termo se refere justamente à dor nas mamas e existem dois tipos: “A primeira é a dor cíclica da mama, que os períodos menstruais costumam causar. O segundo é a dor não cíclica da mama, que pode vir da mama ou dos músculos e articulações que a circundam”, diz Ana Carolina. A dor cíclica da mama geralmente ocorre no momento da ovulação e continua até o início do ciclo menstrual. Ela pode ocorrer em um ou ambos os seios e pode variar de leve a grave, mas afetar também as axilas. “Já a dor mamária não cíclica não varia com o ciclo menstrual de uma pessoa e ocorre em um único local e não desaparece. Nesse caso, o que gera essa dor está relacionado a um trauma, um golpe no peito e dores artríticas e musculares”, diz a médica. Para o tratamento da dor, a ginecologista indica compressas quentes e medicamentos analgésicos, como ibuprofeno ou acetaminofeno, que podem ajudar na dor cíclica da mama. Algumas dicas para prevenir e aliviar a dor cíclica podem incluir: a redução da ingestão de cafeína, diminuir o consumo de gorduras e aumento na ingestão de alimentos com Vitamina E (amêndoas, castanha-do-pará e semente de girassol).

seios exame corpo

2. Gravidez – por conta de todas as mudanças hormonais que ocorrem na gestação, os seios podem parecer macios ou pesados durante a gravidez, inclusive no primeiro trimestre. “A progesterona pode causar sensibilidade mamária. Esse hormônio ajuda a manter a gravidez e também aumenta na segunda metade do ciclo menstrual de uma pessoa. À medida que a gravidez avança, os seios crescem. Esse crescimento pode causar dor se o sutiã da paciente estiver muito apertado. Isso também pode fazer com que os seios pareçam mais pesados, potencialmente causando dores nos ombros e nas costas”, diz a médica. Quando os seios começam a produzir leite, isso pode causar sensações incomuns no peito ou uma sensação de saciedade ou peso. “Às vezes, também pode causar dor”. No caso do tratamento, é aconselhável usar um sutiã mais específico de maternidade, que se encaixa corretamente e pode ajudar a aliviar qualquer dor. De acordo com uma revisão sistemática de 2016, uma pessoa também pode tentar aplicar compressas frias e quentes intermitentemente nas áreas doloridas por 20 minutos duas vezes por dia para reduzir a dor. “A dor geralmente não é tão grave para exigir medicação”, diz a ginecologista.

amamentação mãe pixabay
Foto: Pixabay

3. Amamentação – após o parto, a amamentação pode ser dolorosa e os seios de uma pessoa podem parecer pesados. “A mãe e o bebê precisam se acostumar com o fluxo da produção de leite e com uma nova rotina. Após as primeiras 48 horas, pode ocorrer ingurgitamento, quando os seios ficam pesados e cheios de leite. Os seios podem parecer grandes enquanto se sentem cheios, pesados e muito sensíveis”, diz a médica. Para tratar esse tipo de dor, a médica sugere que a mãe amamente ou expresse leite a cada 2 horas; massageie os seios suavemente; use compressas quentes, como toalhas quentes, antes da amamentação; expresse um pouco de leite para suavizar a área ao redor dos mamilos e incentivar o bebê a se agarrar; use uma compressa fria, como um saco de legumes congelados envolto em toalha, após as refeições.

mastite dourados news
Dourados News

4. Infecções – duas infecções comuns que podem causar dor no peito são a mastite e infecção por candidíase ou levedura. “A mastite pode ocorrer após um longo período de ingurgitamento ou quando os dutos de leite ficam entupidos. Nesse caso, os sintomas podem incluir: febre, arrepios, uma área quente ou inchada no peito, náusea, fadiga, vômito e descarga amarela do mamilo. O tratamento é feito após avaliação médica e, nesse caso, o paciente deve fazer uso de antibióticos com orientação do ginecologista”, afirma. Segundo o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, é seguro que uma pessoa continue amamentando se tiver mastite e estiver usando antibióticos. No caso da infecção por candidíase ou levedura, os sintomas podem incluir: mamilos doloridos, mamilos rosados, escamosos, brilhantes, rachados e com coceira, seios doloridos, e no caso de puérperas, ela pode sentir dor intensa no peito após a amamentação e é observado no bebê manchas brancas na língua, gengivas ou bochechas. Medicamentos e substâncias antifúngicas como a violeta genciana devem ser indicados pelo médico. Para prevenir o problema, é recomendado que as gestantes lavem e roupas em água quente com água sanitária, enxague os mamilos com uma solução de vinagre e água após a alimentação do bebê.

autoexame seios cancer rivermedical

5. Peitos fibrocísticos – a doença fibrocística da mama causa nódulos inofensivos nas mamas. Os seios podem parecer pesados ou cheios. “A fibrose ocorre quando há um espessamento do tecido mamário, o que pode causar secreção mamilar e dor no peito”, diz a médica. O tratamento para aliviar os sintomas são compressas quente ou fria, vestir sutiã confortável, evitar excessos de sal, cafeína e gordura na dieta, tomar contraceptivos orais e usar analgésicos. “Se houver um cisto incômodo, o médico poderá drenar o fluido.”

cancer de mama

6. Câncer – a maioria dos cânceres de mama não causa dor. “No entanto, se uma pessoa sentir dor no peito que não desaparece, deve consultar um médico para descartar a possibilidade de câncer”. Outros sintomas incluem: secreção mamilar sangrenta, alterações na pele ao redor do mamilo ou o mamilo virando para dentro, calor ou prurido nos seios (embora possa ser mastite), espessamento da pele com textura semelhante a casca de laranja, inchaço ou caroços que aparecem ao redor da clavícula e axilas, nódulo no peito que geralmente é duro e indolor. O tratamento geralmente envolve: remover todo o tumor, o que pode resultar em uma mastectomia (retirada do seio); quimioterapia, que pode encolher o tumor; e radioterapia, que pode destruir as células cancerígenas. “Nesse caso, a consulta com o médico é fundamental o quanto antes. Por esse motivo, ressaltamos a importância de manter os exames em dia e fazer o autoexame das mamas”, finaliza a ginecologista.

Fonte: Ana Carolina Lúcio Pereira é ginecologista, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), especialista em Ginecologia Obstetrícia pela Associação Médica Brasileira e graduada em Medicina pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro em 2005. Especialista em Medicina do Tráfego pela Abramet, a médica realiza consultas ginecológicas, obstétricas e cirurgias, atuando na prevenção e tratamento de doenças gineco-obstétricas com foco em gestação de alto risco.

Dia Nacional da Mamografia: descubra algumas curiosidades sobre o exame

Hoje, 5 de fevereiro, é o Dia Nacional da Mamografia, data comemorada desde 2013 que tem como objetivo ressaltar a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama, uma das principais causas de morte no Brasil entre mulheres.

Segundo estudos, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 95%. Apesar das campanhas divulgadas constantemente sobre o assunto pela mídia e órgãos de saúde, algumas pessoas costumam ter dúvidas sobre o exame. Pensando nisso, André Mattar, médico mastologista do Laboratório Rocha Lima, listou alguns tópicos importantes sobre a Mamografia:

– Como é feita a mamografia?

mamografia-1
Muita gente tem receio de fazer o exame, seja por medo de sentir dor ou até mesmo em ver o resultado, mas na verdade a mamografia é um exame rápido e simples. A mama é posicionada no mamógrafo, um aparelho que usa a mesma radiação do raio-x tradicional, e capta quatro imagens, sendo duas de cada mama. O seio é pressionado por um curto período. Após a mamografia, outros exames são solicitados pra um diagnóstico mais preciso.

– Existe alguma idade mais indicada para o exame?

mamografia-2
Por ser um exame essencial, todas as mulheres devem fazer o exame de mamografia, principalmente no caso de mulheres após os 40 anos de idade. Antes de chegar aos 40, um exame a cada três anos é o ideal. Ao completar os 70 anos de idade, a mamografia deve ser feita com indicações médicas.

– Homens também devem fazer o exame de mamografia?

exame homem healthline
Healthline

É raro encontrar homens que tiveram câncer de mama, tanto que eles correspondem apenas entre 0,5 a 1% dos casos. Porém, segundo pesquisas feitas nos último 25 anos, foi constatado um aumento de aproximadamente 26% nas incidências do câncer de mama em homens. Além disso, a mamografia acaba sendo mais precisa nos homens do que nas mulheres, já que eles não possuem mamas densas ou outras alterações que possam interferir no exame.

– O tamanho do peito influencia em algo?

mamografia
Mulheres com peitos avantajados e principalmente que estão abaixo dos 40 anos precisam ter um cuidado maior, já que o tecido mamário pode dificultar a visualização do mamógrafo.

– Quem tem prótese de silicone pode realizar a mamografia?

seios corpo exame breast-lift
Pode, mas no caso de mulheres com implante de silicone é necessário que sejam feitas duas manobras a mais, uma em cada mama, para que seja possível analisar o tecido mamário com precisão. A compressão que é feita durante a mamografia também não causa nenhum dano na prótese.

Fonte: André Mattar é médico mastologista do Laboratório Rocha Lima, Doutor pela Universidade Federal de São Paulo – Unifesp, especializado em Mastologia. Atualmente, é responsável pelos núcleos de oncologia clínica e lesões não palpáveis do Hospital Pérola Byington.

 

Levantar os seios, colocar implante ou fazer preenchimento: entenda as diferenças

Silicone não é a única alternativa para quem quer realçar os seios

O procedimento mais falado para mudar a insatisfação da mulher com as medidas do sutiã é o implante de silicone, mas essa não é a única solução e pode até não ser a mais indicada para todos os casos. As alternativas são a lipoenxertia e a mastopexia, que colocam ‘tudo no lugar’ com um menor risco de rejeição. Pedro Lozano, cirurgião plástico integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica tudo sobre cada método.

A primeira alternativa é o implante de silicone. Esse método proporciona aumento do volume, forma e tamanho das mamas. “Com a grande variedade de formatos e volumes de implantes disponíveis no mercado, conseguimos um resultado bastante satisfatório. Analisamos sempre o perfil da paciente e decidimos em conjunto qual o mais indicado”, conta o doutor.

Outra opção é a enxertia de gordura. Essa técnica é comumente associada com a lipoaspiração. A gordurinha que está sobrando em um lugar é aplicada em outro para dar contorno e realçar o corpo. “São práticas muito usadas em conjunto por se complementarem e o resultado é ótimo, com risco mínimo de rejeição”, afirma o especialista.

Já a mastopexia não muda o volume dos seios. O cirurgião trabalha com o tecido das mamas para levantar e ajustar, dando um aspecto natural e removendo a flacidez. “Esse procedimento é muito usado em caso de emagrecimento, gravidez e pós-amamentação, ou como consequência da idade. É como voltar no tempo e recuperar os seios da fase jovem da mulher”, indica Lozano.

A combinação das técnicas também é bastante solicitada. “É possível fazer o levantamento das mamas e o implante mamário no mesmo procedimento”, explica Lozano. É comum as mães solicitarem esses dois métodos ao final do período de amamentação, para deixar os seios mais firmes e volumosos.

Diante de tantas variáveis, o melhor é contar com um profissional de confiança para essa avaliação em conjunto e, assim, decidir qual a opção mais adequada para o tipo físico da paciente.

seios corpo mulher

“Há sempre a preocupação de adequar os procedimentos com a expectativa da paciente. Procuro explicar muito bem e sanar todas as dúvidas para só então decidir o que fazer para alcançar o resultado desejado. O importante é a paciente sair satisfeita e com a autoestima reestabelecida. A confiança e a autoimagem de uma mulher são fundamentais para uma vida saudável”, finaliza o cirurgião.

Fonte: Pedro Lozano é integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, possui graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Residência (Especialização) em Cirurgia Geral: Faculdade de Medicina de Botucatu – Unesp, Botucatu, Residência Médica (Especialização) em Cirurgia Plástica pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), Título de Especialista em Cirurgia Plástica: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – SBCP, é Professor de Habilidades Cirúrgicas da Universidade Cidade de São Paulo – (Unicid). Diretor e responsável técnico da Clínica Vix – Medicina & Saúde.

Outubro Rosa: cosméticos voltados ao cuidado dos seios estimulam autoexame

Outubro Rosa é um movimento que pretende conscientizar as mulheres sobre a importância de se realizar anualmente o exame preventivo para monitorar a saúde das mamas. O câncer de mama é o tipo de câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo, com cerca de 460 mil mortes pela doença por ano.

Por isso, é importante que a doença seja diagnosticada cedo e o melhor modo de acompanhar o desenvolvimento do câncer de mama, além de exames preventivos como a mamografia, é pelo autoconhecimento e autoexame das mamas, que é feito através do toque. Pensando em uma forma de valorizar o toque e estimular o autoexame das mamas, a especialista em Estética e Cosmetologia Isabel Piatti, embaixadora do Centro e Instituto Internacional de Aprimoramento e Pesquisas Científicas (CIA) e Membro do Conselho Científico da Academia Brasileira de Estética Científica (ABEC), criou a campanha Estética Humanizada que agora foi reforçada com o lançamento de três produtos da linha Humanizar.

“A importância do toque vai muito além do diagnóstico da doença, já que este reduz o cortisol, hormônio ligado ao estresse, e ajuda a estimular a parte do sistema nervoso que acalma o corpo e a mente”, diz a especialista.

Um estudo realizado pelo Touch Research Institute, da Universidade de Miami, apontou também que o toque, quando aplicado através de massagem terapêutica, aumenta a função imune elevando, por exemplo, o número de células de defesa em pessoas com HIV ou câncer. Porém, o toque entre as pessoas, assim como o autoexame, está ficando cada vez mais obsoletos hoje em dia.

Segundo Isabel, a campanha tem o objetivo de humanizar a preciosidade do toque na rotina da esteticista e também estimular o autocontato da paciente em casa, com massagens relaxantes, principalmente na hora do autoexame contra o câncer de mama. Para alcançar este objetivo, os três cosméticos da Linha Humanizar são voltados para o autocuidado das mamas para que, ao passá-los, a mulher realize, consequentemente, o ato de tocar-se e o autoexame.

Sérum

humanizar_serum.png

O primeiro desta série de produtos cosméticos da Linha Humanizar é o Sérum de ação firmadora, rico em ativos voltados para o tratamento e a prevenção da flacidez das mamas. Podendo ser utilizado com manobras de massagem manual e também associado a eletroterapia, o produto proporciona o aumento da elasticidade da pele, deixando-a mais firme, além de reduzir o risco de flacidez após dietas e tratamentos estéticos redutores.

“O Humanizar Sérum conta com Pró TG3 em sua fórmula, um complexo de vitaminas e ômegas com ação firmadora, anti-inflamatória e hidratante que combate a flacidez e evita o ressecamento da pele. Entre os ativos presentes no Pró TG3 estão o Ômega 3, que promove o aumento das fibras colágenas e elásticas, Ômega 6, responsável por restaurar a função da barreira cutânea e reduzir a perda d’água pela pele, Ômega 9, cicatrizante e regenerador tecidual, Vitamina E, antioxidante e umectante que ativa a microcirculação e retarda o envelhecimento, e a Vitamina C, que possui intensa ação antioxidante, amenizando os danos causados pela radiação ultravioleta e retardando o envelhecimento”, destaca a especialista. Para utilizar o produto, deve-se aplicar 15 gotas do sérum em cada mama, realizando movimentos de massagem até completa absorção.

Mask

humanizar_mask

Já o segundo é o Humanizar Máscara de efeito Peel Off, com propriedades tensoras especialmente desenvolvida para ser usada nas mamas. De fácil aplicação e remoção, o produto proporciona efeito lifting e rejuvenescedor de forma imediata. O Humanizar Máscara é enriquecido com dois importantes ativos: Argila Vermelha e Raffermine. “A Argila Vermelha é um ingrediente de origem natural que promove o equilíbrio da pele, estímulo da circulação sanguínea e a nutrição dos oligoelementos. Além disso, o ativo atua no aumento da elasticidade da pele, com ação antipoluição e efeito detox e tensor.

Já o Raffermine são frações especiais da soja com enzimas e proteínas semelhantes às da pele, sendo assim metabolizado pelas células como nutriente. Desse modo, o ativo estimula a síntese de colágeno I, aumenta a elasticidade do tecido e previne a degradação das fibras colágenas e de elastina, atuando assim contra rugas, estrias e flacidez”, completa Isabel Piatti. Devendo ser usado após o Humanizar Sérum, o produto precisa ser aplicado sobre toda a área das mamas e colo em uma camada homogênea. Então, deve-se aguardar cerca de 20 minutos até a secagem completa da máscara para, em seguida, removê-la.

Cada dia

humanizar_cada_dia

E, por fim, o produto cosmético Humanizar Cada Dia, um creme de aplicação diária desenvolvido para prevenir e tratar a flacidez das mamas. “Com bases biocompatíveis e livre de xenobióticos, o Humanizar Cada Dia possui uma série de ativos que ajudam no tratamento da flacidez, como o DMAE, que exerce efeito tensor na pele, proporcionando elasticidade, firmeza e tonicidade e corrigindo estrias e flacidez, além de possuir potente ação antioxidante e alto poder de absorção pelo tecido epitelial. O produto conta ainda com Exsy-ARL, um pseudodipeptídeo com ação antipoluição, antiglicante e efeito detox que combate o estresse oxidativo e elimina a formação de radicais livres, protegendo a membrana celular e, consequentemente, impedindo as ligações cruzadas nas proteínas, que degradam as fibras colágenas”, explica a criadora da linha.

O produto deve ser aplicado diariamente nas mamas, regiões axilares e posterior de braço previamente limpos e secos, com manobras de massagem até completa absorção do produto.

Os três cosméticos da linha Humanizar, relacionados à campanha estética Humanizada, são dermatologicamente testados, livre de substâncias alergênicas e potencialmente cancerígenas, e indicados para todos os tipos e fototipos de pele, podendo ser usados inclusive durante a gestação.

Onde encontrar: BuonaVita

Fonte: Isabel Luiza Piatti é especialista em Estética e Cosmetologia, embaixadora do CIA – Centro e Instituto Internacional de Aprimoramento e Pesquisas Científicas, Membro do Conselho Científico da Academia Brasileira de Estética Científica – ABEC. Profissional Aisthesis. Tecnóloga em Estética e Imagem Pessoal. Técnica em Estética. Pós-Graduanda em Estética e Exercício Físico na Saúde da Mulher. Especialista em Cosmetologia. Especialização em Escolas de Estética e Terapias Alternativas na Europa, na área Facial, Corporal e Bem-Estar.

Mamoplastia redutora: cirurgia indicada quando os seios prejudicam a mulher

Procedimento consiste na retirada de parte das mamas e diminui incômodo de postura e coluna

Mulheres que possuem seios muito grandes sofrem desconforto físico e estético. Para amenizar dores nas costas e desvios posturais devido ao peso das mamas, muitas delas recorrem a mamoplastia redutora, procedimento cirúrgico que diminui o volume e o peso dos seios. A cirurgia é indicada para mamas que ao longo dos anos apresentam ptose (queda) e geram incômodo na postura e na coluna da paciente.

A quantidade de mama retirada depende do tamanho dos seios, da dimensão torácica e do objetivo final da paciente. “A mamoplastia redutora consiste na retirada do excesso de gordura, pele e do tecido glandular dos seios. Tudo conforme a estrutura física da mulher”, explicou o cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Tiago André Ribeiro. “Em alguns casos a paciente apresenta seios assimétricos ou tem o tamanho da auréola exagerado em comparação à mama. Isso pode ser corrigido na cirurgia”, completou.

mamoplastia-2

Para a realização do procedimento, o ideal é que a paciente tenha as mamas completamente desenvolvidas, o que acontece a partir dos 18 anos. Segundo o cirurgião plástico, a redução mamária ainda pode dificultar ou impossibilitar a amamentação no futuro. “É recomendável fazer a cirurgia depois da paciente já ter tido filhos. A amamentação pode mudar o formato dos seios já operados e diminuir os efeitos da cirurgia”.

Antes de iniciar todo o procedimento estético, o cirurgião irá requerer exames de mamografia, ultrassonografia e exames laboratoriais completos de urina e sangue. “Também são pedidos exame cardiológico e de coagulação para fazer parte da avaliação pré-operatória”, concluiu o cirurgião.

Técnica

O procedimento mais usado é o que utiliza uma incisão em formato de “T” invertido. A incisão é feita ao redor da aréola e desce até o sulco mamário, onde corre horizontalmente. ”Se a mama for muito grande, pode ocorrer a retirada do mamilo e da auréola, que serão recolocados depois. A mama será remodelada para ficar com o formato de cone, que é a forma natural dos seios”, afirmou o cirurgião.

A cirurgia tem tempo médio de três horas e o período de internação da paciente é, geralmente, de 24 horas. O resultado da mamoplastia aparece depois dos primeiros 30 dias, com a diminuição do inchaço, mas é entre o 6º e o 12º mês que os seios ganham formas definitivas de consistência, volume e sensibilidade.

mamoplastia

Fonte: Tiago Ribeiro – Cirurgião Plástico especialista pelo Hospital Santa Marcelina, de São Paulo,  é graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL); membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atende nas cidades de: Toledo e Marechal Cândido Rondon. Mais informações no site.

Talika lança o bust Phytoserum

A fórmula perfeita para os seios – volume, elevação e firmeza

A marca francesa Talika lança Bust Phytoserum, um revolucionário soro que promove maior volume e firmeza dos seios.  Inspirado na medicina Ayurvedica, em sanscrito sginifica Vida (Ayur) e Ciência (veda), o Bust Phytoserum é um soro especialmente desenvolvido para promover um efeito push-up em seios pequenos e médios.

Os principais ingredientes promovem benefícios surpreendentes, começando pelo Guggul (Commiphora mukul), uma resina que é tradicionalmente usada na medicina Ayurvedica e que atua na redução das rugas, promovendo um volume natural nas células adiposas e restaurando a energia das celulas da pele.

Este ingrediente é complementado com o complexo botanico de Mangostão, Marmelo e Algas Marinhas que tem ação antioxidante, antienvelhecimento, dando maior firmeza aos tecidos. A hidratação da pele é reforçada pela presença do ácido hialurônico.

Resultados comprovados por testes
** Volume: 71% das voluntárias relataram aumento dos seios
** Firmeza: 71% das voluntárias relataram que os seios ficaram mais tonificados
* Elevação: 66% das voluntárias sentiram os seios mais levantados
* Teste de satisfação – 30 voluntárias – 42 dias
** Teste clínico – % de mulheres que relataram aumento do seio e firmeza – 30 voluntárias – 28 dias
Produto não indicado para uso de mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

bust_phytoserum

Talika Phyto Bust Serum: R$ 253,00 para 50 ml.

SAC: 0800.163434