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Bazar Graacc aceita doações de produtos em bom estado

O espaço funciona na Vila Clementino, em São Paulo, e toda a renda com as vendas é revertida para o tratamento de crianças e adolescentes com câncer

O Graacc, hospital referência em oncologia pediátrica, promove constantemente diversas ações para mobilizar a sociedade e garantir todas as chances de cura para os seus pacientes. É por meio de doações que o Graacc consegue oferecer atendimento médico especializado e de excelência a crianças e adolescentes com câncer. O Bazar Graacc é uma dessas ações, uma vez que toda a renda obtida com as vendas dos itens no local é revertida para o Hospital, que atendeu mais de 4,2 mil pacientes em 2018.

Para funcionar, o Bazar Graacc precisa de doações de produtos, em bom estado, como roupas, acessórios, calçados, objetos decorativos, brinquedos, material escolar e qualquer outro tipo de utensílio. Os itens podem ser entregues na Rua Borges Lagoa, 565, Vila Clementino, São Paulo — SP, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30, e aos sábados, das 9h às 16h.

Empresas, condomínios e escolas também podem contribuir. O Graacc disponibiliza caixas de coleta para a realização de campanhas de arrecadação de produtos entre os alunos, professores, vizinhos e funcionários.

miguel paciente do graaacc

Doações de produtos
Funcionamento: de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30, e sábados, das 9h às 16h
Endereço: Rua Borges Lagoa, 565, Vila Clementino, São Paulo — SP

Solicitação de caixas de coleta: Telefone: (11) 5904-6579

Bazar Graacc
Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 17h
Endereço: Rua Pedro de Toledo, 598. Ao lado do Hospital do Graacc

Informações: Graacc

Bacio di Latte faz parceria em prol da AACD com venda especial de gelato

As vendas, abertas para todos, serão realizadas exclusivamente ao lado da unidade Ibirapuera

Contribuir, colaborar faz parte do DNA da marca Bacio di Latte. Por isso, pela primeira vez, ela se alia à AACD para uma ação muito especial: até dia 4 de outubro, portanto durante dois meses, Bacio di Latte colocará um quiosque dentro da entidade, no Ibirapuera, e toda a renda será revertida para a instituição.

A AACD não tem fins lucrativos, por isso depende de doações e do engajamento da sociedade para continuar oferecendo os tratamentos sem custos a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Somente em 2018, foram realizados cerca de 800 mil atendimentos.

As vendas vão ocorrer de segunda a sexta, das 11 às 17 horas. E, detalhe, os valores cobrados correspondem à metade dos preços praticados em suas lojas. A ideia é que, dessa forma, os funcionários e as pessoas que se beneficiam da AACD possam saborear mais facilmente os gelatos da Bacio. E que se venda o máximo possível.

“Essa parceria de marketing de causa é um exemplo de como é possível pensar modelos de negócio criativos que envolvam marcas e ao mesmo tempo engajem o consumidor final. E o melhor é saber que milhares de pacientes da AACD serão beneficiados por essa ação”, explica Adriana Magalhães, gerente de Relações Institucionais da AACD.

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Segundo o diretor de Marketing da Bacio di Latte, Fabio Martins Medeiros, “é um privilégio ter a oportunidade de colaborar com a AACD, uma das mais importantes instituições do país. A parceria está muito ligada ao propósito da Bacio di Latte como empresa, que é fazer negócios de uma forma justa, retribuindo para a cidade e consumidores o que recebeu de forma tão carinhosa”.

AACD – Av. Professor Ascendino Reis, 724 – Ibirapuera, São Paulo – SP

Bazar da Troc permite ajudar causas sociais e moda sustentável

Começa hoje (16) e vai até dia 21 a Semana Bazar em Sale na Troc, maior brechó online do Brasil. Os bazares de famosas em prol de causas sociais estarão com ofertas especiais com mais de mil e quinhentas peças com descontos de 50% e opções nas categorias fast fashion, premium e luxo. O lucro total das vendas será revertido às instituições de caridade e, ao comprar na Troc, o cliente ainda estimula o consumo sustentável da moda. Esta é uma oportunidade de fazer o bem duas vezes.

Entre os bazares está o da musa Sabrina Sato. A renda da venda das peças será revertida para o seu próprio instituto e para ajudar o @guerreirinhonicholas. O menino de 2 anos nasceu com anomalia anorretal e duplicidade de vários órgãos, usou bolsa de colostomia e vai passar por sua quinta cirurgia.

Outro bazar em destaque é do Instituto Luisa Mell, fundado em fevereiro de 2015, que atua principalmente no resgate de animais feridos ou em situação de risco, recuperação e adoção. A ativista mantém um abrigo com cerca de 300 animais, entre cães e gatos, todos resgatados das ruas. Comprando as peças do Bazar da Luisa você possibilita que mais animais tenham uma vida feliz.

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A Fundação Amor Horizontal é uma iniciativa da Carol Celico que está há quase 5 anos ajudando crianças e adolescente em situação vulnerável em todo o país. A fundação trabalha com uma plataforma de e-donation (doações via web) para conectar diversas instituições. Hoje, a Amor Horizontal já ajudou milhares de crianças e com Bazar da Troc vai ajudar ainda mais. A ação conta com um time de mães influenciadoras que se propuseram a doar e ajudar com suas peças.

São elas: Mica Rocha, Lu Tranchesi, Dani Mattar e, é claro, da fundadora de todo o projeto, Carol Celico. Toda a renda arrecadada será revertida em doações para projetos e instituições que ajudam no desenvolvimento de crianças e adolescentes e no apoio a famílias que precisam de auxílio para a melhor criação dos seus filhos.

Para quem quer aproveitar as promoções e ainda ajudar os animais uma outra opção é comprar no Bazar dos Amigos de São Francisco, ONG destinada ao cuidados com os animais de qualquer raça e espécie e que acredita que uma sociedade só estará em equilíbrio quando souber tratar com dignidade seus animais.

Hoje, a Troc realiza por volta de 2 mil pedidos por mês e tem mais de 4 mil “lojinhas” ativas no site, páginas onde qualquer pessoa pode se tornar um vendedor. Já passaram pela plataforma nomes como Anitta, Bella Falconi, Flávia Pavanelli, Carol Celico, Dupla Carioca, Gabi Pugliesi e Ticiane Pinheiro. Segundo o CEO, Marcelo Iwakura, o objetivo é tornar a TROC o maior solucionador da moda consciente para o Brasil e para a América Latina.

Para quem quer vender, e mora em Curitiba ou São Paulo, a Troc retira as peças no local indicado, sem nenhum custo. Já para as outras regiões do país, é possível enviar por correio, também gratuitamente. As peças passam por uma curadoria e, se aprovadas, são incluídas na plataforma. “Um dos critérios para avaliação é analisar se você daria de presente para sua melhor amiga. Porque se tem algum defeito, um fio puxado, bolinha ou zíper emperrado, você não aceitaria como um presente para alguém especial”, explica Luanna Toniolo, fundadora da Troc, sobre o processo de seleção dos produtos.

Após aprovação final do valor sugerido pelas especialistas da startup, as peças ficam disponíveis para venda. Quando os itens não passam pela seleção – e os motivos vão desde mau estado, até mofo – , o cliente tem duas opções: pagar pelo frete de devolução ou autorizar a doação. Cerca de 12% das peças recebidas são destinadas para instituições de caridade.

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Luanna é advogada e apaixonada pelo universo da moda. A ideia de iniciar esse negócio veio após realizar uma especialização em Marketing em Harvard. “Mais do que permitir que todas as usuárias tenham acesso aos produtos que sempre sonharam, a startup tem como objetivo educar as brasileiras para que cada vez mais apostem na economia circular. A nossa alta taxa de recorrência mostra que estamos no caminho certo. Quem conhece a Troc começa a confiar na roupa de segunda mão, entende que essa é uma alternativa e que a roupa usada não é mais um tabu”, finaliza.

Informações: Bazar da Troc

Pesquisa mostra perfil do doador e potencial de doação do segmento maturidade

A pesquisa quantitativa online “Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade”, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência – em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob -, traz um panorama inédito do doador no país e destaca o potencial de doação representado pelos brasileiros com mais de 50 anos. A pesquisa – apresentada, hoje, no Festival da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos – contou com 1.212 entrevistas feitas em São Paulo (capital, interior, região metropolitana e litoral); e nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Entre os brasileiros, 29% realizam doações mensais; na faixa etária acima de 50 anos, 26% costumam doar, em média, mais de R$ 100 mensais; entre os mais jovens, o índice é de 17%. Doadores há mais de três anos, para 50% desses cidadãos maduros as ações individuais somadas podem mudar o mundo; 81% dos entrevistados acreditam que é muito importante a transparência na prestação de contas para as organizações sem fins lucrativos e institutos; e 74% destacam o comprometimento de proteger informações financeiras e pessoais dos doadores contra violações de dados. Quando o tema abarca as principais causas, as primeiras posições são ocupadas pelas temáticas crianças e jovens (44%); animais domésticos (32%); causas humanitárias (27%); fome e sem teto (26%) e saúde (23%).

Essas são algumas das conclusões do mapeamento inédito Doador brasileiro: o potencial de doação no segmento maturidade, conduzida pela Noz Pesquisa e Inteligência em parceria com a Trackmob e Pitanga.Mob. Os dados foram apresentados no Festival de Captação da ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos), no dia 11 de junho.

Conduzida entre 17 de março e 25 de maio de 2019, a pesquisa Doador brasileiro: potencial de doação no segmento maturidade conta com 1.212 entrevistas – sendo 789 de pessoas com mais de 50 anos (65%); 5% dos entrevistados têm mais de 70 anos; 15% entre 60 e 69 anos; 45% entre 50 e 59 anos; 10% têm menos de 30 anos; 13% entre 30 e 39 anos; e 12% entre 40 e 49 anos. A pesquisa contou com 72% moradores da cidade de São Paulo; 9% na região metropolitana; 8% no interior e litoral; e 12% em cidades das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

No perfil da amostra, 82% são mulheres; 53% são casados/união estável; 24% solteiros; 16% divorciados; e 7% viúvos. A análise da situação profissional mostra que 28% têm vínculo empregatício; 22% são consultores, autônomos ou freelancer; e 18% são empreendedores. Sobre a escolaridade, 43% têm ensino fundamental, médio ou superior incompleto; 37% ensino superior; 16% possuem pós-graduação; 5% mestrado e/ou doutorado. Na análise da renda, 28% têm renda até R$ 2.500; 27% estão na faixa entre R$ 2.501 e R$ 5 mil; 14% entre R$ 5.001 e R$ 7.500; 8% mais de R$ 12.501; 7% entre R$ 7.501 e R$ 10 mil; e 12% não possuem renda própria. A pesquisa quantitativa online contou com questionário de autopreenchimento voluntário, sem incentivo.

O recorte do mapeamento será um dos destaques do Festival ABCR. Com o temaO futuro da captação de recursos no Brasil do futuro, o evento acontece de 9 a 11 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca. No painel que trará a pesquisa, o recorte que foca no doador prateado contará com a presença de Juliana Vanin, fundadora da Noz e coordenadora da pesquisa; Marcelo Jambeiro, desenvolvedor de projetos de captação de alto impacto para doadores, captadores e recebedores (Trackmob); Flávia Lang, fundadora da Pitanga.Mob (empresa especializada em engajamento e mobilização de indivíduos); e Amanda Fazano, responsável pelo programa de Retenção, Relacionamento e Desenvolvimento de Doadores da ACNUR (agência da ONU para Refugiados).

Principais conclusões da pesquisa

Cenário: com os avanços na expectativa de vida e queda na taxa de fecundidade, as faixas etárias de brasileiros com mais de 50 anos são as que mais crescem. Em 2019, o país conta com 24,21% de brasileiros sêniores; em 2030 o índice será de 31,18%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um quarto da população com mais de 60 anos está conectada à internet; metade da força de trabalho terá mais de 50 anos em 2040, segundo o IPEA. Diante desse significativo percentual da população que é prateada, a pesquisa buscou entender quais as oportunidades de ampliar as doações entre os 50+.

patas e maos

Causas abraçadas pelos 50+: entre os entrevistados com mais de 50 anos, 44% afirmam que a principal causa defendida envolve crianças e jovens; seguida de 32% de animais domésticos (gatos e cachorros); 25% causas humanitárias; 26% fome e sem teto; 23% saúde; 19% educação; 18% conservação e proteção ambiental; 14% desenvolvimento comunitário; 11% paz e não violência; 11% arte e cultura; 9% direitos humanos (mulheres, LGBT, equidade racial); e 5% investem em iniciativas de pesquisa e política pública.

Segundo Juliana Vanin, coordenadora da pesquisa, interessante notar que a causa “crianças e jovens” ocupa o primeiro lugar no ranking entre os maduros e os com menos de 50 anos – assim como a causa de animais domésticos. Em contrapartida, a temática de direitos humanos ocupa 11ª posição entre os prateados e é sétima no ranking entre os mais jovens.

É interessante notar que os entrevistados com menos de 50 anos disseram se interessar mais por causas de direitos humanos do que os acima de 50 anos que vivenciaram em sua grande maioria processos como o de redemocratização do país e luta por direitos, comenta Marcelo Jambeiro, executivo da Trackmob. “O interesse das pessoas com menos de 50 a causas ligadas aos direitos humanos me parece reflexo dos tempos atuais, porém, me intriga o apoio menor entre os acima de 50”, salienta.

celular redes sociais

Formas de apoio: a percepção de apoio efetivo às causas é feito por 68% dos entrevistados via doação de objetos, roupas e alimentos; 45% doam dinheiro; 41% realizam trabalhos voluntários; 38% participam de bazares ou compras produtos de organizações; 32% participam de rifas/bingos; 10% criam projetos; e 7% nunca ajudaram ou não lembram a forma de apoio. Quando perguntados sobre como divulgam as causas, 76% dos 50+ declaram que conversam com amigos, familiares ou pessoas próximas; 75% compartilhando informações nos grupos de WhatsApp; 74% no Facebook; 36% por e-mail; 31% por Instagram; e 16% em outras redes sociais. Apesar dos 45% citarem doação financeira como forma de apoio às causas, quando questionados se já realizaram doação financeira, 67% entre os entrevistados com menos de 50 anos afirmam que sim; entre os maduros o índice sobre para 74%.

mulher computador lendo

Informações sobre as causas: a indicação de amigos ou conhecidos é para 53% dos maduros a principal forma de tomar conhecimento sobre a causa; 43% apontam as redes sociais; 28% contatos telefônicos; 23% pela tevê; 14% em anúncios de jornais; 14% em WhatsApp; 13% em sites; e 13% são abordados nas ruas. Na análise da coordenadora da pesquisa, esse é um ponto relevante. “Entre os entrevistados com menos de 50 anos, a abordagem nas ruas é efetiva para 23% contra 13% dos maduros. Isso pode indicar que faltam captadores prateados para conversar com esse potencial doador de igual para igual”, analisa Flavia Lang, fundadora da Pitanga.Mob. A mala direta, instrumento tradicional, foi apontado por 8% dos entrevistados com menos de 50 anos e 11% dos 50+. Na última posição, o rádio com, respectivamente, 6% e 5%.

Segundo Flavia, a pesquisa mostra que 31% dos entrevistados com mais de 50 anos doam mensalmente e, mais da metade, também conduzem doações adicionais. Entre os entrevistados, 28% atualmente fazem doações pontuais, mas já fizeram mensais. “As organizações buscam aumentar a base de doadores recorrentes, pois isso garante a sustentabilidade e a previsibilidade da entrada do recurso. Temos um grande potencial de crescimento e, aliando à comunicação com uma boa jornada do doador, as organizações podem potencializar os recursos dos doadores atuais e dos novos”, afirma.

Frequência das doações: a pesquisa mostra que entre os com mais de 50 anos, 12% fazem doações mensais; 19% fazem mensais e pontuais; 28% já fizeram doações mensais e hoje somente pontuais; 29% nunca fizeram doações mensais; 12% não fazem nenhum tipo de doação financeira há mais de três anos. Entre os com menos de 50 anos, os índices são, respectivamente, 8%, 19%, 17%, 47% e 10%.

Motivos para não doar dinheiro: entre os 50+, os principais motivos apontados são a preferência em doar alimentos (34%); a falta de condições financeiras (28%); a preferência por realizar trabalhos voluntários (14%); o fato de não confiar em organizações que pedem doação em dinheiro (10%); não cultivar o hábito (4%); ter uma experiência negativa (3%); ninguém nunca pediu (2%); é complicado fazer doação em dinheiro ou não sei como fazer (1%); resolver problemas sociais é coisa do governo (1%); e nenhuma causa me sensibilizou (1%).

dinheiro

Principal motivo para doar dinheiro: entre os doadores pontuais e mensais encontram-se diferenças nos principais motivos apontados para doar. Um trabalho tangível e clareza na utilização do dinheiro é para 27% dos doadores mensais o principal motivo; entre os doadores pontuais, o índice é de 20%. Estar alinhado ao propósito pessoal é o motivo para 19% dos doadores mensais e 23% dos pontuais; a boa reputação da organização é motivo para 18% dos doares mensais e 14% dos pontuais. Entre os demais motivos, destaque para “quero que todas as pessoas tenham os mesmos direitos que eu” – 14% pontuais e 18% mensais –; porque alguém pediu e me motivou a saber mais sobre a organização/causa (8% pontuais e 4% mensais); e os dados alarmantes me chamaram a atenção (6% pontuais e 4% mensais). O fato de uma pessoa da família ou conhecido ter precisado de ajuda semelhante à atuação da organização foi apontado por 6% dos doares pontuais e 4% dos mensais. A facilidade em realizar a doação financeira é apontada por 2% de ambos. Entre os 50+ o principal motivo, 21% dos entrevistados, é o trabalho tangível e clareza da utilização do dinheiro. Além disso, destaque para a “boa reputação da organização” como drive de doação para 17% dos entrevistados 50+ contra 12% dos mais jovens.

“Entre os doadores, os itens considerados mais importantes para uma organização sem fins lucrativos, ONG ou instituição de caridade são a transparência na prestação de contas (81%) e proteger informações financeiras e doadores contra violações de dados (74%)”, avalia Juliana.

Valor médio doado & modalidade: entre as modalidades preferidas pelos doadores pontuais, 52% dos maduros optam por dinheiro; 32% por boleto bancário; 25% transferência bancária, TED ou DOC; 12% cartão de crédito; 11% débito em conta. Entre os doadores mensais, 78% realizaram doações nos últimos 12 meses; o valor médio pontual foi de R$ 475 no período. “A pesquisa aponta que o potencial de doação dos prateados não está condicionada diretamente à renda, mas ao engajamento e aderência às causas”, avalia a coordenadora da pesquisa.

Sobre a Noz Pesquisa e Inteligência

Ateliê de pesquisa e inteligência de negócios, o trabalho desenvolvido pela Noz é baseado em ouvir, observar e integrar para entender desejos e comportamentos humanos que se tornam insumos para a construção de novas ideias. Por meio de metodologias de inteligência de mercado e pesquisas, atua em todo ciclo de negócio de empresas. A empresa foi fundada por Juliana Vanin, Especialista em estratégia empresarial, pesquisa, análise de mercado e concorrência. Há mais de 14 anos atua na área de Inteligência de Negócios, Planejamento Estratégico e Financeiro. A executiva é Economista formada pela Universidade de São Paulo (USP); pós-graduada em Finanças pelo Insper; moderadora de discussões em grupo certificada pela ABEP.

Sobre a Pitanga.Mob

Especializada em captação de recursos de indivíduos – visa o crescimento das organizações com custos por doador mais acessíveis. A empresa acredita no poder das pessoas para mudar o mundo, ou seja, trabalha para engajar e mobilizar pessoas a contribuírem com as causas que mais se importam e, com isso, fazerem a diferença. Fundada em 2018 por Flavia Lang Revkolevsky, profissional com mais de 20 anos de experiência na área de mobilização de recursos e engajamento, a Pitanga.Mob está antenada com o mundo de hoje, oferecendo soluções e programas baseados nas melhores opções de crescimento e a melhor otimização do seu investimento – ou seja, maior impacto possível com a verba disponível e pagamento atrelado a resultados.

Sobre a Trackmob

Ecossistema financeiro para impactar e conectar pessoas que queiram um mundo melhor, a Trackmob oferece soluções de ponta a ponta para todo o processo de doação – do momento em que o doador conhece a causa até a organização aplicar o dinheiro em uma ação social. Por meio de um conjunto de soluções de SaaS (Software as a Service), BI (Business Intelligence) e serviços financeiros, cria uma experiência de doação incrível, que estimula as pessoas a doarem mais, com mais frequência e por mais tempo. Já foram processados mais de R$ 100 milhões em doações de pessoas físicas destinados a diferentes tipos de causas, ONGs e projetos sócio ambientais. Dessa quantia, R$ 40 milhões foram processados somente em 2018. Isto representa mais de 400 mil doadores individuais cadastrados em nossa base e mais de 500 mil doações individuais realizadas.

Junho Vermelho pretende conscientizar a população sobre doação de sangue

Nesta quarta-feira (12), Dia dos Namorados, a Avenida Paulista será palco de ação que visa conscientizar as pessoas sobre a importância da doação regular de sangue. Conduzida por alunos do Senac Tiradentes, em parceria com o Movimento Eu Dou Sangue, a iniciativa acontecerá em frente a Casa das Rosas, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciado pela Poiesis, com distribuição de flores em tecido e apresentação de dados sobre funciona a doação.

“É muito satisfatório ver jovens tão engajados nessa causa. Quando criamos o Junho Vermelho, em 2011, nosso objetivo era, justamente, fazer com que os outros entendessem a importância desse ato. Nosso futuro está na mão dos mais novos, ou seja, é reconfortante saber que existe pessoas que vão defender essa bandeira com a mesma garra que nós tivemos e ainda temos”, declara Debi Aronis, fundadora do Eu Dou Sangue.

sangue juralmin pixabay

Por que no mês de junho?

O mês, que tem baixas temperaturas, aumento na incidência de infecções respiratórias e marca o encerramento do período letivo em universidades e escolas como início das férias escolares, costuma registrar quedas significativas nos estoques dos bancos de sangue, públicos e privados.

O fato das pessoas estarem menos propensas a sair de casa não diminui, e por vezes até aumenta, a rotina dos hospitais que atendem desde vítimas de acidentes de trânsito e da violência urbana até os portadores de doenças que requerem transfusões sanguíneas com frequência, como câncer, anemia falciforme e outras patologias, incluindo os procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, como transplantes e cirurgias cardíacas.

“É importante ressaltar que a demanda de sangue permanece inalterada, apesar da redução da oferta nos estoques dos hemocentros”, afirma Debi.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que cada país tenha entre 3% e 5% de sua população doadora de sangue frequente. No Brasil, o índice fica em 1,8%, enquanto em alguns países da Europa, está em cerca de 7%.

Como funciona a doação de sangue?

Interessados devem ir a um hemocentro e preencher a ficha de cadastro, para verificar os requisitos obrigatórios: é preciso estar em boas condições de saúde; ter entre 16 e 69 anos; pesar no mínimo 50 kg.

No dia da doação, é preciso estar descansado e ter se alimentado normalmente. O doador deve levar documento original com fotografia recente, que permita sua identificação.

Quem teve Hepatite A após os 11 anos de idade não pode doar. Também não está apto para a doação quem teve em qualquer idade Hepatite B ou C, doença de Chagas, Malária ou é portador do vírus HIV.

doação de sangue pixabay

Movimento Eu Dou Sangue
Data: 12 de junho (quarta-feira)
Horário: das 9h às 14h
Local: Casa das Rosas
Endereço: Av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo

Campanha do Agasalho: Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem arrecadam doações

Cobertores e roupas em bom estado podem ser levados às lojas do GPA

O Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem, por meio do Instituto GPA, junto às organizações Rotary, Cruz Vermelha, Exército da Salvação, Legião da Boa Vontade, Instituto SOS Gente, entre outras, anunciam a Campanha do Agasalho 2019, que será realizada até o dia 9 de junho (domingo).

A arrecadação de agasalhos faz parte da Agenda Solidária promovida anualmente, com o objetivo de mobilizar colaboradores(as) do GPA, clientes, fornecedores e organizações sociais, para atuarem como agentes de transformação social. Em 2018, cerca de 40 toneladas de roupas foram recolhidas em todo o Brasil, beneficiando mais de 29 mil pessoas vinculadas às instituições parceiras. Para este ano, a estimativa é arrecadar 50 toneladas. As doações podem ser realizadas no horário de funcionamento das lojas do Pão de Açúcar, Extra, Assaí e CompreBem de todo o Brasil.

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“Essa é mais uma ação que une colaboradores e clientes do GPA em prol da solidariedade, com números surpreendentes de arrecadações de roupas e cobertores que melhoram a cada ano. É importante nos espelharmos em práticas positivas, aumentando o nível de conscientização coletiva”, afirma Thatiana Pereira Zukas, Gerente de Investimento Social.

Cruz Vermelha de São Paulo lança 10ª edição da Campanha do Agasalho

Uma das celebridades mais carismáticas atualmente na mídia, Sabrina Sato é a madrinha da ação e convida a população paulistana a compartilhar solidariedade para ajudar a quem precisa

A Cruz Vermelha Brasileira – Filial de São Paulo inicia, nesta segunda-feira, 27 de maio, a 10ª edição da campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores. Intitulada “Aqueça São Paulo”, a ação tem como objetivo engajar a população para atingir a arrecadação de 17 toneladas de roupas e ajudar mais de 25 mil pessoas a enfrentarem as baixas temperaturas do outono/inverno paulistano.

A iniciativa pretende beneficiar 115 comunidades em situação de vulnerabilidade da capital e municípios próximos como Limão, Pedreira, São Miguel Paulista, Jardim Damasceno, Carapicuíba e Ribeirão Pires.

Carisma e solidariedade

Neste ano, a Cruz Vermelha de São Paulo ganha uma importante aliada: Sabrina Sato será madrinha da iniciativa. Ícone de moda, beleza e carisma, a apresentadora doou sua imagem para incentivar a população e seus seguidores a “viralizarem” o ato de doar.

“No inverno, tudo esfria! Mas o nosso coração tem que estar aquecido com o calor da solidariedade para ajudar quem precisa. Conto com a participação de cada um para que mais de 25 mil pessoas enfrentem o inverno que está chegando. Doe agasalho. Com a ajuda de todos, o frio fica mais quente”, disse Sabrina.

A simpatia da apresentadora e a sua força para engajar os mais diferentes tipos de público em prol de uma mesma causa, foi o que motivou a instituição a convidá-la para a campanha, segundo a Gerente de Projetos Sociais e Voluntariado da Cruz Vermelha de São Paulo, Aline Rosa.

“Doar é um ato que faz bem tanto para quem pratica quanto para quem recebe. Ficamos muito felizes com a participação da Sabrina porque ela tem esse espírito solidário que queremos incentivar. Com a alegria que ela desperta nas pessoas, temos certeza que vamos conseguir fazer ‘bombar’ essa campanha e compartilhar mais atenção e calor com todos que precisam”, disse Aline.

Em 2018, a Cruz Vermelha de São Paulo bateu recorde de arrecadação: 44 toneladas de roupas chegaram à instituição, possibilitando beneficiar 41.446 pessoas em situação de vulnerabilidade. O resultado foi possível também graças à solidariedade da população, que doou ativamente para ajudar as vítimas de um incêndio na capital paulista. O remanescente das doações foi revertido para ajudar quem precisa, na Campanha do Agasalho.

Atenção sob medida

Um dos diferenciais da campanha “Aqueça São Paulo” é a doação sob medida. Os voluntários da instituição visitam as comunidades para fazer um cadastro prévio dos moradores, levantando dados socioeconômicos das famílias e informações sobre o vestuário de cada um. Entre as informações estão gênero, tamanho e preferência por saia ou calça (em respeito à tradição de algumas religiões).

Conforme os donativos chegam à Cruz Vermelha, são montados kits com camiseta, agasalho e calça ou saia, no tamanho exato de cada membro da família cadastrada, garantindo, também, o maior aproveitamento da doação e evitando descartes de peças que não sirvam no corpo.

“É um processo que leva mais tempo, mas, que, para nós, é muito importante, porque é um cuidado a mais com essas pessoas. Pensando nesses detalhes, conseguimos transmitir para elas toda a nossa atenção e amor por meio das doações”, afirmou Aline.

O cadastramento das primeiras comunidades teve início em fevereiro, realizado pelos voluntários da instituição em parceria com organizações sociais localizadas nas regiões periféricas.

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Como doar

A Cruz Vermelha de São Paulo conta com a parceria de grandes empresas, shopping centers, escolas e universidades, instituições religiosas, clubes, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais para a arrecadação das doações. No site da campanha, é possível acessar a lista completa dos locais onde estão disponibilizadas as caixas de coleta.

As doações também podem ser entregues na sede da entidade, localizada na Av. Moreira Guimarães, 699 – Planalto Paulista.

Informações: Cruz Vermelha de São Paulo

 

Campanhas de inverno começam a movimentar vaquinhas na Internet

· ONG´s e grupos de apoio buscam doações para poder proteger moradores de rua e animais do frio
· Arrecadações virtuais são oportunidade para qualquer pessoa ajudar a diminuir o sofrimento e até salvar vidas
· Para escolher qual campanha ajudar, basta fazer uma busca com as palavras “frio” ou “inverno” no site Vakinha

Com a proximidade inverno, começam a surgir na internet vaquinhas virtuais que visam arrecadar dinheiro para poder ajudar a proteger cidadãos em situação de rua e animais do frio, que além de aumentar o sofrimento também é a causa de muitas mortes.

No site Vakinha, maior plataforma do país de vaquinhas online, ONG´s e grupos de apoio de várias cidades buscam recursos para comprar desde água e cobertores até luvas e kits de higiene para populações de rua.

“Essa é uma grande oportunidade de ajudar a quem ajuda, viabilizando ações de solidariedade capazes de salvar vidas e ainda poder acompanhar a chegada da doação ao seu destino por meio das redes sociais”, explica Cristiano Meditsh, diretor de marketing do Vakinha.

É o caso da Organização Bem da Madrugada, de São Paulo, que se define como uma ação social, dividida em equipes responsáveis por alimentos, bebidas, roupas, sapatos, higiene pessoal e rações para animais, destinadas a atender a população em situação de rua. Em sua campanha no Vakinha, o valor arrecadado será totalmente usado para a compra de água e cobertores a serem distribuídos nas ações de inverno.

Também para ajudar moradores de rua de São Paulo, o grupo Anjos da Leste, busca doações para a compra de itens como luvas, meias e kits de higiene. E a vaquinha do Família do Bem visa doar cobertor, casaco e um kit higiene a 250 pessoas atendidas pelo projeto no centro da capital paulista.

Moradores de rua também são o foco da campanha “São Sebá sem frio”, que pretende arrecadar dinheiro para comprar cobertores e alimentos para os moradores de rua de São Sebastião, no litoral de São Paulo, que se compromete a divulgar e comprovar todo a compra e entrega de todo o material.

Morte de animais por frio

cachorro de rua abandonado barkpost
BarkPost

Para ajudar animais, a campanha da ONG AuMigos pede doações para comprar cobertores para mais de 250 animais, que se encontram à espera de adoção em 120 canis localizados em Juquitiba, cidade do interior do Estado de São Paulo, conhecida por temperaturas muito baixas no inverno. Em sua página da campanha, a ONG explica que o objetivo é evitar que o frio mate os animais, algo que infelizmente já aconteceu.

Agasalhos novos para crianças

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Com o título “inverno mais quentinho”, a vaquinha criada por Rossana Bruksch, de Porto Alegre (RS), pretende fazer agasalhos para crianças carentes. Segundo a criadora da campanha, essas peças são as menos doadas. “Estou aprendendo a costurar com o objetivo principal de fazer roupas de criança para doação (…). Gostaria de poder contar com a sua colaboração para confeccioná-las”, explica Rossana, que colocou a foto de um conjuntinho de blusa e calça feitos por ela, em malha colegial ao custo de R$ 35,00 de material.

Conheça as campanhas (clique sobre o nome):

Organização Bem da Madrugada

Anjos da Leste

Família do Bem

São Sebá sem frio

Aumigos

Inverno mais quentinho

Outras vaquinhas de inverno também podem ser encontradas clicando aqui.

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Sobre o Vakinha

Criado em 2009 por empreendedores gaúchos, o Vakinha é o primeiro site de arrecadações online do país, inaugurando o sistema de crowdfunding, que só despontou no exterior meses depois. Ao longo de uma década se tornou líder no segmento de campanhas ligadas a solidariedade e causas sociais. Hoje ele é um diário de histórias contadas por milhares de pessoas que se juntam para salvar vidas e transformar sonhos em realidade.

Shopping Penha faz campanhas de doação de sangue e arrecadação de agasalho

O mês de maio está repleto de ações voltadas para a comunidade no Shopping Penha. Desde o 20, entrou no ar a Campanha do Agasalho. Ano passado, o Shopping recolheu mais de 6 mil itens entre roupas, sapatos, agasalhos e cobertores que foram doados para 8 instituições distintas.

Hoje, dia 28, entre 8h30 e 11h30, o Shopping Penha se une a uma campanha solidária de doação de sangue em parceria com a Fundação Pró-Sangue do Hemocentro de São Paulo. O ponto de recolhimento será no Piso 1 e tem capacidade para atender até 70 doadores nas 3 horas de funcionamento.

Para doar é importante observar alguns requisitos, entre eles estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50kg e apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial. Além desses é preciso respeitar os intervalos para doação – homens: 60 dias e mulheres: 90 dias.

doação de sangue pixabay
Pixabay

“Fazer parte de uma campanha como esta reforça o compromisso do Shopping de estar próximo da sua comunidade participando e oferecendo ações solidárias”, conclui Débora Blanco, superintendente do Shopping Penha.

Doação de Sangue no Shopping Penha
Data: 28 de maio
Horário: das 8h30 às 11h30
Local: Shopping Penha – Piso 1 – próximo ao banheiro feminino
Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, nº 304 – Penha‎ – São Paulo, SP

Benefit celebra terceira edição do projeto beneficente Bold is Beautiful no Brasil

Presente em mais de 21 países na edição de 2019, ação beneficente arrecada fundos por meio da venda do serviço de design de sobrancelhas da marca de cosméticos americana

O programa filantrópico Bold Is Beautiful, da marca californiana Benefit Cosmetics, chega a quinta edição mundial, e terceira vez no Brasil, este mês. A iniciativa nasceu em 2015, com o objetivo de ajudar meninas e mulheres a construírem e realizarem grandes sonhos. Inicialmente contemplou os Estados Unidos, Reino Unido, França e Austrália, com 11 instituições beneficiadas e mais de $2.9 milhões de dólares arrecadados. O ano de 2017 marcou o ingresso do Brasil no projeto, que atualmente totaliza 21 países.

A Instituição parceira do Projeto Bold is Beautiful no Brasil é a Habitat para Humanidade Brasil, que em São Paulo, ajuda famílias em situação de pobreza a terem melhores condições de moradia. De 1º a 31 de maio, toda a renda do serviço de Design de Sobrancelhas da Benefit será doada para a Habitat, com intuito de ajudar na reforma e construção de casas lideradas por mulheres, na comunidade de Heliópolis, na capital de São Paulo.

Presente na história da Benefit desde 1976, o serviço de Design de Sobrancelhas é um dos grandes pilares da marca. Nele, especialistas de sobrancelhas fazem um mapeamento exclusivo para encontrar o formato ideal baseado nos traços do rosto das clientes. Com o design aprovado, o serviço é feito com cera morna de fabricação exclusiva e finalizado com pinça. Atualmente, a marca também possui um exclusivo Menu de Sobrancelhas, em que se pode pedir o modelo de sobrancelha desejada: Natural, Dramática, Reta ou Efeito Pluma.

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O serviço de Design de Sobrancelhas custa R$ 59,00 e pode ser realizado nos Bares de Sobrancelhas da marca, nas seguintes lojas Sephora:

São Paulo: Shoppings Morumbi, Eldorado, Anália Franco, Pátio Paulista e JK Iguatemi.

Rio de Janeiro: Shoppings Rio Sul e Barra Shopping

Para que mais mulheres tenham mais chances de participar do projeto, no mês de maio a Benefit promove um Brow Bar Itinerante pelo Brasil, oferecendo serviço de Design de Sobrancelhas em novos pontos.

Confira a programação completa no Instagram da Benefit.