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Especialistas dão dicas de como melhorar imunidade com proximidade do inverno

Alimentação adequada, eliminar maus hábitos, atividade física moderada e questões psicológicas contribuem com o sistema imunológico

Com o número crescente de casos de coronavírus no Brasil e a aproximação do inverno, a busca de medidas e reforços para o sistema imunológico têm se tornado cada vez mais comum. Embora o objetivo seja a prevenção de doenças, ampliar as defesas do corpo é algo que deve ser feito constantemente.

O sistema imunológico atua como uma proteção contra agentes indesejáveis que tentam invadir o corpo. Em tempos de pandemia, quando se tem uma série de ações que contribuem para a imunidade, as pessoas tornam-se menos vulneráveis, de forma que o organismo consiga se defender melhor.

A melhor maneira de evitar a contaminação é seguir as recomendações de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estar saudável. Para ajudar nesse processo, conheça algumas ações capazes de fortalecer o sistema imunológico.

Alimentação saudável

frutas-citricas

Uma alimentação saudável e balanceada é composta por vários nutrientes, vitaminas e sais minerais que exercem funções além do seu papel fisiológico e que podem também modular o funcionamento do sistema imunológico, a chamada imunonutrição.

Para Vera Salvo, conselheira do Conselho Regional de Nutrição 3, “alimentos ricos em vitamina C, como acerola, goiaba, laranja, limão, kiwi e verduras, além de vitamina E, ácido fólico, zinco, selênio, carotenoides e ácidos graxos ômega 3 e 6, contêm os principais fatores para fortalecer o sistema imunológico”.

Ela também destaca a importância da hidratação. “Isso ajuda o intestino a funcionar normalmente. A manutenção da microbiota intestinal pode funcionar como barreira para microrganismos indesejáveis. Além disso, a desidratação altera a fluidez do sangue, comprometendo o transporte de nutrientes e oxigênio e, como consequência, a atividade celular adequada”.

Eliminação dos maus hábitos

salada legumes verdura

A nutricionista ressalta que “não existe um alimento milagroso capaz de fortalecer o sistema imunológico”. O que vai ajudar é o hábito de se alimentar regularmente, de maneira equilibrada, priorizando os alimentos saudáveis, frescos e reduzindo a frequência de ultraprocessados e deixando de usar qualquer tipo de substância tóxica, que contem uma série de compostos químicos que não são reconhecidos pelo organismo.

Atividade física moderada

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Praticar exercícios físicos é importante para manter o corpo ativo. Waldecir Lima, profissional da Educação Física e presidente da Comissão de Saúde do Conselho Regional de Educação Física 4ª Região – São Paulo, ressalta que a atividade física mantém a comunicação entre o sistema nervoso e o sistema imunológico.

“O exercício pode fortalecer diversas situações, minimizando a produção de citocinas que facilitam a inflamação no organismo, e aumentam a produção e a ação de citocinas anti-inflamatórias. Ou seja, o exercício tem papel importante no equilíbrio do sistema imunológico”, pontua.

Com relação a intensidade dos exercícios, ele alerta. “É importante que a atividade seja prescrita por um profissional, que seja moderada e feita constantemente. Do ponto de vista profissional, ela tem a imune estimulação e vai fortalecer o sistema”.

Questões psicológicas e o sono

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Dentre os aspectos psicoemocionais que afetam a imunidade, o estresse e ansiedade são os principais. Nesse cenário de pandemia, eles têm sido notados com frequência. A ansiedade está ligada ao controle do futuro e o estresse às incertezas do dia a dia. Ao controlar essas emoções, é possível ter o sistema imunológico preservado.

É importante ter uma rotina estabelecida, o que afasta os pensamentos ruins e leva à atenção para outras atividades. O sono também compõe este cenário. “A função do sono é trazer o descanso físico e emocional para as pessoas. Quando isso não acontece, é como se houvesse uma sobrecarga emocional. Por isso, é importante ter uma rotina e dormir de 7 a 9 horas por dia. Ter uma condição de sono saudável trará um saúde emocional melhor”, finaliza a psicóloga Dalva Chaves Pereira.

Não consegue dormir? Entenda se pode ser um quadro de insônia agudo ou crônico

O problema, que atinge 73 milhões de brasileiros, está afetando cada vez mais pessoas, principalmente em função do isolamento social e da pandemia

Atualmente, está difícil dormir. A incerteza sobre o futuro, a crise econômica e sanitária, o medo, a ansiedade… Tantas sensações e sentimentos acabam por atrapalhar um dos principais termômetros da saúde: o sono.

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“O impacto na qualidade do sono vem sendo notado desde o início do isolamento social, principalmente pela procura por profissionais especializados na área”, afirma o otorrinolaringologista do Hospital Cema, Gustavo Mury. Mas, como descobrir se há um quadro de insônia em curso ou é apenas uma situação ocasional?

“A insônia é a dificuldade para pegar no sono e manter-se dormindo por horas suficientes, apesar das condições ideais. Ela pode ser aguda, e durar menos de três semanas, ou crônica. Nesse último caso, ocorre pelo menos três vezes na semana, em períodos superiores a um mês”, explica o médico.

As causas mais comuns da insônia aguda são os fatores estressores, como mudança no ambiente de dormir, alterações no turno de trabalho, uso de substâncias estimulantes (como cafeína e nicotina), estresses psicológicos intensos, entre outros. Já a insônia crônica tem como principal causa a má higiene do sono, e, em menor frequência, pode estar ligada a doenças neurológicas, como mal de Parkinson ou doença de Alzheimer. No Brasil, são cerca de 73 milhões de brasileiros sofrendo de insônia, segundo dados da Associação Brasileira do Sono.

Tendo em vista que a má higiene de sono é uma das principais causas da insônia, o que seria, então, uma boa higiene? O otorrinolaringologista do Hospital Cema lista abaixo alguns hábitos importantes para melhorar a qualidade na hora de dormir:

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– Estipular um horário para deitar-se e acordar, criando um ritual de horários de sono e despertar;
– Evitar sestas e cochilos ao longo do dia;
– Não consumir bebidas alcoólicas e cigarros, alimentos e bebidas com cafeína por pelo menos quatro horas antes de dormir;

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Foto: FreeGreatPictures

– Praticar exercícios físicos regularmente, mas evitá-los duas horas antes de dormir;
– Fazer refeições leves ao jantar, evitando comer em excesso. Evitar os alimentos pesados, muito temperados e muito gordurosos;
– Deixar amena a temperatura do quarto, por volta de 21ºC;

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– Promover um ambiente silencioso e com pouca luz no quarto;
– Desligar dispositivos como celulares, TVs, relógios digitais ou telas azuis no quarto na hora de dormir.
– Evitar trabalhar ou fazer refeições na cama;

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– Ter hábitos saudáveis, como alimentar-se bem e praticar atividades físicas.

Fonte: Cema

Para relaxar: três sugestões de presentes para o dia das mães

I wanna sleep traz produtos que variam de R$ 50,00 a R$ 169,90

Escolher o presente de dia das mães não é uma tarefa fácil, mas este ano com o fechamento de alguns estabelecimentos ficou ainda mais difícil. Mesmo assim, ainda existem várias opções, entre elas estão os produtos do setor de sono e relaxamento.

A i wanna sleep, retail tech focada nesse segmento, traz uma variedade de produtos, que além de possuírem um design inovador, trazem todo o cuidado e afeto que queremos retribuir a elas na data, afinal, este é um momento de cuidado com quem amamos.

Para te ajudar a escolher o presente ideal, abaixo estão três sugestões, todas estão disponíveis aqui.
Pillow Mist

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Para ajudar as mães a relaxarem, aqui está um aromatizador para travesseiros e lençóis, composto por um blend de óleos essenciais, deixando a roupa de cama com cheirinho de aconchego e tranquilidade. Uma ótima opção de presente para as mães que precisam dormir melhor ou que têm alguma dificuldade com o sono. Valor R$ 50,00. Disponível aqui.

Chinelo massageador I wanna sleep

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Disponíveis nas versões rosa/verde,roxo/verde, laranja/rosa e roxo/rosa, o chinelo é super confortável, massageia e esfolia os pés por meio das fibras sintéticas 100% recicláveis, oferecendo uma sensação duradoura de descanso para os pés. Valor: R$ 74,90. Compre aqui.

Pijamas

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Para as mães que gostam de dormir mais confortáveis, há duas opções de pijamas. A Camisola ou conjunto, ambos disponíveis nas cores azul marinho e cinza. Confeccionados em Malha Modal, um material de origem natural, de toque altamente macio, leve e fresco. Valor da camisola R$ 149,90 e do conjunto R$ 169,90.

Todos os produtos, assim como endereços e informações sobre estoque e lojas físicas e online estão aqui.

 

Pesadelo e sono agitado durante a pandemia são respostas naturais do organismo

O desgaste emocional e a preocupação durante o isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus têm tirado o sono de muita gente, no sentido literal. Na nova rotina, o descanso é substituído por sonos agitados, pesadelos e noites mal dormidas.

A mudança, segundo o neurologista e chefe do Serviço de Eletroencefalograma do Hospital Edmundo Vasconcelos, Gilmar Fernandes do Prado, é uma resposta natural do organismo para situações de perigo.

Afinal, o vírus, uma ameaça invisível, traz à consciência pensamentos sobre morte, o desconhecido e o risco – elementos que propiciam uma reação cerebral. “Temos mecanismos para nos defender de ameaças. Diante desse quadro, nosso cérebro pode determinar comportamentos como o de hiper alerta, a ruminação de pensamentos, a valorização de fatos insignificantes ou alerta emocionais. No limite, esse cenário leva a estados de ansiedade e depressão”, explica Prado.

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Ele observa que durante algumas fases do sono o cérebro está mais ativo e permite que as vivências do dia se transformem em sonhos – agradáveis ou não -, pesadelos e, ainda, haja dificuldade para despertar ou insônia. “O sonho agitado e o pesadelo são a expressão natural da condição instável e imprevisível que a pessoa experimenta durante o dia”, ressalta.

Em momentos intensos de medo e perigo, ele esclarece que quem está fragilizado tende a estar mais suscetível a essas manifestações. “Doenças, trabalho, desemprego e demais desvantagens sociais, aumentam a fragilidade das pessoas que já iniciam o enfrentamento da pandemia em estado mental desfavorável, possibilitando o agravamento de sua condição clínica ou o surgimento de novas. Por vezes, é necessário inclusive cuidado clínico”.

Como retomar a rotina de um sono tranquilo

Para evitar esses momentos desgastantes, é preciso compreender a importância da rotina, mesmo durante a quarentena. Manter horários para dormir, trabalhar e realizar outras atividades, como esportes, ajudam, segundo o médico. Nesta programação é importante pensar até mesmo no consumo de informação sobre a Covid-19. “É válido definir um único momento no dia para isso, a fim de estabelecer limites e garantir que o acesso à informação funcione como um meio de proteção e não como alarde”, diz.

Caso o sono persista tumultuado e faça você acordar no meio da noite, o primeiro passo, segundo Gilmar, é despertar totalmente e levantar da cama. “Ao voltar para a cama, faça um momento de relaxamento. Pense em algo agradável, respire lentamente, percebendo a respiração. Uma música agradável também pode ajudar a voltar ao sono”, explica.

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Ele alerta quanto à persistência destes momentos. “Se não for possível por várias noites devido ao volume de pesadelos, um profissional deverá ser consultado para ajudar o paciente e avaliar até mesmo a necessidade de medicamentos”, conclui.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Saiba por que, mais do que nunca, você deve ter um sono de boa qualidade

Sono de qualidade é um dos pilares do bom funcionamento do sistema imunológico. Médicos explicam o que está errado na sua rotina e o que você pode fazer para mudar

Enfrentar o período de isolamento social requer iniciar ou manter uma série de hábitos saudáveis com o objetivo de se proteger do novo coronavírus, aumentar a imunidade e fazer bem à saúde psíquica. E desses hábitos, que incluem atividade física em casa e boa alimentação, um deles deve exigir de você o menor esforço possível (ao mesmo tempo em que irá te proporcionar muitos benefícios): dormir bem.

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Segundo diversas pesquisas, um dos principais mitos é acreditar que as pessoas podem ‘sobreviver’ com menos de sete horas de sono. “O ideal é entre sete a oito horas e de forma consistente. Fugir desses valores é colocar a saúde em risco. Temos evidências extensas de que dormir cinco horas ou menos aumenta consistentemente o risco de condições adversas à saúde, como doenças cardiovasculares e até longevidade”, diz Aline Lamaita, cirurgiã vascular e angiologista, membro do Colégio Americano de Medicina do Estilo de Vida.

“E no caso do sono, a qualidade é crucial para um descanso real. Esse período, quando realmente satisfatório, é reparador e extremamente importante para o funcionamento do sistema imunológico”, afirma Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e médico voluntário no atendimento a casos suspeitos de Covid-19 no Hospital São Paulo.

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O sono é, na verdade, um processo com padrões, estágios diferentes. No início da noite, temos o sono mais leve, depois o sono profundo, o que é ótimo para nossa capacidade cognitiva. “E é necessário passar por todo esse processo: deitar e dormir imediatamente não significa que se está dormindo de forma saudável. Estima-se que pessoas saudáveis levam cerca de 15 minutos para adormecer. Adormecer imediatamente pode ser um sinal de que você não está dormindo o suficiente”, afirma o médico dermatologista Jardis Volpe.

Existem alguns hábitos que muitas pessoas consideram saudáveis e até acham que melhoram a qualidade do sono. Por exemplo: aquele copo de vinho depois do jantar. “Não é recomendado, pois reduz drasticamente a qualidade do sono e do descanso, nos remove dos estados mais profundos do sono e pode até nos forçar a acordar”, diz Farinazzo.

O uso da tecnologia é, também, apontado como um dos grandes problemas que podem estar condicionando o sono de tantas pessoas. Cerca de 90% da população diz usar o celular, a TV ou outro dispositivo eletrônico até adormecer.

“Assistir à televisão não é uma maneira eficiente de relaxar antes de dormir. Especialmente porque, frequentemente, o que estamos vendo nas notícias ou algo que pode nos causar insônia ou estresse, mesmo antes de dormir, quando estamos tentando desacelerar e relaxar”, diz a médica ginecologista Ana Carolina Lúcio Pereira, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

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Esses dispositivos também emitem luz azul, e é essa luz que diz ao nosso cérebro para acordar e estar alerta pela manhã. “Para dormir bem, fique longe de aparelhos como celulares, computadores e TV antes de se deitar e faça refeições mais leves à noite”, diz a médica.

A dica é substituir essas tecnologias por tarefas realmente relaxantes. “Tente dormir fazendo algum tipo de leitura ou meditação, principalmente próximo ao horário convencional que você dormia antes do isolamento social”, diz Farinazzo. “A atividade física, que também é necessária nesse período, deve ser preferencialmente feita no período da manhã; ou antes ou logo após o café, para quem tem problema de fazer exercício em jejum. Sugerimos sempre dessa forma, pois de noite ela pode atrapalhar o sono”, acrescenta o médico.

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Outros rituais que podem ajudar é tomar um banho, acender uma vela e usar produtos e hidratantes faciais com aromas calmantes, como lavanda e sândalo. “Aproveite também para cuidar da pele, faça massagens no seu rosto ao aplicar um creme. Use máscaras e durante o período de ação do produto, esqueça os dispositivos eletrônicos, leia um livro”, finaliza Volpe.

 

Médica indica oito passos para aumentar a imunidade

A médica diretora do Kurotel, Mariela Silveira, dá orientações sobre como cuidar da saúde e melhorar a imunidade do organismo

Em tempos de grandes preocupações e cuidados com a saúde é imprescindível procurar aumentar a imunidade a fim de fortalecer o organismo contra eventuais doenças e infecções.

O sistema imunológico está diretamente ligado à proteção do organismo e nossos hábitos e situações cotidianas influenciam para que a imunidade esteja em níveis bons ou ruins.

Transforme o medo em atitudes preventivas e positivas! Quando sentimos muito medo, deprimimos o nosso sistema imunológico por razões neuroendócrinas. Ao fazer isso, acabamos colocando mais adrenalina e cortisol em nossa corrente circulatória e isso, por sua vez, baixa as resistências do organismo. Entretanto, o medo também pode ser benéfico, pois quando bem controlado, oportuniza, de fato, que as pessoas possam colocar atitudes preventivas e positivas na sua vida, cuidando-se para não se expor a perigos.

Confira abaixo, oito passos que irão auxiliar você a cuidar do organismo e, consequentemente, prevenir inúmeras patologias.

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Foto: SelfSetFreeLiving

Aliviando o estresse: sabemos que o acúmulo de tarefas e as rotinas cada vez mais estressantes contribuem para deixar a resposta do organismo comprometida. Agora, com a pandemia, tudo aumenta. Gerenciar as emoções e buscar estratégias para controlar e o estresse e a ansiedade contribuem para fortalecer a saúde. Procure investir em atividades como ioga, meditação e mindfulness que ajudam a reduzir o cortisol e melhorar a imunidade.

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Foto: Food Network

Ingerindo alimentação rica em nutrientes, balanceada: uma alimentação equilibrada é fundamental para que o organismo funcione bem. Aposte em alimentos como frutas cítricas, oleaginosas, sementes, leguminosas – como feijão, lentilha e ervilha, que são fontes de zinco e são grandes aliados para melhoras as defesas do organismo. Procure comer 7 porções de frutas, verduras e legumes (de preferência frescos e crus), todos os dias. Isto é, sem dúvida nenhuma, uma das medidas mais importantes de saúde que podemos adotar para diminuir a chances de qualquer doença. Se tiver a oportunidade, verifique os níveis de nutrientes no sangue junto a seu médico ou nutricionista para saber o que é essencial para você.

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Dormindo um sono reparador: uma boa noite de sono é capaz de auxiliar de forma muito eficiente o aumento da imunidade. Procure descansar, se possível, de sete a oito horas por dia e preze por ambientes calmos e tranquilos. Evite utilizar eletrônicos – celulares, tablets e computadores – por, no mínimo, uma hora antes de dormir. Essa prática contribui para um sono reparador.

Fazendo exercícios: a prática regular de atividades físicas é essencial para manter a boa saúde e também ajuda a aumentar os níveis de imunidade. Neste momento, opte por aqueles que você possa fazer em casa.

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Não abusando da ingestão de álcool: em caso de desejar tomar álcool é importante que não se abuse a quantidade, pois o excesso de bebida pode fazer o sistema ficar intoxicado e piorar a resistência.

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Não fumando: o cigarro deixa qualquer pessoa mais suscetível a qualquer infecção de vias aéreas superiores ou inferiores. Parar de fumar é uma medida pratica que impacta diretamente na melhora da imunidade e da saúde como um todo.

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Tendo um peso saudável: manter o índice de massa corporal e, especialmente, o percentual de gordura corporal controlado, faz com que haja menos resistência insulínica e, por sua vez, maior imunidade. Além disso, essa medida reduz comorbidades como doenças cardiovasculares e cânceres e a ausência dessas doenças favorecem a pessoa a ter casos mais brandos de infecções e a se recuperar mais rapidamente, caso venha a ser acometida de coronavírus ou de outra virose.

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Estando em contato com a natureza e com luz solar: se não houver contraindicação por parte de seu dermatologista, tomar sol cedo pela manhã ou no final do dia, é extremamente importante para manter os níveis adequados de vitamina D. E, quando for possível, fazer isto em locais abertos, aonde a natureza possa ser contemplada, é ainda mais benéfico.

Consulta da Imunidade:

Kurotel – Centro Contemporâneo de Saúde e Bem-Estar oferece, para os clientes hospedados, uma consulta específica para aumentar a imunidade de maneira rápida e eficaz. Neste momento, a nutricionista funcional verá o histórico de saúde pessoal e as condições clínicas.

A partir disso, a equipe médica e nutricional poderá solicitar exames para avaliar e prescrever suplementação apropriada para melhorar a imunidade, além de recomendar a alimentação mais adequada para isto, baseada nas últimas evidências científicas. Muito além do coronavírus, o ajuste nutricional para melhorar a imunidade é muito importante para se proteger de diversas viroses e bactérias.

Dra.-Mariela

Mariela Silveira é médica graduada pela Universidade Luterana do Brasil. Pós-graduada em Nutrologia pela Universidade de São Paulo e Especialista em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia, Pós-graduada em Acupuntura Médica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Pós- graduada em Terapia Cognitiva no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Presidente da ONG Mente Viva. Embaixadora do Global Wellness Day Brasil.

Dia Mundial do Sono: 83% dos brasileiros não conseguem dormir bem

72,1% da população acorda durante a madrugada, segundo levantamento Hibou

Hoje é o Dia Mundial do Sono (13) e a Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, mapeou a percepção de mais de 5.000 brasileiros, maiores de 18 anos, sobre a qualidade do próprio sono e o que costumam fazer na hora de dormir. O levantamento em formato digital, foi realizado com brasileiros de classes sociais A B C e D, com 45,7% homens e 54,2% mulheres, em janeiro de 2020.

94% dos brasileiros consideram que uma bela noite de sono tem impacto no bem estar e no dia a dia, no entanto, 83% reclamaram que não conseguem dormir bem.

Plano de saúde = sonífero

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E o que é considerado como fator importante para uma boa de noite de sono para os brasileiros? 53,2% dormem melhor quando possuem plano de saúde. “O brasileiro se sente mais relaxado e consegue dormir melhor quando sabe que em qualquer emergência de saúde ele está assegurado.” explica Ligia Mello, fundadora da Hibou e coordenadora do estudo.

Contas em dia = relaxamento total

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79,8% dos entrevistados afirmam que estar com as contas em dia é o que traz tranquilidade para dormir bem. 79,3% consideram a alimentação balanceada, enquanto 78% acreditam que praticar atividades físicas é o que as faz dormir melhor. 53,3% afirmam que meditar e/ou cuidar da saúde mental e 34,9% comer mais alimentos orgânicos são fatores para boa noite de sono. 79,3% acreditam que dormir ao menos 8h por dia é uma boa noite de sono.

Parceiro da noite, o celular

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95,4% das pessoas levam o celular para o quarto na hora de dormir. Apenas 68,3% deixam o celular no modo silencioso enquanto dormem. No momento em que deitam na cama, 71,7% das pessoas dão aquela última conferida no celular. 44% ainda preferem televisão. 9,7% gostam de escutar música.

Celular na madrugada

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72.1% das pessoas acordam durante a madrugada e quando acordam costumam mexer no celular. O que fazem? 56.9% só conferem que horas são. 24% acessam aplicativo de conversa. 20,2% acessam redes sociais. 5,6% vão conferir as ligações perdidas. 4,9% entram em portais para ler noticias. 3,2% acessam e-mails. Para os menos adeptos da tecnologia, 29,4% na hora que vão para o quarto preferem conversar com seus parceiros. 17,1% escolhem ler um livro ou revista. 12,9% interagem com seus filhos. 7,6% consomem alimentos e bebidas na cama. 7,1% meditam.

Dormir “feito pedra” é para poucos

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

65% dos entrevistados utilizam despertador para acordar todas as manhãs. E todos gostariam de levantar? 84,5% responderam que dormiriam mais se pudessem. E isso está diretamente ligado a qualidade do sono. 30,1% dos brasileiros têm o sono interrompido. 28,5% dormem bem. 26,7% têm insônia às vezes. 23,4% têm sono leve. 19,9% dormem pouco. 16,9% roncam (reclamações de terceiros). 14,2% sonham muito. 12,9% dormem feito pedra. 6,6% têm pesadelos recorrentes.

Acompanhantes

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58,3% dormem com seus parceiros. 54% afirmaram que dormem com seus animais de estimação, sendo 36,9% com cachorro e 17,1% com gato. Apenas 25,2% das pessoas dormem sozinhas. Objetos também foram mencionados: 26,2% dormem com o telefone, 15,1% com almofada ou pelúcia, 14,1% com controle remoto e 3,8% com livro.

Ansiedade

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No quesito pensamentos e preocupação, 36,2% dos brasileiros ficam ansiosos pelo futuro no momento em que vão dormir. 21,3% pensam no trabalho. 17,8% revivem memórias indesejadas recorrentes. 20,1% pensam em questões de saúde. 14,7% reclamam de barulho da casa ou de fora. 11,7% têm desejos e sonham acordados.

Não indico!

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Questionados se indicariam sua noite de sono para um amigo (utilizando o sistema NPS, índice usado por empresas para medir o quanto seus consumidores indicariam seus produtos e serviços a um amigo), a resposta foi assustadora. O índice ficou em -42 (o NPS vai de -100 a 100), “Apenas 18% dos entrevistados indicariam uma noite igual à sua para um amigo. Esse dado corrobora com a conclusão da pesquisa como um todo. O brasileiro dorme mal, ou pelo menos tem essa percepção muito clara.” conclui Ligia Mello. “Ele entende que o sono é fundamental para o bem estar, mas a rotina não balanceada de alimentação, as distrações de entretenimento na hora de dormir e as preocupações do dia a dia, deixam a boa noite de sono fora de alcance.” explica Ligia Mello.

Fonte: Hibou

 

Dia Mundial do Sono: cannabis medicinal pode ser opção terapêutica para insônia

Este 13 de março é o Dia Mundial do Sono , criado pela Sociedade Mundial do Sono com o objetivo de conscientizar sobre a importância do sono saudável para uma melhor tomada de decisões e compreensão cognitiva, bem como promover a pesquisa da comunidade científica para medir a qualidade do sono da população.

Considerada um problema de saúde pública, a insônia afeta, em média, um terço da população mundial. Estudos em todo o mundo têm mostrado que a prevalência de insônia varia de 10% a 30% da população, em alguns países pode chegar a 50%. Um estudo publicado pelo Medicine and Primary Care Journal na Índia, concluiu que os problemas de distúrbios do sono são mais comuns em idosos, mulheres e pessoas com problemas médicos e mentais, aumentando significativamente o risco de desenvolvimento de diabetes e doenças cardiovasculares, entre outros .

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Na América Latina a situação é parecida. Em 1997, três estudos foram relatados no México que mostraram prevalência aproximada de insônia em 30% da população, e em 2004 os resultados de uma pesquisa em três cidades, Buenos Aires, São Paulo e Cidade do México, encontrando sintomas de insônia em 36,5% da população. Na Colômbia, um estudo clínico sobre distúrbios do sono concluiu que a insônia tem uma prevalência entre 46% e 47% da população e em outro os resultados mostraram que esta condição ocupa o segundo lugar entre os distúrbios mentais.

De acordo com os pesquisadores, embora esta condição possa ser diagnosticada precocemente, a população não vai ao médico por este motivo, mas devido às complicações que normalmente a acompanham. Para a Associação Colombiana de Medicina do Sono, um sono de boa qualidade ajuda a estimular o sistema imunológico, prevenir infecções, prevenir o diabetes e a síndrome metabólica.

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Wellington Briques, Diretor Médico Associado Global da Spectrum Therapeutics, a divisão de medicina canabinoide da Canopy Growth explica: “Estudos clínicos mostraram que uma das características mais importantes do sono são as mudanças que ele produz na função cerebral, que estão associadas a mudanças diretas ou indiretas em outros sistemas fisiológicos. A legalização dos produtos de cannabis em vários países do mundo gerou um interesse natural no seu potencial para o tratamento de distúrbios do sono”.

No Canadá, por meio de uma doação ao Montreal Sacred Heart Hospital Foundation – Sociedade Canadense do Sono (SCS) , a Spectrum Therapeutics está apoiando uma campanha que visa organizar a comunidade científica em torno do uso correto da cannabis para distúrbios do sono. Ao estabelecer uma parceria com o líder da indústria da cannabis, o objetivo da SCS é combinar a experiência de clínicos, médicos e pesquisadores para facilitar e apoiar cientificamente o desenvolvimento de um livro branco* baseado em uma revisão abrangente de toda a literatura e fatos existentes sobre o uso da cannabis no tratamento de distúrbios do sono.

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“O sono de boa qualidade é muito mais importante para a nossa saúde em longo prazo do que a maioria das pessoas imagina. Como eu digo a todos os meus pacientes, dormir não é negociável”, diz Briques. “Estamos apenas começando a explorar o papel que a cannabis pode desempenhar no tratamento de distúrbios relacionados ao sono. As respostas dos pacientes têm sido promissoras e parcerias como estas farão avançar a nossa compreensão do intrigante fenômeno do sono, que é tão essencial para o nosso bem-estar geral”, completa o médico.

*documento público, em forma de livro, que expõe a visão do governo sobre o tema da defesa, a ser apresentado à comunidade nacional e internacional.

Fonte: Spectrum Therapeutics

Cinco passos para dormir bem no verão

Elevação das frequências cardíaca e respiratória atrapalham o descanso durante essa época do ano

Um sono de qualidade nem sempre é fácil quando os termômetros marcam altas temperaturas. As noites quentes dificultam a tarefa de dormir oito horas diárias e isso se deve, dentre diversos aspectos, à queda da melatonina – hormônio que induz à sonolência – relacionada à elevação da exposição solar. O resultado é irritabilidade e indisposição no dia seguinte.

Para evitar esses desconfortos, a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, dá algumas orientações para recuperar a qualidade do sono nesse período do ano. “Pequenas mudanças na rotina já são suficientes para promover bem-estar e descanso completo”, explica a especialista.

A consultora destaca cinco dicas para deixar as noites mais agradáveis durante o clima quente. Confira:

Atente-se às condições do ambiente

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Um lugar arejado e fresco é ideal para o momento de repouso. Ar-condicionado e umidificadores podem ser grandes aliados, a temperatura adequada para estimular o sono é entre 21°C e 24°C. Outra alternativa viável é o ventilador. “Ligar o ventilador em cima do corpo não é o mais recomendado, uma vez que provoca o ressecamento das mucosas e comprometem a respiração. Direcionar o vento para as janelas é uma opção mais inteligente porque auxilia na expulsão do ar quente”, sugere.

Opte por uma alimentação leve

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Alguns hábitos alimentares noturnos aumentam a chance da insônia aparecer, como as refeições pesadas e gordurosas, cafeína, carnes em grande quantidade e consumo de álcool. O indicado é ter uma alimentação leve e que facilite a digestão. Frutas, legumes e verduras são sempre uma boa pedida. “E não se esqueça da água. Hidratação é fundamental para regular a temperatura corpórea. Outra recomendação é fazer a última refeição três horas antes de se deitar”, pontua a especialista.

Um banho refrescante pode ajudar

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Por mais que a água gelada seja tentadora em dias quentes, o efeito de uma chuveirada muito fria trará resultados opostos ao que se espera. Isso porque na tentativa de manter os 36°C, o corpo aumentará a própria temperatura. “Uma ducha levemente morna, além de aliviar a tensão, evitará o efeito rebote”, comenta Renata. Já na escolha da roupa de dormir, tecidos de algodão ou linho são as melhores opções, pois facilitam a transpiração.

Evite alguns hábitos

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Fazer exercícios físicos ou ficar no celular são exemplos simples de atividades que, quando feitas perto do momento de deitar, tornam-se inimigas do bom repouso. Eles mantêm o metabolismo e o cérebro ativados, enquanto deveriam relaxar. A falta de um horário regular para dormir e acordar também pode atrapalhar o sono. “Criar e manter uma rotina é eficiente para dormir tranquilamente sem deixar de fazer todas as tarefas diárias. O corpo também se habitua aos horários, o que facilita o processo de adormecer também no verão”, acrescenta.

Bons travesseiros e colchão são fundamentais

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Mesmo seguindo todos os passos anteriores, sem uma cama confortável é impossível ter uma noite bem dormida. “A escolha de um colchão adequado, que mantenha a coluna alinhada, e um travesseiro que acomode e dê o suporte necessário para a cabeça é indispensável”. Lençóis e fronhas devem seguir a mesma linha dos pijamas e serem feitos de tecidos leves e finos. Manter a saúde do travesseiro é essencial para ter boas noites de sono. O ideal é sempre arejá-lo e ventilá-lo, sempre protegido por uma fronha e sob luz indireta (nunca diretamente ao sol). “Também é aconselhável o uso de uma capa impermeável, para evitar que o suor e outras secreções migrem para o travesseiro e sirvam de alimento para os ácaros, ocasionando um aumento da sua proliferação”, finaliza a consultora.

Fonte: Duoflex

Como melhorar a qualidade do sono na primavera

A primavera chegou, a estação mais florida do ano traz consigo climas mais amenos e mais luz do sol durante os dias. Porém, nessa época do ano nem tudo são flores. É muito comum que a qualidade do sono sofra com intensificação da incidência de alergias, causadas pelo aumento do processo de polinização, além do tempo que o corpo demora para se adaptar ao novo ciclo vigília-sono.

Segundo a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, espirros, obstrução nasal, coriza, lacrimejamento ou coceira no nariz e na garganta são alguns dos principais sintomas que podem acabar prejudicando o sono do indivíduo. “A alergia é uma reação exagerada do organismo diante do contato com agressores ambientais, como por exemplo, o pólen, ácaros, fungos e bactérias”, explica a especialista.

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Mas como evitar esses problemas da estação e curtir a primavera com muita disposição e sem perder a noite de sono? A consultora alerta para alguns cuidados simples que podem ajudar a evitar esses males, mas que poucas pessoas se atentam, como a troca regular dos travesseiros.

“Os cuidados com a conservação do travesseiro são essenciais no combate a esses parasitas, pois, mesmo que o travesseiro apresente uma aparência perfeita, ele pode estar cheio de ácaros. Com o tempo, o produto acumula micro-organismos em seu interior que se alimentam das secreções que eliminamos durante o sono, como saliva, cerume, lágrimas, coriza, seborreia, suor e pele morta. Além de secreções artificiais, como cosméticos, perfumes, tinturas e maquiagem”, esclarece.

Para evitar as crises, é importante manter alguns cuidados com o travesseiro. “É importante que o produto seja trocado a cada dois anos. Além disso, é indicado arejar e ventilar o travesseiro, diariamente, protegido sempre por uma fronha e sob luz indireta. Não expô-lo ao sol é importante, já que o calor contribui para um ambiente de proliferação de ácaros em seu interior, além de oxidar e amarelar sua superfície. Caso o travesseiro seja lavável, também é recomendada a sua higienização a cada 6 meses, seguindo as instruções que estão no encarte e na etiqueta do produto. A lavagem deve ser feita apenas se puder garantir a sua secagem completa. Estas medidas irão proteger a sua saúde, além de aumentar a durabilidade do travesseiro”, recomenda a consultora.

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Além disso, a manutenção da boa postura durante o sono é outro ponto que a especialista destaca para a melhoria do sono. “É sempre importante manter a coluna alinhada, a fim de gerar maior acomodação e evitar os microdespertares noturnos. Para quem se deita de lado, posição mais recomendada para a melhoria da respiração e o alinhamento postural, a dica é utilizar um travesseiro para a cabeça, em altura suficiente para preencher a distância que existe entre a cabeça e o colchão, e outro entre os joelhos, que deverão estar semiflexionados”, completa Renata.

Fonte: Duoflex