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Procedimento de dermopigmentação possibilita camuflagem de estrias

Depois das festas de Réveillon, confraternizações de trabalho e todo exagero de comidas e bebidas que cometemos durante o fim de ano, chegou a hora de voltar a ter uma alimentação balanceada, reduzindo quantidades e fazendo uma desintoxicação para começar o ano de consciência e corpo mais leve.

Após eliminar os quilinhos adquiridos neste período, o grande lance, para muitos, é se preparar para a chegada do Carnaval. Quem não quer fazer bonito na avenida, nos bloquinhos de rua mostrando uma pele invejável ?

Sabemos que a maratona da folia de Momo é intensa, a brincadeira pede o uso de looks leves e confortáveis, pois transpiramos muito, e a alternativa é optar por aquele shorts mais curto ou barriga de fora, e se nenhum nem outro estiver legal, o jeito é cobrir o que incomoda.

Uma pele perfeita, com aparência saudável – livre de estrias, marcas ou aquelas indesejáveis manchas que incomodam – é possível, a partir de agora.

Fernada Jaffre procedimento 2

Por meio do procedimento de dermopigmentação, Fernanda Jaffre usa os métodos criados por ela, chamados de “Magik Ink” e “Camouflage Detox “. A artista trabalha com a técnica de camuflagem de estrias, cicatrizes, vitiligo e manchas, na qual traz o tom da pele semelhante à original.

“O processo traz um resultado seguro, sem riscos de mudança de cor, pois a tinta usada no processo chega somente na primeira camada da pele, não sendo profunda como de uma tatuagem comum”, explica Fernanda.

A pessoa interessada em realizar o procedimento, seja homem ou mulher, marca a consulta e faz a primeira avaliação para que sejam sanadas quaisquer dúvidas frente ao procedimento, como valores, tempo de duração etc. E também para que Fernanda veja a pele, pois existe a necessidade de se conhecer a cor original. Isso porque é necessária a mistura de cores, para que a tatuagem chegue à cor mais próxima da pele da pessoa que irá passar pelo procedimento.

“Geralmente, o procedimento dura apenas uma sessão, salvo em alguns casos nos quais se faz necessário um retoque, porém isso é muito difícil, tamanho grau de satisfação do cliente. Não existe contraindicação para o procedimento, exceto se a pessoa tem alguma alergia a algum material da tatuagem”, afirma a profissional.

E o efeito é muito satisfatório. Segundo Fernanda, o resultado é permanente: “É a mesma durabilidade de uma tatuagem, podendo ser necessário, após alguns anos, um retoque para mantê-la”.

Além do atendimento personalizado, Fernanda ministra também cursos, nos quais ensina o passo a passo da técnica em modelos reais, compartilhando todo o conhecimento proveniente de pesquisas e muito estudo.

Pioneira na técnica de camuflagem estética reparadora, Fernanda Jaffre é referência mundial na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia.

Estúdio Magic Ink: Alameda Rio Negro, 503, Conj. 1107 – Alphaville, Barueri – SP

Cuidados essenciais para cada tipo de cabelo no verão

Em quatro versões, linha Botânica da G.Hair Cosméticos oferece hidratação e equilíbrio dos fios normais aos coloridos, ressecados e mistos

Na estação mais quente do ano, nada melhor do que cuidar dos fios com produtos de óleos leves, extratos de plantas e frutas. A dica preciosa da G.Hair Cosméticos para manter os cabelos hidratados e saudáveis é a Linha Botânica. Em quatro versões, ela oferece tratamento essencial para todos os tipos de cabelos, dos normais aos mistos, coloridos e ressecados:

1. Cabelos Normais

cabelos normais

Desenvolvida com óleo de Rosas e Aloe Vera, Botânica, para cabelos normais hidrata, traz movimento e brilho para os fios, além de deixá-los com o perfume e frescor de pétalas de rosas. Limpando e condicionando os fios de forma suave, a linha mantém o equilíbrio e a maciez dos fios.

2. Cabelos Mistos

cabelos mistos

Com fórmula que une limpeza e nutrição, Botânica, para cabelos mistos atua equilibrando a oleosidade do couro cabeludo e nutrindo os fios até as pontas. Formulada com Flor de Laranjeira, Vitamina C e Extrato de Verbena, shampoo, condicionador e máscara deixam os fios com fragrância fresca e sensação de limpeza.

3. Cabelos Coloridos

cabelos coloridos

Fios coloridos sim! Enriquecida com óleo de semente de Uva, Vitamina E e Pantenol, Botânica, para cabelos coloridos combate o desgaste oxidativo da cor e devolve o brilho aos fios coloridos, além de hidratá-los profundamente.

4. Cabelos Ressecados

cabelos ressecados

Com D-Pantenol e óleo de Coco em sua fórmula, Botânica, para cabelos ressecados proporciona ação hidratante e antifrizz, promovendo maciez e brilho intenso aos fios, além de prevenir o aparecimento de pontas duplas.

Kit Linha Botânica (Shampoo + condicionador + máscara)

Informações: GHair Cosméticos 

Especialista ensina como prevenir e tratar a Síndrome de Burnout

Burnout é uma Síndrome Psicológica decorrente da tensão emocional crônica, vivida pelos profissionais cujo trabalho envolve o relacionamento intenso e frequente com pessoas que necessitam de cuidado e/ou assistência. Sendo hoje reconhecida como um risco ocupacional, ou seja, uma doença profissional, a Síndrome de Burnout afeta 33 milhões de brasileiros e já foi classificada como síndrome crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner explica como esta síndrome pode se desenvolver: “A Síndrome de Burnout tem maior incidência em profissionais que atuam assistindo e cuidando de pessoas, como; por exemplo; nas áreas da saúde, educação, segurança pública (policiais) e outros. Seu acometimento provém de sobrecarga física ou mental e estresse excessivo, relacionados ao trabalho, compreendendo exaustão emocional, distanciamento das relações pessoais e diminuição do sentimento de realização pessoal”, explica.

Sintomas

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Roselene explica que os sintomas se dividem em três grupos: exaustão emocional (EE), despersonalização (D) e a diminuição da realização pessoal (DRP).

Exaustão Emocional (EE): é caracterizada pelo fato do indivíduo encontrar-se exaurido, esgotado, sem energia para enfrentar um outro projeto e as outras pessoas; e incapaz de se recuperar de um dia para o outro. Evidenciam, desse modo, a experimentação psicofísica do indivíduo no limite de suas forças.

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Despersonalização (D): é caracterizada pelo fato da pessoa adotar atitudes de descrença, distância, frieza e indiferença em relação ao trabalho e aos colegas de trabalho. A despersonalização evidencia, nesse sentido, que Burnout não é somente a síndrome do profissional exausto, mas também do profissional indiferente e descomprometido em relação às pessoas com quem trabalha.

Diminuição da Realização Pessoal (DRP): é caracterizada pelo fato da pessoa experimentar-se ineficiente, incapaz e certa de que seu trabalho não faz diferença.

A especialista aponta que os sintomas físicos e emocionais comumente relacionados à síndrome são: dores de cabeça, tensão muscular, distúrbios do sono, irritabilidade, sentimentos negativos que começam a afetar o relacionamento familiar e a vida em geral, propensão a largar o emprego e absenteísmo.

Como prevenir a Síndrome de Burnout?

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Roselene revela como prevenir a síndrome de forma eficaz: “O melhor modo é se presentear com momentos de alegria. Valorize sua vida pessoal. Encontre na rotina um dia para chamar de seu, para estar com quem você aprecie a companhia. Onde você se abasteça de boas energias, fazendo o que gosta, onde prefere e com quem quiser. Encontre no prazer o antídoto do estresse. Para cada conquista uma comemoração. Se permita momentos de confraternização, dê créditos a quem lhe presta ajuda. Ofereça auxílio a sua equipe, trabalhe na reciprocidade”.

Tratamento

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A neuropsicóloga aponta como tratamentos para a Síndrome de Burnout algumas medidas que refletem no estilo de vida e no cotidiano: “Faça planos a curto prazo, um dia de cada vez. Para cada meta, novas diretrizes. Busque atualização profissional e mantenha-se motivado para exercer suas funções, pois é melhor fazer o que gosta, do que ter que aprender a gostar do que faz. No entanto, se o seu estado mental já estiver muito comprometido, busque ajuda profissional, um psicólogo poderá lhe ajudar”, conclui.

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Fonte: Roselene Espírito Santo Wagner é neuropsicóloga, psicanalista, perita judicial em psicologia, psicóloga bariátrica. Brasileira nascida em Florianópolis e morando no Rio de Janeiro, fundou na Barra da Tijuca – Substância Singular Psicologia Clínica.

Novo tratamento estético ajuda na perda de gordura abdominal

Redux 360° promete acabar de vez com aquela barriguinha indesejada

A gordura abdominal é considerada uma das mais perigosas do nosso corpo, afinal, ela está associada a vários problemas de saúde. Perder medidas na região abdominal e costas não é uma tarefa das mais fáceis. Mesmo com uma rotina saudável, que inclua exercícios e alimentação balanceada, em algumas pessoas os resultados às vezes demoram para aparecer. Mas não desanime. Hoje existem métodos eficazes que podem te ajudar.

De acordo com a esteticista Ângela Coelho, o Redux 360° é um método que proporciona a perda de medidas de forma rápida e duradoura. Esse protocolo trabalha a região abdominal e as costas, transformando o corpo em apenas 30 dias. Para alcançar esse resultado, são utilizadas ações terapêuticas e nutracêuticos que auxiliam na quebra e na queima da gordura, evitando que ela se aloje novamente na região.

O tratamento tem duração de 30 dias, com 10 sessões, e é indicado para homens e mulheres maiores de 18 anos – exceto para gestantes e lactantes. A especialista lembra, ainda, que antes de iniciar os procedimentos, é realizada uma avaliação corporal que auxilia na escolha dos nutracêuticos e do método mais indicado para cada caso.

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“O tratamento é personalizado de acordo com as necessidades da pessoa e com os seus objetivos. Para potencializar ainda mais os resultados, o ideal é que a pessoas pratique alguma atividade física e mantenha uma alimentação mais equilibrada”, finaliza Ângela.

Informações: Ângela Coelho 

Beautification utiliza os padrões de proporções para embelezar o rosto – sem modificá-lo

O mundo da beleza está em constante evolução. Os estudos na área não param e, com eles, novos conceitos são criados. É o exemplo das intervenções faciais realizadas hoje, que diferem de anos atrás. A busca não é a perfeição do rosto e, sim, criar uma harmonia do todo, deixando-o com aspecto mais atraente e menos cansado.

É aí que entra o conceito de Beautification. Segundo a Merz, uma das principais empresas de estética do mundo, este termo refere-se a uma combinação de intervenções não cirúrgicas para obter equilíbrio estético e funcional da face.

De acordo com a dermatologista Bárbara Saavedra, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é possível embelezar o rosto a partir de um estudo criterioso de proporções, medidas e ângulos.

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“A ideia é alcançar o embelezamento da face, com intervenções sutis, minimizando as assimetrias e realçando áreas que merecem destaque, sempre com naturalidade e preservando as características de cada pessoa. Para isso, é necessário um olhar individualizado e um conhecimento adequado de anatomia”, explica a médica.

Primeiro é importante fazer uma análise aprofundada dos pontos de sustentação da face. Segundo a dermatologista, é preciso dar atenção a três camadas diferentes: ossos, músculos e gordura. “Elas compõem a estrutura facial e são responsáveis por alterações que podem ocorrer ao longo do tempo. A partir daí, são definidas as áreas que devem ser melhoradas e os procedimentos adequados para cada caso – e até mesmo a combinação deles”, diz.

Muitas técnicas são usadas na abordagem de Beautification. O preenchimento à base de ácido hialurônico é uma delas. “Pode ser usado, por exemplo, para dar volume e/ou reposicionamento malar, é o caso do famoso ‘efeito blush’; melhorar o contorno do rosto e dar projeção para o queixo; e aperfeiçoar a proporção dos lábios”, explica. Neste último, é possível aplicar a Liplush Technique, um método inovador que utiliza produtos da linha Belotero, com diferentes densidades de ácido hialurônico, e atua em áreas e pontos pré-definidos para realçar a beleza dos lábios, com mudanças sutis.

Outro exemplo é a toxina botulínica. Ela é usada para melhorar o sorriso – pessoas que têm sorriso gengival ou invertido -, para suavizar rugas e modelar as sobrancelhas. “O Grid 21 é uma das grandes invenções aqui. Lançado recentemente, é uma técnica personalizada de aplicação da toxina botulínica purificada. É usado para modelar a sobrancelha e tratar a testa, funcionando como um guia de orientação para o médico”, explica Bárbara.

Por último, o bioestimulador de colágeno e o ultrassom microfocado são usados para tratar flacidez superficial e profunda e melhorar a qualidade da pele. “Muito vezes, utilizo a combinação do Ulthera e Radiesse para potencializar os resultados. Cada um atinge uma camada da pele e, juntos, estimulam uma quantidade maior de colágeno, deixando a pele mais firme e bonita”, explica.

“Além disso, em alguns casos, costumo usar o Radiesse para dar suporte para o rosto. Ele é um bioestimulador versátil e consegue atuar no contorno facial também, deixando-o mais definido. É ideal para interferências menores, nas quais o preenchedor não se faz necessário, já que a ideia não é volumizar”, acrescenta.

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A médica diz que o conceito está longe de propagar padrões ideais. Não existe um nariz ou uma boca que se adaptem a todas as pessoas. O importante é fazer um tratamento que valorize a beleza de cada um. “O objetivo é que o paciente conquiste uma face mais proporcional, com ângulos e contornos definidos, uma pele bonita e com frescor, sem exageros e respeitando a sua personalidade”, finaliza.

Fontes:

Bárbara Saavedra é médica dermatologist, membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) inscrita no Cremesp sob número 143664.

Merz: uma das principais empresas de estética do mundo e oferece um portfólio completo para tratamentos estéticos minimamente invasivos. A farmacêutica é detentora das marcas Belotero (preenchedor e volumizador à base de ácido hialurônico, consagrado em mais de 50 países em todo o mundo), Radiesse (bioestimulador de colágeno) e Xeomin (toxina botulínica A purificada). 

Brasil: morte por câncer de mama está abaixo da média mundial, mas país enfrenta desafios

Especialistas do Inca apresentam análise comparativa da doença no país, em relação ao resto do mundo

Na cerimônia de celebração do Outubro Rosa, a área técnica do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apresenta uma análise da situação do câncer de mama no Brasil, que mostra que a mortalidade da doença no país é baixa, em relação a outros países, mas precisamos avançar na prevenção e diminuição das desigualdades regionais e socioeconômicas.

O Brasil figura, em 2018, na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre os todos os países com uma taxa de 62,9 casos por 100 mil mulheres (taxa padrão utilizada mundialmente). Os países são agrupados em cinco faixas.

Quanto à taxa de mortalidade de câncer de mama, o Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 por 100 mil, ao lado de países desenvolvidos como EUA, Canadá e Austrália, e melhor de que alguns deles, como a França e o Reino Unido.

“O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos imensos desafios pela frente,” afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.

Um dos desafios é a redução das desigualdades entre as regiões e classes sociais. A mortalidade por câncer de mama está ligada principalmente ao acesso a diagnóstico e tratamento adequado no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. Ano a ano, o Brasil vem conseguindo aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ e I de 17,3% em 2000 para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na região Norte (12,7%), em contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%).

A desigualdade regional e social também se evidencia no acesso ao exame de mamografia de rastreamento, que deve ser realizado a cada dois anos por todas as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos. O percentual de mulheres brasileiras nessa faixa que fizeram o exame em 2013, de acordo com a última Pesquisa Nacional de Saúde, foi de 60%, mas de apenas 38,7% na região Norte e 47,9% no Nordeste, bem abaixo das regiões Sul (64,5%) e Sudeste (67,9%).

Por nível de instrução, o índice médio de mulheres brasileiras com nível superior nesse faixa etária que realizou uma mamografia foi de 80%, mas de 50% entre as mulheres sem instrução e fundamental incompleto.

Segundo o Inca, são estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019.

O desafio da obesidade

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Pixabay

Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolvimento do câncer de mama, alguns podem ser evitados e outros não. O envelhecimento, histórico familiar da doença e mutações genéticas herdadas são fatores que não podem ser evitados pela mulher.

Quanto à exposição das mamas à radiação ionizante, outro fator de risco, é possível reduzi-lo ao não se realizar exames desnecessários. Em alguns casos, como nas sessões de radioterapia relacionada ao tratamento de um outro câncer, a exposição à radiação é inevitável.

Três dos fatores de risco evitáveis estão ligados a estilo de vida: estar acima do peso, levar uma vida sedentária e tomar mais do que uma dose de bebida alcoólica por dia. Outro fator de risco evitável é o uso de hormônios após a menopausa, opção que deve ser descartada pela mulher.

Os especialistas do Inca estão particularmente preocupados com o excesso de peso corporal e o sedentarismo, fatores de risco não só para mama, como também para vários outros tipos de câncer e outras doenças. Segundo a pesquisa Vigitel 2018, realizada nas capitais brasileiras e DF, 53,9% das mulheres estão com excesso de peso e 20,7% estão obesas, proporções que cresceram muito neste século. A recomendação é que todos se exercitem regularmente durante uma média de 3 a 4 horas por semana e adotem uma dieta saudável, de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, que pode ser obtido clicando aqui.

Rede de solidariedade

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Cabe às instituições envolvidas com o cuidado do câncer de mama e à sociedade brasileira unirem esforços para reduzir as desigualdades socioeconômicas e regionais de acesso a informações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama.

Profissionais de saúde e mulheres devem conhecer os sinais e sintomas de alerta para o câncer de mama e o sistema de saúde deve estar preparado para priorizar os casos suspeitos e fornecer investigação diagnóstica no tempo adequado.

As informações sobre riscos e possíveis benefícios dos exames de rotina devem ser amplamente divulgadas para toda a sociedade. As mulheres na faixa de 50 a 69 anos devem realizar mamografias de rotina uma vez a cada dois anos. É importante também que os profissionais estejam atualizados em relação às condutas relacionadas aos laudos da mamografia.

Amigos, vizinhos, colegas de trabalho, grupos religiosos, ONGs etc., todos podem, e devem, contribuir no apoio a pacientes e familiares de todas as formas possíveis, por exemplo, na multiplicação de informações corretas e encorajando a busca pelos serviços de saúde.

“A obrigação do Estado é indiscutível. Mas as pessoas podem ajudar muito. Por exemplo, ajudar uma mulher a obter informações online sobre um exame ou consulta, o que requer o uso de dispositivos eletrônicos e conhecimento digital. Um grupo de amigos e vizinhos pode apoiar uma paciente no deslocamento para sessões de tratamento ou ajudando com as tarefas de vida diárias. O apoio pode ser também psicológico. Este é o verdadeiro espírito do Outubro Rosa,” ressalta Ana Cristina Pinho, diretora geral do Inca.

Exposição

A exposição “A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil” pode ser conferida até sexta-feira, 11 de outubro, no embarque superior da Rodoviária Novo Rio. Os 22 painéis ilustram aspectos históricos, médicos e culturais das mamas, com foco especial no câncer e ações para o seu controle. A exposição é uma iniciativa do Inca e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Campanha

O Inca e o Ministério da Saúde lançaram a campanha Outubro Rosa 2019, que reforça três pilares estratégicos no controle da doença: prevenção primária, diagnóstico precoce e mamografia A campanha, que inclui cartazes, folders, banners e cards para impressão e utilização nas redes sociais, foi criada para divulgação não apenas em outubro, mas sim ao longo do ano inteiro, porque o cuidado com as mamas deve ser uma preocupação permanente. O mote da campanha é “Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela”.

Fonte: Inca

Dermatologista esclarece mitos e verdades sobre o botox

A toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais realizados no Brasil e no mundo, e não é à toa que surjam muitas dúvidas e inverdades sobre o assunto. Tendo em vista esta realidade, o dermatologista Gustavo Saczk desmistificou algumas questões sobre essa substância que é febre no mundo da estética.

Há oito anos atuando na dermatologia, o médico é chamado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática.

Mitos e verdades

Botox  pode ser usado para preencher lábios, bigode chinês ou qualquer área que precise de volume.

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Mito: isso é feito por meio de preenchimento. A toxina botulínica não preenche ou aumenta o volume de determinada região. Ao contrário, o botox é usado para suavizar rugas e linhas de expressão por meio do relaxamento do músculo, sem preenchimento.

O efeito do botox não é permanente

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Verdade: ele dura de 4 a 6 meses. Lembrando que pacientes com muita expressão facial terão uma durabilidade menor da paralisação.

Sua expressão facial não vai ser alterada

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Verdade: isso se o dermatologista ou cirurgião plástico que fizer a aplicação respeitar os pontos corretos de aplicação. A ideia é diminuir as rugas sem alterar sua fisionomia.

 Cremes não substituem o botox

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Verdade: eles atuam junto, buscando melhorar sua beleza. O tratamento antissinais deve ser feito de forma global, em conjunto.

Nada substitui uma plástica se o paciente tem indicação, mas o botox será usado junto, assim como os cremes

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Verdade: não adianta achar que fazendo plástica você não precisará de botox caso ainda queira melhorar as rugas. As aplicações da toxina botulínica podem postergar a necessidade de uma intervenção cirúrgica, pois, além de atenuarem as rugas de expressão, podem prevenir o surgimento de novas rugas pela reeducação da mímica facial. Este tratamento também pode ser uma opção para pacientes com receio dos procedimentos mais invasivos ou mesmo para pacientes que buscam resultados eficazes sem períodos de recuperação.

Não existe uma idade mínima para o início do tratamento

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Verdade: o mais importante é ter a indicação apropriada para o tratamento. O Botox pode ser aplicado em qualquer idade, não causando resistência ou diminuindo seu efeito com o passar do tempo, se for aplicado corretamente. Assim, ele pode funcionar como preventivo no surgimento das rugas.

Seu efeito não é imediato

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Verdade: as primeiras mudanças são percebidas após 48 horas, entretanto, os efeitos podem ser notados de forma mais completa em até 15 dias após a aplicação.

Botox é diferente do preenchimento

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Verdade: como foi dito antes, ele faz a paralisação da musculatura no local em que é aplicado, não sendo capaz de corrigir rugas estáticas, que são mais profundas e que aparecem mesmo quando você não está movimentando o rosto. Mas pode suavizar rugas que estão começando a aparecer.

Se você tem excesso de pele nas pálpebras, o botox pode dar uma sensação de peso nos olhos

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Verdade: nesses casos, o dermatologista tem que ser criterioso na aplicação.

O tratamento tem duração, em média, de 6 meses

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Verdade: podendo ser mais ou menos tempo, dependendo do organismo de cada paciente. Ao término desse período é necessário procurar o dermatologista para fazer uma reaplicação.

Fonte: Gustavo Saczk é formado pela Universidade Federal do Paraná (2011), consolidou seu nome como um dos principais profissionais da área de saúde em Curitiba onde é considerado o ‘mestre do botox’ e surpreende por não fazer nenhuma marcação antes da aplicação, um dom aperfeiçoado com a prática. Também se destaca no tratamento de cicatrizes causadas pela acne. Criou o “Minuto de pele” – pílulas em vídeo de 1 minuto – onde ele fala sobre diversos assuntos da Dermatologia, seja estética, cirúrgica ou clínica. Também participa do quadro “Minuto de Pele”, uma vez por semana, na Rádio Clube FM, em Curitiba.

Saiba qual é o seu tipo de olheira e quais tratamentos podem ser adotados

Sabe aquelas manchas escuras, que aparecem embaixo dos olhos e tanto incomodam homens e mulheres quando o assunto é beleza facial? Agora não é mais preciso conviver com elas. As temidas e indesejadas olheiras podem ser tratadas e amenizadas por meio de uma série de técnicas, que vão desde a aplicação de cosméticos a um procedimento estético minimamente invasivo realizado em consultório.

A dermatologista e speaker da Sinclair Pharma, Jaciara Hunnicutt , alerta, no entanto, que antes de adotar qualquer tipo de tratamento, é importante conhecer a origem do problema. Segundo a especialista, existem quatro tipos de olheiras, que podem se manifestar pelos mais diversos motivos, como genética, exposição excessiva ao sol, noites mal dormidas, entre outros.

Confira agora os tipos de olheiras existentes e os tratamentos recomendados:

1. Olheiras vasculares:

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As olheiras vasculares são aquelas que apresentam coloração arroxeada, azulada ou até algo avermelhada. Também podem deixar a região abaixo dos olhos mais inchada em algumas circunstâncias. As principais causas são distúrbio do sistema circulatório, aumento dos vasos sanguíneos e pele muito fina na região. Retenção de líquidos, estresse, noites mal dormidas ou cansaço pioram a situação. O tratamento pode ser realizado com laser, drenagem linfática, dermocosméticos com cafeína, entre outros. “Laser e Luz pulsada são excelentes opções de tratamento”, explica Jaciara.

2. Olheiras pigmentares:

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As olheiras pigmentares possuem coloração amarronzada ou marrom-acinzentada, podendo ter a tonalidade parecida com outras manchas da face, como o melasma, por exemplo. São causadas pelo acúmulo de pigmentos na pele fina dos olhos. Geralmente, são mais comuns em pessoas que possuem a pele morenas a negra ou que tenham rinite. Segundo a dermatologista, o tratamento ideal depende do tipo de pigmento, que pode ser melanina ou hemossiderina, mas de forma geral, dermocosméticos despigmentantes, peelings e procedimentos a laser fazem parte do tratamento. Já a exposição solar pode piorar o aspecto das manchas ao longo do tempo.

3. Olheiras estruturais ou profundas:

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De coloração castanha ou marrom-acinzentada, as olheiras profundas costumam dar um ar de constante cansaço em quem as possui e, curiosamente, de todas as olheiras essas são as menos influenciadas pelos hábitos de vida do paciente. Na verdade, essas olheiras, que são como sombras na face, estão intimamente ligadas à estrutura do rosto; acontecem devido a maior profundidade do sulco nasojugal (goteira lacrimal) e, às vezes, do sulco palpebromalar. A boa notícia é que podem ser facilmente tratadas com preenchimento.

De acordo com a médica, os preenchimentos têm se mostrado bastante efetivos para estes casos. “Eu indico a linha Perfectha, uma geração de preenchedores de ácido hialurônico da Sinclair Pharma, empresa internacional de dermatologia. Entre as quatro apresentações do produto, voltadas para o tratamento de diferentes áreas do rosto e das mãos, a Perfectha Finelines, desenvolvida exclusivamente para a região dos olhos (pés de galinha e olheiras), apresenta um resultado realmente espetacular”, enfatiza.

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Jaciara ainda ressalta que, aplicado por um profissional capacitado e na medida certa, o preenchedor possui poucas contraindicações. “O produto traz em sua fórmula o acido hialurônico, um componente natural do nosso organismo, que promove sustentação, brilho e hidratação da pele. O Perfectha devolve ao paciente uma expressão realmente mais jovem e saudável”, finaliza.

4. Olheiras mistas

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Acontecem quando dois ou mais tipos se associam. Nesse caso, as olheiras apresentam características combinadas e, normalmente, exigem também tratamentos combinados.

Fonte: Sinclair

Quais problemas de visão podem ser corrigidos com cirurgias?

Dores de cabeça, perda da concentração, tonturas. Quem utiliza óculos sabe o quanto é ruim esquecê-los em casa. E pior do que os sintomas físicos, que causam diversos transtornos no trabalho e nos estudos, há aqueles famosos inconvenientes, como: sinalizar o ônibus errado e se passar por arrogante por não reconhecer amigos e parentes na rua. Tirando o fato de nunca enxergar por inteiro.

A boa notícia é que já é possível evitar este tipo de situação, eliminando por completo o uso de armações e lentes de contato. As cirurgias retrativas a laser estão se tornando cada vez mais comuns entre os brasileiros. Elas tratam as deficiências mais comuns entre a população, como: miopia, astigmatismo e hipermetropia, e podem ser encontradas em hospitais e clínicas de pequeno, grande e médio porte, espalhadas por todo o país.

“O procedimento é bem simples. Leva em torno de 20 minutos por olho, não existe internações e logo após o procedimento o paciente é liberado”, comenta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. A cirurgia refrativa trata-se de uma correção da visão com laser e existem duas técnicas de aplicação. A escolha dependerá da espessura da córnea, que varia de acordo com cada pessoa.

“Na maioria dos casos, o paciente retorna as suas atividades após três dias de repouso”, explica Korn. O tempo de descanso é importante para a regeneração do epitélio, que foi alterado para a correção visual. O acesso a este método tem se tornado mais acessível aos brasileiros devido ao aumento de especializações no assunto e da oferta de crédito no mercado, como ocorre pelo Centro Nacional – Cirurgia Plástica, entidade que fornece recursos, à base do crédito, para pacientes cirúrgicos. No caso, o cirurgião recebe do paciente, à vista, o valor de seus honorários e o paciente tem a opção de pagamento em parcelas.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mais de 35 milhões de pessoas no Brasil lidam com alguma dificuldade de visão, o número equivale a quase 19% da população. A pesquisa aponta também que torno de 500 mil pessoas receberam o diagnóstico de cegueira. Como diz o ditado, melhor prevenir do remediar. “As chances de sucesso das cirurgias refrativas são altíssimas. A maioria dos pacientes têm as expectativas atendidas, ficando livres de óculos”, finaliza Korn.

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Veja o quadro abaixo, que detalha as diferenças entre problemas de visão:

Miopia

Miopia é uma deficiência visual que dificulta a visualização de objetos que estão longe. A palavra miopia tem origem no grego “myopia”, que significa “olho fechado”, porque as pessoas com esta condição muitas vezes fecham ligeiramente os olhos na tentativa de ver o que está mais longe.

A miopia é causada por um aumento anormal do eixo ocular (miopia axial) ou por uma ação de refração demasiada intensa do cristalino (miopia de refração), fazendo com que a imagem se forme antes da retina.

Isto significa que em uma curta distância a visão ainda é possível, mas para além desta, a imagem não é nítida, sendo necessário o uso de lentes ou óculos. A miopia é geralmente congênita, embora com frequência se desenvolva só com o avançar dos anos, com tendência para aumentar durante a fase de crescimento.

Hipermetropia

A hipermetropia ocorre quando o olho é um pouco menor do que o normal, provocando uma focalização errada da imagem, que se forma após a retina. Ela também pode ser causada pela diminuição do poder refrativo do olho, causada por alterações no formato da córnea ou no cristalino.

Geralmente o paciente com hipermetropia tem boa visão de longe, pois se o seu grau não for muito elevado, é naturalmente corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, em um processo chamado de acomodação. A maior parte das crianças apresenta hipermetropia, porque seus olhos normalmente são menores do que deveriam ser, porém elas têm um maior poder de acomodação e suportam graus muito mais elevados. São comuns casos de pessoas que necessitam de óculos na infância, mas deixam de usá-los na idade adulta, quando o olho atinge o tamanho ideal.

A hipermetropia também pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com o surgimento de sintomas ao redor dos dois anos de idade. Neste caso a correção total do problema pode ser feita com o uso de lentes de óculos adequadas.

Astigmatismo

Astigmatismo é uma imperfeição comum, leve e facilmente tratável na curvatura do olho. A maior parte do poder de foco no olho ocorre ao longo da superfície frontal, chamada córnea. A próxima estrutura envolvida na focagem é o cristalino, lente que fica atrás da íris, no interior do olho.

A córnea ideal tem uma superfície simetricamente curva, como uma bola de basquete. O astigmatismo é causado por uma córnea ou uma lente que não é simétrica. Como resultado, as pessoas com astigmatismo podem ter visão distorcida ou borrada.

O astigmatismo pode ocorrer em famílias e, na maioria dos casos, está associado com outros problemas de refração, como miopia ou hipermetropia. Ele também pode aumentar ao longo do tempo, devido à idade.

Segundo o diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica as chances de sucesso nos procedimentos oftalmológicos são altíssimas e a maioria dos pacientes têm suas expectativas atendidas, ficando livres de óculos.

Fonte: Centro Nacional – Cirurgia Plástica

 

 

Hérnia de disco é uma das principais causas de dor nas costas

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 70 a 85% da população tem ou terá um episódio de dor nas costas no decorrer da vida

Uma das principais causas de quadros dolorosos relacionados à coluna vem da hérnia de disco. Estima-se que a hérnia discal lombar afeta de 2% a 3% da população. A prevalência é de 4,8% em homens e 2,5% em mulheres.

Segundo Iuri Weinmann, neurocirurgião e especialista em cirurgia da coluna, as hérnias de disco lombar e cervical costumam aparecer entre os 40 e 50 anos, havendo outros picos de incidência entre 25 e 35 anos e, menos frequentemente, entre 50 e 60 anos. Em 76% dos casos, a pessoa tem um antecedente de dor lombar até uma década antes.

Fatores de risco

“Hoje, há fortes indícios de que a genética tem mais influência no desenvolvimento da hérnia de disco do que os fatores ambientais. Porém, hábitos como carregar muito peso (principalmente exercendo esforço intenso de forma súbita), sedentarismo, excesso de atividades que demandem muito da coluna, má postura, tabagismo e processo natural de envelhecimento são importantes fatores de risco”, explica Weimann.

Onde tudo começa

hernia de disco

“Na coluna se encontram os discos intervertebrais, estruturas que ficam entre as vértebras cuja principal função é amortecer o impacto de um osso no outro. Quando há desgaste desses discos eles podem romper-se e pressionar os nervos mais próximos, levando à dor. A hérnia de disco pode atingir a região cervical ou a região lombar, sendo esta última a mais comum”, explica o especialista.

“Tipicamente, a hérnia de disco lombar começa como uma lombalgia, uma simples dor nas costas. Mas, em geral, essa dor evolui para uma lombociatalgia, que ocorre quando a dor lombar está associada à irradiação para os membros inferiores (pernas e pés) devido à compressão da raiz do nervo, como a do ciático”, afirma Weimann.

A hérnia de disco cervical começa com uma dor no pescoço que irradia para os ombros ou braços, causando fraqueza muscular e formigamento quando há compressão da raiz nervosa. “É importante entender que nem toda hérnia de disco vai causar dor. A herniação, degeneração do disco e a estenose (compressão) do canal espinal não são responsáveis individualmente pela dor. É preciso levar em conta a compressão mecânica e as mudanças inflamatórias que ocorrem no disco e na raiz nervosa”, explica o neurocirurgião.

Cirurgia minimamente invasiva

Após o diagnóstico da hérnia de disco, o médico irá realizar o tratamento conservador, que pode incluir repouso, medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, acupuntura, fisioterapia e fortalecimento muscular. Na maioria dos casos, a evolução é boa. Porém, cerca de 5 a 10% dos pacientes vão precisar de cirurgia para tratar a hérnia de disco, especialmente se for grande e estiver comprimindo os nervos.

“Há vários tipos de cirurgias que podem ser feitas. Entre elas a microcirurgia e discectomia tradicional, empregando a microtécnica microcirúrgica; a microsdiscectomia tubular, com ou sem auxílio endoscópico, e a microdiscectomia totalmente endoscópica. Contudo, buscamos cada vez mais realizar procedimentos minimamente invasivos devido aos seus comprovados benefícios, como recuperação mais rápida, menor risco de infecções e menor tempo de internação hospitalar,”, diz o Weinmann.

Segundo o neurocirurgião, as técnicas cirúrgicas que reúnem estas vantagens são as duas últimas (microsdiscectomia tubular com ou sem auxílio endoscópico e a microdiscectomia totalmente endoscópica). “Cada técnica conta com sua melhor aplicabilidade em diferentes situações. Estes procedimentos permitem ao cirurgião visualizar o local exato da lesão com grande aumento graças aos monitores de alta definição e exatidão”.

hernia de disco

As vantagens desse procedimento quando comparadas aos da cirurgia clássica de hérnia de disco são inúmeras. “É usada anestesia local com sedação em vez de anestesia geral. Isso permite, por exemplo, operar pacientes que não poderiam se submeter a uma sedação geral. O corte na pele é menor, o sangramento é mínimo, há menos dor no pós-operatório e a recuperação é mais rápida. Todos os benefícios desse tipo de cirurgia são importantes para que o paciente retorne às atividades cotidianas, especialmente ao trabalho”, finaliza o médico.