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Conheça os benefícios do chá de melissa

Muito conhecido por ser uma bebida calmante, a erva possui muitas propriedades

O chá de melissa pode ser encontrado facilmente em sachês que são vendidos em supermercados. Ele ajuda a combater a insônia e ansiedade, tem ação antioxidantes, anti-inflamatória, digestiva, diurética e é bastante reconhecido pelo forte efeito calmante. Além da bebida, as folhas podem ser consumidas como suplemento ou extrato e ainda aplicado na pele em bálsamos ou loções.

Foto: Ivabalk/Pixabay

Segundo o coordenador do curso de Nutrição do Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Diego Ricardo, o chá melhora as ações do sistema nervoso e ajuda a tratar dores de cabeça e cólicas. “Devido às suas propriedades, ele prolifera os efeitos relaxantes e calmantes. A Melissa possui vitaminas A, B, C e minerais como cálcio, ferro, potássio, fósforo e magnésio, o que é ótimo para prevenir gripes e resfriados, por exemplo”, explica o nutricionista.

Entre os seus principais benefícios também estão a melhora de problemas gastrointestinais, fortalecimento da saúde da pele e ainda auxilia no emagrecimento, por causa das propriedades digestivas que reduzem as inflamações.

“É ainda uma boa opção para as mulheres, porque contribui para o bem-estar de quem passa pelo período da menopausa e os sintomas menstruais. E ainda atua no sistema gabaergico do cérebro (principal neurotransmissor inibidor do sistema nervoso central dos mamíferos), estimulando a serotonina, que é o hormônio da felicidade”, finaliza.

Fonte: Centro Universitário Maurício de Nassau Recife

Medo versus fobia: qual a diferença?

Apesar de muitas vezes usados como sinônimos, os termos não expressam a mesma coisa

O medo está presente no ser humano desde os seus primeiros dias de vida. Ele consiste a uma resposta física e mental a um estímulo externo que ofereça perigo. Ou seja, perante uma ameaça, é comum que se tenha uma reação, como calafrios, suor, vontade de correr, gritar, entre outras. A fobia, por outro lado, é algo mais complexo.

A sensação de fobia vem de algo que não aconteceu. Algo que, muitas vezes, pode ser abstrato. De acordo com a professora e psicóloga do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, Márcia Karine Monteiro, enquanto o medo é pontual e desencadeado por aquilo que pode causar danos, a fobia é persistente, ou seja, continua atormentando quem sofre com ela. “Medo é um sentimento relacionado ao momento. A fobia apresenta um caráter mais irracional. Ela segue uma constante e gera sofrimento”, explica a psicóloga.

Explicando de forma mais técnica, a fobia é um transtorno mental ligado à ansiedade, que pode ser direcionado a um objeto específico, como insetos e animais, a situações, como a agorafobia (medo exagerado de lugares abertos) e a xenofobia (aversão a estranhos) ou até a algo desconhecido.

Muitas vezes, quem sofre de alguma fobia sabe que esse tipo de reação é irracional, mas não consegue controlar. “O medo nos faz ter prudência e, quando o perdemos, ficamos propensos a colocar nossa vida em risco. A fobia é um estágio elevado do medo, onde o transtorno causa um sofrimento sem controle emocional de quem o experimenta e, muitas vezes, surge de uma situação traumática relacionada com esses medos”, ressalta Márcia.

As fobias acabam se manifestando de forma física, como com queda de pressão, aceleração de batimentos cardíacos, desmaios, pânico e outras reações que surgem ao encarar, ou mesmo pensar no objeto do medo. Por fim, a psicóloga afirma que, se não for tratada, a fobia pode atrapalhar no desempenho profissional, como acontece com pessoas ou se agravar em algo pior. “Em muitos casos, se faz necessária a intervenção medicamentosa e o apoio psicoterapêutico. É preciso monitorar como o medo foi instalado, além de estratégias de extinção do comportamento. As fobias, apesar de subestimadas por muitas pessoas, podem evoluir para um quadro depressivo ou um isolamento social”, conclui.

Por Mário Vasconcelos – Fonte: Uninassau

Termogênico e saudável: conheça os benefícios do gengibre

Importante especiaria conquista cada vez mais consumidores por suas propriedades emagrecedoras

O gengibre é uma raiz tradicional da cultura indiana e chinesa, que se popularizou em todo o planeta por suas capacidades antioxidantes, antissépticas e termogênicas. Seu uso no Brasil remonta ao século XVII, quando teria sido trazido por holandeses durante a ocupação do Nordeste, embora existam versões que falem de seu uso já no reinado português no século XVI. De lá para cá, a ciência pôde estudar e se aprofundar no assunto, revelando os segredos dessa importante raiz comestível.

O Zingiber officinalis, nome científico da raiz, possui ação anticoagulante, vasodilatadora, digestiva, antiespasmódica, antipirética, analgésica, antiemética e anti-inflamatória. Em sua composição centesimal, o gengibre é composto por proteínas, fibras, potássio, magnésio, cálcio, ferro, zinco, vitamina c, vitamina B6 e ácido fólico, que são substâncias essenciais para a dieta da população em geral e a saúde do corpo.

Segundo o coordenador do curso de Nutrição do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças, Diego Ricardo, o gengibre vem ganhando importância por sua capacidade antioxidante (controla radicais livres), antisséptica e termogênica. “Recomendamos o uso do gengibre em sucos, in natura e até mesmo em balas para a garganta. É uma especiaria bastante utilizada no oriente, mas que, por aqui, caiu no gosto popular. Possui substâncias capazes de ajudar no emagrecimento, por justamente ser um termogênico, pois acelera o metabolismo, auxiliando na queima de calorias”, afirmou.

Na medicina popular, é bastante utilizado para tratar gripes, resfriados, infecções, mal hálito e para dar disposição, sendo consumido em sucos e bebidas, em pó, balas, doces e até mesmo como tempero para os alimentos, por possuir um sabor apimentado. Seja em chás, saladas ou mesmo fresco, o gengibre é um alimento considerado seguro e pode ajudar no tratamento dos problemas respiratórios, asma, combater infecções, melhorar a digestão, a memória e a reduzir as cólicas menstruais, por exemplo.

Fonte: Uninassau

Como funciona e quais são os benefícios da musicoterapia?

A música tem uma grande influência na vida das pessoas, podendo ajudar na saúde mental

Quando estamos felizes, procuramos escutar canções animadas. Em momentos de tristezas, escolhemos as que cantam letras mais melancólicas. O som ativa diversas áreas do cérebro, mexendo com as emoções, os comportamentos e até mesmo a saúde mental. Ele tem um poder terapêutico que pode ajudar as pessoas com ansiedade ou depressão.

Ana Cláudia Alexandre, doutoranda em Psicologia Clínica e coordenadora do curso de Psicologia da Uninassau Olinda, explica que a musicoterapia é um método bastante indicado pelos profissionais da área.

“A canção deve ser escolhida de acordo com a situação do paciente. O objetivo é fazer com que a melodia acalme a pessoa, trazendo uma sensação de conforto e bem-estar. Se a insônia for um dos sintomas, a dica é que ela coloque uma música mais suave durante a noite com o intuito de relaxar o corpo”, detalha. A psicóloga reforça que esse é um tratamento adicional, ou seja, deve ser acompanhado por medicamentos prescritos.

Escrever os pensamentos em forma de música também é algo trabalhado na musicoterapia. “Muitas vezes, as pessoas não conseguem falar o que sentem, mas têm uma facilidade em colocar os sentimentos em um papel. Durante as sessões, o paciente ainda pode procurar melodias e ir criando, aos poucos, sua própria canção”, afirma Ana Cláudia.

A coordenadora reforça que ouvir músicas é uma ótima forma de lidar com os próprios sentimentos e ainda permite que as pessoas se comuniquem por meio delas. Esse tratamento vem ganhando espaço e trazendo bons resultados. Por isso, sempre que possível, é indicado separar um tempo para as canções com o objetivo de estimular o seu corpo.

Fonte: Uninassau Olinda

Conheça o impacto das redes sociais na alimentação das pessoas

A “vida perfeita” publicada nos apps faz com muitos sejam rígidos com sua dieta

É grande o número de brasileiros que sofrem de transtornos alimentares, principalmente quando se trata de mulheres e adolescentes. Isso ocorre quando a pessoa tem problemas em aceitar o seu próprio corpo, decidindo fazer um regime alimentar rígido e sem acompanhamento profissional. Essa escolha pode resultar na anorexia, vigorexia, bulimia e ortorexia, além de afetar a saúde mental.

Márcia Karine, psicóloga, neuropsicopedagoga e coordenadora do curso de Psicologia da Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, comenta que os posts publicados nas redes sociais têm uma parcela de culpa em relação aos distúrbios. “As pessoas vendem sua própria imagem no Instagram e em outros aplicativos. Elas compartilham fotos de corpos bem definidos, muitas vezes com edições para esconder as ‘imperfeições’, e estimulam a realização de procedimentos estéticos. A harmonização facial, por exemplo, é uma técnica que vem fazendo grande sucesso entre os famosos. Tudo isso pode ser tornar um gatilho para quem é insatisfeito com o próprio corpo”, explica.

Quando isso acontece, a pessoa fica com medo de ganhar peso e diminui drasticamente a quantidade de comidas nas suas refeições. Além disso, se exercita em excesso para compensar as calorias recebidas; tenta emagrecer por meio de métodos inadequados; ou se alimenta compulsivamente, ficando arrependida em seguida.

“Esses distúrbios, além de impactarem a alimentação, podem causar problemas mentais, como ansiedade, depressão e transtorno bipolar. Ao notar que alguém está passando por essa dificuldade, é importante conversar e fazer com que aceite procurar profissionais que possam ajudar. Em alguns casos, um psicólogo nem sempre é o suficiente, sendo necessário o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar”, explica Márcia.

A psicóloga indica que, para um uso saudável das redes sociais, as pessoas devem deixar de seguir todas as contas que consideram um gatilho, ou seja, trazem desconforto, mexem negativamente com sua autoestima e causam ansiedade.

Fonte: Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista

Prato típico do São João, paçoca é rica em nutrientes

Feito com amendoim torrado, alimento é bastante consumido nas festas juninas

Doce típico das festas juninas, a paçoca oferece diversos benefícios para a saúde. Por ter o amendoim como ingrediente principal, esse alimento é rico em nutrientes antioxidantes e ácidos graxos poli-insaturados. O ferro, por exemplo, previne a anemia. Essa é apenas uma das vantagens oferecidas, pois ainda evita cãibras e relaxa os músculos.

“O amendoim é uma leguminosa e tem a capacidade de atuar na proteção contra doenças cardiovasculares. Isso é possível porque diminui os níveis de colesterol e triglicérides. Ele também é rico em vitamina E, atuando na beleza dos cabelos e no combate às rugas”, explica André Nascimento, professor de Nutrição da Uninassau Recife.

Por ser muito saborosa, quem costuma estar de dieta escolhe a paçoca diet acreditando ser uma ótima opção, já que não contém açúcar. Porém, Nascimento afirma que não é a melhor decisão. “A diet é rica em gorduras, sendo mais prejudicial. Além disso, a diferença do teor dos carboidratos é insignificante e tem muito mais aditivos químicos. O ideal é consumir apenas uma paçoca normal, pois a pessoa pode engordar caso exagere na quantidade”, explica.

“Uma alternativa é trocar o açúcar por aveia na preparação. Dessa forma, o doce fica mais saudável”, complementa. Com essa mudança na receita, o alimento ganhará novos nutrientes, fibras e vitaminas, oferecendo mais benefícios para a saúde. O mesmo vale para a margarina, que pode ser trocada pelo óleo de coco.

Fonte: Uninassau

Os benefícios do milho, protagonista das festas juninas

Devido às suas riquezas, o cereal é considerado um superalimento

Canjica, pamonha, pipoca, mugunzá, broa, cuscuz e bolo são alguns pratos juninos preparados com o milho, considerado o alimento protagonista da festa nordestina. Por muito tempo, esse cereal foi o sustento de vida de diversas civilizações, pois, além de ser uma fonte de energia, possui antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras.

André Nascimento, nutricionista e professor de Nutrição da Uninassau Recife, comenta que, por ser um alimento rico nutricionalmente, o milho é capaz até de prevenir doenças. “Esse cereal tem diversos benefícios. Um deles é seus componentes serem capazes de combater o câncer de mama ou fígado, pois os antioxidantes protegem o corpo. Esse superalimento também traz outras vantagens para a saúde das pessoas. Enquanto a vitamina B1 melhora o funcionamento do metabolismo, as fibras presentes na casca facilitam o trabalho do intestino e ajudam a controlar o colesterol e os níveis de açúcar no sangue”, explica.

Esses são apenas alguns exemplos dos benefícios do milho, que ainda possui as vitaminas A e B3, magnésio, fósforo, cobre, zinco, potássio e fitonutrientes. É por isso que o ideal é consumi-lo em seu estado natural, aproveitando todas as vantagens que oferece. Essa fonte de riqueza costuma perder sua essência ao ser processada para se tornar um alimento industrializado.

Apesar de ser um alimento saudável, Nascimento alerta para a questão do consumo em grande quantidade. “Por ele ser uma fonte de carboidrato, o seu excesso pode contribuir para o ganho de peso ponderal. Minha dica é que as pessoas aproveitem conscientemente o período junino e tentem inserir o milho em outras refeições, pois é um alimento que pode estar presente diariamente no café da manhã, almoço ou jantar”, finaliza.

Fonte: Uninassau Recife

Como evitar a deficiência nutricional em dietas veganas

Com mudança na alimentação, os níveis de ferro, B12 e cálcio podem diminuir

Os veganos não consomem nenhum produto de origem animal, como carne, leite e derivados. Com a falta de determinadas comidas na sua dieta, eles precisam procurar outras fontes que compensem o valor nutricional perdido nessa mudança. É o caso do ferro e cálcio, por exemplo. Ambos são extremamente importantes para o funcionamento do organismo. Portanto, o ideal é procurar um nutricionista para receber as melhores orientações em relação à nova alimentação.

André Nascimento, nutricionista e professor de Nutrição da Uninassau Recife, explica que o ferro é o responsável pela produção de hemoglobinas e energia muscular. Ou seja, não pode faltar de maneira alguma no corpo. Sem ele, o sistema imunológico enfraquecerá. “Algumas opções para essas pessoas são brócolis, couve, leguminosas, aveia, quinoa e castanha de caju, por exemplo. Porém, a absorção do nutriente por meio desses alimentos é um processo lento. O ideal é completar a refeição com frutas e vegetais ricos em vitamina C”, explica.

Em relação ao cálcio, o nutricionista comenta que tem um importante papel no desenvolvimento e manutenção dos ossos. A deficiência pode causar fraturas e o surgimento da osteoporose. “Como os veganos não ingerem o leite de vaca, fonte rica em cálcio, eles podem trocá-lo pelo de nozes ou soja. Para manter o nível do nutriente mais alto, há o tofu, as sementes, os legumes e os cereais para o café da manhã”, afirma. A vitamina B12 e o iodo também precisam ser observados. Enquanto a falta do primeiro pode afetar o sistema nervoso, o segundo tem relação com o hipotireoidismo.

Nascimento reforça que nosso corpo não consegue produzir uma grande quantidade de nutrientes. É por isso que o cardápio deve ser formado por diversos alimentos. No caso da deficiência, sintomas indicarão que sua alimentação não está balanceada. Eles podem ser fadiga, problemas de memória, dor de cabeça, unhas fracas, pele ressecada, entre outros.

Para evitar problemas de saúde, é importante realizar a mudança no cardápio com a ajuda de um profissional. Ele vai indicar os alimentos necessários para manter uma vida saudável, planejar suas refeições e fazer acompanhamentos para avaliar a dieta com o passar do tempo.

Fonte: Uninassau Recife

Carne de planta é opção mais saudável? Nutricionista destaca mitos e verdades

Vegetarianos e veganos apostam em proteínas que não são de origem animal na hora de escolher o alimento que vai consumir. Com a crescente de pessoas que buscam por esse estilo de vida, uma das opções no mercado é a carne de planta. Geralmente, a soja, a ervilha, o grão-de-bico, cogumelos, feijões, lentilha, além de condimentos, são utilizados como bases para essa comida. Mas, apesar desses ingredientes naturais, ela contém conservantes e faz parte dos alimentos industrializados.

Segundo o nutricionista e coordenador do curso de Nutrição da Uninassau Recife, Diego Ricardo, se engana quem acredita que essa seja uma das opções mais saudáveis. “O produto é vegetal, mas é mito ele ser super saudável. A única coisa que pode não ter na composição é o colesterol. Porém, pode conter bastante conservante, para durar nas prateleiras do supermercado até chegar ao consumidor final”, conta.

Por ser industrializado, esse alimento pode se igualar aos ultraprocessados disponíveis do mercado. “Existe uma diferença, se o intuito for apenas não consumir nada de origem animal, essa é uma opção. Mas se o objetivo for a procura por alimentos saudáveis, a carne de planta dos mercados não dever ser considerada”, informa.

Ainda de acordo com o nutricionista, trocar o frango, o peixe e até a carne vermelha por um embutido vegetal é trocar “seis por meia dúzia”. “Quando a indústria de alimentos coloca produtos no mercado para as massas e os mais pobres, geralmente eles são de pior qualidade nutricional”, comenta.

Uma das melhores alternativas para quem deseja parar de consumir proteína animal é produzir o alimento em casa, utilizando apenas ingredientes naturais. “Existem várias receitas na internet. Mas, para quem deseja mudar a alimentação, é necessário procurar um nutricionista para substituir os alimentos da forma correta, sem perder o valor nutricional diário que o corpo precisa”, finaliza.

Por Millena Araujo/Uninassau

Como ter uma alimentação saudável durante uma rotina corrida

O nutricionista André Nascimento apresenta dicas para alcançar esse objetivo

É difícil encontrar um tempo para descanso. Muitas vezes, ele só é possível durante os finais de semana. O dia a dia dos brasileiros é bastante corrido, pois precisam lidar com faculdade, trabalho, atividades domésticas e várias outras responsabilidades, como a própria família, que precisa receber atenção e carinho. Com isso, muitas pessoas veem o fast food e comidas industrializadas como as opções mais práticas e rápidas, deixando de lado as refeições saudáveis.

André Nascimento, nutricionista e professor de Nutrição da Uninassau Recife, explica que essa decisão pode trazer consequências a longo prazo e indica evitar a compra de comidas industrializadas, mesmo elas sendo de fácil preparo. “Esse tipo de alimento é rico em conservantes e gorduras prejudiciais à saúde. Além do seu consumo exagerado causar cansaço e dificuldade de concentração, além de que doenças podem surgir com o tempo. Obesidade, hipertensão, colesterol alto, doença cardíacas e diabetes tipo 2 são alguns exemplos”.

O que muitos não acreditam é que é possível se alimentar bem e de forma equilibrada mesmo com a rotina corrida. “A história de que o café da manhã é a refeição mais importante é uma verdade, pois acelera o metabolismo, mantendo a pessoa com mais energia durante todo o dia. Raízes, como batata-doce e cará, e alimentos como o cuscuz, podem ser superaliados. Também não devemos esquecer das proteínas. Ovos e queijos são muito importantes para acompanhar”, explica André.

Ele adiciona que, para a energia permanecer em um nível ideal, é interessante ingerir algum alimento de três em três horas. Esses lanches podem ser frutas ou sanduíches naturais, que são de preparo rápido e podem ser levados na mochila.

No caso do almoço, o nutricionista diz que o importante é colocar carboidratos, proteínas e verduras. Esse conjunto vai dar a energia necessária para ficar bem durante o dia, além de ser extremamente saudável, pois contém um pouco de cada grupo alimentar. “Se não quiser gastar tanto em restaurantes e self-service, há a possibilidade de preparar marmitas. Mas como deixá-las prontas se o dia é corrido? Como as refeições podem ser armazenadas na geladeira ou congelador, há a possibilidade de cozinhar as refeições da semana em maior quantidade durante o sábado ou domingo, por exemplo. Não é impossível, basta separar um tempo e deixar tudo pronto para os dias que deseja levar comidas caseiras”, afirma.

Foto: Visual Hunt/CC

O indicado para o jantar é seguir com a refeição equilibrada. Exagerar na quantidade e escolher alimentos gordurosos e processados podem resultar em insônia e pesadelos, pois as calorias não são gastas. O professor de Nutrição também chama a atenção para a hidratação. Segundo André, de nada adianta se alimentar da forma correta e esquecer de beber água durante o dia. Ao seguir essas dicas, as chances de ter uma vida saudável e mais energia durante os dias são maiores.

Fonte: Uninassau Recife