Arquivo da tag: sol

Suplemento líquido Jeunesse contribui para bronzeado saudável de dentro para fora

Jeunesse, marca referência em inovação e tecnologia focada em produtos para o rejuvenescimento, amplia a linha NuBod com NuBod Be Bronze. O suplemento líquido que atua de dentro para fora, auxiliando na conquista de um bronzeado saudável e radiante.

NuBod Be Bronze traz um blend de quatro nutrientes e nenhum ingrediente de origem animal para promover benefícios para a pele e bem-estar. O Cobre contribui para a pigmentação da pele, ajuda na síntese de melanina e na proteção dos danos causados por radicais livres, enquanto a Vitamina A contribui para a manutenção da pele. Completando a combinação, Luteína e Zeaxantina são antioxidantes que ajudam a proteger contra os danos causados pela radiação UV e luz visível, a segunda melhora ainda a hidratação da pele.

Pensando em manter também o frescor para o verão, o suplemento é um splash refrescante, com sabor de laranja e pêssego. Para consumir basta diluir 2 mL (aproximadamente 1/2 colher de chá) em 150 mL de água, em temperatura ambiente ou gelada, uma vez ao dia. Cada frasco da novidade rende 30 porções.

Com foco no cuidado com o corpo, a linha NuBod conta também com com um sistema de modelagem corporal, que inclui o Stimulation Scrub, o Reduction Serum e o Lifting Cream, que atuam tratando a celulite, flacidez, aparência da pele e reduzindo medidas.

*NuBod Be Bronze não substitui o uso de protetor solar.

Onde comprar: Encontre o distribuidor mais próximo de você pelo site de Jeunesse.

Verão: cuidados com Covid-19 e prevenção ao câncer de pele devem andar lado a lado

Além do uso do álcool em gel, máscaras e respeito ao distanciamento, população deve adotar hábitos de fotoproteção para garantir sua saúde de modo pleno, informa a Sociedade Brasileira de Dermatologia

Neste verão, vamos conjugar prevenção ao coronavírus com cuidados para reduzir as chances de casos de câncer de pele? Esta é a proposta da campanha do Dezembro Laranja, organizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em 2021. A intenção é dar início ao esforço de mobilização no período que abriga o Natal e estendê-lo pelos meses seguintes. Nos alertas, a SBD quer deixar claro que o atual momento pede que junto com o uso do álcool gel, máscaras e distanciamento, os brasileiros cultivem as práticas de fotoproteção.

Com a queda nos indicadores de morbidade e de mortalidade relacionados à covid-19, estima-se que neste verão as praias e os espaços abertos voltarão a ser ocupados com muito mais intensidade. No entanto, alertam os especialistas da SBD, a retomada da normalidade não deve ser feita sem atenção às recomendações das autoridades sanitárias, ainda atentas à possibilidade de aumento dos casos de contaminação pelo coronavírus. Além desse cuidado, afirmam, a população deve agregar à sua rotina as medidas de prevenção contra o câncer de pele.

“Adicione mais fator de proteção ao seu verão”: esta é mensagem central da campanha do Dezembro Laranja 2021. Esse mote estará presente em uma série de conteúdos desenvolvidos pela SBD especialmente para a ação. Serão peças para redes sociais, com dicas de cuidados; vídeos com orientações de médicos dermatologistas; e gravações feitas por personalidades estimulando os brasileiros à aderirem aos cuidados preconizados; entre outras abordagens que buscam a conscientização.

Adesão

Em 2021, entre as celebridades que participam voluntariamente da iniciativa estão os atores Tony Ramos e Carmo Dalla Vecchia, as cantoras Kelly Key e Karol Conká, a modelo Claúdia Liz, e os jornalistas Tom Borges (TV Record) e Eliane Cantanhede (TV Globo). Além deles, dezenas de outras artistas, intelectuais e influenciadores também aderiram à iniciativa, assim como instituições públicas e privadas, como o Congresso Nacional, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e inúmeros governos estaduais e prefeituras.

Todas as entidades ajudaram a montar uma rede nacional de apoio à causa. Isso ocorreu de duas formas: com a iluminação de sedes e monumentos na cor laranja e com a replicação em seus canais de comunicação do material produzido pela SBD incentivando a população a incorporar à sua rotina alguns cuidados. Dentre as recomendações, estão: cultivar hábitos de fotoproteção, que incluem o uso de óculos de sol e blusas com proteção UV, bonés ou chapéus; optar pela sombra; evitar a exposição ao sol entre 9h e 16h; e utilizar filtro solar com FPS igual ou superior a 30, reaplicando-o a cada duas horas ou sempre que houver contato com a água.

Diagnóstico precoce

Em caso de surgimento de sinais e sintomas suspeitos, o médico dermatologista deve ser consultado para fazer o diagnóstico precoce do quadro. Se for constatada uma lesão cancerosa, ele orientará o início do tratamento. É preciso prestar a atenção em pintas que crescem, manchas que aumentam, sinais que se modificam ou feridas que não cicatrizam pois podem revelar o câncer de pele. A rotina do autoexame facilita o reconhecimento dos casos.

A SBD ressalta ainda que a exposição solar exagerada e desprotegida ao longo da vida, além dos episódios de queimadura solar, são os principais fatores de risco do câncer de pele. Apesar de ser um problema de saúde que pode afetar qualquer pessoa, há perfis que são mais propensos ao seu surgimento. Neste grupo, estão os que têm a pele, cabelos e olhos claros; aqueles com histórico familiar dessa doença; os portadores de múltiplas pintas pelo corpo e pacientes imunossuprimidos e/ou transplantados. A SBD ressalta que os que apresentam estas características precisam de maior cuidado com a pele e passar por avaliação frequente com um médico dermatologista.

Tumores

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), os números de câncer de pele no Brasil são preocupantes. A doença corresponde a 27% de todos os tumores malignos no país, sendo os carcinomas basocelular e espinocelular (não melanoma) responsáveis por cerca de 180 mil novos casos da doença por ano. Já o câncer de pele melanoma tem em torno de 8,5 mil casos novos por período. A incidência do câncer de pele é maior do que os cânceres de próstata, mama, cólon e reto, pulmão e estômago.

Há oito anos a Sociedade Brasileira de Dermatologia realiza o #DezembroLaranja, sempre com grande engajamento da população e de outras instituições e entidades. O público interessado pode se engajar na campanha e compartilhar nas redes sociais, customizando a foto de perfil e as publicações da SBD, por exemplo. A divulgação nas plataformas digitais (Facebook, Instagram, Youtube e Site) contará com o apoio das seguintes hashtags: #DezembroLaranja, #CancerdePeleECoisaSeria, #CancerdePele # Maisprotecaonoverao #CampanhaCancerdePele2021.

Doença

O câncer de pele é provocado pelo crescimento anormal das células que compõem a pele. Existem diferentes tipos de câncer da pele que podem se manifestar de formas distintas, sendo os mais comuns denominados carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular – chamados de câncer não melanoma – e que apresentam altos percentuais de cura se diagnosticados e tratados precocemente. Um terceiro tipo, o melanoma, apesar de não ser o mais incidente, é o mais agressivo e potencialmente letal. Quando descoberta no início, a doença tem mais de 90% de chance de cura.

O carcinoma basocelular é o câncer de pele mais frequente na população, correspondendo a cerca de 70% dos casos. Se manifestam por lesões elevadas peroladas, brilhantes ou escurecidas que crescem lentamente e sangram com facilidade. Por sua vez, o carcinoma espinocelular surge como o segundo tipo de câncer de pele de maior incidência no ser humano. Ele equivale a mais ou menos 20% dos casos da doença. É caracterizado por lesões verrucosas ou feridas que não cicatrizam depois de seis semanas. Podem causar dor e produzirem sangramentos.

Metástase

Já o melanoma, apesar de corresponder apenas cerca de 10% dos casos, é o mais grave deles, pois quadros avançados podem provocar metástases (espalhamento do tumor para outros órgãos do corpo humano) e levar à morte. Este tipo é geralmente constituído de pintas ou manchas escuras que crescem e mudam de cor e formato gradativamente. As lesões também podem vir acompanhadas de sangramento.

Desde 2014, a SBD promove o Dezembro Laranja, iniciativa que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele. Desde então, sempre no último mês do ano, são realizadas diferentes ações em parceria com instituições públicas e privadas para informar a população sobre as principais formas de prevenção e a procurar um médico especializado para diagnóstico e tratamento. O câncer da pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil, com cerca de 180 mil novos casos ao ano. Quando descoberto no início, tem mais de 90% de chances de cura.

Fonte: SBD

10 mitos e verdades sobre sol e câncer de pele

Segundo dados recentes do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Em 2020, foram registrados 176.930 casos, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres.

“O sol não é vilão, até porque ele é a principal fonte de vitamina D – 80% da formação dessa vitamina provém dos raios solares, principalmente do tipo B (UVB), que ativam a síntese da substância em nosso organismo. No entanto, sem os devidos cuidados, o sol pode provocar queimaduras, envelhecimento precoce, acne, alergias, manchas, feridas e, claro, câncer de pele”, afirma Renato Pazzini, dermatologista dos Hospitais Albert Einstein e Oswaldo Cruz.

Para entender a relação entre o sol e o câncer de pele, Renato Pazzini cita alguns dos principais mitos e verdades acerca do tema:

Todo câncer de pele está associado ao sol
Mito.
De 5 a 10% dos casos de melanoma estão relacionados a fatores genéticos. O câncer de pele também pode ser causado por alterações em genes, hereditárias ou não, podendo atingir pessoas que produzem muita melanina. “No entanto, a exposição excessiva ao sol, e sem os devidos cuidados, ainda é o principal fator de risco para a doença”, alerta o dermatologista.

Para obter eficácia, o protetor solar precisa ser usado de forma correta
Verdade.
O protetor solar age como um filtro sobre a pele, protegendo-a dos raios ultravioletas. No entanto, para que isso ocorra, é necessário que o produto seja usado corretamente. O fator de proteção deve estar relacionado à necessidade de quem usa: pessoas com peles mais claras precisam de uma proteção mais intensa. Mas, independentemente do tipo de pele, o FPS mínimo deve ser 30. Além disso, busque um protetor que ofereça filtro contra os raios UVB e UVA. A aplicação deve ocorrer meia hora antes da exposição ao sol para que o produto seja absorvido pela pele, e é necessário reaplicar o protetor solar a cada três horas ou de duas em duas horas em casos de transpiração excessiva, exposição solar prolongada ou após molhar a pele. E não se esqueça do protetor labial com FPS.

O local e a hora de exposição solar influenciam no fator de risco
Verdade.
Dependendo de onde você está, a radiação solar é mais forte, representando maior risco para a pele. Perto da água, por exemplo, além da radiação recebida diretamente do sol, 70% dos raios solares são refletidos. No fundo da água, os raios conseguem atingir cerca de 30 cm de profundidade. Já a areia reflete 20% da radiação solar. “Se você quer tomar sol com mais segurança, opte pela grama. No verde, o sol reflete muito pouco. Também evite a exposição ao sol entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa”, aconselha Pazzini.

O guarda-sol nos protege contra os raios solares
Mito.
Até debaixo dele, não se pode descuidar da proteção solar, pois a água do mar e a areia refletem a radiação solar expondo a pele aos raios UV.

Bronzeadores com filtro solar também protegem a pele
Mito.
A proteção oferecida à pele por bronzeadores é baixa e insuficiente para filtrar a passagem de raios UVB e UVA. Além deste agravante, a aplicação do bronzeador feita por cima do protetor solar inibe a ação do produto. Dessa forma, em exposição ao sol não protegida, corre-se o risco de desenvolver câncer de pele do tipo basocelular e também melanoma.

Pessoas de pele mais clara têm mais chance de desenvolver a doença
Verdade.
As pessoas de pele mais clara têm um risco maior de desenvolver câncer de pele por possuírem menos melanina na pele. Essa substância serve como um protetor solar natural e biológico, ou seja, as pessoas que possuem mais melanina apresentam um fator natural de proteção maior contra a radiação solar. “Já as pessoas de pele mais clara não possuem essa proteção natural e acabam ficando mais expostas aos efeitos deletérios da radiação ultravioleta, sendo mais suscetíveis à melanose solar, ou seja, manchas escuras esparsas que ocorrem na face, no colo, no dorso das mãos e nos antebraços. Essas manchas têm significado importante, pois podem ser os primeiros sinais de um câncer de pele”, adverte Pazzini.

Pixabay

Dias nublados também requerem proteção solar
Verdade.
Em dias nublados, com nuvens claras e baixas, a insolação é menor (em torno de 40%). Entretanto, a emissão de raios ultravioletas independe de o céu estar ou não ensolarado, exigindo o uso de filtro solar da mesma forma.

Mole checkup. Professional dermoscopy

Somente regiões do corpo expostas ao sol podem ser afetadas
Mito.
Áreas que não são expostas podem desenvolver câncer de pele porque existem tipos da doença que não possuem uma relação tão importante com o sol, mas que podem ter um peso genético maior. “Exemplo disso são cânceres de pele melanoma que aparecem em unhas, mãos, pés, e em áreas genitais, que são locais cobertos”, ressalta Pazzini.

Queimaduras podem evoluir para câncer de pele
Verdade.
A queimadura solar, mesmo que intermitente (pessoas que não se expõem com frequência), é um fator de risco para alguns tipos de pele. Já as queimaduras cutâneas mais graves, de 2º ou 3º grau, provocadas por outros fatores, podem gerar futuramente um câncer não-melanoma, conhecido como “úlcera de marjolin”. “Uma dica fundamental é jamais se expor ao sol com produtos que tenham ácido retinoico na formulação. Eles são fotossensibilizantes e antagonistas ao sol. Além de provocar hiperpigmentação na pele, você pode sofrer queimaduras”, afirma o dermatologista.

Foto: InspiredMagazine

Excesso de exposição solar na infância aumenta a chance de câncer de pele no futuro
Verdade.
Isso influencia tanto no desenvolvimento de câncer em idades mais avançadas quanto no envelhecimento da pele. O sol possui uma ação cumulativa no DNA das células, ou seja, os danos celulares provocados pela radiação ultravioleta solar vão se acumulando no DNA da célula e esses são responsáveis tanto pelo surgimento de cânceres como por um estresse oxidativo nas células, resultando no envelhecimento cutâneo. “Daí a importância do cuidado com o excesso de sol desde sempre. Seja não se expondo muito, principalmente nos horários de pico, seja fazendo uso diário do protetor solar”, finaliza Pazzini.

Fonte: Renato Pazzini é dermatologista dos Hospitais Albert Einstein e Oswaldo Cruz, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Fellow em Dermatopatologia pelo Hospital Mount Sinai, em Nova York (EUA), e pelo Hospital Karolinska, em Estocolmo (Suécia)

Não se iluda: bronzeado saudável não existe

Dermatologistas alertam sobre riscos da exposição solar e sobre a importância da proteção solar eficaz;

Infelizmente aquele bronze dourado e saudável não existe. Esse que é o desejo de muitas pessoas pode representar um perigo para a saúde da pele.

“Classificamos os tipos de pele de I a VI, de acordo com a capacidade de resposta à radiação ultravioleta (UV), sendo chamado fototipo I aquele que sempre se queima e nunca se bronzeia, até o VI, pele negra, totalmente pigmentada, com grande resistência à radiação UV. A pigmentação constitutiva – cor natural da pele – é definida geneticamente. A cor facultativa – bronzeado – é induzida pela exposição solar e é reversível quando cessa a exposição”, explica a dermatologista Ana Paula Fucci, Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

O chamado “bronzeado dourado” é observado nas peles mais claras e, para ocorrer, ocasiona danos no DNA das células. “As consequências serão vistas anos mais tarde, em forma de fotoenvelhecimento, manchas ou lesões cutâneas malignas. O ideal é respeitar seu tipo de pele e sua sensibilidade ao sol. Nunca queimar a ponto de ‘descascar’. Importante: evite se expor ao sol entre dez e 16 horas”, detalha a dermatologista.

Ana Paula alerta ainda sobre os riscos de bronzeamento artificial, por meio das câmaras de bronzeamento: “Este é ainda mais prejudicial para a pele do que a exposição ao sol. A radiação é entregue de forma concentrada e direta, sem nenhum tipo de filtro ou proteção”.

A médica ressalta que filtro solar não é uma permissão para a exposição ao sol. “Ele é um grande aliado, desde que sejam seguidas as orientações de horário, evitar exposição exagerada e usar complementos como bonés, chapéus, óculos etc.”, reforça.

Proteção solar eficaz

A rotina de proteção solar é muito importante em qualquer época do ano, sobretudo agora no verão. “Não deixe para aplicar o filtro quando chegar na praia ou piscina, por exemplo. O ideal é aplicá-lo cerca de 20 minutos antes de se expor ao sol, para dar tempo de ser absorvido e começar a agir. Também devemos reaplicar o filtro solar a cada 2 horas, ou após se molhar ou suar muito”, destaca a dermatologista Fabiana Seidl, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Fabiana apresenta cinco dicas para uma proteção solar eficaz:

-“Utilize a quantidade correta de filtro: 2g/cm2, o que equivale a uma colher de chá cheia para rosto e pescoço. Para o corpo: uma colher de chá para o braço e antebraço, uma colher de chá para a frente do tronco e outra colher para as costas, duas colheres de chá para coxa e perna ( uma para parte da frente e outra para parte de trás);

Foto: InspiredMagazine

-“Use filtro com FPS 30 ou maior; e para as crianças ou pessoas que possuem pele mais sensível, FPS de no mínimo 50”;

-“Cuidado para não esquecer determinadas partes do corpo. As regiões mais esquecidas são: pálpebras, lábios, ponta e cantinhos do nariz, orelhas, nuca, mãos e pés. E é claro, para os homens calvos é fundamental aplicar nas áreas sem cabelos”;

-“Use roupas leves, claras e chapéu e óculos de proteção UV. Quem costuma ficar muito tempo no sol tem que redobrar os cuidados e investir em roupas com proteção ultravioleta. As roupas normais ajudam a impedir o bronzeado, mas não impedem que a radiação chegue até a pele, portanto roupas específicas com proteção UV são ideais”;

-“Cuidado com o guarda-sol! Os modelos de nylon devem ser evitados, pois deixam passar 90% da radiação ultravioleta. Opte por modelos de cor escura, feitos de algodão, lona ou fibras sintéticas. Também existem modelos com tecido com proteção UV”, finaliza Fabiana.

Fontes:
Ana Paula Fucci é dermatologista formada em Medicina pela Universidade Federal Fluminense(UFF). Residência em Clinica Médica na UFF e Dermatologia na UFRJ.
Título de especialista em Dermatologia. Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) e Academia Europeia de Dermatologia (EADV). Professora convidada do ambulatório de Dermatologia Estética (Cosmiatria) do Serviço de Dermatologia da UFRJ de 2012 a 2016.
Fabiana Seidl é dermatologista, com residência médica em clínica médica pela UERJ. Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. Título de especialista em clínica médica.

Melasma: como evitar o aparecimento de manchas na pele no verão

Além da radiação solar, fatores como estresse, hormônios e medicamentos podem intensificar as manchas escuras em regiões como rosto, pescoço, colo e braço

Quem tem melasma já sabe, basta o verão chegar e o sol aparecer, para as manchas ficarem ainda mais evidentes. Mas será que dá para curtir a estação mais quente do ano, aproveitando praia e piscina, sem sofrer com elas?

A resposta, segundo a dermatologista Anelise Dutra, é sim. Mas é preciso seguir algumas recomendações básicas. Antes de tudo, vamos entender um pouco mais sobre esse problema de pele que afeta – e muito – a qualidade de vida e a autoestima de muita gente.

O que é melasma?


Melasma são manchas escuras – em tons amarronzados – que aparecem principalmente no rosto, em regiões como testa, bochecha, queixo e nariz. Apesar de menos comum, as manchas também podem aparecer em outras áreas expostas ao sol, como colo e braços.

Quais as principais causas?


Não há uma única causa definida para o melasma, mas sabe-se que ele está relacionado principalmente à exposição solar, mas também ao uso de anticoncepcionais e algumas outras medicações, fatores hormonais, predisposição genética, algumas doenças e à gravidez. A maior parte das pessoas com melasma possui um histórico de exposição diária ou intermitente ao sol, além disso o calor e a luz visível são fatores subjacentes.

Quem tem mais probabilidade de apresentar a doença?

Foto: SkinKraft

O melasma é mais comum em mulheres (aproximadamente 90% dos casos). Aquelas com tons de pele mais escuro tem mais probabilidade de apresentar esse tipo de problema na pele.

Por que o melasma pode piorar mesmo no caso de pessoas que não se expõem mais ao sol?


O melasma é “traiçoeiro”. Ele pode piorar mesmo na sombra, pois está sujeito a vários estímulos como: calor, estresse, remédios e irritações locais. O exato mecanismo que favorece o aparecimento desta mancha não está totalmente esclarecido.

Como prevenir o melasma?

  • A exposição solar, por mínima que ela seja, é a grande vilã, portanto é importante usar um filtro solar adequado para o seu tipo de pele diariamente (de preferência com fator acima de 30 e com cor). “O filtro deve ser repetido várias vezes ao dia, principalmente se houver trabalho ao ar livre”, reforça a dermatologista.
  • Os horários de maior radiação solar devem ser evitados – das 10 às 16h.
  • A luz visível (iluminação comum em ambiente fechado, computador e TVs) também desencadeia e agrava o melasma, assim como o calor (sauna, banho quente, secador de cabelo, fornos, fogão), pois emite ondas infravermelho. Portanto, mesmo no dia-a-dia, quando estiver em casa e no trabalho, é preciso aplicar o filtro solar.

Como é o tratamento?

Getty Images

O tratamento deve ser prescrito por um dermatologista e não deve irritar, causar ardência ou descamar a pele. Existem várias alternativas, como por exemplo: medicamentos, cremes, laser e peelings. “A melhoria do melasma tem a ver com o todo, ou seja, isso significa estar saudável, alimentar-se bem e diminuir o estresse”, reforça a dermatologista. “Tem que ter paciência e persistência. O tratamento é demorado e como é uma doença crônica, deve ser tratado para sempre, mesmo quando houver um efeito clareador significativo das manchas, pois qualquer exposição solar pode levar a reativação das manchas”, finaliza a médica.

Fragrâncias solares ideais para serem usadas no verão

Mahogany indica algumas opções que são a cara da estação

Assim como no mundo da moda, o mercado de perfumes também funciona de acordo com as estações do ano: itens mais encorpados para o inverno, frutados para a primavera e assim por diante.

Por isso, nos dias mais quentes e ensolarados, escolher a fragrância que mais combine com o período é fundamental para garantir o frescor e leveza típicos da estação. Porém, outros cuidados também precisam ser levados em consideração.

Atenta a isso, a Mahogany reuniu algumas dicas e produtos que combinam perfeitamente com a época. Confira:

Pinterest

• Se está pensando em comprar um novo perfume, experimente no máximo três cheiros por vez e aguarde alguns segundos entre uma borrifada e outra para limpar o olfato e papilas gustativas.
• Ao contrário do que se imagina, não aplique o produto diretamente na roupa. Os pontos mais indicados são: pescoço, nuca, antebraço, peito e atrás dos joelhos.
• Opte por fragrâncias que tenham borrifador, pois além de facilitarem a aplicação, aumentam a durabilidade das notas uma vez que não é necessário esfregar a pele.
• Certifique-se de que o perfume está guardado em local seco e arejado e, principalmente, longe do calor. Esse armazenamento adequado é fundamental para a permanência do cheiro original, bem como, sua durabilidade.
• Não exagere na quantidade de produto, principalmente se for para um ambiente fechado. O ideal é uma ou duas borrifadas em pontos estratégicos;

A seguir, confira algumas opções exclusivas da Mahogany que são a cara do verão:

Fragrância Desodorante Corporal Aventure 100ml – R$139,00

Pirâmide Olfativa
Notas de saída: bergamota, limão, ozônio e laranja
Notas de corpo: jasmim, pau rosa, ciclâmen e ylang – ylang
Notas de fundo: cedro, musk, sândalo e patchouli

Fragrância Desodorante Corporal Bambou Oriental 350ml – R$ 68,90


Caminho olfativo: floral verde
Perfil da essência: refrescante

Fragrância Desodorante Corporal DSGN Man 100ml – R$ 89,90

Pirâmide Olfativa
Notas de saída: gálbano, melão, petitgrain
Notas de corpo: acordes marinhos, lavanda, violeta
Notas de fundo: fava tonka, baunilha, musgo

Fragrância Desodorante Corporal Zanzibar Summer 300ml – R$ 68,90


Caminho Olfativo: floral oriental

Informações: Mahogany

Nota da redação: usar perfume na praia não é recomendado por dermatologistas. Isso porque perfumes podem conter substancias sensíveis à luz que, assim como o limão, pode causar manchas e até mesmo queimaduras na pele quando entram em contato com o sol.

Dezembro Laranja: no mês de prevenção ao câncer de pele conheça mitos e verdades sobre a doença

Brasileiros ainda cometem muitos deslizes na hora de se cuidar; campanha alerta para a prevenção do tipo de tumor maligno que mais afeta a população brasileira

A proximidade do verão, período que marca a alta nas temperaturas em todo o país, acende um importante alerta: a exposição prolongada ao sol sem proteção adequada pode levar a consequências importantes à saúde. Além de causar o envelhecimento precoce, o contato direto com raios nocivos aumentam em até dez vezes o risco de câncer de pele, o mais incidente entre os brasileiros, correspondendo a um total que ultrapassa a marca de 185 mil novos casos a cada ano – cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

E apesar de uma considerável parcela da população acreditar que sabe lidar com o sol por viver em um país tropical, campanhas de conscientização como o Dezembro Laranja são essenciais para que informações precisas sejam transmitidas e assim seja possível reduzir os índices deste tipo de câncer, evitável na maioria das situações.

“Já são décadas de campanhas alertando sobre a necessidade de proteger a pele da exposição aos raios ultravioletas do sol – UVA e UVB – com filtro solar e com barreiras físicas, como roupas e chapéus, por exemplo. Mas ainda precisamos superar as barreiras da desinformação, especialmente sobre mitos em relação ao câncer, como, por exemplo, achar que apenas pessoas de pele clara têm risco aumentado de desenvolver a doença ou que o uso de protetor solar só é necessário em momentos de lazer, quando na verdade essa deveria ser parte da nossa rotina essencial diária”, diz o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas.

E mesmo com os avanços da ciência e da medicina que garantem qualidade de vida e bem estar aos pacientes, o médico é categórico em afirmar que a melhor forma de combater o câncer de pele é a vigilância ativa para identificação de possíveis sinais de alerta e o foco na prevenção. Por isso, o Instituto Oncoclínicas – iniciativa do corpo clínico do Grupo Oncoclínicas para promoção à saúde, educação médica continuada e pesquisa – realiza neste mês uma série de ativações nas redes sociais para alertar sobre a importância dos cuidados com a pele como forma efetiva de achatar os índices de ocorrência da doença.

Com o mote “A melhor dica é viver bem”, a ação é direcionada à sociedade em geral, e ressalta uma importante informação: proteja sempre a pele contra os raios solares e busque aconselhamento especializado para que o diagnóstico aconteça o quanto antes.

Nem todo câncer de pele é igual

O oncologista Sergio Jobim Azevedo, líder do grupo de pele da Oncoclínicas, explica que existem dois tipos de câncer de pele: o melanoma e o não melanoma (o mais comum deles). Entre os sintomas do câncer de pele não-melanoma estão a presença de lesões cutâneas com crescimento rápido, feridas que não cicatrizam e que podem estar associadas a sangramento, coceira e algumas vezes dor. Esses sinais geralmente surgem em partes do corpo que costumam ficar mais expostas ao sol, tais como rosto, pescoço e braços.

Já os indícios do câncer de pele do tipo melanoma – cuja incidência representa apenas 3% dos casos dos tumores de pele, mas com um grau elevado de agressividade, o que eleva suas chances de letalidade – costumam se manifestar através de pintas escuras que apresentam modificações ao longo do tempo.

“Esse tipo de tumor pode aparecer na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Feita pela própria pessoa ou pelo profissional de saúde, a observação regular das pintas do nosso corpo permite identificar novos sinais ou mudanças previamente não existentes. Isto deve ser levado à atenção do médico para que, havendo necessidade, sejam realizados exames mais complexos e, assim, obter o diagnóstico necessário”, reforça Azevedo.

Pessoas com histórico familiar de melanoma e/ou que tenham um volume maior que 50 pintas pelo corpo também devem manter a vigilância ativa para controle dos riscos de desenvolver a doença. As alterações avaliadas como suspeitas são classificadas como “ABCDE” – Assimetria, Bordas irregulares, Cor, Diâmetro, Evolução.

“Quando descoberta em fase inicial, a indicação é que seja realizada a ressecção cirúrgica das lesões por especialista habilitado para adequada abordagem das margens ao redor do tumor. E isso vale tanto para os casos de câncer de pele melanoma como para os não-melanoma. A cirurgia de fato é capaz de resolver a maioria dos casos, fazendo com que quaisquer outros tratamentos complementares sejam raramente necessários”, reforça Sergio Azevedo.

Dependendo do subtipo, estágio e extensão da doença, o especialista conta que outras condutas de tratamentos podem ser empregadas. Em casos mais avançados e com metástase, especificamente de melanoma, a imunoterapia – uma medicação que ativa o sistema imunológico para que ele se torne capaz de combater as células malignas – tem provado ser uma alternativa com bons resultados para a qualidade de vida e bem estar dos pacientes. Outro tipo de intervenção nestes cenários avançados, para um número limitado de pacientes cujo melanoma apresenta uma mutação nos gene BRAF, é o uso de medicamentos orais que inibem a proliferação celular anormal.

Para esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o câncer de pele, Azevedo comenta 12 mitos e verdades relacionados à doença:

1 – É preciso usar protetor em dias nublados.

Verdade. Os raios ultravioleta, principalmente o UVA, estão presentes na mesma intensidade em dias nublados, portanto, o uso de protetor solar é imprescindível.

2 – O risco é maior no verão.

Verdade. O que determina maior risco de incidência de câncer de pele é o índice ultravioleta (IUV), que mede o nível de radiação solar na superfície da Terra. Quanto mais alto, maior o risco de danos à pele. Esse índice é mais alto no verão, porém pode ser alto em outras épocas do ano.

3 – Existe exposição ao sol 100% segura.

Mito. É preciso evitar excessos e sempre tomar sol com moderação. E os cuidados devem ser seguidos o ano inteiro e vale intensificá-los no verão. Isso inclui evitar ao máximo se expor diretamente ao sol, em especial das 10 às 16 horas, sempre usar protetor solar e não abrir mão de viseiras, chapéus e/ou bonés, bem como roupas e óculos de sol com proteção UV, em momentos de exposição mais intensa aos raios, como durante a prática de esportes ao ar livre ou descanso em locais como parques, clubes e praias, além de muito protetor solar com diferentes aplicações ao longo do dia.

4 – Quem tem pele, cabelo e olhos claros corre maior risco de ter câncer de pele.

Verdade. Mas atenção: isso não significa que quem possui características diferentes destas está imune ao câncer de pele. De fato as pessoas que produzem mais melanina (pigmento responsável pela cor da pele) têm com isso um fator de proteção extra à pele, que a torna menos vulnerável. Contudo, a regra vale para todos os indivíduos: é preciso se proteger e sempre usar protetor solar nas áreas expostas ao sol.

5 – Negros não precisam usar protetor solar.

Mito. Independentemente da cor da pele, todas as pessoas têm de usar protetor solar para se proteger. Apesar de o câncer de pele ser menos comum entre pessoas com maior quantidade de melanina presente na pele – o que confere uma fotoproteção natural, aumentando a resistência cutânea a esse tipo de dano causado pelo sol -, isso não as torna imunes ao carcinoma espinocelular, carcinoma basocelular e o melanoma. Por isso, a regra vale para todos os indivíduos: evite ao máximo a exposição desprotegida ao sol ou por fontes artificiais.

6 – Toda pinta escura é câncer de pele.

Foto: Indylasercenter

Mito. A pinta precisa ser examinada pelo médico do paciente ou dermatologista para avaliação. Somente após esta avaliação o especialista indicará a retirada ou não da pinta. É preciso atenção com pintas que coçam, que crescem, que sangram. Um jeito de identificar se uma pinta ou mancha pode representar algum perigo é utilizar a escala do ABCDE:
A de assimetria entre as metades da mancha
B de bordas irregulares
C de cores, que avalia a variação da coloração
D de diâmetro
E de evolução (mudança no padrão de cor, crescimento, coceira e sangramento)

7 – Na sombra não é preciso usar filtro solar.

Mito. Mesmo na sombra é preciso passar o protetor solar, pois não estamos livres dos raios ultravioleta.

8 – Câncer não-melanoma pode evoluir para melanoma.

Mito. São lesões distintas. Mas quando a pessoa tem um câncer não-melanoma é sinal de que abusou do sol e que também poderá ter um melanoma, então precisa ficar sempre atenta.

9 – Melanoma não tem cura.

iStock

Mito. O importante é o diagnóstico em estágios iniciais, quando os tratamentos são mais eficientes. Hoje já há tratamentos inclusive para estágios mais avançados, com excelentes resultados para casos metastáticos a partir da inclusão do uso de imunoterápicos e dos medicamentos orais alvo-direcionados, mas quanto antes o problema for identificado e começar o tratamento, melhor.

10 – Somente regiões expostas diretamente ao sol podem ser afetadas.

Mito. A maioria dos tipos câncer de pele (não melanoma e melanoma) de fato tem uma relação de risco de surgimento aumentada devido aos impactos do sol. Mas vale lembrar que os raios ultravioleta que causam danos à pele são capazes de atravessar janelas e até mesmo o concreto. Um alerta: alguns subtipos de melanomas podem surgir em áreas do corpo que muitas vezes não observamos com a devida cautela, como genitais, glúteos, couro cabeludo, palmas das mãos, solas do pé, debaixo das unhas e entre os dedos.

11 – Câmaras de bronzeamento são 100% seguras.

Mito. No Brasil, este tipo de bronzeamento é proibido, assim como em outros países, justamente pelo alto risco que oferecem. As câmaras de bronzeamento não são seguras, causam câncer e melanoma. Portanto, não devem ser usadas ou permitidas existir.

12 – Quem tem muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele corre mais riscos.

Shutterstock

Verdade. Pessoas com histórico familiar da doença ou que tenham de 50 a 100 pintas no corpo devem ser avaliadas com maior frequência e também têm de redobrar os cuidados com a proteção adequada, usando sempre filtro solar e se expondo ao sol com moderação.

Fonte: Oncoclínicas

Médica dá dicas de como sair da quarentena de maneira segura

O anúncio da possível flexibilização da quarentena progressiva no estado de São Paulo não permite que o sinal de alerta da população seja desligado. Conforme afirmado pelas autoridades, a retomada só será possível nas cidades e regiões que apresentarem redução consistente do número de casos.

Para isso, é extremamente necessário um esforço consciente de toda a população. Para ajudar nessa missão, a da médica nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo, dá algumas dicas para reabrir a economia sem prejudicar a saúde.

mulher usando mascara cirurgica health magazine
Foto: Health Magazine

• Jamais esquecer ou deixar de lado os cuidados rigorosos com a higiene como usar máscaras sempre sem tocar nas mesmas e trocando-as a cada 2 horas de uso;
• Fazer uso do álcool 70% frequentemente na ausência de torneiras com água e sabão para lavar as mãos;
• Não tocar olhos, nariz e boca enquanto estiver na rua;

depositphotos mulher banho cabelo chuveiro
Depositphotos

• Assim que chegar em casa, continua sendo essencial lavar as mãos, higienizar os sapatos, tomar banho e lavar toda a roupa que foi para a rua;
• Os que podem sair precisam ter atenção com as crianças e idosos, que devem contar com ajuda para conseguirem se manter em casa seguros. O mesmo vale para pessoas com saúde debilitada ou doenças crônicas, que devem se manter em isolamento;
• Não interromper tratamentos e uso de medicações – mesmo que eles não tenham nenhuma ligação com o vírus do momento. Os cuidados com outros problemas de saúde não podem ser negligenciados;

mulher bicicleta mascara freepik
Freepik

• Movimente-se mais, sem se unir ou provocar aglomerações;
• Tente reduzir os quilos a mais que foram adquiridos durante a quarentena com dieta regrada e saudável – sem restrições e nem exageros;
• Mantenha-se sempre em um ambiente arejado, mesmo nos dias mais frios;

mulher mascara oculos touca sol ivabalk por Pixabay
Ivabalk/Pixabay

• Tome banho de sol em horários recomendados para se nutrir de vitamina D.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto Ganep de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. 

Exposição excessiva ao sol pode causar câncer de olho?

Quando se pensa nos danos causados pelos raios ultravioletas do sol, o que imediatamente vem à mente são o câncer de pele e o envelhecimento precoce da pele. Sabe-se que existe uma ligação entre a radiação solar excessiva, sem proteção, e o desenvolvimento do câncer de pele, com atenção especial ao melanoma, menos incidente, porém de maior gravidade.

Além da pele, o melanoma pode ocorrer em outras partes do corpo, como no olho, por exemplo. Embora tenha origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, pigmento responsável pela coloração da pele e dos olhos) como no câncer de pele, seu comportamento é diferente. “O melanoma ocular ou uveal é o tumor maligno do olho mais comum no adulto e corresponde a 5% de todos os melanomas”, explica Sheila Ferreira, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO), unidade Oncoclínicas em São Paulo.

Segundo a especialista, a causa do melanoma ocular é desconhecida, mas alguns fatores de risco para o desenvolvimento tumoral foram identificados:

● Idade/gênero: o risco aumenta com o envelhecimento e a incidência é discretamente maior em homens;

mulher meia idade praia chapeu

● Raça e cor dos olhos: pessoas com pele clara, cabelos claros e olhos claros são mais propensas a desenvolver o melanoma ocular;

● Doenças hereditárias: pessoas que tem a síndrome do nevo displásico (múltiplas “pintas” pelo corpo) também têm risco aumentado de apresentar melanoma ocular, assim como melanoma de pele;

-stock-photo mulher praia chapeu oculos

● Pintas: diferentes tipos de sinais no olho ou na pele também têm sido associados a um maior risco. No caso do câncer de pele, recomenda-se o uso de chapéus, óculos de sol contra os raios ultravioleta, que proporcionam melhor proteção para os olhos e, consequentemente, redução do risco de câncer de pele ao seu redor.

“Embora a exposição aos raios ultravioletas aumente o risco de câncer de pele, a relação entre a luz solar e os melanomas oculares não está comprovada, mas alguns acreditam que os óculos de sol podem reduzir o risco de melanoma ocular”, diz Sheila.

Diagnóstico acidental ou sintomático

Oftalmopatia-de-Graves-2

Os sintomas do melanoma ocular dependem da localização e tamanho da lesão dentro do olho. “Os pacientes podem ser assintomáticos, ou seja, não apresentarem nenhum sinal de que algo esteja errado, e o tumor ser percebido durante o exame de rotina com o oftalmologista. Em outros casos, o melanoma pode causar alterações ou dificuldades visuais que fazem o paciente procurar uma ajuda médica que acaba resultando na descoberta da doença”, frisa a oncologista do CPO, apontando as duas formas mais comuns de diagnóstico deste tipo de tumor.

Como é o tratamento do melanoma ocular?

A decisão do tratamento depende de diversos fatores como tamanho e localização do tumor, idade do paciente, estado de saúde. As condutas terapêuticas evoluíram drasticamente ao longo dos anos. No passado, a remoção do globo ocular era a única. “Atualmente, tratamentos conservadores são possíveis. Para tumores pequenos, a braquiterapia é uma opção”, afirma Sheila. A técnica mencionada é uma radioterapia interna em que a fonte de radiação é colocada dentro ou junto da área que exige tratamento. “A decisão é feita de forma individualizada com base na avaliação adequada do aspecto do melanoma e a depender das características clínicas de cada paciente”, observa a médica.

Como prevenir o câncer de olho

gettyimages-olho cancer melanoma
GettyImages

Como já destacado anteriormente, fatores ambientais parecem não ter relação com melanoma ocular e sua associação com exposição solar é incerta. Portanto, o diagnóstico precoce é de extrema importância.

A radiação ultravioleta, no entanto, parece predispor ao melanoma de conjuntiva (membrana transparente que recobre a parte branca do olho) e palpebral. Por isso, o uso de óculos escuros pode contribuir para a prevenção da doença nessas regiões do olho. A oncologista complementa dizendo que “Usar chapéus de aba larga e bonés também pode resguardar os olhos dos raios UV”.

Vale lembrar que a doença não se desenvolve apenas em quem apresenta fatores de risco. Daí a necessidade de acompanhamento regular com oftalmologista. Consequências do melanoma uveal Além dos sintomas oculares, quando diagnosticado tardiamente, o melanoma ocular pode se espalhar para outros órgãos, sendo o fígado o órgão mais acometido, segundo a especialista. Nestes casos, os tratamentos podem incluir cirurgia da metástase, embolização da lesão (injeção de substâncias no intuito de bloquear ou diminuir o fluxo de sangue para as células cancerígenas), quimioterapia, ou imunoterapia.

Fonte: Centro Paulista de Oncologia

Cabelos também precisam de protetor solar

Área requer cuidados e produtos específicos que evitam danos

No verão, nós ficamos mais expostos ao sol e, com isso, lembramos de redobrar os cuidados com a pele e do uso do protetor solar. No entanto, os efeitos do sol em nosso cabelo também podem ser prejudiciais.

Os raios solares danificam os fios do cabelo, prejudicando as cutículas da fibra capilar e reduzindo a proteção natural. Os cabelos tendem a ficar mais ressecados, quebradiços e sofrem com a ação oxidante, o que deixa os fios com um aspecto mais claro.

Todos os tipos de cabelos sofrem com os danos do sol que, em alguns casos, podem ser irreversíveis e a única solução é cortar os fios. Assim como a pele, os cabelos sofrem de fotoenvelhecimento, dessa maneira, eles também precisam de cuidados específicos para manter um aspecto bonito e saudável.

Protetor solar para os cabelos

P35---Protetor-Solar-para-os-Cabelos

Adélia Mendonça, especialista em dermocosméticos de alta performance, aponta que para manter o cabelo saudável, mesmo no sol, basta protegê-lo dos raios solares. “O uso do protetor solar próprio para o cabelo é muito indicado para quem se expõe com frequência ao sol, ele previne o ressecamento, mantém a coloração e hidratação”, explica.

O uso do protetor solar também nos cabelos é indicado para evitar a oxidação, ressecamento e opacidade dos fios.

mulher loira cabelos sol verão

Adélia explica que a frequência de uso depende do quanto se expõe ao sol. “Quem passa muito tempo ao ar livre, seja indo para o trabalho, praticando algum esporte, praia ou piscina deve utilizar com mais frequência, mesmo em dias nublados”, ressalta.

Cuidados específicos

A composição do protetor solar para os cabelos é completa, a formulação é específica para atender a cada necessidade. Ele vai atender a proteção dos fios, maciez, tonificação e antipoluição. É importante lembrar que protetor solar para a pele e para os cabelos são totalmente diferentes. Os cabelos requerem uma formulação, ativos específicos e cuidados diferentes.

kit-home-care-hair-ceuticals

No verão e na praia, os protetores devem ser usados, mas não se pode esquecer deles no restante do ano, inclusive, nos meses de inverno. Adélia lembra que é muito importante proteger os cabelos do sol com bonés, chapéus e lenços, por exemplo: “Mesmo porque hoje existe a proteção têxtil com FPU 50+, que protege até 98% da radiação solar, que oferece maior garantia na proteção”, encerra.

Fonte: Adélia Mendonça