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Como manter uma relação positiva com os alimentos durante a pandemia

Professor no curso de Nutrição da Pitágoras Ipatinga dá dicas de alimentação, o que contribui para o controle da ansiedade durante a quarentena

Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, muitas pessoas têm aproveitado o momento para descobrir novas habilidades na cozinha e passar o tempo. Mas este cenário também pode causar muita ansiedade, levando à compulsão alimentar e outros agravos à saúde. É importante destacar que neste período de quarentena, a alimentação saudável é fundamental para ampliar as chances de defesa do organismo.

Diante disso, este não é o momento de se pensar em restringir para emagrecer, pois uma dieta limitada fornece pouca energia e a quantidade de micronutrientes insuficiente (vitaminas e minerais), podendo vir a enfraquecer o sistema imunológico.

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Segundo o professor no curso de Nutrição da Pitágoras Ipatinga, Daniel Urils, é possível se alimentar de forma equilibrada e saudável, degustando ocasionalmente chocolate ou outro doce que tanto gosta, sem engordar por causa disso. “Restrição gera compulsão. Se estiver com fome, sacie sua fome, depois aprecie seu doce preferido com muita atenção e sem interferências externas”, orienta.

Conforme explica o especialista, é importante sentir o aroma, mastigar lentamente e aproveitar o alimento em todos os aspectos. “Comendo com calma, é muito mais provável que vá precisar somente de um pedaço pequeno para se satisfazer, do que se comesse em frente à televisão, por exemplo”, reforça.

Para lidar com a ansiedade, muitas pessoas procuram alimentos à base de açúcares, ou com muita gordura. Essa situação pode até acarretar problemas à saúde intestinal, além de interferir no estado de humor. “O momento é de respeitar o seu tempo, o seu corpo, e não exigir demais de você mesmo”, destaca o nutricionista. Segundo o especialista, não existe fórmula mágica para uma alimentação que melhore a saúde, seja para fortalecer a imunidade ou para diminuir a ansiedade. “A chave do sucesso é se alimentar de forma equilibrada”, esclarece.

Nesse sentido, a mudança de hábito, embora importante, pode começar com pequenos passos. Uma dica é colocar mais salada no prato, o que auxilia na saciedade e contribui naturalmente para a redução da quantidade de outros alimentos.

“O importante é lembrar que as metas devem ser estabelecidas conforme a realidade de cada um, sem usar orientações feitas para outras pessoas, como blogueiras e personalidades famosas. Pense em como pode evoluir diariamente, sem pressão de conseguir toda a mudança que você quer em pouco tempo. Esse processo também envolve autoconhecimento e entrega para identificar e dominar os impulsos que nos fazem desistir. Reconhecer que somos humanos e podemos falhar é fundamental, pois muitas vezes desistimos de tentar apenas porque fizemos escolhas menos saudáveis em uma refeição, quando na verdade podemos usar essa vivência para aprender e progredir”, finaliza.

Fazer boas escolhas alimentares ajuda a manter a mente saudável. As diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira , do Ministério da Saúde, podem auxiliar a população a realizar uma alimentação equilibrada.

Confira mais dicas do professor de Nutrição da Pitágoras Ipatinga:

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• Faça de alimentos in natura ou minimamente processados a base de sua alimentação: ou seja, priorize o consumo de alimentos obtidos diretamente de plantas ou de animais, como legumes, verduras, frutas, batata, mandioca e outros tubérculos; arroz, milho, feijão de todas as cores, lentilhas, grão de bico e outras leguminosas; castanhas, nozes, amendoim e outras oleaginosas sem sal ou açúcar; farinhas de mandioca, de milho ou de trigo e macarrão feito com essas farinhas e água; carnes; leite e iogurte (sem adição de açúcar);
Evite alimentos processados, como refrigerantes, biscoitos recheados, salgadinhos de pacote e macarrão instantâneo;

chá camomila
Foto: chamomileteaonline

Alguns alimentos podem contribuir com o controle da ansiedade. É o caso de chás calmantes e que não contenham cafeína, como camomila, melissa, maracujá;
• Procure fazer suas refeições diárias em horários semelhantes. Evite ‘beliscar’ nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade;

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Procure comer sempre em locais limpos, confortáveis e tranquilos, onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimentos;
• Sempre que possível, prefira comer em companhia das pessoas que gosta, lembrando da importância do isolamento social que se faz necessário neste momento. Procure compartilhar também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições;

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• Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las com as pessoas com quem você convive, principalmente com crianças e jovens. Se você não tem habilidades culinárias, e isso vale para homens e mulheres, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos (há tantas opções online) e…comece a cozinhar.

“Como todas as habilidades, o preparo de alimentos melhora quando é praticada. Descasque mais e desembale menos”, finaliza Urils.

Fonte: Faculdade Pitágoras

Conheça alimentos que ajudam a melhorar o sistema imunológico

Alimentos de cores variadas garantem nutrientes importante para manter a imunidade em alta

Manter uma alimentação saudável e adequada é um fator de extrema importância para o fortalecimento do sistema imunológico, já que ele é responsável por proteger nosso organismo contra bactérias e vírus, que é o caso do covid-19. Nutricionistas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo orientam a aumentar o consumo de alguns nutrientes encontrados nos alimentos, que desempenham a função de modular a resposta imune do corpo e com isso ajudam a prevenir o desenvolvimento de diversas doenças.

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A vitamina C, presente principalmente nas frutas cítricas, é um potente antioxidante que diminui o dano celular e mantém a imunidade em alta.

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Outro nutriente muito importante na manutenção da integridade das células de defesa é a vitamina A, encontrada em alimentos vermelhos e alaranjados como a cenoura, abóbora, manga e tomate.

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Já a vitamina E ajuda a proteger células contra substancias tóxicas e favorece a função imunológica. As castanhas, amendoim, sementes de girassol e vegetais verdes escuros são ricos neste nutriente.

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O zinco é um mineral que está altamente relacionado ao fortalecimento do sistema imune, ele é encontrado principalmente em carnes, laticínios, frutos do mar e cereais.

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O consumo de probióticos, como o iogurte natural, também é bastante recomendado, pois eles contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal e auxiliam as células de defesa no combate a infecções.

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pixabay

A boa hidratação é outro fator essencial para manter a imunidade em alta. A recomendação é de ingerir, em média, dois litros de água por dia.

Aliar a boa alimentação com hábitos mais saudáveis, como manter o sono em dia, praticar algum tipo de exercício físico e controlar o estresse, é imprescindível para o bom funcionamento do sistema imunológico e, consequentemente, para a prevenção de doenças.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação*

O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de saúde em alerta máximo. A propagação do covid-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de micro-organismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva-moura também são aliados de peso na construção da saúde.

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Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

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Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

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A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

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*Fernando Facini é terapeuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

Alimentação balanceada fortalece sistema imunológico e é arma contra coronavírus

Com a imunidade fortalecida, reforçada por suplementação vitamínica e por hábitos higiênicos simples, ficamos menos suscetíveis às gripes e resfriados e até a infecções e doenças como o Covid-19

Especialistas são unânimes em apontar que as vitaminas A, B6, B12 e C, bem como o ácido fólico e zinco auxiliam no funcionamento do nosso sistema imune. Também atestam que a vitamina D pode melhorar a função endotelial, que a E pode influenciar a suscetibilidade a doenças infecciosas e alérgicas, e que a metabolização da vitamina A é auxiliada pelo zinco.

A questão é: como estar com o sistema imunológico preparado para enfrentar, por exemplo, doenças respiratórias cuja incidência aumenta, em especial em idoso e crianças, com a chegada do outono e do inverno? E, em especial, agora com a entrada no país de um novo coronavírus.

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“O segredo é ter uma alimentação balanceada, com a ingestão de frutas e legumes e, em especial, proteínas, vitaminas e minerais, que ajudam a fortalecer o nosso sistema imunológico”, revela o chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese e diretor do serviço de nutrologia do HCor, Daniel Magnoni.

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Segundo ele, a ingestão de proteínas é um dos pontos que mais influenciam a imunidade. “Em pacientes internados ou com deficiência de imunidade, indicamos um maior aporte de proteínas como forma de estimular todos os processos de defesa e proteção imunitária”, frisa. A escolha da proteína, assunto muito em voga, deve começar com as proteínas do leite e derivados, carnes magras de forma geral.

Magnoni ressalta que a obtenção de doses recomendadas de vitaminas e minerais é difícil de ser alcançada, seja devido à correria do dia a dia, seja por meio da alimentação, que nem sempre supre as necessidades do nosso organismo. “Nesse sentido, a suplementação acaba sendo uma possibilidade indicada de forma pragmática”.

suplemento omega 3

“Há diversas opções no mercado, como as direcionadas aos adultos, gravidas idosos e crianças, inclusive uma mais recente na forma de gomas, que representa uma nova geração, que não necessitam de água para serem ingeridas, são de fácil transporte e tem sabor agradável”, completa. De acordo com o médico, podem, ainda, ser usados os suplementos disponíveis no mercado, como o Whey isolado ou hidrolisado e, em alguns casos, derivados do colágeno.

Bons hábitos ajudam

café da manhã leite frutas

Alimentar-se de forma equilibrada é um desafio que pode ser vencido, conforme as dicas de Magnoni. Entretanto, além de uma alimentação balanceada e de suplementação vitamínica, feita por orientação de um médico ou nutrologista, alguns hábitos podem ajudar na prevenção eficiente de doenças e infecções, mais comuns no outono e inverno. O médico elenca:

=Lavar as mãos e antebraços com frequência.
=Cobrir boca e nariz ao espirrar ou tossir.
=Ficar em casa caso tiver os sintomas, pois isso evita a propagação de vírus.
=Jamais se automedicar e procurar um médico somente em caso de febre persistente, acompanhada por incômodo quando respirar.

Fonte: HCor

Coronavírus: como reforçar o sistema imunológico para dificultar contaminação*

O coronavírus chegou ao Brasil e colocou governos e órgãos de Saúde em alerta máximo. A propagação do COVID-19, como vimos na China, é rápida e requer uma série de cuidados. A chave para a proteção não está somente em ter um ambiente esterilizado. É preciso que tenhamos cuidados diários para o fortalecimento do sistema imunológico, pois é ele o responsável por proteger nosso organismo e responder a ataques provocados por vírus e bactérias. E isso passa, necessariamente, pelo delicado equilíbrio entre o corpo e a mente.

O surgimento do novo vírus e a pandemia que enfrentamos hoje decorrem de um grande desequilíbrio ambiental, que permitiu a sua multiplicação em um ambiente lotado de pessoas com sistemas imunológicos debilitados ou incapazes de conhecerem esta classe de micro-organismos como sendo de alto risco.

Por isso, ações preventivas são a resposta para minimizar esses fatores. O melhor a fazer é reforçar as defesas do nosso organismo para tentar barrar as ameaças externas. Nos seres humanos, as baixas atividades imunológicas ocorrem quando há desequilíbrios fisiológicos e emocionais.

Neste processo de proteção, tudo começa na comida, já que o intestino representa 90% em um processo imune. Por isso, é necessário cuidar da qualidade dos alimentos que colocamos na nossa mesa e manter em equilíbrio as emoções e pensamentos. Esta, certamente, é a parte mais difícil.

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Evitar alimentos industrializados e fontes de carboidratos simples, como açúcar refinado e os sucos industrializados compostos por néctar, e investir na reconstituição da microbiologia, são imprescindíveis, pois mais de 50% das pessoas estão com alguma deficiência em relação aos bacilos que formam e promovem a microbiota intestinal. Nesse sentido, alguns alimentos são indispensáveis: inhame, rabanete, nabo, couve, brócolis e vegetais escuros. Frutas cítricas, como limão e laranja, tomate e linhaça, são outros itens que não podem faltar na mesa durante o processo de fortalecimento da imunidade.

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Foto: Frontier-Co-op

É possível, ainda, lançar mão dos complementos alimentares, como ômega-3, lactobacilos e fibras alimentares. Seja em cápsulas ou na forma de chás, a cúrcuma, a maca peruana, a equinácea, o ginseng, o gingko biloba, astragalus, anis estrelado e a erva moura também são aliados de peso na construção da saúde.

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Outro passo importante é controlar o estresse, pois um dos hormônios liberado nestas condições é o cortisol, que, em desequilíbrio, interfere na qualidade do sono, o que resultará na predisposição a contaminações. Sabemos que, em tempos modernos, é difícil se manter livre do estresse e até mesmo desfrutar de uma boa noite de sono, mas estes são fatores preponderantes para que o nosso organismo esteja forte. Um caminho para quem precisa atingir esse estágio é a prática diária de atividade física. Além de preparar o corpo, a liberação de endorfina ajuda a combater o estresse e a melhorar a qualidade do sono. Tudo está interligado.

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Depois desses cuidados, entram em cena as dicas referentes ao ambiente. Deve-se tanto higienizar constantemente as mãos e evitar ambientes abafados quanto evitar pessoas, relacionamentos e ambientes emocionalmente “tóxicos”. Outro fator importante é evitar a contaminação eletromagnética, mantendo o celular longe do corpo sempre que possível e, à noite, fora do quarto.

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A exposição (com proteção) ao sol e a ambientes naturais é tão vital quanto selecionarmos melhor as informações e programas que assistimos, além das músicas que ouvimos. A boa noite de sono, cada vez mais rara, tem valor fundamental para o nosso equilíbrio. No mais, procure manter a mente em constante funcionamento, seja estudando idiomas, culturas ou tocando algum instrumento musical. E tente, sempre que possível, trabalhar menos e viajar mais. Sempre que possível, claro.

*Fernando Facini é terapeuta quântico, especialista em saúde integral, diretor de prevenção a doenças no Instituto Mispá, bacharel em Educação Física pela PUC de Campinas.

Alimentação no inverno: cuidados necessários para manutenção do corpo

Com a chegada da estação mais fria do ano, a atenção ao consumo de alimentos aumenta

Ao levantar da cama durante a manhã com a presença do frio, a busca por uma bebida que aqueça o corpo, como o café e o chocolate quente, por exemplo, é uma das preocupações daqueles que acordam cedo para iniciar as atividades do dia. Com a chegada do inverno, o metabolismo utiliza mais energia para que o corpo permaneça aquecido. O cuidado com a alimentação na estação mais fria do ano auxilia no vigor e prevenção de doenças que atingem o sistema imunológico.

Uma alternativa é incluir alimentos da época às refeições. Além da compra de frutas, verduras e legumes com preços acessíveis, há variedade nas preparações do cotidiano. As cores dos alimentos influenciam em sua atuação no corpo. Os laranja-avermelhados, por exemplo, contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico.

tangerina pixabay
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De acordo com o Manual de Sucos, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a laranja e a tangerina são algumas frutas com maior oferta no inverno. Os alimentos verdes, como a acelga e a couve, são ricos em vitaminas A e C. A nutricionista Katlly Sousa ressalta a atuação dos nutrientes no corpo e a relevância dos carboidratos.

“As vitaminas e minerais têm importante ação no organismo como na prevenção de doenças, absorção de outros nutrientes, tornando-se indispensáveis para uma alimentação saudável em qualquer época do ano. Os carboidratos, que são os principais responsáveis pelo fornecimento de energia ao organismo, são igualmente necessários na alimentação diária.”

Katlly sugere que no momento da escolha do tipo de carboidrato, prefira os integrais. Além de conter mais vitaminas e minerais, as fibras auxiliam no bom funcionamento intestinal.

sopas

Com o gasto energético, o desejo pela ingestão de comidas gordurosas aumenta. Sopas e caldos podem ser opções saudáveis com a utilização de verduras e legumes. “Deve-se ter cuidado com as sopas industrializadas, que normalmente são ricas em sódio, além de não conter ingredientes frescos como uma sopa feita em casa”, explica a nutricionista. “O preparo não é difícil e pode ter variações. Na escolha dos ingredientes, evite o uso de embutidos e enlatados, e dê preferência para os vegetais\ in natura, tornando a sopa mais saudável e saborosa”, completa Katlly.

sanduiche natural

Entre o almoço e o jantar, os sanduíches podem estar presentes nas refeições intermediárias. Uma opção é a combinação do pão integral, fonte de carboidrato, acompanhado de legumes e verduras, ricos em fibras e que contribuem para a saciedade.

Ao praticar exercícios físicos, a escolha das roupas apropriadas e o aquecimento correto antes da atividade são fatores a serem observados. Ao desempenhar as ações, há perda de calorias e necessidade de reposição, por isso, uma alimentação correta antes e após o exercício físico é importante.

água com frutas

Nesta fase do ano, a hidratação é outro fator que colabora para manutenção da saúde. O consumo da água, sucos e chás são uma excelente alternativa.

No inverno, a alimentação adequada em diferentes situações da rotina colabora para o bom funcionamento do corpo e para a manutenção de todas as funções do organismo.

Por: Lucas Rodrigues Assessoria de Comunicação Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Própolis é poderosa aliada no inverno

Com a chegada do inverno e dos dias mais frios do ano, quem se faz presente são as gripes e resfriados – a Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que em todos os anos, cerca de 5 a 10% dos adultos e de 20 a 30% das crianças sejam infectados pelo vírus influenza, responsável pela gripe.

Um passo importante no combate às doenças respiratórias é a prevenção. Muitas pessoas preferem evitar a automedicação e procuram por métodos e soluções naturais que auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico. Você sabia que a própolis é um poderoso aliado à imunidade do nosso corpo? A Apis Flora separou cinco propriedades que mostram como a própolis é benéfica para a saúde:

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Fortalece o sistema imunológico: a própolis regula a resposta imunológica, de modo que o sistema imunológico fica fortalecido. Suas substâncias promovem maior ativação das células de defesa e reguladoras, favorecendo o reconhecimento e a destruição dos micróbios por meio de citocinas.

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Ação antibacteriana: popularmente conhecido como um antibiótico natural, uma das grandes vantagens do seu uso em relação aos medicamentos alopáticos é que a própolis destrói bactérias nocivas e preserva as benéficas; um exemplo disso são as bactérias da flora intestinal.

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Protege contra os efeitos danosos dos radicais livres: além de ser antioxidante evitando a formação de radicais livres, a própolis bloqueia a ação danosa destes sobre as células saudáveis. Ainda, a própolis preserva a ação da vitamina C, um potente antioxidante antienvelhecimento.

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Foto: Justaboutskin

Função cicatrizante e regeneradora dos tecidos: a presença de flavonoides e aminoácidos, considerados regeneradores dos tecidos, torna a própolis eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras.

“Uma excelente alternativa durante este período do ano, quando gripes e resfriados são comuns, é o consumo de produtos à base de própolis. A substância é uma grande aliada para o equilíbrio do sistema imunológico e conta com diversas atuações benéficas para o corpo”, afirma Andresa Berretta, Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Apis Flora.

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A linha Propomax da Apis Flora conta com duas versões de produtos à base do extrato de própolis. O Propomax, primeiro extrato de própolis 100% verde e sem álcool brasileiro, e o Propomax Zero Spray, que combina as propriedades da própolis verde e menta, num produto diferenciado que não contém mel e nem qualquer tipo de açúcar (indicado para diabéticos e pessoas que desejam controlar a glicemia).

Informações: Apis Flora

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

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Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

cerveja com chocolate

Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Aproveite março para repensar os hábitos alimentares

A Doctoralia alerta para a importância de uma alimentação saudável e equilibrada o ano todo, mas especialmente no outono, quando o organismo precisa se fortalecer por conta do aumento de doenças respiratórias

Março é o mês ideal para repensar os hábitos alimentares: além de representar a chegada do outono, estação na qual a temperatura fica mais amena e o clima seco, celebra-se o Dia Nacional da Saúde e Nutrição, no dia 31.

“Sabemos que, embora o inverno só comece em 21 de junho, precisamos preparar nosso corpo para essa mudança meses antes de sua chegada, sendo que uma alimentação saudável e equilibrada é uma ótima aliada na prevenção de doenças sazonais, como gripes e resfriados”, comenta Carlos Eduardo Spezin Lopes, Country Manager da Doctoralia no Brasil.

Em 2018, houve aumento das doenças típicas de inverno, conforme levantamento do Ministério da Saúde, o qual identificou mais que o dobro de casos de influenza em relação ao ano anterior: foram 3.558 ocorrências, contra 1.459, em 2017. Segundo a mesma instituição, o período de maior incidência é a temporada de frio, entre abril e outubro, sendo mais intenso em junho.

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“Ter uma alimentação balanceada, com ingestão frequente de água e prática de atividades físicas, é uma maneira de prevenir essas doenças, pois ajuda a fortalecer o sistema imunológico em caso de contato com os vírus”, comenta a nutricionista Juliana Schrickte Grana, membro da Doctoralia.

Confira a seguir as dicas da especialista para uma dieta variada e rica em nutrientes para fortalecer o organismo e prepará-lo para o inverno:

Turbine o cardápio com alimentos ricos em vitamina C

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Pixabay

De acordo com a nutricionista, alimentos com alta concentração de vitamina C são essenciais para a imunidade, pois auxiliam na prevenção de doenças infecciosas do sistema respiratório e favorecem a absorção de ferro, evitando anemia. “Esse antioxidante também ajuda na cicatrização de feridas, na circulação do sangue e no fortalecimento dos fios de cabelo”, explica. Ela recomenda frutas típicas do outono que são ricas na vitamina, como laranja, limão, tangerina, maracujá, caqui e goiaba.

Aproveite a oferta de vegetais da estação

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O outono é uma ótima época para abastecer a despensa e a geladeira com alimentos saídos direto da horta, adicionando mais vitaminas e minerais ao cardápio. Juliana indica incrementar as saladas com agrião, espinafre e repolho, e preparar receitas saborosas com abóbora, abobrinha, batata-doce, berinjela, beterraba e chuchu.

Mantenha-se hidratado

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Não se deixe enganar pelas temperaturas amenas: beba bastante água diariamente. É possível também equilibrar com outras bebidas como chás, especialmente de frutas vermelhas e maçã com canela, e sucos naturais de frutas da estação, de preferência sem adoçar. Aposte também em frutas que ajudam a hidratar o organismo, como melancia, morango, pêssego, melão e abacaxi.

Dê preferência a proteínas magras e fibras

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Nada melhor do que uma sopa quentinha para aquecer e relaxar. “Ao escolher os ingredientes, opte por legumes variados, proteínas magras e grãos integrais, ampliando a diversidade de vitaminas e minerais em uma só refeição”, sugere a nutricionista, que também recomenda vegetais ricos em fibras, que saciam o apetite por mais tempo.

Juliana destaca também a importância de minerais como zinco, magnésio e selênio, presentes em oleaginosas e sementes como castanha-do-pará, amêndoas e chia, pois aumentam a imunidade, evitando gripes e alergias. Por outro lado, ela observa que alimentos gordurosos e calóricos, como carnes, massas e doces, devem ser evitados, uma vez que podem levar a ganho exagerado de peso, assim como ao aumento do colesterol e da glicose.

Fonte: Doctoralia

Queda de temperatura: prepare o corpo com estratégias nutricionais

As quedas de temperatura, que se iniciam com a chegada do inverno e se intensificam nos próximos meses, podem comprometer o equilíbrio do organismo, especialmente em relação ao sistema imunológico. Para evitar isso, torna-se necessária a adoção de estratégias que modulem o corpo antes da previsão do tempo mudar. A alimentação é uma forte aliada nesse aspecto, tendo em vista que o aporte adequado de vitaminas, minerais e fitoativos é eficaz no aumento das defesas imunológicas.

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Formado por componentes específicos que sofrem influências de nutrientes, o sistema imune depende de um bom funcionamento do intestino, que possui alta associação com a chamada imunidade inata, responsável por defender o corpo contra infecções e resfriados agudos.

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Foto: Max Straeten / Morguefile

Certos nutrientes, especificamente a glutamina, a arginina, os ácidos graxos essenciais e as fibras dietéticas (com destaque às prebióticas) são necessários para o crescimento e função normal das células presentes na mucosa intestinal e, consequentemente, das imunológicas. Para isso, a inclusão de cereais integrais, sementes, oleaginosas e leguminosas é recomendada.

Segundo Karla Maciel, nutricionista consultora da Naiak, os micronutrientes também devem ser ajustados na alimentação destinada aos preparos do corpo para o frio. Dentre eles, pode-se destacar o ferro, zinco, selênio, cobre, vitaminas C, E e D e as do complexo B, especialmente riboflavina (B2), ácido fólico e niacina (B3).

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Eles atuam como cofatores enzimáticos do sistema antioxidante endógeno, potencializando a ação das principais enzimas com esse papel de reduzir o estresse oxidativo. “É preciso ressaltar, ainda, que o ácido fólico, largamente presente em vegetais verde-escuros, favorece a síntese de glóbulos brancos, essenciais para otimizar a imunidade”, completa.

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Um grupo de fitoquímicos que merece atenção quando se fala em imunidade são as catequinas e antocianinas, presentes no chá verde e frutas roxas, respectivamente. Estudos clínicos demonstram a capacidade destes compostos em atuar como imunomoduladores e antioxidantes, reduzindo os radicais livres que potencializam o desenvolvimento de doenças.

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Por fim, um nutriente que deve ser listado é o ômega-3. Com alta capacidade em atuar como anti-inflamatório, o seu consumo por meio da alimentação e de suplementos de qualidade, é ideal para minimizar processos inflamatórios decorrentes das mudanças bruscas de temperatura.

Fonte: Karla Maciel – nutricionista consultora da Naiak – CRN 46500