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Mitos e verdades sobre comprar roupas de brechós

Confira tudo que é fato e o que é fake sobre o uso de peças de segunda mão e conheça mais sobre a moda consciente

Não é raro escutar que as peças compradas em brechós podem carregar consigo histórias dos antigos donos; que pertenceram a pessoas falecidas; ou mais, que não estão cuidadas e podem transmitir maus fluidos. A resposta? Fake. Para além do incentivo à moda sustentável, questões econômicas, sociais e culturais também devem consideradas na hora da escolha do look do dia.

Quem tem a memória de brechós localizados apenas nos bairros, a novidade: os e-commerces de peças de segunda mão. Neles, o consumidor tem acesso às roupas vindas de todo Brasil, com preços competitivos no mercado e pode realizar as compras online.

No Repassa, startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil, o processo de curadoria é minucioso para garantir a comodidade do vendedor e transparência em todas as etapas. Com a proposta virtual, o vendedor não precisa sair de casa para repassar suas peças: o site cuida de todo o processo, desde a etapa de fotografia, cadastro, publicação na plataforma e ainda ajuda a destinar o valor recebido de acordo com sua preferência.

Além da economia para o bolso e cuidados com o planeta, o brechó online participa ativamente na moda circular, promove peças exclusivas e ajuda causas sociais. Por isso, a startup destaca as dúvidas e recomendações no momento de comprar roupas de segunda mão. Confira abaixo:

• Os principais receios dos clientes: de acordo com o gerente de Experiência do Cliente do Repassa, Fabiano Lima, as principais dúvidas dos consumidores que desejam repassar suas peças sem uso ou entender o modelo de negócio da startup são vindas pelas redes sociais da marca – que realiza o atendimento por lá mesmo. “Querendo ou não, os clientes ainda podem ficar inseguros sobre o processo de acompanhamento da Sacola do Bem até seu recebimento no Repassa, por tratar-se de um processo novo. Eles querem vender, mas ainda não sabem como”, explica. Para as dúvidas sobre o processo de venda, a marca busca desenvolver respostas didáticas sobre cada etapa e transparência no envio de e-mails de comunicação. “Procuramos abordar o tema de forma simples, para que o consumidor consuma a informação por completo”, diz Fabiano.

• O que recomendam as marcas: segundo pesquisa do site Modefica, referência no assunto, hoje em dia, o descarte das peças sem uso ocorre muito mais pelo excesso de roupas existentes no armário do que pela perda de função. Para questões sobre a qualidade das peças disponíveis e suas formas de uso para ainda estar na moda, o Repassa explica com imagens. Com uma estética de moda informativa e atual, o Instagram da marca se preocupa em trazer conteúdos conscientes e também o melhor uso nas combinações das peças – e conta ainda com o Blog com publicações de moda e sustentabilidade.

• Dica de ouro para encontrar as melhores peças e ainda ajudar o meio ambiente: para melhor garimpar – verbo usado para a atividade de extrair pedras preciosas e que também indica a exclusividade presente nas compras de roupas de brechó -, o site indica filtros específicos com as principais categorias, como tipos, tamanhos, cores e até marcas já conhecidas. Ao receber a mercadoria em casa, você também pode mudar de ideia. Quanto a isso, a devolução é gratuita e promete ser facilitada. O comprador solicita a troca pelo site e pode conversar com o time de atendimento disponível para todo suporte, se necessário.
Como maior benefício sustentável, há a diminuição significativa de 82% do impacto ambiental causado pela produção de cada peça, além do incentivo ao aumento do ciclo de vida das roupas para que possam contar novas histórias.

Sobre o Repassa

Criado pelo empresário Tadeu Almeida, o Repassa é uma startup de moda consciente e maior brechó online do Brasil. Fundada em 2015, a empresa já economizou mais de 553 milhões de litros de água, evitou que 2,4 toneladas de CO2 fossem emitidas e reduziu 13 milhões de kW/h de energia. Desde o início da operação, em 2015, a marca já recebeu mais de R﹩ 10 milhões de aportes provenientes de fundos de venture capital e investidores-anjos.

Maratona digital discute participação de startups no mercado de soluções voltadas aos maduros

O fomento ao empreendedorismo voltado ao mercado 50+, assim como ao empreendedor longevo, são temáticas cotidianas da plataforma global Aging 2.0 São Paulo e da Ativen. Em sua segunda participação na Longevidade Expo + Fórum, este ano no formato Maratona Digital, a Aging 2.0 São Paulo e Ativen reunirão convidados em um painel sobre a saúde, o conceito de seguro para os longevos e o empreendedorismo voltado a este público.

O embaixador do Aging 2.0 para a América Latina, CEO da Ativen Envelhecimento Ativo e membro do Núcleo 60+, Sérgio Duque Estrada, explica que, este ano, o Aging Internacional realizou um concurso focado em startups com propostas de soluções para reduzir o isolamento social e a solidão, que muito têm afetado a vida dos mais maduros.

“O Brasil contabilizou seis finalistas nesse concurso, o que nos motivou a querer ampliar o debate na Longevidade Expo + Fórum, evento que se consolidou como um importante fórum para essas inovações”, afirma Duque Estrada.

Para debater tecnologia, empreendedorismo, viabilidade das startups (com viés para saúde e seguro saúde e de vida), Duque Estrada mediará um painel com convidados de duas startups: uma de jovens empreendedores com soluções para o mercado 50+ e outra de empreendedores 50+ que também são voltados a este público.

“Nosso terceiro convidado é o empresário Caito Maia, fundador da marca Chilli Beans e um dos mentores do conhecido programa Shark Tank para startups, que falará sobre como os investidores estão avaliando essas iniciativas para os 50+ e também sobre o olhar das marcas para este segmento”, conta Duque Estrada.

Há cinco anos atuando no segmento de 50+, Duque Estrada conta que sua origem é o mercado financeiro, mas que hoje entende que tem um importante papel no fomento às empresas que querem derrubar as barreiras e atuar para esse público. “Nossa função, e de muitos que participam conosco da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, é a de valorizar a intergeracionalidade e dar visibilidade às tecnologias que atendam aos longevos de forma útil, inclusiva e participativa, para que este público sinta-se à vontade e desejoso de aplicar tais inovações no seu dia a dia, sem medo de errar”, completa.

Duque Estrada participa da abertura dos trabalhos no sábado, 21 de novembro, às 9 horas, abordando o tema “Saúde, comportamento e consumo dos longevos no Pós Pandemia. O novo normal na vida do público sênior”, bate-papo mediado pelo gerente geral da Longevidade Expo+Fórum, Fábio Madeira, e com a participação da CEO do Portal do Envelhecimento/ PUC-SP, Beltrina Corte, do professor e coordenador da USP 60+, ILC Brazil, Aging 2.0 e Ativen, Egídio Dórea, do diretor do Observatório da Longevidade, Fábio Nogueira, da diretora da Raízes.Etc./ Núcleo 60+, Gabriela Michelin e do Presidente Seguros Unimed, Helton Freitas.

Ainda no sábado, às 16 horas, Sérgio Duque Estrada mediará o painel “Empreendedor com os sênior techs no mercado atual”, que tem curadoria da Aging 2.0 e da Ativen, e que receberá o fundador da Chilli Beans e um dos mentores do programa Shark Tank do Canal Sony, Caito Maia, do presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira e do presidente da Forest Holding & CEO da Ô Insurance Group, José Macedo.

Tecnologia conversando com a longevidade

Democratizar o acesso a coberturas de seguros (saúde, auto e vida) ao consumidor. Esse é o trabalho da Ô Insurance Group, que tem na tecnologia a grande protagonista desta mudança de cultura, sobretudo para a ampliação do alcance e mudança no hábito de consumo.

Segundo o presidente da Forest Holding e CEO da Ô Insurance Group, José Macedo, que participará da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, a empresa investiu em tecnologia para simplificar processos. “Desta forma, conseguirmos derrubar barreiras de custos, distribuição, precificação e customização do produto, por exemplo”, conta.

Macedo explica que a empresa vem trabalhando soluções específicas para o público longevo, como o On Vida +, uma alternativa aos planos de saúde, com preços acessíveis e atendimentos que vão desde a telemedicina ilimitada, exames, farmácia, até atendimento odontológico de urgência e assistência funeral.

“Nossa participação no evento vai evidenciar essa necessidade em tratar a longevidade como tema prioritário, tanto do poder público, quanto da iniciativa privada”, afirma o executivo, que completa: “É necessário investir em políticas públicas e sociais eficazes e inclusivas, capazes de fazer com que a longevidade seja melhor aproveitada. Do mesmo modo, as empresas têm a chance e o desafio de se aprimorar e oferecer produtos e serviços especializados para este público, como nós estamos fazendo, e a Longevidade Expo + Fórum nos dá a oportunidade de discutir todos esses aspectos do envelhecer com qualidade”.

O presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira, também fará parte do painel sobre os sênior techs. Para ele, o Brasil ainda está longe de se comparar com outros países em relação ao tratamento que dá aos seus longevos. Essa distinção fica bem clara no âmbito da saúde. “Em países como os Estados Unidos existem planos de saúde específicos para aos 60+ que contam com apoio governamental. Além disso, o ecossistema de empresas voltadas para o longevo é muito mais completo”, afirma.

Segundo o executivo, a realização de eventos como a Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum são essenciais para empresas que querem entender mais sobre o setor, criar conexões, fazer negócios e, acima de tudo, trazer a “economia prateada” para o centro das conversas em nossa sociedade.

“A Nilo Saúde é uma clínica digital para os 50+ e oferece saúde de qualidade sem que os pacientes tenham que sair de suas casas. Também possibilitamos que planos de saúde cuidem melhor da população longeva, de uma maneira mais digital e eficiente. Sendo o CEO de uma startup de saúde digital para a população 50+, tenho o dever de compartilhar o que aprendemos durante este período difícil de pandemia”, completa Oliveira.

Longevidade Expo+Fórum 2020 – Maratona Digital
Datas: 20 a 21 de novembro de 2020, das 9 às 21 horas/22 de novembro de 2020, das 9 às 13 horas.
Onde: Plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelo Facebook, Instagram e YouTube.
Inscrições: clique aqui
Para conhecer a programação completa, clique aqui

Tecnologia permite provar perfumes pelo smartphone; Natura será primeira a oferecer

A tecnologia, que deixou de conseguir investidores pelo fato de a startup ser liderada por uma mulher, recebeu investimento de empresa líder nacional de embalagens de vidro e chega ao mercado por meio da maior representante de venda direta de cosméticos do mundo

Apesar da equalização ano a ano, a liderança nas startups brasileiras ainda é bastante desigual. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), dos mais de 12 mil negócios no país, apenas 15,7% possuem mulheres na posição de CEO ou diretora. Os outros 84,3% são liderados por homens.

Entre as razões para essa disparidade está a própria entrada das mulheres no mercado. Outro fator é que a maioria esmagadora das startups atua no setor de tecnologia, ou pelo menos utiliza uma solução tecnológica para solucionar algum tipo de problema. E, segundo uma pesquisa da Microsoft, no mercado de Tecnologia da Informação (TI) somente 25% dos cargos são ocupados por mulheres.

Mesmo com esse cenário, empresárias em todos os cantos do país seguem quebrando barreiras e revolucionando vários setores do mercado. Esse é o caso de Cláudia Galvão, empresária há quase 10 anos, que idealizou a startup de scent tech Noar, empreendimento responsável pela invenção da tecnologia de “cheiro digital”.

A solução, que a princípio atenderá o setor de cosméticos, chega ao mercado no final de 2020 e torna possível sentir cheiros a partir de um dispositivo digital de maneira intuitiva e sustentável.

Jornada e desafios

Foto: Flávio Rodrigues

Cláudia lembra que começou a empreender em 2011, quando criou a Ananse, uma empresa de delivery de fragrâncias. A empresa fornece microcápsulas de perfume para catálogos impressos de grandes marcas que atuam no país. Depois de alguns anos, ela afirma que começou a refletir sobre o futuro desse setor da economia.

“Eu ficava pensando que algumas marcas de venda direta até tinham a estratégia de migrarem das revistas impressas para o meio digital, muito mais sustentável, mas perderiam uma ferramenta de demonstração importante, que é a página perfumada. Percebi que cabia a nós oferecer uma solução para viabilizar essa mudança”.

Cláudia relata que começou a pensar em alternativas que resolvessem um problema e, ao mesmo tempo, pudessem gerar uma demanda. A ideia era tentar modificar o mercado, pensando em uma solução que não tivesse concorrentes, já que isso poderia tornar a ideia inviável comercialmente. Este processo de criação resultou no conceito de um dispositivo eletrônico que emite cheiros. Nascia assim, em 2015, a Noar e começavam os desafios para tornar realidade este projeto.

Cláudia diz que, apesar da ideia ser bastante inovadora, a dificuldade prática de construir um produto inovador, a dúvida de sócios e até possíveis clientes, quase colocaram o projeto em cheque.

“Não tínhamos muito dinheiro para investir, então, foi uma luta para conseguir achar uma linha certa de trabalho. Eu só consegui levar a ideia adiante porque lutei bastante e acreditava que as coisas realmente poderiam dar certo”, diz.

Depois de superar as dificuldades em relação ao planejamento do projeto, Cláudia chegou a passar por uma situação que escancara os obstáculos para as mulheres na liderança de empresas e principalmente startups.

“Eu cheguei a buscar investidores fora do Brasil, em dois ou três países diferentes. Em um desses lugares, descobri que uma das alegações para que o projeto do cheiro digital não tivesse sido selecionado para receber investimentos, era que uma empresa liderada por uma CEO mulher não passava muita confiança. Foi um choque, porque além dos desafios profissionais eu também tive que lidar com o preconceito”, conta.

Parceria e investimentos

No ano passado, depois de cinco anos de desenvolvimento, o produto finalmente estava pronto e era hora de encontrar um investidor para conseguir fabricá-lo. No início de 2020 a Noar recebeu aporte da empresa líder nacional e uma das maiores fabricantes de embalagens de vidro para o segmento de perfumaria e cosméticos no mundo, o Grupo Wheaton.

“Assim como a Cláudia, a Wheaton enxergou na solução tecnológica do cheiro digital da Noar uma oportunidade de revolucionar em âmbito mundial tanto o mercado de venda direta, quanto o varejista de cosméticos”, destaca Renato Massara Júnior, diretor Comercial e de Marketing da Wheaton.

A fabricante de embalagens de vidro investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento de produtos com foco no mercado internacional e a parceria com a Noar chega alinhada com este objetivo de internacionalização da empresa.

“A Wheaton foi visionária ao acreditar no projeto e a parceria nos trouxe o suporte de uma empresa com grande tradição no mercado. Além disso, temos valores em comum, como o foco em inovação e a preocupação com a sustentabilidade”, diz Cláudia Galvão.

Equipamento revolucionário e entrada no mercado com a Natura

Foto: Flávio Rodrigues

Dentro do portfólio de produtos da Noar que utilizam a tecnologia de cheiro digital, o primeiro a ser lançado no mercado é o MultiScent 20, um demonstrador digital de fragrâncias operado por meio de um aplicativo.

O device permite a experimentação de 20 fragrâncias diferentes, sendo que cada uma pode ser disparada 100 vezes. Depois de 100 disparos o cartucho do aparelho deve ser trocado. O acesso ao catálogo de produtos é feito por meio do escaneamento do QR Code que fica localizado no MultiScent 20.

Acionado por meio de um aplicativo, o dispositivo libera a fragrância usando uma tecnologia de “ar seco”, que não deixa resíduos de perfume seja no ar, no demonstrador ou no usuário. Sendo assim, o cheiro digital permite a experimentação de vários perfumes em sequência, sem confundir o cérebro.

Patenteado em vários países, o aparelho representará uma revolução no setor varejista e de venda direta de cosméticos. Além de ser mais sustentável ao substituir os tradicionais testadores e amostras, a tecnologia de cheiro digital representa uma inovação na forma dos consumidores se conectarem com as marcas e experimentarem as fragrâncias. Por causa da conectividade com smartphones, por exemplo, os clientes podem acessar vídeos e música que expliquem o conceito do produto que está sendo experimentado.

Para as empresas implementando o uso do MultiScent 20, ele representa ainda uma oportunidade de aprender mais sobre as preferências do consumidor, através de análises de Big Data e Data Science, já que permite coletar dados de navegação, experimentação e compra.

Nesse momento de pandemia, esse formato de experimentação de fragrâncias também representa uma forma mais segura devido ao fato de o aparelho emitir um cheiro seco, o que permite que o consumidor possa permanecer de máscara. Além disso, após o uso o dispositivo pode ser higienizado com álcool 70%.

O MultiScent 20 chegará ao mercado pela Natura, uma das maiores empresas do mundo de perfumaria e cosméticos e a líder no segmento de venda direta com mais de 1,2 milhão de consultoras de beleza só no Brasil.

De acordo com a Natura, o MultiScent 20 representa a oportunidade de acelerar a transformação digital dos canais da empresa e chegará ao varejo e para as consultoras de beleza até o final de 2020, no Brasil e América Latina.

Outro ponto citado pela gigante para justificar a aquisição da tecnologia foi a liderança feminina que a startup Noar possui. A Natura é uma empresa que possui em seus pilares valores como inovação, sustentabilidade e diversidade.

“É um orgulho muito grande fazer parte de um projeto como esse e receber o apoio de empresas importantes. Eu sempre encarei a Noar e o desenvolvimento da tecnologia de cheiro digital como um sonho e lutei para realizá-lo. Perceber que tudo valeu a pena e que nós podemos começar a gerar mudanças concretas na vida das pessoas é muito gratificante”, finaliza Cláudia Galvão.

 

 

Startup lança degustação virtual de vinhos inédita no Brasil

A paranaense “Talk Wine” promete levar às famílias de todo o Brasil o melhor da bebida por meio de experiências online que incluem entretenimento, música, cinema e gastronomia. Meta dos empreendedores é reunir mil participantes em uma única degustação.

Com a pandemia provocada pelo Covid-19, os brasileiros precisaram mudar completamente suas rotinas em casa e no trabalho e também ficaram privados de opções de lazer e entretenimento por conta do isolamento social. E foi justamente nesse cenário de crise e restrições que dois empresários paranaenses enxergaram uma oportunidade de negócio. Ancorados no tripé tecnologia, logística e vinho, criaram a startup “Talk Wine”, primeira plataforma brasileira de degustação virtual em larga escala. A expectativa é reunir até mil pessoas, de diferentes regiões do País, a cada encontro.

Funciona da seguinte maneira: o consumidor acessa o site da Talk Wine; escolhe a degustação virtual com a qual mais se identifica (há datas e temáticas diferentes) e compra o passaporte; recebe em casa o kit com dois vinhos, cardápio de receitas para harmonização e dicas para aproveitar ao máximo a participação. No dia e hora programados, basta acessar a live e vivenciar a experiência pela smart TV, tablet ou smartphone. Tudo no conforto e segurança do lar e na companhia dos familiares. E se quiser rever a degustação, também é possível: as transmissões são ao vivo mas permanecem gravadas, permitindo que se assista quantas vezes quiser.

“A proposta da Talk Wine é de ir além da tão falada democratização do vinho e levar o melhor deste universo, em apenas um clique, para qualquer cidade do Brasil. Estamos investindo em tecnologia para desenvolver uma plataforma online de fácil navegação, segura e intuitiva na hora da compra. Trabalhamos, também, para desenvolver uma logística eficiente que garanta a distribuição dos kits no tempo necessário. Um produto amigável, escalável e acessível”, adianta o cofundador André Barros.

O empreendedor conta ainda que foi dada especial atenção à escolha de quem vai levar as experiências até a casa dos clientes. “Vamos aproximar os amantes da bebida e a próxima geração de apreciadores por meio de experiências surpreendentes que unem vinho, entretenimento, música, cinema e gastronomia. Além disso, estamos fechando parcerias com profissionais de renome na cena nacional e internacional”, destaca o também fundador da Talk Wine, José Roberto Mattos.

Lives

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Marcelo Copello, um dos principais formadores de opinião da indústria do vinho no País, com expressiva carreira internacional e seis livros publicados, em português, espanhol e inglês, premiados no Brasil e exterior, é a principal aposta da startup. As experiências de estreia do negócio, com os temas Portugal e Vinho & Cinema, têm curadoria e serão conduzidas pelo jornalista – que promete enriquecer ainda mais as lives da Talk Wine convidando sommeliers, enólogos, músicos e chefs de cozinha.

Um curso de iniciação também já estão na programação de Copello. Outros nomes de destaque no País também já assinaram como palestrantes da Talk Wine: Jorge Lucki (especialista formado pela Academie du Vin de Paris), Suzana Barelli (jornalista e profunda conhecedora da bebida) e Gabi Frizon (empreendedora e sommelière).

Mercado

vinhos

Em países como Portugal cada pessoa consome, em média, 62 litros de vinho por ano. França e Itália ocupam a segunda e terceira colocação, com 50 e 44 litros, respectivamente. No Brasil, em 2019, a média ficou em 2,13 litros de vinho por habitante. Ainda que tímido se comparado a outras nações, o consumo nacional vem crescendo. Dados do ranking da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), apontam que já ocupamos o 17º lugar na lista dos maiores consumidores.

Copello lembra que, apenas 30 milhões de brasileiros consomem vinho ao menos uma vez por mês, considerando um total de 180 milhões com mais de 18 anos. “Nossa relação com a bebida é recente, ela vem se popularizando desde os anos 90. Ou seja, há um universo gigante de novos apreciadores a ser explorado pela Talk Wine”, diz.

Ainda segundo o especialista, o brasileiro tem uma relação de medo e fascínio quando o assunto é vinho. “Muitas pessoas acham que é uma falta grave não conhecer profundamente a bebida, e isso é um erro. Nossa missão é desfazer tal sentimento. Não é preciso ser um estudioso para apreciá-lo. Vou mostrar nas experiências da Talk Wine que a degustação pode ser um entretenimento agradável e democrático, uma viagem cultural única. Vamos reunir o Brasil online para tomar vinho”, ressalta Copello.

Passaportes

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Além dos passaportes, que custam a partir de R$ 400,00, a plataforma Talk Wine terá, na primeira fase do negócio, conteúdo exclusivo gratuito, um e-commerce e cartão-presente virtual. “Também está nos nossos planos, ainda para 2020, o lançamento de infoprodutos, como cursos online e livros virtuais, e a criação de um clube de assinaturas, além de soluções corporativas”, finaliza Mattos.

Informações: Talk Wine

Neste Dia Mundial do Hambúrguer, saiba quais são os mais famosos do mundo

Criado em Hamburgo e modificado pelos norte-americanos, a carne virou febre no Brasil e se tornou a nova paixão nacional.

Uma das carnes mais saborosas está sendo celebrada nesta quinta-feira (28), quando se comemora o Dia Mundial do Hambúrguer. Popularizado em todo o planeta após a Primeira Guerra Mundial, período em que o prato começou a aparecer frequentemente em revistas e quadrinhos norte-americanos, a carne vem ganhando destaque também nos pratos brasileiros. Segundo dados do Instituto Gastronômico das Américas (IGA), o consumo de hambúrguer no Brasil cresceu 575% entre 1994 e 2014.

Com a moda das hamburguerias, a Associação Brasileira de Franchising (ABF) registrou em 2017 um crescimento de 30% deste setor, que movimentou R$ 650 milhões entre as milhares de franquias destinadas ao alimento. Com as opções gourmets, que inovaram e conseguiram conquistar uma base fiel de consumidores veganos, o hambúrguer tem atraído entusiastas que almejam criar suas próprias versões deste famoso prato.

Em São Paulo, por exemplo, o crescimento deste setor motivou a abertura do primeiro empório do Brasil especializado exclusivamente em vender ingredientes e utensílios para o preparo da carne. Ele foi inaugurado em 2018 e pode ser encontrado no bairro do Itaim Bibi. Para comemorar a data, o OiMenu, startup de cardápios digitais, levantou os sete pratos com hambúrguer mais famosos em todo o mundo. Confira:

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Fonte: OiMenu

Startup de vinhos aposta em tecnologia Bag-In-Box para impulsionar consumo da bebida

Fabenne inova com embalagem eco friendly, que preserva qualidade do produto por um mês e disponibiliza para venda online os vinhos tintos, brancos e rosé

“O vinho da casa e de todo dia”. É com esse posicionamento que os empreendedores Adriano Santucci, Arthur Garutti e Thiago Santucci fundaram em 2017, a Fabenne : primeira startup de vinhos brasileira a oferecer a bebida com tecnologia bag-in-box, eco friendly, fácil de manusear e que pode ser adquirida pelos amantes da bebida por um preço acessível.

Em parceria com a cooperativa Vinícola São João, eles desenvolveram a embalagem ecológica que contém três litros de vinho e preserva a qualidade do produto por até um mês depois de aberto. Hoje, a empresa disponibiliza três varietais: Cabernet Sauvignon (tinto), Moscato Giallo (branco) e Rosé (com uvas Malvasia e Cabernet Sauvignon).

Ainda pouco conhecida no Brasil, a tecnologia bag-in-box é uma realidade em países como EUA, França, Portugal e Austrália, por exemplo. As principais vantagens desse formato são a manutenção da qualidade do vinho por até 30 dias depois de aberto, além de uma excelente relação custo e benefício.

“O vinho em caixa chega a ser 50% mais econômico do que vinhos finos em garrafa da mesma qualidade. Queremos mostrar ao brasileiro que vinho é uma bebida para ser consumida no dia-a-dia e que não é preciso regras ou ocasião para aproveitar um copo ou uma boa taça de Fabenne”, explica o CEO e cofundador da startup, Adriano Santucci.

O formato bag-in-box conserva o vinho a vácuo, o que garante a qualidade dias depois de aberto. Apenas uma caixa de Fabenne equivale o que corresponde há 4 garrafas de vinho ou 20 taças da bebida. A “caixinha” facilita todo o processo de manuseio e armazenagem do produto, por não envolver vidro, oferece economia em valor e tempo de serviço para o consumidor.

Para além da taça, os especialistas da empresa recomendam o consumo da bebida em drinks, como uma releitura com vinho tinto da conhecida Sangria e também como ingredientes de pratos – eles indicam especialmente o Risoto Al Funghi e o Bovette ao Ragu de Bovino. O serviço da Fabenne conta com uma equipe de consultores, chefs e bartenders que dão dicas de preparo de refeições, harmonizações e receitas de coquetéis.

fabenne

As bebidas estão disponíveis para compras online com descontos de até 20% no site da marca e também na Amazon, uma das principais plataformas de varejo do mundo.

Sobre a Fabenne:

A Fabenne é a primeira startup de vinhos a oferecer a bebida com tecnologia bag-in-box, eco friendly, fácil de manusear por não conter vidro e preserva a qualidade do produto por até um mês depois de aberto. Além disso, cada caixinha contém 3 litros, o que equivale a quatro garrafas convencionais ou 20 taças. São três opções do produto nas versões tinto (Cabernet Sauvignon), branco (Moscato) e Rose (Malvasia e Cabernet Sauvignon) vendidas via e-commerce da marca. Acesse fabenne.com e saiba mais.

Como combater o sedentarismo em tempos de pandemia?*

A vontade de mudar de vida para melhorar a saúde está sempre na lista de meta da maioria das pessoas. E agora, com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a situação ficou desafiadora. O problema é que, muitas vezes, se exercitar e cuidar da alimentação ficava em segundo plano, por conta da correria e dos obstáculos que enfrentamos no dia a dia – como trânsito, trabalho, estresse, entre outros.

Mas, em período de quarentena, o desafio é fazer atividades físicas dentro de casa. Para se ter uma ideia, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) , quase metade da população brasileira (47%) não pratica o mínimo de exercícios para manter o corpo saudável – o recomendado pela instituição é cerca 150 minutos por semana. Diante desse panorama, o país lidera o ranking de sedentarismo na América Latina e é o 5º mais sedentário do mundo.

Mesmo com este cenário não tão positivo, o mercado de atividades físicas segue em crescimento e, com o fechamento das academias de ginásticas, a população precisa encontrar formas de se exercitar em casa, com ajuda de vídeo aulas de profissionais que podemos encontrar na internet. Outra opção é usar dispositivos como gadgets esportivos para auxiliar com informações importantes sobre o treino. Hoje, já existem vários modelos no mercado.

Para ajudar as pessoas a não perderem o foco e não deixarem a saúde de lado durante a quarentena, abaixo, listo algumas dicas para uma melhor prática da atividade física em casa:

mulher dormindo quarto escuro

Tenha uma boa noite de sono: assim como praticar atividades físicas com frequência, manter uma boa rotina de sono contribui muito para uma boa saúde, pois auxilia na diminuição do estresse, da ansiedade e é fundamental no processo de recuperação do corpo pós-exercícios, ainda mais em época de quarentena. Minhas dicas são: procurar técnicas de meditação e relaxamento ao final do dia, combinar consigo um horário para se desligar dos eletrônicos e claro, atividade física sempre. Sono também se melhora com disciplina.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

Aposte em diversas modalidades: em tempos de quarentena não é possível fazer aeróbico e musculação nas academias, mas mesmo quando estamos com a rotina normal, nem sempre todas as pessoas gostam dessas atividades A atividade física é muito mais efetiva quando é prazerosa a quem pratica. Como estamos passando muito tempo em casa, podemos aproveitar o momento para descobrir uma nova paixão no esporte. Pratique um pouco de yoga, pilates, ballet, luta, sempre com moderação e respeitando os seus limites, quem sabe assim você não descobre uma nova paixão.

exercicio em casa

Motivação e responsabilidade: nem sempre temos disposição para malhar, ainda mais nesse momento em que não temos aquele amigo para incentivar, pelo menos presencialmente. É importante pensarmos que precisamos nos manter ativos nos exercícios, para não ficarmos ansiosos, em pânico ou depressivos. A atividade física, além de proporcionar felicidade, também ajuda na imunidade do corpo, tudo o que precisamos no momento. Tenha foco e inclua os exercícios nas suas atividades diárias. Por isso, não pare, adapte-se!

*Tomás Camargos é sócio-fundador da VIK, startup que oferece um programa de saúde gamificado para empresas

Startup oferece linha de crédito para incentivar empreendedorismo feminino no país

Além de crédito, mulheres apoiadas pela startup poderão fazer parte do programa de parceiros de cartão multi benefícios

O cartão Descompplica acaba de lançar mais uma modalidade, o Descompplica Transforma, programa de liberação de crédito para incentivar o empreendedorismo feminino no Brasil. Segundo a startup, 43% dos negócios do país são conduzidos por mulheres e a ideia é aumentar ainda mais esse número por meio do programa, já que mais da metade dos parceiros comerciais da startup também são mulheres.

“Nosso objetivo é encorajar, motivar, capacitar e empoderar mulheres a criarem seus negócios no Brasil. Hoje mais de 70% dos nossos parceiros comerciais são mulheres e queremos dar total apoio a elas, mostrando que é possível conciliar vida pessoal, profissional e ainda movimentar a economia”, explica Raissa Urbano, fundadora e CEO da Descompplica.

Uma das frentes do projeto é fornecer linha de crédito para mulheres que desejam criar o próprio negócio, além disso, cada mulher apoiada poderá fazer parte da rede de parceiros do cartão, ou seja, algo que facilitará na prospecção de clientes e divulgação do negócio/serviço escolhido por ela.

mulher trabalho empreendedora nasirkhan-morguefile

A taxa de juros do microcrédito é de 8% ao ano e 24 meses de carência. A ideia é realizar parcerias com órgãos que possam baratear ainda mais as taxas do empréstimo.

“Estamos realizando parcerias com órgãos internacionais para facilitar o microcrédito e baratear ainda mais a taxa de juros. Nossas mulheres empreendedoras também farão parte da rede de parceiros do cartão, onde o usuário poderá procurá-la para utilizar nossos serviços e ela ainda será comissionada por isso”, explica Raissa.

Empreendedorismo feminino no cartão Descompplica: uma história de sucesso

Raissa é advogada e trabalhou durante muito tempo no ramo de incorporação imobiliária. Não se sentia completa na área e via que precisava explorar mais sua vontade em ajudar outras pessoas. Foi então que criou a Descompplica, uma fintech/startup focada na classe C.

Foram investidos cerca de R$ 10 milhões de reais na criação da startup, onde seu produto principal é um cartão multibenefícios que além de ser conta digital e cartão de crédito, também integra outros serviços para uso em mais de 30 mil estabelecimentos conveniados, sendo supermercados, farmácias, academias, escolas, hospitais e entre outros

“Nosso objetivo é facilitar qualquer tipo de serviço utilizado pelo cidadão brasileiro, principalmente o da classe C, que ainda não possuem familiaridade com o digital, eles até usam um serviço outro, mas são carentes de auxílio. Esse será um produto digital com atendimento presencial focado em descomplicar a vida das pessoas, ou seja, um canal de integração de serviços que permitirá experiência digital e física ao mesmo tempo”, conta Raissa.

empreendedorismo moda mulher trabalho

Hoje, a Descompplica já possui mais de 13 mil usuários cadastrados, mais de 40 mil estabelecimentos parceiros parceiros em Brasília, Minas Gerais, Goiás, Sergipe, Pernambuco e São Paulo, e 20 mil em processo de credenciamento, além de 23 subdivisões, sendo a Descompplica Transforma uma delas. Para este ano, a startup espera crescer em 50% e ampliar sua atuação para todo o Brasil.

Sobre a Descompplica

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A Descompplica é uma startup/fintech omnichannel que integra serviços rotineiros do cidadão brasileiro a um só cartão. Fundada em 2018, a Descompplica já possui mais de 10 mil usuários cadastrados e 30 mil estabelecimentos parceiros, entre eles, supermercados, hospitais, clínicas, academias. O grande diferencial do serviço é a mesma utilização para diversos fins, inclusive para solicitar empréstimos e cartão de crédito. Além disso, conta com postos de atendimentos espalhados por todo o país. Atualmente está disponível em Sergipe, Minas Gerais, Distrito Federal e São Paulo.

Informações: Descompplica

Startup feminina lança releitura de vinhos Jerez

Os vinhos jerez* da próxima geração acabam de chegar ao Brasil. A Portus Cale anuncia o lançamento da Xeco Wines (se pronuncia ‘zecko’), uma startup inglesa criada por mulheres que imprimiu perfil contemporâneo ao famoso vinho espanhol jerez. Geladinho como aperitivo, misturado com tônica ou em um coquetel, os vinhos xeco se adaptam a qualquer humor e a qualquer hora do dia, como definem as criadoras da marca Beanie Geraedts-Espey, Alexa Davies e Polly Aylwin-Foster (foto).

“A ideia foi ‘tirar o Jerez do armário’ e incorporar sua personalidade a coquetéis frescos e drinks modernos a partir desse famoso vinho licoroso”, resume Karene Vilela, sócia da Portus Cale. Para produzir os vinhos Xeco, Alexa, Beanie e Polly se juntaram à Diez Merito, uma bodega espanhola fundada em 1876. A partir dessa união nasceram os rótulos Xeco Fino e Xeco Amontillado.

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O branco Xeco Fino é produzido com uvas Palomino e combina com qualquer tipo de comida e ocasião: sushi em um restaurante elegante ou acompanhando o combo sofá + séries. Rico e docinho no nariz, o Xeco Amontillado tem tonalidade âmbar e deve sempre ser bebido gelado. Pode ser puro ou em uma versão Monti Manhattan. “Os Xeco Wines possibilitam a criação de inúmeras bebidas diferentes. Não há regras. A criatividade pode correr solta a partir do momento em que a garrafa for aberta”, finaliza Karene.

As ilustrações dos rótulos trazem pares espanhóis e ingleses famosíssimos, como Cervantes & Shakespeare e Catherine of Aragon & Henry VIII. A inspiração veio da paixão dos dois países pelo jerez, que se expressa na recriação da bebida espanhola pelas mãos das três inglesas.

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*Jerez, Sherry ou Xerez são vinhos fortificados produzidos unicamente na região de Jerez De La Frontera, na Andaluzia, sul da Espanha.

Informações: Portus Cale

Quatro dicas para aliar alimentação e energia no trabalho

Os hábitos alimentares têm um papel central nas questões de saúde, em particular em relação a riscos a longo prazo de doenças cardiovasculares. No entanto, no curto prazo, o estilo de alimentação também impacta o nível de energia ao longo do dia de trabalho, a capacidade de concentração e a qualidade de vida.

Para garantir o nível de energia necessário no trabalho e nos outros momentos do cotidiano, Armelle Champetier, diretora da Yogist Brasil, startup que desenvolve um método exclusivo de Yoga Corporativo, traz algumas dicas:

Cuide da digestão

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Uma boa digestão é a garantia de uma boa saúde. O que você come influencia no nível de energia, no humor, no sono, nas dores e até na criatividade. Intestinos congestionados e gases podem causar dores nas costas, deixando a pessoa irritada.

Alguns exemplos de boas práticas:
– Ao acordar, antes de comer qualquer coisa, ajude o corpo a eliminar as toxinas, tomando um copo de água morna com meio limão espremido;
– À noite, fuja dos pratos pesados e dos legumes crus. Privilegie os alimentos cozidos e de fácil digestão.

Evite alimentos com glicemia elevada

mulher comendo chocolate

Ao ingerir alimentos ricos em açúcar – ou de alto nível de glicemia -, o nível de açúcar no sangue sobe de repente. Em resposta, o pâncreas – responsável pelo regulamento do sangue no organismo – libera doses altas de insulina, diminuindo rapidamente o nível de açúcar no sangue, além do nível normal. O resultado é uma queda na concentração, cansaço, sono e vontade de consumir mais açúcar.

Na medida do possível, fique longe de alimentos, como: farinhas e cereais “refinados” (pão branco, arroz e massa não integral), produtos industriais (bolachas, balas, bolos…), refrigerantes, açúcar adicionado (em sucos, café…).

Coma quando realmente precisa

mulher comendo macarrão

Além de diminuir o consumo de alimentos (bom para o seu bolso, e para o planeta!), deixar de comer em excesso reduz as inflamações, melhora a digestão, diminui as toxinas no corpo e aumenta o nível de energia.

Saber diferenciar a fome e a vontade de comer é crucial. Evite, na medida do possível, comer sob efeito do estresse, ou de fazer da comida a recompensa sistemática do esforço ou uma fonte de reconforto no fim de um longo dia.

Veja algumas situações em que essa dica entra em jogo:

banana

Perto da hora do almoço, no trabalho: fique atento aos sinais de fome do seu corpo e não coma porque “deu o horário”, e também não espere estar esfomeado para almoçar (isso aumenta o risco de você se jogar em qualquer comida que tiver na sua frente).

Se você é daqueles que sentem fome ao longo do dia, tenha sempre um lanche saudável (uma banana, uma porção de castanhas) para degustar às 11 horas da manhã ou das 4 da tarde. Não é porque está com “muita fome” que precisa comer “muito”!

Posturas que facilitam a digestão

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As posturas de torsão, onde o eixo do busto fica perpendicular ao eixo inferior do corpo, servem para torcer os músculos da coluna vertebral, mas também para incentivar a digestão: na torsão, a pessoa comprime os órgãos responsáveis pela digestão, como se fosse uma massagem. Dessa forma, o fluxo sanguíneo na direção do fígado está estimulado e a digestão fica mais suave.

Mas, cuidado! Pratique de barriga vazia, ou, pelo menos, duas horas depois da última refeição.

Sobre a Yogist:

Fundada na França, em 2015, a Yogist tem o objetivo de levar o yoga às empresas, com foco na saúde e bem-estar das equipes, combatendo o estresse no trabalho e os distúrbios osteomusculares. A empresa desenvolveu um método exclusivo que pode ser praticado em qualquer ambiente, sem vestuário ou materiais específicos, sem movimentos difíceis ou identificação com símbolos esotéricos. A filial brasileira é a primeira fora da França.