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Natura Una Delineador Matte Peel Off: tecnologia de fácil remoção e aplicador extrafino

Com tecnologias inovadoras de alta performance, o lançamento possibilita traços precisos e práticos e remoção em poucos segundos

Junte o realce do olhar à vontade de ousar com o novo Delineador Matte Peel Off de Natura Una. Integrando uma das categorias de produtos de maquiagem que mais geram medo de errar na hora da aplicação, o lançamento descomplica essa etapa. Ele possui inovadora tecnologia de remoção peel off e aplicador extrafino em fibra que proporciona uma aplicação precisa e suave, possibilitando traços finos e práticos.

Com acabamento matte de longa duração, ainda garante praticidade e um olhar realçado por muito mais tempo. Além de um pigmento intenso preto de origem vegetal que promove ultra pigmentação, graças à tecnologia de partículas.

A tecnologia peel off permite que o delineador seja facilmente removido, como um adesivo, quando umedecido com água. O processo de remoção é simples:

  1. Umedeça a pálpebra com um pouco de água e, após alguns segundos, puxe a pontinha do delineado com os dedos.
  2. Continue puxando toda a extensão do traço.

Sofisticado e de alta performance, o Delineador Peel Off de Natura Una é vegano, valorizando a beleza natural enquanto também cuida do meio ambiente.

Feito para unir o realce do olhar à vontade de ousar, o item conta com aplicador extrafino de fibra que garante aplicação precisa e suave com fórmula peel off, facilmente removível, como um adesivo. Possui acabamento matte de longa duração e tecnologia de partículas que proporciona ultrapigmentação.

Natura UNA Delineador Matte Peel Off Una (R$ 59,90 – 3 ml)

Onde encontrar: os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as consultoras, por meio do e-commerce, do app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”.

O velho cérebro diante do mundo moderno: como fica a saúde mental nos tempos atuais?

Entenda como enfrentar desafios pessoais e profissionais sem perder qualidade de vida no lançamento do neurologista e escritor best-seller Leandro Teles

Depressão, ansiedade, pânico, insônia, falta de energia e de tempo, burnout, fadiga da decisão… sintomas e doenças como essas derivam das reações primitivas do cérebro humano diante a contemporaneidade. O estudo do neurologista e escritor best-seller Leandro Teles, e tudo que é preciso saber para cuidar da saúde mental nos tempos modernos, está no lançamento Os Novos Desafios do Cérebro, publicado pela Editora Alaúde.

Diferente de outras produções direcionadas ao público especializado, a obra de Leandro é destinada para todos que sentem as dores na vida moderna na prática. O neurologista analisa nas 265 páginas as dificuldades de viver em uma era em que energia vital é sugada pelas tecnologias e revela como cuidar da saúde mental diante esse cenário.

“Mas será que temos que abdicar da modernidade? Devemos recuar no tempo e viver como antigamente? Minha resposta é não. Não acredito em um caminho de volta. Na verdade, o que precisamos é de um novo caminho de ida. Precisamos deixar a modernidade para trás e ser ultramodernos, almejar um tempo adiante do nosso, um tempo que valoriza o cérebro como o ativo mais nobre e raro que temos.” (Os desafios do cérebro, pág. 252)

Na obra, o autor apresenta ainda quais são os caminhos para enfrentar os males modernos e como lidar com os desafios da vida pessoal e profissional, cheios de prazos e expectativas. Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), também é autor de outras três obras: Antes que eu me esqueça (2016), o best-seller O cérebro ansioso (2018) e Depressão não é fraqueza (2019).

Sinopse

Quais são os caminhos para enfrentar os males modernos e ter mais qualidade de vida? Como lidar com os desafios da vida pessoal e profissional, com prazos e expectativas que nos parecem impossíveis de cumprir? Para responder essas e outras perguntas, o autor explica questões como ansiedade, depressão, burnout, pânico, fadiga da decisão, hiperatividade, insônia, criatividade, falta de energia e de tempo, estimulando a reflexão sobre o momento e nos incentivando a tomar a dianteira e fazer mudanças.

Sobre o autor

Leandro Teles é neurologista graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com especialização no Hospital das Clínicas (HC-FMUSP). É membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e também atua como palestrante e consultor em programas de TV, rádio e outros meios de comunicação, sempre disseminando conhecimentos e informações sobre saúde mental.

Título: Os novos desafios do cérebro
Autor: Leandro Teles
Editora: Alaúde
Páginas: 264 páginas
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 49,90
Para comprar, clique aqui

Avon lança filtro de Instagram para teste de batom

A marca buscou na tecnologia uma forma de transpor a pandemia e levar experimentação para seus consumidores

Atenta às tecnologias e inovação, a Avon lança filtro de Instagram para que consumidores possam experimentar o novo batom em bala Power Stay. A ferramenta, desenvolvida em parceria com a designer Camila Rech, possibilita que o internauta teste as dez cores disponíveis da nova linha em realidade virtual e faça a melhor escolha no momento da compra.

A jornada de aquisição de itens e serviços já estava passando por mudanças e tornando-se cada vez mais online. Com o aumento da digitalização, impulsionado pela pandemia, alguns desafios começavam a surgir e certas barreiras pareciam até intransponíveis, como testar produtos.

O filtro Batom PowerStay será mais uma forma da revendedora Avon apresentar a linha Power Stay, lançada no final de setembro, e um facilitador de vendas à distância, focando nas revendedoras e na venda pelo e-commerce da marca. A tecnologia está disponível no perfil oficial da marca no Instagram.

Para acessar o filtro, clique aqui.

Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce. SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Dia do Idoso: é possível auxiliar a distância um que more sozinho?

Hoje é o Dia do Idoso, aproveitando a data,  uma novidade que pode ajudar muita gente: dispositivo inteligente permite que família acompanhe, em tempo real, os acontecimentos de um senhor que vive sozinho

Fernando Coutinho, 89 anos, compõe o grupo de 15,1% da população acima de 60 anos que vive sozinho. Segundo a filha, Catarina Coutinho, ele não quer mudar de casa e nem quer pessoas morando com ele, pois ainda é lúcido, ativo e independente. “A gente explica que seria mais seguro ele ficar com um cuidador ou vir morar conosco, mas ele não quer e temos que respeitar as vontades dele”, explica.

Procurando alternativas para conseguir estar sempre próxima ao pai, mesmo não morando na mesma casa, e ter informações diárias sobre ele, Catarina buscava na internet soluções que poderiam ajudar nessa tarefa e acabou encontrando a HelpBox, dispositivo inteligente, que otimiza o atendimento à pessoa idosa , com monitoramento 24 por 7, por meio de Inteligência Artificial.

“Fazia dias que estava buscando algo que pudesse me auxiliar no cuidado diário e ao me deparar com a HelpBox, enxerguei que era uma opção viável, interativa, de fácil acesso e por um preço que cabia no bolso. Pesquisei mais um pouco, para ter certeza, e fechei. Não me arrependo nem um pouco da decisão”, afirma Catarina.

A HelpBox é um conjunto de equipamentos que inclui uma caixa de resposta por voz e uma pulseira inteligente que permite o acompanhamento das atividades dos idosos em tempo real. Com fácil instalação e manuseio intuitivo, o senhor Fernando aprendeu rapidinho como colocar a pulseira, como se comunicar com a caixa e, também, como manusear os dois dispositivos.

Além de ter uma interação em tempo real com o idoso, a HelpBox também oferece um aplicativo, que permite a Catarina acompanhar, em tempo real, o que acontece com seu pai. “Com a visibilidade dos relatórios semanais que a empresa nos passa e, também, com o aplicativo, tenho a sensação que estou muito mais próxima dele e que ele está sendo muito bem cuidado, sem perder a independência que tanto ama”, comenta. “Eu descobri, com a ajuda da tecnologia, que ele andava dormindo muito tarde e eu não saberia dessa informação antes, pois ele não me contaria. Como toda filha, já peguei no pé dele”, afirma rindo.

Auxílio no Cuidado

O sistema da HelpBox é o único com monitoramento em tempo real, respeitando a privacidade e autonomia do idoso. Ele identifica se o paciente estiver muito agitado, realizar ou sofrer algum movimento brusco.

Ele também consegue analisar, em tempo real, a frequência cardíaca acima ou abaixo do esperado, medir a pressão para arterial garantindo o bem-estar do idoso e identificar se a pessoa saiu da normalidade aferindo se houve variações no seu histórico de atividade.

Para passar o máximo de informação possível para a família, o sistema também é capaz de mostrar a qualidade do sono, a temperatura corporal que ajuda a identificar doenças como, por exemplo, Covid-19, H1N1, influenza, entre outras e faz a medição do nível do oxigênio no sangue, visando identificar e prevenir doenças pulmonares.

Com o intuito de oferecer o melhor serviço e deixar a família despreocupada, o serviço de atendimento funciona 24 horas com monitoramento em tempo real. E, se algo acontecer com o paciente, o sistema consegue captar, mas o idoso também pode apertar o botão de emergência.

Situações de emergência

Hipertensão e diabetes são doenças que rodeiam a vida dos idosos e, com o senhor Coutinho não é diferente. Por conta delas, ele tem que tomar remédios todos os dias, mas, como qualquer pessoa, às vezes acaba esquecendo.

Em um dia que ele esqueceu, começou a se sentir tonto, se desequilibrou e acabou caindo. Por meio da identificação de atividade, que a pulseira inteligente consegue captar, a equipe da HelpBox percebeu que algo tinha acontecido com ele e entrou em contato, imediatamente.

Apesar da queda, ele estava lúcido e a equipe de atendimento conseguiu tranquilizá-lo enquanto ligava para a filha Catarina avisando do pequeno acidente. Ela, ao saber, se deslocou rapidamente à casa do pai para levá-lo ao hospital.

“Ele está bem, foi levado ao hospital, mas nada de grave. Apenas alguns hematomas no joelho. Mas, se não fosse a HelpBox, poderia ter sido bem pior, pois em nenhum momento ele acionou o botão de emergência, o sistema que identificou a queda por meio do aumento da frequência cardíaca e agiram rapidamente”, relata Catarina.

Após essa situação, a equipe da HelpBox implementou no sistema de inteligência artificial alguns comandos para lembrar Coutinho de tomar os seus remédios todos os dias e, assim, continuar ajudando a cuidar e prevenindo situações mais graves.

“Foi uma das melhores descobertas de 2020. Saber que tratam meu pai com carinho, que cuidam dele e dão toda atenção necessária é muito bom. Mas, melhor ainda é saber que ele está bem e vivendo com saúde e independência”, finaliza Catarina.

Sobre a HelpBox

A HelpBox é uma startup que fez a união entre conhecimentos de tecnologia e a área da saúde para ajudar a cuidar das pessoas. O objetivo da empresa é criar e desenvolver dispositivos inteligentes que otimizam o atendimento à pessoa idosa e, por meio da Inteligência Artificial, fornecer dados essenciais para a manutenção do cuidado e bem-estar do idoso.

Informações: HelpBox

Tecnologia permite provar perfumes pelo smartphone; Natura será primeira a oferecer

A tecnologia, que deixou de conseguir investidores pelo fato de a startup ser liderada por uma mulher, recebeu investimento de empresa líder nacional de embalagens de vidro e chega ao mercado por meio da maior representante de venda direta de cosméticos do mundo

Apesar da equalização ano a ano, a liderança nas startups brasileiras ainda é bastante desigual. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), dos mais de 12 mil negócios no país, apenas 15,7% possuem mulheres na posição de CEO ou diretora. Os outros 84,3% são liderados por homens.

Entre as razões para essa disparidade está a própria entrada das mulheres no mercado. Outro fator é que a maioria esmagadora das startups atua no setor de tecnologia, ou pelo menos utiliza uma solução tecnológica para solucionar algum tipo de problema. E, segundo uma pesquisa da Microsoft, no mercado de Tecnologia da Informação (TI) somente 25% dos cargos são ocupados por mulheres.

Mesmo com esse cenário, empresárias em todos os cantos do país seguem quebrando barreiras e revolucionando vários setores do mercado. Esse é o caso de Cláudia Galvão, empresária há quase 10 anos, que idealizou a startup de scent tech Noar, empreendimento responsável pela invenção da tecnologia de “cheiro digital”.

A solução, que a princípio atenderá o setor de cosméticos, chega ao mercado no final de 2020 e torna possível sentir cheiros a partir de um dispositivo digital de maneira intuitiva e sustentável.

Jornada e desafios

Foto: Flávio Rodrigues

Cláudia lembra que começou a empreender em 2011, quando criou a Ananse, uma empresa de delivery de fragrâncias. A empresa fornece microcápsulas de perfume para catálogos impressos de grandes marcas que atuam no país. Depois de alguns anos, ela afirma que começou a refletir sobre o futuro desse setor da economia.

“Eu ficava pensando que algumas marcas de venda direta até tinham a estratégia de migrarem das revistas impressas para o meio digital, muito mais sustentável, mas perderiam uma ferramenta de demonstração importante, que é a página perfumada. Percebi que cabia a nós oferecer uma solução para viabilizar essa mudança”.

Cláudia relata que começou a pensar em alternativas que resolvessem um problema e, ao mesmo tempo, pudessem gerar uma demanda. A ideia era tentar modificar o mercado, pensando em uma solução que não tivesse concorrentes, já que isso poderia tornar a ideia inviável comercialmente. Este processo de criação resultou no conceito de um dispositivo eletrônico que emite cheiros. Nascia assim, em 2015, a Noar e começavam os desafios para tornar realidade este projeto.

Cláudia diz que, apesar da ideia ser bastante inovadora, a dificuldade prática de construir um produto inovador, a dúvida de sócios e até possíveis clientes, quase colocaram o projeto em cheque.

“Não tínhamos muito dinheiro para investir, então, foi uma luta para conseguir achar uma linha certa de trabalho. Eu só consegui levar a ideia adiante porque lutei bastante e acreditava que as coisas realmente poderiam dar certo”, diz.

Depois de superar as dificuldades em relação ao planejamento do projeto, Cláudia chegou a passar por uma situação que escancara os obstáculos para as mulheres na liderança de empresas e principalmente startups.

“Eu cheguei a buscar investidores fora do Brasil, em dois ou três países diferentes. Em um desses lugares, descobri que uma das alegações para que o projeto do cheiro digital não tivesse sido selecionado para receber investimentos, era que uma empresa liderada por uma CEO mulher não passava muita confiança. Foi um choque, porque além dos desafios profissionais eu também tive que lidar com o preconceito”, conta.

Parceria e investimentos

No ano passado, depois de cinco anos de desenvolvimento, o produto finalmente estava pronto e era hora de encontrar um investidor para conseguir fabricá-lo. No início de 2020 a Noar recebeu aporte da empresa líder nacional e uma das maiores fabricantes de embalagens de vidro para o segmento de perfumaria e cosméticos no mundo, o Grupo Wheaton.

“Assim como a Cláudia, a Wheaton enxergou na solução tecnológica do cheiro digital da Noar uma oportunidade de revolucionar em âmbito mundial tanto o mercado de venda direta, quanto o varejista de cosméticos”, destaca Renato Massara Júnior, diretor Comercial e de Marketing da Wheaton.

A fabricante de embalagens de vidro investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento de produtos com foco no mercado internacional e a parceria com a Noar chega alinhada com este objetivo de internacionalização da empresa.

“A Wheaton foi visionária ao acreditar no projeto e a parceria nos trouxe o suporte de uma empresa com grande tradição no mercado. Além disso, temos valores em comum, como o foco em inovação e a preocupação com a sustentabilidade”, diz Cláudia Galvão.

Equipamento revolucionário e entrada no mercado com a Natura

Foto: Flávio Rodrigues

Dentro do portfólio de produtos da Noar que utilizam a tecnologia de cheiro digital, o primeiro a ser lançado no mercado é o MultiScent 20, um demonstrador digital de fragrâncias operado por meio de um aplicativo.

O device permite a experimentação de 20 fragrâncias diferentes, sendo que cada uma pode ser disparada 100 vezes. Depois de 100 disparos o cartucho do aparelho deve ser trocado. O acesso ao catálogo de produtos é feito por meio do escaneamento do QR Code que fica localizado no MultiScent 20.

Acionado por meio de um aplicativo, o dispositivo libera a fragrância usando uma tecnologia de “ar seco”, que não deixa resíduos de perfume seja no ar, no demonstrador ou no usuário. Sendo assim, o cheiro digital permite a experimentação de vários perfumes em sequência, sem confundir o cérebro.

Patenteado em vários países, o aparelho representará uma revolução no setor varejista e de venda direta de cosméticos. Além de ser mais sustentável ao substituir os tradicionais testadores e amostras, a tecnologia de cheiro digital representa uma inovação na forma dos consumidores se conectarem com as marcas e experimentarem as fragrâncias. Por causa da conectividade com smartphones, por exemplo, os clientes podem acessar vídeos e música que expliquem o conceito do produto que está sendo experimentado.

Para as empresas implementando o uso do MultiScent 20, ele representa ainda uma oportunidade de aprender mais sobre as preferências do consumidor, através de análises de Big Data e Data Science, já que permite coletar dados de navegação, experimentação e compra.

Nesse momento de pandemia, esse formato de experimentação de fragrâncias também representa uma forma mais segura devido ao fato de o aparelho emitir um cheiro seco, o que permite que o consumidor possa permanecer de máscara. Além disso, após o uso o dispositivo pode ser higienizado com álcool 70%.

O MultiScent 20 chegará ao mercado pela Natura, uma das maiores empresas do mundo de perfumaria e cosméticos e a líder no segmento de venda direta com mais de 1,2 milhão de consultoras de beleza só no Brasil.

De acordo com a Natura, o MultiScent 20 representa a oportunidade de acelerar a transformação digital dos canais da empresa e chegará ao varejo e para as consultoras de beleza até o final de 2020, no Brasil e América Latina.

Outro ponto citado pela gigante para justificar a aquisição da tecnologia foi a liderança feminina que a startup Noar possui. A Natura é uma empresa que possui em seus pilares valores como inovação, sustentabilidade e diversidade.

“É um orgulho muito grande fazer parte de um projeto como esse e receber o apoio de empresas importantes. Eu sempre encarei a Noar e o desenvolvimento da tecnologia de cheiro digital como um sonho e lutei para realizá-lo. Perceber que tudo valeu a pena e que nós podemos começar a gerar mudanças concretas na vida das pessoas é muito gratificante”, finaliza Cláudia Galvão.

 

 

Adolescência e tecnologia: como e quando impor limites

Muitos pais têm dúvidas quanto ao momento e a forma correta de impor limites saudáveis na relação entre seus filhos e o uso dos aparelhos eletrônicos

Eles já nasceram em meio à tecnologia. Diferentemente de seus pais, que viveram boa parte de suas vidas num mundo analógico, os adolescentes de hoje não sabem o que é um mundo sem aparelhos eletrônicos, sem Internet e sem a virtualidade. Diante disso, muitos pais, muitas vezes, ficam em dúvida quanto a estabelecer um limite saudável para o uso de aparelhos tecnológicos, justamente porque ali, naquele aparelho, se fundem tanto vida pessoal quanto escolar, especialmente neste momento de distanciamento social.

menina adolescente celular

As orientadoras de Ensino Fundamental do Colégio Presbiteriano Mackenzie Tamboré – Internacional, Telma Portugal Pereira e Debora R. R. Hochheim, consideram que a tecnologia chegou para ficar e modificou as relações humanas em todas as esferas, inclusive, ou principalmente, na família, podendo afastar ou aproximar pais e filhos, dependendo do vínculo que se estabeleceu desde cedo entre eles.

Para elas, ao chegar à adolescência, filhos e pais passam a se enxergar de forma diferente, com ou sem a presença da tecnologia. Ainda assim, em todas as áreas de atuação do filho adolescente, os pais devem cuidar, observando seu desempenho e posturas, seja em meio à presença da tecnologia ou não.

Os pais devem observar tempo e conteúdo dos acessos. E esse limite, segundo elas, deve ser imposto bem antes que o filho chegue à adolescência. As orientadoras ressaltam que pais com autoridade conseguem manter os filhos em segurança em todos os aspectos, inclusive no mundo virtual.

Débora e Telma alertam aos pais que um sinal amarelo de que o adolescente possa estar ultrapassando os limites saudáveis de uso da tecnologia é quando ele deixa de participar de atividades importantes para o seu desenvolvimento, como convívio familiar e com amigos, responsabilidades escolares, etc. De acordo com elas, caso isso aconteça, é extremamente importante que os pais cumpram seu papel de responsáveis.

Quando o diálogo é construído no decorrer da educação, quando os próprios pais sabem ouvir e falar, quando dão exemplo, mais do que ditam o que deve ser feito, o embate acontece de forma adequada. As educadoras advertem que não é necessário evitar todo o embate na educação dos filhos, mas é imprescindível que eles entendam que os pais são os responsáveis por eles. É importante que sejam firmes nas decisões a tomar com seus filhos e que discutam entre si o que acham melhor para eles.

mulheres usando celular smartphone

Telma e Débora argumentam que o papel da escola nesse controle é o de alertar e orientar os alunos, assim como as famílias, oferecendo oportunidades de reflexão sobre o assunto, por meio de palestras ou até contato individual com os responsáveis ao perceber inadequação do comportamento do aluno, como sono em aula, baixa produção acadêmica, dificuldades no relacionamento com seus pares.

Fonte: Colégio Presbiteriano Mackenzie Tamboré – Internacional

 

Mulheres na Tecnologia: até quando seremos vistas como um peixe fora d’água?*

Augusta Ada King, Mary Kenneth Keller e Katherine Johnson. Reconhece alguns desses nomes? Augusta foi a primeira programadora da história. Mary, a primeira mulher a receber um diploma de pós-graduação em computação. Já Katherine Johnson foi uma das funcionárias da Nasa que contribuiu para o projeto de lançamento do astronauta John Glenn para o espaço, em 1962 – a história é contada no filme “Estrelas Além do Tempo” (2016). Estas três mulheres fizeram história no segmento de tecnologia, mas não recebem o mesmo nível de reconhecimento que outros profissionais com feitos tão importantes quanto os delas, mas com uma diferença: são homens.

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Augusta Ada King ou Ada Lovelace

Dados mais recentes mostram a disparidade entre homens e mulheres no setor de TI. Nas empresas do Vale do Silício (EUA), por exemplo, símbolos dos maiores avanços tecnológicos dos últimos anos, apenas 11% dos cargos executivos são ocupados por mulheres. Em companhias como Google, Facebook, Twitter e Apple, as mulheres compõem apenas 30% do quadro de colaboradores. Nossa realidade no Brasil também não é nada animadora: aqui, essas profissionais ocupam apenas 25% dos empregos em TI.

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Mary Kenneth Keller/Pinterest

A conta não fecha desde a faculdade. Nas salas de aula, era comum conviver com grupos formados em sua maioria por homens. Mas, no ambiente profissional, sente-se ainda mais a falta de mulheres. Os obstáculos são diversos. Durante reuniões e apresentações, as mulheres têm muito mais dificuldade de serem ouvidas que os homens. Nossas ideias são menos levadas em consideração que as deles. Isso sem falar nos assédios, em sermos reduzidas a nossa aparência ou à maneira como nos portamos. Em cargos de liderança, uma mulher assertiva é considerada mandona. Ainda mais quando se é jovem, o esforço para se provar competente – ou tão competente quanto outro homem da equipe – é ainda maior.

É uma questão histórica. Desde cedo, os homens são mais estimulados a pensar racionalmente, a tomar as decisões, a serem pragmáticos. Quando crescem, eles tendem a optar por áreas mais técnicas, ao contrário das mulheres, que ouvem desde os primeiros anos o quanto são naturalmente acolhedoras, sentimentais e idealistas. Não à toa, ocupamos a maior parte das profissões da área de humanas.

A gente tenta se impor de alguma forma, seja retomando falas, tentando embasar nossos argumentos de um jeito melhor ou até, eventualmente, adotando uma postura mais rígida. Uma hora ou outra, ignoramos. Entendemos que em nem todos os momentos cabe uma discussão. Respiramos fundo e seguimos acreditando e desempenhando nosso trabalho, pois foi para isso que dedicamos tantas horas de estudo.

Além de ser uma questão justa de igualdade de gêneros, uma equipe diversificada, como encontramos na Neotix, traz novos olhares aos projetos que desenvolvemos. Cada um contribui com suas experiências profissionais, mas, muitas vezes, a vivência é importante para observarmos um tema de forma mais ampla. Essa troca de ideias é fundamental em empresas que querem crescer.

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Katherine Johnson

Quanto mais conseguirmos inspirar outras mulheres, mostrar que elas podem ocupar os cargos que quiserem, na área que desejarem, mais cedo teremos um ambiente igualitário nas empresas. Podemos criar programas de incentivo e capacitação, promover palestras de conscientização, aceitar mais mulheres em cargos de liderança e, principalmente, valorizá-las com salários justos. Trabalhar com tecnologia é criar algo do zero pensando em melhorar a vida das pessoas. Para isso, é preciso ser apaixonado por mudanças, gostar de aprender constantemente e estar disposto a tirar ideias do papel. E, acima de tudo, nenhuma dessas características tem a ver com gênero. É hora de deixarmos de ser vistas como um peixe fora d’água!

*Karen Cristina Pereira Lara é desenvolvedora de sistemas na Neotix Transformação Digital. Graduada em sistemas para internet, também possui pós-graduação em análise de dados com BI e Big Data. Sara Cavalcante Bernardino é Product Designer na Neotix Transformação Digital. Graduada em Design Gráfico, está se especializando em Design Digital e Novas Mídias

Tecnologias do Futuro #05 – Futuro do diagnóstico de doenças intestinais é uma pílula

Para a professora Carla Taddei de Castro Neves, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, sonda gastrointestinal representa avanço por ser um exame não invasivo que elimina biópsias e intervenções mais agressivas

Por Denis Pacheco – Editorias: – URL Curta: jornal.usp.br/?p=268256

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Em 2015, o patologista e engenheiro Guillermo Tearney lançou, na Universidade Harvard, uma sonda pequena o suficiente para ser engolida, capaz de captar imagens detalhadas do intestino sem exigir anestesia. O dispositivo, em formato de pílula, tem o potencial de facilitar o rastreamento e o estudo de doenças intestinais.

Para a professora Carla Taddei de Castro Neves, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, que estava presente no lançamento da sonda, a invenção representa um “tremendo ganho diagnóstico” por ser um exame não invasivo que elimina biópsias e intervenções mais agressivas em pacientes. De acordo com ela, a cápsula tem a tecnologia para analisar em tempo real todo o tecido gastrointestinal, permitindo aos médicos não apenas a redução do tempo de diagnóstico, mas uma maior capacidade de precisão e especificidade na identificação da doença.

No futuro, afirma a docente, a cápsula poderá ser o ponto de partida para uma série de descobertas. “A gente sabe que a microbiota intestinal, por exemplo, tem uma relação muito grande com doenças como a obesidade, diabete e com o câncer. Talvez, no futuro, a gente possa desenvolver metodologias que possam analisar alguns grupos bacterianos em tempo real”, teoriza ela.

Para a especialista, “a ciência está caminhando muito rapidamente para que a gente consiga desenvolver técnicas cada vez mais sensíveis e específicas para melhorar o diagnóstico de várias doenças”.

Ouça a matéria completa acima.

Fonte: Jornal da USP

 

 

60% dos adolescentes ficam com celular ao alcance das mãos ao menos 12 horas por dia

Dados são da pesquisa on-line Phone Life Balance, realizada pela Motorola, que aponta ainda que a situação se intensifica durante as férias

“Quantas horas por dia o celular está ao alcance das suas mãos?” Essa foi a pergunta feita no questionário on-line Phone Life Balance, realizado globalmente pela Motorola em 2018 e que, no Brasil, contou com a participação de mais de 65 mil adolescentes. As respostas dos jovens, cujas idades variam entre 10 e 19 anos, refletem a importância do telefone celular na vida deles.

aula adolescente celular professor pixabay
Pixabay

Seis em cada dez adolescentes têm o celular ao alcance das mãos 12 horas por dia. Em outras palavras, 60% dos jovens. A relevância do celular na vida cotidiana dos jovens fica ainda mais clara quando se analisam os dois extremos da tabela: somente 1% disse ter o celular ao seu alcance por uma hora ou menos. Já no outro extremo, 30% afirmaram ter o celular ao seu lado durante as 24 horas do dia, ou seja, o deixam próximo até enquanto dormem.

“Assim como a pesquisa realizada no Brasil, as internacionais também confirmam que os adolescentes mantêm o celular ligado 24 horas por dia. A pergunta da pesquisa da Motorola dá um passo a mais: o telefone não só está ativo, como também fica nas mãos deles praticamente o tempo todo. Não é que eles tenham acesso enquanto realizam outra atividade, a atividade é o próprio celular”, explica Roxana Morduchowicz, especialista em cultura juvenil, consultora da Unesco e autora do livro Ruídos na Web.

Por ser um dispositivo portátil, o celular faz com que sua tela seja a que mais acompanha os adolescentes durante o dia. Em todo o mundo, o celular é a tela principal (e em muitos casos, a única) na vida dos jovens. Eles realizam todas as suas atividades nela: falam com amigos, escutam música, buscam informações, jogam e realizam as tarefas escolares.

“A vida diária dos adolescentes do século XXI se define por sua relação com as telas. As tecnologias vêm transformando a maneira como eles aprendem, leem, se informam, se divertem, assistem a filmes, séries, escutam música e se relacionam com os amigos. Trata-se, sem dúvida, de transformações muito recentes e muito dinâmicas: há dez anos, nenhum adolescente acessava as redes sociais e, hoje, não existe nenhum fora delas. Em apenas uma década, as redes sociais se converteram na principal atividade dos jovens, quando navegam pela internet”, afirma Roxana.

garotas com celular na mao

Por isso, segundo a especialista, não é de surpreender que eles deixem o celular ligado as 24 horas do dia, ou que, como demonstra o estudo, esteja ao alcance de suas mãos durante metade do dia. Essa situação se intensifica quando chegam as férias. Durante o recesso escolar, os jovens têm mais tempo livre e, portanto, muito mais horas para passar navegando pela rede no smartphone.

Um bom ponto de partida para tentar resolver essa questão é entrar em um acordo com o jovem, quanto ao tempo de uso do dispositivo e as tarefas que ele deve realizar. Dessa maneira, pais e filhos podem decidir em quais momentos podem ficar livres das telas e quais outras atividades podem realizar, para que a tecnologia não ocupe a totalidade do tempo livre nas férias.

Ler um livro, compartilhar uma atividade em família, ir a uma praça, a um clube, ao cinema, ao museu ou à casa de um amigo podem ser momentos apropriados para ficar livre da tecnologia e deixar o celular em segundo plano.

mae filha smartphone computer

A respeito da relação dos mais velhos com os celulares dos filhos, é importante que os adultos estejam atentos à maneira que eles usam as tecnologias. Isso se reflete na necessidade dos pais de incorporar uma nova pergunta ao diálogo familiar: “O que você fez hoje na internet, quais páginas você conheceu, com quem se comunicou, houve algo de que você gostou ou não?” Essa é a melhor maneira de conhecer, saber e compartilhar o uso que os filhos fazem das tecnologias, conclui a consultora.

Fonte: Motorola

Site permite que pessoas registrem memórias, documentos e último desejo

Segundo dados das Organizações das Nações Unidas (ONU), 53 milhões de pessoas morrem por ano, impactando significativamente em média dez pessoas próximas, resultando em um total de 530 milhões de pessoas envolvidas emocionalmente todos os anos com a morte de uma pessoa querida.

Foi vivendo a perda inesperada do pai que Mário Cassio Maurício teve a ideia de criar o Meu Último Desejo. “Quando o meu pai faleceu, me senti completamente perdido para solucionar as questões do enterro e as burocracias que a morte traz. Além disso, quando eu ouvi a voz do meu pai na sua antiga secretária eletrônica, quatro anos após sua morte, foi uma alegria inesperada, por isso pensei em criar um serviço para transformar um pouco esse momento da perda na vida das pessoas”, diz o empresário.

Maurício acrescenta: “Certamente vamos embora sem dizer tudo o que temos para contar para as pessoas que amamos e o ato de gravar essas mensagens carinhosas e até mesmo esses dados burocráticos, reforça a nossa reflexão em relação ao que o outro representa em nossa vida, fazendo com que exista uma valorização maior das relações e os momentos sejam vividos de uma forma mais intensa em vida”.

A plataforma nasceu com o propósito de registrar orientações gerais para a família e amigos e salvar documentos importantes em vídeo, áudio, fotos e textos, para as pessoas que amamos, mas ela se tornou muito mais do que isso. Se transformou numa ferramenta que permite com que as pessoas façam uma reflexão, ainda em vida, sobre seus últimos desejos. Afinal, o momento da morte é sempre delicado demais e as pessoas que ficam, passam por um período de luto e muitas burocracias.

Meu Último Desejo possui uma tecnologia inteligente na qual os dados ficam armazenados de uma forma segura e criptografados (conjunto de regras que visa codificar a informação, onde apenas o emissor e o receptor recebem em um formato com visibilidade de leitura). Por isso suas informações pessoais, orientação em relação às preferências de como será o enterro, distribuição da herança, suas mensagens para seus filhos, amigos e parentes estarão seguras e somente repassadas após a passagem. Cada assinante possui dois tutores para que, após a morte, autorizem o início do envio das mensagens para as pessoas que foram definidas pelo contratante.

 

smartphone celular pixabay

O serviço é oferecido por meio de assinatura, a pessoa paga o valor de R$ 2,99 por mês, com direito a 500mb de espaço para fotos, vídeos, arquivos de texto, mensagens de voz e o disparo de cada mensagem no momento determinado pelo contratante, para os contatos por ele cadastrados. Outra opção é o Plano Familiar, custa o valor mensal de R$ 5,98, agregando até três dependentes por plano, que dispõe dos mesmos benefícios que o individual para cada pessoa.

Informações: Meu Último Desejo