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Aprenda receitas caseiras para tratar os cabelos

Tudo pra Cabelo elege ingredientes naturais poderosos como aliados na hidratação capilar

É inegável que os hábitos do consumidor mudaram e a busca por produtos naturais ganhou mais força na pandemia. Uma pesquisa de mercado recente da Nielsen apontou que a sustentabilidade já é uma das três maiores preocupações para 32% dos brasileiros na hora de comprar. No setor de beleza, isso se reflete de várias maneiras: uma delas é que cada vez mais mulheres buscam receitas caseiras quando o assunto é hidratação capilar. O Tudo pra Cabelo, hub de conteúdo de cabelos da Unilever, reuniu uma série de dicas para quem deseja cuidar das madeixas com frutas, ervas e flores, facilmente encontradas em feiras e supermercados. Afinal, faz todo o sentido agora investir em ingredientes que possuem, naturalmente, nutrientes capazes de beneficiar a saúde dos cabelos e melhorar sua aparência.

Para garantir esse cuidado extra com os cabelos, vale apostar em máscaras cujas funções se baseiam nas necessidades dos fios no momento da aplicação, já que as demandas por nutrição e hidratação variam bastante ao longo do tempo. Há um vasto leque de opções para quem busca cuidar de fios ressecados, com química, queda ou até para o cabelo crescer mais. Por isso, vale buscar o recurso ideal para ajudar cada objetivo específico. Segundo o time de experts do Tudo pra Cabelo, seja com receitas caseiras ou produtos das grandes marcas, hidratar o cabelo em casa com uma máscara de tratamento é simples, não requerendo processos complicados.

Já para quem prefere as máscaras encontradas nas gôndolas, vale lembrar que não é preciso colocar nada nos cremes, pois esses produtos já são formulados para fornecer um tratamento completo nos fios. Mas, caso a pessoa queira turbinar seus efeitos com mais algum ingrediente, podem ser usadas algumas gotinhas de óleos, como o de amêndoas, de argan e de coco.

E, mesmo sabendo que é possível cuidar da beleza com receitas caseiras, quando se trata de cabelos, vale ressaltar que é sempre mais seguro usar produtos que foram testados previamente e tiveram a segurança garantida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na dúvida, é recomendável conversar para um dermatologista.

Fonte: Tudo Pra Cabelo

Compare cortes de cabelo de antigamente com as versões atuais

Shaggy Hair e Mullet são alguns dos cortes do passado que são tendência novamente

Todos sabemos que moda é algo cíclico. As peças de cores neon, que tiveram seu auge nos anos 80, voltaram à moda, e a calça pantalona, popular nos anos 70, também retornou ao guarda-roupa de muita gente várias décadas depois. Mas não é somente com as roupas que há essa revisitação do passado.

A atriz francesa, e hoje ativista pelos animais, Brigitte Bardor, a precursora do corte shaggy

Os cabelos também passam pelo mesmo tipo de revival. Cortes e penteados que surgiram no passado ou que foram populares em certa época retornaram aos holofotes, mas em versões modernizadas que consideram a forma que vivemos hoje em dia. Refletindo essa tendência, o time do Tudo Pra Cabelo, hub de conteúdo da Unilever, criou uma lista de 10 cabelos do passado que estão em todos os lugares atualmente.

A cantora e atriz Cher em 1987 – Foto: Elisa Leonelli/REX/Shutterstock

Um dos cabelos tendência no momento é o shaggy hair. Democrático e moderno, ele fica bem em todas as texturas e comprimentos, apresentando um ar meio bagunçado. Mas, na verdade, ele surgiu no final dos anos 1970 e se popularizou na década de 1980, quando tinha uma característica mais pesada.

“O original tinha um ar exagerado, carregado e com camadas altas. A finalização geralmente era elaborada com bob e escova. Já atualmente ele é mais natural, menos volumoso e fica bem em qualquer pessoa”, explica Greta Rincon, hairstylist do Cabtudo, ao comparar os estilos.

Outro cabelo que voltou com tudo atualmente lembra o estilo que a atriz Farrah Fawcett usava nos anos 1970, quando ficou conhecida por estrelar o seriado As Panteras. O cabelo da atriz recentemente se popularizou no canal de mídia social TikTok e também no Instagram, onde a hashtag farrahfawcetthair tem mais de 16 mil postagens.

Farrah Fawcett – 1975 – Foto Kobal/REX/Shutterstock

As pessoas ficaram muito tempo em casa devido à pandemia e queriam usar a criatividade e provavelmente por isso investiram no estilo da atriz, que veio um pouco diferente do original.

“No passado, ele era muito escovado, ondulado e armado. Por sua vez, hoje em dia ele tem um ar mais suave e a franja vem menos acentuada, já que atualmente as pessoas buscam por penteados versáteis e práticos, possíveis de estilizá-los tanto para uma festa quanto para o dia a dia. Isso é um contraste com a década de 70, quando as pessoas passavam mais tempo arrumando o cabelo”, pondera Greta Rincon.

A atriz Jennifer Lopez com uma versão mais atualizada do corte shaggy – Reprodução Instagram
A atriz Mandy Moore na festa do Emmy de 2019 – Foto: Image Press Agency/NurPhoto/REX/Shutterstock

Outros estilos, como o mullet, por exemplo, também passou por modificações, mas a versão atual não é muito diferente da original, dos anos 80.

Acima, a atriz Jane Fonda, em foto de 1971; ao lado dela, a cantora e atriz Liza Minelli, em 1983. Abaixo, cantora e atriz Miley Cyrus, em foto deste ano, e a nova versão do corte mullet – Fotos: Getty Images

“O mullet de hoje em dia lembra bastante o do passado, mas ele vem um pouco mais colorido, como com uma cor fantasia ou platinado”, conclui a hairstylist.

Fonte: Tudo Pra Cabelo

Cabelo curto ainda é tabu, mas popularidade deve aumentar

Pesquisa realizada pela plataforma de conteúdo Tudo pra Cabelo, da Unilever, via Instagram, revelou dados interessantes sobre o que as mulheres acham dos cortes de cabelo mais curtos. Os resultados são, em alguns pontos, inusitados: 45% das entrevistadas responderam que, atualmente, estão com o cabelo curto ou querem aderir ao corte.

A atriz Halle Berry e seu cabelo shaggy

Sobre os estilos favoritos, 37% gostam do repicado/shaggy, enquanto 34% acham o clássico chanel bem interessante. O pixie, modelo mais rente à cabeça, ficou em terceiro lugar na preferência, com 18%. O curto com franja veio na sequência, com 11% dos votos.

Charlize Theron e seu corte pixie

Para 32% das mulheres que participaram da enquete, entretanto, existe a vontade de cortar o cabelo acima da altura dos ombros, só que elas acabam desistindo da ideia por achar que outras pessoas podem julgá-las pelo novo estilo. Tal receio tem raízes sociológicas:

“Ao longo da história ocidental, mulheres com mechas mais curtas foram associadas (erroneamente) ao que a sociedade da época não aceitava bem, como pessoas de classe menos abastadas, com pouca saúde ou rebeldes demais para casar e serem submissas ao marido. Essa herança do machismo lá do passado acaba persistindo até hoje em forma de críticas sobre os cabelos curtos das mulheres. Na década de 1920, entretanto, as ‘influenciadoras’ da época, como cantoras e atrizes, resolveram usar os cabelos curtos como símbolo de emancipação, força e estilo. Isso fez com que tais penteados passassem a ser sinônimo de atitude e descontração”, diz Paula Roschel, autora do livro “#Sororidade – quando a mulher ajuda a mulher”.

Recentemente, durante as Olimpíadas de Tóquio, a discussão voltou à tona com uma série de críticas recebidas pela arqueira sul-coreana An San, adepta do corte bem curto. Todavia, junto com as críticas via rede social, também surgiu uma imensa onda de apoio de outras atletas e público em geral. “O que aconteceu de ruim com An San teve como efeito rebote uma importantíssima onda de sororidade, na qual mulheres levantaram suas vozes para falar que ela pode ser o que quiser, assim como todas as outras mulheres”, completa Paula.

A atriz Mariska Hargitay

Além do statement que o cabelo curto traz, como a ruptura de padrões antigos, o estilo também vem se popularizando entre as mulheres por sua versatilidade. A enquete detectou que para 48% das respondentes o cabelo curto significa praticidade e, para 25%, liberdade.

Jamie Lee Curtis, Meryl Streep, Christine Lagarde e Cássia Kiss

“Cabelo curto é mais do que uma questão estética. É bem-estar. Muitas mulheres se sentem bem com os fios curtos e outras gostariam de aderir, mas não têm coragem. A verdade precisa ser uma só: se estamos bem com nós mesmas, não importa o julgamento das pessoas.” diz Maria Clarice Gaudencio Sobrinho, psicóloga de São Paulo.

Fonte: Tudo pra Cabelo/Unilever

Filhas brasileiras relatam como a mãe africana as ensinou a valorizar cabelo crespo

Do Guiné-Bissau para o Brasil foi um choque para Felisberta Gomes. A africana, acostumada a celebrar os cabelos crespos, percebeu uma realidade um pouco diferente ao chegar em São Paulo. Para ela, a experiência das suas filhas, nascidas no Brasil, fez a distância cultural entre os dois países ficar ainda mais evidente. Ela notou que havia uma grande cultura de alisamento no país.

Felisberta conta que na África, onde as mulheres não costumam alisar as madeixas, o crespo é mais valorizado. E que algumas mulheres usam adereços coloridos. Para suas filhas brasileiras – Sheila, e as gêmeas Mara e Lara – houve um grande contraste entre a convivência com a mãe, que passava mensagens de valorização do cabelo natural, e o que vivenciavam no dia a dia. As três, porém, deram a volta por cima, como contam para o site Tudo pra Cabelo. De uma infância marcada por bullying, elas reconheceram o poder de seus cabelos e hoje são modelos.

Sheila comenta que ouvia muitos comentários negativos sobre os penteados que a mãe fazia no seu cabelo quando ia à escola. Mesmo gostando deles, ela era ‘obrigada’ a ficar mudando de penteados até que acabou optando pelas tranças. Aliás, hoje é o seu look do momento.

Felizberta acredita que o fato de ser cabeleireira – um ofício que veio de família – a tenha ajudado a passar confiança para as suas filhas aceitarem seus próprios cabelos e assumirem seus estilos. Opinião a qual, as filhas concordam. Sheila afirma que a mãe a ajudou a ganhar autoestima e a ver beleza nos seus cabelos de diversas formas. Mara concorda e Lara lembra do incentivo que a mãe deu a elas para aceitarem seus cabelos e buscarem diferentes inspirações.

As meninas também lembram de quando eram crianças e não havia bonecas de cabelo crespo no mercado. Felizberta saía a procura, mas não as encontrava. Porém elas comemoram o fato de hoje ser diferente e haver mais opções disponíveis, inclusive com aparência idêntica a elas. E com o dia das mães se aproximando, elas aproveitam para homenagear a mãe como fonte de suas inspirações.

Fonte: Tudo Pra Cabelo