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Wine indica rótulos especiais para acompanhar maior premiação do cinema

Cibele Siqueira, sommelière da Wine, traz algumas dicas de vinhos perfeitos para quem vai assistir ao espetáculo neste domingo, dia 27

A data mais aguardada por todos os cinéfilos e amantes da sétima arte é dia 27, domingos, às 22h. A cerimônia de premiação do cinema mundial é uma ótima ocasião para reunir os amigos. Pensando nisso e nos diferentes momentos que esta transmissão acaba criando, Cibele Siqueira, sommelière da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, preparou uma lista de rótulos que são perfeitos para quem vai acompanhar a indicação dos filmes e artistas vencedores.

Filmes e Pipoca – O vinho Esteban Martín D.O.P. Cariñena Chardonnay Macabeo Blanco 2020 é um blend espanhol refrescante e de corpo leve, mas com boa acidez e untuosidade para equilibrar com a manteiga da pipoca.

Filmes e PizzaFinca Las Moras Dadá Nº 391 Art Cabernet 2020 é rótulo que tem uma pegada atrevida e irreverente, sendo perfeito para torcer para aquele filme com final surpreendente ao lado de uma boa pizza!

Cinema é arte – Brinde à arte com vinhos que trazem esta proposta, como o Vik A 2020 da Vinícola Vik. Um corte de castas bordalesas que passa 18 meses em barrica. Um vinho estruturado, que aos poucos vai revelando seus aromas em taça e de uma vinícola que se inspira na arte não somente em seus rótulos, mas também nos vinhos que ao mudarem o corte de safra para safra, expressam histórias diferentes.

O Premiado – Não poderia faltar na lista o prestigiadíssimo vinho da Wine, um vinho de gala que com certeza já está no rol de queridinhos do sócio. O Clos de Los Siete By Michel Rolland 2019 é aclamado pela crítica de vinhos. Este rótulo argentino entrou para a lista top100 da Wine Enthusiast, Wine Spectator e James Suckling com sua safra 2018.

Para impressionar – Faça aquela make de arrasar, coloque um look dramático perfeito para o red carpet e invista no Champagne Montaudon Grande Rosé, até porque os clássicos sempre são ovacionados e nunca saem de moda. Se inspire nas obras cinematográficas e desfrute de cada gole do seu vinho favorito.

Aprenda drinques para aproveitar o Carnaval; mas com responsabilidade

Água Doce ensina preparar bebida com 100% de brasilidade, a caipirinha de caju

Para curtir o Carnaval de modo bem brasileiro, como a festa pede, a Água Doce ensina a preparar a caipirinha de caju. Aprenda o passo a passo dessa delícia a seguir:

Caipirinha de Caju

Bruno Marconato

Ingredientes
1 caju
1 colher de sopa de açúcar refinado
½ limão rosa
50ml de cachaça natural
5 pedras de gelo

Modo de preparo:
Corte o caju em fatias e o limão em quatro partes. Coloque no copo o limão, as fatias de caju e acrescente o açúcar. Macere bem. Acrescente a cachaça e complete com o gelo. Decore como preferir.
Rendimento: 1 porção
Grau de dificuldade: fácil

Sommelière Érika Líbero sugere drinques para o Carnaval

Receitas refrescantes e perfeitas para os dias de calor e para a folia carnavalesca, mesmo em casa

Mesmo com o adiamento das festividades oficiais de Carnaval para evitar uma nova onda pandêmica, é possível curtir a folia em casa e em grupos pequenos. Para manter a alegria da festa popular, a Sommelière Érika Líbero sugere receitas de drinques com vinho e/ou espumantes que são refrescantes e perfeitos para a temporada de calor.

Aperol Spritz

Pixabay

Receita italiana refrescante, ótima para o verão. A receita original leva Prosecco, mas pode ser substituído por espumante brut.

Ingredientes
1 parte de água com gás
2 partes de Aperol ou Campari
3 partes de Prosecco ou espumante brut
rodelas de laranja
gelo

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Mimosa

Cookist


Drinque clássico, geralmente consumido em café da manhã ou brunch.

Ingredientes
1 parte de suco de laranja
1 parte de espumante

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Bellini

O drinque recebeu o nome em homenagem ao pintor Giovanni Bellini. Na receita original o espumante utilizado é o Prosecco, mas pode ser substituído por qualquer espumante brut.

Ingredientes
1 dose de suco ou purê de pêssego
2 doses de espumante

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Negroni Sbagliato


Variação do tradicional Negroni, substitui o gim pelo espumante.

Ingredientes
1 dose de vermute tinto
1 dose de Campari
1 dose de espumante
1/2 rodela de laranja para decorar
gelo

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Clericot

A bebida francesa pode ser feita com espumante, vinho branco ou rosé.

Ingredientes
2 xícaras de frutas picadas (morango, abacaxi, uva, manga, kiwi, etc)
1 garrafa de vinho ou espumante
50ml de licor de laranja
gelo

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Kir Royal

Também chamado de Kir Royale, é um drink francês feito com licor de cassis e champagne.

Ingredientes
15ml de Licor de Cassis
100ml de espumante
frutas vermelhas

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Portônica


O vinho utilizado para o drinque é o Vinho do Porto branco seco.

Ingredientes
1 dose de vinho do Porto
2 doses de água tônica
½ rodela de limão siciliano
gelo

Modo de preparo: misture tudo e sirva a seguir.

Érika Líbero dá as seguintes dicas: “Prefira vinhos secos nas receitas para que o açúcar não interfira na bebida. Nas receitas com champagne ou prosecco, você pode substituir por espumante brut.”

VinVino recebe cardiologista em live sobre vinhos e saúde do coração

Na sexta-feira (24), às 20h, o Instagram @vivinobr a sommelière Lindslei Monteiro e a cardiologista Sheila São Pedro sobre vinho e saúde

Muito consumido no inverno, o vinho tinto pode trazer benefícios para a saúde do coração. Para indicar rótulos nacionais e importados que tenham um teor alcoólico moderado e possam ser consumidos diariamente, a VinVino loja online convida a sommelière Lindslei Antunes e a médica cardiologista Sheila São Pedro para uma live no Instagram @vinvinobr, no dia 24 às 20 horas.

vinho taça tinto

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o consumo da uva, seja como fruta, suco ou vinho, é benéfico na prevenção, proteção e combate de doenças, principalmente cardiovasculares e renais. Na verdade, o real benefício vem do consumo de uma substância chamada polifenóis, como os flavonoides e o resveratrol, que inibem a oxidação do colesterol ruim (LDL – Lipoproteína de Baixa Densidade) e diminuem a agregação plaquetária no sangue, contribuindo para melhorar a função vascular.

“Essas substâncias estão presentes principalmente nas frutas de coloração mais avermelhadas e roxas como uva, amora, jabuticaba, cereja, mirtilo, ameixa e alguns legumes. Sendo assim, consumir uma taça de vinho diariamente, de forma moderada, pode fazer bem ao coração”, afirma Sheila São Pedro médica cardiologista na Clinicor Jundiaí.

Por fim, de acordo com Sociedade Brasileira de Cardiologia, o consumo moderado de vinho tinto significa uma dose diária (150ml) para mulheres e duas doses para homens (300ml).

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Sobre Lindslei Monteiro Antunes é sommelière profissional formada pela Escola Alta Gama de Curitiba, com curso de especialização em harmonizações realizado em Roma na Itália.

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Sobre Sheila São Pedro: é graduada pela Universidade de Ribeirão Preto em 2000. É especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Pós-Graduada em Reabilitação Cardiovascular pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Experiência Internacional no Guy’s and Saint Thomas Hospital e London Chest Hospital, em Londres.

Fonte: VinVino

Sommelière prepara seleção de vinhos para celebrar o Dia da Pizza  

Comemorado em 10 de julho, desde 1898, a data celebra um dos preparos mais consumidos no mundo; conheça vinhos que harmonizam com os sabores mais consumidos na Itália 

A importância da pizza para felicidade da humanidade não é recente. Historiadores contam que o rei Umberto I e a rainha Margherita gostaram tanto da receita napolitana preparada por Rafaelle Esposito, no longínquo dia 10 de julho de 1889, que instituíram a data como o Dia da Pizza. De lá para cá a pizza vem sendo considerada sinônimo de bons momentos em diversos países.

O alimento, que chegou ao país com os imigrantes italianos no século XIX, caiu no gosto dos brasileiros e, hoje, estima-se que o país consuma cerca de 620,5 milhões de pizzas por ano. Os sabores de pizza mais comuns no país são as de calabresa, portuguesa e margherita. Mas o Brasil tem suas extravagâncias como as pizzas de acarajé da Bahia e de churrasco do Rio Grande do Sul.

Lindslei_Antunes_Sommelier_2

Uma das combinações mais democráticas do mundo da gastronomia é pizza e vinho. “Para saber como harmonizar o vinho com a sua pizza preferida, tenha sempre em mente que o importante é levar em consideração, na hora da escolha do vinho, o principal ingrediente da pizza. Aqui vão valer as mesmas regras que as harmonizações em geral. Ingredientes mais leves com vinhos mais leves, ingredientes mais elaborados com vinhos mais encorpados”, explica a sommelière Lindslei Monteiro Antunes.

Dia da Pizza com sabores tradicionais da Itália e vinhos do Rio Grande do Sul  

Pizza with ham, mushrooms and olives

Então, para comemorar o Dia da Pizza em grande estilo, Lindslei e a VinVino, loja online, sugerem alguns rótulos que harmonizam perfeitamente com os sabores mais consumidos na Itália.

Margherita tem ingredientes que remetem às cores da bandeira italiana: mussarela (branco), tomate (vermelho) e manjericão (verde).

Marinara é temperada apenas com molho de tomate, alho, orégano e azeite de oliva;

Diavola tem base com ingredientes da Margherita acrescida de salame picante (ou peperoni);

Prosciutto e funghi o molho de tomate e queijo mussarela permanecem como base, mas são cobertos com fatias de presunto e cogumelos;

4 Stagioni é dividida em 4 partes, com 4 ingredientes diferentes (cogumelos, presunto, alcachofra e azeitonas pretas), mantendo a base com molho de tomate e mussarela;

Boscaiola é feita com mussarela, cogumelos e linguiça;

Mare e Monti molho de tomate, mussarela, cogumelos, camarões, alho e salsinha.

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Para esses sabores de pizza você pode escolher esses vinhos 

Fabian Intuição Cabernet Sauvignon 2018

Fabian Intuição Vinho Merlot 2018

Fabian Intuição Vinho Rosé (Merlot, Pinot Noir)  

Fabian Pinot Noir Reserva 2019

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Fabian Gran Reserva F35

Reserva85 lança curso online gratuito sobre vinhos

A plataforma de ensino de vinhos Reserva85, está lançando o Vinho em uma Taça, um curso online gratuito sobre vinhos para fazer em casa na companhia de uma taça de vinho. Desenvolvido pela sommelière internacional Paula Daidone, o curso tem como objetivo tornar o universo do mundo acessível para todo mundo.

“O que mais escuto é: vinho é muito complicado, acho que nunca vou aprender. E de tanto escutar isso, resolvi desenvolver um método de estudo diferente. Onde primeiro o aluno aprenderá a identificar o tipo de vinho que ele gosta, para depois aplicar teoria”, explica Paula.

O projeto foi desenvolvido depois de muito estudo e pesquisa, para chegar em um formato direto, mas que aborde todos os assuntos necessários para que a pessoa ingresse nesse mundo. “O Vinho em uma Taça tem o objetivo de simplificar o mundo do vinho. A ideia é que o aluno quebre o gelo com o vinho e crie uma relação íntima com a bebida”, completa a sommelière.

O curso é dividido em 3 módulos: Introdução ao Mundo do Vinho, Degustação de Vinho e Harmonização. Cada etapa é composta por um roteiro de estudos e um e-book, que funciona com livro base para toda a pesquisa. O e-book apresenta o conteúdo de forma bem direta, para que o estudante realmente entenda o conceito. E ele levará para artigos técnicos de aprofundamento. Assim o aluno pode escolher quais assuntos quer ir mais afundo e quando.

Ao término de cada módulo há um quis para testar o conhecimento adquirido. E é disponibilizado um certificado de conclusão.

Para participar, basta se inscrever na página do curso no site do Reserva85 – clicando aqui. Em seguida, todo o material é disponibilizado. “Este curso é para quem quer se tornar um expert de vinho ou então para quem quer aprender a beber e descobrir o seu vinho preferido”, resume Paula.

curso vinho

Sobre Paula Daidone

Jornalista de enogastronomia e sommelière há 12 anos. Paula Daidone promove cursos sobre vinho; ministra palestras; desenvolve projetos de enoturismo em parceria com empresas do setor; atua como consultora e winehunter; é jurada convidada em concursos internacionais; e escritora e editora do site Reserva85.

Formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com as seguintes certificações internacionais: Wine & Spirit Education Trust (WSET) nível 2, Londres/São Paulo; especialização em vinho português pela Associação dos Escanções de Portugal, e pós-graduação em Wine Marketing & Events, ambos realizados em Portugal; especialização em vinho da África do Sul pela Wines of South Africa, em Cape Town, na África do Sul; e Master em Champagne pela Wine Scholar Guild, com estágio em Reims, na França.

Premiações: Melhor profissional a serviço do vinho em Portugal, pela Associação dos Escanções de Portugal, em junho de 2019; e Menção Honrosa no 22° Troféu São Paulo Capital Mundial da Gastronomia 2019, promovido pela Câmera dos Vereadores de São Paulo, prêmio que reconhece jornalistas que fazem a diferença no cenário gastronômico paulistano.

Conheça harmonizações de vinhos ideais para um cardápio vegano

A culinária vegana é muito rica e as opções de harmonização são infinitas. A ideia básica é tentar compensar o “peso” do prato com o “peso” do vinho

Você deve estar se perguntando qual é o diferencial de um rótulo vegano sendo que vinho nada mais é que o suco da uva fermentado, certo? Mas esse é só o começo. O processo de fabricação pode ser bem mais complexo e definir, inclusive, se um vinho é vegano ou não. Isso porque para chegar límpida e brilhante à taça, a bebida passa por um processo importante chamado clarificação.

De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, o vinho, como um produto natural, tem substâncias que podem deixá-lo turvo e com sedimentos. Por isso, o líquido é normalmente filtrado e clarificado. Esse processo é realizado por meio de substâncias que funcionam como “ímãs” para a retirada de sedimentos – e os mais populares são derivados de animais.

“Para fornecer alternativas veganas, alguns produtores têm utilizado outras substâncias como placas de fibras vegetais, carbono, pedra calcária, argila de caulim e gel de sílica. Por esses métodos, portanto, o produto final pode ser considerado livre de artigos de origem animal e pode fazer parte da dieta de qualquer um adepto da dieta vegana”, pontua.

As opções de harmonização vão muito além das clássicas sugestões de carne vermelha com vinho tinto e vinho branco com peixe. A culinária vegana é muito rica e as opções de harmonização são infinitas. A ideia básica é tentar compensar o “peso” do prato com o “peso” do vinho.

Ou seja, para um vinho mais encorpado, como um Malbec ou um Cabernet Sauvignon, a sugestão é escolher uma comida com molhos ou frituras. Já os brancos e rosés, que são vinhos mais cítricos e de corpo mais leve, vão bem com praticamente qualquer prato, como saladas de grãos e ceviche com coentro e limão.

Confira abaixo sugestões de harmonizações veganas indicadas pela Evino:

Malbec

vinho taça tinto
Espaguete de pupunha com molho de cogumelos
Hambúrguer de lentilha

Cabernet Sauvignon

vinho tinto taças shutterstock
Moussaka vegana
Moqueca de banana da terra

Chardonnay

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Curry de abóbora com leite de coco e abacaxi
Ceviche vegano de chuchu e nabo com leite de coco, limão e coentro

Rosé

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Salada 7 grãos com manga
Canelone de abobrinha recheado com rúcula e tomate seco

Fonte: Evino

O que encarece ou barateia um vinho?

É preciso entender quais características fazem de um rótulo mais econômico para acabar com o preconceito de que somente vinho caro tem qualidade

você sabe como acertar em cheio na escolha dos produtos? A Evino vem explica quais características fazem um vinho ser mais caro ou barato. Antes de tudo é preciso pontuar que vinho barato não é vinho ruim. De acordo com Stephani Vaz, sommelière da Evino, é preciso acabar com o preconceito de que somente vinho caro tem qualidade.

“Muitas vezes pagamos a mais em uma garrafa sem entender por que: seja por marketing, embalagem e/ou fama do produto. Rótulos econômicos ajudam a aumentar o consumo da categoria, tornam a bebida acessível a todos os públicos e estimulam o comércio e a produção”, pontua.

Confira abaixo nove características que encarecem ou barateiam um vinho:

1. Cultura

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Na Europa o vinho é tido como um alimento e, por isso, possui taxas menores. Já no Brasil ele entra na categoria de bebidas alcoólicas. Com isso as taxas por aqui acabam sendo bem diferentes.

2. Intermediários

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Podem ser negociantes ou importadoras. Tanto faz! A questão é que, quanto mais intermediários, maior o preço final do produto. Por isso, a Evino atua em um sistema de compra e venda sem intermediários e consegue oferecer ao seu público produtos de qualidade por valores mais acessíveis.

3. Garrafa

Garrafas - Vinho Madeira - Credito Turismo da Madeira
Garrafas – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira

Quanto mais espesso o vidro mais caro o vinho é. E por quê? Fundo côncavo serve somente para evitar que a garrafa quebre. Não tem nada a ver com a qualidade do líquido. Então aquele papo de “vinho bom tem aquela bundinha” é balela. O mesmo pode-se dizer em relação ao peso, à cor e à espessura: garrafa pesada só beneficia vinho de guarda. Vinhos para serem consumidos jovens não precisam disso. Não à toa a garrafa de brancos geralmente são transparentes.

4. Espumante

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É importante pontuar que espumantes geralmente são mais caros por uma questão de segurança: pressão interna, gaiola, rolha diferenciada.

5. Fechamento

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Foto: NHPR

Uma simples rolha de cortiça é bem mais cara que screwcap, por exemplo. Vinhos de consumo imediato são produzidos com tampas de roscas, já que não necessitam de envelhecimento. A rolha ajuda na micro-oxigenação para o vinho envelhecer com qualidade durante anos. Mas serve somente para vinho de guarda, que geralmente tem preços a partir de 150 reais. Todo vinho tem a sua proposta. Um vinho de 30 a 40 reais não precisa de todo esse preparo. Economize e seja feliz.

6. Trabalho manual versus trabalho automatizado

Vindimas na Herdade da Malhadinha Nova, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo
Esse tópico faz de fato muita diferença nos valores dos rótulos. O trabalho foi manual ou automatizado? Quantas pessoas demandaram o serviço? Essas são informações que encarecem um rótulo. Mas, no fim, o quanto disso é percebido na taça?

7. Tempo do vinho em barrica

Caves - Vinho Madeira - Turismo da Madeira
Caves – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira

Por que o tempo do vinho em barrica encarece o produto? Simples: o tempo do vinho em barrica é o tempo que a vinícola não está gerando dinheiro com a comercialização do produto.

8. Produção

vinho verde
Vale pontuar que um dos pontos que mais encarece um rótulo é a baixa quantidade de garrafas produzidas a cada safra. Um vinho com produção feita em grande escala, consequentemente, é comercializado por valores mais baixos.

9. Know-how do produtor

champanhe rothschild
Produtores de renome, com prêmios ou boas avaliações da crítica, tendem a cobrar mais simplesmente pela garantia da qualidade do produto produzido.

Fonte: Evino

Saiba por que os espumantes podem ser apostas ideais nos dias mais frios

Rótulos encorpados e com maior teor alcoólico são interessantes já que ajudam a aquecer a temperatura do corpo

Durante o inverno é normal ficarmos mais calmos e preguiçosos, pois o próprio corpo pede por conforto, aconchego, comida e, claro, uma boa taça de vinho. Com a queda das temperaturas a bebida ganha ainda mais espaço tanto em encontros românticos quanto em reuniões com familiares e amigos. Mas você sabia que os espumantes são grandes apostas durante as temperaturas mais baixas?

De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, quando o termômetro cai, o importante é se aquecer e comer bem. E existem espumantes mais encorpados – principalmente aqueles que passaram pelo método tradicional (o mesmo utilizado em champanhe). “Um espumante Nature Reserva, por exemplo, passa anos em contato com borras antes de ser comercializado, o que garante mais corpo e complexidade aromática”, pontua.

cava

Além disso, a estação também pede por pratos quentes como sopas, fondues, massas, risotos e carnes. Para acompanhá-los as bebidas indicadas são aquelas mais encorpadas. Como é o caso da seleção de espumantes espanhóis que a Evino acaba de importar com exclusividade no Brasil. São eles: Cava Heretat Sebartés Brut Reserva e Cava Heretat Sebartés Brut.

“Esses espumantes harmonizam muito bem com fondue de queijo, caldo verde, creme de mandioquinha e escondidinho de carne seca. Tudo que a gente adora comer no inverno. Eles chegam ao nosso portfólio para provar que, para celebrar, não existe tempo ruim” explica.

Vale citar que o cava é considerado o espumante favorito dos espanhóis e saem majoritariamente da região da Catalunha, no nordeste da Espanha. Eles são produzidos segundo o método tradicional, tipicamente com as uvas Macabeo, Parellada e Xarel-Lo.

“Cava é caracterizado pela excelente relação de custo-benefício e por funcionar como uma espécie de meio termo entre champanhe e prosecco. Isso porque ele herda características das leveduras, mas, como normalmente passa menos tempo em contato com elas na garrafa, retém aromas frescos de frutas e flores”, comenta.

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Assim como os champanhes, esse espumante é muito versátil quando o assunto é harmonização. Isso se deve especialmente à alta acidez dos rótulos e à presença do gás carbônico gerado no processo fermentativo do vinho e retido nele com condições especiais de temperatura e pressão.

Fonte: Evino

Principais diferenças no processo de fabricação de vinhos orgânicos e veganos

De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, enquanto um vinho classificado como orgânico fala dos métodos de cultivo, o vegano está relacionado ao processo de vinificação

Há uma máxima que diz: o bom vinho nasce no vinhedo. E essa é uma grande verdade. O vinho é um produto agrícola que nasce das mãos de homens e mulheres dedicados ao conhecimento profundo do solo e do clima onde trabalham. O respeito ao meio-ambiente é essencial para uma produção sadia e sustentável, daí a importância crescente do cultivo orgânico. A produção de vinho possui duas grandes fases: o cultivo e a vinificação. O primeiro acontece na terra e, o segundo, na adega. Para ser considerado um vinho orgânico a produção das uvas deve excluir o uso de aditivos.

O objetivo da viticultura orgânica é trabalhar em conjunto com a natureza a fim de potencializar a biodiversidade presente no vinhedo. De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, os produtores utilizam recursos naturais para controlar pragas. “Ovelhas se alimentam de ervas daninhas e de outras plantas que podem interferir no desenvolvimento das vinhas, então esse é um dos métodos para garantir a saúde do vinhedo”.

No final das contas, a vinícola se transforma em um ecossistema que pode combater seus problemas de forma auto suficiente, sem a necessidade de agentes artificiais. “Encontrar esse equilíbrio pode ser extremamente difícil e caro para o produtor. O desafio em países mais quentes e úmidos, por exemplo, é ainda maior”, pondera Natália.

Mas você deve estar se perguntando qual é o diferencial de um rótulo orgânico para um rótulo vegano, sendo que vinho nada mais é que o suco da uva fermentado. Essa diferença se dá porque o processo de fabricação pode ser bem mais complexo do que se pensa e pode definir, inclusive, se um vinho é vegano ou não. Isso porque para chegar límpida e brilhante à taça, a bebida passa por um processo chamado clarificação.

O vinho, como um produto natural, tem substâncias que podem deixá-lo turvo e com sedimentos. Por isso, o líquido é normalmente filtrado e clarificado. Esse processo é realizado por meio de soluções que funcionam como “ímãs” para a retirada de sedimentos – e os mais populares são derivados de animais.

vinhos taças.jpg

Para fornecer alternativas veganas, alguns produtores têm utilizado outros materiais, como placas de fibras vegetais, carbono, pedra calcária, argila de caulim e gel de sílica. “A substância utilizada, seja de origem animal ou não, é retirada do vinho, mas está presente no processo de produção. E para informar o consumidor sobre esse processo, existe a classificação de vinho vegano”, pontua a sommelière.

Fonte: Evino

Fuja do básico: aposte em harmonizações de vinhos com comidas típicas juninas

Principal dica é não ter medo de combinar uma saborosa taça com diversas opções de quitutes, afinal, o importante é aproveitar sem frescura

Você por acaso já viu festa junina sem vinho? Aposto que não. De origem rural, nascida há muitos séculos, na Europa, a festa junina chegou para celebrar e agradecer a fartura da colheita. E o vinho é considerado a bebida chave das festividades. Além de ser propício em dias mais frios, normalmente durante o período junino, conhecido pelas temperaturas mais baixas, o vinho participa de receitas tradicionais da comemoração. Mas como podemos fugir do clássico e ousar em novas harmonizações?

vinho quente branco pixabay

Um dos drinques mais populares das festas juninas é o vinho quente. Já testou experimentar essa versão com vinho branco? De acordo com Stephani Vaz, sommelière da Evino, uma sugestão para os pratos mais doces é um vinho quente especial feito com vinho branco, ao invés de tinto, repleto de especiarias, como cravo, canela, anis e gengibre. “O toque especiado traz uma sensação de doçura interessante que irá acompanhar todos os docinhos e sabores juninos”, explica.

vinho rose

Já para saborear com a clássica pipoca, invista em vinhos rosés ou brancos, como um Chardonnay mais encorpado com breve passagem em carvalho. O vinho branco barricado ganha características amanteigadas e que vão casar muito bem. “A pipoca é salgada. Então, a dica é evitar vinhos com um teor alcoólico muito alto, pois o álcool acentua ainda mais o sabor do sal”.

vinho tinto taças shutterstock

E para quem prefere não sair do básico a melhor opção para acompanhar o frio das festas de junho são os vinhos tintos. Um coringa, que irá harmonizar muito bem com as mais diversas guloseimas servidas nas festas, vai desde um Tempranillo, sem passagem por barris de carvalho, até um Merlot do novo mundo, ou seja, opções de vinhos macios, frutados e fáceis de agradar.

“Vale frisar que a principal dica para o período é não ter medo de combinar uma saborosa taça com as mais diversas opções de comidinhas. Afinal, o importante é aproveitar sem frescura e sem medo de errar”, pontua Stephani.

Fonte: Evino