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Feijão faz bem à saúde e pode ser consumido todos os dias

Grão é considerado uma das comidas típicas do Brasil e faz sucesso porque pode ser preparado de formas diferentes

Feijão com arroz é uma combinação típica do Brasil e bastante consumida na mesa dos brasileiros na hora do almoço ou jantar. Nutritivo, esse grão de sucesso é muito bem-vindo e aliado da saúde porque contém proteínas, fibras, cálcio, ferro, zinco, vitaminas do complexo B e aminoácidos essenciais. Além disso, se combinado com outros alimentos, gera saciedade. No mercado, pode ser encontrado os tipos como: mulatinho, macassar, preto, branco, verde, entre outros.

De acordo com a professora do curso de Nutrição do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Flávia Ribeiro, o alimento também atua no controle de absorção de gordura, o que é essencial para o controle do colesterol.

“Ele também auxilia no fortalecimento do sistema imunológico. Tem baixo índice glicêmico, o que ajuda no combate a diabetes. Melhora a circulação sanguínea, o que é ótimo para diminuir doenças cardíacas e é rico em ferro (lembrando que precisamos associar a um alimento cítrico para poder ter o ferro do feijão biodisponível) e potássio, auxiliando no controle da anemia”, ensina.

Só no Brasil, existem 16 tipos diferentes de feijão. Essas variações são de cor, tamanho e sabor, como fradinho, muito usado nas receitas de acarajé, o verde, que é muito consumido em arrumadinhos e o tradicional preto que compõe a feijoada.

“Eles possuem propriedades nutricionais parecidas, com poucas variações. O que faz a diferença é a forma como é preparado. Se for acompanhado de legumes, verduras e hortaliças, fica bem rico nutricionalmente, mas, se for com carnes muito salgadas e gordurosas, pode deixar a refeição mais gordurosa, deliciosa, mas não tão nutritiva”, comenta.

Fonte: Uninassau

Saiba mais sobre a alimentação que beneficia a saúde dos rins

Nutricionista dá dicas de comidas que podem evitar o surgimento de problemas renais

As pessoas que não têm uma rotina de hábitos saudáveis costumam estar mais vulneráveis ao surgimento de doenças. Em relação ao estilo de vida, os fatores que causam problemas renais são tabagismo, excesso de álcool e a falta de ingestão de água. Além disso, comorbidades, como hipertensão e diabetes, contribuem para o surgimento de doenças renais.

Para reduzir as chances desse problema aparecer, Camila Vilela, especialista em Nutrição Clínica e professora do curso de Nutrição do Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, dá dicas de alimentos que têm um papel importante nessa situação. “Frutas cítricas, como limão, laranja e acerola, são uma ótima opção para prevenção da doença renal. Também é essencial incluir verduras, vegetais, nozes, legumes, laticínios desnatados e grãos integrais no cardápio. Esses alimentos reduzem as chances de cristais de cálcio serem formados nos rins”.

As dietas para quem deseja cuidar bem dos rins devem possuir pouca quantidade de gorduras saturadas e trans, assim como a redução de carnes vermelhas ou processadas, frituras e alimentos com muito açúcar. Também é fundamental o cuidado com o excesso de sódio, pois esse eletrólito pode resultar em doenças que facilitam o surgimento de problemas renais, como o caso da hipertensão.

Fonte: Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista

Ovo é considerado um dos alimentos mais completos

Nutritivo, usado em várias receitas e versátil, o alimento é considerado o segundo mais nutritivo, perdendo apenas para o leite materno
 
Rico em aminoácidos, cálcio, sódio, iodo, selênio, colina e vitaminas A, B, D e E, o ovo de galinha é um alimento de origem animal com alto valor nutricional. Ele é considerado uma das melhores proteínas para ser consumida no dia a dia. Também ajuda na sensação de bem-estar, porque possui o triptofano, que é matéria-prima da serotonina, substância conhecida como o hormônio da felicidade, gerando prazer e realização pessoal.

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Além de todos esses benefícios, o ovo é considerado uma proteína mais barata e que pesa menos no bolso do consumidor. Segundo o nutricionista e coordenador do curso de Nutrição do Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Diego Ricardo, o alimento também é uma boa opção para as crianças. “Ele estimula o crescimento, evita a desnutrição e oferece alto valor nutricional. Por ser muito versátil, pode ser consumido de várias formas, cozido e em omeletes, por exemplo. E essa variação pode agradar o paladar dos pequenos”, informa.

O ovo também foi visto de forma errada. Muitas pessoas apontavam o alimento como vilão por aumentar o colesterol. No entanto, estudos mostraram que essa informação não procede, mas que só acontece em casos de uma pessoa sofrer de hipercolesterolemia genética. Os maiores responsáveis por esse aumento são os carboidratos, açúcar, gordura trans e o estilo de vida sedentário.

O único cuidado que deve tomado ao consumir o alimento, segundo Diego Ricardo, é com a salmonela. A bactéria pode estar presente e ter contaminado o ovo, mas, como é invisível a olho nu, é necessário que a preparação seja bem realizada.

“O interessante é não ingerir com a gema crua, porque o seu cozimento mata essa bactéria. Também é importante ressaltar que o modo de preparo faz diferença. Por exemplo, a maioria dos brasileiros possuem o hábito de comer ovos mexidos, outros fritos com margarina. É sempre mais indicado o alimento cozido por ser mais saudável”, finaliza.

Fonte: Uninassau