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Dia Mundial do Veganismo: confira cinco mitos e verdades sobre o tema

Especialista esclarece principais dúvidas sobre o estilo de vida e hábito alimentar que exclui carnes e derivados de animais

Celebrado em várias partes do mundo, 1º de novembro é dedicado ao Dia Mundial do Veganismo, estilo de vida que exclui o consumo de qualquer produto de origem animal. Apesar do assunto estar em alta, com a manifestação inclusive de celebridades que estão, aos poucos, tirando carne animal da alimentação, ainda restam muitas dúvidas sobre o que é o veganismo.

Por isso, Jessica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, explica alguns mitos sobre o assunto:

Adotar uma alimentação vegana pode ser mais saudável.

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Verdade. Quando a substituição da carne é feita com sucesso dentro uma alimentação balanceada com a ingestão de verduras, grãos e leguminosas, esse hábito se traduz em uma melhora significativa, tanto da saúde física como emocional.

O veganismo se restringe apenas aos hábitos alimentares.

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Mito. “Ser vegano não está relacionado apenas com a alimentação, mas sim com um estilo de vida, que procura evitar o consumo de produtos ou marcas que envolvam a exploração de animais para a fabricação, sejam eles alimentícios ou não”, comenta a nutricionista da Superbom.

Ovolactovegetarianismo é diferente do veganismo.

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Fotos: FreeFoodPhotos

Verdade. Quando alguém se declara como ovolactovegetariano exclui proteína animal do cardápio, ou seja, não come nenhum tipo de carne, mas continua comendo ovos, laticínios e outros derivados dos animais. Já veganos excluem qualquer derivado de animal.

Plant-based e veganismo são iguais.

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Mito. Apesar de ambos excluírem carne ou derivados de animais do cardápio, a alimentação plant-based tem como princípio o consumo de produtos de origem vegetal, priorizando sua forma mais natural possível. Além da busca por uma alimentação saudável, quem segue uma dieta plant-based também procura melhorias quanto à qualidade de vida e ao meio ambiente.
Atletas amadores e profissionais não podem ser veganos.

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Carl Lewis é um atleta norte-americano, vegano, que ganhou dez medalhas olímpicas, nove delas de ouro

Mito. Não há nada que impeça praticantes de atividades físicas de adotarem uma alimentação livre de derivados de animais. Inclusive, atletas veganos podem ter mais energia e tempo de recuperação muscular menor. “Para quem busca excluir carne animal do próprio prato, adotar o consumo equilibrado de verduras, grãos, frutas e, principalmente, leguminosas, pode ser suficiente para suprir as necessidades de nutrientes que o organismo precisa”, conclui.

Sugestão de produtos para quem busca reduzir o consumo de carne

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O Burger Gourmet Vegan Superbom é semelhante ao de origem animal, porém feito à base de ervilha e saboroso, ideal para composição de lanches saborosos e nutritivos.

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Outras opções de proteínas plant-based são: a minicoxinha vegana, a steak vegano sabor peixe e o frango vegano em pedaços. Todos feito à base de proteína da ervilha com características e sabor semelhantes dos produtos de origem animal.

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Queijos veganos da Superbom disponíveis nos sabores cheddar, prato, mussarela, provolone, parmesão e na versão gourmet brie, cheddar, parmesão e mussarela.

Fonte: Superbom

Outubro Rosa: alimentação x câncer de mama

Escolhas alimentares podem aumentar risco de desenvolvimento da doença

Há anos o mês de outubro é marcado pela campanha nacional de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que em 2018 foram diagnosticados 59.700 novos casos da doença, sendo que 30% poderiam ser prevenidos com alimentação balanceada, atividade física, eliminação do consumo de bebidas alcoólicas e outros hábitos ligados a um estilo de vida saudável.

Para ajudar a esclarecer como as escolhas alimentares atuam na prevenção do câncer de mama, Jéssica Santos, nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, responde abaixo dúvidas sobre o assunto:

A carne vermelha em excesso aumenta a chance de desenvolver o câncer de mama?

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Sim, diferentes estudos realizados por instituições como Universidade de Harvard e Universidade de Leeds, da Inglaterra, apontam que o consumo excessivo de carne vermelha pode facilitar o desenvolvimento do câncer de mama. “Para quem deseja tirar o alimento do cardápio, sem perder o sabor e demais valores nutricionais, pode procurar por substitutos da carne à base de vegetais, como os feitos de proteína da ervilha ou de soja”, sugere.

Quais alimentos podem reduzir o risco da doença?

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Ao adotar uma alimentação balanceada e rica em alimentos in natura como frutas, legumes, vegetais e cereais integrais, menor serão as chances de células cancerígenas se desenvolverem. Isso porque fibras alimentares e antioxidantes, encontrados em frutas, leguminosas e cereais, atuam diretamente na eliminação de toxinas do organismo que podem desencadear tumores.

A obesidade é um fator de risco?

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Foto: Xenia/Morguefile

Sim, por estar associada a péssimos hábitos alimentares a obesidade também representa outro fator de risco do câncer de mama. Além de estar relacionada com diabetes e hipertensão que podem dificultar o tratamento do câncer.

Consumo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco do surgimento do câncer de mama?

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Sim, bebidas alcoólicas em geral quando consumidas regularmente podem ajudar no desenvolvimento de células cancerígenas.

“De uma forma geral, a longo prazo, uma alimentação saudável e pobre em gorduras saturadas, açúcar e alimentos ultraprocessados, além de ajudar a prevenir o câncer de mama, também contribui para reduzir agressividade da doença quando afeta a paciente”, argumenta.

Sugestão de produtos

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A Superbom possui uma linha de proteínas 100% plant-based feitas a partir da proteína da ervilha, sem nenhum insumo de origem animal como a carne vermelha, associada ao desenvolvimento do câncer de mama.

Fonte: Superbom

 

 

Proteínas vegetais têm benefícios semelhantes aos da carne

Soja é a principal fonte deste tipo de proteína e tem benefícios que auxiliam na recuperação muscular de jovens e adultos e no combate ao câncer de mama

Muitos ainda questionam, mas a verdade é que alimentos de origem vegetal também são fontes ricas em proteínas e se equiparam a outros advindos de fonte animal. Alimentos como ervilha, milho, batata e arroz suprem as necessidades proteicas do organismo humano em uma dieta equilibrada com nutrientes de qualidade. A soja, – principal fonte de proteína vegetal – é comprovada cientificamente como a de maior qualidade.

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A especialista em nutrição clínica Bárbara Peters, membro da Força-Tarefa Alimentos Funcionais do International Life Sciences Institute (ILSI) Brasil, esclarece algumas dúvidas sobre proteínas vegetais e sua composição.

“A proteína é um dos componentes mais importantes e mais abundantes dos seres vivos. Ela é formada por aminoácidos, que são fundamentais na formação de cadeias proteicas. A soja é a única dos vegetais que apresenta todos os aminoácidos em quantidades suficientes para atender as necessidades do ser humano”, afirma Bárbara, que lembra ainda que a soja tem como vantagem o custo menor – sendo uma excelente alternativa para o consumidor -, quando comparado à outras fontes de proteína

Ao optar por uma dieta livre de carnes, por exemplo, o acompanhamento de um nutricionista é fundamental. Para compensar a quantidade necessária de nutrientes, o ideal é que o paciente tenha refeições equilibradas ao longo do dia, com ingestão de proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais. O objetivo é que todos os aminoácidos essenciais à saúde humana sejam ingeridos em quantidades diárias recomendadas segundo orientações do profissional.

“Ao comparar no mercado, não há como o consumidor saber qual das proteínas são de fato a mais ricas. Entretanto, por meio de estudos e procedimentos de análise de digestibilidade e valor nutricional, é comprovado que o bom resultado de uma alimentação rica em proteína depende da quantidade ingerida ao longo do dia para atingir o ideal, independente da fonte”, comenta Bárbara.

Ou seja, além da substituição da carne em dietas vegetarianas ou veganas, proteínas vegetais são uma alternativa equivalente aos alimentos de origem animal, de acordo com a ingestão da quantidade adequada.

Proteína da soja ajuda a combater o câncer?

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A relação entre a proteína da soja e o auxílio no combate ao câncer existe devido aos compostos orgânicos chamados isoflavonas, que estão presentes na soja. Como são estruturalmente semelhantes aos estrogênios endógenos, tem sido sugerido que elas podem ajudar a proteger contra cânceres associados a hormônios, especialmente o de mama.

De acordo com Bárbara, a alta ingestão de isoflavonas a partir de alimentos à base de soja em países asiáticos (variação média de 25 a 50 mg/dia) tem contribuído na redução do risco de câncer de mama. Em contrapartida, a incidência de câncer de mama permanece elevada na Europa, América do Norte e Austrália / Nova Zelândia, onde a ingestão média de isoflavonas em mulheres não asiáticas é geralmente menor que 2 mg/dia. No entanto, vários fatores hereditários e de estilo de vida provavelmente também contribuem para essa diferença.

“Alguns estudos de caso-controle também relataram que a exposição precoce à soja durante a infância e adolescência pode estar associada a um menor risco de câncer de mama mais tarde na vida”, afirmou, apontando que há também estudos que sugerem que a alta versus a baixa ingestão de isoflavonas pode estar associada a uma redução modesta no risco de recorrência (RR = 0,84, 95% CI: 0,71-0,99) em sobreviventes de câncer de mama.

Proteínas vegetais x manutenção do peso

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Tanto a manutenção quanto o crescimento do tecido muscular, acontecem quando a síntese proteica muscular é maior que sua degradação. Em qualquer treino de força ou resistência, é importante ter uma nutrição adequada para promover ganho muscular e garantir sua preservação. Proteínas de alta qualidade (como a da soja) e os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), são componentes nutricionais necessários para promover crescimento muscular.

A proteína de soja é a única de origem vegetal que é bem digerida e fornece todos os aminoácidos essenciais em quantidades apropriadas para ajudar no crescimento e reparação de tecidos, tanto para crianças quanto para adultos. Ou seja, a ingestão diária recomendada pode auxiliar na recuperação muscular, o que permite consciência na execução de exercícios físicos, e tem papel fundamental na manutenção do peso.

Em idosos, o papel da proteína é ainda maior. A partir dos 50 anos, é natural a perda gradual de tecido muscular e de sua recuperação. A ingestão de proteína da soja, por exemplo, ajuda a manter o que é naturalmente perdido, auxiliando no dia a dia e na prática de exercícios, que é altamente recomendado para uma vida saudável na terceira idade. Além disso, a proteína da soja oferece outras vantagens bem estabelecidas por estudos científicos, como redução do risco cardiovascular, diminuição do mau colesterol (LDL), e aumento do bom colesterol (HDL).

Confira dez alimentos que ajudam a reduzir o colesterol

Especialista orienta que eles devem ser incluídos na dieta e não como suplementos

A alimentação saudável é a principal forma de manter as taxas de colesterol controladas, reduzindo-se as chances de acidentes vasculares cerebrais (AVC) e infarto.

“O composto que chamamos de colesterol é sintetizado no fígado e transportado no sangue pelas lipoproteínas. As mais importantes são as Lipoproteínas de Baixa Densidade [LDL] e as Lipoproteínas de Alta Densidade [HDL]”, explica a nutricionista Regina Helena Marques Pereira, do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

A LDL é o chamado “colesterol ruim” porque está associada com o risco de desenvolver a doença coronariana. “O ideal é que sua taxa sanguínea fique abaixo de 130 mg/dl”, afirma a especialista. A HDL é o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso de colesterol que entra na parede das artérias via LDL. O indicado é manter a taxa superior a 40 mg/dl. Temos ainda as VLDL, que são relacionadas ao transporte principalmente de triglicerídeos, mas também oferecem risco ao coração.

De acordo com dados do DataSUS, em 2017 ocorreram 358 mil mortes causadas por doenças do aparelho circulatório no Brasil. Significa dizer que um a cada três óbitos tem como causa problemas cardiovasculares. “É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos proveniente de doenças que podem ser diagnosticadas e controladas. Somente a prevenção, com adoção de práticas saudáveis, o diagnóstico e o tratamento podem reverter essa situação”, afirma José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Socesp.

Segundo Regina, manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas são as principais ações a serem realizadas para diminuir o risco de doenças cardiovasculares causadas pelo colesterol. “O colesterol dos alimentos contribui com 30% do composto no organismo humano”, complementa a nutricionista.

A especialista elaborou uma lista com os 10 alimentos que são verdadeiros aliados na luta contra o colesterol. Confira-os, em ordem alfabética:

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Foto: California Avocado Comission

1 – Abacate: rico em gorduras monoinsaturadas. De acordo com estudo publicado pela American Heart Association, substituir fontes de gorduras saturadas por abacate pode reduzir em até 13-14 mg/dl o colesterol total e a LDL.

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2 – Aveia: rica em fibras solúveis e betaglucano, já é amplamente reconhecida como coadjuvante, pois atua em nível intestinal, diminuindo a absorção de gorduras, por meio do aumento da velocidade do fluxo intestinal, devido a sua característica para formação de gel. Mas, sua melhor versão está no farelo de aveia, que contém maior teor em fibras.

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3 – Azeite de Oliva Extravirgem: alimento base da dieta do mediterrâneo, rico em ácidos graxos monoinsaturados e outros compostos também antioxidantes. Quando substituindo gorduras saturadas, promove redução nas taxas de colesterol não-HDL, ou seja, melhora a relação entre colesterol bom e ruim, favorecendo o bom.

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Pixabay

4 – Cereais integrais: devido ao seu conteúdo de fibras e vitaminas, estão também associados a menor risco de aterosclerose, atuando da mesma forma que a aveia, por meio da redução na absorção de gorduras durante a digestão dos alimentos. Também promovem mais saciedade, reduzindo o volume total de ingestão alimentar.

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Foto: Max Straeten

5 – Frutas vermelhas: ricas em polifenóis, são conhecidas por sua ação antioxidante capaz de reduzir as alterações decorrentes da oxidação das LDL, que nesta forma são mais aterogênicas.

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Pixabay

6 – Oleaginosas: nozes, castanhas, amêndoas etc. Ricas em ácidos graxos monoinsaturados que, assim como as poli-insaturadas, melhoram o perfil de colesterol, porém essas estão mais relacionadas com elevação do HDL, colesterol conhecido como o bom.

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7 – Óleos vegetais: ricos em ácidos graxos poli-insaturados, são associados com redução de LDL e risco cardiovascular em inúmeros estudos que usam este tipo de gordura como substituição de gorduras saturadas de origem animal e/ou vegetal.

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8 – Peixes ricos em ômega 3: salmão e sardinha são ricos neste tipo de gordura, cuja relação com redução de colesterol já é bastante conhecida. A maior ingestão de ômega 3 aumenta o conteúdo de ácidos graxos poli-insaturados no organismo o que favorece a redução do colesterol.

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Getty Images

9 – Soja: em uma revisão bibliográfica, pesquisadores da Universidade do Vale dos Sinos, do Rio Grande do Sul, avaliaram os resultados de 13 estudos internacionais, concluindo que o consumo de proteína de soja isolada (e não do grão integral) tem efeito positivo na redução de colesterol-total se consumido por 6 a 8 semanas. O consumo deve ser maior ou igual a 40g de proteína de soja por dia, contendo 80mg de isoflavonas ou mais. Porém, este consumo não é realidade em nosso país.

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10 – Uva: suco concentrado, vinho tinto, uva fresca. São variantes de forma de consumo dessa fruta que contém, além dos polifenóis das frutas vermelhas, o resveratrol, composto específico da uva amplamente estudado, relacionado à redução de oxidação das partículas de LDL, melhorando sua remoção da circulação e consequente redução da formação de placas típicas da aterosclerose.

Fonte: Socesp

Saiba quais alimentos ajudam a barrar o envelhecimento e a prevenir rugas

Lembre-se desses alimentos na sua próxima ida às compras. Você pode estar fazendo um bem muito grande a sua pele

A alimentação influencia em vários processos metabólicos do organismo humano e também é responsável pela nutrição das células. É por esse motivo, que alimentos ultraprocessados e com aditivos químicos podem causar inflamação nas células. Além de doenças, uma dieta baseada em industrializados e com “calorias vazias” pode acelerar o envelhecimento da pele.

“Mas uma alimentação variada, equilibrada e saudável pode fornecer proteínas, antioxidantes e agentes anti-inflamatórios importantes para retardar o envelhecimento precoce”, afirma Lucas Portilho, consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma e Pesquisador em Fotoproteção na Unicamp. Saiba abaixo quais são esses alimentos poderosos e que podem dar um “up” na sua pele:

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Imagem: CandleScience

Soja: a soja contém isoflavonas, que atuam na prevenção e redução da degradação do colágeno, além de combater radicais livres. Pela sua atuação no colágeno, a soja ainda colabora para melhorar o aspecto da celulite.

acerola

Frutas com vitamina C: a Vitamina C auxilia na síntese de colágeno, ou seja, ingerir laranja, morango, limão e acerola também traz benefícios para a pele. Além disso, a vitamina tem ação antioxidante e auxilia a combater os danos ambientais.

Cenoura

Betacaroteno: essa substância está presente no mamão, no tomate, na abóbora e na cenoura e ajuda a proteger a pele contra os efeitos dos raios solares. Esse tipo de antioxidante age no combate aos radicais livres, que estão fortemente ligados à destruição do colágeno.

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Castanha-do-pará: o mineral selênio, presente nessa castanha, tem uma ação importante ao prevenir e retardar o envelhecimento e age para manter a elasticidade da pele.

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Cacau: o principal ingrediente do chocolate é um antioxidante poderoso, que melhora a circulação e retarda o aparecimento das rugas. Mas ao comer um chocolate, lembre-se que a melhor opção é o amargo, rico em flavonoides.

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Ômegas 3 e 6: presentes nos peixes (salmão, atum e truta) e em sementes oleaginosas, as substâncias ajudam a hidratar a pele, por conta das ceramidas, que também protege contra inflamações e alergias.

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Foto: Profet77/Pixabay

Probióticos: muitos produtos, hoje, contam com probióticos, mas o iogurte é o mais tradicional deles. Por melhorar a digestão e o funcionamento do intestino, diminuem inflamações que podem impactar na saúde da pele.

Por outro lado, o especialista lembra para ficar longe de alimentos como pães, massas e biscoitos, que são ricos em carboidratos, um dos principais causadores de acne, inflamação e da glicação. Além disso, as frituras e produtos ultraprocessados também devem ser evitados por favorecer o envelhecimento da pele.

Fonte: Lucas Portilho – Consultor e pesquisador em Cosmetologia, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma e Pesquisador em Fotoproteção na Unicamp. Especialista em formulações dermocosméticas e em filtros solares. Diretor das Pós-Graduações do Instituto de Cosmetologia e Ciências da Pele Educacional, Hi Nutrition Educacional e Departamento de Desenvolvimento de Novas fórmulas. Atuou como Coordenador de Desenvolvimento de produtos na Natura Cosméticos e como gerente de P&D na AdaTina Cosméticos.

Conheça todos os tipos de chocolate e escolha o melhor para você

O período de Páscoa costuma servir de pretexto para que a gente coma mais chocolate do que o normal, sem aquele incômodo do sentimento de culpa. Para você não se deparar com resultados desagradáveis depois do feriado, a nutricionista Paula Castilho, dá dicas e alerta sobre o consumo deste saboroso alimento.

De acordo com ela, o chocolate é considerado saudável e nutritivo, mas deve-se ter cuidado com a quantidade. Pesquisas mostram que para se obter os benefícios nutricionistas, a quantidade ingerida não deve ultrapassar de 38 gramas por dia.

Na hora da compra, Paula recomenda optar pelos que têm maior teor de cacau e, consequentemente, menos açúcar. As opções com menor quantidade de gordura saturada e trans também devem ser priorizadas.

O chocolate mais escuro contém mais cacau e menos açúcar do que o ao leite. Há pesquisas que indicam que o leite e o alto teor de açúcar, normalmente adicionados aos chocolates mais claros, reduzem a capacidade do organismo de absorver antioxidantes. Dentre os tipos de chocolate que existem no mercado, deve-se dar preferência ao chocolate amargo, pois traz benefícios à saúde, desde que consumido com moderação. Isto porque ele é feito com o cacau puro e sem adição de gorduras do leite, contém alto teor de flavonoides, antioxidantes que combatem os radicais livres.

Para quem tem Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV), uma doença atinge cerca de uma a cada 20 crianças no Brasil, algumas marcas já produzem ovos de Páscoa isentos de proteínas e traços do leite. Porém, a alfarroba pode ser uma ótima alternativa ao chocolate. Os produtos feitos com ela são nutritivos, com sabor de chocolate, mas isentos de lactose, glúten e açúcar, podendo ser consumidos por quem tem alergia ao leite.

O ideal é consumir 30 gramas por dia. Essa quantia é equivalente a dois bombons ou um tablete pequeno. No caso do chocolate amargo (70% cacau), que é rico em substâncias que atuam prevenindo ou controlando a hipertensão, a indicação é ingerir de 3 a 4 quadradinhos diários do chocolate, pois ele é muito calórico e pode causar ganho de peso. Além disso, a ingestão em excesso pode provocar irritações no estômago e na mucosa intestinal.

Em contrapartida, o cacau possui uma substância denominada feniletilamina que ajuda a melhorar o humor. Uma dica é ingeri-lo no período da tarde que é quando o cortisol, o hormônio do estresse, está mais elevado.

Confira os benefícios de cada tipo de chocolate:

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Ao leite – possui menos gordura hidrogenada na sua composição e, portanto, é menos calórico (com exceção daqueles que contêm nozes, cremes, frutas cristalizadas, entre outros). Inclui cacau sólido, manteiga de cacau, mais de 12% de leite e açúcar. Um dos mais doces que existem, portanto representa um incremento bem grande de calorias na dieta, provenientes principalmente do açúcar, mas também da gordura do leite, da manteiga de cacau e de outras gorduras adicionadas. Aumenta as chances de engordar, se consumido em grande quantidade, ainda mais se sua dieta já for rica em outros carboidratos.

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Pixabay

Branco – produzido a partir da manteiga de cacau, é o que possui menor quantidade de propriedades benéficas à saúde. Além disso, são ricos em gorduras saturadas, que colaboram para a elevação do peso. Seus componentes principais são: leite, manteiga de cacau e açúcar. E, muitas vezes, a manteiga de cacau é quase totalmente substituída por gordura vegetal hidrogenada (a de pior qualidade biológica). Sendo assim, não traz benefícios relevantes para a saúde e deve ser consumido com bastante moderação.

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Amargo – fabricado com grãos torrados de cacau, ele contém pouco açúcar e não tem acréscimo de leite na composição. É considerado um dos mais benéficos à saúde, já que é rico em flavonoides, substâncias que agem melhorando a circulação.

 

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Foto: Her.ie

Meio amargo – possui composição bem diversificada, conforme a marca do chocolate, mas é comum conter bastante açúcar, a exemplo do chocolate ao leite, e gordura. No entanto, é uma opção muito boa para aqueles que não apreciam o sabor forte do extra-amargo e do amargo.

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Extra-amargo 90% cacau – contendo também a manteiga de cacau. Existem opções sem ou com pouquíssimo açúcar. O cacau possui propriedades que beneficiam as funções cardíacas, equilibram o colesterol bom e ruim e aliviam o estresse. Contém teobromina que melhora o humor e funciona de forma semelhante à cafeína (é devido a esta substância que o chocolate é tão viciante), e também apresenta antioxidantes, que previnem doenças e o envelhecimento precoce, além de fibras. É por este motivo que quanto mais cacau, maiores serão os benefícios do chocolate. Já as opções com percentual menor de cacau, em geral, contêm grandes quantidades de açúcar e gordura, o que diminui sua qualidade e traz inclusive efeitos contrários aos do cacau. Portanto, consuma todas as modalidades com moderação.

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Diet – é aquele que não contém algum nutriente. Usualmente, os chocolates diets são assim chamados por não possuírem o açúcar, mas cuidado. Muitas vezes, eles têm uma quantidade elevada de gordura. Outro fator a ser considerado, se você não é diabético, é que cada vez que sua boca sente o sabor doce, o corpo inteiro se prepara para receber o açúcar, só que neste caso o açúcar não vai chegar, então a vontade de comer o chocolate pode só aumentar. É isto o que acontece com os chocolates que contêm adoçantes. Porém, se ele não tiver adoçante e nem mesmo açúcar, e ainda for amargo, pode ser considerado.

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Light – aquele que contém algum nutriente em menor quantidade. Sua composição pode variar muito, por isso, fique atento ao rótulo, e veja qual nutriente ele tem menos, e se possui algum em altas quantidades, em comparação à um chocolate normal.

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Sem glúten – o chocolate puro é naturalmente sem glúten, já que esta proteína está presente em alguns cereais (centeio, cevada, triticale, trigo etc). O que ocorre com os chocolates é que muitas vezes eles sofrem contaminação cruzada, por passarem pelos mesmos recipientes e equipamentos nos quais alimentos que contêm glúten são processados. Sendo assim, é ideal para quem necessita de uma alimentação livre de glúten, esta modalidade de chocolate apresenta uma garantia maior da sua ausência, já que se pressupõe ter passado por cuidados especiais que evitassem a contaminação.

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Sem lactose – a lactose é um carboidrato presente no leite, com perfil inflamatório e bastante alergênico. Portanto, os chocolates “lactose free” são feitos para pessoas  intolerantes à lactose, que seguem uma dieta sem lactose por outros motivos de saúde ou até estéticos, para veganos, ou que seguem alguma tradição alimentar. Em geral, o leite é substituído pelo leite de soja, ou algum outro isento de lactose. Neste tipo de chocolate, a contaminação cruzada com alimentos que contenham leite, também deve ser uma preocupação.

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De soja – são fabricados com leite de soja, usualmente não contendo lactose. Os chocolates de soja com qualidade, que mantêm condições de processamento e temperatura adequadas, possuem as isoflavonas e fitoestrógenos intactos para benefício da saúde (efeito estrogênico). Cuidado: alérgicos à soja devem evitar, assim como homens e crianças, já que há estudos científicos que declaram a soja como um agente que desequilibra a função hormonal deles.

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Chocolate Proteico (com Whey Protein) – este tipo de chocolate sacia muito o apetite, em comparação aos tradicionais, e ainda incrementa o aporte proteico do dia. Isto se deve ao Whey Protein que é adicionado, também ajuda a tonificar a musculatura. Mas, cuidado: muitas vezes eles têm uma quantidade grande de gorduras, o que acaba anulando seus efeitos positivos. Por isto, fique atento sempre ao rótulo dos chocolates.

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Alfarroba – não é chocolate, apesar de seu gosto e aparência serem iguais. É utilizado como substituto do cacau. Os produtos feitos com alfarroba normalmente não possuem glúten, lactose e cafeína, e são ricos em vitaminas e minerais.

Se você exagerar na Páscoa, Paula recomenda que, na semana seguinte, coma alimentos mais leves, como frutas ricas em fibras, e beba bastante água para hidratar o corpo. Além disso, deve-se dar preferência a refeições com carne branca, legumes e saladas.

Outras dicas são fazer atividades físicas, acompanhadas de um profissional de saúde especializado e, se a “culpa” for muito grande, procurar um nutricionista para saber se não é o caso de fazer uma dieta de desintoxicação.

Fonte: Paula Castilho- Nutricionista

Como tornar a sua dieta mais saudável com grãos

Nutricionista da Bio Mundo explica os benefícios de incluir o alimento nas refeições diárias

Dar os primeiros passos em direção a uma vida mais saudável pode ser mais simples do que se pensa. Um bom começo é através de uma reeducação alimentar, e existem muitas formas de melhorar a sua dieta, uma delas é com o uso de grãos e cereais, que são nutritivos e já estão presentes nas mesas dos brasileiros. Mas como os grãos desempenham esse papel de tornar a vida mais saudável?

Para a nutricionista Larissa Miriam da Bio Mundo, rede de franquias que busca gerar saúde e bem estar na vida das pessoas por meio de uma alimentação saudável, os benefícios que os grãos trazem sãos muitos. “Eles são nutritivos e contém quantidades consideráveis de vitaminas, como complexo B, que é muito importante no cardápio de veganos e vegetarianos. Outro ponto positivo é que, apesar de conter carboidratos, os grãos têm baixo índice glicêmico por sua proporção de fibras, auxiliam na saúde cardiovascular e redução do colesterol” afirma.

A nutricionista destaca também a importância de ficar atento as formas que os grãos são consumidos, que são subdivididos em cereais integrais e grãos refinados. “Elas interferem na qualidade e quantidade de nutrientes do produto. Por causa do processo industrial, os refinados acabam perdendo fibras, vitaminas e minerais. Algo que não ocorre com os integrais”, explica Larissa.

Por esse motivo se deve priorizar o consumo de grãos integrais. Os refinados, como a farinha de trigo branca, são pobres em fibras e vitaminas e podem levar a um aumento da glicemia se consumidos isolados (sem proteínas, gorduras e fibras) na refeição.

De acordo com a nutricionista, é importante variar os tipos de grãos e cereais, quanto maior a variedade mais diversificados são os nutrientes. Entre as melhores opções estão:

– Soja

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“Alguns grãos como a soja diminuem até mesmo os riscos de câncer de mama e próstata, mas é preciso ficar alerta com a procedência desses grãos, que de preferência devem ser orgânicos, e não transgênicos, para serem usados com essa finalidade” comenta Larissa.

– Feijão

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Rico em fibras, proteínas, potássio, vitaminas do complexo B, zinco, ferro e magnésio, o feijão é importante para a regulação arterial, reforço do sistema imunológico, reparação muscular e prevenção da anemia.

– Grão de bico

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Foto: Max Straeten/Morguefile

Além dos muito nutrientes, o Grão de Bico possui substâncias que, consumido diariamente, pode reduzir o nível de colesterol ruim do organismo. É também o consumo ideal para quem tem diabete, porque as proteínas e fibras fazem com que a digestão ocorra de forma mais lenta controlando os níveis de glicemia no sangue.

– Ervilha

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Ajuda a prevenir doenças cardíacas, melhorar a saúde mental e a evitar lesões oculares, a ervilha traz diversos benefícios para o organismo. Rica em vitamina C e E, polifenois, ácidos fenóicos, entre outros nutrientes, o grão ainda combate a aceleração do envelhecimento.

“Outros grãos podem ser colocados nessa lista, como lentilha, amaranto, arroz integral, quinoa. As opções são muitas quando se trata de tornar a sua dieta mais saudável” finaliza a nutricionista.

Fonte: Bio Mundo

Farofas feitas com óleo de algodão são mais saudáveis

Nutricionista da Uni Alimentos explica quais os benefícios do preparo realizado com as sementes da fibra, usadas na produção da linha de farofas da marca

Um inédito lançamento chegou nas gôndolas daqueles que apreciam alimentos saudáveis e com sensações inesquecíveis. As Farofas da Fazenda, novo lançamento da marca, chegam em quatro sabores diferentes – Tradicional com Cebola, de Galeto com Lemon Pepper, de Soja com Chimichurri e de Costelinha com Barbecue –, todas feitas com óleo de algodão, alternativa saudável para os óleos tradicionais – milho e soja.

Composto por ricos nutrientes, o óleo de algodão é capaz de trazer uma série de benefícios para a saúde. A vitamina E, por exemplo, é capaz de fortalecer o sistema imunológico do corpo, prevenir doenças cardiovasculares e contribuir para o ganho de massa muscular. O ômega-3, outro elemento encontrado no óleo de algodão, consegue reduzir inflamações, e também é um excelente ácido graxo que modifica a composição do sangue, que aumenta os níveis do colesterol considerado bom, além de ser essencial para a visão, porque participa do recobrimento da retina.

“Para as farofas, o óleo é a combinação perfeita. Feitas a partir das sementes do algodão, após o seu aquecimento, a substância não gera gordura, e acaba se tornando um óleo mais saudável por manter os seus componentes. Além disso, com ingredientes orgânicos, como o alho, a cebola, o coentro e ervas afins, as farofas absorvem um sabor natural e deixa o alimento mais agradável na hora de seu consumo”, explica a nutricionista e responsável pelo controle de qualidade da Uni Alimentos, Fernanda Alferes.

Para seguir o padrão das linhas Uni Alimentos, todas as farofas são isentas de glúten e de conservantes, além de serem ótimos carboidratos, capazes de substituir diferentes alimentos durante as refeições, como por exemplo, a família da batata. A farofa tradicional e a farofa de soja com chimichurri são as mais recomendadas pela nutricionista.

“Para quem precisa de uma alimentação com restrição de sódio, a farofa tradicional é isenta de sal em sua composição. As demais farofas também não possuem adição de sal, mas contam com alguns ingredientes que apresentam sal em sua composição. A farofa de soja com chimichurri é preparada com proteína de soja e ervas finas. É perfeita para o público vegano e combina com legumes e saladas”, conclui.

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Fundada em 2015, a Uni Alimentos segue trazendo ao público uma novidade voltada a saudabilidade por ano. Em 2015, a marca surgiu com a linha de tapiocas, no ano seguinte, a marca trouxe uma linha de biscoitos snacks. Já os Chips Brasil, até então o produto mais recente da Uni, chegaram no ano passado para abraçar o público vegano que acompanha a empresa.

Informações: Uni Alimentos

Seis alimentos que ajudam a hidratar sua pele de dentro para fora

Que uma rotina diária de cuidados com a pele é fundamental para manter a hidratação e, consequentemente, a beleza e a saúde da pele todo mundo já sabe. Porém, o que poucos sabem é que a alimentação tem grande influência sobre a saúde e a hidratação de nossa pele.

“O cuidado tópico com a pele é essencial, claro. Mas os cuidados com a pele também devem vir de dentro e uma alimentação equilibrada está entre os principais itens que ajudam a deixar a pele bonita, jovem e hidratada, pois é a alimentação adequada que fornecerá os nutrientes para manter as células e tecidos saudáveis”, explica a dermatologista Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology (AAD). Para ajudar, a especialista apontou seis alimentos que promovem a hidratação do tecido cutâneo. Confira:

soja

– A soja é essencial para manter a pele hidratada, pois combate o ressecamento e controla a oleosidade, sendo assim ideal para todos os tipos de pele. Além disso, a soja é uma ótima fonte de Isoflavona, substância conhecida por manter a firmeza e melhorar a elasticidade da pele. A isoflavona da soja também possui efeito hormonal natural. Dessa forma, o alimento estimula a produção de estrógenos, hormônio importante para a pele da mulher na pré-menopausa e na menopausa. Mas para receber todos os benefícios do alimento o ideal é consumir, no mínimo, uma colher de sopa de soja todos os dias.

salmão selvagem do pacífico - pixabay
Pixabay

– Os peixes são ricos em ómega 3 que, além de ser uma substância anti-inflamatória que ajuda a regular a oleosidade e a prevenir o aparecimento de acne e vermelhidão na pele, fortalece as células do tecido, ajudando assim a protegê-las dos danos causados pelo sol. Alguns peixes ainda contêm também selênio, nutriente que preserva a elastina da pele. O recomendado é que se consuma 100g de peixes como salmão, sardinha, anchova e truta, de duas a três vezes por semana. Mas o peixe frito não conta, pois alimentos gordurosos e ricos em óleo estimulam a oleosidade da pele. O ideal então é consumir o alimento cozido, assado, grelhado ou até mesmo cru.

nozes

– As nozes e sementes contém ácidos graxos, vitaminas A, B e E, minerais e diversos antioxidantes que hidratam a pele, melhoram a sua elasticidade e auxiliam na regeneração das células, protegendo-as. Alimentos como nozes, amêndoas, avelãs, pistache, sementes de linhaça, de girassol e de abóbora são ótimos para comer como um lanchinho ao longo do dia no lugar de doces e balas.

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Foto: Avocado.org

– O abacate é uma ótima fonte de vitamina C, E e gorduras monoinsaturadas, colaborando assim para manter a umidade da pele, além de ajudar na síntese de colágeno, proteína que dá sustentação a pele. Por ser rica em antioxidantes, a fruta também previne o envelhecimento das células da pele, conferindo maior elasticidade e firmeza ao tecido.

brocolis

– Rico em zinco, vitaminas A e C, luteína e betacaroteno, o brócolis age prevenindo o ressecamento da pele e o envelhecimento precoce. Segundo a especialista, o vegetal conta também com sulforafano, uma substância com propriedades capazes de melhorar a resistência natural da pele contra os raios ultravioletas. O brócolis consegue estimular as células protetoras do nosso corpo, diminuindo em até 29% a morte celular causada pelos raios UV por 48 horas após seu consumo.

melancia

A maioria das frutas, como melancia, morangos, laranja, manga, melão e maçã contém altos níveis de vitaminas A e C, poderosos antioxidantes que repõem os nutrientes da pele, promovem a síntese do colágeno e ajudam a manter a pele firme e suave. Além disso, as frutas são ricas em água, sendo então excelentes maneiras de hidratar e proteger a pele. O ideal é consumi-las diariamente em sucos, vitaminas ou em seu estado natural.

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– Alimentos amarelos e laranjas, como mamão, cenoura e abóbora, e as folhas verdes são ricos em betacaroteno, que no organismo se transforma em Vitamina A, agindo como fotoprotetores endógenos, ou seja, de dentro para fora.

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Por fim, a dermatologista relembra que o consumo diário de pelo menos dois litros de água é fundamental para o transporte de nutrientes e a hidratação do organismo como um todo, além de melhorar a circulação e, consequentemente, a aparência da pele. “Beber bastante líquido como água e água de coco ajuda a eliminar as toxinas, diminuindo o edema e reavivando a pele”, finaliza a médica.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser. 

Alimentos que funcionam como “botox”

A nutricionista Paula Castilho, da Rede Nação Verde, explica como a alimentação pode ajudar na estética. Muitas mulheres estão investindo em alimentos saudáveis ao invés de procedimentos estéticos (cirúrgicos ou não). Além, do resultado esperado, elas ainda ganham melhora na qualidade de vida.

Esses alimentos evitam o desgaste das células, têm o poder de regenerar os tecidos e ainda conseguem controlar os danos pela radiação solar. Conheça os grandes aliados na luta contra o envelhecimento:

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Tomate – o licopeno, que dá a cor avermelhada à hortaliça, tem o poder de defender a pele contra os raios ultravioleta do sol. Ele protege as fibras de colágeno e contribui para a renovação celular. O ideal é saborear um tomate pequeno maduro, pelo menos três vezes por semana, com um pouco de azeite de oliva: ele é importante para melhorar a absorção do licopeno.

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Foto: Profet77/Pixabay

Iogurtes – se você escolher aqueles abastecidos de lactobacilos, o intestino e a pele vão agradecer. Eles reforçam a imunidade da pele, evitando, por exemplo, a formação de manchas após uma exposição prolongada ao sol. O ideal é optar pelos iogurtes com lactobacilos paracasei e johnsonii, uma porção duas vezes na semana basta.

chá verde

Chá-verde – os polifenóis, presentes em grande quantidade nas folhas desse chá, são famosos pela faxina que promovem no organismo, mandando embora as toxinas e os radicais livres. Como esses dois vilões costumam apagar a beleza da pele e abrir caminho para manchas e rugas é recomendado beber 3 a 4 xícaras por dia ou 1 a 2 xícaras, no caso dos chás verdes enriquecidos com outras substâncias antienvelhecimento, como vitamina C, selênio e zinco.

espinafre

Folhas verde-escuras – espinafre, couve, brócolis e repolho também saem na frente no quesito ação antioxidante. Para evitar que as células fiquem, digamos, enferrujadas e a pele envelheça antes da hora, a dica é consumir dois pratos de sobremesa por dia. Na hora da compra, escolha o espinafre que estiver mais próximo da luz – segundo um estudo publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry as folhas iluminadas preservam mais as vitaminas C, K, E e folato.

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Soja – com uma ação semelhante à do estrogênio, o hormônio produzido pelo corpo da mulher, as isoflavonas presentes na soja estimulam a renovação celular. O resultado é que as rugas demoram a aparecer, a pele fica mais hidratada, a textura melhora e ainda é possível prevenir manchas e ressecamento. A dica é consumir de 25 gramas de proteína de soja por dia, o equivalente a ½ xícara (chá). Vale também, segundo a nutricionista, incluir na dieta alimentos como quibe, tofu e missô, que são ricos nesse ingrediente.

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Foto: Kamuela/MorgueFile

Acerola – ela vem abarrotada de vitamina C, nutriente que contribui para a formação de dois aliados da beleza: o colágeno e a elastina. O primeiro mantém a firmeza da pele enquanto a elastina ajuda a pele a voltar à sua forma original depois de ela ter sido esticada. Como o corpo precisa de ambos, crie o hábito de degustar diariamente duas acerolas ou uma laranja. Os sucos devem ser consumidos assim que preparados, pois a vitamina C se degrada rapidamente.

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Castanhas – a vedete da castanha-do-brasil é a vitamina E, outro nutriente que também tem um efeito antioxidante. Ela é capaz de manter a pele jovem e viçosa e, de quebra, ainda protege a saúde coração. Mas, como essa delícia é bastante calórica, a nutricionista Andréa aconselha moderação no consumo. Duas unidades por dia ou um mix formado por uma castanha, uma noz e uma amêndoa, que contam com o mesmo efeito benéfico, são suficientes.

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Salmão – peixe rico em ômega-3, um ácido graxo capaz de evitar as marcas da ação danosa do sol. É um antioxidante natural e, quando consumido, deixa a pele mais macia e luminosa. Inclua-o no prato três vezes por semana. Basta um filé médio, de 100 gramas, que pode ser alternado com sardinha ou anchova.

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Frutinhas vermelhas e roxas – não se engane com o tamanho delas. Açaí, framboesa, amora, pitanga, groselha, uva roxa e mirtilo contêm altas doses de antocianinas. Elas neutralizam o efeito dos radicais livres e, evitam o envelhecimento precoce. Previnem os melasmas, as manchas escuras do rosto. Ingerir cinco unidades/dia.

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Foto: Pixabay

Melão cantaloupe – o tom alaranjado dessa fruta indica que ela é rica em betacaroteno, outro nutriente que exerce a função fotoprotetiva. Além de barrar a ação negativa da radiação solar, a fruta é rica em vitamina A, que reforça as defesas cutâneas. Consuma uma fatia ao dia e alterne com uma cenoura, dois damascos secos ou duas colheres de abóbora cozida.