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Dermatologista dá dicas de como lidar com os poros

A dermatologista Luciana Garbelini explica como lidar melhor com esta estrutura da pele que muitos buscam esconder a qualquer custo

Ter uma pele perfeita e, principalmente, sem poros só é possível ao usar um dos diversos filtros das redes sociais. E é só olhar um pouco mais de perto que qualquer pele normal – e saudável – vai apresentar poros. E que bom que estão lá.

“Os poros são estruturas que compõem a pele porque apresentam uma função. A busca por minimizá-los ou ‘extingui-los’ a qualquer custo não é saudável não só para a derme, mas para saúde como um todo”, diz a dermatologista Luciana Garbelini, da Clínica que leva seu nome em São Paulo.

Os poros são aberturas naturais da pele. Têm relação com os pelos e por meio deles a derme expele diversas secreções, como oleosidade e suor. “Apesar de em um primeiro momento pensarmos nessa estrutura por um viés estético, os poros desempenham diversas funções fisiológicas” afirma a dermatologista.

Poros não são inimigos

Entre as funcionalidades desta estrutura uma das principais é a regulação de temperatura e hidratação natural da pele, criando um ambiente adequado para a microbiota cutânea existente em diferentes regiões do corpo. “Assim, toda pele saudável deve e precisa apresentar poros, podendo estar mais ou menos dilatados” diz a médica. “O correto é tratá-los para que se mantenham em boas condições e desempenhem suas funções adequadamente, e como consequência o aspecto estético consegue ser alcançado”, explica Luciana.

Uma das principais reclamações relacionadas aos poros é por conta do aspecto dilatado. E se tratando de tamanho, a produção de óleo pela pele interfere diretamente nessa questão. “Regiões com oleosidade em excesso apresentam tendência a terem poros mais evidentes. Além disso, o envelhecimento – e consequentemente a flacidez – também evidenciam essas estruturas”. A especialista explica ainda que nesse caso há uma alteração estrutural da pele em diversos níveis, o que atinge e reflete em todas as camadas da pele. “Assim, os poros também acabam ficando mais frouxos e, portanto, mais perceptíveis ou dilatados,” diz.

Como disfarçar sem deixar de cuidar

No caso de poros dilatados, a etapa da higienização é fundamental. Como essa abertura em excesso pode ter como primeira causa o aumento da produção de oleosidade pela pele, manter a derme limpa – sem exagero – faz com que essa estrutura não fique sobrecarregada ou desregulada. “E diferentemente do que muitos acreditam, a hidratação também ajuda no tratamento dos poros dilatados. Isso faz com que a pele entenda que não precisa produzir óleo em excesso para repor o que foi retirado durante o passo da limpeza.”

A temperatura é mais um fator de influência no aspecto dos poros. “As estações acabam influenciando em uma maior dilatação ou não dos poros, assim esse problema pode ser evidenciado durante o verão, por exemplo”. Porém, se a questão tiver relação com a época do ano, com adaptações na rotina e nos produtos de skincare – levando em conta essa variante – se torna mais fácil resolver o problema.

Outro passo do skincare que ajuda com os poros dilatados é a esfoliação. “A esfoliação além de contribuir com a limpeza, consegue remover os resíduos que estão mais presos à pele. A prática promove a renovação celular, e assim a pele mais ‘jovem’ que está embaixo da camada solta de células mortas apresenta mais tônus e poros menos dilatados.”

Os peeling e lasers também são ferramentas interessantes na busca por um tratamento mais imediato ou intenso. “O uso de certos ácidos dentro do skincare também pode trazer em associado esse objetivo de diminuir a oleosidade da pele, e ajudam na retração dos poros. Além disso, os bioestimuladores de colágeno injetáveis ao estimularem a produção de colágeno e uma melhora estrutural da pele, também acabam auxiliando com o aspecto dos poros como mais um dos benefícios da sua aplicação.”

Assim, a dilatação em excesso dos poros faz com que resíduos e bactérias se acumulem nesses locais, se tornando um ambiente propício para o desenvolvimento de cravos. E quando isso acontece com inflamação, ocorre a formação da acne. “O importante é lembrar que disfarçar os poros pode ser o objetivo, mas que uma pele sem eles não é algo real. Além disso, almejar uma pele perfeita deve estar muito mais associado com a busca por uma pele saudável do que conquistar uma derme sem manchas, rugas ou poros,” conclui a dermatologista.

Fonte: Luciana Garbelini é dermatologista pela Universidade de Santo Amaro. Residência médica em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro, Pós-graduada em cosmiatria e estética no Instituto Superior de Medicina. Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia=

Médica dá dicas de cuidados para a pele durante a menopausa

Como o envelhecimento é inerente a tudo que existe, a menopausa é um marco e faz parte do ciclo natural na vida da mulher. A sensação de que nada mais será como antes, assim como foi na primeira menstruação, será também na última, encerrando um ciclo. Da mesma forma, como também é único o período reprodutivo, em que a mulher passa por uma gravidez. A mulher é feita de fases, e cada uma está relacionada ao sistema hormonal.

Antes da menopausa, a mulher passa por um período chamado de climatério, que nada mais é do que a transição da fase reprodutiva para a pós-menopausa. Seu início ocorre, aproximadamente entre os 40 e 50 anos e termina com a última menstruação, dando início ao novo ciclo: a menopausa.

Precisamos entender que é na fase do climatério que os hormônios femininos começam a diminuir. Além disso, a menopausa tem uma grande influência psicológica sobre a mulher. É todo um conjunto de fatores, relacionados com o envelhecimento, não apenas cronológico, mas também o fotoenvelhecimento da pele, causado por fatores ambientais; exposição solar excessiva, sedentarismo, má alimentação, tabagismo, má qualidade do sono, além das deficiências hormonais, ou seja, é um outro tipo de envelhecimento, e que em sua maioria, acontece por falta de cuidados com a pele e com a saúde como um todo. E considerando isso, as alterações são ainda mais significativas associadas ao declínio hormonal.

Luciana Toral, médica especialista em Medicina Estética Avançada, também Idealizadora do Curso de Imersão “Hands On”, no qual ela ensina, na prática, técnicas de aperfeiçoamento em botox, preenchimento, fios de PDO e bioestimuladores, explica: “O principal hormônio que na menopausa tem uma queda significativa é o estrógeno, que é responsável pela estruturação da pele, aumentando a espessura e a vascularização, além de ajudar no colágeno, que faz esse suporte estrutural e funcional. Então, quando o estrógeno diminui por conta da menopausa, há também uma redução importante das fibras de elastina e colágeno, responsáveis pela sustentação da pele e uma diminuição da vascularização sanguínea levando uma redução da capacidade de retenção de água e é por isso que a pele fica mais seca. Além de diminuir a atividade das glândulas sebáceas e sudoríparas, deixando a pele mais fragilizada”.

Com todos esses fatores causados pela diminuição do estrógeno, a pele fica atrófica e com a perda do tônus e da elasticidade, também fica mais fina, seca, flácida, com rugas e mais frágil, inclusive pode ocorrer uma dificuldade até na cicatrização de feridas.

“E ao diminuir o estrógeno, acaba ocorrendo uma preponderância de hormônios andrógenos que pode resultar no aparecimento de pelos mais grossos, inclusive no queixo e na face lateral do rosto feminino”, afirma a médica.

Prevenção

A partir dos 30 anos, as fibras de colágeno caem 1% ao ano, na menopausa caem 2% ao ano. Isso significa que nos anos pós-menopausa, a mulher passa a perder o dobro, além daquilo que já vinha perdendo desde os 30 anos. Por isso, somado aos cuidados básicos, envolvendo boa alimentação, sono saudável e atividades físicas, é necessário um skincare bem feito, uma rotina de dermocosméticos e o indispensável protetor solar, principalmente no verão e na fase pós-menopausa.

Procedimentos

Segundo Luciana, os procedimentos estéticos mais indicados são a toxina botulínica; para melhorar as linhas de expressão, o preenchimento, para reter os impactos do envelhecimento, e principalmente os bioestimuladores de colágeno injetáveis, principalmente em rosto, pescoço e mãos, que são os locais onde aparecem mais os sinais da velhice. “Os três procedimentos são importantes na menopausa, principalmente os bioestimuladores de colágeno, que costumo, indicar para pacientes mais jovens, também, a fim de que, assim, elas consigam criar uma reserva de colágeno lá na frente, na pós-menopausa, com grandes privilégios para a pele”, finaliza Luciana.

Fonte: Luciana Toral é médica especialista em Medicina Estética Avançada, possui diversos títulos dentro da medicina estética, também ministra cursos. É proprietária da LT Medicina & Estética Avançada na cidade de Ibaiti/PR e idealizadora do Curso Imersão Hands On, no qual ensina profissionais a aperfeiçoarem técnicas de preenchimento, botox, fios de PDO e bioestimuladores.

Talika traz ao Brasil Lipocils Máscara, produto que ressignifica o conceito de máscara para cílios

Mais do que uma maquiagem, o cosmético é um item de tratamento, que proporciona um crescimento natural aos cílios, após dois meses de uso

Uma máscara que dá volume, comprimento, curvatura, realça a pigmentação natural e ainda trata os cílios. Essa é a proposta do novo Lipocils Máscara, de Talika, uma verdadeira revolução que une a maquiagem ao tratamento e crescimento dos cílios. Isso porque, além de embelezar o olhar com uma aparência exuberante e bem definida dos fios, o produto é formulado com o seu lendário sérum para os cílios ― que aumenta e acelera seu crescimento em aproximadamente 29%, após dois meses de uso.

A maquiagem, disponível na cor preta, é de longa duração e, mesmo sendo à prova d’água, é fácil de ser removida. Os ingredientes ativos e tecnológicos presentes no cosmético são responsáveis pelo tratamento da região, deixando os cílios naturalmente mais longos, mais grossos e mais fortes.

Os ingredientes ativos do produto trazem vários benefícios:
• Lendário Complexo Botânico: hamamelis, maçã, urtiga, castanha e erva-de-são-joão, para o crescimento ― cílios mais longos, mais brilhantes e mais fortes;
• Tripeptídeo: com efeito antienvelhecimento, reforça a raiz dos cílios e retarda sua queda;
• Peptídeos de amaranto: penetram na fibra dos cílios deixando-os mais espessos e brilhantes;
• Provitamina B5: hidrata e estimula a renovação celular dos fios;
• Coleus forskohlii: aumenta a produção de melanina para fios naturalmente mais escuros.

Com Lipocils Máscara seu tratamento para crescimento dos cílios fica ainda mais fácil, pois você trata os cílios enquanto se maquia: basta aplicá-lo pela manhã antes de sair e, à noite, aplicar seu Lipocils ou Lipocils Expert de rotina, para obter os melhores resultados.

Outro ponto que merece destaque é o pincel aplicador, feito em silicone ― o que torna o acessório mais higiênico ― e com a extremidade inclinada, que proporciona um efeito extra de flexibilidade e cílios mais extensos, além de facilitar o alcance e cobertura dos fios menores.

Lipocils Máscara – Preço sugerido: R$ 329,00

Onde encontrar: Drogaria Iguatemi

Atrofia vaginal: 45% das mulheres na pós-menopausa sofrem com a doença

Sintomas são pouco discutidos e a condição ainda é subdiagnosticada;Desconforto afeta a autoestima e impacta a qualidade de vida

Questões culturais, constrangimento e receio estão entre os principais tabus na hora de falar sobre a saúde íntima da mulher. Com o passar dos anos, durante o climatério, essa situação pode ficar ainda mais complexa. A atrofia vaginal, também conhecida como vaginite atrófica, ocorre quando há o afinamento e a inflamação das paredes vaginais devido ao declínio do hormônio estrogênio, que deixa de ser produzido pelos ovários.

“A atrofia vaginal é um dos sintomas da pós-menopausa que, geralmente, acomete as mulheres a partir dos 50 anos de idade. Entre os sinais mais comuns estão a secura, queimação, irritação, coceira e dor durante a relação sexual. É preciso ter consciência sobre essa doença e saber que existe tratamento”, destaca o ginecologista, Luciano Pompei.

O diagnóstico da atrofia vaginal é feito por meio da avaliação dos sinais e sintomas e exame ginecológico. “Uma das questões que dificultam o diagnóstico assertivo da atrofia vaginal é o fato de muitas mulheres acreditarem que os sintomas são parte natural do envelhecimento, e isso não é verdade. A vergonha de falar sobre o assunto, também costuma ser uma barreira para o tratamento. Sentir dor durante a relação sexual, por exemplo, não é normal. Todo e qualquer sintoma relacionado à saúde da vagina deve ser relatado aos profissionais de saúde”, afirma o especialista.

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Tratamento

No Brasil existem diversos tratamentos disponíveis para esta condição. Entre eles, lubrificantes vaginais sem ingredientes hormonais ativos, hormônios na forma de creme vaginal ou óvulos e comprimido de estradiol, lançado recentemente.

“Trata-se de um comprimido, intravaginal, que proporciona uma liberação gradual e controlada do estradiol (um tipo de estrogênio que o corpo produz) nas células da mucosa vaginal. É um tratamento seguro e eficaz de longo prazo. Quanto mais cedo for iniciado, melhor para a paciente”, explica o especialista.

O medicamento deve ser administrado, com orientação médica, em três etapas: na primeira e segunda semana de uso é necessária uma aplicação diária do comprimido, já no período de manutenção, a aplicação é mais espaçada, duas vezes por semana.

“A fácil administração do comprimido e eficácia comprovada gera uma grande aderência ao tratamento. Os incômodos causados pela atrofia vaginal têm um impacto significativo não apenas no bem-estar físico, mas também no emocional e psicológico da mulher”, ressalta Luiz Steffen, diretor médico da Besins Healthcare, laboratório responsável pela terapia.

Renew lança Tratamento Duplo Antissinais e Marcas de Acne

Quando o assunto é cuidado com a pele, um problema muito recorrente é a acne adulta, frequentemente causadora de danos à cútis, como manchas e marcas. Para tratar este problema, Renew acaba de lançar o novo Tratamento Duplo Antissinais e Marcas de Acne. Ele ajuda a melhorar a aparência de marcas de acne avermelhadas e amarronzadas. Também é antissinal e melhora a textura da pele, reduzindo linhas e rugas. E ajuda a diminuir a aparência dos poros.

Formulado com o Biotcs Complexo, o tratamento contém uma mistura de pré e pós-bióticos, incluindo ácido láctico, para ajudar a equilibrar, suavizar e estimular uma pele com a aspecto mais saudável e jovem. Sua fórmula é leve, livre de óleo e de rápida absorção deixando a pele com aspecto matte. É indicado para todos os tipos de pele, até as sensíveis. Em 3 dias, veja uma melhora significativa na aparência de marcas e na textura da pele. Em 2 semanas, a pele fica com aspecto mais jovem.

Modo de uso

Com a pele limpa, use pela manhã ou à noite. Massageie suavemente o produto sobre o rosto e pescoço. Se estiver usando pela manhã, use protetor solar em seguida.

O preço sugerido para o Tratamento Duplo Antissinais e Marcas de Acne é de R$ 139,90. O produto pode ser adquirido com uma revendedora Avon ou pelo e-commerce.

Informações: Avon SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h.

Médico lista estratégias para se livrar da compulsão alimentar

Exagerar na quantidade de comida e continuar comendo, mesmo sem fome, é um comportamento muitas vezes rotineiro e nada saudável, mas que não deve ser confundido com a compulsão alimentar. Quem sofre desse transtorno consome grandes quantidades de alimentos de forma impulsiva em intervalos curtos e depois se sente culpado por essa prática.

O médico Paulo Lessa aponta que é necessário procurar ajuda profissional para resolver o problema. “Procure um médico que entenda do assunto e que tenha uma equipe multidisciplinar para te ajudar da melhor forma possível”, recomenda.

O profissional elencou cinco tipos de estratégias para lidar com a doença e fazer o tratamento adequado.

Descubra qual é o seu gatilho

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Será que existe alguma situação ou evento que acabe fazendo com que você coma mais? “Ansiedade e estresse são causas comuns para o desencadeamento de uma compulsão alimentar. Tratar desses problemas ajuda, e muito, a se livrar da alimentação desenfreada”, explica.

Invista em uma alimentação rica em fibras

“Alimentos ricos em fibras, como leguminosas, grãos, cereais, frutas e vegetais, promovem uma maior sensação de saciedade. Dessa maneira, a fome passará mais rápido e você terá mais tempo entre uma refeição e outra”, acrescenta o médico.

Não quebre o jejum com alimentos refinados

O jejum pode ser uma boa técnica para quem quer perder peso, mas ele deve ser quebrado com comida de verdade. “Nada de pão, bolo, macarrão e outros similares”, ressalta Lessa.

Coma sem pressa

A pressa é inimiga da perfeição e amiga da compulsão alimentar. “Quando estamos com fome e começamos a comer, nosso cérebro envia para o nosso corpo que estamos realizando essa ação e, então, começamos a sentir o efeito de saciedade. Porém, isso leva um tempo, então, quanto mais rápido você comer, mais alimentos você irá ingerir antes de se sentir satisfeito.”

Reduza o açúcar

O açúcar não causa problemas apenas no nosso corpo, como doenças ou ganho de peso, mas também modifica o nosso psicológico. “Alimentos ricos em açúcar liberam hormônios de relaxamento e bem-estar para o cérebro. Isso poderia ser bom, porém, a consequência é que acabamos ingerindo mais doces para prolongar esse prazer”, finaliza.

ISTs e saúde bucal: a boca também pode ser infectada no ato sexual

Infecções sexualmente transmissíveis são contraídas pela boca no sexo desprotegido

Uma das preocupações atuais da Odontologia é com o risco de infecções adquiridas nas relações sexuais sem preservativos e que podem afetar a saúde bucal. Isso porque o sexo desprotegido tornou-se mais frequente, principalmente entre a população mais jovem. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde de 2017, quase metade dos jovens entre 15 e 24 anos não usam camisinha. Apenas 56,6% dos jovens dessa faixa de idade usam a proteção.

Doenças como Aids, sífilis, herpes genitais, HPV, Hepatite (A, B e C) e gonorreia também são transmitidas pelo sexo oral sem uso de preservativo, representando as chamadas ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), uma terminologia recentemente adotada para substituir a anterior demonimada DST (doenças sexualmente transmissíveis). Esses males podem ser contraídos e se manifestarem na região da boca e não só isso: problemas como gengivite e cárie dentária profunda aumentam o risco de contágio, o que requer atenção de um cirurgião-dentista no diagnóstico e tratamento.

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“Tivemos recentemente uma epidemia de sífilis em que diversos casos de manifestações bucais da doença foram diagnosticados. Os cirurgiões-dentistas estão recebendo esses indivíduos em seus consultórios e podem ajudar a diagnosticar e quebrar a cadeia de transmissão”, diz Desiree Rosa Cavalcanti, integrante da Câmara Técnica de Estomatologia do Conselho Regional de Odontologia (Crosp).

Os sintomas mais comuns de ISTs na boca são:
=Manchas ou placas brancas;
=Feridas na boca, dolorosas ou não;
=Feridas na pele ao redor da boca;
=Orofaringe avermelhada;
=Dor ao engolir;
=Placas brancas nas amígdalas, semelhantes à amigdalite;
=Secreções branco-amareladas.

“Depende do tipo de IST contraída. A sífilis, por exemplo, pode se manifestar na boca em qualquer uma de suas fases (primária, secundária ou terciária), sendo que a fase secundária é a mais encontrada e se caracteriza por manchas ou placas branco-pálidas, que podem ser dolorosas e acometer qualquer parte da boca, mas principalmente língua, mucosa labial e gengivas”, explica Denise.

Darwin Laganzon/Pixabay

“Já no caso do HIV (vírus da Aids), a presença de lesões na boca pode estar relacionada a um estágio de descontrole da doença ou ocorrer antes do diagnóstico e tratamento, enquanto a gonorreia e a clamídia oral podem afetar a orofaringe, gerando eritema, dor e desconforto ao engolir”, detalha.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o não uso de preservativos impactou diretamente no aumento de casos de HIV entre jovens. Na faixa etária de 20 a 24 anos, a taxa de detecção subiu de 14,9 casos por 100 mil habitantes, em 2006, para o patamar de 22,2 casos em 2016. Entre os jovens de 15 a 19 anos, aumentou de 3,0 para 5,4 no mesmo período.

Diante desse cenário, ressalta-se a importância do preservativo, que ainda é a melhor forma de prevenção contra uma IST, seja de transmissão oral ou não. Mas, para deixar a saúde bucal longe dos riscos também é preciso manter uma boa higiene da boca para evitar problemas bucais como úlceras, gengivite ou doenças periodontais, que podem servir como meio de entrada de vírus e de bactérias causadores das infecções sexualmente transmissíveis.

Além disso, é essencial a realização de testes diagnósticos e a busca pelo tratamento rápido e adequado para o caso de suspeita de IST por contágio oral. “É importante que o cirurgião-dentista seja assertivo em sua comunicação com o paciente. Ele deve ser sincero, discreto e transmitir confiança. Um ambiente adequado e reservado em que ele possa estar a sós com o paciente facilita muito a comunicação para explicar o que o faz suspeitar de uma IST e recomendar a realização de testes diagnósticos, como os testes rápidos e a citologia esfoliativa. Sífilis, HIV, hepatites B e C já possuem testes rápidos eficazes e a maioria dos pacientes aceita a realização dos testes, especialmente diante de um profissional que lhe traz segurança”, completa a cirurgiã-dentista.

Fonte: CRO-SP

Será que minha tontura é labirintite?

Especialista do Hospital Paulista explica como diferenciar a labirintite de outras doenças que também se manifestam com mesmos sintomas

De acordo com o otoneurologista Ricardo Dorigueto, do Hospital Paulista, o termo labirintite é geralmente utilizado de modo incorreto por pacientes e, até mesmo, por alguns profissionais da saúde, como sinônimo de tontura.

O especialista faz um alerta para os riscos de doenças neurológicas, psiquiátricas, cardíacas, hormonais e metabólicas, manifestadas com os mesmos sintomas. De fato, a maioria dos pacientes que se queixa de tontura possui doenças localizadas no labirinto ou em suas conexões com o sistema nervoso, mas não é a labirintite, caracterizada pela inflamação do labirinto.

Segundo Dorigueto, é importante que, ao sentir tontura, o indivíduo procure um médico, que pode ajudar a identificar a doença ou qual condição de saúde que está causando este sintoma.

“Erros alimentares, estresse emocional, automedicação e hábitos inadequados de sono e postura devem ser corrigidos. Neste momento de isolamento social, é necessário ficar atento também ao nervosismo, insônia e ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, nicotina e doces”, destaca o especialista.

A patologia, no entanto, pode ser evitada por meio da adoção de hábitos saudáveis, praticados no dia a dia, além de uma dieta equilibrada, livre de gordura e açúcares; e da prática de atividades físicas regulares.

Diagnóstico

A melhor forma de diagnosticar a tontura é por meio de avaliação médica minuciosa. Como os sintomas costumam ser bastante comuns em pessoas que sofrem de outras patologias, como diabetes, hipertensão e até esclerose múltipla, é comum que ela seja facilmente confundida com outra doença.

“Caso haja algum desses sintomas, é importante que o paciente procure um profissional o quanto antes. A avaliação médica é importante não só para diagnosticar a labirintite, mas qualquer uma das doenças mencionadas”, ressalta o médico.

Segundo Dorigueto, o diagnóstico da tontura pode ser auxiliado por meio de exames complementares sofisticados, como a videonistagmografia, o vHIT (teste do impulso cefálico com vídeo) e o VEMP (Potencial Evocado Miogênio Vestibular), indicados pelo profissional caso haja necessidade.

Tratamento

O tratamento da doença pode variar de acordo com o quadro clínico do paciente. O acompanhamento pode ser feito por um médico generalista ou otorrinolaringologista especializado em tontura (otoneurologista), principalmente quando os sintomas são persistentes e prejudicam as atividades de vida diária do paciente.

Fonte: Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Sábado: Cabelegria volta ao Santana Parque Shopping para mais um dia de solidariedade

Ação reforça ao público da Zona Norte que a doação de cabelo faz mulheres e crianças voltarem a sorrir

O Santana Parque Shopping reforça seu compromisso com ações sociais e recebe mais uma vez, amanhã, 15 de maio, a ONG Cabelegria. Com o objetivo de transformar a doação de cabelos em perucas e distribuí-las a pessoas submetidas a tratamentos de câncer ou que foram diagnosticadas com outras doenças que resultam em queda de cabelo, o Banco de Peruca Móvel estaciona na entrada principal do shopping das 11h às 19h.

No local, a Cabelegria realiza cortes gratuitos, recebe doações de cabelos e também faz a distribuição de perucas. São aceitos todos os tipos de cabelo com no mínimo 15cm, podendo ser natural, com química ou tintura. Em janeiro, a iniciativa arrecadou um total de 225 doações, entre cortes realizados no local e entrega de cabelos previamente cortados.

“Nossa expectativa é sempre superar a arrecadação anterior e continuar incentivando nosso público a abraçar essa causa tão importante. Estamos felizes em contribuir com a felicidade de muitos”, afirma Marcus Borja, superintendente do Santana Parque Shopping.

Durante a ação, o empreendimento reforça todas as medidas de segurança contra a Covid-19, como o uso obrigatório de máscara, disponibilidade de álcool em gel e distanciamento social.

Santana Parque Shopping e Cabelegria
Quando: Dia 15 de maio
Horário: 11h às 19h
Local: Entrada principal do Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780 – Santana – SP

Informações: site ou pelo telefone: (11) 2238-3002 ou WhatsApp: (11) 96588-3226.

Ansiedade tem cura? Confira cinco formas de aliviar sintomas e tentar se curar

Será que a ansiedade tem cura? Será que é possível ter um nível de ansiedade que seja saudável? Nos dias de hoje, muita gente precisa aprender a lidar com a ansiedade, que nada mais é do que uma emoção natural do ser humano. Emoção, entretanto, que pode prejudicar a qualidade de vida e o dia a dia das pessoas.

No texto de hoje, além de responder às questões levantadas acima, você vai entender mais sobre o fenômeno da ansiedade e de aprender cinco formas de aliviar os sintomas de forma natural ou com medicamentos.

A ansiedade pode ser saudável?

A resposta é: sim. Existem níveis saudáveis e funcionais de ansiedade. A ansiedade é uma emoção natural, que todo ser humano tem a capacidade de sentir. Então, se todo o ser humano é capaz de sentir ansiedade, não faz sentido dizer que a ansiedade é uma doença. Afinal, se a capacidade de sentir ansiedade é algo universal, deve ser porque ela tem alguma função. E se você estuda a fundo o fenômeno da ansiedade, você entende a função natural da ansiedade: ela prepara o seu corpo para um perigo no futuro.

Você já deve ter percebido que a sua ansiedade aparece, na maioria das vezes, associada a algum problema ou perigo futuro. Por exemplo, se você tem que se preparar para uma prova daqui a duas semanas e ainda não estudou, você sente ansiedade. Ou se você tem uma conversa difícil com o seu marido e ainda não pensou em como irá conduzir o diálogo, você terá ansiedade. Em outras palavras, a ansiedade é uma emoção natural que serve para avisar você de um perigo futuro, para que você se prepare para esse perigo.

Portanto, se a sua ansiedade não lembrasse você de estudar, talvez você não se sentisse pressionado o suficiente para se dedicar ao estudo e passar na prova; se a sua ansiedade não lembrasse você de que essa conversa difícil está prestes a acontecer, talvez você chegasse despreparada na conversa e a conversa se transformasse numa briga. Assim, a ansiedade pode ser saudável quando ela ajuda você a se preparar para um perigo real do futuro.

Ansiedade tóxica

Assim como a gente falou da ansiedade saudável, a gente precisa falar da ansiedade tóxica, que é quando a ansiedade passa do nível saudável. A ansiedade pode ficar tóxica toda vez que você tem alguns sintomas físicos de ansiedade e tem preocupação excessiva relacionada a um problema, mas essa preocupação não se transforma em atitudes práticas para resolver o problema.

Ou seja, quando, em vez de conseguir usar a ansiedade para sentar e estudar, você fica remoendo aquele problema na sua cabeça e nada de prático acontece. Ou, por exemplo, quando em vez de se preparar para essa conversa difícil com o marido, você fica remoendo ela na cabeça e chega para a conversa despreparada.

Tratamentos naturais para ansiedade:

Mesmo não podendo dizer que a ansiedade tem cura, vamos começar com os tratamentos naturais para a ansiedade. Selecionamos três para vocês:

Exercício físico

O primeiro dos tratamentos naturais é aumentar o exercício físico na sua vida. Exercício físico é um antidepressivo natural e um ansiolítico natural. Além disso, pessoas que praticam exercícios físicos regularmente têm de 30% a 50% menos chance de desenvolver um transtorno de ansiedade do que pessoas que não praticam. Isso significa que praticar atividade física, nem que seja uma simples caminhada dia sim e dia não, pode ser uma ótima atitude de prevenção contra transtornos de ansiedade.

Sono

O segundo tratamento natural para a ansiedade é melhorar o sono. Dormir mal causa uma piora nos sintomas de ansiedade na maioria das pessoas. Seguindo a mesma lógica, dormir bem causa uma melhora e uma diminuição dos sintomas de ansiedade para a maioria das pessoas também. E é por isso que você pode tomar, hoje, atitudes simples para melhorar o seu sono – atitudes que custam zero reais e têm um alto poder de impacto. Por exemplo, Você pode começar a fazer uma rotina de sono. Ou seja, ter um passo a passo antes de dormir que se repete, sempre igual, para acostumar o seu cérebro com a hora de dormir. Também, outra atitude muito útil para ter um sono melhor é escutar um relaxamento guiado todo dia antes de dormir. Confira abaixo o relaxamento guiado feito pela Eurekka.

Psicoterapia

Foto: Shutterstock

E a terceira forma de tratamento natural contra a ansiedade é a psicoterapia. A função mais importante da terapia para a pessoa com ansiedade é ensinar ela a se autoacalmar e ajudar ela a enfrentar as coisas que causam ansiedade, em vez de fugir. Porque, na terapia, você consegue reverter esse ciclo vicioso que cada vez faz você ficar mais isolado. Em alguns casos, o terapeuta ajuda você a fazer isso com técnicas da psicologia e você consegue enfrentar os seus medos e ansiedades, um pouquinho de cada vez. E de todos os tratamentos naturais, esse é um dos que mais tem efeito.

Tratamentos medicamentosos para ansiedade:

No tratamento com um médico e com um psiquiatra para ansiedade, existem dois medicamentos que são os mais comuns, ok? O primeiro tipo de medicamento são os remédios antidepressivos e o segundo tipo de medicamento são os remédios calmantes.

Remédios antidepressivos

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Pouca gente sabe disso, mas os remédios antidepressivos também são usados para o controle da ansiedade! Por isso, não fique assustado se o seu psiquiatra receitar um remédio antidepressivo e o seu caso for ansiedade. O objetivo desse remédio é equilibrar a química do seu cérebro, para que você tenha um pouco mais de ânimo e um pouco menos de agitação.
Esses remédios não têm efeito imediato, mas começam a fazer efeito a partir de duas ou três semanas de uso. Alguns dos princípios ativos mais comuns nesse tipo de remédio são: fluoxetina, sertralina, paroxetina, escitalopram, citolopram etc.

Remédios calmantes

Foto: Morguifile/Starblue


Os remédios calmantes, diferentes dos remédios antidepressivos, têm um efeito imediato. Geralmente, o remédio calmante é receitado pelo psiquiatra para ser usado durante um momento de crise ou logo antes de dormir para facilitar o sono.
Esses remédios não devem ser usados em excesso, pois podem causar dependência, ao contrário dos remédios antidepressivos. Nomes comuns desses remédios: alprazolam, clonazepam, rivotril e diazepam.

Fonte: Eurekka