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Momil Alimentos lança nova receita de produtos em versão 100% natural e sem transgênicos

Indústria, que tem sede em Gaspar (SC) e é voltada à produção de polentas congeladas além de linha seca com farinhas de milho, renova receitas e investe em produtos de fórmula vegana. Estratégia comercial também inclui mudanças nas embalagens dos produtos

Promover mudanças em uma empresa alimentícia que tem 95 anos de trajetória não é das tarefas mais fáceis – mas quando o processo está bem alinhado e as questões de saúde do consumidor falam mais alto, as transformações acabam sendo um marco positivo e promovem um salto de qualidade em todos os sentidos. É esse caminho que vem trilhando a Momil Alimentos, indústria sediada em Gaspar (SC), especializada na produção de polentas congeladas e farinhas de milho.

Agora, as polentas congeladas e a linha seca de farinhas de milho Momil são 100% naturais, consideradas veganas. Não possuem conservantes, nem glúten, nem colesterol, além de não carregarem em sua composição matéria-prima transgênica. “Percebemos a necessidade de fazer essas alterações na fórmula dos nossos produtos para dar mais segurança à saúde do consumidor. Queremos levar à mesa do consumidor polentas e farinhas de milho com ainda mais qualidade, saborosos e que não lhe causem danos a longo prazo”, comenta Edemar Ênio Wieser, diretor da indústria.

O crescimento do mercado de produtos saudáveis no Brasil também foi determinante na decisão da indústria em produzir produtos livres de aditivos químicos. Uma pesquisa da Euromonitor International (empresa de pesquisa de mercado) aponta que, entre 2015 e 2020, o setor de alimentos e bebidas saudáveis cresceu 33% no país, que ocupa a sétima colocação do mercado mundial deste segmento. “O estudo também indica um crescimento de mais 27% deste mercado até 2025. Ou seja, é importante seguirmos essa tendência, até porque o consumidor percebeu o quanto a alimentação saudável pode estar aliada à praticidade, com ganhos para sua qualidade de vida”, destaca Edemar.

Mudança por dentro, mudanças por fora

Além da mudança na fórmula dos produtos, outra marca dessa nova fase da Momil são as embalagens. A linha seca de farinhas ganha um pacote que facilita a exposição dos produtos nos pontos de venda. “A proposta é que as embalagens fiquem nas gôndolas na posição vertical, de forma que a visualização das farinhas de milho fique mais ao alcance do consumidor”, explica o diretor da Momil. Outra mudança é o destaque para os selos das novas receitas.

“As informações da nova fórmula estão bem evidentes. O indicativo de produto 100% natural ficou realçado na embalagem, além dos ícones que informam a receita vegana, livre de conservantes e todos os demais atributos que fazem do nosso produto uma opção saudável para a mesa do brasileiro”, esclarece Edemar.

Informações: Momil Alimentos

Flormel ensina como fazer Cheesecake Romeu e Julieta

A Flormel ensina o passo a passo de como fazer Cheesecake Romeu e Julieta. Na receita usamos a goiabada cremosa que apresenta diversos benefícios para quem possui uma dieta restritiva ou apenas deseja cuidar da saúde. O potinho é zero adição de açúcares, glúten e adoçado com taumatina. Não eleva a glicemia, não tem calorias e nem sabor amargo, podendo ser consumida por qualquer pessoa, incluindo diabéticos, gestantes, crianças e idosos. Vamos à receita?

Cheesecake Romeu e Julieta

Ingredientes da massa:
180g de farinha de amêndoas
1 ovo
1 colher de sopa de manteiga ghee

Modo de preparo da massa:
Em um recipiente, adicione todos os ingredientes e misture bem até formar uma massa
Modele em uma assadeira de fundo removível e leve para assar em forno preaquecido 180ºC em média por 15 minutos. Tire do forno e deixe esfriando.

Ingredientes do recheio:
400g de creme de ricota
340g de iogurte natural
12g de gelatina sem sabor hidratada
1 colher de sopa de extrato de baunilha
80g de xilitol

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador

Ingredientes da calda:
1 pote de goiabada Flormel
50ml de água

Modo de preparo:
Leve a goiabada com a água ao fogo baixo, mexer até começar a ferver, desligue e reserve.

Montagem:
Coloque o recheio na massa e leve para geladeira por, no mínimo, três horas. Adicione a calda de goiabada e está pronta para servir.

Fonte: Flormel

Dieta sem glúten é realmente mais saudável? Emagrece?

Mestre em nutrição Susan Bowerman explica por que a alimentação glúten free nem sempre é eficaz para a perda de peso

Cada vez mais produtos sem glúten estão surgindo nas prateleiras. Para ser ter ideia, espera-se que, em 2027, o tamanho do mercado global dessa categoria chegue a US$ 43,65 bilhões, segundo o relatório da Grand View Research. Alimentos preparados sem glúten são perfeitos para quem sofre com intolerância ou sensibilidade a ele.

No entanto, muitas outras pessoas deixaram de consumi-lo acreditando ser uma ótima estratégia para perder peso. “Mas um alimento sem glúten não significa necessariamente que tenha menos calorias ou seja mais saudável”, coloca a mestre em Nutrição Susan Bowerman, diretora sênior global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

O glúten é uma proteína encontrada no trigo, no centeio e na cevada. Quando consumido, é usado pelo organismo para construir e reparar o tecido muscular ou sintetizar outras proteínas do corpo, como hormônios e enzimas.

Na culinária, esse ingrediente fornece estrutura para produtos assados, mas também pode ser isolado para se tornar um substituto da carne vegetariana, conhecida como seitan ou “carne de trigo”. Como outras proteínas derivadas de cereais, o glúten fornece boa parte dos aminoácidos essenciais – aqueles que o corpo não é capaz de produzir, portanto devem ser consumidos pela alimentação.

Por esse motivo, as pessoas que consomem o seitan como substituto da carne são aconselhadas a incluir outras proteínas vegetais na dieta, como feijão e lentilha, para complementar com outros aminoácidos necessários.

Dieta sem glúten faz perder peso?

Muitas pessoas acham que não conseguem lidar bem com o glúten porque se sentem estufadas ou com gases quando comem grãos ou porque se percebem menos inchadas quando param de comer esses alimentos. Elas também afirmam muitas vezes que perdem peso quando os tiram da dieta.

Mas a questão é que, provavelmente, elas estariam cortando os fast food, alimentos processados e os substituindo por frutas e vegetais ricos em fibras, o que estaria promovendo uma melhor digestão e ajudando na perda de peso.

Como a principal fonte de glúten ainda é o trigo e qualquer coisa feita a partir dele, alguém que evita consumi-lo renuncia alimentos como pão, arroz, macarrão, bolos, tortas e biscoitos e passa a obter mais carboidratos de frutas e vegetais, que é uma estratégia para perder peso.

No entanto, um grande número de produtos glúten free, entre eles, brownies, granola, bolos, biscoitos e até pizza, usam farinha de arroz refinado, amido de milho e fécula de batata no lugar da tradicional farinha de trigo. É carboidrato no lugar de carboidrato. “Portanto, evitar o glúten não vai necessariamente ajudar a reduzir calorias, por isso é tão importante prestar atenção às informações nutricionais da embalagem. Aliás, algumas versões sem glúten ainda podem carregar mais gordura do que a versão regular e, consequentemente, prejudicar a perda de peso”, alerta Susan.

Daí a importância de não seguir uma dieta da moda sem fazer algumas pesquisas antes e também entender que a nutrição é complexa e deve ser específica para cada pessoa.

Fonte: Herbalife Nutrition

Ceia saudável: receitas sem glúten e sem lactose para as festas de fim de ano

Dicas levam ingredientes como as proteínas vegetais e a farinha de arroz, opções para quem tem uma dieta restritiva ou optou por excluir o glúten e a lactose da alimentação

As festas de fim de ano estão chegando e muitas pessoas buscam opções de pratos saudáveis também para este período. Pensando nos que seguem uma dieta livre de glúten e lactose, seja por opção ou por intolerância a esses elementos e seus derivados, a Josapar desenvolveu algumas receitas que levam, como substitutos, as proteínas vegetais e a farinha de arroz, ingredientes que ajudam a garantir que os pratos sejam mais leves, sem abrir mão do sabor no preparo das ceias tão esperadas como as de Natal e Ano Novo. Confira.

Salada de Maionese com Vegetais Sem Lactose

Ingredientes

Maionese:
3 ovos cozidos
½ xícara (chá) de Azeite Nova Oliva
1 colher (sopa) de SupraSoy Sem Lactose Original
2 colheres (sopa) de sumo de limão
1 pitada de sal

Salada:
2 batatas médias cozidas e cortadas em cubos
1 cenoura pequena cozida cortada em cubos
50 g de vagem cozida picada
Sal e pimenta a gosto
Salsa picada a gosto

Modo de Preparo
Maionese: em um liquidificador, bata os ovos, o azeite e o SupraSoy Sem Lactose Original. Continue batendo e acrescente o sumo de limão e o sal e misture até ficar homogêneo. Coloque em uma tigela pequena e leve à geladeira por 2 horas ou até engrossar e ficar mais firme.
Montagem: em uma saladeira, coloque os legumes cozidos, tempere com o sal, a pimenta e a salsa. Adicione a maionese, misture bem e sirva.
Dica: sirva com folhas verdes e torradas. A mesma maionese pode ser utilizada para o preparo de um salpicão.

Focaccia de Tomates e Manjericão Sem Glúten

Ingredientes
1 embalagem de Mistura Para Pão Caseiro Tio João
100 g de tomate cereja cortados ao meio
Sal grosso a gosto
¼ de xícara (chá) de Azeite Nova Oliva (60 ml)
Folhas de manjericão a gosto

Modo de Preparo
Prepare a massa de pão caseiro de acordo com as instruções da embalagem e deixe descansar por 15 minutos. Com as mãos, espalhe a massa em uma assadeira e deixe descansar por mais 15 minutos. Com os dedos, pressione alguns buracos na massa e coloque os tomates. Com ajuda de um moedor, coloque o sal grosso triturando-o diretamente em cima da massa. Em seguida regue com o azeite. Preaqueça o forno e asse a 180° C por 40 minutos ou até dourar. Finalize espalhando as folhas de manjericão.

Dica: você pode variar os sabores da focaccia preparando com cebolas ou com tomates e alecrim. Fica deliciosa!

Pão Recheado de Maçã, Canela e Nozes Sem Glúten

Ingredientes
1 embalagem de Mistura Para Pão Multigrãos Tio João Sem Glúten
1 colher (chá) de óleo vegetal para untar a forma (5ml)

Crumble:
½ xícara (chá) de aveia em flocos (40 g)
2 colheres (sopa) de Farinha de Arroz Tio João Sem Glúten (20 g)
2 colheres (sopa) de açúcar (30 g)
50 g de nozes picadas
50 g de manteiga
100 g de nozes picadas

Recheio:
4 maçãs médias vermelhas
Sumo de 1 limão
4 colheres (sopa) de açúcar demerara (60 g)

Modo de preparo
Pão: prepare a mistura de acordo com as instruções da embalagem.
Crumble: em uma tigela, coloque a aveia, a farinha de arroz, o açúcar, as nozes e a manteiga. Misture bem com as pontas dos dedos até formar uma farofa e reserve.
Recheio: Rale a maçã com casca com ajuda de um ralador grosso e em seguida misture o sumo de limão e o açúcar.

Montagem: unte uma fôrma de pão retangular com um pouco de óleo e adicione metade da mistura para pão. Adicione ¾ do recheio de maçã e cubra com o restante da massa. Leve ao forno preaquecido e asse a 240° C por 20 minutos. Retire a fôrma do forno e, por cima, espalhe o restante do recheio e o crumble reservados. Volte ao forno por mais 30 minutos até terminar de assar e dourar.

Dicas: substitua a maçã do recheio por banana e o limão por laranja para fazer um pão de banana e sirva com mel.

Pudim de Leite Sem Lactose

Ingredientes

Calda:
1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
1 xícara (chá) de água (100 ml)

Pudim:
1 ½ xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Original (234 g)
1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
2 xícaras (chá) de água (400 ml)
6 ovos
1 colher (chá) de essência de baunilha

Modo de preparo
Calda: Em uma panela grande, derreta o açúcar, em fogo médio, mexendo até que dissolva completamente. Acrescente a água e deixe ferver até obter uma calda viscosa.
Pudim: leve ao liquidificador o SupraSoy Sem Lactose Original, o açúcar, a água e bata por alguns segundos. Acrescente os ovos, a essência de baunilha e bata novamente. Caramelize uma fôrma própria para pudim com parte da calda e reserve o restante. Coloque o pudim e cubra com papel alumínio. Leve ao forno preaquecido e cozinhe em banho-maria por cerca de 1 hora e 30 minutos. Deixe esfriar e leve à geladeira até atingir textura firme para desenformar. Sirva acompanhado do restante da calda.

Dica: Se preferir um pudim com coco, no momento do preparo adicione ½ xícara (chá) de coco ralado ao pudim.

Para conferir essas e outras receitas, clique aqui.

Mr. Fit lança Panetone e Chocotone zero glúten e lactose para um Natal sem restrições

Uma das novidades mais gostosas deste fim de ano chega por meio do Mr. Fit, que decidiu inovar e lançar sua própria linha de panetones e chocotones sem glúten e sem lactose. Além de zero, as duas opções do bolo natalino – frutas e chocolate – possuem alto teor de fibras e menos calorias em comparação às versões tradicionais e são ideais para quem deseja sentir o gostinho do Natal sem restrição e com muito sabor.

O lançamento da linha reforça a estratégia de investimento do Mr Fit na produção de produtos da marca própria, visto que atualmente a rede já conta com mais de 90 itens. Os panetones podem ser encontrados em qualquer loja da rede ou através do iFood nas versões frutas e chocotone com gotas de chocolate light, por R$ 14,90 (150g) cada.

Informações: Mr. Fit

Endocrinologista dá 17 dicas para não cair nas pegadinhas dos rótulos alimentícios

O estresse da vida moderna, a correria, a infinidade de informações contraditórias e de produtos novos, bem como a falta de tempo para organizar e planejar a rotina diária, impacta diretamente no que comemos e em como comemos. Paula Pires endocrinologista e metabologista pela USP explica que é preciso conhecer o que se comunica nos rótulos e ainda entender o que significam as palavras e frases “caça-consumidores” presentes nas embalagens dos alimentos.

Para a médica o segredo de boas escolhas esta em selecionar marcas que prezam por poucos e bons ingredientes. “Perca nem que seja um minutinho olhando a lista de ingredientes. E quando for abrir uma exceção e comer coisas não tão saudáveis (o que pode e deve ser feito, às vezes, sim), faça com consciência, bom senso e com o que realmente vale a pena! A meta é sempre minimizar esse uso, preferindo os alimentos simples e naturais, aqueles que vêm direto da feira e nem tem rótulo para ler”, explica.

A dieta mais saudável é aquela baseada na inclusão de alimentos in natura ou minimamente processados, ou seja, que crescem na terra vão direto para o prato, como frutas, legumes, verduras, cereais, tubérculos, leguminosas, grãos, oleaginosas e sementes. “Trazer a natureza para a mesa, nos coloca em contato com os alimentos, sabores e nutrientes em sua forma mais pura e o mais perto de sua forma original possível. É a comida de verdade, caseira, que mais faz bem a você”, alerta.

Os maiores vilões são os alimentos ultraprocessados, pois geram dependência alimentar, têm excesso de calorias e aumentam o risco de doenças. O primeiro problema é que chegam ao consumidor com preços inferiores ao de frutas e verduras e contêm indicações que podem confundir o público. Fique atento a pegadinhas contidas em frases como:

Produtos lights, para manter a consistência e sabor da versão original, precisam que muito açúcar ou aspartame sejam adicionados. Verifique cuidadosamente seus aditivos.

Produto multigrão não é necessariamente 100% integral, mas contém mais de um tipo de grão, e um deles pode ser a farinha enriquecida com ferro e ácido fólico.

Produto natural não significa que seja semelhante a algo natural, mas que, a certa altura, o fabricante trabalhou com uma fonte natural, como maçãs ou arroz.

Produto orgânico diz muito pouco sobre ser um produto é saudável. Por exemplo, o açúcar orgânico ainda é açúcar (que pode prejudicar o seu pâncreas). E o iogurte orgânico pode ser cheio de açúcares adicionados.

Sem adição de açúcar. Alguns produtos são naturalmente ricos em açúcar. O fato de não terem adicionado açúcar não significa que sejam saudáveis e substitutos do açúcar não saudáveis também podem ter sido adicionados.

Baixa caloria. Os produtos de baixa caloria precisam ter um terço a menos de calorias do que o produto original da marca. E pode ser zero calorias, mas cheio de aditivos e adoçantes em excesso.

Baixo teor de gordura. A gordura foi reduzida às custas da adição de mais açúcar. Normalmente, quando tiramos um ingrediente, substituímos por outro que pode ser até pior.

Baixo teor de carboidratos. Dietas com baixo teor de carboidratos (low carb) foram associadas à melhoria da saúde. Ainda assim, os alimentos processados rotulados com baixo teor de carboidratos, geralmente ainda são junk food, processados, semelhantes aos alimentos processados com baixo teor de gordura.

Feitos com grãos inteiros. Verifique se os grãos inteiros estão entre os três primeiros ingredientes; se não estiverem, a quantidade é insignificante.

Fortificado ou enriquecido. Significa que nutrientes foram adicionados ao produto. Por exemplo, a vitamina D é frequentemente adicionada ao leite. No entanto, só porque algo é fortificado, não o torna saudável necessariamente.

Foto: Shutterstock

Livre de glúten. Sem glúten não significa saudável. O produto simplesmente não contém trigo, centeio ou cevada. Muitos alimentos sem glúten são altamente processados e carregados de gorduras prejudiciais à saúde. Qual o melhor alimento sem glúten? Aquele que nem rótulo tem: vegetais, arroz, feijão, frutas, quinoa…

Com sabor de frutas. Muitos alimentos processados têm um nome que se refere a um sabor natural, como iogurte de morango. No entanto, o produto pode nem conter frutas – apenas produtos químicos com gosto de fruta.

Cereais integrais de caixinha. Com frequência tem açúcar e corantes na composição. Prefira granolas caseiras, aveia, sementes e castanhas.

Pão de supermercado. O problema é a distribuição em larga escala, que faz com que esses produtos sejam cheios de conservantes. Mesmo com versões sem glúten e/ou integrais, prefira um pãozinho mais artesanal, feito em uma padaria legal, com fermentação natural, de preferência. Hoje tem muita gente fazendo e entregando pães mais nutritivos também. Você pode congelar em fatias para facilitar.

Requeijão. Pode ser uma mistura química cheia de espessantes. Se for comer lácteos, prefira comer queijo em fatias, cremosos como cottage ou ricota ou ainda manteiga mesmo.

Suco de caixinha. Mesmo as versões mais naturais continuam sendo bem industrializadas, uma vez que um suco de frutas é uma bebida bem perecível. Deixe para momentos pontuais e não no dia a dia.

Stock Photo

Barrinhas de cereais. Muitas delas são cheias de corantes, adoçantes em excesso e substâncias estranhas que tem mais o objetivo de facilitar do que nutrir. Por isso, leia sempre o rótulo e faça a relação carboidratos/fibras.

Sem dúvida, é quase impossível para quem trabalha por mais de oito horas diárias, consumir apenas produtos in natura ou minimamente processados. Porém isso não pode ser uma desculpa para não se alimentar bem. Passo a passo, pode-se substituir produtos e buscar o que de melhor o mercado traz em termos nutricionais. Procure desembalar menos a cada dia.

Fonte: Paula Pires é especialista em Endocrinologia e Metabologia, Especialista em Endocrinologia Pediátrica. Graduação pela Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília – UnB. Residência Médica em Clínica Médica pela Unicamp. Residência Médica em Endocrinologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FM USP). Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia- SBEM. Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia Pediátrica. Membro da Endocrine Society, SBEM e Abeso.

Restrição alimentar: como seguir uma dieta equilibrada sem perder nutrientes

A lista de tipos de dietas existentes é enorme. Muitos estão em busca de uma nova alimentação por estilo de vida, como é o caso do vegetarianismo ou veganismo, por exemplo, que vem ganhando adeptos nos últimos tempos. Também há dietas mais restritivas para tratar algumas doenças, como celíacos e os intolerantes à lactose. Em todas elas, é importante ficar atento aos cuidados para poder manter uma alimentação equilibrada e sem perder nutrientes.

Intolerância ao glúten e à lactose

Nos últimos anos foi possível notar um crescimento nos diagnósticos de alergia e intolerância ao glúten e a lactose. No dr. consulta, por exemplo, o número de pacientes com intolerância à lactose aumentou desde 2018. Considerando os dados cadastrados entre janeiro e agosto ano a ano, foram 490 diagnósticos em 2018, 512 em 2019, 524 em 2020, e 658 em 2021.

No caso da intolerância ou alergia à lactose, tem basicamente aqueles indivíduos que são desde o nascimento e aqueles que se tornam ao longo da vida, por problemas absortivos decorrentes de algumas condições patológicas ou alterações da microbiota ou, caso mais frequente, por um decréscimo na produção da lactase, a enzima que digere a lactose. Com isso, esse açúcar natural de alguns alimentos deixa de ser bem digerido e pode começar a provocar sintomas como dores abdominais, gases, diarreia.

O tratamento da intolerância à lactose consiste na exclusão da lactose da dieta ou sua significativa redução, dependendo do caso. Quando não bem planejada, pode acarretar deficiência de cálcio e vitamina D na dieta. Para obter o diagnóstico correto é indicado procurar um gastroenterologista que irá avaliar o caso e a conduta mais adequada.

No caso da intolerância ao glúten, a doença celíaca, é uma doença autoimune, que se desenvolve em indivíduos com predisposição, caracterizada pela permanente sensibilidade ao glúten, uma proteína do trigo e de outros cereais (centeio, malte, cevada, por exemplo). A ingestão pode resultar em sintomas gastrointestinais e em inflamação no intestino.

Foto: Shutterstock

Entre os nutrientes associados às deficiências em pacientes celíacos não tratados, destacam-se as vitaminas do complexo B, D, E e os minerais cálcio, zinco, ferro e magnésio. O único tratamento para os indivíduos é uma dieta rigorosa, isenta de glúten, que implica em abolir produtos como, por exemplo, macarrão, pães, bolos, bolachas, cervejas, entre outros. Apenas a eliminação do glúten da alimentação permite que o intestino se regenere por completo da lesão e o organismo se recupere. Contudo, se houver reintrodução do glúten, as inflamações regressam e os sintomas reaparecem.

Vegetarianismo e veganismo

De acordo com uma pesquisa do The Good Food Institute (GFI) Brasil realizada em parceria com o Ibope, 49% dos brasileiros teriam reduzido o consumo de carne, sendo que 39% declararam já consumir alternativas vegetais pelo menos três vezes por semana e 59%, ao menos uma vez por semana. No entanto, a ausência da proteína de origem animal na dieta pode trazer algumas consequências caso não tenha uma orientação adequada para alimentos que possam substituir possíveis carências

Segundo Mariana Maciel, nutricionista referência do dr. consulta, principalmente os mais jovens vêm adotando o vegetarianismo e o veganismo, mas nessa faixa etária é importante ter uma alimentação adequada, já que o corpo ainda está em fase de desenvolvimento.

“Uma pessoa que decide retirar a carne, ou mesmo qualquer tipo de alimento de origem animal, deve procurar uma orientação profissional adequada para evitar possíveis problemas desbalanceamentos da dieta que poderiam levar a deficiência de ferro, cálcio, gorduras do tipo ômega, proteína, além das vitaminas D e B12, que podem ocasionar anemia, queda de cabelo, fraqueza e até problemas de memória”, alerta Mariana.

Reposição de nutrientes

É possível encontrar nos alimentos de origem vegetal a maioria dos nutrientes. A proteína e o ferro, por exemplo, podem ser encontrados na quinoa, soja e seus derivados (tofu, leite de soja), as leguminosas (feijões, lentilha, grão-de-bico, ervilha), os cogumelos, a chia e a linhaça. Aliás, a chia e a linhaça também são algumas das melhores provedoras de ômega-3 entre os vegetais – só é importante que elas sejam batidas para que a liberação da gordura seja mais eficiente.

Embora o leite seja o mais conhecido como principal fonte de cálcio, vegetais também podem conter a vitamina: couve, rúcula, quiabo e brócolis. As bebidas vegetais fortificadas com cálcio também são boas escolhas. E para quem tem intolerância, já existe opções de leite especialmente desenvolvidos sem a lactose.

Já as dietas sem glúten podem implicar na redução do consumo de vitaminas do complexo B e podem ser deficientes em ferro, devido a maioria das farinhas de trigo serem enriquecidas com o mineral. É recomendado incluir hortaliças e alimentos ricos em fibras na alimentação. Quem tem intolerância deve estar sempre atento aos rótulos, os fabricantes precisam informar se há presença ou não de glúten

A maior parte de vitamina D necessária para o organismo é produzida por meio da exposição da pele aos raios de sol, por cerca de 15 minutos diariamente. Além disso, ela é encontrada na gema do ovo, leite enriquecido, nata, manteiga e peixes com alto teor de gordura, como salmão e sardinha. Já a vitamina B12 é majoritariamente encontrada em alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos. “Por isso, é importante buscar orientação profissional para que seja possível avaliar a melhor forma de obter esse nutriente”, pontua a nutricionista do dr. consulta.

Fonte: dr. consulta

Aprenda a fazer pizzas veganas e sem glúten

Para comemorar o Dia da Pizza, a Bio Mundo preparou uma receita para comer sem peso na consciência

O Dia da Pizza, comemorado hoje, 10 de julho, é um ótimo pretexto para usar as habilidades culinárias e desafiar a cozinha. Para ninguém ficar de fora, nem se o foco é uma alimentação equilibrada, a Bio Mundo, franquia de alimentos naturais e saudáveis , separou receitas saborosas, veganas e glúten free. Confira:

Pizza jardineira

Ingredientes

Massa:
1 e 1/3 xícara (chá) de farinha de arroz
1 colher (café) de sal
1 colher (sopa) de farinha de linhaça
1 colher (café) de cúrcuma
10g de fermento biológico
Água morna

Molho:
3 tomates italianos
2 folhas de louro
2 cabeças de alho
1/4 de cebola picada
200 ml de água
Pimenta do reino a gosto
Noz-moscada a gosto
Salsinha a gosto
Sal a gosto
Azeite

Recheio:
1 brócolis inteiro picado (cozido com sal)
8 tomates cerejas
1 maço de escarola (só as folhas)
200g de queijo branco picado

Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes secos da massa em um bowl e misture, depois acrescente uma ou duas colheres de sopa de água, a quantidade de água varia por conta da marca de cada farinha, então coloque aos poucos e sove a massa. Quando ela estiver bem sovada, faça uma única bolinha com a massa e deixe ela descansando no forno desligado. Para o molho, coloque a cebola com um fio de azeite em uma panela, quando estiver clareando jogue o alho, deixe dourar e acrescente os tomates sem casca e sem semente, as folhas de louro e a água, deixe até reduzir e tempere com sal, pimenta e noz-moscada a gosto. Reserve. Em uma forma de pizza untada com azeite, abra a massa e faça furinhos, coloque-a no forno entre 7 e 10 minutos para pré assar. Retire do forno e distribua o molho sobre a massa, em seguida os brócolis, os tomates cerejas, a escarola e os pedaços de queijo branco, devolva ao forno por mais 10 minutos e sirva.

Pizza de frigideira com queijo vegano

Ingredientes:

Massa:
2 ovos
Sal a gosto
2 colheres (sopa) de farinha de grão-de-bico
4 colheres (sopa) de fécula de batata
2 colheres (café) fermento em pó

Recheio
1 batata cozida
1/2 limão
1 colher (café) de sal
1 1/2 de colher (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de levedura nutricional
1 tomate italiano
Pimenta do reino a gosto
Água

Modo de preparo:
Comece pelo queijo, colocando a batata cozida, o limão, o sal, o azeite, a pimenta, e a levedura no liquidificador e bata. Adicione água aos poucos até virar um purê e reserve. Em seguida, faça a massa, adicionando todos os ingredientes em um bowl e batendo. Distribua a massa pela frigideira e deixe até começar a dourar por baixo. Coloque o queijo de batata, os tomates fatiados, salpique o orégano e deixe por mais 2 minutos. Depois é só servir.

Pizza de carne de jaca

Ingredientes:

Massa:
1 e 1/3 xícara (chá) de farinha de amêndoa
1 colher (café) de sal
1 colher (sopa) de farinha de linhaça
10g de fermento biológico
Açúcar (pitada)
Água morna

Recheio:
1 jaca verde
1/2 pimentão verde
1/2 pimentão vermelho
1/2 cebola picada
2 tomates italianos
Sal a gosto
Noz-moscada a gosto
Pimenta a gosto
Salsinha a gosto
Orégano a gosto
Azeite
1 sachê de molho de tomate pronto

Modo de preparo:
Para preparar a carne de jaca, unte os utensílios com óleo, pois a jaca verde tem uma cola natural que pode atrapalhar o processo. Unte, inclusive, suas mãos. Depois corte a jaca em pedaços menores, coloque-as em uma panela de pressão, cubra com água e deixe cozinhar. Quando cozida, retire só os fiapos da fruta para utilizar. Coloque a carne da jaca em uma panela com azeite, cebola, os pimentões, o tomate picado e refogue adicionando o sal, a pimenta, a noz-moscada e a salsinha. Reserve. Para a massa, coloque os ingredientes secos em um bowl, misture com um fio de água para dar liga e sove. Em seguida, faça uma bola com a massa e deixe descansando no forno desligado. Por fim, abra a massa em uma forma e faça furinhos. Pré aqueça o forno por 10 minutos, depois passe o molho de tomate, espalhe a carne de jaca e volte para o forno por mais 5 minutos e sirva.

Fonte: Bio Mundo

Makiê lança máscara de longa duração para cílios

Aplicador Plus Size para um olhar elegante e luxuoso, dá volume com a fórmula que aceita várias camadas

Sempre atenta ao mercado, a marca de maquiagens 100% brasileira, Makiê, acaba de fazer mais um lançamento em seu portfólio de cosméticos: Máscara Doll Look, que contém fórmula que reveste os cílios.

O cosmético não contém fragrâncias, não é testado em animais e não contém glúten, além de não ter matéria-prima de origem animal e foi desenvolvido para construir volume com adesão perfeita da base às pontas, o cosmético tem uma textura cremosa, filme flexível e confortável, que facilita a aplicação e garante um efeito incrível.

Com uma poderosa escova contornada, a máscara esculpe os cílios e os carrega com textura para alongar e dar volume. A máscara possui longa duração, cor preta, é resistente à água e lágrimas, aumenta o volume dos cílios e durabilidade e ainda deixa o fio encorpado, sem a necessidade de retoques, pois não borra nem esfarela.

O Aplicador Plus Size constrói volume para um olhar elegante e luxuoso, descarrega maior quantidade de produto, proporcionando volume e olhar mais aberto e destacado.

Uso sugerido

Começando pela raiz dos cílios, aplique pressionando com firmeza e movendo para cima em zigue-zague. Segure o pincel na vertical para aplicar bem nos cílios curtos na frente e atrás. Aplique também nos cílios inferiores para um olhar mais expressivo.

Precauções de armazenamento e manuseio

Mantenha fora do alcance das crianças. Uso externo. Manter em local arejado, ao abrigo da luz, calor e umidade. Suspenda o uso em caso de sensibilização.

Máscara Doll Look Makiê – R$ 66,00

Informações: Makiê

Receita de bolo mesclado para o chá da tarde

Bolo simples e saboroso para incrementar seu café da manhã ou lanche ou chá da tarde

Para incrementar o seu café da manhã ou lanche da tarde, uma receita de bolo mesclado utilizando a Zaya Flour, que é a única farinha de mandioca sem glúten, integral, natural e sem a presença de conservantes. O produto pode ser utilizado em uma infinidade de receitas, que vão desde o café da manhã, almoço ou jantar. O preparo é bem fácil e o resultado é será um sucesso. Confira.

Bolo Mesclado Zaya

Ingredientes:
• 3 ovos;
• 1 xícara de açúcar demerara;
• 1 xícara de óleo de coco;
• 1 e ½ xícaras Zaya Flour;
• ⅓ xícara de cacau em pó;
• ½ colheres de fermento.

Modo de preparo:
Em um bowl bata os ovos e o açúcar, acrescente o óleo de coco e mexa bem. Adicione a farinha e misture até ficar homogêneo. Por último, coloque o fermento. Despeje metade da massa em uma forma, no restante da massa acrescente cacau em pó. Despeje a massa de chocolate por cima da massa branca e coloque para assar em forno preaquecido a 210ºC por 25 minutos.

Todo o passo a passo da receita está disponível no canal oficial da Zaya Flour no youtube.