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Alimentos que minimizam os efeitos do tempo seco

O tempo seco auxilia no aumento da transmissão do novo coronavírus, favorecido pela combinação do ar frio e baixa umidade, mas a alimentação pode ajudar nesse combate

Se o tempo seco e os dias frios já aumentam naturalmente os casos de gripes e resfriados, em época de pandemia os alertas ficam em nível máximo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o ideal para a saúde humana é que a umidade do ar seja superior a 60%. Para driblar o problema, a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, da capital paulista, ensina como minimizar os malefícios desse clima por meio da alimentação.

melao

Engana-se quem acha que a regra de ingestão de dois litros por dia é a solução para tudo. “A real quantidade de consumo ao dia varia de acordo com alguns padrões individuais e não adianta encher a barriga de água junto com as refeições. O consumo deve ser feito entre os intervalos e nunca durante para não comprometer a absorção dos nutrientes e aumentam ainda o consumo de bons alimentos ricos em água na alimentação”, alerta a médica.

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Foto: 1zoomme

Por isso que alguns cuidados são fundamentais para atravessar o clima e essa fase de contágio sem esquecer da dieta e da saúde. “A melancia e o melão, por exemplo, apresentam cerca de 90% de concentração de água, além de serem ricas em vitaminas e minerais, que colaboram para manter a hidratação, inclusive a da pele”, diz.

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Foto: Hotblack

Para Ana alguns alimentos ricos em enxofre ajudam a descongestionar as vias respiratórias nesses dias secos do ano, pois evitam o muco provocado pela poluição. “O enxofre, junto com o consumo de água, torna mais fácil a eliminação desse muco nas vias respiratórias. São eles: gengibre, cebola, alho, batata doce, salsinha e cebolinha”, finaliza.

Fonte: Ana Luisa Vilela é graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá – MG, especialista pelo Instituto Garrido de Obesidade e Gastroenterologia (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e pós graduada em Nutrição Médica pelo Instituto GANEP de Nutrição Humana também na Beneficência Portuguesa de São Paulo e estágio concluído pelo Hospital das Clinicas de São Paulo – HCFMUSP. 

Dicas para o controle da conjuntivite alérgica, comum em dias de tempo seco

Olhos vermelhos, coceira e inchaço são alguns dos sinais; doença é comum nas estações de tempo seco e quente

Uma das manifestações clínicas da alergia ocular é a conjuntivite alérgica, que atinge, aproximadamente, 20% da população e, em 40% a 60% das vezes, está associada a outras doenças alérgicas como asma, dermatite atópica e rinite alérgica, sendo frequentemente subdiagnosticada. É mais comum durante os dias quentes, secos e ventosos, típicos da primavera, verão e outono, sendo os ácaros da poeira e os pólens de grama os principais agentes desencadeadores. Na região Sul, pode ocorrer pela exposição aos pólens de grama, sendo este quadro conhecido como polinose.

A alergia ocular é um grupo de doenças de hipersensibilidade mediada por IgE, desencadeada pelo contato dos alérgenos dispersos no ar, como os ácaros da poeira, pólens de grama, epitélios de animais domésticos, esporos de fungos, levando a uma inflamação alérgica da conjuntiva.

Apesar de interferir muito na qualidade de vida, as conjuntivites alérgicas são consideradas formas benignas de alergia ocular. Mais raramente, o olho pode ser acometido por outros tipos de alergia ocular, que apresentam sintomas persistentes, crônicos, que podem afetar a córnea e causar danos à visão. São elas, a ceratoconjuntivite atópica, que acomete adultos, e a ceratoconjuntivite vernal, mais comum em crianças.

Durante o 46º Congresso Brasileiro de Alergia e Imunologia, que será realizado no fim do mês em Florianópolis (SC), o tema “Alergia Ocular” será debatido por especialistas. O evento espera reunir cerca de 1.500 pessoas.

De acordo com Elizabeth Mourão, especialista da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), a conjuntivite alérgica se manifesta sempre com prurido (coceira) nos olhos associado à hiperemia da conjuntiva (olho vermelho/irritado), lacrimejamento e inchaço de pálpebras, que geralmente acometem os dois olhos. Pode haver desconforto visual e sensação de corpo estranho. Nos casos mais graves e crônicos, os olhos encontram-se constantemente inflamados, com secreção gelatinosa e dor / desconforto ao olhar diretamente para a luz (fotofobia).

“O diagnóstico das conjuntivites alérgicas é clínico, baseado nos sintomas e exame físico, que vão ajudar a identificar o tipo de alergia ocular. Também é necessário identificar o alérgeno suspeito por testes de alergia na pele (prick-teste) e/ou no sangue pela dosagem de IgE específica”, explica a especialista.

Dicas para melhor controle da conjuntivite:

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– Lavar as mãos sempre que brincar com os animais de estimação ou após contato com tintas, perfumes, produtos de limpeza e outros irritantes.

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Foto: Ashley Frogley/MorgueFile

– Usar óculos de sol sempre que estiver ao ar livre, para diminuir o contato com o pólen ou poeira diretamente sobre os olhos e reduzir o desconforto visual.

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– Evitar passeios a parques, campos, cortar grama ou fazer serviços de jardinagem durante a primavera.

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Foto: Anita Peppers/Morguefile

– Utilizar ar-condicionado com filtro, manter as janelas fechadas do carro.

Novos Tratamentos

A higiene ambiental para diminuir a exposição à ácaros, por exemplo, pode reduzir a frequência das crises. Aplicar compressas frias nos olhos ou lavar os olhos com água fria e aplicar os colírios refrigerados ajuda no controle da coceira/desconforto ocular.

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Conjuntivite – Fonte: WebMd

“O tratamento da conjuntivite alérgica é feito com colírios, que têm propriedades anti-histamínicas e anti-inflamatórias, reduzindo a coceira e a vermelhidão nos olhos. O uso de lágrimas artificiais também deve ser usado, atuando com uma barreira a penetração de alérgenos e irritantes e prevenindo o olho seco, que pode estar associado ao processo inflamatório. A imunoterapia específica (vacina com alérgenos) está indicado para o tratamento da conjuntivite alérgica perene e sazonal, e atua como um tratamento que modifica a história da doença e induz tolerância aos aeroalérgenos”, detalha Elizabeth.

Novos tratamentos, como imunomoduladores, imunossupressores e imunobiológicos, que atuam reduzindo a inflamação da conjuntiva, sob a forma de colírios, pomadas oftálmicas e injetáveis, também podem ser indicados.

Fonte: Asbai

Confira alguns mitos e verdades das alergias respiratórias

As doenças alérgicas são bastante comuns acometendo cerca de 30% da população mundial¹. Ou seja, se você não é alérgico, é muito provável que alguém muito próximo a você tem ou já teve alguma crise. Pensando nisso, gostaria de sugerir a lista abaixo com seis mitos comentados por Mariana Sasse, gerente médica da GSK, e que irão desmistificar algumas crenças e ajudarão os pacientes a entenderem melhor as crises alérgicas e como podem se prevenir.

1 – Apenas fatores novos desencadeiam alergias?

mulher espirro
Mito – É muito comum os pacientes chegarem ao consultório relacionando um quadro alérgico a algo novo utilizado, como xampu, sabonete, remédio ou roupa. A alergia é a resposta excessiva do organismo a alguma coisa que deveria ser tolerada². Pode ser um remédio que a pessoa usa há 20 anos, pode ser um sabonete que ela sempre usou e por algum motivo desenvolve a alergia. São agentes presentes na nossa rotina e bem conhecidos. No caso da alergia respiratória, normalmente são poeira, ácaros e mofo por exemplo².

2 – Rinite e asma. Uma desencadeia a outra?

asma bombinha
Depende – Existe uma relação muito frequente entre as duas doenças. Cerca de 80% das pessoas que têm asma, apresentam também rinite¹. Por outro lado, a rinite alérgica é considerada um fator de risco para a asma, sendo observado que em torno de 40% dos pacientes com rinite apresentam asma¹.

3 – O cigarro piora o quadro dos alérgicos?

cigarro
Verdade – O tabagismo causa inúmeros malefícios para a saúde. Ele é um irritante da mucosa nasal e respiratória³ e por isso é um fator que contribui para a sensibilidade da mucosa, piorando os casos alérgicos².

4 – As pessoas tendem a apresentar quadros alérgicos mais frequentes no inverno?

poeira movel sujo limpeza pano
Depende – A ocorrência da alergia se dá por sintomas sazonais ou perenes. Os sintomas sazonais estão relacionados, principalmente à sensibilização e à exposição ao pólen5. Quando a sensibilização se der por motivos perenes como, por exemplo, ácaros e poeira, os sintomas ocorrerão ao longo de todo o ano5.

5 – Todo remédio para alergia causa sono?

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Mito – Isso não é uma verdade. Hoje em dia, existem anti-histamínicos de várias gerações. Os de primeira geração realmente dão bastante sono, mas hoje já temos produtos que não causam sonolência, sendo bem tolerados e seguros¹.

6 – A alergia respiratória é considerada uma doença crônica?

janela
Verdade – A asma e a rinite são doenças inflamatórias crônicas das vias respiratórias, desencadeadas pela exposição frequente e repetida aos alérgenos inaláveis e agravada por poluentes ambientais¹. Por isso é fundamental que as pessoas tenham cuidados frequentes com a casa e com a saúde¹. Se você vai para uma casa de praia ou uma casa de campo, por exemplo, o ideal é que essa casa seja limpa (tirar poeira, aspirar o colchão, limpar cortinas), deixar as janelas abertas e que seja bem arejada¹.

Referências:
1 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia Regional do Rio de Janeiro. A doença do século XXI: alergia-perguntas e reposta. Rio de Janeiro: Revinter, 2012. 41 p.
2 – Adde, FV. et al. Asma ou bronquite? Qual o diagnóstico do meu filho? 2006 In: Sociedade de Pediatria de São Paulo.
3 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. II Consenso Brasileiro sobre Rinites 2006. Rev Bras Alerg Imunopatol 2006; p 29-58.
4 – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. Previna-se contra as doenças alérgicas no outono. 
5 – Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. III Consenso Brasileiro sobre Rinites. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology 2012; 75(6): 1/41.

 

Condicionador é importante arma para proteger cabelos do frio, tempo seco e poluição

Especialista dá as principais dicas para promover uma blindagem dos fios contra os efeitos de agressores ambientais como vento, baixa umidade do ar e poluição.

Agora que o tempo frio e seco já chegou, é hora de se preparar para a baixa umidade do ar, manhãs frias, poluição, garoa durante o dia e noites geladas. “Nos dias de frio, os cabelos também estão expostos a agressões que podem danificá-los, ressecá-los e deixá-los sem brilho e sem vida. São ventos mais fortes, baixa umidade e poluição. Portanto, caso os cuidados necessários sejam adotados imediatamente, com toda certeza os cabelos estarão lindos e sedosos, preparados para o próximo verão”, comenta Mika Yamaguchi, farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos.

De acordo com o dermatologista Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os componentes naturais são os mais indicados durante as baixas temperaturas, pois eles auxiliam no aumento da circulação, oxigenação e hidratação do couro cabeludo, como as proteínas, que formam um filme, evitando, desta forma, a perda de água e a desidratação. “Elas podem ser extraídas do trigo, arroz, seda, soja e outros cereais, e estão disponíveis no mercado cosmético na forma de um complexo chamado Bioex Cereais, dentre outras eficazes opções que já existem no mercado brasileiro”, afirma o médico.

O dermatologista e a farmacêutica explicam que os condicionadores são muito importantes nesse processo e listam os melhores ativos de acordo com cada tipo de cabelo.

Cabelo oleoso:

Defenscalp – Extrato de oleandro composto em oenoteina B. Diminui a produção do sebo preservando e mantendo a microbiota do couro cabeludo. Impede a formação e aderência da caspa.

Capillisil C – Ativo biotecnológico com alta concentração de Silício Orgânico, o que confere uma ação efetiva na epiderme, derme e nos fios capilares. Atua no bulbo capilar e queratinócitos, reduzindo a queda e aumentando a densidade capilar, além de possuir ação anti-inflamatória e antiqueda. Recomendado para o tratamento da queda dos cabelos, para o controle da seborreia e para os cuidados dos cabelos oleosos e enfraquecidos.

Cabelo seco:

penteando os cabelos keratinbeautyblog
Foto: keratinbeautyblog

Bio.Acetum Balsâmico – Composição balanceada de vinagre balsâmico, alfa e poli-hidroxiácidos, açúcares e polissacarídeos. Reequilibra o pH dos fios, sela as cutículas promovendo brilho e hidratação intensa.

Bio Elixir Purcelin – Com a vantagem de ser leve e não gorduroso, forma filme lipofílico de proteção ao redor de todo comprimento do fio, protegendo-o contra agressores físicos e químicos.

Amisol Trio- Também forma filma ao redor do fio, por seu composto fosfolipídico, protegendo os cabelos das agressões

Bioex Cereais – Complexo de proteínas de origem vegetal, rico em polissacarídeos de alto e baixo peso. Possui efeito restaurador e protetor, conferindo maciez, brilho, condicionamento e textura agradável aos cabelos.

Cabelos com Tintura:

secando cabelo toalha

Bio Restore – Concentrado de cisteína e aminoácidos do trigo. Penetra profundamente no córtex promovendo uma restauração da estrutura interna dos cabelos protegendo a fibra durante o processo químico. Uniformiza a coloração, intensifica e mantém a cor.

Hydra.Sil – Silício Orgânico ligado à molécula do pantenol. Protege a hidratação capilar interna durante os processos químicos e fornece nutrientes essenciais para melhorar a força e a resistência dos fios.

Cabelos com Progressiva:

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Reparage – Sistema exclusivo composto por proteínas e uma sequência ideal dos principais aminoácidos estruturais da queratina: serina, ácido glutâmico e cisteína. Protege contra sinais visíveis do envelhecimento dos cabelos. Aumenta o diâmetro do fio envelhecido e repara as fibras capilares. O ativo repõe aminoácidos e proteínas, devolvendo a saúde capilar, além de ter a função de aumentar o diâmetro do fio e impedir a cascata de danos resultantes do envelhecimento ambiental. Impede a desnaturação das proteínas externas, evitando, com isso, a quebra da cutícula e exposição do córtex. Muito bem indicado após processos químicos no cabelo.

Tamariliz – Forma um filme sobre a superfície do cabelo. Como também penetra nos fios, é uma excelente indicação para fortalecimento da estrutura do cabelo, absorvedor de UV, antioxidante e protetor da cor natural ou artificial.

Liponutrium Hair – Complexo vegetal lipofílico de alto desempenho. Age minimizando e eliminando as perdas causadas pelo atrito e desgaste em todos os níveis capilares. Proporciona um cuidado multinível e uma reparação profunda, principalmente em cabelos que passaram por processos químicos de progressivas, alisamentos e tinturas.

Por fim, a farmacêutica lembra que a consulta com um médico é sempre importante, pois ele também pode prescrever vitaminas orais, que vão atuar de maneira importante para restaurar a hidratação natural desse fio. “Substâncias como FC Oral, Bio-Arct, Exsynutriment, InCell são utilizadas para proteger os cabelos e conferir maior nutrição ao fio”, finaliza o médico.

Fonte: Biotec Dermocosméticos 

Cuidados no tempo seco: atenção ao ambiente dos pets é importante

O outono chegou e, por conta do tempo seco, é hora de ficar atento com seu pet. Principalmente tutores de cachorros com focinho achatado (braquicefálicos), como os boxers, pugs, shih-tzus e lhasa apsos. O motivo é que, por conta do formato do crânio, eles têm maior dificuldade para respirar e os olhos também ficam mais expostos ao clima.

cachorro pug

Mas nada disso é motivo para pânico, já que não é difícil cuidar bem do seu animal de estimação. “Nesta época do ano, problemas respiratórios e conjuntivites podem afetar os pets com mais intensidade” – explica o médico-veterinário Marcello Machado, gerente técnico nacional da Total Alimentos.

gato na cama3

Então, como evitar o desconforto? Antes de mais nada, é preciso olhar ao redor: o ambiente deve ter uma temperatura confortável. “No período de clima seco e frio, faça uso de agasalhos e roupinhas, especialmente para os cães. Também vale a pena colocar cobertores no local onde o pet dorme. Lembrando que é fundamental manter os locais limpos e secos, e as roupas e cobertas sempre limpas e livres de poeira”, diz Machado. O excesso de poeira, e de ácaros, pode desencadear alergias e outros males respiratórios.

cachorro roupinha pixabay

Muito se fala da importância da água durante as altas temperaturas, mas ela deve estar disponível o tempo todo, também, no frio. Como em grande parte do Brasil, o tempo frio acontece durante as estações mais secas, não se esqueça de checar a tigela de água, que deve estar bem limpinha.

“Independentemente da temperatura que está fazendo, o esforço físico desidrata o pet, então é muito importante o fornecimento de água durante os passeios, inclusive”, alerta Machado.

gato bebendo agua fonte Icon Home Design
Foto: Icon Home Design

Evite apenas água muito gelada. Nessa época do ano, procurar oferecer água na temperatura ambiente. Como de praxe, qualquer comportamento estranho, de desânimo e falta de apetite, leve o seu cão ao veterinário. Em caso de desidratação, é possível tratar do animal em casa, mas a decisão em relação a qualquer tipo de terapia deve ser estabelecida por um profissional.

veterinaria com cachorro

“Uma desidratação leve pode sim ser tratada em casa, mas a desidratação pode envolver doenças potencialmente perigosas”, diz o veterinário. Afinal de contas, a desidratação é um indício, e não uma enfermidade em si. “É preciso entender o que levou a esse quadro. Alguns sintomas são os vômitos e diarreias. Nesses casos, uma avaliação mais detalhada de um profissional veterinário é muito importante para controlar e curar o animal”, completa.

Fonte: Total Alimentos

Atenção: a partir de abril, não postarei mais sobre animais/natureza/meio ambiente neste espaço, mas, sim, no blog criado apenas para esses temas: Se Meu Pet Falasse, clique no nome e irá para a página automaticamente. Por favor, se gosta de animais, siga-o. Obrigada.

Salvar

Saiba como evitar doenças que afetam os olhos dos pets

Além da conjuntivite comum na época de tempo seco, veterinária da Petz explica sobre a importância do diagnóstico precoce para problemas como glaucoma e catarata, que podem cegar

Tropeçar e bater em objetos, olhos vermelhos e lacrimejantes, aumento de secreção, piscar compulsivamente e dores na região ocular são sinais de que alguma coisa não está bem com os pets. A veterinária Natalie Rodrigues, especialista em oftalmologia da Petz, explica que além da conjuntivite, comum nesta época de tempo seco, doenças graves como o glaucoma e catarata também afetam os pets. Por isso, a consulta veterinária todos os anos é essencial para a prevenção e o diagnóstico precoce.

“O glaucoma é a doença mais séria, porque normalmente o dono só consegue perceber quando o pet já está cego. Na maioria das vezes é uma doença dolorida na sua fase aguda e precisa ser diagnosticada e medicada o quanto antes. A catarata também pode cegar, porém na maioria das vezes, é resolvida com a cirurgia e o animal pode recuperar totalmente a visão. O quanto antes diagnosticada, melhor o sucesso da cirurgia”, afirma Natalie.

gato no veterinario pixabay

Para o diagnóstico de uma doença ocular, o veterinário oftalmologista precisa examinar e fazer todos os testes: teste de fluoresceína, teste de schirmer, fundo do olho, pressão ocular. Os tratamentos são vários, depende do problema que o pet apresenta. Muitas doenças são tratadas com antibióticos, lágrimas artificiais, outras com procedimentos cirúrgicos.

Entre as raças mais propícias a terem problemas estão as braquicefálicas, de focinho achatado, como pug, shih tzu e buldogues, por apresentarem o bulbo ocular maior e a órbita mais rasa.

Prevenção

Além da visita ao veterinário oftalmologista duas vezes ao ano, Natalie orienta o uso de xampu específico só na cabeça, para não arder os olhos. E quando for passear de carro, não deixar que o pet fique com a cabeça para fora da janela, assim evita um ressecamento da córnea e as úlceras. Manter os pelos ao redor dos olhos limpos e curtos, ou se forem longos, manter de forma que não entrem dentro dos olhos.

gato no veterinario colirio

Outra dica é acostumar desde cedo a limpeza dos olhos com gaze e água filtrada ou soro fisiológico. Assim, caso um dia precise usar colírio ou pomada, o pet já está adaptado com a manipulação nessa região.

As doenças oculares nos pets

1 – Úlceras de córnea são feridas que ocorrem por trauma, bactérias e fungos.

2 – Ceratoconjuntivite seca (CCS) é uma doença ocular comum em cães, caracterizada pela deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, na qual resulta em ressecamento, inflamação da conjuntiva e até pigmentação da córnea.

veterinario olho oftalmo

3 – Distiquíase são cílios que nascem em lugar que não deveriam existir (rima palpebral) e podem ficar em contato com a córnea.

4 – Entrópio – inversão das pálpebras, que ficam em contato com a córnea, podendo causar úlceras.

5 – Glaucoma é uma neuropatia óptica que pode ocorrer o aumento da pressão intraocular.

6 – Catarata é a opacidade do cristalino, ou seja, da lente do olho que pode comprometer a visão.

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Foto: Warren Photographic

7 – Conjuntivite – com o tempo seco, os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Fonte: Petz

Problemas respiratórios em pets: atendimentos aumentam 60% em clínica

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Estou postando esses assuntos por lá também. Portanto, se gosta desses temas, comece a seguir o novo espaço clicando aqui. Os demais assuntos continuam aqui. Obrigada.

Sem previsão de chuva para os próximos dias, a baixa umidade do ar deve prevalecer, afetando também a saúde de cães e gatos. Nesta época do ano, as clínicas da Petz registram aumento de cerca de 60% nos problemas respiratórios e oculares, para atendimentos ambulatoriais, inalação, oxigenioterapia e emergências. Assim como as pessoas, os pets apresentam sintomas como coceiras nos olhos, boca seca, cansaço, dificuldade para respirar e desidratação.

“Os bichinhos com focinho curto ou achatado, como o shi-tzu, o pug e os bulldogs, que já apresentam dificuldade para respirar, acabam tendo o problema agravado, assim como os filhotes em geral”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. Para evitar que eles tenham qualquer mal por causa do ar seco, Karina orienta a tomar alguns cuidados.

Alterações que podem ocorrer:

. Os pets podem ficar mais ofegantes e sofrer de crise respiratória com ar seco. O ideal é evitar caminhadas longas e brincadeiras muito ativas nesses dias, principalmente das 10h às 16h.

veterinarian dogs

. Aumenta o risco de contrair a traqueobronquite canina ou a rinotraqueite felina. Caso não sejam tratados adequadamente, esses transtornos podem levar a complicações e até a uma pneumonia.

. Pets de focinho curto ou achatados (braquicefálicos): com maior dificuldade de respiração e predisposição para esses problemas e, assim como filhotes, podem ter aumento de secreção nasal e até contrair gripe.

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Foto: Warren Photographic

. Os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Como amenizar os efeitos do clima

1 – Fique atento à alimentação, se o pet está se comendo bem, se continua ativo e brincando.

2 – Leve sempre recipientes de água para os passeios. Em casa, troque a água várias vezes ao dia.

umidificador 2

3 – Deixe toalhas molhadas ou bacias com água próximas aos locais de descanso. Umidificadores de ar também são recomendados.

4 – Diminua quantidade de exercícios, principalmente entre 10h e 16h.

5 – Faça hidratação com produtos específicos para pets.

AeroDawg cachorro inalação
Foto: AeroDawg

6 – A inalação pode e deve ser feita somente com soro fisiológico para animais com problemas respiratórios durante fases de tempo seco, pois umidifica as vias aéreas e facilita a respiração.

7 – A limpeza dos olhos deve ser feita com solução fisiológica, passando o algodão delicadamente.

8 – Mantenha a vacinação contra a gripe em dia, assim como todas as outras, além do reforço anual.

gato inalação

9 – Fique atento a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

10 – Leve o pet para um check-up e diagnóstico precoce de alterações respiratórias.

Fonte: Petz

Tempo seco pode agravar as crises alérgicas

O inverno chegou, o ar está mais seco, e, em São Paulo, por exemplo, não chove há muitos dias. Com essa junção, os quadros alérgicos pioram. Difícil não coçar o nariz ou espirrar durante esse período e, segundo a alergologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Yara Mello, o agravamento da alergia está relacionado a diferentes fatores existentes na estação mais fria do ano.

O primeiro fator agravante do inverno é o tempo seco, que apresenta uma quantidade maior de partículas suspensas e, consequentemente, acaba sendo prejudicial ao alérgico. Yara explica que além desta característica, a secura do ar pode “sugar” com mais facilidade a água do organismo, o que potencializa a irritabilidade do trato respiratório.

Outro motivo que não é nada favorável aos alérgicos, são as infecções das vias aéreas. “Nesta época do ano, as pessoas costumam deixar os ambientes mais fechados, o que facilita o contagio, tanto das infecções virais quanto as bacterianas é também um gatilho para a crise alérgica”, endossa a especialista.

mulher espirro

Apesar das alergias respiratórias possuírem sinais semelhantes aos de uma gripe, a confusão é rapidamente desfeita, como explica a médica. “Os sintomas iniciais podem ser confundidos, já que o espirro e coceira no nariz estão presentes nos dois casos. Porém, com a evolução, é possível diferenciar, pois quem está com gripe apresentará outros sinais, como febre, mal-estar e dor muscular”.

Para sofrer menos com as crises não só durante o inverno, o tratamento é indispensável e, o primeiro passo, é o diagnóstico correto. “A prevenção é iniciada com o diagnóstico correto, que inclui saber qual é o tipo de sensibilidade que a pessoa tem. Após isso, é possível usar duas formas de controle, uma é cuidar do ambiente, principalmente do quarto e outra, associada à primeira, o tratamento de imunoterapia, conhecida como vacina para alergia”, enfatiza a alergologista.

roupa de cama cobertor the sweethome

O cuidado com o ambiente, citado por Yara Mello, inclui ações simples que ajudam a contornar o problema – como tirar do local, principalmente do quarto, objetos que acumulem pó – manter colchões e travesseiros encapados com tecidos específicos, a fim de impedir a saída do pó, lavar os casacos e cobertores antes de usar e deixar as roupas arejando no sol.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Dez dicas para os pets enfrentarem o tempo seco

Clínicas da Petz registraram aumento de cerca de 60% nos problemas respiratórios; muitos bichinhos precisam de inalação para amenizar os efeitos da baixa umidade

A baixa umidade do ar também afeta a saúde de cães e gatos. A Petz teve um aumento de cerca de 60% de casos de problemas respiratórios e oculares, para atendimentos ambulatoriais, inalação, oxigenioterapia e até emergências em suas clínicas. Assim como as pessoas, os pets apresentam sintomas como coceiras nos olhos, boca seca, cansaço, dificuldade para respirar e desidratação.

Alguns bichinhos podem ficar ofegantes e sofrer de crise respiratória com ar seco. “Nesta época, os principais problemas são respiratórios, como a traqueobronquite canina ou a rinotraqueite felina. Caso não sejam tratados adequadamente, esses transtornos podem levar a complicações e até a uma pneumonia”, alerta a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. Ela orienta sempre a levar o pet ao veterinário.

As raças com focinho curto ou achatado, como pug, shih-tzu, buldogue e pequinês, costumam sofrer mais, pois já apresentam dificuldade para respirar e acabam tendo esses efeitos agravados. “Muitos pets necessitam de inalação para amenizar o impacto do ar seco”, avalia a Dra. Karina. Filhotes e idosos também precisam de cuidados redobrados.

Com a baixa umidade, os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejantes e com coceira. Ao tentar aliviar a coceira com as patinhas, há risco de provocar lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a conjuntivite. Veja a seguir as orientações de Karina.

Como amenizar os efeitos do clima

1 – Fique atento à alimentação, se o pet está se comendo bem, se continua ativo e brincando.

2 – Leve sempre recipientes de água para os passeios. Em casa, troque a água várias vezes ao dia.

umidificador 2

3 – Deixe toalhas molhadas ou bacias com água próximas aos locais de descanso. Umidificadores de ar também são recomendados.

4 – Diminua quantidade de exercícios, principalmente entre 10h e 16h.

5 – Faça hidratação com produtos específicos para pets.

AeroDawg cachorro inalação
Foto: AeroDawg

6 – A inalação pode e deve ser feita somente com soro fisiológico para animais com problemas respiratórios durante fases de tempo seco, pois umidifica as vias aéreas e facilita a respiração.

7 – A limpeza dos olhos deve ser feita com solução fisiológica, passando o algodão delicadamente.

8 – Mantenha a vacinação contra a gripe em dia, assim como todas as outras, além do reforço anual.

gato inalação

9 – Fique atento a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

10 – Leve o pet para um check-up e diagnóstico precoce de alterações respiratórias.

Fonte: Petz

Dicas de higienização para sobreviver ao tempo seco

A vinda do tempo seco estimula as doenças respiratórias, como rinite, sinusite e bronquite, entre outras. Para um ambiente mais úmido muitos optam pelo uso dos umidificadores, porém, aí mora o perigo. De acordo com a sócia proprietária da Natureza & Limpeza, Ana Paula Barcena, o excesso de umidificação no local pode ocasionar a proliferação de ácaros e bactérias.

quarto hotel poluição cama computador

De acordo com a empresária, a higienização com produtos biodegradáveis é a melhor escolha, pois “o serviço deixa a casa limpa, com ar fresco e livre de ácaros e bactérias, contribuindo com o meio ambiente, além de gastar no máximo cinco litros de água”.

Neste caso de tempo úmido é indicada a limpeza de sofá, pufe, cadeiras, poltronas, carpetes, cortinas, edredom e colchões. Ela elimina ácaros, fungos e bactérias, além de poder ser realizada a impermeabilização, que também contribui para uma maior proteção dos estofados.

limpando sofá

“Pensando em aliviar a sensação de secura no ambiente, muitas vezes nos esquecemos que a falta de limpeza em nossos estofados pode colaborar para mais dificuldades respiratórias do que apenas o tempo seco. A higienização a parte colabora para a saúde de todos da casa”, finaliza Ana.

Fonte: Natureza & Limpeza