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Carnaval de Holambra: carros alegóricos com flores e distribuição de rosas e sorvetes

Antiga colônia holandesa, localizada a 40 quilômetros de Campinas e a 140 da capital paulista, promove na terça, dia 25, um desfile bem diferente que chega a atrair cerca de 10 mil turistas por ano para a pequena cidade de apenas 15 mil habitantes.

Tem holandeses no samba. Para encontrá-los, basta seguir os carros alegóricos decorados com flores, cujo desfile acontece na terça-feira de Carnaval (25), às 14h, na Alameda Maurício de Nassau, em Holambra, antiga colônia localizada a 140 km da capital paulista e que reponde, hoje, pela metade do comércio floricultor do país. A cidade de 15 mil habitantes deve receber 10 mil turistas no Carnaval.

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Doze mil hastes e 20 mil vasos de flores e plantas ornamentais serão doados pela Cooperativa Veiling Holambra e pela Cooperflora para decorar cinco carros alegóricos. Obviamente, pelo fato de a cidade ser agrícola, eles serão puxados por tratores. Os moradores e comerciantes organizam-se em blocos – cerca de 30 – que trazem temas e fantasias divertidas, somente reveladas no momento das inscrições que são feitas uma hora antes do início do desfile. Os jurados são escolhidos aleatoriamente entre o público para que não haja nenhum tipo de favorecimento.

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A Parada de Flores e Cores ainda tem como atrações banda ao vivo, tocando marchinhas de Carnaval, artistas com pernas-de-pau, cospe-fogo e distribuição de flores, picolés e bolachinhas tradicionais holandesas para o público. O cortejo concentra-se às 13 horas na Praça dos Pioneiros e segue pela Alameda Maurício de Nassau até a sede administrativa da Expoflora, quando ingressa na área do Clube Fazenda Ribeirão para a dispersão no campo de futebol.

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Organização voluntária

O Carnaval das Flores é organizado, em Holambra, por voluntários do Raad van Elf (Grupo dos Onze), que deixam seus afazeres profissionais para organizar o desfile. Tem produtor de flores (Geraldo Barendse), agricultores (Richard Van Den Broek, Junior Granchelli e Mariella Schut), agrônomo (Carlo de Block), empresários (Joanes Eltink e Paco van der Louw), paisagista (Yuri Graat), dentista (Celso Quiles), educadora física (Daniela Fonseca) e consultor (Aryan Schut). O ambiente é bem familiar.

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A decoração dos carros alegóricos é também feita por dezenas de voluntários, cidadãos de Holambra, sob a coordenação do artista floral Jan Willen, responsável pela Exposição de Arranjos Florais da Expoflora. As carretas já estão sendo montadas no Parque da Expoflora, mas as flores – por serem perecíveis – somente serão colocadas na segunda-feira.

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Segundo Geraldo Barendse, do “Grupo dos Onze”, o divertido é não saber o que esperar dos blocos, que sempre trazem temas atuais ou de protesto. “Como não há inscrição antecipada, todo ano é uma surpresa”, comenta.

Carnaval na Holanda

Na Holanda tem Carnaval, mas com suas peculiaridades. Como o Norte do país é mais protestante, apenas o Sul – de maioria católica – comemora a data. As cidades nas quais o Carnaval é mais animado são Tilburg, Den Bosch, Breda, Eindhoven e Maastricht. O pré-carnaval começa em meados de novembro – com a escolha do Príncipe e do Conselho dos Onze (Raad van Elf), e, em alguns lugares, das Damas de Companhia (hofdames) – e só termina em fevereiro, mesma época em que o brasileiro.

Neste período, o Príncipe do Carnaval ganha a chave da cidade e a governa no lugar do prefeito. O nome da cidade e a sua bandeira são alteradas. Tilburg vira Kruikenstad, Den Bosch torna-se Oeteldonk e Eindhoven é Lampegat, por exemplo. O Príncipe do Carnaval é acompanhado pelo Conselho dos Onze (Raad van Elf) e, em alguns lugares, pelas Damas de companhia (hofdames). Não há feriado, mas as instituições de ensino chegam a suspender as atividades para que todos possam curtir o Carnaval.

As bandas (brass bands) também acompanham o Príncipe, sua corte e cortejo, tocando marchinhas e outras músicas alegres, mas de outros estilos pelas ruas, entrando nos bares para atrair foliões. As fantasias são fundamentais. No entanto, como é inverno, com temperaturas em torno de 3 graus centígrados, elas são muito bem elaboradas ou divertidas e complementadas com gorros, meias e luvas. A maquiagem bem carregada faz parte dos figurinos.

Carnaval em Holambra
Desfile de carros alegóricos
Data: 25 de fevereiro, terça-feira
Hora: 14h
Local: Concentração às 13h na Praça dos Pioneiros, horário em que haverá a inscrição dos blocos

Vai curtir o Carnaval? Cuidado com os alimentos de rua!

Durante os dias de folia do Carnaval, quem se diverte ou trabalha acaba consumindo produtos e bebidas clandestinos na rua. Além de intoxicações alimentares, ingerir alimentos de origem animal não fiscalizados pode ser a porta de entrada para doenças transmitidas dos animais aos homens, as chamadas zoonoses, como tuberculose e brucelose, além de outras enfermidades.

Para garantir a segurança alimentar da população, os médicos-veterinários das Vigilâncias Sanitárias (Visa) reforçam, nesta época, a fiscalização do comércio de produtos de origem animal, como carne, queijos, ovos, peixes e mariscos. O objetivo é prevenir a venda e o consumo de alimentos sem adequações sanitárias, que ofereçam riscos à saúde pública e transmitam doenças.

Na hora de comprar esses produtos, o ideal é conferir as condições de higienização, embalagem e refrigeração do produto, além de verificar se nos rótulos há o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), dos municípios (SIM) ou estados (SIE). É importante também prestar atenção se existe um funcionário exclusivo para manusear dinheiro, para não haver a contaminação cruzada.

“Todo produto de origem animal deve ser registrado no órgão de agricultura federal, estadual ou municipal. Quando não há registro, ele certamente vem de um estabelecimento clandestino, onde não há qualquer controle de qualidade, programa de autocontrole e presença de um responsável técnico médico-veterinário. É um risco ao consumidor”, explica a médica-veterinária Aline Pinheiro Borges, integrante da Comissão Nacional de Tecnologia e Higiene Alimentar do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Contha/CFMV).

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A melhor opção, sugere Aline, “é evitar o consumo desses alimentos quando manipulados por ambulantes, pois, normalmente, a conservação não é feita sob temperatura adequada e não há água para higienização das mãos antes e após a manipulação. Quando já preparados previamente, não tem como ter a rastreabilidade do produto e não há como saber quem é o fornecedor”.

Carnaval no Rio de Janeiro (RJ)

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Aline Borges atua, desde 2003, como coordenadora de Alimentos da Vigilância Sanitária do Município do Rio de Janeiro. Ela explica que, no Rio, na época do carnaval, são realizadas ações de fiscalização em todos os estabelecimentos localizados nas rotas dos principais blocos. Bares, restaurantes, hotéis e quiosques da orla são visitados.

Durante as inspeções, são verificadas as condições estruturais e higiênico-sanitárias do local, assim como o fluxo de manipulação e características sensoriais dos alimentos. Além disso, são realizadas verificações prévias na Cidade do Samba. Ali os médicos-veterinários avaliam a manipulação e higiene dos refeitórios dos trabalhadores. Terreirão do Samba e Sambódromo também estão na rota.

“O objetivo do nosso trabalho é orientar a montagem das instalações para os dias do evento. Realizamos reuniões de alinhamento com os organizadores do evento, fornecedores de alimentos e bebidas esclarecendo os pontos que serão cobrados durante o evento, sempre pautados nas legislações sanitárias vigentes”.

Folia em Salvador (BA)

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Em Salvador, a ação da Vigilância começou em janeiro, com a intensificação das inspeções prévias em restaurantes, bares, lanchonetes, hotéis, motéis, drogarias e outros estabelecimentos situados em todos os percursos da folia.

Profissionais de diversas áreas de atuação e técnicos da Visa vão se revezar dia e a noite, durante o período do carnaval. Neste ano serão mais de 20 médicos-veterinários inspecionando estabelecimentos e orientando ambulantes.

“O objetivo é prevenir a venda e o consumo de alimentos sem adequações sanitárias, que ofereçam riscos à saúde pública e transmitam doenças”, explica a médica-veterinária Elenaide de Paula Lyra, da Comissão de Alimentos do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV-BA), fiscal de controle sanitário da capital.

Elenaide explica que dez pontos dos circuitos da folia contam com pórticos, que são estruturas fixas da Vigilância Sanitária para as ações de inspeção. “Diariamente, serão fiscalizadas e notificadas as irregularidades nos trios elétricos, carros de apoio, camarotes, bares, restaurantes e hotéis, além dos comércios informais, como balcões de alimentos, baianas de acarajé e ambulantes. Serão verificadas as condições de higiene, manipulação e comercialização de alimentos; se há ponto de água potável; se estão comercializando produtos clandestinos, bebida sem rótulo, fora do prazo de validade, gelo de indústrias clandestinas, mercadoria deteriorada. Enfim, o trabalho dos fiscais visa evitar surtos alimentares e intoxicações causadas pelo consumo de produtos sem as adequações sanitárias exigidas por lei”, completa.

Maceió (AL)

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Cinco médicos-veterinários das equipes da Gerência de Alimentos de Maceió (AL) iniciaram os trabalhos de inspeção, na semana passada, no Jaraguá Folia, no tradicional bloco do Pinto da Madrugada, nas Pecinhas de Maceió e no Vulcão. Durante os dias de Carnaval, os profissionais vão trabalhar em oito polos da prefeitura, junto aos ambulantes, por meio de inspeções. Eles vão verificar questões como acondicionamento, manipulação dos alimentos, higiene pessoal dos vendedores e condições de utensílios e caixas térmicas.

Boa Vista (RR)

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Na capital de Roraima, as fiscalizações serão realizadas na Praça Fábio Marques Paracat, local tradicional das festas de carnaval da cidade, onde há mais de cem espaços reservados para oferecer comidas típicas e bebidas.

A equipe é coordenada por um médico-veterinário mais dez profissionais que atuam como agentes de fiscalização. Eles observarão as condições de higiene, manipulação e acondicionamento dos alimentos. A festa vai de sexta-feira (21) até quarta-feira de Cinzas (26).

Fonte: Assessoria de Comunicação do CFMV, com a colaboração das equipes de comunicação dos CRMVs Bahia, Alagoas e Roraima

Quais os limites do turismo com animais selvagens?

Algumas notícias publicadas no último mês vêm chamando a atenção para uma discussão importante: a do contato entre turistas e animais selvagens em atrações. Grazi Massafera, em rápida passagem pela África do Sul, foi criticada ao tirar selfies segurando filhotes de leão, e a blogueira catarinense Ana Bruna Avila levou uma leve mordida no braço ao nadar com tubarões. Tudo isso nos faz refletir sobre os limites das experiências que envolvem animais, e ressalta a importância de buscar atividades que não sejam prejudiciais para os viajantes, nem, principalmente, para os animais.

Por vezes as intenções dos turistas são as melhores possíveis. Segundo pesquisa do World Animal Protection (Proteção Animal Mundial), realizada com 13 mil pessoas de 14 países, 48% dos viajantes que já realizou uma experiência com animais silvestres o fez por “amor aos animais”. Esse dado mostra como falta consciência sobre o dano causado e como é importante informar sobre a dura realidade dos bichos em algumas situações.

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Segundo a Wildilife Conservation Research Unit, (WildCRU), são 550.000 animais silvestres que sofrem no mundo todo por conta de atrações turísticas irresponsáveis. Entre o nado com golfinhos, o passeio montado em elefante e as fotos com animais aprisionados, não faltam exemplos negativos. Por outro lado, as possibilidades de passeios responsáveis existem também, e expor suas práticas é importante na hora da conscientização.

Exemplo disso são os safáris de observação, como os realizados pelo Sabi Sabi Private Game Reserve, hotel localizado na reserva de Sabi Sands, ao sudoeste do Kruger National Park, na África do Sul.

Essa experiência já segue duas diretrizes essenciais para o turismo responsável: os animais não são tirados de seu habitat natural e a única atividade realizada é a de observação. No Sabi Sabi, é possível ver os famosos Big 5: leão, elefante, leopardo, rinoceronte e búfalo, entre muitos outros animais, como girafas, guepardos e antílopes vivendo suas vidas livres e interagindo de acordo com os ciclos da natureza, sem interferência humana. Não à toa, os avistamentos do safári dependem do treinamento dos guias, que rastreiam pegadas e fezes, por exemplo, e também de sorte, afinal nenhuma situação é forçada ou estimulada.

Além disso, outros aspectos merecem destaque no que diz respeito à conservação da natureza, pilar da reserva que é seguido com primor a quatro décadas: a sustentabilidade é pensada na construção e funcionamento diário dos lodges – são 4 propriedades que fazem parte do Sabi Sabi -, incluindo políticas de reciclagem e economia de energia que causam o mínimo impacto nos arredores.

Além disso, durante a realização dos safáris, algumas regras devem ser respeitadas: nunca pode haver mais de 3 carros observando um felino ou 2 próximos de um grande mamífero, por exemplo, solos mais sensíveis devem ser evitados, nenhum tipo de interferência nos hábitos dos animais é permitido, o espaço deles deve ser respeitado.

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Tudo isso é garantido, especialmente, graças ao programa de treinamento oferecido pelo Sabi Sabi aos seus rangers – guias responsáveis por levar os hóspedes pela savana -, um dos mais intensos e exigentes do país. Nesse processo é adquirido um extenso conhecimento sobre comportamento animal, que faz com que os profissionais sejam capazes de entender os bichos e garantir que eles não sejam estressados pela presença dos turistas, respeitando sempre os limites por eles colocados.

Além disso, mais do que mostrar aos hóspedes onde estão os animais, os guias acabam tendo o papel de conscientiza-los sobre a situação das espécies, especialmente porque muitas delas se encontram duramente ameaçadas – e são protegidas pela reserva. Mais do que uma experiência de observação, o safári é uma verdadeira aula sobre a situação do nosso planeta e de sua vida selvagem.

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A oportunidade de ver os animais vivendo livremente é emocionante, seja na fofura de um filhote que bebe o leite da mãe, ou na dureza de um leão que caça e come um impala. São experiências que carregam um valor real, diferente das situações forçadas que rendem boas selfies às custas de maus tratos.

O verdadeiro “amor aos animais” está no cuidado, e disso o Sabi Sabi entende. Para quem busca viver a experiência única oferecida na reserva, é possível se hospedar em quatro lodges que contam com decoração inspirada em diferentes momentos históricos da África do Sul. Há o Selati Camp, em estilo colonial; o Bush Lodge, único que aceita crianças, e o Little Bush Camp, ambos repletos de referências étnicas e contemporâneas; e o Earth Lodge, cuja arquitetura e uso intenso de materiais naturais buscam refletir um futuro “eco-chic”, no qual luxo e natureza coexistem em completa harmonia.

Informações:Sabi Sabi Bush Ledge

 

Pisa da Uva na Quinta do Olivardo termina neste fim de semana

Evento tradicional da cultura portuguesa acontece em São Roque

Um dia diferente, cheio de tradição é o que oferece a 9ª Pisa da Uva da Quinta do Olivardo em São Roque. O evento tem sua última data desta edição no dia 8 de fevereiro, das 10h30 às 16h, e traz uma experiência incrível aos visitantes. O valor é de R$ 259,00 por pessoa, criança de 8 a 12 anos paga meia, menor não paga.

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A tradição portuguesa já encanta os visitantes logo na entrada, quando todos recebem um chapéu de palha, uma cesta de vime e uma tesoura e, assim como os antigos colonos, são convidados a percorrer os caminhos entre as videiras para colher e provar os frutos.

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Depois da colheita, começa a Pisa. “Esse processo manual separa as uvas da casca do sumo e da semente. Nas prensas esse processo demora minutos, mas com os pés é um trabalho de horas, que vale cada minuto, pois a qualidade e o sabor do vinho são densos em cores e sabores”, afirma Olivardo Saqui, proprietário da Quinta do Olivardo.

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A festa é animada pelo Grupo Folclórico da Casa da Ilha da Madeira Infanto Juvenil, que encanta a todos com suas músicas tradicionais portuguesas. Logo após a Pisa os convidados seguem para o almoço que tem no cardápio Bacalhau à Moda e Espetada Madeirense (ambos à vontade), 2 bolinhos de bacalhau por pessoa e 1 pastel de Belém. Todos ganham uma caneca personalizada do evento. Vinho e suco à vontade o dia todo.

9ª Pisa da Uva na Quinta do Olivardo
Onde: Estrada do Vinho, km 4, com acesso pelo km 58,5 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270)
Quando: 8 de fevereiro
Horário: das 10h30 às 16h
Quanto: Pisa da Família – R$ 259 por pessoa. Criança de 8 a 12 anos paga meia, menor não paga.

Vindima da Vila Don Patto tem passeio de jardineira à pisa de uvas

Turistas vivenciam uma experiência que começa com café da manhã, passeio de jardineira, colheita de uvas, pisa das uvas e almoço no restaurante mais renomado de São Roque

Para celebrar e agradecer a boa safra da uva, a Vila Don Patto em parceria com a vinícola Casa da Árvore promove a Vindima 2020. A colheita da uva, também conhecida como Vindima é tipicamente feita no mês de janeiro, período em que as uvas já terminaram o processo de amadurecimento e estão prontas para a colheita.

A Vindima é uma festa tradicional em São Roque, conhecida como a cidade do vinho, e na Vila Don Patto, a celebração desse momento começa bem cedo, para aproveitar todos os momentos. Pela manhã, os visitantes são recebidos com um café da manhã especial no complexo turístico e gastronômico, aproveitando toda a beleza e o charme da Mata Atlântica com opções variadas de pães, bolos, sucos, frios e diversas delícias para iniciar bem o dia e o menu gastronômico do passeio.

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Na sequência, os turistas farão um passeio até o vinhedo da vinícola Casa da Árvore, a bordo da jardineira Don Patto. Em meio aos parreirais, acontece um dos momentos mais mágicos do passeio: a colheita das uvas, que segue para a famosa, e divertida, pisa da uva, que é o ponto alto da festa.

Amassar a uva com os pés para fazer vinho, é um método comumente utilizado pelos antigos produtores artesanais de vinho. A técnica que foi passada de pai para filhos será reproduzida pelos participantes da vindima.

Na volta do passeio, os visitantes serão recebidos com um delicioso almoço que será no restaurante italiano La Pasta. Massas artesanais, frescas e risotos. Todas essas opções poderão ser servidas acompanhado do suco de uva e uma taça de espumante Vila Don Patto.

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Após o almoço, o redário da Vila é uma ótima opção para um descanso tranquilo. Enquanto dá uma pausa nas atividades do dia descansado nas redes pode contemplar a beleza da natureza da mata Atlântica.

As crianças podem aproveitar e ser divertir no playground da Vila com Cama elástica, Mini Roda Gigante, Mini Carrossel, Labirinto, Casinha de Boneca, Monoraill, Big Jump, Escorregador, e Gira-gira. Os menorzinhos também podem brincar no espaço Kids.

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No final da festa você pode levar os sabores da Vila Don Patto para casa. No empório e adega é possível encontrar vinhos, espumantes, sucos, geleias, massas e diversos produtos regionais, podendo preparar receitas com um leve toque de Vila Don Patto para a família.

A Vindima Vila Don Patto acontece nos dias 26 de janeiro e 01,02 e 08 de fevereiro. As vagas são limitadas, as reservas podem ser feitas através do Whatsapp: (11) 97563-9637 ou do email: eventosvdp@gmail.com.

Sobre a Vila Don Patto

Em São Roque, o centro gastronômico conta com restaurantes italiano e português, choperia e cervejaria, boulangerie, Café & Grelhados, sorveteria, pastifício, empório e adega. Para entreter toda a família, o espaço oferece playground e redários.

Cercado pela natureza, o local recebe eventos corporativos, eventos sociais como, aniversários e casamentos, além de dispor de comodidades como heliponto. Fundado em 2010 por Júlio Patto, o espaço tem como objetivo reviver as origens portuguesas e italianas da família.

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Vindima da Vila Don Patto 2020
Vila Don Patto: Estrada do Vinho Km 25 – São Roque – SP
Ingresso: R$ 245,00 (incluso: café da manhã, traslado com a Jardineira Don Patto, Colheita e Pisa das uvas, almoço no La Pasta Ristorante (incluso suco de uva e uma taça de espumante por pessoa).
Datas: 26 de janeiro e 1º, 2 e 8 de fevereiro
Reservas e mais informações: (11) 97563-9637 ou eventosvdp@gmail.com

Mercado Municipal comemora 87 anos junto com aniversário de São Paulo com bolo

Atração festiva é organizada pelos permissionários para celebrar também os 466 anos da capital

Amanhã, 25 de janeiro, junto com o aniversário de 466 anos de São Paulo, um dos principais cartões portais da cidade celebra 87 anos: o Mercado Municipal Paulistano. E para festejar com o visitante, os permissionários promovem a confecção de um bolo medindo aproximadamente 15 metros quadrados, seguindo o formato do mapa da cidade de São Paulo, para ser distribuído gratuitamente às 11 horas aos visitantes.

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Sob o comando do professor Ricardo Magalhães, o bolo temático começa a ser preparado no dia anterior, com montagem e finalização previstas a partir das 10 horas do sábado no próprio Mercadão. O bolo será cortado por volta das 11 horas na presença de convidados, autoridades e público, e a distribuição dos pedaços está prevista para iniciar às 11h30 no local, com expectativa de servir aproximadamente 3 mil pessoas. O evento conta com o apoio da Apecc –Associação Paulista dos Empreendedores do Circuito de Compras.

O Mercado Municipal Paulistano foi instalado em 1933 na região central de São Paulo, uma das maiores metrópoles do mundo, tornando-se referência turística na capital paulista com a visita, semanalmente, de 50 mil pessoas.

O Mercadão, como é chamado, ficou conhecido pela riqueza gastronômica que oferece em meio a aproximadamente 300 boxes, que dispõem de grãos a chocolates, de frutas a embutidos, além de vinhos, cervejas, cachaças, doces, queijos, carnes e temperos.

Alguns números são capazes de mensurar o significado do local na cidade de São Paulo: 350 toneladas de alimentos comercializados por dia; de mil a 30 mil lanches de mortadela são vendidos toda semana; 8 restaurantes somente no mezanino de 2 mil metros quadrados, mais instalações no subsolo; 40 ramos de atividade; 1 cozinha equipada no Espaço Gourmet para aulas de gastronomia.

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O público, não menos eclético, é composto por amantes da gastronomia, consumidores, turistas de todos os cantos do Brasil e do mundo, donas de casa e gourmets.

Construído numa área de 12,6 mil metros quadrados, o Mercado Municipal Paulistano também se destaca pela arquitetura, com um pé direito que chega a 16 metros de altura e um acabamento sofisticado, explorando a iluminação natural com o uso de claraboias e telhas de vidro. Os vitrais de estilo gótico são outro chamariz que encantam o visitante.

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Assim como a cidade de São Paulo, o Mercadão não para. Funciona de segunda a sábado, das 6h às 18h, aos domingos e feriados das 6h às 16h. No atacado, atende de segunda a sábado, das 22h às 6h.

Mercado Municipal: Rua da Cantareira, 306, Centro de São Paulo 

Vindima Góes 2020 apresenta atrações para toda a família

O maior evento da Vinícola Góes acontece entre os vinhedos e a Mata Atlântica, com música, dança, wine bar e espaço kids com monitores

Todo começo de ano é tempo de celebrar a safra das uvas. A Vinícola Góes preparou, para 2020, atrações diferenciadas para quem participa da tão aguardada Vindima. Com o propósito de festejar a colheita da uva, os visitantes revivem as antigas tradições realizando a colheita e pisando as uvas. A Vindima Góes 2020 ocorre em quatro finais de semana entre os dias 18 de janeiro e 9 de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, com horários das 10h, 11h30 e 13h.

“A experiência que a Vindima proporciona é empolgante, pois é o momento em que recebemos os turistas e suas famílias para um passeio que agrada e emociona diversas gerações. Conseguimos também mostrar nosso trabalho no campo e toda a produção dos rótulos Góes, oferecendo uma programação completa e exclusiva”, conta Luciano Lopreto, diretor comercial da Vinícola Góes.

A edição 2020 conta com Ilhas Interativas e atividades a céu aberto, em um espaço planejado especialmente para depois do almoço, onde adultos e crianças podem se entreter e estender o passeio, admirando a paisagem bucólica que envolve a Vinícola Góes.

O passeio

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Os visitantes são recebidos na sede da empresa, onde terão um breve contato com a história da Vinícola Góes. Neste momento inicia o encontro e a vivência com as tradições que fazem o mundo do vinho tão peculiar. Em seguida, o turista é levado para os parreirais no Wine Bus com música típica. Nesse caminho o participante já se desconecta da cidade e começa a aproveitar o clima agradável do interior. No breve percurso, um bate papo descontraído apresentada curiosidades sobre o plantio, as variedades de uvas e a colheita.

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Entrando no parreiral, os participantes colhem as uvas com tesouras e colocam nas cestas, como os antigos camponeses faziam. Em seguida conhecem todo o processo da elaboração dos vinhos. O responsável por revelar os segredos do plantio e da produção dos vinhos é o enólogo da quarta geração da família, Fábio Góes.

E claro, um dos momentos mais aguardados do passeio é a famosa pisa da uva, revivendo a história da maneira mais tradicional: pisando as uvas com os pés em grandes tinas e ao som de músicas típicas europeias.

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Um grande almoço sob uma tenda, localizada no alto dos vinhedos, acolhe os visitantes, com opções portuguesas e italianas, acompanhadas dos vinhos e sucos da Vinícola Góes.

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Após o almoço, o visitante escolhe quando quer retornar para a sede da empresa, utilizando o charmoso ônibus temático, que estará disponível a cada 30 minutos.

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Vindima Góes 2020 traz atrações para toda a família

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Os parreirais da Vinícola Góes são cercados pela Mata Atlântica. Por isso, a vinícola preparou um espaço especial para que os turistas sintam a presença da natureza em todos os aspectos.

No local, os visitantes desfrutam da nova área de entretenimento, onde estão dispostas as Ilhas Interativas, compostas por várias atividades, como: wine bar, apresentação de dança, música ao vivo, loja, espaço kids com monitores e muito mais. Para os que procuram descanso há vários pontos de repouso, entre outras opções de atividades.

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Local: Vinícola Góes
/endereço: Estrada do Vinho Km 9 – Canguera – São Roque
Datas: de 18 de janeiro a 9 de fevereiro (sempre aos sábados e domingos)
Horários: 10h, 11h30 e 13h
Preços: R$ 265,00 – por pessoa – incluindo almoço, taça especial, chapéu, foto personalizada e acesso a todas as atrações
Crianças de 05 a 12 anos – R$ 132,50
Crianças até 04 anos não pagam

Festa da Uva aposta em diversidade de produtos que vão além da fruta

Para atrair um público ainda maior, edição de 2020 traz opções diferenciadas como a Caipirinha, Cachaça, Gim e o tradicional licor siciliano Limoncello, da Brunholi Brands

Nesta quinta, 16, foi aberta a 37ª edição da Festa da Uva e a 8ª Expo Vinhos. Durante o evento, de janeiro a fevereiro, acontece uma série de atrações culturais, aulas show gastronômicas, passeios, desfiles e exposições de carros antigos, e também, a tradicional cerimônia da pisa da uva, que ocorre aos sábados e domingos, às 14h, nela todos são convidados a dançar nas tinas sobre a uva, como nas antigas tradições da produção de vinho.

Mas nem só de uva será feita a festa. Para os visitantes que queiram variar o paladar, a Brunholi Brands, marca de bebidas especiais do tradicional participante da festa – o complexo turístico e gastronômico Villa Brunholi – além dos vinhos, apresentará seus sabores especiais de gim, caipirinha, as premiadas cachaças e o tradicional licor siciliano Limoncello, confira:

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Cachaça Premium Envelhecida Brunholi – vencedora da 16a edição brasileira do Concurso Mundial de Bruxelas, realizada no ano passado em Recife, Pernambuco, a Cachaça Premium Envelhecida Brunholi foi envelhecida por 18 meses em barril de carvalho, garantindo sabor único. Garrafa com 750 mililitros.

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Caipirinha Brunholi – limão, cachaça e açúcar são os únicos ingredientes da Caipirinha Brunholi. Suas proporções únicas garantiram que o limão não amargasse, garantindo um drink 100% natural e idêntico ao feito na hora – inclusive, conquistou os europeus, dado que é exportada para o Reino Unido e República Dominicana. Garrafa com 750 mililitros.

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Gin Decreto 89 – é a novidade da marca Brunholi. Aromático, a bebida foi elaborada com botânicos selecionados a dedo para garantir um resultado floral e marcante. Inicialmente, a produção era artesanal para presentear amigos, porém, o resultado foi tão positivo que acabou entrando para os rótulos fixos. Garrafa com 1 litro e 80 mililitros.

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Limoncello Brunholi – tradicional licor italiano, é feito com limão siciliano. A bebida foi escolhida para celebrar as origens da família, que chegou a Jundiaí em 1889. Garrafa com 700 mililitros.

O estande Brunholi Brands fica no Parque da Uva.

Festa da Uva de Jundiaí
Dias: 16, 17, 18, 19, 20 e 24, 25, 26 e 31 de janeiro / 1 e 2 de fevereiro
Horários:
Sextas-feiras, das 18h às 22h
Sábados, das 10h às 22h
Domingos, das 10h às 21h
Local: Parque Comendador Antônio Carbonari – Parque da Uva
Endereço: Av. Jundiaí s/nº
Informações pelo telefone (11) 4589-8580
Entrada gratuita: Ação solidária de 1 quilo de alimento não perecível

Fonte: Brunholi Brands

Destilaria do Vale dos Vinhedos tem visitação guiada com degustação de uísques

Muito além do gelo, o uísque tem sido usado no preparo de drinques refrescantes para o verão. Coloridos e descontraídos, os coquetéis ganham espaço à beira da piscina, na praia, em bares e baladas e no aconchego da própria casa.

A Union Distillery, destilaria de uísque localizada na entrada do Vale dos Vinhedos, oferece visita guiada seguida por degustação e ainda dá dicas de como o visitante pode ampliar sua experiência em torno da bebida com drinques elaborados com os rótulos da casa.

Em tempos de diversidade, a pluralidade também chegou aos drinques à base de uísque. Eles já chamam a atenção pela apresentação, com diferentes cores conforme a receita. A combinação da bebida com frutas, sucos e licores ajuda a desmistificar a imagem de que o destilado é somente para ser apreciado puro ou com gelo.

Inspirado no famoso Manhattan, drinque favorito do Al Capone, a Union Distillery criou o Casa Rossa Classic, uma combinação entre uísque, vinho licoroso tinto, angostura e gelo. Há também Casa Rossa, Casa Rossa Orange, Oldfashioned e o Union Club. Esses drinques servem de dica para quem prefere comprar um dos uísques e fazer o drinque em casa.

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A visita

Genuinamente brasileira, a Union é a primeira destilaria do Brasil aberta ao turismo. Os visitantes podem conhecer as instalações e todo processo de elaboração do uísque. A planta é equipada com destiladores modernos e sistemas de segurança e controle que permitem operar dentro de padrões competitivos, assegurando o produto, reduzindo os riscos e preservando a beleza peculiar do local.

Na sala dos destiladores, por exemplo, é impossível não se surpreender com o tamanho dos três exemplares, com capacidades que variam de 16 a 18 mil litros cada. Feitos de cobre, eles atingem uma altura de oito metros.

De lá, o passeio segue para onde ficam os barris de carvalho americano, onde o aroma denuncia a atividade do local. São 10 mil barris somente na filial e outros 10 mil na matriz. A experiência se encerra no varejo, onde é oferecida a degustação de quatro rótulos. O valor por pessoa é R$ 40,00 e inclui uma taça personalizada de cristal que o turista leva como lembrança. No local, também é possível adquirir os uísques e os vinhos licorosos, além de acessórios.

Drinks Union Distillery

Casa Rossa
Casa Rossa: 170 ml (uísque, vinho licoroso tinto, licor de cacau, gelo)

Casa Rossa Orange
Casa Rossa Orange: 280 ml (uísque, vinho licoroso rosado, suco de laranja, gelo)

Casa Rossa Classic

Casa Rossa Classic: 140 ml (uísque, vinho licoroso tinto, angostura, gelo)

Oldfashioned
Oldfashioned: 140 ml (uísque, angostura, laranja, açúcar, gelo)

Union Club

Union Club: 140 ml (uísque, licor de uísque, gelo)

Union Distillery – Vale dos Vinhedos
Funcionamento: aberto de segunda a sábado, além de feriados (exceto aos domingos)
Visitação: inclui visita guiada à destilaria, uma taça personalizada de cristal e degustação de quatro produtos (Blended Whisky, Pure Malt Whisky, Pure Malt Whisky Turfado, Licor de Whisky)
Horários de visitação:
Segunda – 14h30min às 16h30min
Terças a sábados e feriados – 9h30min às 16h30min
Horários loja: segundas, das 14h às 18h; terças a sábados e feriados: das 9h às 18h
Observação: para grupos é necessário agendamento prévio.
Informações e agendamentos: Tel.: (54) 3452.5000 | WhatsApp: (54) 98432.7123

Fotos: Rodrigo Lermen / Divulgação Union

Aprenda a receita do Tequila Sunrise, drinque que tem as cores do verão

O Tequila Sunrise é um verdadeiro nascer do sol. O efeito dégradé entre o amarelo e o vermelho que fica na taça após a mistura dos ingredientes é único. As cores, que se assemelham ao céu ensolarado, dão nome ao drinque, que não poderia ser mais perfeito para os dias de verão.

Além do seu visual, a leveza e o frescor da bebida combinam no jantar em família, em um churrasco com os amigos e até para curtir um dia na praia, deixando o clima da estação ainda mais alegre. Curtiu essa opção? O barman do Fazzenda Park Hotel, Wellington Antônio Castro Alencar, ensina a receita completa para os dias de calor. Acompanhe:

Tequila Sunrise

Ingredientes:
– Tequila
– Suco de laranja
– Grenadine
– Gelo a gosto

Modo de preparo:
O uso de uma coqueteleira trará um diferencial no resultado do drinque, mas não é obrigatório. Comece misturando o suco de laranja, a tequila e o gelo.  Despeje a mistura no copo em que será servido. Acrescente cuidadosamente o Grenadine, que deverá ir para o fundo do copo e fazer o efeito do nascer do sol. Decore como quiser, uma dica é usar rodela de laranja e cereja, e sirva bem gelado.

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Fonte: Fazzenda Park Hotel