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Cacau Spritz do Txai Resorts Itacaré: deliciosa sugestão de drinque

Quer aproveitar a gastronomia do Txai Resorts Itacaré sem sair de sua casa? Aprenda a preparar o delicioso Cacau Spritz, feito com espumante e mel de cacau. O drinque faz parte do cardápio dos restaurantes Orixás e Praia , conhecidos por apresentarem versões sofisticadas da culinária baiana, sempre com ingredientes regionais e técnicas internacionais.

Confira a seguir o passo a passo do preparo:

Cacau Spritz

Ingredientes:
• 150 mil de espumante
• 120 ml de mel de cacau
• 50 ml de água com gás
• 8 pedras de gelo
• 2 folhas de capim-limão

Modo de preparo
Em uma taça, coloque as pedras de gelo, o espumante, o mel de cacau e a água com gás. Por fim, decore com as folhas de capim-limão e aproveite.

Rendimento: 1 drinque

Txai Resort Itacaré: Rodovia Ilhéus – Itacaré/Bahia BA 001 – km 48 – Telefone: (11) 3040-5010 / (73) 2101-5000. Email: central.reservas@txairesorts.com

Transamerica Green Days une gastronomia, lazer e entretenimento ao ar livre

Nos 10 mil m² de área verde do Hotel Transamerica São Paulo, música ao vivo, DJ, feijoada, brunch e muita diversão esperam os paulistanos todos os fins de semana até o fim do ano

O isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus mudou bastante a forma com que as pessoas têm interagido nos últimos meses. Agora, com os gráficos começando a apontar uma tendência de queda, muitas pessoas estão começando a retomar algumas de suas atividades.

Para atender essa demanda, o Hotel Transamerica São Paulo traz o Transamerica Green Days para os fins de semana da capital paulista, com programação especial às sextas, sábados e domingos, do fim de setembro até o fim do ano.

Evento ao ar livre com música, comida e segurança

Com objetivo de trazer diversão, ótima gastronomia e contato com verde para pessoas que passaram tantos meses isolados, mas sem descuidar da segurança sanitária, o Transamerica Green Days será dividido em três momentos distintos durante o fim de semana, para atender diversos tipos de público. O evento ocorre no gramado em uma área descoberta do hotel, para garantir maior circulação de ar e distanciamento social.

Antes do acesso, os clientes passarão por tapetes sanitizantes e controle de temperatura. Álcool em gel também estará à disposição na entrada do evento. Os garçons permanecerão durante todo o momento de máscaras. A área verde de mais de 10 mil m2 contará com mesas ao ar livre, para até 6 pessoas de mesmo convívio, para garantir o distanciamento social e os protocolos de saúde.

Às sextas-feiras, entre 17 e 22 horas, o Sunset Session traz músicos convidados com o melhor da MPB, blues, house e R&B. O valor da entrada pode ser convertido em consumo de snacks, hambúrgueres, drinks e outras bebidas. A carta de drinques aposta em coquetéis clássicos, autorais e refrescantes.

Aos sábados, a entrada é única, mas a jornada é dupla. Das 12 às 17 horas, os participantes poderão aproveitar o dia com a famosa feijoada do Transamerica ao som de uma banda tocando ao vivo. No sábado de estreia, quem comanda a festa é o Coletivo Missa. O cardápio contempla entradas, caldo de feijão, batidas, saladas, carnes nobres da feijoada e seus acompanhamentos tradicionais, carnes grelhadas e sobremesas brasileiras, com bebidas à parte. A partir das 17h, a feijoada é substituída pelo menu disponível por QR Code e a banda dá lugar aos seus DJs convidados, que tocarão estilos variados, incluindo rock e pop.

Para fechar o fim de semana com chave de ouro o Transamerica Green Days oferecerá, aos domingos, o tradicional brunch do Hotel Transamerica São Paulo. Entre 12 e 17 horas, DJs convidados ambientarão o espaço com música lounge enquanto o delicioso brunch é servido em estações de saladas, pães, queijos, carving station e estação sazonal com práticos típicos da comida brasileira. Obviamente, não poderiam faltar as sobremesas, incluindo o desejado pudim Transamerica.

O evento conta com apoio da rádio Transamerica FM na divulgação e seleção no line-up do evento e terá ingressos à venda antecipadamente pela plataforma Ingresse.

O cardápio do Transamerica Green Days é assinado pelo chef Danilo Brasil, que também cuidou dos pratos do Transamerica Mundi, que trouxe para os fins de semana dos paulistanos, em 2018, sabores e especialidades de vários países. “Depois de diversas pesquisas, fomos dando a cara da gastronomia do Hotel Transamerica aos cardápios dos eventos. Hoje, o hotel conta com uma chefia jovem e o sucesso é trabalhar com um planejamento de cardápio eficaz, que tem como objetivo atrair novos consumidores e fidelizar ainda mais os antigos”, afirma o chef.

O primeiro hotel no Brasil a ter o selo ISO 9001 de qualidade traz agora uma revisão completa nos protocolos de atendimento. Durante o período fechado, passou por diversas adaptações para atender às novas recomendações e protocolos sanitários. O hotel agora se prepara para voltar a receber hóspedes a partir do início de outubro, com certificação do selo Safe Guard, resultado de uma auditoria externa minuciosa que validou o preparo e cuidado do hotel com seus funcionários e visitantes. O hotel tem publicadas no site oficial as principais medidas.

Transamerica Green Days
Quando: até 20 de dezembro de 2020
Horários: sextas, 17h às 22h. Sábados, 12h às 20h. Domingos, 12h às 17h.
Local: Hotel Transamerica São Paulo
Endereço: Av. Nações Unidas, 18.591
Informações: site, e-mail, Instagram ou telefone (11) 4750-1985.
Ingressos: antecipadamente pela Ingresse
Classificação: livre; para crianças até 5 anos, cortesia; de 6 a 11 anos, 50% do valor.

Aprenda a fazer o drinque “Jorge Amado”, servido na Pousada do Sandi

Quer aproveitar a gastronomia da Pousada do Sandi em sua casa? Aprenda a fazer o delicioso drinque “Jorge Amado”, ideal para quem aprecia bebidas mais fortes. Confira a seguir o passo a passo:

Drinque Jorge Amado

Ingredientes:
• Limão
• Maracujá
• Pinga Gabriela Cravo e Canela
• Gelo

Modo de preparo:
Adicione um limão cortado com um maracujá em uma coqueteleira e macere. Acrescente gelo e uma dose de Gabriela Cravo e Canela. Misture bem todos os ingredientes e sirva em um copo baixo para drinques. Decore com uma laranja em rodela.

Fonte: Pousada do Sandi

Drinque “Lagoa Azul”, da Pousada do Sandi, é uma sugestão refrescante para os dias mais quentes

Quer aproveitar a gastronomia da Pousada do Sandi sem sair de sua casa? Aprenda a fazer o delicioso drinque “Lagoa Azul” ideal para ser saboreado em ocasiões especiais e em dias mais quentes. Confira a seguir o passo a passo:

Lagoa Azul

Ingredientes:
• Suco de limão
• Curaçao Blue
• Vodca
• Refrigerante de Limão
• Cereja
• Gelo

Modo de preparo:
Esse drinque é feito geralmente no copo long drink, ou copo de cerveja. Complete o copo com gelo. Adicione a vodca, o suco de limão e o Curaçao Blue. Complete com o refrigerante de limão. Decore com laranja em rodela e uma ou duas cerejas no palito.

Fonte: Pousada do Sandi

Vinhos portugueses do Alentejo para provar no Brasil

Maior região de Portugal é uma das favoritas de enófilos do mundo todo

Não é segredo que o Alentejo, maior região de Portugal, é também um grande produtor de vinhos do país. Diversos vinhos premiados são desenvolvidos em terras alentejanas, o que explica porque este destino está entre os favoritos de enófilos do mundo todo.

Quem viaja para a região pode visitar as inúmeras herdades produtoras e adegas e viver experiências maravilhosas, como provas de vinhos, refeições harmonizadas, piqueniques nos vinhedos e até workshops temáticos. Na época das vindimas, que já estão a todo vapor este ano, muitas propriedades convidam os visitantes a participar do processo da colheita e pisa das uvas!

Também é possível provar muitos dos vinhos alentejanos aqui no Brasil. Confira alguns dos rótulos disponíveis em lojas, adegas e importadoras brasileiras:

Caiado – Adega Mayor

Foto: Gonçalo Villaverde

Situada em Campo Maior, esta é a primeira adega de autor de Portugal, além de ser uma referência arquitetônica no mundo todo, considerada por muitos uma verdadeira obra de arte. O vinho Caiado é um rótulo jovem, com personalidade e grande abrangência gastronômica, além de um aroma envolvente e cheio de frutas. Sua versão branca é versátil, fresca e muito harmoniosa.

Guadalupe – Quinta do Quetzal


Nas encostas de Vidigueira, a Quinta do Quetzal também impressiona por sua arquitetura. Um de seus edifícios é uma construção moderna com restaurante, loja e galeria de arte. No entanto, a produção preserva antigas tradições e técnicas vinícolas, apostando no caráter verdadeiramente alentejano. O Guadalupe tinto tem um sabor intenso com notas de frutos vermelhos. O branco, por sua vez, possui um paladar frutado, com um final cítrico e mineral.

Herdade de São Miguel – Casa Relvas


A Casa Relvas é uma grande produtora com essência familiar e que investe fortemente na sustentabilidade. Suas vinhas contam com a presença de adoráveis ovelhas, que ajudam a reduzir o uso de herbicidas e adubos químicos durante o inverno. A Herdade de São Miguel foi a primeira linha de vinhos da Casa Relvas: o tinto é equilibrado, redondo e com aroma maduro; o branco, por sua vez, é bastante mineral e harmonioso, com aroma complexo e fina acidez.

Herdade dos Grous – Herdade dos Grous


A Herdade dos Grous é uma excelente produtora localizada em Albernôa. O vinho que leva seu nome é feito com uvas colhidas à mão, o que resulta em um produto elegante e de altíssima qualidade, com sabor encorpado. O branco é fino e delicado, enquanto o tinto é concentrado e estruturado.

Malhadinha – Herdade da Malhadinha Nova


Os 450 hectares da Herdade da Malhadinha Nova, em Albernôa, englobam uma adega moderna, um hotel de charme e um delicioso restaurante. Alicerce da marca, o Malhadinha é finamente trabalhado, desenvolvido com o casamento de castas criteriosamente selecionadas, apresentando um aroma complexo e paladar cheio. Conta com o calor e a generosidade típicos do Alentejo e é extremamente elegante.

Monte Velho – Esporão


A Herdade do Esporão é extremamente conhecida mundialmente por seus deliciosos vinhos e azeites. Situada próximo a Évora, principal cidade alentejana, trabalha com um sistema de produção biodinâmico, evitando ao máximo danos ao solo. O Monte Velho é um vinho versátil produzido há mais de 25 anos. Com um perfil equilibrado e gastronômico, é elaborado segundo as tradições alentejanas e apenas com uvas locais. Muitos dizem que é o próprio Alentejo em uma taça!

Pêra-Manca – Cartuxa


É impossível falar de vinhos alentejanos e não mencionar o Pêra-Manca, considerado um dos melhores do mundo. A fama se deve ao fato de ser uma bebida encorpada, complexa e elegante, além de muito exclusiva: sua produção não ultrapassa as 30 mil garrafas. Situada também nos arredores de Évora, a Cartuxa preserva a riqueza de sua memória arquitetônica e histórica em sua propriedade, que existe há muitos séculos.

Rio dos Patos – Herdade do Sobroso

Herdade do Sobroso

Inserida em uma paisagem ímpar nas proximidades do Rio Guadiana, a Herdade do Sobroso, com seus 1,6 mil hectares, conta com uma das mais extensas vinhas plantadas da região. O Rio dos Patos é uma homenagem aos mais de 2 mil anos de história e tradição na produção de vinhos junto ao Guadiana. Feito com uvas colhidas manualmente, tem uma versão branca fresca e elegante e um tinto intenso e vibrante.

Vila Santa – João Portugal Ramos


Com um nome que faz referência ao conhecido “Milagre das Rosas”, protagonizado pela Rainha Santa Isabel em Estremoz, o Vila Santa foi o primeiro vinho do projeto pessoal de João Portugal Ramos. As uvas são colhidas manualmente e, para o tinto, passam pela tradicional pisa a pé, resultando em um vinho carnudo, poderoso e cheio. O branco tem um sabor complexo e uma frescura mineral de grande elegância.

Sobre o Alentejo

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de cinco títulos da Unesco e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é cofinanciada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (Feder).

Informações: Turismo do Alentejo

Conheça uma das bebidas que fazem sucesso no cardápio do Txai Resort Itacaré

O Txai Resort Itacaré apresenta uma das bebidas que fazem sucesso entre os hóspedes que escolheram o lugar para desfrutar dos atrativos da Costa do Cacau, o drinque cacau spritz. A sugestão também pode compor a mesa de quem está buscando alternativas para manter os próximos dias mais agradáveis dentro de casa, já que, em muitos lugares, a quarentena continua e é preciso criatividade para incrementar o cardápio.

No Txai Resort Itacaré, a culinária ganha sabores e aromas únicos em seus dois restaurantes, o Praia e o Orixás, combinando o melhor da cozinha baiana com técnicas contemporâneas.

Cacau Spritz

bebida

Ingredientes
• 150 ml de espumante;
• 120 ml de mel de cacau;
• 50 ml de água com gás;
• 8 pedras de gelo;
• 2 folhas de capim-limão.

Modo de preparo:
Em uma taça coloque as pedras de gelo, o espumante, o mel de cacau e a água com gás. Por fim, decore com as folhas de capim-limão e aproveite!

Gostou da dica? Esta e outras podem ser encontradas no perfil do resort no Instagram.

txai ba

Txai Resort Itacaré: Rodovia Ilhéus – Itacaré/Bahia BA 001 – km 48
Três companhias aéreas nacionais realizam voos diretos das principais capitais brasileiras para Ilhéus: TAM, Gol e Azul.
– Informações e reservas: Tel: (11) 3040-5010 / (73) 2101-5000 – Email: central.reservas@txairesorts.com e

Quickly Travel ganha menu especial do Aizomê para celebrar Dia da Imigração Japonesa

Três regiões do Japão inspiram um menu elaborado especialmente pelo restaurante Aizomê para a Quickly Travel, especialista no destino, e uma das três subdistribuidoras oficiais da Match Hospitality AG para a revenda autorizada de ingressos a residentes no Brasil para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em julho de 2021. O menu foi criado pela chef Telma Shiraishi, a pedido da Quickly Travel, para comemorar o aniversário da imigração japonesa, celebrado no próximo dia 18 de junho. Tanto a entrada quanto o prato principal estão disponíveis no delivery do Aizomê. Uma oportunidade única de viajar pelo universo do Japão através de sua rica culinária!

Confira o menu:

1) Entrada: Kaisen Ju

Kaisen-Ju

Arroz temperado coberto por atum, vieira, ovas de salmão, ouriço do mar e algas

Destino que representa: Hokkaido – Ilha ao Norte

lavender and another flower field in hokkaido , Japan - nature background

As águas frias que banham o arquipélago japonês ao norte garantem uma diversidade e qualidade incomparável em pescados, frutos do mar e algas. Iniciamos a jornada gastronômica com um prato que representa essa riqueza de cores e sabores do mar.

2) Prato Principal: Sukiyaki

Sukiyaki---Rafael-Salvador
Foto: Rafael Salvador

Fatias de carne cozidas em shoyu e saquê com tofu, vegetais e cogumelos

Destino que representa: Honshu – A maior ilha na região central do Japão

Daigoji, Kyoto, Japan

A maior ilha do arquipélago japonês é composta por muitas regiões montanhosas e uma costa bem recortada. Cada região apresenta particularidades e pratos típicos tradicionais bem variados, tanto na composição quanto nos sabores. Mas as preparações reconfortantes preparadas em uma grande panela para todos se servirem são talvez a maior expressão da culinária afetiva japonesa.

3) Sobremesa: Beni Imo Tart

BENI IMO TART pinterest
Pinterest

Tartelete de crème légère e mousse de batata-doce roxa

Destino que representa:  Okinawa: lha ao Sul

Aharen Beach in Okinawa, Japan

Okinawa é um local de praias paradisíacas e clima ameno – o Japão tropical. Seu povo alegre e com o estilo de vida mais saudável do mundo contribui com uma receita típica para adoçar nosso menu. 

Preço do menu: R$ 195,00 por pessoa. 

Pedidos podem ser feitos pelo telefone: (11) 2222.1176 ou WhatsApp (11) 97247.3862

Cinco drinques da terra do sol nascente para preparar e saborear em casa

Quickly Travel, especialista no destino Japão, dá dicas de como fazer bebidas típicas japonesas

Mount fuji at Lake kawaguchiko with cherry blossom in Yamanashi near Tokyo, Japan.

Com diferentes bases, mas sempre exóticos e saborosos, drinques japoneses em geral utilizam shochu (bebida destilada, feita normalmente a partir da cevada, arroz ou batata doce) umeshu, saquê e gim. Muitos usam também frutas e matcha, resultando em bebidas saborosas e originais.

A Quickly Travel, uma das três subdistribuidoras oficias da Match Hospitality AG para a revenda autorizada de ingressos a residentes no Brasil para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em julho de 2021 dá dicas de como preparar alguns clássicos da coquetelaria nipônica.

Confira:

– Red Eye

Homemade Michelada with Beer and Tomato Juice

Inspirado no clássico Bloody Mary, o Red Eye utiliza 30% de suco de tomate, 65% de cerveja e 5% de suco de limão. O coquetel japonês geralmente é preparado com uma cerveja japonesa do estilo lager, que combina com a doçura e a acidez do suco de tomate.

Ingredientes:
• 30 ml de vodca
• 180 ml de suco de tomate gelado
• 350 ml de cerveja
• 1 ovo
• 20 ml de suco de limão

Método 2: (faça a quantidade que desejar, aqui apenas a proporção)
• 1/2 parte de cerveja gelada
• 1/2 parte de suco de tomate
• Algumas gotas de molho de pimenta

Modo de preparo:
• Coloque 30 ml de vodca em um copo congelado.
• Adicione 180 ml de suco de tomate gelado.
• Abra uma lata de cerveja (350 ml) e despeje no copo.
• Despeje os 20 ml do suco de limão.
• Vire a lata de cabeça para baixo e deixe sobre o copo até sair tudo.
• Quebre o ovo. Coloque no copo. Não misture.
• Sirva a bebida.

– Sake Martini

Sake Martini

O verdadeiro encontro do ocidente com a Ásia: o gim e o saque unidos em um Martini diferentão!

Ingredientes:
• 3 doses de gim (150 ml)
• ½ dose de saquê seco
• (25 ml)gelo a gosto
Modo de preparo:
• Num copo misturador com bastante gelo, junte o gim e o saquê. Misture com uma colher bailarina.
• Na borda de uma taça modelo “Y” (ou coupée), apoie uma peneira para coquetelaria (ou peneira pequena). Coe o drinque sem deixar passar pedaços do gelo. Se gostar, decore com finas fatias de pepino fatiado.

– Umeshu

Umeshu is a traditional Japanese plum drink (ume) Umeshu is a Japanese plum liqueur very associated with summer as it is refreshing.

O umeshu é um licor de ameixa japonesa de sabor adocicado, leve e com suave toque cítrico. O ume é a mesma fruta usada para fazer umeboshi. É feita de ameixa japonesa verde, açúcar e álcool de arroz (shochu). A época de produção é agora, junho, no Japão. A bebida era consumida como medicinal no período Showa para tratar dores de garganta. Virou uma bebida alcoólica popular e os japoneses costumavam fazer em casa.

Receita:
Deixe 1kg de ume de molho em água filtrada de oito a doze horas. Descartar a água e lavar as ameixas em água corrente; Coloque o ume verde em uma jarra com ½ kg de açúcar (de preferência em pedra) com 2 litros de shochu. Se optar pelo açúcar granulado, recomenda-se agitar a jarra uma vez ao dia. Se usar açúcar mascavo, ele fica mais doce e com aroma mais forte. O recipiente deve ser hermeticamente fechado e descansar em local escuro por no mínimo seis meses. O tempo ideal é esperar um ano. A mistura pode ser feita com qualquer bebida alcoólica. No entanto, o shochu é o mais utilizado e indicado. O umeshu pode ser consumido com pedras de gelo, puro (mais recomendado), com água (mizuwari), com chá verde (ochawari), com água quente (oyuwari), ou com soda ou tônica.

– Amasake

Japanese traditional sweet alcohol amazake

Amazake, ou ama-saquê, é um vinho de arroz japonês doce, de teor alcoólico baixo, fabricado a partir da fermentação do arroz e remonta ao período Kofun (300-538 AD). Dizem que amazake tira a fadiga causada por altas temperaturas, cura ressacas, e é bom para o fígado. Basicamente é uma mistura de arroz cozido com koji (usado para fazer missô) e água. A diferença para o saquê é que o amazake não usa levedura. Além disso, tem consistência cremosa já que não é filtrado. A receita usa poucos ingredientes, no entanto, é preciso medir a temperatura para que o amazake fermente. O komekoji pode ser encontrado pronto em pacotes em lojas de produtos orientais.

Ingredientes:
• 200 gramas de komekoji;
• 150 gramas de arroz japonês;
• Água

Modo de preparo:
Faça 150 gramas de arroz japonês na panela elétrica. Coloque três medidas de água para uma de arroz. Use o copo medidor de sua panela e coloque na função para fazer mingau. O objetivo é ter uma pasta cremosa. Retire a tigela com o arroz e deixe esfriar um pouco. Com ajuda de um termômetro monitore e espere até chegar a 60 graus Celsius para colocar o komekoji. Adicione o komekoji no arroz e misture bem. Coloque a tigela no suporte elétrico novamente, mas não tampe. Coloque o termômetro e cubra com um papel toalha. Ligue a panela para manter a temperatura entre 55 a 60 graus e deixe por 8 horas. Se precisar, coloque mais papel toalha por cima. De tempos em tempos, misture tudo para ajudar a fermentação.

– Tea Martini

Drink-Shangri-la-Toqui (1)

No Shangri-La Toquio, é servido um drinque exótico que combina chá, gim e saquê Amabu, que usa fermento de flores frutado, de nome Abelia. O gim é o Ki-No-Bi, fabricado em Kyoto, com botânicos japoneses. Para conferir um caráter exótico, o drinque recebe uma mistura original do Shangri-la Toquio à base de folhas de chá Darjeeling, embebida por uma hora, para extrair o aroma. E eles usam o vinho de sobremesa Sauternes para completar o sabor frutado e floral.

Ingredientes:
• Ki-No-Bi Gin (infusionado com Darjeeling Tea) 40ml
• Sake (Tenbuki Daiginjo) 20ml
• 10ml de Sauternes
• Casca de limão
• Griottines cherry (embebidas em Kirsch) ou cerejas em calda
Modo de preparo
• Coloque o gim infusionado no freezer, e o Tenbuki Daiginjo Sake e Sauternes na geladeira
• Gele no refrigerador a taça para o cocktail
• Adicione à taça o gim, o saque ice e o Sauternes e um pouco de água
• Sirva na taça escolhida para o drinque
• Adicione a cereja em calda para dar um toque a mais
• Decore com casca de limão

Fonte: Quickly Travel

Conheça o vinho Madeira e por que ele é tão famoso

Bebida produzida na Ilha da Madeira é apreciada no mundo todo

Vinho Madeira - Credito Turismo da Madeira
Foto: Turismo da Madeira

A Ilha da Madeira, território português situado em meio ao Atlântico, é um destino fascinante e completo. E, mesmo estando cerca de mil quilômetros distante da parte continental do país, o arquipélago também segue as tradições de Portugal no que diz respeito aos vinhos. Sua localização privilegiada, solo vulcânico e método de preparo especial dão origem a uma bebida de características singulares: o vinho Madeira, famoso no mundo todo e que é uma ótima maneira de conhecer um pouco o destino mesmo sem viajar para lá.

Foi no século 15 que as castas de uva foram introduzidas nas terras madeirenses, pouco depois de sua descoberta. A ideia era fornecer a bebida aos navios que seguiam para o chamado “Novo Mundo” e para as Índias. A produção acabou se tornando uma das principais fontes da economia madeirense. Tanto que, atualmente, mais de 500 hectares de vinhas se misturam aos belos cenários do destino.

Vinho Madeira - Credito Andre Carvalho
Foto: Andre Carvalho

O vinho Madeira tem alto teor alcoólico, podendo ultrapassar os 19%. Isso porque é fortificado, ou seja, recebe álcool vínico para barrar a fermentação. Seu processo de produção também é bastante curioso. Diferente de qualquer outro vinho e desafiando as lógicas da enologia, o vinho Madeira pode utilizar dois métodos de maturação distintos.

Um deles é a maturação com calor, em que o vinho é armazenado em tonéis de inox sob temperaturas entre 45ºC e 50ºC durante um período de, no mínimo, três meses, simulando as condições a que eram submetidos durante as travessias oceânicas até as Índias, quando atravessavam duas vezes a linha do Equador. Existe também o processo chamado canteiro, no qual o vinho é armazenado em barris de madeira por um período mínimo de dois anos, nos pisos superiores das adegas, onde a temperatura é mais elevada.

©GregSnell-9008-Barbeiro Estate Winery

É possível encontrar vinhos Madeira com diferentes graus de doçura, desde seco e meio seco até doce e meio doce, cada um associado a uma espécie de uva. Os vinhos doces são produzidos com a casta Malvasia, os meio doces são da casta Bual, meio secos com a casta Verdelho e os secos com a casta Sercial. Já a casta Tinta Negra é base da maior parte da produção, dada a sua versatilidade para produzir os quatro graus de doçura.

6. Vinho Madeira 2 - Credito IBVAM
Foto: IBVAM

Degustar uma boa taça de vinho Madeira pode ser uma experiência inesquecível. Imagine provar uma bebida centenária? Com longevidade incomparável, o líquido pode ganhar sabor ainda mais extraordinário com o passar dos anos. Algumas amostras chegam aos três séculos.

Vinho Madeira - Blandy's Wine Lodge - Credito Andre Carvalho
Foto: Andre Carvalho

Todos esses processos resultam em uma bebida complexa, de aromas ricos e intensos, reconhecida por sua energia e frescor, graças a uma acidez surpreendente e paladar inigualável.

Sobre a Ilha da Madeira

Madeira_Lifestyle020©Andre Carvalho
Foto: Andre Carvalho

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco.

O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. Para mais informações, acesse

Fonte: Madeira All Year

Mulheres que viajam sozinhas: histórias para conhecer e se inspirar

O hábito de viajar sozinha tem ganhando força entre as mulheres. Os números mostram que, ao longo dos anos, elas têm optado cada vez mais por se aventurar em viagens sem companhia.

Um levantamento feito pela empresa MaxMilhas, demonstra que entre os anos de 2019 e 2020 houve um aumento de 8% no número de mulheres que compraram voos sem acompanhante.

mulher turista praia viagem pixabay
Pixabay

Esse movimento é corroborado por uma pesquisa do Ministério do Turismo, que aponta que o porcentual de mulheres que desejam viajar sozinhas (17,8%) é maior do que o de homens que desejam fazer o mesmo (11,8%).

Porém, em comparação ao resto do mundo, esse índice ainda é baixo. Uma pesquisa realizada pela British Airways, batizada de (Don’t) Come Fly With Me, mostrou que, no mundo todo, 50% das mulheres estão optando por viajar sem acompanhante. Ou sejam, trata-se de um hábito mais recorrente mundo afora.

Porém, partir para uma viagem solo nem sempre é uma tarefa fácil para mulheres, o que acaba desencorajando muitas a fazê-lo. Ainda há muito receio, uma vez que explorar o mundo sozinha pode significar correr riscos, devido à cultura machista disseminada em muitos países do globo.

Para inspirar e incentivar quem deseja embarcar solo, separamos histórias de algumas mulheres com dicas que podem ser o empurrãozinho que faltava para tirar a viagem – seja curta ou longa – do papel.

Assédio e outras violências

A jornalista Kívia Costa, de 33 anos, tem o hábito de viajar sozinha e já conheceu 70 países. Para ela, uma das grandes preocupações da mulher que viaja sozinha é o assédio.

Kívia é uma das diversas viajantes que já sentiu na pele a dificuldade de transitar sozinha pelos lugares. “Sempre tem assédio. Na América Latina é particularmente preocupante, sobretudo no Caribe. No leste e centro da Europa o machismo também é bem forte”, afirma.

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Kívia Costa em frente ao Taj Mahal, na Índia, em 2015 | (Arquivo Pessoal)

A historiadora da arte, Laís Daflon, de 28 anos, relata que o assédio foi um problema em alguns dos destinos visitados. “Onde mais senti isso foi em Roma. Havia homens que puxavam assunto ou faziam algum comentário e, se eu ignorasse, continuavam falando e até me seguindo”, afirma a jovem, que já esteve em países como Tailândia, Camboja e Singapura.

“No Peru também ocorria bastante de ouvir cantadas insistentes na rua, mesmo estando em grupo”, completa.

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Laís Daflon em 2014 durante sua visita pela Caboja | (Arquivo Pessoal)

Já Patrícia Matos, tradutora e doutoranda em Comunicação, de 34 anos, teve uma experiência diferente: “nunca sofri assédio em nenhum local que visitei, só onde moro, no Rio de Janeiro”.

No entanto, para além do assédio, o machismo pode transparecer sob outras formas.

O sexismo por exemplo, pode se manifestar quando tentam impedir uma mulher de fazer algo, sem justificativa além do gênero ou quando há um entendimento de que a viajante não será capaz de fazer alguma atividade que um homem conseguiria.

Kívia diz que isso é uma realidade quando se está sozinha em outro lugar do mundo. “Muitos desconhecidos tentam me impedir de fazer algo porque aquilo ‘é perigoso para uma mulher’. Também há questionamentos constantes sobre onde está meu marido, meu namorado, meu pai… Enfim, onde está o homem”, afirma a jornalista.

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Kívia registrou muitos momentos de seu passeio pelo Deserto do Saara em 2014 | (Arquivo Pessoal)

Laís viveu experiência parecida. “Me perguntaram algumas vezes se meus pais tinham me deixado viajar, mas eu não precisava pedir a permissão deles. Talvez essa pergunta não fosse feita a um homem da minha família”, reflete.

Apesar de conseguir ter lidado bem com o machismo em viagens mundo afora, Patrícia ainda tem receio de viajar para alguns destinos específicos.

“A única coisa que realmente deixo de fazer por ser mulher e ainda não ter companhia é viajar para países reconhecidamente mais difíceis para mulheres, como o Marrocos, que é um sonho que tenho”, lamenta a tradutora.

A desconfiança de Patrícia tem razão de ser, de acordo com o site internacional sobre viagens Asher Fergusoon & Lyric. O veículo levantou dados de diversos países sobre desigualdade de gênero, a fim de enumerar destinos que seriam mais perigosos para as mulheres que viajam sozinhas. Na lista, o Marrocos aparece como a oitava pior nação para uma mulher visitar só.

A pesquisa leva em conta índices de feminicídio, ocorrências de estupros e a porcentagem de mulheres que se sentem confortáveis andando sozinhas na rua em seus próprios países.

Apesar de muitas mulheres temerem territórios mais longínquos, o Brasil figura na lista como segundo pior país do mundo para receber mulheres viajantes. O número, provavelmente é impulsionado pela taxa alarmante de feminicídio no país: a quinta maior do mundo, com uma média de 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Por outro lado, os países considerados mais seguros para mulheres que viajam sozinhas foram a Espanha, Singapura, Irlanda, Áustria e Suíça respectivamente.

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Patrícia em sua viagem pela Espanha, país que chegou a ser sua casa por alguns anos | (Arquivo Pessoal)

Por que viajar sozinha?

Para muitas mulheres, tomar a decisão de viajar sozinha é um processo complicado. Mas, para essas três viajantes, a escolha veio da forma mais tranquila possível.

Kívia, que realizou o desejo de dar a volta ao mundo entre 2013 e 2014, relembra que encarou todo o processo com naturalidade. “Era um sonho antigo e sempre via minha mãe viajando sozinha, achava isso muito normal”, afirma.

Laís decidiu voar sem companhia depois de acompanhar várias histórias de pessoas que viajavam sozinhas em fóruns virtuais. Porém, a jovem admite que essa escolha chocou algumas pessoas que conhecia.

“Ouvi muitas perguntas sobre minha coragem. As pessoas ficavam chocadas e diziam que nunca teriam a mesma coragem ou que achavam que não iriam gostar da experiência”, relembra.

Viajar sozinha pode garantir uma experiência enriquecedora. Além de ser mais fácil planejar a viagem – visto que não é preciso conciliar agendas e gostos para comprar a passagem aérea – a vivência do destino pode ser mais completa, pois é preciso estar mais atenta aos detalhes, se informar bem sobre o que fazer e como chegar.

Outros benefícios são a possibilidade de conhecer pessoas novas e o amadurecimento. Afinal, especialmente em viagens longas, é preciso tomar decisões e fazer acompanhamento do orçamento.

Patrícia tinha certeza de sua vontade de viajar sozinha desde cedo. “Nunca considerei viajar de outra forma. Valorizo muito minha independência e a minha liberdade, difícil pra mim é viajar com outras pessoas, ter que conciliar planos e expectativas”, afirma a tradutora.

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Na Espanha, Patrícia conheceu várias cidades como Sevilha, Granada, Madri, Salamanca e Barcelona | (Arquivo Pessoal)

Dicas para as viajantes solo

Além de escolher um destino que passe segurança, uma boa dica é procurar outras mulheres que já passaram por essa experiência, para conhecer um pouco mais sobre sua vivência.

Se for o caso de não conhecer ninguém pessoalmente, há fóruns digitais destinados para isso.

“Existem muitos grupos online para falar sobre o assunto, com dicas de hospedagem, indicações de lugares mais seguros, além de haver mulheres combinando de se encontrar em alguma cidade”, indica Laís.

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Laís conheceu o mar tailandês em 2015 | (Arquivo Pessoal)

Quando se opta por serviços como o Airbnb, por exemplo, um passo essencial é checar várias vezes as referências e avaliações sobre a hospedagem e o hóspede.

Se a mulher for viajar sozinha pela primeira vez e pretende se hospedar em um hostel, procurar locais que disponibilizem quartos exclusivamente femininos pode ser uma boa ideia. Eles costumam ser um pouco mais caros do que os mistos mas podem ajudar muito no sentimento de confiança da viajante.

Seguem outras dicas para viajar sozinha que podem ser bastante úteis:

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Bagagem leve: como será preciso monitorar a mala a todo momento, inclusive indo com ela a locais como o banheiro, carregar muito peso pode atrapalhar bastante. Nesse caso, vale considerar levar a boa e velha mochila.

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Informação salva: logo ao chegar ao destino, vale checar com o hotel se há pontos da cidade perigosos para andar sozinha. Na rua, priorizar famílias, mulheres e funcionários de lojas e restaurantes ao pedir informação é mais seguro.

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Mantenha-se conectada: é essencial ter em mãos contatos de emergência e da embaixada, caso a viagem seja para outro país.

“Não dá pra ser ingênua e é sempre bom estar atenta, mas deixar de viajar por medo definitivamente não é a solução”, afirma Patrícia, que lança mão de aplicativos e grupos digitais, como o ‘Couchsurfing das Minas’, para buscar hospedagem entre mulheres. “Tem mais gente boa do que ruim no mundo e durante minhas viagens sempre fui muito bem acolhida por todos”, conclui otimista.