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Maratona de revezamento virtual reúne atletas profissionais e amadores em prol do HSP

Evento é iniciativa de alunos e ex-alunos da Unifesp e profissionais que atuam na trincheira do HSP

No próximo dia 24 (domingo) será realizada uma maratona virtual que tem como objetivo socorrer, em alguma medida, o Hospital São Paulo. A iniciativa partiu de profissionais que atuam na instituição hospitalar e de alunos e ex-alunos da Unifesp.

Toda ajuda é bem-vinda e os participantes podem escolher entre correr ou caminhar. O importante é fazer o desafio dentro de casa – seja na esteira, no corredor ou na varanda. Para validar o tempo basta tirar uma foto do painel da esteira ou usar um registro de aplicativos de corrida. Depois, é só postar no grupo Nico Runners (Facebook).

As inscrições custam R$ 101,00 e devem ser depositadas diretamente na conta corrente do hospital: Banco Santander, AG. 0212, C/C 13004068-1, CNPJ 61.047.007/0001-53 (Colsan Associação Beneficente de Coleta de Sangue).

maratona

Informações: Dr. Wilson Anzai (11) 98346-7146

Hemocentro (HSP/HU Unifesp) precisa de doação de sangue

O Hemocentro do Hospital São Paulo, hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo (HSP/HU Unifesp) necessita de doações de sangue para abastecer seu baixo estoque. Para doar é necessário ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 kg, estar em boas condições de saúde e alimentado. Não devem doar temporariamente pessoas com sintomas de gripe ou resfriado.

Interessados em doar devem agendar atendimento pelo telefone (11) 5576-4240. O cuidado é para evitar eventuais aglomerações e filas diante do cenário de covid-19. O hemocentro funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h30, na Vila Clementino, zona Sul de São Paulo.

doar sangue

Hemocentro Hospital São Paulo / HU Unifesp
Endereço: Rua Dr. Diogo de Faria, 824 – Vila Clementino, São Paulo – SP.
Telefone: (11) 5576-4240
De segunda à sexta, das 8h às 17h30

Covid-19: Hospital São Paulo lança campanha para receber doações

A campanha “Ajude o Hospital São Paulo. Quem salva vidas precisa viver! #doehsp” é promovida pelo Hospital São Paulo/Hospital Unifesp e pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) com o apoio da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), da Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp) e de parceiros, como a FapUnifesp (Fundação de Apoio à Unifesp).

O objetivo da campanha é o de manter o atendimento nos casos suspeitos e confirmados de Covid-19, e resguardar a segurança dos profissionais da saúde e dos pacientes. A prioridade é a aquisição de materiais e equipamentos médicos a serem utilizados pelos profissionais da saúde, tais como respiradores e outros itens necessários para equipar leitos de UTI, máscaras, aventais descartáveis, álcool em gel, luvas, óculos de segurança, kits para teste e medicamentos.

hsp divulgação

As doações em dinheiro podem ser efetuadas conforme os dados abaixo:

Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo – Banco do Brasil – Agência 1897-X – Conta Corrente 19728-9 – Projeto Covid-19 – CNPJ: 07.437.996/0001-46

Serão emitidos recibos e os doadores poderão acompanhar a evolução das doações e como os recursos estão sendo utilizados visitando o site da campanha clicando aqui.

Quem preferir doar materiais, a prioridade é para máscaras, aventais, álcool em gel e óculos de proteção, que podem ser levados diretamente ao Hospital São Paulo, na Rua Borges Lagoa, 570, Vila Clementino – das 7 às 16 horas.

Assinatura DOHSP

Dengue: como as crianças podem gerenciar riscos e construir o futuro*

É fato conhecido há muito tempo que a educação continuada é a melhor forma de induzir e manter mudanças comportamentais desejáveis. É também amplamente aceito que quanto mais cedo essas atividades ocorrem na vida dos indivíduos mais firmes e permanentes as mudanças comportamentais desejadas se consolidam e perpetuam no cotidiano da sociedade. Para mencionar apenas alguns exemplos, lembremos das campanhas de prevenção ao fumo e de educação no trânsito conduzidas nos países desenvolvidos.

O Brasil convive com epidemias recorrentes e com número crescente de casos de dengue há quase 40 anos, desde a reintrodução da doença no país no início dos anos 1980. Quando inúmeras campanhas de esclarecimento foram divulgadas pelo governo, ensinando a população sobre Aedes aegypti, risco de dengue e medidas necessárias para controle do vetor.

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Foto: Muhammad Mahdi Karim – Wikipedia

Sempre se mostrou nas peças publicitárias a importância do envolvimento populacional nas medidas de controle deste mosquito. No entanto, essa ênfase não gerou resultados comportamentais práticos nas vidas das pessoas. Não são todos que estão abertos a mudanças. Mudar é um verbo difícil de ser conjugado. É muito mais producente educar crianças.

Infelizmente, até hoje, decorridos 40 anos da existência da doença em nosso meio, e mesmo com o advento de novos agravos como chikungunya e zika, a mudança comportamental esperada não se fixou na população.

Por isso é imprescindível a educação infantil sobre o Aedes aegypti, doenças por ele transmitidas e medidas de controle necessárias. Educação infantil é a forma mais eficiente de provocar mudanças comportamentais na sociedade, não apenas pela fixação nas crianças, mas, também, e principalmente, pelo exemplo e cobrança que elas exercem na população adulta.

A Unifesp e a FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo), em parceria com profissionais genuinamente engajados na educação de crianças do Fundamental I e II, articulou um projeto sistemático de educação infantil para instigar a força do agente de gestão de risco e de construção do futuro nas crianças.

O sucesso no controle do Aedes aegypti e das doenças por ele transmitidas é um pilar importante para o futuro de milhões de crianças e adultos. Desenvolver um programa de educação infantil com material e ações inovadoras de ótima qualidade técnica e científica é, de longe, uma das melhores iniciativas de educação populacional já feita no Brasil nessas décadas de epidemias de dengue.

O futuro começa a ser construído hoje, com ações firmes e transformadoras. Riscos negligenciados hoje serão dor e sofrimento amanhã. Portanto, tem todo sentido civilizatório as crianças serem agentes proativos de gestão de risco e de construção do futuro. Afinal, o futuro é delas, assim como todas as consequências das negligências e omissões do presente.

alunos crianças escola

Não temos tempo a perder. Políticas públicas brasileiras gastaram muito dinheiro e tempo. Várias com resultados aquém do aceitável. Urge acharmos soluções producentes e velozes. Esse é o foco e pilar do projeto.

*Marcelo Nascimento Burattini é médico infectologista, professor da Unifesp e FMUSP e consultor do Programa Nacional de Controle das Doenças Transmitidas por Aedes aegypti desde 1986

Contratar consultoria de universidades, por meio de uma fundação, pode ser mais vantajoso

Unifesp possui uma gama enorme de áreas de atuação

O início de um novo ano pode ser uma excelente época para contratar os serviços de uma consultoria. Seja para crescer, para investir, para organizar a empresa ou mesmo para sobreviver ou se manter competitivo e relevante no mercado. Especialmente em uma época de crise econômica como a atual.

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Na maioria das vezes, quando se pensa em consultoria, vem à mente o nome de alguma companhia. Mas existem outras opções, como contratar os serviços de uma universidade. Alguns diferenciais dessa escolha são: a expertise dos profissionais, a inovação que o ambiente universitário proporciona, a contribuição na área de recursos humanos e, por último e não menos importante, a troca de conhecimento entre empresa, professores e alunos.

“Inovação e tecnologia são pilares importantes das empresas modernas, fazendo-as competitivas, sustentáveis e lucrativas. Porém, é preciso lembrar que a universidade é um espaço repleto de conhecimento científico e tecnológico. Os avanços e aprimoramentos mais atuais, antes de chegarem às empresas, são desenvolvidos, testados e absorvidos pela universidade”, afirma o professor Luiz Jurandir Simões de Araújo, Diretor Administrativo da FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo).

Ele, que também é coordenador do Paies (Projetos Acadêmicos de Impacto Econômico e Social) da Fundação, lembra que a Unifesp tem uma gama enorme de áreas de atuação, como atuária, medicina, enfermagem, contabilidade, administração, finanças, economia, pedagogia, geografia e sustentabilidade, entre outras.

“Contratar universidades, intermediadas por fundações adequadamente estruturadas, como é o caso da FapUnifesp, é um caminho natural e fundamental para o desenvolvimento das corporações”, enfatiza.

Para Luiz Jurandir, por envolver alunos e professores, além das enormes vantagens conceituais, contratar uma universidade traz vantagens econômicas para as empresas, sem contar o fato de colaborar na formação dos alunos que poderão aplicar os conhecimentos teóricos a problemas práticos.

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Pixabay

“Ou seja, todos saem ganhando, direta e indiretamente. E, em particular, a sociedade que terá capital humano mais qualificado e soluções práticas para problemas amargos e desgastantes de um país continental como o Brasil, com 8,5 milhões de Km² e 210 milhões de habitantes”, afirma, completando: “A história brasileira acumulou um número exagerado de problemas, mas o mundo moderno criou muitas tecnologias para solucioná-los. Criar soluções usando a força do capital humano da universidade é o foco do Paies”.

Para contratar os serviços ou obter informações – FapUnifesp – Tel.: 11 3369-4001 ou pelo site

Sobre a FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular.
O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi.

Também é objetivo da FapUnifesp ser uma fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

 

Cresce o número de casos de mulheres adultas com acne

O Brasil virou referência mundial no tema ao lançar guia de conduta prática para abordagens terapêuticas da condição que afeta a qualidade de vida e a autoestima das paciente

Ao contrário do senso comum, a acne é uma doença que acomete também os adultos, especialmente mulheres entre 25 e 40 anos. Estima-se que haja mais de 16 milhões de brasileiras com esta condição, sendo que a proporção é de quatro pacientes do sexo feminino para o masculino. Mas esse número pode ser maior, já que tem se observado que a incidência da acne em adultos vem aumentando.

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Estimativas indicam que 40% das mulheres acima de 25 anos têm acne e, é importante ressaltar que nesta faixa etária, a doença conserva características específicas. Chamada de AMA (Acne da Mulher Adulta), a condição diferencia-se da acne vulgar por estar relacionada a alterações genéticas, além de fatores relevantes como histórico familiar, alterações hormonais, tipo de pele, estresse, hábitos de vida, entre outros fatores. A AMA ainda se caracteriza por ter evolução crônica, o que exigirá um tratamento de longo prazo.

Recentemente, um estudo conduzido pelo dermatologista Marco Rocha, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ajudou a esclarecer um dos aspectos dessa doença, que interfere diretamente na autoestima e qualidade de vida das pacientes. Após acompanhar um grupo de mulheres entre 26 anos e 44 anos, o pesquisador chegou à conclusão de que a acne neste perfil de pacientes está associada à uma alteração genética, que mantém o estímulo da reação inflamatória presente na condição. O mesmo estudo também apontou como a acne afeta o estado emocional dessas mulheres, levando à depressão e transtornos de ansiedade, independentemente da gravidade do quadro.

Nessas pacientes, explica o médico, foram notadas alterações genéticas que mantém a reação inflamatória da pele. “As glândulas sebáceas presentes na pele possuem receptores (Toll-like 2) que podem se ligar a determinados micro-organismos. Em mulheres adultas com acne, há maior expressividade desses receptores que, ao se ligarem à bactéria Cutibacterium acnes, comum na pele de toda a população, resultam em um tipo de acne com características mais inflamatórias, com pápulas avermelhadas e dolorosas”, informa o dermatologista, responsável pelo levantamento.

Outro ponto que diferencia esta nova forma de acne é que, enquanto a acne da adolescência (ou vulgar) costuma se manifestar na “zona T” do rosto (testa, região superior das bochechas e nariz), a acne na mulher adulta conta com a distribuição das lesões mais frequente na “zona U” – composta pela mandíbula, queixo e pescoço.

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Mas por que é tão importante diferenciar a AMA da acne vulgar, aquela que surge na adolescência? “Além de afetar negativamente a autoestima das mulheres, impactando até mesmo na rotina de trabalho, a prevalência da acne da mulher adulta vem aumentando”, alerta a dermatologista Ediléia Bagatin, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Além disso, diferenciar os dois tipos da doença é essencial para a escolha do tratamento adequado para a mulher adulta e o melhor controle da doença”, completa.

A vida moderna explica parte deste aumento no número de casos da acne em mulheres adultas. Alguns hábitos de vida, como consumo excessivo de alimentos com alta carga glicêmica e certos laticínios, a obesidade, o estresse, o tabagismo e a exposição excessiva ao Sol estão entre as causas e os fatores agravantes para a acne na mulher adulta.

Além disso, lembra a dermatologista, “é preciso investigar ainda se o quadro está relacionado com alterações hormonais ou doenças endócrinas, como a síndrome do ovário policístico, por exemplo”.

A boa notícia é que é possível tratar a doença, e o caminho pode estar na combinação de terapias. O guia de conduta clínica da AMA, publicado em fevereiro de 2019, sugere a utilização de um produto tópico, como o ácido azelaico, e um antiandrógeno sistêmico, como a pílula anticoncepcional, como ferramentas terapêuticas eficazes no tratamento da doença.

Referência na área

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As particularidades dessa modalidade de acne são tantas que existe um movimento dentro da dermatologia para que ela seja classificada como uma doença à parte da acne comum. E o Brasil tem sido considerado uma das referências nesta área de estudo.

O guia de condutas clínicas, “Acne da mulher adulta: Um guia para a prática clínica”, foi desenvolvido por um grupo de médicos especialistas no assunto, coordenados pela Professora Ediléia Bagatin, na Unifesp. Publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o artigo científico ganhou destaque na comunidade científica por ser dedicado apenas a essa doença.

No Brasil, a pesquisa dermatológica na área tem se diferenciado não só por liderar uma série de descobertas e ganhado expertise no assunto, mas também por enxergar a paciente de forma holística. “Não se trata somente de uma doença de pele, mas de uma paciente que tem a sua vida totalmente afetada pela condição. Acredito que a área ganhou destaque nos últimos anos, não apenas por conta do nosso conhecimento na área e estudos científicos avançados, mas também pela relação médico-paciente”, conclui Rocha.

Fonte: LEO Pharma

Prorrogadas as inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019 e que o prazo para as inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro e o pagamento da taxa para dia 2 de dezembro.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui, até as 18 horas do dia 1º de dezembro. É cobrada taxa de R$ 320,00, que pode ser paga até dia 2 de dezembro, e o valor da bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

Inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp vão até dia 26

ATUALIZAÇÃO: o prazo das inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro

 

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui,  até as 18 horas do dia 26 de novembro. É cobrada taxa de R$ 320,00 e a bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

19 de Maio é Dia da Cefaleia: descubra maneiras de viver sem dor

Embora bastante debilitante é possível conviver com a enxaqueca crônica e manter a qualidade de vida

Em dia 19 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate à Cefaleia, doença que se apresenta com mais de 150 tipos diferentes de dores de cabeça, entre elas a enxaqueca crônica, considerada uma das mais incapacitantes, com interferência direta em atividades sociais e laborativas de quem convive com ela.

Como explica a neurologista chefe do setor de cefaleias na Unifesp,  Thais Villa, “a enxaqueca crônica debilita tanto pela intensidade da dor como pelos demais sintomas atrelados à doença, como náusea, sensibilidade à luz, cheiro forte, e movimentos bruscos, que seguem em uma periodicidade continua, muitas vezes diária”.

Mas a especialista tranquiliza que ainda que a doença não tenha cura, tem possibilidade de controle desde que o paciente seja corretamente diagnosticado e conduzido para um programa multidisciplinar que contemple medicações e outras terapias adjuvantes, além de mudanças de hábitos. “Cada paciente precisa ser analisado em sua individualidade, dentro de sua rotina, para a identificação dos gatilhos de suas crises de dor e da composição das condutas adequadas a serem trabalhadas com ele”, relata a neurologista.

Dentre alguns dos hábitos a serem manejados, destacam-se:

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Uso excessivo de medicações: um dos principais fatores para a cronicidade das dores de cabeça é o uso indiscriminado de analgésicos, que em longo prazo, com a necessidade cada vez maior de uso para surtirem efeito, geram o chamado “efeito rebote” da dor.

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Higiene do sono: manter uma rotina de horário para acordar e para dormir e ter um período de sono de 7 a 8 horas por dia é essencial para quem sofre de enxaqueca crônica.

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Alimentação: comer de forma equilibrada e saudável, evitando períodos longos de jejum, é a regra para qualquer pessoa se manter bem, mas no caso dos enxaquecosos ainda é preciso evitar alguns alimentos que possuem ingredientes desencadeantes de crise. Embora eles possam variar de pessoa para pessoa, alguns são mais comumente associados às crises dolorosas, tais como: álcool, cafeína e embutidos em geral.

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Estresse e ansiedade: organizar adequadamente a carga de trabalho, evitando o acúmulo de tarefas, especialmente de levá-las para casa, são importantes para o melhor manejo das emoções. Investir em hobbies e atividades relaxantes também soma neste processo.

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Foto: Morguefile/Bonnie Henderson

Atividades físicas: realizar atividades aeróbicas leves regularmente (mínimo 3 vezes por semana) ajuda a liberar endorfinas, analgésico natural do organismo, beneficiando as medidas preventivas para o tratamento da enxaqueca crônica.

Dentre as linhas medicamentosas que devem ser seguidas mediante a prescrição direta do médico neurologista que acompanha pessoalmente o paciente, estão as drogas que agem tanto na prevenção quanto no tratamento das crises. “São princípios de atuação totalmente diferentes, que precisam ser tomados na dose e no momento certo tanto para evitar como para abortar um quadro de dor”, explica Thais, completando que mesmo para os casos mais severos, há caminho para a cessão das crises.

dor cabeça mulher

A profissional explica que ao dar atenção para as ações preventivas, se ganha com menos necessidade de tratamento da crise. Neste contexto, um aliado das medicações orais é a aplicação injetável da toxina botulínica A. Aplicada em até 31 pontos específicos da cabeça e ombros, a cada três meses, as injeções agem inibindo as vias neurais de transmissão da dor no sistema nervoso. “Há casos em que não apenas ela auxilia na redução das medicações, como até na extinção delas”, finaliza.

Fonte: Thais Villa é fundadora e diretora clínica do Headache Center Brasil. Graduada em medicina PUC- Campinas (2002), residência Médica pela Unifesp (2006). Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Pós-Doutorado/ Fellowship pela Universidade da Califórnia Los Angeles (Ucla) nos Estados Unidos | Professora de Neurologia e Chefe do Setor de Cefaleias na Unifesp. Membro Diretor da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia. Membro do Conselho Consultivo do Comitê de Cefaleias na Infância e Adolescência da International Headache Society

 

Atividade física na prevenção e melhora do Alzheimer

Recentemente, cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estabeleceram uma relação entre os níveis de irisina – hormônio produzido pelos músculos durante o exercício físico – e uma possível forma de estabilizar o avanço da doença de Alzheimer.

O teste, que foi feito em camundongos com a doença, comprovou que os níveis de irisina presentes no cérebro de pessoas com Alzheimer é baixo. Além disso, provou-se que a reposição do hormônio, seja por atividades físicas ou por doses manipuladas, foi capaz de reverter, em partes, a perda de memória.

 

alzheimer

Segundo Paulo Bertolucci, chefe do setor de Neurologia do Comportamento da Escola Paulista de Medicina (EPM)/Unifesp, desde que começaram a investigações sobre os aspectos que poderiam vir a proteger o cérebro do Alzheimer, o exercício físico foi identificado como um dos principais fatores. Isso porque ele é capaz de adiar o início da instalação da doença e, uma vez que o Alzheimer já tenha se instalado, pode estabilizar o avanço e até melhorar parcialmente o estado do paciente.

Além da atual descoberta, Bertolucci, que também é professor titular da disciplina de Neurologia da EPM/Unifesp, acrescenta que “o exercício é eficaz em diminuir a atividade inflamatória no cérebro e promover a atividade do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), que mantém a viabilidade dos neurônios. Ele ainda exerce importante trabalho estimulando a produção da enzima neprilisina, que inibe a deposição da proteína beta-amiloide, principal constituinte das placas de amiloide observadas em pacientes com Alzheimer, no cérebro”.

Com presença confirmada no XII Congresso Paulista de Neurologia, Bertolucci conta que assuntos como a fase primária da doença, o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) e o uso de novas tecnologias nos tratamentos devem ser abordados durante o evento. O professor da EPM ainda acredita que, para os próximos anos, o Brasil deve fazer sua “lição de casa” quando se fala em Alzheimer.

“A descoberta tardia ainda é um problema vigente no país. Precisamos ser mais eficientes no diagnóstico precoce para que seja possível adiar a instalação completa da doença. O ideal é descobrir antes mesmo do Comprometimento Cognitivo Leve, quando o paciente ainda nem apresenta lapsos de memória, e começar com a medicação. Assim, a pessoa poderá viver até idades bem avançadas sem ter desenvolvido a demência. Por isso digo que o Brasil deve fazer a lição de casa: precisamos educar os profissionais da saúde e a população sobre o que é envelhecimento normal e o que não é”, explica o especialista.

idosos

Ele ainda pontua que a cura está longe, mas deve se trabalhar no sentido da prevenção. Atividade física e intelectual socializadas, bom controle da diabetes e da hipertensão são grandes ações para precaução. “A prevenção deve estar em primeiríssimo lugar”, conclui Bertolucci.