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Relacionamento de casal: menos glamour, mais realidade*

Por que há em torno do casamento entre duas pessoas tanto glamour e tão pouco preparo? Por que estes sonhos se acabam tão rapidamente? Por que duas pessoas que resolveram viver juntos uma vida toda não suportam tal “juramento”?

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Em minha experiência profissional atendendo casais ou parceiros individuais em busca de melhorar a si próprios para melhorar a relação, percebi que existem algumas atitudes que levam ao fracasso do relacionamento entre duas pessoas. Não se trata de exceções, grande parte destas atitudes é sabidamente negativa na relação inclusive interpessoal.

A primeira atitude que percebo como uma erva daninha ao relacionamento é que as pessoas não têm a mínima consciência de que adquiriram um “bem valioso”, sem a ilusão de que alguém é dono de outro alguém, a relação e os parceiros precisam de cuidados diários. Uma relação entre duas pessoas precisa ser nutrida com tentativas constantes de compreensão e superação. Sem cair no clichê da fala do Pequeno Príncipe: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, é mais ou menos isso. As relações entre parceiros necessitam de intenso cuidado entre as partes.

A segunda questão é o que eu chamo de posse: o que é meu e o que é do outro. Vidas distintas grande parte das vezes leva ao desligamento afetivo do casal, se não trabalhada por ambos. Questões ou decisões individuais repercutem na relação do casal. É necessário um grande exercício de equilíbrio, bom senso e aceitação quando apenas um viaja, trabalha durante a noite, ganha um salário muito superior, tem a posse dos bens materiais, fora todas as outras questões cotidianas como quem e como prepara as refeições, leva os filhos na escola ou cuida dos animais.

Dar o meu melhor, e não o meu pior é um item importante! Nosso parceiro precisa ser nossa prioridade. E não um resto a ser tolerado para cobrir nossas deficiências e questões mal trabalhadas. Além de tudo precisa ser nosso amigo, em momentos difíceis trocar de papel e ser nosso cuidador e poder nos acolher quando estamos doentes, por exemplo.

O excesso de críticas e a forma de manifestar opiniões também é importante. Muitas vezes é preciso esperar o momento mais adequado para discutir questões que geram raiva, discordância ou polêmica, divergências familiares, políticas, religiosas e esportivas. Quando houver perspectivas distintas, é necessária criatividade para encontrar formas de resolver o conflito e respeitar a opinião de cada um.

Faz parte do cultivo desta relação o perdão! Quando nossas palavras ou gestos ferem o outro, é imprescindível admitir o nosso erro e pedir perdão. E quando o contrário acontece, é preciso estar disposto a perdoar.

Quando ameaçamos o outro falando de separação ou começamos a fantasiar com a ideia de viver com outra pessoa, estamos destruindo nossa união em sua raiz. Muitas vezes é necessário rediscutir os contratos, combinados e a fidelidade.

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Se percebermos que as discussões tomam o rumo do desrespeito é melhor que ambos procurem ajuda profissional. Muitos casais esperam muito e chegam com a relação tão desgastada que não é mais possível retomar. Ter a sensibilidade de tentar restaurar o equilíbrio o quanto antes é maduro de ambas as partes.

É verdade que temos certa tendência ao egoísmo, mas o casamento só funciona se soubermos superá-la. Se ambos os cônjuges estão dispostos a se amar com generosidade, colocando o bem do outro à frente do seu, então o casamento prospera. O relacionamento de casal não é um conto de fadas, mas o encontro de duas pessoas bem humanas. Se conseguirmos no dia a dia lidar com estes conflitos certamente seremos humanos melhores, com menos glamour e com mais experiência e maturidade.

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*Ana Cassia Stamm é palestrante socióloga, psicóloga e psicoterapeuta Vibracional. Fundadora do Despertar do Ser Terapias Vibracionais

Janeiro Branco: entenda a importância da campanha sobre saúde mental

Criado em 2014 por um grupo de psicólogos que, a partir de estudos, perceberam a necessidade de uma campanha de conscientização do cuidado com a saúde mental, o Janeiro Branco marca o primeiro mês do ano.

A psicóloga e psicanalista Andrea Ladislau explica, no entanto, que a saúde mental não merece atenção apenas no mês de Janeiro. É necessário cuidado durante todo o ano. “Se você possui equilíbrio e harmonia emocional, certamente você consegue resolver suas questões com muito menos sofrimento. O sofrimento e a angústia são gatilhos importantes para sinalizar que algo está errado. E é uma boa saúde mental que trará o sentido para sua vida”, afirma.

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Para Andrea, a terapia é uma excelente ferramenta na construção da plena saúde mental do ser humano. Através da terapia o indivíduo poderá ter contato com seu eu interior e administrar de forma leve os desafios que o mundo impõe a cada segundo.

Ainda segundo a psicanalista, o ser humano, de forma natural, possui uma preocupação exagerada com a estética, em função das cobranças do mundo moderno. Desta maneira acaba deixando de lado o cuidado e a atenção com a saúde mental.

“Uma mente doente pode estar acometida por diversos problemas e transtornos variados, como angústias, depressão, fobias exageradas, pânico, traumas e síndromes entre outros. A questão é que só vamos nos atentar para isso quando já estamos doentes mentalmente”, diz.

Cuidar da saúde mental requer buscar equilíbrio e leveza de forma a não se entregar a questões que possam atrapalhar a paz interior, de acordo com a psicanalista. Para isso, segundo Andrea, o autoconhecimento é um grande aliado neste processo.

“Devemos buscar conhecer nosso interior, nossas questões, nossos sentimentos, nossas reações e respeitar nossos limites. Ao fazer isso não estaremos negligenciando nosso eu. Assim, fica mais fácil lidar com o mundo a nossa volta e nos relacionarmos melhor com os outros. Se eu não me entendo e não me conheço, será muito mais difícil ter uma relação saudável com as pessoas a minha volta”, explica.

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Andrea enfatiza que, assim como o corpo possui limites, a mente também tem seus aspectos limitadores, o que pode ajudar muito ou também causar danos. “Preste atenção nas suas emoções e como lidar com elas. Um de nossos maiores tesouros e o que devemos almejar é a nossa qualidade de vida. Que passa tanto pelo aspecto da vivência em si, quanto da harmonia mental propriamente dita”, afirma. E complementa:

“Enfim, não seja negligente consigo mesmo. Respeite sua mente e seu corpo. Infelizmente, a urgência do mundo hoje, nos faz ver que todos os caminhos levam para a construção de indivíduos doentes mentalmente. Não seja um deles, busque seu equilíbrio, sua força motora e faça com que corpo e mente andem lado a lado para a conquista de uma vida feliz e consciente.”

Cuidados com a saúde mental

A OMS afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde vai além da ausência de doenças. Esse conjunto é fundamental para que, como seres humanos, tenhamos plenas capacidades individuais e coletivas para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e aproveitar a vida.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem por depressão em todo o mundo, um transtorno mental frequente que afeta todas as faixas etárias, de qualquer raça, etnia ou classe social. A doença é a principal causa de incapacidade e é pauta de destaque quando se fala em saúde da mente.

 

 “Cuidar da saúde mental não é frescura”

Em apoio ao movimento, o Instituto do Cérebro promoverá plantão psicológico gratuito neste primeiro mês de 2020

Ainda há muita discriminação e falta de informação em relação aos transtornos mentais, principalmente a depressão. A neuropsicóloga Marcella Bianca Neves, fundadora do Instituto do Cérebro e membro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia – SBNP, reforça que apenas através de debates e conscientizações será possível quebrar esse tabu e alerta que a psicoterapia é fundamental para todas as pessoas.

“Atualmente, o preconceito é mascarado pela ignorância e pelos estereótipos que vitimizam os portadores de transtornos mentais – o que, além de dificultar a aceitação do distúrbio pelos próprios indivíduos, serve de empecilho para que se recuperem de uma doença tão perigosa quanto subestimada. O acompanhamento psicológico frequente é primordial para uma vida mais saudável e produtiva. Temos que mudar o paradigma de que a psicoterapia auxilia apenas indivíduos com graves problemas psicológicos. Cuidar da saúde mental não é frescura”, destaca Marcella.

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Foto: Shutterstock

De acordo com a especialista, qualquer comportamento que prejudique a autonomia na vida diária de uma pessoa merece atenção e os sintomas variam conforme o transtorno. “Em casos depressivos, por exemplo, sinais de isolamento social; tristeza; desânimo persistente; baixa autoestima; sentimentos de inutilidade; mudança de apetite; entre outros. Mas de modo geral, alterações no sono, confusão mental (temporal e espacial) e comportamentos disfuncionais tendem a ser sinais importantes para buscar ajuda profissional e iniciar uma investigação clínica”, pontua.

O Instituto do Cérebro Marcella Bianca incentiva as reflexões sobre as questões emocionais e afetivas e o cuidado com o bem-estar psíquico. Para contribuir com as ações da campanha Janeiro Branco, durante todo o mês de janeiro haverá plantão psicológico um dia por semana com atendimento gratuito à comunidade.

Consumo de antidepressivos no Brasil aumentou

Dados da Funcional Health Tech apontam que nos últimos quatro anos o consumo desses medicamentos aumentou 23%

Um estudo da Funcional Health Tech – empresa líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde – feito com base em 327 mil clientes da companhia, localizados em todo o país, demonstra que de 2014 a 2018 o consumo de antidepressivos cresceu 23%. Esse aumento contraria a tendência de consumo geral de medicamentos, que apresentou queda de 5% nesse período.

De acordo com o estudo, mulheres na faixa de 40 anos são as que mais utilizam antidepressivos. Ainda com base nos dados da Funcional Health Tech, foi criado um ranking de vendas de medicamentos, dividido por classes terapêuticas, que demonstra que a psiquiatria é a 10ª classe mais consumida no país. Dentro dessa classe, os medicamentos mais vendidos são antidepressivos e analépticos (drogas estimulantes do sistema nervoso central), depois sedativos e ansiolíticos (medicamentos usados no controle da ansiedade).

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“A saúde mental e a saúde física são duas vertentes fundamentais para o bom funcionamento do corpo humano”, diz Ricardo Ramos, médico e vice-presidente da Funcional Health Tech. “Ansiedade e depressão têm afetado a população do mundo todo e o cuidado especial com a ajuda de um médico especialista em saúde mental é muito importante”, ressalta.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em escala global, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% nos últimos dez anos. São 322 milhões de indivíduos, ou 4,4% da população da Terra. Na América Latina, o Brasil é o país mais ansioso e estressado. Cerca de 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão e 9,3% de ansiedade.

 

Setembro Amarelo: ANS reforça o alerta sobre cuidados com doenças mentais

Em alusão à campanha Setembro Amarelo, dedicada à prevenção do suicídio, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforça o alerta sobre os cuidados com as doenças mentais e incentiva as operadoras de planos de saúde a desenvolverem programas de promoção da saúde e prevenção de riscos de doenças (Promoprev) voltados a essa linha de atenção. Além disso, a ANS destaca as principais coberturas que estão previstas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde para o tratamento de doenças mentais.

O mês foi escolhido em razão do Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, celebrado todo ano em 10 de setembro. O objetivo é conscientizar as pessoas ao redor do mundo que o suicídio pode ser evitado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo, e essa é a segunda maior causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos de idade.

No Brasil, 32 brasileiros tiram a própria vida por dia, o equivalente a uma pessoa a cada 45 minutos. Ações preventivas são fundamentais para reverter essa situação: mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados se as causas forem tratadas corretamente, aponta a OMS.

Na saúde suplementar, a preocupação com as doenças mentais é crescente. O Rol de Procedimentos da ANS determina cobertura obrigatória para consultas médicas em número ilimitado (inclusive em psiquiatria), internação hospitalar, atendimento e acompanhamento em hospital-dia psiquiátrico, consulta com psicólogo e com terapeuta ocupacional e sessões de psicoterapia.

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Procedimentos realizados por beneficiários de planos de saúde

O número de procedimentos realizados por beneficiários nessa área vem aumentando ano a ano, segundo dados do Mapa Assistencial. De 2011 a 2018, o número de atendimentos com psiquiatras subiu 63% – em 2011 foram 3,01 milhões de consultas, ante 4,9 milhões em 2018. As sessões com psicólogos deram um salto de 146% no período, saindo de 7,1 milhões em 2011 para 17,5 milhões em 2018.

O número de internações em hospital-dia para saúde mental quadruplicou de 2011 até 2018 – saiu de 18.595 mil internações para 99.965 mil. As consultas/sessões com terapeuta ocupacional cresceram 200%, passando de 648,1 mil para 1,9 milhão. E o percentual de internações psiquiátricas aumentou 130% (de 85,2 mil para 196,3 mil).

Cabe ressaltar que o número de beneficiários em planos de assistência médica também aumentou nesse período (passou de 46 milhões em 2011 para 47,3 milhões em 2018 – dados de dezembro). Portanto, é válido ponderar o número de atendimentos realizados em cada ano em relação ao número de usuários existentes no período. Ainda assim, percebe-se que houve aumento percentual em todos os procedimentos acima mencionados.

Confira os dados na tabela abaixo:

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Promoção e prevenção

Além de garantir, pelo Rol de Procedimentos, os tratamentos mais indicados para doenças mentais, a ANS vem estimulando as operadoras a desenvolverem programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos de Doenças (Promoprev) voltados para essa área. Em 2011, eram três iniciativas voltadas a esse fim; hoje, existem 42 programas cadastrados na Agência, atendendo cerca de 29,5 mil beneficiários de planos de saúde. As principais linhas de cuidado são depressão, estresse, esquizofrenia, transtornos psiquiátricos decorrentes do uso de álcool e outras drogas, transtorno bipolar, entre outras.

Vale destacar que as operadoras que têm programas aprovados na ANS recebem incentivos regulatórios. Há redução de 10% na exigência mensal de margem de solvência e bonificação que eleva pontos/notas no Programa de Qualificação das Operadoras. A ANS estimula que as operadoras elaborem ações de inclusão de seus usuários nos programas, concedendo descontos em serviços ou até pelo não pagamento de coparticipação para procedimentos relacionados ao Promoprev.

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Fonte: ANS

Adultos na rede: inabilidade prejudica pessoas mais impulsivas e ansiosas, diz terapeuta

Especialista recomenda que pessoas usem a tecnologia com cuidado, para não gerar ainda mais solidão e afastamentos

Fala-se muito da tecnologia e crianças, os cuidados, os estímulos e tudo que podemos e devemos fazer para proteger nossos pequenos. Mas e os adultos, como estão lidando com essa novidade tecnológica? Quais as regras de tudo isso e qual a melhor maneira de utilizar?

Segundo a terapeuta transpessoal Wanessa Moreira, que também é master mentoring em coaching corpo e mente, “a inabilidade em usar algo de alcance tão grande e tão rápido, tem prejudicado e muito as pessoas mais impulsivas e ansiosas”.

E nesse compasso, as relações entre as pessoas estão sendo prejudicadas. “Sabe aquela frase: pronto falei? Vai lá e faz o textão, ou crítica uma outra pessoa, e mesmo que se arrependa depois, já foi, centenas ou milhares de pessoas já tiveram acesso… e agora?”, indaga a profissional que trabalha como orientadora pessoal.

Para a especialista, as pessoas tristes e magoadas saem impondo suas regras umas sobre as outras no ambiente virtual. “E para onde vai toda essa energia e tempo gasto? Coloca as pessoas ainda mais no estresse de sobrevivência e em uma frequência, uma vibração que rouba a nossa bateria de amor com a vida”, afirma Wanessa.

O resultado de tudo isso, de acordo com a terapeuta, é o aumento da irritação, reclamação e uma procura intensa por verdades, que nunca irão chegar. “E sabe por quê? Não há um lado certo, há sim o lado de cada um, e quando se perde o respeito, só é possível ver os erros que sobraram. E as pessoas vão se perdendo ao invés de usarem a conexão da tecnologia para se encontrar”, diz.

Não é sobre tirar um do outro e, sim, sobre um somar ao outro, exemplifica Wanessa: “Não preciso me incomodar porque o outro é feliz nas fotos das redes sociais, sejam fotos reais ou não, é o que a pessoa posta. Posso me inspirar no que ela está mostrando e aplicar na minha vida aquilo que eu busco”,argumenta a terapeuta.

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Getty Images

Portanto, a terapeuta transpessoal recomenda que as pessoas usem cada vez mais a tecnologia com o significado de ‘conexão’: “União, uma relação de dependência; em que há lógica, nexo e coerência, como o próprio dicionário define. Um significado que é tão rico por si só, ao invés de gerarmos mais ainda solidão e afastamentos”, recomenda.

Fonte: Wanessa Moreira é terapeuta, orientadora pessoal e Master Mentoring em Coaching Corpo e Mente, com pós-graduação em psicologia transpessoal.

Insônia pode causar doenças cardiovasculares e neurológicas

Mal que atinge 75 milhões de brasileiros, a insônia pode ser freada com alimentação e mudança de hábitos noturnos, para não desencadearem problemas maiores de saúde

Uma noite de sono bem dormida, com oito horas de descanso, que garanta vigor para o dia seguinte é um privilégio. Isso porque, de acordo com a Associação Brasileira do Sono (ABS), 75 milhões de pessoas sofrem de insônia no Brasil. Este é o distúrbio do sono mais comum entre os brasileiros, à frente até do ronco e da apneia.

A insônia nada mais é que a dificuldade de iniciar o sono ou de mantê-lo e está ligada à baixa produção de melatonina, o hormônio que regula nosso relógio biológico. A baixa produção desta substância é mais comum em pessoas que já passaram dos 50 anos. Se o jovem apresenta sono desregulado, o caso deve ser investigado.

“A insônia, na maioria das vezes, é provocada ou agravada por um fator externo, como dores no corpo, trauma emocional e trabalho em turnos diferentes, por exemplo. Até mesmo o baixo nível socioeconômico e a preocupação com o desemprego podem estar entre as causas de insônia. O fator genético também pode influenciar, mas é uma parcela muito pequena, 5% a 15% dos casos apenas”, explica Louise Soares, fisioterapeuta e especialista em Saúde Integrativa.

Noites maldormidas podem levar a problemas maiores. Pesquisas demonstram que a insônia aumenta o risco de doenças como hipertensão, doenças cardiovasculares, derrames, doenças neurológicas e até a doença de Alzheimer.

O sono tem a função de reparar o sistema biológico, pois é durante a noite que alguns hormônios são produzidos pelo organismo, como o GH que é mais conhecido como “hormônio do crescimento” e também a Lepitina, que é responsável pelo apetite.

Alimentação saudável é um caminho

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Foto: LaniCooks

O que muitas pessoas não sabem é que a produção de melatonina pelo cérebro está diretamente ligada à alimentação saudável. Nas folhas verde-escuras, aveia sem glúten, chocolate, semente de girassol, amêndoas estão presentes o ácido fólico. Já no bife de fígado, no pistache, nas castanhas e no salmão estão presentes a vitamina B6. Essas duas substâncias ajudam no processo para a criação da melatonina.

“As pessoas têm muito preconceito com bife de fígado, mas ele é excepcional! Nele estão diversos elementos especiais e diversas vitaminas. Então eu recomendo que as pessoas consumam pelo menos uma vez por semana. Existem muitas opções para conseguir esses nutrientes que ajudam a produzir a melatonina. É só você querer e ter um pouco de criatividade”, afirma a especialista.

Louise alerta sobre o uso indiscriminado da melatonina não natural para conseguir boas noites de sono. Neste caso, as dosagens devem ser analisadas caso a caso e, se tomadas em doses exageradas, podem causar dependência e fazer com que a glândula presente no cérebro pare de produzir o hormônio.

Cuide do seu espaço

As mudanças na alimentação são apenas uma parte do processo que vai ajudar a resolver o problema da insônia. Os hábitos, principalmente no período noturno, também são cruciais para quem luta para ter uma boa noite de sono. Louise elencou algumas atividade que podem ser praticadas por quem sofre com a insônia:

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Terapia de higiene do sono: retirar e corrigir comportamentos que atrapalham o sono. Ou seja, não tire cochilos durante a tarde, regule os horários e procure dormir diariamente no mesmo horário. Evite comer muito tarde e, se for comer, prefira alimentos leves e de fácil digestão.

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Terapia de controle de estímulos: utilize a cama apenas para dormir ou para o ato sexual. Não leia, estude ou assista TV nela, pois isso se torna um estímulo para que o corpo entenda que a cama não é feita para dormir;

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Terapia da restrição do sono: limite seu tempo na cama. Se o relógio despertou, não enrole muito e levante rápido;

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Foto: Shutterstock

Terapias cognitivas: identifique os problemas emocionais que estão atrapalhando o seu sono. O trabalho de um psicólogo pode te ajudar a entender e solucionar essa dificuldade em conseguir dormir;

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Foto: Jeviniya-Pixabay

Técnicas de relaxamento: yoga e meditação ajudam a relaxar. Ouça músicas com ondas delta.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Terapia Cognitivo-Comportamental Multicompetente: associe todas as técnicas anteriores.

Fonte: Louise Soares é fisioterapeuta e especialista em Saúde Integrativa

SII: terapia cognitivo-comportamental por telefone e Internet alivia sintomas

O tratamento usual para a síndrome do intestino irritável consiste em drogas e conselhos sobre estilo de vida e dieta. Agora, um novo estudo sugere que fazer terapia comportamental cognitiva pela Internet ou pelo telefone, além dos cuidados habituais, pode reduzir os sintomas de forma mais eficaz do que o tratamento padrão para aqueles cuja SII não está respondendo aos medicamentos.

A pesquisa, que tomou a forma de um estudo controlado randomizado, é a maior até agora a ter testado esses tipos de terapia cognitivo-comportamental (TCC) para o tratamento da síndrome do intestino irritável (SII).

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O experimento foi realizado no Reino Unido, sob a direção de pesquisadores da Universidade de Southampton e do King’s College London, que detalharam os métodos e descobertas em um artigo publicado na revista Gut.

A SII é uma condição intestinal comum com sintomas persistentes que podem afetar significativamente a qualidade de vida de uma pessoa. As novas descobertas podem ajudar a ampliar o acesso ao Serviço Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido e à terapia psicológica efetiva para pessoas com a síndrome.

As diretrizes clínicas do Reino Unido recomendam a TCC para pessoas com SII cujos sintomas permanentes não respondem aos medicamentos após 12 meses. Os pesquisadores afirmam que, embora a TCC possa “reduzir as pontuações dos sintomas e melhorar a qualidade de vida por meio de crenças e comportamentos de enfrentamento inúteis”, ainda não sabem quais métodos de administração são os mais eficazes.

Estudos anteriores sugeriram que sessões presenciais de TCC poderiam ajudar a reduzir os sintomas da SII. Porém, a primeira autora do estudo, Drª Hazel A. Everitt, que é professora associada em clínica geral na Universidade de Southampton, explica: “No entanto, na minha experiência clínica descobri que a disponibilidade [de face a  face] da TCC é extremamente limitada”.

SII e TCC

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SII é uma condição gastrointestinal persistente e angustiante que afeta cerca de 11% das pessoas em todo o mundo, e “requer carga significativa de cuidados de saúde”. Os sintomas incluem dor abdominal, cólicas, inchaço, constipação e diarreia. Eles podem ter um impacto considerável na capacidade de uma pessoa para trabalhar e manter sua qualidade de vida. SII não é o mesmo que doença inflamatória intestinal (DII), embora as duas condições tenham alguns sintomas semelhantes.

Já a TCC é uma “terapia da fala” que ajuda as pessoas a alterarem seu pensamento e comportamento para gerenciar os problemas de uma maneira positiva e sistemática. A terapia concentra-se no presente e incentiva a mudança por meio de pequenos passos práticos que os indivíduos podem implementar em suas vidas diárias imediatamente.

A abordagem pode ajudar várias condições médicas, desde SII a transtornos alimentares, depressão, ansiedade, insônia e estresse pós-traumático.

Comparando a TCC adaptada ao atendimento padrão

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Para o estudo, os pesquisadores recrutaram 558 pessoas com SII que estavam passando por sintomas contínuos sem alívio e em outros tratamentos por pelo menos 12 meses. Eles atribuíram aleatoriamente os participantes a três grupos. Em um grupo, de controle, receberam cuidados padrão, enquanto os outros dois grupos receberam duas formas de TCC adaptadas para a SII, além do tratamento padrão.

Os cuidados padronizados incluíam o “tratamento como de costume”, que os pesquisadores definiram como “continuação dos medicamentos atuais e acompanhamento habitual do clínico geral ou consultores sem terapia psicológica”. Ele também incluiu conselhos e um folheto sobre estilo de vida e dieta.

As duas formas de TCC – por telefone e pela Internet – tinham os mesmos objetivos, mas diferentes modos de entrega e quantidades variáveis ​​de informações dos terapeutas, que também passaram por um treinamento.

Ambas as formas de TCC visavam melhorar os hábitos intestinais e desenvolver padrões estáveis ​​e saudáveis ​​de alimentação. Também procuraram gerenciar o estresse, desafiar o pensamento negativo, reduzir o foco nos sintomas e prevenir a recaída.

Aqueles no programa de TCC por telefone receberam um manual com conselhos detalhados e trabalhos de casa. Eles também falaram por uma hora ao telefone com um terapeuta por seis vezes durante as primeiras nove semanas. Então, eles tiveram mais duas sessões de reforço de uma hora com o terapeuta no telefone, aos quatro e aos 8 meses após o início do programa.

Os participantes do programa de TCC pela Internet poderiam acessar um pacote de autoajuda interativa baseado em materiais de um teste anterior para SII. Eles também receberam três sessões de telefone de 30 minutos com um terapeuta nas primeiras cinco semanas e depois duas sessões de reforço de 30 minutos após quatro e oito meses.

Os resultados favoreceram ambos os modos de TCC

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Para avaliar a eficácia do tratamento nos três grupos, os pesquisadores analisaram uma série de medidas, incluindo mudanças nos escores de gravidade dos sintomas, nível de interrupção do trabalho e da vida social, humor e capacidade de lidar com os sintomas.

Eles avaliaram algumas pessoas, 3 e 6 meses após o início dos tratamentos e, em seguida, no final do estudo, que durou 12 meses. Os resultados mostraram que, em comparação com os participantes que receberam apenas tratamento padrão por 12 meses, aqueles que receberam TCC por telefone ou pela web tiveram maior probabilidade de relatar que seus sintomas diminuíram em gravidade e que o trabalho e vida social melhoraram.

É importante notar que apenas as pessoas cuja SII não respondeu às drogas participaram do estudo, então, os resultados não se aplicam necessariamente a todos com o problema.

A equipe está agora trabalhando com o Serviço Nacional de Saúde inglês para que mais pessoas com SII possam acessar esses tratamentos. Eles também estão trabalhando com uma empresa privada para tornar a TCC pela web mais acessível fora do serviço de saúde e em outros países.

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“O fato de que ambas as sessões de TCC realizadas por telefone e pela web se mostraram tratamentos eficazes é uma descoberta realmente importante e excitante. Os pacientes são capazes de realizar esses tratamentos em um momento conveniente para eles, sem terem que se deslocar para clínicas”, afirma um dos pesquisadores, o médico Hazel A. Everitt.

Fonte: Medical News Today

Cavalos são aliados no tratamento de pessoas com deficiência intelectual

A equoterapia traz excelentes resultados de desenvolvimento dos educandos da instituição

Não é de hoje que ouvimos falar sobre os benefícios do convívio dos humanos com os animais. Muitos dos bichos são considerados pela Medicina como um grande aliado em diferentes tratamentos de saúde. No Centro Especializado Nossa Senhora D’Assumpção a filosofia não poderia ser diferente. O lugar reconhecido pelo acolhimento e educação socializadora de pessoas com deficiência intelectual há anos dispõe de uma modalidade que usa o cavalo como meio de terapia e agrada não só os educandos, mas toda a equipe técnica do centro.

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Conhecido como “equoterapia”, o método terapêutico com abordagem interdisciplinar ganhou as atenções da equipe do Censa por exigir do praticante a participação do corpo inteiro. Uma observação que tem colocado em evidência a presença do cavalo nos excelentes resultados de desenvolvimento das atividades motoras dos educandos.

Carla Braz, fisioterapeuta da equipe do CET – Centro de Equoterapia Talentos, atuante no Censa Betim explica: “O cavalo não é só fonte de esporte ou diversão, mas útil, também, quando o assunto é saúde. Aqui no Censa vemos muitos avanços nos casos de educandos com deficiência intelectual. Em alguns casos, temos indivíduos mais agitados ou com dificuldades de concentração e a terapia com o animal ajuda a desenvolver a mente e corpo e trabalhar a concentração”.

Segundo a fisioterapeuta, a atividade faz parte da proposta diferenciada de atividades esportivas e recreativas do Centro. E a prática da modalidade, cientificamente foi comprovada pela sua contribuição para o desenvolvimento de várias cadeias da deficiência como a força, o tônus muscular, flexibilidade, relaxamento, conscientização do próprio corpo e aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio.

Na prática, o ambiente e a formação da equipe devem seguir normas específicas que garantam a segurança e o acolhimento do educando. No Censa Betim, cada sessão é acompanhada por, no mínimo, três profissionais de diferentes categorias: a equitação, a fisioterapia e a psicologia.

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“Realizar a equoterapia no Censa é um privilégio, pois estamos rodeados de profissionais comprometidos que buscam o melhor para os educandos. Por isso eu ressalto que trabalhar com os cavalos e com pessoas com deficiência intelectual é um presente pra mim, já que a cada atendimento, nós profissionais é quem aprendemos com eles! Cada praticante tem suas limitações, assim como também potencialidades que são valorizadas sessão por sessão. Por isso, a terapia com o animal significa permitir o desenvolvimento não somente físico, como também emocional, social e educacional. Abrangendo assim, a pessoa como um todo” explica Carla Braz.

Além da equoterapia, o lugar oferece também durante todo o ano oficinas de teatro, música, artesanato e esportes adaptados em uma proposta diferenciada de escolaridade com o objetivo de desenvolver ao máximo as potencialidades dos educandos.

Com atendimento particular, o Censa cumpre a missão de apoiar e garantir a qualidade de vida das pessoas com deficiência intelectual, tudo isso em um ambiente familiar e integrado à natureza. Por isso, o Centro conta com uma equipe multidisciplinar regada de profissionais como psiquiatra, clínico geral, psicóloga, enfermeira, nutricionista, farmacêutica, musicoterapeuta, fisioterapeuta, pedagoga e fonoaudióloga. A instituição oferta diferentes modalidades de atendimento.

Censa Betim – Centro Especializado Nossa Senhora D’Assumpção – Rodovia Fernão Dias, Km 494 – S/N | Betim – MG

Síndrome do Intestino Irritável e depressão: qual o link?

Tanto quanto os cientistas sabem, a síndrome do intestino irritável não causa depressão, e a depressão não causa a SII. Mas, para muitas pessoas, as duas estão juntas. Às vezes, uma condição pode piorar a outra. Pode ser um ciclo frustrante.

Ao mesmo tempo, tratamentos que normalmente aliviam o transtorno de humor também podem ajudar algumas pessoas com seus sintomas da SII. Eles podem oferecer ainda mais opções a serem consideradas quando você estiver procurando por ajuda.

Como a SII e a depressão funcionam juntas

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Os sintomas da síndrome do intestino irritável podem causar um nível de desconforto que se assemelha à depressão. Algumas pessoas estão tão preocupadas que a diarreia, a constipação ou outros sintomas se manifestem, e evitam ir ao trabalho, à escola ou visitar os amigos. Elas podem se concentrar menos em suas vidas sociais e perder o interesse em atividades de que antes desfrutavam. Podem se sentir inquietas ou irritáveis. Todos estes são sintomas de depressão.

Por outro lado, o transtorno do humor pode influenciar o modo como as pessoas lidam com a SII. Elas podem se sentir muito cansadas ou sem esperança para se preocupar em mudar sua dieta para aliviar os sintomas digestivos ou achar que não podem tratar sua constipação ou diarreia bem o suficiente. Além disso, o estresse emocional piora os sintomas intestinais.

Antidepressivos para SII

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Alguns remédios para depressão podem tratar o transtorno do humor e alguns dos sintomas da SII. Mas eles são usados de maneiras diferentes para cada condição, por isso é importante conversar com seu médico para saber como você deve tomá-los.

Mesmo as pessoas com síndrome do intestino irritável que não estão deprimidas podem obter alívio por meio dos antidepressivos. As drogas podem ajudar a bloquear a forma como o cérebro processa a dor.

O American College of Gastroenterology, , nos EUA, diz que dois tipos de antidepressivos podem ajudar os sintomas da SII:

=Antidepressivos tricíclicos, como amitriptilina, desipramina ou nortriptilina

=Inibidores seletivos de recaptação de serotonina (SSRIs), como citalopram, paroxetina ou sertralina

Mas os especialistas dizem que precisam de mais pesquisas para entender completamente o quão seguras e eficazes as drogas são para as pessoas com SII.

Terapia

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Muitas pessoas com depressão recebem ajuda trabalhando com um terapeuta para descobrir conflitos e entender sentimentos. Um tipo de terapia de conversa, chamada terapia cognitivo-comportamental, pode ajudar com os sintomas da SII e com o transtorno de humor.

A terapia cognitivo-comportamental ensina como reconhecer pensamentos negativos e distorcidos e substituí-los por pensamentos positivos e mais realistas. O American College of Gastroenterology descobriu que a terapia comportamental aliviou alguns sintomas da SII para a maioria das pessoas. E, quando se sentiam melhor fisicamente, também apresentavam menos sintomas de depressão e ansiedade.

Outras opções de tratamento

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Juntamente com a Medicina e terapia, outras medidas podem ajudar a aliviar a depressão e a síndrome do intestino irritável. Algumas pessoas acham que técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação ou respiração profunda, ajudam a se sentir melhor. O exercício regular também ajuda algumas pessoas a se recuperarem da depressão. Então, fazer uma boa dieta para SII, ter a quantidade certa de sono e tempo para fazer algo que você gosta a cada dia também ajudam.

Grupos de apoio para pessoas com SII ou transtorno de humor também podem fazer a diferença. Quando você fala com outras pessoas que sabem o que você está passando, você pode se sentir menos sozinho.

Converse com seu médico sobre o que é certo para você também. Pergunte se se consultar com um profissional de saúde mental ajudará.

Fonte: WebMD

Maderoterapia é opção infalível para preparar o corpo para o Carnaval

Técnica colombiana fez sucesso na Europa e está em alta também no Brasil

A maior festa brasileira está chegando e, na hora da folia, milhares de pessoas querem arrasar nas fantasias e estar com a saúde e corpo em dia para curtir cada minuto. E no meio de tantas opções de tratamento, a maderoterapia, massagem colombiana, se destaca por ter uma vasta opção de acessórios.

maderoterapia instrumentos
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“Essa é uma técnica completa e eficiente no estímulo da circulação sanguínea e linfática, da produção de colágeno, elastinas e liberação de endorfinas. Dessa forma, promove excelentes resultados como redução de medidas, melhora do aspecto da celulite, diminuição de inchaço e melhor funcionamento do intestino juntamente com sensação de relaxamento e bem-estar”, explica Gabriela Laubé, fisioterapeuta especializada em estética.

O procedimento utiliza ferramentas de madeira específicas e anatômicas para fazer uma remodelagem do corpo. Nesse caso, cada instrumento é utilizado para um determinado fim, substituindo o uso das mãos na execução de uma massagem modeladora. Para Gabriela, a vantagem está na facilidade que o profissional encontra em manter a intensidade e ritmo de manobras do início ao fim da sessão, tornando a técnica muito mais eficiente.

maderoterapia colombiana
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Os instrumentos usados são: o cogumelo, para ativar a circulação; a copa sueca, que forma um vácuo suave oxigenando os tecidos; rolo esfriado que ativa a circulação de forma mais intensa; rolo cubo para relaxamento muscular e por fim as famosas pantalhas, que além do amassamento, são excelentes para estimular a circulação venosa e linfática.

Sem dúvida, a maderoterapia é muito benéfica ao organismo, mas antes de pensar na estética vale lembrar que a saúde vem em primeiro lugar. “Para realizar o procedimento, é preciso estar atento às contraindicações. Não devem fazer a massagem modeladora com madeiras pessoas com: diabetes e hipertensão descompensadas, trombose, câncer, processos infecciosos, febre, lesões cutâneas e abdome gravídico”, relata Gabriela.

Gabriela Laubé

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Formada em fisioterapia pelo Centro Universitário São Camilo com pós-graduação em Acupuntura e Métodos Terapêuticos Chineses para Fisioterapeutas pela Universidade Cidade de São Paulo, Gabriela Laubé tem mais de 8 anos de experiência na área de estética. Em 2016, criou o Espaço Femme Fleur, local dedicado à estética facial e corporal, oferecendo uma nova frente de atenção à saúde e, ao mesmo tempo, proporcionando um momento de relaxamento pessoal. Gabriela Laubé possui uma vasta lista de cursos complementares, sendo eles: Limpeza de Pele 2.0; Pantalaterapia; Consultoria em Estética; Treinamento do Equipamento Dermotonus Esthetic e Slim; Participação e Qualificação Profissional no Workshop do Método Haguihara; Acupuntura na saúde da mulher, Fisioterapia em obstetrícia, Acupuntura estética, Massagem Modeladora com Toalhas Quentes, Quick Massage e Bambuterapia.

Seis motivos para cozinhar mais e comer melhor o ano todo

A Smart, marca especialista em temperos, destaca as principais razões para que as refeições preparadas em casa ganhem mais espaço na sua vida

Como anda sua relação com a cozinha? Você tem medo de errar, preguiça de cozinhar ou falta tempo? A Smart, marca especialista em temperos, destaca seis motivos principais para criar mais oportunidades de preparar refeições para você e as pessoas amadas. São razões suficientes para você ganhar mais disposição para a cozinha durante o ano todo. Confira!

Exercite sua criatividade

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Não é a toa que muitos dizem que “cozinhar é uma arte”. Você percebe que para criar um prato é preciso unir harmoniosamente ingredientes diferentes, cada um com um sabor particular? Além de nutrir e trazer prazer às refeições, cozinhar é um exercício saboroso para exercitar as funções cognitivas do cérebro e os sentidos do corpo.

Dê o seu tempero para a comida

mulher cozinhando fogao panela

Tem coisa melhor fazer uma comidinha com aquele sabor que você tanto gosta? Dá água na boca saborear aquela refeição que você sabe que não tem erro, porque o tempero foi você quem escolheu. Hoje em dia, são tantas opções de ervas frescas e desidratadas, além de mix de temperos disponíveis, que você tem toda chance de comer um prato tão saboroso quanto dos melhores restaurantes! A Smart, por exemplo, reúne condimentos e especiarias premium do mundo todo para oferecer à cozinha brasileira.

Aproveite essa sessão de terapia

istockphoto- mulher na cozinha
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Silenciar a mente das preocupações do dia a dia para se dedicar a preparação de um prato que você quer saborear é uma delícia de terapia. Além de ter sabor, cheiro, textura, cozinhar promove o estado de presença e relaxamento, reduzindo a ansiedade e estresse do dia a dia.

Cuide mais de si e das pessoas amadas

avo neta cozinha freepik
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Quem não gosta de fazer um mimo para si ou para as pessoas que ama? Cozinhar permite praticar o amor, o cuidado, o carinho por meio da nutrição. Quem não gosta de presentear ou receber uma refeição saborosa no fim do dia, no encontro com amigos e familiares ou em uma data especial?

Garanta a qualidade dos alimentos que está ingerindo

crianças e mae no supermercado The Yummy Mummy Club

Quando você se dispõe a cozinhar, você tem chance de ir ao supermercado, feiras, mercearias e escolher ingredientes de procedência segura e com qualidade superior. Ao preparar os alimentos em casa, você também garante a higienização, sabendo que o que está comendo é a melhor opção para o seu corpo e não apenas para o seu paladar.

Economize no orçamento

receitas

Mesmo os pratos mais sofisticados, com ingredientes mais caros, ainda ganham no quesito economia, quando preparados em casa. Coloque na ponta do lápis a lista de compras e perceba que é possível comer refeições inspiradas nos restaurantes que você mais gosta por muito menos.

Fontes: Smart / Latinex