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Cresce o número de casos de mulheres adultas com acne

O Brasil virou referência mundial no tema ao lançar guia de conduta prática para abordagens terapêuticas da condição que afeta a qualidade de vida e a autoestima das paciente

Ao contrário do senso comum, a acne é uma doença que acomete também os adultos, especialmente mulheres entre 25 e 40 anos. Estima-se que haja mais de 16 milhões de brasileiras com esta condição, sendo que a proporção é de quatro pacientes do sexo feminino para o masculino. Mas esse número pode ser maior, já que tem se observado que a incidência da acne em adultos vem aumentando.

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Estimativas indicam que 40% das mulheres acima de 25 anos têm acne e, é importante ressaltar que nesta faixa etária, a doença conserva características específicas. Chamada de AMA (Acne da Mulher Adulta), a condição diferencia-se da acne vulgar por estar relacionada a alterações genéticas, além de fatores relevantes como histórico familiar, alterações hormonais, tipo de pele, estresse, hábitos de vida, entre outros fatores. A AMA ainda se caracteriza por ter evolução crônica, o que exigirá um tratamento de longo prazo.

Recentemente, um estudo conduzido pelo dermatologista Marco Rocha, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ajudou a esclarecer um dos aspectos dessa doença, que interfere diretamente na autoestima e qualidade de vida das pacientes. Após acompanhar um grupo de mulheres entre 26 anos e 44 anos, o pesquisador chegou à conclusão de que a acne neste perfil de pacientes está associada à uma alteração genética, que mantém o estímulo da reação inflamatória presente na condição. O mesmo estudo também apontou como a acne afeta o estado emocional dessas mulheres, levando à depressão e transtornos de ansiedade, independentemente da gravidade do quadro.

Nessas pacientes, explica o médico, foram notadas alterações genéticas que mantém a reação inflamatória da pele. “As glândulas sebáceas presentes na pele possuem receptores (Toll-like 2) que podem se ligar a determinados micro-organismos. Em mulheres adultas com acne, há maior expressividade desses receptores que, ao se ligarem à bactéria Cutibacterium acnes, comum na pele de toda a população, resultam em um tipo de acne com características mais inflamatórias, com pápulas avermelhadas e dolorosas”, informa o dermatologista, responsável pelo levantamento.

Outro ponto que diferencia esta nova forma de acne é que, enquanto a acne da adolescência (ou vulgar) costuma se manifestar na “zona T” do rosto (testa, região superior das bochechas e nariz), a acne na mulher adulta conta com a distribuição das lesões mais frequente na “zona U” – composta pela mandíbula, queixo e pescoço.

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Mas por que é tão importante diferenciar a AMA da acne vulgar, aquela que surge na adolescência? “Além de afetar negativamente a autoestima das mulheres, impactando até mesmo na rotina de trabalho, a prevalência da acne da mulher adulta vem aumentando”, alerta a dermatologista Ediléia Bagatin, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Além disso, diferenciar os dois tipos da doença é essencial para a escolha do tratamento adequado para a mulher adulta e o melhor controle da doença”, completa.

A vida moderna explica parte deste aumento no número de casos da acne em mulheres adultas. Alguns hábitos de vida, como consumo excessivo de alimentos com alta carga glicêmica e certos laticínios, a obesidade, o estresse, o tabagismo e a exposição excessiva ao Sol estão entre as causas e os fatores agravantes para a acne na mulher adulta.

Além disso, lembra a dermatologista, “é preciso investigar ainda se o quadro está relacionado com alterações hormonais ou doenças endócrinas, como a síndrome do ovário policístico, por exemplo”.

A boa notícia é que é possível tratar a doença, e o caminho pode estar na combinação de terapias. O guia de conduta clínica da AMA, publicado em fevereiro de 2019, sugere a utilização de um produto tópico, como o ácido azelaico, e um antiandrógeno sistêmico, como a pílula anticoncepcional, como ferramentas terapêuticas eficazes no tratamento da doença.

Referência na área

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As particularidades dessa modalidade de acne são tantas que existe um movimento dentro da dermatologia para que ela seja classificada como uma doença à parte da acne comum. E o Brasil tem sido considerado uma das referências nesta área de estudo.

O guia de condutas clínicas, “Acne da mulher adulta: Um guia para a prática clínica”, foi desenvolvido por um grupo de médicos especialistas no assunto, coordenados pela Professora Ediléia Bagatin, na Unifesp. Publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o artigo científico ganhou destaque na comunidade científica por ser dedicado apenas a essa doença.

No Brasil, a pesquisa dermatológica na área tem se diferenciado não só por liderar uma série de descobertas e ganhado expertise no assunto, mas também por enxergar a paciente de forma holística. “Não se trata somente de uma doença de pele, mas de uma paciente que tem a sua vida totalmente afetada pela condição. Acredito que a área ganhou destaque nos últimos anos, não apenas por conta do nosso conhecimento na área e estudos científicos avançados, mas também pela relação médico-paciente”, conclui Rocha.

Fonte: LEO Pharma

Prorrogadas as inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019 e que o prazo para as inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro e o pagamento da taxa para dia 2 de dezembro.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui, até as 18 horas do dia 1º de dezembro. É cobrada taxa de R$ 320,00, que pode ser paga até dia 2 de dezembro, e o valor da bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

Inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp vão até dia 26

ATUALIZAÇÃO: o prazo das inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro

 

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui,  até as 18 horas do dia 26 de novembro. É cobrada taxa de R$ 320,00 e a bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

19 de Maio é Dia da Cefaleia: descubra maneiras de viver sem dor

Embora bastante debilitante é possível conviver com a enxaqueca crônica e manter a qualidade de vida

Em dia 19 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate à Cefaleia, doença que se apresenta com mais de 150 tipos diferentes de dores de cabeça, entre elas a enxaqueca crônica, considerada uma das mais incapacitantes, com interferência direta em atividades sociais e laborativas de quem convive com ela.

Como explica a neurologista chefe do setor de cefaleias na Unifesp,  Thais Villa, “a enxaqueca crônica debilita tanto pela intensidade da dor como pelos demais sintomas atrelados à doença, como náusea, sensibilidade à luz, cheiro forte, e movimentos bruscos, que seguem em uma periodicidade continua, muitas vezes diária”.

Mas a especialista tranquiliza que ainda que a doença não tenha cura, tem possibilidade de controle desde que o paciente seja corretamente diagnosticado e conduzido para um programa multidisciplinar que contemple medicações e outras terapias adjuvantes, além de mudanças de hábitos. “Cada paciente precisa ser analisado em sua individualidade, dentro de sua rotina, para a identificação dos gatilhos de suas crises de dor e da composição das condutas adequadas a serem trabalhadas com ele”, relata a neurologista.

Dentre alguns dos hábitos a serem manejados, destacam-se:

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Uso excessivo de medicações: um dos principais fatores para a cronicidade das dores de cabeça é o uso indiscriminado de analgésicos, que em longo prazo, com a necessidade cada vez maior de uso para surtirem efeito, geram o chamado “efeito rebote” da dor.

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Higiene do sono: manter uma rotina de horário para acordar e para dormir e ter um período de sono de 7 a 8 horas por dia é essencial para quem sofre de enxaqueca crônica.

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Alimentação: comer de forma equilibrada e saudável, evitando períodos longos de jejum, é a regra para qualquer pessoa se manter bem, mas no caso dos enxaquecosos ainda é preciso evitar alguns alimentos que possuem ingredientes desencadeantes de crise. Embora eles possam variar de pessoa para pessoa, alguns são mais comumente associados às crises dolorosas, tais como: álcool, cafeína e embutidos em geral.

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Pixabay

Estresse e ansiedade: organizar adequadamente a carga de trabalho, evitando o acúmulo de tarefas, especialmente de levá-las para casa, são importantes para o melhor manejo das emoções. Investir em hobbies e atividades relaxantes também soma neste processo.

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Foto: Morguefile/Bonnie Henderson

Atividades físicas: realizar atividades aeróbicas leves regularmente (mínimo 3 vezes por semana) ajuda a liberar endorfinas, analgésico natural do organismo, beneficiando as medidas preventivas para o tratamento da enxaqueca crônica.

Dentre as linhas medicamentosas que devem ser seguidas mediante a prescrição direta do médico neurologista que acompanha pessoalmente o paciente, estão as drogas que agem tanto na prevenção quanto no tratamento das crises. “São princípios de atuação totalmente diferentes, que precisam ser tomados na dose e no momento certo tanto para evitar como para abortar um quadro de dor”, explica Thais, completando que mesmo para os casos mais severos, há caminho para a cessão das crises.

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A profissional explica que ao dar atenção para as ações preventivas, se ganha com menos necessidade de tratamento da crise. Neste contexto, um aliado das medicações orais é a aplicação injetável da toxina botulínica A. Aplicada em até 31 pontos específicos da cabeça e ombros, a cada três meses, as injeções agem inibindo as vias neurais de transmissão da dor no sistema nervoso. “Há casos em que não apenas ela auxilia na redução das medicações, como até na extinção delas”, finaliza.

Fonte: Thais Villa é fundadora e diretora clínica do Headache Center Brasil. Graduada em medicina PUC- Campinas (2002), residência Médica pela Unifesp (2006). Doutorado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Pós-Doutorado/ Fellowship pela Universidade da Califórnia Los Angeles (Ucla) nos Estados Unidos | Professora de Neurologia e Chefe do Setor de Cefaleias na Unifesp. Membro Diretor da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Membro Titular da Academia Brasileira de Neurologia. Membro do Conselho Consultivo do Comitê de Cefaleias na Infância e Adolescência da International Headache Society

 

Atividade física na prevenção e melhora do Alzheimer

Recentemente, cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estabeleceram uma relação entre os níveis de irisina – hormônio produzido pelos músculos durante o exercício físico – e uma possível forma de estabilizar o avanço da doença de Alzheimer.

O teste, que foi feito em camundongos com a doença, comprovou que os níveis de irisina presentes no cérebro de pessoas com Alzheimer é baixo. Além disso, provou-se que a reposição do hormônio, seja por atividades físicas ou por doses manipuladas, foi capaz de reverter, em partes, a perda de memória.

 

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Segundo Paulo Bertolucci, chefe do setor de Neurologia do Comportamento da Escola Paulista de Medicina (EPM)/Unifesp, desde que começaram a investigações sobre os aspectos que poderiam vir a proteger o cérebro do Alzheimer, o exercício físico foi identificado como um dos principais fatores. Isso porque ele é capaz de adiar o início da instalação da doença e, uma vez que o Alzheimer já tenha se instalado, pode estabilizar o avanço e até melhorar parcialmente o estado do paciente.

Além da atual descoberta, Bertolucci, que também é professor titular da disciplina de Neurologia da EPM/Unifesp, acrescenta que “o exercício é eficaz em diminuir a atividade inflamatória no cérebro e promover a atividade do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), que mantém a viabilidade dos neurônios. Ele ainda exerce importante trabalho estimulando a produção da enzima neprilisina, que inibe a deposição da proteína beta-amiloide, principal constituinte das placas de amiloide observadas em pacientes com Alzheimer, no cérebro”.

Com presença confirmada no XII Congresso Paulista de Neurologia, Bertolucci conta que assuntos como a fase primária da doença, o Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) e o uso de novas tecnologias nos tratamentos devem ser abordados durante o evento. O professor da EPM ainda acredita que, para os próximos anos, o Brasil deve fazer sua “lição de casa” quando se fala em Alzheimer.

“A descoberta tardia ainda é um problema vigente no país. Precisamos ser mais eficientes no diagnóstico precoce para que seja possível adiar a instalação completa da doença. O ideal é descobrir antes mesmo do Comprometimento Cognitivo Leve, quando o paciente ainda nem apresenta lapsos de memória, e começar com a medicação. Assim, a pessoa poderá viver até idades bem avançadas sem ter desenvolvido a demência. Por isso digo que o Brasil deve fazer a lição de casa: precisamos educar os profissionais da saúde e a população sobre o que é envelhecimento normal e o que não é”, explica o especialista.

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Ele ainda pontua que a cura está longe, mas deve se trabalhar no sentido da prevenção. Atividade física e intelectual socializadas, bom controle da diabetes e da hipertensão são grandes ações para precaução. “A prevenção deve estar em primeiríssimo lugar”, conclui Bertolucci.

Livro “Perdi minha mama e agora?” orienta sobre procedimentos e como retomar a autoestima

A falta de informação leva muitas mulheres a perderem a qualidade de vida após terem câncer de mama. Diante dessa realidade, a cirurgiã plástica Camila Naif, com o intuito de auxiliar milhares de pessoas que passam por esse difícil momento na vida, desenvolveu o livro “Perdi minha mama, e agora?”, em que compartilha seu conhecimento sobre reconstrução mamária.

Resultado da tese do Mestrado Profissional da Unifesp, a obra teve o auxílio e co-autoria das cirurgiãs plásticas e professoras Alessandra Haddad, Christiane Sobral e Lydia Masako Ferreira.

A edição ilustrada é um manual em versão impressa e também digital, que pode ser baixada gratuitamente clicando aqui, o primeiro site brasileiro, com este conteúdo informativo, feito em linguagem direta e acessível, para maior compreensão do leitor. As autoras explicam todas as etapas, os termos médicos, a lei, os tratamentos, os preparativos, as contraindicações cirúrgicas, os tipos de implantes, os cuidados e tudo que possa proporcionar segurança.

CAPA DO LIVRO

Além disso, a doutora Camila Naif orienta sobre a importância de conversar diretamente com o cirurgião plástico reconstrutor, seja do atendimento público ou privado, sem receio de tirar todas as dúvidas.

“Conforme uma lei já estabelecida no Brasil, a mulher tem direito a reconstrução mamária e simetrização após o tratamento cirúrgico de câncer de mama. Isso vale tanto para os tratamentos realizados pelo SUS, como também para os convênios médicos. Quando for indicada a cirurgia pela equipe de mastologia, o médico já encaminha a paciente para o serviço de cirurgia plástica que atende aquela região. No momento da consulta, a paciente deve questionar a possibilidade de cirurgia plástica reparadora para reconstrução mamária”, reforça a médica.

Sobre Camila Naif

FOTO CAMILA NAIF

Graduada em Medicina pela Universidade Metropolitana de Santos (2009). Concluiu a residência médica de Cirurgia Geral no Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (2012). Concluiu a Residência Médica de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP ( fev/2015). Possui Título de Especialista em Cirurgia Plástica aprovado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, pelo MEC e AMB. Possui pós graduação em Reconstrução de Mama pelo Hospital Pérola Byington (fev/2016). Possui pós graduação em Estética – Cosmiatria, Laser e procedimentos pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Atua na área de Cirurgia Plástica e Cosmiatria.

Unifesp oferece tratamento gratuito para malformação genital e bexiga hiperativa

Consultas podem ser agendadas pessoalmente, por meio de encaminhamento de serviços de saúde

O setor de Uroginecologia do Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) está com vagas abertas para pacientes portadoras de Malformação Genital e Bexiga Hiperativa. Pioneiros no Brasil, os atendimentos são gratuitos e dispõem de equipes multiprofissionais, que acompanham as pacientes desde o início do tratamento.

O professor titular do Departamento de Ginecologia da EPM Unifesp, Manoel Girão, explica que o serviço de tratamento de Malformação Genital surgiu devido a observação de casos de crianças e adolescentes, pacientes do Hospital São Paulo, hospital universitário da Unifesp, que nasciam com alguma anomalia no aparelho reprodutor, tais como ausência de vagina ou útero e duplicidade destes órgãos, por exemplo. “Por esse motivo, formamos, treinamos e capacitamos um grupo de pessoas e hoje fazemos cirurgia de neovagina com altas taxas de sucesso, inclusive com casos de mulheres que engravidaram”.

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Claudia Takano, coordenadora do serviço de Malformação Genital, afirma que, devido ao fato do problema ser pouco comum, muitos profissionais da saúde ainda não sabem lidar com o problema. “Recebemos pacientes encaminhadas de médicos da Unifesp, mas muitos ginecologistas ainda desconhecem nosso ambulatório e as possibilidades de tratamento que oferecemos”, completa.

Já Raquel Arruda, coordenadora do setor de Bexiga Hiperativa, diz que o problema é bastante comum, atingindo cerca de 10% da população adulta, manifestando-se, caracteristicamente, com o avançar da idade em pacientes de ambos os sexos. Segundo ela, o tratamento é fundamental para a melhora da qualidade de vida das pacientes. “Elas fazem mentalmente o trajeto para saber aonde tem banheiro. Algumas delas chegam a sair de casa com uma sacola de roupa para poder se trocar”, explica. Tal comportamento se deve ao fato das portadoras dessa doença perderem urina involuntariamente. “Quando dá vontade de ir ao banheiro, ela já está perdendo urina e esvazia tudo o que tem na bexiga”, conclui.

As consultas podem ser marcadas pessoalmente no setor de Uroginecologia da EPM/Unifesp, localizado na Rua Loefgreen, nº 1570, Vila Clementino, São Paulo. Para a marcação, é necessária a apresentação do Cartão Nacional de Saúde e cartão azul do Hospital São Paulo, além do encaminhamento emitido por serviços de saúde. O serviço de Bexiga Hiperativa funciona às segundas-feiras, às 13h e o de Malformação Genital, às quintas-feiras, no mesmo horário. O telefone do setor de Uroginecologia é (11) 5576-4879.

Fonte: Unifesp

 

“8ª Semana Bayer da Mulher” tem ação de serviço no Departamento de Ginecologia da EPM-UNIFESP

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Bayer e o Departamento de Ginecologia da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), promovem a “8ª Semana Bayer da Mulher” em incentivo aos cuidados com a saúde feminina e realizam mutirão com exames gratuitos de Papanicolaou de 7 a 9 de março. A iniciativa, além de celebrar a data, tem como objetivo principal contribuir para a prevenção do câncer de colo do útero, doença que pode atingir cerca de 16.340 mulheres no Brasil este ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Considerado o terceiro tipo de câncer mais frequente entre as mulheres, a doença tem como principal fator de risco a infecção causada pelo papiloma vírus humano (HPV). As infecções persistentes e não tratadas podem evoluir para o câncer, por isso a importância do Papanicolaou no diagnóstico precoce da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, recomenda-se a realização de exames preventivos em mulheres de 25 a 64 anos.

“Prevenir é sempre o melhor caminho. Apesar do volume de informações que temos hoje, muitas mulheres não sabem que a infecção por HPV é a doença sexualmente transmissível (DST) mais comum que existe. O mutirão é um serviço gratuito que será de grande valia para detecção de qualquer anormalidade. Queremos facilitar o acesso a este exame visando contribuir para um melhor controle da saúde e aumentar a conscientização”, afirmam  Afonso Nazário e Neila Speck, coordenadores do mutirão e Professores do Departamento de Ginecologia da EPM-UNIFESP.

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Os exames serão feitos no Núcleo de Prevenção em Doenças Ginecológicos (NUPREV) (Rua Borges Lagoa, 380) e devem ser agendados previamente.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas a partir do dia 04 de março, das 8h às 14h, no telefone: (11) 5186-8424.

Mutirão Saúde da Mulher na UNIFESP
Agendamento de exames: de 04 a 08 de março.
Data para realização dos exames: 7, 8 e 9 de março (segunda, terça e quarta-feira)
Local: NUPREV – Rua Borges Lagoa, 380.

Exame de Papanicolaou
Pré-requisitos:
Pacientes mulheres entre 25 e 64 anos
Não estar menstruada ou grávida
Não ter relações sexuais 2 dias antes da data
Não estar em tratamento com creme vaginal
Não fazer ducha vaginal
Não ter sido submetida a retirada do útero e colo (histerectomia)

Hospital São Paulo inaugura Setor do Sono da Mulher para pacientes do SUS

O espaço tem capacidade para atender mensalmente cerca de 40 pacientes a partir dos 10 anos

Foto: Piotr Lewandowiski
Foto: Piotr Lewandowiski

O Hospital São Paulo, hospital universitário da Universidade Federal de São Paulo (HSP-HU/Unifesp), inaugurará na próxima terça-feira, dia 11 de agosto, o Setor do Sono da Mulher, serviço assistencial e de pesquisa multidisciplinar que visa atender mulheres, a partir dos 10 anos de idade, que tenham problemas para dormir.

O espaço, em parceria com os departamentos de Ginecologia e Psicobiologia/Medicina do Sono da instituição, tem capacidade para o atendimento de 40 pacientes por mês e conta com um corpo multidisciplinar composto por ginecologistas, fisioterapeutas, nutricionistas, otorrinolaringologistas, psicólogos, psiquiatras, entre outras especialidades, que atuarão de acordo com a necessidade de cada paciente. Para isso, é necessário passar pela triagem que consiste na consulta médica de avaliação e posteriormente, o encaminhamento aos profissionais relacionados.

“A insônia é muito prevalente nas mulheres tanto por questões hormonais como condições biopsicossociais. Este novo setor proporcionará um atendimento com atenção integral delas, oferecendo avaliação multidisciplinar e diversas formas de tratamentos (medicamentosos e não medicamentosos)”, explica a ginecologista e coordenadora do setor, Helena Hachul de Campos.

O atendimento será realizado através de encaminhamento por Assistência Médica Ambulatorial (AMA), Unidade Básica de Saúde (UBS) ou pelo Hospital São Paulo. As consultas são agendadas pessoalmente no local, das 8h às 15h, de segunda a sexta-feira, mediante apresentação do encaminhamento/pedido médico em mãos e o cartão do SUS.

Serviço:
Hospital São Paulo
Rua Loefgreen, 1.570, Vila Clementino – próximo ao metrô Santa Cruz