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Mistura de frio com tempo seco pode causar otites, dores de garganta e alergias respiratórias

Especialistas do Hospital Paulista dão dicas de prevenção aos problemas, mais comuns nas baixas temperaturas

Ainda estamos no outono, mas as baixas temperaturas no Brasil têm feito com que muitas pessoas vivenciam uma sensação de inverno. Na capital paulista, os termômetros registraram 1,1ºC na madrugada de 20 de maio, a temperatura mais baixa para o mês nos últimos 32 anos. Já no Rio Grande do Sul, o frio intenso trouxe neve e foi responsável pelo fechamento de diversas escolas.

A mistura do tempo seco, comum da estação, com o frio elevado pode trazer diversos danos à saúde. Gripes, resfriados e agravamento dos quadros de asmas, rinites e sinusites estão entre as patologias mais comuns causadas pela baixa imunidade provocada pela estação.

Os otorrinolaringologistas do Hospital Paulista Gilberto Ulson Pizarro e Cristiane Passos Dias Levy também alertam para as dores de garganta e otites — infecções e inflamações do ouvido –, que tendem a aumentar com o frio e podem causar problemas graves, como a surdez, caso não tratadas precocemente e adequadamente.

Dor de garganta

Problema muito comum no frio, a dor de garganta pode ter várias causas, sendo a mudança brusca de temperatura uma delas. Conforme o médico, a oscilação do clima diminui o batimento ciliar da mucosa, podendo deixar bactérias entrarem na garganta.

“A piora pode acontecer por conta das trocas bruscas de temperatura. Apesar do Outono, estávamos em uma temporada de sol e tempo quente, o que acarreta o surgimento do problema”, explica o especialista.

O médico reitera a importância de tomar água com frequência ao longo do dia, principalmente durante o tempo seco. “A garganta é uma região que só trabalha bem quando está úmida. Caso haja ressecamento por falta de hidratação ou alguma doença, podemos ter inflamações da mucosa, dores e sensações de inchaço ao engolir.”

Otites

Outro grande afetado durante o frio pode ser o ouvido, por conta das otites, infecções que atingem o ouvido médio e parte interna do tímpano e costumam ser dolorosas por conta de inflamações e do acúmulo de secreções. Caracterizadas por três diferentes tipos – otite externa, otite média e otite interna -, elas são mais comuns em crianças, mas podem atingir todas as pessoas em variados momentos da vida.

Pizarro detalha como é possível evitar o problema, mantendo livre a comunicação do nariz com o ouvido, chamada de tuba auditiva, e indica algumas recomendações básicas:

-Enxugue os ouvidos com a ponta da toalha, sem esfregar, após o banho;
-Não utilize hastes flexíveis ou qualquer objeto dentro dos ouvidos. Eles podem causar feridas na pele, retirar a camada protetora de cera e aumentar a probabilidade de infecção;
-Para quem tem otites recorrentes, é recomendável utilizar protetores auriculares de silicone.

Alergias respiratórias

Thinkstock

Cerca de 30% da população brasileira possui algum tipo de alergia, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Para aqueles que apresentam o problema, o outono costuma ser uma estação bastante delicada, podendo potencializar crises e desconfortos por conta do tempo seco.

“Durante o frio, é comum o surgimento das alergias respiratórias. Em decorrência das quedas bruscas na temperatura, as pessoas tendem a buscar seus casacos e agasalhos que normalmente estão guardados há muito tempo, o que é péssimo para alérgicos, já que fechados em armários juntam muitos ácaros”, explica Cristiane.

A especialista destaca que, para um diagnóstico correto e completo, é importante que o médico pesquise o histórico clínico do paciente, bem como o familiar. Dessa forma, ele poderá identificar a causa da alergia.

Confira abaixo algumas dicas da médica para diminuir as chances de crise:

-Tomar bastante água;
-Fazer lavagens nasais frequentes com soro fisiológico para hidratar as mucosas;
-Limpar bem a casa ou o ambiente que irá utilizar;
-Optar por aspirar e passar pano úmido em vez de varrer os locais;
-Usar capas antiácaros em colchões e travesseiros;
-Sempre que possível, colocar travesseiros e edredons no sol;
-Evitar objetos que acumulem pó nos quartos, como cortinas, tapetes e carpetes;
-Limpar com frequência os filtros de ar-condicionado;
-Evitar, quando possível, mudanças bruscas de temperatura;
-Buscar auxílio médico e não abandonar o tratamento após a chegada do calor.

Fonte: Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Inverno rigoroso: veja dicas para se proteger do tempo seco

A baixa umidade registrada pode elevar casos de doenças respiratórias, especialista dá dicas de cuidados para esta época do ano

A previsão é de que os próximos dias sejam gelados e com baixa umidade. E, quando se fala dos efeitos de tempo seco e com temperaturas mais baixas na saúde, doenças respiratórias vêm logo à cabeça, como rinite e sinusite. Por isso, nesse período, é preciso redobrar os cuidados com a saúde a fim de evitar as famosas irritações e infecções do trato respiratório.

Segundo Camila Oliveira, coordenadora farmacêutica da rede de farmácias Extrafarma, “Uma crise alérgica, se não controlada, pode ocasionar problemas maiores. Principalmente durante a pandemia, em que sintomas dessas doenças respiratórias podem ser similares aos do coronavírus. E um cuidado redobrado evita a superlotação de postos de saúde e maiores riscos de contaminação”.

A farmacêutica também reforça a importância de que todos fiquem atentos à hidratação, e, sempre que necessário, procurem a orientação de profissionais da área da saúde. O tempo seco também aumenta a procura e a utilização de umidificadores de ar. Camila dá alguns conselhos para o bom funcionamento desses importantes aliados. Veja a seguir seis dicas para o uso correto de umidificadores:

Qualidade da água

Romy Michaud/Pixabay


Como os umidificadores não realizam a fervura da água, o ideal é optar sempre pela água filtrada, para evitar que esses aparelhos espalhem bactérias pelo ar.

Troca da água

Recomenda-se trocar a água do reservatório todos os dias e limpá-lo semanalmente, para evitar o acúmulo de sujeiras que podem reduzir a vida útil do aparelho e prejudicar a qualidade do ar no ambiente.

Limpeza para evitar a proliferação de germes e bactérias


Os umidificadores de ar funcionam por meio de um disco de rotação, que lança a água em um difusor. Quando a água passa pelo difusor, em formato de pente, se transforma em minúsculas gotas que são lançadas ao ar em formato de névoa fria. A limpeza do aparelho deve ser meticulosa, para evitar a proliferação de germes e bactérias.

Controle da umidade recomendável no ambiente

Os umidificadores que possuem higrômetro acoplado são considerados melhores, uma vez que esse mecanismo permite o auto ajuste do aparelho, fazendo com que ele seja desligado quando a umidade recomendável (60%) é atingida no ambiente. Porém, se o modelo do umidificador que possui em casa não conta com essa tecnologia, mantenha-o ligado por durante apenas duas ou três horas para evitar a alta umidade e a aparição de fungos nocivos à saúde, como o mofo e o bolor, e, ao dormir, mantenha uma porta aberta do ambiente para o escape do excesso.

Tamanho do espaço

The Spruce

Os umidificadores podem não ter utilidade quando sua capacidade é mal dimensionada e acionados em espaços com mais de 40 m².

Posicionamento

Shutterstock

Para evitar umidade excessiva em paredes e móveis e a aparição de fungos nocivos à saúde, como o mofo e o bolor, posicione o umidificador longe de móveis e eletrodomésticos. Além disso, não deixe a saída de umidade apontar diretamente para uma parede.

Ao final do uso, antes de guardar o aparelho, esvazie o reservatório de água e retire toda a umidade utilizando um pano macio e seco.

Fonte: Extrafarma

Início do outono chama atenção para doenças do trato respiratório

Com a pandemia da Covid-19, os cuidados com a saúde devem ser redobrados

As doenças do trato respiratório são enfermidades que demandam atenção, principalmente, pela complexidade e a forma em que podem se apresentar nos seres humanos. Todo este cenário pode ser ainda mais forte com o início do Outono, estação iniciada no dia 20 de março. O período dura até o dia 20 de junho e é caracterizado por ser a estação do ano que sucede o verão e antecede o inverno. Além disso, nas regiões de clima temperado ou subtropical, o outono apresenta uma queda gradativa na temperatura e, além do amarelar, é início da frequente queda das folhas das árvores, considerado como principal indicador de início da estação.

Nesse sentido, as doenças do trato respiratório, tais como rinite, bronquite, sinusite, asma, resfriado, gripe, pneumonia e, neste momento pandêmico, o novo coronavírus, tornaram-se enfermidades que recebem grande atenção, pois, muitas delas, se não tratadas devidamente, são capazes de levar uma pessoa a óbito.

Um dos principais agravamentos para estas doenças durante a estação do outono se dá, principalmente, pela mudança de temperatura e pela chegada do frio que, por si só, é prejudicial às vias aéreas. Além disso, também é um período marcado pela redução da umidade do ar, ocasionando um grande acúmulo de poluentes na atmosfera e, assim, o aumento de casos destas doenças no período.

As doenças mais comuns neste período

As principais doenças respiratórias que podem se manifestar neste período do outono são:

Rinite: caracterizada pela inflamação interna do nariz e estruturas próximas, ocasionada pela exposição aos agentes alérgicos, tais como poeira e mofo, principalmente. Seus principais sintomas são: obstrução nasal, coriza, espirros, irritação ocular e coceira nasal.
Bronquite: é a inflamação dos brônquios – dutos que levam o oxigênio aos pulmões. Os principais sintomas são falta de ar, chiado no peito, dor no peito, tosse seca e febre.
Sinusite: é uma inflamação das mucosas da face, localizadas ao redor do nariz. Possui sintomas similares à rinite, especificamente, dor de cabeça, congestão nasal, coriza, tosse e, em alguns casos, pode apresentar febre.


Asma: geralmente, ocorre quando os pequenos dutos pulmonares, chamados bronquíolos, são estreitados por um processo inflamatório, dificultando a respiração.
Resfriado: é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório, podendo ser causada por diversos tipos de vírus. Um ser humano infectado por um vírus que lhe provoque resfriado, geralmente, se recupera em um período de 7 a 10 dias após o início dos sintomas.
Gripe: assim como o resfriado, a gripe é causada por um vírus, o Influenza. Neste caso, os sintomas se apresentam de forma mais intensa, tais como: tosse, dor de garganta, febre, indisposição e dores nas articulações.
Pneumonia: é uma infecção no pulmão causada por um vírus ou bactéria, normalmente desencadeada por uma gripe ou um resfriado mal cuidado. Os sintomas que se apresentam frequentemente em um quadro de pneumonia são dor no peito para respirar, tosse com catarro, fadiga, febre, calafrios, náusea e dificuldade para respirar.

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Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: considerada como um problema progressivo e irreversível, a DPOC afeta diretamente os pulmões, destruindo os alvéolos pulmonares.

Vale destacar que os sintomas apresentados em um resfriado e, principalmente, na gripe são muito parecidos com os da Covid-19, por isso, é muito importante que o paciente busque o tratamento médico mais adequado possível. “Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a febre, tosse seca, dor de garganta e a falta de ar foram considerados os principais indicadores de que uma pessoa possa estar contaminada pela Covid-19. Porém, os sintomas são semelhantes nos casos de gripe e resfriado, por isso, buscar ajuda médica nestes casos é fundamental”, afirma Milton Monteiro Júnior, enfermeiro infectologista SCIH do Hospital HSANP.

As principais formas de tratamento

Sick Asian woman using a tissue to sneeze and blowing her nose in winter at home. Her getting sick with flu and cold.

Após o atendimento médico adequado, grande parte das doenças respiratórias podem ser tratadas por meio de medicamentos como antibióticos, corticoides e broncodilatadores, além de fisioterapia. Lavar bem as mãos, não fumar, ingerir bastante água e ter uma boa alimentação também podem auxiliar no tratamento. Importante saber que, no caso da gripe, principalmente, já existem vacinas capazes de imunizar e proteger o ser humano contra o vírus Influenza.

A vacinação pode ajudar?

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A vacinação pode ser uma grande aliada na prevenção e imunização para doenças como gripe e, atualmente, o novo coronavírus. Na última semana, o Governo Federal anunciou o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (gripe), entre o período de 12 de abril a 9 de julho. Entretanto, vale destacar que, por se tratar de uma campanha a ser realizada simultaneamente à de imunização da Covid-19, o indivíduo precisa se atentar ao tomar as vacinas. Segundo recomendações do Ministério da Saúde, o cidadão brasileiro precisa priorizar a vacinação da Covid-19 e, além disso, respeitar um intervalo mínimo de 14 dias entre tomar a vacina do novo coronavírus e a de gripe, devido à falta de estudos sobre a coadministração dos imunizantes. “É muito importante que as pessoas se conscientizem da importância das vacinas e, principalmente, quanto ela pode salvar vidas. Respeitar esse período apresentado pelo Ministério da Saúde é essencial para a imunização em massa da população diante do cenário tão grave que o nosso país se encontra”, conclui Milton.

Fonte: HSANP

Asma: a importância de manter o controle de uma doença grave

Se a asma não for tratada corretamente, pode acarretar complicações mais sérias, levando ao óbito

Considerada um problema de saúde pública, a asma afeta pessoas de todas as faixas etárias, provocando falta de ar e chiado no peito. Ela não tem cura, mas é possível manter o controle e levar uma vida normal. A falta de cuidado adequado pode causar danos à saúde e comprometer a qualidade de vida, além de elevar os custos financeiros diretos e indiretos à população.

Com o objetivo de analisar o impacto econômico da asma em uma operadora de plano de saúde de autogestão, a Capesesp (Caixa de Previdência e Assistência aos Servidores da Fundação Nacional de Saúde) realizou um estudo que identificou uma maior utilização do plano de saúde por indivíduos asmáticos, resultando em aumento de quase 26% nos gastos assistenciais.

“Os dados coletados são utilizados na Capesesp para orientar as ações de prevenção, manutenção e promoção da saúde e da qualidade de vida, além de auxiliar no redimensionamento da rede credenciada”, afirma o médico e Diretor-Presidente da Capesesp, João Paulo dos Reis Neto.

De acordo com o médico, as doenças crônicas não transmissíveis interferem na qualidade de vida das pessoas, além de causarem impacto econômico para a sociedade e nos sistemas de saúde, por isso é imprescindível manter o controle da enfermidade, ressalta João Paulo.

Raquel D’Alpino, diretora de operações de uma agência de comunicação, sabe bem como é conviver com a doença. “Desde criança tenho rinite e sinusite e, há seis anos, fui diagnosticada com asma após passar por uma forte crise. Acordei de madrugada sem conseguir respirar, tive que ir às pressas ao hospital. Desde então, faço acompanhamento e tratamento diário com medicações para prevenir as crises de asma, sempre evitando ambientes empoeirados e poluentes, que são os agentes que estimulam as minhas crises. Acredito que o problema seja hereditário, pois minha mãe e meus irmãos também têm essa doença,” comenta.

A asma é uma condição sensível. É importante prevenir e tratar precocemente o estado agudo e controlar a enfermidade crônica. Essa doença está entre os principais motivos de procura por atendimento na Atenção Primaria à Saúde (APS), assim como em consultas, ambulatório e serviços de urgência.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), existem cerca de 235 milhões de pessoas no mundo com asma. No Brasil, a quarta causa de internações no país. Muitos desses óbitos poderiam ser evitados se os pacientes não negligenciassem o tratamento.

Fonte: Capesesp

Inalação feita em casa é realmente eficaz contra doenças respiratórias?

Bronquite, bronquiolite, sinusite e rinite estão entre as doenças respiratórias mais comuns no inverno e requerem tratamentos específicos, com o uso de aparelhos inaladores/nebulizadores. A inalação feita em casa tem sido uma das formas mais escolhidas pelas famílias, por trazer maior comodidade; no entanto, a eficácia dos tratamentos com aparelhos portáteis está diretamente relacionada à escolha do tipo de aparelho, uma vez que, diferentemente do que se acredita, nem todos têm performance e características similares.

Um desafio importante na terapia respiratória é a administração eficaz da medicação nos brônquios e bronquíolos, nas vias respiratórias inferiores. Para ultrapassar essa dificuldade, os inaladores ou nebulizadores convertem o medicamento prescrito em névoa, que é formada por micropartículas. No entanto, é importante verificar qual a tecnologia empregada pelo equipamento, que está diretamente relacionada ao seu desempenho.

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“Há diferenças significativas em diversas características dos nebulizadores”, lembra o especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Fábio Freire José. “A portabilidade é um ganho que os equipamentos mais modernos trazem e há modelos que cabem na palma da mão, facilitando bastante a mobilidade para situações de viagem, por exemplo. A intensidade de ruído também varia muito com os equipamentos, mas o item mais importante na escolha de um bom equipamento é a qualidade na geração de partículas de aerossol, que precisam penetrar adequadamente no pulmão”, afirma.

Já que o objetivo desse tipo de tratamento é desentupir e tratar as vias respiratórias, quanto menor a partícula convertida de medicamento, maior é a eficácia do tratamento. “As partículas grandes, de 5 a 15 µm, ficam retidas no nariz e na boca e apenas as de 1 a 4 µm passam para o fundo do pulmão. Nesse caso, os nebulizadores mais modernos, que usam tecnologia de atomização direta, são os mais indicados. Nesse processo, o medicamento é bombeado para cima pelo canal de medicamento, sendo misturado ao ar comprimido gerado por uma bomba de compressão. O medicamento se transforma em partículas finas e, ao entrar em contato com o ar comprimido, é pulverizado. Esse mecanismo evita sobremaneira o desperdício de medicamentos e produz partículas em tamanho adequado”, explica o especialista.

Um exemplo de aparelho que usa a tecnologia de atomização direta é o Compressor Elite NE-C803, lançado recentemente pela Omron Healthcare. “Sendo o mais compacto e silencioso inalador/nebulizador à compressão do mercado, ele produz névoa na medida certa para um tratamento eficiente e ainda evita o desperdício de medicamento”, orienta o CEO presidente da Omron Healthcare Brasil, Wanderley Cunha.

O mito da névoa

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Um dos mitos relacionados ao uso de aparelhos inaladores/nebulizadores, de acordo com Freire José, é atribuir a eficácia à quantidade de névoa produzida. “O fluxo de jato tem relação direta com o tamanho das partículas que chegam ao pulmão; quanto menor, melhor. Quanto maiores a pressão e o fluxo de ar, principalmente no caso do aparelho de ar comprimido, menor será o tamanho das partículas geradas. A melhor absorção no pulmão ocorre com partículas menores, com média de 3 µm. Portanto, o que mais importa não é a quantidade de névoa, mas, sim, a qualidade da névoa gerada, com maior concentração das partículas do medicamento de tamanho adequado para maior absorção pulmonar”, esclarece.

Ele explica que a névoa em grande quantidade e sem medicamento, além de não funcionar, pode até ser prejudicial aos pacientes. “Muita névoa pode contribuir com o ressecamento das vias aéreas, o que é péssimo para pacientes que têm rinites e sinusites que se associam frequentemente à asma e a outras doenças alérgicas”, diz.

Fonte: Omron

Doenças de inverno: será que é só um resfriado?

Espirros, coriza, congestão nasal e dores de cabeça podem ser sintomas de um resfriado. Porém, na maioria dos casos, esses sinais podem estar atrelados a doenças respiratórias crônicas. Segundo Alexandre Kawassaki, pneumologista do Hospital 9 de Julho, cerca de 10% dos brasileiros apresentam quadros variados de asma, enquanto 30% sofrem com rinite alérgica.

“Os sintomas dessas doenças são facilmente confundidos com o de um resfriado, o que dificulta o diagnóstico e o tratamento adequado, essencial para se evitar complicações, como infecções graves ou crises respiratórias” explica o especialista.

Segundo Kawassaki, além das quedas de temperatura, a baixa umidade do ar é responsável por boa parte das crises respiratórias. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde)*, o índice ideal da umidade do ar para manter o sistema respiratório em boas condições de saúde é em torno de 60%. Durante o inverno, esse número costuma cair para 30%. O especialista ressalta que os problemas respiratórios e as infecções por vírus e bactérias também se tornam mais frequentes por causa do ressecamento das mucosas das vias aéreas. Todos esses fatores podem desencadear e agravar os casos de asma, além de sangramento nasal e alergias.

Para saber diferenciar o resfriado de outros problemas, listamos abaixo as principais doenças respiratórias e quais são os seus sintomas. Confira:

asma pulmão

Asma/Bronquite: o nome correto da doença é asma, mas é mais conhecida por “bronquite”. Caracteriza-se pela inflamação dos brônquios, vias que conduzem o ar que é respirado até os alvéolos pulmonares (pequenas estruturas que fazem a troca gasosa entre o ar e sangue nos pulmões). No paciente com asma, os brônquios deixam de eliminar o muco pelas vias respiratórias e acumulam secreção, causando as inflamações e dificultando a passagem do ar.

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Pneumonia: Kawassaki alerta que algumas gripes podem evoluir para uma pneumonia. A doença é uma infecção dos alvéolos, estruturas pulmonares responsáveis pela oxigenação do sangue. Os principais sintomas são tosse, dores no peito e nas costas, febre e fadiga. Durante o inverno, são muito comuns as pneumonias virais, com origem por meio do mesmo vírus da gripe. O grupo de maior risco são crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade, por apresentarem consequências mais graves se a doença não for tratada rapidamente.

young woman is sneezing with painful face

Rinite: com a queda da umidade e o aumento da poluição do ar, as crises de rinite, inflamação da mucosa nasal, são mais comuns pela inalação de alérgenos (substâncias que causam alergia como a poeira e pelo de animais). Os sintomas podem ser vermelhidão nos olhos, coceira na região do nariz e garganta, por conta do ressecamento do ar, e espirros frequentes.

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Imagem: WebMD

Sinusite: é parecida com a rinite, muitas vezes sendo considerada mais grave. É caracterizada por tosse produtiva e sensação de secreção escorrendo pela garganta, podendo ocorrer dores no rosto, principalmente na região da testa e maxilas. Isso acontece devido a inflamação da mucosa dos seios da face que gera essa dor. A doença é normalmente tratada com o uso de antibióticos e lavagem nasal. Por isso, o diagnóstico precoce é importante para evitar a progressão da doença.

Para amenizar os sintomas, Kawassaki explica que é importante não ficar em ambientes fechados ou mantê-los, sempre que possível, umidificados e ventilados. “Outras dicas como fazer limpeza nasal com soro fisiológico diariamente, limpar os ambientes com panos úmidos para que a poeira não se espalhe também são algumas alternativas para passar o inverno mais saudável” explica o médico, que reforça “Em casos de piora dos sintomas, é importante procurar o atendimento médico o quanto antes”.

*Opas/OMS Brasil

Fonte: Hospital 9 de Julho

Chegou a hora de tirar casacos do armário; veja como prevenir o ácaro

O inverno chegou, mas o frio mesmo parece que vai começar nos próximos dias, com a queda brusca da temperatura. Hora de começar a tirar dos armários cobertores e casacos. Mas cuidado, pois o ácaro pode estar escondido e desencadear crises de rinite e asma.

Com o diagnóstico do alergista em mãos, a sua saúde pode ganhar um aliado muito importante na prevenção das crises de rinite e asma: o controle ambiental, ou seja, retirar do ambiente o alérgeno desencadeador dessas doenças.

Segundo o médico Fábio Morato Castro, diretor da Clínica Croce, especializada no diagnóstico e tratamento nas áreas de alergia, imunologia, otorrinolaringologia, endocrinologia e reumatologia, vivemos cerca de 92% a 98% de nossas vidas dentro de um ambiente fechado. Desses, 60% dentro de casa, sendo 40% no quarto. Assim, o primeiro lugar que deve passar pelo controle ambiental é o quarto de dormir.

Castro elenca os cinco principais alérgenos causadores da rinite e asma. São eles:

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Wikilmages/Pixabay

1 – Ácaro, aquele bichinho invisível que vive na poeira domiciliar.
2 – Animais domésticos, como cachorro e gato.
3 – Fungos e bolor.
4 – Restos de insetos, como a barata.
5 – Pólen, em algumas regiões do país, mais no sul.

Como tirar o ácaro da sua casa?

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O ácaro precisa de três combinações ideais para sobreviver: umidade, temperatura e ambiente escuro. O sol é o inimigo número 1 do ácaro, portanto, a dica é manter a casa aberta, ventilada e deixar entrar a luz solar. “O melhor lugar para o ácaro se esconder é o colchão, porque lá são encontradas todas as condições favoráveis a ele, inclusive pele humana, a fonte de alimento do ácaro”, ressalta o diretor da Clínica Croce.

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O guarda-roupa é outro ponto focal, já que existe o hábito de deixar as blusas e cobertores nos armários durante meses e apenas retirá-los com a chegada do Inverno. Segundo o especialista, está errado. Acabou o inverno, lave blusas de frio e cobertores e embale-os para proteger dos ácaros.

Aspire o ambiente com frequência, com aspiradores preparados e que possuam filtros. Use capas protetoras de travesseiros e colchão e retire objetos que acumulem poeira, deixe o ambiente mais ‘clean’. Tudo isso ajudará no controle do ácaro.

No caso de alergia a animais domésticos, a dica do Castro é não deixar o animal frequentar o quarto e nem dormir na cama. Para combater o mofo, utilize produtos especiais para limpeza com ação antimofo.

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Para evitar restos de insetos (como baratas), aspire a casa com frequência e dedetize o ambiente.

Fonte: Clínica Croce

Johnson & Johnson lança primeiro antialérgico em cápsulas líquidas no Brasil

Anti-histamínico isento de prescrição chega nas farmácias paulistanas e age até três vezes mais rápido contra os sintomas, por até 24 horas

De acordo com dados da pesquisa Alcott U&A, Brasil, 2012, 41% dos participantes reportaram três ou mais sintomas de alergia pelo menos quatro ou mais vezes nos últimos 12 meses. E a frequências de crises se agrava ainda mais nos períodos de outono e inverno, quando as temperaturas ficam mais instáveis e frias.

Pensando nesse cenário, a Johnson & Johnson fortaleceu seu portfólio de medicamentos isentos de prescrição entrando no segmento de alergias com a marca Reactine, o primeiro anti-histamínico em cápsulas líquidas, que age três vezes mais rápido por até 24 horas no combate dos sintomas da alergia. A cetirizina, princípio ativo deste antialérgico, é líder em recomendação nos Estados Unidos.

O lançamento do medicamento está focado em São Paulo nesse primeiro momento. O segmento de anti-histamínicos é o quinto maior do mercado de OTC, segundo dados da Closeup, de dezembro de 2018.

O princípio ativo de Reactine é uma molécula de segunda geração, que age rapidamente contra os sintomas de alergias respiratórias, com duração prolongada de até 24 horas e causam menor sonolência em relação aos anti-histamínicos de primeira geração. A substância é indicada para uso em adultos e crianças com idade superior a 12 anos, sempre seguindo a posologia recomendada na bula e indicação médica.

“A cetirizina é indicada para o alívio dos sintomas nasais e oculares da rinite alérgica e dos sintomas de urticária, um tipo de alergia na pele. Geralmente, ocorre alívio significante dos sintomas na primeira hora após a administração do medicamento” comenta Leila Carvalho, diretora de Assuntos Médicos da Johnson & Johnson Consumo. “As alergias podem ser um grande incômodo para o consumidor, além de atrapalhar a rotina e impactar na qualidade de vida. Ações educativas para aumentar o conhecimento e a conscientização sobre esse tipo de problema são pontos chaves para a prevenção e cuidados adequados” complementa a executiva.

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1# em recomendação nos Estados Unidos.
Preço sugerido: R$ 38,92 (10 cápsulas)

Informações: Johnson & Johnson

Dez dicas de limpeza para evitar doenças respiratórias no outono

Outono é o período do ano em que as temperaturas ficam mais amenas, a umidade relativa do ar cai e, como consequência, aumenta a incidência de doenças respiratórias como rinite, sinusite e asma. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facil (ABORL-CCF), os casos de alergia nesta época crescem cerca de 40%.

Fazer a limpeza adequada da casa contribui bastante para reduzir a manifestação das alergias típicas da temporada. O GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços da América Latina, incluindo o de diarista, selecionou algumas dicas simples e práticas nesse sentido. Confira abaixo quais são elas:

Menos espanador e mais paninho

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A melhor maneira de retirar o pó dos móveis é utilizando um pano úmido. Ao contrário do espanador, que apenas transfere o pó de um lugar para outro da casa, o pano úmido consegue efetivamente retirar a sujeira dos espaços.

Lave bichos de pelúcia e cortinas

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Todos estes objetos acumulam muita poeira, por isso é importante mantê-los sempre higienizados. Panos úmidos são práticos e eficazes na limpeza das persianas. Cortinas de tecido e pelúcias devem ser lavados a mão, preferencialmente. Aproveite os dias ensolarados e secos do período para fazer isso.

Limpe o sofá

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Pixabay

Por ser um dos móveis com maior potencial para acumular poeira, é recomendado limpá-lo a seco, utilizando um aspirador de pó. Tenha atenção especial aos “cantinhos”, famosos por acumular sujeira.

Higienize os tapetes

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Tapetes também são outros grandes acumuladores de poeira. Para fazer uma limpeza profunda, polvilhe bicarbonato de sódio por toda a superfície do objeto (utilize uma peneira para fazer isso) e o deixe agir. No dia seguinte, retire o produto com um aspirador.

Cuidado com os vidros

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Pixabay

Vidros também podem acumular poeira. Para fazer uma limpeza profunda, dilua uma colher de sopa de bicarbonato de sódio em 250 ml de água e aplique o produto com um pano de algodão.

Atenção aos cobertores e edredons

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As noites de outono costumam ser mais frias, portanto perfeitas para dormir com um cobertor, uma manta ou um edredom. Antes de utilizá-los, no entanto, é importante lavá-los e deixá-los secar bem para ter certeza de que não transportem ácaros para a cama.

Menos vassoura, mais aspirador

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Foto: Sun Cline Cleaning

Varrer a casa é bom, mas pode suspender a poeira e os ácaros causadores das doenças respiratórias. Sempre que possível, opte por utilizar o aspirador de pó ou panos úmidos para fazer a higienização. Caso tenha de utilizar a vassoura, a envolva com um pano úmido de modo a realizar a limpeza com mais eficácia.

Armários entram na lista também

armário deslizante

Limpe o móvel com uma solução de água e vinagre (diluídos em partes iguais). Após a higienização, feche as portas e deixe agir por duas horas. Na sequência, passe um pano com água e deixe secar naturalmente.

Utilize produtos de limpeza com moderação

produtos limpeza

Os produtos de limpeza convencionais costumam ter odores fortes que, por consequência, podem instigar as alergias. Escolha os que apresentam cheiros mais suaves.

Deixe a luz entrar

janelas abertas
Foto: Emily Beeson/Morguefile

Tente manter as portas e janelas de casa abertas, sempre que possível. Aproveite os períodos da manhã e meio da tarde para deixar o sol entrar e arejar todos os espaços. Ele também é um excelente aliado na limpeza doméstica.

Fonte: GetNinjas

Médica alerta sobre algumas doenças comuns no inverno

O inverno chegou e, com ele, as doenças características do frio aparecem: resfriados, gripe, rinite e asma, entre outras. O motivo? Segundo Priscila Moraes, médica especialista em alergia e imunologia do Docway, baixas temperaturas e o ar seco fazem com que os poluentes e micro-organismos permaneçam mais tempo suspensos no ar. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo fechadas, sem ventilação adequada, o que favorece o aparecimento tanto de doenças respiratórias infecciosas como alérgicas.

Um cuidado especial deve ser dado às pessoas mais suscetíveis a complicações por vulnerabilidade do sistema imunológico, como crianças, idosos e aquelas com doenças crônicas. Saiba reconhecer as principais doenças do inverno:

1) Resfriado x Gripe

gripe mulher

Popularmente, as infecções virais de vias aéreas superiores são chamadas, de modo generalizado, de gripe. No entanto, são doenças diferentes. Ambas são causadas por vírus, porém se apresentam de maneiras distintas. O resfriado é provocado por adenovírus, rinovírus e vírus sincicial respiratório. Em geral, provoca sintomas mais brandos, com coriza, tosse, congestão nasal, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre, quando presente, costuma ser baixa. Normalmente, os sintomas duram até três dias e apresentam melhora espontânea.

Já a gripe, provocada pelos vírus Influenza, entre eles o H1N1, provoca sintomas mais intensos, como febre alta, calafrios, dor muscular, dor de cabeça, coriza e, algumas vezes, pode evoluir com complicações respiratórias. A duração é mais prolongada, podendo chegar a 7 dias, com melhora espontânea. Em alguns casos, pode ter como consequências infecções bacterianas, como pneumonia e sinusite.

2) Rinite x Sinusite

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Rinite é uma inflamação da mucosa nasal, caracterizada por dois ou mais destes sintomas: coriza, espirros, nariz entupido e coceira. Ela pode ser de causa alérgica ou não alérgica. Os principais desencadeantes da rinite alérgica são os ácaros presentes na poeira doméstica, seguidos por pelos de cão e gato, mofo e pólen. Entre as não alérgicas, as de maior importância no inverno são as infecciosas, provocadas por vírus, e as irritativas, provocadas pela poluição. O tratamento inicial deve ser com antialérgicos e, dependendo de cada caso, pode ser necessário corticoide local.

A sinusite pode ser uma consequência tanto da rinite alérgica como da não alérgica. Os principais achados são secreção nasal esverdeada, nariz entupido e dor de cabeça/face. Muitas vezes, só melhora após tratamento com antibiótico.

3) Bronquite x Asma

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A bronquite é uma doença aguda, provocada pela inflamação das vias aéreas inferiores (brônquios) e tem como principal causa as infecções virais. Além da tosse, quase sempre presente, também pode apresentar febre e falta de ar. Tem duração de poucos dias e a melhora costuma ser espontânea, com auxílio de medicamentos sintomáticos.

A asma é uma doença inflamatória crônica, na maioria das vezes de causa alérgica, que provoca sintomas de falta de ar, chiado no peito e tosse. Quase sempre os sintomas melhoram após o uso de medicamentos para aumentar o espaço da passagem do ar, os broncodilatadores. Dependendo da frequência e gravidade dos sintomas, é necessário usar corticoide oral ou inalatório.

4) Bronquiolite

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Bronquiolite é a infecção dos bronquíolos dos bebês causada por vírus, normalmente o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). É mais comum até 3 anos de idade e costuma ser o primeiro episódio de chiado na infância. Provoca tosse, respiração ofegante, queda da saturação de oxigênio no sangue e é motivo comum de internação nessa faixa etária. Em geral, melhora espontaneamente, com medicamentos sintomáticos; em alguns casos, há necessidade de suporte respiratório com oxigênio.

5) Pneumonia

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É a infecção que se instala nos pulmões. Pode ser causada por vários micro-organismos diferentes (bactérias, vírus, fungos) e provoca tosse, dor no tórax, mal-estar, falta de ar e, ainda, pode apresentar secreção amarela ou esverdeada. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com antibiótico.

As medidas de prevenção que devem ser tomadas:

=Manter vacinas em dia, a da gripe deve ser aplicada anualmente e é gratuita para grupos de risco.
=Lavar bem as mãos sempre que possível e, indispensavelmente, antes de se alimentar, após espirrar ou tossir, e depois de usar o banheiro.
=Proteger com o braço (e não com as mãos) quando espirrar ou tossir
=Fazer higiene da casa adequadamente, de maneira que diminuam os alérgenos do ambiente, como ácaros da poeira
=Evitar lugares com aglomerados de pessoas e/ou sem ventilação adequada
=Em locais com ambiente seco, é recomendável o uso de um umidificador de ar no ambiente, desde que usados por poucas horas e com saída de vapor de até 60%.
=Beber muita água

Fonte: Docway