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Confira alguns mitos e verdades sobre coloração de cabelo

O hairstylist e embaixador da Bio Extratus, João Bosco, esclarece algumas dúvidas muito comuns sobre coloração

Se você está pensando em tingir os cabelos, mas tem dúvidas sobre coloração, confira os mitos e verdades esclarecidos pelo hairstylist e embaixador da Bio Extratus, João Bosco.

Deixar a coloração no cabelo por mais tempo possibilita que a cor fique mais intensa?
Mito: “Não recomendo deixar mais tempo do que o indicado pela marca de coloração usada, pois pode variar entre 10 e 50 minutos, dependendo do resultado desejado. Além disso, os pigmentos podem aderir mais e dar a sensação de cor mais escura ou intensa. Outro detalhe é ficar atento ao tempo de pausa para não causar irritação no couro cabeludo”, sugere Bosco.

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Cabelos virgens são mais fáceis de tingir?
Verdade: “Sim, os cabelos que nunca foram coloridos são mais fáceis já que a tintura  neutraliza os pigmentos naturais com facilidade”, explica o embaixador da Bio Extratus.

O xampu ideal auxilia na manutenção da coloração? Por quê?
Verdade: “Tão importante quanto a qualidade da coloração utilizada, o xampu e cremes de tratamento devem ser de boa qualidade e ter indicação para cabelo colorido, afinal, esses produtos não devem conter sal ou sulfatos”, alerta Bosco.

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A coloração sempre vai ressecar o cabelo?
Parcialmente verdade: “Uma coloração permanente precisa de uma quantidade maior de amônia para entrar e fixar bem na fibra do cabelo. Isso pode deixar os fios levemente alterados dependendo da qualidade da tinta usada. Por isso, é sempre bom investir em coloração com tratamentos ‘inside’. Uma outra opção é apostar em uma coloração orgânica que utilize óleos vegetais ao invés da amônia – substância que preserva melhor a hidratação natural dos fios”, afirma o profissional.

Pintar os cabelos sujos é realmente melhor?
Parcialmente verdade: “Para quem utiliza a coloração tradicional, com mais amônia, o ideal é deixar um ou dois dias sem lavar para potencializar a tintura. Já para quem usa tonalizante ou tintas orgânicas, o melhor é que os fios estejam limpos para facilitar a coloração”, sugere o hairstylist.

Para te ajudar na escolha da tintura e dos produtos ideais, selecionamos algumas sugestões. Confira:

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A linha pós-coloração – composta por xampu, banho de creme, memorizador da cor, condicionador, finalizador e fix dose – é desenvolvida para hidratar, recuperar, proteger e aumentar a durabilidade da cor nos cabelos coloridos. A formulação dos produtos possui antioxidantes responsáveis por manter os cabelos tingidos hidratados e brilhantes, além de goji berry, aminoácidos de cereais e lumicor – tecnologia exclusiva que repara a fibra capilar.

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A Bio Extratus Color possui 49 nuances e possui pigmentação com mais alta tecnologia que garante uma fixação precisa. O produto ainda possui propriedades anti-inflamatórias que contribuem para não irritar o couro cabeludo.

Fonte: Bio Extratus

Tingir os cabelos em casa pode trazer riscos à saúde capilar

Tingir os cabelos em casa é um hábito comum a muitas pessoas. Porém, pode se tornar altamente prejudicial à saúde dos fios e a do couro cabeludo, uma vez que as tinturas devem ser manuseadas por um profissional que está apto para oferecer cuidados prévios e manutenção aos cabelos após a coloração.

Geralmente, o que mais é temido ao tingir os cabelos em casa são os possíveis erros com a cor e o ressecamento dos fios, sendo essas questões meramente superficiais e de baixo risco. Entretanto, os perigos reais vão muito além dos danos visíveis. A hairstylist e visagista do salão Maison Rocha, Rosângela Rocha, em Belo Horizonte, comenta sobre como tingir os fios sem um profissional pode ser prejudicial.

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“As químicas presentes nas tinturas, por si só, não condenam à saúde capilar, em alguns casos. O problema maior reside justamente no manuseio do produto e no cuidado após a coloração. De forma que, quando o procedimento é realizado em casa sem a proteção ou manutenção pós-tintura, os fios ressecam e o couro cabeludo fica exposto a ações alérgicas”, afirma Rosângela.

Os danos não se limitam somente ao comprimento dos fios. Muitas vezes, em uma coloração mal manipulada, o couro cabeludo pode sofrer queimaduras e vermelhidões. Além disso, a possibilidade de desenvolvimento de doenças mais graves a partir de reações alérgicas é eminente.

Segundo Rosângela, as complicações podem ser irreversíveis se não houver tratamento adequado: “Quando ocorre um processo inflamatório após o mau uso de tinturas, doenças como a alopecia cicatricial e dermatite seborreica ficam mais propensas a acontecer, e, em muitos casos, a inflamação do couro cabeludo causa a perda permanente dos fios”, afirma.

As pontas duplas são um risco comum a qualquer procedimento estético capilar. No entanto, as colorações feitas da forma correta podem garantir a permanência da queratina já presente nos fios – ou seja, não danificando e nem agravando nenhum caso de quebra.

Todos os produtos químicos que são usados nos cabelos devem, por regra, ser previamente testados antes da aplicação, pois, uma vez gerado alguma reação anormal não se deve prosseguir com a coloração. Essa técnica é bastante comum aos profissionais cabeleireiros, que procuram sempre assegurar que a saúde dos fios não será prejudicada.

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Mudar a tonalidade dos fios não pode ser sinônimo de cabelos ressecados e sem vida. Tido isso, o mais indicado é procurar um profissional com a cor em mente. Pois, dependendo do tom da coloração, o processo pode se tornar mais demorado e ser feito em etapas, em que cada uma delas deve ser respeitado o limite dos fios sob efeito das tinturas.

Maison Rocha Hautte Coiffeurs: Rua General Andrade Neves, 57 – Gutierrez – Belo Horizonte (MG)

Insecta Shoes lança nova linha em parceria com design Flávia Aranha

As novas criações oferecem sapatos tingidos naturalmente com chá preto, acácia negra e catuaba que dão vida aos já conhecidos modelos Oxford e Cordulia

A partir desse mês, a Insecta Shoes apresenta mais uma novidade sustentável e dentro do conceito slow fashion para os fãs dos seus calçados. Em parceria com a designer Flavia Aranha, a marca de sapatos ecológicos e 100% veganos está lançando quatro modelos exclusivos, sendo dois Oxfords e duas sandálias Cordulia, caracterizados pelo tingimento natural dos tecidos usados na composição dos cabedais.

A sócia fundadora da Insecta Shoes, Barbara Mattivy, conta que a ideia da parceria surgiu durante o prêmio Ecoera em 2015, quando conheceu a estilista Flavia Aranha. “A sinergia foi instantânea. Visitamos o ateliê da Flavia e percebemos que ela tinha muitos materiais de qualidade que poderiam ter seu excedente reaproveitado para a composição dos calçados. Assim, criamos os novos modelos em conjunto, trazendo uma nova roupagem para os nossos sapatos”, conta.

Entre as novidades, estão os tingimentos naturais que usam chá preto, acácia negra e catuaba para dar vida aos já conhecidos modelos Oxford e Cordulia da Insecta Shoes. Além disso, o tradicional solado de borracha reciclada ganha um aspecto levemente tratorado, com a espessura um pouco maior do que os tradicionais modelos da marca, e as opções de cores argila e mostarda, de acordo com o calçado.

Assim como os demais produtos da Insecta Shoes, o calçado conta com palmilha feita em formato de colmeia, que garante conforto extra, revestida em tecido sintético. O calcanhar também recebe mais espuma, e a sola é de borracha reciclada, super maleável e molinha, o que permite até dobrar o sapato ao meio. Os produtos estarão disponíveis nas lojas físicas de Porto Alegre e São Paulo, e no e-commerce da marca, além de serem encontrados também no ateliê da Flavia Aranha, na capital paulista, com os valores de R$ 319,00 (Oxfords) e R$ 299,00 (Cordulias).

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